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Galaxy A57 e Fit 3 em promoção por R$ 1.843 em oferta do Magalu


O combo Galaxy A57 (128 GB) e Galaxy Fit 3 está com uma promoção excelente na Magalu, saindo por R$ 1.843 no Pix, um desconto considerável do valor original de R$ 4.098. O Pix e o Cartão Luiza trazem um acréscimo de 10% de desconto, mas o comprador também pode fazer o pagamento em 10x de R$ 204 sem juros no cartão de crédito, sob total parcelado de R$ 2.048, o que ainda é uma boa oferta para o produto. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O Galaxy A57 se destaca por ser um intermediário muito competente em câmera, desempenho e tela. Enquanto isso, o Galaxy Fit 3 é uma pulseira que continua a valer a pena anos após o lançamento, oferecendo recursos muito úteis para monitoramento de treinos, sono e atividades do dia a dia. Os valores foram verificados no dia 11 de setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio. A seguir, saiba mais sobre os produtos. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Samsung Galaxy A57 está em promoção junto com o Fit 3 William Guido/TechTudo 🔎 6 celulares chineses testados e aprovados pelo TechTudo Initial plugin text 📝Qual o celular da Samsung com melhor bateria? Confira no Fórum TechTudo Galaxy A57 e Fit 3 em promoção por R$ 1.843 em oferta do Magalu O Galaxy A57 é um celular intermediário indicado para quem busca um aparelho equilibrado para tarefas do dia a dia, fotos, consumo de mídia e jogos. O modelo combina design mais sofisticado, boa experiência de uso e suporte prolongado de software, sendo uma opção especialmente interessante para quem quer um Samsung atual sem partir para a linha Galaxy S. O modelo já foi analisado em review do TechTudo, feito por William Guido, que deu nota 9.2 pelo intermediário da Samsung, com destaque para câmeras, design elegante e processador. O Fit 3 foi testada por Taís Aparecida no TechTudo, que deu 8.4 para o aparelho, destacando o custo-benefício, mas com críticas à autonomia de bateria. Por outro lado, o smartbrand recebeu críticas em relação à autonomia de bateria inferior à prometida e à imprecisão em alguns registros de atividades físicas, além da ausência de recursos como GPS, NFC e microfone. Com informações de Magalu Veja aqui: iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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Samsung provoca Apple e traz 'Tim Cook' usando Galaxy Z Fold 8 em comercial


O iPhone Duo foi anunciado na última quarta-feira (9), e, desde então, as redes sociais da Samsung ao redor do mundo têm sido palco de uma série de provocações ao lançamento da Apple. Desta vez, a filial da Samsung na Nova Zelândia chamou atenção ao publicar um vídeo estrelado por um sósia de Tim Cook, ex-CEO da Apple, apresentando o Galaxy Z Fold 8. No material, o homem grisalho aparece sentado, com o dobrável em formato de “passaporte” nas mãos, enquanto fala diretamente com a câmera sobre os recursos e benefícios do aparelho. Para reforçar a provocação, a Samsung reproduziu elementos característicos da comunicação da Apple, incluindo o tom de voz adotado na apresentação de produtos e uma trilha sonora semelhante à utilizada pela rival. O detalhe mais curioso, porém, está no próprio nome do protagonista: o homem que interpreta o suposto Tim Cook realmente se chama Tim Cook, embora não tenha qualquer relação com o executivo da Apple. Trata-se, na verdade, de um agente imobiliário de Palmerston North, na Nova Zelândia, escolhido pela Samsung para estrelar a campanha. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Galaxy Z Fold 8: novo formato pode 'fisgar' quem nunca teve um dobrável 💵 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável Tim Cook neozelandês, homônimo do ex-CEO da Apple, estrela campanha provocativa da Samsung para promover o Galaxy Z Fold 8 Reprodução/Samsung ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 iPhone ou Samsung dobrável: qual é o melhor? Opine no Fórum do TechTudo A publicação no Instagram já se aproxima das 70 mil curtidas e soma pouco mais de 2 mil comentários, com usuários entrando na brincadeira e explorando o sobrenome do protagonista da campanha. Em inglês, “cook” significa “cozinhar”, o que deu origem a uma série de trocadilhos nos comentários, como “Tim COOKED” e “Tim is cooking”. As expressões também são usadas informalmente em inglês para dizer que alguém está “mandando bem” ou “arrasando”. Assim, as brincadeiras aproveitam o sobrenome do personagem para sugerir, em tom bem-humorado, que o suposto Tim Cook estaria “dando conta do recado” com o aparelho da Samsung. Initial plugin text A provocação também ganhou uma versão na conta da Samsung Myanmar, que publicou um vídeo dando “boas-vindas” à Apple ao mercado de celulares dobráveis. Na gravação, três unidades do Galaxy Z Fold 8 se movimentam de forma sincronizada, abrindo e fechando continuamente para simular uma salva de palmas. No centro da composição, aparecem objetos associados a bebês, enquanto o vídeo termina com um áudio infantil, em uma clara alusão à ideia de que a Apple estaria apenas “engatinhando” nesse segmento. Initial plugin text Além das provocações, o iPhone Duo apresenta algumas especificações semelhantes às do Galaxy Z Fold 8, especialmente no formato “passaporte”. Os dois modelos têm tela interna de 7,6 polegadas, enquanto os painéis externos diferem por apenas 0,1 polegada. Ambos também oferecem frequência de 120 Hz e brilho máximo de até 3.000 nits, características que aproximam ainda mais os dois dobráveis e ajudam a explicar o tom das provocações da Samsung após a estreia do rival. Com informações de Samsung Nova Zelândia e Samsung Myanmar 🎥 iPhone Duo: veja todas as novidades do dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple
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Melhor Smartwatch Apple: 5 modelos que valem o investimento em 2026


Escolher um Apple Watch em 2026 envolve mais do que decidir quanto gastar. A linha da Apple reúne desde modelos que concentram as funções essenciais de notificações, exercícios e acompanhamento de saúde até versões voltadas a esportes ao ar livre, com GPS mais preciso, maior resistência e comunicação via satélite. Nesta lista, reunimos cinco smartwatches com propostas e faixas de preço diferentes e analisamos o que cada um entrega em pontos como tela, sensores, bateria, construção e desempenho, considerando também os resultados de reviews especializados. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O Apple Watch SE 3 GPS abre a lista por R$ 1.817 na Shopee, no Pix e com cupom. No outro extremo, o Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular custa a partir de R$ 5.399 no Mercado Livre. Os preços citados foram verificados durante a apuração em setembro de 2026 e podem sofrer alteração sem aviso prévio. A seguir, confira os cinco modelos selecionados e veja qual combina melhor com o seu perfil de uso. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Modelos de Apple Watch reúnem diferentes níveis de recursos para saúde, exercícios, conectividade e uso no dia a dia Reprodução/Shutterstock 🔎 Como conectar smartwatch ao celular? Veja tutorial para todas as marcas Initial plugin text 📝 Quais são os 5 melhores smartwatches? Pergunte no Fórum do TechTudo Qual Apple Watch comprar em 2026? Apple Watch SE 3 GPS — opção mais acessível para uso cotidiano; Apple Watch Series 10 GPS — tela maior e recursos de saúde mais completos; Apple Watch Series 11 GPS — mais autonomia e recursos atualizados; Apple Watch Ultra 3 GPS + Cellular — foco em esportes, GPS e conectividade; Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular — resistência e recursos avançados para atividades outdoor. Como escolhemos os melhores smartwatches Apple? Para montar esta lista, consideramos modelos de Apple Watch com diferentes faixas de preço e perfis de uso, desde opções para tarefas cotidianas até versões voltadas a treinos e atividades ao ar livre. A seleção levou em conta características que realmente interferem na experiência, como qualidade e brilho da tela, autonomia de bateria, sensores de saúde, precisão no acompanhamento de exercícios, resistência, conectividade e conforto no pulso. Além da ficha técnica divulgada pela Apple, usamos resultados de reviews especializados para entender como esses recursos se comportam durante o uso. Também observamos a idade de cada geração e o que ela ainda oferece em 2026. Já os preços foram apurados na Shopee, Magalu, Mercado Livre, Casas Bahia e Amazon, considerando o menor valor encontrado no momento da pesquisa e organizando os modelos em ordem crescente de preço. O que um bom Apple Watch deve ter? Não existe um único Apple Watch que seja a melhor escolha para todo mundo. O modelo mais adequado depende de como o relógio será usado, do nível de acompanhamento de saúde desejado e de quanto cada pessoa pretende investir. Para quem quer apenas notificações, treinos e monitoramento básico, um modelo de entrada pode ser suficiente; já usuários que acompanham saúde com mais detalhe ou praticam atividades ao ar livre podem aproveitar melhor versões mais completas. Tela confortável de visualizar: brilho, tamanho e qualidade do painel fazem diferença para ler notificações, acompanhar treinos e consultar informações rapidamente. Quem usa o relógio com frequência em ambientes externos deve prestar mais atenção ao brilho máximo. Bateria compatível com a rotina: modelos com cerca de um dia de autonomia podem atender bem quem tem facilidade para recarregar diariamente. Para quem pretende monitorar o sono ou passar mais tempo longe de tomadas, uma bateria maior reduz interrupções no uso. Sensores de saúde de acordo com a necessidade: frequência cardíaca, sono e temperatura já cobrem boa parte do uso cotidiano. Recursos como ECG, alertas de apneia do sono e notificações de hipertensão ampliam o acompanhamento, mas podem ser desnecessários para quem busca apenas funções básicas. Recursos adequados ao tipo de exercício: para academia, caminhadas e corridas ocasionais, os modelos convencionais já oferecem um conjunto amplo de métricas. Quem faz trilhas, corridas longas, mergulho ou outras atividades outdoor pode se beneficiar de GPS mais preciso, maior resistência e recursos de segurança. Tamanho e conforto no pulso: caixas maiores oferecem mais área de tela, mas também aumentam o peso e o volume. Para uso durante o sono ou ao longo de muitas horas, vale considerar se o formato é confortável para o próprio pulso. Conectividade que faça diferença no uso: versões com GPS atendem bem quem costuma usar o relógio próximo do iPhone. Já modelos com conexão celular permitem fazer chamadas e usar alguns recursos longe do smartphone, algo mais útil para quem corre, treina ou sai sem levar o celular. Preço compatível com o que será realmente usado: pagar mais pode trazer sensores adicionais, materiais mais resistentes, tela melhor ou maior autonomia. O importante é verificar se esses extras têm relação com a rotina, porque um modelo mais caro não será necessariamente a melhor compra para todos. 1. Apple Watch SE 3 GPS – a partir de R$ 1.817 Lançado em setembro de 2025, o Apple Watch SE 3 é o modelo mais barato desta seleção e atende quem quer um smartwatch da Apple com os principais recursos do dia a dia, mas sem pagar pelos sensores e acabamentos das versões mais caras. Ele acompanha exercícios, sono e frequência cardíaca, mostra notificações e traz versões de 40 mm e 44 mm, com resistência à água de até 50 metros. Uma das principais mudanças em relação ao SE 2 é a tela Sempre Ativa, que permite consultar horário e notificações sem levantar o pulso. Em testes do TechRadar, o painel de 1.000 nits apresentou boa visualização em ambientes internos, mas sofreu mais com reflexos e leitura sob sol forte. O desenho mantém bordas mais largas que as dos Series 10 e 11. O chip S10 é o mesmo usado no Series 11 e no Ultra 3, e o desempenho acompanhou essa proximidade. Durante os testes do TechRadar, o SE 3 teve navegação rápida pelo watchOS 26 e registrou resultados semelhantes aos modelos mais caros no acompanhamento de frequência cardíaca, sono e exercícios. As maiores diferenças aparecem nos recursos de saúde, já que ele não oferece ECG nem medição de oxigênio no sangue. A bateria tem autonomia oficial de até 18 horas em uso normal e 32 horas no Modo Pouca Energia. No uso feito pelo TechRadar, o relógio completou um dia de uso moderado com monitoramento do sono. Cerca de 15 minutos de recarga recuperaram aproximadamente 30% da bateria. O Apple Watch SE 3 GPS custa a partir de R$ 1.817 na Shopee, no Pix, com aplicação de cupom. Prós: tela sempre ativa; desempenho próximo aos modelos superiores; boa precisão no monitoramento; recarga rápida. Contras: ausência de ECG e medição de oxigênio no sangue; bordas mais largas; visibilidade prejudicada sob sol forte. 2. Apple Watch Series 10 GPS – a partir de R$ 2.175 Subindo um pouco na faixa de preço, o Apple Watch Series 10 GPS é uma opção para quem pode investir mais em uma tela melhor, acabamento mais refinado e recursos de saúde mais completos. Como o chip S10 é o mesmo do modelo anterior da lista, o ganho aqui está menos em velocidade e mais no conjunto de recursos e no conforto de uso. A tela chega a 2.000 nits de brilho, tem bordas menores e mantém boa leitura mesmo quando o pulso está inclinado. No review do TechRadar, o display recebeu elogios pelo tamanho e pelos bons ângulos de visão. O corpo de apenas 9,7 mm também pesou a favor: até a versão maior, de 46 mm, foi considerada confortável no braço. Quem pretende acompanhar a saúde com mais detalhes encontra ECG, alertas de apneia do sono, sensor de temperatura e monitoramento de frequência cardíaca e exercícios. Nos testes do TechRadar, os registros de batimentos e treinos ficaram consistentes em relação aos dispositivos usados como referência. Quando o assunto é bateria, o Series 10 ainda exige recargas frequentes. A Apple informa até 18 horas de uso normal e 36 horas no Modo Pouca Energia, enquanto o TechRadar conseguiu cerca de 20 horas e chegou perto de 22 horas em um dia com treino. A carga rápida ameniza essa limitação: de 0% a 80%, o relógio levou aproximadamente 30 minutos. Cerca de dois anos após o lançamento, o Apple Watch Series 10 GPS pode ser encontrado a partir de R$ 2.175, em oferta na Shopee. Para quem pretende usar o relógio com frequência e valoriza uma tela mais agradável, corpo mais fino e ferramentas extras de saúde, ele representa um avanço mais perceptível do que simplesmente trocar de processador. Prós: tela grande e com bons ângulos de visão; corpo fino e confortável; versão de 46 mm bem proporcionada. Contras: chip S10 não trouxe ganho perceptível sobre o S9; autonomia praticamente não evoluiu. 3. Apple Watch Series 11 GPS – a partir de R$ 2.220 O Apple Watch Series 11 chegou ao mercado em setembro de 2025 com uma proposta menos focada em mudanças visuais e mais em melhorar a experiência de uso ao longo do dia. A bateria maior, o corpo fino de 9,7 mm e os recursos de saúde atualizados favorecem quem quer acompanhar atividades, notificações e sono sem precisar recarregar o relógio com tanta frequência. A autonomia é um dos pontos que mais mudou nessa geração. A Apple informa até 24 horas de uso normal e 38 horas no Modo Pouca Energia, enquanto o TechRadar conseguiu cerca de um dia e meio em uso leve. Para quem dorme com o relógio no pulso para acompanhar o sono, essa diferença reduz a necessidade de encaixar uma recarga antes de dormir. Durante uma semana de testes, o portal também avaliou bem a tela Sempre Ativa de até 2.000 nits, que manteve boa leitura em diferentes condições de iluminação. Nos modelos de alumínio, o vidro Ion-X passou a ser duas vezes mais resistente a riscos do que o usado no Series 10, o que ajuda em treinos e no uso contínuo. O relógio reúne ECG, monitoramento de frequência cardíaca, temperatura do pulso, pontuação do sono e notificações de hipertensão. Já o chip S10 permanece o mesmo da geração anterior: o sistema continuou fluido nos testes, mas não houve ganho perceptível de velocidade. Encontrado por R$ 2.220 na Shopee, o Series 11 fica mais interessante para quem vem de um Apple Watch antigo ou quer comprar um modelo atual com bateria melhor e um pacote de saúde mais completo. Para quem já possui o Series 10, o próprio TechRadar considera as mudanças pequenas para justificar uma troca imediata. Prós: autonomia maior; vidro mais resistente a riscos; recursos de saúde atualizados. Contras: sem avanço relevante de processamento; poucas novidades para quem já possui o Series 10. 4. Apple Watch Ultra 3 GPS + Cellular – a partir de R$ 5.266 Trilhas em regiões sem sinal, treinos longos e esportes que exigem localização precisa são cenários em que o Apple Watch Ultra 3 começa a justificar seu conjunto mais robusto. A caixa de 49 mm em titânio abriga GPS de dupla frequência, conexão 5G e comunicação via satélite, além de resistência à água de até 100 metros e suporte a mergulhos recreativos de até 40 metros. A comunicação por satélite é uma das novidades da geração apresentada em setembro de 2025. No teste demonstrativo feito pelo TechRadar, o relógio orientou pelo próprio visor como posicionar o braço para encontrar o satélite e transmitir dados de emergência e localização quando não havia rede móvel. É uma função bastante específica, mas que ganha importância para quem costuma se afastar de áreas com cobertura. Durante os testes do TechRadar, a tela de 3.000 nits também manteve ótima leitura sob luz solar, enquanto as bordas 24% menores deram mais espaço ao conteúdo sem aumentar a caixa. A precisão esportiva foi outro ponto positivo: comparado a uma cinta cardíaca Polar H10, o Ultra 3 registrou diferença média de apenas 1 bpm nos exercícios avaliados. A bateria acompanha melhor esse tipo de uso prolongado. Segundo a Apple, são até 42 horas em condições normais e 72 horas no Modo Pouca Energia. O site confirmou as 42 horas, mesmo incluindo uma corrida de 45 minutos com GPS, e a recarga leva cerca de 45 minutos para chegar a 80%. Na Shopee, o Apple Watch Ultra 3 GPS + Cellular pode ser encontrado a partir de R$ 5.266. É um investimento difícil de justificar para exercícios ocasionais, já que boa parte de sua estrutura foi criada para demandas mais específicas. Para treinos frequentes ao ar livre, aventuras e situações em que GPS, autonomia e comunicação longe do iPhone são importantes, essas diferenças passam a ter utilidade real. Prós: comunicação via satélite e 5G; tela ampla e de alto brilho; boa autonomia; alta precisão no acompanhamento esportivo. Contras: preço elevado; recursos podem ser excessivos para uso casual; não há versão mais barata somente com GPS. 5. Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular – a partir de R$ 5.399 O Apple Watch Ultra 2 reúne funções mais avançadas para quem quer acompanhar corridas, trilhas, mergulhos e outras atividades ao ar livre com mais precisão. A caixa de 49 mm em titânio traz GPS de dupla frequência, resistência à água de até 100 metros e conexão celular, além de certificação para mergulho recreativo de até 40 metros. Durante os testes do TechRadar, a tela de 3.000 nits manteve boa leitura mesmo sob sol forte, uma vantagem importante para quem usa o relógio em ambientes externos. O botão de Ação também mostrou utilidade em treinos, já que permite iniciar atividades ou marcar etapas sem precisar tocar no visor — algo conveniente quando as mãos estão suadas ou com luvas. O GPS, por sua vez, apresentou boa precisão nos percursos. O tamanho é um dos pontos que mais dividem o Ultra 2. Com mais de 60 g e uma caixa bem maior que a dos Apple Watches convencionais, ele pode incomodar quem prefere relógios discretos ou costuma dormir com o aparelho. O review também considerou pequena a evolução em relação ao primeiro Ultra, apesar da chegada do chip S9 e do gesto Double Tap. Segundo a Apple, a bateria dura até 36 horas em uso normal e pode chegar a 72 horas no Modo Pouca Energia. No uso feito pelo TechRadar, o relógio conseguiu cumprir a estimativa mesmo com treinos usando GPS, mas a duração ainda pode ser curta para provas, travessias ou acampamentos que se estendem por vários dias. Mesmo tendo sido lançado em 2023, o Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular ainda aparece por R$ 5.399 no Mercado Livre, sendo o modelo mais caro da nossa seleção. O preço continua alto, mas recursos como GPS de dupla frequência, construção em titânio, tela de alto brilho e suporte a mergulho ajudam a manter o modelo relevante em 2026. Para quem não pretende aproveitar esse lado mais esportivo, o investimento fica mais difícil de justificar. Prós: tela muito brilhante; GPS preciso; botão de ação útil em treinos; construção resistente. Contras: poucas mudanças em relação ao primeiro Ultra; corpo grande e pesado; autonomia ainda limitada para atividades de vários dias. Com informações de Apple, TechRadar, Amazon, Casas Bahia, Magalu, Mercado Livre e Shopee. Mais de TechTudo Veja aqui: iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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AirPods 5: veja os modelos de AirPods disponíveis para comprar no Brasil


A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o AirPods 5, nova versão da linha que promete um cancelamento ativo de ruído mais avançado, além de outras novidades em relação à geração anterior. O fone de ouvido tem chegada prevista ao mercado para 18 de setembro. Enquanto o novo modelo não chega, o TechTudo reuniu os AirPods que continuam à venda no Brasil e podem ser boas opções para quem é fã da marca. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre as opções disponíveis, o AirPods 4 sem ANC é o modelo mais acessível da lista. Encontrado a partir de R$ 1.214 na Amazon, o fone conta com chip H2 e oferece até cinco horas de reprodução contínua. No outro extremo, o AirPods Max 2 é um headphone com cancelamento ativo de ruído avançado e drivers de 40 mm, disponível a partir de R$ 5.509 no Magalu. Os preços citados foram verificados durante a apuração da matéria, em setembro de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O novo AirPods 5 conta com controle por toques nas hastes Reprodução/Apple 🔎 Preços do iPhone Duo e 18 Pro: veja valores dos novos lançamentos da Apple Initial plugin text 📝Headset ou intra-auriculares? Qual melhor fone de ouvido? Confira no Fórum TechTudo Modelos de AirPods à venda no Brasil AirPods 4 sem ANC – opção mais acessível, com chip H2 e áudio espacial AirPods 4 com ANC – cancelamento de ruído, Áudio Adaptativo e Detecção de Conversa AirPods Pro 3 – ANC avançado, cinco opções de ponteiras e recursos de saúde AirPods 3 – geração anterior com áudio espacial e até seis horas de autonomia AirPods Max 2 – headphone com chip H2, ANC avançado e até 20 horas de bateria 1. AirPods 4 (sem ANC) – a partir de R$ 1.214 A lista começa com o AirPods 4 na versão mais acessível, sem cancelamento ativo de ruído (ANC). Ainda assim, o fone reúne recursos avançados, como áudio espacial com rastreamento dinâmico, que cria uma sensação mais imersiva durante a reprodução. O modelo também conta com chip H2, que contribui para chamadas mais claras e para o desempenho geral do dispositivo. O estojo é recarregável via USB-C e oferece até cinco horas de autonomia com uma carga, chegando a 30 horas com o estojo. Além disso, o AirPods 4 traz Siri integrada, Bluetooth 5.3 e certificação IP54 contra água e poeira. Na Amazon, o modelo custa a partir de R$ 1.214 e tem nota 4,7 de 5 estrelas. Entre os principais elogios dos usuários estão a qualidade do áudio e a autonomia da bateria. Por outro lado, o encaixe pouco firme aparece entre as críticas, sobretudo durante atividades mais intensas. Prós: áudio espacial; chip H2; boa autonomia; proteção IP54; integração com Siri Contras: não possui ANC; encaixe pode ser pouco firme durante atividades intensas 2. AirPods 4 (com ANC) – a partir de R$ 1.699 A versão mais completa do AirPods 4 tem como principal diferencial o cancelamento ativo de ruído (ANC), que reduz os sons externos para ajudar o usuário a manter o foco no que está ouvindo. O recurso é acompanhado pelo Áudio Adaptativo, que ajusta automaticamente o nível de ANC de acordo com o ambiente, pelo Modo Ambiente, que permite ouvir os sons ao redor, e pela Detecção de Conversa, que reduz o volume ao identificar que o usuário está falando e o retoma automaticamente depois. A autonomia para uso contínuo cai para quatro horas, mas o estojo traz como diferencial o suporte ao carregamento sem fio no padrão Qi. Os demais recursos são semelhantes aos da versão anterior, incluindo áudio espacial, chip H2, Siri integrada, Bluetooth 5.3 e certificação IP54 contra água e poeira. O modelo está disponível no Mercado Livre a partir de R$ 1.699. Como o anúncio é o mesmo da versão anterior, as avaliações dos usuários na Amazon seguem a mesma linha: a qualidade do áudio e a duração da bateria estão entre os principais elogios. Por outro lado, alguns consumidores relatam que o encaixe pode não ser firme o suficiente para determinadas atividades. Prós: cancelamento ativo de ruído; Áudio Adaptativo; Detecção de Conversa; carregamento sem fio Qi; áudio espacial; chip H2; boa autonomia; proteção IP54; integração com Siri Contras: autonomia menor que a versão sem ANC; encaixe pode ser pouco firme em algumas atividades 3. AirPods Pro 3 – a partir de R$ 2.000 O AirPods Pro 3 traz cancelamento ativo de ruído avançado, capaz de reduzir os sons externos em até duas vezes mais em relação à geração anterior. O modelo também conta com certificação IP57 contra água, suor e poeira, além de cinco opções de ponteiras para um ajuste mais personalizado aos diferentes formatos de ouvido. Em review, o TechRadar considerou o áudio energético e imersivo, com destaque para os graves e os vocais bem definidos. Os recursos extras também foram elogiados, recebendo nota 5 de 5, com destaque para funções como tradução ao vivo e monitoramento de frequência cardíaca. O fone ainda conta com Bluetooth 5.3 e oferece até oito horas de autonomia com o ANC ligado, chegando a dez horas no modo ambiente. Na Amazon, o modelo está disponível por R$ 2.000 e recebe nota 4,7 de 5 estrelas. Entre os principais elogios dos usuários estão a qualidade do áudio, o cancelamento de ruído e o conforto, favorecido pelas cinco opções de ponteiras. Por outro lado, há relatos pontuais de que o microfone poderia oferecer um desempenho melhor. Prós: ANC avançado; certificação IP57; cinco opções de ponteiras; boa autonomia; tradução ao vivo; monitoramento de frequência cardíaca Contras: microfone pode deixar a desejar em algumas situações 4. AirPods (3ª geração) – a partir de R$ 2.819 Antecessor do AirPods 4, o AirPods 3 segue disponível no mercado e também conta com áudio espacial com rastreamento dinâmico, que proporciona uma experiência mais imersiva durante o uso. Equipado com Bluetooth 5.0 e chip H1, o modelo oferece conectividade e desempenho, embora em um nível inferior ao AirPods 4, que traz o chip H2. A certificação IPX4 protege o fone contra respingos de água e suor, enquanto a Siri integrada facilita a rotina por meio de comandos de voz. A bateria oferece até seis horas de uso contínuo, chegando a 30 horas com o estojo de carregamento. Atualmente, o modelo recebe nota 4,7 de 5 estrelas na Amazon e está disponível a partir de R$ 2.819. De modo geral, os usuários elogiam a qualidade do áudio em diferentes situações. No entanto, há uma ressalva importante: mesmo sendo uma geração anterior ao AirPods 4, o modelo aparece atualmente mais caro que o sucessor, que oferece recursos mais avançados. Por isso, considerando os preços encontrados, o AirPods 4 apresenta um custo-benefício mais interessante. Prós: áudio espacial; chip H1; até seis horas de autonomia; certificação IPX4; integração com Siri Contras: preço superior ao do AirPods 4; menos recursos que o sucessor 5. AirPods Max 2 – a partir de R$ 5.509 O AirPods Max 2 é a última opção da lista e indicado para fãs e usuários da Apple que preferem headphones aos fones intra-auriculares tradicionais da linha. Assim como o AirPods 4, o modelo conta com chip H2 para otimizar o desempenho e os recursos, além de cancelamento ativo de ruído avançado, que analisa os sons externos milhares de vezes por segundo para tornar a redução de ruídos mais eficiente. Com Bluetooth 5.3 e drivers de 40 mm, o headphone também reúne recursos presentes em outros modelos da linha, como Modo Ambiente, Tradução ao Vivo, Detecção de Conversa e Siri integrada. A bateria oferece até 20 horas de autonomia, inclusive com o ANC ativado. Atualmente, o modelo está disponível a partir de R$ 5.509 no Magalu, embora ainda não tenha avaliações na plataforma. No Mercado Livre, onde recebe nota 4,8 de 5 estrelas, os usuários elogiam principalmente a qualidade do áudio e a eficiência do ANC. Até o momento da publicação, não há um padrão recorrente de críticas negativas ao produto. Prós: formato over-ear; chip H2; ANC avançado; drivers de 40 mm; até 20 horas de autonomia Contras: preço elevado AirPods 5: veja as novidades da nova geração e quando ela chega às lojas Novo AirPods 5 tem tradução em tempo real e melhora no cancelamento de ruído Reprodução/Apple A Apple lançou o AirPods 5 nesta quarta-feira (9), durante evento que também marcou a chegada do iPhone dobrável, do iPhone 18 Pro e de outros produtos. A nova versão promete cancelamento de ruído até 50% mais eficiente que o AirPods 4, seu antecessor, além de até cinco horas de reprodução contínua com o ANC ativado. AirPods 5 têm tradução em tempo real e melhora no cancelamento de ruído Outro diferencial é o controle de volume integrado à haste, como no AirPods Pro 3. O fone também reúne recursos já tradicionais da linha, como Áudio Adaptativo, Modo Ambiente, Tradução ao Vivo e integração com a Siri. Já o áudio espacial conta com rastreamento dinâmico da cabeça, proporcionando uma experiência sonora mais imersiva durante o uso. Assim como na geração anterior, o AirPods 5 será lançado em duas versões, mas, desta vez, ambas terão cancelamento ativo de ruído. A opção mais completa terá como extras o carregamento sem fio e os controles integrados às hastes, com preço a partir de R$ 1.699. Já a versão mais simples custará R$ 1.499. A previsão é de que os modelos cheguem às lojas a partir de 18 de setembro. Com informações de Amazon, Apple, Magalu, Mercado Livre e Shopee Mais do TechTudo l 🎥 Assista: Fone de ouvido Bluetooth descarregando rápido? MELHORE A BATERIA! Fone de ouvido Bluetooth descarregando rápido? MELHORE A BATERIA! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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Fogão Mueller é bom? Conheça marca e modelos


A Mueller é uma boa marca e conta com uma oferta ampla no segmento de fogões, capaz de atender desde consumidores que buscam modelos compactos, focados em custo-benefício, até quem procura opções voltadas para preparos mais exigentes. Essa variedade também pode ser vista na faixa de preços, que contempla diferentes perfis de orçamento, com valores que partem de cerca de R$ 700 e podem chegar a R$ 2.260. Os fogões de quatro bocas mais básicos da Mueller geralmente oferecem dois queimadores de 2.000 W e outros dois de 1.700 W, além de forno com acabamento Total Clean, que facilita a limpeza. Já os modelos premium de cinco bocas da linha Decorato Inox podem oferecer mesa de vidro, timer digital touch, queimadores de tripla chama. Confira a seguir os principais modelos da Mueller e veja qual fogão da marca pode fazer mais sentido para cada perfil de consumidor. 🔎 É melhor guardar comida quente ou fria na geladeira? Especialistas explicam 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews A Mueller é uma boa marca e conta com uma oferta ampla no segmento de fogões Reprodução/Amazon 📝 Aparelhos 110 V, 220 V ou bivolt: como descobrir a tensão elétrica? Saiba no Fórum do TechTudo 1. Fogão Mueller é bom? O fogão Mueller pode ser uma boa opção tanto para quem procura um eletrodoméstico simples, quanto para quem busca um produto mais premium, graças à variedade de modelos e preços voltados para diferentes perfis de consumidor. Ao todo, a marca oferece 40 opções, divididas entre modelos de 4 e 5 bocas, com diversos acabamentos, tipos de acendimento e configurações de queimadores, incluindo opções com tripla chama. Fogão Mueller Gabriel Mattos/Gerado por Gemini Outro ponto positivo é a variedade de faixas de preço, que permite encontrar desde modelos mais simples, voltados para quem busca economia, até versões mais completas, com mesa de vidro, timer e outros recursos. Dessa forma, a Mueller pode atender tanto quem prioriza custo-benefício quanto quem procura um fogão mais robusto e equipado. Essa amplitude de oferta também se reflete nos preços, que partem de cerca de R$ 700 e podem chegar a R$ 2.260. 2. Conheça a Mueller Fundada em 1949, a Mueller é uma fabricante brasileira com mais de sete décadas de atuação no mercado de eletrodomésticos. A empresa iniciou suas atividades como uma ferraria e, ao longo dos anos, construiu uma trajetória especialmente ligada aos produtos para lavanderia. A marca é reconhecida por ter fabricado a primeira máquina de lavar em solo brasileiro, a Pioneira, lançada em 1951. Outro marco importante foi o lançamento da Lavadora Lavin, em 1989. O modelo se tornou um campeão de vendas e, devido à sua popularidade, passou a ser conhecido como PopTank. Com o tempo, a marca também ampliou sua atuação para a linha de eletrodomésticos voltados à cozinha, diversificando seu portfólio para além dos produtos de lavanderia. Atualmente, a fabricante oferece fogões, cooktops, fornos, fritadeiras elétricas, micro-ondas e coifas, com opções que contemplam desde modelos mais simples, voltados ao uso cotidiano, até produtos com recursos adicionais e acabamento mais sofisticado. Mueller é uma marca de fogões e fornos Reprodução/Mueller 3. Quais são os principais fogões Mueller? Como dito anteriormente, a Mueller conta com uma linha diversificada de fogões, com opções de 4 e 5 bocas que variam em acabamento, potência dos queimadores, recursos e faixa de preço. Entre os principais modelos estão os fogões de piso com mesa em aço inox ou vidro, além de versões que apostam em recursos como queimador tripla chama, timer e grades individuais. Tanto as versões de 4 quanto as de 5 bocas contam com modelos voltados para o dia a dia, com acendimento manual, mesa de aço inox e queimadores com potências mais básicas. Essas opções são indicadas principalmente para quem busca um fogão funcional para tarefas cotidianas e não faz questão de recursos adicionais ou acabamentos mais sofisticados. Fogão com mesa de vidro: conheça os melhores modelos para comprar Divulgação/ Mueller Na outra ponta do catálogo, podemos citar a linha Decorato, desenvolvida para quem busca um fogão com aspecto mais premium. Com acabamento em inox e mesa de vidro temperado, um dos grandes destaques da linha é o timer digital touch, que permite programar o tempo de preparo por meio de comandos sensíveis ao toque. 4. Fogão Mueller 4 bocas é bom? Sim, o fogão Muller 4 bocas é uma boa opção para quem não tem uma família tão grande. Na categoria de fogões de 4 bocas, a Mueller apresenta 17 modelos, com propostas que vão desde versões mais básicas até alternativas com acabamento e recursos mais elaborados. A quantidade de opções permite encontrar modelos para diferentes necessidades, mas há algumas características que se repetem ao longo da linha. Para essa categoria, a Mueller utiliza a faixa de preço que vai de R$ 700 a R$ 1.520. O MFI4BA é uma das opções mais básicas da categoria e conta com acendimento manual, mesa em aço inox, dois queimadores Família de 2.000 W e dois queimadores Médios de 1.700 W. O modelo também traz a tecnologia Easy Clean, que ajuda a reduzir o acúmulo de resíduos, e forno de 48 litros com puxador de aço. Os modelos MFI4BB e MFI4BC mantêm praticamente as mesmas especificações e o design da versão de entrada, mas acrescentam acendimento automático e mais opções de cores, o que representa um acréscimo de cerca de R$ 100 no preço. Já o MFI4BF apresenta mudanças mais significativas. O modelo mantém o acendimento automático e a mesma configuração de queimadores, mas traz os botões acoplados diretamente à mesa de inox, deixando o conjunto com um visual mais integrado. O forno também recebe 200 W a mais de potência e passa a contar com iluminação interna, dois recursos que não estão presentes na versão mais básica. Entre os modelos com mesa de vidro, o MFV4BB aparece como uma alternativa mais acessível. Além da superfície de vidro, o fogão conta com grades individuais e robustas, com seis pontos de apoio para cada queimador, proporcionando maior estabilidade às panelas. Em contrapartida, o modelo não possui luz no forno. O MFV4BF acrescenta justamente esse recurso e ainda traz grades de ferro fundido, tornando-se uma opção mais completa dentro da mesma proposta. No topo da categoria está a linha Decorato, disponível em duas opções de acabamento: preto fosco e aço escovado. Além do visual mais sofisticado e da mesa de vidro temperado, os modelos contam com quatro grades de ferro fundido e um incorporação de um queimador Ultra Chama de 2.600 W. O forno também é maior, com capacidade de 62 litros e espaço para duas prateleiras internas, ampliando as possibilidades para preparos que exigem mais espaço. 5. Fogão Mueller 5 bocas vale a pena? Na categoria de fogões de 5 bocas, a Mueller apresenta 24 modelos e mantém a mesma estratégia adotada na linha de 4 bocas, com opções que vão desde versões mais básicas até alternativas com acabamento e recursos mais sofisticados. A faixa de preços também é ampla, com valores que partem de cerca de R$ 946 e podem chegar a R$ 2.259. O modelo mais básico é o MFI5BA, que conta com acendimento manual e mesa de aço inox. O conjunto de queimadores é formado por uma boca Ultra Chama de 3.700 W, duas Família de 2.000 W e duas Médias de 1.700 W. O forno tem capacidade de 81,6 litros e queimador de 2.600 W. O MFI5BC mantém as mesmas especificações, mas acrescenta acendimento automático, enquanto o MFI5BB parte da mesma configuração e adiciona mesa de vidro. O MFV5BB é uma das opções mais acessíveis da linha com mesa de vidro. O modelo mantém o mesmo conjunto de queimadores, mas traz grades individuais para cada uma das cinco bocas, com seis pontos de apoio, proporcionando maior estabilidade para as panelas. O fogão também apresenta um forno ligeiramente maior. Já o MFI5BF acrescenta uma boca com tripla chama. Embora tenha os mesmos 3.700 W de potência da Ultra Chama, esse tipo de queimador tende a distribuir o calor de maneira mais uniforme pela base da panela. Há ainda o MFV5BF, que se diferencia pelo uso de grades de ferro fundido. Assim como nos modelos de 4 bocas, a linha Decorato ocupa o topo do catálogo de 5 bocas Reprodução/Mercado Livre Assim como nos modelos de 4 bocas, a linha Decorato ocupa o topo do catálogo de 5 bocas. Ao todo, são seis modelos com acabamento mais sofisticado e forno de 96 litros, que também conta com iluminação interna e duas prateleiras. A linha reúne configurações com e sem timer, incluindo versões com timer digital, além de opções com ou sem tampo de vidro, permitindo variações de acabamento e recursos dentro da própria linha. 6. O forno dos fogões Mueller é bom? Os fornos dos fogões Mueller apresentam capacidades e recursos que variam conforme o modelo, mas a linha conta com opções voltadas tanto para preparos cotidianos quanto para quem precisa de mais espaço interno. Entre os modelos de 4 bocas, a capacidade parte de cerca de 48 litros, enquanto alguns fogões de 5 bocas chegam a oferecer fornos com mais de 80 litros, como o MFI5BA, com 81,6 litros. No topo da linha, os modelos Decorato de 5 bocas chegam a 96 litros. Além da capacidade, a configuração interna também muda entre os modelos. Algumas versões contam com duas prateleiras, permitindo preparar mais de um alimento simultaneamente, enquanto determinados modelos oferecem iluminação interna para facilitar a visualização dos alimentos durante o preparo. O visor panorâmico também aparece em parte do catálogo, ampliando o campo de visão do interior do forno sem a necessidade de abrir a porta. Fogão Mueller 5 bocas Decorato Vetro Divulgação/Mueller 7. Fogão Mueller é econômico? Os fogões Mueller apresentam classificação energética A, tanto nos modelos de 4 quanto nos de 5 bocas, indicando bom nível de eficiência energética dentro da categoria. Nos fogões de 4 bocas, o rendimento dos queimadores é de 63%, enquanto o consumo de gás varia de 0,091 a 0,099 kg/h, conforme o modelo. Entre os fogões de 5 bocas, o rendimento dos queimadores também é de 63%, mas o consumo fica entre 0,135 e 0,153 kg/h. A diferença em relação aos modelos menores está relacionada principalmente à maior quantidade de queimadores e à configuração mais ampla do fogão. Mesmo com essa classificação de eficiência energética, é importante consultar a ficha técnica do modelo pretendido para verificar os dados específicos de consumo de gás. Os valores podem variar entre as versões, e o consumo durante o uso também depende de fatores como tempo de funcionamento e intensidade da chama. Existem diversos fatores que influenciam no nível de esforço necessário para limpar um fogão, entre eles: material da mesa, botões removíveis e tipo de grades dos queimadores. Como o portfólio de fogões da Mueller é extenso, os modelos diferem bastante nesses aspectos. Em comum, a maioria dos modelos conta com botões removíveis, o que facilita a limpeza da área de controle e permite alcançar com mais facilidade os espaços ao redor dos comandos. O fogão Mueller Piacere Vetro tem mesa de vidro e válvula de segurança que corta gás Reprodução/Mercado Livre Nas mesas, a fabricante apresenta modelos de aço inox e vidro. As versões com mesa de vidro tendem a levar vantagem no quesito limpeza, já que a superfície lisa facilita a remoção de resíduos e respingos de gordura. Também existem modelos com grades individuais para os queimadores, o que permite retirar as peças separadamente e facilita o acesso à mesa durante a higienização. No forno, alguns modelos ainda contam com o acabamento Total Clean, formado por um esmalte de superfície lisa que facilita a remoção de resíduos. Assim, embora a facilidade de limpeza varie entre os modelos, há opções na linha Mueller que incorporam recursos voltados a tornar a higienização mais prática. Com informações Mueller. Mais do TechTudo Veja o vídeo a seguir: Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida! Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida!
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The Legend of Zelda Ocarina of Time: 7 cenas épicas que apareceram no trailer


O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, previamente anunciado em outro Direct realizado em junho de 2026, ganhou novidades recentemente. No Nintendo Direct mais recente, que aconteceu na última quarta (9) a Nintendo não decepcionou aqui, trazendo um vídeo detalhado de gameplay e um trailer revisitando cenas icônicas do clássico de 1998. Além disso, a empresa também revelou a data de lançamento do game, que acontecerá no dia 5 de novembro de 2026. 🎮GTA 6: 6 novidades que prometem deixar o jogo mais difícil (ou não) 📲Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Além do jogo, a Nintendo também anunciou uma edição limitada do Nintendo Switch 2 e do Pro Controller 2, que serão lançados um pouco antes do jogo, em 29 de outubro. Se você ainda não assistiu aos quase 35 minutos de apresentação, que também incluiu o anúncio do título e data de lançamento do filme The Legend of Zelda, veja a seguir algumas das cenas mais icônicas do trailer do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time. 🤑Canal do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons diariamente 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time chega em 5 de novembro de 2026 Reprodução/Nintendo of America ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo The Legend of Zelda: Ocarina of Time: 7 cenas emblemáticas que apareceram no trailer Link encontra a Grande Árvore Deku pela primeira vez Primeira vez que o Campo de Hyrule aparece Link e Zelda se encontram pela primeira vez no Castelo de Hyrule Link toca a Zelda's Lullaby na Ocarina do Tempo O Herói do Tempo é aspirado para dentro de Jabu Jabu, no Domínio Zora Ganondorf ataca Link na entrada da Cidade de Hyrule Link retira a Master Sword do pedestal do Templo do Tempo, se tornando o Herói do Tempo Initial plugin text 1. Link encontra a Grande Árvore Deku pela primeira vez A área da Floresta Kokiri serve como uma espécie de tutorial no jogo. É lá que você vai aprender as principais mecânicas do game, como movimentação, uso dos itens e as batalhas. Não à toa que é no interior da Grande Árvore Deku que está o primeiro labirinto e chefão do game, a Rainha Gohma. Mas antes disso, o primeiro encontro com a árvore em si é um dos que mostrava o que o Nintendo 64 podia fazer. Aqui, a intenção continua sendo a mesma, mas atualizado para o que os gráficos dos consoles atuais são capazes de reproduzir. Em conjunto com uma direção de arte capaz de desenhar mais detalhes e tentar reproduzir a mesma sensação de maravilhamento que o original causou. O primeiro encontro com a Grande Árvore Deku é um dos momentos impactantes de Ocarina of Time Reprodução/Nintendo of America 2. Primeira vez que chegamos para o Campo de Hyrule Atualmente, ter uma visão panorâmica do mapa de um jogo é algo comum, especialmente nos games de mundo aberto. Mas foi em The Legend of Zelda: Ocarina of Time que tivemos esse vislumbre em um jogo em 3D pela primeira vez. Olhar por um campo extenso e se impressionar com a possibilidade de explorá-lo era, até então, uma novidade de tirar o fôlego. Não que isso seja impossível nos dias de hoje, até porque The Legend of Zelda: Breath of the Wild fez isso em 2017, quase 20 anos após o lançamento original de Ocarina of Time. Mas hoje é bem mais difícil. Tanto que no trailer, não fiquei tão impressionado, mas a nostalgia de reconhecer aquele campo e saber o que era cada elemento daquele mapa foi bem forte. O Campo de Hyrule foi a primeira vez que tivemos uma visão panorâmica de cenário de tirar o fôlego Reprodução/Nintendo of America 3. Link e Zelda se encontram pela primeira vez no Castelo de Hyrule O encontro fatídico de Link e Zelda que já havia se repetido antes, e se repetiria muito mais nos jogos seguintes, teve o seu ápice nesse momento, em 1998. Recém-chegado no castelo, o menino que se tornaria o Herói do Tempo se encontra pela primeira vez com a princesa que aparecia em seus sonhos premonitórios. Diferente das outras cenas listadas até aqui, esta não chega a impressionar por sua imponência ou por ser um marco inédito na história dos games. Sua importância está ligada ao momento do próprio jogo, onde o protagonista descobre que sua missão, até o momento ainda um mistério, é muito maior do que ele poderia imaginar, envolvendo o destino de toda Hyrule. Um dos momentos mais marcantes de Ocarina of Time é o encontro entre Link e Zelda Reprodução/Nintendo of America 4. Link toca a Zelda's Lullaby na Ocarina do Tempo Apesar de Link aprender o Acalanto da Zelda (ou Zelda's Lullaby, para os mais puritanos) antes de ficar com a Ocarina do Tempo, uma das cenas mais emblemáticas nos trailers do remake é o trecho que Link toca o tema do jogo no instrumento musical. E aqui tem uma das novidades mais promissoras, especialmente para quem gosta de ser musicalmente criativo: você poderá cantarolar as canções no microfone do controle ou até mesmo tocar uma ocarina ou flauta na vida real, com a música também sendo reproduzida no jogo. Se na versão original do game não havia tanta ajuda para tocar músicas diferentes, no remake para o Nintendo Switch 2 podemos esperar muita criatividade e vídeos nas redes sociais de pessoas reproduzindo canções famosas na ocarina do jogo. A Ocarina é o principal símbolo do jogo e será a fonte de muita criatividade musical no game, da mesma forma que no passado Reprodução/Nintendo of America 5. O Herói do Tempo é aspirado para dentro de Jabu Jabu, no Domínio Zora Talvez um dos momentos mais divertidos do primeiro trecho do game, o trailer do remake também mostra o hilário momento onde finalmente conseguimos entrar no terceiro labirinto do game. O que nos surpreendeu é que ele não seria muito convencional, com nosso ainda pequeno herói sendo aspirado para dentro de Jabu Jabu, a entidade protetora da tribo Zora. Apesar de engraçado, o labirinto não tinha graça alguma. O mais desafiador até aquele momento, ele e o Templo da Água ajudaram a criar toda uma geração de haters de fases de água nos jogos. A única pergunta sobre esse trecho do jogo que ficou sem resposta nos trailers foi: será que o Rei Zora vai demorar 30 segundos para apenas chegar um pouco para o lado de novo? O terceiro labirinto de quando Link é criança começa de forma surpreendente Reprodução/Nintendo of America 6. Ganondorf ataca Link na entrada da Cidade de Hyrule O pesadelo que invade os sonhos de Link também é a primeira cena do game original, antes mesmo do menino ser acordado por sua companheira Navi. Aqui, em uma noite de tempestade, seu caminho cruza com o de Ganondorf, já um poderoso guerreiro enquanto ele ainda é um menino. Outra das cenas mais imponentes do game, que mostra a clara diferença de poder entre o vilão e o herói. Nesse encontro, Ganondorf dá uma prova desse poder ao menino, atacando com uma magia e o mandando para longe. O que o vilão não imaginava é que a Ocarina of Time estava em posse do herói que logo entra e muda seu destino para sempre ao puxar a Master Sword de seu pedestal no Templo do Tempo. O que era um sonho premonitório se torna realidade quando Link encontra pela primeira vez o temível Ganondorf Reprodução/Nintendo of America 7. Link retira a Master Sword do pedestal do Templo do Tempo O último item da lista só poderia ser diferente se este momento não tivesse sido mostrado nos trailers. Afinal de contas, é o trecho mais icônico do jogo, senão de toda a franquia. A hora que Link retira a Master Sword do pedestal do Templo do Tempo tem uma consequência necessária, mas terrível tanto para o herói, quanto para Hyrule. A passagem em 7 anos do tempo traz um Link que deixou de ser criança, sem ter vivido plenamente a infância, mas também mostra uma Hyrule tomada pelo mal de Ganondorf. A vívida cidade no pé do castelo de Hyrule se torna um deserto povoado por monstros, enquanto a população por toda a Hyrule sofre com os males causados pelo vilão. É a partir daqui que a jornada toma um tom sombrio e onde a linha do tempo de The Legend of Zelda tem uma divisão importante, baseado no resultado da luta final por Hyrule. O momento mais surpreendente de Ocarina of Time também é muito aguardado no remake Reprodução/Nintendo of America Com informações de Nintendo Direct, Nintendo (1, 2) Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!
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iPhone 18 Pro vale a pena? Veja preço, cores e análise da ficha técnica


O iPhone 18 Pro é o celular topo de linha da Apple em 2026 e chega ao mercado com avanços importantes em câmera, desempenho e armazenamento. Anunciado nesta quarta-feira (9), durante evento global da fabricante, o modelo tem pré-venda prevista para 12 de setembro e disponibilidade a partir do dia 18, com preços entre R$ 11.999 e R$ 20.999. Entre os principais destaques está a câmera principal de 48 MP, que estreia a abertura variável no catálogo da Apple. O recurso está presente no Huawei Pura 80 Ultra, apontado pelo DXOMARK como o celular com as câmeras mais poderosas do mundo. Além disso, o smartphone estreia o processador A20 Pro, primeiro chipset de 2 nanômetros da fabricante, com promessa de ganhos em processamento, desempenho gráfico e autonomia. A Apple ainda confirmou a chegada da aguardada variante na cor “bordô”, além das opções preto, prata e glacial (azul). A seguir, confira a análise da ficha técnica e as principais características do iPhone 18 Pro. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular ✈️ iPhone 18 Pro: vale a pena importar dos Estados Unidos? Advogado explica Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Galaxy S26 Ultra vs iPhone 17 Pro Max: qual é o melhor? Opine no Fórum do TechTudo iPhone 18 Pro: preço, cores e ficha técnica do lançamento da Apple O TechTudo reuniu, em onze tópicos, tudo o que você precisa saber sobre o iPhone 18 Pro, novo topo de linha da Apple. No índice a seguir, confira os principais destaques abordados neste guia. Ficha técnica do iPhone 18 Pro Design ganha novas cores e proteção reforçada Tela preserva recursos consagrados e amplia funções da Dynamic Island Câmera com abertura variável Desempenho elevado com novo chip A20 Pro Bateria para até 34 horas de vídeo e recarga rápida Sistema iOS 27 com Liquid Glass e Siri mais inteligente Prós e contras do iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro vale a pena? Preço e disponibilidade do iPhone 18 Pro no Brasil Concorrentes do iPhone 18 Pro Ficha técnica do iPhone 18 Pro Tamanho da tela: 6,3 polegadas Resolução da tela: 2.622 x 1.206 pixels Painel da tela: Super Retina XDR OLED Câmera traseira: 48 MP + 48 MP + 48 MP Câmera frontal: 18 MP Sistema: iOS 27 Processador: A20 Pro Memória RAM: não informado Armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB Cartão de memória: não possui Bateria: não informado Peso: 211 gramas Dimensões: 150 x 71,9 x 8,75 mm Cores: preto, prateado, glacial, bordô Lançamento: setembro de 2026 Preço de lançamento: a partir de R$ 11.999 Design ganha novas cores e proteção reforçada O iPhone 18 Pro não traz mudanças estéticas tão expressivas em relação ao modelo de 2025. As dimensões permanecem inalteradas, em 150 x 71,9 x 8,75 mm, enquanto o peso sobe para 211 gramas. O aparelho mantém a construção unibody em alumínio e conta com Ceramic Shield na traseira e Ceramic Shield 2 na tela. A proteção também inclui certificação IP68, que oferece resistência à poeira e permite a imersão em água doce a até seis metros de profundidade por até 30 minutos. O Controle da Câmera e o Botão de Ação também foram preservados nesta geração. Nova cor “bordô” é o principal destaque estético da linha iPhone 18 Pro, que também ganha opções prateada, glacial e preta Divulgação da Apple A principal renovação no design está concentrada nas opções de cores, já que a Apple reformulou completamente o catálogo do modelo. O destaque fica para o bordô, tonalidade amplamente antecipada por rumores e vazamentos ao longo do ano. A fabricante também apresenta uma versão prateada em tom ligeiramente mais escuro que o adotado no iPhone 17 Pro, além das opções glacial, em azul-claro, e preta. Tela preserva recursos consagrados e amplia funções da Dynamic Island Em relação à tela, a Apple também promove poucas mudanças, mantendo o elevado padrão estabelecido pela geração de 2025. O iPhone 18 Pro tem display OLED de 6,3 polegadas e resolução de 2.622 x 1.206 pixels, além de taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, responsável por oferecer maior fluidez entre transições. O painel oferece brilho mínimo de 1 nit e pico de até 3.000 nits, características que favorecem a visualização tanto em ambientes escuros quanto sob luz intensa. A tela também recebe revestimentos voltados à resistência e à legibilidade, incluindo proteção contra impressões digitais e oleosidade, além de uma camada antirreflexo. A principal novidade, porém, está na Dynamic Island, que ganhou um visual redesenhado e agora pode exibir até três atividades ao vivo simultaneamente. Com isso, a Apple preserva as características centrais do display, mas introduz uma atualização pontual na experiência de uso. iPhone 18 Pro mantém boa parte das especificações de tela da geração anterior, mas ganha brilho máximo mais alto, vidro mais resistente e revestimento antirreflexo Reprodução/Apple Câmera com abertura variável As câmeras seguem como um dos grandes destaques dos flagships da Apple, e o iPhone 18 Pro eleva ainda mais esse conjunto. Embora mantenha o sistema triplo de 48 MP, o modelo incorpora recursos avançados há anos aguardados pelos fãs da marca. A seguir, confira como as câmeras do aparelho se organizam. Câmera principal de 48 MP com abertura de f/1.48-f/4.0; Câmera ultrawide de 48 MP com abertura de f/2.2; Câmera teleobjetiva de 48 MP com abertura de f/2.8; Câmera frontal de 18 MP com abertura de f/1.9. A câmera principal passa a contar com abertura variável em quatro pontos, cada um pensado para diferentes situações de captura. Segundo a Apple, a abertura de f/1.48 proporciona desempenho cerca de 50% superior em ambientes com pouca luz, enquanto f/1.8 busca equilibrar luminosidade e profundidade de campo. Já f/2.8 favorece a captura de detalhes ao fundo da cena, e f/4.0 permite criar efeitos artísticos manualmente, o que amplia a versatilidade do sensor principal. Câmera principal do iPhone 18 Pro estreia abertura variável, recurso típico de câmeras profissionais Reprodução/Apple O conjunto também inclui estabilização óptica de imagem (OIS) por deslocamento de sensor de segunda geração e Focus Pixels a 100%. A câmera principal ainda atua como uma teleobjetiva de 2x, entregando fotos com qualidade óptica de 12 MP. Na ultrawide de 13 mm, a Apple adiciona campo de visão de 120° e pixels de foco híbrido. A teleobjetiva, por sua vez, adota design em tetraprisma, OIS por deslocamento de sensor 3D e foco automático, com zoom óptico de 4x. Além do zoom óptico de 4x, a Apple destaca zoom com qualidade óptica de até 8x e alcance total de 16x, resultado da combinação entre os diferentes níveis de ampliação disponíveis. Na prática, o sistema permite variar continuamente entre esses extremos, preservando a qualidade óptica ao longo do percurso. Na parte frontal, o aparelho mantém a câmera Center Stage de 18 MP, que conta com foco automático, HDR Inteligente 5 e flash Retina. Para vídeos, o modelo permite gravações em até 4K em diferentes taxas de quadros, incluindo 24, 25, 30, 60, 100 e 120 fps. O conjunto também suporta recursos avançados, como modo Cinema em até 4K, vídeos em ProRes e gravação espacial. A câmera frontal acompanha o pacote, com gravação em 4K a 24, 25, 30 e 60 fps, além de estabilização cinemática de vídeo. Desempenho com chip A20 Pro de 2 nm O iPhone 18 Pro estreia o processador A20 Pro, primeiro chipset da Apple desenvolvido em um avançado processo de fabricação de 2 nanômetros. A plataforma é formada por uma CPU com dois supernúcleos e quatro núcleos voltados à eficiência energética, além de uma GPU de sete núcleos equipada com Neural Accelerators e dois Neural Engines de 16 núcleos. Para complementar o conjunto, a nova câmara de vapor tem três vezes mais área de superfície, o que favorece a dissipação de calor e o controle térmico durante tarefas exigentes. A20 Pro é o chipset mais avançado já desenvolvido pela Apple para um iPhone, com processo de fabricação de 2 nm e ganhos em desempenho e eficiência Reprodução/Apple Segundo a Apple, a solução térmica combina materiais de maior condutividade com o A20 Pro para entregar desempenho contínuo até 40% superior ao do iPhone 17 Pro. Em armazenamento, o modelo está disponível nas capacidades de 256 GB, 512 GB e 1 TB, além de estrear uma configuração inédita de 2 TB. A opção representa a maior capacidade já oferecida na linha e também ocupa o topo da tabela de preços do aparelho. Bateria para até 34 horas de vídeo e recarga rápida Em relação à bateria, a Apple mantém a tradição de não divulgar a capacidade em mAh. A empresa informa apenas que o aparelho tem uma bateria interna recarregável de íon de lítio. Apesar disso, o iPhone 18 Pro promete até 34 horas de reprodução contínua de vídeo, enquanto a autonomia em uso típico chega a 23 horas. No carregamento, o modelo recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos com um adaptador de 60 W ou superior. A mesma marca pode ser alcançada em aproximadamente 30 minutos por meio do MagSafe, desde que utilizado com um adaptador de 35 W ou mais. Assim, o aparelho mantém opções de carregamento rápido tanto por cabo quanto sem fio. iPhone 18 Pro estreia carregamento mais rápido por cabo e via MagSafe, reduzindo o tempo necessário para recuperar a bateria Reprodução/Apple Sistema iOS 27 com Liquid Glass e Siri mais inteligente O iPhone 18 Pro sai de fábrica com o iOS 27, versão mais recente do sistema operacional da Apple, cuja distribuição para modelos compatíveis começa em 14 de setembro. A atualização adota o novo estilo visual Liquid Glass, que reformula a interface com ícones mais nítidos, contraste aprimorado e um controle deslizante para ajustar o nível de transparência dos elementos. A Siri também recebe melhorias e passa a ser integrada à Apple Intelligence, com interações mais naturais e maior compreensão do contexto das solicitações. A assistente ainda ganha a capacidade de executar ações diretamente em aplicativos, o que amplia sua utilidade em tarefas do dia a dia e torna a interação com o sistema mais fluida. iPhone 18 Pro chega de fábrica com o iOS 27, que será disponibilizado para até 31 modelos compatíveis da Apple ainda em setembro Reprodução/Pexels/Apple/Editada com IA Em conectividade, o modelo oferece Wi-Fi 7 (802.11be) de banda tripla e suporte a redes 5G, além de Bluetooth 6.0 e NFC para recursos como pagamentos por aproximação. O aparelho também incorpora os chips C2 e N1, desenvolvidos para aprimorar a comunicação sem fio e a eficiência energética. Segundo a Apple, o C2 contribui para conexões mais rápidas com menor consumo de energia, enquanto o N1 prioriza a estabilidade do sinal e a integração entre diferentes tecnologias sem fio. Prós e contras do iPhone 18 Pro Prós: Câmera principal com abertura variável; Processador avançado fabricado em 2 nm; Suporte a carregamento rápido. Contras: Preço de lançamento extremamente elevado; Poucas novidades em design e tela; Novidades do iOS 27 chegam via software ao iPhone 15 Pro e superiores. iPhone 18 Pro vale a pena? O iPhone 18 Pro vale a pena principalmente para quem prioriza câmera, desempenho e recursos de última geração; para donos do modelo anterior, a troca não faz sentido. O preço é o principal fator que pesa contra a compra. Se o iPhone 17 Pro já tinha um valor elevado em 2025, o sucessor chega em 2026 ainda mais caro, enquanto design e tela receberam poucas mudanças relevantes. Sendo assim, para quem está em busca de custo-benefício, as gerações Pro anteriores (17 ou 16) são escolhas mais inteligentes. A principal evolução está na câmera de 48 MP, que estreia abertura variável, recurso raro entre smartphones e mais associado a câmeras profissionais, nas quais o fotógrafo ajusta fisicamente o diafragma da lente. Outro avanço relevante está no A20 Pro, primeiro chipset da Apple fabricado em 2 nm, que combina alto poder de processamento com maior eficiência energética. O modelo também traz melhorias no sistema de refrigeração e recarga mais rápida. Para quem busca o que há de mais avançado no ecossistema da Apple, o pacote é bastante completo. Preço e disponibilidade do iPhone 18 Pro no Brasil No Brasil, o iPhone 18 Pro entra em pré-venda em 12 de setembro, a partir das 9h, no horário de Brasília. As primeiras entregas estão previstas para começar em 18 de setembro, nas mesmas datas programadas para os Estados Unidos. O modelo será oferecido em quatro opções de armazenamento interno, com preços de lançamento que variam conforme a capacidade. Confira os valores: 256 GB: R$ 11.999 512 GB: R$ 13.499 1 TB: R$ 16.499 2 TB: R$ 20.999 Concorrentes do iPhone 18 Pro Huawei Pura 80 Ultra: a presença de abertura variável na câmera principal torna inevitável a comparação com o iPhone 18 Pro. Desde o lançamento, em junho de 2025, o modelo da Huawei permanece no topo do ranking do site especializado DXOMARK, com o que a plataforma considera o melhor conjunto de câmeras do mundo. Em contrapartida, o desempenho fica abaixo da proposta de um flagship, com um chipset fabricado em processo de 6 nm, enquanto o iPhone 18 Pro estreia um componente de 2 nm. Também é importante considerar as limitações decorrentes das sanções impostas à Huawei pelos Estados Unidos, incluindo suporte restrito às redes 4G. Galaxy S26 Ultra: principal topo de linha Android no Brasil, o modelo sul-coreano se destaca pela Tela de Privacidade, recurso que permanece exclusivo do aparelho até o momento, e tem duas câmeras dedicadas ao zoom. Por outro lado, a ausência de abertura variável limita a versatilidade da câmera principal, embora o conjunto fotográfico continue bastante avançado. Em desempenho, o iPhone 18 Pro leva vantagem no processo de fabricação, com o A20 Pro de 2 nm, enquanto o S26 Ultra aposta no Snapdragon 8 Elite Gen 5, produzido em 3 nm. Veja o TESTE do Galaxy S26 Ultra TESTAMOS O GALAXY S26 ULTRA! O celular da Samsung vale a pena? Com informações de Apple
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DualSense de GTA 6 entra em pré-venda; saiba preço do controle de PS5


A pré-venda da edição limitada do DualSense diretamente inspirada em GTA 6 começou no Brasil. Anunciado durante a última apresentação digital State of Play, o controle sem fio conta com dois modelos, nas cores predominantes preta e branca, mas ambas trazem detalhes baseados em Vice City. O produto, disponível por a partir de R$ 599 via KaBuM!, Amazon e Mercado Livre, faz parte do marketing conjunto entre a fabricante Sony e a Rockstar Games. O design aposta em elementos visuais associados ao universo do novo Grand Theft Auto, reforçando a identidade de Vice City nos dois modelos. As duas versões do DualSense serão lançadas em 19 de novembro, no mesmo dia em que GTA 6 chega ao PlayStation 5 (PS5), além do Xbox Series X e Xbox Series S. Contudo, já é possível fazer a pré-encomenda online. Saiba mais: 🤑 Controle de GTA 6: veja como garantir DualSense de PS5 na pré-venda 🎮 Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo O DualSense - Edição limitada de GTA 6 tem acabamento reflexivo com efeito de mudança de cor na parte central, que captura as luzes de neon roxo e azul do amanhecer (versão branca) ou da vida noturna (versão preta) de Vice City. No painel de toque central, há o numeral romano VI (seis), além de folhas de palmeira texturizadas em relevo na estrutura do controle. Os botões, por sua vez, têm os clássicos símbolos do PlayStation em um tom de rosa suave, também tradicional da cidade do game inspirada em Miami, nos Estados Unidos. O joystick conta com feedback tátil, gatilhos dinâmicos e adaptáveis, microfone integrado, entrada de áudio para headsets e bateria recarregável. Quanto custa na pré-venda? O DualSense - Edição limitada de GTA 6, nas cores preta e branca, custa R$ 599 à vista no Pix na KaBuM!, com opção de parcelamento em 10x de R$ 59,90 sem juros. Na loja PlayStation da Amazon e do Mercado Livre, o controle sai por R$ 599,90, parcelável em até 10x de R$ 59,99 sem juros no cartão. Os cartões Amazon e Mercado Pago permitem parcelar em mais vezes sem cobrança extra. O prazo e o valor da entrega do produto variam conforme a plataforma e o endereço do comprador. No geral, ele deve chegar em até duas semanas após o lançamento de GTA 6, marcado para 19 de novembro. E GTA 6? Onde posso comprar na pré-venda? Além da PS Store e da Microsoft Store, onde a mídia digital custa a partir de R$ 449,90, GTA 6 também está disponível para pré-encomenda da mídia física, com código de download na caixa, na Shopee, Amazon e Mercado Livre, por preços que variam conforme a loja. Com informações de PlayStation, PS Blog, KaBuM!, Amazon e Mercado Livre Mais do TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026
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Black Torch: veja quando saem os episódios e entrevista com dubladores


O anime Black Torch estreou na Crunchyroll e vem sendo um dos assuntos mais comentados pelos otakus de plantão. A produção é uma das novidades do catálogo de animações da plataforma e chama atenção por combinar elementos de ação, fantasia e artes marciais. Já a trama acompanha um jovem descendente de ninjas que cossegue se comunicar com animais e tem sua vida transformada após encontrar um misterioso gato preto. 🔎 30 melhores animes para assistir no Crunchyroll em 2026 No elenco brasileiro de vozes, destacam-se Adrian Tatini (Malévola: Dona do Mal), Aline Penteado (Attack on Titan) e Luiz Carlos Persy (The Last of Us). O TechTudo conversou com o trio de dubladores, que contou sobre o processo de dublagem do anime, além de trazer mais detalhes sobre a produção. Veja, a seguir, sinopse, elenco de vozes, quantidade de episódios e desafios. 🎬 15 animes muito bons que não foram baseados em mangás 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Black Torch Divulgação/TMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Sinopse O enredo desta ficção científica sobrenatural gira em torno de Jiro Azuma, um jovem de personalidade difícil que é descendente de uma antiga linhagem de ninjas. E além de possuir habilidades excepcionais de combate, ele também consegue se comunicar com animais, característica que faz parte de sua rotina desde a infância. No entanto, sua vida muda completamente quando ele conhece Rago, um misterioso gato preto que esconde uma poderosa natureza sobrenatural e acaba envolvendo o rapaz em uma série de conflitos perigosos. Elenco de vozes Além da dupla de dubladores Ryōta Suzuki e Yōji Ueda nos papéis dos protagonistas Jiro Azuma e Rago, respectivamente, o elenco de vozes original do anime Black Torch ainda é composto por nomes como Sayaka Senbongi (Demon Slayer: Mugen Train - O Filme) dando vida à Ichika Kishimojin, Junya Enoki (Ririsa, uma Garota em 2.5D) vivendo Reiji Kirihara, Shinpachi Tsuji (Perfect Blue) vivendo Toshimasa Azuma e muitos outros mais. Já no time de dublagem brasileira, alguns dos principais artistas responsáveis pelas vozes são Adrian Tatini (Malévola: Dona do Mal), Aline Penteado (Attack on Titan), Leonardo Camillo (Os Cavaleiros do Zodíaco), Bruno Sangregório (Seu Edinaldo: Treze) e Luiz Carlos Persy (The Last of Us). O dublador Ryōta Suzuki dá voz ao protagonista Jiro Azuma Reprodução/IMDb Por dentro dos desafios de dublar um anime O TechTudo conversou com o trio principal de Black Torch no Brasil: Aline Penteado, que dá voz a Ichika, Adrian Tatini, que faz Jiro e Luiz Carlos Persy, intérprete de Rago. Durante o papo, eles comentaram os bastidores do processo de dublagem – sobretudo das especificidades dos animes em si. Durante a entrevista, Aline explicou que, embora a dublagem trate de uma adaptação das vozes para o público brasileiro, é um um trabalho minuncioso e que exige bastante atenção dos atores. Segundo a atriz, "os dubladores têm poucos segundos para compreender a cena, a personalidade do personagem e a intenção daquela fala antes de gravá-la" . Para ela, um dos principais desafios está justamente na sincronização das falas com os movimentos dos personagens. Aline explica que oss animes japoneses podem apresentar movimentos de boca que não correspondem exatamente ao áudio original. Na dublagem brasileira, porém, os atores precisam acompanhar esses movimentos de maneira bastante precisa, o que torna o trabalho técnico ainda mais exigente. Os animes japoneses geralmente têm umas bocas loucas. E na dublagem brasileira a gente realmente se encaixa certinho. Os animes japoneses geralmente têm umas bocas loucas. E na dublagem brasileira a gente realmente se encaixa certinhoente segue bem à risca [...] A gente tem que casar certinho, e a técnica é um desafio terrível. Durante a entrevista, Adrian também contou que algumas cenas precisavam ser trabalhadas de maneira bastante fragmentada, com pequenas falas e até sons sendo repetidos diversas vezes para alcançar a maior proximidade possível com a interpretação original. Tudo isso, é claro, deixava a produção ainda mais complexa. Para Luiz Pery, esse processo reforça uma característica importante da profissão e que, muitas vezes, fica invisível: o dublador também é um ator. Em vez de criar o personagem do zero, ele interpreta e representa uma produção que já foi realizada, usando seu próprio repertório emocional para encontrar a melhor maneira de transmitir aquela atuação em português. Black Torch tem Adrian Tatini (Malévola: Dona do Mal), Aline Penteado (Attack on Titan) e Luiz Carlos Persy na dublagem Divulgação/TMDb Jiro e Ichika marcaram Aline e Adrian Entre os destaques da produção, dois personagens ganharam camadas especiais na versão brasileira: Jiro Azuma e Ichika Kishimojin. Para os dubladores por trás deles, dar vida a essas figuras foi uma experiência marcante — e por motivos bem diferentes. Para Adrian Tatini, dublar Jiro representou um momento único na carreira: a primeira vez em que ele assumiu o papel de protagonista de um anime. Mesmo acompanhando o gênero desde criança e já tendo experiência com outras produções, o ator não escapou do nervosismo diante da nova responsabilidade. "Foi a primeira vez que eu peguei um protagonista de um anime, então eu tava com... sabe aquele friozinho na barriga?", contou Adrian ao TechTudo. Já Ichika Kishimojin, dublada por Aline Penteado, chamou atenção por outro motivo: a força da personagem dentro da trama. Para a atriz, a personagem rompe com um padrão comum em animes, no qual figuras femininas ficam restritas a papéis secundários. Em entrevista, a dubladora descreveu Ichika como uma mulher forte, objetiva e que não aceita desaforo — nem mesmo do próprio chefe. Na visão da dubladora, a personagem tem participação ativa nos confrontos e conquista espaço próprio dentro da narrativa. "Ela não é só aquela menininha bonitinha que vai ficar atrás do protagonista. Ela tem autoridade, ela tem importância", destacou Aline. Jiro e Ichika marcaram Aline e Adrian Divulgação/TMDb Experiência com gatos ajudou Luiz Persy a interpretar Rago Outro relato divertido da conversa veio de Luiz Carlos Persy, que contou que a experiência pessoal com gatos também o a interpretar Rago. O dublador contou que convive com felinos há muitos anos e que perdeu, no início de 2026, uma gata que tinha 19 anos. Essa convivência próxima contribuiu para que ele reconhecesse alguns dos trejeitos e comportamentos característicos dos animais durante a dublagem. Luiz explicou que a personalidade dos gatos serviu como uma referência para entender Rago, especialmente na forma como o personagem demonstra afeto e estabelece seus próprios limites. Para o dublador, são pequenos comportamentos que ajudam a dar mais naturalidade à interpretação.“ A personalidade dele, forte. Tudo isso ficou muito claro. Então, o que fazemos? Interpretamos isso e representamos”, explicou Luiz. Luiz Persy contou se inspirar na relação que tinha com a gatinha para dublar Rago Divulgação/TMDb Quantos episódios tem Black Torch? Quando eles saem? A primeira temporada de Black Torch conta com 12 episódios, lançados semanalmente as sábados, às 10h (horário de Brasília), e com cerca de 23 minutos de duração cada. Além disso, a produção apresenta uma temporada enxuta, com capítulos que mantêm o ritmo da história e desenvolvem seus principais personagens ao longo da exibição. Veja o cronograma: Episódio 1 – 4 de julho – já disponível Episódio 2 – 11 de julho – já disponível Episódio 3 – 18 de julho – já disponível Episódio 4 – 25 de julho – já disponível Episódio 5 – 1º de agosto – já disponível Episódio 6 – 8 de agosto – já disponível Episódio 7 – 15 de agosto – já disponível Episódio 8 – 22 de agosto – já disponível Episódio 9 – 29 de agosto – já disponível Episódio 10 – 5 de setembro – já disponível Episódio 11 – 12 de setembro Episódio 12 – 19 de setembro Black Torch vai ter 2ª temporada? Até o momento, não há confirmação oficial de uma 2ª temporada de Black Torch. No entanto, é válido ressaltar que as chances de uma continuação também são incertas, já que o mangá original é relativamente curto e foi cancelado pela revista Weekly Shōnen Jump após uma publicação de curta duração. Assim, com pouco material disponível para adaptar, uma nova temporada dependeria de uma decisão original do estúdio ou mesmo da produção. Vale a pena assistir? Em entrevista, os dubladores de Black Torch destacaram diferentes elementos que podem atrair os fãs de anime para a produção. Aline Penteado ressaltou a presença dos clãs ninjas, das histórias ligadas ao Oriente, dos combates e dos Mononoke, além das relações construídas entre os personagens. Para ela, a amizade é um dos pontos centrais da trama, especialmente pela evolução das relações entre Jiro, Ichika e Rago. “Acho que Black Torch +tem tudo o que as pessoas gostam em anime”, afirmou. Adrian Tatini também destacou os elementos que mais chamam sua atenção na produção, como ninjas, forças sobrenaturais, relações conturbadas e os mistérios envolvendo Rago. Segundo o dublador, a relação entre os personagens também ajuda a movimentar a história, já que Jiro ainda tem muito a aprender e encontra no Mononoke uma espécie de mentor para enfrentar os desafios que surgem ao longo da trama. “O cenário tá todo armado pra tudo aquilo que a gente mais gosta. Eu tô bem empolgado com essa temporada, espero que todo mundo assista!”, comentou. Já Luiz Persy, que assistiu aos quatro primeiros episódios, elogiou especialmente o trabalho realizado na dublagem brasileira. O ator destacou a naturalidade das interpretações e afirmou ter ficado impressionado com o resultado. “Eu fiquei muito impressionado com a nossa dublagem. Tá muito boa! Tá todo mundo muito no gestinho, muito verdadeiro”, disse. Adrian completou que esse é justamente um dos objetivos de uma boa dublagem: fazer com que o público se envolva tanto com a atuação que até esqueça que está assistindo a uma produção dublada. “Na boa, meu amigo, você até esquece que tá dublado!”, brincou. O anime Black Torch é baseado no mangá de mesmo nome, de Tsuyoshi Takaki Reprodução/IMDb Eu, Joana, já assisti ao Black Torch e o considero um anime bem gostoso de assistir. É fácil se envolver com as aventuras de Jiro, Rago e Ichika, que reúnem o melhor do universo ninja, das lutas e do sobrenatural. Com apenas 19 capítulos no mangá original, a produção escapa da enrolação e mantém um ritmo ágil do início ao fim. O visual também é ponto alto: o estúdio 100studio mistura animação tradicional com 3DCG, entregando lutas e técnicas espirituais dinâmicas e bem cuidadas. O destaque para mim vai para a dinâmica entre Jiro e o gato demônio Rago, lembrando o clichê do protagonista que divide o corpo com uma entidade poderosa, mas bem executado. Fica a expectativa de que o anime corrija o final apressado do mangá, amarrando as pontas soltas de forma mais coerente. Por isso, Black Torch é uma boa pedida para quem gosta de shonens com ninjas, poderes sobrenaturais e ação envolvente, numa temporada curta e fácil de maratonar. Em termos de recepção entre crítica e público, a recepção de Black Torch tem sido bastante positiva, especialmente pela mistura de ação, fantasia e elementos sobrenaturais. No agregador IMDb, por exemplo, o anime aparece com nota 7.1, enquanto na plataforma MyAnimeList a animação conquistou uma taxa de aprovação de 6.9, indicando uma avaliação favorável dos espectadores. A produção também vem chamando atenção entre os lançamentos da temporada e aparece entre os animes mais bem avaliados de 2026 no AniList. Confira o trailer de Black Torch: Com informações de Crunchyroll, IMDb e My Anime List 🎥 Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Saiba Mais t Initial plugin text
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iPhone 18 Pro: vale a pena importar dos Estados Unidos? Advogado explica


Importar o iPhone 18 Pro pode ser uma boa alternativa para quem quer adquirir um celular da Apple pagando menos, desde que sejam observadas as taxas e os impostos da transação internacional. Lançada nesta quarta-feira (9), a série Pro chega ao Brasil por a partir de R$ 11.999, montante mais alto do que o praticado nos Estados Unidos (US$ 1.199) devido à incidência de impostos. A opção surge principalmente para os consumidores que já têm dólares guardados ou estão de viagem para os Estados Unidos, mas deve ser analisada com cautela para evitar prejuízos, problemas com a alfândega e golpes. De acordo com o advogado tributarista Rafael Borin, sócio do escritório Rafael Pandolfo Advogados Associados, existe uma diferença importante na tributação entre o eletrônico que entra no Brasil trazido na bagagem de um viajante e uma compra internacional feita pela internet. A seguir, confira as vantagens e desvantagens de importar um iPhone e tudo o que você precisa saber para fazer a importação com segurança, incluindo os custos. 💰 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável 🔎 Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026: veja todos os anúncios 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo iPhone 18 Pro: vale a pena importar dos Estados Unidos? Advogado explica No índice abaixo, veja aspectos que você deve observar ao considerar importar um iPhone dos Estados Unidos. IOF brasileiro Imposto nos Estados Unidos Regras para taxação de eletrônicos no Brasil Cuidados ao comprar no exterior Afinal, vale a pena importar o iPhone 18? IOF brasileiro O IOF brasileiro é um imposto de competência federal que incide sobre operações financeiras, como as de crédito e câmbio, realizadas por pessoas físicas ou jurídicas. O tributo é utilizado como instrumento de regulação da economia e, por isso, é um dos principais fatores a serem considerados na hora de fazer uma compra internacional. Em julho de 2025, as alíquotas para compras internacionais foram unificadas após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve o Decreto Federal de 12.499/2025. Atualmente, a alíquota para compras no exterior realizadas com cartão internacional é de 3,5%, incluindo as modalidades de crédito e débito, ou por meio de contas internacionais, como Wise, Nomad, Inter Global ou C6 Global, que antes funcionavam como uma alternativa para quem buscava uma cobrança menor. Os descontos do IOF são feitos automaticamente no momento da transação e aparecem na fatura dos cartões ou extrato das contas. Vale lembrar que o Governo Federal orienta os consumidores a ficarem atentos a possíveis cobranças indevidas de IOF. Segundo o alerta, pedidos de pagamento desse imposto por meio de depósitos, transferências bancárias, Pix, QR Code, cartões de crédito ou débito, entre outras formas, podem indicar uma tentativa de golpe. Imposto nos Estados Unidos O imposto cobrado nos Estados Unidos também é um fator que deve ser considerado na hora de decidir se vale a pena comprar o iPhone 18 Pro no exterior. O país adota um sistema de imposto sobre vendas, conhecido como sales tax, que não é unificado e pode variar conforme o estado ou a localidade onde a compra é realizada, sendo capaz de alterar de forma significativa o valor da compra. A boa notícia é que, como cada estado define sua própria alíquota, há lugares onde o sales tax não é cobrado. Em estados como Nova York e Califórnia, a taxa pode passar de 8%, enquanto em locais como Oregon, Delaware, New Hampshire e Montana não há cobrança de sales tax. Essa diferença influencia diretamente o preço final do iPhone, que pode ficar mais caro ou mais barato dependendo da região onde a compra é realizada. Além disso, estados como Texas e Louisiana adotam sistemas de tax free, nos quais o imposto é pago no momento da compra, mas o consumidor pode solicitar o reembolso da taxa posteriormente. Loja da Apple Chris Nagahama/Unplash Regras para taxação de eletrônicos no Brasil Ao retornar ao Brasil com um eletrônico adquirido no exterior, é necessário estar atento às regras e taxas adotadas no país pela Receita Federal. No quesito taxas, são quatro pontos a serem observados, além do IOF: Imposto sobre Importação (II); Natureza da compra; Remessa Conforme; e Imposto sobre Consumo (ICMS). De acordo com o advogado especialista em Direito Tributário Rafael Borin, a taxa paga pelo smartphone depende da forma como ele entra no país: se tem natureza de bagagem, trazida pelo passageiro de uma viagem, ou de compra online internacional. O especialista explica que, no caso de viagens internacionais, a pessoa que chega ao Brasil por avião ou navio pode trazer até US$ 1.000 em produtos sem pagar imposto. Já para quem acessa o território brasileiro por via terrestre ou fluvial, o limite permitido é de US$ 500. Se as compras ultrapassarem esse valor, o Imposto de Importação (II) é de 50% apenas sobre o que exceder a cota. “Se um viajante chega de avião com US$ 1.500 em bens eletrônicos importados, o imposto não incide sobre os US$ 1.500, mas sobre os US$ 500 que excederem a cota”, ilustra o advogado. No caso do iPhone 18 Pro de 256 GB, por exemplo, o imposto incidiria sobre os US$ 199 restantes. Assim, o consumidor pagaria US$ 99,5 de imposto. Nas empresas estrangeiras que participam do Programa Remessa Conforme, as compras de até US$ 50 são isentas do Imposto de Importação Divulgação/Loggi Já para as compras internacionais feitas online e enviadas ao Brasil, o especialista explica que as regras são diferentes. Nas empresas estrangeiras que participam do Programa Remessa Conforme, as compras de até US$ 50 são isentas do Imposto de Importação (II) para pessoas físicas (CPF). No entanto, para pedidos acima de US$ 50 e até US$ 3.000, o imposto é de 60%, com uma redução de US$ 30 no valor a pagar. Nesse ponto, o advogado alerta que as compras realizadas fora do Programa Remessa Conforme seguem a regra geral de 60% de Imposto de Importação, sem o desconto de US$ 30, além da incidência do ICMS estadual, outro tributo importante. Este, aliás, é de competência dos estados brasileiros, com alíquotas que atualmente variam entre 17% e 20%, dependendo da região. Ao TechTudo, o advogado destacou que esse imposto tem uma forma própria de cálculo, feita “por dentro” do preço, e também considera o Imposto de Importação. Isso significa que não basta somar as duas alíquotas, ou seja, 60% de Imposto de Importação + 20% de ICMS, totalizando 80%. Na prática, o peso dos impostos sobre o preço do produto pode ser maior. iPhone 18 Pro tem câmera com abertura variável Reprodução/Apple O tributarista explica que é possível trazer o iPhone 18 Pro (e outros eletrônicos) para o Brasil pagando menos imposto de forma segura, mas que para isso é necessário que o produto seja reconhecido como " bem de uso pessoal". A matéria é disciplinada pela Receita Federal na Instrução Normativa RFB nº 1.059/2010, que prevê tratamento específico nesses casos. Segundo o especialista, a situação pode mudar quando o iPhone é trazido lacrado ou quando o viajante já saiu do Brasil com outro telefone e adquiriu um novo no exterior. Nesses casos, o novo aparelho, em regra, não se enquadra como bem de caráter pessoal, salvo em situações específicas, como a comprovação de defeito no telefone originalmente levado. Caso o aparelho não se enquadre na regra de uso pessoal, ele passa a ser considerado dentro da cota de bagagem. Uma vez ultrapasssado o limite de isenção, o advogado recomenda que o consumidor preencha a Declaração Eletrônica de Bens do Viajante e recolha o imposto devido para evitar sanções e problemas com a Receita. Ele alerta ainda que entrar no país sem declarar um bem sujeito à tributação pode resultar em multa de 50% sobre o valor que exceder a cota de isenção. Cuidados ao comprar iPhone 18 no exterior Em linhas gerais, ao comprar o iPhone 18 Pro no exterior, o consumidor deve levar em consideração todos os custos tributários, além do valor do produto em si. O cálculo deve incluir o valor do celular em dólar e sua conversão, o sales tax referente ao estado onde o aparelho foi comprado, a taxa de 3,5% do IOF brasileiro, tributação da alfândega (que chega a cobrar 50% do valor excedente aos US$ 1000 de isenção), e o ICMS no seu Estado. Vale mencionar que a taxa excedente pode ser dispensada se o aparelho se enquadrar no critério de uso pessoal. A regra permite apenas um aparelho por pessoa. O advogado Rafael Borin explica que na hipotese de aparelho para uso pessoal, se o viajante optar por trazer o antigo na bagagem e for flagrado com dois aparelhos, sem ter feito a declaração à Receita Federal, a pessoa poderá ser multada em 50% sobre o excedente da isenção, além do pagamento do imposto de 50%. O viajante que traz vários produtos também deve tomar cuidado ao fracionar as compras entre familiares e acompanhantes, uma vez que a fiscalização pode interpretar que os bens são para comercialização acarretando a apreensão da mercadoria. Ao comprar o iPhone 18 Pro no exterior, o consumidor deve levar em consideração todos os custos tributários Reprodução/Getty Images Afinal, vale a pena importar o iPhone 18 Pro? De acordo com o advogado Rafael Borin, no geral, vale a pena importar o iPhone 18 se ele estiver dentro dos critérios para "bem de uso pessoal". "A compra pode ser vantajosa para quem já possui uma viagem internacional programada e pretende utilizar o aparelho como seu telefone pessoal durante a viagem, desde que estejam presentes as condições para enquadrá-lo como bem de caráter manifestamente pessoal", opina Borin. Fora esse caso, o tributarista recomenda comprar o preço do aparelho no exterior com o custo efetivo da compra. "Nessa conta devem ser considerados fatores como a cotação do dólar, o IOF eventualmente incidente conforme a forma de pagamento e a possível tributação na entrada do bem no Brasil", relembra. Para modelos mais caros, que excedam a isenção de US$ 1.000, o especialista ressalta que a decisão deve considerar o custo final da operação, e não apenas o preço anunciado no exterior. "É essa comparação que permite avaliar se trazer o iPhone de fora realmente vale a pena", conclui. Com informações de Planalto (1), Governo Federal (1), Wise (1 e 2) 🎥 Conheça o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Mais do TechTudo
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Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia


A manhã do dia 11 de setembro de 2001 mudou para sempre a sociedade americana e deixou reflexos que moldaram a cultura pop no início do século 20. Na indústria dos games, não foi diferente. Grand Theft Auto 3, que estava prestes a ser lançado, se passava em Liberty City, cidade fictícia inspirada em Nova Iorque. Diante do cenário, a Rockstar Games adiou a estreia e voltou ao jogo para rever conteúdos que poderiam ganhar outra conotação após os atentados. O resultado apareceu em diferentes pontos da versão final, desde trechos removidos até mudanças visuais e ajustes no comportamento do mundo aberto. Ao longo dos anos, a própria Rockstar revelou parte dessas alterações e explicou como os ataques influenciaram decisões tomadas nas semanas finais de desenvolvimento. Entre elas, está uma mudança que acabou deixando uma marca permanente em GTA e segue presente na identidade da franquia até hoje. Confira, a seguir, no TechTudo, como o 11 de setembro impactou GTA 3 e quais mudanças chegaram à versão final do jogo. ⭐ GTA 6 será lançado primeiro no exterior, mas truque deixa jogar antes 🎮 GTA 6: 6 novidades que prometem deixar o jogo mais difícil (ou não) 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo Como o 11 de setembro mudou GTA? Atentado fez Rockstar alterar GTA 3 às pressas Saiba o que será explorado na matéria: O 11 de setembro aconteceu na reta final de GTA 3 Personagem e missão foram removidos de GTA 3 Aviões, diálogos e outros detalhes também foram alterados Uma mudança de última hora marcou a identidade de GTA para sempre As Torres Gêmeas existiam em GTA 3? Rockstar desmente rumor Para além de GTA: o 11 de setembro também moldou a indústria dos games O 11 de setembro aconteceu na reta final de GTA 3 Quando os atentados de 11 de setembro aconteceram, GTA 3 já estava praticamente pronto. O jogo tinha lançamento previsto para poucas semanas depois e a Rockstar trabalhava nos últimos ajustes antes de colocá-lo nas lojas. O problema é que o estúdio tinha seu escritório em Manhattan, enquanto Liberty City, cenário do game, carregava diversas referências a Nova Iorque. O impacto foi sentido também dentro da Rockstar. Dan Houser, cofundador da empresa e um dos principais responsáveis pela saga, contou anos depois que a equipe ficou cinco dias sem conseguir entrar no escritório devido aos bloqueios na região. Com a cidade ainda lidando com as consequências dos ataques, o lançamento de GTA 3 foi adiado e parte do conteúdo voltou a ser revisado antes do game chegar ao público. GTA 3 Divulgação Apesar disso, as alterações foram menores do que muitos rumores fizeram parecer ao longo dos anos. Segundo a própria Rockstar, GTA 3 ficou cerca de "1% diferente" por causa do 11 de setembro. O pouco que mudou, porém, atingiu elementos bastante visíveis do jogo e, em um dos casos, acabou influenciando a identidade de Grand Theft Auto pelas décadas seguintes. Personagem e missão foram removidos de GTA 3 Entre as mudanças feitas após os atentados, a Rockstar confirmou a retirada de uma missão que fazia referência a terroristas. A empresa nunca chegou a revelar exatamente qual era o conteúdo dessa parte do jogo, mas afirmou anos depois que ela foi a única missão removida especificamente por causa do novo contexto. Além disso, pequenos elementos de Liberty City foram revistos antes do lançamento, como detalhes dos carros, falas de pedestres e trechos dos programas de rádio. Durante anos, porém, outra história acabou sendo associada ao 11 de setembro: a remoção de Darkel, personagem que aparecia em materiais de GTA 3 e chegou a ter cinco missões planejadas. Ele seria uma figura exótica responsável por tarefas mais violentas, mas acabou desaparecendo da versão final. Isso alimentou rumores de que seu corte teria ocorrido por causa dos atentados, inclusive com histórias sobre missões envolvendo terrorismo, algo até impulsionado por sua aparência, que, segundo usuários, lembra bastante um jihadista. Darkel, personagem de GTA 3 que foi removido do jogo. Reprodução/Reddit A própria Rockstar, no entanto, negou essa relação. Segundo a desenvolvedora, Darkel e suas missões começaram a ser descartados meses antes do 11 de setembro, porque não funcionavam tão bem quanto o restante do conteúdo e destoavam do tom dos outros personagens. A empresa também desmentiu alguns dos boatos mais conhecidos sobre ele, como o de que haveria uma missão para explodir um ônibus escolar. Ou seja, houve de fato uma missão ligada a terrorismo removida após os ataques, mas não há indicação de que ela tivesse relação com Darkel. Aviões, diálogos e outros detalhes também foram alterados As mudanças feitas pela Rockstar não ficaram restritas às missões. Alguns elementos menores de Liberty City também foram revistos para afastar o jogo da Nova Iorque que ainda lidava com as consequências dos atentados. Entre eles estava a rota de um dos aviões que sobrevoavam a cidade. Segundo os desenvolvedores, o trajeto foi alterado porque, em determinado ponto, a aeronave dava a impressão de voar em direção ou por trás de um arranha-céu, uma imagem que ganhou um significado completamente diferente depois do 11 de setembro. A revisão chegou ainda às ruas e às rádios de Liberty City. Falas de alguns pedestres foram retiradas, assim como trechos de diálogos transmitidos pelas estações do jogo. Detalhes de veículos também passaram por mudanças. O caso mais visível foi o dos carros de polícia, que originalmente tinham um esquema de cores semelhante ao usado pelo Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) e receberam um novo visual antes do lançamento. Os carros de polícia de Liberty City estiveram entre os elementos alterados em GTA 3 após os atentados de 11 de setembro. Divulgação/Rockstar Um detalhe que não teve relação com os atentados, apesar de ter alimentado rumores durante anos, foi o Dodo, pequeno avião que o jogador encontra em GTA 3. Como a aeronave possui asas curtas e é extremamente difícil de manter no ar, surgiu a teoria de que ela teria sido modificada para impedir que jogadores atingissem os prédios de Liberty City. A Rockstar negou a história e explicou que o Dodo nunca havia sido pensado para voos longos. Segundo o estúdio, suas limitações faziam parte do próprio conceito do veículo e já existiam antes do 11 de setembro. Uma mudança de última hora marcou a identidade de GTA para sempre Entre todas as alterações feitas após os atentados, a maior nem estava dentro de GTA 3. A Rockstar decidiu mudar a capa usada na versão estadunidense do jogo, porque considerou que a arte planejada até então havia se tornado pesada demais diante do que Nova Iorque acabara de viver. O design original, que acabou mantido na edição europeia, reunia personagens, armas, veículos e cenas de ação em uma composição mais próxima de um pôster de cinema. A substituta foi criada às pressas e dividia a imagem em diferentes quadrados, cada um destacando personagens ou elementos de Liberty City ao redor do logotipo do GTA. A solução agradou tanto a Rockstar que deixou de ser apenas uma resposta ao momento e virou uma das principais marcas visuais da série. O formato seria reaproveitado, com diferentes variações, nas capas de títulos como GTA Vice City, GTA San Andreas, GTA 4 e GTA 5. A capa de GTA 3 foi alterada pouco antes do lançamento e acabou dando origem ao estilo visual que marcaria a franquia nos anos seguintes. Reprodução/Reddit Dan Houser explicou que a nova arte havia sido concebida em apenas uma noite. Assim, uma decisão tomada na reta final de GTA 3, em meio às consequências do 11 de setembro, acabou ajudando a definir a aparência pela qual Grand Theft Auto seria reconhecido nas décadas seguintes. As Torres Gêmeas existiam em GTA 3? Rockstar desmente rumor Com o passar dos anos, surgiram rumores de que GTA 3 teria uma versão das Torres Gêmeas removida após o 11 de setembro. A Rockstar, porém, negou a história e afirmou que os prédios nunca fizeram parte de Liberty City. A proximidade entre o lançamento do jogo e os atentados, somada à forte inspiração em Nova Iorque, ajudou a manter a teoria viva entre os fãs por anos. Para além de GTA: o 11 de setembro também moldou a indústria dos games O 11 de setembro não afetou apenas GTA 3. Outros jogos que estavam em desenvolvimento na época também precisaram ser revistos. Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty teve uma sequência ambientada em uma Manhattan alterada, enquanto Spider-Man 2: Enter Electro de PS1, passou por mudanças para retirar referências às Torres Gêmeas. Até Flight Simulator 2002, da Microsoft, chegou ao mercado sem o World Trade Center no cenário de Nova Iorque. Nos anos seguintes, o atentado também ajudou a moldar as narrativas abordadas pelos videogames. A chamada “Guerra ao Terror” ganhou espaço principalmente em jogos de ação. Battlefield 2, lançado em 2005, levou a série para conflitos envolvendo potências ocidentais e forças do Oriente Médio, enquanto Call of Duty 4: Modern Warfare, de 2007, abandonou a temática da segunda guerra mundial para explorar terrorismo e intervenções militares em um cenário contemporâneo. Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots refletiu temas que ganharam força após o 11 de setembro, como conflitos permanentes e a expansão da economia de guerra. Divulgação/Konami Esse cenário ainda apareceu em obras que adotaram uma visão mais crítica sobre o tema. Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, de 2008, apresentou um mundo no qual os confrontos armados passaram a sustentar uma verdadeira economia de guerra, refletindo como o clima político e militar do período pós-11 de setembro influenciou as narrativas exploradas pelos videogames nos anos seguintes. Com informações de Reddit (1,2),Rockstar (1,2), Engadget Descubra mais do TechTudo
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Controle de GTA 6: veja como garantir DualSense de PS5 na pré-venda


Os controles temáticos de GTA 6 para PS5 foram disponibilizados hoje (10) para pré-venda em lojas de e-commerce brasileiras. O anúncio dos controles foi realizado durante a apresentação digital State of Play da Sony na última quinta-feira (3) e marcou mais um capítulo no marketing conjunto entre a Sony e a Rockstar Games. O joystick DualSense chega com opções preto e branco, sendo as duas vendidas pelo preço de R$ 599 na Amazon. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp É importante lembrar que tanto o GTA 6 quanto os controles de PS5 temáticos do jogo serão oficialmente lançados no dia 19 de novembro de 2026, e que a compra no momento é referente a uma pré-venda do produto. Os preços citados foram verificados no dia 10 de setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Novo DualSense de GTA 6 traz belos joysticks temáticos nas cores preto e branco Reprodução/State of Play 🔎 6 jogos com muita ação para zerar antes do lançamento de GTA VI Initial plugin text 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Onde posso comprar o controle de GTA 6 na pré-venda? Os controles de GTA 6 estão disponíveis pelo melhor preço de compra na Amazon, os dois pelo preço de R$ 599. A opção preta pode ser parcelada em até 10x de R$ 59 sem juros, e a compra garante pontos com o cartão Amazon. Já o DualSense branco pode ser parcelado em 10x de R$ 59 sem juros, além de possibilitar que o jogador peça o cartão Amazon sem anuidade e ganhe 3% de volta em pontos nesta compra. Nas duas opções, o uso do cupom DESCONTOAPP garante R$ 20 de desconto no pagamento no aplicativo. Como são os controles de GTA 6? Controles de GTA 6 Divulgação Os joysticks DualSense contam com um design de cores inspirado pelo entardecer da cidade de Vice City, com sua intensa vida noturna e luzes de neon, em opções em preto e branco. A parte central do controle traz um material reflexivo em tons entre azul-marinho e roxo. Já o painel de toque no meio do joystick conta com o numeral romano VI com as palmeiras de Vice City, assim como no logo de GTA 6. Os botões, por sua vez, possuem os símbolos do PlayStation em um tom de rosa suave, também tradicional da cidade do game, inspirada em Miami, nos EUA. Como será o lançamento de GTA 6? GTA 6 será ambientado em Vice City, no estado de Leonida Divulgação/Rockstar Games O jogo da Rockstar Games ainda não tem uma versão para PC anunciada e as caixas não devem trazer uma versão física do game. No lugar do disco, o comprador vai receber um código para download digital, liberado no dia 19 de novembro, data de lançamento do game e do fim da pré-venda. Porém, o pré-carregamento do jogo já estará disponível a partir do dia 12 de novembro. A versão Standard de GTA 6 oferece brindes, como um mês grátis de GTA+ e o pacote vintage Vice City, que inclui cosméticos e bônus em GTA Online. O game já tem a pré-venda mais forte já registrada, segundo análise feita pela NewZoo, com cerca de US$ 260 milhões gastos por consumidores só na primeira semana. É possível que mais de 51 milhões de unidades do game sejam vendidas em uma única semana, o que faria a Rockstar Games e a Take Two Interactive lucrarem entre US$ 3,25 bilhões e US$ 5,2 bilhões nesse período. Nesta análise, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Espanha devem corresponder a 69% das cópias de GTA 6 que vão ser vendidas ao redor do mundo. Com informações de Amazon, State of Play e Mercado Livre Veja também: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a julho de 2026
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iPhone 18 Pro é bom para jogos? Confira desempenho


O iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max tiveram seu lançamento oficial nesta última quarta-feira (9) em uma apresentação Apple Event da fabricante Apple às 14h no horário de Brasília, durante a qual foi mostrada sua alta capacidade de rodar games. O dispositivo utiliza o novo chip A20 Pro, construído com uma nova tecnologia de 2 nanômetros oferecendo mais potência em relação ao A20 padrão, permitindo rodar jogos com requisitos ainda mais altos. Confira mais detalhes sobre a capacidade para games do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, disponíveis a partir e R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente, em 18 de setembro. 🎮 Review | Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos iPhone 18 Pro e Pro Max contam com poderoso processador A20 Pro capaz de rodar Monster Hunter Outlanders e mais Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Em matéria de especificações técnicas, o A20 Pro é o chip mais avançado da Apple, contando com 6 núcleos, dentre os quais 2 são super núcleos 20% mais rápidos e 4 são de eficiência, e uma unidade vídeo (GPU) com 7 núcleos. A GPU tem uma performance 40% mais rápida que o processador A20 padrão, além de contar com Ray Tracing acelerado por hardware e aceleradores neurais para tarefas de inteligência artificial. Entre elas, upscaling usando a tecnologia MetalFX, semelhante à DLSS da Nvidia e FSR da AMD. Vale apontar que para resfriamento há uma câmara de vapor com 3 vezes o tamanho da do iPhone 17 Pro. Durante uso contínuo é comum que processadores e unidades de vídeo percam performance conforme esquentam. O A20 Pro promete até 40% mais performance contínua em comparação com o A20. Apesar de não informado pela Apple, supostamente o iPhone 18 Pro e Pro Max trarão 12GB de memória RAM. Em questão de armazenamento, eles estarão disponíveis em versões a partir de 256GB, com opções de 512GB, 1TB e 2TB. O iPhone 18 Pro e Pro Max não terão dificuldade em rodar jogos pesados como Resident Evil 4 Remake Divulgação/Capcom Um dos jogos mostrados durante a apresentação foi Monster Hunter Outlanders, um game multiplayer cooperativo online da saga de caçadores de monstros da Capcom, desenvolvido em parceria com o Timi Studio da Tencent. O game é capaz de rodar a uma taxa de quadros de até 120 FPS enquanto oferece gráficos e reflexos no nível dos jogos da série para consoles. Por enquanto não há data de lançamento definida para o título, mas ele chegará ainda em 2026. As configurações do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max permitem rodar alguns dos jogos mais exigentes disponíveis para celulares, incluindo títulos com gráficos próximos aos de consoles. Entre os principais destaques estão Resident Evil 4 Remake, Resident Evil Village, Death Stranding Director’s Cut, Genshin Impact, Honkai: Star Rail, Grid Autosport, Sid Meier's Civilization VI, Zenless Zone Zero, Alien: Isolation e Wuthering Waves, entre outros. iPhone Duo tem o mesmo processador do iPhone 18 Pro e Pro Max, capaz de rodar games como Zenless Zone Zero em uma tela ainda maior Reprodução/Apple Ao final do evento também foi exibido o iPhone Duo, o primeiro modelo com tela dobrável da Apple, que transforma o iPhone quase em um iPad. Ele também conta com o mesmo chip A20 Pro, o que significa que é capaz de rodar os mesmos games do iPhone 18 Pro e Pro Max. Durante a apresentação foi mostrado o jogo Zenless Zone Zero e como o título se adaptava de acordo com o tamanho e orientação da tela. O iPhone Duo custará a partir de R$ 21.999 e chega ao Brasil em 23 de outubro. Com informações de Apple (1, 2, 3), MacRumors Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!
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Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular


Com a chegada da geração iPhone 18 Pro e do iPhone Duo, muitos usuários passaram a se perguntar se “não vai ter iPhone 18 normal”, já que o modelo marcou presença nas últimas gerações apresentadas pela Apple. A consulta registrou aumento repentino no Google nas últimas 24 horas, segundo dados do Google Trends. Em 2026, porém, a estratégia de lançamento da fabricante parece ter mudado, com uma possível divisão do calendário da linha. Segundo relatório do site ETNews e informações divulgadas pela Bloomberg, o iPhone 18 deve ser apresentado apenas no primeiro semestre de 2027. A expectativa também envolve o iPhone 18e, que deve assumir o posto de modelo mais acessível da marca, e o iPhone Air 2, possível sucessor da linha ultrafina da Apple. Vale destacar, contudo, que a companhia não confirmou os lançamentos, e as informações permanecem no campo dos rumores. 📲 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🔎Apple lança iPhone dobrável, iPhone 18 Pro e mais; veja preços e cores 🤔 Quando o iPhone 18 e o Duo chegam ao Brasil? Veja a data da pré-venda Sucessor do iPhone 17 deve ser apresentado pela Apple nos primeiros meses de 2027, seguindo uma possível mudança no calendário de lançamentos da marca Brenda Santos/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Ainda de acordo com o ETNews, um dos principais portais sul-coreanos de notícias sobre tecnologia, a estratégia da Apple estaria concentrada em dar maior protagonismo aos modelos mais robustos da linha. Esse movimento ganha ainda mais relevância com a chegada do iPhone Duo, primeiro smartphone dobrável da fabricante, que passa a integrar o portfólio premium da companhia. Em outras palavras, a Apple deve priorizar a divulgação do iPhone 18 Pro e do seu primeiro dobrável, concentrando as atenções nos smartphones de maior apelo tecnológico. Já os modelos mais básicos da geração, incluindo o iPhone 18, seriam apresentados posteriormente, em um evento separado previsto para os primeiros meses de 2027. Apple prepara novidades para iPhone 18, Air 2 e 18e Segundo o site MacRumors, o iPhone 18 deve estrear o chip A20, fabricado em processo de 2 nanômetros e ligeiramente menos potente que o A20 Pro, presente nos modelos iPhone 18 Pro e iPhone Duo. O aparelho também pode receber uma câmera frontal de 24 MP, enquanto a Dynamic Island tende a ser reduzida, contribuindo para um design mais refinado e discreto. Já de acordo com a Bloomberg, o iPhone Air 2 deve ganhar uma câmera ultrawide, ampliando o conjunto fotográfico e aproximando o aparelho do iPhone 18 nesse quesito. A Apple também estaria planejando elevar a capacidade da bateria, que pode se beneficiar da maior eficiência energética do A20, mesmo processador esperado no iPhone 18. Quanto ao iPhone 18e, o MacRumors indica a possibilidade de 9 GB de RAM e do processador utilizado pela atual geração. Apesar de a Apple ainda não ter confirmado os lançamentos, são esperadas atualizações para o iPhone Air e uma nova variante mais acessível da linha Divulgação/Apple Com informações de ETNews, Bloomberg e MacRumors 🎥5 novidades da Apple que você precisa conhecer Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios
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iPhone Duo: preço, ficha técnica e análise do primeiro iPhone dobrável


O iPhone Duo é o primeiro smartphone dobrável da Apple. Anunciado em 9 de setembro deste ano, o modelo entra em pré-venda em 16 de outubro, com preços entre R$ 21.999 e R$ 30.999, e começa a ser vendido em 23 de outubro. Com formato "passaporte", o iPhone dobrável tem uma tela externa de 5,4" polegadas e uma tela interna de 7,6" sem vinco visível, ambas com revestimento antirreflexo e suporte ao Apple Pencil. Além disso, a proporção dos displays é a mesma, o que promete garantir melhor continuidade visual ao abrir e fechar as telas. Principal concorrente do Galaxy Z Fold 8, o dobrável também estreia o processador A20 Pro, primeiro chipset de 2 nanômetros desenvolvido pela Apple, com promessa de avanços em desempenho e eficiência energética. Em autonomia, a companhia afirma que o iPhone Duo pode reproduzir até 44 horas de vídeo na tela externa. Já o conjunto fotográfico é formado por duas câmeras de 48 MP, enquanto o sistema reúne recursos voltados à experiência de uso em um aparelho de dimensões variáveis. A seguir, confira a ficha técnica completa e os principais recursos e novidades do iPhone Duo. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 💰 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Participe do Fórum do TechTudo iPhone Duo: preço, ficha técnica e análise do primeiro iPhone dobrável O TechTudo reuniu, em 11 tópicos, tudo o que você precisa saber sobre o iPhone Duo, o primeiro celular dobrável da Apple. No índice a seguir, confira os principais destaques abordados neste guia. Ficha técnica do iPhone Duo Construção em titânio e design ultrafino Tela interna com acabamento antirreflexo e vinco reduzido Câmera principal com abertura ampla e recursos pensados para dobráveis Desempenho com processador A20 Pro, de 2 nanômetros Bateia para até 44 horas de vídeo e recarga de 50% em 20 minutos iOS 27 com nova Siri e Liquid Glass Prós e contras do iPhone Duo iPhone Duo vale a pena? Preço e disponibilidade do iPhone Duo no Brasil Concorrentes do iPhone Duo Ficha técnica do iPhone Duo Tela principal: 7,6" (2.670 x 1.878) Tela secundária: 5,4" (2.034 x 1.398) Painel: OLED Câmera traseira: 48 MP + 48 MP Câmera frontal: 12 MP + Câmera FaceTime sob a tela Bateria: não informado Processador: A20 Pro Memória RAM: não informado Armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB Sistema operacional: iOS 27 Peso: 254 g Dimensões: 84,1 x 117,8 x 11,3 mm (fechado); 164,6 x 117,8 x 5,2 mm (aberto) Proteção: IP68 Cores: céu noturno ou branco‑estrela Anúncio: setembro de 2026 Lançamento no Brasil: outubro de 2026 Preço de lançamento: a partir de R$ 21.999 Construção em titânio e design ultrafino O iPhone Duo marca a estreia da Apple no mercado de smartphones dobráveis e chega com uma construção refinada. O aparelho combina estrutura e cobertura da dobradiça em titânio aeroespacial grau 5, material que contribui para aumentar a resistência do conjunto. Na tela externa de 5,4 polegadas, a Apple utiliza Ceramic Shield 2, enquanto a tampa traseira recebe o Ceramic Shield. Para completar o conjunto de proteção, o modelo conta com certificação IP68, que garante resistência à poeira e permite submersão em até seis metros de água por até 30 minutos. iPhone Duo chega em duas opções de cores Divulgação/Apple Com 254 gramas, o iPhone Duo tem 11,3 mm de espessura quando fechado e apenas 5,2 mm quando aberto. Nessa configuração, o dobrável se torna o celular mais fino já produzido pela Apple, superando inclusive o iPhone Air, modelo desenvolvido com foco em espessura reduzida. Para o acabamento, a companhia oferece duas opções de cores mais discretas: céu noturno, com tonalidade próxima ao preto, e branco-estrela. O conjunto reforça a proposta de aliar um formato dobrável a uma construção resistente e a um design mais fino. Tela interna com acabamento antirreflexo e vinco reduzido As telas estão entre os principais atrativos de qualquer smartphone dobrável, e a Apple equipou o iPhone Duo com especificações robustas para reforçar sua aposta nesse mercado. O display interno tem 7,6 polegadas e resolução de 2.670 x 1.878 pixels, com acabamento fosco com tecnologia “nano-texture”, desenvolvida para reduzir reflexos e ajudar a disfarçar o vinco central. Quando fechado, o iPhone Duo oferece uma tela externa de 5,4 polegadas, com resolução de 2.034 x 1.398 pixels. Ambas as telas compartilham a mesma proporção de tela, de modo que o conteúdo é redimensionado proporcionalmente. Segundo a Apple, isso garante continuidade visual. Além disso, os dois displays reúnem um conjunto de recursos voltados à qualidade da imagem e à experiência de uso, incluindo taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, brilho mínimo de 1 nit e pico de 3.000 nits. Telas do iPhone Duo combinam brilho de até 3.000 nits, taxa de 120 Hz e suporte à Apple Pencil Divulgação/Apple As telas também contam com suporte à Apple Pencil, permitindo o uso da caneta por meio de conexão USB-C — recurso que, segundo a Apple, estará disponível ainda este ano. Com a combinação de alta taxa de atualização, brilho elevado e acabamento antirreflexo, o dobrável busca oferecer uma experiência versátil tanto no formato compacto quanto com a tela ampliada. Câmera principal com abertura ampla e recursos pensados para dobráveis O iPhone Duo chega com um sistema duplo de câmeras traseiras que, embora não reúna as especificações mais avançadas da linha iPhone 18 Pro, supera o conjunto do iPhone 17 Pro em um aspecto importante: a abertura mais ampla da lente principal. A seguir, confira como o sistema fotográfico do dobrável está distribuído. Câmera principal de 48 MP com abertura de f/1.6; Câmera ultrawide de 48 MP com abertura de f/2.2; Câmera frontal externa de 12 MP com abertura de f/2.2; Câmera FaceTime sob a tela com abertura de f/1.8. Além da alta resolução, a câmera principal do iPhone Duo aposta em abertura de f/1.6, que permite a entrada de uma quantidade maior de luz no sensor e favorece registros em ambientes menos iluminados. A lente também conta com estabilização óptica de imagem por deslocamento do sensor e pixels de foco híbrido. O conjunto, porém, não inclui uma teleobjetiva dedicada, mas a Apple afirma que a câmera principal oferece zoom com qualidade óptica de 2x em fotos de 12 MP e zoom digital de até 10x. Para completar o sistema traseiro, há uma lente ultrawide de 13 mm, com campo de visão de 120° e pixels de foco híbrido. iPhone Duo traz duas câmeras traseiras de 48 MP e sensor sob a tela dedicado a videochamadas Reprodução/Apple Para selfies, o dobrável traz uma câmera Center Stage de 12 MP, acompanhada por uma segunda câmera posicionada sob a tela e dedicada a videochamadas. Embora a Apple não informe a resolução desse segundo sensor, a companhia destaca abertura de f/1.8 e suporte a gravações em 1080p a 30 ou 60 fps. Em vídeo, tanto a câmera principal quanto a frontal de 12 MP são capazes de gravar em 4K com Dolby Vision a 24, 25, 30 ou 60 fps, enquanto a lente principal também oferece gravação em 100 ou 120 fps para registros em câmera lenta. Além do hardware, o iPhone Duo reúne recursos pensados para aproveitar o formato dobrável durante a captura de fotos e vídeos. A função “Duo Preview”, por exemplo, permite que a pessoa fotografada acompanhe sua própria imagem na tela externa, o que facilitando o ajuste da pose e do enquadramento. O aparelho também oferece o Modo Cinema, que aplica um efeito de profundidade aos vídeos e permite realizar ajustes mesmo após a gravação. Desempenho com processador A20 Pro, de 2 nanômetros O iPhone Duo inaugura uma nova geração de processadores da Apple ao chegar com o A20 Pro, primeiro chipset da fabricante desenvolvido em processo de fabricação de 2 nanômetros (nm). A CPU é formada por dois núcleos de alto desempenho e quatro voltados à eficiência energética, e, segundo a Apple, oferece desempenho até 20% superior ao componente presente no iPhone 17 Pro. O conjunto também inclui uma GPU de sete núcleos com Neural Accelerators e um Neural Engine de 16 núcleos, voltado a tarefas de Inteligência Artificial (IA). A20 Pro aposta em desempenho avançado e maior eficiência energética para ampliar a autonomia Reprodução/Apple Em armazenamento, o dobrável oferece opções de 256 GB, 512 GB, 1 TB e até 2 TB, configuração que reforça sua proposta voltada à produtividade e ao uso intensivo. A Apple, porém, não divulga oficialmente a quantidade de memória RAM utilizada em seus smartphones. O GSM Arena aponta 12 GB de RAM para o modelo, embora essa informação não tenha sido confirmada pela fabricante. Bateria para até 44 horas de vídeo e recarga de 50% em 20 minutos A bateria é outro aspecto que a Apple não costuma divulgar a capacidade de seus modelos em mAh. No iPhone Duo, a marca informa apenas que o dobrável conta com duas baterias internas de íon de lítio. Segundo os dados oficiais, o aparelho oferece até 44 horas de reprodução contínua de vídeo na tela externa de 5,4 polegadas e até 31 horas no display interno de 7,6 polegadas. Em uso típico, que combina os dois painéis, a autonomia pode chegar a 24 horas. No carregamento, o iPhone Duo alcança 50% da capacidade em cerca de 20 minutos com um adaptador de 60 W ou superior. Também é possível atingir o mesmo nível em aproximadamente 30 minutos usando um carregador MagSafe com adaptador de 35 W ou mais. Os números de autonomia e recarga são baseados nas informações oficiais divulgadas pela Apple e podem variar conforme o uso, as configurações e outras condições de funcionamento do aparelho. Apple promete até 5 horas de reprodução de vídeo com apenas 5 minutos de recarga Reprodução/Apple iOS 27 com nova Siri e Liquid Glass O iPhone Duo sai de fábrica com o iOS 27, versão mais recente do sistema operacional da Apple, que será liberada para os modelos compatíveis a partir de 14 de setembro. Entre os principais destaques está a nova Siri, baseada na Apple Intelligence, que passa a oferecer interações mais naturais, compreender melhor o contexto das solicitações e executar ações diretamente em aplicativos. O sistema também promete ganhos de desempenho, com apps até 30% mais rápidos, AirDrop até 80% mais veloz e carregamento de fotos na Fototeca até 70% mais eficiente. Na interface, o iOS 27 estreia o novo Liquid Glass, que reformula elementos visuais com ícones mais nítidos, contraste aprimorado e um controle deslizante para ajustar a transparência. A proposta amplia as possibilidades de personalização e modifica a aparência de diferentes áreas do sistema. A segurança também recebeu atenção, com bloqueio de conteúdos sensíveis no Mensagens e no FaceTime, além do recurso Pedir para Navegar, que permite às crianças solicitar autorização antes de acessar novos sites. iPhone Duo exibe animações na tela externa para atrair a atenção das crianças durante fotos Reprodução/Apple O aparelho também traz uma particularidade importante no sistema de autenticação: em vez do Face ID, a Apple optou pelo Touch ID para desbloqueio e identificação do usuário. Na conectividade, o iPhone Duo conta ainda com os chips C2 e N1, desenvolvidos para otimizar a comunicação sem fio e a eficiência energética. O dobrável ainda oferece suporte às redes 5G, Wi-Fi 7 de banda tripla, Bluetooth 6 e NFC, tecnologia utilizada para pagamentos por aproximação. Prós e contras do iPhone Duo Prós: Telas versáteis, com alta qualidade de imagem; Processador avançado fabricado em 2 nm; Sistema de câmeras robusto para fotos e vídeos. Contras: Não tem câmera teleobjetiva dedicada para zoom; Preço extremamente elevado, chegando a R$ 30.999; Substitui o Face ID pelo Touch ID. iPhone Duo vale a pena? Para quem busca a experiência de um dobrável premium, valoriza o ecossistema da Apple e está disposto a pagar pela novidade, o modelo reúne argumentos convincentes como desempenho de ponta, câmeras competentes e telas imersivas. Já para quem prioriza custo-benefício ou recursos como uma câmera teleobjetiva e Face ID, há alternativas mais completas no catálogo. Além disso, o preço de até R$ 30.999 torna o iPhone Duo um aparelho voltado a um público bastante específico. Preço e disponibilidade do iPhone Duo no Brasil No Brasil, o iPhone Duo entra em pré-venda em 16 de outubro, a partir das 9h, no horário de Brasília. As primeiras entregas estão previstas para começar em 23 de outubro. O modelo será comercializado em quatro opções de armazenamento interno, cada uma com um preço de lançamento diferente. Confira os valores: 256 GB: R$ 21.999 512 GB: R$ 23.499 1 TB: R$ 26.499 2 TB: R$ 30.999 Concorrentes do iPhone Duo No mercado nacional, o Galaxy Z Fold 8 é atualmente o principal concorrente direto do iPhone Duo. O modelo da Samsung combina bateria de silício-carbono de 4.800 mAh, o processador mais avançado do ecossistema Android, fabricado em 3 nm, e um sistema de câmeras de 50 MP. As telas dos dois aparelhos têm dimensões muito semelhantes e compartilham taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 3.000 nits. Por outro lado, o iPhone Duo leva vantagem pelo suporte à Apple Pencil e pela certificação IP68, que oferece proteção contra poeira superior à do Galaxy Z Fold 8, limitado ao selo IP48 e sem compatibilidade com caneta. Veja nossas impressões sobre o Galaxy Z Fold 8 Galaxy Z Fold 8: tudo o que mudou no novo celular da Samsung Fora do Brasil, porém, o cenário é mais disputado, com diferentes opções de dobráveis em formato de “passaporte” disponíveis em outros mercados. O Huawei Pura X e o Huawei Pura X Max são alguns exemplos, com telas internas de 6,3 e 7,7 polegadas e baterias de 4.720 mAh e 5.300 mAh, respectivamente. Mais recentemente, a Xiaomi também apresentou o Xiaomi 18 Fold, que adota um design bastante semelhante ao do iPhone Duo e combina câmeras Leica com bateria de silício-carbono de 6.000 mAh. Apesar das alternativas, nenhum desses modelos foi lançado oficialmente no Brasil até o momento, e não há previsão de chegada ao mercado nacional. Conheça o novo dobrável passaporte da Xiaomi Com informações de Apple
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Review | Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria


O jogo Marvel’s Wolverine é o novo exclusivo do PlayStation 5 (PS5), com lançamento previsto para o dia 15 de setembro. Desenvolvido pela Insomniac Games, conhecida por InFamous e pelo aclamado Marvel’s Spider-Man, o game traz uma história original ambientada antes da formação dos X-Men. Nela, Wolverine faz parte da Equipe X, cujo objetivo é ajudar mutantes caçados por uma milícia cibernética que deseja erradicar a raça do planeta. As coisas ficam ainda mais complexas, contudo, depois que eles se deparam com outro grupo de sobreviventes protegido por Jean Grey. Com preços partindo dos R$ 399, Wolverine é um dos lançamentos mais aguardados do ano para os fãs do console da Sony e já chega cercado de hype, dado o sucesso das adaptações da Insomniac com os títulos da Marvel. Mas, afinal, será que o jogo se destaca em um período de tantos games de peso chegando? É o que contamos neste review. Veja, a seguir, a nossa análise sobre história, gameplay e se vale a pena comprar. 🎮 Review | Assassin's Creed Black Flag Resynced faz o clássico envelhecer ainda melhor 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria; veja análise completa Divulgação/PlayStation ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. Review | Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria Marvel’s Wolverine vale a pena? A história de Marvel’s Wolverine A gameplay é o grande calcanhar de Aquiles O problema do jogo linear O que eu mais queria ter visto Desempenho, gráficos e ambientação Marvel’s Wolverine vale a pena? Não vou enrolar você, leitor, com o meu parecer — a resposta direta é sim, no geral, a jogativa vale a pena. Marvel’s Wolverine é divertido e deve agradar sobretudo quem nunca teve contato com os títulos da Insomniac, mas em minha visão, o custo-benefício existe somente quando adquirido em uma boa promoção. Ressalto, desde já, que temos muito o que conversar sobre o game. Embora instigue, o título, ao meu ver, não é nem de longe tão competente quanto os Spider-Man — e aqui falo como uma pessoa que “comeu com farofa”, no bom carioquês, Marvel’s Spider-Man, Marvel’s Spider-Man: Miles Morales e Marvel’s Spider-Man 2. Esse último, eu até escrevi a análise na época do lançamento, caso você também queira ler. 🌟 Review Spider-Man 2: jogo brilha na gameplay e eleva o patamar da franquia Na verdade, para mim, o calcanhar de Aquiles de Wolverine é justamente esse: o fato de ser impossível escrever uma review desse game sem mencionar o antecessor, que sequer é um prequel dele. Acho que, para quem jogou os Spider Man até não aguentar mais, Wolverine é uma compra bem arriscada dada a similaridade das mecânicas. Mas essa é uma longa discussão, então vamos por partes. Marvel's Wolverine é divertido e instiga, mas fica repetitivo com o tempo Divulgação/PlayStation É fácil reconhecer as muitas qualidades que Wolverine tem. Toda a parte de ambientação é estonteantemente bonita e impressiona bastante pelas texturas, pela iluminação e, sobretudo, pela destruição de cenário generalizada, que faz jus ao caos que é jogar com um personagem como Logan. Os cenários são abertos e aproveitam bem a verticalidade, apesar de serem limitados quando consideramos que é um jogo linear. Além disso, é fácil ver o carinho do estúdio, o cuidado em trazer interações sutis com os outros personagens e até em fornecer espaço para que as relações sejam construídas ao longo da narrativa. A história, inclusive, é um dos pontos fortes e instiga o jogador até o final. O jogo peca, no entanto, onde mais precisava acertar: na gameplay, que é praticamente a mesma dos Spider-Man — e isso pesa especialmente para quem já tem mais de 100 horas nos jogos do teioso. As animações, os combos e as interações com o companion foram reciclados e reaproveitados, o que me parece estranho quando consideramos que Logan e Peter Parker não poderiam ser mais diferentes nas habilidades. Enquanto um é um tanque de caos e violência, o outro é ágil e furtivo. Ainda assim, nos games, eles funcionam quase que totalmente da mesma forma. Como em Spider Man, a Insomniac reproduziu até mesmo o meme com o personagem no jogo Luiza M. Martins/TechTudo As lógicas e mecânicas dos jogos também são muito parecidas — tanto que, para mim, a experiência com Wolverine ficou prejudicada. Primeiro porque o game tem bem mais ação do que Spider-Man, cujo ritmo era mais cadenciado pelo jogador. Aqui, por vezes, eu achei que estava jogando Doom com garras de adamantium. Mas meu ponto é que o combate progride lentamente, há muitas lutas sucessivas e o estúdio não foi tão feliz na hora de transpor a experiência do mundo aberto para o jogo linear. Falta, sobretudo, equilíbrio, o que pode tornar o game uma experiência cansativa a médio e longo prazo. Mas isso eu te conto com mais detalhes nos próximos tópicos dessa análise. Confira outras análises do TechTudo Star Wars Zero Company acha seu caminho em uma galáxia não tão distante Metal Gear Solid Master Collection Vol. 2 é presente para fãs da saga Halo: Campaign Evolved impacta com visuais únicos na nova era do Xbox 007 First Light entrega o jogo de James Bond certo na hora certa Crimson Desert tem história fraca, mas acerta no que se propõe Review | Resident Evil: Requiem vale o hype e entrega tensão do início ao fim Review | PRAGMATA encanta com protagonistas carismáticos e combate intenso Review | Life is Strange Reunion corrige erros, mas está longe de ser perfeito A história de Marvel’s Wolverine Como aconteceu em Marvel’s Spider-Man, em Wolverine, a Insomniac trouxe uma história original para o anti-herói — ou seja, os fatos aqui não adaptam uma história específica dos quadrinhos, embora sejam inspirados por eles. Dito isso, o jogo começa mostrando uma missão em que Wolverine, Dentes de Sabre e Mística, que aqui formam a Equipe X, precisam resgatar Nathaniel Essex, o mentor do time. Uma vez que conseguem realizar esse objetivo, o jogador logo nota que eles estão em guerra com Bolívar Trask, um bilionário que utiliza os recursos de suas empresas para financiar estudos a fim de exterminar os mutantes, tidos naquela realidade como perigosos e instáveis. Para Essex e o grupo, no entanto, o objetivo é o contrário: eles querem reunir o maior número de mutantes possível a fim de evitar a extinção da espécie — uma ideia bem parecida com a do Professor Xavier nos filmes e desenhos dos X-Men. Por isso, a Equipe X precisa fazer missões de rastreamento e reconhecimento a fim de encontrar pessoas para recrutar e proteger. É assim que o jogador entra em contato com um grupo protegido pela poderosa Jean Grey, que vem sofrendo perseguição de Trask há semanas. Wolverine e a Equipe X precisam lutar contra o exército cibernético de Trask Luiza M. Martins/TechTudo Para mim, a história de Wolverine foi um dos pontos de destaque nas minhas 13 horas de experiência com o game. Eu simplesmente amo a escolha criativa de trazer um Wolverine que foge do que já foi retratado em filmes e séries (sempre com a mesma história de criação, adamantium e afins) e mostrar um personagem tentando lidar com o peso dos próprios poderes. A violência, a falta de controle, o fato de precisar viver se escondendo e em constante estado de alerta — tudo isso compõe um Logan maduro e interessante. Aqui, o único adendo é que, tratando-se de um AAA apadrinhado pela PlayStation, o jogo tinha recursos para aprofundar ainda mais o drama, como trazer cutscenes sobre o passado do personagem, algo que acontece somente em textos. Jogando, percebi que queria ainda mais flashbacks para ver como esse personagem de mais de 200 anos vagou ao longo de todo esse tempo. Falo isso do lugar de alguém que tem dificuldade de reter informações textuais em games, sobretudo quando elas estão fora de ordem. E aqui, acho que dava para acentuar o peso dramático ainda mais mostrando todos os pequenos contos da existência do Logan em tela: as vezes que se apaixonou, que viu alguém morrer, que precisou recomeçar a vida em outro lugar. Acredito que acompanhar esses momentos faria o jogador sentir o peso de carregar mais de dois séculos de memórias e traumas. Na minha leitura, isso ajudaria a entender ainda melhor quem é esse Wolverine que encontramos no presente. A história de Wolverine foi um dos pontos de maior destaque, trazendo tramas políticas e existenciais Luiza M. Martins/TechTudo Acho importante ressaltar também que, particularmente, não sou fã de histórias de heróis por achar todas muito bobas. Em Wolverine, isso não aconteceu — muito pelo contrário, até. É claríssima a alegoria entre os mutantes e a perseguição sofrida por grupos marginalizados, o que traz um tom político à narrativa que muito me agrada. Os personagens claramente são tidos como refugiados de guerra e tentam, o tempo todo, dizer a si mesmos que não há nada de errado com eles por conta da mutação — um aceno diretíssimo para a comunidade LGBTQIA+. É ótimo ver como eles encontram forças em si mesmos e uns nos outros para sobreviver a tudo que acontece ali. Entretanto, eu estaria mentindo se dissesse que tudo são flores. Há, sim, alguns tropeços narrativos, sobretudo no desenvolvimento dos arcos do jogo. Depois do final do primeiro ato, marcado por um acontecimento que não irei revelar (mas vocês vão saber assim que chegarem lá), há uma inversão quase radical na história, trazendo novas motivações, vilões e relações. Tudo para que o jogo tenha tempo de desenvolver uma ideia de enredo que estava plantada, literalmente, desde o primeiro minuto. Aqui, não posso explicar com muita profundidade, mas digamos que tenha a ver com uma mudança bastante significativa nos rumos da história. E, sobre ela, o que tenho a dizer é: eu preferia que o jogo tivesse assumido esse viés sem fazer dele uma reviravolta. Isso teria poupado tempo e recursos e dado a oportunidade de a Insomniac fazer um trabalho mais assertivo em outros pontos que, certamente, não ficaram tão interessantes quanto o enredo, como veremos no tópico a seguir. A história de Wolverine instiga, mas fica enrolada do meio para o final Divulgação/PlayStation A gameplay é o grande calcanhar de Aquiles Dentre todos os erros que Marvel's Wolverine poderia cometer, acredito que, infelizmente, o jogo cai no que, ao meu ver, seria o mais prejudicial para a própria experiência: ser muito parecido com Marvel's Spider-Man em praticamente todas as estruturas. O combate, por exemplo, é um eterno déjà vu para quem jogou os títulos anteriores. É importante deixar claro que não acho que ele seja ruim — muito pelo contrário. Bater nos inimigos com Logan é divertido, extremamente violento e tem o exato peso que você espera de um personagem como ele. O problema é que, depois de jogar os anteriores, fica impossível não perceber o quanto a Insomniac reaproveitou ideias que já funcionavam nos jogos do Homem-Aranha. E isso é especialmente estranho quando pensamos nos dois personagens. Peter Parker é extremamente ágil, rápido e acrobático; Logan é praticamente um tanque de violência, que resolve as coisas na base das garras e da “porrada”. São heróis completamente diferentes em termos de habilidades e possibilidades de gameplay. Ainda assim, quando você começa a jogar, a sensação é de que eles funcionam de maneira muito parecida. As animações, os combos, as árvores de habilidades e até algumas interações em dupla parecem familiares demais para quem passou tantas horas nos Spider-Man. A árvore de habilidades de Wolverine é muito parecida com a de Peter Parker em Spider Man, bem como as habilidades especiais Luiza M. Martins/TechTudo Na prática, o combate de Wolverine funciona a partir de golpes fracos e fortes, combos, esquivas e parrys, além de habilidades especiais que possuem um tempo de recarga. É possível, inclusive, diminuir esse tempo conforme você investe XP na árvore de habilidades. O XP também permite desbloquear novos recursos para Logan, enquanto os fios de DNA trazem melhorias mais ligadas às características do personagem, como aumentar a velocidade de recuperação de vida. Há ainda o medidor de Fúria, que vai sendo preenchido conforme Logan bate nos inimigos. A Fúria é dividida em três níveis e, à medida que cada barra é completada, o personagem libera efeitos específicos. No segundo nível, por exemplo, Logan consegue recuperar vida antes de morrer, enquanto determinadas configurações dos fios de DNA podem fazer com que as habilidades especiais carreguem mais rapidamente. Já no terceiro, ele entra em um estado de frenesi com golpes críticos capazes de eliminar inimigos diretamente e um aumento considerável no dano causado. Além do combate, o jogo intercala quick time events (QTEs), momentos de perseguição que lembram Uncharted e alguns trechos breves de plataforma, nos quais Logan mostra que, apesar do tamanho e das garras, também é um bom escalador. Ou seja, existem outras formas de interação ao longo da campanha, mas o combate continua sendo, de longe, a principal maneira de jogar. Os golpes críticos de Wolverine acontecem quando ele enche o medidor de Fúria. Em frenesi, ele mata todos à frente Luiza M. Martins/TechTudo Eu até entendo a escolha. O sistema de combate dos jogos do Homem-Aranha funciona muito bem e seria natural que a Insomniac aproveitasse uma fórmula que já domina. O problema é que Wolverine tinha uma oportunidade enorme de fazer algo diferente. Você tem um personagem que não poderia ser mais distante do Homem-Aranha e, mesmo assim, a base do combate é praticamente a mesma: os mesmos botões, os mesmos tipos de habilidades especiais, o golpe especial que ganhamos do meio para o final do jogo… Até mesmo alguns golpes que não parecem óbvios para Logan, como o que Peter usa para se arremessar contra um inimigo com a teia, aparecem aqui. E talvez isso pese ainda mais porque eu já estou, sinceramente, saturada há um bom tempo do combate do Homem-Aranha e das incontáveis sequências de “trocação” que já aconteciam ali. Então, quando Wolverine chega e apresenta estruturas tão familiares, eu sinto que o jogo desperdiça o potencial que tinha para construir uma identidade própria. Não sou inocente de pensar que esse game seria 100% inovador nesse sentido, até pela aclamação dos Spider-Man. Mas será que todas as mecânicas precisavam ser tão próximas? A ponto de nenhuma delas parecer única para o Wolverine? O pecado de Wolverine é ter um combate similar demais ao do Homem Aranha Reprodução/PlayStation Blog E a “similaridade tóxica” não fica apenas com o combate: a exploração também sofre com isso. Aqui, esse aspecto é baseado principalmente na busca por recursos e atividades secundárias espalhados pelos cenários. Enquanto anda pelas áreas, Logan pode encontrar garrafas de Whisky, que ajudam a conseguir os fios de DNA usados para aprimorar suas habilidades, e caixas com peças de armadura, que rendem fichas para comprar as roupas do personagem. Também existem os chamados Desafios do Pesadelo, representados por portas espalhadas pelos cenários que lembram bastante as portas de viagem rápida de God of War. Ao entrar nelas, o jogador encontra desafios de travessia ou combate, com recompensas em fichas que viram fios de DNA de acordo com o nível alcançado em cada atividade. Na prática, são essas atividades que concentram boa parte do conteúdo opcional de exploração do jogo. Os cenários são bonitos, variados e aproveitam bem a verticalidade em Wolverine Divulgação/PlayStation Em termos de ambientação, os cenários são bonitos, variados e aproveitam bem a verticalidade, mas são pouquíssimo exploráveis. Existe pouca coisa para encontrar pelo caminho e, como os colecionáveis são poucos e fáceis de localizar, os ambientes eventualmente ficam mortos. O jogador atravessa áreas muito bonitas, com bastante cuidado visual, mas que viram cenário de um walking simulator quando encontra tudo que está disponível ali (e isso acontece com alguma frequência). Isso fica ainda mais curioso quando lembramos que Logan tem sentidos que facilitam ainda mais essa exploração (ou pelo menos, facilitam quando mostrados da forma como o estúdio abordou). Ele sente cheiros, escuta coisas a grandes distâncias e consegue identificar rastros que um personagem comum jamais perceberia. A questão é que, para mim, o jogo usa essa habilidade de uma maneira que acaba tirando um pouco da graça de explorar — e a exploração em si já não é muito recompensadora. Logan tem habilidades de rastreamento que tiram a graça da exploração Luiza M. Martins/TechTudo É só passar minimamente perto de um recurso e Logan já identifica o cheiro ou o som, enquanto o jogo coloca na tela um rastro indicando exatamente onde ele está. Não há muito mistério; você não precisa procurar, observar o cenário ou quebrar a cabeça para descobrir como chegar até determinado lugar. O próprio personagem praticamente aponta o caminho, o que fica ainda mais sem graça porque há pouca recompensa condicionada a encontrar os itens. Nesse ponto, eu senti falta justamente daquela exploração mais orgânica que existia em Spider-Man. Às vezes, você estava simplesmente fazendo web swing pela cidade e via alguma coisa piscando lá longe. Ia atrás e descobria uma caixa, um inimigo ou um pequeno puzzle. Podia ser algo completamente aleatório, mas fazia sentido dentro daquele mundo. A exploração acontecia enquanto você jogava, e não parecia uma obrigação colocada ao lado da campanha. Em Wolverine, isso é bem mais limitado. E até as atividades secundárias reforçam essa sensação de que estamos vendo uma fórmula sendo reaproveitada. O jogo oferece praticamente iguais aos que existiam em Spider-Man, seja qual for o tipo. Os colecionáveis propriamente ditos também trazem apenas recompensas cosméticas, o que me desestimulou ainda mais a procurar. Acredito que a ideia até era variar a gameplay, mas a execução ainda é descalibrada e pouco eficiente, na minha concepção. As roupas em Wolverine são meramente cosméticas Luiza M. Martins/TechTudo Para mim, o problema não é que essas ideias não funcionem individualmente — todas elas, inclusive, foram bem aproveitadas com o Homem-Aranha. Com Logan, o combate funciona, os desafios funcionam e os cenários são bonitos. A questão é que quase nada disso parece ter sido pensado especificamente para Wolverine. Quando você junta tudo, fica aquela sensação incômoda de que a Insomniac pegou várias peças que funcionavam muito bem em Spider-Man e tentou encaixá-las em outro personagem sem a mesma competência que marcou o jogo do teioso. E acredito que muito disso tenha origem no fato de que a empresa teve dificuldades com a progressão linear da gameplay, como veremos no tópico a seguir. O problema do jogo linear Aqui é onde entra o segundo grande problema de Wolverine: é um jogo linear. Não que isso seja um problema isoladamente — na verdade, alguns dos jogos que mais amo na vida são lineares e acho que esse formato poderia funcionar muito bem para uma experiência focada no Logan. O problema é que a Insomniac parece não ter encontrado um equilíbrio entre a estrutura linear e uma gameplay que foi claramente pensada para funcionar em um jogo de mundo aberto. Aqui, a estrutura linear expõe e amplifica problemas que seriam menos perceptíveis em um mundo aberto. Para ilustrar meu ponto, trago Spider-Man mais uma vez (e quantas vezes eu já falei dele até aqui, não é?). Com Peter e Miles em um mundo aberto, você dita muito mais o ritmo da experiência. Quer fazer uma missão de combate? Vai lá. Quer ficar dez minutos balançando pela cidade? Pode. Quer procurar um colecionável, fazer um desafio, parar para uma missão de stealth? Também pode. Existe uma alternância natural entre as atividades porque o próprio mundo aberto permite que o jogador escolha o que quer fazer e quando quer fazer. O stealth em Wolverine fica em segundo plano, mas Logan consegue perceber os inimigos ao longe Luiza M. Martins/TechTudo Em Wolverine, como a narrativa vai te empurrando de uma situação para outra, essa possibilidade praticamente desaparece e é aí que o problema da repetição fica muito maior. É combate, mais combate, mais um desafio de combate e, depois, mais combate. A verdade é que chegou um momento em que eu já não aguentava mais apertar o quadrado. E não só eu, como o editor de jogos do TechTudo, Victor Bastos, também. Foram dois relatos espontâneos e exatamente iguais, inclusive. Novamente, eu não acho o combate ruim, mas a quantidade, a falta de variedade e o pacing do jogo acabam fazendo com que ele seja. Wolverine é muito mais focado em ação do que Spider-Man, mas a gameplay não muda o suficiente para acompanhar essa quantidade de combate. A progressão demora para apresentar novidades realmente significativas e você também não evolui o personagem rápido o bastante para sentir uma transformação radical na maneira de jogar. Além disso, nem mesmo os inimigos mudam tanto de arquétipo. E eles são muito parecidos com o que vimos no Spi…. Ah, a essa altura, vocês já sabem, né? Nem mesmo os inimigos mudam tanto de arquétipo em Marvel's Wolverine Divulgação/PlayStation Volto, então, aos desafios de combate como outro exemplo para esse problema. Em alguns deles, o jogo coloca você para enfrentar uma quantidade enorme de inimigos em sequência. Há situações em que você precisa passar por 25 ondas de adversários para pegar a ficha de platina. Você termina aquilo e pensa: “beleza, finalmente acabou”. Aí volta para a campanha e, pouco depois, está novamente batendo em outro monte de inimigos. E eles são exatamente os mesmos que você acabou de matar. Haja “porrada”, viu? E como o jogo tem uma pegada quase de hack and slash em determinados momentos, acho que o balanceamento precisava ser muito melhor. Se a proposta é fazer um game de ação tão focado no combate, é necessário oferecer outras formas de jogar entre uma sequência e outra. Caso contrário, aquilo que deveria ser divertido começa a ficar maçante. Para mim, esse sentimento bateu desde o primeiro contato. Claro, acredito que minha experiência anterior pesa muito nisso, mas, no nível em que está, penso que até quem não está familiarizado com a fórmula da Insomniac vai sofrer com o tempo. Por conta disso, senti muita falta do stealth, que aqui não é muito o foco da experiência. Entendo que nem deveria ser, dado o fato de que jogamos com o Logan. Mas a mudança de ritmo fazia muita diferença e Wolverine não tem isso na mesma proporção — o game te empurra muito mais para a ação o tempo todo. E aqui é onde entramos na minha grande conclusão sobre o jogo: acho que o título teria se beneficiado demais de ter outras abordagens de gameplay, especialmente porque o universo dos X-Men oferece personagens que poderiam fazer exatamente isso. Para mim, essa seria uma das soluções mais interessantes para o problema: ter mais personagens jogáveis. Wolverine poderia resolver os problemas trazendo outros personagens jogáveis para a trama, como Jean Grey Luiza M. Martins/TechTudo O que eu mais queria ter visto Eu fiquei pensando bastante nisso enquanto jogava porque, quanto mais eu avançava, mais a sensação era de que Wolverine tinha um elenco capaz de resolver boa parte dos problemas de gameplay que eu estava sentindo. Imagine, por exemplo, poder jogar com a diva Jean Grey em determinadas missões. Seria, simplesmente, um "babado" completo! Em vez de controlar apenas um personagem focado em combate corpo a corpo, o jogador teria uma personagem baseada em poderes telecinéticos e psíquicos. Uma gameplay que poderia lembrar um pouco a Jesse de Control, com poderes usados para arremessar objetos, controlar o ambiente e enfrentar inimigos em longa distância. Mesmo que acontecesse em momentos pontuais, já mudaria completamente o ritmo. Seria ótimo poder jogar com Jean, que é a mutante mais poderosa entre os X-Men Divulgação/PlayStation Mística, para mim, seria ainda mais óbvia. Como disse, senti muita falta de stealth em Wolverine, e poder jogar com ela seria simplesmente incrível. A habilidade de se transformar em outras pessoas abriria espaço para infiltração, disfarces, espionagem e missões em que o jogador precisaria pensar antes de simplesmente sair distribuindo socos. O jogador poderia ter uma missão em que Logan precisa abrir caminho na base da violência e, em seguida, assumir o controle da Mística para entrar em determinado lugar sem ser descoberta. A mesma história continuaria acontecendo, mas a maneira de interagir com ela seria completamente diferente. Dentes de Sabre também poderia funcionar, embora eu ache que ele teria menos potencial para resolver esse problema especificamente porque sua gameplay provavelmente seria mais próxima da do próprio Logan. Ainda assim, seria interessante ter momentos em que você pudesse controlar personagens diferentes e sentir suas particularidades. Nesse caso, seria um jogo da Equipe X (ou mesmo dos X-Men) e não do Logan? Para os mais puristas, talvez, mas eu acredito que, se isso fosse necessário para acertar a gameplay, seria uma opção muito válida. Mística seria uma adição bem vinda para missões de infiltração e stealth Divulgação/PlayStation O cenário que acho realmente ideal seria poder escolher com quem fazer determinadas missões, bem como acontece com Naoe e Yasuke em Assassin's Creed: Shadows, onde cada um traz uma abordagem distinta (nesse caso, furtivo ou combate). Em Wolverine, inclusive, acho que a possibilidade de fazer missões de formas diferentes aumentaria o fator replay do game, uma vez que os mais entusiastas certamente gostariam de fazer tudo com todos os personagens possíveis. Mas acho que talvez a melhor referência para o que penso nesse sentido é o que 007 First Light faz com James Bond e as inúmeras formas que o jogador tem de progredir nas missões. Para se infiltrar em uma festa, Bond pode roubar um roupa do staff, subordar alguém, passar de fininho, se pendurar em canos, dentre mil outras possibilidades. Imagine, por exemplo, como seria espetacular poder escolher jogar com Jean, Logan, Victor ou Raven e cada um deles, ter um level design específico para a habilidade em que são especialistas? Para mim, algo sequer parecido com isso elevaria Wolverine para outro patamar. Nesse caso, além de o jogo se tornar mais dinâmico, o problema da linearidade também seria amenizado. Em vez de uma campanha que empurra continuamente para o combate, o jogador teria uma estrutura linear, mas com variações suficientes para impedir que a experiência se tornasse cansativa. Logan seria o personagem focado na ação brutal; Mística poderia trazer stealth e infiltração; Jean Grey poderia oferecer uma gameplay baseada em poderes e controle do ambiente; e Dentes de Sabre poderia funcionar como uma variação mais selvagem e agressiva do combate, por exemplo. Dentes de Sabre poderia funcionar como uma variação mais selvagem e agressiva do combate Divulgação/PlayStation Na minha visão, essa é a grande oportunidade que Wolverine perdeu. O jogo tinha personagens, poderes e um universo inteiro capazes de criar uma experiência muito mais variada, mas concentrou praticamente tudo em uma única fórmula. E essa fórmula funciona — só que não por tempo suficiente para sustentar um jogo tão focado em ação. Digo tudo isso do lugar de uma pessoa que não queria que Wolverine fosse simplesmente um “Spider-Man para adultos” (lê-se: com mais violência). Eu queria que ele encontrasse uma maneira própria de transformar tudo aquilo que faz o Logan ser o Logan em gameplay. Quando você tem um personagem tão diferente do Homem-Aranha, com um elenco tão grande de mutantes ao redor dele, parece um desperdício enorme fazer com que quase tudo funcione da mesma maneira. Desempenho, gráficos e ambientação Dito tudo isso, se tem uma coisa que Marvel’s Wolverine definitivamente não decepciona é no aspecto técnico. O jogo é bonito e entrega alguns momentos visualmente impressionantes, sobretudo pela destruição dos cenários. Basicamente, quase tudo pode ser destruído — paredes, objetos, trajes, estruturas — e eu amo isso. Como estamos falando de um personagem que resolve boa parte dos problemas na base da violência, faz muito sentido que o mundo ao redor dele também sofra as consequências. A variedade de ambientes também ajuda bastante. Wolverine passa por florestas, cidades pequenas e grandes e áreas internas de fábricas, mantendo uma paleta de cores que funciona bem para o tom mais sombrio da história. O uso de ray tracing também contribui para o resultado, especialmente em iluminação e reflexos. No geral, eu colocaria o game com gráficos no mesmo patamar de Marvel’s Spider-Man 2, com alguns momentos em que ele consegue entregar um resultado ainda melhor. Também cabe destacar que o jogo usa bem os features do PS5, tendo loadings praticamente instantâneos e feedback háptico do Dualsense ajudando a elevar a experiência, sobretudo nos momentos de tensão. Por isso, considero que, tecnicamente, o game é bem acertado. Wolverine destroi tudo – inclusice as próprias roupas de Logan Luiza M. Martins/TechTudo Agora, se tem uma coisa que não consigo elogiar da mesma maneira é a aparência de alguns dos personagens. Embora os modelos sejam bons em termos de textura, pêlos e pele, Logan é feio que dói para mim, e a design do personagem não ficou muito acertado – aqui, considerando a comunicação visual do modelo, uma vez que que a carinha de "bom moço" não me convenceu e que ele, especificamente, me parece um pouco desproporcional. A barba e o penteado também me incomodaram ao longo da narrativa, mas entendo que isso é bem particular. Também achei Jean Grey esquisita – mas suspeito que tenha sido por conta do cabelo. Eu não sei exatamente o que aconteceu com os cabelos das personagens femininas nesse jogo, mas praticamente todos eles me causaram estranhamento em termos visuais. Em alguns momentos, parece que as madeixas simplesmente não acompanham o restante da qualidade gráfica do personagem. Fora isso, os personagens funcionam bem durante as cenas, e as expressões conseguem transmitir as emoções necessárias. A dublagem também está muito boa. O destaque absoluto é Troy Baker como Nathaniel Essex, que está excelente no papel e consegue dar bastante personalidade ao personagem. Embora os modelos sejam bem-feitos e avançados, acredito que o design de Logan e Jean poderia ser melhor Luiza M. Martins/TechTudo Aliás, uma coisa que me deixa genuinamente confusa é a decisão da Insomniac de não traduzir alguns nomes próprios. Em português, temos Dentes de Sabre, mas os personagens insistem em falar “Sabretooth”. A mesma coisa acontece com Mística, que aqui é Mystique, e chega a ser cômico ouvir os dubladores torcendo a boca para falar. É um detalhe pequeno, claro, mas eu acho estranhíssimo você ter uma localização em português e, ao mesmo tempo, ouvir os personagens alternando entre nomes traduzidos e originais. Provavelmente, há razões comerciais para isso, mas o Dentes de Sabre está ali, gente. É só chamar o homem de Dentes de Sabre. Já em desempenho, joguei no PS5 base no modo desempenho (1080p e 60 fps) e tive alguns bugs leves durante a campanha. Nada que tenha destruído a experiência, mas foram problemas suficientes para perceber que o jogo ainda precisava de alguns ajustes. Tive, por exemplo, problemas de áudio atrasado em algumas cenas e, em uma delas, o áudio simplesmente desapareceu. Precisei fechar o jogo e abrir novamente para que tudo voltasse ao normal. Também encontrei personagens e armas voando. Felizmente, não tive nenhum crash e também não percebi quedas bruscas de framerate durante a minha experiência. Por isso, minha impressão é que boa parte desses problemas deve ser resolvida com atualizações posteriores. São bugs que me causaram algumas risadas, mas não chegaram a comprometer a minha campanha. Wolverine entrega alguns momentos visualmente impressionantes, como a parte no Japão Luiza M. Martins/TechTudo ⭐ Nota final Initial plugin text Saiba mais o
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iPhone Duo: Samsung e Motorola alfinetam Apple após lançamento


Após o lançamento do iPhone Duo, Samsung e Motorola recorreram às redes sociais para alfinetar a Apple nesta quarta-feira (9), quando a gigante de Cupertino apresentou a linha iPhone 18. No Instagram, a Samsung Canadá foi categórica ao publicar um vídeo com o Galaxy Z Fold 8 acompanhado da frase “A imitação é a melhor forma de elogio”. No X, o perfil da fabricante sul-coreana elevou o tom da provocação ao escrever “Avise-nos quando terminar de reaquecer nossas sobras”. A Motorola, por sua vez, foi ainda mais longe e publicou um vídeo que relembra sua trajetória no segmento de celulares dobráveis, destacando os anos de experiência da marca nesse mercado. A campanha termina com um spoiler sobre o futuro da linha Razr, em uma clara tentativa de reforçar seu pioneirismo no segmento e, ao mesmo tempo, provocar a Apple pela entrada tardia na categoria. 📱 Galaxy Z Fold 8: novo formato pode 'fisgar' quem nunca teve um dobrável 💰 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável ➡️ Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular Samsung e Motorola se unem em alfinetadas à Apple após a entrada da fabricante no mercado de celulares dobráveis Reprodução/Instagram 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Teclado do iPhone com bug; como conserto? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo A provocação da Samsung vai além do formato dobrável, já que a Apple apresentou o iPhone Duo no mesmo estilo “passaporte” adotado pela fabricante sul-coreana no Galaxy Z Fold 8, lançado em julho deste ano. A referência a “reaquecer nossas sobras” também pode ser interpretada como uma alfinetada à experiência acumulada pela Samsung no mercado de celulares dobráveis, iniciado pela marca em 2019, sete anos antes da entrada da Apple no segmento. Galaxy Z Fold 8: tudo o que mudou no novo celular da Samsung No caso da Motorola, o vídeo resgata alguns de seus lançamentos mais marcantes no mercado de celulares e é acompanhado da frase “O que eles chamam de novidade, nós chamamos de legado”. A mensagem reforça a tentativa da fabricante de destacar sua experiência com dispositivos dobráveis e, ao mesmo tempo, provocar a Apple ao evidenciar sua longa trajetória no segmento. A Motorola, porém, foi além das provocações e aproveitou a publicação para antecipar que novidades estão a caminho em sua linha de dobráveis. O anúncio ganhou ainda mais força com a aparição do que parece ser um modelo com formato de “passaporte” ao final do vídeo. Vale lembrar que a marca ainda não explorou esse design em seu portfólio, que conta com o Motorola Razr Fold no formato de livro, semelhante ao Galaxy Z Fold 8 Ultra. Initial plugin text Usuários entram na brincadeira após provocações das fabricantes As duas publicações da Samsung, somadas, já ultrapassam 26 mil comentários e provocaram reações diversas entre os usuários. Entre as mensagens, há quem tenha entrado na brincadeira, como o usuário que escreveu “Estagiário da Samsung se divertindo muito hoje”, enquanto outro admitiu: “Eu gosto da Apple, mas isso é meio engraçado”. Na publicação da Motorola, os comentários também destacam a trajetória da marca no segmento de celulares dobráveis. Uma usuária resgatou o clássico V3. “Estamos todos de acordo que o V3 foi o aparelho de celular mais bonito que já existiu?”, questionou. Em tom mais provocativo, outra aproveitou a ocasião para dar as boas-vindas à Apple: “Bem-vinda, @apple. A gente te ensina…”, alfinetou. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Com informações de Samsung (1, 2) e Motorola
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Melhor videogame portátil para comprar em setembro de 2026


Os videogames portáteis ganharam espaço entre quem busca jogar longe da TV sem abrir mão de uma boa experiência. Novos modelos estão entrando no radar dos jogadores, já que o mercado de consoles desse tipo aumenta cada vez mais, desde aparelhos de entrada que simulam jogos retrô até dispositivos topo de linha para quem quer ter uma experiência de alto desempenho, como em um PC Gamer. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Por isso, o TechTudo traz esta lista com os melhores videogames portáteis para comprar em setembro de 2026. Nesta seleção, o Trimui Smart Pro aparece como a opção mais barata, a partir de R$ 460, enquanto o ROG Xbox Ally X chega a R$ 8.329, ambos à venda na Shopee. A seguir, confira a lista completa, lembrando que os preços citados na matéria foram verificados em setembro de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Veja seis opções de consoles portáteis para comprar em setembro e jogar em qualquer lugar Mariana Saguias/TechTudo 🔎 Melhor videogame custo-benefício: 5 plataformas que valem a pena em 2026 Initial plugin text 📝Quais são os game sticks disponíveis no mercado? Confira no Fórum do TechTudo Melhor videogame portátil para comprar em setembro de 2026: Trimui Smart Pro — opção de entrada para quem quer jogar clássicos gastando pouco; Retroid Pocket 5 — indicado para quem busca mais desempenho em consoles como PS2 em um aparelho Android; Nintendo Switch 2 — escolha para quem quer jogar Mario, Zelda, Pokémon e outros títulos da marca; Steam Deck OLED — alternativa para quem busca jogos de PC com tela OLED e uma experiência mais próxima de console; Lenovo Legion Go S — modelo indicado para quem prioriza display de 8 polegadas e acesso a diferentes lojas de PC; ROG Ally X — opção para quem busca alto desempenho, 24 GB de RAM, SSD de 1 TB e integração com o ecossistema Xbox; Como escolhemos os melhores videogames portáteis? Para montar a lista, consideramos uma combinação de preço, desempenho, qualidade da tela, autonomia, ergonomia, sistema operacional, biblioteca de jogos e recursos de cada console. Também levamos em conta a presença dos aparelhos em marketplaces brasileiros e a percepção dos consumidores, priorizando produtos que apresentem boas avaliações quando há volume suficiente de opiniões. Outro ponto importante foi a reputação das fabricantes e a disponibilidade de assistência e suporte no Brasil. As análises especializadas também tiveram peso na escolha. No caso do Trimui Smart Pro, por exemplo, o review do Something New Reviews destaca a tela de 4,96 polegadas com resolução de 720p, bateria de 5.000 mAh e desempenho competente para emulação de consoles clássicos e PSP. Já o Retroid Pocket 5 foi analisado pelo Retro Handhelds, que destaca a tela OLED, ergonomia aprimorada e desempenho suficiente para emulação de PlayStation 2 (PS2) e alguns jogos de Switch. Também consideramos reviews e testes do próprio TechTudo, sempre que disponíveis. No caso do Nintendo Switch 2, a análise da publicação destaca a evolução da tela, dos Joy-Con 2, do desempenho e dos recursos do novo console, embora a autonomia continue sendo um ponto de atenção. A bateria oficial fica entre 2 e 6,5 horas, dependendo do jogo e das condições de uso. O que observar antes de comprar um videogame portátil? Antes de escolher um console portátil, vale observar principalmente: Desempenho: determina quais jogos podem ser executados e em qual qualidade. Tela: tamanho, resolução, tecnologia do painel, brilho, HDR e taxa de atualização influenciam diretamente a experiência. Sistema operacional: Windows oferece acesso a várias lojas de PC, enquanto sistemas próprios ou Linux podem proporcionar uma experiência mais simples. Bateria: consoles mais potentes normalmente consomem mais energia, especialmente em jogos AAA. Ergonomia: peso, formato, posição dos analógicos e gatilhos fazem diferença em sessões longas. Biblioteca: é importante verificar se o aparelho roda os jogos que você realmente pretende jogar. Armazenamento: jogos atuais ocupam bastante espaço, tornando SSD maior ou expansão por cartão uma vantagem. Portabilidade: tamanho e peso podem ser decisivos para quem pretende transportar o aparelho diariamente. Preço dos jogos: além do console, considere o custo da biblioteca, especialmente em plataformas como Nintendo e PC. Suporte e garantia: produtos importados podem ter preço menor, mas assistência e devolução podem ser mais complicadas. Qual é o melhor videogame portátil? Não existe um único videogame portátil que seja o melhor para todo mundo. A escolha depende do que cada jogador procura ao analisar um console desse tipo. O Trimui Smart Pro, por exemplo, é mais indicado para quem quer gastar pouco e prioriza jogos retrô, enquanto o Retroid Pocket 5 atende melhor quem busca emulação mais avançada em um aparelho Android compacto. Para quem quer uma experiência de PC, o Steam Deck OLED se destaca pelo SteamOS e pela tela OLED, enquanto o Lenovo Legion Go S oferece a flexibilidade do Windows. É importante ter em mente o que agrada mais ao seu estilo de jogo e o que buscar no mercado de portáteis. 1. Trimui Smart Pro — a partir de R$ 460 O Trimui Smart Pro é uma alternativa voltada principalmente para quem quer entrar no universo dos portáteis retrô sem gastar muito. Seu formato, inspirado no PlayStation Vita, combina tela IPS de 4,96 polegadas, resolução de 1280 x 720 pixels, dois analógicos e sistema baseado em Linux. O conjunto faz sentido para jogos de Mega Drive, Super Nintendo, Game Boy, PlayStation 1 e PSP, além de outros sistemas que funcionam por emulação. Trimui Smart Pro Reprodução / Trimui No review do Something New Reviews, o aparelho foi elogiado pela tela, construção e autonomia de aproximadamente cinco horas, além de apresentar desempenho satisfatório em PSP, incluindo títulos como God of War. A análise especializada aponta que consoles mais exigentes, como Nintendo 64 e Dreamcast, podem apresentar alguns engasgos dependendo do jogo. A principal vantagem do Smart Pro está justamente na relação entre preço e proposta: por R$ 460 na Shopee, ele custa uma fração dos portáteis de PC desta lista. Na varejista, o produto tem nota 4,9 de 5 estrelas, com muitos elogios à relação custo-benefício do aparelho, tendo em vista a sua qualidade geral por um baixo preço. Contudo, há críticas em relação aos analógicos do console, que podem apresentar drift em pouco tempo desde a compra. Prós: preço muito mais baixo que os demais modelos da lista; boa autonomia para a categoria; bom desempenho em consoles retrô e PSP; Contras: não é indicado para jogos modernos de PC; analógicos podem ser desconfortáveis em sessões longas e apresentar drift. 2. Retroid Pocket 5 — a partir de R$ 2.552 O Retroid Pocket 5 é indicado para quem quer ir além dos consoles retrô básicos, sem necessariamente comprar um portátil de PC. O aparelho utiliza Android e combina 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento com uma tela OLED, formando um conjunto interessante para quem gosta de emulação e jogos disponíveis na plataforma móvel. Retroid Pocket 5 Reprodução / Retroid Pocket Em suma, o formato também recebeu atenção no review do Retro Handhelds: o portal destaca que a ergonomia foi melhorada em relação ao Pocket 4 Pro, permitindo jogar por períodos mais longos sem o mesmo desconforto. Segundo o review, o chip Snapdragon 865 permite jogar títulos de PS2 e experimentar alguns jogos de Switch, embora seja necessário ajustar configurações e não seja correto esperar compatibilidade universal com a biblioteca do console da Nintendo. Por R$ 2.552 na Shopee, ele fica bem acima do Trimui, mas entrega uma experiência consideravelmente mais avançada para quem pretende emular plataformas mais pesadas. Até o momento de publicação desta matéria, ainda não há avaliações ou comentários por parte dos compradores da loja. Prós: tela OLED de ótima qualidade; Snapdragon 865 oferece desempenho elevado para Android; Contras: não é o Android portátil mais potente disponível; emulação de Nintendo Switch depende bastante do jogo e das configurações; armazenamento de 128 GB pode ficar limitado para bibliotecas grandes. 3. Nintendo Switch 2 — a partir de R$ 3.895 O Nintendo Switch 2 é a escolha mais indicada para quem quer um console tradicional com forte catálogo próprio e a possibilidade de jogar tanto na televisão quanto no modo portátil. O aparelho traz tela LCD de 7,9 polegadas, resolução Full HD, HDR10 e taxa de atualização de até 120 Hz, além de 256 GB de armazenamento interno. Além disso, os Joy-Con 2 ganharam conexão magnética, controles maiores e a possibilidade de funcionar como mouse em jogos compatíveis, enquanto o console também mantém a proposta híbrida que consagrou a geração anterior. Nintendo Switch 2 é o principal hibrido do mercado atualmente Mariana Saguias/TechTudo Na prática, o Switch 2 é especialmente interessante para quem pretende jogar franquias como Mario, Zelda, Pokémon, Mario Kart e outros títulos exclusivos da Nintendo, além de aproveitar a retrocompatibilidade com jogos do Switch original. A análise do console feita por Daniel Trefilio para o TechTudo destaca que a tela representa uma evolução clara, principalmente pela combinação de resolução Full HD, HDR e 120 Hz, enquanto a bateria é um dos pontos menos convincentes, com autonomia estimada entre 2 e 6,5 horas. Matematicamente falando, sim, o Nintendo Switch 2 vale a pena. O Switch 1 chegou ao Brasil oficialmente em 2020 custando R$ 2.999, e atualmente o valor corrigido pelo índice IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) seria aproximadamente R$ 4.360, então o preço de R$ 4.449, apesar de não ser barato, é condizente com a realidade para um lançamento de nova geração. O modelo aparece por R$ 3.895 na Shopee nesta seleção, com nota 5 estrelas na loja. Em geral, compradores costumam destacar a qualidade da tela, a evolução de desempenho e a versatilidade do aparelho. Porém, a biblioteca ainda pouco explorada e a autonomia de bateria se encaixam como os principais pontos negativos citados pelos usuários. Prós: tela Full HD de 7,9 polegadas com HDR e até 120 Hz; pode ser usado como portátil, tabletop ou console de TV; retrocompatibilidade com jogos do Switch original. Contras: autonomia de 2 a 6,5 horas, dependendo do jogo; jogos e acessórios da Nintendo costumam ter preços elevados; valor considerado alto para o console. 4. Steam Deck OLED — a partir de R$ 5.403 A versão OLED mantém a proposta do Steam Deck original, mas combina o conceito com uma tela OLED de 7,4 polegadas, resolução de 1280 x 800 pixels, HDR e taxa de atualização de até 90 Hz. O aparelho roda SteamOS, sistema baseado em Linux desenvolvido pela Valve, e por isso apresenta uma experiência mais próxima de um console tradicional do que portáteis Windows. É uma opção interessante para quem já possui uma biblioteca extensa na Steam e prefere praticidade a potência bruta. Segundo a Valve o Steam Deck OLED trará a mesma performance do modelo tradicional, mas há espaço para extrair mais potência Divulgação/Valve O display é um dos grandes diferenciais do modelo. Em sua análise, o IGN destaca justamente a tela OLED maior, o HDR e os 90 Hz como algumas das principais evoluções em relação ao Steam Deck original. A bateria recebeu melhorias graças à combinação do painel mais eficiente com uma bateria de 50 Wh, embora jogos pesados ainda possam consumir a carga rapidamente. Por R$ 5.403 na Shopee, o Steam Deck OLED passa a competir com portáteis Windows mais potentes, mas sua interface simplificada, boa otimização e integração com a Steam continuam sendo argumentos fortes. Na varejista, o console recebeu 5 estrelas na avaliação dos usuários, que estão satisfeitos com sua versatilidade, potência e conforto. Por outro lado, a fonte de carregamento que vem no padrão europeu pode necessitar de um adaptador para carregar o portátil. Prós: excelente tela OLED; SteamOS proporciona experiência próxima à de um console; grande biblioteca de jogos para PC; Contras: desempenho não é superior ao Steam Deck LCD; pesado em comparação com consoles portáteis tradicionais; preço elevado no Brasil; necessária atenção com a fonte no padrão europeu. 5. Lenovo Legion Go S — a partir de R$ 6.449 O Lenovo Legion Go S é uma alternativa voltada para quem quer um portátil de PC com tela ampla e liberdade para instalar diferentes lojas e aplicativos. Acompanhado de tela IPS de 8 polegadas, resolução de 1920 x 1200 pixels e taxa de atualização de até 120 Hz, além de Windows 11, a proposta do console é interessante para quem pretende usar Steam, Xbox Game Pass, Epic Games Store e outras plataformas no mesmo aparelho. Os controles também foram redesenhados em relação ao Legion Go original, buscando uma pegada mais confortável para longas sessões. Lenovo Legion Go S com Windows aposta em aparelho com vasta bibiioteca de jogos do PC Divulgação/Lenovo No review do SifterHQ, o Legion Go S recebeu críticas importantes justamente por sua experiência com Windows. O aparelho foi considerado confortável e teve sua tela elogiada, mas o sistema operacional apresentou problemas de interface, escala e navegação, exigindo ajustes para ficar mais adequado ao uso portátil. O review apontou desempenho inconsistente em jogos mais exigentes, com Clair Obscur: Expedition 33 apresentando quedas de quadros, glitches e stutters durante os testes. A bateria de 55,5 Wh merece atenção. Testes independentes encontraram pouco mais de duas horas em jogos exigentes, enquanto títulos mais leves e configurações econômicas conseguem aumentar consideravelmente a autonomia. A própria experiência do SifterHQ reforça que o portátil funciona melhor quando o usuário está disposto a realizar ajustes, sendo menos indicado para quem procura uma experiência imediatamente simples, semelhante à de um Nintendo Switch ou Steam Deck. Vendido a partir de R$ 6.649 na Magalu, o produto tem 5 estrelas de avaliação na loja, com elogios à potência, ao equipamento premium de ótima qualidade e ao custo-benefício criticado em comparação com os concorrentes. Até o momento, não há críticas ao produto na varejista. Prós: tela IPS grande de 8 polegadas; Windows permite acessar diferentes lojas de jogos; armazenamento SSD e suporte a microSD. Contras: Windows 11 ainda não é ideal para portáteis; experiência exige configurações e ajustes; bateria pode durar pouco em jogos pesados; preço elevado para o desempenho oferecido. 6. ROG Xbox Ally X — a partir de R$ 8.329 O ROG Xbox Ally X é o modelo mais avançado desta seleção e foi desenvolvido pela ASUS em parceria com a Microsoft para aproximar a experiência de um PC portátil do ecossistema Xbox. O aparelho utiliza o AMD Ryzen AI Z2 Extreme, acompanhado de 24 GB de memória RAM e SSD de 1 TB, além de tela Full HD de 7 polegadas com 120 Hz. O sistema Windows 11 foi adaptado com uma experiência em tela cheia inspirada no Xbox, permitindo acessar jogos de PC e serviços como o Game Pass. É o modelo mais indicado para quem quer potência e não se importa em pagar bastante por isso. ROG Xbox Ally X é o portátil de maior potência e desempenho bruto disponível no mercado Victor Bastos/TechTudo O grande diferencial do Ally X está no desempenho, mas o review do TechTudo, feito por Victor Bastos, faz uma ressalva importante: mesmo sendo um portátil muito promissor, a potência disponível nem sempre se traduz em ganhos proporcionais nos jogos. A análise da publicação aponta que o desempenho pode decepcionar em determinados cenários, especialmente quando comparado às expectativas criadas pelo hardware. Sobretudo, a bateria de 80 Wh é outro destaque: a ASUS promete até 2,7 horas em jogos AAA exigentes e até 9,9 horas em títulos leves, dependendo das condições de teste. É difícil esperar uma bateria satisfatória em um dispositivo tão pequeno. De todo modo, me decepcionei com o tempo de uso que consegui com o ROG Xbox Ally. Quando configurado para ser usado como um computador, sua bateria pode durar mais de 9h. Esse é um ponto importante para o comprador, já que o console custa R$ 8.329 na Shopee, sendo o mais caro desta seleção. No momento de publicação desta matéria, ainda não há avaliações sobre o produto na loja indicada. Prós: maior desempenho entre os modelos selecionados; Ryzen AI Z2 Extreme com Radeon 890M; 24 GB de RAM; SSD de 1 TB; Contras: É o console mais caro da lista; Windows ainda apresenta limitações em uma interface portátil; jogos AAA consomem rapidamente a bateria. Com informações de Shopee (1, 2, 3 e 4), Amazon, Magalu, Retro Handhealds, Something New Reviews, IGN e SIFTER Mais do TechTudo Veja aqui: MONITOR GAMER OLED BARATO? VEJA O SAMSUNG G5 OLED MONITOR GAMER OLED BARATO? VEJA O SAMSUNG G5 OLED Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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6 jogos tipo Red Dead Redemption 2, mas com histórias ainda melhores


Red Dead Redemption 2 conquistou jogadores com sua história sobre o fim do Velho Oeste, mas há outros games que podem agradar quem procura narrativas ainda mais marcantes. No PS4 e em outras plataformas, títulos como Red Dead Redemption, The Witcher 3: Wild Hunt e The Last of Us Parte 1 apresentam campanhas focadas em personagens e escolhas que influenciam a jornada. Pensando nisso, o TechTudo preparou uma lista com seis jogos para quem busca histórias tão boas ou melhores que a aventura de Arthur Morgan. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O game mais barato é God of War: Ragnarok, encontrado a partir de R$ 83 na Amazon, enquanto The Witcher 3: Wild Hunt - GOTY aparece como a opção mais cara, com preços a partir de R$ 299 na mesma varejista. Os valores foram consultados durante a apuração da matéria em setembro de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. A seguir, confira a seleção completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Conheça a história de Arthur Morgan, protagonista de Red Dead Redemption 2 Divulgação/Rockstar 🔎 10 jogos que tornaram a geração do PlayStation 3 a melhor da história Initial plugin text 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo 6 jogos tipo Red Dead Redemption 2, mas com histórias ainda melhores God of War: Ragnarok (PS4) - melhor jogo para quem gosta de games cinematográficos; Mass Effect: Legendary Edition (Xbox One) - remasteriza a trilogia inteira do Comandante Shepard com gráficos em 4K; The Last of Us Parte 1 (PS5) - melhor reconstrução visual, com gráficos refeitos para PS5, gameplay modernizado e recursos avançados de acessibilidade; Red Dead Redemption (PS4) - melhor para quem quer conhecer uma aventura clássica do Velho Oeste com uma história marcante; Cyberpunk 2077 (PS4) - ideal para quem curte RPG, narrativa e exploração de mundo aberto; The Witcher 3: Wild Hunt (PS4) - em tom medieval, é considerado um dos melhores RPGs da história. 1. God of War: Ragnarok (PS4) — a partir de R$ 83 God of War: Ragnarok, da Santa Monica Studio, conversa diretamente com jogadores que já conhecem a jornada de Kratos e curtem aventuras em terceira pessoa. Sequência direta de God of War (2018), o game coloca o jogador para enfrentar novamente deuses de Asgard, como Thor e Odin, em combates intensos que exigem domínio de diferentes armas e habilidades, enquanto acompanha uma narrativa sobre a relação entre pai e filho e a misteriosa origem de Atreus. Pai e filho devem lutar para impedir o apocalipse nórdico. God of War Ragnarok explora o fim do mundo segundo a mitologia nórdica Reprodução/Steam No review do TechTudo, o jogo foi elogiado pelo combate fluido, pelos personagens carismáticos e pelos gráficos incríveis. Para a autora Luiza M. Martins, o título é tão bom quanto o antecessor, mas é recomendável jogar o antecessor antes para compreender melhor a história. 🪓 Review: God of War Ragnarok equilibra enredo emocional e gameplay precisa Ragnarok alia o aprimoramento técnico com roteiro competente e entrega experiência madura, capaz de revisitar os games antigos e trazer nostalgia a um encerramento épico. God of War: Ragnarok está custando a partir de R$ 83 durante as ofertas 9.9 da Amazon, onde tem 4,9 estrelas de avaliação. Os usuários recomendam o título pela imersão e pela trilha sonora, além da maior variedade de inimigos para enfrentar ao longo da campanha, um dos maiores defeitos do primeiro game. Críticas mencionam apenas bugs ao longo da campanha, tal como o ritmo muito lento em certas partes. Prós: narrativa emocionante e muito bem desenvolvida; combate refinado, com grande variedade de habilidades; escopo maior. Contras: estrutura semelhante à de God of War (2018); é necessário jogar o primeiro título para compreender alguns pontos da história. 2. Mass Effect: Legendary Edition (Xbox One) — a partir de R$ 119 Mass Effect: Legendary Edition inclui os três primeiros jogos da saga com gráficos remasterizados em 4K Ultra HD, jogabilidade aprimorada e todas as DLCs inclusas. Ideal para fãs de RPGs longos, a coletânea acompanha a jornada do Comandante Shepard e sua tripulação pelo espaço sideral para salvar a galáxia da ameaça da raça de máquinas ultra-avançadas conhecida como Reapers, que extermina todas as civilizações a cada 50 mil anos para reiniciar o ciclo de evolução. Comandante Shepard em sua versão feminina em Mass Effect Legendary Edition Reprodução/Steam O game mistura ação, RPG e tiro em terceira pessoa, trazendo longas árvores de diálogo que permitem conhecer aliados e desenvolver romances. Ao longo dos três jogos, o usuário ergue um exército pelo universo para combater ameaças alienígenas, destaca a review do TechTudo, assinada por Erick Figueiredo. 🪐 Review de Mass Effect: Legendary Edition: jogo tem bons gráficos e enredo A jornada espacial do comandante Shepard em busca de uma forma de derrotar os Reapers continua tão boa quanto era no seu lançamento original. O pacote é ideal para quem gosta de uma narrativa cheia de reviravoltas e uma longa jornada pessoal. A edição está à venda por R$ 119 no Mercado Livre, mas há poucas avaliações. Em geral, nas plataformas de e-commerce, Mass Effect: Legendary Edition recebe elogios sobre as melhorias gráficas e a importação de saves entre os jogos da trilogia, que preserva as decisões e a aparência de Shepard. O principal ponto negativo apontado é a ausência de português. Prós: gráficos remasterizados em 4K Ultra HD; todas as DLCs dos três jogos inclusas; sistema de importação de saves entre os títulos. Contras: não tem localização em português. 3. The Last of Us Parte 1 (PS5) — a partir de R$ 158 Lançado em 2013 para PS3, The Last of Us fez tanto sucesso que ganhou uma versão remasterizada para PS4 e um remake para PS5 chamado The Last of Us Parte 1. Seguindo a mesma história da versão original, o título nos leva a um mundo pós-apocalíptico, em que a humanidade foi dizimada por um fungo que transforma pessoas em criaturas semelhantes a zumbis. Uma combinação de stealth, combate tático e criação de itens faz com que o jogo seja uma opção para quem prefere campanhas focadas na narrativa, assim como RDR2. The Last of Us Parte 1 traz um remake do aclamado game de ação do PlayStation 3 e PS4 para PC Reprodução/Steam A história segue o contrabandista Joel e Ellie, uma garota de 14 anos que pode ser a chave para a cura da infecção, enquanto eles lutam pela sobrevivência nos Estados Unidos. Ao longo da jornada, os dois constroem uma relação de pai e filha em meio a um mundo devastado por infectados. Na análise do TechTudo, por Diego Borges, The Last of Us (versão de 2013) já era elogiado por enredo, personagens e jogabilidade. 🧟 Review The Last of Us; confira a análise do TechTudo Com uma trama digna de uma obra literária e uma jogabilidade moldada em cima de uma dificuldade bem dosada, o título é um grande exemplo de que há jogos simplesmente marcantes. Durante as ofertas 9.9 da Amazon, The Last of Us Parte 1 está saindo por R$ 158. Avaliado com 4,9 pelos usuários, o jogo é muito exaltado pelo combate com várias possibilidades, excelente desenvolvimento dos personagens, além da evolução gráfica, tempos de carregamento rápidos e imersão do DualSense proporcionadas pelo PS5. O ponto negativo é a ausência do modo multiplayer clássico, conhecido como Facções (Factions). Prós: gráficos aprimorados; combate com várias possibilidades; imersão proporcionada pelo DualSense. Contras: ausência do modo multiplayer clássico, conhecido como Facções (Factions). 4. Red Dead Redemption (PS4) — a partir de R$ 161 Red Dead Redemption marcou o auge da Rockstar na criação de histórias robustas, mecânicas detalhadas e gráficos que definiram a era do PS3, mas foi relançado para PS4 em 2023. Combinando com quem gosta de campanhas individuais que duram dezenas de horas, o jogo oferece uma experiência cinematográfica do Velho Oeste, na qual os jogadores acompanham John Marston, um ex-fora da lei forçado a caçar os antigos membros de seu próprio bando após sua esposa e filho serem sequestrados pelo governo. 🐎 Esses são 8 jogos onde os vilões vencem no final; confira a lista Red Dead Redemption tem expansão de zumbis Undead Nightmare Reprodução/Steam Aspectos técnicos viriam a evoluir na sequência, Red Dead Redemption 2, como elementos imersivos, com liberdade para explorar cenários realistas a pé ou a cavalo. No entanto, a trama sobre redenção e lealdade é tão boa quanto e, na verdade, se passa cronologicamente depois. A mídia física conta com localização em português do Brasil e a expansão de zumbis Undead Nightmare. Dependendo de quanto tempo você dedica aos desafios opcionais, a campanha single-player tem entre 20 e 40 horas, explica a análise de Justin Calvert, do GameSpot, na época do lançamento, em 2010. Entre as várias atividades, ele menciona a caça, duelos, missões de captura e outras que afetam a honra do personagem. À venda na Amazon por R$ 161, onde tem nota de 4,9 estrelas, Red Dead Redemption tem como principais pontos positivos a história que leva o jogador a refletir e a trilha sonora típica de faroeste, segundo os consumidores. Em contrapartida, a ausência do mapa físico que vinha na versão original de PS3 e o limite de 30 fps no PS4 são alvos de críticas negativas. Prós: narrativa de faroeste; trilha sonora típica do gênero; expansão Undead Nightmare incluída. Contras: ausência do mapa físico original; limite de 30 fps no PS4. 5. Cyberpunk 2077 (PS4) — a partir de R$ 199 Em Cyberpunk 2077, o jogador assume o controle de V, um mercenário (ou mercenária) que tenta sobreviver após o roubo de um biochip dar errado e ter sua mente mesclada à do roqueiro-terrorista Johnny Silverhand, interpretado por Keanu Reeves. Esse universo reúne personagens marcantes, builds variadas e diversas atividades paralelas na cidade distópica de Night City. Após uma estreia conturbada, o game deu a volta por cima com a chegada da atualização 2.0 e também da expansão Phantom Liberty, vendida separadamente. Cyberpunk 2077 traz o ator Keanu Reeves como o roqueiro Johnny Silverhand Reprodução/Cyberpunk 2077 A análise de Felipe Vinha para o TechTudo no lançamento já destacava que Cyberpunk 2077 tinha um bom enredo, mas pecava em sua construção. Na época, o jogo estava repleto de bugs e problemas de renderização. Segundo ele, valia a pena ser jogado "pelo seu enredo, pela sua trilha sonora e pelas reflexões que, mesmo sem querer, acaba levantando". 🤖 Review de Cyberpunk 2077: jogo tem bom enredo em construção ruim 🌃 Cyberpunk 2077: Phantom Liberty finalmente traz a redenção do RPG; review A baixa quantidade de customizações decepciona, mas em contraste, a quantidade de finais possíveis agrada. Cyberpunk 2077 é definitivamente um game divertido, com campanha principal interessante e missões paralelas legais, mas que acabou prejudicado pela falta de polimento em sua versão final. Custando a partir de R$ 199 no Mercado Livre, a mídia física de PS4 é uma opção para os fãs de campanhas individuais longas. Na loja, os compradores avaliam o produto com nota 4,7 estrelas, elogiando a forma como a CD Projekt Red melhorou o jogo, além da imersão e da ambientação de Night City. Quase todas as reclamações aconteceram antes das correções publicadas pela desenvolvedora. Prós: Night City extremamente imersiva; expansão Phantom Liberty agrega bastante conteúdo; boa variedade de personagens e atividades. Contras: expansão Phantom Liberty é vendida separadamente; versão original teve problemas de desempenho e bugs. 6. The Witcher 3: Wild Hunt (PS4) — a partir de R$ 299 The Witcher 3: Complete Edition reúne o jogo base e todas as expansões e conteúdos adicionais lançados, incluindo Hearts of Stone e Blood and Wine, sendo a versão ideal para quem quer aproveitar um dos melhores RPGs de todos os tempos em sua completude. Geralt é um bruxo e caçador de monstros profissional que percorre O Continente em busca de sua filha adotiva, Ciri, cujo poder ancestral é alvo dos elfos espectrais da Caçada Selvagem. Tudo isso enquanto enfrenta monstros, cumpre contratos e se envolve em confusões. Siga a jornada de Geralt em The Witcher 3: Wild Hunt Reprodução/Steam O título entrega um mundo aberto cheio de detalhes e missões para o jogador completar no próprio ritmo, nos vilarejos e cidades de Velen e Novigrad, de acordo com a review do TechTudo, assinada por Felipe Vinha. ⚔️ Review The Witcher 3: Wild Hunt; confira a análise do TechTudo The Witcher 3: Wild Hunt mostra que a série, felizmente, evoluiu e amadureceu com seus fãs. Trata-se de um jogo verdadeiramente adulto, com muito o que se fazer e diversos momentos emocionantes. A história derradeira de Geralt de Rivia vai além do próprio bruxo e introduz a nova geração do panteão de The Witcher. A mídia física para PS4 está disponível por R$ 299 na Amazon. O produto conta com avaliação máxima de 4,6 estrelas na plataforma, em que os compradores elogiam as missões e finais alternativos do jogo e o mundo aberto repleto de desafios. Em contrapartida, as ressalvas apontam para um combate muito simples e bugs eventuais. Prós: narrativa magistral; missões variadas; mundo aberto rico; dublagem em português de qualidade. Contras: presença de bugs ocasionais; combate poderia ser mais complexo. Com informações de Shopee, Mercado Livre, Amazon, Magalu e GameSpot Mais do TechTudo 🎥 Veja aqui: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
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5 notebooks com 1 TB de SSD que não custam uma fortuna


Notebooks com 1 TB de armazenamento podem fazer diferença na rotina de quem trabalha com muitos documentos, instala programas pesados ou simplesmente prefere não precisar administrar arquivos por falta de espaço. Embora essa capacidade seja comum em modelos premium, é possível encontrar opções que não custam uma fortuna no mercado. Pensando nisso, o TechTudo reuniu modelos que oferecem bastante espaço para armazenar arquivos, aplicativos, fotos e vídeos, além de configurações voltadas para diferentes perfis de uso, como estudos, trabalho e multitarefa, sem pesar tanto no orçamento. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os modelos selecionados está o ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247, encontrado por valores a partir de R$ 4.263 no Mercado Livre. O notebook combina 16 GB de RAM, SSD de 1 TB e processador Intel Core i5-1334U, sendo a opção mais acessível da lista e uma alternativa para atividades de produtividade e uso cotidiano. Na outra ponta aparece o ASUS VivoBook S14 S3407CA-LY114W, disponível a partir de R$ 6.069 no mesmo site. O modelo traz processador Intel Core Ultra 5 225H, 16 GB de RAM e SSD de 1 TB, além de tela de 14 polegadas, formando uma configuração voltada a usuários que buscam desempenho e mobilidade. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de setembro de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Confira notebooks com 1 TB de SSD que não custam uma fortuna Rafaella Lobão/TechTudo 🔎 Qual é o melhor notebook: Dell ou Asus? Comparamos as marcas Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 📝 Existe notebook bom e barato por até 2.000 reais? Veja no Fórum TechTudo Notebooks com 1 TB de SSD que não custam uma fortuna ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 – opção para estudos e trabalho, com 16 GB de RAM e SSD de 1 TB para multitarefa e armazenamento Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P – alternativa para trabalho e estudos, com 16 GB de RAM e tela de 120 Hz para uma navegação mais fluida Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ – indicado para quem prefere uma tela maior, com painel IPS de 16 polegadas e SSD de 1 TB Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P – voltado a tarefas profissionais, com Core i7 e 16 GB de RAM para executar vários programas simultaneamente ASUS VivoBook S14 S3407CA-LY114W – opção compacta para quem busca mobilidade, com tela de 14 polegadas e Intel Core Ultra 5 1. ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 – a partir de R$ 4.263 O ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 é uma opção voltada a quem precisa de um notebook potente para estudos, trabalho e tarefas de escritório, especialmente pela combinação de 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB. O modelo tem tela de 15,6 polegadas com resolução Full HD e processador Intel Core i5-1334U, enquanto a placa de vídeo integrada Intel Iris Xe atende a atividades gráficas mais simples. Asus Vivobook 15 é bom? Preço e ficha técnica do notebook O conjunto inclui ainda sistema operacional Linux, enquanto a tela conta com painel IPS, taxa de atualização de 60 Hz, brilho de 250 nits e cobertura de 45% do padrão NTSC. O aparelho pesa cerca de 1,7 kg e traz webcam HD com escudo de privacidade, microfones integrados e alto-falantes com tecnologia SonicMaster. Para conectividade, oferece USB 2.0, duas USB 3.2, USB-C, HDMI, Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.1. A bateria tem 42 Wh, enquanto o carregador de 45 W mantém uma proposta relativamente compacta para transporte. A linha Vivobook 15 foi considerada pelo nosso time como uma alternativa adequada para trabalho, estudos e entretenimento, com desempenho voltado às tarefas cotidianas. A ficha técnica também destaca recursos como a dobradiça com abertura de até 180 graus, touchpad amplo, tratamento antibacteriano na construção e recursos de software da ASUS, como o GlideX. O ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 aparece por R$ 4.263 no Mercado Livre, onde acumula nota 4,9. Entre os comentários, os usuários elogiam principalmente a rapidez, o desempenho para trabalho e estudo, a construção e a autonomia considerada satisfatória. Por outro lado, alguns consumidores reclamam da versão com Linux, que pode exigir a instalação do Windows para utilizar determinados programas. Prós: 16 GB de RAM DDR4 para multitarefa; SSD NVMe de 1 TB; tela Full HD antirreflexiva; webcam com tampa de privacidade Contras: tela de 60 Hz, menos indicada para jogos; Linux pode deixar a desejar 2. Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P – a partir de R$ 5.099 O Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P é um notebook intermediário indicado para estudos, trabalho, navegação e multitarefa, principalmente para quem busca bastante espaço para arquivos e programas. O modelo combina Intel Core i5-1334U de 13ª geração, 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB, conjunto que favorece o uso simultâneo de diferentes aplicações e armazenamento de documentos, fotos e vídeos. A placa de vídeo Intel Iris Xe integrada atende a tarefas gráficas cotidianas, mas não é voltada a jogos pesados. Notebook Dell Inspiron 15 vale a pena? Veja preço e ficha técnica A tela de 15,6 polegadas tem resolução Full HD e 120 Hz, característica que deixa a navegação e as animações mais fluidas do que em painéis tradicionais de 60 Hz. O aparelho também pesa cerca de 1,6 kg e conta com teclado numérico, webcam HD, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e USB-C. Na ficha técnica, o TechTudo destaca a variedade de configurações do Inspiron 15, ressaltando que há versões mais simples e outras mais potentes; por isso, a escolha é importante para evitar pagar por um modelo que não atenda ao perfil de uso. O conjunto do Inspiron 15 ainda inclui Windows 11, bateria de 41 Wh e carregador de 65 W, além de HDMI, USB-A, USB-C, leitor de cartão SD e entrada para fones de ouvido. A webcam tem resolução de 720p e o teclado segue o padrão ABNT2 com numérico, recursos que complementam a proposta para trabalho e estudos. A ausência de placa de vídeo dedicada limita o desempenho em aplicações gráficas mais exigentes. O Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P aparece por R$ 5.099 na Amazon, com nota 4,5 entre os usuários. As avaliações positivas destacam velocidade, funcionamento silencioso, qualidade da tela, teclado confortável, inicialização rápida e boa experiência em tarefas de trabalho e estudo. Por outro lado, há casos pontuais de travamentos e falhas na ventoinha. Prós: 16 GB de RAM para multitarefa; SSD de 1 TB para armazenar arquivos e programas; tela Full HD de 120 Hz para maior fluidez; Wi-Fi 6 Contras: placa de vídeo integrada, menos indicada para jogos e softwares gráficos pesados 3. Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ — a partir de R$ 5.499 O Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ é voltado para quem procura um notebook para trabalho, estudos e criação de conteúdo, especialmente pela combinação de processador Intel Core Ultra 5 115U e 16 GB de RAM. A tela de 16 polegadas com resolução WUXGA oferece uma área maior para documentos, planilhas e navegação, enquanto os gráficos integrados Intel Graphics atendem tarefas visuais mais básicas. Review Acer Aspire 16: performance impressiona, mas bateria deixa a desejar Acer Aspire 16 - TechTudo Rafaella Lobão/TechTudo Nos nossos testes com uma versão alternativa da linha, o aparelho se mostrou competente para tarefas de produtividade, conseguindo lidar com várias abas do navegador e programas de edição de vídeo e áudio sem comprometer o desempenho. A construção fina, com 17,95 mm de espessura, também recebeu destaque, assim como o peso de 1,69 kg para um modelo com tela grande. O display tem painel LED, taxa de atualização de 60 Hz e tratamento antirreflexo, enquanto o teclado conta com numérico e o touchpad tem tamanho amplo. Notebook com foco no trabalho e na simplicidade tem um dos melhores custo-benefício entre seus concorrentes, mas a bateria pode deixar a desejar. O Acer Aspire 16 também oferece SSD de 1 TB, espaço suficiente para guardar uma quantidade considerável de documentos, programas e arquivos pessoais. Para conectividade, o notebook conta com duas USB-C com Thunderbolt 4, duas USB-A, HDMI e Wi-Fi 6E, conjunto que facilita a ligação de periféricos e monitores externos. O sistema Windows 11 Home inclui Microsoft Copilot, e o software AcerSense permite acompanhar o funcionamento do aparelho e selecionar diferentes modos de operação. O Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ aparece por R$ 5.499 na Amazon e tem nota 4,5. As avaliações destacam o desempenho para trabalho e estudos, a tela grande e a construção, com compradores relatando bom funcionamento durante o uso de várias abas e programas. Entre os pontos negativos mencionados estão o áudio considerado fraco, o teclado sem retroiluminação e a tela de 60 Hz, enquanto a placa gráfica integrada também limita o aparelho em jogos mais exigentes. Prós: 16 GB de RAM para multitarefa; SSD de 1 TB para arquivos e programas; tela WUXGA de 16 polegadas com touch screen; duas USB-C com Thunderbolt 4 Contras: tela de 60 Hz, pouco indicada para jogos competitivos; gráficos integrados com limitações em games pesados 4. Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P – a partir de R$ 5.999 O Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P é uma opção para quem procura um notebook para trabalho, estudos e multitarefa, com configuração capaz de lidar com diferentes programas abertos ao mesmo tempo. O modelo combina processador Intel Core i7-1355U de 13ª geração, 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB, oferecendo uma boa margem para atividades cotidianas e armazenamento de arquivos. A tela de 15,6 polegadas com resolução Full HD e taxa de 120 Hz favorece uma experiência mais fluida na navegação, enquanto a placa gráfica integrada Intel Iris Xe atende tarefas que não exigem uma GPU dedicada. O aparelho também conta com teclado numérico, webcam HD, Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.1, formando um conjunto versátil para o dia a dia. Em conectividade, o notebook oferece duas portas USB-A, uma USB-C, HDMI, leitor de cartão SD e entrada para fones de ouvido, permitindo conectar periféricos e acessórios sem depender tanto de adaptadores. O modelo pesa cerca de 1,65 kg e traz bateria de 54 Wh, capacidade maior que a encontrada em algumas configurações mais simples da família. Como ponto de atenção, a Intel Iris Xe continua sendo uma solução integrada, portanto o equipamento não é a escolha mais adequada para jogos pesados ou trabalhos profissionais que dependam de alto desempenho gráfico. O Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P aparece por R$ 5.999 na Amazon, com nota 4,5. As avaliações destacam principalmente a rapidez do notebook, o funcionamento eficiente em tarefas do dia a dia, a qualidade da tela, o teclado confortável e a inicialização rápida. Entre os relatos negativos sobre o aparelho, aparecem casos pontuais de travamentos e tela que apaga durante o uso. Prós: 16 GB de RAM para multitarefa; SSD de 1 TB para amplo armazenamento; tela Full HD de 120 Hz para maior fluidez; processador Core i7 de 13ª geração; bateria de 54 Wh Contras: placa de vídeo integrada, limitada para jogos e aplicações gráficas pesadas 5. ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY114W – a partir de R$ 6.069 O ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY114W é indicado para quem busca um notebook compacto, potente e preparado para produtividade, especialmente em estudos, trabalho, análise de dados e uso de vários programas simultaneamente. O modelo traz processador Intel Core Ultra 5 225H, 16 GB de memória RAM DDR5 e SSD NVMe de 1 TB, combinação que oferece bastante agilidade para tarefas cotidianas e espaço para arquivos e aplicativos. O aparelho tem tela de 14 polegadas com resolução Full HD, além de construção fina e leve, características que favorecem quem precisa transportar o computador com frequência. O conjunto também inclui teclado retroiluminado, reconhecimento facial e câmera com recursos voltados a videoconferências. Embora o modelo não tenha uma placa de vídeo dedicada, o processamento gráfico integrado atende bem a atividades de produtividade e pode lidar com tarefas de edição mais leves. Outro destaque é a bateria de 70 Wh, que proporciona uma boa capacidade energética para um notebook compacto, acompanhada de carregamento por USB-C. O modelo ainda oferece Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, HDMI 2.1, duas portas USB-A e duas USB-C. Por outro lado, a tela utiliza painel IPS e tem taxa de atualização de 60 Hz, ficando atrás de alternativas com maior frequência para quem prioriza jogos ou movimentos mais fluidos. O ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY114W aparece por R$ 6.069 no Mercado Livre, com nota 4,9 de 5 estrelas. Os usuários destacam principalmente a rapidez, leveza, autonomia da bateria, qualidade das câmeras e teclado retroiluminado. Entre os pontos negativos, aparecem uma avaliação que considera a tela apenas mediana e outra que demonstra preocupação com a resistência da porta USB-C usada para carregamento. Prós: processador Intel Core Ultra 5 225H para produtividade; 16 GB de RAM DDR5 para multitarefa; SSD de 1 TB; bateria de 70 Wh; construção compacta e leve; teclado retroiluminado e reconhecimento facial Contras: tela de 60 Hz, menos indicada para jogos; placa gráfica integrada, limitada para tarefas gráficas pesadas Com informações de Acer, Amazon, Asus, Dell e Mercado Livre Mais do TechTudo l 🎥 Assista: Asus Zenbook S14 (2026) é o melhor notebook ultrafino do mercado? Testamos! Asus Zenbook S14 (2026) é o melhor notebook ultrafino do mercado? Testamos! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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Marca Oster é boa? Conheça catálogo de produtos e veja se vale a pena


A Oster é uma marca confiável, com catálogo abrangente e longa presença no mercado brasileiro de eletrodomésticos. A fabricante conta com eletrodomésticos grandes, como coifas e fornos de embutir, além de aparelhos voltados ao preparo de alimentos, como liquidificadores, batedeiras, processadores e air fryers. O rol de equipamentos assinados pela marca também se destaca pela variedade de modelos e pela construção voltada ao uso frequente. Dentre todas as opções, a Oster se apresenta como uma alternativa consistente principalmente em eletroportáteis, segmento nos qual reúne diferentes modelos e recursos para atender a perfis variados de consumidores. A seguir, o TechTudo traz as principais características da marca, conheça seus diferenciais e veja quais são seus pontos fortes e limitações antes de escolher um produto. 🔎 Qual a melhor marca de air fryer? Veja guia e modelos à venda 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Oster é uma marca centenária com forte atuação no segmento de eletroportáteis Divulgação/Oster 1. A marca Oster é boa? A Oster é uma marca centenária, fundada por John Oster em 1924, nos Estados Unidos. De lá para cá, a fabricante ampliou sua atuação no mercado de eletrodomésticos e consolidou seu nome especialmente entre os eletroportáteis voltados ao preparo de alimentos. No Brasil, a marca é reconhecida principalmente por seus liquidificadores, air fryers, cafeteiras e batedeiras, com produtos que combinam diferentes níveis de potência, recursos e acabamento De modo geral, a Oster pode ser considerada uma boa marca para quem busca produtos com construção robusta, bom desempenho e variedade de recursos. Entretanto, seus modelos costumam ocupar faixas de preço mais elevadas que algumas concorrentes, fazendo com que a relação custo-benefício varie conforme o produto e o perfil de uso. Nesse cenário, vale conferir se os diferenciais do modelo pretendido realmente serão úteis no dia a dia e justificam o investimento adicional. A Oster é uma marca centenária, fundada por John Oster em 1924, nos Estados Unidos Oster/Cenário gerado com IA Segundo a própria fabricante, os produtos da Oster contam com certificação do Inmetro e garantia contratual de até 12 meses, conforme a categoria do aparelho. A empresa também declara manter uma rede de aproximadamente 970 assistências técnicas autorizadas distribuídas pelo Brasil. 2. Oster é confiável? Veja a reputação da marca Uma das formas mais sólidas de verificar a confiabilidade e a reputação de uma marca é analisar indicadores que mostrem como é sua relação com os consumidores no pós-venda. Nesse sentido, plataformas de reclamações podem ajudar a entender como a empresa responde às queixas, se busca solucionar os problemas apresentados e qual é a percepção dos clientes sobre o atendimento recebido. O Reclame Aqui é uma das plataformas mais respeitadas para esse fim. Por lá, a Oster aparece atualmente com reputação “Ótima”, respondendo 99,9% das reclamações, acmuladas entre março e agosto de 2026, e resolvendo 86,6% delas. Ainda que no período, existam 2.829 registros de insatisfação de clientes relacionados a algum serviço ou produto, após o posicionamento da empresa, 76,9% desses consumidores indicaram que voltariam a fazer negócio. Esse percentual é interessante porque mostra a intenção de recompra depois que a empresa teve a oportunidade de responder à reclamação David Valle/TechTudo Esse percentual é interessante porque mostra a intenção de recompra depois que a empresa teve a oportunidade de responder à reclamação. Ou seja, não mede apenas quantas queixas foram solucionadas, mas também se o atendimento foi suficiente para preservar a confiança do consumidor, mesmo com uma experiência ruim na bagagem. 3. Liquidificador Oster é bom? Desde que lançou o seu primeiro liquidificador, o Osterizer, na década de 40, esse eletroportátil é um dos carros chefes da Oster. Entre os principais destaques de seus liquidificadores estão a potência elevada e a construção robusta, com jarras resistentes e diferentes níveis de velocidade para lidar com preparos mais exigentes. Entre os recursos presentes nos liquidificadores Oster está o motor reversível, que faz as lâminas girarem nos dois sentidos, horário e anti-horário, ajudando no processamento dos ingredientes. Outro destaque é a tecnologia Titanium Blade, com lâminas de 7 cm revestidas em titânio e quatro níveis de corte para misturar, triturar, fatiar e moer diferentes ingredientes. A marca também oferece jarras com capacidades entre 1,25 e 3,3 litros, incluindo modelos fabricados em Tritan, material resistente a impactos, variações de temperatura e riscos. Entre os recursos presentes nos liquidificadores Oster está o motor reversível Reprodução/Amazon Ao todo, a fabricante oferece nove modelos em seu site oficial, distribuídos entre as linhas MAXI, voltada para grandes capacidades; Práticos, focada no desempenho para o dia a dia; Clássicos, que aposta em um design de inspiração vintage; e TECH, que reúne modelos com foco em inovação e tecnologia. Os preços dos liquidificadores variam de R$ 230 a R$ 1.000. 4. Air fryer Oster é boa? A air fryer é outro aparelho utilizado no preparo de alimentos que ocupa posição de destaque no catálogo da Oster. Os modelos seguem a proposta geral da marca, combinando construção robusta e recursos voltados a facilitar o preparo. Entre eles está a função “+ 5 minutos”, que permite estender rapidamente o tempo do ciclo sem precisar reprogramar o aparelho. Algumas opções também contam com grelhas com revestimento DiamondTech, camada antiaderente enriquecida com partículas de diamante. O catálogo inclui modelos tradicionais, com gaveta, e versões Oven, com capacidades entre 4,5 e 14 litros. Boa parte dos aparelhos também traz painel touch colorido com funções pré-programadas, ampliando as possibilidades de preparo. A air fryer é outro aparelho utilizado no preparo de alimentos que ocupa posição de destaque no catálogo da Oster Reprodução/Amazon 5. Cafeteira Oster é boa? Na categoria de cafeteiras, a Oster apresenta alternativas tanto para o preparo tradicional por filtro quanto para quem prefere café expresso. As cafeteiras elétricas aquecem a água na base e a conduzem por um tubo até o filtro, onde passa pelo pó antes de chegar à jarra. As capacidades variam de 0,75 a 1,5 litro, com rendimento de cerca de 19 a 36 xícaras. Entre os diferenciais estão base aquecida, jarra de inox, preparo de café gelado, programação e copos térmicos. A marca oferece nove modelos tradicionais, com preços entre R$ 149 e R$ 389. Já as cafeteiras expresso trabalham com pressão de 15 a 20 bar para forçar a passagem da água quente pelo café compactado no porta-filtro. , incluindo sistemas compatíveis com Nespresso, além de vaporizador de leite para preparar bebidas como cappuccinos e lattes. Há modelos compatíveis com pó, sachês e cápsulas Reprodução/Mercado Livre 6. Quais produtos da Oster mais se destacam? Como dito anteriormente, a Oster possui um catálogo variado de eletroportáteis. Confira, a seguir, um panorama geral para entender em quais categorias a marca se destaca mais, em termos de funcionalidades, preço e disponibilidade. Liquidificadores: um dos principais segmentos da Oster, com modelos de diferentes capacidades, potências e recursos, incluindo opções mais robustas e voltadas para preparos exigentes. No site oficial, são nove modelos disponíveis, com preços que variam de R$ 230 a R$ 1.000. Air fryers: reúne modelos tradicionais e versões Oven, com capacidades de 4,5 a 14 L e recursos como funções pré-programadas e painel touch. No site oficial, são sete modelos disponíveis por preços que partem de R$ 399 e podem chegar a R$ 899. Cafeteiras: oferece opções tradicionais e expresso, desde modelos mais simples até máquinas avançadas com moedor integrado e diferentes tecnologias de preparo, atendendo a diferentes perfis de uso. Ao todo, são 18 opções disponíveis, com preços que variam de R$ 150 a R$ 4.000. Batedeiras: atualmente conta com o modelo Batedeira Planetária Oster Bowl III, disponível na versão tradicional e Inox. Com potência de 850 W, 12 velocididades e capacidade de 4L, a batedeira pode ser encontrada por valores que partem de R$ 579. Fornos elétricos: a Oster oferece três opções na categoria, sendo duas delas modelos 2 em 1, que podem funcionar tanto como forno quanto como air fryer. A marca se destaca pelas capacidades elevadas, com aparelhos que chegam a 45 litros de espaço interno. Os preços variam de R$ 749 a R$ 999. Processadores: nessa categoria, a Oster também oferece opções que podem atender à necessidades mais básicas e orçamentos mais modestos, à modelos mais específicos como o Multiprocessador de Alimentos Black 7 em 1, que pode funcionar como um: liquidificador, triturador, misturador de massas, espremedor de frutas, emulsificador, ralador e fatiador. São 5 opções com preços variam de R$ 179 à R$ 479 Panelas elétricas: esse outro segmento de eletroportáteis em que a oster possui destaque. Apesar de oferecer apenas 5 modelos, é possível encontrar no catálogo panelas elétricas de: pressão, arroz e para fundue, com capacidades que iniciam em R$ 1,2 L e podem chegar a 5,7 L. Os preços variam de R$ 199 a R$ 999 Outros eletroportáteis: o catálogo também inclui produtos como moedores de café, chaleiras elétricas, sanduicheiras, grills, chaleiras, mixers, torradeiras, máquinas de waffle, e outros aparelhos para tarefas específicas. 7. Quais são os pontos positivos da Oster? Como pudemos ver, um dos principais pontos positivos da Oster está na qualidade de construção de seus produtos, com aparelhos que costumam apostar em estruturas mais robustas, materiais de boa resistência e acabamentos que transmitem uma maior sensação de durabilidade. Essa característica é especialmente relevante em eletroportáteis de uso frequente, enquanto o cuidado com o design também contribui para posicionar a marca como uma alternativa para quem valoriza produtos mais sofisticados e bem construídos. Outra vantagem geralmente oferecida pelos aparelhos da marca está relacionada ao desempenho. Independentemente da categoria, a Oster costuma disponibilizar alternativas para consumidores que necessitam de modelos com maior capacidade e potência, seja para preparar grandes quantidades de alimentos, seja para lidar com receitas que exigem mais do equipamento Divulgação/Oster Por fim, também podemos elencar entre os pontos positivos a variada oferta no segmento de eletroportáteis. A marca está presente em diferentes categorias, como liquidificadores, air fryers, cafeteiras, batedeiras, fornos elétricos, processadores e panelas elétricas, oferecendo opções com diferentes características, recursos e faixas de preço. Essa variedade facilita encontrar um produto adequado a diferentes necessidades e perfis de uso. 8. Quais são os pontos negativos da Oster? Ainda que possua destaques evidentes sob diversos aspectos, a marca não é perfeita e também apresenta algumas lacunas. Um dos principais pontos negativos está na faixa de preço. Embora os produtos de fato possuam características que podem justificar um investimento maior, os valores praticados pela Oster ficam, em diversos casos, acima dos cobrados por concorrentes que oferecem aparelhos com especificações semelhantes. Isso pode pesar especialmente para consumidores que priorizam o custo-benefício ou procuram um equipamento mais simples para o uso cotidiano. Outro ponto que merece atenção está relacionado ao pós-venda. Além dos registros de reclamações sobre defeitos nos produtos, o Reclame Aqui reúne queixas de consumidores envolvendo dificuldades com assistência técnica e disponibilidade de peças. Apesar do bons números da marca relacionados a solução de problemas, entre março e agosto de 2026, foram registradas 801 reclamações na categoria “Assistência técnica” e parte delas relacionadas a falta de peças. Embora esteja longe de representar a totalidade de experiência de clientes com a marca, o número é relevante o suficiente para ser levado em consideração antes de uma aquisição. Um dos principais pontos negativos está na faixa de preço Reprodução/Mercado Livre 9. Oster vale a pena? Assim como qualquer marca em qualquer segmento, a Oster faz mais sentido para determinados perfis de uso do que para outros. De forma geral, os produtos da marca costumam atender bem consumidores que buscam eletroportáteis com bom acabamento, construção robusta e recursos extras, especialmente em categorias como liquidificadores, air fryers e cafeteiras. Por outro lado, o preço mais elevado de parte do catálogo pode reduzir o custo-benefício para quem procura apenas um aparelho básico para o uso cotidiano. Por isso, a Oster vale a pena principalmente quando os diferenciais oferecidos pelo modelo escolhido, como maior potência, capacidade, recursos adicionais ou construção mais resistente, são realmente úteis para a rotina do consumidor e justificam o investimento adicional. A Oster vale a pena principalmente quando os diferenciais oferecidos pelo modelo escolhido Divulgação/Oster Dessa forma, se você busca produtos com maior durabilidade, uma boa estratégia é comparar os modelos da Oster com alternativas de concorrentes como Philips Walita, Electrolux, Britânia, Arno e Mondial. Ao analisar as fichas técnicas, é possível identificar semelhanças e diferenças entre os aparelhos e avaliar se o preço adicional cobrado pela Oster se traduz em benefícios Além disso, também vale observar comentários de compradores em páginas de varejistas dedicados aos produtos, review e registros no Reclame Aqui antes de tomar uma decisão. Com informações de Oster e ReclameAqui. Mais do TechTudo: Vídeo: Essa é a Air Fryer QUERIDINHA dessa BLACK FRIDAY! Essa é a Air Fryer QUERIDINHA dessa BLACK FRIDAY!
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Como usar milhas para comprar passagem? Veja dicas para viajar de graça


É possível acumular milhas para viajar de avião sem precisar esperar pela próxima viagem. Compras no supermercado, abastecimento do carro, compras no crédito, pedidos pela internet e até o pagamento de algumas contas podem render pontos que, depois, podem ser convertidos em milhas e usados para emitir passagens aéreas. Cartões de crédito, clubes de fidelidade e promoções de transferência também podem ajudar a aumentar o saldo. O processo, porém, exige atenção à validade das milhas, regras das promoções e à quantidade de pontos necessária para cada voo. A seguir, veja como começar a acumular milhas e quais estratégias podem ajudar a viajar pagando menos. 🔎 Cartão que acumula milhas: conheça 4 bancos digitais com o benefício 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Acumular milhas pode ajudar a economizar muito na compra de passagens aéreas; saiba mais Reprodução/Unsplash/JESHOOTS 📝MaxMilhas é confiável? Veja no Fórum TechTudo Índice Gastos do dia a dia podem acumular milhas Clubes de fidelidade que aumentam milhas Cartões de crédito com parcerias Comprar milhas em promoção Pagar contas em aplicativos Multiplique pontos Não deixe milhas vencerem: observe a data de vencimento Faça upgrade do seu plano de milhas 1. Gastos do dia a dia podem acumular milhas O primeiro passo para quem quer viajar com milhas é entender que não é necessário esperar pela próxima viagem de avião para começar a acumular. Em muitos casos, os gastos cotidianos podem gerar pontos em programas de fidelidade, principalmente quando realizados com cartões de crédito que oferecem esse benefício, ou em lojas parceiras de programas de pontos. Assim, compras de supermercado, farmácia, roupas, eletrônicos e outros produtos podem render pontuação. Uma compra pela internet, por exemplo, pode render mais pontos quando o consumidor acessa a loja por meio de um portal de parceiros com uma promoção ativa. Assim, quem já planejava comprar um celular pode aproveitar uma campanha que ofereça pontos extras por real gasto e transformar parte da compra em saldo para uma futura viagem. A dica é aproveitar o consumo que já aconteceria de qualquer maneira, em vez de criar despesas apenas para acumular pontos. Também vale conferir se uma determinada loja está oferecendo pontuação extra antes de realizar uma compra maior. Assim, uma despesa que está dentro do esperado pode contribuir para uma futura passagem sem exigir uma mudança radical no orçamento. 📱Como apagar o histórico do Nubank? Tudo o que você precisa saber sobre Gastos do cotidiano podem ser convertidos em milhas Adobe Stock 2. Clubes de fidelidade que aumentam milhas Os clubes de fidelidade funcionam como assinaturas: o consumidor paga uma mensalidade e recebe uma quantidade de pontos ou milhas, além de poder ter acesso a promoções e condições especiais. Os benefícios variam conforme o programa e o plano contratado. Entre os exemplos no Brasil estão o Clube Smiles, da GOL, o Clube LATAM Pass, da LATAM, e o Clube Azul, da Azul. Há ainda clubes de programas de pontos, como o Clube Livelo, que permite acumular pontos e, de acordo com as condições disponíveis, transferi-los para programas parceiros. A assinatura pode ser interessante para quem acumula com frequência e quer acelerar o saldo, mas não deve ser encarada automaticamente como um bom negócio. Antes de contratar, é importante comparar o preço da mensalidade com a quantidade de milhas recebida, verificar os benefícios extras e pensar em quanto tempo será necessário manter o plano para alcançar o seu objetivo. 📱Como esconder aplicativo de banco no celular? Confira o passo a passo Clubes de fidalidade como o Smiles, da GOL, dão acesso a milhas, promoções e condições especiais Reprodução/E-milhas.com 3. Cartões de crédito com parcerias O cartão de crédito pode ser uma das principais ferramentas para acumular pontos, mas não basta ter qualquer cartão: é preciso verificar se ele oferece um programa de recompensas, quantos pontos são gerados pelos gastos e para quais programas esses pontos podem ser transferidos. Há cartões que acumulam pontos em programas próprios do banco e outros que participam de plataformas de recompensas, como Livelo. Esses pontos podem, de acordo com as regras e parcerias vigentes, ser transferidos para programas de companhias aéreas, como Smiles, LATAM Pass e Azul. A pontuação também varia entre os cartões. Por exemplo, dois produtos: um que oferece um ponto a cada dólar gasto e outro que oferece dois. Para o mesmo volume de compras, o segundo pode gerar mais pontos. Isso não significa, porém, que ele seja automaticamente melhor, já que também é preciso considerar anuidade, benefícios e condições de uso. O ideal é escolher um cartão compatível com o próprio perfil de consumo e nunca aumentar os gastos apenas para ganhar mais pontos. O benefício perde o sentido se o consumidor acumular milhas, mas não conseguir pagar a fatura integralmente. 📱Quanto rende R$ 100 mil no Nubank? E no PicPay? Confira 5 bancos digitais Cartões de crédito são uma das principais maneiras de acumular pontos; é necessário usar uma opção que se adeque ao seu perfil Reprodução/Canva 4. Comprar milhas em promoção Também é possível comprar milhas diretamente dos programas de fidelidade. A estratégia pode ser interessante em determinadas promoções, principalmente quando o preço por milha fica mais baixo ou quando a compra oferece um bônus adicional. Por exemplo, imagine uma campanha que dê 50% de milhas extras. Quem comprar 10 mil milhas receberia outras 5 mil como bônus, chegando a 15 mil no total. O percentual e as condições, no entanto, dependem de cada promoção. Antes de comprar, é importante fazer as contas. Se a intenção é usar o saldo para emitir uma passagem específica, compare o custo das milhas com o preço do bilhete em dinheiro. Também confira o prazo de validade das milhas adquiridas e as regras da campanha. Comprar pontos sem ter um objetivo definido pode fazer com que o consumidor gaste dinheiro em um saldo que depois não será aproveitado. 📱Lista mostra bancos digitais com mais reclamações em 2025; confira 5. Pagar contas em aplicativos Alguns aplicativos e carteiras digitais permitem pagar boletos e contas usando cartão de crédito ou oferecem campanhas de recompensa. Dependendo do serviço e das condições disponíveis, isso pode ser mais uma forma de concentrar gastos e acumular pontos. Contas de água, luz, internet, telefone, condomínio e outros boletos são exemplos de despesas que podem entrar nessa estratégia. Se uma pessoa já precisa pagar R$ 500 em contas naquele mês, por exemplo, pode verificar se existe uma opção de pagamento que gere pontos sem acrescentar um custo que torne a operação desvantajosa. Esse último ponto é importante porque alguns serviços cobram tarifas pelo pagamento. Se a taxa for maior do que o benefício obtido com os pontos, a operação deixa de ser interessante. Além disso, pagar uma conta no cartão só para pontuar não vale a pena se isso resultar em juros por atraso ou parcelamento da fatura. 📱Chave de segurança do Bradesco: tudo o que você precisa saber sobre o recurso Em muitos casos, pagar contas com o cartão também é uma boa forma de acumulhar minhas Reprodução/Freepik 6. Multiplique pontos Os pontos acumulados no cartão ou em programas de recompensas podem valer mais quando transferidos durante uma promoção bonificada. Nesses períodos, o consumidor envia os pontos para um programa de fidelidade de uma companhia aérea e recebe um percentual adicional. Um exemplo simples: se uma promoção oferecer 80% de bônus, uma transferência de 10 mil pontos poderá resultar em 18 mil milhas. O bônus não sai do bolso do consumidor; ele é acrescentado pelo programa de acordo com as regras da campanha. Promoções desse tipo podem envolver programas como Livelo e companhias aéreas como Smiles, LATAM Pass e Azul. Mas é importante verificar as condições antes de transferir, já que pode haver exigência de cadastro prévio, período de permanência em clube ou outros critérios. Também não é recomendável transferir pontos automaticamente sempre que houver uma promoção. Se você ainda não sabe qual programa pretende usar ou não tem previsão de viagem, pode ser mais interessante manter os pontos onde estão até aparecer uma oportunidade adequada. 📱Nubank+ vale a pena? Tudo sobre o programa de benefícios do banco digital Ficar de olho em promoções também é uma boa tática, já que elas podem multiplicar seus pontos e proporcionar uma boa viagem de avião, com valores reduzidos Reprodução/Magnific 7. Não deixe milhas vencerem: observe a data de vencimento Acumular milhas e esquecer delas pode fazer o consumidor perder todo o saldo. Os pontos e as milhas têm prazos de validade que variam conforme o programa, a origem do saldo, o tipo de promoção e, em alguns casos, a categoria do cliente. Por isso, é importante consultar regularmente o extrato e observar as datas de vencimento. O prazo também pode ser diferente entre pontos que ainda estão no programa do cartão e milhas que já foram transferidas para uma companhia aérea. Bônus recebidos em promoções podem ter ainda outras condições. Por isso, não existe uma única regra de validade que possa ser aplicada a todas as milhas. Se a data de vencimento estiver próxima, o consumidor pode avaliar as opções disponíveis no próprio programa, como emitir uma passagem ou aproveitar outra forma de utilização permitida pelas regras. O importante é não deixar para conferir o saldo apenas quando ele já estiver perto de expirar. 8. Faça upgrade do seu plano de milhas Quem já participa de um clube de fidelidade pode encontrar planos superiores que oferecem uma quantidade maior de milhas mensais ou benefícios adicionais. Fazer o upgrade pode acelerar o acúmulo, mas também aumenta o valor pago todos os meses. Por exemplo, um clube tem um plano básico que oferece uma determinada quantidade de milhas e uma opção superior que entrega mais pontos, além de condições especiais em promoções. Se a diferença de preço for pequena e o consumidor estiver planejando uma viagem, o segundo plano pode ajudar a atingir a meta mais rápido. Por isso, antes de mudar de plano, compare o preço das mensalidades, a quantidade de milhas recebida e os benefícios adicionais. Também confira se existe período mínimo de permanência ou alguma condição para aproveitar as vantagens. Mais importante do que acumular o maior número possível de milhas, é ter uma estratégia para usá-las. O consumidor pode começar pelos gastos que já fazem parte do orçamento, aproveitar promoções quando elas realmente forem vantajosas e acompanhar a validade do saldo. Dessa forma, os pontos acumulados ao longo do tempo podem ajudar a reduzir, consideravelmente, o custo de uma próxima viagem. Com informações de Santander e Nomad Mais do TechTudo 🎥Veja também: Como proteger seu Pix de golpes: passo a passo da proteção Como proteger seu Pix de golpes: passo a passo da proteção
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EA FC 27 vai ter Brasileirão? Saiba ligas, times e estádios licenciados


Botafogo e Bahia serão os dois times brasileiros licenciados no EA Sports FC 27, com jogadores reais disponíveis no novo game da Electronic Arts. Além das equipes do Brasileirão, o jogo terá mais de 21 mil atletas, 800 clubes e seleções nacionais e 35 ligas licenciadas. Entre as principais novidades estão o retorno do Campeonato Mexicano (Liga MX) e da Lazio, ambos com escudos e uniformes oficiais, além de novas parcerias com Aston Villa e Liverpool. O título também contará com três novos estádios e outros cinco atualizados, totalizando 140 palcos da vida real escaneados para dentro do jogo. O EA Sports FC 27 tem lançamento previsto para 25 de setembro no PS5, PS4, Xbox Series X, Xbox Series S, Xbox One, Nintendo Switch 2, Nintendo Switch e PC, enquanto compradores da pré-venda terão acesso antecipado a partir do dia 18. Veja, a seguir, todas as ligas, times e estádios licenciados no EA Sports FC 27 e mais detalhes sobre o novo jogo. 👉 EA FC 27: The Grounds vai substituir o Clubs? Conheça o modo mundo aberto ⚽ Ultimate Team ajusta DMEs e Evoluções, mas com poucas mudanças Paulo Dybala no EA Sports FC 27 Divulgação/Electronic Arts 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo EA FC 27: veja todas as ligas, times e estádios licenciados no novo jogo Quais ligas estarão no EA FC 27? Novos times licenciados chegam ao EA FC 27 Vai ter Brasileirão no EA FC? Três estádios novos e outros cinco atualizados 1. Quais ligas estarão no EA FC 27? As licenças de ligas e torneios do EA FC 27, como de costume, não sofrerão grandes alterações em relação ao seu antecessor. Para o próximo jogo, a Electronic Arts investiu apenas na adição do Campeonato Mexicano, um dos mais pedidos pela comunidade, e que estava de fora da franquia há algumas temporadas. A Liga MX volta a integrar a série com os 18 clubes oficialmente licenciados, equipamentos, jogadores e apresentação oficial da competição. Anteriormente, o torneio sequer aparecia no game, nem mesmo com os clubes genéricos, enquanto os atletas que tinham licença para estar no jogo apareciam como “Passes Livres”, ou seja, sem time. Os principais campeonatos do futebol europeu seguem com suas licenças: a Premier League e a Bundesliga contam com todos os times totalmente licenciados, atletas, estádios, patrocínios e pacotes de transmissão — bem como nas divisões inferiores; a La Liga é um caso semelhante, mas sem a presença do Camp Nou, estádio do Barcelona, exclusivo do eFootball; já a Ligue 1 possui todos os times, jogadores e transmissão, mas com só alguns estádios; e a Serie A tem algumas equipes genéricas e poucos estádios oficiais, mas conta com o pacote de transmissão. MLS, ligas Saudita, Turca e Argentina, e os principais torneios femininos também estarão licenciados no FC 27. Torneios como a Champions League, Europa League, Conference League, Sul-Americana, bem como o modo da Copa do Mundo (World’s Game), seguem 100% oficiais e jogáveis. Todas as ligas do EA FC 27 Reprodução 2. Novos times licenciados chegam ao EA FC 27 A chegada do Campeonato Mexicano ao EA Sports FC 27 representa 18 novos clubes oficiais dentro do game, com seus escudos, uniformes e jogadores reais. Entre eles estão alguns famosos como Tigres, América, Chivas, Monterrey e Pachuca, que possuem atletas brasileiros ou conhecidos do público BR nos seus elencos. A ‘única atualização’ em relação a novos clubes licenciados para o EA Sports FC 27 é a presença da Lazio, da Itália. Até o FC 26, o clube da capital italiana aparecia de forma genérica, sem escudo e uniformes oficiais, bem como não tinha o Estádio Olímpico (e seguirá sem ele). Por outro lado, a franquia segue sem três importantes times da Serie A de forma licenciada: Internazionale, Milan e Atalanta. As três equipes possuem acordo de exclusividade com o eFootball e, por isso, aparecem totalmente genéricos dentro do simulador da EA — só os atletas são os reais. De acordo com a desenvolvedora, são mais de 800 clubes e seleções nacionais licenciados no EA FC 27. Bayern x Manchester City no EA FC 27 Divulgação/Electronic Arts 3. Vai ter Brasileirão no EA FC? A resposta simples é ‘sim’, mas não como gostaríamos. Assim como nas últimas edições, o Campeonato Brasileiro vai aparecer no EA FC 27, com a imensa maioria dos clubes da primeira divisão, seus escudos e uniformes oficiais. O problema, na verdade, está na licença dos jogadores, que, devido a uma complexidade nos direitos de imagem dos atletas, requer uma negociação maior por parte das desenvolvedoras. O novo jogo, entretanto, terá uma grande novidade e bastante animadora: a presença dos elencos oficiais e completos de Bahia e Botafogo — eles já tinham aparecido no EA FC Mobile neste ano, e agora são adicionados também ao game principal da franquia. Será possível encontrar e contratar jogadores desses times no Modo Carreira, bem como usá-los no Ultimate Team, ou jogar com os clubes em Amistosos e Temporadas Online. Atletas de Bahia e Botafogo tem notas reveladas no EA FC 27 Divulgação/Bahia/EA Sports 4. Três estádios novos e outros cinco atualizados A EA adicionou três novos estádios para o simulador de futebol: Stade Louis II (AS Monaco), Estadio Carlos Tartiere (Real Oviedo) e o Estádio Municipal do Legia Varsóvia-POL. O Estádio Louis II foi mencionado como possível presença no jogo, após aparecer como um dos easter eggs na capa da Edição Padrão do EA Sports FC 27. Já o Estádio Carlos Tartière aparece devido à promoção do Real Oviedo à LaLiga, enquanto o Estádio Wojska Polskiego é a casa do Legia Varsóvia, um dos clubes parceiros da EA. Outros cinco palcos receberam um update gráfico para o FC 27, com melhorias e mudanças que refletem a vida real, são eles: HPArena (VfB Stuttgart), Emirates Stadium (Arsenal), MKM Stadium (Hull City), CBS Arena (Coventry City) e Portman Road (Ipswich Town). Os três últimos, aliás, são novidades da Premier League para esta temporada, após os clubes serem promovidos à elite do futebol inglês. Como mencionado anteriormente, o EA Sports FC 27 contará com 140 estádios oficiais, um aumento em relação às edições anteriores do jogo, já que o EA Sports FC 26 possuía cerca de 120 estádios. Stade Louis II, do Monaco, no EA FC 27 Divulgação/Electronic Arts Com informações de Soccer Gaming e Electronic Arts Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!
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Como usar o Muse Voice Transcribe, IA que transcreve reuniões ao vivo


O Muse Voice Transcribe é uma inteligência artificial que transcreve reuniões ao vivo em tempo real, identifica automaticamente quem está falando e organiza tudo em um texto pronto para consulta. A ferramenta funciona tanto em encontros com várias pessoas, quanto em ligações de vendas, atendimento ao cliente e auxilia até em áudios do WhatsApp, o que a torna útil para times comerciais, suporte e profissionais que lidam com muitas conversas por dia. Além de registrar falas, a IA também ajuda a identificar decisões tomadas durante uma reunião, facilitando o acompanhamento de tarefas. Neste guia, o TechTudo mostra um passo a passo de como usar o Muse Voice Transcribe em reuniões, vendas e atendimento, além de saber se a ferramenta é gratuita, quão precisa é a transcrição, se traduz conversas automaticamente e quais cuidados tomar ao usá-la em reuniões de trabalho. Veja aqui. 🔎 IA que resume PDF: veja 5 ferramentas gratuitas que vão facilitar sua vida 🔔Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora 🔎 IA que resume vídeos: 5 ferramentas gratuitas para usar agora Muse Voice Transcribe, da Meta, usa IA para transcrever reuniões e conversas em tempo real Imagem gerada por IA/OpenAI 📝 Como a Inteligência Artificial é implementada em chatbots? Confira no Fórum do TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Índice O que é o Muse Voice Transcribe? Como funciona a transcrição em tempo real? Como a IA identifica quem está falando? Muse Voice Transcribe consegue transcrever reuniões com várias pessoas? Como usar o Muse Voice Transcribe em uma reunião? Como usar a IA para registrar decisões de uma reunião Como usar o Muse Voice Transcribe em ligações de vendas Como usar a ferramenta no atendimento ao cliente Como transcrever áudios do WhatsApp com a IA Muse Voice Transcribe traduz conversas? Qual é a precisão da transcrição? Muse Voice Transcribe é gratuito? Quais são as limitações da IA? É seguro usar a IA em reuniões de trabalho? Vale a pena usar o Muse Voice Transcribe? 1. O que é o Muse Voice Transcribe? O Muse Voice Transcribe é um modelo de inteligência artificial da Meta que transcreve áudio em tempo real. Lançado em 1º de setembro de 2026 pela Meta, ele reúne em um único sistema três funções que normalmente exigem ferramentas separadas: reconhecimento automático da fala, identificação de quem está falando e detecção do momento em que uma frase termina, permitindo assim, acompanhar uma conversa do início ao fim sem processamento extra depois da gravação. O modelo atual consegue identificar mais de 20 pessoas diferentes em uma mesma gravação, o que o torna útil em reuniões com muitos participantes. Ele foi treinado em mais de 70 idiomas, com 25 deles validados de forma mais rigorosa, lidando bem até com falantes que alternam entre línguas na mesma frase. Por enquanto, a ferramenta está disponível pelo aplicativo Meta AI para Mac, além de poder ser acessada por desenvolvedores via API da Meta e pelo Muse Code. Teste de transcrição no site oficial da Meta Diedrich Bader/TechTudo Chagas AI: saiba usar IA para tirar dúvidas médicas, criar resumos e mais 2. Como funciona a transcrição em tempo real? O Muse Voice Transcribe processa o áudio em pequenos pedaços de 80 milissegundos, o equivalente a cerca de 12,5 fragmentos por segundo. Cada um desses trechos é transformado em uma espécie de código que a IA analisa na sequência, decidindo, a cada fragmento, se já tem informação suficiente para escrever uma palavra ou se precisa esperar pelo próximo pedaço de áudio para entender melhor o contexto. Essa é a diferença em relação a outras ferramentas de transcrição ao vivo, que costumam usar um tempo de espera fixo entre a fala e a exibição do texto, obrigando a escolher entre velocidade e precisão. O Muse Voice Transcribe ajusta esse intervalo palavra por palavra. Teermos simples e comuns aparecem na tela quase instantaneamente, enquanto palavras ambíguas ou difíceis de entender levam um pouco mais de tempo, já que a IA aguarda mais contexto antes de decidir o que foi dito. Quando a pessoa para de falar, o sistema identifica esse silêncio e libera na tela qualquer trecho de texto que ainda estivesse retido. 3 melhores inteligências artificiais para criar e editar vídeos 3. Como a IA identifica quem está falando? Além de transcrever o que é dito, o Muse Voice Transcribe também executa a chamada “diarização”, que é o processo de separar as falas de uma gravação e indicar qual trecho pertence a cada participante. Essa identificação acontece dentro do mesmo modelo que faz a transcrição, sem precisar de um sistema separado nem de um processamento extra depois que a conversa termina, o que permite que o texto já saia organizado por falante enquanto a reunião ainda está acontecendo. O diferencial da ferramenta é conseguir manter essa separação mesmo em gravações longas, de mais de uma hora, e com muitas pessoas participando ao mesmo tempo. Segundo a informações da Meta, o modelo apresenta uma taxa de erro de cerca de 17,5% em testes de diarização, um índice considerado baixo para esse tipo de tarefa em tempo real. Isso significa que, mesmo em conversas mais movimentadas, com pessoas se interrompendo ou falando em sequência rápida, a IA consegue indicar com boa precisão quem disse cada trecho da conversa. Muse Voice Transcribe separa locutores com só 17,5% de erro, sendo ideal para reuniões Reprodução/Meta Notion AI: para que serve e como usar inteligência artificial no site 4. Muse Voice Transcribe consegue transcrever reuniões com várias pessoas? Um dos principais diferenciais do Muse Voice Transcribe é justamente a capacidade de separar mais de 20 vozes diferentes dentro da mesma gravação, algo que costuma ser um desafio para a maioria dos sistemas de transcrição. Reuniões com muitos participantes falando ao mesmo tempo, se sobrepondo ou se revezando rapidamente na conversa costumam gerar transcrições confusas em outras ferramentas, mas o modelo da Meta foi desenvolvido justamente para lidar com esse tipo de cenário. Isso é possível porque a diarização acontece dentro do próprio modelo, em tempo real, sem precisar de um processamento posterior para organizar as vozes. Assim, mesmo em gravações longas, de mais de uma hora, o Muse Voice Transcribe consegue manter a consistência na identificação de cada participante do início ao fim da reunião. Isso o torna especialmente útil para encontros corporativos, aulas e outras situações em que várias pessoas conversam ao mesmo tempo. Gamma.app: site cria slides com inteligência artificial; saiba usar 5. Como usar o Muse Voice Transcribe em uma reunião? Por enquanto, o acesso mais simples ao Muse Voice Transcribe é pelo aplicativo Meta AI para Mac, que já usa o modelo para alimentar a função de ditado do sistema. Sendo assim: Abra o aplicativo Meta AI no Mac: certifique-se de que a função de ditado esteja ativada; Segure a tecla Fn para ativar a transcrição em qualquer aplicativo aberto no computador: isso inclui plataformas de videochamada como Zoom, Google Meet ou Teams; Inicie a reunião normalmente: a IA passa a converter a fala em texto automaticamente, sem exigir nenhuma configuração adicional durante a conversa; Acompanhe o texto em tempo real: já organizado por participante graças à diarização feita pelo modelo; Finalize a transcrição: ao encerrar a reunião, o usuário terá acesso ao texto completo, que pode ser copiado, editado ou salvo para consulta posterior. Para empresas e desenvolvedores que queiram integrar a ferramenta a sistemas próprios, como plataformas internas de videoconferência, o Muse Voice Transcribe também pode ser acessado pela API da Meta, com cobrança por minuto de áudio processado. 5 inteligências artificiais que você ainda não conhece, mas deveria testar 6. Como usar a IA para registrar decisões de uma reunião A transcrição gerada pela IA pode acabar funcionando como uma espécie de ata de uma reunião. Com o usuário revisando o texto logo depois do encontro, enquanto o contexto ainda está fresco, podem-se destacar os trechos em que decisões foram tomadas, por exemplo. A divisão por falante ainda ajuda nesse processo, já que permite identificar com clareza quem propôs cada ideia e quem confirmou ou aprovou determinado ponto. A partir daí, os trechos relevantes podem ser copiados para uma ferramenta de anotações, uma planilha ou gerenciador de tarefas. Outra opção é combinar a transcrição com uma IA de texto, como um chatbot, pedindo um resumo das principais decisões e pendências com base no conteúdo gerado. Mesmo sem um recurso automático de resumo, a transcrição em tempo real já ajuda a evitar que informações importantes se percam por falta de anotações durante a reunião. Prompt Seen: veja site com comandos prontos para criar fotos de IA 7. Como usar o Muse Voice Transcribe em ligações de vendas Em ligações comerciais, o Muse Voice Transcribe pode ser usado para transformar a conversa com o cliente em texto em tempo real, sem que o vendedor precise interromper o atendimento para fazer anotações. Basta manter a transcrição ativa durante a chamada para que cada fala fique registrada e já separada entre vendedor e cliente, graças à identificação automática de quem está falando. Esse registro facilita o acompanhamento de negociações que envolvem várias etapas, como valores discutidos, prazos, objeções levantadas pelo cliente e condições de pagamento combinadas ao longo da ligação. Em vez de depender da memória ou de anotações feitas às pressas, o vendedor pode voltar ao texto completo da conversa para confirmar detalhes antes de fechar um pedido ou repassar informações para outras equipes, como suporte e financeiro. Para times comerciais que recebem muitas ligações por dia, isso tudo ainda ajuda a manter um histórico organizado de cada cliente, reduzindo o risco de promessas feitas na conversa serem esquecidas ou mal interpretadas depois. Testamos 3 IAs que organizam seus gastos: vale a pena trocar a planilha? 8. Como usar a ferramenta no atendimento ao cliente Para atendimento ao cliente, o Muse Voice Transcribe pode ser integrado a centrais de suporte para transformar cada ligação em um registro de texto completo, separado automaticamente entre atendente e cliente. Isso permite que as equipes usem a transcrição não apenas para consultar o que foi dito depois da chamada, mas também para analisar padrões de atendimento e identificar pontos de melhoria. Alguns usos possíveis da ferramenta nesse contexto incluem: Registro automático de chamadas: cada ligação é transcrita em tempo real, eliminando a necessidade de o atendente digitar resumos manuais durante ou após o atendimento; Consulta rápida ao histórico: em caso de reclamações ou dúvidas recorrentes, é possível voltar ao texto exato da conversa para verificar o que foi combinado ou informado ao cliente; Análise de qualidade: supervisores podem revisar as transcrições para avaliar se os atendentes seguiram o script correto ou trataram o cliente de forma adequada; Identificação de problemas recorrentes: ao analisar várias transcrições, é possível perceber queixas que se repetem entre diferentes clientes, ajudando a apontar falhas em produtos ou processos; Treinamento de equipes: chamadas transcritas podem servir de exemplo, tanto positivo quanto negativo, para treinar novos atendentes sem depender de gravações de áudio inteiras. 9. Como transcrever áudios do WhatsApp com a IA Até o momento, o Muse Voice Transcribe não tem uma integração oficial e direta com o WhatsApp. A Meta ainda não lançou essa função dentro do próprio aplicativo de mensagens, embora ambos pertençam à empresa. Isso significa que não é possível, por enquanto, encaminhar um áudio recebido no ‘Zap’ diretamente para o modelo e transcrever automaticamente dentro do próprio app. Ainda assim, dá para usar a tecnologia de forma indireta em quem tem um Mac. Basta reproduzir o áudio do WhatsApp Web ou do aplicativo no computador com a transcrição do Meta AI ativada (segurando a tecla Fn), fazendo com que a IA capture o som tocado e converta a fala em texto em tempo real. Vale lembrar que o próprio WhatsApp já conta com uma função nativa de transcrição de mensagens de voz, processada diretamente no aparelho, mas essa ferramenta é separada do Muse Voice Transcribe e não usa a tecnologia da Meta Superintelligence Labs. Prompt Lyra: conheça o comando viral que faz IA te responder perfeitamente 10. Muse Voice Transcribe traduz conversas? O Muse Voice Transcribe não tem exatamente como função traduzir conversas. A IA foi treinada em mais de 70 idiomas, sendo 25 deles validados de forma mais rigorosa antes do lançamento, mas a função principal do modelo é transcrever a fala no mesmo idioma em que ela foi dita, e não traduzir a conversa para outra língua. Ou seja, se alguém fala em português, o texto gerado também sairá em português. O que o modelo faz muito bem é lidar com o chamado code-switching, quando uma pessoa alterna entre idiomas diferentes dentro da mesma frase ou conversa, algo comum entre falantes bilíngues. Nesses casos, o Muse Voice Transcribe consegue reconhecer a troca de idioma sem perder a precisão da transcrição, mantendo cada trecho no idioma em que foi realmente falado. Para quem precisa de uma tradução, é necessário usar o texto transcrito em outra ferramenta separada, já que essa não é uma função nativa do Muse Voice Transcribe. Dreamina: saiba como usar IA para criar imagens de graça 11. Qual é a precisão da transcrição? Segundo dados divulgados pela própria Meta, o Muse Voice Transcribe apresenta uma taxa de erro de cerca de 3,1% em testes de transcrição, um índice considerado baixo para um modelo que funciona em tempo real. A empresa também informa que o tempo de resposta do modelo é de aproximadamente 0,16 segundo, ou seja, o intervalo entre a fala e a exibição do texto na tela é praticamente instantâneo. Vale destacar que esses números vêm de benchmarks internos da própria Meta, o que significa que o desempenho pode variar dependendo do idioma, do ambiente (com mais ou menos ruído) e da qualidade do áudio captado durante a conversa. Muitos e-mails não lidos? Conheça 7 IAs para organizar sua caixa de entrada 12. Muse Voice Transcribe é gratuito? Para o usuário comum, o acesso é gratuito por meio do aplicativo Meta AI para Mac, que já usa o Muse Voice Transcribe para alimentar a função de ditado do sistema. Basta ter o app instalado e uma conta Meta para começar a usar, sem custo adicional. Nesse caso, não é necessário nenhum tipo de cadastro específico além do login já usado nos produtos da Meta. Já para desenvolvedores e empresas que queiram integrar o modelo a sistemas próprios, como softwares de atendimento ou plataformas de reunião, o acesso é feito pela API da Meta ou pelo Muse Code, e nesse caso há cobrança. O valor é de 3 dólares (R$15,38 na cotação atual) a cada 1.000 minutos de áudio processado. É necessário ter uma conta de desenvolvedor na Meta para gerar as credenciais de acesso à API. There Is An AI For That: saiba usar site que encontra grátis IAs úteis 13. Quais são as limitações da IA? Apesar do bom desempenho geral, o Muse Voice Transcribe ainda enfrenta situações que podem prejudicar a qualidade da transcrição. Ambientes muito barulhentos, com ruído de fundo constante, tendem a reduzir a precisão do modelo, assim como conversas em que várias pessoas falam ao mesmo tempo, sobrepondo as vozes, mesmo com a capacidade de separar mais de 20 falantes, interrupções e sobreposições excessivas ainda são um desafio para qualquer sistema de transcrição em tempo real. Sotaques muito fortes ou pouco representados nos dados de treinamento também podem gerar erros na hora de reconhecer certas palavras. Outro ponto de atenção é o vocabulário técnico ou muito específico, como termos jurídicos, médicos ou jargões internos de uma empresa, que nem sempre são reconhecidos corretamente sem algum tipo de ajuste prévio. Além disso, dos mais de 70 idiomas em que a IA foi treinada, apenas 25 passaram por uma validação mais rigorosa, o que significa que o desempenho em outras línguas pode ser menos consistente. Stable Diffusion: tudo que você precisa saber sobre IA para criar imagens 14. É seguro usar a IA em reuniões de trabalho? A Meta não divulgou, até o momento, detalhes específicos sobre por quanto tempo as gravações e transcrições feitas pelo Muse Voice Transcribe ficam armazenadas nem sobre uma política de privacidade exclusiva para o modelo. Isso significa que, ao usar a ferramenta em reuniões de trabalho, é importante seguir as políticas gerais de dados da Meta e verificar, dentro do aplicativo Meta AI ou da documentação da API, como o áudio processado é tratado antes de decidir usá-la em conversas sensíveis, como as que envolvem informações confidenciais da empresa. Por lidar com conteúdo enviado a servidores da Meta para ser processado, o uso do Muse Voice Transcribe em reuniões corporativas pede alguns cuidados básicos, como informar previamente os participantes de que a conversa está sendo transcrita, evitar compartilhar dados extremamente sensíveis (como senhas ou informações financeiras) durante o uso da ferramenta e, no caso de empresas, avaliar com o time de segurança da informação se o uso da API é compatível com as políticas internas de proteção de dados. Como o produto é recente, também vale acompanhar futuras atualizações da Meta sobre esse tema. IA para transcrever áudio em texto: 9 ferramentas que funcionam bem 15. Vale a pena usar o Muse Voice Transcribe? De forma geral, para usuários que lidam com muitas conversas por dia e precisam de um registro rápido do que foi dito, sem depender de anotações manuais durante a reunião, a ferramenta é muito útil. A combinação de transcrição em tempo real, identificação de vários falantes e suporte a mais de 70 idiomas coloca a IA em uma boa posição entre as soluções desse tipo disponíveis atualmente. Para quem a ferramenta é mais indicada: Profissionais que participam de reuniões longas ou com muitos participantes e querem evitar perder detalhes da conversa; Times de vendas que precisam acompanhar negociações e confirmar o que foi combinado com o cliente; Equipes de atendimento que buscam registrar chamadas e analisar padrões de suporte; Usuários de Mac que já usam a função de ditado do sistema no dia a dia; Desenvolvedores e empresas que querem integrar transcrição em tempo real a sistemas próprios, via API. E quando vale revisar a transcrição manualmente? Em reuniões com ambientes barulhentos ou muitas pessoas falando ao mesmo tempo; Quando a conversa envolve termos técnicos, jurídicos ou jargões muito específicos; Em decisões importantes, como fechamento de contratos ou combinados formais, que exigem confirmação por escrito; Ao lidar com idiomas fora da lista dos 25 validados de forma mais rigorosa pela Meta. Com informações de Meta. 🎥 Assista ao vídeo e saiba as 4 novidades da Lenovo na IFA 2026 que você precisa conhecer 4 novidades da Lenovo na IFA 2026 que você precisa conhecer
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10 'animes' que não são japoneses, mas são excelentes


As "animes" produzidos fora do Japão ganham cada vez mais espaço entre os fãs por adotarem a estética e a dinâmica narrativa dos animes. Sejam donghuas chineses, aenis sul-coreanos ou séries ocidentais de grande orçamento, essas obras trazem enredos muito bons e visuais deslumbrantes, casos de Link Click (2021), Castlevania (2017) e Lookism (2022). Esses e outros títulos estão disponíveis em plataformas de streaming como o Crunchyroll e a Netflix. 🔎 30 melhores animes para assistir no Crunchyroll em 2026 Para você explorar produções incríveis fora do circuito tradicional japonês, mas que utilizam o estilo visual dos animes orientais, o TechTudo preparou uma lista com 10 "animes" que não são japoneses, mas são excelentes. A seguir, confira mais informações sobre os títulos, com detalhes de sinopse, temporadas, episódios, notas da crítica e onde assistir. 🎬 15 melhores animes de magia para dar uma chance e assistir 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Lord of Mysteries (2025) é um donghua que traz o suspense junto com a fantasia sombria, mesclando o steampunk com elementos lovecraftianos Reprodução/B.CMAY Pictures 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Saiba mais sobre os 10 "animes" que não são japoneses: Link Click (2021): Cheng Xiaoshi e Lu Guang entram em fotos do passado para resolver mistérios e cumprir missões. Lord of Mysteries (2025): o estudante Klein Moretti explora um mundo vitoriano repleto de magia negra e lidera uma seita secreta. Avatar: A Lenda de Aang (2005): o Avatar Aang viaja pelo mundo para dominar os quatro elementos e derrotar a Nação do Fogo. The Master of Diabolism (2018): reencarnado anos após sua morte, Wei Wuxian investiga mistérios ao lado de Lan Wangji. Heaven Official's Blessing (2020): o príncipe caído Xie Lian cumpre missões na Terra e conhece o misterioso rei demônio Hua Cheng. Lookism (2022): o jovem Park Hyung-seok ganha um segundo corpo atraente e vive os dois lados da discriminação social. The Daily Life of the Immortal King (2020): o superpoderoso Wang Ling tenta reprimir suas habilidades para ter uma vida escolar comum. Scott Pilgrim: A Série (2023): Scott Pilgrim busca o amor de Ramona Flowers enquanto enfrenta seus ex-namorados do mal. The King's Avatar (2017): o veterano Ye Xiu recomeça do zero em um jogo online para reconquistar o topo do eSport mundial. Castlevania (2017): Trevor Belmont, Sypha e Alucard unem forças para impedir que o Conde Drácula destrua a humanidade. 1. Link Click (2021) O donghua original Link Click abre a lista, produção da LAN Studio. Na história, Cheng Xiaoshi e Lu Guang trabalham em uma pequena loja de fotografia em uma cidade chinesa moderna e oferecem um serviço secreto surpreendente a seus clientes. Usando habilidades sobrenaturais, Cheng consegue entrar nas fotos e assumir o corpo dos fotógrafos no passado, enquanto Lu monitora os eventos para garantir que a linha do tempo não seja alterada. Com isso, a dupla resolve mistérios complexos enquanto enfrenta os perigos de mudar o destino. Temporadas: 3 Episódios: 26 (até o momento) Notas da crítica: 8,5 no IMDb e 8.70 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) O donghua Link Click adapta a websérie de Li Haoling e mescla a ficção científica com tons de fantasia e drama Reprodução/LAN Studio 2. Lord of Mysteries (2025) Em seguida, temos Lord of Mysteries, baseado na web novel homônima de Cuttlefish That Loves Diving (pseudônimo de Yuan Ye). Na narrativa, Zhou Mingrui é um jovem do mundo moderno que acorda no corpo de Klein Moretti, um estudante em uma versão alternativa da Era Vitoriana. Para tentar entender seu novo ambiente e sobreviver a cultos secretos, o jovem realiza um ritual e assume a identidade de O Louco, criando uma sociedade secreta. Nesse contexto, Klein investiga acontecimentos sobrenaturais enquanto busca uma forma de retornar para sua casa. Temporadas: 1 Episódios: 13 (até o momento) Notas da crítica: 8,5 pelo IMDb e 8.61 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Donghua lançado em 2025, a série Lord of Mysteries é uma produção chinesa que se passa na Era Vitoriana Reprodução/Screen Rant 3. Avatar: A Lenda de Aang (2005) Produção da Nickelodeon Animation Studio, Avatar: A Lenda de Aang conta a história de Aang, um jovem dobrador de ar que desperta de um congelamento de um século e descobre que é o Avatar, o único ser capaz de dominar os quatro elementos. Em um mundo devastado pela Guerra do Fogo, o garoto parte em uma jornada ao lado dos irmãos Katara e Sokka para aprender a dobrar água, terra e fogo. Dessa forma, o grupo precisa derrotar o Imperador Ozai antes que a Nação do Fogo conquiste todo o planeta e destrua o equilíbrio. 🍿 Avatar - A Lenda de Aang: relembre história, dubladores e onde assistir Temporadas: 3 Episódios: 61 Notas da crítica: 9,3 no IMDb e sem dados no MyAnimeList Onde assistir: Netflix, Paramount+, Claro TV+ e Amazon Prime Video (via Paramount+) A série animada Avatar: A Lenda de Aang foi um grande sucesso em 2005 e segue popular até os dias de hoje Divulgação/Nickelodeon Productions 4. The Master of Diabolism (2018) Adaptação da web novel chinesa Mo Dao Zu Shi, de Mo Xiang Tong Xiu, The Master of Diabolism segue Wei Wuxian, um poderoso mestre que criou a demoníaca Cultivação Sombria e acabou morto após causar caos e destruição entre os clãs de cultivação. 13 anos depois, seu espírito é invocado no corpo de um jovem que sacrificou a própria alma por vingança. Reencarnado, ele reencontra seu antigo parceiro de estudos, Lan Wangji, e a dupla passa a investigar a aparição de um braço decepado possuído por uma energia malévola. Temporadas: 3 Episódios: 35 Notas da crítica: 8,4 no IMDb e 8.45 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) The Master of Diabolism acompanha Wei Wuxian após seguir um caminho místico sombrio, sua queda e sua reencarnação anos depois Reprodução/Tencent 5. Heaven Official's Blessing (2020) Heaven Official's Blessing é uma adaptação da web novel chinesa homônima de Mo Xiang Tong Xiu. No enredo, Xie Lian é o príncipe herdeiro do reino de Xianle que ascendeu ao Reino Celestial pela terceira vez, se tornando o motivo de piada entre os outros deuses devido às suas quedas anteriores. Banido para o mundo mortal sem seus poderes divinos para acumular méritos, o príncipe investiga casos de espíritos malignos e noivas desaparecidas. Em sua jornada, ele conhece Hua Cheng, um jovem enigmático que esconde uma identidade de rei demônio. Temporadas: 2 Episódios: 24 (até o momento) Notas da crítica: 8,2 no IMDb e 8.41 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Heaven Official's Blessing é um anime chinês (donghua) baseado na web novel escrita por Mo Xiang Tong Xiu Reprodução/IMDb 🔎 Quer conhecer mais opções de animes? 10 animes que romperam a bolha otaku e se tornaram uma febre mundial 10 animes de ficção científica excelentes para assistir em 2026 10 animes tipo Dandadan, mas com histórias ainda melhores 10 bons animes de terror para assistir em 2026 10 animes tipo Blue Lock, mas com histórias ainda melhores 10 animes medievais excelentes para assistir em 2026 12 animes tipo Jujutsu Kaisen, mas com histórias ainda melhores 10 animes de RPG que você precisa assistir agora mesmo 10 animes tipo Demon Slayer, mas com histórias ainda melhores 15 animes que não tem um pingo de magia, mas são fantásticos 6. Lookism (2022) Baseado na webtoon sul-coreana homônima de Park Tae-jun, Lookism acompanha Park Hyung-seok, um estudante do ensino médio que sofre bullying constante e agressões de seus colegas de escola por causa de sua aparência e peso. Ao se transferir para uma nova instituição em Seul, o garoto acorda misteriosamente em um corpo jovem, alto e atraente, descobrindo que pode alternar entre os dois corpos enquanto o outro dorme. Com isso, o jovem passa a vivenciar na pele o contraste na forma como a sociedade trata as pessoas. Temporadas: 1 Episódios: 8 (até o momento) Notas da crítica: 7,6 no IMDb e 7.36 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix Baseado na webtoon de Park Tae-jun, o anime sul-coreano (aeni) Lookism está atualmente presente no catálogo da Netflix Reprodução/IMDb 7. The Daily Life of the Immortal King (2020) The Daily Life of the Immortal King adapta a web novel chinesa homônima do autor Kuxuan. Na trama, Wang Ling é um jovem que alcançou um reino de cultivo espiritual quase onipotente ainda na infância, derrotando um demônio aos seis anos de idade. Para tentar levar uma vida normal e tranquila, o garoto precisa usar um talismã mágico que reprime seus poderes e disfarçar suas habilidades extraordinárias. Contudo, ao ingressar na Escola de Magia de Elites, ele é forçado a lidar com desafios que ameaçam seu segredo. Temporadas: 5 Episódios: 63 (até o momento) Notas da crítica: 7,1 no IMDb e 7.31 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) The Daily Life of the Immortal King segue um jovem gênio que tenta esconder suas habilidades para viver como um estudante comum do ensino médio Divulgação/Crunchyroll 8. Scott Pilgrim: A Série (2023) Adaptação da série de graphic novels Scott Pilgrim, de Bryan Lee O 'Malley, Scott Pilgrim: A Série se centra no personagem-título, um baixista de uma banda de garagem em Toronto que se apaixona perdidamente por Ramona Flowers, uma entregadora de patins. No entanto, para conseguir namorar a garota, ele precisa enfrentar e derrotar a Liga dos Sete Ex-Namorados do Mal dela em duelos insanos. A reviravolta surge quando um evento inesperado na primeira batalha altera radicalmente o destino de todos os personagens da história. 🍿 Anime do Scott Pilgrim: veja enredo e personagens da produção da Netflix Temporadas: 1 Episódios: 8 Notas da crítica: 7,7 no IMDb e sem dados no MyAnimeList Onde assistir: Netflix A produção Scott Pilgrim: A Série recria a obra literária do cartunista Bryan Lee O’Malley em formato de anime Divulgação/IMDb 9. The King's Avatar (2017) O donghua The King's Avatar é baseado na web novel chinesa de mesmo nome de Hu Dielan. Nesta história, Ye Xiu é considerado o maior jogador profissional do MMORPG Glory, mas é forçado a se aposentar e deixar sua equipe após desentendimentos com os diretores do clube. Trabalhando como atendente no turno da noite em um cybercafé, ele decide recomeçar sua trajetória do zero com um novo personagem quando o jogo lança seu décimo servidor. Desse modo, usando sua experiência e outras estratégias, o jogador busca retornar ao topo do eSport. Temporadas: 3 Episódios: 41 Notas da crítica: 7,4 no IMDb e 7.85 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) A animação chinesa (donghua) The King's Avatar segue Ye Xiu, um jogador profissional lendário do jogo online Glory Reprodução/Tencent 10. Castlevania (2017) Por fim, temos Castlevania, animação estadunidense baseada na série de jogos homônima da publisher japonesa Konami. Nesta trama, Trevor Belmont é o último sobrevivente de uma linhagem de caçadores de monstros que tenta defender a Valáquia da fúria do Conde Drácula. Reagindo à execução trágica de sua esposa humana pela Igreja, o senhor dos vampiros convoca um exército de demônios para erradicar a humanidade. Nesse cenário, Trevor se alia à maga Sypha Belnades e ao dhampir Alucard, filho de Drácula, para tentar deter o massacre e salvar o continente do apocalipse. Temporadas: 4 Episódios: 32 Notas da crítica: 8,3 no IMDb e sem dados no MyAnimeList Onde assistir: Netflix Castlevania (2017) é uma animação estadunidense baseada na série de jogos homônima da publisher japonesa Konami Reprodução/IMDb Com informações de IMDb e MyAnimeList 🎥 Qual filme MUDOU a sua vida? Perguntamos para a redação do TechTudo! Qual filme MUDOU a sua vida? Perguntamos para a redação do TechTudo! Saiba mais Initial plugin text
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Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço


A Apple entrou oficialmente no mercado de celulares dobráveis após o lançamento do iPhone Duo, nesta quarta-feira (9). O preço do aparelho chamou atenção, com valor inicial de R$ 21.999, mas a capinha de proteção do novo modelo também pode pesar no bolso. A opção “iPhone Duo Folio com suporte” custa R$ 1.299 no site oficial da fabricante. O valor é superior ao preço atual de celulares como o Galaxy A36, da Samsung, e o Moto G67, da Motorola. Segundo a Apple, a capa é feita de TechWoven, um tecido sintético que lembra a textura do couro. O acessório conta com um suporte integrado que permite posicionar o aparelho em diferentes ângulos para ler, assistir a vídeos ou fazer chamadas pelo FaceTime. Quando não está em uso, o suporte se encaixa novamente na parte traseira da capa. A seguir, saiba mais sobre a novidade. 🔎 Acessórios do iPhone 17 têm preço de celular novo no Brasil; saiba valores 🗓️Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda 💵Preço do iPhone 17 aumenta após lançamento do iPhone 18; veja valores Capinha do iPhone Duo, da Apple Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 iPhone 6 é mais fino que o iPhone Air? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo A fabricante afirma que o acessório passou por “horas de testes durante o processo de design e fabricação” e foi desenvolvido para proteger o iPhone Duo contra quedas e arranhões. A capa ainda possui ímãs integrados que se alinham ao aparelho e permitem manter o acessório instalado durante a recarga sem fio. Capinha oficial do iPhone Duo está disponível em duas cores Divulgação/Apple Segundo a Apple, é possível carregar o iPhone Duo com a capa usando o carregador MagSafe, o padrão Qi2 de 25 W ou um carregador compatível com Qi conectado à parte externa ou à parte traseira do suporte aberto. Bolsinha do iPhone 17 também chamou atenção A capinha do Duo não é o primeiro acessório da Apple a chamar atenção pelo preço. No ano passado, a empresa lançou o iPhone Pocket, uma espécie de bolsa de tricô criada em parceria com a marca japonesa Issey Miyake. O acessório resgatava a ideia das iPod Socks, meias que fizeram sucesso nos anos 2000 como uma forma de proteger e transportar o iPod. Os preços partiam de US$ 149,95 (cerca de R$ 790 em conversão direta) pela versão de alça curta e US$ 229,95 (aproximadamente R$ 1.210) pela opção com alça longa. O iPhone Pocket foi lançado em edição limitada e chegou ao mercado em duas versões: uma com alça curta, para carregar o celular na mão, e outra com alça longa, que permitia usar o acessório transversalmente no corpo. iPhone Pocket Reprodução/Apple iPhone Duo: primeiro dobrável da Apple O iPhone Duo é o primeiro celular dobrável da Apple. Ele foi apresentado com tamanho similar ao de um passaporte, assim como o rival Galaxy Z Fold 8, da Samsung. O aparelho vem equipado com o chip A20 Pro, que é apresentado como o "mais rápido em um smartphone", nas palavras da Apple. O celular tem dois componentes de bateria que operam juntos e a promessa é de autonomia de até 44 horas de reprodução de vídeo, quando a tela externa é usada. Ainda este ano, a Apple prometeu suporte ao Apple Pencil. A novidade estará disponível a partir de 23 de outubro em duas cores: branco-estrela e céu noturno, uma espécie de cinza ou preto. A versão mais cara, com maior armazenamento, pode chegar a R$ 30.999. iPhone Duo é o primeiro celular dobrável da Apple Divulgação/Apple Com informações de Apple.
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Melhor celular Samsung para comprar no 9.9


Comprar um celular Samsung no 9.9 pode ser interessante se o aparelho atual já começa a pedir espaço extra para fotos, trava ao alternar entre apps ou deixou de acompanhar as novas funções do Android. Entre os celulares Samsung disponíveis na campanha, há opções com telas Super AMOLED de 120 Hz, processadores mais potentes, câmeras com estabilização óptica, bateria de 5.000 mAh e recursos de inteligência artificial (IA). A variedade atende desde tarefas básicas até jogos, fotografia e uso mais exigente. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Na lista, você encontra destaques como o Samsung Galaxy A37 (256 GB), que custa a partir de R$ 1.968 no Mercado Livre. O modelo tem tela grande e de boa qualidade, 8 GB de RAM e 256 GB de espaço para armazenar fotos, vídeos e aplicativos, além de bateria de 5.000 mAh para acompanhar a rotina. Já o Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB) aparece por R$ 4.208 no Magazine Luiza e é uma opção mais avançada, indicada para quem busca câmeras potentes, alto desempenho e recursos extras como a S Pen, que pode ser usada para escrever, desenhar e fazer anotações na tela. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de setembro de 2026. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Melhor celular Samsung para comprar no 9.9 Rubens Achilles/TechTudo 🔎 6 celulares chineses testados e aprovados pelo TechTudo Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 📝Qual o celular da Samsung com melhor bateria? Confira no Fórum TechTudo Celulares Samsung para comprar no 9.9 Samsung Galaxy A37 (256 GB) — intermediário com tela Super AMOLED de 120 Hz, 8 GB de RAM, 256 GB de armazenamento e bateria de 5.000 mAh, indicado para rotina, redes sociais e entretenimento. Samsung Galaxy A57 (128 GB) — intermediário com tela Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas e 120 Hz, 8 GB de RAM e câmera tripla de 50 MP, voltado a multitarefa, fotos e consumo de conteúdo. Samsung Galaxy S25 (256 GB) — compacto e potente, reúne 12 GB de RAM, tela AMOLED Dinâmico 2X de 120 Hz e câmera tripla com zoom óptico de 3x, indicado para alto desempenho em um aparelho menor. Samsung Galaxy S25 FE (128 GB) — modelo de perfil premium com tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, câmera tripla de até 50 MP, IP68 e recursos de Galaxy AI, adequado a fotos, vídeos e uso intenso. Samsung Galaxy Z Flip 7 FE (128 GB) — dobrável com tela principal de 6,7 polegadas, brilho de até 2.600 nits e bateria de 4.000 mAh, indicado para quem prioriza portabilidade e um formato diferente. Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB) — topo de linha com tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas, 12 GB de RAM, S Pen, câmera de 200 MP e bateria de 5.000 mAh, voltado à fotografia, produtividade e desempenho avançado. Como escolhemos os celulares? Selecionamos celulares Samsung de diferentes categorias e faixas de preço, todos disponíveis no varejo nacional e com potencial de aparecer entre as alternativas do 9.9. A seleção considera modelos intermediários, premium, topo de linha e dobráveis, permitindo comparar propostas diferentes dentro do mesmo fabricante. Na análise, foram considerados aspectos como processador, memória RAM, armazenamento, tela, câmeras, bateria, conectividade 5G, resistência e recursos de inteligência artificial. Também foram consultadas as especificações oficiais da Samsung e testes e reviews de sites especializados como GSMArena e, quando disponíveis, do próprio TechTudo. O que um bom celular Samsung deve ter? Um bom smartphone precisa equilibrar desempenho e recursos de acordo com a rotina de uso. Além de observar a quantidade de memória e armazenamento, vale analisar a qualidade da tela, conjunto de câmeras, autonomia e tempo de suporte de softwares. Processador e memória RAM: componentes mais modernos ajudam a manter aplicativos funcionando com maior fluidez e tornam a multitarefa mais confortável. Modelos com 8 GB ou mais de RAM oferecem uma margem interessante para uso intenso. Tela: tecnologias como AMOLED e altas taxas de atualização, como 120 Hz, deixam imagens, animações e rolagem mais fluidas. Resolução, brilho e tamanho também influenciam a experiência em vídeos e jogos. Câmeras: além da quantidade de megapixels, é importante observar estabilização óptica, sensores auxiliares, zoom e recursos computacionais. Esses elementos podem fazer diferença em fotos noturnas e vídeos. Bateria: capacidades de 5.000 mAh aparecem em vários modelos da seleção e podem favorecer uma autonomia mais longa. No caso dos dobráveis, a capacidade pode ser menor devido às limitações do formato. Armazenamento: 128 GB atendem a usos mais moderados, enquanto 256 GB oferecem mais espaço para fotos, vídeos, aplicativos e jogos sem depender tanto de armazenamento em nuvem. Atualizações e proteção: uma política extensa de atualizações ajuda a prolongar a vida útil do aparelho e manter o sistema protegido. O Galaxy S25 FE, por exemplo, tem promessa de até sete atualizações de Android e sete anos de atualizações de segurança. 1. Samsung Galaxy A37 (256 GB) – a partir de R$ 1.968 O Samsung Galaxy A37 de 2026 é um celular intermediário que aposta em câmera de alta qualidade e suporte prolongado a atualizações. O modelo também traz construção mais sofisticada que se une a recursos de inteligência artificial integrados à experiência da One UI. Review Galaxy A37: celular entrega experiência consistente, mas sem novidade Tela do Galaxy A37 em destaque Julia Rabaça/TechTudo A tela Super AMOLED de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ de 2.340 x 1.080 pixels e taxa de atualização de 120 Hz, combinação que favorece a reprodução de vídeos, jogos e navegação mais fluida. O brilho máximo de 1.900 nits ajuda na visualização sob luz intensa, enquanto as dimensões de 162,9 x 78,2 x 7,4 mm e peso de 196 gramas entregam um aparelho fino, mas relativamente largo para quem prefere usar o celular com uma mão. No desempenho, o Galaxy A37 utiliza o processador Exynos 1480 de 4 nm, com até 2,75 GHz, acompanhado de 8 GB de RAM na versão de 256 GB. Quando testamos, o aparelho manteve boa fluidez mesmo com mais de 30 aplicativos abertos em segundo plano, embora tenha apresentado aquecimento em jogos pesados. No AnTuTu, o modelo alcançou 1.012.211 pontos, enquanto a ausência de entrada para cartão microSD limita as possibilidades de expansão do armazenamento. A bateria de 5.000 mAh entrega autonomia suficiente para um dia típico de uso, com música, internet, redes sociais e streaming. Nas avaliações internas do TechTudo, o Galaxy A37 chegou às 22h com 37% de carga após começar o dia com 100%, indicando uma boa resistência para rotinas moderadas. O aparelho suporta carregamento de até 45 W, mas o carregador incluído na caixa é de apenas 15 W; na avaliação, foram necessários 48 minutos para chegar a 45% e 1h58min para completar a carga. O Galaxy A37 vale a pena por apresentar uma ficha técnica equilibrada para a categoria intermediária, com boas câmeras, desempenho competente, tela de qualidade e autonomia de bateria suficiente para um dia comum, além de uma boa perspectiva de atualizações. O conjunto de câmeras é formado por sensor principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 8 MP, macro de 5 MP e câmera frontal de 12 MP. A principal entrega é boa nitidez e cores fiéis durante o dia, enquanto o processamento da Samsung ajuda nas fotos noturnas; em contrapartida, a ultrawide é mais modesta e o zoom perde definição em ampliações maiores. Nos testes, as gravações em 4K também se destacaram pela estabilização, pela transição suave entre lentes e pela fluidez dos quadros. Na experiência de uso, o Android 16 com One UI 8.5 oferece interface personalizável e recursos de IA para edição de fotos, além de ferramentas como Transcrição por Voz. O aparelho conta ainda com 5G, Wi-Fi, Bluetooth, NFC, dual chip, alto-falantes estéreo e biometria, enquanto a certificação IP68 protege contra poeira e água. Segundo o GSMArena, o Galaxy A37 se destaca pela tela Super AMOLED brilhante e fluida, construção resistente, boa autonomia e experiência de software madura, mas fica atrás de concorrentes em desempenho, velocidade de carregamento e recursos fotográficos. O Samsung Galaxy A37 (256 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 1.968 no Mercado Livre. Prós: tela Super AMOLED de 120 Hz e até 1.900 nits; certificação IP68 e traseira com Gorilla Glass Victus+; seis anos de atualizações de sistema Contras: carregador de apenas 15 W incluso na caixa; ultrawide de 8 MP tem desempenho mais modesto; desempenho inferior ao de alguns concorrentes da mesma faixa 2. Samsung Galaxy A57 (128 GB) – a partir de R$ 1.798 Lançado no Brasil em abril de 2026, o Samsung Galaxy A57 é um celular intermediário indicado para quem busca um aparelho equilibrado para tarefas do dia a dia, fotos, consumo de mídia e jogos. O modelo combina design mais sofisticado, boa experiência de uso e suporte prolongado de software, sendo uma opção especialmente interessante para quem quer um Samsung atual sem partir para a linha Galaxy S. Review Galaxy A57: mudanças pontuais justificam abandonar o A56? GALAXY A57 vale a pena? Testamos o modelo CUSTO-BENEFÍCIO da Samsung! A tela Super AMOLED+ de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ de 2.340 x 1.080 pixels e taxa de atualização de 120 Hz, características que favorecem imagens nítidas e navegação mais fluida. O brilho máximo de 1.900 nits também ajuda na visualização em ambientes externos. Nas nossas avaliações, a tela se mostrou confortável para assistir a vídeos, navegar nas redes sociais e jogar, enquanto as bordas mais finas contribuíram para uma experiência mais imersiva. No desempenho, o Galaxy A57 utiliza o processador Exynos 1680 de 4 nm, acompanhado de 8 GB de RAM. A versão de 128 GB é suficiente para armazenar aplicativos, fotos e vídeos, mas não há entrada para cartão de memória. Quando testamos, o aparelho apresentou boa fluidez tanto em tarefas básicas quanto em jogos, sem travamentos ou engasgos, embora tenha registrado leves aquecimentos durante atividades mais exigentes. No AnTuTu, o modelo alcançou 1.377.665 pontos, resultado superior ao registrado pelo Galaxy A56 no mesmo ranking. O conjunto fotográfico é formado por câmera principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 12 MP, macro de 5 MP e frontal de 12 MP. A principal entrega boa nitidez e cores equilibradas, enquanto a estabilização óptica ajuda a evitar imagens tremidas. Nos testes da equipe, foram feitas mais de 400 fotos com a câmera principal e praticamente não foram observados registros borrados. O celular também grava vídeos em 4K a 30 fps pelas câmeras traseira e frontal, com estabilização eficiente; já a lente macro apresentou qualidade mais limitada. O Galaxy A57 se destaca por ser um intermediário muito competente em câmera, desempenho e tela. Não à toa, o antecessor, o Galaxy A56 foi finalista do Prêmio Melhores do Ano promovido pelo TechTudo em 2025 e aparece como um dos modelos mais bem avaliados nas lojas online, tanto pelo volume de vendas quanto pelas avaliações positivas. A bateria de 5.000 mAh oferece boa autonomia para uma rotina moderada, com redes sociais, vídeos e músicas, embora jogos e tarefas mais pesadas possam reduzir esse rendimento. Na nossa avaliação, o aparelho levou cerca de 1h45min para sair de 4% e chegar a 100%, o que pode incomodar quem precisa de recargas rápidas. O Galaxy A57 sai de fábrica com Android 16 e One UI 8.5, interface conhecida pela organização e pelas possibilidades de personalização. A Samsung promete seis grandes atualizações do sistema, com suporte previsto até 2032, um diferencial para quem pretende permanecer vários anos com o aparelho. A construção também evoluiu: são 6,9 mm de espessura, 179 gramas e traseira em Gorilla Glass Victus+, além de certificação IP68 contra água e poeira. Segundo o GSMArena, o Galaxy A57 se destaca pelo design fino e leve, tela Super AMOLED+ brilhante com HDR10+, câmeras principal e frontal competentes e autonomia aprimorada. O portal, porém, considera que o aparelho fica menos atraente diante da concorrência, principalmente pelo preço de lançamento e pela ausência de carregamento sem fio e de recursos como DeX e algumas funções de IA da linha Galaxy S. O Samsung Galaxy A57 (128 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 1.798 no Mercado Livre. Prós: tela Super AMOLED+ de 120 Hz e brilho de até 1.900 nits; construção fina com Gorilla Glass Victus+ e certificação IP68; seis anos de atualizações do sistema Contras: carregador de apenas 15 W incluso na caixa; não possui entrada para cartão de memória; ausência de carregamento sem fio e DeX 3. Samsung Galaxy S25 (256 GB) – a partir de R$ 2.845 O Samsung Galaxy S25 de 2025, é um celular topo de linha compacto, indicado para quem quer desempenho avançado sem abrir mão de um aparelho leve e confortável de usar. O modelo se destaca pela experiência refinada da linha Galaxy S, recursos de inteligência artificial e suporte prolongado de software. Galaxy S25 é bom? Veja preço e ficha técnica do celular Samsung Selfie no Galaxy S25 Mariana Saguias/TechTudo A tela Dynamic AMOLED 2X de 6,2 polegadas tem resolução Full HD+ e taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, entregando imagens fluidas e boa qualidade para vídeos, jogos e redes sociais. O painel LTPO também consegue reduzir a frequência de atualização conforme o conteúdo exibido, ajudando no consumo de energia. O conjunto ainda conta com alto-falantes estéreo e proteção contra água e poeira, além de construção fina e leve que favorece o uso prolongado. No desempenho, o Galaxy S25 utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy, acompanhado de 12 GB de RAM na versão de 256 GB. A combinação é voltada para quem precisa de bastante potência para jogos, multitarefa e aplicativos mais exigentes, além de dar suporte aos recursos de IA do aparelho. O armazenamento de 256 GB também é uma escolha mais interessante que a versão de 128 GB, já que oferece mais espaço para aplicativos, fotos e vídeos. O conjunto fotográfico traz câmera principal de 50 MP com estabilização óptica, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x, além de câmera frontal de 12 MP. A principal oferece boa qualidade para diferentes condições de iluminação, enquanto a lente teleobjetiva ajuda a fotografar objetos mais distantes sem depender apenas do zoom digital. Por outro lado, o Galaxy S25 não é tão forte quanto rivais como Xiaomi 15 e Pixel 9 Pro quando a prioridade é fotografia. A bateria de 4.000 mAh entrega autonomia suficiente para uma rotina moderada, mas é um dos pontos em que o aparelho fica atrás de parte da concorrência. O carregamento com fio é limitado a 25 W e o carregador não acompanha o produto, embora haja suporte a carregamento sem fio. Segundo o GSMArena, a autonomia fica próxima à do Galaxy S24 mesmo com o processador Snapdragon 8 Elite mais potente, enquanto concorrentes como o iPhone 16 e o Xiaomi 15 conseguem oferecer resultados mais interessantes nesse aspecto. Com Android 15 e One UI 7 de fábrica, o Galaxy S25 reúne uma interface personalizável com diversos recursos de inteligência artificial, incluindo ferramentas de edição e funções integradas ao sistema. A Samsung também promete sete grandes atualizações do Android, o que ajuda a manter o aparelho relevante por vários anos. O modelo ainda traz 5G, Wi-Fi, Bluetooth, NFC, dual SIM, biometria por impressão digital e reconhecimento facial, além de certificação IP68. Segundo o GSMArena, o Galaxy S25 é um aparelho compacto, bem equilibrado e um dos mais leves da categoria, com tela LTPO OLED de excelente qualidade, desempenho forte e câmeras confiáveis. O portal, porém, aponta que as melhorias em relação à geração anterior foram pequenas, enquanto a bateria e o carregamento continuam atrás de concorrentes. O Samsung Galaxy S25 (256 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 2.845 no Magazine Luiza. Prós: desempenho de alto nível com Snapdragon 8 Elite e 12 GB de RAM; tela LTPO AMOLED de 120 Hz com excelente qualidade; sete anos de atualizações do sistema Contras: bateria de 4.000 mAh fica atrás de concorrentes; carregamento limitado a 25 W e sem carregador na caixa; poucas mudanças de hardware em relação à geração anterior 4. Samsung Galaxy S25 FE (128 GB) – a partir de R$ 2.998 Estreando no mercado em setembro de 2025, o Samsung Galaxy S25 FE é um intermediário premium que busca entregar parte da experiência da linha Galaxy S por um preço mais acessível. O modelo combina construção sofisticada, tela de alta qualidade e recursos de inteligência artificial, sendo uma alternativa interessante para quem quer desempenho avançado sem investir em um topo de linha. Review Galaxy S25 FE: celular manda bem no dia a dia, mas aquece em jogos Galaxy S25 FE traz versatilidade nas opções de segurança, com reconhecimento facial e digital Miguel Roberto e Francisco Paulo/TechTudo O display Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ de 2.340 x 1.080 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. A combinação favorece imagens nítidas, cores vibrantes e maior fluidez na navegação e em jogos. O brilho máximo de 1.900 nits também facilita a visualização em ambientes externos. O aparelho ainda conta com alto-falantes estéreo que entregam volume elevado e boa qualidade sonora, sem distorções perceptíveis mesmo em níveis mais altos. O desempenho fica por conta do Exynos 2400 de 4 nm, processador utilizado em modelos mais avançados da Samsung, acompanhado de 8 GB de RAM. O conjunto é suficiente para alternar entre aplicativos e executar jogos pesados com boa fluidez. Nos nossos testes, o Galaxy S25 FE rodou títulos como EA Sports FC Mobile e Free Fire sem travamentos, mas apresentou aquecimento rápido em atividades mais exigentes, como jogos pesados e gravações em alta qualidade. O armazenamento parte de 128 GB, mas também há versões de 256 GB e 512 GB, sem suporte para cartão de memória. O Galaxy S25 FE é um celular intermediário premium que entrega ótimo desempenho, câmeras competentes — apesar das limitações à noite —, bateria eficiente e tela de alta qualidade. Por isso, é uma boa escolha para quem valoriza eficiência, qualidade de construção e longevidade, mas não está disposto a pagar o preço de um aparelho topo de linha. Na fotografia, o celular traz câmera principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e telefoto de 8 MP com zoom óptico de 3x, além de uma câmera frontal de 12 MP. O conjunto é versátil para paisagens, retratos e registros do cotidiano, com bons níveis de nitidez em ambientes bem iluminados. À noite, porém, há perda de detalhes, enquanto ampliações maiores com zoom digital apresentam queda mais perceptível de qualidade. A bateria de 4.900 mAh é uma das maiores da linha Fan Edition e oferece autonomia suficiente para passar um dia inteiro longe da tomada em uso comum. Em atividades mais pesadas, como jogos prolongados e gravações de vídeo, a duração fica na faixa de seis a dez horas. Durante os testes da equipe, o aparelho levou cerca de 40 a 60 minutos para ir de 0% a 100% com carregamento de 45 W, resultado que combina boa autonomia com recargas relativamente rápidas. O Galaxy S25 FE sai de fábrica com Android 16 e One UI 8, interface que reúne recursos de personalização e funções do Galaxy AI. A Samsung também promete sete anos de atualizações do sistema e de segurança, aumentando a vida útil do aparelho. Na construção, o smartphone utiliza estrutura de Armor Aluminum e Gorilla Glass Victus+, pesa 190 gramas e tem 7,4 mm de espessura. A certificação IP68 acrescenta proteção contra água e poeira, enquanto o desbloqueio pode ser feito por reconhecimento facial ou impressão digital. Segundo o GSMArena, o Galaxy S25 FE se destaca pela construção sofisticada, tela OLED de qualidade, câmeras competentes, boas selfies e suporte prolongado de software. O portal, porém, aponta que o aparelho perde competitividade diante de rivais que oferecem câmeras melhores, carregamento mais rápido, maior autonomia e desempenho sustentado superior. O Samsung Galaxy S25 FE (128 GB) está disponível a partir de R$ 2.998 no Mercado Livre. Prós: tela Dynamic AMOLED 2X de 120 Hz e até 1.900 nits; construção com Armor Aluminum, Gorilla Glass Victus+ e IP68; sete anos de atualizações do sistema e segurança Contras: aquecimento em tarefas exigentes; não possui entrada para cartão de memória; câmera perde qualidade em fotos noturnas e no zoom digital 5. Samsung Galaxy Z Flip 7 FE (128 GB) – a partir de R$ 2.999 Dobrável, o Samsung Galaxy Z Flip 7 FE de 2025 é de categoria premium que tenta tornar o formato flip mais acessível dentro do catálogo da Samsung. O modelo é indicado para quem valoriza um celular compacto no bolso, mas não quer abrir mão de uma experiência completa de software, câmeras versáteis e recursos de inteligência artificial. Galaxy Z Flip 7 FE: veja preço e ficha técnica do dobrável da Samsung Galaxy Z Flip 7 FE com display dobrável Ana Letícia Loubak/TechTudo Quando aberto, o aparelho traz uma tela principal de 6,7 polegadas com painel Dynamic AMOLED 2X, resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz. O display oferece imagens fluidas e boa definição para navegar, assistir a vídeos e jogar. Já o formato dobrável permite reduzir bastante o tamanho do celular quando ele está fechado, facilitando o transporte no dia a dia. O desempenho fica por conta do Exynos 2400, acompanhado de 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento nesta versão. O conjunto oferece potência suficiente para tarefas cotidianas, multitarefa e jogos mais exigentes, enquanto o Android com One UI garante acesso aos recursos mais recentes da Samsung. Por outro lado, a memória interna não pode ser expandida por cartão microSD, então vale avaliar o espaço disponível antes da compra. Para fotos, o Galaxy Z Flip 7 FE conta com câmera principal de 50 MP e ultrawide de 12 MP, além de sensor frontal de 10 MP. A combinação permite alternar entre registros convencionais e imagens mais amplas, enquanto o formato dobrável acrescenta possibilidades para fotografar com o celular apoiado em diferentes ângulos. O conjunto também conta com zoom digital, mas não há uma câmera teleobjetiva dedicada. A bateria tem 4.000 mAh e suporta carregamento de até 25 W. A capacidade é suficiente para acompanhar um dia de uso moderado, mas o celular não é uma referência em autonomia entre os modelos premium. O carregamento também fica atrás de alguns concorrentes, sendo um dos pontos em que o aparelho poderia entregar mais, especialmente considerando o preço. Outro destaque é a experiência de software, com Android 16 e One UI repleta de recursos, incluindo ferramentas do Galaxy AI. A Samsung também oferece suporte prolongado de atualizações, o que ajuda a manter o aparelho relevante por mais tempo. Na construção, o dobrável tem certificação IP48 e aposta em um formato compacto e leve, embora a tela externa seja menor e menos funcional do que a encontrada em alguns rivais da Motorola. Na avaliação do GSMArena, o Galaxy Z Flip7 FE mantém os principais atrativos da linha Galaxy Z Flip, como software completo, câmeras versáteis e formato compacto, mas apresenta limitações em autonomia, carregamento e desempenho sustentado. O portal também considera o Galaxy Z Flip6 uma alternativa mais interessante enquanto houver unidades mais baratas no mercado. O Samsung Galaxy Z Flip7 FE (128 GB) está disponível a partir de R$ 2.999 no Magazine Luiza. Prós: formato compacto e leve quando fechado; software atualizado com One UI e Galaxy AI; conjunto de câmeras versátil Contras: carregamento de apenas 25 W; autonomia abaixo de alguns concorrentes; desempenho pode sofrer redução sob carga prolongada 6. Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB) – a partir de R$ 4.208 Lançado no Brasil em fevereiro de 2025, o Samsung Galaxy S25 Ultra é o modelo mais avançado da linha Galaxy S e reúne recursos voltados para quem busca um smartphone premium sem abrir mão de câmeras avançadas e ferramentas de inteligência artificial. É uma opção especialmente interessante para quem trabalha pelo celular, fotografa com frequência ou já utiliza outros produtos do ecossistema Samsung. Galaxy S25 Ultra em review: celular repete acertos e traz foco em IA Galaxy S25 Ultra é o novo topo de linha da Samsung Rubens Achilles/TechTudo A tela é um dos destaques do aparelho, com painel Dynamic AMOLED 2X de 6,9 polegadas, resolução Quad HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. Na prática, a combinação entrega imagens muito nítidas e navegação fluida, enquanto o brilho máximo de 2.600 nits favorece a visualização em ambientes externos. Nos nossos testes, porém, o gerenciamento automático do brilho exigiu ajustes manuais mais vezes do que o desejado. O desempenho fica a cargo do Snapdragon 8 Elite for Galaxy, de 3 nm, acompanhado de 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. O conjunto dá conta de multitarefa, aplicativos pesados e recursos de IA sem engasgos perceptíveis. Durante os testes da equipe, o uso foi bastante tranquilo, mesmo com vários aplicativos abertos, embora o chip possa apresentar uma redução de desempenho quando submetido a carga contínua. Não há entrada para cartão microSD, portanto o armazenamento escolhido na compra é o que ficará disponível. O conjunto de câmeras é formado por sensor principal de 200 MP, ultrawide de 50 MP, teleobjetiva de 50 MP e outra de 10 MP, além da câmera frontal de 12 MP. A variedade permite fotografar desde paisagens amplas até objetos distantes com diferentes níveis de aproximação. O conjunto fotográfico do Galaxy S25 Ultra não deixa de ser um destaque, mesmo com poucas mudanças em relação à geração anterior. Lentes e sensores de qualidade elevada fazem do smartphone um dos melhores do mercado para fotografar, e acentuam a rivalidade com a Apple e o iPhone. Nos nossos testes, o aparelho entregou fotos com cores equilibradas, bom alcance dinâmico e desempenho especialmente interessante no modo noturno e em fotos macro. O zoom de até 30x também mostrou boa preservação de detalhes em situações com iluminação favorável, embora os vídeos ampliados sejam mais dependentes das condições de luz. A bateria de 5.000 mAh consegue acompanhar um dia de uso relativamente intenso, apesar do tamanho da tela. Durante nossa avaliação, a autonomia se mostrou mais tranquila do que a de alguns concorrentes diretos, embora não tenha entregado muitos dias longe da tomada. O carregamento também é compatível com até 45 W, oferecendo mais praticidade nas recargas, mas fica atrás de rivais que adotam tecnologias mais rápidas. No software, o Galaxy S25 Ultra sai de fábrica com Android 15 e One UI 7, além de uma série de recursos do Galaxy AI integrados ao sistema. Entre eles estão o Now Brief e ferramentas para edição e criação de conteúdo. Nos testes, o eliminador de ruído foi um dos recursos que mais se destacou, permitindo separar diferentes tipos de sons em vídeos e ajustar seus volumes com resultados satisfatórios. O Gemini Google também pode combinar ações em um mesmo comando, como buscar uma informação e enviá-la para um contato. O design recebeu mudanças que melhoram a ergonomia em relação à geração anterior. A Samsung abandonou os cantos tão retos dos antigos modelos Ultra e adotou bordas mais arredondadas, deixando o aparelho de 218 gramas mais confortável de segurar. A construção utiliza materiais premium e proteção IP68 contra água e poeira, enquanto o Gorilla Armor 2 ajuda a reduzir reflexos e proteger a tela contra riscos. A S Pen continua sendo um diferencial para anotações, desenhos e produtividade, embora tenha perdido recursos de conectividade nesta geração. Segundo o GSMArena, o Galaxy S25 Ultra continua sendo uma opção muito completa entre os celulares Android, com boa autonomia, tela de alta qualidade, câmeras competentes e uma experiência fluida com a One UI. Porém, ele considera que o modelo não entrega a evolução esperada para um aparelho sem concessões: a bateria poderia ser maior, o carregamento mais rápido e as câmeras ainda ficam atrás de alguns rivais em determinadas situações, especialmente com pouca luz. O Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB) está disponível a partir de R$ 4.208 no Magazine Luiza. Prós: câmera principal de 200 MP com conjunto versátil de lentes; tela Dynamic AMOLED 2X Quad HD+ de 120 Hz; S Pen e recursos avançados de inteligência artificial Contras: carregamento poderia ser mais rápido; bateria de 5.000 mAh fica atrás de rivais em capacidade; S Pen perdeu recursos de conectividade Com informações de AnTuTu, GSMArena [1, 2, 3, 4, 5 e 6], Magazine Luiza, Mercado Livre e Samsung. Mais do TechTudo m Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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Quando o iPhone 18 e o Duo chegam ao Brasil? Veja a data da pré-venda


Os iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, já têm data de pré-venda no Brasil. Os modelos foram anunciados nesta quarta-feira (9), durante o evento “Surpreendente e Brilhante”, e chegam à loja oficial com preços entre R$ 11.999 e R$ 30.999. A pré-venda dos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max começa em 12 de setembro, enquanto o iPhone Duo poderá ser reservado a partir de 16 de outubro. A Apple não apresentou o iPhone 18, o iPhone 18e o iPhone Air 2 no evento. Segundo rumores, os modelos mais básicos da nova geração devem ficar para o início de 2027. A seguir, confira as datas, os preços e todos os detalhes da pré-venda do iPhone 18 no Brasil. 🔍 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 👀 iPhone 18 Pro: veja cores e design do novo celular da Apple 💰6 coisas que você pode comprar com o valor do iPhone Duo no Brasil Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Initial plugin text Quando vou receber o iPhone 18? Apesar de a pré-venda começar oficialmente no dia 12, a Apple alerta que os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max só estarão disponíveis para todos a partir do dia 18 de setembro. Já o iPhone Duo tem sua pré-venda iniciada no dia 16 de outubro, mas só estará disponível a partir do dia 23 de outubro. Ou seja, o iPhone não será vendido à pronta-entrega inicialmente. Novidades da série iPhone 18 A principal revelação do evento foi o lançamento do iPhone Duo, primeiro modelo dobrável da Apple. Com formato em passaporte, o smartphone tem uma tela OLED externa de 5,4” e interna de 7,6”. Ele ainda conta com dois componentes de bateria que operam juntos e garantem uma autonomia de até 44 horas de uso. Em relação às suas câmeras, a principal tem 48 MP, a mesma do iPhone 18 Pro, com um segundo sensor ultrawide de mesma resolução. Já a câmera frontal fica na tela externa e tem 12 MP, com tecnologia Palco Central. O modelo está disponível com opções mais sóbrias de cor, como branco e azul escuro. Outro destaque é a estreia do processador A20 Pro, que promete ser o chip "mais rápido em um smartphone", de acordo com a Apple. Já as linhas Pro e Pro Max trouxeram novidades pontuais em desempenho, câmeras e design. A câmera principal traz um sistema de abertura variável, que permite maior controle de luz e profundidade de campo. Outro destaque foi a bateria, com promessa de duração de 34 horas no Pro e 43 horas no Pro Max. Os novos modelos também contam com o chip A20 Pro e estão disponíveis em quatro cores: preto, prata, azul claro e bordô. Apple lança seu primeiro smartphone dobrável: o iPhone Duo Reprodução/Apple Também foram apresentadas algumas inovações relacionadas à Siri, as quais estarão disponíveis em português no iOS 27 a partir de outubro. A assistente do iPhone está mais inteligente, com capacidade para entender contextos e fazer varreduras em diferentes apps em busca da informação que o usuário precisa. Preços da nova geração de iPhone 18 Como os novos modelos compõem a linha premium da Apple, os preços são mais altos e variam conforme o armazenamento. Neste ano, os modelos mais simples custam a partir de R$ 11.999, com o iPhone 18 Pro Max chegando a até R$ 21.999. Já o iPhone Duo está disponível a partir de R$ 21.999. Veja a relação completa de preços abaixo. Preço do iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro (256 GB): R$ 11.999 iPhone 18 Pro(512 GB): R$ 13.499 iPhone 18 Pro(1 TB): R$ 16.499 iPhone 18 Pro (2 TB): R$ 20.999 Preço do iPhone 18 Pro Max iPhone 18 Pro Max (256 GB): R$ 12.999 iPhone 18 Pro Max (512 GB): R$ 14.499 iPhone 18 Pro Max (1 TB): R$ 17.499 iPhone 18 Pro Max (2 TB): R$ 21.999 Preço do iPhone Duo iPhone Duo (256 GB): R$ 21.999 iPhone Duo (512 GB): R$ 23.499 iPhone Duo (1 TB): R$ 26.499 iPhone Duo (2 TB): R$ 30.999 Com informações de Apple Initial plugin text Mais do TechTudo
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Preço do iPhone 17 aumenta após lançamento do iPhone 18; veja valores


Os preços do iPhone 17 e do iPhone 16 aumentaram após o lançamento do iPhone 18 Pro e do iPhone Duo nesta quarta-feira (9), durante o evento "Surpreendente e Brilhante", em Cupertino, Califórnia (EUA). Agora, o modelo da geração anterior da linha, que antes custava a partir de R$ 7.999, pode ser encontrado no site oficial da Apple por a partir de R$ 8.299. O valor do iPhone 17e também subiu, passando de R$ 5.799 para R$ 5.999. Já o 16 saiu de R$ 6.799 para R$ 6.999. A diferença também foi percebida no mercado norte-americano. De acordo com o portal MacRumors, os modelos da linha 17 estão US$ 100 mais caros. Antes mesmo do evento de lançamento do iPhone 18 Pro, já havia especulações crescentes de que a Apple poderia aumentar os valores em meio aos custos crescentes do mercado de memória RAM. A seguir, confira todos os preços. 🔎 6 coisas que você pode comprar com o valor do iPhone Duo no Brasil 💵Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🗓️Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda Preço do iPhone 17 Pro aumenta após lançamento do iPhone 18 Pro Reprodução/ TechTudo 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Teclado do iPhone com bug. Como conserto? Veja no Fórum do TechTudo Initial plugin text Momentos antes do lançamento, quando o TechTudo acessou a loja virtual da Apple no Brasil, havia uma mensagem indicando a atualização da Apple Store. A expectativa era que, após o lançamento, houvesse uma redução nos preços das gerações mais antigas, como ocorreu em 2025 e nos anos anteriores. Entretanto, quando a loja foi atualizada, os preços dos iPhones 17 e 16 subiram. Com a chegada da nova geração, o iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max não devem mais ser vendidos pela loja da Apple. Porém, ainda é possível encontrá-los no mercado varejista brasileiro, por valores que variam entre R$ 8.599 e R$ 9.539. O iPhone 16 padrão, lançado em 2024, saiu de R$ 6.799 para R$ 6.999. As versões premium dessa linha já não aparecem no site oficial também. A loja online da empresa sugere a precificação dos aparelhos, funcionando como uma espécie de “teto” do preço praticado no mercado brasileiro. Também é comum encontrar descontos em outras lojas, inclusive marcas parceiras da Apple, e condições especiais mediante troca de pontos, troca do iPhone antigo ou contratação em algum programa, com pagamento por prazo prolongado. Na imagem abaixo, veja os preços anteriores do iPhone. Em seguida, confira a tabela com o antes e depois dos preços das gerações anteriores do celular praticados pela Apple no mercado brasileiro. Print da loja online da Apple Brasil com preços antigos do iPhone 17 Reprodução/Apple Novos preços do iPhone 17 no Brasil Preço da linha iPhone 17 no Brasil Resumo das novidades do iPhone 18 Pro e do iPhone Duo Mesmo design, novas cores: preservando o formato de bandeja retangular no conjunto de câmeras, o iPhone 18 Pro tem o Bordô como cor de destaque da nova geração, substituindo o laranja-cósmico que marcou o iPhone 17 Pro . Além dele, há opções em preto, prata e azul claro (Glacial); Primeiro iPhone dobrável da história: o smartphone foi apresentado com um design similar ao do Galaxy Z Fold 8, que tem tamanho parecido com o de um passaporte. A tela externa tem 5,4 polegadas, o equivalente a 90% da área do iPhone 18 Pro; Inovações de câmera: o iPhone 18 Pro tem câmera principal com abertura variável, o que permite controlar a quantidade de luz que chega ao sensor. Isso significa melhorias na superexposição e mais possibilidades de ajuste da iluminação e da profundidade de campo; Chip A20 Pro: o modelo se torna o primeiro da empresa a receber um processador fabricado em processo de 2 nanômetros (nm). A mudança representa um avanço importante em relação às gerações anteriores e deve otimizar a execução das tarefas de inteligência artificial; Melhorias na autonomia bateria: os celulares prometem a bateria "mais longa na história do iPhone". A promessa é de 34 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro e 43 horas no 18 Pro Max. Além disso, o carregamento rápido recebeu um upgrade: segundo a Apple, o iPhone 18 Pro consegue chegar a 50% de bateria em apenas 15 minutos. Com informações de Apple, MacRumors Amazon e Mercado Livre Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável


O iPhone Duo acaba de ser apresentado pela Apple nesta quarta-feira (9) no evento anual de lançamento da marca. O primeiro dobrável desbancou a linha Pro Max e assumiu a posição de celular mais caro da marca, com versões que começam nos R$ 21.999, mas podem chegar aos R$ 30.999, dependendo da quantidade de memória escolhida. A transmissão também relevou novidades nas linhas tradicionais: o iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max. O iPhone 18 base deve ser lançado apenas em 2027. O iPhone Duo chega ao Brasil com um preço considerado bem salgado – tanto que o valor é equiparável a experiências como uma viagem de casal para um destino badalado ou mesmo a compra de um carro usado. E isso considerando apenas o modelo mais "barato" da linha. A seguir, veja seis coisas que você pode comprar pelo preço do novo iPhone Duo de 256 GB. 📲 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🔎Preço do iPhone 17 aumenta após lançamento do iPhone 18; veja valores 🗓️Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda iPhone Duo da Apple chega ao Brasil com preço inicial de R$ 21.999 Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual o melhor celular para comprar? Participe do Fórum do TechTudo Initial plugin text Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável O TechTudo listou seis itens que você pode comprar pelo possível preço do iPhone Duo. Os valores foram pesquisados em 9 de setembro de 2026 e podem sofrer alterações. O celular chega em versões de 256 GB, 512 GB, 1TB e 2TB, mas para essa matéria, consideramos apenas o modelo de entrada. Confira o índice com os tópicos abordados no texto. Viagem em casal para Nova York Fiat Uno Mille Economy 2013 Kit cozinha completo Harmonização facial Um mini wedding Avell STORM 570 Ti 1. Viagem em casal para Nova York Entre os pacotes disponíveis no Decolar.com, é possível encontrar uma viagem completa para Nova York, para duas pessoas, pelo valor total de R$14.198. O montante não inclui taxas, mas ainda há uma diferença de quase R$ 8 mil em comparação ao modelo mais caro do iPhone Duo. O pacote em questão conta com seis noites em um hotel com café da manhã, em localização estratégica, a cerca de 11 minutos a pé da Times Square. O voo sai de São Paulo em fevereiro de 2027, com parada no Canadá, tanto na ida quanto na volta. É possível comprar uma viagem para Nova York, para duas pessoas, com o possível preço do iPhone Duo Reprodução/Decolar.com 2. Fiat Uno Mille Economy (2013) O iPhone Duo também pode custar o mesmo de um carro usado: o Fiat Uno Mille 2013. Um anúncio no ar no Mobi Auto,vende a versão 1.0 Economy do Uno por R$18.499, no Rio de Janeiro. De acordo com o site, o veículo parece novo, tem cerca de 57 mil km rodados e possui ar condicionado. Além disso, o IPVA está pago, as revisões já foram realizadas e o carro só teve um dono até então. Em comparação ao valor do novo iPhone Duo, ainda sobra R$1.000 para comprar acessórios para o carro e encher o tanque. Porém, vale lembrar que em sites de revenda, o preço pode variar rapidamente. Na tabela FIPE, o valor oficial do modelo é R$ 24.072 – um pouco acima do modelo de entrada, mas abaixo do que custa o modelo de 1TB. Um carro popular usado, como o Fiat Uno Mille, tem valor próximo ao do iPhone 18 Reprodução/MobiAuto 3. Kit cozinha completo com fogão, geladeira, lava-louças, air fryer e microondas Pelo valor do modelo mais caro do novo iPhone Duo, é possível reformar a cozinha, garantindo novos eletrodomésticos. Para começar, o primeiro item na lista pode ser o Lava Louça Electrolux de 8 Serviços, que está por R$1.853,32 no catálogo da Amazon.com. No mesmo portal, é possível encontrar ofertas para o Fogão de Embutir da Brastemp, de 4 bocas, e para a Geladeira Brastemp Inox de 385 litros, por R$ 2.199,90 e R$2.888,19, respectivamente. Na Amazon, você também encontra o Microondas Brastemp de 32 Litros, por R$ 854,90, e a Air Fryer Mondial Oven 12L, por R$456,97. Todos esses itens totalizam cerca de R$ 8.300, sobrando ainda mais de R$ 12 mil para demais reformas, como pinturas, trocas de instalação de gás e mão de obra. O valor de uma reforma na cozinha seria próximo ao de um novo iPhone18 Reprodução/Amazon 4. Harmonização facial Diferentes sites de clínicas dermatológicas afirmam que uma harmonização facial total també fica abaixo do custo de um iPhone Duo. Considerando as médias de preços pesquisados na região do Rio de Janeiro, os valores giram em torno de R$ 4 mil a R$ 18 mil, dependendo dos serviços escolhidos. Entre os procedimentos mais comuns estão preenchimento com ácido hialurônico — em regiões como queixo, maçã do rosto, para olheiras e no contorno dos lábios —, aplicação de botox e inserção de fios de sustentação (PDO) sob a pele, a fim de promover um efeito lifting. Ainda é possível realizar uma lipo enzimática de papada, feita entre três e seis sessões, que pode chegar a R$6 mil. Vale sempre ressaltar, no entanto, que o valor total dos procedimentos varia de acordo com o profissional e a região do consultório. Uma harmonização facial total pode sair entre R$4 e R$18 mil no Brasil Reprodução/Unsplash 5. Um mini wedding De acordo com o iCasei, um dos maiores sites de casamento no país, os valores para a realização de um mini wedding (ou um mini casamento, em tradução direta) podem ir de R$8.000 a R$20.000. De maneira geral, um mini wedding comporta até 80 convidados. O número total de pessoas pode interferir no valor do investimento, assim como a escolha do local e dos fornecedores. De toda forma, o valor de um iPhone Duo é suficiente para realizar uma cerimônia de pequeno porte, com folga, na maioria das cidades do país. É possível realizar um mini wedding pelo valor e um iPhone 18 Pro Max Reprodução/Unsplash 6. Notebook Gamer Avell STORM 570 Ti Também é possível arrematar um notebook gamer a alta performance com o valor de um iPhone Duo . Um exemplo é o Avell STORM 570 Ti, com foco em desempenho sem travas. O processador Intel Core Ultra 9 275HX, com 24 núcleos e velocidade de até 5,4 GHz, é capaz de lidar com tarefas pesadas, seja na hora de streamar ou de competir em jogos complexos. Ele também é possí com 12 GB de memória GDDR7 e potência de até 140 W, enquanto a memória RAM pode chegar a 96 GB. A tela de 16 polegadas tem resolução de 1.600 pixels e taxa de atualização de 300 Hz. É um notebook disponível no valor de R$ 15.499,00, mas com especificações que podem elevar o preço até quase R$ 30 mil. Ou seja, é possível garantir o modelo e ainda comprar com um iPhone de gerações anteriores, como o iPhone 15, pelo preço do iPhone Duo. Um Notebook Gamer Avell STORM 570 Ti pode ser encontrado por menos de R$16.000 Reprodução/Avell Initial plugin text Com informações de Apple, Avell, Decolar, iCasei, Mobi Auto 🎥iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Mais do TechTudo o
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Preços do iPhone Duo e 18 Pro: veja valores dos novos lançamentos da Apple


A linha iPhone 18 foi lançada oficialmente pela Apple nesta quarta-feira (9). O iPhone 18 Pro chega a partir de R$ 11.999; o Pro Max, a partir de R$ 12.999; e o iPhone Duo, a partir de R$ 21.999. Além dos celulares, foram anunciados os novos AirPods 5 (R$ 1.499) e os relógios Apple Watch Series 12 e Ultra 4 (a partir de R$ 5.499 e R$ 10.499, respectivamente). Para fins de comparação, o iPhone 17 Pro foi lançado a partir de R$ 11.499 no Brasil. O aumento já era esperado devido ao recente reajuste no portfólio da marca e à crise de memória RAM que afeta diretamente os custos de produção. Os celulares poderão ser adquiridos no Brasil durante a pré-venda, que acontece a partir de 12 de setembro para os modelos Pro, e a partir de 16 de outubro para o modelo dobrável. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 📅Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda iPhone 18 Pro: confira preços do novo celular da Apple Divulgação/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Preço do iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro (256 GB): R$ 11.999 iPhone 18 Pro (512 GB): R$ 13.499 iPhone 18 Pro (1 TB): R$ 16.499 iPhone 18 Pro (2 TB): R$ 20.999 Preço do iPhone 18 Pro Max iPhone 18 Pro Max (256 GB): R$ 12.999 iPhone 18 Pro Max (512 GB): R$ 14.499 iPhone 18 Pro Max (1 TB): R$ 17.499 iPhone 18 Pro Max (2 TB): R$ 21.999 Preço do iPhone Duo iPhone Duo(256 GB): R$ 21.999 iPhone Duo(512 GB): R$ 23.499 iPhone Duo(1 TB): R$ 26.499 iPhone Duo(2 TB): R$ 30.999 iPhone 18 deve ficar para o próximo ano Diferente dos anos anteriores, a Apple optou por apresentar os modelos mais básicos da linha 18 à parte dos modelos premium. A decisão confirma os rumores de que a nova geração seria apresentada em duas partes, devido ao aumento da série. O lançamento, previsto para março de 2027, deve anunciar os aparelhos "mais simples" da marca, como o iPhone 18, iPhone 18e, versão com melhor custo-benefício da marca, e o ultrafino iPhone Air 2. Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios Com informações de Apple.
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Apple Watch Series 12 e Ultra 4 prometem mais precisão em saúde e treino


A Apple anunciou os novos Apple Watch Series 12 e Apple Watch Ultra 4 nesta quarta-feira (9), durante o evento "Surpreendente e brilhante", direto de Cupertino, nos Estados Unidos. Na ocasião, a empresa também apresentou a nova geração de iPhones 18. Os smartwatches chegam com novos sensores de saúde, que prometem maior precisão nas medições de frequência cardíaca, inclusive durante o sono. Os dispositivos também estreiam com recursos voltados para monitoramento de exercícios, recuperação após práticas esportivas e acompanhamentos de indicadores de saúde. Os novos Apple Watch Series 12 e Apple Watch Ultra 4 já estão disponíveis para pré-venda no site oficial da Apple, com preços a partir de R$ 5.499 e R$ R$ 10.499, respectivamente. A chegada oficial às lojas está prevista para 18 de setembro. Entre as principais novidades estão o novo sistema de sensores para ECG e frequência cardíaca, o recurso 'Preparo', melhorias no aplicativo 'Saúde', teste de VO2 máximo e ferramentas de IA por áudio. Veja a seguir, no TechTudo, as principais novidades da nova geração de relógios inteligentes da Apple. 🔍iPhone 18 Pro: veja cores e design do novo celular da Apple 📲Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda ➡️Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço Os novos Apple Watch Series 12 e Apple Watch Ultra 4 já estão disponíveis para pré-venda no site oficial da Apple Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Apple Watch Series 12 O Apple Watch Series 12 chega com o novo chip S11, opções de acabamento em alumínio, titânio e cerâmica. Disponível nas cores cinza espacial, preto, dourado e bronze. Os modelos de alúminio contam com o ''Ceramic Shield", que de acordo com a Apple torna as telas 60% mais resistentes. A versão de titânio está disponível na cor dourada, já o modelo de cerâmica estão disponíveis na cor branca e azul escuro. O design agora apresenta uma superfície de eletrodo maior, com o objetivo de melhorar o contato com a pele durante o eletrocardiograma. Além disso, integra os fotodiodos em formato de anel para captar luz com mais eficiência e LEDs verdes maiores e mais econômicos para monitorar a frequência cardíaca. O relógio também estreia um novo recurso, "Readiness", que analisa atividade física, sinais vitais e sono para indicar se é hora de se recuperar, manter o ritmo ou aumentar os exercícios físicos. O Apple Watch Series 12 chega com o novo chip S11, opções de acabamento em alumínio, titânio e cerâmica Reprodução/Apple Além disso, o modelo também ganha novidades no aplicativo 'Saúde', que inclui uma idade de saúde. Ele combina dados como consumo máximo de oxigênio e sono com biomarcadores de exames de sangue para comparar indicadores do usuário com a idade de saúde. O Séries 12 também estreia recursos de inteligência de áudio alimentados pelo processador chip S11. O reconhecimento de som consegue identificar sons como alarmes, campainhas. Outra novidade é o Siri Recap, que cria títulos, resumos e pontos principais das conversas, que podem ser consultadas posteriormente no aplicativo Siri. Sobre bateria é importante destacar a autonomia de até 24h no uso diário e até 10 horas de uso contínuo (25% a mais que a geração anterior). Apple Watch Series 12 tem até 24h de bateria no uso diário e até 10 horas de uso contínuo Reprodução/Apple Apple Watch Ultra 4 O Apple Watch Ultra 4 chega junto do lançamento do Apple Watch Series 12 e são bem similares. Poucas são as mudanças nas fichas técnicas entre os dois dispositivos. Ambos receberam uma evolução nas análises de eletrocardiograma ECG, e ganharam os mesmos recursos de IA, como novidades no aplicativo 'Saúde', IA aprimorada nos aúdios, além do recurso Siri Recap que registra os últimos 15 segundos durantes conversas pelo eletrônico. O modelo ultra está disponível nas cores preta e titânio. O diferencial entre os modelos está no design, na tela e bateria dos dispositivos. O series 12 está disponível com uma tela de 42 mm e 46 mm, enquanto o Ultra 4 tem 49mm. O modelo Ultra 4 é mais robusto, construído em titânio e utiliza vidro de safira, enquanto o Series 12 oferece versões em alúminio, titânio e cerâmica. O Séries 12 chega a 2.000 nits de brilho, enquanto o Ultra 4 alcança 3.000 nits Reprodução/Apple A tela também diferencia os dois aparelhos. O Séries 12 chega a 2.000 nits de brilho, enquanto o Ultra 4 alcança 3.000 nits. Na prática, a versão ultra oferece melhor visibilidade durante situações de forte exposição ao sol, principalmente em práticas esportivas como corrida, ciclismo e práticas ao ar livre. Outro ponto de diferença entre os modelos é a bateria. O Séries 12 oferece até 24 horas de autonomia em uso normal, enquanto o Ultra pode chegar até 50 horas. Essa vantagem faz diferença principalmente para usuários que passam horas treinando ou participam de provas de longas duração. O Séries 12 oferece até 24 horas de autonomia em uso normal, enquanto o Ultra pode chegar até dois dias completos Reprodução/Apple A resistência também é superior no Ultra 4. O séries 12 tem resistência à água de até 50 metros, enquanto o Ultra 4 suporta até 100 metros e pode ser utilizado em mergulhos até 40 metros de profundidade, além de contar com uma construção voltada para condições mais extremas, incluindo certificação de resistência de padrão militar. Preço e lançamento no Brasil No Brasil, a pré-venda dos novos Apple Watch começa no próximo dia 16. Os modelos estarão disponíveis a partir de 18 de setembro, com os seguintes preços sugeridos: Apple Watch Series 12: R$ 5.499 Apple Watch Ultra 4: R$10.499 iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple
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Quando lança o iOS 27? Apple revela data; confira as novidades


A Apple anunciou, nesta quarta-feira (9), a data de lançamento do iOS 27. O novo sistema operacional do iPhone estará disponível para celulares compatíveis a partir do dia 14 de setembro. A divulgação aconteceu após o evento “Surprise and shine”, que também apresentou o novo iPhone 18. Entre as novidades estão melhorias de desempenho, novos ajustes no Liquid Glass e recursos para Safari, Senhas e Mail. A atualização também prepara a chegada da Siri AI, versão mais avançada da assistente da Apple. Nas próximas linhas, confira novidades do iOS 27 e veja quais smartphones vão receber a atualização. ➡️Apple lança iPhone dobrável, iPhone 18 Pro e mais; veja preços e cores 🔎 Vale a pena atualizar o iPhone 11 para o iOS 27? Entenda impactos 🗣️Siri AI: 6 funções que a nova assistente da Apple pode fazer 🔎7 recursos realmente úteis do iOS 27 que você VAI QUERER USAR Quando lança o iOS 27? Apple revela data; confira as novidades Reprodução/Vecteezy/Apple/Editada com IA 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar 📝 Como desativar a localização do iPhone? Veja no fórum do TechTudo Novidades do iOS 27 O iOS 27 traz melhorias de desempenho e novos ajustes no Liquid Glass, linguagem visual adotada pela Apple na geração anterior. A empresa afirma que os aplicativos podem abrir até 30% mais rápido, enquanto novas fotos chegam à Fototeca até 70% mais rapidamente e transferências pelo AirDrop ficam até 80% mais velozes. O sistema também passa a escolher automaticamente a melhor conexão Wi-Fi ou rede celular disponível para manter o aparelho conectado durante deslocamentos. O visual Liquid Glass recebeu ajustes de refração e contraste para melhorar a legibilidade, enquanto os ícones dos aplicativos ganham mais nitidez e detalhes. Um novo controle também permite escolher entre uma aparência mais transparente ou mais opaca. iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple Entre as mudanças nos apps nativos, o Safari passa a agrupar abas automaticamente por assunto e pode avisar sobre alterações em páginas, como quedas de preço. O app Senhas alerta sobre credenciais fracas ou comprometidas e pode ajudar a substituí-las, enquanto o Mail ganha uma busca que prioriza os resultados mais relevantes. Outra novidade aguardada é a Siri AI, nova versão da assistente baseada na Apple Intelligence. A tecnologia promete compreender melhor o contexto pessoal do usuário e o conteúdo exibido na tela, além de realizar ações em aplicativos e permitir conversas mais naturais. Veja novidades do iOS 27 Reprodução/Pexels/Apple/Editada com IA Quais iPhones vão atualizar para o iOS 27? O iOS 27 pode ser instalado no iPhone 11 e em modelos posteriores. A atualização também está disponível para o iPhone SE de segunda e terceira gerações. Confira a lista completa de celulares compatíveis: iPhone 17 Pro Max iPhone 17 Pro iPhone Air iPhone 17 iPhone 17e iPhone 16 Pro Max iPhone 16 Pro iPhone 16 Plus iPhone 16 iPhone 16e iPhone 15 Pro Max iPhone 15 Pro iPhone 15 Plus iPhone 15 iPhone 14 Pro Max iPhone 14 Pro iPhone 14 Plus iPhone 14 iPhone 13 Pro Max iPhone 13 Pro iPhone 13 iPhone 13 mini iPhone 12 Pro Max iPhone 12 Pro iPhone 12 iPhone 12 mini iPhone 11 Pro Max iPhone 11 Pro iPhone 11 iPhone SE (2ª geração) iPhone SE (3ª geração) Veja iPhones que vão atualizar para o iOS 27 Mariana Saguias/TechTudo Com informações de Apple Mais do TechTudo
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Pré-venda de GTA 6: game está disponível por R$ 365 em oferta da Shopee


Durante o 9.9, GTA 6 no PS5 está com oferta exclusiva na pré-venda da Shopee por R$ 365 no Pix com cupom. A oferta de data dupla traz o desconto de R$ 45, que pode ser somado ao valor subtraído de R$ 19, pelo pagamento com o Pix, e de R$ 20, pelo uso do cupom, diminuindo significativamente o valor original do jogo de R$ 449. O jogador também pode parcelar a compra em até 12x de R$ 37, sob o total parcelado de R$ 447. A partir dessa aquisição, o comprador também recebe 404 moedas da Shopee, valor que pode ser usado em futuras compras — a cada 100 moedas resgatadas, você recebe R$ 1 de desconto. No uso do cupom, o frete é grátis e o jogo será enviado após 65 dias da compra. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp É importante lembrar que GTA 6 será oficialmente lançado no dia 19 de novembro de 2026 para PS5, Xbox Series X e Xbox Series S, e que a compra na promoção é referente a uma pré-venda do game. Os preços citados foram verificados no dia 9 de setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio ao longo da campanha do 9.9. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos GTA 6 está em promoção exclusiva na Shopee Divulgação/Rockstar 🔎 6 jogos com muita ação para zerar antes do lançamento de GTA VI Initial plugin text 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Onde posso comprar GTA 6 na pré-venda? Além da Shopee, GTA 6 também está disponível para compra na Magazine Luiza, Amazon e Mercado Livre por preços competitivos. Como será o lançamento de GTA 6? GTA 6 será ambientado em Vice City, no estado de Leonida Divulgação/Rockstar Games O jogo da Rockstar Games ainda não tem uma versão para PC anunciada e as caixas não devem trazer uma versão física do game. No lugar do disco, o comprador vai receber um código para download digital, liberado no dia 19 de novembro, data de lançamento do game e do fim da pré-venda. Porém, o pré-carregamento do jogo já estará disponível a partir do dia 12 de novembro. A versão Standard de GTA 6 oferece brindes, como um mês grátis de GTA+ e o pacote vintage Vice City, que inclui cosméticos e bônus em GTA Online. O game já tem a pré-venda mais forte já registrada, segundo análise feita pela NewZoo, com cerca de US$ 260 milhões gastos por consumidores só na primeira semana. É possível que mais de 51 milhões de unidades do game sejam vendidas em uma única semana, o que faria a Rockstar Games e a Take Two Interactive lucrarem entre US$ 3,25 bilhões e US$ 5,2 bilhões nesse período. Nesta análise, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Espanha devem corresponder a 69% das cópias de GTA 6 que vão ser vendidas ao redor do mundo. Com informações de Shopee Veja também: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a julho de 2026
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iPhone Duo e 18 Pro: veja cores e design dos novos celulares da Apple


O iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max foram anunciados pela Apple nesta quarta-feira (9). Os novos celulares mantêm o visual da geração anterior, mas chegam em novas opções de cores. O principal destaque é a opção "Bordô", uma tonalidade de vinho que já vinha sendo comentada nas redes sociais antes do lançamento. A cartela dos modelos premium também inclui Preto, Prata e Glacial, um novo azul-claro. Já o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, foi apresentado nas cores Star White (branco) e Night Sky (azul-escuro). Além dos smartphones, o evento "Surpreendente e brilhante" também marcou o lançamento dos AirPods 5 e dos novos Apple Watch Series 12 e Apple Watch Ultra 4. Veja, a seguir, imagens das novas cores e do design dos lançamentos da Apple. 🗓️Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda 🔍Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 💰Preços do iPhone Duo e 18 Pro: veja valores dos novos lançamentos da Apple IPhone 18 Pro está disponível em quatro cores Divulgação da Apple 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Veja novas cores do iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Duo iPhone 18 Pro manteve design na geração premium anterior da Apple Reprodução/Apple No quesito design, os modelos iPhone 18 Pro e Pro Max mantêm as mesmas características de seus antecessores. A Apple optou por preservar a organização triangular das câmeras traseiras, dispostas em um módulo maior na parte superior do aparelho. A principal diferença, no entanto, está no acabamento. Diferente dos modelos 17 Pro e 17 Pro Max, a linha 18 Pro traz o painel traseiro e a estrutura de alumínio na mesma tonalidade, o que deixa o visual mais uniforme. Como mencionado anteriormente, os smartphones chegam nas cores Preto, Prata, Glacial (azul-claro) e Bordô. iPhone 18 está disponível em tom azul claro Reprodução/TecTtudo Já para o tão aguardado iPhone Duo (dobrável), a Apple apostou em um celular com formato de “passaporte”, semelhante ao adotado por marcas como Samsung e Xiaomi. Com tela externa de 5,4 polegadas e interna de 7,6 polegadas, o aparelho combina um formato mais compacto quando fechado com uma experiência mais próxima à de um tablet quando aberto. As câmeras traseiras também ficam posicionadas em um módulo na parte superior, na mesma tonalidade do aparelho. O modelo está disponível nas cores Star White (branco) e Night Sky (azul-escuro). iPhone Duo chega ao mercado em duas opções de cores Divulgação/Apple Com informações de Apple. 🎥5 novidades da Apple que você precisa conhecer! Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios
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Apple lança iPhone dobrável, iPhone 18 Pro e mais; veja preços e cores


A Apple anunciou, nesta quarta-feira (9), o lançamento do iPhone 18 Pro, do iPhone 18 Pro Max, e do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da empresa. Grande novidade do dia, o smartphone tem tamanho similar ao de um passaporte, assim como o rival Galaxy Z Fold 8, da Samsung, e custa a partir de R$ 21.999 no Brasil. Além dos telefones, foram anunciados dois modelos de Apple Watch, incluindo uma nova versão Ultra, e a quinta geração dos AirPods. O evento "Surpreendente e brilhante" foi a estreia de John Ternus como apresentador após assumir o cargo de CEO da empresa. A Apple aderiu à esperada estratégia de segurar o lançamento de um iPhone 18 mais simples, focando no dobrável e na versão Pro. O modelo-base poderia, segundo rumores, chegar no início de 2027. A seguir, saiba tudo sobre os lançamentos e veja os preços no Brasil. 📲Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🔎 iPhone 18 Pro: veja cores e design do novo celular da Apple 💵Preço do iPhone 17 aumenta após lançamento do iPhone 18; veja valores Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Lançamentos da Apple: preços no Brasil iPhone Duo - a partir de R$ 21.999 iPhone 18 Pro - a partir de R$ 11.999 iPhone 18 Pro Max - a partir de R$ 12.999 Apple Watch 12 - a partir de R$ 5.499 Apple Watch Ultra 4 - a partir de R$ 10.499 AirPods 5 - a partir de R$ 1.499 iPhone Duo é o primeiro celular dobrável da Apple Divulgação/Apple iPhone Duo: primeiro dobrável da Apple O iPhone Duo é o primeiro celular dobrável da Apple. Muito aguardado e alvo de centenas de rumores nos últimos anos, o dispositivo foi apresentado com tamanho similar ao de um passaporte, assim como o rival Galaxy Z Fold 8, da Samsung. A maçã garante que o iOS 27 é responsivo aos diferentes usos do smartphone, se adaptando de forma fluida a cada ação do usuário. A promessa é que a transição entre o uso com tela aberta e fechada seja intuitiva, permitindo inclusive a disposição inteligente de aplicativos durante uma abertura parcial. Ainda de acordo com a Apple, o vinco é formado por mais de cem componentes que permitem uma abertura com tela totalmente plana, e que se dobra "como páginas de um livro". A empresa também promete que ele tem camadas de proteção que previnem contra distorções ao longo do tempo. A moldura do telefone é de titânio, enquanto as partes traseira e frontal contam com o Ceramic Shield, escudo de proteção que a Apple costuma usar em partes do iPhone. iPhone Duo permite uso de aplicativos de forma simultânea Divulgação/Apple O desbloqueio é feito com o Touch ID, sensor de digitais que fica integrado ao botão lateral. Também é possível destravar o aparelho com o Apple Watch, já que o celular não conta com o Face ID para autenticar com o rosto. A tela externa tem 5,4 polegadas, o equivalente a 90% da área do iPhone 18 Pro. Aberto, o celular passa a ter um display de 7,6", com a mesma proporção da tela externa, de 1.4/1. O dobrável vem equipado com o chip A20 Pro, que é apresentado como o "mais rápido em um smartphone", nas palavras da Apple. O celular tem dois componentes de bateria que operam juntos. A promessa é de autonomia de até 44 horas de reprodução de vídeo, quando a tela externa é usada. Ainda este ano, a Apple prometeu suporte ao Apple Pencil. Tela do iPhone Duo é visualmente livre de vincos Divulgação/Apple As duas câmeras traseiras têm 48 MP, sendo uma principal e outra ultra wide. A câmera frontal, que fica na tela externa, tem 12 MP. O preço inicial é de R$ 21.999, com capacidades entre 256 GB e 2 TB. Ele estará disponível a partir de 23 de outubro em duas cores: branco-estrela e céu noturno, uma espécie de cinza ou preto. A versão mais cara, com maior armazenamento, pode chegar a R$ 30.999. iPhone 18 Pro: nova câmera com abertura variável Outro grande anúncio desta quarta-feira foi o iPhone 18 Pro, que chega junto com o iPhone 18 Pro Max, ambos também com o novo A20 Pro. Com litografia de 2 nm, o chip traz melhorias na CPU, na GPU e no chamado Neural Engine, permitindo ainda mais tarefas de inteligência artificial com processamento direto no dispositivo. Foram apresentadas algumas inovações relacionadas à Siri, que estarão disponíveis em português no iOS 27 a partir de outubro. iPhone 18 Pro é anunciado pela Apple em quatro cores Divulgação/Apple Os celulares prometem a bateria "mais longa na história do iPhone". Segundo a Apple, a autonomia é de 36 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro, e 45 horas no Pro Max. Além disso, o carregamento rápido recebeu um upgrade. A maçã garante que o iPhone 18 Pro consiga chegar a 50% de bateria em apenas 15 minutos. O conjunto de câmeras traz, pela primeira vez no iPhone, um sistema de abertura variável no sensor principal de 48 MP. O recurso é similar à capacidade do diafragma de uma DSLR, e promete melhorar o controle de luz e profundidade de campo, permitindo um controle maior do desfoque em retratos. Além disso, a câmera traz controles manuais também de exposição e balanço de brancos em fotos e vídeos, garantindo que profissionais tenham maior liberdade de criação sem depender de aplicativos de terceiros. Câmera do iPhone 18 Pro ganha abertura variável Reprodução/Apple O iPhone 18 Pro está disponível em quatro cores: preto, prateado, glacial (azul claro) e bordô (vermelho escuro ou vinho). Os preços começam em R$ 11.999 para o 18 Pro e R$ 12.999 para o 18 Pro Max. A pré-venda começa neste sábado (12), e a disponibilidade começa no próximo dia 18, simultânea com os Estados Unidos. Apple Watch 12: novidades no monitoramento de saúde Dois novos modelos de Apple Watch foram apresentados: O Apple Watch 12 e o Apple Watch Ultra 4. Os relógios chegam com um novo sistema de monitoramento de saúde, que promete deixar as leituras dos indicadores mais precisas e frequentes. O aplicativo de saúde também recebeu novos recursos, como uma espécie de avaliação de disposição diária, que combina medições de sono, atividade e outros indicadores para dar uma nota e sugerir o que fazer no dia, entre relaxar ou ter um dia mais intenso. Apple Watch 12 recebeu melhorias nos recursos de saúde Divulgação/Apple Alguns recursos de inteligência artificial também foram apresentados. Um microfone no relógio permite, por exemplo, funcionalidades da chamada "Audio Intelligence". O relógio consegue, por exemplo, identificar sons como sirenes e campainhas, ou mesmo transcrever o que alguém disse nos últimos 15 segundos ao apertar duas vezes a Digital Crown. Segundo a Apple, os recursos são opcionais e os áudios não são gravados ou armazenados pela empresa. Por enquanto, o recurso estará disponível apenas em inglês. Apple Watch Ultra 4 tem bateria prometida de até dois dias Divulgação/Apple Com bateria de até 24 horas, o Apple Watch 12 estará disponível a partir de R$ 5.499, ainda sem data de lançamento no Brasil confirmada. O acabamento de alumínio traz quatro opções de cores: bronze-escuro, dourado-claro, preto e cinza-espacial. O Apple Watch Ultra 4 promete até dois dias de bateria, e será lançado por R$ 10.499, também sem data para chegar por aqui. Ele estará disponível nas cores preto e natural. AirPods 5: cancelamento de ruído aprimorado Os AirPods 5 são a nova geração dos fones de ouvido da Apple, com cancelamento de ruído ativo (ANC) 50% melhor que a quarta geração. A promessa é que o acessório tenha o melhor ANC do mercado em um fone com design aberto. A bateria tem duração de até quatro horas com o cancelamento de ruído em uso e até 20 incluindo a caixa de carregamento. AirPods 5 é apresentado pela Apple com ANC aprimorado Divulgação/Apple O preço no Brasil é de R$ 1.499. Foi apresentada também uma segunda versão, com controle de volume similar aos AirPods Pro, bateria mais duradoura e case com suporte ao carregamento sem fio. O modelo chega por R$ 1.699, e as duas versões chegam ao Brasil no dia 18, com pré-venda a partir desta sexta-feira (11). Mais do TechTudo Selecionar uma imagem 🎥 MOTOROLA SIGNATURE é MELHOR que IPHONE? Testamos o celular premium! MOTOROLA SIGNATURE é MELHOR que IPHONE? Testamos o celular premium!
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iPhone em promoção: linhas 15, 16 e 17 em oferta exclusiva da Amazon no 9.9


Durante o 9.9, evento de datas duplas com promoções em lojas de e-commerce, os modelos das linhas 15, 16 e 17 do iPhone estão com excelentes descontos na loja da Amazon. Para ajudar a encontrar bons preços pelos celulares da Apple, o TechTudo fez uma seleção das melhores promoções da marca hoje. 🔴 iPhone 18, iPhone Duo e mais: acompanhe lançamentos da Apple ao vivo 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os celulares em promoção, o que está pelo preço mais acessível é o iPhone 16e, saindo por R$ 3.499, com desconto de 32% do valor original de R$ 5.799. Já o aparelho mais caro é o iPhone 17, mas que está disponível pelo preço promocional de R$ 5.299, um desconto de 26% do valor original de R$ 7.999. Todos os valores foram verificados em setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio ao longo da campanha do 9.9. A seguir, confira a lista de aparelhos completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos iPhone 17 está com promoção durante o 9.9; confira Brenda Santos/TechTudo 🔎 Lançamento do iPhone 18: como assistir ao vivo e o que esperar Initial plugin text 📝 Qual o melhor celular para comprar? Opine no Fórum do TechTudo iPhone em promoção: linhas 15, 16 e 17 em oferta exclusiva da Amazon no 9.9 iPhone 16e (128 GB) - melhor modelo de entrada com ficha técnica atualizada; iPhone 15 (256 GB) - melhor opção para comprar em 2026; iPhone 17e (256 GB) - alto desempenho com preço mais baixo; iPhone 16 (256 GB) - o básico ainda competente; iPhone 17 (256 GB) - o básico mais completo para quem busca o que há de mais novo na Apple. iPhone 16e (128 GB) - de R$ 5.799 por R$ 3.499 O iPhone 16e de 128 GB está com desconto de 32% em oferta exclusiva da Amazon, saindo do valor original de R$ 5.799 por R$ 3.499. O pagamento pode ser feito com 10% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 12x de R$ 324,00 sem juros, sob o total parcelado de R$ 3.887. O aparelho está disponível pelo mesmo preço nas cores preto e branco. A oferta vai até o final do dia. iPhone 15 (128 GB) - de R$ 5.999 por R$ 3.998 O iPhone 15 de 128 GB, na cor azul, está saindo por R$ 3.998 na Amazon, um desconto de 25% do valor original de R$ 5.999. O pagamento pode ser feito com 10% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 12x de R$ 370 sem juros, sob o total parcelado de R$ 4.443. A oferta, que vai até o final do dia, também deixa o comprador com 90 dias de Amazon Music grátis inclusos. iPhone 17e (256 GB) - de R$ 5.799 por R$ 4.229 No 9.9, O iPhone 17e de 256 GB está disponível por R$ 4.229 em promoção exclusiva da Amazon, um desconto de 18% do valor original de R$ 5.799. A compra pode ser feita com 10% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 12x de R$ 391,62 sem juros, sob o total parcelado de R$ 4.699. O aparelho está disponível com esse mesmo preço nas cores preto, branco e rosa. A oferta vai até o final do dia. iPhone 16 (256 GB) - de R$ 7.599 por R$ 5.039 O iPhone 16 de 256 GB está saindo por R$ 5.039 na promoção do 9.9, um desconto de 26% do valor original de R$ 7.599. A compra pode ser feita com 10% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 12x de R$ 466 sem juros, sob o total parcelado de R$ 5.599. A promoção vale para os aparelhos de cor preta, branca e verde-acinzentado. Por um preço ainda menor, de R$ 5.000, o comprador também consegue desconto nas cores rosa e ultramarino. A promoção vale até o final do dia. iPhone 17 (256 GB) - de R$ 7.999 por R$ 5.299 O iPhone 17 está saindo por R$ 5.299 durante as ofertas do 9.9 na Amazon, um desconto de 26% do valor original do aparelho, de R$ 7.999. A compra pode ser feita com 10% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 12x de R$ 490 sem juros, sob o total parcelado de R$ 5.887. A promoção, que vai até o final do dia, está disponível para celulares das cores branco, azul-névoa, lavanda, preto e sálvia (verde). Apesar do preço mais elevado, essa é uma ótima oportunidade para conseguir um aparelho de uma geração avançada da Apple por um preço mais acessível. Com informações de Amazon 🎥 Veja também: iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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iPhone 18: loja da Apple sai do ar horas antes do lançamento


A loja online da Apple saiu do ar na manhã desta quarta-feira (9), poucas horas antes do evento “Surpreendente e Brilhante”, marcado para as 14h (horário de Brasília). A indisponibilidade, porém, não é motivo para preocupação: a companhia costuma retirar sua loja do ar antes de grandes lançamentos, preparando a plataforma para receber os novos produtos. Ao tentar acessar a loja, é exibida a mensagem "Voltamos logo. Estamos atualizando a Apple Store. Tente novamente daqui a pouco." O evento de hoje deve ser marcado pela apresentação dos modelos mais avançados da linha iPhone 18, incluindo o iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e o inédito iPhone Ultra, primeiro celular dobrável da Apple. Além dos smartphones, a fabricante também deve anunciar novidades aguardadas, como seu primeiro processador fabricado em 2 nanômetros, além de novas gerações do Apple Watch e dos AirPods. 🔎Apple lança iPhone dobrável, iPhone 18 Pro e mais; veja preços e cores 🏷️Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🗓️️Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda "Voltamos logo": loja da Apple sai do ar poucas horas antes do lançamento do iPhone 18 Reprodução/Apple 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual o melhor celular para comprar? Opine no Fórum do TechTudo A ideia de que o site não suportou a quantidade de acessos e acabou saindo do ar pode até parecer plausível, mas a Apple repete essa estratégia há anos antes de grandes lançamentos. A companhia costuma retirar a loja virtual do ar para criar expectativa em torno do evento, reforçar a sensação de exclusividade e concentrar a atenção dos consumidores no início das pré-vendas, fazendo da ação uma estratégia de marketing muito mais do que uma necessidade técnica. Novidades esperadas no evento da Apple Apesar de manter o suspense mesmo diante de uma série de vazamentos e rumores, a Apple deve apresentar algumas novidades já amplamente esperadas pela mídia especializada. O iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max, por exemplo, devem ser equipados com o A20 Pro, novo chipset que também deve ser anunciado no evento. A expectativa é que o componente seja o primeiro processador da fabricante produzido em processo de 2 nanômetros, o que pode representar ganhos de desempenho e eficiência energética. Entre os demais destaques, o iPhone 18 Pro Max deve receber uma câmera principal com abertura variável e uma bateria de 5.567 mAh, enquanto o iPhone 18 Pro pode contar com uma capacidade de 4.288 mAh. Os números representam um aumento de cerca de 7% em relação ao iPhone 17 Pro e podem ser acompanhados por melhorias na autonomia graças à maior eficiência do novo chipset. Com isso, os modelos mais avançados da linha devem combinar baterias maiores com um componente mais eficiente para entregar maior duração longe da tomada. iPhone 18 Pro deve abandonar o polêmico “laranja cósmico” lançado em 2025 Reprodução/Macworld Além dos modelos tradicionais, a Apple também deve revelar o iPhone Ultra, apontado como seu primeiro celular dobrável. O aparelho pode adotar formato semelhante ao conceito “passaporte” do Galaxy Z Fold 8, da Samsung, com proporção de 4:3, tela principal de 7,8 polegadas e display externo de 5,5 polegadas. Na traseira, são esperadas duas câmeras de 48 MP, sendo uma principal e outra ultrawide, sem uma lente dedicada para zoom. O modelo também pode se tornar o iPhone mais caro da história, com preços estimados entre US$ 2.099 e US$ 3.382. A Apple ainda deve apresentar novos dispositivos, como o Apple Watch Ultra 4, o Apple Watch Series 12 e os AirPods 5. Como assistir ao lançamento do iPhone 18 ao vivo O evento “Surpreendente e brilhante” será transmitido ao vivo pela Apple em seu canal do YouTube. A apresentação poderá ser acompanhada online em diferentes dispositivos, como computador, celular, tablet e smart TV. Ao término da conferência, o TechTudo também fará uma live em seu canal no YouTube para comentar os lançamentos, novidades e principais anúncios feitos pela empresa. Ative a notificação para receber um lembrete e acompanhar nossa transmissão. Com informações de Apple, MacRumors, TrendForce e EVDownunder 🎥Qual é o melhor iPhone para comprar? Tiramos TODAS as suas dúvidas! Qual é o melhor iPhone para comprar? Tiramos TODAS as suas dúvidas!
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Melhor celular Xiaomi para comprar no 9.9: veja 5 modelos imperdíveis


As promoções de datas duplas, como 9.9, são uma ótima oportunidade para comprar um celular novo com um baita desconto. Neste dia, os smartphones da Xiaomi podem aparecer com ofertas imperdíveis nos modelos das linhas Redmi, POCO e Xiaomi, com preços muito abaixo em lojas como Shopee, Amazon, Magazine Luiza e Mercado Livre. Para te ajudar a escolher o melhor celular para você, o TechTudo preparou uma lista com seis modelos que valem a pena ficar de olho durante a campanha. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp A seleção traz desde celulares básicos com um excelente custo-benefício até modelos top de linha. Os preços consultados durante a apuração da matéria variam de R$ 1.070, com o POCO C85 (256 GB) na Amazon como a opção mais barata da lista, até R$ 3.472, com Xiaomi 17T 5G (512 GB) na Shopee, ocupando o posto de modelo mais avançado. Os valores foram verificados em setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio ao longo do 9.9. A seguir, confira a lista completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Xiaomi 17T pode ficar com descontos interessantes no 9.9.; confira Ana Letícia Loubak/TechTudo 🔎Xiaomi lança POCO F9 Pro e Ultra com desempenho de alto nível; confira Initial plugin text 📝Redmi ou POCO? Qual modelo da Xiaomi comprar? Opine no Fórum TechTudo Melhor celular Xiaomi para comprar no 9.9 POCO C85 (256 GB) — melhor custo-benefício entre os modelos de entrada; Xiaomi Redmi Note 15 (256 GB) — melhor equilíbrio entre tela AMOLED, bateria e armazenamento; Redmi Note 14 Pro+ (256 GB) — melhor câmera de 200 megapixels (MP) na faixa dos R$ 2 mil; POCO X7 Pro 5G (256 GB) — melhor celular da lista para jogos e alto desempenho; Xiaomi 17T 5G (512 GB) — melhor topo de linha para fotografia e recursos premium. Como escolhemos os celulares da Xiaomi? Nem sempre o celular mais caro é a melhor compra, já que cada um oferece uma proposta diferente. Por isso, a lista reúne os modelos da Xiaomi lançados entre 2025 e 2026 que oferecem o melhor equilíbrio entre preço, desempenho e recursos, contemplando diferentes perfis de usuário. Além dos menores preços encontrados nos principais marketplaces brasileiros, a escolha considerou critérios como qualidade da tela, potência do processador, câmeras, bateria, velocidade de carregamento, resistência e tempo de suporte da empresa. As análises também têm como base os testes e reviews realizados pelo TechTudo. O que um bom celular da Xiaomi deve ter? A Xiaomi ficou conhecida por oferecer fichas técnicas de alto nível em praticamente todas as faixas de preço, mas alguns recursos fazem mais diferença do que outros na hora da compra. Para escolher um modelo que continue valendo a pena por vários anos, vale prestar atenção nestes pontos: Tela AMOLED de 120 Hz: os melhores modelos da Xiaomi apostam em painéis AMOLED com alta taxa de atualização, garantindo cores vibrantes, ótimo brilho e uma navegação fluida em vídeos e jogos. Processador de nova geração: chips como Snapdragon 8 Elite, Snapdragon 8s Gen 4 e MediaTek Dimensity 8400 Ultra entregam excelente desempenho para edição de fotos e games pesados, sem consumir tanta bateria. 256 GB de armazenamento ou mais: essa capacidade é ideal para a maioria dos usuários, principalmente para quem grava muitos vídeos ou instala muitos aplicativos. Modelos com 12 GB de RAM também oferecem uma experiência mais consistente. Bateria grande e carregamento rápido: baterias de 5.000 a 6.000 miliampere-hora (mAh) costumam suportar um dia inteiro de uso intenso. Já carregamentos entre 67 W e 120 W reduzem bastante o tempo necessário para recarregar o aparelho. Câmeras com estabilização óptica: mais importante do que megapixels (MP) é contar com um sensor principal de qualidade, estabilização óptica de imagem (OIS) para fotos mais nítidas e lentes ultrawide ou teleobjetiva, que ampliam a versatilidade para fotografar em diferentes cenários. Atualizações de software: os celulares mais recentes da Xiaomi recebem vários anos de atualizações do Android e de segurança. Quanto maior esse período, maior tende a ser a vida útil do aparelho. 1. Xiaomi POCO C85 (256 GB) - a partir de R$ 1.070 Quem procura um celular barato para aproveitar as promoções do 9.9 encontra no POCO C85 uma das opções mais interessantes da Xiaomi. O aparelho vem de fábrica com Android 15, interface HyperOS 2 e ainda oferece NFC para pagamentos por aproximação, algo que nem sempre está presente nessa faixa de preço. Após analisar o celular, Jorge Lucas Bernardes destacou na análise de ficha técnica para o TechTudo que a tela é um dos grandes diferenciais do modelo dentro da categoria de entrada. O smartphone traz um painel IPS LCD de 6,9 polegadas com resolução HD+, taxa de atualização adaptável de 120 Hz e brilho de até 810 nits, combinação que garante boa fluidez para vídeos, redes sociais e jogos casuais. O design minimalista e a certificação IP64 contra poeira e respingos completam o pacote. A bateria de 6.000 mAh é outro ponto forte do aparelho e promete autonomia para mais de um dia de uso intenso, chegando a até dois dias em atividades moderadas. O carregamento rápido de 33 W recupera metade da carga em aproximadamente meia hora, e o carregamento reverso de 10 W permite usar o celular como fonte de energia para outros dispositivos. Já nas câmeras, o sensor principal de 50 MP utiliza foco automático PDAF para registrar fotos mais nítidas, enquanto a câmera frontal de 8 MP recebe recursos como HDR e iluminação suave para selfies. No desempenho, o aparelho aposta no processador MediaTek Helio G81-Ultra, acompanhado de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno. O conjunto é suficiente para tarefas cotidianas e jogos leves, enquanto a expansão de memória virtual e o suporte a cartão microSD de até 1 TB aumentam sua versatilidade. O POCO C85 é uma das melhores escolhas da Xiaomi para quem deseja muito armazenamento gastando pouco, já que pode ser encontrado por R$ 1.070 na Amazon. Prós: tela IPS LCD de 6,9" com taxa de atualização de 120 Hz; bateria de 6.000 mAh com ótima autonomia; 256 GB de armazenamento e expansão via microSD; certificação IP64 contra poeira e respingos; NFC e carregamento reverso de 10 W. Contras: resolução HD+ abaixo de concorrentes Full HD; processador voltado para uso básico e jogos leves; grava vídeos apenas em Full HD a 30 FPS. 2. Xiaomi Redmi Note 15 (256 GB) - a partir de R$ 1.385 Lançado em 2025, o Xiaomi Redmi Note 15 é uma das opções mais equilibradas da Xiaomi para quem deseja um intermediário completo sem ultrapassar a faixa dos R$ 1.500. O destaque do dispositivo fica por conta da tela AMOLED de 6,77 polegadas, que entrega resolução Full HD+ e uma taxa de atualização de 120 Hz, além de impressionantes 3.200 nits de brilho máximo. Isso dá ao aparelho excelente visibilidade, mesmo sob a luz do sol, e uma experiência muito mais agradável para assistir a vídeos ou navegar pelas redes sociais. O painel ainda conta com certificações voltadas à proteção ocular, enquanto a construção traz resistência IP64 e um corpo fino de apenas 7,94 mm. Redmi Note 15 Pro com capa (com marca) Julia Rabaça/TechTudo No desempenho, o Redmi Note 15 utiliza o processador MediaTek Helio G100-Ultra, acompanhado de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, com possibilidade de expansão via microSD. Embora ainda não seja um celular voltado para jogos pesados, ele entrega boa fluidez em multitarefas e apps do dia a dia. Já nas câmeras, o sensor principal de 108 MP é o grande diferencial, registrando fotos bem detalhadas, enquanto a câmera frontal de 20 MP garante selfies com boa definição. Outro ponto forte é a bateria de 6.000 mAh, capaz de alcançar até dois dias de uso moderado, segundo a fabricante. O aparelho oferece carregamento rápido de 33 W, carregamento reverso de 18 W e alto-falantes estéreo com Dolby Atmos, completando um pacote bastante competente para a faixa de preço. Hoje, o modelo já aparece por cerca de R$ 1.385 na Amazon, bem abaixo do preço de lançamento. Prós: tela AMOLED Full HD+ de 120 Hz com brilho de até 3.200 nits; câmera principal de 108 MP com fotos bastante detalhadas; bateria de 6.000 mAh com carregamento rápido de 33 W; 256 GB de armazenamento e expansão via microSD; até quatro atualizações do Android e seis anos de segurança. Contras: não possui conectividade 5G; processador intermediário abaixo de rivais mais potentes; grava vídeos apenas em Full HD a 30 fps. 3. Redmi Note 14 Pro+ (256 GB) - a partir de R$ 1.999 Se a ideia é investir um pouco mais para levar um intermediário melhor, o Redmi Note 14 Pro+ é uma das compras mais completas da Xiaomi no 9.9. Lançado no Brasil em fevereiro de 2025, o aparelho apresenta uma tela de altíssima qualidade, um processador Snapdragon, uma câmera de 200 MP e um dos carregamentos mais rápidos do mercado. Redmi Note 14 Pro+ Ana Letícia Loubak/TechTudo Para o modelo, a Xiaomi adotou moldura de alumínio, além de colocar uma tela curva AMOLED CrystalRes de 6,67 polegadas, com resolução 1,5K, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que garante excelente visibilidade até sob sol forte. Outro diferencial importante é a certificação IP68, somada às proteções Gorilla Glass Victus 2 na tela e Gorilla Glass 7i na traseira, tornando o celular muito mais resistente contra quedas e água. Quando o assunto é desempenho, o Redmi Note 14 Pro+ não deixa a desejar, já que o Snapdragon 7s Gen 3, acompanhado de 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, dão conta de rodar praticamente tudo. Nos testes realizados por Ana Letícia Loubak, do TechTudo, o aparelho entregou uma experiência bem fluida, sem travamentos, mesmo com vários aplicativos abertos. A bateria de 5.110 mAh completa um pacote difícil de superar nessa faixa de preço, ainda mais com carregador de 120 W, que vai de 0% a 100% em aproximadamente 38 minutos, segundo a review. O Redmi Note 14 Pro+ é um ótimo celular, com tela de alta qualidade, construção resistente, desempenho eficaz e bateria duradoura com carregamento ultrarrápido. Nas câmeras, entretanto, acredito que a Xiaomi poderia ter repetido as escolhas da versão indiana, que troca a câmera principal de 200 MP por uma de 50 MP, mas, no lugar da macro de 2 MP, traz uma telefoto de 50 MP com zoom óptico de 2,5x. Já o conjunto de câmeras é liderado por uma lente principal de 200 MP com estabilização óptica (OIS), capaz de produzir imagens muito detalhadas e gravar vídeos em até 4K. Enquanto isso, a câmera frontal de 20 MP mantém uma boa qualidade para selfies e videochamadas. Para quem busca um intermediário que chega perto de um topo de linha, o Redmi Note 14 Pro+ pode ser encontrado por cerca de R$ 1.999 na Amazon, valor muito inferior ao cobrado em seu lançamento. Prós: tela AMOLED CrystalRes de 1,5K de 120 Hz com brilho de até 3.000 nits; câmera principal de 200 MP com estabilização óptica; processador Snapdragon 7s Gen 3 com ótimo desempenho; certificação IP68 e proteção Gorilla Glass Victus 2; carregamento ultrarrápido de 120 W com carga completa em cerca de 38 minutos. Contras: não possui entrada para cartão microSD; câmera macro de 2 MP pouco útil; zoom durante gravações perde bastante qualidade. 4. Poco X7 Pro (256GB) - a partir de R$ 2.289 Outra opção da Xiaomi que traz um desempenho próximo ao de um topo de linha sem custar uma fortuna é o POCO X7 Pro, que é uma das opções mais fortes da empresa chinesa. Além do suporte ao 5G, ele chega com Android 15 com HyperOS 2, uma bateria generosa e um processador que rivaliza com aparelhos bem mais caros. O Poco X7 Pro possui proteção IP68 contra água e poeira Reprodução/Xiaomi Após revisar o aparelho, Jorge Lucas Bernardes publicou uma análise no TechTudo, destacando que o POCO X7 Pro entrega uma experiência visual digna de modelos muito mais caros. O smartphone aposta em uma tela AMOLED de 6,67 polegadas com resolução 1,5K, além da clássica taxa de atualização de 120 Hz, do brilho de até 3.200 nits e do suporte às tecnologias HDR10+ e Dolby Vision. Esse combo garante uma excelente reprodução de cores e um contraste intenso, além de uma ótima legibilidade em ambientes externos. O principal diferencial do modelo está no desempenho, já que o POCO X7 Pro ultrapassa 1,86 milhão de pontos no AnTuTu, ficando acima de diversos intermediários de luxo e até de alguns modelos da linha Galaxy S24 em tarefas gráficas. No dia a dia, a combinação do MediaTek Dimensity 8400-Ultra com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento garante eficiência em todos os tipos de tarefas. Já a câmera principal de 50 MP com estabilização óptica produz fotos de alta qualidade, embora a lente ultrawide e a câmera frontal sejam mais modestas. Enquanto isso, a bateria de 6.000 mAh oferece autonomia para um dia inteiro de uso intenso e pode chegar a mais de 16 horas de reprodução contínua de vídeo nos testes. O carregamento rápido de 90 W completa praticamente toda a carga em cerca de 44 minutos, tornando o aparelho uma excelente escolha para gamers e usuários que priorizam potência acima de tudo. Lançado em janeiro de 2025, o modelo chegou ao mercado por R$ 3.499, mas já pode ser encontrado por cerca de R$ 2.289 na Shopee. Prós: tela AMOLED 1,5K de 120 Hz com Dolby Vision e HDR10+; processador Dimensity 8400-Ultra com desempenho de nível topo de linha; bateria de 6.000 mAh com carregamento rápido de 90 W; câmera principal de 50 MP com estabilização óptica; conectividade 5G e 256 GB de armazenamento. Contras: câmera frontal entrega selfies abaixo da média; lente ultrawide apenas satisfatória; HyperOS vem com aplicativos pré-instalados e anúncios no sistema. 5. Xiaomi 17T 5G (512 GB) - a partir de R$ 3.472 Fechando a lista, o Xiaomi 17T é a melhor escolha para quem procura um celular de primeira linha focado em fotografia. Além do Android 16 com HyperOS 3, o smartphone vem com 5G, Wi-Fi 6E e um longo período de atualizações, tornando-se uma das opções mais completas da marca. Traseira do Xiaomi 17T (com marca) Ana Loubak/TechTudo Após testar o Xiaomi 17T por um mês, Julia Rabaça publicou uma análise no TechTudo destacando que o modelo impressiona pela qualidade da construção e pela experiência multimídia. O smartphone chega com certificação IP68 em um corpo compacto, enquanto a tela AMOLED de 6,59 polegadas reúne resolução 1,5K, taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 3.500 nits. Essa configuração garante um excelente contraste, cores vibrantes e uma ótima visibilidade, mesmo sob luz intensa. O Xiaomi 17T é um ótimo celular, especialmente para fotografia, mas perde pontos devido ao desempenho e ao preço sugerido, o que coloca concorrentes, ainda que ligeiramente mais caros, como opções mais competitivas. Apesar de toda essa boa composição, as câmeras criadas com a Leica são o diferencial do aparelho. Ele vem com um sensor principal de 50 MP, uma lente telefoto periscópica de 50 MP com zoom óptico de até 10x e uma ultrawide de 12 MP. Nos testes do TechTudo, a qualidade das fotos impressionou pela nitidez, pela fidelidade de cores e pela excelente estabilização óptica, em especial imagens com zoom. Já a câmera frontal de 32 MP ficou abaixo do restante do conjunto e apresentou selfies com exposição e cores menos consistentes. A bateria de 6.500 mAh completa a ficha técnica com chave de ouro, entregando autonomia para cerca de um dia e meio de uso moderado e carregamento rápido de 67 W com o carregador incluso. Apesar disso, o TechTudo observou travamentos pontuais em aplicativos como Instagram e TikTok durante os testes, indicando que a otimização do software ainda pode evoluir. Em suma, para quem valoriza ótimas fotos, um grande espaço de armazenamento e uma tela linda, o Xiaomi 17T é a melhor opção da lista. Lançado no Brasil em junho de 2026, o modelo chegou ao mercado por R$ 8.699, mas já pode ser encontrado por cerca de R$ 3.472 na Shopee, na versão com 512 GB de armazenamento. Prós: câmeras Leica com lente telefoto de 50 MP e zoom óptico de até 10x; tela AMOLED 1,5K de 120 Hz com brilho de até 3.500 nits; 512 GB de armazenamento e 12 GB de RAM; bateria de 6.500 mAh com carregamento rápido de 67 W; certificação IP68, Wi-Fi 6E e Android 16. Contras: desempenho apresentou travamentos pontuais em redes sociais; câmera frontal inferior ao conjunto traseiro; autonomia poderia ser melhor considerando a capacidade da bateria. Com informações de Amazon, Casas Bahia, Magazine Luiza, Mercado Livre, Shopee e TechTudo. Mais do TechTudo 🎥 Veja também: 5 melhores CELULARES DA XIAOMI para NÃO PERDER DINHEIRO! 5 melhores CELULARES DA XIAOMI para NÃO PERDER DINHEIRO! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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7 videogames testados pelo TechTudo que podem entrar em oferta no 9.9


O 9.9, realizado em 9 de setembro, é uma das datas de compras que movimentam marketplaces como Amazon, Shopee, Magalu e Mercado Livre, com cupons e descontos por tempo limitado, capazes de diminuir expressivamente o preço de diversos produtos. Pensando nisso, selecionamos sete videogames já testados pelo TechTudo que podem se tornar opções ainda mais interessantes durante a campanha. A lista reúne desde consoles retrô baratos até aparelhos de nova geração e portáteis de alto desempenho. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Nesta seleção, os preços vão de R$ 176 no Boyhom R36S, modelo portátil de entrada vendido na Shopee para quem busca uma opção nostálgica, e chegam a R$ 8.164, também na Shopee, com ROG Ally X, console portátil destinado ao alto desempenho e jogos mais atuais que requerem grande poder de processamento. A seguir, confira a lista completa, lembrando que os preços citados na matéria foram verificados em setembro de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Nintendo Switch 2 está entre os consoles que podem chegar com boas promoções no 9.9. Mariana Saguias/TechTudo 🔎 Melhor videogame custo-benefício: 5 plataformas que valem a pena em 2026 Initial plugin text 📝Quais são os game sticks disponíveis no mercado? Confira no Fórum do TechTudo 7 videogames testados pelo TechTudo que podem entrar em oferta no 9.9: Boyhom R36S — opção barata para jogos retrô; Nintendo Switch Lite — melhor portátil para jogos da Nintendo; PS4 Fat — alternativa econômica para jogos de PlayStation; Nintendo Switch 2 — melhor portátil híbrido da Nintendo; PS5 Slim Disk — indicado para quem quer jogar a nova geração da Sony; Xbox Series X — melhor para desempenho e Game Pass; ROG Ally X — portátil ideal para quem busca experiência de PC. Como escolhemos os melhores videogames? Para a seleção, levamos em conta a reputação das fabricantes e a experiência de compra nos marketplaces como Shopee, Amazon, Magalu e Mercado Livre. Como o 9.9 pode provocar mudanças rápidas nos preços, os valores apresentados servem como referência para identificar quais modelos merecem ser monitorados durante a campanha, visando o maior desconto possível. Outro ponto fundamental foram os próprios testes do TechTudo. Em vez de olhar apenas para especificações como processador, memória ou armazenamento, usamos as impressões práticas registradas nos reviews de nossos colaboradores, identificando para quem cada console faz mais sentido. O Xbox Series X, por exemplo, recebeu avaliações máximas em design, desempenho, recursos e custo-benefício no teste do TechTudo, com destaque para a possibilidade de jogar em 4K e até 120 fps. O que observar antes de comprar um videogame? Antes de aproveitar uma possível promoção de 9.9, é importante avaliar mais do que simplesmente o desconto anunciado. Alguns consoles da lista são usados ou seminovos, enquanto outros são produtos atuais e lacrados, o que muda bastante a relação entre preço, garantia e desempenho. Tipo de console: escolha entre portátil, videogame de mesa ou modelo híbrido, de acordo com sua rotina. Desempenho: processador, GPU e memória determinam quais jogos podem ser executados e em qual qualidade. Biblioteca de jogos: confira se os títulos que você pretende jogar estão disponíveis na plataforma. Armazenamento: consoles atuais podem exigir bastante espaço, especialmente com jogos digitais. Tela e resolução: em portáteis, tamanho, resolução e taxa de atualização influenciam diretamente a experiência. Portabilidade: peso, bateria e ergonomia são importantes para quem pretende jogar fora de casa. Leitor de discos: no caso de PS5 e outros consoles com diferentes versões, verifique se o modelo possui mídia física. Estado do produto: em anúncios de PS4, por exemplo, é importante conferir se o aparelho é novo, usado ou seminovo. Garantia e vendedor: dê preferência a anúncios com nota fiscal, garantia e vendedores bem avaliados. Preço final: compare o valor com e sem cupom e observe possíveis custos de frete. Qual é o melhor videogame? Não existe um único console que seja o melhor para todos os jogadores. A escolha depende principalmente do tipo de experiência procurada e de quanto a pessoa pretende gastar. Quem quer gastar pouco para jogar clássicos, por exemplo, encontra no R36S uma alternativa muito mais acessível que os consoles tradicionais. Para quem busca jogos da Nintendo em formato portátil, o Nintendo Switch Lite é uma opção interessante, enquanto o Nintendo Switch 2 atende melhor quem quer uma experiência mais moderna e também pode jogar na TV. O PS4 continua fazendo sentido para quem deseja uma grande biblioteca de jogos por um preço mais baixo. Já o PS5 Slim e o Xbox Series X são mais indicados para quem busca desempenho de nova geração em uma televisão. O portátil ROG Xbox Ally X, por sua vez, mira um público disposto a pagar mais para levar uma experiência próxima à de um PC gamer para qualquer lugar. 1. Boyhom R36S — a partir de R$ 176 O Boyhom R36S é o modelo mais barato da seleção e tem como principal público quem quer um portátil simples para revisitar jogos clássicos. O aparelho utiliza uma tela IPS de 3,5 polegadas e sistema baseado em Linux, além de armazenamento de 64 GB e suporte a uma grande quantidade de jogos retrô pré-instalados. Boyhom R36S é uma ótima pedida para quem quer ter uma experiência portátil com jogos clássicos Luccas Melo/TechTudo Na prática, ele faz mais sentido como uma máquina dedicada à emulação do que como concorrente de aparelhos modernos como Nintendo Switch ou Rog Ally X. O baixo preço também reduz bastante a barreira de entrada para quem quer experimentar um videogame portátil sem investir milhares de reais. Luccas Melo foi responsável por avaliar o R36S e destaca que o console é um portátil de entrada, cujo foco é entregar uma experiência de jogos retrô por um preço muito inferior ao de consoles tradicionais. Assim, o R36S se destaca justamente para quem quer simplicidade e nostalgia, sendo uma compra mais indicada para emulação e sessões rápidas, e não para quem procura potência ou recursos modernos. O Boyhom R36S cumpre bem a proposta de oferecer bom custo-benefício para fãs de jogos antigos, reunindo suporte a diversos sistemas, desempenho satisfatório na maior parte deles e uma experiência simples de usar. Na Shopee, o R36S parte de R$ 176, valor que pode ficar ainda mais interessante caso haja descontos adicionais na campanha do 9.9. Na varejista, o produto recebeu 4,8 de 5,0 estrelas em mais de 15 mil avaliações, nas quais os compradores elogiam o custo-benefício, a quantidade de jogos e a praticidade; por outro lado, a qualidade variável dos cartões de memória e a existência de unidades não originais exigem atenção antes da compra. Prós: preço muito baixo; formato compacto e portátil; grande biblioteca de jogos retrô. Contras: hardware limitado para jogos modernos; foco exclusivo em emulação; tela pequena para sessões prolongadas. 2. Nintendo Switch Lite — a partir de R$ 1.421 O Nintendo Switch Lite é a opção para quem quer entrar no ecossistema da Nintendo gastando menos e não faz questão de conectar o videogame à televisão. O modelo tem tela de 5,5 polegadas, controles integrados e construção mais compacta que a do Switch tradicional. Essa proposta faz dele um console bastante conveniente para transportar na mochila e jogar durante deslocamentos, viagens ou momentos de descanso. Nintendo Switch Lite foi feito para quem quer levar os jogos da Nintendo com facilidade para qualquer lugar Divulgação/Nintendo Além disso, o catálogo da Nintendo é o principal atrativo, com acesso a franquias como Mario, The Legend of Zelda e Pokémon, além de outros títulos disponíveis para o Nintendo Switch. Para quem joga predominantemente sozinho e quer um aparelho dedicado ao modo portátil, o Lite continua sendo uma alternativa interessante. O review do TechTudo, produzido pelo jornalista Felipe Vinha, é importante neste caso porque mostra que o Nintendo Switch Lite não é apenas um Nintendo Switch tradicional menor, mas um produto pensado para um público diferente. Na análise, o console recebeu nota 8 e foi destacado que o tamanho reduzido deixa o aparelho mais leve e favorece a ergonomia, inclusive para mãos maiores, enquanto o D-pad físico oferece uma experiência interessante em jogos que dependem de direcionais, como títulos de luta. Por outro lado, o review chama atenção para as perdas provocadas pela redução do aparelho. Os Joy-Con são integrados, o console não pode ser usado na TV e o multiplayer local fica limitado, já que é necessário comprar controles adicionais para jogar com outras pessoas. Felipe Vinha resume a proposta como uma troca: o Switch Lite ganha em portabilidade e ergonomia, mas perde em possibilidades de jogabilidade. O console ganha boa ergonomia em um design menor e mais leve, com algumas mudanças nos botões que também ajudam. No entanto, características importantes do produto, como o multiplayer local e a possibilidade de usar os controles separadamente se perdem. O modelo parte de R$ 1.421 no Mercado Livre, de maneira que os compradores avaliam com 4,9 estrelas, sendo amplamente elogiado pela excelente qualidade, leveza e bom poder de processamento. No entanto, o ponto negativo fica por conta da bateria, que pode não apresentar grande autonomia, a depender do título e do uso de cada jogador. Prós: acesso a uma grande biblioteca de jogos do Nintendo Switch; compacto e leve; boa avaliação dos compradores; mais barato que outros modelos da família Switch. Contras: controles não são removíveis; não pode ser conectado à TV; armazenamento interno de apenas 32 GB; jogos da Nintendo podem ter preço elevado. 3. PS4 Fat — a partir de R$ 1.538 Mesmo sendo uma geração antiga, o PS4 ainda pode fazer sentido para quem quer acesso a uma biblioteca extensa sem pagar o preço de um console atual. Jogos como God of War, Marvel's Spider-Man, The Last of Us 2, Ghost of Tsushima e diversos títulos multiplataforma fazem do aparelho uma alternativa interessante para quem perdeu a geração passada. O review do TechTudo, feito por Diego Borges, destaca a qualidade visual dos jogos e o desempenho do aparelho, mostrando que títulos como Battlefield 4 conseguem entregar gráficos de alta qualidade e multiplayer para até 64 jogadores, chegando a 60 fps sem quedas. O console recebeu nota 9 em design, funcionalidades e desempenho. O hardware envelheceu, mas a base técnica e a biblioteca de jogos continuam sendo seus principais argumentos. No teste do TechTudo, o aparelho foi elogiado por seu desempenho, visual e conjunto de funcionalidades, mas o custo-benefício já era um ponto menos favorável mesmo na época da análise. Em 2026, isso torna o preço ainda mais determinante: uma promoção agressiva pode transformar o PS4 em uma boa porta de entrada para a biblioteca da Sony, enquanto valores próximos aos de consoles mais novos reduzem sua vantagem. Apesar de tantas funcionalidades, o principal propósito de se adquirir um PlayStation 4 ainda é a qualidade de seus jogos. E nesse quesito, não há muito o que reclamar. No caso da compra do PS4 Fat, é importante analisar o estado da unidade anunciada, já que boa parte das ofertas atuais é de aparelhos usados ou seminovos. Sendo assim, o console pode ser uma escolha econômica para quem prioriza quantidade de jogos em vez de desempenho de nova geração. Vendido a partir de R$ 1.538 na Shopee em unidade nova, o PS4 Fat é avaliado com 4,2 estrelas na varejista. Prós: biblioteca enorme de jogos; boa qualidade gráfica para a geração; desempenho sólido; grande oferta de jogos e acessórios usados; pode ser encontrado por preços relativamente baixos. Contras: hardware antigo; muitas ofertas são de aparelhos usados; é preciso verificar o estado do HD e do controle; é necessário ter cuidado com possíveis golpes. 4. Nintendo Switch 2 — a partir de R$ 3.528 O Nintendo Switch 2 é voltado para quem quer a experiência híbrida da Nintendo com hardware mais moderno. Diferentemente do Switch Lite, o aparelho pode ser usado tanto como portátil quanto conectado à televisão, oferecendo uma proposta mais versátil para quem alterna entre jogar sozinho e compartilhar partidas em casa. Nintendo Switch 2 inova ao trazer novo hardware e mais funcionalidades Mariana Saguias/TechTudo A tela de 7,9 polegadas tem resolução de até 1080p, taxa de atualização de 120 Hz e suporte a HDR, enquanto o armazenamento interno chega a 256 GB. O novo hardware também abre espaço para experiências mais exigentes e recursos que não estão disponíveis no Nintendo Switch original. Daniel Trefilio, em seu artigo de review para o TechTudo, apresenta o Switch 2 como um salto claro de desempenho em relação ao original, embora a análise ressalte que o catálogo inicial não explorava o potencial do novo hardware. O console mantém a característica híbrida que tornou o antecessor popular, mas adiciona uma tela maior e melhorias de desempenho que tornam a experiência mais preparada para jogos atuais. Sobretudo, a análise chama atenção para o fato de que títulos antigos podem apresentar melhorias de desempenho no novo aparelho, enquanto jogos de terceiros ajudam a demonstrar melhor a capacidade do hardware. O Nintendo Switch 2 traz melhorias perceptíveis em relação ao hardware do console de 2017, mas catálogo de lançamento restrito explora bem pouco do potencial projetado, servindo mais como uma forma de jogar games antigos em uma tela maior e com experiência mais estável. O Nintendo Switch 2 é vendido pelo valor de R$ 3.528 na Shopee, recebendo 5 estrelas na avaliação dos consumidores. A fluidez do console e a evolução de desempenho em relação ao original são os principais elogios. Até o momento, não há críticas em relação ao console na varejista. Prós: resolução Full HD no modo portátil; 256 GB de armazenamento; pode ser usado na TV ou como portátil. Contras: preço elevado; jogos continuam caros; autonomia varia conforme o título; usuários relatam que o console esquenta quando está conectado ao dock. 5. PS5 Slim Disk — a partir de R$ 4.599 O PS5 Slim com leitor de discos é uma opção indicada para quem quer entrar na atual geração da Sony sem abrir mão da possibilidade de comprar jogos físicos. Nesta seleção, o modelo aparece em um pacote que inclui ASTRO BOT e Gran Turismo 7, dois títulos que ajudam a aproveitar diferentes características do console. O aparelho também traz SSD de 1 TB, oferecendo espaço razoável para uma biblioteca de jogos digitais e físicos. Por ser uma versão mais compacta do PS5 original, pode ser interessante para quem procura um console potente, mas prefere um design menos volumoso. Embora o TechTudo tenha testado o PS5 original com leitor de discos, e não a versão Slim, a análise de Marlon Câmera serve como uma referência importante para entender a experiência oferecida pela geração atual da Sony. No review, o console foi elogiado pela velocidade de resposta do sistema e pelos carregamentos muito mais rápidos proporcionados pelo SSD, além do desempenho elevado nos jogos. Seu controle DualSense também recebeu destaque por sua resposta háptica e pelos gatilhos adaptáveis, recursos que ampliam a sensação de imersão durante as partidas. O videogame da Sony chega com um desempenho de alto nível, visual moderno e muitas melhoras em relação ao PS4. Tem tudo para acompanhar muito bem as novas tendências e inovações do mercado. O pacote pode ser encontrado a partir de R$ 4.599 no Magalu. A combinação com dois jogos é um diferencial para quem ainda não possui títulos de PS5, embora o preço continue sendo elevado para quem procura apenas o aparelho. Com 5 estrelas de pontuação, as poucas avaliações de compradores da varejista apresentam elogios à qualidade gráfica, rapidez e silêncio do aparelho. Até o momento de publicação da matéria, não há críticas ao modelo. Prós: SSD de 1 TB com carregamentos rápidos; leitor de discos; acompanha ASTRO BOT e Gran Turismo 7. Contras: preço elevado; 1 TB pode ficar limitado para bibliotecas muito grandes. 6. Xbox Series X — a partir de R$ 5.496 O Xbox Series X continua sendo uma das principais alternativas para quem prioriza desempenho, resolução e versatilidade, mas não quer investir em um PS5. O aparelho é voltado para jogadores que querem aproveitar games mais exigentes em 4K, taxas de atualização elevadas e recursos como Quick Resume. Outro ponto importante é o ecossistema da Microsoft, que reúne Xbox Game Pass, retrocompatibilidade e jogos disponíveis em diferentes plataformas. Por isso, é uma escolha interessante para quem pretende montar uma biblioteca grande sem depender da compra individual de cada título. Xbox Series X é a versão mais recente do console da Microsoft Mariana Saguias/TechTudo Em sua análise para o TechTudo, Murilo Molina elogiou bastante o Xbox Series X, principalmente em relação ao desempenho. O review deu nota máxima para Design, Desempenho e Recursos, além de destacar a potência do console para entregar jogos com resolução 4K e suporte a até 120 fps em títulos compatíveis. A análise também apontou o Game Pass como um dos grandes trunfos do aparelho, ampliando o acesso a uma biblioteca extensa de jogos. A retrocompatibilidade com Xbox, Xbox 360 e Xbox One também foi destacada como um recurso importante para quem deseja aproveitar títulos de diferentes gerações. No conjunto, a avaliação tratou o Series X como um console potente, versátil e preparado para experiências de alto nível. O Xbox Series X traz exterior agradável e interior robusto, que garante um desempenho impressionante, além de suporte a alguns recursos visuais que fazem total diferença, como Ray-Tracing e vídeos em 4K. O modelo de 1 TB aparece a partir de R$ 5.496 na Shopee. Na plataforma, a versão do Xbox Series X recebeu todas as 5 estrelas de avaliação dos usuários e recebeu constantes elogios pelo excelente desempenho, velocidade e construção do aparelho. Até o momento de publicação desta matéria, no entanto, não há críticas negativas sobre o produto na varejista. Prós: alto desempenho em jogos; suporte a 4K e até 120 fps em títulos compatíveis; SSD de 1 TB; retrocompatibilidade com gerações anteriores; Contras: preço elevado; tamanho relativamente grande; catálogo de exclusivos pode não ser o principal atrativo para todos. 7. ROG Xbox Ally X — a partir de R$ 8.164 O ROG Xbox Ally X é o modelo mais caro da seleção e também o mais indicado para quem procura a experiência mais próxima de um PC gamer portátil. Desenvolvido pela ASUS em parceria com a Microsoft, o aparelho combina Windows com uma interface voltada ao ecossistema Xbox, permitindo acessar serviços como Xbox Game Pass e outras plataformas de PC. O modelo conta com AMD Ryzen AI Z2 Extreme, 24 GB de RAM e SSD de 1 TB, além de tela Full HD de 7 polegadas com 120 Hz. É uma alternativa voltada para jogadores que valorizam mobilidade e querem levar uma biblioteca de jogos de PC para diferentes lugares. ROG Xbox Ally X é opção potente para rodar jogar de PC em console portátil Victor Bastos/TechTudo No review do TechTudo, o ROG Xbox Ally X foi considerado promissor, mas decepcionante em desempenho, principalmente quando considerado o preço elevado do aparelho. No entanto, Victor Bastos destacou positivamente a ergonomia, a tela de 120 Hz e a integração com o Xbox Game Pass, além da possibilidade de reunir diferentes plataformas em um único dispositivo. Durante os testes, jogos mais pesados ficaram próximos de 30 fps, mesmo com configurações gráficas reduzidas e o modo Turbo ativado, o que ficou abaixo das expectativas para um portátil premium. A autonomia também foi apontada como um problema, assim como a interação ainda pouco integrada entre Windows, Xbox e outros softwares. O desempenho cravado em pouco mais de 30 fps, mesmo no modo "Turbo", conectado a uma tomada e com configurações no "Low" é um ponto de atenção. Além disso, ainda falta uma melhor interação entre a versão desktop com a experiência em tela cheia do Xbox. Testei por cerca de uma semana o ROG Xbox Ally X e posso afirmar que, por enquanto, pode não valer a pena a compra. Na seleção, o ROG Xbox Ally X aparece a partir de R$ 8.164 na Shopee, tornando-se o videogame mais caro entre os sete modelos analisados. Na varejista, até o momento de publicação desta matéria, os usuários ainda não avaliaram o produto. Prós: Ryzen AI Z2 Extreme; 24 GB de RAM; SSD de 1 TB; integração com Xbox e acesso a diferentes lojas de PC; Maior potencial de desempenho da lista. Contras: é o console mais caro da seleção; desempenho nem sempre corresponde às expectativas criadas pela ficha técnica; autonomia é limitada em jogos pesados. Com informações de Shopee, Mercado Livre, Amazon e Magalu Mais do TechTudo Veja aqui: MONITOR GAMER OLED BARATO? VEJA O SAMSUNG G5 OLED MONITOR GAMER OLED BARATO? VEJA O SAMSUNG G5 OLED Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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Qual a melhor caixa de som: JBL ou Aiwa? Comparamos para você


A melhor caixa de som entre JBL e Aiwa varia de acordo com o perfil do consumidor, poder de compra, preferência sonora e design. A linha de entrada JBL Flip 7 entrega 35 W RMS, Bluetooth 5,4, certificação IP68 e autonomia de até 14 horas. Já a Aiwa AWS-SP-01 aposta em 20 W RMS, Bluetooth 5.3, proteção IP65, conexão TWS e entradas para pen drive e cartão Micro SD. As especificações mostram que as marcas adotam propostas similares nos produtos e são boas opções de compra. E foi por isso que o TechTudo produziu esse comparativo avaliando qualidade sonora, potência, resistência e recursos extras para te ajudar a decidir qual caixa de som combina mais com você. Confira! 🔎Melhor caixa de som custo-benefício em 2026: 10 opções da barata à top 🔔Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews JBL GO 5 Divulgação/JBL 📝Caixa de som amplificada: qual a melhor? Entenda no Fórum TechTudo 1. JBL ou Aiwa: qual é a melhor marca de caixa de som? Essa resposta pode variar de acordo com o que você busca em uma caixa de som. Em geral, as duas marcas oferecem produtos de boa qualidade, mas precisamos considerar que, sim, a JBL é uma marca mais conceituada no segmento. Hoje, alguns modelos da empresa se tornaram padrões em seus respectivos segmentos, o que obrigou as concorrentes a oferecerem soluções similares. Nesse cenário, a Aiwa é uma marca que aparece com uma longa história no mercado brasileiro e também oferece soluções de alta qualidade. Desse modo, a melhor marca pode depende mais do seu orçamento e das tecnologias desejadas por você. Veja qual é a melhor marca de caixa de som para você Reprodução/Redes Sociais 2. Qual tem a melhor qualidade de som: JBL ou Aiwa? Ambas as marcas prometem oferecer qualidade de som muito acima da média. No entanto, a JBL conta com diversos selos e premiações em suas caixas de som, atestando sua qualidade. Em geral, a marca é conhecida por colocar componentes de alta qualidade em seus produtos e, com isso, entregar uma capacidade sonora sem distorções, mesmo nos volumes mais altos. Outro ponto de destaque da fabricante são os graves, que costumam ser a assinatura de seus modelos. Caixa de som amplificada Aiwa T2W Divulgação/Aiwa 3. JBL ou Aiwa: qual tem mais potência? Nessa disputa direta, a Aiwa leva vantagem. A Boombox Plus da marca é uma das opções mais avançadas do mercado nesse quesito, com 200W RMS. A JBL chega próximo desse valor, com 180 W na Boombox 3. Um ponto que pode dificultar nesse caso é o peso dos produtos, com mais de seis quilos cada uma. Apesar disso, ambos modelos contam com um design que favorece o transporte, com alças grandes, bateria de alta capacidade e certificação IP67. JBL e Aiwa possuem modelos resistentes a Divulgação/Ultimate Ears 4. Qual caixa de som tem a melhor bateria? Aqui a vantagem é da Aiwa. Enquanto a Boombox Plus promete uma autonomia de até 30 horas de reprodução, a Boombox 3 entrega por volta de 24 horas. Com esses números, ambas possuem capacidade de sustentar a sonorização de uma festa ou do uso cotidiano tranquilamente, mesmo com a vantagem de seis horas da Aiwa. É importante observar que a autonomia pode variar de acordo com o volume. JBL Boombox 4 promete mais que o dobro de bateria em relação ao seu concorrente Divulgação/JBL 5. JBL ou Aiwa: qual é mais resistente à água? A Boombox 3, da JBL, conta com certificação IP67. Com essa tecnologia, a caixa é 100% vedada contra a entrada de poeira, terra, areia ou qualquer outra partícula sólida. Além disso, ela garante resistência à imersão em água doce a até 1 metro de profundidade por no máximo 30 minutos. Com isso, a marca garante que o equipamento pode ser utilizado à beira da piscina ou na praia. Já a Boombox Plus, da Aiwa, traz certificação IP66. Dessa forma, ela também possui vedação contra poeira, mas não é totalmente resistente à submersão em água. Assim, o equipamento tem proteção apenas contra respingos d’água ou chuva leve. Ou seja, você pode usá-lo na piscina, mas com cuidado para evitar que ele caia na água. JBL PartyBox 720 Reprodução/JBL 6. Qual marca oferece mais recursos? A caixa de som da Aiwa conta com entrada USB para unidades de armazenamento externo e compatibilidade com os principais formatos de áudio, além de entrada auxiliar, LED RGB e controle via app para dispositivos móveis. Além disso, ela possui o modo Boost, que, por meio de um botão, habilita o ganho em frequências graves. As caixas de som da JBL, por sua vez, permitem que você utilize a porta USB para carregar outros dispositivos, o que transforma as caixas em powerbanks. Além disso, o sistema PartyBoost permite que você faça o pareamento de várias caixas para uma reprodução em conjunto. Modelos como a JBL Boombox 3 contam ainda com suporte a Dolby Atmos, além de streaming direto via Spotify Connect, AirPlay 2 e Chromecast. Dessa forma, ela se torna uma opção mais moderna e conectada que sua concorrente.orte a Dolby Atmos, além de streaming direto via Spotify Connect, AirPlay 2 e Chromecast. Dessa forma, ela se torna uma opção mais moderna e conectada que sua concorrente. As caixas JBL possuem tecnologia PartyBoost, que permite a sincronizaçde mais de um modelo Divulgação/JBL 7. JBL ou Aiwa: qual caixa é melhor para festas? Como mencionado, a caixa de som da Aiwa é um modelo que entrega mais potência e autonomia, o que a torna um diferencial e tanto para quem vai utilizar um único equipamento. No entanto, quando consideramos recursos como PartyBoost, exclusivo da JBL, a funcionalidade pode entregar mais qualidade sonora e volume em situaçãoes de combinação com mais de um equipamento. Aiwa Boombox Plus Divulgação/Aiwa 8. Qual é melhor para levar para a praia e piscina? Para ambientes externos, os modelos da JBL oferecem melhores certificações de segurança, o que garante mais tranquilidade para os usuários, uma vez que alguns modelos podem ser até submersos e, ainda assim, continuarão funcionando. A Boombox Plus, por sua vez, garante resistência apenas a respingos ou chuva leves. Desse modo, se você precisa de uma alternativa mais resistente, a melhor opção tende a ser a JBL. Aiwa T2W tem função karaokê completa Divulgação/Aiwa 9. JBL ou Aiwa: qual tem o melhor custo-benefício? No custo-benefício, a vantagem fica com a Aiwa, uma vez que a marca entrega especificações próximas da JBL, mas com um preço menor. No entanto, o que pode equilibra a balança entre as marcas é que os modelos da JBL costuma ser mais duráveis, se considerarmos suas certificações de segurança. Desse modo, o investimento inicial maior é justificado. No entanto, a decisão final depende do seu orçamento. 10. JBL x Aiwa: modelos de entrada, intermediários e topo de linha. As duas fabricantes contam com soluções para os mais variados segmentos, com um portfólio que vai desde caixas de som compactas, para quem procura mais mobilidade, até soluções mais robustas, que são alternativas para festas e reuniões. Abaixo, você confere comparativos de modelos de segmentos diversos de Aiwa e JBL. Aiwa AWS-SO-01 vs. JBL Go 4 Os modelos de entrada das marcas apresentam propostas distintas, apesar de o preço ser similar no mercado brasileiro. A JBL Go 4 é uma caixa de som ultra portátil que, além de leve e compacta, é uma alternativa para quem não precisa de tanta potência, uma vez que o modelo entrega apenas 4,2W RMS. Apesar disso, o modelo conta com bateria que, segundo a marca, vai entregar até 7 horas de autonomia, além de ser um dos modelos com certificação IP67. A caixa de som da JBL pode ser encontrada no varejo online por valores a partir dos R$ 249. A caixa de som da Aiwa, por sua vez, é um pouco maior, mas ainda preserva a portabilidade em um equipamento que já é capaz de entregar até 20W RMS. O tamanho também faz com que o modelo possa entregar mais autonomia, que, segundo a fabricante, pode chegar a 15 horas. Quanto à durabilidade, a Aiwa AWS-SP-07 conta com certificação IP65, o que a torna definitivamente uma solução menos robusta que a caixinha da JBL. A caixa de som da Aiwa aparece em oferta no varejo online por valores a partir dos R$ 179. JBL Flip 7 vs. Aiwa AWS-BBS-02 A JBL Flip 7 é uma caixa que promete equilibrar portabilidade e potência, aliando ainda recursos que prometem entregar alta qualidade de som. A caixa, que tem um formato cilíndrico, entrega 25W RMS no woofer e 10W RMS no tweeter, o que tende a fazer com que o som, além de potente, tenha graves mais encorpados. O modelo também é certificado com proteção IP68, traz bateria para até 16 horas de reprodução e aparece em oferta no mercado por valores a partir dos R$ 619. A AWS-BBS-02 tem o formato boombox, que lembra uma cápsula e traz uma alça bem grande. O modelo entrega 50W RMS, ficando assim bem à frente da concorrente quando o assunto é volume. O modelo que conta ainda com iluminação em LED dinâmica e é certificada com proteção IPX5, permitindo que resista a respingos de água, conta ainda com bateria que entrega até 8 horas de autonomia, segundo a fabricante. A AWS-BBS-02 pode ser encontrado no mercado por valores a partir dos R$ 650. JBL Flip 7 é um dos modelos testados e aprovados pelo TechTudo Rammom Nogueira/TechTudo JBL Boombox 4 vs. Aiwa Boombox Plus AWS-BBS-01 Por fim, a JBL Boombox 4 é uma das opções topo de linha da marca, sendo assim uma caixa que entrega 200W RMS de potência e com recursos que prometem oferecer graves precisos, muito volume e qualidade de som extrema. O modelo, assim como outras soluções da marca, é certificado IP68 e conta ainda com uma bateria que pode oferecer até 34 horas de reprodução segundo a marca. O modelo pode ser encontrado no varejo online por valores a partir dos R$ 2.132. A caixa de som da Aiwa Boombox Plus AWS-BBS-01 é mais uma solução que entrega 200W RMS e conta com cinco alto-falantes ativos, radiadores passivos laterais e é certificada com proteção IP66. A bateria promete entregar até 30 horas de reprodução e a caixa de som conta ainda com iluminação em LED que deixa seu visual bem mais atraente. A AWS-BBS-01 pode ser encontrada em oferta por valores a partir dos R$ 1.257. Sistema de som de 3 vias da Boombox Plus Divulgação/Aiwa 11. JBL vs. Aiwa: qual vale mais a pena? Para quem procura uma solução de entrada, a Aiwa AWS-SO-01 pode ser a alternativa mais interessante, uma vez que entrega muito mais potência por um valor consideravelmente menor. No segmento intermediário, a JBL Flip 7 tende a oferecer uma qualidade de som superior, com mais recursos, além de uma autonomia maior que sua concorrente. Já no segmento avançado, os modelos de ponta das marcas entregam muita potência, mas a diferença de preço é bem relevante. Com isso, a caixa de som da Aiwa se torna uma alternativa mais atraente, uma vez que, apesar de não apresentar as certificações de segurança do modelo da JBL, custa praticamente R$ 1.000 a menos. Com informações de JBL e Aiwa Mais do TechTudo: Vídeo: JBL Boombox 3 Wi-Fi: confira o unboxing da caixa de som potente JBL Boombox 3 Wi-Fi: confira o unboxing da caixa de som potente
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GTA 6 será lançado primeiro no exterior, mas truque deixa jogar antes


A Rockstar lançará GTA 6 à meia-noite de 19 de novembro, mas de acordo com os horários locais ao redor do mundo e não simultaneamente. E isso significa que alguns jogadores terão acesso ao game antes de outros. Segundo uma lista compilada pelo site GTAVice.net, que verificou as datas na PS Store, o jogo terá 15 janelas de lançamento distribuídas em um intervalo de 19 horas. Por isso, alguns fãs do Brasil planejam uma alternativa para tentar jogar antes da liberação oficial. Saiba mais nas linhas a seguir. ⭐ GTA 6: 7 mecânicas inusitadas de gameplay que você não percebeu 🎮 GTA 6: 6 novidades que prometem deixar o jogo mais difícil (ou não) GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado! 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo Se você estiver jogando no Xbox Series X ou Xbox Series S, que não têm trava de região, há um truque simples para jogar GTA 6 antes do horário previsto. Basta mudar a localização do console nas configurações para a Nova Zelândia, onde o jogo será liberado primeiro no mundo, a partir das 8h (no horário de Brasília) de 18 de novembro, garantindo até 16h de acesso antecipado. Já os proprietários brasileiros do PlayStation 5 (PS5) devem enfrentar um processo mais complicado, já que esse "macete" não funciona no console. Nesse caso, será necessário criar uma conta separada para essa região e comprar o game na PS Store de lá, usando um método de pagamento local. 🎮 Leia também: Controle do PS5 ganha versão temática de GTA 6; veja imagens Novo DualSense de GTA 6 traz belos joysticks temáticos nas cores preto e branco Reprodução/State of Play GTA 6 tem lançamento marcado para 19 de novembro nos consoles PS5, Xbox Series X e Xbox Series S, mas ainda não há previsão oficial para PC. A pré-venda do título está disponível por preços entre R$ 450 e R$ 550 na PS Store e na Microsoft Store. Também é possível encomendar a mídia física em plataformas como Amazon, KaBuM! e Shopee. Por sinal, quem fizer a pré-encomenda do jogo vai poder começar o pré-carregamento uma semana antes, a partir do dia 12 de novembro. Nessa mesma data, as cópias físicas serão enviadas aos compradores com um código de download digital na caixa. Initial plugin text Com informações de GTAVice.net, Dexerto e IGN Mais do TechTudo
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Lançamento do iPhone 18: como assistir ao vivo e o que esperar


O lançamento do iPhone 18 acontece nesta quarta-feira (9), a partir das 14h (horário de Brasília), durante o evento especial “Surpreendente e brilhante”, da Apple. A apresentação poderá ser acompanhada online em diferentes dispositivos, como computador, celular, tablet e smart TV. Ao término da conferência, o TechTudo também fará uma live em seu canal no YouTube para comentar os lançamentos, novidades e principais anúncios feitos pela empresa. Embora a Apple não tenha adiantado quais produtos serão apresentados, a expectativa é de que os protagonistas sejam o iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e o aguardado iPhone Ultra, que pode ser o primeiro celular dobrável da marca. Novos modelos de Apple Watch e possíveis novidades para a linha AirPods também estão no radar. 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 iPhone 18 Pro: veja cores e design do novo celular da Apple ⚠️ iPhone 18: loja da Apple sai do ar antes do lançamento “Surpreendente e brilhante”: evento especial da Apple acontece em 9 de setembro, às 14h (horário de Brasília) Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual o melhor celular para comprar? Opine no Fórum do TechTudo Rumores indicam, por outro lado, que o iPhone 18 convencional pode ficar para 2027, em uma mudança importante no calendário tradicional da companhia. A seguir, o TechTudo explica que horas começa o evento da Apple, como assistir ao lançamento do iPhone 18 ao vivo e o que esperar da apresentação. Que horas é o lançamento do iPhone 18? O evento “Surpreendente e brilhante” começa às 14h desta quarta-feira, 9 de setembro, no horário de Brasília. A Apple confirmou oficialmente a data e o horário da apresentação, mas ainda mantém em segredo a lista de produtos que serão revelados. Como assistir ao lançamento do iPhone 18 no YouTube Uma das maneiras mais simples de assistir ao evento da Apple é pelo YouTube. A apresentação poderá ser acompanhada pelo canal oficial da companhia e, assim como em conferências anteriores, o streaming pode ser aberto em computadores, celulares, tablets, smart TVs e outros aparelhos que tenham navegador ou aplicativo do YouTube. A página da transmissão também permite acompanhar o evento diretamente pelo player abaixo. Caso esteja usando o aplicativo do YouTube, vale ativar o lembrete da transmissão para receber uma notificação pouco antes do início da apresentação, marcado para as 14h. Além disso, às 16h, o TechTudo fará uma live para comentar as novidades apresentadas pela Apple. A transmissão acontecerá no canal do YouTube, e você pode clicar no sininho para receber uma notificação às vésperas do início da live. Como assistir ao lançamento do iPhone 18 pelo site da Apple Outra opção é acompanhar o lançamento pela página oficial de eventos da Apple. O endereço pode ser aberto diretamente em navegadores como Safari, Chrome, Firefox ou Microsoft Edge, tanto no computador quanto em celulares e tablets. Normalmente, o player da Apple é disponibilizado pouco antes do horário da apresentação. A transmissão pode contar com opções de legenda e também pode ser enviada para outros dispositivos compatíveis por meio do AirPlay, recurso útil para quem pretende assistir ao evento em uma tela maior. O site oficial foi uma das alternativas oferecidas pela empresa em seus lançamentos anteriores. Como assistir ao lançamento do iPhone 18 pelo Apple TV O evento também pode ser acompanhado pelo aplicativo Apple TV. O app está disponível em aparelhos da própria Apple, como iPhone, iPad, Mac e Apple TV, além de dispositivos Android, smart TVs, consoles e aparelhos de streaming compatíveis. Não é necessário assinar o Apple TV+ para assistir à apresentação. Para encontrar o evento, basta abrir o aplicativo, acessar a busca e procurar por “Eventos Apple” ou pelo banner de “Surpreendente e brilhante”. Nos eventos anteriores, a Apple liberou gratuitamente a transmissão por esse caminho. O que esperar do evento da Apple? Apesar de o nome “iPhone 18” concentrar grande parte das atenções, a Apple não confirmou antecipadamente quais aparelhos serão apresentados no evento. Os rumores mais consistentes apontam para uma mudança no calendário da empresa: em vez de lançar toda a nova geração de uma vez, a fabricante pode concentrar a apresentação de setembro nos aparelhos premium e deixar os modelos mais acessíveis para 2027. Códigos encontrados em uma versão beta do iOS 27 já fizeram referência a seis aparelhos: iPhone 18, iPhone 18e, iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max, iPhone Air 2 e iPhone Ultra. A expectativa, porém, é de que iPhone 18 Pro, Pro Max e Ultra sejam os principais lançamentos desta quarta-feira, enquanto iPhone 18, 18e e possivelmente o Air 2 podem chegar apenas no primeiro trimestre de 2027. Supostas cores do iPhone 18 Pro Reprodução/CNET Nos modelos Pro, entre as possíveis novidades estão o novo processador A20 Pro, produzido em processo de 2 nanômetros (nm), mudanças na tela e avanços importantes no conjunto fotográfico. Rumores apontam para câmera principal com abertura variável, teleobjetiva com maior entrada de luz e uma Dynamic Island menor. Uma nova tecnologia de painel, chamada LTPO+, também pode aumentar a eficiência energética. O TechTudo já reuniu em detalhes tudo o que se sabe sobre o iPhone 18 Pro. As cores também podem mudar. Vazamentos recentes indicam que o iPhone 18 Pro e o Pro Max podem ganhar opções em cereja escuro (dark cherry/borgonha), azul-céu e preto, com a possível saída do tradicional acabamento prateado. O TechTudo também mostrou as possíveis cores da linha iPhone 18 Pro. iPhone Ultra pode ser a grande surpresa O anúncio mais aguardado, porém, pode ser o do iPhone Ultra, nome associado ao primeiro iPhone dobrável da história. Rumores apontam para um aparelho com formato semelhante ao de um passaporte, com tela externa de 5,5 polegadas e painel interno de 7,8 polegadas. O dispositivo poderia ter apenas 4,5 mm de espessura quando aberto e pouco mais de 9 mm quando fechado. Segundo rumores e vazamentos, o iPhone Ultra deve chegar com formato dobrável no estilo “passaporte” Reprodução/MacRumors Outras projeções mencionam tela interna com ProMotion de até 120 Hz, chip A20 Pro e configurações com até 2 TB de armazenamento, embora nenhuma dessas características tenha sido confirmada pela Apple. O dobrável também pode ter um lançamento mais limitado inicialmente, e o TechTudo já explicou por que o iPhone Ultra pode demorar a chegar ao Brasil. Apple Watch Series 12 também é esperado O evento de setembro não deve ficar restrito aos celulares. O Apple Watch Series 12 também aparece entre os produtos esperados para a apresentação desta quarta-feira. Relatos sobre o calendário de vendas dos novos aparelhos já incluem o relógio ao lado dos iPhones que devem ser anunciados no dia 9. A Apple, no entanto, ainda não confirmou oficialmente o smartwatch nem antecipou suas possíveis novidades. Também existe expectativa em torno de atualizações para outros modelos da família Apple Watch, incluindo a linha Ultra. Por isso, detalhes sobre recursos, preço e disponibilidade só devem ser esclarecidos durante a apresentação. E os AirPods? Os AirPods são outra categoria que pode receber atenção durante o “Surpreendente e brilhante”, embora os rumores em torno dos fones sejam menos consistentes do que os relacionados aos novos iPhones. Até o momento, a Apple não confirmou uma nova geração dos acessórios para o evento. Por isso, eventuais novidades de AirPods devem ser tratadas como uma possibilidade até o início da conferência. A resposta definitiva virá a partir das 14h desta quarta-feira (9). Assim que a apresentação terminar, o TechTudo fará uma live no YouTube para analisar os produtos revelados pela Apple e comentar as principais novidades do evento. Com informações de TechTudo, Apple, CNET e GSMArena Mais de TechTudo 🎥IPHONE 17e É ANUNCIADO! Conheça o modelo 'baratinho' IPHONE 17e É ANUNCIADO! Veja preço no Brasil
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Melhor celular topo de linha para comprar no 9.9


Eventos como o 9.9 trazem descontos expressivos e costumam ser a oportunidade ideal para quem planeja trocar de celular. Pensando nisso, o TechTudo reuniu seis smartphones topo de linha que entregam a melhor experiência em desempenho, câmeras e construção. A lista traz modelos de marcas consagradas no mercado, disponíveis em varejistas como Amazon, Shopee, Mercado Livre e Magazine Luiza. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O aparelho mais acessível da lista é o Huawei Pura 80 Pro (512 GB), encontrado a partir de R$ 4.099 na Amazon, enquanto o modelo mais caro é o OPPO Find X9 Pro (512 GB), saindo a partir de R$ 10.043 no Mercado Livre. Os preços citados ao longo da matéria foram checados em setembro de 2026 e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos iPhone 17 Pro está por menos de R$ 8.000 nesse 9.9 Reprodução/Apple 🔎 Melhor celular Motorola para comprar no 9.9: veja 6 modelos imperdíveis Initial plugin text 📝 Qual é o melhor celular da OPPO? Confira as opções no Fórum TechTudo. 6 melhores celulares topo de linha para comprar no 9.9 Huawei Pura 80 Pro (512 GB) - indicado para entusiastas que buscam fotografia de nível profissional com aberturas variáveis pelo menor preço da categoria. Motorola Signature (512 GB) - com design ultra premium, é o melhor custo-benefício em relação ao conjunto de câmeras. Galaxy S25 Ultra (256 GB) - o modelo mais completo do ecossistema Android, reunindo recursos avançados do Galaxy AI, caneta S Pen e tela antirreflexo. iPhone 17 Pro (256 GB) - excelente escolha para quem prioriza gravação de vídeo em nível profissional, estabilidade do iOS e alto valor de revenda. Galaxy Z Fold 7 (512 GB) - a ferramenta definitiva para produtividade máxima e multitarefa em uma tela dobrável que se transforma em tablet. OPPO Find X9 Pro (512 GB) - o topo de linha mais exclusivo da seleção, combinando câmeras calibradas pela Hasselblad e autonomia de bateria gigante. Como escolhemos os melhores celulares? A curadoria da lista desenvolvida pelo TechTudo considera os modelos topo de linha lançados a partir de 2024, de marcas renomadas no mercado de tecnologia. Os aparelhos citados apresentam uma queda expressiva de preço em relação ao valor de lançamento, e se enquadram nas ofertas de 9.9. O que um bom celular topo de linha deve ter? Um modelo de alto nível deve trazer a melhor experiência para o usuário, ao combinar recursos como uma construção e design robustos, processadores potentes, telas de altíssima qualidade e conjuntos fotográficos avançados. Ao analisar a ficha técnica de um smartphone premium, fique atento aos seguintes pontos: Tela: priorize telas AMOLED (ou OLED para modelos da Apple e pOLED para modelos da Motorola), e taxa de atualização entre 90 e 120 Hz (ou superior). A tecnologia da tela garante cores mais vibrantes e nítidas, enquanto a alta taxa de atualização proporciona mais fluidez e suavidade nas imagens, sendo um diferencial importante para jogos e vídeos. Desempenho: escolha um aparelho com os processadores mais modernos do mercado, como o chip Apple A-Pro presente no iPhone 17 Pro ou o Snapdragon 8 Elite, assim como pelo menos 8 GB de memória RAM. A memória em abundância garante a execução de múltiplos apps em segundo plano e de recursos nativos de IA, enquanto o processador garante velocidade e eficiência. Câmeras: além do número de megapixels, leve em consideração recursos como estabilização óptica de imagem (OIS), abertura de diafragma (f/) e integração com inteligência artificial. A combinação de hardware avançado com o pós-processamento de I.A. garante fotos nítidas e gravações em nível profissional. Bateria e carregamento: busque aparelhos com capacidade a partir de 5.000 mAh para aguentar o consumo do hardware ao longo do dia. 1. Huawei Pura 80 Pro (512 GB) - a partir de R$ 4.099 O Huawei Pura 80 Pro entrega tecnologias de ponta por um valor bem abaixo da média dos concorrentes diretos. A fabricante equipou o modelo com uma tela LTPO OLED de 6,8 polegadas, com resolução 1.5K (2844 x 1260 pixels) e taxa de atualização adaptativa de 1 a 120 Hz, garantindo transições fluidas e alta fidelidade de cores. O grande trunfo do aparelho está em seu conjunto fotográfico avançado: equipado com quatro câmeras traseiras, com destaque para o sensor principal de 50 megapixels e 1 polegada, equipado com abertura variável entre f/1.6 e f/4.0 e estabilização óptica de imagem (OIS). O usuário consegue tirar fotografias de nível profissional, com controle preciso de profundidade e excelente desempenho em ambientes noturnos. Câmeras do Huawei Pura 80 Pro Aline Barbieri/TechTudo Além disso, o aparelho é equipado com um processador octa-core de alta velocidade, em conjunto com 12 GB de memória RAM e 512 GB de armazenamento interno. Essa construção permite que o Huawei Pura 80 Pro execute tarefas que exigem mais do hardware, como jogos pesados e edição de vídeo. Encontrado a partir de R$ 4.099 na Amazon, o modelo é a escolha ideal para quem busca um aparelho com um ótimo conjunto de câmeras para fotografias, tela OLED de alta qualidade e carregamento ultrarrápido. Prós: excelente conjunto fotográfico com abertura variável; 512 GB de armazenamento pelo menor preço da categoria; carregamento ultrarrápido; Contras: ausência nativa dos serviços do Google, ecossistema de aplicativos da própria marca. 2. Motorola Signature (512 GB) - a partir de R$ 5.100 O Motorola Signature é ideal para quem busca máxima velocidade e visual elegante. Sua tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas com resolução 1,5K entrega uma taxa de atualização de 165 Hz, tornando a troca de aplicativos e as partidas em jogos ainda mais suaves. O brilho potente do painel também ajuda a enxergar as informações na tela sem esforço, mesmo sob a luz forte do sol, contando ainda com proteção contra riscos e impactos acidentais. MOTOROLA SIGNATURE é MELHOR que IPHONE? Testamos o celular premium! Em relação à autonomia, o modelo traz uma bateria de 5.200 mAh pensada para aguentar rotinas intensas de uso. O carregador de 90 W é capaz de completar a carga em cerca de 40 minutos. No conjunto de câmeras, os três sensores traseiros de 50 MP garantem fotos ricas em detalhes e vídeos estáveis. O desempenho fica por conta do poderoso processador Snapdragon 8 Gen 5, que trabalha junto com incríveis 16 GB de memória RAM para rodar qualquer jogo pesado na qualidade máxima. O Motorola Signature pode ser encontrado no Mercado Livre a partir de R$ 5.100. Prós: processador superveloz; carregador ultra-rápido incluso; tela muito fluida para navegação. Contras: recebe atualizações do Android por menos tempo que os concorrentes; pode esquentar levemente ao usar aplicativos muito pesados. 3. Galaxy S25 Ultra(256 GB) - a partir de R$ 5.342 O Galaxy S25 Ultra é o modelo mais completo da Samsung para quem busca durabilidade e recursos de produtividade. Ele traz uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,9 polegadas que se destaca pelo revestimento especial antirreflexo, permitindo usar o celular sob o sol sem incômodos. A estrutura metálica em titânio garante maior resistência contra quedas, enquanto o corpo abriga a caneta S Pen para fazer anotações e desenhos direto no display. Câmeras do Galaxy S25 Ultra Rubens Achilles/TechTudo A bateria de 5.000 mAh oferece autonomia para até 30 horas seguidas de reprodução de vídeo, suportando carregamento rápido de 45 W. Nas câmeras, o sensor principal de 200 MP captura imagens extremamente detalhadas, enquanto as lentes de zoom permitem aproximar objetos distantes mantendo a nitidez sem embaçar. A performance é garantida pelo chip Snapdragon 8 Elite alinhado a 12 GB de RAM, permitindo usar recursos nativos de inteligência artificial para traduzir chamadas em tempo real e editar fotos com facilidade. O modelo também conta com a promessa de 7 anos de atualizações do Android. O Galaxy S25 Ultra está disponível no Mercado Livre a partir de R$ 5.342. Prós: tela com tratamento antirreflexo que facilita a leitura no sol; caneta S Pen inclusa; 7 anos de atualizações garantidas. Contras: recarga da bateria é mais lenta do que a dos modelos chineses; vem com 256 GB de memória na versão base. 4. iPhone 17 Pro (256 GB) - a partir de 7.699 O iPhone 17 Pro mantém o padrão da Apple de entregar um smartphone com uma construção premium de fácil utilização. Sua tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas conta com a tecnologia ProMotion, que ajusta a velocidade de navegação até 120 Hz para economizar energia ou entregar máxima fluidez quando necessário. O painel atinge brilho altíssimo em ambientes abertos e conta com o Ceramic Shield, evitando trincos e riscos. Câmeras do iPhone 17 Pro Amanda Zola/TechTudo Sua bateria foi otimizada para entregar até 33 horas de reprodução de vídeo, com suporte ao carregamento sem fio por indução. No quesito câmera, o modelo traz três sensores de 48 MP que se destacam por gravar os vídeos mais estáveis do mercado, com qualidade de cinema em 4K e excelente captação de cores, mesmo em ambientes com pouca luz. O dispositivo roda com o processador Apple A19 Pro e 12 GB de RAM, combinação que garante aceleração em jogos exigentes e execução instantânea de aplicativos sem travamentos. O iPhone 17 Pro está disponível no Mercado Livre a partir de R$ 7.699. Prós: desempenho excepcional; conjunto de câmeras traseiras de 48MP Contras: autonomia de bateria menor que a do modelo Pro Max 5. Galaxy Z Fold 7 (512 GB) - a partir de R$ 8.999 O Galaxy Z Fold 7 foi pensado para quem deseja a experiência de um tablet e um smartphone em um único aparelho. Ele possui duas telas: uma externa de 6,5 polegadas para uso rápido com uma mão e uma tela interna dobrável de 8,0 polegadas com tecnologia AMOLED. Quando aberta, essa tela gigante permite ler documentos, assistir a séries e usar até três aplicativos ao mesmo tempo. Tela expandida do Galaxy Z Fold 7 tem 8 polegadas Ana Letícia Loubak/TechTudo A autonomia fica por conta de uma bateria dupla de 4.400 mAh com suporte a carregamento por fio e sem fio, além do recurso de recarregar acessórios por indução encostando na traseira do celular. O conjunto de câmeras traseiro traz um sensor principal de 200 MP, uma ultra-wide de 12 MP e uma teleobjetiva de 10 MP com estabilização para fotos e vídeos sem tremores. O aparelho conta com o processador Snapdragon 8 Elite com 12 GB de RAM e 512 GB de espaço interno, garantindo potência de sobra para edições de foto e multitarefa pesada sem perder agilidade. O Galaxy Z Fold 7 pode ser encontrado no Mercado Livre a partir de R$ 8.999. Prós: tela gigante dobrável perfeita para trabalhar e ver vídeos; design fino e resistente à água; 512 GB de espaço nativo. Contras: bateria menor em comparação aos modelos tradicionais; maior cuidado em relação às dobradiças. 6. OPPO Find X9 Pro (512 GB) - a partir de R$ 10.043 O OPPO Find X9 Pro fecha a seleção entregando o conjunto mais sofisticado para quem busca fotografia de nível profissional e autonomia fora da curva. O smartphone vem equipado com uma tela AMOLED de 6,78 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz, garantindo navegação fluida e excelente fidelidade de cores. Sistema de câmeras Hasselblad do OPPO Find X9 Pro Cecile Mendonça/TechTudo A bateria gigante de 7.500 mAh é um dos pontos mais fortes do modelo, garantindo até um dia e meio de uso longe da tomada com tranquilidade, além de contar com carregamento rápido 80W SUPERVOOC. No quesito fotografia, a parceria com a lendária marca Hasselblad se reflete em um sensor principal Sony customizado de 1/1.28 polegada, capaz de capturar imagens noturnas com excelente entrada de luz, tons de pele naturais e baixo nível de ruído. A performance fica sob o comando do chip MediaTek Dimensity 9500, que trabalha junto a 16 GB de memória RAM e 512 GB de espaço interno para rodar jogos e edições pesadas sem qualquer engasgo. O dispositivo conta ainda com a certificação IP69, oferecendo a máxima proteção contra água e poeira da categoria. O OPPO Find X9 Pro está disponível no Mercado Livre a partir de R$ 10.043. Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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Zelda Ocarina of Time Remake ganha gameplay e data de lançamento


A Nintendo mostrou o primeiro gameplay do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time. Durante o Nintendo Direct de 40 anos da série, nesta terça-feira (8), várias novidades foram reveladas, incluindo gráficos atualizados, dublagem dos personagens e mecânicas aprimoradas com tecnologias exclusivas do Nintendo Switch 2. O título também ganhou data de lançamento e chegará no dia 5 de novembro de 2026, apenas duas semanas antes de GTA 6, com dublagem em português do Brasil. A pré-venda está aberta por R$ 329,90. 🎮 Nintendo Switch 2 ganha edição de The Legend of Zelda 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake tem gameplay e data de lançamento reveladas; confira Reprodução/Nintendo of America ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo As imagens mostram o jogo em ação, incluindo a seção de abertura, em que o jovem Link explora a Floresta Kokiri, e a primeira masmorra, o Interior da Grande Árvore Deku. Outros locais, como a Cidade do Castelo de Hyrule, a Vila Kakariko e o Domínio Zora, também apareceram ao longo da demonstração de gameplay e do novo trailer de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake. Demonstração de gameplay de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake A apresentação de gameplay esclareceu que o título manterá a estrutura original. Em vez de uma aventura de mundo aberto, como nos jogos mais recentes da franquia Zelda, os jogadores encontrarão Hyrule dividida em áreas separadas, com telas de carregamento entre elas. No entanto, o remake terá algumas áreas extras e uma série de recursos mais modernos. O game agora conta com botões de pulo e dash (corrida), troca rápida de itens e câmera rotativa, embora ainda seja possível travar a mira nos inimigos. O sistema de dia e noite também foi aprimorado, enquanto um novo menu chamado "Threads of Time" (Fios do Tempo) foi introduzido para registrar as missões e o progresso de Link. Outra novidade é que o jogador vai poder mirar com o estilingue e o arco usando os controles de movimento do Nintendo Switch 2, além de cantarolar melodias para tocar na Ocarina do Tempo. Por fim, os diálogos ganharão dublagem, inclusive em português, conforme anunciou a Nintendo Brasil. Trailer de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake em português do Brasil Initial plugin text The Legend of Zelda: Ocarina of Time foi originalmente lançado para Nintendo 64, em 1998, e detém nota média 99, a maior da base de dados, no Metacritic. Em 2011, o jogo ganhou uma versão remasterizada para o Nintendo 3DS em 2011, sob o título The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D. Com informações de Nintendo, VGC e IGN Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!
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Nintendo Switch 2 ganha edição de The Legend of Zelda


O Nintendo Switch 2 teve uma nova edição temática anunciada baseada na série The Legend of Zelda durante uma apresentação Nintendo Direct da Nintendo nesta terça (8). A novidade faz parte da celebração de aniversário da série, que completou 40 anos em 21 de fevereiro deste ano. Além do console haverá também um joystick Nintendo Switch 2 Pro Controller e um estojo no mesmo tema. O Nintendo Switch 2 de The Legend of Zelda, o joystick e o estojo chegam em 29 de outubro, ainda sem informações sobre preços, mas a conta da Nintendo Brasil na rede social X confirmou a chegada do console. 🎮 6 jogos antigos de Nintendo Switch que ainda valem a pena jogar em 2026 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar Nintendo Switch 2 ganha edição de The Legend of Zelda para celebrar 40 anos da série Reprodução/Nintendo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo O console temático traz um Nintendo Switch 2 e controles Joy-Con 2 na cor verde, como a do protagonista da série Link, decorado com símbolos da lendária Triforce, o artefato dos deuses, além de vários outros triângulos dourados como enfeite. O visual está presente também na doca que é utilizada para conectar o console à TV. Além dos detalhes da Triforce há também pequenos desenhos do protagonista Link na frente e da titular Princesa Zelda na parte de trás do console com visuais que parecem inspirados em suas versões do game The Legend of Zelda: A Link to the Past do Super Nintendo. O design de The Legend of Zelda está presente também na doca que conecta o Nintendo Switch 2 à TV Reprodução/Nintendo A nova versão do videogame será lançada poucos dias antes do lançamento do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, versão refeita para Nintendo Switch 2 do jogo que tem a maior avaliação de todos os tempos no Metacritic. O game segue as aventuras do jovem Link que precisa abandonar suas raízes na Floresta Kokiri e partir em uma jornada através do tempo para salvar a Princesa Zelda e o Reino de Hyrule das garras do poderoso vilão Ganondorf. Vale apontar que o título terá dublagem em português. Com informações de Nintendo Direct, Nintendo Brasil (1, 2) Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!
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Xiaomi 18 Fold estreia com câmera Leica de 200 MP e bateria de 6.000 mAh


A Xiaomi lançou oficialmente o Xiaomi 18 Fold, seu primeiro celular dobrável em formato "passaporte", durante evento na China na última segunda-feira (7). Ele chega para competir com o Galaxy Z Fold 8 (Samsung) e o Huawei Pura X Max no segmento, e se destaca pela presença do inédito chip Xring 03, desenvolvido pela própria fabricante chinesa, pela bateria de 6.000 mAh e pelo conjunto de câmeras cocriado em parceria com a Leica. O lançamento acontece dois dias antes do evento "Surpreendente e brilhante", no qual a Apple deve apresentar seu primeiro iPhone dobrável, com dimensões semelhantes. O celular chegará primeiro na China, com preços a partir de 12.999 CNY (ou cerca de R$ 9.928, de acordo com a conversão direta), mas ainda não tem previsão de lançamento para o resto do mundo. Considerando que nenhum outro dobrável da Xiaomi veio para o Brasil, é possível estimar que esse lançamento não deve desembarcar por aqui de forma oficial. Lá fora, o aparelho será vendido em três opções de cores: preto, dourado e vermelho intenso, além de uma edição especial limitada em cerâmica. 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Apple que se cuide: dobrável Xiaomi 18 Fold aparece na IFA 2026; veja fotos Xiaomi 18 Fold tem curioso design assimétrico e bordas bem finas Divulgação/Xiaomi ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Celular Xiaomi vende mais que iPhone? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Design "passaporte" e câmeras Leica Diferente do Galaxy Z Fold 8, o modelo da Xiaomi tem uma lateral com curvas bem acentuadas. Quando aberto, o dobrável tem 5.02 mm de espessura; fechado, tem 10,68 mm — dimensões que o tornam ligeiramente mais espesso que o rival, que tem 4,5 mm e 9,7 mm, respectivamente. São três opções de cores: Nishino Red (vermelho), Warm Gold-White (dourado) e Black (preto). Há ainda uma edição especial em cerâmica. Na traseira, há um módulo horizontal que comporta três câmeras cocriadas em parceria com a Leica, sendo a principal de 200 megapixel (MP) com estabilização óptica de imagem (OIS). Completam o conjunto uma telefoto periscópica de 50 MP, com zoom óptico de 3,5x, e uma ultrawide também de 50 MP. Além disso, há duas câmeras frontais de 16 MP. Telas OLED brilhantes e novo chipset poderoso Seguindo o estilo "passaporte", o Xiaomi 18 Fold tem uma tela externa mais baixa e uma tela interna mais ampla. Com 5,38”, o display externo tem tecnologia OLED LTPO e taxa de atualização de 120 Hz, ideal para rodar jogos com mais fluidez. O brilho máximo é de 4.000 nits, número que promete melhorar a visibilidade em áreas externas ou com muita iluminação. As especificações se repetem na tela interna de 7,58”, que tem resolução de 1.672 x 2.364 pixels. Xiaomi 18 Fold disponível em quatro opções de cores Divulgação/Xiaomi No desempenho, sua principal novidade é o chip Xring 03, que promete proporcionar desempenho 60% superior em tarefas que utilizam múltiplos núcleos, em comparação ao modelo anterior, bem como 25% de redução no consumo de energia. Segundo as informações do site FoneArena, o Xiaomi 18 Fold estará disponível na China em versões com 12 GB e 16 GB de memória RAM, combinada a 512 GB ou 1 TB de armazenamento interno. O smartphone dobrável da Xiaomi traz uma bateria de 6.000 mAh, com suporte para carregamento rápido de até 67 W, e conexões atualizadas como Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0, que tendem a oferecer maior economia de energia, estabilidade e alcance. O modelo vem com a interface HyperOS 4, que é baseada no Android 17. Com informações de Android Headlines, FoneArena e Xiaomi 🎥 Aproveite e confira o review do Xiaomi 17T, celular mais avançado da marca no Brasil Review Xiaomi 17T: testamos o topo de linha da Xiaomi
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Melhor celular Motorola para comprar no 9.9: veja 6 modelos imperdíveis


O 9.9 (09 de setembro) traz ótimas oportunidades para trocar de smartphone pagando bem menos, e os celulares da Motorola aparecem entre os grandes destaques da campanha. Modelos das linhas Moto G, Motorola Edge, Motorola Razr e até o novo Motorola Signature costumam receber grandes descontos em lojas como Amazon, Shopee, Mercado Livre e Magazine Luiza, com economia que chega a milhares de reais. Para ajudar a encontrar as melhores ofertas, o TechTudo preparou uma lista com seis aparelhos da fabricante que valem a pena ficar de olho durante a data. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp A seleção traz desde opções intermediárias com um excelente custo-benefício até smartphones top de linha para quem busca a experiência mais completa da Motorola. Os preços consultados durante a apuração da matéria variam de R$ 1.319, com o Moto G56 5G de 256 GB na Amazon aparecendo como o mais barato da lista, e o Motorola Signature de 512 GB por R$ 5.399 no Magalu aparecendo como o mais caro. Todos os valores foram verificados em setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio ao longo da campanha do 9.9. A seguir, confira a lista completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Moto G Max é um dos celulares com desconto no 9.9.; confira outros Ana Loubak/TechTudo 🔎Motorola lança Edge 70 Plus com câmera de 200 MP e Moto Watch Ultra Initial plugin text 📝Qual é o celular da Motorola que tem a melhor bateria? Confira no Fórum TechTudo Melhor celular Motorola para comprar no 9.9: veja 6 modelos imperdíveis Moto G56 5G (256 GB) — melhor custo-benefício entre os intermediários da Motorola; Motorola Edge 60 Fusion 5G (256 GB) — melhor equilíbrio entre tela, câmeras e resistência; Motorola Edge 60 5G (512 GB) — melhor pacote premium com 512 GB de armazenamento; Moto G Max (256 GB) — melhor câmera de 200 MP na faixa dos R$ 2 mil; Motorola Razr 60 (256 GB) — melhor celular dobrável para comprar no 9.9; Motorola Signature (512 GB) — melhor topo de linha da Motorola para fotografia e desempenho. Como escolhemos os celulares da Motorola? Para esta lista, os celulares Motorola lançados entre 2025 e 2026 tiveram preferência, contemplando diferentes faixas de preço e perfis de uso. O objetivo foi selecionar modelos que ofereçam o melhor custo-benefício da marca, desde opções intermediárias da linha Moto G até aparelhos topo de linha, considerando os menores preços encontrados nos principais marketplaces brasileiros. Além do preço, foram levados em conta critérios como qualidade da tela, desempenho, câmeras, bateria, resistência e tempo de suporte de software. Para isso, consideramos as reviews do próprio TechTudo, que testou e aprovou todos os aparelhos. O que um bom celular da Motorola deve ter? Alguns recursos ajudam o smartphone a continuar relevante por vários anos. Entre os principais pontos, estão a qualidade da tela, o desempenho do processador, a autonomia da bateria e, principalmente, o tempo de suporte oferecido pela Motorola. Confira com detalhes: Tela de qualidade: prefira modelos com painéis POLED ou AMOLED e taxa de atualização de 120 Hz, que oferecem cores mais vivas e uma navegação muito mais fluida. Processador eficiente: chips como MediaTek Dimensity 7300, Dimensity 7400X e Snapdragon 8 Gen 5 vão te dar melhor desempenho em jogos e apps pesados, além de pouparem energia por meio de uma boa eficiência energética. Armazenamento e RAM: versões com 256 GB ou 512 GB são ideais para quem guarda muitas fotos e vídeos, ou tem muitos aplicativos. Recursos como o RAM Boost também ajudam na experiência de multitarefa. Bateria e carregamento: baterias de 5.000 miliampere-hora (mAh) ou mais costumam entregar um dia inteiro de uso, enquanto carregamentos rápidos de 68 W ou 90 W reduzem o tempo na tomada. Câmeras versáteis: além da resolução, vale procurar sensores com estabilização óptica de imagem (OIS), lentes ultra-wide e teleobjetivas, que aumentam as possibilidades para tirar boas fotos e gravar vídeos em diferentes situações. Suporte de software: a Motorola oferece entre 3 e 7 anos de atualizações, dependendo da linha. Quanto maior esse período, maior será a vida útil do celular em termos de segurança e novos recursos. 1. Moto G56 5G (256 GB) - de R$ 1.999 por R$ 1.319 Lançado em maio de 2025, o Moto G56 5G é um dos celulares intermediários mais completos da Motorola e aparece como uma das melhores opções para comprar durante o 9.9. O aparelho chega de fábrica com Android 15 e conta com quatro anos de atualizações de segurança, oferecendo um longo suporte para quem pretende mantê-lo por bastante tempo. Com 256 GB de armazenamento e conectividade 5G, seu preço bem abaixo do valor de lançamento o destaca como um excelente custo-benefício. Na análise publicada pelo TechTudo, feita por Taís Aparecida, é ressaltado que o principal diferencial do Moto G56 é sua resistência. O smartphone reúne certificações IP68 e IP69, que garantem proteção contra submersão em água doce e jatos de alta pressão, além da certificação militar MIL-STD, conquistada após diversos testes de durabilidade. A tela de 6,72 polegadas utiliza tecnologia IPS LCD com resolução Full HD+, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 1.000 nits, proporcionando boa fluidez e ótima visibilidade mesmo com a luz do sol. O desempenho também faz jus à sua proposta intermediária premium, já que ele é equipado com o processador MediaTek Dimensity 7060 e conta com 8 GB de RAM. Com esse hardware, ele oferece boa velocidade para multitarefas e ainda permite expandir a memória virtualmente com o recurso RAM Boost. No conjunto fotográfico, o sensor principal Sony LYTIA 600 de 50 megapixels (MP) entrega imagens detalhadas, enquanto a lente ultra-wide de 8 MP amplia o enquadramento e a câmera frontal de 32 MP favorece selfies com alta definição. Por fim, sua bateria de 5.200 mAh promete até 40 horas de autonomia e conta com carregamento rápido de 30 W, suficiente para recuperar boa parte da carga em poucos minutos. O celular é uma ótima pedida para quem busca um celular com bastante espaço interno e bateria de longa duração sem gastar muito. O Moto G56 5G é uma das opções mais interessantes da Motorola. O modelo já pode ser encontrado a partir de R$ 1.319 na Amazon, valor menor que os R$ 1.999 cobrados em seu lançamento. Prós: certificações IP68, IP69 e resistência militar; tela Full HD+ de 120 Hz com bom brilho; 256 GB de armazenamento com expansão via microSD; câmera Sony de 50 MP e frontal de 32 MP; bateria de 5.200 mAh com carregamento rápido de 30 W. Contras: tela IPS LCD em vez de AMOLED; apenas uma atualização garantida do Android; gravação de vídeo limitada ao Full HD. 2. Motorola Edge 60 Fusion 5G (256 GB) - de R$ 2.999 por R$ 1.710 Lançado em abril de 2025, o Motorola Edge 60 Fusion 5G chega de fábrica com Android 15 e conta com uma política de três atualizações do sistema operacional, além de cinco anos de atualizações de segurança. Isso se reflete em suporte até o Android 18, garantindo uma vida útil maior do que a de muitos concorrentes da categoria. Originalmente vendido por R$ 2.999, o modelo já aparece por quase metade desse valor, tornando-se uma das ofertas mais atraentes da linha Edge. Jorge Lucas Bernardes, em sua análise publicada no TechTudo, destaca que o Edge 60 Fusion evoluiu nos pontos mais importantes, como tela, resistência, bateria e recursos de IA (inteligência artificial). O aparelho possui certificações IP68, IP69 e MIL-STD 810H, que garantem proteção contra água e impactos. Porém, a grande protagonista é a tela POLED de 6,7 polegadas, com uma resolução Super HD, taxa de atualização de 120 Hz, compatibilidade com HDR10+ e impressionantes 4.500 nits de brilho, um dos mais brilhantes da categoria. Equipado com o MediaTek Dimensity 7300, o smartphone trabalha em conjunto com 8 GB de RAM física, que podem receber mais 16 GB de RAM Boost, totalizando 24 GB de memória para multitarefas. Já o armazenamento interno de 256 GB ainda pode ser expandido por cartão microSD. A bateria de 5.200 mAh completa o conjunto com autonomia de até 40 horas e carregamento ultrarrápido de 68 W, que fornece energia para um dia inteiro de uso em apenas oito minutos, segundo a Motorola. Nas câmeras, o sensor principal Sony LYTIA 700C de 50 MP com estabilização óptica promete fotos mais nítidas e vídeos sem tremedeira. Com ele vem uma lente ultra-wide de 13 MP com função macro e ainda uma câmera frontal de 32 MP capaz de gravar vídeos em 4K. Assim como o Moto G56 5G, o Motorola Edge 60 Fusion 5G oferece características próximas às de um topo de linha por muito menos. Depois de estrear por R$ 2.999, ele já pode ser encontrado por R$ 1.710 na Amazon e no Mercado Livre. Prós: tela POLED Super HD de 120 Hz com brilho de 4.500 nits; três atualizações do Android e cinco anos de segurança; certificações IP68, IP69 e resistência militar MIL-STD 810H; câmera Sony de 50 MP com estabilização óptica e vídeos em 4K; bateria de 5.200 mAh com carregamento ultrarrápido de 68 W. Contras: não possui lente teleobjetiva para zoom óptico; versão brasileira traz 8 GB de RAM física e depende do RAM Boost para chegar aos 24 GB; preço superior ao de outros intermediários da Motorola. 3. Motorola Edge 60 5G (512 GB) - de R$ 2.899 por R$ 1.816 Lançado em abril de 2025, o Motorola Edge 60 5G é um dos celulares mais completos da linha Motorola Edge, superando o Motorola Edge 60 Fusion 5G em alguns detalhes. A versão com 512 GB de armazenamento oferece espaço de sobra, enquanto conta com três atualizações garantidas do sistema operacional, além de cinco anos de atualizações de segurança, garantindo suporte para quem pretende manter o smartphone por vários anos. Em sua análise para o TechTudo, Jorge Lucas Bernardes diz que os pontos fortes do Edge 60 estão no conjunto de tela, na construção e nas câmeras. Além das certificações IP68, IP69 e MIL-STD 810H, o aparelho possui um corpo fino de apenas 179 gramas. A tela curva POLED de 6,7 polegadas segue a exata mesma configuração do Motorola Edge 60 Fusion 5G, com resolução Super HD, taxa de atualização de 120 Hz, compatibilidade com HDR10+ e brilho máximo de 4.500 nits. Já o sistema fotográfico é diferente e coloca o Edge 60 um pouco na frente, principalmente na câmera frontal, que também grava vídeos em 4K, mas conta com 50 MP. O conjunto traseiro reúne uma câmera principal Sony LYTIA 700C de 50 MP com estabilização óptica, uma lente híbrida ultra wide/macro de 50 MP e uma teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x, diferencial raro entre intermediários. Comandando tudo isso está o processador MediaTek Dimensity 7300, que trabalha com 12 GB de RAM e, com o RAM Boost, garante desempenho fluido para criação de conteúdo e jogos. Além disso, os generosos 512 GB de armazenamento (com possibilidade de expansão via microSD) dão conta de guardar tudo o que você precisa. O modelo já pode ser encontrado a partir de R$ 1.816 na Shopee, mais de R$ 900 de diferença do valor original de R$ 2.899. Prós: tela curva pOLED Super HD de 120 Hz com brilho de 4.500 nits; conjunto de câmeras com lente principal, ultra wide e teleobjetiva; 512 GB de armazenamento com expansão via microSD; certificações IP68, IP69 e resistência militar MIL-STD 810H; carregamento ultrarrápido de 68 W e suporte de cinco anos em segurança. Contras: não grava vídeos em 4K a 60 fps; bateria tem 5.200 mAh em vez da versão internacional de 5.500 mAh; preço ainda é mais elevado que o de outros intermediários da Motorola. 4. Moto G Max (256 GB) - de R$ 3.199 por R$ 1.963 O Moto G Max é o celular mais recente da família Moto G, lançado em maio de 2026, e foi criado para quem busca uma experiência próxima à classe A. O aparelho chega com o Android 16 e a Motorola promete pelo menos três atualizações do sistema operacional, além de quatro anos de atualizações de segurança, levando o suporte até 2030. Conjunto de câmeras do Moto G Max é um dos grandes marcos do aparelho Ana Loubak/TechTudo Quem testou o produto para o TechTudo foi Filipe Salles, que afirma que o Moto G Max acerta principalmente na tela e na câmera. O display Extreme AMOLED de 6,8 polegadas traz resolução 1,5K, taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 5.000 nits, características que garantem imagens nítidas com cores vibrantes. Já a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica produz fotos ricas em detalhes. Enquanto isso, a lente ultra-wide de 8 MP amplia o enquadramento para fotos em grupo, e a câmera frontal de 32 MP entrega boa reprodução de cores e ótima nitidez. O Moto G Max é um celular com câmeras competentes, tela de qualidade e boa autonomia de bateria. Por outro lado, peca pelo desempenho, que fica abaixo de modelos na mesma faixa de preço — ou até mais baratos. O aparelho possui as mesmas certificações IP68 e IP69 dos outros citados na lista, mas também entrega proteção Gorilla Glass 7i e acabamento que imita couro, aliando a construção resistente com um visual sofisticado. Já a bateria de 5.200 mAh oferece uma autonomia que ultrapassa dois dias em uso moderado, acompanhada de carregamento rápido de 33 W, suficiente para recuperar boa parte da carga em cerca de uma hora. Apesar das qualidades, o desempenho é um ponto de atenção, pois o processador MediaTek Dimensity 6400 fica atrás de concorrentes da mesma faixa de preço em apps e jogos mais pesados. Ainda assim, para quem valoriza uma tela de alto nível e uma câmera de altíssima resolução acima da performance em games, o Moto G Max pode ser a escolha certa. O modelo já está saindo por R$ 1.963 no Mercado Livre, com desconto de 38% do valor original de R$ 3.199. Prós: tela Extreme AMOLED 1,5K de 120 Hz com brilho de 5.000 nits; câmera principal de 200 MP com estabilização óptica; certificações IP68/IP69 e proteção Gorilla Glass 7i; bateria de 5.200 mAh com excelente autonomia; acabamento sofisticado e pegada confortável. Contras: desempenho inferior ao de rivais da mesma faixa de preço; alto-falantes apresentam distorção em volume máximo; carregamento de 33 W fica atrás de outros intermediários premium. 5. Motorola Razr 60 (256GB) - de R$ 5.499 por R$ 3.298 O Motorola Razr 60 5G foi lançado em maio de 2025 e é o dobrável mais acessível da linha flip da marca. Originalmente lançado por R$ 5.499, o modelo teve uma queda expressiva de preço e tornou-se um modelo de dobra muito mais acessível. Murilo Rodrigues, do TechTudo, após analisar o preço e ficha técnica do Razr 60, afirma que a combinação entre sofisticação, portabilidade e praticidade faz dele uma ótima pedida. O aparelho chega com Android 15 e conta com quatro anos de atualizações. Seu corpo compacto tem uma estrutura em alumínio, com dobradiça reforçada com titânio e proteção Gorilla Glass Victus, além da certificação IP48, que garante resistência contra poeira e submersão em água doce. O grande diferencial está nas duas telas: a principal LTPO AMOLED de 6,9 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, e a tela externa pOLED de 3,6 polegadas. Essa segunda permite responder mensagens, controlar músicas, visualizar notificações e até abrir aplicativos sem precisar desdobrar o aparelho. Equipado com o MediaTek Dimensity 7400X, o aparelho trabalha com 12 GB de RAM física e suporte ao RAM Boost característico da marca, que adiciona mais 12 GB de memória virtual e totaliza 24 GB de RAM. Na hora das fotos, um sensor principal de 50 MP com estabilização óptica acompanha uma lente ultra-wide de 13 MP com função macro e uma câmera frontal de 32 MP, capazes de gravar vídeos em 4K. A bateria de 4.500 mAh oferece autonomia para mais de um dia de uso moderado e suporte a carregamento rápido de 30 W, além de carregamento sem fio de 15 W. Todo mundo sabe que um celular dobrável não é barato, mas aqui está uma oportunidade de adquirir um sem ter que investir mais de R$ 5 mil. Ele entrega uma experiência topo de linha com as duas telas e os recursos de Inteligência Artificial, características que o diferenciam dos smartphones tradicionais da mesma faixa de preço. O modelo está em oferta no 9.9. da Amazon, saindo por R$ 3.298, desconto de 40% do valor original de R$ 5.499. Prós: design dobrável premium com estrutura em alumínio e dobradiça de titânio; tela interna LTPO AMOLED de 120 Hz e tela externa totalmente funcional; 24 GB de RAM com RAM Boost para multitarefas; câmeras de 50 MP com gravação em 4K; carregamento sem fio e suporte de três atualizações do Android. Contras: bateria menor que a de celulares convencionais; não possui entrada para cartão microSD; certificação IP48 oferece proteção inferior à IP68/IP69 de outros modelos da Motorola. 6. Motorola Signature (512 GB) - de R$ 8.999 por R$ 5.399 Lançado em março de 2026, o Motorola Signature é o primeiro smartphone ultrapremium da fabricante e representa a aposta da marca para competir diretamente com modelos como Galaxy S26 Ultra e iPhone 17 Pro. Com impressionantes sete anos de atualizações do Android e de segurança, o modelo conta com uma política de suporte inédita na Motorola e comparável à dos principais rivais do mercado. Câmeras do Motorola Signature são campeãs no DXOMARK Ana Letícia Loubak/TechTudo Após revisarem o aparelho, Ana Letícia Loubak e Jorge Lucas Bernardes publicaram uma review no TechTudo, afirmando que o Signature acerta em praticamente todos os quesitos importantes para um topo de linha. Seu corpo ultrafino de apenas 6,99 mm combina estrutura em alumínio, acabamento texturizado inspirado em tecido e todas as certificações de segurança. A tela AMOLED LTPO de 6,8 polegadas oferece resolução Super HD, mas a taxa de atualização variável de até 165 Hz e um brilho máximo de 6.200 nits é o que dá um toque especial. O Signature reúne praticamente tudo o que se espera de um smartphone premium: design sofisticado, tela de alta qualidade, bateria competente e um conjunto de câmeras que finalmente coloca a Motorola entre as melhores do mercado. Porém, a cereja do bolo do Signature está nas quatro câmeras de 50 MP, que incluem sensor principal Sony LYTIA, lente ultra wide, teleobjetiva periscópica com zoom óptico de 3x e câmera frontal de 50 MP. Segundo o TechTudo, o aparelho figura entre os 10 melhores celulares do mundo em fotografia no ranking do DXOMARK, entregando imagens extremamente nítidas, com cores naturais e um modo retrato de alto nível. O desempenho também faz jus aos top de linha, graças ao Snapdragon 8 Gen 5, aos 12 GB de RAM e aos 512 GB de armazenamento. A bateria de 5.200 mAh utiliza tecnologia de silício-carbono para suportar tanta potência e suporta carregamento ultrarrápido de 90 W, chegando a 50% em cerca de 20 minutos. O Motorola Signature é o melhor celular da marca e está disponível a partir de R$ 5.399 no Magalu e Mercado Livre. Prós: conjunto de quatro câmeras de 50 MP entre os melhores do mundo; tela AMOLED LTPO de até 165 Hz com brilho de 6.200 nits; Snapdragon 8 Gen 5 com desempenho de alto nível; sete anos de atualizações do Android e segurança; design ultrafino com certificações IP68, IP69 e resistência militar. Contras: aquece durante atividades exigentes; qualidade de vídeo fica atrás de Galaxy S26 Ultra e iPhone 17 Pro; não possui entrada para cartão microSD. Com informações de Amazon, Casas Bahia, Magazine Luiza, Mercado Livre, Shopee e TechTudo. 🎥 Veja também: GALAXY S26 ULTRA vs MOTOROLA SIGNATURE: qual tem o melhor zoom? GALAXY S26 ULTRA vs MOTOROLA SIGNATURE: qual tem o melhor zoom? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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Cloud Gaming: entenda o que é e conheça os principais serviços


O Cloud Gaming, ou jogo na nuvem, é uma forma de jogar que vem se popularizando nos últimos anos no Brasil por eliminar um dos maiores obstáculos para o gamer brasileiro: o alto custo de entrada de um console ou PC. Serviços como Xbox Cloud Gaming, Netflix Games e GeForce Now oferecem alternativas para rodar jogos mais pesados sem precisar ter seu próprio PlayStation 5 (PS5), Xbox Series X, Xbox Series S ou PC gamer. Confira, a seguir, nosso guia completo sobre o que é Cloud Gaming, como funciona, quais são os principais serviços disponíveis e se a tecnologia pode ser o futuro dos jogos. 🎮 GTA 6, FF7 Revelation e mais: todos os anúncios do State of Play 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar Cloud Gaming é uma tecnologia que permite jogar games em diversos aparelhos que não necessariamente têm potência para rodar os jogos Reprodução/Luã Souza ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo Cloud Gaming: entenda o que é e conheça os principais serviços O que é Cloud Gaming Cloud Gaming vai substituir consoles e PCs? Principais serviços de Cloud Gaming 1. O que é Cloud Gaming A tecnologia de Cloud Gaming permite jogar games pela internet, mas de uma forma diferente dos jogos online tradicionais. O funcionamento é mais próximo do streaming de filmes e séries da Netflix. Normalmente, os jogos precisam ser instalados em um videogame ou computador, mas, na nuvem, eles rodam em outro console ou PC à distância. Apenas a imagem é enviada para a tela do jogador, que pode interagir usando controle, smartphone ou teclado e mouse conectado ao dispositivo. Como o jogo não roda diretamente no aparelho, não é necessário ter um dispositivo muito potente. Dessa forma, é possível jogar títulos pesados como Cyberpunk 2077 até mesmo em um smartphone ou smart TV compatível. Por outro lado, como as imagens são transmitidas pela internet, é preciso ter uma conexão estável e de boa qualidade, principalmente para reduzir o atraso entre o comando do jogador e a ação exibida na tela. TVs Samsung permitem jogar sem o console via Xbox Cloud Gaming. Tainah Tavares/TechTudo 2. Cloud Gaming vai substituir consoles e PCs? A tecnologia é promissora e muitos acreditam que o Cloud Gaming pode ser o futuro dos games, mas ela ainda não deve substituir tão cedo o hardware tradicional, como consoles e PCs. De acordo com o gerente de tecnologia da Kingston Brasil, Iuri Santos, o hardware continua tendo um papel importante para o consumidor, especialmente com a evolução dos jogos digitais e a necessidade de componentes mais rápidos, como SSDs NVMe. Para o executivo, um dos principais desafios do Cloud Gaming ainda é o atraso na jogabilidade, que nem sempre está ligado apenas à velocidade da internet, já que também pode ser causado pelo hardware responsável por rodar o jogo à distância e transmitir a imagem até o dispositivo do jogador. "O jogo na nuvem não elimina o hardware. Ele apenas o transfere de lugar. O jogo continua rodando em uma máquina física, só que dentro de um datacenter remoto. Para que a experiência do jogador seja fluida, esses servidores precisam processar volumes colossais de dados por segundo. Sem memória RAM de alta velocidade e SSDs de altíssimo desempenho corporativo na outra ponta, a latência destrói a jogabilidade" O Xbox Cloud Gaming permite jogar games do Xbox Game Pass através da nuvem pela internet Reprodução/Microsoft Uma das grandes vantagens do Cloud Gaming é funcionar como uma ferramenta democratizadora do entretenimento, levando jogos muitas vezes para um público que nunca teve oportunidade ou interesse de adquirir um console de videogame. De acordo com a última Pesquisa Game Brasil, o mercado brasileiro é fortemente liderado pelo consumo puramente digital e apenas 30% dos gamers brasileiros têm preferência por mídia física. 3. Principais serviços de Cloud Gaming Atualmente, no Brasil, há três principais serviços de Cloud Gaming: GeForce Now, da Nvidia, Xbox Cloud Gaming, da Microsoft, e Netflix Games, da Netflix. A Sony também oferece o PlayStation Cloud Gaming, atrelado à assinatura do PS Plus Premium para PlayStation 5 (PS5), PlayStation 4 (PS4) e PlayStation Portal, mas o serviço ainda não está disponível no Brasil. A seguir, explicamos em detalhes como funciona cada uma das principais opções de streaming de jogos disponíveis no país. O Xbox Cloud Gaming e o Geforce Now são alguns dos serviços na nuvem mais populares Reprodução/Luã Souza 1. GeForce Now O serviço da Nvidia tem uma das propostas mais curiosas entre as plataformas de jogos na nuvem. A principal diferença é que ele não oferece um catálogo próprio de games incluído na assinatura. Em vez disso, o GeForce Now permite jogar pela nuvem títulos de PC que o usuário já possui em lojas compatíveis. A vantagem está no acesso remoto a PCs gamer potentes, capazes de rodar os jogos com alta qualidade gráfica mesmo em dispositivos mais simples. O GeForce Now conta com três planos: Plano Free - gratuito com anúncios e apenas 1 hora de gameplay sem Ray Tracing Plano Performance - a partir de R$ 19,99 por dia ou R$ 65,99 por 40 horas no mês com resolução 2K, taxa de quadros de 60FPS e Ray Tracing Plano Ultimate - a partir de R$ 39,99 por dia ou R$ 129,90 por 50 horas no mês com resolução 4K, taxa de quadros de 240FPS e Ray Tracing O Geforce Now é um serviço de streaming de jogos na nuvem que permite jogar games de PC em suas configurações máximas Reprodução/Geforce Now 2. Xbox Cloud Gaming A opção da Microsoft, o Xbox Cloud Gaming, vem atrelada à assinatura do Xbox Game Pass, acompanhando um catálogo que pode incluir centenas de jogos e até lançamentos. Inicialmente o Xbox Cloud Gaming não possuía limite de horas, mas a partir de novembro de 2026 o serviço irá introduzir um limite de horas por mês para cada assinante, vendendo horas extras de gameplay na loja do Xbox. Também há um plano gratuito com anúncios em fase de testes, ainda não disponível para o público. Os três planos disponíveis do Xbox Game Pass com Xbox Cloud Gaming são: Xbox Game Pass Essencial - R$ 43,90 por mês, catálogo de mais de 50 jogos, 5 horas de Xbox Cloud Gaming por mês (a partir de novembro) Xbox Game Pass Premium - R$ 59,90 por mês, catálogo de mais de 200 jogos, 10 horas de Xbox Cloud Gaming por mês (a partir de novembro) Xbox Game Pass Ultimate - R$ 76,90 por mês, catálogo de mais de 400 jogos c/ EA Play e Ubisoft+ Classics, games no dia do lançamento, 15 horas de Xbox Cloud Gaming por mês (a partir de novembro) Xbox Cloud Gaming permite jogar em vários dispositivos sem precisar dos consoles Xbox Series X/S Divulgação/Xbox 3. Netflix Games Uma das opções mais fáceis de acessar para usuários casuais, os jogos da Netflix podem ser jogado em smart TVs e computadores, usando um smartphone como joystick. Basta acessar o game, conectar seu telefone e começar a jogar, inclusive com suporte a multiplayer, desde títulos tradicionais para até quatro pessoas a Party Games com suporte a oito a dez pessoas. O catálogo de games na Netflix, no entanto, é bem pequeno, porém está disponível em todos os planos: Padrão com anúncios - R$ 20,90 por mês, catálogo de aproximadamente 20 jogos Padrão - 44,90 por mês, catálogo de aproximadamente 20 jogos Premium - 59,90 por mês, catálogo de aproximadamente 20 jogos A Netflix oferece jogos que usuários podem jogar diretamente na TV ou computador usando seu smartphone como controle Reprodução/Netflix Com informações de Geforce Now, Xbox Game Pass, Netflix Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!
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Melhor air fryer testada pelo TechTudo para comprar no 9.9


Com a chegada do evento 9.9, também conhecido como data dupla, as air fryers podem ganhar destaque entre os eletrodomésticos em promoção no e-commerce. Portanto, para ajudar quem pretende aproveitar a oportunidade para economizar, reunimos cinco fritadeiras elétricas testadas (e aprovadas) por jornalistas do TechTudo. Assim, você pode monitorá-las desde já em busca de ofertas. A Elgin Quad Fry, por exemplo, é um modelo de entrada com 4,2 litros de capacidade, potência de 1.400 W e revestimento antiaderente, ou seja, ideal para receitas básicas. Atualmente, ela está saindo por R$ 159, mas as promoções do 9.9 podem deixá-la mais em conta. O mesmo vale para a WAP Barbecue, que é capaz de fritar sem óleo, assar e até mesmo grelhar carnes sem fumaça. Hoje, seu preço é de R$ 798. Confira, a seguir, a lista completa de air fryers testadas e aprovadas pelo TechTudo para comprar no 9.9. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você economizar 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Vale a pena monitorar o preço da Britânia BFR51 no 9.9 Leonor Militão/TechTudo 🛒 Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 🔎 8 segredos da air fryer que até quem usa todos os dias não sabia 📝 O que é uma air fryer oven? Descubra no Fórum TechTudo Melhores air fryers testadas pelo TechTudo para comprar no 9.9 Elgin Quad Fry — opção acessível para receitas básicas. Britânia BFR51 — fritadeira muito fácil de ser higienizada. Philco PAF65A — modelo eficiente de bom custo-benefício. Philips Walita NA341 — painel digital e operação silenciosa. WAP Barbecue — super versátil, faz até churrasco em casa. 1. Elgin Quad Fry — a partir de R$ 159 A Elgin Quad Fry é uma fritadeira elétrica baratinha com capacidade de 4,2 litros e potência de 1.400 W. O modelo utiliza a tecnologia Air Circuit 360°, que promove a circulação de ar quente durante o preparo, e permite ajustar a temperatura entre 80 e 200 °C. O aparelho também conta com cesto quadrado, grelha removível e revestimento antiaderente Black Resist. Por fim, vale mencionar que a air fryer traz timer de até 60 minutos com aviso sonoro, desligamento automático e proteção contra superaquecimento. Elgin Quad Fry é um bom modelo compacto para comprar no 9.9 William Guido/TechTudo Em testes realizados por William Guido, editor do TechTudo, a Quad Fry se mostrou uma boa opção para quem mora sozinho, se destacando pela eficiência, operação silenciosa e fácil higienização. Os botões de controle muito pequenos, no entanto, deixaram a desejar. Por ser compacta, a limpeza da Quad Fry é bastante simples. Assim como em outros modelos da Elgin que já testei, a tripla camada antiaderente, chamada Black Resist, se mostra realmente eficiente e evita que os alimentos grudem. Atualmente, o modelo é vendido por R$ 159 no Mercado Livre, mas pode ficar mais barato com as promoções do 9.9 durante esta semana. O produto recebe classificação média de 4,8 estrelas no site. Prós: não ocupa muito espaço; fácil de limpar; não gruda; silenciosa. Contras: botões de controle são muito pequenos. Elgin Quad Fry Quad Fry Quad Fry Quad Fry Quad Fry Quad Fry 2. Britânia BFR51 — a partir de R$ 264 Com capacidade de 5,5 litros e potência de 1.500 W, a Britânia BFR51 é outra air fryer acessível. O modelo possui cesto quadrado e removível com revestimento antiaderente Gold, além da tecnologia Air Flow, que promove a circulação de ar quente em 360°. A temperatura, por sua vez, pode ser ajustada entre 80 e 200 °C — o padrão do segmento. O equipamento conta ainda com timer de até 60 minutos, desligamento automático, proteção contra superaquecimento, base antiderrapante e trava de segurança no cesto. Britânia BFR51 é simples, mas eficiente Leonor Militão/TechTudo No TechTudo, a jornalista Leonor Militão ficou incumbida com a missão de testar a fritadeira em casa. Segundo ela, o modelo se destaca pela facilidade de uso e limpeza, bom custo-benefício e eficiência para quem mora sozinho ou em dupla. O acabamento simples, por outro lado, foi criticado. O revestimento antiaderente Gold dessa air fryer Britânia foi um dos aspectos que mais gostei durante os testes. Depois de preparar os drumettes, teste que aplico em todas as fritadeiras que experimento, praticamente não encontrei resíduos grudados no cesto. Na maioria das vezes, uma lavagem simples com água, detergente e uma esponja macia foi suficiente para deixá-lo completamente limpo. Hoje, na Shopee — onde é avaliada com 4,9 estrelas — a Britânia BFR51 aparece por R$ 264. Vale, entretanto, ficar de olho nos preços a partir de agora em busca de oportunidades no 9.9. Prós: fácil de limpar e usar; bom custo-benefício; eficiente para famílias pequenas. Contras: acabamento simples. Britânia BFR51 BFR51 BFR51 3. Philco PAF65A — a partir de R$ 309 A Philco PAF65A é uma air fryer com capacidade de 6,5 litros, potência de 1.700 W e foco em custo-benefício. O modelo possui cesto quadrado com revestimento cerâmico Redstone e painel digital com oito funções pré-programadas. Já a temperatura pode ser ajustada entre 40 e 200 °C. O aparelho também conta com visor de vidro para acompanhar o preparo sem abrir o cesto, função Favoritos (salva configurações utilizadas), aviso luminoso e sonoro para agitar ou virar os alimentos, timer, desligamento automático e proteção contra superaquecimento. Revestimento Redstone da Philco PAF65A é de qualidade Leonor Militão/TechTudo Testada por Leonor Militão, para o TechTudo, a fritadeira da Philco se saiu bem nas experiências práticas. A jornalista destacou como pontos positivos o painel intuitivo, o visor com iluminação interna, o revestimento antiaderente de qualidade e a função Favoritos, que é muito útil. Houve, no entanto, críticas ao acabamento da bandeja, já que as borrachas do componente se soltaram com facilidade. O painel touch da PAF65A é bastante intuitivo e reúne oito programas automáticos para diferentes tipos de alimentos como frango, batata frita, pão de queijo, entre outros. Além disso, ela permite ajustes manuais de temperatura e tempo durante o preparo das refeições. Na Amazon, a air fryer é vendida por R$ 309 e avaliada com 4,7 estrelas. Vale lembrar, porém, que as ofertas do 9.9 podem deixá-la mais em conta. Por isso, vale monitorar os preços desde já. Prós: painel digital fácil de mexer; visor com iluminação interna; bom revestimento antiaderente; função Favoritos é realmente útil. Contras: acabamento da bandeja deixa a desejar. Philco PAF65A PAF65A PAF65A PAF65A PAF65A PAF65A PAF65A Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 4. Philips Walita NA341 — a partir de R$ 617 A Philips Walita NA341 é uma air fryer mais completa, indicada para famílias médias. Como principais destaques, ela traz janela transparente na parte frontal, que permite acompanhar os alimentos durante o funcionamento sem abrir o cesto, e painel sensível ao toque com 12 predefinições, incluindo assar, grelhar, descongelar, reaquecer, desidratar e manter aquecido. Com cuba removível e revestimento antiaderente, a fritadeira elétrica tem capacidade total de 7,2 litros e útil de 4,7 litros. A temperatura, por sua vez, pode ser regulada de 40 a 200 °C, enquanto a potência é de 1.800 W na versão 127 V e 2.000 W em 220 V. Visor da NA341 ajuda a monitorar o cozimento Gisele Barros/TechTudo Vencedora da categoria Melhor Air Fryer no prêmio Melhores do Ano 2025 do TechTudo, a fritadeira foi testada pela jornalista Gisele Barros. De acordo com ela, o modelo se destaca pelo visor com luz interna, controles intuitivos, funcionamento silencioso e alerta para virar os alimentos. No entanto, o posicionamento da saída de ar (que fica atrás do aparelho) foi elencado como ponto negativo, pois exige um posicionamento em área mais aberta. Durantes os meses de teste, não untei a grade, não usei nenhum tipo de forma, papel ou qualquer utensílio para evitar que os alimentos grudassem no fundo, e não tive nenhuma experiência negativa. Para quem tem lava-louças, vale destacar que todas as peças removíveis e podem ser levadas para esse tipo de aparelho. Na Amazon, a NA341 é vendida por R$ 617 e classificada com 4,8 estrelas. Caso esteja de olho nela, nossa recomendação é ficar atento às possíveis promoções do 9.9 para adquiri-la mais barata. Prós: visor externo com iluminação; 12 funções pré-programadas; controles intuitivos; funcionamento silencioso; aviso para mexer os alimentos no cesto. Contras: saída de ar mal posicionada; pesada. Philips Walita NA341 NA341 NA341 NA341 5. WAP Barbecue — a partir de R$ 798 A WAP Barbecue combina as funções de air fryer, forno e churrasqueira em um único aparelho. O modelo oferece 12 programas de preparo, painel digital com display em LED e quatro níveis de temperatura para grelhar carnes, no estilo "churrasco". Também possui circulação de ar em 360°, tecnologia Smokeless que não produz fumaça e sistema de duplo aquecimento. A fritadeira tem capacidade de dez litros, ideal para famílias grandes, e permite regular a temperatura entre 50 e 230 °C, com timer de até 60 minutos. O conjunto inclui cesto, chapa, grelha, tampa e escova de limpeza, enquanto o revestimento antiaderente Gray Stone está presente no cesto e na chapa removíveis. Por fim, a potência é de 1.800 W na versão 127 V e 1.700 W em 220 V. Com a WAP Barbecue, é possível fazer "churrasco" em casa Letícia Rosa/TechTudo Testada por Letícia Rosa, para o TechTudo, a WAP Barbecue se mostrou uma ótima aquisição, pois entrega design moderno, versatilidade de preparos, painel completo, cesto grande e fácil limpeza. A jornalista, porém, citou a curva de aprendizado frustrante como principal ponto negativo. De maneira geral, o design é elegante, mas foge totalmente do padrão tradicional das air fryers. A combinação de inox com preto cria um visual moderno e robusto, que já chama atenção antes mesmo de ligar o aparelho. O visor transparente na porta é outro destaque: ele permite acompanhar o preparo sem precisar interromper o cozimento, algo muito útil no dia a dia. Atualmente, é possível encontrar a fritadeira por R$ 798, na Amazon, onde acumula 4,5 estrelas de avaliação média. No entanto, pode ser que ela surja mais barata durante a semana, graças ao 9.9. Prós: design elegante; espaçosa; versátil; fácil de limpar; painel completo. Contras: por oferecer vários recursos, é difícil de entender tudo no início. Como escolhemos as melhores air fryers para comprar no 9.9? Como primeiro filtro, selecionamos apenas air fryers experimentadas por jornalistas do TechTudo, ou seja, modelos que foram submetidos a testes práticos em casa. Depois, analisamos aspectos técnicos como potência, capacidade, construção, consumo energético e recursos adicionais. Por fim, para fechar a lista final, trouxemos fritadeiras básicas, intermediárias e topo de linha. Assim, diversificamos a seleção e atendemos ao estilo de uso de públicos distintos. O que observar antes de comprar uma air fryer? Capacidade: modelos menores, de até quatro litros, costumam atender bem a uma ou duas pessoas. Para famílias maiores, vale considerar opções de cinco litros ou mais. Potência: quanto maior a potência, maior tende a ser a capacidade de aquecimento do aparelho. Modelos mais potentes podem atingir a temperatura desejada rapidamente e ajudar no preparo de alimentos que exigem calor acima da média. Facilidade de limpeza: confira se o cesto e a cuba são removíveis e se possuem revestimento antiaderente. Também vale verificar no manual se podem ser levadas à lava-louças. Tamanho: além da capacidade interna, meça o espaço disponível na cozinha. Air fryers maiores podem ocupar uma área considerável e precisam de espaço livre ao redor para ventilação. Programas predefinidos: algumas air fryers contam com funções específicas para batata, frango, carne, peixe e outros alimentos. Elas facilitam o uso, embora não sejam indispensáveis para quem prefere ajustar manualmente tempo e temperatura. Consumo de energia: a potência influencia o consumo elétrico. Entretanto, o gasto final também depende do tempo de funcionamento e da frequência de uso, então não é recomendável escolher o aparelho apenas pela menor potência. Recursos de segurança: proteção contra superaquecimento, desligamento automático, pés antiderrapantes e uma alça que não aqueça excessivamente são características interessantes. Philco PAF65A é a melhor air fryer do TechTudo para comprar no 9.9 Leonor Militão/TechTudo Qual é a melhor air fryer apara comprar no 9.9? A melhor fritadeira aquela que se encaixa melhor no orçamento e no estilo de uso do consumidor. No entanto, se elencássemos um modelo capaz de atender à maioria dos cenários, a Philco PAF65A seria essa air fryer. Isso porque ela oferece boa potência, capacidade adequada, peças fáceis de serem higienizadas e, de quebra, funções pré-programadas — tudo isso por um preço equilibrado. Com informações de Elgin, Philco, Britânia, WAP e Philips Walita Mais do TechTudo 🎥 Confira também: assista ao vídeo abaixo e veja onde não colocar sua air fryer Onde não colocar a Air Fryer na cozinha? Conheça os lugares proibidos Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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Review iPhone 17: tela de 120 Hz e novas câmeras se destacam


Lançado no Brasil em setembro de 2025, o iPhone 17 representa uma evolução importante em relação às gerações anteriores da linha básica da Apple. A chegada da tela ProMotion de 120 Hz — contra 60 Hz dos modelos passados — e das novas câmeras (ultrawide de 48 MP e frontal de 18 MP) aproxima o modelo da experiência dos iPhones Pro e deixa para trás a fama de "basicão". Depois de meses de seis testes, ficou a impressão de que a Apple refinou bem a experiência. O smartphone parte de 256 GB de armazenamento e oferece desempenho consistente para tarefas do dia a dia. Por outro lado, o preço continua sendo um ponto de atenção: lançado por R$ 7.999, o iPhone 17 pode ser encontrado por cerca de R$ 5.431 no Mercado Livre. Utilizei o iPhone 17 como meu celular pessoal e conto, neste review, minhas principais impressões sobre o produto. Confira se ainda vale a pena investir no smartphone, após cerca de um ano do lançamento. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Review iPhone 16 Pro: celular é excelente em tudo, menos no preço Traseira do iPhone 17 igual ao modelo anterior Brenda Santos/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual o melhor celular para comprar? Opine no Fórum do TechTudo Initial plugin text Review iPhone 17: tela de 120 Hz e novas câmeras se destacam; vale a pena? Veja, no índice a seguir, os pontos analisados neste review. Ficha técnica do iPhone 17 Design ⭐⭐⭐⭐ Tela e som ⭐⭐⭐⭐⭐ Câmera ⭐⭐⭐⭐⭐ Desempenho ⭐⭐⭐⭐⭐ Bateria ⭐⭐⭐⭐ Sistema e recursos ⭐⭐⭐⭐⭐ iPhone 17 vale a pena? Initial plugin text Ficha técnica do iPhone 17 Tamanho de tela: 6,3 polegadas Tela: Super Retina XDR OLED (2622 x 1206 pixels) Câmera principal: 48 MP + 48 MP Câmera frontal: 18 MP Sistema: IOS 26 Processador: Chip A19 Memória RAM: 8 GB (estimado) Armazenamento: 256 GB ou 512 GB Bateria: não informado Proteção: IP68 Conectividade: 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6, NFC e USB-C Dimensões e peso: 71,5 x 149,6 x 7,95 mm, 177g Cores: preto, branco, azul-névoa, sálvia e lavanda Lançamento: setembro de 2025 Preço de lançamento: R$ 7.999 (256 GB) / R$ 9.499 (512 GB) Design ⭐⭐⭐⭐ No design, a Apple manteve a estética praticamente igual à da geração anterior. O iPhone 17 tem estrutura de alumínio, traseira discreta com acabamento fosco e proteção Ceramic Shield 2 na parte frontal, que oferece maior resistência a arranhões. O modelo é elegante e moderno, apesar de não apresentar uma mudança visual significativa em relação ao iPhone 16. O celular está disponível em cinco cores: preto, branco, azul-névoa, verde-sálvia e lavanda. O acabamento fosco ajuda a disfarçar marcas de dedos, o que é positivo para quem costuma usar o celular sem capa. Além disso, o iPhone 17 é relativamente leve, com 177 gramas. Durante o uso contínuo, o peso não chegou a causar desconforto, inclusive ao assistir a vídeos em sequência ou participar de chamadas de vídeo. Design moderno e discreto já conhecido pela Apple Brenda Santos/TechTudo Para além do visual, o smartphone conta com uma estrutura resistente graças à certificação IP68, que garante proteção contra poeira e água em profundidade de até seis metros por até 30 minutos. Durante os testes em chuvas leves, o aparelho não apresentou qualquer defeito ou dificuldade de uso. Tela e som ⭐⭐⭐⭐⭐ A tela do iPhone 17 é um dos principais destaques do celular. Com 6,3 polegadas e bordas mais finas, o display é confortável para consumir conteúdo e ainda permite manusear o aparelho com uma mão. A tecnologia Super Retina XDR OLED entrega bom contraste e cores bem definidas, enquanto a resolução de 2,6K (2622 x 1206 pixels) contribui para excelente nitidez e nível de detalhamento. Outro destaque é o pico de brilho de 3.000 nits, superior ao de concorrentes como o Galaxy S26, que chega a 2.600 nits. Em ambientes externos e com muita iluminação, a tela ofereceu boa legibilidade, mesmo sem o brilho máximo ativado. A taxa de atualização de 120 Hz com tecnologia ProMotion representa uma grande evolução em relação ao iPhone 16, que tinha frequência de apenas 60 Hz. Na rolagem de páginas, nas animações do sistema e até na transição entre aplicativos, os movimentos ficam mais suaves, e a resposta ao toque parece mais imediata. Boa visibilidade de tela em ambientes iluminados Brenda Santos/TechTudo No quesito som, o iPhone 17 tem alto-falantes estéreo com compatibilidade com Dolby Atmos. Na prática, os áudios são claros e de qualidade em vídeos, músicas e chamadas, mantendo a consistêcia da geração anterior. Durante os testes, mesmo no volume máximo, não percebi chiados ou distorções relevantes, inclusive em músicas com graves mais pesados. Para quem consome bastante conteúdo multimídia no celular, o aparelho entrega a experiência esperada de um celular topo de linha. Câmera ⭐⭐⭐⭐⭐ O iPhone 17 tem um conjunto de câmeras muito competente para a categoria. Veja, a seguir, como as lentes estão distribuídas. Câmera principal de 48 MP com abertura de f/1.6; Câmera ultrawide de 48 MP com abertura de f/2.2; Câmera frontal de 18 MP com abertura de f/1.9; Gravação de vídeo em até 4K a 24/25/30/60 fps. O sensor principal de 48 megapixels (MP) entrega fotos nítidas e com cores fiéis à realidade. À noite, o Modo Noite consegue controlar bem o ruído em cenas com alguma iluminação pontual, mas perde definição em ambientes muito escuros, especialmente quando comparado aos modelos Pro. À esquerda: câmera ultra-angular com o modo noite desativado; À direita: com modo noite ativado Brenda Santos/TechTudo O zoom de 2x é útil no dia a dia e realmente entrega qualidade óptica. Porém, para aproximações maiores com zoom digital, a perda de nitidez é considerável. Em situações como shows, por exemplo, nas quais a distância até o objeto fotografado é maior, o uso do iPhone 17 pode ser limitado. A câmera ultrawide de 48 MP também apresenta ótima qualidade. Ela permite enquadrar áreas maiores, como paisagens e grupos de pessoas, sem comprometer a definição em relação à câmera principal. Nos meus testes, não percebi distorções exageradas nas bordas, algo comum nesse tipo de lente. Comparação entre foto regular (à esquerda) e ultrawide (à direita) Brenda Santos/TechTudo O ponto alto do conjunto, porém, fica por conta da câmera frontal de 18 MP. Os últimos celulares da Apple, até mesmo os modelos Pro, têm resolução de 12 MP nessa lente. O salto para 18 MP trouxe uma diferença visível nas selfies. Nas minhas fotos, o sensor entregou imagens bem nítidas, com boa iluminação mesmo em ambientes internos e cores fiéis. Existem diversas opções de filtros nativos da câmera Brenda Santos/TechTudo Além disso, o iPhone 17 traz funções que facilitam a rotina, como a Captura Dupla, que permite gravar vídeos usando simultaneamente as câmeras frontal e traseira. Já o recurso Palco Central ajusta automaticamente o enquadramento para manter as pessoas em destaque. Em chamadas de vídeo, isso reduz a necessidade de ficar ajustando manualmente o celular. Outra novidade da câmera frontal é a possibilidade de tirar fotos e gravar vídeos em plano horizontal mesmo com o celular na vertical, algo interessante para quem trabalha com produção de conteúdo. Foto tirada no modo horizontal da câmera frontal Brenda Santos/TechTudo Para vídeos, o iPhone 17 grava em resolução 4K com Dolby Vision a até 60 quadros por segundo (fps), tanto com a câmera traseira quanto com a frontal. O celular entregou boa estabilidade, principalmente com o Modo Ação, que facilitou registros em movimento. As cores nos vídeos também são consistentes e naturais, sem mudanças bruscas de tom ao longo da gravação. A mixagem de áudio completa a experiência de filmagem, permitindo ajustar o isolamento de vozes em conteúdos já gravados. Opções de mixagem de áudio no iPhone 17 Brenda Santos/TechTudo Desempenho ⭐⭐⭐⭐⭐ O iPhone 17 é equipado com o chip A19, desenvolvido pela própria Apple, com litografia de 3 nanômetros e frequência máxima de 4,26 GHz. Em linhas gerais, quanto menor a litografia, maior tende a ser a eficiência energética e o desempenho. No dia a dia, isso se traduziu em um processador rápido e bem otimizado para todas as tarefas. Ao rodar o teste do AnTuTu Benchmark, o iPhone 17 marcou 2.118.123 pontos, resultado que, isoladamente, já indica um desempenho robusto para o dia a dia. O meu iPhone 17 tem 256 GB de espaço interno, mas há também uma opção de 512 GB, indicada para quem armazena muitos arquivos de mídia no celular. Na prática, o smartphone rodou bem em multitarefas, sem travamentos perceptíveis mesmo com várias abas abertas no navegador. Por outro lado, o aquecimento aparece em situações mais exigentes ou de uso prolongado. Nos meus testes, ele ficou mais evidente após assistir a vídeos por um período prolongado. Entretanto, depois de alguns minutos de uso mais leve ou em standby, a temperatura voltou rapidamente a níveis normais. Para quem usa o celular de forma mais intensa, como em jogos competitivos ou produção de conteúdo, vale ficar atento a esse comportamento. Bateria ⭐⭐⭐⭐ Como de costume, a Apple não divulga oficialmente a capacidade da bateria do iPhone 17, mas estimativas apontam para algo em torno de 3.692 mAh. A marca promete até 30 horas de reprodução de vídeo. Nos meus testes, porém, a autonomia variou bastante conforme o tipo de uso. Em dias mais intensos, com cerca de sete horas de tela acesa, alternando entre Instagram (aproximadamente 2h30), YouTube (1h30), WhatsApp (1h), jogos casuais (40 minutos) e sessões de fotos e vídeos (cerca de 1h), o celular nem sempre chegava ao final do dia sem precisar de uma recarga intermediária. Nesses cenários, mantive o brilho da tela em torno de 60% e os dados móveis ativos. Entrada USB-C e saídas de som na parte inferior do celular Brenda Santos/TechTudo Já em dias de uso mais moderado, com cerca de quatro a cinco horas de tela acesa, focado em mensagens, navegação leve e algumas fotos, foi possível manter um carregamento completo diário, chegando à noite com uma pequena margem de bateria restante. Uma informação importante é que tenho usado o iPhone 17 há seis meses, e a bateria permanece com saúde de 100%. Nos testes de recarga, usei um carregador de 20 W compatível com USB-C. O celular levou aproximadamente 35 minutos para ir de 0 a 50% e cerca de 1h02 para ir de 15% a 100%, resultado competitivo para a categoria. Vale ressaltar, entretanto, que o carregador não vem incluso na caixa. Portanto, dependendo da fonte utilizada, o tempo de recarga pode ser diferente. Sistema e recursos ⭐⭐⭐⭐⭐ O iPhone 17 já sai de fábrica com a versão mais recente do iOS 26 e integra os recursos da Apple Intelligence. Entre as funções que mais fizeram diferença nos meus testes está a Tradução ao Vivo. Ela é interessante para quem viaja ou consome conteúdo em outros idiomas, já que o iPhone traduz conversas em tempo real, tanto em áudio quanto em texto, diretamente na tela. O apagador de objetos também é útil, mas pode causar distorções desagradáveis em imagens com muitos elementos. Função Tradutor ao Vivo permite a tradução simultânea no idioma que preferir Reprodução/Brenda Santos Outro destaque é a Inteligência Visual, capaz de identificar objetos, textos e contextos nas imagens para oferecer sugestões mais precisas. Ao capturar a imagem de um evento, por exemplo, é possível adicioná-lo diretamente ao calendário. iPhone lê informações contextuais da imagem e sugere adicionar evento ao calendário Reprodução/Brenda Santos No quesito conectividade, o iPhone 17 tem acesso a 5G, Bluetooth 6, Wi-Fi 7 e NFC para pagamentos por aproximação. Também vale lembrar que o celular tem suporte a eSIM. iPhone 17 vale a pena? Depois de um bom tempo de testes, considero que o iPhone 17 entrega uma evolução relevante em relação aos modelos básicos da Apple, principalmente pelo upgrade para a tela ProMotion de 120 Hz e pela câmera frontal de 18 MP. Apesar de ser o smartphone mais simples da linha — depois do iPhone 17e —, o aparelho perdeu o status de "basicão", está mais próximo da experiência Pro e deve atender às necessidades da maioria dos consumidores. Frente a concorrentes diretos na mesma faixa de preço, como o Galaxy S26, o smartphone se destaca pela integração com o ecossistema da Apple e pela consistência do desempenho, principalmente para quem já é consumidor da marca. Por outro lado, o zoom segue limitado em comparação com os modelos Pro. Além disso, o celular continua sendo um investimento alto, com preços a partir de R$ 5.431 no Mercado Livre. iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple Ainda assim, se você já está no universo de produtos Apple, busca o melhor custo-benefício da linha atual e sabe explorar os recursos que o aparelho oferece, o upgrade faz sentido, principalmente para quem é dono de um modelo antigo, como iPhone 14 para trás. Com a proximidade do lançamento do iPhone 18, pode ser interessante criar alertas de promoções no e-commerce para não perder boas ofertas, já que a tendência é haver uma diminuição no preço das gerações anteriores. Nota geral: 4,6 de 5 estrelas ⭐ Initial plugin text Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de setembro de 2026.
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MacBook Neo vale a pena? Veja 7 pontos positivos e negativos antes de comprar


O MacBook Neo vale a pena para quem busca um notebook de entrada da Apple para tarefas diárias, mas esbarra nas limitações de 8 GB de memória e 256 GB de espaço. O modelo de acesso à marca combina o chip A18 Pro, tela Liquid Retina de 13 polegadas, construção em alumínio e bateria estendida em um corpo compacto. O aparelho traz Magic Keyboard, trackpad Multi-Touch e câmera FaceTime HD de 1080p. As poucas portas mostram o corte de custos da fabricante. A proposta de tamanho compacto cobra o seu preço em cortes cruciais de hardware com peso no custo-benefício prático da máquina. Esta análise do TechTudo avalia o desempenho do processador móvel, a qualidade da tela, a autonomia da bateria, a construção e a experiência de uso. O texto aborda os limites da memória RAM estreita, do armazenamento e das conectividades físicas. O preço do Neo ganha perspectiva na comparação crua com rivais populares disponíveis no varejo. 🔎 Como escolher um eletrodoméstico realmente econômico? Saiba o que avaliar 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews MacBook Neo é o notebook mais acessível da Apple e aposta em formato compacto e recursos para o uso cotidiano. Reprodução/ O Globo 📝 Vale a pena trocar toda a Touch Bar do MacBook? Descubra no Fórum TechTudo 1. MacBook Neo: ficha técnica e preço O MacBook Neo tem tela Liquid Retina de 13 polegadas e é equipado com o chip A18 Pro, com CPU de seis núcleos e GPU de cinco núcleos. O notebook compacto conta com 8 GB de memória unificada e opções de 256 GB ou 512 GB de armazenamento. A câmera FaceTime HD tem 1080p. O conjunto de áudio possui dois alto-falantes e dois microfones embutidos no chassi. A conectividade traz duas portas USB-C e entrada para fones de ouvido de 3,5 mm, com suporte a redes sem fio de alta velocidade Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.3. O peso fica em restritos 1,23 kg. O aparelho aparece nas cores prateado, blush, amarelo-cítrico e índigo. No Brasil, a versão de 256 GB custa R$ 7.199, e a opção de 512 GB salta para R$ 8.094. A configuração maior adiciona o leitor de digitais Touch ID. Processador: Apple A18 Pro CPU: 6 núcleos GPU: 5 núcleos Memória RAM: 8 GB unificada Armazenamento: 256 GB ou 512 GB Tela: Liquid Retina de 13 polegadas Resolução:2408 x 1506 pixels Brilho: 500 nits Bateria: Até 16 horas de reprodução de vídeo Câmera: FaceTime HD de 1080p Áudio: 2 alto-falantes e 2 microfones Portas: 2 USB-C e entrada para fones Conectividade: Wi-Fi 6E e Bluetooth 6 Peso: 1,23 kg Sistema operacional: macOS Cores: Prateado, blush, amarelo-cítrico e índigo Preço: A partir de R$ 7.199 2. Desempenho do chip A18 Pro O A18 Pro atua como principal responsável pelo bom desempenho diário do hardware geral. O chip, desenvolvido originalmente para a arquitetura de dispositivos móveis premium, entrega velocidade suficiente para atividades comuns de escritório e estudos. A navegação na internet, a edição de documentos, as chamadas de vídeo e a reprodução pesada de multimídia acontecem de maneira fluida. Em testes do Tom's Guide, o MacBook Neo alcançou 3.535 pontos em single-core e 8.920 em multi-core através da plataforma do Geekbench 6. O desempenho de núcleo único favorece a agilidade das tarefas cotidianas. O resultado multicore prova a capacidade vital do notebook em lidar com um grau satisfatório de multitarefa no sistema operacional. MacBook Neo combina chip A18 Pro, 8 GB de memória e opções de 256 GB ou 512 GB de armazenamento. Reprodução/MacMagazine O computador sofre limitações perceptíveis em usos técnicos intensos de produtividade. Em atividades rotineiras pesadas, como edição profissional de vídeo e projetos gráficos complexos, o conjunto perde dos MacBooks equipados com os processadores robustos da linha M. A diretriz de projeto do A18 Pro foca na eficiência energética em oposição à força bruta computacional de alto impacto visual. 3. Tela de 13 polegadas A tela Liquid Retina de 13 polegadas desponta como outro destaque físico do modelo acessível. O painel original da Apple oferece 2408 x 1506 pixels, brilho de até 500 nits e suporte a um bilhão de cores ativas. Textos aparecem bem definidos e fotos e páginas web ganham uma nitidez excepcional. O formato compacto ajuda o transporte e suporta as horas de leitura ou séries maratonadas. A união da tela menor com a leveza irrestrita seduz consumidores fãs das mochilas estreitas. O display superou notebooks Windows semelhantes em testes rigorosos de brilho e fidelidade de cor. A precisão visual do modelo barateado se aproxima da experiência de computadores premium do mercado. O tamanho reduzido da tela prejudica profissionais que trabalham com programas de desenho em grandes proporções, mas essa limitação pode ser contornada em casa com o uso de um monitor externo via cabo adaptador. MacBook Neo tem tela em alta qualidade Divulgação/Apple 4. Bateria e portabilidade O MacBook Neo pesa 1,23 kg sob escassos 1,27 cm de espessura de perfil. O conjunto facilita o transporte entre aulas, reuniões de trabalho e viagens, mesmo com trocas frequentes de ambiente. A eficiência enxuta do A18 Pro eleva a autonomia. A Apple promete até 16 horas de bateria com uma única carga, com pequenas variações conforme o aplicativo em uso. O computador operou ao longo de 13 horas e 28 minutos na bancada laboratorial com web e rede ativa sem apagar o visor. A marca posiciona a máquina como uma opção definitiva para estudantes universitários que estudam em aulas remotas. A autonomia generosa livra o usuário de carregar o carregador para tarefas básicas do dia a dia. Peso de 1,23 kg e autonomia de até 16 horas ajudam na portabilidade do MacBook Neo. Divulgação/Apple 5. Construção e design O MacBook Neo segue a construção secular integral de alumínio dos elogiados notebooks da maçã californiana. O metal contribui para uma estrutura rígida e um acabamento superior ao de laptops plásticos de entrada. As quatro cores chamativas de prateado, blush, amarelo-cítrico e índigo enriquecem as mesas de estudo com elegância visual. O Magic Keyboard e o trackpad Multi-Touch garantem comandos por toque e gestos precisos. A versão de entrada cortou recursos comuns no restante da linha e reservou o Touch ID, sensor biométrico do teclado, apenas à configuração de 512 GB. Esses cortes afastam o Neo de recursos que já são padrão na linha Air. O acabamento externo disfarça bem os cortes internos e mantém um visual sofisticado. 6. 8 GB de RAM e armazenamento Os 8 GB imutáveis de memória unificada marcam a fraqueza brutal perante clientes sedentos do MacBook Neo. A configuração dá conta bem das tarefas básicas, mas trava com muitas abas abertas no Safari e multitarefa intensa. A lentidão aparece quando a RAM limitada é exigida ao máximo em tarefas de renderização. Profissionais que trabalham com interfaces pesadas, edição avançada e programação precisam de mais memória para alternar entre tarefas sem perda de desempenho. A memória é soldada à placa-mãe e não pode ser ampliada depois da compra. Por isso, vale prever o uso futuro antes da compra, para evitar que o notebook fique obsoleto por falta de memória. Os 256 GB de fábrica comportam bem arquivos de estudo, mas enchem rápido com filmes baixados e fotos de viagens. A versão de 512 GB resolve esse problema, mas custa consideravelmente mais caro. Os 8 GB de memória e os 256 GB de armazenamento da versão de entrada podem limitar alguns usos. Divulgação/Mercado Livre 7. Conectividade e portas O projeto limita as portas laterais a duas conexões USB-C e uma entrada de áudio de 3,5 mm. Esse número atende apenas necessidades básicas e limita quem precisa conectar vários periféricos, cabos de vídeo ou acessórios adicionais ao mesmo tempo. Para quem usa múltiplos dispositivos, isso significa comprar adaptadores extras, o que pesa no bolso do consumidor brasileiro. O MacBook Air supera facilmente a versão de entrada nesse quesito, já que conta com porta magnética de carregamento e Thunderbolt, com transferência de dados muito mais rápida. A ausência desses recursos prejudica quem produz mídia pesada ou precisa conectar monitores externos no ambiente de trabalho. Quem depende de muitos acessórios tende a descartar o modelo assim que percebe essas limitações de conectividade. 8. Preço e custo-benefício O preço de R$ 7.299 ainda pesa no bolso do consumidor brasileiro. O valor fica abaixo do MacBook Air, mas ainda supera o de notebooks populares de entrada disponíveis no mercado. O apelo está em ter, por esse preço, um material premium, uma interface refinada e um processador eficiente, herdado dos smartphones mais avançados da marca. Os cortes de hardware existem para viabilizar esse preço de entrada. Esses cortes reduziram o espaço de armazenamento, limitaram a velocidade de transferência de dados e eliminaram portas presentes em concorrentes diretos. Outras fabricantes internacionais oferecem mais memória RAM por preços mais baixos. Apple traz configurações mais modestas no MacBook Neo Divulgação/Apple A comparação direta com a linha Air expõe as limitações dessa versão de entrada. O Air lida melhor com tarefas pesadas e mantém respostas mais rápidas do que esse modelo mais simples. O investimento adicional em memória faz diferença real para quem programa ou edita códigos densos diariamente. Para uso doméstico com planilhas simples, redes sociais e entretenimento no sofá, o notebook cumpre bem o papel. O site Tom's Guide recomendou a compra para estudantes que precisam de um sistema estável para tarefas básicas da graduação. 9. MacBook Neo vale a pena? O modelo vale a pena para quem usa o computador para tarefas leves e quer entrar no ecossistema macOS e iCloud com orçamento limitado. O chip A18 Pro garante agilidade para tarefas de escrita, a tela é boa e a bateria dura o dia todo, tudo em uma construção sólida e bem-acabada. Profissionais que editam vídeos em alta resolução ou trabalham com compiladores pesados vão sentir as limitações de um equipamento voltado ao uso doméstico mais leve. Os 8 GB de RAM limitam multitarefas pesadas, e as duas portas USB-C dificultam o uso em estações de trabalho com muitos periféricos conectados. Com informações de Apple, Tom's Guide [1, 2, 3]. Mais do TechTudo: Vídeo: [Unboxing] Asus Zenbook 14: veja detalhes do notebook [Unboxing] Asus Zenbook 14: veja detalhes do notebook
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Melhor console para comprar no 9.9: 5 opções para ficar de olho


Comprar um console em promoção durante o 9.9 pode ser uma boa oportunidade para economizar, mas o preço não deve ser o único critério na escolha. Recursos como desempenho, armazenamento, compatibilidade com jogos antigos e acesso a serviços por assinatura fazem diferença no longo prazo. Pensando nisso, o TechTudo reuniu cinco consoles de PlayStation, Xbox e Nintendo com diferentes faixas de preço, destacando os principais recursos, vantagens e limitações de cada modelo antes de fechar negócio. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O Nintendo Switch Lite aparece como o console mais em conta, a partir de R$ 1.421 no Mercado Livre, enquanto o Xbox Series X é o modelo mais caro da seleção, saindo por R$ 5.496 na Shopee. Entre eles, também aparecem o Xbox Series S, o Nintendo Switch 2 e o PS5, com recursos voltados a perfis distintos. A seguir, confira a seleção completa, lembrando que os preços foram verificados em setembro de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Qual é o melhor console para comprar no 9.9? Saiba no que ficar de olho Mariana Saguias/TechTudo 🔎 10 coisas que vão fazer você desistir do PC gamer e comprar um console Melhor console para comprar no 9.9: 5 opções para ficar de olho Nintendo Switch Lite - modelo leve e compacto para aproveitar a biblioteca do Nintendo Switch exclusivamente no modo portátil, sem necessidade de conexão à TV; Xbox Series S - modelo compacto da geração atual com SSD NVMe de 512 GB, resolução de até 1440p, suporte a até 120 FPS e proposta totalmente digital; Nintendo Switch 2 - recomendado para quem quer desempenho superior ao Switch original, tela maior e acesso aos jogos atuais da plataforma; PS5 Slim Disk - melhor para entrar na geração atual do PlayStation com mídia física; Xbox Series X - console de alto desempenho com 1 TB de SSD, leitor de mídia física, 16 GB de memória GDDR6 e suporte a jogos em 4K e até 120 FPS. Como escolhemos os melhores consoles para comprar? A seleção considera consoles de diferentes faixas de preço, priorizando modelos com acesso a uma biblioteca relevante de jogos e recursos que fazem sentido para novos compradores. Também levamos em conta especificações técnicas, como processador, memória RAM, armazenamento e resolução. Avaliações do TechTudo e opiniões de compradores em lojas online foram consideradas para identificar pontos positivos e negativos. O que observar antes de comprar um console? Antes de escolher um console, vale comparar o preço do aparelho com os recursos oferecidos e verificar quais jogos estão disponíveis para a plataforma. Também é importante observar o gênero dos games que você pretende jogar, já que cada ecossistema tem franquias exclusivas e catálogos diferentes. Armazenamento, duração da bateria nos modelos portáteis, suporte a mídia física, retrocompatibilidade e acesso a serviços como Nintendo Switch Online e Xbox Game Pass também podem pesar na decisão. Qual console vale mais a pena? A resposta depende principalmente do perfil de cada jogador e do orçamento disponível. Modelos mais baratos, como o Nintendo Switch Lite e o Xbox Series S, sacrificam alguns recursos, como modo TV e qualidade gráfica, em troca de um preço menor. Já opções como Nintendo Switch 2, PS5 Slim e Xbox Series X custam mais, mas entregam hardware mais potente e recursos adicionais. A escolha também deve considerar a preferência por jogos exclusivos e mídia física. 1. Nintendo Switch Lite — a partir de R$ 1.421 O Nintendo Switch Lite é uma opção compacta, leve e econômica para quem deseja acessar a biblioteca do sistema sem a necessidade de conectá-lo à TV. O console traz um hardware equivalente ao modelo tradicional e uma tela de 5,5 polegadas, mantendo compatibilidade com qualquer jogo que ofereça suporte ao modo portátil, como The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Animal Crossing: New Horizons. O dispositivo conta com 32 GB de armazenamento interno, expansível via cartão microSD. Nintendo Switch Lite é opção mais barata da lista Divulgação/Nintendo Na análise do TechTudo, assinada por Felipe Vinha, o Nintendo Switch Lite recebeu a nota de 4 estrelas. O jornalista destacou que o console é confortável, agradável de segurar e fácil de transportar. Por outro lado, a ausência do modo TV e dos Joy-Cons removíveis limita o aparelho ao formato estritamente portátil, o que representa uma desvantagem considerável em relação ao modelo tradicional. 🔴 Review Nintendo Switch Lite: veja análise de ficha técnica, preço e design O Switch Lite é um bom console, ou melhor, portátil. O aparelho perde todas as suas características de console híbrido e é voltado apenas para quem gosta de jogar sem depender de TV ou fora de casa e também por aqueles que não ligam para multiplayer local, apenas online. O Nintendo Switch Lite é a opção mais barata desta lista e, na última atualização desta matéria, estava custando R$ 1.421, com 28% OFF no Pix no Mercado Livre, embora já tenha estado cerca de R$ 50 mais barato anteriormente. Compradores destacam que ele é mais leve, confortável para transportar e tem botões mais macios. Essa opção atende quem busca economizar, embora não conte com os recursos das versões mais caras e tenha uma bateria menos potente. Prós: compacto e leve; confortável para jogar no modo portátil; acesso à biblioteca do Switch; preço mais baixo que os demais modelos. Contras: não pode ser conectado à TV; controles não são removíveis; multiplayer local pode exigir acessórios; bateria inferior à de modelos mais recentes. 2. Xbox Series S — a partir de R$ 3.338 Lançado em 2020, o Xbox Series S é o console de entrada da atual geração da Microsoft e uma das opções mais econômicas do mercado atualmente. O modelo traz processador AMD Zen 2 de oito núcleos, GPU baseada na arquitetura RDNA 2, 10 GB de memória GDDR6 e SSD de 512 GB, dos quais cerca de 364 GB ficam disponíveis para jogos e aplicativos. Também suporta resolução de até 1440p com taxas de atualização de até 120 Hz, oferece recursos como HDR e conta com a velocidade do Quick Resume graças ao SSD de alta velocidade. O Xbox Series S é o console de mesa da geração mais recente com preço mais baixo, na comparação com o Xbox Series X e o Playstation 5 Microsoft/Divulgação É importante destacar que o modelo é mais barato do que o Xbox Series X, mas entrega desempenho gráfico e resolução inferiores, conforme explica a análise de Rafael Monteiro para o TechTudo. O espaço interno reduzido e a ausência de suporte a mídias físicas, já que não há leitor de discos, são fatores importantes que precisam ser considerados pelo consumidor antes da compra. 🟩 Xbox Series S vale a pena? Tudo sobre o console mais barato da nova geração O Xbox Series S é um pouco menos potente que o Series X, e esse é o motivo do dispositivo não ser capaz de rodar jogos nativamente em 4K. O console até pode exibir bons gráficos em uma TV 4K, mas através de upscaling, redimensionamento que não é tão preciso quanto a resolução nativa. Em alguns casos, por exemplo, pode ser necessário escolher entre resolução e fps Entre os principais jogos disponíveis para o ecossistema do Xbox Series S estão Forza Horizon 6, Gears of War: E-Day e Indiana Jones and the Great Circle. O aparelho de entrada também tem acesso completo ao Xbox Game Pass, serviço por assinatura que oferece centenas de títulos para download, incluindo grandes lançamentos logo no primeiro dia para os assinantes do plano Ultimate. Disponível no Mercado Livre pelo melhor preço de R$ 3.338, o Xbox Series S é elogiado pelo excelente desempenho, carregamentos rápidos proporcionados pelo SSD e a capacidade de manter vários jogos abertos simultaneamente. Até o momento de publicação da matéria, não há críticas ao produto disponíveis na varejista. Prós: preço mais baixo; SSD com carregamentos rápidos; tamanho compacto; acesso ao Xbox Game Pass; suporte a até 1440p e 120 Hz. Contras: apenas cerca de 364 GB disponíveis; não tem leitor de discos; desempenho e resolução inferiores ao Series X; há relatos pontuais sobre a durabilidade dos controles. 3. Nintendo Switch 2 — a partir de R$ 3.647 O Nintendo Switch 2 é a escolha indicada para quem busca maior longevidade e quer estar preparado para os lançamentos futuros. O console híbrido vem equipado com processador Nvidia Tegra T239, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A tela LCD de 7,9 polegadas exibe resolução de até 1080p no modo portátil, mas suporta 4K a 120 fps e HDR10 quando conectada à TV pelo dock. Já os controles Joy-Con 2 se fixam magneticamente, enquanto o microfone embutido permite conversas por chat de voz diretamente nos jogos. Nintendo Switch 2 foi lançado em 2025 pela fabricante japones Mariana Saguias/TechTudo No teste do TechTudo, o jornalista Daniel Trefilio avaliou o Nintendo Switch 2 com nota 8,6. O aparelho mantém a proposta híbrida e conta com retrocompatibilidade, permitindo rodar jogos do Nintendo Switch original com melhorias perceptíveis de desempenho, como taxas de quadros mais estáveis. 🔴 Review Nintendo Switch 2: potente, mas ainda com muito pouco a mostrar O principal destaque do Switch 2 é o hardware mais potente, com SoC NVIDIA T239, que torna o sistema compatível com jogos bem mais exigentes, e até garante algumas melhorias em títulos antigos que davam algumas 'engasgadas' no Nintendo Switch. Entre os principais jogos disponíveis para o Nintendo Switch 2 estão Mario Kart World, Donkey Kong Bananza e o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, que chega ainda em 2026. O console também tem acesso ao Nintendo Switch Online, serviço por assinatura que oferece um catálogo de títulos clássicos e recursos multiplayer. O console sai a partir de R$ 3.647 na Shopee, no Pix e com cupom. Nessa e em outras plataformas, ele é elogiado pelo desempenho e pelo conforto ao jogar, além da retrocompatibilidade com o Nintendo Switch original. Por outro lado, a bateria pode gastar rápido em games exigentes, enquanto o armazenamento interno limita quantos títulos podem ser baixados. Vale ainda ficar de olho no padrão da tomada antes de comprar o produto. Prós: hardware mais potente; uso portátil ou na TV; retrocompatibilidade com jogos do Switch; Joy-Con 2 com função de mouse. Contras: bateria pode durar pouco em jogos exigentes; 256 GB de armazenamento podem ser insuficientes; padrão da tomada exige atenção na compra. 4. PS5 Slim Disk - Pacote ASTRO BOT e Gran Turismo 7 — a partir de R$ 4.556 Lançado em 2023, o PS5 Slim Disk é uma versão mais compacta e leve do console de nova geração da Sony. Ele vem equipado com leitor de disco integrado, o que permite rodar jogos em mídia física, inclusive do PS4 via retrocompatibilidade. O modelo tem processador AMD Zen 2 de oito núcleos, GPU RDNA 2 com ray tracing acelerado por hardware e SSD ultrarrápido de 1 TB, que oferece tempos de carregamento reduzidos e suporte a jogos em resolução 4K. É a segunda opção mais potente no mercado, atrás apenas do PS5 Pro. PS5 Slim é menor, mais leve e tem mais armazenamento interno do que os modelos anteriores do console Divulgação/Sony A análise do TechTudo destacou os tempos de carregamento instantâneos do SSD e a interface intuitiva do PS5. De acordo com a avaliação, essa velocidade assegurada pelo SSD combina com o visual dos jogos exclusivos da Sony. Outro diferencial é o controle DualSense, que amplia a imersão na jogabilidade graças aos recursos tecnológicos dos gatilhos adaptáveis. 🔵 Review PlayStation 5 (PS5): evolução do PS4 abre portas para uma nova geração O sistema, no geral, mantém uma interface semelhante à do PS4, com comandos e arrumação parecidos. Porém, ela foi bastante modernizada, e agora aparece muito mais elegante e clean. A própria música de fundo, que era aquele som alto e repetitivo do console anterior, agora é um som de fundo muito mais tranquilo e menos perceptível. O pacote acompanha também um controle sem fio DualSense e seus recursos de vibração háptica e gatilhos adaptáveis, além de dois games: Astro Bot e Gran Turismo 7, que já dão uma boa amostra do que a geração oferece. Entre os jogos mais populares do PS5 estão God of War: Ragnarok, Marvel's Spider-Man 2 e The Last of Us 2, além de lançamentos aguardados de 2026, como Marvel's Wolverine e GTA 6. O PS5 Slim Disk com Astro Bot e Gran Turismo 7 está à venda na Amazon a partir de R$ 4.556, mas já esteve mais barato nos últimos meses. Os consumidores elogiam a qualidade gráfica, o desempenho veloz, a imersão do DualSense e o funcionamento silencioso do console. Já as críticas apontam para travamentos ocasionais, falhas na leitura de discos e ruídos no leitor óptico durante as instalações de jogos. Prós: SSD de 1 TB com carregamentos rápidos; leitor de discos; suporte a 4K e ray tracing; DualSense com gatilhos adaptáveis; dois jogos incluídos no pacote. Contras: jogos exclusivos podem ter preços altos; leitor óptico pode emitir ruídos durante instalações; console ocupa bastante espaço em comparação com outros modelos. 5. Xbox Series X — a partir de R$ 5.496 Lançado em 2020, o Xbox Series X é o console mais potente da Microsoft. Equipado com processador AMD Zen 2 de oito núcleos a 3,8 GHz, GPU RDNA 2 com 12 teraflops de potência, 16 GB de memória GDDR6 e SSD NVMe de 1 TB, o modelo roda jogos em resolução 4K, com suporte a taxas de até 120 FPS. Sua grande vantagem em relação ao irmão, além da potência superior, está no leitor de discos, que permite aos jogadores economizar na compra de mídias físicas e aproveitar bibliotecas antigas. Xbox Series X é mais potente que o Series S Mariana Saguias/TechTudo A retrocompatibilidade do console é o principal destaque da análise do TechTudo, assinada por Murilo Molina, permitindo aos jogadores executar títulos digitais e físicos das gerações Xbox, Xbox 360 e Xbox One. Além disso, a experiência tende a ser aprimorada com a ferramenta de conversão de mídia física para o formato digital, atualmente em fase de testes. 🟩 Review Xbox Series X: potência e versatilidade são apostas da Microsoft Para aqueles jogadores que não abrem mão de jogos físicos, o Series X conta com um leitor de Blu-Ray, que, além dos games, também reproduz filmes em resolução 4K. Vale mencionar que o Series S, versão de entrada do console da Microsoft, não tem drive de discos. Por fazer parte da mesma família de consoles, o Xbox Series X roda exatamente o mesmo catálogo de jogos de nova geração do Xbox Series S, mas com desempenho superior. O modelo também tem acesso ao catálogo do Xbox Game Pass, o que torna mais barato para jogar no dia a dia. Seu maior problema é oferta baixa (geralmente só é vendido em importadoras e revendedoras), o que aumentou muito o preço do modelo nos últimos anos. O console pode ser encontrado a partir de R$ 5.496 no Pix, com a aplicação de cupom na Shopee, onde o estoque é limitado. Em geral, considerando outras plataformas de e-commerce, o console é elogiado por seu desempenho consistente em títulos de nova geração e pela qualidade gráfica em resolução 4K. Em contrapartida, alguns compradores relatam problemas após pouco tempo de uso, como episódios de superaquecimento e falhas nos controles. Prós: alto desempenho em 4K; leitor de discos; retrocompatibilidade com jogos de gerações anteriores; SSD de 1 TB. Contras: preço mais alto que o Series S; tamanho maior; relatos pontuais de superaquecimento e falhas nos controles. Com informações de Shopee, Amazon e Mercado Livre Mais do TechTudo 🎥 Veja aqui: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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Melhor videogame portátil para comprar no 9.9: 6 opções para ficar de olho


O 9.9, realizado em 9 de setembro, é uma das datas que podem concentrar ótimas ofertas em marketplaces como Shopee, Mercado Livre e Amazon. Para aproveitar a ocasião, selecionamos seis consoles portáteis de diferentes categorias e faixas de preço, considerando desempenho, recursos, portabilidade, avaliações de compradores e experiência das fabricantes. A lista vai de modelos voltados para jogos retrô até aparelhos capazes de rodar títulos modernos de PC, com portáteis de entrada até os topo de linha. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O modelo mais barato da seleção é o Anbernic RG CubeXX, modelo mais básico, voltado para um público menos exigente e mais nostálgico, que pode ser encontrado a partir de R$ 471 na Shopee, enquanto o mais caro é o ROG Xbox Ally X, que parte de R$ 8.256 na mesma varejista e traz a maior potência do segmento. A seguir, confira a lista completa, lembrando que os preços citados na matéria foram verificados em setembro de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Nintendo Switch 2 ainda é um dos videogames portatéis mais procurados; veja outros Mariana Saguias/TechTudo 🔎 Melhor videogame custo-benefício: 5 plataformas que valem a pena em 2026 Initial plugin text 📝Quais são os game sticks disponíveis no mercado? Confira no Fórum do TechTudo Melhor videogame portátil para comprar no 9.9: 6 opções para ficar de olho: Anbernic RG CubeXX — Console compacto e barato, indicado para quem quer jogar clássicos de Game Boy, SNES, Mega Drive, PlayStation e outros sistemas antigos. Nintendo Switch Lite — Modelo leve e compacto para quem quer aproveitar a biblioteca do Nintendo Switch exclusivamente no modo portátil, sem necessidade de conexão à TV. Retroid Pocket 5 — Alternativa intermediária com Snapdragon 865, tela AMOLED e 8 GB de RAM, indicada para quem busca mais potência e flexibilidade em um aparelho compacto. Nintendo Switch 2 — Console de nova geração da Nintendo, recomendado para quem quer desempenho superior ao Switch original, tela maior e acesso aos jogos atuais da plataforma. Steam Deck OLED — Opção para quem deseja levar a biblioteca da Steam para qualquer lugar, combinando tela OLED, SteamOS, boa ergonomia e ampla seleção de games. ROG Xbox Ally X — Portátil mais potente e caro da lista, voltado para quem procura hardware avançado, Windows 11, 1 TB de SSD, 24 GB de RAM e integração com o Xbox. Como escolhemos os melhores videogames portáteis? Para montar a seleção, consideramos diferentes fatores que podem influenciar a compra de um console portátil. A pesquisa levou em conta a presença dos modelos em marketplaces, posição em páginas de produtos, volume de vendas quando disponível e avaliações dos consumidores, priorizando anúncios com notas elevadas. Analisamos também especificações como processador, memória RAM, armazenamento, tela, bateria, sistema operacional e possibilidades de expansão. Outro ponto foi a experiência prática dos aparelhos. Quando havia análises disponíveis, usamos reviews e impressões do TechTudo, além de veículos especializados em portáteis, como o Retro Handhelds. A reputação das fabricantes no Reclame Aqui também entrou como fator de atenção, principalmente para diferenciar marcas tradicionais de empresas com presença limitada no mercado brasileiro. No caso da Anbernic, o Reclame Aqui não apresenta reputação definida por falta de avaliações suficientes. O que observar antes de comprar um videogame portátil? Desempenho: verifique o processador, GPU e memória RAM. Modelos básicos são indicados para jogos retrô, enquanto aparelhos mais potentes conseguem executar títulos modernos de PC e consoles recentes. Tela: tamanho, resolução, tecnologia do painel e proporção fazem diferença. Uma tela OLED, por exemplo, tende a oferecer contraste superior ao LCD, enquanto displays quadrados podem ser interessantes para jogos antigos. Bateria: observe a capacidade em mAh e, principalmente, a autonomia estimada. Portáteis mais potentes costumam consumir mais energia. Ergonomia: peso, espessura, formato dos grips, posição dos analógicos e dos botões podem determinar se o aparelho será confortável em sessões prolongadas. Sistema operacional: Android e Windows oferecem acesso a diferentes lojas e aplicações, enquanto sistemas Linux simplificados costumam ser mais fáceis de usar em consoles retrô. Armazenamento: confira quanto espaço vem de fábrica e se existe entrada para microSD. Jogos modernos podem ocupar dezenas de gigabytes. Compatibilidade: nem todo portátil roda os mesmos jogos. É importante verificar se o objetivo é jogar títulos retrô, games Android, jogos de PC ou produções específicas de Nintendo. Assistência e garantia: em produtos importados, verifique quem vende, de onde será enviado e como funciona o suporte em caso de defeito. Qual é o melhor videogame portátil? Não existe um único console portátil que seja ideal para todos os jogadores. Dessa forma, o Anbernic RG CubeXX faz mais sentido para quem quer gastar pouco e se concentrar em jogos retrô, enquanto o Nintendo Switch Lite atende quem procura acesso ao catálogo da Nintendo em um aparelho compacto. Em contrapartida, o Retroid Pocket 5 ocupa uma posição intermediária interessante para quem deseja Android, emulação e mais potência sem chegar ao preço dos portáteis de PC. Na parte mais avançada da seleção, o Nintendo Switch 2 é indicado para quem prioriza os jogos atuais da Nintendo, enquanto o Steam Deck OLED atende melhor quem quer uma experiência de PC portátil. Já o ROG Xbox Ally X é direcionado ao público que busca desempenho elevado, Windows e integração com o ecossistema Xbox. 1. Anbernic RG CubeXX — a partir de R$ 471 O Anbernic RG CubeXX é a opção mais acessível desta lista e tem como principal proposta oferecer uma experiência dedicada a jogos retrô. O aparelho utiliza tela IPS quadrada de 3,95 polegadas, resolução de 720 x 720 pixels e proporção 1:1, combinação particularmente interessante para títulos que aproveitam melhor esse formato. O processador Allwinner H700 vem acompanhado de 1 GB de RAM, enquanto o sistema Linux mantém a interface relativamente simples e focada em jogos clássicos. Anbernic RG CubeXX é modelo de entrada para rodar jogos clássicos de consoles mais antigos Reprodução / Puingin Main O formato é um dos principais diferenciais. Em suas primeiras impressões, o Retro Handhelds destacou a ergonomia do aparelho, com grips traseiros que ajudam a segurar o console por períodos maiores. A publicação também considerou a tela quadrada especialmente interessante para títulos de Game Boy Color e Pico-8, além de elogiar a experiência com jogos como Celeste. A bateria de 3.800 mAh, o suporte a dois cartões microSD, Wi-Fi 5 e Bluetooth 4.2 completam o conjunto. Os controles têm direcionais e analógicos físicos, mas os gatilhos são digitais, algo que deve ser considerado por quem procura uma experiência mais próxima dos controles modernos. Para quem quer um aparelho barato para clássicos, jogos independentes e sistemas antigos, o conjunto faz bastante sentido. Na Shopee, o modelo indicado aparece por R$ 471, embora o preço possa variar com cupons e condições de pagamento. Na varejista em questão, os usuários avaliam o portátil com 4,9 de 5,0 estrelas, com os principais elogios voltados ao custo-benefício do produto. Em contrapartida, o console não é capaz de rodar jogos atuais, o que pode ser um problema para quem procura esse tipo de título. Prós: boa ergonomia para a categoria; sistema Linux simples e focado em jogos; suporte a dois cartões microSD; preço mais baixo da lista. Contras: apenas 1 GB de RAM; gatilhos digitais; não é indicado para jogos modernos pesados. 2. Nintendo Switch Lite — a partir de R$ 1.421 O Nintendo Switch Lite continua sendo uma alternativa interessante para quem quer entrar no ecossistema da Nintendo gastando menos que em modelos mais recentes. Diferentemente do Switch tradicional, ele foi desenvolvido exclusivamente para jogar no modo portátil, com os controles integrados ao corpo do aparelho. Isso reduz a versatilidade, mas deixa o console compacto e simples para quem pretende jogar principalmente fora de casa. Nintendo Switch Lite é o modelo de entrada da Nintendo Divulgação/TechTudo O aparelho traz tela sensível ao toque de 5,5 polegadas e 720p, 32 GB de armazenamento interno e suporte a cartão microSD. Com aproximadamente 275 g, o console é leve para transportar em mochila ou bolsa. Ademais, a bateria de 4.310 mAh pode chegar a cerca de sete horas, a depender do jogo e das condições de uso. O hardware é antigo, mas ainda dá acesso a uma ampla biblioteca de jogos compatíveis com o modo portátil do Switch. Em review realizado por Felipe Vinha para o TechTudo, o jornalista analisou o Switch Lite e destacou sua proposta de ser uma versão mais simples, compacta e barata do console da Nintendo. A ausência dos Joy-Con removíveis e da possibilidade de utilizar o aparelho na televisão são as principais concessões em relação ao Switch convencional. Para quem pretende jogar na tela do console, essas limitações podem pesar menos na decisão. O console ganha boa ergonomia em um design menor e mais leve, com algumas mudanças nos botões que também ajudam. No entanto, características importantes do produto, como o multiplayer local e a possibilidade de usar os controles separadamente se perdem. No Mercado Livre, o modelo parte de R$ 1.421, embora outras ofertas possam apresentar valores diferentes conforme cor, vendedor e forma de pagamento. Lá, os compradores avaliam o Switch Lite com 4,9 estrelas, sendo amplamente elogiado pela excelente qualidade, leveza e bom poder de processamento. A ressalva, no entanto, fica por conta da bateria, que pode não apresentar grande autonomia, a depender do título e do uso de cada jogador. Prós: acesso a uma grande biblioteca de jogos do Nintendo Switch; compacto e leve; boa avaliação dos compradores; mais barato que outros modelos da família Switch. Contras: controles não são removíveis; não pode ser conectado à TV; armazenamento interno de apenas 32 GB; jogos da Nintendo podem ter preço elevado. 3. Retroid Pocket 5 — a partir de R$ 2.552 O Retroid Pocket 5 é uma alternativa para quem quer um portátil compacto, mas procura um salto considerável de desempenho em relação aos modelos retrô de entrada. O aparelho utiliza Snapdragon 865, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento expansível por microSD, rodando no Android. Essa combinação transforma o console em uma espécie de plataforma multifuncional, capaz de executar jogos Android, emulação e outras soluções que vão além dos consoles retrô tradicionais. Retroid Pocket 5 vem equipado com tela AMOLED e sistema Android de fábrica Reprodução / Retroid Pocket Um dos maiores destaques é a tela AMOLED de 5,5 polegadas, que entrega contraste e cores mais fortes que os painéis LCD encontrados nessa categoria. O Retro Handhelds também elogiou bastante a tela e a ergonomia do aparelho, destacando que o formato do Pocket 5 é mais confortável que o antecessor e permite sessões mais longas. O portátil conta com analógicos Hall Effect, gatilhos analógicos L2/R2, bateria de 5.000 mAh, Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.1. Em desempenho, o Snapdragon 865 coloca o Retroid em uma categoria bem diferente do RG CubeXX. Segundo o Retro Handhelds, o aparelho consegue lidar confortavelmente com jogos de Playstation 2, além de títulos de Switch, embora a compatibilidade varie bastante de jogo para jogo. O preço do Retroid Pocket 5 está a partir de R$ 2.552 na Shopee. Até o momento de publicação desta matéria, ainda não há avaliações ou comentários por parte dos compradores da loja. Prós: Snapdragon 865 e 8 GB de RAM; tela AMOLED de 5,5"; analógicos Hall Effect; gatilhos analógicos; compatibilidade com diferentes soluções de emulação e sistemas Linux. Contras: desempenho varia conforme o emulador e o jogo; pode exigir configuração e ajustes para aproveitar todo o potencial; preço já se aproxima de portáteis mais completos. 4. Nintendo Switch 2 — a partir de R$ 3.647 O Nintendo Switch 2 é a escolha mais indicada para quem quer um portátil atual da Nintendo sem abrir mão da possibilidade de jogar na TV. O console traz tela LCD de 7,9 polegadas, resolução Full HD, HDR10 e taxa de atualização de até 120 Hz, além de 256 GB de armazenamento interno. O hardware representa um salto importante em relação ao Switch original, permitindo versões aprimoradas de jogos antigos e títulos desenvolvidos especificamente para a nova geração. Nintendo Switch 2 é o principal modelo da linha Nintendo no segmento de portáteis Mariana Saguias/TechTudo Outro ponto importante é a tela maior e a resolução de 1080p no modo portátil, enquanto a saída para TV pode chegar a 4K. A bateria de 5.220 mAh oferece autonomia de aproximadamente 2 a 6,5 horas, dependendo do jogo. Para quem pretende comprar pensando em lançamentos atuais, exclusivos e na longevidade de uma plataforma nova, o Switch 2 é mais interessante que o Switch Lite, mesmo custando consideravelmente mais. Na análise do TechTudo, feita por Daniel Trefilio, o Switch 2 foi considerado mais potente que o antecessor, com melhorias perceptíveis em jogos que receberam atualizações para aproveitar o novo hardware. A publicação, porém, observou que o catálogo inicial ainda explorava pouco desse potencial, fazendo com que parte do ganho de desempenho aparecesse mais claramente em títulos de terceiros e versões aprimoradas. O aparelho também mantém o principal diferencial da família: pode ser utilizado no modo portátil, apoiado sobre uma mesa ou conectado à televisão. O Nintendo Switch 2 traz melhorias perceptíveis em relação ao hardware do console de 2017, mas catálogo de lançamento restrito explora bem pouco do potencial projetado, servindo mais como uma forma de jogar games antigos em uma tela maior e com experiência mais estável. Na Shopee, o console está à venda por R$ 3.647. Como os anúncios do marketplace mudam constantemente, é possível encontrar valores diferentes conforme vendedor, cupom e forma de pagamento. Os compradores o avaliaram com 4,9 estrelas e costumam destacar a qualidade da tela, a evolução de desempenho e a versatilidade do aparelho. Por outro lado, o alto preço e a mudança de temperatura do aparelho quando usado junto ao dock na TV são as críticas negativas. Prós: resolução Full HD no modo portátil; 256 GB de armazenamento; pode ser usado na TV ou como portátil; Contras: preço elevado em comparação ao Switch Lite; jogos continuam caros; autonomia varia conforme o título; usuários relatam que o console esquenta quando está conectado ao dock. 5. Steam Deck OLED — a partir de R$ 5.023 O Steam Deck OLED é uma das melhores opções para quem quer transformar a biblioteca de PC em uma experiência portátil. Desenvolvido pela Valve, o aparelho roda SteamOS e foi pensado para acessar diretamente a biblioteca da Steam, oferecendo uma interface mais próxima de um console tradicional do que de um computador portátil convencional. É interessante para quem já possui muitos jogos na plataforma e quer continuar suas partidas longe do computador. A conexão Wi-Fi 6E do Steam Deck OLED garante downloads mais rápidos e maior estabilidade na conexão Divulgação/Valve A versão OLED possui tela de 7,4 polegadas, resolução de 1280 x 800 pixels e taxa de atualização de até 90 Hz. O painel OLED é um dos principais diferenciais em relação ao Steam Deck LCD, entregando contraste superior e cores mais vibrantes. O modelo também recebeu melhorias internas, incluindo uma bateria maior e um processo de fabricação mais eficiente, o que ajuda na autonomia. Contudo, o desempenho não muda radicalmente em relação ao Steam Deck LCD. A Valve manteve a mesma arquitetura básica de processamento, mas fez ajustes que permitem aproveitar melhor o hardware. Por isso, o OLED não deve ser encarado como uma nova geração de desempenho, e sim como uma versão refinada do portátil original. Para quem busca jogar títulos de PC em 800p e aceita fazer alguns ajustes gráficos, continua sendo uma alternativa muito interessante. Os interessados no console vão encontrá-lo a partir de R$ 5.023 na Shopee. Lá, o produto recebeu 5 estrelas na avaliação dos usuários, que estão satisfeitos com sua versatilidade, potência e conforto. Como ponto de atenção, os compradores destacam a fonte de carregamento que vem no padrão europeu, pode ser necessário utilizar um adaptador para carregar o portátil. Prós: excelente tela OLED de 7,4"; SteamOS proporciona experiência próxima à de um console; grande biblioteca de jogos para PC; boa ergonomia; Contras: desempenho não é superior ao Steam Deck LCD; pesado em comparação com consoles portáteis tradicionais; preço elevado no Brasil; necessária atenção com a fonte no padrão europeu. 6. ROG Xbox Ally X — a partir de R$ 8.256 O ROG Xbox Ally X é o modelo mais avançado e caro desta seleção, sendo direcionado a quem quer o máximo de desempenho entre os aparelhos apresentados. A parceria entre ASUS e Xbox resulta em um portátil equipado com Windows 11, processador AMD Ryzen AI Z2 Extreme, 24 GB de memória RAM e 1 TB de SSD. Na prática, trata-se de um PC gamer compacto que também ganhou uma interface pensada para facilitar o acesso a jogos e serviços do ecossistema Xbox. ROG Xbox Ally X tem valor superior à R$ 8 mil e pode apresentar falhas em determinadas ocasiões Victor Bastos/TechTudo A tela IPS de 7 polegadas, com resolução Full HD e taxa de atualização de até 120 Hz, combina bem com o hardware mais potente. O armazenamento de 1 TB também é importante, já que jogos atuais de PC podem ocupar dezenas ou até mais de 100 GB. A possibilidade de utilizar diferentes lojas e serviços no Windows amplia bastante a biblioteca disponível, permitindo acessar Steam, Xbox Game Pass e outros lançadores no mesmo aparelho. Apesar do hardware poderoso, Victor Bastos encontrou ressalvas importantes durante os testes feitos para o TechTudo. O review destaca que o ROG Xbox Ally X é promissor, mas o desempenho decepciona em determinadas situações, especialmente quando considerado o preço elevado do produto. Ou seja, a ficha técnica impressionante não significa que todos os jogos rodarão com desempenho perfeito: resolução, qualidade gráfica, consumo de energia e modo de operação continuam influenciando bastante a experiência. O desempenho cravado em pouco mais de 30 fps, mesmo no modo "Turbo", conectado a uma tomada e com configurações no "Low" é um ponto de atenção. Além disso, ainda falta uma melhor interação entre a versão desktop com a experiência em tela cheia do Xbox. Testei por cerca de uma semana o ROG Xbox Ally X e posso afirmar que, por enquanto, pode não valer a pena a compra. O ROG Xbox Ally X parte de R$ 8.256 na Shopee, mas o valor pode oscilar, em geral a valores acima dos R$ 8.000. Na varejista indicada, até o momento de publicação desta matéria, os usuários ainda não avaliaram o produto. Prós: Ryzen AI Z2 Extreme; 24 GB de RAM; SSD de 1 TB; Integração com Xbox e acesso a diferentes lojas de PC; Maior potencial de desempenho da lista. Contras: é o console mais caro da seleção; desempenho nem sempre corresponde às expectativas criadas pela ficha técnica; autonomia é limitada em jogos pesados; tamanho e peso reduzem a portabilidade em comparação com consoles menores. Com informações de Shopee (1, 2, 3 e 4), Magazine Luiza, Mercado Livre e Retro Handhealds (1 e 2) Mais do TechTudo Veja aqui: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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5 fones de ouvido aprovados pelo TechTudo que podem entrar em oferta no 9.9


Está chegando o 9.9, data em que lojas online costumam concentrar descontos, cupons e outras condições especiais de compra. Para quem já pensa em trocar de fone de ouvido ou investir em um modelo mais completo, esse pode ser um bom momento para acompanhar os preços e avaliar se alguma oferta realmente compensa. Para ajudar nessa escolha, o TechTudo selecionou cinco fones que já passaram por testes práticos da equipe e tiveram bom desempenho nas análises. A lista está organizada da maior para a menor nota e considera diferentes formatos, faixas de preço e propostas de uso, sem deixar de lado as limitações encontradas durante os reviews. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Mais bem avaliado da seleção, o Galaxy Buds 4 Pro abre a lista com 4,8 de 5 estrelas e custa a partir de R$ 1.499 na Amazon, com 28% de desconto; o modelo premium da Samsung aposta em alta qualidade sonora e forte integração com aparelhos Galaxy. Na sequência aparecem três opções da JBL: Live 780NC, Soundgear Clips e Tune Flex 2, com propostas que vão de headphone com ANC a modelo open-ear. Fechando o ranking, o Galaxy Buds Core, por R$ 232 na Shopee, é o mais barato entre os cinco e representa a alternativa de entrada da Samsung. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de setembro de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos JBL Soundgear Clips é um dos cinco fones testados e aprovados pelo TechTudo que podem aparecer com desconto no 9.9 Tainah Tavares/TechTudo 🔎 Fone de ouvido por condução óssea: 6 coisas para saber antes de comprar Initial plugin text 5 fones aprovados pelo TechTudo para acompanhar no 9.9 Galaxy Buds 4 Pro (4,8 ⭐) – modelo premium da Samsung, com áudio UHQ e integração com Galaxy AI JBL Live 780NC (4,7 ⭐) – headphone com ANC eficiente e bateria de longa duração JBL Soundgear Clips (4,6 ⭐) – modelo open-ear com encaixe em clipe e foco em conforto JBL Tune Flex 2 (4,6 ⭐) – opção com dois tipos de encaixe, ANC e boa autonomia Galaxy Buds Core (4,3 ⭐) – alternativa mais barata da lista, com ANC e recursos de tradução Melhores fones de ouvido já testados e aprovados pelo TechTudo Os cinco modelos desta lista passaram por testes práticos do TechTudo e receberam notas entre 4,3 e 4,8 de 5 estrelas. As avaliações consideraram aspectos que interferem diretamente no uso, como qualidade sonora, conforto, autonomia, cancelamento de ruído, conectividade e desempenho do microfone. A seleção inclui modelos da Samsung e da JBL em diferentes formatos e faixas de preço. Além dos pontos positivos observados durante os reviews, a lista também considera limitações encontradas nos testes, como restrições de recursos fora de determinados ecossistemas, falhas na captação de voz e diferenças no desempenho do ANC. Como escolhemos os melhores fones de ouvido? Para montar esta lista, consideramos apenas fones que já foram testados pela equipe do TechTudo e usamos a nota final de cada review para definir a ordem, da maior para a menor avaliação. Comentários e notas de compradores em lojas online não entraram como critério de escolha. Também levamos em conta as conclusões dos jornalistas após períodos de uso que variaram de 15 dias a cerca de dois meses. Os testes envolveram situações como reprodução de músicas, chamadas, deslocamentos, trabalho e exercícios físicos, dependendo da proposta de cada modelo. Os preços citados foram apurados dias antes do 9.9 e podem mudar durante a campanha. O que um bom fone de ouvido deve ter? Um bom fone de ouvido deve combinar qualidade sonora, conforto, autonomia, conexão estável e recursos coerentes com o tipo de uso. A ficha técnica ajuda a identificar esses pontos, mas nem sempre mostra como eles funcionam no dia a dia. Por isso, testes práticos são importantes para confirmar se promessas de bateria, eficiência do ANC, qualidade do microfone e conforto realmente se sustentam durante o uso. Entre os principais aspectos para observar, estão: Microfone: quantidade de microfones e recursos de redução de ruído não garantem, sozinhos, boa captação. Chamadas e gravações em ambientes barulhentos costumam revelar melhor a qualidade real desse componente; Conectividade: versões mais recentes do Bluetooth podem contribuir para maior estabilidade e eficiência. Recursos como multiponto e Fast Pair também facilitam o uso entre diferentes dispositivos, mas vale observar se funcionam de forma consistente na prática; Conforto e formato: intra-auriculares, headphones e modelos open-ear oferecem experiências diferentes. O mais importante é que o encaixe permaneça firme sem causar pressão ou incômodo depois de algumas horas; Bateria e recarga: a autonomia indicada pela fabricante serve como referência, mas volume, ANC, codecs e outros recursos podem alterar bastante a duração. Testes ajudam a mostrar quanto o fone realmente aguenta em uma rotina comum; Cancelamento de ruído: o ANC pode fazer diferença em transporte público, escritórios e viagens, mas sua eficiência varia de modelo para modelo. É justamente no uso real que se percebe se ele reduz apenas ruídos contínuos ou também lida bem com vozes e sons mais agudos; Qualidade de som: graves, médios e agudos devem manter bom equilíbrio, sem distorções perceptíveis. Codecs avançados e áudio em alta resolução podem ampliar a qualidade, mas o resultado também depende da afinação do fone e do aparelho usado na reprodução; Proteção e recursos extras: certificações IP são importantes para treinos e exposição a suor ou respingos, enquanto modo ambiente, baixa latência, aplicativos de equalização e funções de IA podem ampliar o uso. Em alguns casos, porém, parte desses recursos depende de celulares ou sistemas específicos. 📝Headset ou intra-auricular: qual é o melhor fone de ouvido? Confira no Fórum TechTudo 1. Galaxy Buds 4 Pro (4,8 ⭐ no review do TechTudo) – a partir de R$ 1.499 Com a maior nota entre os cinco fones da lista, o Galaxy Buds 4 Pro abre a seleção como a opção premium da Samsung e também a mais cara desta matéria. Lançado em março de 2026, o modelo tem sistema de duas vias, amplificador duplo e áudio UHQ de 24-bit/96 kHz. Ana Letícia Loubak acompanhou o lançamento e usou o fone por cerca de dois meses para o review do TechTudo, em treinos, deslocamentos e longas sessões de música. A qualidade sonora recebeu cinco estrelas, com boa separação de instrumentos, riqueza de detalhes e diferentes opções de equalização. O cancelamento adaptativo também reduziu bem vibrações de ônibus e ruídos graves de motor, além de alternar para o modo ambiente ao identificar conversas ou sirenes. A detecção de voz, porém, nem sempre acertou: em alguns momentos, interpretou a própria cantoria da jornalista como uma conversa e interrompeu o ANC. Galaxy Buds 4 Pro tem encaixe confortável Julia Rabaça/TechTudo Na conectividade, o Bluetooth 6.1 apresentou bom alcance e estabilidade, enquanto a integração com celulares Galaxy facilita ajustes de ANC, equalização e Áudio 360 pela One UI. É nesse ecossistema que ficam disponíveis funções como áudio UHQ, Intérprete e Tradução em Tempo Real. Em contrapartida, não há conexão multiponto entre aparelhos de marcas diferentes. A bateria também recebeu cinco estrelas e, na rotina relatada no teste, exigiu recarga aproximadamente uma vez por semana com ANC ativo. O preço acompanha a posição mais avançada do modelo na lista, mas já aparece abaixo do valor sugerido no lançamento: dias antes do 9.9, o Galaxy Buds 4 Pro custa R$ 1.499 na Amazon, com 28% de desconto. Com nota final de 4,8 de 5 estrelas, vale acompanhar o preço durante a campanha principalmente para quem já usa um Galaxy compatível e consegue aproveitar todo o pacote de recursos. Em celulares de outras marcas, parte importante da experiência elogiada no review fica de fora Os sons são reproduzidos com riqueza de detalhes, e a experiência de áudio é muito imersiva. Para completar, a empresa sul-coreana ainda inclui Equalizador Adaptativo e equalizador de 9 bandas. Prós: qualidade sonora recebeu nota máxima; encaixe confortável e firme; bateria teve bom desempenho no uso real; chamadas apresentaram áudio claro mesmo em locais barulhentos Contras: recursos avançados dependem de aparelhos Galaxy compatíveis; detecção de voz pode ser acionada indevidamente 2. JBL Live 780NC (4,7 ⭐ no review do TechTudo) – a partir de R$ 606 Depois de cerca de dois meses de uso quase diário, o JBL Live 780NC mostrou bom desempenho principalmente no cancelamento de ruído, na autonomia e no conforto em sessões longas. Vanessa Coelho Barbosa avaliou o headphone para o TechTudo em reuniões, músicas, séries e até com o ANC ativado sem reprodução. O modelo, com drivers de 40 mm e construção over-ear, recebeu cinco estrelas em design; os controles físicos e as almofadas foram elogiados, embora o arco tenha começado a pesar após períodos prolongados. JBL Live 780NC foi elogiado pelo conforto, pela autonomia e pelo cancelamento de ruído Vanessa Coelho Barbosa/TechTudo Na reprodução sonora, o Live 780NC mantém os graves fortes característicos da JBL, mas com médios mais limpos e agudos menos agressivos do que em opções mais baratas da marca. O áudio recebeu quatro estrelas e funcionou bem para músicas, filmes e outros conteúdos, mas ficou atrás do Beats Studio Pro na percepção da jornalista e não foi considerado ideal para monitoramento em estúdio, justamente pelo reforço nas frequências baixas. O cancelamento adaptativo de ruído recebeu nota máxima ao reduzir bem sons contínuos, como ventiladores e ar-condicionado, além de superar o Beats Studio Pro em uma comparação feita pelo TechTudo. A bateria também ganhou cinco estrelas: a JBL informa até 80 horas sem ANC e cerca de 50 horas com o recurso ligado, enquanto a jornalista precisou recarregar o fone apenas quatro vezes em aproximadamente dois meses de uso. O cancelamento de ruído evoluiu bastante na linha Live. Agora, ele consegue reduzir bem sons contínuos, como ar-condicionado ou ventiladores. Em ambientes de escritório, ele ajuda bastante na concentração. Com nota final de 4,7, o headphone é uma opção para quem procura um modelo para trabalho, reuniões e entretenimento. Poucos dias antes do 9.9, o JBL Live 780NC aparece a partir de R$ 606 na Amazon. Prós: ANC recebeu nota máxima; autonomia longa no uso real; controles físicos funcionaram bem; conforto das almofadas foi elogiado Contras: arco pode pesar após uso prolongado; toque pode ser acionado sem querer 3. JBL Soundgear Clips (4,6 ⭐ no review do TechTudo) – a partir de R$ 613 Com formato open-ear e encaixe em clipe, o JBL Soundgear Clips deixa o canal auditivo livre e permite acompanhar melhor os sons ao redor. Lançado em janeiro de 2026, o modelo recebeu nota máxima em design na análise publicada pelo TechTudo, conduzida por Filipe Salles ao longo de 15 dias. O jornalista destacou a estabilidade durante treinos, o conforto por várias horas e a boa adaptação até para quem usa óculos. Na reprodução sonora, os drivers de 11 mm entregaram áudio claro, equilibrado e com graves marcantes, embora faixas com muitos instrumentos tenham evidenciado menos refinamento que modelos premium. Por manter o ouvido aberto, o Soundgear Clips também deixa passar os sons externos, algo útil na rua ou em exercícios, mas o áudio pode vazar para quem está por perto quando o volume passa de 70%. O microfone foi um dos pontos fortes do Soundgear Clips durante a avaliação, com ótimo desempenho em chamadas. Os quatro microfones com IA conseguiram isolar ruídos externos, enquanto Bluetooth 5.4, conexão multiponto e Fast Pair receberam nota máxima. A bateria durou nove horas e 36 minutos em uso contínuo, mas o estojo levou quase sete horas para recuperar totalmente a carga. Com nota final de 4,6 de 5 estrelas, o JBL Soundgear Clips custa a partir de R$ 613 no Mercado Livre, com 23% de desconto no Pix antes do 9.9. Para quem busca conforto prolongado, boa captação de voz e um fone que permita acompanhar o ambiente, vale observar se o preço cai durante a campanha; já o vazamento de áudio e a recarga lenta do estojo são pontos para considerar. Durante os testes, o conforto foi destaque: o fone se mantém firme tanto em momentos de relaxamento no sofá quanto em rotinas intensas de escritório. Prós: conforto e estabilidade receberam nota máxima; microfone teve ótimo desempenho em chamadas; bateria passou de nove horas no teste; conexão multiponto e Fast Pair funcionaram bem Contras: som pode vazar em volumes acima de 70%; estojo levou quase sete horas para recarregar 4. JBL Tune Flex 2 (4,6 ⭐ no review do TechTudo) – a partir de R$ 406 Com dois tipos de encaixe, o JBL Tune Flex 2 pode ser usado com a ponta aberta, para perceber melhor os sons ao redor, ou com borrachas de silicone, que aumentam o isolamento passivo. A jornalista Cecile Mendonça avaliou o modelo durante 15 dias para o TechTudo e deu nota máxima ao design, destacando o baixo peso e o conforto mesmo depois de horas de uso. Lançado em fevereiro de 2025, o fone também oferece resistência à água e poeira. Fones JBL Tune Flex 2 Cecile Mendonça/TechTudo Nos testes de áudio, os drivers de 12 mm entregaram graves marcantes sem comprometer médios e agudos, característica que ajudou o Tune Flex 2 a se adaptar a diferentes estilos musicais. O cancelamento adaptativo de ruído também teve bom desempenho, enquanto o Smart Ambient permite acompanhar os sons externos sem retirar os fones. Áudio espacial, Bluetooth 5.3 e conexão multiponto ampliam as possibilidades de uso entre diferentes dispositivos. o Tune Flex 2 se destaca no segmento de fones sem fio por oferecer mais do que apenas um som de qualidade. Trata-se de um modelo que não decepciona na autonomia de bateria, oferece resistência à água e diferentes modos de uso em relação ao áudio, já que é possível escolher ouvir os ruídos externos ou não. Como o JBL mais barato da lista, o Tune Flex 2 também teve um dos melhores resultados em bateria: o quesito recebeu nota máxima, e a autonomia chegou a cerca de 36 horas de uso, com volume baixo a moderado e ANC desligado na maior parte do período. O microfone, por outro lado, foi a principal ressalva: embora tenha funcionado bem em chamadas, a captação perdeu qualidade em gravações feitas em locais públicos. Às vésperas do 9.9, o JBL Tune Flex 2 custa a partir de R$ 406 na Amazon, com 32% de desconto. Com nota final de 4,6 de 5 estrelas, vale acompanhar o preço durante a campanha para quem prioriza qualidade sonora, ANC, conforto e boa autonomia; já a captação de voz em ambientes movimentados segue como o principal ponto de atenção. Prós: conforto recebeu nota máxima; boa qualidade sonora e ANC eficiente; autonomia chegou a cerca de 36 horas no teste; possibilidade de escolher entre dois tipos de encaixe Contras: gravações de voz perdem qualidade em locais públicos; microfone pode deixar a desejar 5. Galaxy Buds Core (4,3 ⭐ no review do TechTudo) – a partir de R$ 232 Fechando a lista como o modelo mais barato da seleção, o Galaxy Buds Core coloca a Samsung também no outro extremo da matéria: a marca abre o ranking com o Galaxy Buds 4 Pro, opção mais cara e mais bem avaliada, e encerra com sua alternativa de entrada. Lançado no Brasil em 2025, o Buds Core tem ANC, modo ambiente, proteção IP54 e recursos do Galaxy AI, como tradução simultânea. A jornalista Amanda Cravo testou o modelo por pouco mais de um mês para o TechTudo e deu cinco estrelas tanto para design e conforto quanto para bateria. O Samsung Galaxy Buds Core oferece ótimo custo-benefício Amanda Cravo/TechTudo Com 5,3 g e abas de silicone para reforçar a fixação, o fone permaneceu firme até durante exercícios físicos. Em períodos prolongados, porém, as abas podem causar algum incômodo. A bateria também se saiu bem na experiência de uso, enquanto a fabricante prevê até 35 horas de autonomia total com o ANC desligado. O áudio recebeu quatro estrelas, com reprodução descrita como limpa e equilibrada, além de ajustes de graves e agudos. O cancelamento de ruído conseguiu reduzir boa parte dos sons externos, embora não tenha alcançado o nível dos melhores ANC já experimentados pela jornalista. A tradução simultânea também funcionou bem, mas apresentou erros em locais com muitas conversas. O áudio é limpo, balanceado e de qualidade, e o aplicativo integrado ao fone ainda permite ajustar os graves, os agudos e personalizar todas as nuances do som. Dessa forma, é possível adaptar o fone exatamente ao que soa melhor e mais confortável para você. O ponto mais fraco foi o microfone, avaliado com três estrelas: ele atende ligações e mensagens de voz, mas pode deixar a captação abafada e perder clareza com vento ou ruídos próximos. A integração com o ecossistema também pesa na escolha: recursos do Galaxy AI, como tradução e interpretação, dependem de aparelhos Galaxy compatíveis, o que torna o Buds Core mais conveniente para quem já usa um celular Samsung. Fora desse ecossistema, parte dos diferenciais destacados no teste deixa de estar disponível. Com nota final de 4,3 de 5 estrelas, o fone custa a partir de R$ 232 na Shopee, dias antes das ofertas para o 9.9. Prós: boa autonomia; encaixe firme; áudio equilibrado e personalizável; tradução simultânea funcionou bem no teste Contras: microfone pode deixar a voz abafada; abas podem incomodar após uso prolongado Com informações de Amazon, Magalu, Mercado Livre, Shopee, Samsung e JBL Mais do TechTudo 🎥 Assista: [Unboxing] Galaxy Buds 3: veja detalhes do fone de ouvido [Unboxing] Galaxy Buds 3: veja detalhes do fone de ouvido Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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12 animes tipo Frieren para quem ama fantasia e magia


O anime Frieren e a Jornada para o Além (2024) tem sido apontado por muitos como o melhor anime de todos os tempos desde o lançamento. A trama que mistura magia e aventura acompanha a jornada de Frieren, uma elfa que busca formar laços e entender mais sobre a vida. Mas engana-se que este seja o único anime com esse tema: títulos como Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009), Delicious in Dungeon (2024) e Made in Abyss (2017) são alguns dos que misturam esses elementos e também se tornaram queridos pelo público. E felizmente estão disponíveis na Netflix e no Crunchyroll. 🔎 30 melhores animes para assistir no Crunchyroll em 2026 Pensando em quem ama histórias de fantasia e magia ou curtiu Frieren e a Jornada para o Além (2024) e busca outros animes do gênero, o TechTudo fez uma seleção com 12 animes que você precisa conferir. A seguir, veja a lista completa com sinopse, elenco de voz, repercussão e onde assistir cada um. 🎬10 animes para assistir hoje mesmo se você gostou de Frieren 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Made in Abyss está disponível na Netflix e no Crunchyroll Divulgação/Crunchyroll 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Nesta lista de animes do TechTudo você encontra: Delicious in Dungeon (2024): Um grupo de exploradores voltam para uma masmorra sem suprimentos e precisam cozinhar os monstros que encontram pelo caminho. Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation (2021): Um homem reencarna em um mundo fantástico e decide recomeçar vivendo o que sempre quis. The Rising of the Shield Hero (2019): Depois de ser traído e perder a confiança de seus amigos, o herói de um mundo mágico corre para reconquistá-los. Re:Zero − Starting Life in Another World (2016): Um jovem vive várias aventuras em um mundo mágico, mas é transportado para o mesmo lugar toda vez que morre. Made in Abyss (2017): Em uma cidade cercada por uma enorme cratera, uma menina e seu amigo robô decidem explorar o lugar. The Ancient Magus' Bride (2017): Depois de ser comprada por um feiticeiro ancião, uma órfã recomeça sua vida enquanto aprende mais sobre o mundo sobrenatural. Somali and the Forest Spirit (2020): Em um mundo onde seres humanos estão quase extintos, um golem encontra uma menina humana e decide cuidar dela. To Your Eternity (2021): Um ser conhecido como Fushi vive aventuras mágicas enquanto tenta entender mais dos seres humanos. Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009): Os irmãos Edward e Alphonse Elric buscam pela pedra filosofal para recuperar o que perderam depois de um feitiço que deu errado. Magi: The Labyrinth of Magic (2012): Aladdin se une ao seu companheiro Ali Babá para buscar por um grande tesouro. Grimgar: Ashes and Illusions (2016): Ao acordar sem memórias além de saber o seu nome, um jovem se une a um grupo para explorar um mundo desconhecido. Spice and Wolf (2008): Um mercador decide acompanhar a Loba Sábia no retorno ao seu lar e encara uma jornada mágica. 1. Delicious in Dungeon (2024) Para quem gosta de um bom anime cozy, Delicious in Dungeon é uma ótima pedida. Misturando fantasia, aventura e culinária, a trama acompanha Laios, líder de um grupo que explora masmorras. Quando Falin, sua irmã, acaba devorada por um dragão, Laios e seus companheiros voltam à masmorra para salvá-la, antes que ela seja digerida. Mas, ao retornarem sem suprimentos, eles acabam precisando cozinhar os monstros que estão pelo caminho. Baseado no mangá de Ryōko Kui, Delicious in Dungeon está disponível na Netflix com dublagem em português, tendo Pedro Crispim (Hell’s Paradise) e Bruna Layne (Kakegurui) no elenco de voz. A produção garantiu nota 8.1 no IMDb e 8.58 no My Anime List. Temporadas: 1 Episódios: 24 Nota IMDb: 8.1/Nota My Anime List: 8.58 Onde assistir: Netflix Delicious in Dungeon é um anime que mistura magia e culinária Reprodução/The Movie Database 2. Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation (2021) Baseado na obra de Rifujin na Magonote, o anime acompanha um homem que se sente fracassado e é atropelado por um ônibus, o que o leva a reencarnar em um novo mundo. Lá, assumindo o nome de Rudeus Greyrat e mantendo suas memórias, ele decide aproveitar sua nova vida com seus amigos, enquanto aprende magia e vive aventuras épicas. Uma das principais produções do seu ano de lançamento, Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation garantiu nota 8.2 no IMDb e 8.35 no My Anime List. Disponível no Crunchyroll e na Netflix, Carloz Magno (Soul Eater) e Gabriela Pellegrino (Kaguya-sama: Love is War) são destaque do elenco de voz. 🎬10 animes tão bons quanto Mushoku Tensei para assistir em 2026 Temporadas: 3 Episódios: 61 Nota IMDb: 8.2/Nota My Anime List: 8.35 Onde assistir: Netflix e Crunchyroll Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation é baseado no mangá de Rifujin na Magonote Reprodução/IMDb 3. The Rising of the Shield Hero (2019) Outro anime que o protagonista é transportado para um mundo mágico, The Rising of the Shield Hero é baseado na light novel de Aneko Yusagi e Minami Seira. A trama acompanha Iwatani Naofumi, um homem que é levado para outro mundo através de um livro. Ele acaba se tornando um herói e junto de seus companheiros luta contra forças malignas, até que uma traição o faz perder a confiança de todos e ele precisa correr para reconquistá-la. Disponível na Netflix e no Crunchyroll com dublagem em português, Renan Alonso (Soul Eater) e Mari Guedes (My Hero Academia) estão no elenco de voz. A produção recebeu nota 7.7 no IMDb e 7.9 no My Anime List Temporadas: 4 Episódios: 62 Nota IMDb: 7.7/Nota My Anime List: 7.9 Onde assistir: Netflix e Crunchyroll The Rising of the Shield Hero tem quatro temporadas disponíveis no Crunchyroll Reprodução/IMDb 4. Re:Zero − Starting Life in Another World (2016) Subaru Natsuki leva uma vida normal, até repentinamente ser transportado para um mundo mágico. Ele acaba preso em um ciclo no qual, toda vez que morre, é levado de volta ao mesmo lugar. Enquanto lida com isso, ele se envolve em aventuras fantásticas e diversos perigos. Adaptação da light novel de Tappei Nagatsuki e Shin'ichirō Ōtsuka, o anime está disponível no Crunchyroll com dublagem em português, tendo Pedro Crispim (Os Sete Pecados Capitais), Lina Mendes (Rebelde) e Bruna Laynes (Dan Da Dan) no elenco de voz. No IMDb, garantiu nota 8.1, enquanto no My Anime list ficou com 8.24. Temporadas: 4 Episódios: 110 Nota IMDb: 8.1/Nota My Anime List: 8.24 Onde assistir: Crunchyroll Re:ZERO -Starting Life in Another World é um ianime de fantasia popular Reprodução/Oricon 5. Made in Abyss (2017) Orth é uma pequena cidade construída ao redor de uma enorme cratera, que ninguém sabe exatamente o que há dentro, mas constantemente é explorada. Riko é filha de uma exploradora que não retornou, e sua vida muda quando ela conhece Reg, um garoto-robô, e os dois se unem para explorar o Abismo Baseado no mangá de Akihito Tsukushi, o anime tem no elenco de voz nomes como Mariya Ise (Fairy Tail), Miyu Tomita (Dorohedoro) e Shiori Izawa (Chainsaw Man). No IMDb, Made in Abyss recebeu nota 8.3, enquanto no My Anime List, 8.63. Está disponível no Crunchyroll e na Netflix. Temporadas: 2 Episódios: 25 Nota IMDb: 8.3/Nota My Anime List: 8.63 Onde assistir: Crunchyroll e Netflix Em Made in Abyss, a jovem Riko explora o Abismo ao lado de Reg, um garoto-robô Divulgação/Netflix 🍿Buscando as melhores séres para assistir agora? 15 melhores séries brasileiras para assistir em 2026 10 boas séries de ficção cientifica da HBO Max para assistir em 2026 15 melhores séries de suspense para assistir em 2026 10 séries de ficção científica muito boas do Disney+ para maratonar em 2026 15 melhores séries de ação para assistir em 2026 15 melhores séries de investigação criminal para assistir em 2026 30 melhores séries do Amazon Prime Video para assistir em 2026 15 séries picantes para assistir em 2026 e sentir calor 15 melhores séries de terror para assistir em 2026 15 melhores séries de suspense para assistir em 2026 6. The Ancient Magus' Bride (2017) Perdida e sem esperança, Chise Hatori decide se vender em um leilão. Ela é surpreendida ao descobrir que foi comprada por Elias, um feiticeiro ancião. Hatori vê em Elias uma forma de recomeçar, enquanto aprende sobre o mundo sobrenatural e vive aventuras inesquecíveis. Baseado no mangá de Kore Yamazaki, The Ancient Magus’ Bride recebeu avaliação de 8.05 no My Anime List e 7.6 no IMDb. Está no Crunchyroll com dublagem em português, tendo Raquel Masuet (Jujutsu Kaisen) e Guilherme Briggs (Toy Story) no elenco de voz. Temporadas: 2 Episódios: 48 Nota IMDb: 7.6 Nota My Anime List: 8.05 Onde assistir: Crunchyroll The Ancient Magus' Bride mostra a jornada de uma órfã que é tutelada por um mago poderoso Divulgação/Crunchroll 7. Somali and the Forest Spirit (2020) Em um mundo onde os humanos são praticamente extintos, demônios, ciclopes e outros seres mágicos coexistem. Certo dia, um golem acaba encontrando uma garota humana em uma floresta. Inspirado por sua animação, ele decide chamá-la de Somali, e juntos os dois vivem aventuras mágicas. Um found family divertido e emocionante, Somali and the Forest Spirit é baseado na light novel de Yako Gureishi e tem nomes como Inori Minase (Made in Abyss) e Daisuke Ono (Tokyo Ghoul) no elenco de voz. Disponível no Crunchyroll, a produção garantiu nota 7.5 no IMDb e 7.81 no My Anime List. Temporadas: 1 Episódios: 12 Nota IMDb: 7.5/Nota My Anime List: 7.81 Onde assistir: Crunchyroll Somali and the Forest Spirit acompanha a relação de pai e filha entre um golem e uma menina humana Reprodução/IMDb 8. To Your Eternity (2021) Baseado no mangá de Yoshitoki Ōima, a trama acompanha um ser imortal que é lançado na Terra como um orbe e, aos poucos, assume a forma de seres e objetos que estão ao seu redor. Até que ele se transforma em um garoto humano e se torna Fushi, e entra em uma jornada para conhecer mais sobre os humanos e descobrir quem ele é. Disponível no Crunchyroll, Reiji Kawashima (One Punch Man) e Ryouko Shiraishi (My Hero Academia) são alguns dos nomes de destaque no elenco de voz. To Your Eternity também garantiu nota 8.35 no My Anime List e 8.2 no IMDb. Temporadas: 3 Episódios: 62 Nota IMDb: 8.2/Nota My Anime List: 8.35 Onde assistir: Crunchyroll Fushi, um ser que muda de forma, é o protagonista de To Your Eternity Reprodução/Brain's Base 9. Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009) Um dos principais animes da história, Fullmetal Alchemist: Brotherhood é baseado no mangá de Hiromu Arakawa. A trama segue os irmãos Edward e Alphonse Elric, que após infringirem a principal lei da alquimia, acabam perdendo seu braço e seu corpo, respectivamente. Para recuperar o que perderam, os irmãos embarcam em uma aventura perigosa em busca da pedra filosofal. Disponível no Crunchyroll e na Netflix, a dublagem em português tem Marcelo Campos (Dragon Ball) e Rodrigo Andreatto (Samurai X) como as vozes dos irmãos Elric. Fullmetal Alchemist: Brotherhood ainda recebeu nota 9.1 no IMDb e 9.10 no My Anime List, onde ocupa o 3º lugar do ranking geral Temporadas: 1 Episódios: 64 Nota IMDb: 9.1 Nota My Anime List: 9.10 Onde assistir: Netflix e Crunchyroll Os irmãos Elric procuram pela pedra filosofal em Fullmetal Alchemist: Brotherhood Reprodução/JustWatch 10. Magi: The Labyrinth of Magic (2012) Aladim é um jovem aventureiro que viaja por lugares perigosos, explorando castelos mágicos em busca de tesouros. Quando ele conhece o corajoso Ali Babá, os dois se tornam amigos e embarcam em uma jornada perigosa para encontrar um tesouro mágico. Baseado na obra de Shinobu Ohtaka, a produção está disponível no Crunchyroll e na Netflix e recebeu avaliação de 7.8 no IMDb, além de 8 no My Anime List. Kaori Ishihara (Poketoon) e Yuuji Kaji (My Hero Academia) são nomes que estão no elenco de voz do anime. Temporadas: 2 Episódios: 50 Nota IMDb: 7.8/Nota My Anime List: 8 Onde assistir: Crunchyroll e Netflix Aladdin e Ali Babá são companheiros que buscam um grande tesouro em Magi: The Labyrinth of Magic Reprodução/IMDb 11. Grimgar: Ashes and Illusions (2016) Baseado na light novel de Ao Jūmonji e Eiri Shirai, Grimgar: Ashes and Illusions acompanha Haruhiro, um jovem que acorda em um mundo estranho sem lembrar nada além do seu nome. Ele encontra outras pessoas na mesma situação e logo descobre estar dentro de um mundo mágico chamado Grimgar, e formando um grupo, todos começam a explorar o lugar. Com Yoshimasa Hosoya (My Hero Academia) e Chika Anzai (Wind Breaker) no elenco de voz, o anime recebeu nota 7.3 no IMDb e 7.66 no My Anime List. Temporadas: 1 Episódios: 13 Nota IMDb: 7.3/Nota My Anime List: 7.66 Onde assistir: - Grimgar: Ashes and Illusions é baseado na light novel de Ao Jūmonji e Eiri Shirai Reprodução/Netflix 12. Spice and Wolf: Merchant Meets the Wise Wolf (2008) Lawrence é um comerciante que viaja por diversas cidades vendendo suas mercadorias. Ao chegar em uma vila e conhecer Holo, a Loba Sábia, Lawrence descobre que ela deseja retornar à sua cidade natal e se oferece para levá-la. É então que os dois embarcam juntos em uma aventura. Adaptação da light novel de Isuna Hasekura e Jū Ayakura, o anime está disponível no Crunchyroll com dublagem em português, tendo nomes como Fernando Ferraz (Baki: O Campeão) e Isabella Guarnieri (My Hero Academia) no elenco de voz. Spice and Wolf garantiu 7.4 no IMDb e 8.13 no My Anime List. Temporadas: 1 Episódios: 25 Nota IMDb: 7.4/Nota My Anime List: 8.13 Onde assistir: Crunchyroll Spice and Wolf: Merchant Meets the Wise Wolf acompanha a jornada da Lobo Sábia e um mercador Reprodução/Crunchyroll Com informações de Crunchyroll, Netflix, IMDb, My Anime List e Just Watch. 🎥Filmes e séries que temos VERGONHA de ter gostado! Filmes e séries que temos VERGONHA de ter gostado! Saiba Mais Initial plugin text a
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Top 6 melhores chuveiros elétricos para comprar no 9.9


Agora que as datas duplas chamam a atenção do público com as diversas ofertas e condições especiais disponibilizadas pelas varejistas, o 9.9 tem tudo para oferecer descontos em eletrodomésticos, incluindo chuveiros elétricos. Portanto, para te ajudar a monitorar o preço de modelos que valem a pena, o TechTudo apresenta, na lista abaixo, seis opções confiáveis, com suas respectivas fichas técnicas destrinchadas, prós, contras e relatos de consumidores. O Vonder 3T, por exemplo, é uma solução baratinha para quem não deseja gastar tanto. Ele conta com design discreto, três opções de temperatura e resistência de troca fácil. Já o KDT Eco Plus é um modelo mais premium, equipado com controle eletrônico e tecnologia antirruído. Atualmente, os aparelhos são vendidos por R$ 59 e R$ 789, respectivamente, mas podem ficar mais acessíveis. Confira, a seguir, a lista completa de melhores chuveiros elétricos para ficar de olho no 9.9 em busca de ofertas. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Vonder 3T está entre os melhores modelos para ficar de olho no evento Divulgação/Vonder 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Initial plugin text 🔎 Mito ou verdade: 10 coisas sobre o chuveiro elétrico que você não sabe 📝 O que precisa para instalar um chuveiro elétrico? Veja no Fórum TechTudo Melhores chuveiros elétricos para comprar no 9.9 Vonder 3T — design funcional e preço acessível. Enerbras Enerbanho 4T — dupla câmara de aquecimento. Lorenzetti Loren Shower Ultra Eletrônico — controle gradual. Lorenzetti Top Jet Multi — dispositivo para regulagem da inclinação. Fame Elegance — espalhador projetado para melhorar a vazão. KDT Eco Plus — modelo premium com alta durabilidade. 1. Vonder 3T — a partir de R$ 59 O Vonder 3T é uma ducha baratinha com três opções de temperatura: frio, morno e quente. Como destaques, o modelo traz resistência com sistema de troca fácil e câmara interna com copo, que mantém o componente elétrico submerso durante o funcionamento. O chuveiro acompanha chuveirinho e encontra-se disponível em três versões diferentes: 4.400 W (220 V), 5.400 W (220 V) e 5.400 W (127 V). Segundo informa a fabricante, a temperatura máxima de entrada da água indicada é de 50 °C. No Mercado Livre, o aparelho é vendido por R$ 59, mas pode ficar mais barato no 9.9. Avaliado com 4,4 estrelas na plataforma, ele é elogiado pela facilidade de instalação, economia de energia, boa pressão e aquecimento da água. Entretanto, alguns compradores reclamam da durabilidade da resistência e da fragilidade das peças. Prós: fácil de instalar; econômico; boa pressão; aquecimento eficiente. Contras: durabilidade da resistência e das peças deixa a desejar. 2. Enerbras Enerbanho 4T — a partir de R$ 109 O Enerbras Enerbanho 4T é uma ducha elétrica com quatro opções de temperatura e versões de 4.500 W (127 V ou 220 V), 5.500 W (127 V) e 6.800 W (220 V). O modelo possui eficiência energética declarada de 95%, jato reto e funcionamento com pressão de água entre 1 e 40 m.c.a. O aparelho é compatível com sistemas de aquecimento solar, acompanha dupla câmara de aquecimento e resistência com sistema de troca fácil. Trata-se, portanto, de uma solução acessível para quem não quer gastar tanto na hora de comprar um chuveiro. Hoje, no Mercado Livre, o Enerbanho 4T encontra-se disponível por R$ 109. Vale frisar, porém, que as promoções do 9.9 podem abaixar o preço final do equipamento. Avaliado com 4,8 estrelas no e-commerce, ele recebe elogios pelo bom desempenho, aquecimento eficiente, instalação fácil e pouco barulho. No entanto, alguns compradores reclamam de problemas no encaixe da tampa e do tamanho do cano. Prós: bom desempenho; aquecimento eficiente; instalação fácil; pouco barulho. Contras: pode apresentar problemas no encaixe da tampa; cano curto. 3. Lorenzetti Loren Shower Ultra Eletrônico — a partir de R$ 121 O Lorenzetti Loren Shower Ultra é um chuveiro elétrico de formato quadrado, com comando eletrônico que permite ajustar gradualmente a temperatura da água sem alterar a vazão. O modelo utiliza a resistência Loren Ultra e está disponível em versões de 5.500 W em 127 V, e 6.800 W ou 7.500 W em 220 V. A pressão de funcionamento indicada, por sua vez, fica entre 1 e 40 m.c.a. O aparelho possui grande espalhador, haste de comando opcional, sistema de aterramento e grau de proteção IP24. Também é compatível com aquecimento solar e dispositivo DR, além de permitir instalação sem cano. Hoje, é um dos chuveiros de melhor custo-benefício do mercado. O menor preço encontrado na data de publicação desta matéria foi de R$ 121, na Amazon, onde recebe avaliação de 4,6 estrelas. Vale, porém, monitorar os valores a partir de hoje, visando o 9.9. Na aba de comentários do marketplace, clientes destacam a facilidade de instalação, a boa vazão d'água, a praticidade em ajustar a temperatura e o custo-benefício. No entanto, alguns compradores reclamam do aquecimento da água no inverno e da resistência, que pode queimar com facilidade. Prós: facilidade de instalação; boa vazão d'água; praticidade em ajustar a temperatura; excelente custo-benefício para um modelo eletrônico. Contras: aquecimento da água no inverno pode deixar a desejar; resistência pode queimar com certa facilidade, segundo relatos. Initial plugin text 4. Lorenzetti Top Jet Multi — a partir de R$ 129 O Lorenzetti Top Jet Multitemperaturas é uma ducha elétrica com quatro opções de temperatura pré-definidas e grande espalhador. O modelo possui resistência de troca rápida, haste de comando opcional de 30 cm e dispositivo para regulagem da inclinação. Está disponível em versões de 5.500 W em 127 V, 6.400 W em 220 V ou 7.500 W em 220 V. Também vale mencionar que o equipamento tem entrada de água de 1/2 polegada, grau de proteção IP24 e pode ser utilizado em instalações com aquecimento solar. Hoje, na Amazon, o Top Jet é vendido por R$ 129 e avaliado com 4,6 estrelas. Vale relembrar, todavia, que o evento 9.9 está chegando e o chuveiro pode aparecer mais em conta. Quem comprou o produto na varejista elogia a pressão e a vazão d'água, a facilidade de instalação e o custo-benefício. Por outro lado, alguns compradores reclamam de vazamentos e da necessidade de desligar o chuveiro para mudar a temperatura. Prós: pressão e vazão d'água satisfatórias; facilidade de instalação; custo-benefício. Contras: pode vazar água. 5. Fame Elegance — a partir de R$ 209 O Fame Elegance é um chuveiro eletrônico com controle gradual de temperatura e versões de 5.400 W em 127 V ou 6.800 W em 220 V. O modelo conta com espalhador de água, haste removível para ajuste do aquecimento e resistência com sistema de encaixe. O aparelho também possui diafragma para acionamento, contatos elétricos reforçados e compatibilidade com dispositivo DR e sistemas de aquecimento solar. Atualmente, na Amazon, o Elegance é comercializado por R$ 209. No entanto, como o evento 9.9 está chegando, pode ser que o modelo apareça em promoção. Vale, portanto, ficar de olhos nos preços. Avaliado com 4,5 estrelas na plataforma, o equipamento recebe elogios pelo custo-benefício, boa vazão d'água e ajuste eletrônico eficiente. Por outro lado, há relatos de instalação dificultosa. Prós: bom custo-benefício; boa vazão d'águal; ajuste eletrônico eficiente. Contras: instalação não é tão simples. 6. KDT Eco Plus — a partir de R$ 789 O KDT Eco Plus é uma ducha elétrica com controle eletrônico contínuo de temperatura, permitindo ajustar a potência de aquecimento entre 0 e 7.500 W. O modelo opera exclusivamente em 220 V, tem pressão de funcionamento entre 1 e 40 m.c.a. e utiliza resistência protegida com tecnologia antirruído. O aparelho também possui grau de proteção IP24 e conexão hidráulica de 1/2 polegada. Como grande destaque, o chuveiro traz o sistema Super Jato Articulável, que permite direcionar o fluxo de água, além de extensor para facilitar o ajuste da temperatura durante o banho. Hoje, o Eco Plus é vendido por R$ 789 no Mercado Livre, onde recebe nota 4,8. No entanto, como trata-se de um chuveiro caro, é uma boa estratégia aguardar o evento 9.9. Quem comprou o modelo na varejista elogia o aquecimento rápido, o jato de água forte, a qualidade da construção e o design elegante. O preço, por sua vez, é visto como principal empecilho. Prós: aquecimento rápido; jato forte de água; robusto; design elegante. Contras: caro. Como escolhemos os melhores chuveiros elétricos para comprar no 9.9? Como primeiro filtro, escolhemos chuveiros elétricos que entregam bom custo-benefício dentro de suas respectivas categorias. Para isso, analisamos aspectos técnicos como construção, durabilidade da resistência, potência, quantidade de temperaturas e recursos adicionais. Depois, selecionamos apenas os modelos bem avaliados pelo público em marketplaces famosos, como Amazon, Mercado Livre, Magalu e Shopee, levando em consideração notas médias iguais ou superiores a 4,5 estrelas, além de comentários registados nos anúncios. O que observar antes de comprar um chuveiro elétrico? Potência: medida em watts (W), indica a capacidade do chuveiro de aquecer a água. Modelos mais potentes costumam oferecer maior capacidade de aquecimento, especialmente em regiões frias, mas também podem consumir mais energia elétrica. Voltagem: chuveiros elétricos normalmente são encontrados em versões de 127 V ou 220 V. A tensão do aparelho precisa ser compatível com a instalação elétrica do imóvel. Controle de temperatura: o sistema de regulagem interfere diretamente na praticidade durante o banho. Os modelos mais simples costumam trabalhar com posições predefinidas, enquanto chuveiros eletrônicos permitem ajustes mais precisos da temperatura. Vazão: a vazão determina a quantidade de água liberada pelo chuveiro em determinado período. Modelos com maior vazão podem proporcionar um banho mais intenso, mas dependem da pressão disponível na residência. Pressurizador: alguns chuveiros contam com pressurizador integrado, recurso que aumenta a pressão da água na saída. A característica pode ser útil em imóveis onde o fluxo é naturalmente baixo. Tamanho: o espalhador influencia a distribuição da água durante o banho. Modelos maiores tendem a distribuir os jatos por uma área mais ampla, enquanto versões compactas podem ser mais adequadas para espaços menores. Recursos extras: dependendo do modelo, o chuveiro pode oferecer funções como ducha manual, haste de controle, indicador de temperatura, jatos direcionáveis e compatibilidade com sistemas de aquecimento solar. Descubra o que vale a pena para você. KDT Eco Plus é uma ducha premium Cenário gerado com IA Qual é o melhor chuveiro elétrico para comprar no 9.9? É correto afirmar que o melhor chuveiro elétrico é aquele que se encaixa melhor no orçamento e no tipo de banho almejado pelo usuário. Mas de uma maneira geral, o Loren Shower Ultra é um modelo capaz de atender a maioria dos cenários e contextos. Afinal, o aparelho oferece controle gradual de temperatura por um preço acessível, permitindo ajustes mais finos no aquecimento da água. Além disso, traz haste de comando na altura dos braços, facilitando a operação do chuveiro, e compatibilidade com dispositivo de proteção DR. Com informações de Lorenzetti (1, 2), Vonder, Fame, KDT e Enerbras Mais do TechTudo 🎥 Veja também: assista ao vídeo abaixo e descubras as diferenças entre 110 e 220 V Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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Além de GTA 6: conheça os 7 jogos mais hypados da história dos games


Nos últimos dias, a internet recebeu diversas novidades sobre o próximo lançamento da Rockstar Games: GTA 6. Graças ao trailer "Um Olhar Estendido", na Netflix, os usuários puderam ter um vislumbre do que os espera no aguardado jogo da franquia. No entanto, antes de Grand Theft Auto VI, nomes como Cyberpunk 2077, Red Dead Redemption 2 e Hollow Knight: Silksong também causaram hype entre os players. Pensando nisso, o TechTudo elaborou uma lista com sete games responsáveis por movimentar as redes. 🎮 GTA 6, FF7 Revelation e mais: todos os anúncios do State of Play 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar Hollow Knight: Silksong é a continuação do hit Hollow Knight, da Team Cherry Divulgação/Team Cherry ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo Além de GTA 6: os 7 jogos mais hypados da história dos games Cyberpunk 2077 Red Dead Redemption 2 Hollow Knight: Silksong Elden Ring No Man's Sky The Last Guardian The Elder Scrolls VI 1. Cyberpunk 2077 (PS5, PS4, Xbox Series X, Xbox Series S, Xbox One, Nintendo Switch 2 e PC) Anunciado em 2012, Cyberpunk 2077 chegou ao mercado oito anos depois. A trajetória do game até chegar aos consoles foi marcada por muita expectativa e alguns adiamentos. A proposta ambiciosa, a presença de Keanu Reeves e o sucesso de The Witcher 3: Wild Hunt foram alguns dos motivos pelos quais os fãs se mantiveram com hype durante tanto tempo. A história do jogo acompanha a jornada de V, que tenta encontrar uma forma de salvar a sua vida após um roubo que deu errado. Munido de armas de fogo, espadas e habilidades especiais, o jogador enfrenta gangues e outras ameaças das ruas de Night City. Caso tenha interesse, o título está disponível para venda nas lojas digitais por preços a partir de R$ 199,90. Explore tudo o que Night City tem a oferecer em Cyberpunk 2077 Reprodução/Steam 2. Red Dead Redemption 2 (PS4, Xbox One e PC) A reputação da Rockstar Games no mercado e o próprio Red Dead Redemption serviram de combustível para o hype acerca de RDR 2. A desenvolvedora já era conhecida e acalmada pela franquia Grand Theft Auto (GTA) e RDR recebeu aclamação da crítica e do público. Naturalmente, os fãs ficaram empolgados quando souberam de um novo capítulo no Velho Oeste. A proposta de apresentar ao público um mundo aberto vivo, com personagens complexos e inúmeras atividades, também alimentou o hype na época. Não à toa, até hoje Red Dead Redemption 2 é celebrado como um dos melhores games de todos os tempos. A trama é focada em Arthur Morgan, que passa a lidar com o declínio do Velho Oeste ao lado de sua gangue. A jogabilidade é focada em tiroteio, sobrevivência, escolhas morais e exploração. RDR 2 está a venda por preços a partir de R$ 299,90. Red Dead Redemption 2 apresenta aos jogadores um dos melhores "mundo aberto" do universo dos games Reprodução / Playstation Store 3. Hollow Knight: Silksong ( PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X/S, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC) Anunciado em 2019, Hollow Knight: Silksong chegou às plataformas digitais somente em 2025. Ao longo dos anos, uma comunidade fiel, memes e a ausência de novidades foram dois fatores importantes para alimentar o hype ao redor do título. Na internet, não era difícil encontrar piadas sobre a sequência do aclamado Hollow Knight ter se tornado uma espécie de lenda urbana. Na trama, os usuários controlam a caçadora Hornet, que é capturada e levada para um local distante. Ao fugir dos seus sequestradores, ela se vê diante de um reino cheio de segredos conhecido como Fiarlongo. A gameplay, apesar das melhorias, manteve a dificuldade e o estilo metroidvania do antecessor. Silksong pode ser adquirido nas lojas digitais por preços a partir de R$ 59,99. Hollow Knight: Silksong finalmente foi lançado após um longo processo de desenvolvimento Divulgação/Team Cherry 4. Elden Ring (PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X/S, Nintendo Switch 2 e PC) Foram muitos os ingredientes para formar o hype acerca de Elden Ring: a FromSoftware, responsável por nomes como Dark Souls e Sekiro: Shadows Die Twice, a participação de George R. R. Martin, criador de Game of Thrones, na mitologia do universo e um longo período de silêncio após o anúncio oficial em 2019. A proposta de um mundo aberto para o gênero soulslike também alimentou as expectativas dos fãs. A história é focada em um Maculado, que tem como objetivo reunir os pedaços do Elden Ring para se tornar o Elden Lord. Misturando RPG, exploração, combate dinâmico e elementos da já conhecida jogabilidade soulslike, o título se tornou o game mais premiado da história. Caso tenha interesse, é possível comprar o jogo nas principais plataformas digitais por preços a partir de R$ 274,50. Lançado em 2022, Elden Ring é um dos jogos mais premiados de todos os tempos Divulgação/Bandai Namco Entertainment 5. No Man's Sky (PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X/S, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC) No Man's Sky, da Hello Games, ganhou a atenção e a curiosidade dos jogadores devido a sua proposta aparentemente impossível. O título surgiu com a promessa de um universo gigantesco totalmente explorável, o qual seria gerado proceduralmente. Dessa forma, seria possível encontrar planetas nunca antes explorados por outros usuários, por exemplo. Cada mundo apresenta a sua própria fauna e flora para ser documentada, além de características climáticas próprias. Além de catalogar descobertas, você também deve coletar recursos para sobreviver, usar ferramentas para aprimorar a sua nave e descobrir tecnologias antigas. No Man's Sky está disponível para compra nas lojas digitais por preços a partir de R$ 162. No Man’s Sky oferece uma infinidade de planetas para você explorar Reprodução/Steam 6. The Last Guardian (PS4) Um dos casos de espera mais longos da lista, The Last Guardian foi anunciado em 2009, mas chegou ao mercado somente em 2016. Na época, os jogadores ficaram eufóricos com o anúncio de um novo título comandado por Fumito Ueda, de Shadow of the Colossus. A revelação de um personagem ao lado de uma criatura gigante, sem muitos detalhes, também chamou a atenção dos usuários. Assim como Silksong, The Last Guardian se tornou uma espécie de lenda urbana antes de ser lançado sete anos após a sua revelação. O game de ação acompanha a jornada de um garoto sem nome e um ser enorme conhecido como Trico. Ao longo da jogatina, você deve resolver puzzles, se esconder de inimigos e trabalhar em conjunto com Trico. O game está a venda no PS4 por R$ 99,50. The Last Guardian foi anunciado em 2009, mas chegou ao mercado somente em 2016 Divulgação/Sony 7. The Elder Scrolls VI Em 2018, durante a E3, os fãs da franquia The Elder Scrolls ficaram eufóricos com o anúncio de um novo título. Apesar de ter sido revelado através de um curto teaser, que não mostrou detalhes da gameplay ou dos personagens, por exemplo, The Elder Scrolls VI rapidamente se tornou assunto entre a comunidade gamer. Com o sucesso de Skyrim, os fãs da franquia esperavam há tempos por uma novidade. Mesmo com pouco, o hype de The Elder Scrolls VI se mantém vivo através de debates, teorias, memes e artigos escritos por veículos de comunicação. Assim como outros nomes da listagem, o game é até hoje descrito como um dos títulos mais esperados do universo gamer. The Elder Scrolls VI foi a grande surpresa da Bethesda na E3 2018 Reprodução/YouTube Com informações de Gamespot (1, 2 e 3), PC Gamer, Los Angeles Times e GQ Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!
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realme P4 Lite: celular barato tem ótima bateria, mas desaponta nas câmeras


O realme P4 Lite é a nova aposta da fabricante chinesa para o segmento de entrada, com foco quase exclusivo em autonomia de bateria. São 6.600 mAh de capacidade desenvolvida com a tecnologia de silício-carbono, uma solução que permite armazenar mais carga sem aumentar necessariamente a espessura do dispositivo. Além disso, a marca promete cinco anos de vida útil para o componente. Outros destaques do P4 Lite incluem uma construção resistente, com certificações contra quedas e impactos acidentais, além de proteção reforçada contra poeira e respingos de água. Contudo, para conseguir entregar toda essa resistência e bateria por cerca de R$ 1.000, a fabricante precisou economizar no processador e na câmera, que tem apenas 8 MP. Será que, mesmo com essas concessões, o realme P4 Lite vale a pena? O TechTudo testou o celular nas últimas semanas e detalha a seguir se o custo-benefício justifica a compra ou se os compromissos de hardware pesam no veredito. Confira. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎Melhor celular realme em 2026: veja 6 opções para comprar realme P4 Lite tem bateria de 6.600 mAh Diego Sousa/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝realme Note 50 é à prova d'água? Participe do Fórum do TechTudo Initial plugin text Review realme P4 Lite: veja os tópicos analisados neste review Ficha técnica do realme P4 Lite Construção e design ⭐⭐⭐⭐⭐ Tela e som ⭐⭐⭐ Câmera ⭐⭐ Desempenho ⭐⭐⭐ Bateria e carregamento ⭐⭐⭐⭐ Sistema e recursos extras ⭐⭐⭐⭐ realme P4 Lite vale a pena? Initial plugin text Ficha técnica do realme P4 Lite Tamanho da tela: 6,8 polegadas Resolução da tela: 720 x 1.580 pixels (HD+) Painel da tela: LCD com vidro Corning Gorilla Glass Câmera traseira: 8 MP Câmera frontal: 5 MP Sistema operacional: Android 16 sob Realme UI Processador: Unisoc T7250 de oito núcleos Memória RAM: 4 GB ou 8 GB Armazenamento interno: 256 GB Bateria: 6.600 mAh com tecnologia silício-carbono Peso: aproximadamente 208 g Dimensões: 166,4 x 78,2 x 8,3 mm Cores: roxo e cinza Lançamento: agosto de 2026 (Brasil) Design e construção ⭐⭐⭐⭐⭐ Voltado para pessoas que não param em casa um minuto, o realme P4 Lite traz o pacote completo para ninguém se preocupar no dia a dia. Na caixa, o aparelho acompanha uma capinha de silicone rígida e uma película protetora pré-aplicada à tela, o que é um ponto muito positivo considerando que, normalmente, é mais difícil de encontrar acessórios para celulares chineses mais recentes. A chinesa garante, ainda, que o smartphone foi aprovado no teste de resistência a impactos de nível militar MIL-STD-810H, que inclui testes de queda em múltiplos ângulos, impactos de alta intensidade e outros cenários rigorosos. Na prática, isso significa que o P4 Lite deve sobreviver sem grandes problemas se cair de uma altura de dois metros ou pegar uma chuva, já que ele também tem classificação IP64. Design do realme P4 Lite é simples, mas se destaca pela construção resistente quedas e impactos Diego Sousa/TechTudo Com relação ao design, a realme é uma das fabricantes que mais se destacam positivamente, apostando em acabamentos e visuais bem diferentes. Um exemplo é o realme 16 Pro+, que traz uma tampa traseira texturizada que remete ao “movimento de campos de trigo sob o vento”, segundo a empresa. No P4 Lite, o material principal é o bom e velho plástico, mas o acabamento fosco passa uma sensação mais agradável nas mãos e não deixa marcas de dedos e manchas de gordura à vista. Ainda assim, é bastante escorregadio. O modelo testado foi o cinza, que é bem sóbrio, mas ele também está disponível em roxo, que achei mais bonito. O que me impressionou assim que peguei o P4 Lite na mão foi a leveza e a espessura: mesmo com uma bateria gigante, o celular mantém uma finura de 8,3 mm e peso de, aproximadamente, 208 g — para fins de comparação, o iPhone 17 Pro Max, que tem uma bateria menor, pesa 233 g. Tela e som ⭐⭐⭐ O realme P4 Lite traz uma tela LCD de 6,8 polegadas com resolução HD+ (720 x 1.520 pixels) e taxa de atualização de até 120 Hz. É uma combinação básica até para a categoria de entrada, que já conta com modelos equipados com painéis AMOLED e definição Full HD. Nos testes práticos, a densidade de pixels mais baixa em um display tão grande deixa textos e ícones pouco definidos, detalhe perceptível ao ler notícias na web ou assistir a vídeos no YouTube. Por outro lado, vale destacar a boa fluidez na navegação pelos menus e redes sociais graças à taxa de 120 Hz — inclusive, vale manter essa opção sempre ativada, pois o ajuste inteligente automático nem sempre responde rapidamente. Outro ponto positivo é o nível de brilho de até 900 nits, que permite enxergar os conteúdos mesmo sob incidência direta de luz solar. Essa característica favorece o uso do telefone preso ao suporte de veículos e motocicletas durante o dia a dia. Tela do realme P4 Lite tem brilho muito satisfatório para usar em ambietes externos Diego Sousa/TechTudo No som, o smartphone conta com apenas uma saída de áudio (mono) na extremidade inferior. O alto-falante atinge volumes altos para toques de chamadas e notificações, mas peca pela ausência de equilíbrio, com graves apagados e médios estridentes no volume máximo. Para obter maior imersão sonora, a alternativa mais eficiente é recorrer à entrada tradicional de 3,5 mm para fones de ouvido com fio. Câmera ⭐⭐ Apesar de o módulo de câmeras na traseira sugerir a presença de dois sensores, apenas um é funcional e conta com modestos 8 MP de resolução — coisa que não víamos há bastante tempo mesmo entre os smartphones de entrada mais recentes. Na frente, a câmera para selfies tem 5 MP. Como já era de se esperar, fotos e vídeos feitos com o P4 Lite são bem básicos: de dia, o alcance dinâmico (HDR) é limitado, apresentando céus estourados e sombras muito escuras; as cores faltam um ganho na saturação, deixando os registros sem graça; e a resolução de 8 MP é bem baixa. Câmera com HDR e Inteligência Artificial (IA) não captam bem luzes e sombras Diego Sousa/TechTudo À noite, o cenário piora. Mesmo no modo dedicado para fotos noturnas, a abertura da lente reduzida — ou seja, entra menos luz no sensor — e a baixa resolução fazem os ruídos aparecerem com frequência. Na frente, os 5 MP cumprem o papel para selfies sob o sol e chamadas de vídeo, mas o sensor sofre das mesmas limitações do principal: o HDR é limitado, as cores são tímidas, a definição é baixa. Selfie tirada com o realme P4 Lite Diego Sousa/TechTudo Desempenho ⭐⭐⭐ O desempenho do realme P4 Lite é outro ponto que merece atenção. O processador é o básico Unisoc T7250 de oito núcleos com frequência de até 1,8 GHz, um componente que não se destaca em jogos nem no multitarefa. Para fins de comparação, ele é mais simples que o Galaxy A07, celular mais acessível da Samsung atualmente. No teste de benchmark do AnTuTu, o P4 Lite marcou 373.790 pontos, valor que indica o quão simples o smartphone é. Galaxy A07: celular barato da Samsung custa menos de R$ 800; vale a pena? Processador do realme P4 Lite é um dos mais básicos disponíveis no Brasil Diego Sousa/TechTudo Nos meus testes, o P4 Lite aguentou aplicativos de redes sociais, mensageiros e jogos simples como Subway Surfers, mas o tempo de carregamento foi bem alto, e pequenos engasgos ocorreram com frequência. A versão analisada conta com apenas 4 GB de memória RAM, quantidade que considero insuficiente para rodar o sistema Android com uma fluidez mais agradável. A marca até oferece uma ferramenta que expande a memória RAM — alocando parte do armazenamento interno para auxiliar a memória temporária —, mas a experiência na prática não melhora. Vale mencionar que o aparelho tem uma versão com 8 GB de RAM nativa, sendo esta uma opção mais sensata para evitar mais lentidões no longo prazo. Bateria e carregamento ⭐⭐⭐⭐ A realme é uma das marcas que mais investem em duração de bateria em seus aparelhos mais simples, não apenas nos premium. No P4 Lite, são 6.600 mAh de capacidade com tecnologia de silício-carbono que, segundo a fabricante, suportam mais de 11 horas de jogos, 27 horas de Instagram ou 19,8 horas de reprodução de vídeos no YouTube. Em uma perspectiva mais comum, o P4 Lite aguentou quase dois dias de uso moderado com folga, em uma rotina com redes sociais, WhatsApp, reprodução no YouTube e algumas fotos. O tempo de tela ligada ultrapassou as 10h, marca surpreendente para a categoria. Além disso, a fabricante promete até cinco anos de integridade com a tecnologia Titan, certificação que atesta a resistência do componente em testes de temperatura sob estresse e impactos físicos. Entrada de carregamento do realme P4 Lite Diego Sousa/TechTudo No carregamento, o aparelho traz um adaptador de 15 W na caixa, acessório que leva pouco mais de 1h45min para completar a carga de 0 a 100%. O modelo também conta com carregamento reverso, que transfere energia para outros dispositivos por meio do cabo USB-C. Sistema e recursos extras ⭐⭐⭐⭐ O realme P4 Lite sai de fábrica com o sistema Android 16 sob a interface realme UI. Por se tratar de um modelo de entrada, a interface é mais simplificada e deixa de lado alguns recursos presentes nos aparelhos mais caros da chinesa, como a estética “Light Glass”, que aplica um efeito de vidro translúcido aos ícones — visual que lembra o Liquid Glass, do iOS 26. Apesar disso, o sistema mantém algumas ferramentas de segurança e privacidade muito bem-vindas. Entre elas destacam-se o “Cofre seguro”, que permite proteger imagens, vídeos e documentos com senha; o “Bloqueio de aplicativo”, que restringe o acesso a determinados apps; e o “Ocultar aplicativos”, recurso que esconde os apps selecionados da gaveta e da tela inicial. Modo ao ar livre de IA do realme P4 Lite é uma das ferramentas mais úteis do aparelho Diego Sousa/TechTudo Já no campo da Inteligência Artificial (IA), o P4 Lite integra o assistente de IA Gemini e a ferramenta “Circule para Pesquisar”, do Google, de forma nativa. Outra adição é o “Modo ao ar livre de IA”, função que usa algoritmos para melhorar a usabilidade do celular em ambientes externos. O P4 Lite ainda conta com a tecnologia NFC, um diferencial nessa categoria, e permite a realização de pagamentos por aproximação. realme P4 Lite vale a pena? O realme P4 Lite é um celular de entrada que chama atenção princalmente pela ótima autonomia de bateria e pela resistência acima da média da categoria. Custando cerca de R$ 1.021 no Mercado Livre, o aparelho pode ser uma boa opção para quem passa o dia inteiro fora de casa e não pode — ou não quer — gastar tanto em um smartphone novo. Contudo, é preciso considerar dois pontos de atenção: desempenho e câmeras. Ele vai abrir os aplicativos mais populares da Google Play Store? Sim, mas os 4 GB de memória RAM não são suficientes para manter muitos apps abertos simultaneamente, ocasionando travamentos e engasgos constantes. As câmeras, por sua vez, são muito básicas, embora devam servir para chamadas de vídeo com familiares e fotos para recordação. Para quem procura um celular na mesma faixa de preço do realme P4 Lite com menos bateria, mas com desempenho e câmeras melhores, o Samsung Galaxy A17 pode ser uma opção mais equilibrada. Ele se destaca pela câmera principal de 50 MP com estabilização óptica; pela performance superior, com 608.174 pontos no AnTuTu; e pelo suporte de software prolongado. O preço parte de R$ 899 no Mercado Livre. Nota geral: 3,5 de 5 estrelas ⭐ Initial plugin text 🎥Testamos o realme 16 Pro+! Veja o que gostamos e não gostamos no celular! Testamos o realme 16 Pro+! Veja o que gostamos — ou não — no celular! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de setembro de 2026.
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iPhone 18 vem aí: vale a pena comprar o iPhone 14 Pro? Veja prós e contras


Com a chegada cada vez mais próxima da linha iPhone 18, o iPhone 14 Pro volta a entrar no radar de quem procura um celular premium da Apple, mas não quer pagar o preço das gerações mais recentes. Lançado em setembro de 2022, o modelo estreou recursos como a Dynamic Island, câmera principal de 48 megapixels (MP) e tela ProMotion com taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz. O smartphone também trouxe o processador A16 Bionic, que, mesmo quatro anos depois, ainda oferece desempenho suficiente para tarefas exigentes e jogos pesados. O preço também ajuda a explicar o interesse pelo celular em 2026: recentemente, o iPhone 14 Pro apareceu na Amazon por cerca de R$ 2.638, valor bastante inferior ao cobrado por iPhones mais novos. A oferta, porém, exige atenção: como o modelo deixou de ser vendido oficialmente pela Apple, encontrar unidades novas e lacradas no varejo se tornou mais difícil. Além disso, recursos como Apple Intelligence, conexão USB-C e avanços de bateria das gerações mais recentes pesam contra o aparelho. Nas linhas a seguir, o TechTudo reúne três pontos positivos e três negativos do iPhone 14 Pro para ajudar você a decidir se o modelo ainda vale a pena em 2026. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎Como vai ser o iPhone 18 Pro? Veja o que sabemos até agora iPhone 14 Pro ainda reúne recursos premium, como câmera tripla e tela de 120 Hz, mesmo quatro anos após o lançamento Thassius Veloso/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Initial plugin text iPhone 18 vem aí: vale a pena comprar o iPhone 14 Pro? Veja prós e contras O TechTudo reuniu, em tópicos, os principais pontos positivos e negativos do iPhone 14 Pro, modelo lançado em 2022 que ainda pode ser encontrado no mercado brasileiro. No índice a seguir, confira todos os assuntos abordados ao longo deste guia. Ficha técnica do iPhone 14 Pro Prós Tela de 120 Hz ainda é um diferencial Conjunto de câmeras segue completo A16 Bionic ainda entrega bom desempenho Contras Encontrar um iPhone 14 Pro novo ficou difícil Não é compatível com Apple Intelligence Lightning, bateria e recarga já denunciam a idade Afinal, vale a pena comprar o iPhone 14 Pro em 2026? Ficha técnica do iPhone 14 Pro Tela: 6,1 polegadas, Super Retina XDR OLED, resolução de 2556 x 1179 pixels, ProMotion de 1 a 120 Hz Câmera traseira: tripla (48 MP wide f/1.78 + 12 MP ultrawide f/2.2 + 12 MP teleobjetiva f/2.8 com zoom óptico de 3x) Câmera frontal: 12 MP f/1.9 com autofoco Processador: Apple A16 Bionic (4 nm) Memória RAM: 6 GB (estimada) Armazenamento: 128 GB, 256 GB, 512 GB ou 1 TB Cartão de memória: não Bateria: 3.200 mAh (estimada) Sistema: iOS 16 de fábrica Conectividade: 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, NFC e Ultra Wideband (UWB) Conector: Lightning Resistência: IP68 (até 6 m por 30 minutos) Peso: 206 gramas Dimensões: 147,5 x 71,5 x 7,85 mm Cores: preto-espacial, prata, dourado e roxo-profundo Lançamento global: setembro de 2022 Preço de lançamento no Brasil: R$ 9.499 Prós 1. Tela de 120 Hz ainda é um diferencial A tela é um dos pontos que mais ajudam o iPhone 14 Pro a envelhecer bem. O modelo conta com a tecnologia ProMotion, que permite alcançar taxa de atualização de até 120 Hz, recurso que, na época do lançamento, era restrito às versões Pro e Pro Max da Apple. Na prática, a frequência mais alta deixa rolagens, animações e transições do sistema mais fluidas, além de favorecer jogos compatíveis com taxas de quadros elevadas. O aparelho também oferece tela sempre ativa (Always On Display), outra função que não estava disponível no iPhone 14 convencional. Tela ProMotion de até 120 Hz segue como um dos principais diferenciais do iPhone 14 Pro em 2026 Pixabay A especificação continua relevante em 2026 porque a Apple levou alguns anos para democratizar os 120 Hz. O iPhone 16, lançado dois anos depois do 14 Pro, ainda utilizava tela de 60 Hz, enquanto o iPhone 17 foi o primeiro modelo convencional da marca a receber painel de 120 Hz. Isso significa que, mesmo quatro anos após o lançamento, o iPhone 14 Pro ainda entrega uma experiência de navegação comparável à de modelos básicos bem mais recentes nesse aspecto. Por outro lado, os aparelhos atuais já avançaram em outros pontos do display. O iPhone 17, por exemplo, chega a 3.000 nits de brilho máximo. Portanto, a tela do iPhone 14 Pro já não está entre as mais modernas da Apple, mas a combinação de ProMotion e Always On Display continua sendo um argumento forte para quem encontra o aparelho por um preço significativamente menor. 2. Conjunto de câmeras segue completo O conjunto de câmeras é outro ponto em que o iPhone 14 Pro ainda se sustenta bem em 2026. O aparelho foi o primeiro modelo da Apple a adotar uma câmera principal de 48 megapixels (MP), avanço que, naquele ano, ficou restrito às versões Pro e Pro Max. Além dela, o celular traz uma ultrawide de 12 MP e uma teleobjetiva também de 12 MP, com zoom óptico de 3x, formando um sistema mais versátil do que o encontrado em vários iPhones básicos lançados posteriormente. A presença da teleobjetiva continua sendo um diferencial importante. O iPhone 17 convencional, por exemplo, evoluiu para câmeras principal e ultrawide de 48 MP, mas ainda não oferece uma lente dedicada para zoom. Isso significa que o iPhone 14 Pro, apesar da idade, ainda pode ser mais interessante para quem costuma fotografar pessoas, objetos distantes ou cenas em que o enquadramento com aproximação óptica faz diferença. iPhone 14 Pro combina câmera principal de 48 MP com ultrawide e teleobjetiva de zoom óptico de 3x Reprodução/Apple O aparelho também mantém recursos que seguem úteis para criação de conteúdo, como gravação em 4K com Dolby Vision, estabilização eficiente e câmera frontal de 12 MP com autofoco. A geração 14 já entregava vídeo em 4K Dolby Vision a até 60 quadros por segundo (fps). Modelos Pro mais recentes avançaram especialmente no alcance do zoom e na qualidade da ultrawide — o iPhone 16 Pro, por exemplo, oferece teleobjetiva de 5x e ultrawide de 48 MP. Ainda assim, o conjunto do iPhone 14 Pro permanece bastante completo em 2026. 3. A16 Bionic ainda entrega bom desempenho O iPhone 14 Pro é equipado com o A16 Bionic, processador que representava o chip mais avançado da Apple no lançamento do aparelho, em 2022. Embora já tenha sido superado por várias gerações, o componente continua oferecendo desempenho suficiente para tarefas exigentes em 2026, incluindo edição de fotos e vídeos, execução de jogos pesados e uso de vários aplicativos sem que a idade do smartphone seja necessariamente perceptível no cotidiano. Chip A16 Bionic ainda oferece bom desempenho no iPhone 14 Pro para tarefas do dia a dia e jogos Apple/Reprodução Um bom parâmetro para medir a longevidade do A16 é o iPhone 15, lançado um ano depois com o mesmo processador. Em análise do TechTudo, o aparelho registrou 1.514.124 pontos no AnTuTu, resultado ainda competitivo para diferentes tipos de tarefa. Nos testes do próprio TechTudo com o iPhone 15, também não foram percebidos engasgos ou travamentos durante o uso, com destaque para os bons tempos de resposta do sistema. É claro que o A16 já fica atrás dos chips mais recentes da Apple, especialmente em eficiência energética, processamento gráfico e recursos ligados à IA. Ainda assim, para quem não precisa do desempenho máximo disponível em um iPhone atual, o processador dificilmente será o principal motivo para descartar o iPhone 14 Pro em 2026. Pelo contrário: considerando o preço significativamente menor do aparelho, a potência disponível continua sendo um de seus pontos positivos. Contras 1. Encontrar um iPhone 14 Pro novo ficou difícil A idade do iPhone 14 Pro traz um problema que vai além da ficha técnica: encontrar uma unidade realmente nova e lacrada ficou bem mais difícil em 2026. O modelo foi lançado em setembro de 2022 e deixou de fazer parte do catálogo oficial da Apple após a chegada da geração seguinte. Com isso, boa parte das ofertas disponíveis atualmente vem de estoques remanescentes, vendedores de marketplace ou do mercado de aparelhos usados e recondicionados. Essa diferença é especialmente importante na hora de comparar preços. Embora seja possível encontrar anúncios do iPhone 14 Pro por valores próximos de R$ 2.638, o consumidor precisa verificar cuidadosamente a condição informada pelo vendedor, a procedência, a garantia e a saúde da bateria antes de concluir que está diante de uma unidade nova. Comprar um aparelho recondicionado não é necessariamente um problema, mas muda a análise de custo-benefício. Empresas especializadas costumam inspecionar os dispositivos, realizar reparos quando necessário e estabelecer critérios mínimos para a bateria. Em marketplaces, porém, as condições podem variar bastante entre vendedores. Por isso, quem procura especificamente um iPhone 14 Pro novo pode precisar pesquisar mais, e eventualmente pagar um valor que diminui a vantagem do modelo diante de gerações mais recentes. 2. Não é compatível com Apple Intelligence Apesar de ainda entregar bom desempenho, o A16 Bionic impõe uma limitação importante ao iPhone 14 Pro em 2026: o aparelho não é compatível com a Apple Intelligence, conjunto de recursos de inteligência artificial da Apple. A mesma restrição aparece no iPhone 15 convencional, que também utiliza o A16 Bionic e fica de fora das ferramentas de IA da fabricante. iPhone 14 Pro não é compatível com a Apple Intelligence por utilizar o chip A16 Bionic Shutterstock Essa ausência pesa principalmente para quem pretende ficar vários anos com o celular. Modelos mais recentes já foram desenvolvidos levando esses recursos em consideração. O iPhone 16e, por exemplo, utiliza o chip A18 e oferece suporte à Apple Intelligence, enquanto aparelhos equipados com A16 permanecem limitados mesmo recebendo novas versões do iOS. Portanto, atualizar o sistema do iPhone 14 Pro não é suficiente para liberar os recursos de IA que dependem de hardware mais recente. Isso não significa que o celular esteja perto de ficar sem atualizações. A própria geração iPhone 14 ainda deve continuar recebendo novas versões do iOS e pacotes de segurança por alguns anos. A diferença é que parte das novidades mais avançadas do ecossistema Apple simplesmente não chegará ao 14 Pro. Para quem não faz questão de inteligência artificial, a limitação pode ter pouco impacto no uso cotidiano; para quem busca maior longevidade de recursos, porém, é um dos principais argumentos para escolher uma geração mais nova. 3. Lightning, bateria e recarga já denunciam a idade Algumas características do iPhone 14 Pro deixam mais evidente que o aparelho foi lançado em 2022. A principal delas é a porta Lightning, abandonada pela Apple a partir da geração iPhone 15 em favor do USB-C. O padrão mais recente facilita o uso de um mesmo cabo em celulares, tablets, notebooks e diversos acessórios, enquanto o 14 Pro ainda exige um cabo específico para a conexão da Apple. A mudança para USB-C foi justamente um dos avanços que tornaram o iPhone 15 mais moderno em relação à geração 14. Linha iPhone 14 Pro ainda usa conector Lightning, substituído pelo USB-C nas gerações seguintes Reprodução/Apple A autonomia também merece atenção. O iPhone 14 Pro tem bateria estimada em cerca de 3.200 mAh e, quando novo, tinha promessa de até 23 horas de reprodução de vídeo. O problema em 2026 é que boa parte das unidades disponíveis já pode acumular alguns anos de uso. Nesse cenário, a saúde da bateria passa a ser tão importante quanto a capacidade original: um aparelho usado ou recondicionado com bateria degradada pode apresentar autonomia consideravelmente inferior à registrada no lançamento. Por isso, vale conferir a porcentagem de capacidade máxima antes da compra. A recarga também não acompanhou a evolução vista em outros celulares. Com um adaptador de 20 W ou superior, a Apple promete aproximadamente 50% da carga em cerca de 30 minutos, enquanto o MagSafe chega a 15 W. Não chega a inviabilizar o uso, mas está longe de ser um destaque em 2026. Até modelos mais recentes da própria Apple continuam recebendo críticas pelo carregamento relativamente lento, mostrando que esse ainda é um ponto em que os iPhones avançaram menos do que outros aspectos da ficha técnica. Somando Lightning, uma bateria potencialmente envelhecida e velocidades de recarga modestas, esse é um dos pontos em que o iPhone 14 Pro mais demonstra seus quatro anos de mercado. Afinal, vale a pena comprar o iPhone 14 Pro em 2026? O iPhone 14 Pro ainda pode valer a pena em 2026, mas somente se aparecer por um preço realmente baixo e em boas condições. Por cerca de R$ 3.459, valor encontrado durante o levantamento desta matéria, o antigo topo de linha ainda reúne características difíceis de encontrar nessa faixa de preço dentro do ecossistema da Apple, como tela OLED de 120 Hz, câmera teleobjetiva com zoom óptico de 3x e o A16 Bionic, que continua entregando desempenho satisfatório no uso cotidiano. O mesmo processador, inclusive, equipa o iPhone 15 e ainda apresenta bom desempenho em 2026. O preço faz bastante diferença nessa conclusão. O iPhone 15, por exemplo, aparece atualmente por cerca de R$ 4.000 e também não é compatível com Apple Intelligence. Ele leva vantagem por ser mais recente e utilizar USB-C, mas mantém tela de 60 Hz e não tem câmera teleobjetiva dedicada. Assim, para quem prioriza qualidade de tela, zoom óptico e recursos de câmera, um iPhone 14 Pro bem conservado por menos de R$ 3.000 pode entregar uma relação entre preço e ficha técnica bastante interessante. A recomendação muda à medida que o valor sobe. Se o iPhone 14 Pro custar perto de R$ 3.500 ou mais, modelos mais recentes passam a ser escolhas mais seguras, principalmente para quem pretende permanecer vários anos com o aparelho. O próprio TechTudo já considera que iPhones anteriores ao 15 acumulam limitações importantes para o longo prazo, especialmente pela ausência de Apple Intelligence e USB-C. Além disso, como encontrar unidades novas do 14 Pro ficou difícil, é fundamental verificar saúde da bateria, procedência, histórico de reparos e garantia antes da compra. Com informações de TechTudo (1, 2, 3, 4, 5), MacRumors, Swappie, BackMarket Mais de TechTudo 🎥iPhone 14: veja sete fatos sobre o celular da Apple iPhone 14: veja sete fatos sobre o celular da Apple Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de setembro de 2026.
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Qual é a melhor marca de secadora de roupa? Veja 8 opções para comprar sem medo


A melhor marca de secadora de roupa não se resume a uma única fabricante, pois a escolha ideal varia conforme a necessidade específica de cada consumidor por conectividade, espaço disponível e limite de orçamento. Samsung e LG dominam o segmento de tecnologia, ideais para quem busca integração com casas inteligentes. Electrolux e Brastemp oferecem opções equilibradas para o uso diário de famílias médias, com foco na durabilidade. Midea, Mueller, Fischer e Philco entregam alternativas acessíveis. O TechTudo analisou o portfólio de oito grandes fabricantes no Brasil para orientar a sua decisão de compra. Este guia detalha as propostas de cada empresa em relação a programas de secagem, consumo de eletricidade e facilidade de instalação. Entender as capacidades máximas e as dimensões dos aparelhos evita surpresas na conta de luz e na adequação à lavanderia. Compare os perfis de uso recomendados e descubra qual modelo atende perfeitamente à sua rotina doméstica. 🔎 Secadora de roupas a gás vale a pena? Veja como funciona e quanto gasta 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Melhor secadora de roupas: veja modelos da Electrolux, Brastemp, Samsung, LG, Midea, Mueller, Fischer e Philco Reprodução/Mercado Livre 📝 As máquinas de lavar atuais duram pouco? Veja no Fórum TechTudo Melhor secadora de roupa: comparamos 8 marcas para você escolher a ideal Escolher a melhor secadora de roupa envolve avaliar marca, capacidade, tecnologias e consumo de energia. Para ajudar nessa decisão, o TechTudo avaliou oito fabricantes e seus principais modelos, considerando diferentes perfis de uso e necessidades. Também mostramos quando vale mais a pena optar por uma secadora ou por uma lava e seca. Qual é a melhor marca de secadora de roupa? Qual capacidade de secadora de roupa comprar? Confira 8 fabricantes e os melhores perfis de uso Qual marca de secadora de roupa tem as melhores tecnologias? Qual é a melhor marca de secadora de roupa para cada perfil? Secadora de roupa gasta muita energia? Secadora de roupa ou lava e seca: qual vale mais a pena? 1. Qual é a melhor marca de secadora de roupa? Não existe uma única fabricante que possa ser considerada a melhor em todos os aspectos. A escolha depende do que o consumidor considera mais importante e da forma como o aparelho será utilizado. Por exemplo, uma família numerosa que lava edredons, toalhas e grandes volumes de roupas pode precisar de uma máquina maior, enquanto uma pessoa que mora sozinha pode economizar dinheiro e espaço ao escolher um equipamento de 8 kg a 10 kg. Da mesma forma, quem prioriza conectividade pode preferir Samsung ou LG, enquanto quem busca uma máquina mais simples pode encontrar opções mais adequadas em Mueller, Fischer ou Philco. Para elaborar esta comparação, foram considerados os seguintes critérios: qualidade dos aparelhos, perfil dos usuários, variedade de capacidades e programas, tecnologias de secagem, eficiência energética, recursos de praticidade, facilidade de instalação, assistência técnica e garantia, preço e custo-benefício. A análise considera os produtos e informações disponibilizados pelas próprias fabricantes, além das características técnicas dos modelos encontrados nos portfólios atuais das marcas. Secadora de Roupas 11,2 Kg HealthGuard Branca Midea Midea/Divulgação 2. Qual capacidade de secadora de roupa comprar? Para escolher a capacidade ideal, considere a frequência de uso e o volume de peças acumuladas na semana. Edredons, cobertores e toalhas exigem muito mais espaço no tambor interno em comparação com camisetas finas e roupas leves. Um erro comum envolve comprar uma máquina com limite inferior ao da lavadora atual. Consulte sempre o manual de instruções e verifique a recomendação máxima de carga para cada tipo de tecido. Equipamentos de 8 a 10 kg atendem perfeitamente pessoas solteiras ou casais sem filhos. Aparelhos entre 10 e 12 kg solucionam a rotina de famílias médias e usuários com alta demanda diária de lavagem. Secadoras com 13 kg ou mais facilitam a vida de lares numerosos e de quem higieniza cobertores pesados com constância. Avalie também o espaço físico da lavanderia para evitar bloqueios de circulação. 3. Electrolux A Electrolux mantém um dos portfólios mais versáteis do mercado brasileiro atual. A marca disponibiliza modelos de parede, de piso e opções compactas para apartamentos menores. A linha Essential Care traz capacidades em torno de 11 kg e funções focadas na redução de rugas. Já a série Premium Care atinge 12 kg e adiciona a função AutoSense para ajustar a temperatura conforme a umidade da carga. A fabricante equilibra bem o cuidado com os tecidos e a facilidade de instalação. O modelo Essential Care STL11 ilustra bem o foco da empresa, pois conta com 16 ciclos programados e quatro funções especiais. O ciclo Antirrugas mantém o cesto em movimento com ar frio ao final do processo e ajuda a alisar os tecidos. A versão Premium Care SVB11 permite instalação em nichos ou suportes suspensos e traz painel digital intuitivo. A marca atende perfeitamente quem foge de painéis complexos, mas exige resultados profissionais. Secadora de Roupas Electrolux 11Kg Cor Inox Essential Care Electrolux/Divulgação Veredito: a Electrolux é uma boa escolha para quem procura equilíbrio entre variedade de programas, cuidado com as roupas, diferentes capacidades e facilidade de instalação. Para quem deseja máxima conectividade ou tecnologias mais avançadas de automação, Samsung e LG podem fazer mais sentido. Já para quem procura apenas uma secadora simples e barata, Mueller e Fischer podem apresentar alternativas mais econômicas. 4. Brastemp A Brastemp foca sua linha atual de secadoras em modelos tradicionais e de alta durabilidade, com destaque para as versões de 10 kg. A empresa divide suas opções entre aparelhos de piso e versões suspensas para otimizar lavanderias compactas. A BSR10BB representa a proposta central da fabricante, com operação simples e interface amigável. A máquina entrega os programas Passe Fácil, Desodorizar e Ciclo Edredom, cobrindo as necessidades básicas de uma casa brasileira típica. O programa Desodorizar aplica um jato de ar para remover cheiros indesejados de roupas guardadas por muito tempo. Diferente de concorrentes asiáticas, a Brastemp não aposta em integração por Wi-Fi ou sensores complexos de secagem nos modelos de entrada. A marca foca em consumidores que valorizam a confiabilidade mecânica e a facilidade de encontrar peças de reposição Secadora Piso Brastemp 10Kg - BSR10BB Brastemp/Divulgação Veredito: a Brastemp vale a pena para quem busca uma marca tradicional, operação relativamente simples e programas úteis para o cotidiano. A principal vantagem sobre modelos mais básicos é a variedade de funções. Por outro lado, quem busca conectividade, controle por aplicativo e automação mais avançada pode encontrar alternativas mais interessantes em Samsung e LG. 5. Samsung A Samsung lidera as inovações tecnológicas do setor com aparelhos voltados para a casa inteligente e a alta eficiência energética. A empresa substitui o sistema tradicional de resistência elétrica pela tecnologia Heat Pump nas linhas mais caras. A bomba de calor reaproveita o ar quente e atua em temperaturas menores para proteger as fibras dos tecidos. Sensores internos calculam o tempo exato e impedem o superaquecimento. Os modelos da linha Bespoke AI conectam-se ao ecossistema SmartThings. O usuário consegue monitorar o ciclo pelo celular e recebe alertas sonoros na televisão da sala quando a roupa fica pronta. O recurso AI Energy Mode reduz o consumo elétrico de forma drástica, fator que compensa o preço elevado do equipamento a longo prazo. Secadora Elétrica Samsung Bespoke AI Laundry Heat Pump DV90F 20kg Inox Samsung/Divulgação Veredito: a Samsung é uma das escolhas mais interessantes para quem coloca tecnologia, automação e eficiência energética entre as prioridades. O problema é o investimento inicial, na maioria dos casos maior que outros modelos disponíveis no mercado. Se o consumidor não pretende utilizar conectividade ou recursos avançados, uma secadora mais simples pode entregar resultado semelhante na tarefa básica de secar roupas por um preço menor. 6. LG A LG direciona sua estratégia no Brasil para as máquinas híbridas, com forte presença nas opções Lava e Seca. A marca foca em integrar vapor e inteligência artificial em produtos de tambor único, como as populares linhas VC4 e VC2. Esses equipamentos oferecem recursos avançados como o TrueSteam, tecnologia responsável por esterilizar e remover alérgenos das peças. A lavagem a seco Steam Fresh revitaliza camisas em poucos minutos. A conectividade via SmartThinQ permite baixar novos ciclos da internet e diagnosticar falhas mecânicas diretamente pelo aplicativo. A capacidade de secagem das máquinas híbridas costuma ser inferior ao limite de lavagem, detalhe que exige atenção do usuário na hora de programar o ciclo completo. Secadora de Roupas LG TWINWash 17kg LG/Divulgação Veredito: a LG é especialmente interessante para quem busca tecnologia, grande capacidade e recursos de cuidado com os tecidos. Assim como ocorre com a Samsung, porém, o investimento pode ser desnecessário para quem simplesmente precisa de uma secadora básica. Além disso, o tamanho do equipamento deve ser cuidadosamente conferido antes da compra. 5. Midea A Midea conquistou o mercado nacional ao democratizar o acesso a tecnologias antes restritas a equipamentos caros. Assim como a LG, a fabricante concentra esforços nas máquinas Lava e Seca, a exemplo da popular linha HealthGuard Smart. Os aparelhos entregam painel touch responsivo, botão Lunar multifuncional e motores inverter bastante silenciosos. A tecnologia SmartSec calcula a umidade dos tecidos de forma autônoma e ajusta o ciclo dinamicamente. A marca também possui secadoras independentes de 11 kg, como a SM11, destinadas a quem já possui uma lavadora dedicada. O custo-benefício destaca a empresa nas prateleiras, pois o preço final fica bem abaixo das concorrentes de mesma capacidade. Os produtos abrem mão do Wi-Fi e de assistentes de voz nativos para manter a agressividade comercial. Secadora de Roupas 11,2 Kg HealthGuard Branca Midea Midea/Divulgação Veredito: a Midea é uma das alternativas mais interessantes para quem procura tecnologia sem necessariamente pagar o preço de uma secadora premium. Ela pode ser uma escolha particularmente interessante para consumidores que querem sensores, programas variados e recursos de praticidade, mas não fazem questão de conectividade. 6. Mueller A Mueller ocupa um nicho específico voltado para lares menores e consumidores com orçamentos apertados. A empresa catarinense domina o segmento de secadoras compactas de parede, também conhecidas como estufas. Modelos como a Solaris de 8 kg funcionam com uma câmara de PVC dobrável e varões internos para dispor as peças em cabides. O ar circula de baixo para cima e entrega roupas prontas sem marcas de dobras. O mecanismo dispensa tombamento, detalhe que prolonga a vida útil de blusas delicadas e rendas sensíveis ao atrito. O controle ocorre por um timer simples de até 120 minutos, sem sensores eletrônicos ou painéis digitais. A instalação exige apenas buchas na parede e uma tomada adequada, sem necessidade de dutos de exaustão. Secadora de Roupa Mueller 13Kg com Sensor de Umidade MSP13F Mueller/Divulgação Veredito: a Mueller é indicada para quem procura funcionalidade, capacidade e operação simples, principalmente quando o orçamento é mais limitado. Em contrapartida, faltam em boa parte da linha recursos encontrados nas concorrentes premium, como conectividade, aplicativos e sistemas avançados de automação. 7. Fischer A Fischer adota uma estratégia muito semelhante à da Mueller e aposta todas as fichas na praticidade e no baixo custo. A Super Ciclo de 8 kg desponta como o grande destaque da marca no segmento de secadoras de câmara. O painel eletromecânico conta apenas com opções de tempo, incluindo um modo amaciante de 15 minutos com ar frio. A temperatura interna atinge no máximo 65 graus Celsius e protege os tecidos sintéticos. O equipamento acomoda até três varais fixos e seis cabides removíveis, formato que otimiza o espaço da estufa plástica. O visual não possui grandes requintes estéticos e a operação gera um ruído característico de ventoinha contínua. A marca foca em pessoas que moram sozinhas e precisam de uma solução de emergência para dias chuvosos, sem comprometer a conta bancária ou ocupar o piso. Secadora Fischer Super Ciclo 8 kg (127 V) Reprodução/Amazon Veredito: a Fischer pode valer a pena para quem quer gastar menos, ocupar pouco espaço e ter uma secadora sem recursos complexos. Por outro lado, consumidores que desejam sensores de umidade, programas automáticos, conectividade ou maior capacidade podem encontrar opções mais completas em Electrolux, Midea, Samsung ou LG. 8. Philco A Philco atua no segmento intermediário e busca mesclar capacidades familiares com preços atraentes. A secadora frontal PSC11 possui cesto de aço inox de 11 kg e um seletor giratório com diversas opções de ciclos pré-configurados. O produto assemelha-se visualmente às lavadoras de abertura frontal e exige um planejamento maior de espaço na área de serviço. A interface apresenta botões físicos e painel luminoso claro e facilita a programação rápida. O sistema funciona por exaustão térmica clássica, mecanismo que aumenta o consumo elétrico em comparação com as tecnologias de bomba de calor. A marca compensa a falta de recursos inteligentes com garantia prolongada e ampla rede de assistência técnica. O equipamento suporta bem a demanda de famílias de quatro pessoas e concorre diretamente com os modelos de entrada das marcas tradicionais. Secadora de Roupas 11Kg Philco 16 Programas Branco PSEC5000 Philco/Divulgação Veredito: a Philco é interessante para quem procura uma secadora de capacidade intermediária, com vários programas e preço mais acessível. É uma opção para consumidores que não precisam necessariamente de conectividade ou sistemas sofisticados de automação. Para quem quer sensores avançados e maior eficiência, Midea, Electrolux, Samsung e LG tendem a oferecer propostas mais completas. 9. Qual marca de secadora de roupa tem as melhores tecnologias? A resposta depende do que o consumidor chama de tecnologia. Se o critério for conectividade e automação, Samsung e LG aparecem na frente. A Samsung se destaca pela combinação de sensores de umidade, Heat Pump, automação e SmartThings em modelos compatíveis. A tecnologia Heat Pump também merece atenção por trabalhar com temperaturas mais baixas e reaproveitamento de calor, o que pode reduzir o consumo em comparação com secadoras elétricas convencionais. O modo AI Energy Mode, disponível via aplicativo SmartThings Energy, promete reduzir em até 20% o consumo de energia durante o processo de secagem das roupas, sem comprometer o desempenho. LG aposta em vapor, programas adicionais, diagnóstico inteligente, conectividade e grande capacidade. O modelo TWINWash de 17 kg, por exemplo, oferece TrueSteam, Steam Fresh, SmartThinQ e Smart Diagnosis. Electrolux tem como destaque a variedade de programas e recursos para cuidar das roupas, como Passa Fácil e Antirrugas, além de diferentes possibilidades de instalação. Midea consegue oferecer recursos interessantes em uma faixa intermediária. A HealthGuard 11 kg reúne SmartSec, HealthGuard, Passa Fácil e 15 programas. Brastemp, além da tradição, aposta em praticidade, programas de uso cotidiano e, em sua linha de maior capacidade, sensores de secagem e vapor. Mueller, Fischer e Philco trabalham mais intensamente com recursos essenciais, embora a Mueller já ofereça modelos com sensor de umidade, como a MSP13F. Melhor marca de secadora de roupa depende dos hábitos de uso e orçamento dispon Samsung/Divulgação Portanto, a marca mais tecnológica não necessariamente é a melhor compra. Se o consumidor não utiliza conectividade ou programas avançados, pagar mais por esses recursos pode não ser uma opção interessante. 10. Qual é a melhor marca de secadora de roupa para cada perfil? A melhor marca de secadora de roupa pode variar bastante de acordo com as necessidades de cada consumidor. Antes de escolher um modelo, vale considerar quais características são mais importantes para a rotina. Confira um guia rápido com as marcas que mais se destacam em cada perfil de uso: Para quem busca tecnologia e automação: Samsung e LG. As duas marcas oferecem, em modelos específicos, recursos de automação, sensores e conectividade, que facilitam o uso no dia a dia e dão mais controle sobre os ciclos de secagem. Para quem procura custo-benefício: Midea, Electrolux e Philco. A Midea combina capacidade e recursos de forma equilibrada, a Electrolux oferece uma ampla variedade de modelos e programas, e a Philco é uma alternativa atrativa para quem prioriza o preço. Para famílias grandes ou grandes volumes de roupa: Mueller, LG, Brastemp e Samsung. Modelos de 13 kg ou mais ajudam a reduzir a quantidade de ciclos necessários durante a semana. Entre as opções estão a Mueller com 13 kg, a LG com 17 kg, a Brastemp com 17 kg e a Samsung, com modelos de até 20 kg. Para quem quer uma secadora simples e direta: Mueller, Fischer e Philco. Fischer e Mueller têm modelos com operação mais direta, voltada só à secagem das roupas. A Philco, em determinados equipamentos, oferece mais programas para quem quer um pouco mais de flexibilidade sem abrir mão da praticidade. Para quem já usa outros eletrodomésticos conectados: Samsung e LG; modelos de secadora com conectividade podem se integrar ao SmartThings, da Samsung, ou ao SmartThinQ, da LG, o que é interessante para quem já está inserido em um desses ecossistemas. Secadora de roupas FreePik Antes de fechar a compra, vale conferir as especificações do modelo escolhido: a disponibilidade de recursos como conectividade, sensores e programas específicos pode variar entre aparelhos de uma mesma marca. Mais do que escolher apenas pela fabricante, o ideal é analisar o modelo individualmente e verificar se ele atende às necessidades da sua rotina. 11. Secadora de roupa gasta muita energia? As secadoras elétricas convencionais figuram entre os aparelhos que mais elevam a conta de luz residencial. O consumo alto decorre da necessidade de aquecer resistências de metal repetidas vezes durante um único ciclo de funcionamento. O estado das peças afeta o impacto final, pois roupas mal centrifugadas na lavadora exigem ciclos longos e desperdiçam muita eletricidade. As secadoras com bomba de calor subvertem essa lógica e reduzem os gastos em até 50%. Consulte sempre a etiqueta de eficiência energética e prefira modelos com o selo Procel A. Equipamentos modernos desligam sozinhos ao identificar que o tecido atingiu o nível ideal de ressecamento. Limpar o filtro de fiapos após todo uso garante a circulação correta do ar e evita o esforço excessivo do motor. Por ser um eletrodoméstico de alto consumo de energia, secadora pode elevar o valor da conta de luz Marcos Oliveira/Agência Senado 12. Secadora de roupa ou lava e seca: qual vale mais a pena? A máquina híbrida resolve perfeitamente a vida de quem vive em apartamentos pequenos e precisa de fluidez no dia a dia. O usuário programa a lavagem e a secagem juntas, aperta um botão e recolhe a roupa pronta horas depois. O ponto negativo reside na capacidade assimétrica, pois um aparelho que lava 11 kg consegue secar apenas 7 kg de carga na mesma operação. A compra de máquinas separadas beneficia lares espaçosos e famílias numerosas. O consumidor ganha a vantagem de colocar uma nova leva de roupas sujas na lavadora enquanto a secadora processa a carga anterior. O custo de manutenção também pende a favor dos equipamentos individuais, pois falhas na Lava e Seca inativam todo o sistema de limpeza da casa. Coloque na balança o espaço físico e a pressa da sua rotina. A lava e seca é ideal ambientes compactos e pessoas que buscam praticidade Divulgação/EOS Mais do TechTudo Vídeo: Qual MÁQUINA DE LAVAR é a melhor para comprar HOJE? Qual MÁQUINA DE LAVAR é a melhor para comprar HOJE?
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Testamos a Tami: plataforma permite trocar serviços sem usar dinheiro


A plataforma Tami, uma startup brasileira, aposta no modelo time bank (banco de tempo), o usuário usa horas como moeda no sistema de troca. O número de horas dedicadas à realização de um serviço se transforma em TamiCoins, que podem ser usadas para contratar outros serviços. Assim, quem oferece uma atividade pode procurar alguém que faça algo que deseja ou receber solicitações de outros usuários. Tudo é combinado pelo chat da plataforma. O TechTudo testou a plataforma, veja as nossas impressões. 🔎 Surveytime é confiável? Site promete dinheiro respondendo pesquisas; conheça 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 🔎 Music Pix é confiável? Conheça app que promete dinheiro avaliando músicas Plataforma de troca de serviço em que as horas viram moeda Ana Claudia Bahia/ TechTudo 📝Qual é o melhor navegador online? Veja no Fórum do TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Índice O que é a Tami? Como funciona o sistema de horas da Tami? Como criar uma conta e oferecer um serviço Testamos: conseguimos trocar nosso tempo por outro serviço? Quais serviços estão disponíveis na plataforma? Tami é realmente gratuita? Vale a pena usar a Tami? 1. O que é a Tami? O serviço da Tami é baseado em um modelo de economia colaborativa. A plataforma foi lançada em abril de 2026, criada por Yasmim Ferreira. Basicamente, funciona como um sistema de troca, o usuário oferece um serviço por uma quantidade de horas, que se transformam em TamiCoin (moeda da plataforma), procura um serviço oferecido e solicita a troca. Você pode usar a Tami pelo site, ou pelo app para Android, ou iPhone. O modelo é diferente da permuta tradicional porque não é necessário fazer uma troca direta entre dois usuários. Na Tami, uma hora de serviço prestado pode ser usada posteriormente para solicitar uma hora de outro serviço. As TamiCoin, a moeda da Tami, funcionam como unidade de troca. A cada uma hora de serviço prestado, o usuário recebe 1 TamiCoin, que pode ser usada para solicitar outro serviço. Os usuários não precisam fazer pagamentos em dinheiro entre si. Free Music Archive: como usar o site com músicas grátis 2. Como funciona o sistema de horas da Tami? O sistema de horas da Tami funciona de forma bem prática, 1 hora de serviço prestado = 1 TamiCoin, a moeda da plataforma. Ou seja, você presta um serviço por uma determinada quantidade de horas e esse tempo é revertido em moedas. Quando você realiza uma troca de serviços, ela é paga com TamiCoin. Suas moedas podem ser usadas para adquirir qualquer tipo de serviço, independente do que você ofereça, por exemplo, se você dá aulas de inglês, pode fazer uma troca por um serviço de social media. A plataforma oferece moedas bônus para contas novas, para os usuários poderem aproveitar o serviço imediatamente. Moedas para novos usuários Ana Claudia Bahia/ TechTudo Qual site é mais confiável para previsão do tempo? Veja as melhores opções 3. Como criar uma conta e oferecer um serviço Criar uma conta na Tami é simples, usei o site, basta clicar em um dos campos de criar conta que aparecem na homepage e preencher os dados solicitados, que não são muitos. O processo todo levou menos de dois minutos e não tive nenhuma dificuldade. Clique em criar conta para fazer o seu perfil na plataforma Ana Claudia Bahia/ TechTudo Tela para criar conta Ana Claudia Bahia/ TechTudo Para oferecer um serviço, basta selecionar “Nova oferta” no menu lateral, informar qual atividade será realizada, escolher a categoria e o formato. Também é possível adicionar uma foto, indicar a disponibilidade e incluir uma descrição do serviço. Escolha categoria e formato para fazer uma oferta. Ana Claudia Bahia/ TechTudo Há duas maneiras de solicitar. A primeira tem um processo parecido com o da oferta, no campo ao lado do de oferta, siga o mesmo passo-a-passo e preencha as mesmas informações que você preencheu quando estava falando dos seus serviços, mas agora fale do que você deseja. Já a segunda opção é acessar o campo “Descobrir” e ver os serviços oferecidos. Busque serviços oferecidos no campo "Descobrir" Ana Claudia Bahia/ TechTudo Como saber quem visitou seu perfil no Instagram: é possível? Veja sites 4. Testamos: conseguimos trocar nosso tempo por outro serviço? Testamos a plataforma para saber como ela funciona na prática. Para o teste, criei uma oferta de otimização de currículo e perfil no LinkedIn e solicitei uma troca com um serviço de conversação de inglês. Não tive resposta sobre o serviço de conversação de inglês em quatro dias de espera, por isso não consegui realizar a troca, no entanto, recebi uma solicitação de troca, de um usuário interessado no meu serviço. Ou seja, por uma questão de disponibilidade, não consegui usar minhas TamiCoins no serviço desejado. Somadas, as ofertas em todas as categorias disponíveis são 409 e existiam 25 solicitações de serviços. Para a conversação de inglês, encontrei apenas três opções. Prompt Seen: veja site com comandos prontos para criar fotos de IA 5. Quais serviços estão disponíveis na plataforma? Na Tami existem serviços variados disponíveis, observei serviços como abertura de MEI, Aula de Bartender, Babá, Social Media, Fisioterapia, Orientação Jurídica, Aulas de Esportes, Passeio de Cães, Leitura de Baralho, Roteiros de viagens, entre outros. Serviços oferecidos na plataforma Ana Claudia Bahia/ TechTudo Os serviços são oferecidos nas categorias remota e presencial, na plataforma são divididos nas categorias: educação, casa, tecnologia, saúde, artes, esportes, alimentação, transporte, pet e artesanato. Senti falta de mais opções de categorias, que englobem mais serviços. Esse site mostra qual é o seu sotaque quando fala inglês; saiba usar 6. Tami é realmente gratuita? Todo o processo da Tami envolve a troca de serviços através da TamiCoin, sendo basicamente o seu tempo convertido em moeda. Ou seja, a plataforma é de fato 100% gratuita para os usuários, nenhum tipo de pagamento ou taxa são cobradas. A criadora da Tami, Yasmim Ferreira, diz que a proposta principal do serviço é que ele continue totalmente grátis para os usuários finais, para que a troca de tempo e o impacto social continuem acessíveis a todos. Para o futuro, ela diz que pretendem sustentar a operação por um modelo B2B, oferecendo planos para ONGs e instituições que queiram publicar oportunidades de voluntariado e projetos na plataforma além de planos corporativos para empresas e marcas que desejem disponibilizar benefícios e experiências resgatáveis, “Permitindo que os usuários acessem produtos e serviços dessas empresas utilizando as horas acumuladas na plataforma. Um exemplo disso seria uma marca como o Spotify oferecer 1 mês grátis de assinatura para o usuário em troca de X horas dedicadas na Tami”, comenta Yasmim Ferreira. Yandex Images: como encontrar pessoas parecidas gratuitamente o site 7. Vale a pena usar a Tami? A Tami é bem organizada, fácil de utilizar e com uma boa proposta. Acredito que a maior dificuldade hoje em dia é o fato de a plataforma ter poucos usuários, fazendo com que não existam tantas ofertas de serviços, assim, é fácil esbarrar na dificuldade de não encontrar opções de algo que você deseja, ou caso encontre seja pouco, dificultando fechar uma troca. Quando falamos em serviços presenciais a dificuldade fica ainda maior, já que você depende da demanda para a sua região. De uma forma geral, a Tami apresenta uma boa ideia e pode ser muito útil, mas para isso é necessário alcançar o sucesso que daria uma grande base de usuários. Com informações de Tami 🎥 Confira no vídeo os 4 lançamentos da Lenovo que mais chamaram atenção na IFA 2026 4 novidades da Lenovo na IFA 2026 que você precisa conhecer
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Adeus, smartwatch? Anker anuncia caixa de som que monitora sono à distância


A Anker apresentou na IFA 2026 o Soundcore SleepLab Pro, uma caixa de som para a cabeceira que usa radar de 60 GHz para monitorar sono, respiração e frequência cardíaca sem nada no corpo. O diferencial é claro para quem usa Galaxy Ring, da Samsung, ou Apple Watch e não se adapta a dormir com mais um acessório no pulso ou no dedo. O eletrônico também usa os dados coletados para adaptar sons e exercícios respiratórios a cada noite. O TechTudo conferiu o lançamento do produto de perto e te explica como a tecnologia funciona, quais recursos de sono o produto oferece e se faz sentido como alternativa ao smartwatch. A caixa de som existe em duas versões, com e sem radar, e nenhuma delas exige assinatura para acessar os recursos de monitoramento de sono. 🔎 Acer lança monitor com três telas para turbinar seu desempenho no trabalho 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews O Soundcore SleepLab Pro é uma caixa de som para a cabeceira que usa radar de 60 GHz para monitorar sono Tainah Tavares/TechTudo 📝 Qual é a melhor caixa de som Bluetooth? Confira no Fórum TechTudo Monitoramento completo sem nenhum acessório Saiba como o SleepLab Pro usa radar de 60 GHz para monitorar o sono sem nenhum acessório no corpo. O aparelho combina esse monitoramento com mais de 180 sons e um programa de exercícios respiratórios que se adapta ao perfil de cada usuário ao longo das noites. O TechTudo também compara a proposta com smartwatches e smart rings, aponta vantagens e limitações honestas e informa os preços anunciados pela Anker. Veja os tópicos abordados: Anker Soundcore SleepLab Pro: como funciona? Radar de 60 GHz monitora sono à distância Aparelho adapta sons para ajudar a dormir SleepLab Pro substitui smartwatch para monitorar o sono? Preço e disponibilidade 1. Anker Soundcore SleepLab Pro: como funciona? O SleepLab Pro monitora o sono a partir da cabeceira e entrega um relatório completo da noite, com estágios de sono, pontuação geral e dados de respiração e frequência cardíaca, sem que você precise usar nada. O produto fica no criado-mudo e começa o monitoramento sozinho quando você se deita, sem setup adicional antes de dormir. Ao acordar, você tem o mapeamento completo da noite organizado em uma pontuação geral e em métricas separadas para cada aspecto do sono. O produto existe em duas versões. O SleepLab convencional, sem radar, foca em sons ambiente e iluminação para sono. O SleepLab Pro adiciona o radar de 60 GHz e os recursos completos de monitoramento. Uma tocada direta no aparelho já inicia a rotina noturna, sem precisar abrir o celular. Foi confirmado a presença de Bluetooth 6.1 para uso como caixa de som convencional. o Soundcore SleepLab Pro, uma caixa de som para a cabeceira que usa radar de 60 GHz para monitorar sono, respiração e frequência cardíaca sem nada no corpo. O diferencial é claro para quem usa Galaxy Ring, da Samsung, ou Apple Watch e não se adapta a dormir com mais um acessório no pulso ou no dedo. O eletrônico também usa os dados coletados para adaptar sons e exercícios respiratórios a cada noite. O TechTudo conferiu o lançamento do produto de perto e te explica como a tecnologia funciona, quais recursos de sono o produto oferece e se faz sentido como alternativa ao smartwatch. A caixa de som existe em duas versões, com e sem radar, e nenhuma delas exige assinatura para acessar os recursos de monitoramento de sono. 🔎 Acer lança monitor com três telas para turbinar seu desempenho no trabalho 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews O Soundcore SleepLab Pro é uma caixa de som para a cabeceira que usa radar de 60 GHz para monitorar sono Tainah Tavares/TechTudo 📝 Qual é a melhor caixa de som Bluetooth? Confira no Fórum TechTudo Monitoramento completo sem nenhum acessório Saiba como o SleepLab Pro usa radar de 60 GHz para monitorar o sono sem nenhum acessório no corpo. O aparelho combina esse monitoramento com mais de 180 sons e um programa de exercícios respiratórios que se adapta ao perfil de cada usuário ao longo das noites. O TechTudo também compara a proposta com smartwatches e smart rings, aponta vantagens e limitações honestas e informa os preços anunciados pela Anker. Veja os tópicos abordados: Anker Soundcore SleepLab Pro: como funciona? Radar de 60 GHz monitora sono à distância Aparelho adapta sons para ajudar a dormir SleepLab Pro substitui smartwatch para monitorar o sono? Preço e disponibilidade 1. Anker Soundcore SleepLab Pro: como funciona? O SleepLab Pro monitora o sono a partir da cabeceira e entrega um relatório completo da noite Tainah Tavares/TechTudo O ponto central da proposta da Anker é que você não precisa adicionar nada à sua rotina de sono. Nenhuma carga extra antes de deitar, nenhum acessório para colocar antes de dormir. O aparelho faz o monitoramento de forma invisível a partir da cabeceira, e os dados aparecem no aplicativo quando você acorda. Todos os recursos de análise e relatórios de sono estão disponíveis desde o momento da compra, sem necessidade de assinatura. 2. Radar de 60 GHz monitora sono à distância O componente central do SleepLab Pro é um radar de 60 GHz instalado no aparelho, capaz de detectar respiração, frequência cardíaca e movimentos sutis a partir da cabeceira. A tecnologia emite sinais de rádio que refletem no corpo do usuário e retornam ao dispositivo, capturando variações associadas à respiração e aos batimentos cardíacos sem contato físico. O radar processa essas informações para identificar em qual dos quatro estágios do sono você está, entre acordado, leve, profundo e REM. O componente central do SleepLab Pro é um radar de 60 GHz instalado no aparelho Tainah Tavares/TechTudo O relatório gerado pelo SleepLab Pro inclui frequência respiratória, regularidade da respiração e detecção de ronco, além de frequência cardíaca com média, variação e tendências ao longo do tempo. O aparelho também registra condições do ambiente, como temperatura, nível de luz e ruído do quarto, para mostrar como essas variáveis afetam o sono. A pontuação geral da noite combina todos esses dados em um número único, com detalhamento disponível no aplicativo. O relatório gerado pelo SleepLab Pro inclui frequência respiratória, regularidade da respiração e detecção de ronco Tainah Tavares/TechTudo 3. Aparelho adapta sons para ajudar a dormir Com mais de 180 sons disponíveis e um sistema que adapta os exercícios respiratórios ao ritmo de cada usuário, o SleepLab Pro usa os dados coletados durante a noite para personalizar o que você ouve ao adormecer. O aparelho conta com dois alto-falantes de 7,5 W com expansão de palco sonoro para uma experiência de áudio mais imersiva que a maioria dos speakers de cabeceira. A biblioteca inclui batidas acústicas calibradas em faixas alpha, theta e delta, associadas a diferentes estágios de relaxamento e sono. O sistema de sons se adapta ao ritmo do usuário enquanto ele tenta adormecer e diminui automaticamente quando o sono é detectado, para não interromper o descanso. O aparelho compara como o corpo respondeu a diferentes combinações de sons e iluminação ao longo das noites e usa esse histórico para personalizar as sessões futuras. Com o tempo, o aparelho aprende o que funciona para cada usuário com base nos dados fisiológicos de cada noite. SleepLab Pro usa os dados coletados durante a noite para personalizar o que você ouve ao adormecer Tainah Tavares/TechTudo Os exercícios respiratórios incluem cinco modos baseados em pesquisa e um programa de 28 dias para calibrar gradualmente o ritmo respiratório de cada usuário. O aparelho também tem iluminação que simula o amanhecer, com a intensidade aumentando de forma gradual no horário programado. O alarme usa uma melodia suave em vez do som convencional de alerta, para que você acorde com mais calma. 4. SleepLab Pro substitui smartwatch para monitorar o sono? Monitorar o sono sem colocar nada no corpo tem uma vantagem concreta em relação a smartwatches e smart rings, e o SleepLab Pro capitaliza exatamente nesse ponto. Quem usa Apple Watch ou Samsung Galaxy Watch para rastrear o sono conhece a preocupação com a bateria em dias de uso intenso, além do desconforto que alguns usuários sentem ao dormir com relógio no pulso. O SleepLab Pro elimina essas variáveis ao colocar o monitoramento no criado-mudo, sem exigir nada no corpo. O aparelho monitora o sono apenas quando o usuário está na cama Tainah Tavares/TechTudo Por outro lado, o aparelho monitora o sono apenas quando o usuário está na cama, no raio de alcance do radar. Smartwatches e smart rings acompanham o dia inteiro, incluindo frequência cardíaca durante atividades físicas, saturação de oxigênio no sangue e outros dados que informam a saúde além do sono. Para quem já usa um smartwatch com outras funções, a novidade da Anker funciona melhor como complemento do que como substituto. A acurácia do monitoramento à distância também entra na conta. Wearables como smart rings inferem qualidade de sono a partir de dados fisiológicos, enquanto um aparelho que monitora sem contato tem mais variáveis a compensar. A proposta faz mais sentido para quem quer monitoramento de sono sem a obrigação de usar nenhum acessório à noite do que para quem busca substituir um smartwatch no dia a dia. A proposta faz mais sentido para quem quer monitoramento de sono sem a obrigação de usar algum acessório Tainah Tavares/TechTudo 5. Preço e disponibilidade O SleepLab Pro está em pré-venda no site da Anker por US$ 1, com entrega prevista para novembro de 2026 e preço final de US$ 269,99, com desconto de US$ 30 sobre o valor de tabela. Quem reservar durante a pré-venda também recebe garantia de 24 meses. O SleepLab convencional, sem radar, custa US$ 169,99 na mesma janela de lançamento. Na conversão direta sem impostos, a versão Pro equivale a cerca de R$ 1.560. No entanto, a Anker não anunciou previsão de chegada ao Brasil. Na conversão direta sem impostos, a versão Pro equivale a cerca de R$ 1.560 Tainah Tavares/TechTudo Com informações de Anker, Android Authority e Gizmodo Mais do TechTudo VEJA O VÍDEO A SEGUIR: Caixa de som Bluetooth: cinco dicas para usar melhor Caixa de som Bluetooth: cinco dicas para usar melhor
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Anker anuncia Sleep Earbuds 4 Pro: fone promete mudar a forma como você dorme


Sleep Earbuds 4 Pro da Anker chegou na IFA como uma das maiores tendências do mercado de fones de ouvido e promete mudar a forma como você dorme. O eletrônico usa sensores PPG in-ear para monitorar estágios do sono, frequência cardíaca e HRV durante a noite, com cancelamento de ruído ativo e mascaramento adaptativo de ronco para lidar com o ambiente ao redor. O case com tela AMOLED controla sons, alarmes e o relatório da noite sem que você precise pegar o celular ou até mesmo um smartwatch. Essa proposta coloca a marca na disputa de uma categoria de poucos concorrentes diretos como Bose e Samsung. O TechTudo esteve na IFA, acompanhou o lançamento do produto, e te explica como funciona a tecnologia do monitoramento in-ear, o que o design voltado para quem dorme de lado entrega na prática e mais impressões sobre o dispositivo. O modelo existe em duas versões: o Sleep Earbuds 4, por US$ 229,99, foca em ruído, conforto e mascaramento de ronco; enquanto o Sleep Earbuds 4 Pro, por US$ 349,99, adiciona monitoramento completo de sono e case com tela AMOLED. Os produtos ainda não tem previsão de chegada ao Brasil. 🔎 Acer lança monitor com três telas para turbinar seu desempenho no trabalho 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Anker Sleep Earbuds 4 Pro Tainah Tavares/TechTudo 📝 Fone de ouvido, qual comprar? Saiba no Fórum TechTudo Sono monitorado in-ear, ruído cancelado e rotina noturna gerenciada pelo case Saiba o que é o Sleep Earbuds 4 Pro e como os sensores in-ear monitoram o sono durante a noite. O TechTudo também mostra como o design foi pensado para quem dorme de lado e quais tecnologias de áudio e rastreamento o produto usa. A comparação com o SleepLab Pro, o outro lançamento da Anker na IFA 2026, ajuda a entender qual dos dois faz mais sentido para cada perfil de usuário. Veja os tópicos abordados: Soundcore Sleep Earbuds 4 Pro: o que é? Design foi pensado para dormir de lado Fone usa tecnologia para ajudar no sono Sleep Earbuds 4 Pro vs. SleepLab Pro: qual a diferença? Preço e disponibilidade 1. Como o Soundcore Sleep Earbuds 4 Pro funciona ? O Sleep Earbuds 4 Pro está na categoria de fones de ouvido projetados para uso durante o sono, com sensores in-ear que monitoram o que acontece dentro do corpo enquanto o ANC trata o que acontece fora. O produto gera um relatório ao acordar com estágios do sono, frequência cardíaca, HRV e uma pontuação geral da noite, com insights personalizados baseados nos padrões coletados ao longo das noites. O monitoramento acontece de dentro do ouvido, próximo à rede de vasos sanguíneos do canal auditivo, o que diferencia a leitura de um sensor PPG in-ear de um PPG de pulso em um smartwatch. O Sleep Earbuds 4 Pro está na categoria de fones de ouvido projetados para uso durante o sono Tainah Tavares/TechTudo A Anker posiciona o Sleep Earbuds 4 Pro para quem quer que os dados do sono levem a uma mudança prática na rotina de descanso. O Sleep Earbuds 4 convencional, por US$ 229,99 com lançamento em outubro, foca em ruído, conforto e mascaramento de ronco. O Sleep Earbuds 4 Pro, por US$ 349,99 com lançamento em novembro, adiciona monitoramento completo, o sistema BioSync e o case com tela AMOLED. Os dois modelos funcionam sem assinatura e sem mensalidade para acessar os recursos de sono incluídos. O case com tela AMOLED touchscreen centraliza o controle da rotina noturna Tainah Tavares/TechTudo O case com tela AMOLED touchscreen centraliza o controle da rotina noturna. Alarmes, seleção de sons e o relatório da manhã ficam acessíveis por ele, sem que você precise abrir o celular. Todos os recursos de monitoramento e os áudios da biblioteca incluída estão disponíveis sem custo adicional desde o momento da compra, o que diferencia o produto de dispositivos de saúde que travam funcionalidades por paywall. 2. Design foi pensado para dormir de lado O Sleep Earbuds 4 Pro é cerca de 20% mais fino que a geração anterior e pesa cerca de 3 gramas por unidade, dimensões que a Anker desenvolveu com base em dados de mais de 10 mil amostras de orelha. O objetivo é criar um fone que cause pouca pressão no canal auditivo e na lateral do rosto quando o usuário está deitado de lado. Fones convencionais criam pontos de pressão desconfortáveis nessa posição, o que leva muitas pessoas a removê-los antes de adormecer. O Sleep Earbuds 4 Pro é cerca de 20% mais fino que a geração anterior Tainah Tavares/TechTudo O formato usa um design em camadas com silicone macio no contato com o ouvido, acompanhado de múltiplas opções de pontas e asas para ajuste do encaixe. As diferentes opções de tamanho permitem que o usuário encontre a combinação que mantém o earbud posicionado ao longo da noite sem pressão excessiva. Um earbud que se desloca durante o sono, além de incomodar, compromete a consistência do monitoramento, o que faz o encaixe ser parte do desempenho e não apenas do conforto. A diretora da redação do TechTudo, Tainah Tavares, esteve presente na IFA e pode ter as primeiras impressões com o fone de ouvido. Ela afirmou ser "bem exigente" em relação ao conforto de fones de ouvido, e sempre tem o desafio de encontrar um modelo que realmente não seja desconfortável. Nesse quesito, o modelo da Anker trouxe uma boa impressão: O silicone que envolve o fone é leve, flexível e confortável. O dispositivo fixou na minha orelha sem dificuldades e eu quase não sentia que estava usando, apesar de utilizar o eletrônico por cerca de 2 minutos. Nesse primeiro contato, a sensação é que ele mantém o conforto após longos períodos de uso, relata Tainah. O desconforto é o principal motivo pelo qual a maioria das pessoas remove os fones antes de adormecer, o que invalida qualquer recurso de monitoramento ou áudio que o produto ofereça. Um fone de sono que não fica confortável a noite toda não cumpre a função central para a qual foi criado. A Anker priorizou o perfil físico do aparelho como a primeira camada de viabilidade do produto, usando dados de mais de 10 mil amostras de orelha para calibrar o formato. O formato usa um design em camadas com silicone macio no contato com o ouvido Tainah Tavares/TechTudo 3. Fone usa tecnologia para ajudar no sono Dentro do ouvido, o Sleep Earbuds 4 Pro capta frequência cardíaca, HRV e estágios do sono por sensores PPG que operam a 100 Hz durante toda a noite. O canal auditivo tem uma rede densa de vasos sanguíneos próximos à superfície, o que favorece a leitura do pulso nessa posição. O monitoramento gera dados suficientes para identificar os quatro estágios do sono, acordado, leve, profundo e REM, e apresenta o resultado em um relatório com pontuação e insights ao acordar. O cancelamento de ruído ativo trata sons contínuos do ambiente, como tráfego, aparelhos e ruído urbano de fundo, enquanto o isolamento acústico passivo reforça esse bloqueio pelo formato das pontas de silicone. O Adaptive Snore Masking detecta o ronco pelo microfone do case e sinaliza os earbuds para reproduzir sons adaptativos que mascaram a interferência. Para que o recurso funcione, o case precisa estar a no máximo 2 metros dos earbuds com o microfone voltado para quem está roncando. Dentro do ouvido, o Sleep Earbuds 4 Pro capta frequência cardíaca, HRV e estágios do sono Tainah Tavares/TechTudo O BioSync é um recurso experimental de inteligência artificial que adapta o áudio ao estado de relaxamento do usuário ao longo da noite, com base nos dados captados pelos sensores in-ear. A Anker classifica a função como feature de laboratório, o que significa que pode ser atualizada, modificada ou removida em versões futuras e não representa intervenção clínica. A biblioteca de áudio do app Soundcore inclui sons de relaxamento, meditação e áudio de ondas cerebrais sem custo adicional, e o aparelho suporta até 10 horas de reprodução com ANC e Bluetooth ativos, além de carregamento sem fio. 4. Sleep Earbuds 4 Pro vs. SleepLab Pro: qual a diferença? O Sleep Earbuds 4 Pro e o SleepLab Pro monitoram o sono de formas diferentes e para perfis de usuário diferentes. O Sleep Earbuds 4 Pro fica dentro do ouvido e usa PPG in-ear para rastrear frequência cardíaca, HRV e estágios do sono com o sensor próximo aos vasos sanguíneos. O SleepLab Pro fica no criado-mudo e usa radar de 60 GHz para monitorar as mesmas métricas sem que o usuário precise colocar nada no corpo. O Sleep Earbuds 4 Pro vai com você a qualquer ambiente, monitora com sensor de contato e bloqueia o ruído externo com ANC e mascaramento de ronco. O SleepLab Pro é fixo na cabeceira, monitora sem contato pelo radar e também registra dados ambientais do quarto, como temperatura, luz e ruído. A diferença de preço entre os dois é de US$ 80, com o SleepLab Pro saindo mais barato. O Sleep Earbuds 4 Pro e o SleepLab Pro monitoram o sono de formas diferentes Tainah Tavares/TechTudo Para quem tem dificuldade de adormecer por causa de ruído ou do ronco do parceiro, o Sleep Earbuds 4 Pro aborda esses problemas de dentro do ouvido. Para quem quer monitoramento sem usar nenhum acessório à noite e prefere um produto fixo na cabeceira, o SleepLab Pro faz mais sentido. Os dois produtos podem coexistir no mesmo setup, com o Sleep Earbuds 4 Pro cobrindo viagens e o SleepLab Pro assumindo o papel em casa. 5. Preço e disponibilidade O Sleep Earbuds 4 Pro está em pré-venda no site da Anker por US$ 1, com entrega prevista para novembro de 2026 e preço final de US$ 349,99 (aproximadamente R$ 2.000), com desconto de US$ 30 sobre o valor de tabela. Quem reservar durante a pré-venda recebe garantia de 24 meses. O Sleep Earbuds 4 convencional, com lançamento em outubro, custa US$ 229,99 (aproximadamente R$1.173,90) na mesma promoção. A empresa não anunciou previsão de chegada ao Brasil. O Sleep Earbuds 4 Pro faz mais sentido para quem dorme com dificuldades Tainah Tavares/TechTudo O Sleep Earbuds 4 Pro faz mais sentido para quem dorme com dificuldade por causa de ruído externo ou ronco ao redor, quer dados detalhados do sono e precisa de um produto que funcione em qualquer ambiente. Quem prefere não usar nada no corpo durante a noite vai encontrar mais adequação no SleepLab Pro, o outro lançamento da Anker no mesmo evento. A ausência de assinatura é um diferencial real, e o case com tela AMOLED resolve a parte da rotina noturna que normalmente obriga o usuário a pegar o celular antes de dormir. Com informações da Anker, CNET e Android Headlines Mais do TechTudo VEJA O VÍDEO A SEGUIR: Fone de ouvido Bluetooth descarregando rápido? MELHORE A BATERIA! Fone de ouvido Bluetooth descarregando rápido? MELHORE A BATERIA!
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Melhor videogame portátil custo-benefício: 4 consoles testados pelo TechTudo


Escolher um videogame portátil que caiba no bolso nem sempre significa abrir mão de qualidade. O mercado de handhelds cresceu bastante nos últimos anos e hoje reúne desde clones retrô baratos, focados em emulação, até híbridos robustos capazes de rodar jogos de PC mais recentes. Reunimos quatro consoles já testados pela redação do TechTudo, do handheld retrô mais barato do mercado até opções híbridas mais robustas. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O Boyhom R36S abre a lista como a opção mais em conta, por R$ 167 na Shopee, sendo a escolha ideal para quem só quer reviver clássicos sem gastar muito. Já o ROG Xbox Ally X fecha a seleção com o preço mais alto, por R$ 8.164 também na Shopee, unindo o ecossistema Xbox à biblioteca de jogos de PC em um aparelho. Entre esses dois extremos, o catálogo inclui duas gerações do Nintendo Switch. Os preços citados na matéria foram encontrados durante a apuração, em setembro de 2026, e estão sujeitos a alteração sem aviso prévio. A seguir, confira a lista completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Nintendo Switch 2 horizontal marca d'água Mariana Saguias/TechTudo 🔎Melhor video game portátil barato: 6 opções que valem a pena Initial plugin text 📝Tem GTA 5 para o Nintendo Switch? Veja no Fórum do TechTudo 4 videogames portáteis custo-benefício testados pelo TechTudo: Boyhom R36S — para quem quer começar na emulação retrô sem gastar quase nada; Nintendo Switch Lite — para quem prioriza portabilidade e joga sozinho na maior parte do tempo; Nintendo Switch 2 — para quem quer hardware mais potente e compatibilidade com jogos AAA; ROG Xbox Ally X — para quem já está no ecossistema Xbox e quer levar o Game Pass para qualquer lugar. Como escolhemos os melhores consoles? A seleção reúne quatro portáteis avaliados pela redação do TechTudo, com notas maiores que 7/10, considerando aspectos como desempenho em jogos, qualidade da tela, ergonomia, autonomia de bateria e versatilidade de cada aparelho. Além disso, levamos em conta a avaliação dos consoles pelos compradores das varejistas, priorizando consoles com avaliações positivas nos principais marketplaces, acima de 4,5 estrelas, além do volume de vendas e da reputação das fabricantes. Dessa forma, a lista reúne modelos que se destacaram em nossos testes, na popularidade no mundo dos games e na experiência relatada pelos consumidores. O que observar antes de comprar um videogame portátil custo-benefício? Antes de decidir qual desses quatro aparelhos combina melhor com o seu perfil de jogador, vale prestar atenção a alguns pontos. Catálogo de jogos: handhelds de emulação dependem de arquivos de ROM e da comunidade para funcionar bem, enquanto consoles como Nintendo Switch e Xbox têm lojas próprias e suporte oficial a lançamentos. Autonomia de bateria: aparelhos mais simples costumam durar mais horas jogando títulos leves, enquanto handhelds potentes tendem a exigir recargas mais frequentes. Desempenho: chips mais robustos garantem jogos mais pesados, mas geralmente custam mais caro e consomem mais energia. Portabilidade e ergonomia: o peso e o tamanho interferem diretamente no conforto durante sessões mais longas de jogo. Conectividade: a presença de Wi-Fi e Bluetooth amplia as possibilidades de jogos online e acessórios sem fio, recurso ausente em opções mais simples. 1. Boyhom R36S — a partir de R$ 167 Com cerca de 184 gramas e tamanho menor que um iPhone 17, o Boyhom R36S entrega uma experiência retrô com mais de 15 mil jogos pré-instalados, reunindo sistemas como Super Nintendo, PlayStation, PSP e Nintendo 64. A tela IPS de 3,5 polegadas, mesmo com resolução simples, é suficiente para exibir bem os títulos mais antigos. Boyhom R36S, console portátil que emula videogames e jogos antigos Luccas Melo/TechTudo A bateria de 3.500 mAh, removível, garante entre 4 e 6 horas de jogatina contínua, a depender do peso do título escolhido e do brilho configurado na tela. É um resultado bastante positivo, considerando o preço do aparelho, sobretudo em comparação com handhelds mais robustos e caros do mercado. No review do console para o TechTudo, Lucas Melo elogiou o conforto na hora de segurar o aparelho para jogar, mas nota que o formato do aparelho pode não funcionar para todas as pessoas. No meu caso, como não tenho mãos tão grandes, o encaixe ficou praticamente perfeito e permitiu jogar por longos períodos sem desconforto. A pegada é firme e o aparelho não escorrega das mãos, mas o tamanho compacto pode incomodar quem tem mãos maiores. Em termos de desempenho, o chip Rockchip RK3326 dá conta com folga de sistemas mais leves, como Super Nintendo, Game Boy Advance e Nintendo DS, sem gargalos perceptíveis. O PlayStation também roda bem na maior parte dos jogos, com quedas de fluidez pontuais apenas em títulos mais pesados da biblioteca. Já no PSP, que reúne alguns dos jogos mais exigentes disponíveis no aparelho, o desempenho cai bastante. Jogos como Pro Evolution Soccer e GTA: Vice City Stories chegam a apresentar travamentos e atraso nos comandos, exigindo ajustes manuais no emulador para rodar de forma mais aceitável. Atualmente, o Boyhom R36S custa R$ 167 na Shopee. Prós: preço muito baixo para o que entrega; catálogo enorme, com mais de 15 mil jogos disponíveis; boa autonomia de bateria para o segmento. Contras: apenas 1 GB de RAM limita o desempenho em jogos mais pesados de PSP; gatilhos traseiros duros e barulhentos; sem Wi-Fi ou Bluetooth nativos. 2. Nintendo Switch Lite — a partir de R$ 1.421 Lançado no fim de 2019 como uma versão mais compacta e barata do Nintendo Switch original, o Nintendo Switch Lite abre mão do modo TV em troca de um design totalmente voltado à portabilidade. O console é menor em praticamente todos os aspectos, com corpo bem mais leve e tela de 5,5 polegadas, um pouco inferior à do modelo do Nintendo Switch tradicional. Review Nintendo Switch Lite: veja análise de ficha técnica, preço e design A principal diferença de design está na impossibilidade de remover os Joy-Con, os controles do Switch, que ficam embutidos na lateral do aparelho. Contudo, essa mudança elimina a possibilidade de jogar multiplayer local com dois jogadores usando apenas os controles que acompanham o console, a não ser que o usuário compre Joy-Con extras compatíveis via Bluetooth. Do ponto de vista da ergonomia, o Switch Lite resolveu um problema comum do modelo original. O tamanho reduzido se encaixa melhor em mãos menores, algo que tornava sessões mais longas desconfortáveis no console tradicional, embora essa vantagem não seja tão relevante para quem tem mãos maiores. O console ganha boa ergonomia em um design menor e mais leve, com algumas mudanças nos botões que também ajudam. No entanto, características importantes do produto, como o multiplayer local e a possibilidade de usar os controles separadamente se perdem. Os controles também passaram por um ajuste relevante: o direcional em formato de botão do Nintendo Switch tradicional deu lugar a um D-pad físico no estilo "cruz", que oferece maior precisão em jogos de luta, como Dragon Ball FighterZ. Os gatilhos L e R seguem no mesmo local, apenas redesenhados para acompanhar o corpo menor do aparelho. Por dentro, o hardware é idêntico ao do Nintendo Switch original, então o desempenho nos jogos não muda; apenas a possibilidade de conectar o console à TV deixa de existir. A ausência de multiplayer local com dois jogadores no mesmo console, sem a compra de Joy-Con extras via Bluetooth, segue como a maior limitação do aparelho. No momento da apuração da matéria, o Nintendo Switch Lite custa R$ 1.421 no Mercado Livre. Prós: design leve e confortável para uso portátil prolongado; D-Pad físico melhora jogos de luta e plataforma; preço mais acessível que o do Switch tradicional. Contras: sem suporte ao modo TV; Joy-Con não são destacáveis, o que limita o multiplayer local; hardware idêntico ao Switch original, sem ganhos de desempenho. 3. Nintendo Switch 2 — a partir de R$ 3.647 Lançado em junho de 2025, o Nintendo Switch 2 chegou com a missão de resolver as principais limitações do console anterior, oferecendo mais potência, memória e armazenamento em um corpo com tela maior. O videogame também trouxe retrocompatibilidade com a geração passada, o que amplia bastante o catálogo disponível já no lançamento. Review Nintendo Switch 2: potente, mas ainda com muito pouco a mostrar Nintendo Switch 2 tem opções variadas de controles para diferentes tipos de jogador Mariana Saguias/TechTudo O processador do console é o SoC NVIDIA T239, com CPU ARM Cortex A78C de oito núcleos e GPU baseada na arquitetura Ampere, a mesma usada nas placas de vídeo RTX 30 da NVIDIA. Esse salto de hardware viabiliza recursos como upscale para 4K e a tecnologia DLSS, impensáveis no Switch original. A memória também cresceu bastante, para 12 GB de RAM, ante os 4 GB do modelo anterior. A tela é outro ponto que evoluiu de forma significativa. Enquanto o primeiro Nintendo Switch trazia um painel de 7 polegadas em resolução HD (720p) e taxa de 60 Hz, o Switch 2 chega com display de 7,9 polegadas em Full HD (1080p), 120 Hz e suporte à Taxa de Atualização Variável (VRR), embora o recurso de HDR ainda seja pouco perceptível no modo portátil. O ponto alto do Switch 2 é a capacidade de rodar Cyberpunk 2077 de forma excepcional, considerando que estamos falando de um hardware portátil, com um chip gráfico muito mais simples que o PS5 e Xbox Series X. Apesar de ser visível que os gráficos são bem mais modestos que no PC ou PS5, a estabilidade e fluidez compensam. Apesar do salto de hardware, o catálogo de jogos explora pouco o potencial do console, com poucos títulos aproveitando a nova potência, além de Cyberpunk 2077 e Street Fighter 6. Já a bateria decepcionou nos testes, com autonomia real de cerca de 3 horas, abaixo das 6 horas prometidas pela Nintendo. O Nintendo Switch 2 pode ser encontrado por R$ 3.647 na Shopee. Prós: hardware bem mais potente, com suporte a jogos como Cyberpunk 2077 e Street Fighter 6; tela maior, agora em Full HD com 120 Hz; Joy-Con com encaixe magnético e novo modo mouse. Contras: bateria real abaixo da autonomia prometida pela Nintendo; armazenamento de 256 GB pode ficar pequeno rapidamente; catálogo de lançamentos reduzido. 4. ROG Xbox Ally X — a partir de R$ 8.164 Fechando a lista com o maior preço, o ROG Xbox Ally X une em um aparelho o ecossistema Xbox aos jogos de PC via Steam. O console é equipado com o processador AMD Ryzen AI Z2 Extreme, acompanhado de 24 GB de RAM, configuração pensada para rodar títulos mais pesados fora do universo tradicional dos consoles portáteis. Review | ROG Xbox Ally X é promissor, mas desempenho decepciona; testamos ROG Xbox Ally X é a versão mais potente do console portátil feito em parceria entre Asus e Xbox Victor Bastos/TechTudo A pegada é um dos pontos mais elogiados do aparelho, mesmo com o peso considerável de quase 720 gramas, resultado direto do hardware mais robusto. A tela conta com taxa de atualização de 120 Hz e bom brilho, características que favorecem tanto jogos de ação mais rápidos quanto sessões prolongadas de uso. Apesar da ficha técnica potente, o desempenho durante o teste do TechTudo foi decepcionante. Mesmo em configurações gráficas mais baixas, boa parte dos jogos rodou perto de apenas 30 quadros por segundo, número aquém do que o hardware embutido faria esperar para a categoria. O ROG Xbox Ally X é um console portátil. Por isso, precisamos ter uma expectativa razoável sobre o produto. É claro que ele não vai entregar os melhores gráficos e uma performance acima da média, mesmo que esse seja a versão mais parruda. A bateria também ficou entre os pontos fracos apontados na análise. Em sessões de jogo, a autonomia não passou de 2h30, tempo consideravelmente menor do que o observado em outros portáteis desta lista, mesmo os mais simples, como o Boyhom R36S e o Nintendo Switch Lite. O autor ainda mencionou que os três sistemas distintos (Windows, Xbox e Armoury Crate) funcionam de forma confusa. Encontramos o ROG Xbox Ally X disponível na Shopee por R$ 8.164. Prós: design ergonômico e confortável mesmo em sessões longas; tela de 120 Hz com bom brilho; acesso nativo ao Xbox Game Pass e à Steam no mesmo aparelho. Contras: desempenho abaixo do esperado, com jogos rodando a cerca de 30 fps mesmo no modo "Low"; bateria dura pouco mais de 2h30 jogando; atualizações de sistema fragmentadas entre Windows, Xbox e Armoury Crate. Com informações de Shopee e Mercado Livre Mais do TechTudo 📽️Assista: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
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Apple parou de fazer MacBooks brancos por um motivo que pouca gente conhece


Entre 2006 e 2011, um MacBook branco e de plástico, era a opção de notebook da Apple mais em conta no mercado. Descontinuado com a chegada do MacBook Air, o modelo marcaria a última geração de laptops da Apple na cor branca e também com construção usando plástico em vez do alumínio. Atualmente, mais de uma década depois, a posição do MacBook branco no mercado é ocupada pelo Neo, dispositivo de entrada que tem o apelo de cores mais vivas e despojadas. Nesta matéria do TechTudo, vamos lembrar do MacBook em cor branca e do processo que pode explicar o fim da linha para essa cor entre os notebooks da Apple. Veja a seguir como foi o processo de mudanças no fim dos anos 2000, além das transições de processadores e por que o design com alumínio substituiu a versão de plástico branco. 🔎 Notebook gamer no trabalho: 5 vantagens que melhoram seu desempenho na firma 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews MacBook em cor branca já foi sinônimo de "MacBook barato", posição hoje ocupada pelo Neo Divulgação/Apple 1. O MacBook branco já existiu Em 2006, a Apple colocou no mercado um MacBook na cor branca e que em si substituía os antigos iBook de 12 e 14 polegadas, nome da série de notebooks mais em conta da marca que usavam processadores PowerPC da IBM e que tinha acabamento na mesma cor. Construído em plástico assim como os seus antecessores iBook, o produto tinha mais do que um nome diferente e novo design: ele marcava a transição da opção de entrada da linha de processadores da IBM para os Core da Intel, mesmo processo dos PowerBook para os MacBook Pro. Durante a primeira década do século 21, o MacBook branco (e iBook antes dele) foi o modelo de entrada da linha de computadores portáteis da Apple, o que naturalmente criou uma associação entre a cor branca e notebooks mais baratos no catálogo da maçã. Em 2009, por exemplo, um modelo com design unibody de policarbonato (carcaça plástica em uma peça única) chegou ao mercado com o nome de MacBook (sem o “Pro”), destinado a atender o nicho de entrada, custando US$ 999 na época. Esse modelo em específico sobreviveria no mercado até 2011, quando seria descontinuado em favor do MacBook Air de alumínio. R.I.P Macbook White Reprodução 2. Por que o MacBook branco acabou? Os motivos não são claros e a própria fabricante nunca se deu ao trabalho de esclarecer suas razões, mas a linha do tempo de lançamentos e mudanças na linha de MacBooks, especialmente no que diz respeito aos modelos de entrada, permitem especular o que pode ter motivado o fim da cor branca como opção entre os computadores portáteis com macOS. Introduzido em 2010, o MacBook Air apareceu com um design completamente em alumínio e maior portabilidade: custando os mesmos US$ 999 no lançamento, o Air era um produto mais atraente e que cumpria melhor a tarefa de ser o laptop de baixo custo da Apple no mercado, empurrando o MacBook branco para a irrelevância. Chegada dos MacBooks de alumínio, especialmente do Air, envelheceu o Macbook branco rapidamente Divulgação/Apple O acabamento em alumínio dava ao Air claras vantagens diante do MacBook branco: o computador era mais leve, bem mais fino, não sacrificava performance e nem bateria. Custando o mesmo no lançamento, o Air rapidamente roubou a referência de “MacBook barato da Apple” do antigo modelo em cor branca. 3. Por que a Apple trocou o plástico pelo alumínio? Alumínio é um dos ingredientes nos designs e no apelo estético e de acabamento dos MacBooks Reprodução/Amazon O metal confere ao notebook uma porção de vantagens. Em 2008, quando introduziu o design unibody (em que a carcaça é moldada em uma única peça), a Apple alegou que a solução permitia construir laptops mais finos e resistentes do que modelos usando uma combinação de várias peças diferentes: você provavelmente deve lembrar daqueles “tijolões” de plástico dos anos 2000. Além disso, o alumínio é um material melhor para um notebook também por conta de razões técnicas bem importantes. Como trata-se de um metal, ele conduz calor muito melhor do que o plástico, permitindo que os laptops trabalhem em níveis de performance mais altos sem perda de tanta performance. O controle térmico tem impacto no desempenho, estabilidade e até consumo de bateria, todos elementos fundamentais em qualquer notebook. 4. O alumínio é “aesthetic” Cor branca não aparece entre os MacBooks desde a introdução do alumínio Reprodução/AppleInsider.ru O fim da cor branca entre os notebooks da Apple também tem um elemento de identidade. Como vimos, muita coisa mudou em poucos anos: os processadores deixaram de ser IBM, o que levou a várias implicações técnicas no macOS e no hardware (os PowerPC eram famosos por esquentar bastante e gastar muito mais bateria que os Intel), o nome da família de laptops mudou completamente de iBook e PowerBook para MacBook/MacBook Air e MacBook Pro, respectivamente; e, por fim, o plástico passou a sair de cena para designs mais modernos, sofisticados e esbeltos usando alumínio. No fim dos anos 2000 e até 2011, o consumidor encontrava o MacBook branco de plástico concorrendo com o MacBook Air de metal na mesma faixa de preço, mas com designs bem diferentes. Havia ainda a linha MacBook Pro que já era em alumínio desde 2008 e, durante algum tempo, no início desse processo, era possível encontrar ainda tanto iBooks e PowerBooks novos nas prateleiras. MacBook Neo é voltado para públicos menos exigentes Divulgação/Apple Como os modelos MacBook em alumínio foram lentamente se consolidando com uma identidade de desing própria (chassi unibody, perfil mais fino e acabamento ressaltando o metal em tons de cinza), o MacBook de plástico foi ficando cada vez mais deslocado: o jeitão mais conservador do design envelheceu rápido, já que o contraste do design industrial desse modelo com os demais era bem acentuado. 5. A Apple pode voltar a fazer um MacBook branco? A Apple nunca veio a público para dizer por quê parou de fazer MacBooks brancos e nem para dizer se pretende voltar a vender modelos nessa cor. No fim das contas, tudo depende de uma decisão simples da marca em fabricar ou não computadores nessa cor porque não há nenhuma restrição técnica. A própria noção de “notebook da Apple branco = barato” já não tem o mesmo peso que tinha há 15 anos. Prova disso é o próprio MacBook Neo, que hoje ocupa algo que seria a posição do antigo MacBook de plástico: o computador é encontrado em várias cores mais despojadas, que deixam um pouco de lado a ideia de sobriedade normalmente associada com laptops da Apple. Ao longo dos anos, iPhones já foram brancos e a Apple não vê problema algum na cor em produtos como AirPods. Chegada dos MacBooks de alumínio, especialmente do Air, envelheceu o Macbook branco rapidamente Divulgação/Apple Com informações de Apple (1, 2 e 3), BGR, iTecnoWorld, ArsTechnica, PCWorld e MacRumors Mais do TechTudo VEJA O VÍDEO A SEGUIR:Asus Zenbook S14 (2026) é o melhor notebook ultrafino do mercado? Testamos! Asus Zenbook S14 (2026) é o melhor notebook ultrafino do mercado? Testamos!
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Melhor celular para foto em agosto de 2026


Escolher o melhor celular para fotos vai muito além de olhar o número de megapixels na ficha técnica. Abertura de lente, tamanho do sensor, estabilização óptica e o processamento de imagem feito por software têm impacto direto na qualidade final dos registros, tanto em fotos quanto em vídeos. Além disso, é importante estar de olho em integração com I.A., principalmente se você gosta de editar fotos. Reunimos sete modelos avaliados por TechTudo e DXOMARK, portal internacional especializado em testes de câmeras de celular, com preços que vão de R$ 1.799 a R$ 10.799. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os selecionados, o Galaxy A57 é o mais em conta da lista, por R$ 1.798 no Mercado Livre, e mostra que dá para tirar boas fotos sem gastar muito. Já o OPPO Find X9 Pro, avaliado pelo DXOMARK com uma das notas mais altas do ranking global de câmeras, é o mais caro, por R$ 10.799 no Mercado Livre. Os preços mencionados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, em agosto de 2026. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Câmeras do Motorola Signature são campeãs no DXOMARK Ana Letícia Loubak/TechTudo 🔎5 celulares para foto com preço no chão Initial plugin text 📝Qual celular com câmera boa devo comprar? Confira no Fórum TechTudo 7 Melhores celulares para foto em agosto de 2026: Samsung Galaxy A57 (128 GB) — para quem quer boa câmera intermediária sem gastar muito; Xiaomi 15T Pro (256 GB) — para quem busca zoom óptico de 5x com assinatura Leica; Motorola Signature (512 GB) — para quem quer um dos conjuntos mais bem avaliados do mundo pelo DXOMARK; Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB) — para quem prioriza versatilidade, com quatro câmeras traseiras; Huawei Pura 80 Ultra (512 GB) — para quem quer o que há de mais avançado em sensor e zoom; Apple iPhone 17 Pro (256 GB) — para quem quer o melhor desempenho em vídeo do mercado; OPPO Find X9 Pro (512 GB) — para quem busca uma das dez melhores câmeras do mundo, segundo o DXOMARK. Como escolhemos os celulares? A seleção reúne sete modelos avaliados por TechTudo e DXOMARK, com atenção especial aos atributos técnicos que mais impactam a qualidade final das fotos e vídeos, como abertura de lente, tamanho de sensor, estabilização óptica e processamento por software. A ordem segue o valor à vista nas lojas parceiras, do mais barato ao mais caro. O que um bom celular para fotos deve ter? Abertura da lente: quanto menor o número f, maior a abertura e mais luz entra no sensor, o que favorece fotos mais bem iluminadas, principalmente à noite. Tamanho do sensor: sensores maiores captam mais luz e costumam entregar menos ruído em ambientes escuros, além de melhor controle de profundidade de campo. Estabilização óptica: o recurso reduz tremores durante a captura, o que resulta em fotos mais nítidas e vídeos mais estáveis, especialmente em zoom ou pouca luz. Software: o processamento de imagem, incluindo algoritmos de HDR e redução de ruído, tem grande influência no resultado final, às vezes mais até do que o próprio hardware. Resolução (megapixels): mais megapixels permitem mais detalhes e cortes sem grande perda de qualidade, mas não são o único fator que define uma boa foto. Gravação de vídeos: resoluções mais altas, como 4K e 8K, e taxas de quadros elevadas ajudam a capturar cenas em movimento com mais fluidez e detalhe. Zoom: lentes teleobjetivas dedicadas tendem a manter mais qualidade em aproximações do que o simples corte digital da imagem. Tipos de lentes: câmeras ultrawide, macro, teleobjetiva e de profundidade cumprem funções diferentes, então vale considerar quais tipos de foto você mais tira no dia a dia. 1. Samsung Galaxy A57 (128 GB) — a partir de R$ 1.798 O Galaxy A57 chegou ao mercado nacional em abril de 2026, e é o mais acessível da lista, muito por conta da sua câmera principal de 50 MP com abertura f/1,8 e estabilização óptica de imagem (OIS), recurso que ajuda a evitar borrões mesmo em fotos tiradas em movimento. O editor William Guido, da redação TechTudo, testou o conjunto em cenários variados, do amanhecer à noite fechada, e destacou a fidelidade das cores e texturas nos registros. Review Galaxy A57: mudanças pontuais justificam abandonar o A56? Módulo de câmeras do Samsung Galaxy A57 William Guido/TechTudo Sem lente telefoto dedicada, o zoom do aparelho é digital e vai até 10x, com boa qualidade até 2x e perda perceptível de nitidez a partir daí. A ultrawide de 12 MP e a macro de 5 MP completam o conjunto traseiro, enquanto a frontal de 12 MP entrega boas selfies sob luz do dia. Em vídeo, o Galaxy A57 grava em 4K a 30 quadros por segundo tanto na câmera traseira quanto na frontal, com estabilização que evita tremores em movimentos mais bruscos. Mesmo antes de o sol nascer completamente, os sensores do Galaxy A57 trabalharam bem e conseguiram registrar imagens muito bonitas do amanhecer. O que mais me chamou atenção foi a fidelidade das cores e texturas, que foram reproduzidas de forma muito próxima à cena real. Quanto ao software, a Galaxy AI oferece recursos como o Apagador de Objetos, com resposta mais rápida, e Melhor Rosto, que devem ajudar na hora de finalizar fotos para redes sociais. No Mercado Livre, o aparelho sai por R$ 1.798. Prós: câmera principal com OIS e boa consistência em mais de 400 fotos testadas; boa performance em fotos noturnas; gravação em 4K estável nas duas câmeras; Contras: sem lente telefoto dedicada, zoom limitado ao crop digital; lente macro de 5 MP considerada pouco útil; ultrawide com resultados apenas medianos. 2. Xiaomi 15T Pro (256 GB) — a partir de R$ 3.157 Lançado no Brasil em outubro de 2025, o Xiaomi 15T Pro aposta na parceria com a Leica para se diferenciar. A câmera principal de 50 MP tem abertura f/1.6 e sensor de 1/1,31 polegada, um dos maiores do mercado, com o sensor Light Fusion 900 projetado especificamente para cenários de pouca luz. A jornalista Ana Letícia Loubak, do TechTudo, testou o conjunto durante uma viagem ao Rio de Janeiro. Xiaomi 15T Pro impressiona com câmeras Leica e zoom de 5x; veja testes Xiaomi 15T Pro Cecile Mendonça A teleobjetiva periscópica, também de 50 MP, tem abertura f/3.0, distância focal equivalente a 115 mm e OIS, entregando zoom óptico real de até 5x, com resultados comparáveis a modelos flagship bem mais caros. Já a ultrawide de 12 MP tem abertura f/2.2 e ângulo de 120 graus. Em vídeo, o aparelho grava em até 8K a 30 quadros por segundo, além de 4K a 30, 60 e 120 fps. A Xiaomi mantém a qualidade da câmera principal, com resultados de nível flagship, comparáveis aos da câmera de modelos como o Galaxy S25 Ultra, da Samsung. As fotos são nítidas, com bom alcance dinâmico e reprodução de cores similar à da câmera wide. Com o modo Master Portrait, que faz integração entre lentes, o Xiaomi 15T Pro entrega "retratos de nível profissional". Além disso, as tecnologias de estabilização óptica e eletrônica contribuem para vídeos suaves mesmo em movimento. Na Shopee, o celular sai por R$ 3.157. Prós: câmera principal com sensor grande e lente Leica Summilux; teleobjetiva de 5x com resultados de nível flagship; gravação de vídeo em até 8K; Contras: câmera ultrawide não impressiona tanto quanto as demais lentes; selfies perdem qualidade em ambientes internos à noite; zoom digital acima de 10x compromete bastante a nitidez. 3. Motorola Signature (512 GB) — a partir de R$ 4.799 O topo de linha da Motorola desembarcou no Brasil em março de 2026, já com um conjunto de câmeras eleito um dos melhores do mundo pelo próprio DXOMARK, ocupando a 10ª posição do ranking global e a 3ª entre os celulares vendidos no Brasil na época. São quatro sensores de 50 MP, incluindo a frontal: principal com abertura f/1.6 e sensor Sony LYTIA 828 de 1/1,28 polegada, ultrawide com abertura f/2.0 e teleobjetiva periscópica com abertura f/2.4 e zoom óptico de 3x. Review Motorola Signature: com câmeras de ponta, celular acerta em quase tudo Motorola Signature é modelo ultrapremium da fabricante Ana Letícia Loubak/TechTudo O Super Zoom Pro estende a aproximação até 100x com uso de Inteligência Artificial, embora resultados realmente satisfatórios apareçam até cerca de 30x. Em vídeo, o conjunto traseiro grava em 8K a 30 quadros por segundo, com câmera lenta em 4K a 120 fps, enquanto a frontal filma em até 4K a 60 fps. A editora Ana Letícia Loubak, do TechTudo, foi responsável por testar o celular. Um aspecto que me impressionou bastante foi a estabilidade do conjunto, que registrou fotos muito nítidas, inclusive em situações mais desafiadoras, como jogos de vôlei e prática de surf, inclusive com zoom. As fotos em 6x têm qualidade óptica, e o recurso de Super Zoom Pro, projetado para aproximações de até 100x, faz um bom trabalho na recuperação da nitidez, principalmente em paisagens. A integração com o Gemini no Google Fotos, que é a galeria nativa do celular, permite o uso de ferramentas de edição como o Apagador de Objetos. No Mercado Livre, o celular sai por R$ 4.799. Prós: conjunto de câmeras entre os dez melhores do mundo, segundo o DXOMARK; teleobjetiva periscópica com boa qualidade até 30x de zoom; vídeo em até 8K a 30 fps. Contras: qualidade de vídeo ainda fica atrás de rivais como Galaxy S26 Ultra e iPhone 17 Pro; corpo fino compromete o gerenciamento térmico em gravações longas; Super Zoom Pro pode distorcer rostos em aproximações extremas. 4. Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB) — a partir de R$ 5.340 Lançado no Brasil em fevereiro de 2025, o Galaxy S25 Ultra mantém um dos conjuntos mais versáteis do mercado, com quatro câmeras traseiras: principal de 200 MP e abertura f/1.7, ultrawide de 50 MP com abertura f/1.9, e duas teleobjetivas, uma de 50 MP (f/3.4) e outra de 10 MP (f/2.4), que juntas cobrem diferentes distâncias de zoom óptico. O analista Rubens Achilles, da nossa redação, testou o aparelho lado a lado com um iPhone 16 Pro ao longo de vários meses. Galaxy S25 Ultra em review: celular repete acertos e traz foco em IA Traseira do Galaxy S25 Ultra Rubens Achilles/TechTudo O alcance dinâmico e o desempenho noturno, batizado de Nightography pela Samsung, foram destacados como pontos fortes, assim como o resultado do zoom de até 30x, que ainda preserva boa riqueza de detalhes em cenas bem iluminadas. Em vídeo, o Galaxy S25 Ultra grava em até 8K a 30 fps, com estabilização eficiente mesmo em zoom. Passei os últimos meses também com um iPhone 16 Pro ao meu lado. A comparação de textura e balanceamento das fotos costuma envolver gosto pessoal, mas foram muitas as vezes em que optei pela imagem capturada com o Galaxy. As fotos têm uma boa riqueza de cores e alcance dinâmico, com desempenho impressionante durante a noite. Com integração completa com Galaxy AI, o celular oferece recursos como o Eliminador de Ruído, que, segundo Rubens, "usa IA para separar tipos de sons em diferentes canais, permitindo um ajuste fino em vídeos sem muita dificuldade." Na Amazon e no Mercado Livre, o celular sai por R$ 5.340. Prós: quatro câmeras traseiras cobrindo múltiplas distâncias de zoom óptico; ótimo desempenho noturno com o recurso Nightography; câmera principal de 200 MP com boa margem para cortes e ampliações; Contras: desbloqueio por reconhecimento facial tem desempenho ruim em ambientes escuros; processamento de vídeo com zoom exige mais do hardware em pouca luz; câmera frontal sem grandes atualizações em relação à geração anterior. 5. Huawei Pura 80 Ultra (512 GB) — a partir de R$ 7.257 Classificado pelo DXOMARK com a maior pontuação já registrada pela publicação até o momento do teste, o Huawei Pura 80 Ultra combina um sensor principal de 1 polegada, um dos maiores do mercado, com abertura variável de f/1.6 a f/4 e tecnologia LOFIC, que amplia a faixa dinâmica ao armazenar temporariamente o excesso de luz captado pelo sensor. Huawei Pura 80 Ultra: preço e ficha técnica do celular com câmera poderosa A ultrawide tem 40 MP e abertura f/2.2, enquanto o sistema de zoom conta com duas teleobjetivas dedicadas, de 83 mm e 212 mm equivalentes, ambas com sensor de 50 MP e OIS. De acordo com a análise, a combinação de sensor grande, abertura variável e sensor multiespectral para gerenciamento de cor rendeu ao aparelho resultados de destaque em praticamente todos os cenários, da luz do dia à noite fechada. Em vídeo, a estabilização foi apontada como uma das mais eficientes já testadas pela publicação. Com o primeiro lugar no ranking DXOMARK, o Huawei Pura 80 Ultra recebe o selo TechTudo Indica. Na Shopee, ele sai por R$ 7.257. Prós: sensor principal de 1 polegada com abertura variável, resultado em ótima exposição em qualquer cenário; duas teleobjetivas dedicadas, com zoom óptico de até 9,4x; ruído muito bem controlado mesmo em pouca luz; Contras: pequenas instabilidades ocasionais de exposição e cor; texturas um pouco artificiais em condições de luz muito difíceis; alguns artefatos em vídeo, como mudanças de tonalidade e fantasmas em cena. 6. Apple iPhone 17 Pro (256 GB) — a partir de R$ 7.400 Avaliado pelo DXOMARK com pontuação geral de 166, o iPhone 17 Pro trouxe pela primeira vez sensores de 48 MP nas três câmeras traseiras: principal com abertura f/1.78 e lente equivalente a 24 mm, ultrawide com abertura f/2.2 e lente de 13 mm, e teleobjetiva com abertura f/2.8 e lente de 100 mm, equivalente a 4x de zoom óptico. O processador A19 Pro auxilia no processamento computacional das imagens. iPhone 17 Pro: veja preço e ficha técnica do lançamento da Apple iPhone 17 Pro Max na cor Laranja Cósmico (com marca) Rubens Achilles/TechTudo Conforme os testes do DXOMARK, o grande destaque do aparelho é o vídeo, considerado o melhor do mercado no momento da avaliação, graças à ampla faixa dinâmica, cores precisas e estabilização eficiente mesmo durante caminhadas. O modo noturno de longa exposição também rendeu ao iPhone 17 Pro o primeiro lugar no ranking de fotos noturnas da publicação. No ranking geral do benchmark, o aparelho recebe o selo Ouro e está entre os cinco melhores do mundo. Na Shopee, o celular sai por R$ 7.400. Prós: melhor desempenho em vídeo entre os avaliados pelo DXOMARK; zoom suave, com transições quase imperceptíveis entre lentes; modo noturno considerado o melhor do ranking da publicação; Contras: ruído perceptível em cenas internas e de pouca luz; perda de detalhe em configurações de zoom intermediárias, fora dos presets da interface; instabilidades ocasionais de foco e balanço de branco em vídeos com sujeitos em movimento. 7. OPPO Find X9 Pro (512 GB) — a partir de R$ 10.799 O mais caro da lista, o OPPO Find X9 Pro é avaliado pelo DXOMARK como um dos dez melhores celulares do mundo em câmera, com pontuação geral de 169. O conjunto reúne uma principal de 50 MP com sensor de 1/2,8 polegada e abertura f/1.5, uma ultrawide de 50 MP com abertura f/2 e uma teleobjetiva de 200 MP com sensor de 1/1,56 polegada e abertura f/2.1, equivalente a 70 mm. OPPO Find X9 Pro: preço e ficha técnica do celular com câmeras Hasselblad OPPO Find X9 Pro Cecile Mendonça/TechTudo Segundo a publicação, o aparelho entrega ótima exposição e ampla faixa dinâmica mesmo em pouca luz, além de balanço de branco neutro e tons de pele precisos. O modo retrato também recebeu boa avaliação, com separação de fundo natural, embora pequenos erros de profundidade possam aparecer em cenas mais complexas, como fios de cabelo ou óculos. No benchmark, o aparelho recebe o selo Ouro e tem a oitava melhor câmera do mundo. Ele está disponível por R$ 10.799 no Mercado Livre. Prós: entre os melhores do mundo em câmera, segundo o DXOMARK; teleobjetiva de 200 MP com boa versatilidade de zoom; ótima exposição e faixa dinâmica mesmo em pouca luz; Contras: falhas de foco automático e rastreamento de sujeitos em vídeo; ruído perceptível em vídeos mesmo com boa iluminação; foco automático em fotos um pouco mais lento que o de concorrentes diretos. Com informações de Apple, DXOMARK (1, 2, 3), Huawei, Motorola, OPPO, Samsung e Xiaomi. Mais do TechTudo 📽️Assista: MELHOR CÂMERA DE CELULAR! Veja 4 dicas de COMO ESCOLHER! MELHOR CÂMERA DE CELULAR! Veja 4 dicas de COMO ESCOLHER! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
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Últimos lançamentos de celular testados e aprovados pelo TechTudo


Desde o início do ano, o TechTudo tem testado os principais lançamentos de celulares do mercado. Nesta lista, trouxemos sete smartphones que merecem atenção, desde modelos intermediários até opções mais avançadas. Nossa equipe avaliou os aparelhos em aspectos como design, tela, bateria, conjunto de câmeras, sistema operacional e recursos de inteligência artificial. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre as opções mais acessíveis da seleção está o Samsung Galaxy A57 (128 GB), encontrado por valores a partir de R$ 1.799 na Amazon. O celular combina tela Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas e 120 Hz, bateria de 5.000 mAh e câmera principal de 50 MP com estabilização óptica de imagem (OIS). No outro extremo, o JOVI X300 Ultra (512 GB) aparece por preços a partir de R$ 17.999 no Mercado Livre, com 16 GB de RAM, Snapdragon 8 Elite Gen 5, tela AMOLED de 6,82 polegadas e conjunto de câmeras de alta resolução desenvolvido em parceria com a ZEISS. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de agosto de 2026. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Últimos lançamentos de celular testados e aprovados pelo TechTudo Ana Loubak/TechTudo 🔎 6 celulares chineses testados e aprovados pelo TechTudo Initial plugin text 📝Qual o celular da Samsung com melhor bateria? Confira no Fórum TechTudo Celulares lançados em 2026 testados pelo TechTudo Samsung Galaxy S26 Ultra (256 GB) — celular premium com tela Dynamic AMOLED 2X de 6,9 polegadas, Snapdragon 8 Elite Gen 5, câmera principal de 200 MP e bateria de 5.000 mAh. Motorola Signature (512 GB) — smartphone premium com Snapdragon 8 Gen 5, tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas e conjunto de quatro câmeras de 50 MP. Samsung Galaxy A57 (128 GB) — modelo intermediário com tela Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS e bateria de 5.000 mAh. Samsung Galaxy A37 (256 GB) — celular intermediário com tela Super AMOLED FHD+ de 6,7 polegadas, câmera principal de 50 MP com OIS e bateria de 5.000 mAh. Samsung Galaxy Z Fold 8 (512 GB) — dobrável premium com tela principal de 8 polegadas, Snapdragon 8 Elite Gen 5 para Galaxy, câmera principal de 200 MP e bateria de 4.800 mAh. OPPO Reno16 F (128 GB) — modelo com tela AMOLED de 6,57 polegadas e 120 Hz, conjunto traseiro com câmeras de 50 MP e suporte a estabilização óptica de imagem. JOVI X300 Ultra (512 GB) — celular premium com Snapdragon 8 Elite Gen 5, tela AMOLED de 6,82 polegadas e 144 Hz, 16 GB de RAM e conjunto traseiro com câmeras de até 200 MP. Como escolhemos os celulares? Escolhemos celulares lançados em 2026 e aprovados pelo TechTudo, seja em reviews completos ou textos de primeiras impressões. A seleção reúne aparelhos de diferentes marcas e categorias, considerando modelos que representam novidades relevantes no mercado brasileiro. A lista contempla desde celulares intermediários até modelos premium e dobráveis, permitindo conhecer diferentes propostas entre os lançamentos mais recentes. O que um bom celular deve ter? A escolha de um celular depende da rotina de cada pessoa, mas alguns componentes fazem diferença na experiência de uso. Além do preço, vale observar o conjunto de especificações e o suporte oferecido pela fabricante antes de decidir. Processador e desempenho: um chip mais recente pode oferecer maior fluidez em apps, jogos e multitarefa, além de contribuir para a eficiência energética. Memória RAM e armazenamento: a RAM influencia a capacidade do celular de manter vários aplicativos em funcionamento, enquanto o armazenamento determina quanto espaço estará disponível para fotos, vídeos, aplicativos e outros arquivos. Qualidade da tela: tecnologias como AMOLED e Super AMOLED oferecem bom contraste e cores intensas, enquanto taxas de atualização de 120 Hz ou superiores deixam a navegação e as animações mais fluidas. Conjunto de câmeras: além da quantidade de megapixels, é importante observar sensores, estabilização óptica de imagem, abertura das lentes e recursos de processamento. Câmeras ultra-wide e teleobjetivas também ampliam as possibilidades de fotografia em diferentes situações. Bateria e carregamento: a capacidade em mAh ajuda a dimensionar a autonomia, mas o consumo do processador, da tela e do sistema também influencia o tempo longe da tomada. Resistência e construção: certificações contra água e poeira, materiais utilizados na estrutura e proteção da tela podem contribuir para a durabilidade do aparelho no uso cotidiano. Sistema e atualizações: o período de suporte de software e de atualizações de segurança pode influenciar diretamente a vida útil do celular. 1. Samsung Galaxy S26 Ultra (256 GB) — a partir de R$ 7.198 Lançado no Brasil em 25 de fevereiro de 2026, o Samsung Galaxy S26 Ultra chegou como o celular mais avançado da marca, com mudanças no design, tela de privacidade e câmeras aprimoradas. O TechTudo pode testar o aparelho e, com isso, nossa redação observou que o modelo chamou atenção principalmente pela tela de 6,9 polegadas, que manteve a qualidade visual esperada de um aparelho premium e ganhou um recurso capaz de limitar a visão lateral do conteúdo. Galaxy S26 Ultra: passei 24 horas com o celular da Samsung; veja análise TESTAMOS O GALAXY S26 ULTRA! O celular da Samsung vale a pena? A experiência de uso também foi favorecida pelo novo acabamento. Durante a avaliação aqui na redação, o Galaxy S26 Ultra mostrou uma pegada mais confortável graças às bordas arredondadas e à redução de espessura, chegando a 7,9 mm e 214 gramas. A construção em Armor Aluminum 2 preserva a sensação de robustez, enquanto a certificação IP68 oferece proteção contra água e poeira. Na tela, o aparelho combina painel Dynamic AMOLED 2X de 6,9 polegadas, resolução QHD+ e taxa de atualização de até 120 Hz, com brilho máximo de 2.600 nits. Em uso na redação, a novidade mais marcante foi a função de privacidade baseada na tecnologia Flex Magic Pixel: o conteúdo continuou legível de frente, enquanto a visualização lateral ficou bastante limitada, embora com pequena redução no brilho quando ativada. O conjunto fotográfico traz câmera principal de 200 MP, ultrawide de 50 MP, teleobjetivas de 50 MP e 10 MP e câmera frontal de 12 MP. Nas nossas avaliações, as lentes com abertura maior ajudaram a entregar fotos bem iluminadas, cores vibrantes e fiéis à realidade, além de bom alcance dinâmico e preservação de detalhes em áreas claras e escuras. Para vídeos, a superestabilização com bloqueio do horizonte também se destacou. O desempenho fica por conta do Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy, acompanhado de 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento nesta versão, sem suporte a cartão microSD. Em nossos testes, o celular rodou aplicativos com fluidez e alcançou 3.681.138 pontos no AnTuTu, resultado que o colocou entre os cinco smartphones mais potentes do mundo no momento da análise. O aparelho também traz Android 16 com One UI 8.5, Galaxy AI e promessa de sete anos de atualizações de sistema e segurança. O desempenho é, como esperado, excelente. Durante os testes, o aparelho rodou todos os aplicativos com extrema fluidez e sem travamentos perceptíveis. Ao rodar o teste do AnTuTu no celular que recebi da Samsung — um modelo com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento —, o resultado foi de impressionantes 3.681.138 pontos. O número coloca o Galaxy S26 Ultra entre os cinco smartphones mais poderosos do mundo atualmente. A bateria mantém 5.000 mAh, enquanto o carregamento com fio chega a 60 W, evolução em relação à geração anterior. Durante a análise aqui na redação, o Galaxy S26 Ultra chegou a cerca de 10 horas e 15 minutos de uso até cair de 100% para 15%, considerando aproximadamente sete horas de tela ligada e uso intenso de fotos e vídeos. O resultado foi considerado bom, mas abaixo do que seria esperado de um aparelho desse porte; já a recarga mais rápida representa um avanço, embora o carregador de 25 W incluso não aproveite a potência máxima. O Samsung Galaxy S26 Ultra (256 GB) está disponível a partir de R$ 7.198 na Amazon. Prós: tela Dynamic AMOLED 2X de 120 Hz com alto brilho; câmeras com bom alcance dinâmico e abertura maior; desempenho muito elevado com Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy Contras: bateria mantém capacidade de 5.000 mAh; carregador de 25 W não aproveita os 60 W suportados; preço elevado 2. Motorola Signature (512 GB) — a partir de R$ 4.752 Com sua estreia em 9 de março de 2026, o Motorola Signature marca a entrada da marca em uma nova categoria de celulares premium, combinando design ultrafino, tela AMOLED de alta frequência e conjunto de câmeras de 50 MP. Em nossas avaliações, o modelo se destacou pelo acabamento sofisticado e pela construção fina, que entrega boa sensação de resistência sem deixar o aparelho pesado na mão. Review Motorola Signature: com câmeras de ponta, celular acerta em quase tudo MOTOROLA SIGNATURE é MELHOR que IPHONE? Testamos o celular premium! A tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas tem resolução 1,5K, suporte a HDR10+ e taxa de atualização de 165 Hz. Durante a avaliação aqui na redação, o display chamou atenção pela nitidez, cores vibrantes e fluidez, embora o brilho manual não esteja entre os mais altos da categoria. O áudio também teve desempenho de destaque, com alto-falantes estéreo Sound by Bose que entregaram som alto e encorpado. A bateria de 5.200 mAh oferece carregamento TurboPower de até 125 W e suporte a recarga sem fio de 50 W, além de conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC e UWB. Durante a análise aqui na redação, a autonomia foi considerada sólida, embora sem se destacar diante de concorrentes que já apostam em baterias maiores. O aparelho também conta com leitor de digitais sob a tela, reconhecimento facial, proteção IP68 e IP69 e promessa de até sete anos de atualizações do Android e de segurança. O conjunto de câmeras reúne três sensores traseiros de 50 MP, com principal Sony LYTIA 828, ultrawide de 122 graus e teleobjetiva com zoom óptico de 3x, além de câmera frontal de 50 MP. Nas nossas avaliações, o sistema mostrou versatilidade nas diferentes distâncias focais, com bons resultados principalmente nas câmeras principal e teleobjetiva em condições favoráveis de iluminação. O Motorola Signature é, sem exagero, o melhor celular que a Motorola já produziu. A marca conseguiu reunir praticamente tudo o que se espera de um smartphone premium em 2026: design sofisticado, construção resistente, tela de alta qualidade, bateria competente, suporte generoso e um conjunto de câmeras que finalmente coloca a fabricante entre os melhores do mercado. No desempenho, o Signature combina Snapdragon 8 Gen 5, 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento interno, com possibilidade de mais 12 GB por meio do RAM Boost. Em nossos testes, o processador mostrou desempenho de nível premium para tarefas cotidianas e jogos, mas apresentou uma limitação importante sob carga prolongada: o aparelho aqueceu e reduziu agressivamente o desempenho para controlar a temperatura. O Android 16 roda com a interface Hello UI, que mantém a experiência limpa e acrescenta recursos como Smart Connect e Moto AI. Por aqui, o Motorola Signature mostrou um conjunto equilibrado, com tela, construção, áudio, câmeras e interface entre seus principais atributos, mas o desempenho sustentado e a relação entre recursos e preço dificultam uma recomendação automática. O GSMArena também apontou que a concorrência oferece vantagens importantes na mesma faixa, especialmente em bateria e desempenho. O Motorola Signature (512 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 4.752 no Mercado Livre. Prós: construção premium e design fino com proteção IP68 e IP69; tela Extreme AMOLED de 165 Hz; conjunto versátil de câmeras de 50 MP Contras: Snapdragon 8 Gen 5 fica menos competitivo nessa faixa de preço; autonomia apenas sólida diante de concorrentes com baterias maiores 3. Samsung Galaxy A57 (128 GB) — a partir de R$ 1.799 O Samsung Galaxy A57, lançado no Brasil em 15 de abril de 2026, chegou com uma proposta de intermediário mais refinado, combinando tela Super AMOLED Plus, câmera principal de 50 MP com OIS e construção mais fina. Quando acompanhamos de perto, o modelo mostrou evolução no design e uma experiência equilibrada no uso cotidiano, embora o desempenho não acompanhe alguns rivais da categoria. Review Galaxy A57: mudanças pontuais justificam abandonar o A56? GALAXY A57 vale a pena? Testamos o modelo CUSTO-BENEFÍCIO da Samsung! No desempenho, o Galaxy A57 utiliza o Exynos 1680 com 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento nesta versão, sem possibilidade de expansão por microSD. A experiência avaliada foi de desempenho equilibrado para tarefas do dia a dia, mas o novo chip fica atrás de concorrentes que avançaram mais em potência nesta geração. O aparelho roda Android 16 com One UI 8.5 e tem previsão de seis grandes atualizações do sistema e seis anos de atualizações de segurança. Com apenas 6,9 mm de espessura e 179 gramas, o aparelho ficou mais leve e confortável de segurar em comparação com a geração anterior. A estrutura metálica e a certificação IP68 reforçam a construção, enquanto a tela de 6,7 polegadas ocupa uma área maior da frente graças às bordas mais estreitas. A avaliação apontou justamente esse conjunto de mudanças como um dos pontos que aproximam o A57 da experiência visual dos modelos mais caros da linha. A tela FHD+ Super AMOLED Plus trabalha a 120 Hz e oferece suporte a HDR10+, com brilho suficiente para manter a visualização confortável em diferentes situações. Na prática, a avaliação considerou o display um dos pontos fortes do celular, com imagem vibrante e boa fluidez para vídeos, redes sociais e jogos. O aparelho também conta com Vision Booster para melhorar a visualização em ambientes mais iluminados. O conjunto de câmeras reúne sensor principal de 50 MP com estabilização óptica, ultrawide de 12 MP, macro de 5 MP e câmera frontal de 12 MP. As avaliações mostraram que a câmera principal e a frontal entregam resultados acima do esperado para a categoria, enquanto a ultrawide apresenta desempenho mais adequado e a lente macro tem utilidade mais limitada. A gravação de vídeos pela câmera principal chega a 4K a 30 fps. A bateria de 5.000 mAh manteve a capacidade da geração anterior, mas apresentou melhora de autonomia durante a avaliação, um dos avanços destacados no teste. O carregamento de 45 W é compatível com o Super Fast Charging 2.0. Em conectividade, o modelo oferece 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0, NFC, Dual SIM e eSIM, além de leitor de impressão digital e proteção Samsung My Knox. O GSMArena também destaca a boa evolução da bateria, embora considere o carregamento relativamente lento diante de rivais. O Samsung Galaxy A57 (128 GB) está disponível a partir de R$ 1.799 na Amazon. Prós: design mais fino e leve com proteção IP68; tela Super AMOLED Plus de 120 Hz com HDR10+; câmeras principal e frontal com bons resultados Contras: desempenho fica atrás de alguns concorrentes; carregamento de 45 W sem suporte a carregamento sem fio; lente macro tem utilidade limitada 4. Samsung Galaxy A37 (256 GB) — a partir de R$ 1.889 O Samsung Galaxy A37, de abril de 2026, veio para o Brasil como uma atualização pontual da linha intermediária, sem grandes mudanças em relação ao antecessor. Em nossos testes, o modelo mostrou uma experiência consistente no dia a dia, com tela Super AMOLED de 120 Hz, desempenho suficiente para tarefas cotidianas e câmeras capazes, embora a evolução em relação ao Galaxy A36 seja discreta. Review Galaxy A37: celular entrega experiência consistente, mas sem novidades Galaxy A37 traseira Julia Rabaça/TechTudo O design é um dos aspectos que mais ajudam o aparelho a transmitir uma sensação premium. Com traseira em Gorilla Glass Victus+, estrutura de plástico, 7,4 mm de espessura e 196 gramas, o Galaxy A37 ficou mais fino e sofisticado. Na nossa avaliação, porém, as dimensões de 162,9 x 78,2 mm dificultaram o uso com uma mão, especialmente para alcançar o outro lado do teclado. A certificação IP68 também oferece proteção contra água e poeira, enquanto o leitor de digitais sob a tela cuida da biometria. A tela Super AMOLED de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ de 2.340 x 1.080 pixels, taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 1.900 nits. Durante o período de testes, o painel se mostrou um dos pontos altos do celular, com boa nitidez e fluidez suficiente para transformar o aparelho em uma alternativa confortável para assistir a filmes e séries. O brilho também permitiu uma visualização confortável em ambientes mais iluminados. O Galaxy A37 vale a pena por apresentar uma ficha técnica equilibrada para a categoria intermediária, com boas câmeras, desempenho competente, tela de qualidade e autonomia de bateria suficiente para um dia comum, além de uma boa perspectiva de atualizações. No conjunto fotográfico, o Galaxy A37 traz câmera principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 8 MP, macro de 5 MP e câmera frontal de 12 MP, além de gravação em 4K. Nas nossas avaliações, a câmera principal entregou boa nitidez e cores fiéis em fotos externas, enquanto o processamento noturno conseguiu controlar o ruído em ambientes com pouca luz. A macro também surpreendeu positivamente pela definição e pelas cores, mas a ultrawide apresentou resultados mais modestos. O desempenho fica por conta do Exynos 1480 de 4 nm, acompanhado de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno nesta versão, sem suporte a cartão de memória. Na nossa experiência de uso, o Galaxy A37 permaneceu fluido mesmo com mais de 30 aplicativos abertos em segundo plano e registrou 1.012.211 pontos no AnTuTu. O smartphone sai de fábrica com Android 16 e One UI 8.5, além de recursos de inteligência artificial e promessa de seis anos de atualizações de sistema e segurança. A bateria de 5.000 mAh também apresentou desempenho suficiente para um dia comum. Durante nossos testes, o aparelho chegou ao fim de uma rotina de uso com 37% de carga, após atividades como reprodução de música, navegação na internet, redes sociais e streaming. O carregamento suporta até 45 W, mas o carregador incluído na caixa tem apenas 15 W. O Galaxy A37 ainda oferece 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth, NFC, dual SIM, eSIM e alto-falantes estéreo. O Samsung Galaxy A37 (256 GB) está disponível a partir de R$ 1.889 na Amazon. Prós: tela Super AMOLED de 120 Hz com alto brilho; câmera principal de 50 MP com OIS e bons resultados em fotos diurnas e noturnas; seis atualizações de sistema e seis anos de atualizações de segurança Contras: carregador de 15 W incluso na caixa; aquecimento em jogos mais pesados; ultrawide de 8 MP entrega resultados modestos 5. Samsung Galaxy Z Fold 8 (512 GB) — a partir de R$ 12.059 Lançado no Brasil em julho de 2026, o Samsung Galaxy Z Fold 8 chegou com um formato diferente dos dobráveis anteriores da marca, mais curto e largo quando fechado. Em nossos testes, a mudança favoreceu a portabilidade: com 201 gramas, o aparelho ficou confortável na mão e mais próximo da experiência de um celular convencional para tarefas rápidas. Aberto, o modelo revela uma tela interna de 7,6 polegadas, enquanto esta versão traz 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. Galaxy Z Fold 8: 3 coisas que amamos e 3 que decepcionaram no dobrável Galaxy Z Fold 8: tudo o que mudou no novo celular da Samsung A construção também se destacou durante a avaliação aqui na redação. O corpo mais curto e largo facilita o uso fechado, enquanto a estrutura em Advanced Armor Aluminum e o vidro Gorilla Glass Victus 2 reforçam a sensação de resistência. A dobradiça Armor FlexHinge e a proteção IP48 contra água e partículas também ajudam na durabilidade. O aparelho ainda oferece leitor de digitais, reconhecimento facial, dual chip e eSIM. A bateria de 4.800 mAh foi um dos pontos de atenção durante nossos testes. Em uso muito intenso, com jogos, gravação de vídeos, multitarefa e períodos prolongados com a tela interna ligada, o celular não conseguiu completar um dia de uso e apresentou aquecimento em atividades mais pesadas. O carregamento de 45 W ajuda a compensar a limitação e, segundo a Samsung, recupera até 63% da carga em cerca de 30 minutos com carregador compatível. O aparelho ainda oferece carregamento sem fio e PowerShare. A tela interna de 7,6 polegadas usa painel Dynamic AMOLED 2X LTPO, resolução de 1848 x 2448 pixels e taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, com brilho máximo de 3.000 nits. Em nossa avaliação, a área ampla favoreceu leitura, vídeos e multitarefa, enquanto a proporção 4:3 permitiu manter dois aplicativos lado a lado com mais conforto. O vinco central também chamou atenção positivamente, ficando quase imperceptível durante a navegação e pouco evidente ao toque. O conjunto de câmeras reúne sensor principal de 50 MP com abertura f/1.8, estabilização óptica e foco Dual Pixel, além de uma ultrawide de 50 MP com campo de visão de 120 graus. Nas nossas avaliações, as câmeras entregaram fotos nítidas e com bom controle de ruído em ambientes internos e cenas noturnas, enquanto a estabilização ajudou em registros mais consistentes. O principal avanço, porém, está no vinco central. A tecnologia Flex Titanium combina uma película de liga de titânio com uma placa reforçada sob o painel, solução criada para aumentar a sustentação da tela, absorver impactos e tornar a dobra menos visível. No desempenho, o Galaxy Z Fold 8 combina Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy, 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. Durante a avaliação, o aparelho apresentou desempenho de nível premium no uso cotidiano, incluindo multitarefa, jogos e recursos de inteligência artificial. O Android 17 com One UI 9 também aproveita bem o formato dobrável, com múltiplas janelas, DeX e Galaxy AI, além da promessa de sete grandes atualizações do sistema operacional. Na conectividade, o modelo traz 5G, 4G/LTE, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, NFC e USB-C. Durante a avaliação, os alto-falantes entregaram boa qualidade sonora, embora o volume não seja dos mais altos e a separação estéreo fique menos convincente quando o aparelho está aberto na horizontal. A One UI 9, por outro lado, mostrou-se bastante completa para aproveitar a tela maior, especialmente em multitarefa. A ausência de suporte à S Pen é uma limitação importante para quem pretende usar o dobrável para anotações, desenhos ou produtividade. Em nossas avaliações, o novo formato, a tela interna quase sem vinco e a experiência de uso mostraram avanços importantes, mas bateria, adaptação de aplicativos como Instagram e ausência de S Pen pesam contra o aparelho. O GSMArena também considera a autonomia suficiente para um dia de uso, mas aponta o preço elevado e o conjunto de câmeras como compromissos importantes. O Galaxy Z Fold 8 (512 GB) está disponível a partir de R$ 12.059 no Mercado Livre. Prós: formato mais compacto e confortável; tela interna ampla com vinco pouco perceptível; câmeras com bons resultados em diferentes condições; desempenho de nível premium; sete anos de atualizações Contras: bateria limitada em uso intenso; ausência de teleobjetiva dedicada; problemas de adaptação do Instagram entre as telas; não oferece suporte à S Pen 6. OPPO Reno16 F (128 GB) — a partir de R$ 4.598 Lançado no Brasil em agosto de 2026, o OPPO Reno16 F chegou como um intermediário que aposta em design diferenciado, câmeras versáteis e bateria de alta capacidade. Em nossas primeiras impressões, o modelo chamou atenção principalmente pela construção em peça única e pelo acabamento Branco Aura com efeito holográfico 3D. OPPO Reno16 F chega com efeito 3D e câmeras potentes; veja impressões O acabamento também passou uma boa impressão durante os testes aqui na redação. A versão Branco Aura tem 8,58 mm de espessura e 196 gramas, enquanto a Preto Crepúsculo é um pouco mais fina e leve. Apesar da estrutura em plástico, o aparelho transmitiu sensação de construção sofisticada. As certificações IP69K, IP69, IP68 e IP66 também reforçam a resistência contra água e poeira. A tela AMOLED de 6,57 polegadas tem resolução Full HD+ de 2.372 x 1.080 pixels e taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz. Durante a avaliação, o painel chamou atenção pelo brilho de até 1.400 nits e pelas cores vivas, mantendo boa visibilidade mesmo sob luz intensa. O recurso Splash Touch também funcionou bem durante o uso com as mãos úmidas, permitindo continuar deslizando o dedo pelo display. O conjunto de câmeras traz sensor principal de 50 MP, teleobjetiva de 50 MP com zoom óptico de 3,5x e ultrawide de 8 MP, além de câmera frontal de 50 MP. Nas nossas avaliações, a teleobjetiva foi um dos maiores destaques, entregando bons resultados em ampliações moderadas e mantendo detalhes graças ao pós-processamento. Em cenas noturnas, porém, apareceram sinais de pixelização, enquanto os vídeos também perderam qualidade em ambientes com pouca luz. O desempenho fica por conta do Dimensity 7300-Energy, acompanhado de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. Nos testes da nossa redação, o celular apresentou boa fluidez para abrir aplicativos, alternar entre tarefas e realizar atividades cotidianas, mas o processador não é voltado para desempenho máximo em jogos ou tarefas pesadas. O aparelho sai de fábrica com Android 16 e ColorOS 16, que adiciona recursos como AI Snap Key e AI Mind Space para acessar notas, gravações e outras funções de inteligência artificial. No geral, o OPPO Reno16 F se mostra uma boa opção para quem busca um intermediário completo, com foco em bateria, câmeras e resistência. Embora não seja o modelo mais indicado para usuários que priorizam desempenho máximo, o aparelho compensa com um conjunto equilibrado e recursos avançados para a faixa de preço. A bateria de 6.500 mAh foi um dos grandes destaques durante nossa avaliação. Em um dia de uso, que começou às 8h, com música, vídeos em redes sociais e uso intenso das câmeras, o Reno16 F chegou às 23h ainda com 40% de carga. O carregamento de 45 W também apresentou bom desempenho, levando a bateria de 0 a 100% em aproximadamente 1 hora e 24 minutos. O modelo, porém, não oferece carregamento sem fio. Na conectividade, o OPPO Reno16 F traz 5G, Wi-Fi 6 de banda dupla, Bluetooth 5.4 e NFC, além de USB-C. Em nossas avaliações, a experiência foi complementada pelo leitor de digitais e pelo reconhecimento facial para desbloqueio, enquanto o conjunto de alto-falantes entrega uma experiência adequada para vídeos e redes sociais. O aparelho também oferece recursos extras, como dual chip, cartão microSD e ferramentas de inteligência artificial integradas ao sistema. Durante os testes, a bateria de 6.500 mAh, a resistência avançada e a teleobjetiva de 50 MP foram os principais diferenciais, enquanto o desempenho intermediário e a ausência de carregamento sem fio pesam contra o aparelho nessa faixa de preço. O GSMArena também destaca o design diferenciado e a câmera frontal como pontos fortes, mas o preço elevado coloca o modelo diante de concorrentes mais potentes. O OPPO Reno16 F (128 GB) está disponível a partir de R$ 4.598 na Amazon. Prós: bateria de 6.500 mAh com excelente autonomia nos testes; teleobjetiva de 50 MP com zoom óptico de 3,5x; certificações IP69K, IP69, IP68 e IP66; tela AMOLED de 120 Hz com alto brilho Contras: processador mais indicado para tarefas cotidianas; ausência de carregamento sem fio; fotos e vídeos noturnos apresentam perda de qualidade; preço elevado para um intermediário 7. JOVI X300 Ultra (512 GB) — a partir de R$ 17.999 Lançado no Brasil em 4 de agosto de 2026, o JOVI X300 Ultra é o primeiro topo de linha da marca no país e chega com uma proposta claramente voltada para fotografia. Em nossa avaliação, o aparelho impressionou principalmente pelo conjunto de câmeras desenvolvido em parceria com a ZEISS, pelos acessórios fotográficos incluídos na caixa e pelo desempenho de alto nível. JOVI X300 Ultra: celular com câmeras ZEISS faz fotos de cair o queixo JOVI X300 Ultra com teleconversor Ana Loubak/TechTudo O design reforça essa proposta desde o primeiro contato. Na avaliação do TechTudo, o módulo circular inspirado em câmeras profissionais e a moldura metálica ao redor das lentes dão ao celular uma aparência sofisticada, enquanto a estrutura de alumínio, o Armor Glass e as certificações IP68 e IP69 acrescentam resistência. Com até 8,49 mm de espessura e 237 gramas, porém, o modelo é mais pesado que boa parte dos concorrentes premium, especialmente quando utilizado com os teleconversores. A tela AMOLED de 6,82 polegadas tem resolução 2K, taxa de atualização adaptativa de até 144 Hz e brilho máximo de 4.500 nits. Durante os testes da nossa redação, o display se mostrou especialmente adequado para uso externo, com excelente visibilidade mesmo sob luz intensa e boa reprodução de cores. O painel também oferece Ultra XDR, Dolby Vision e HDR10+, além de certificações voltadas ao conforto visual. O principal destaque do JOVI X300 Ultra está no conjunto fotográfico, formado por câmera principal de 200 MP, teleobjetiva de 200 MP, ultrawide de 50 MP e frontal de 50 MP. Em nossa avaliação, as câmeras entregaram fotos extremamente nítidas e bem iluminadas, inclusive à noite, com bom controle de ruído e alcance dinâmico. A parceria com a ZEISS também aparece na ciência de cores, que apresentou tons bastante fiéis no modo Natural, enquanto os diferentes perfis de fotografia acrescentaram opções para quem gosta de uma estética mais trabalhada. O desempenho fica por conta do Snapdragon 8 Elite Gen 5, acompanhado de 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. Em nossos testes, o JOVI X300 Ultra alcançou 3.984.674 pontos no AnTuTu, resultado que o coloca entre os smartphones mais potentes da atualidade. A configuração é suficiente para lidar com aplicativos, jogos e tarefas pesadas com ampla margem, embora não exista possibilidade de expansão por cartão microSD. O JOVI X300 Ultra é um dos smartphones mais completos disponíveis no mercado hoje. Ele reúne um conjunto de câmeras de alto nível, desempenho de ponta, tela avançada e bateria de longa duração, entregando excelência justamente nos quatro pilares mais valorizados por quem busca um celular premium. Nesse sentido, é difícil encontrar um concorrente que ofereça um pacote tão completo. A teleobjetiva de 200 MP, com zoom óptico de 3,7x, também foi destaque para os nossos redatores, principalmente quando combinada aos teleconversores de 200 mm e 400 mm incluídos no kit. Com os acessórios, o smartphone chega a aproximadamente 8x e 17x de zoom óptico, respectivamente, permitindo registrar detalhes muito distantes e até pequenos elementos da natureza. O grip complementa a experiência ao adicionar controles físicos de obturador, zoom e gravação, além de uma bateria integrada de 2.300 mAh que ajuda a prolongar a autonomia durante sessões prolongadas de fotografia. A bateria de 6.600 mAh também teve bom desempenho durante a avaliação. Em testes preliminares, o aparelho consumiu 20% da carga após cerca de duas horas fotografando continuamente com a tela no brilho máximo. O carregamento de 100 W foi outro destaque: utilizando o carregador incluído, o celular chegou a 50% em apenas 20 minutos e completou a carga em menos de uma hora, além de oferecer recarga sem fio de 40 W. Por aqui, o JOVI X300 Ultra entrega um dos conjuntos mais completos entre os celulares premium, sobretudo para quem pretende explorar fotografia avançada. O modelo roda Android 16 com OriginOS 6 e tem promessa de cinco atualizações de sistema, até o Android 21, além de sete anos de atualizações de segurança. Na avaliação, o conjunto de conectividade também se mostrou completo, com Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, 5G e NFC, além de leitor ultrassônico de digitais sob a tela e sistema de resfriamento líquido. O JOVI X300 Ultra (512 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 17.999 no Mercado Livre. Prós: câmeras ZEISS de alta resolução com resultados excelentes; kit fotográfico com teleconversores e grip incluso; Snapdragon 8 Elite Gen 5 com 16 GB de RAM; tela AMOLED 2K de 144 Hz e 4.500 nits Contras: preço de estreia elevado; construção pesada, especialmente com os acessórios fotográficos; ausência de entrada para cartão microSD Com informações de Amazon, AnTuTu, GSMArena [1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7], Jovi, Mercado Livre, Motorola, Samsung, Oppo e TechTudo. Mais do TechTudo n Veja: 🎥 Samsung lança seu DOBRÁVEL MAIS MODERNO até HOJE! Samsung lança seu DOBRÁVEL MAIS MODERNO até HOJE! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
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PS Plus de agosto: saiba quais jogos chegam hoje (18) ao catálogo


O catálogo do PS Plus Extra recebe sete jogos nesta terça-feira (18), com destaque para o RPG Kingdom Come: Deliverance 2, além do game de ação Hell is Us e do survival horror Metro Exodus. Assinantes do plano Deluxe, cuja mensalidade é a mais cara, também ganham acesso a dois títulos clássicos. Juntando-se a Helldivers 2, disponível no serviço desde a semana passada, os títulos nativos de PlayStation 5 (PS5) e PlayStation 4 (PS4) mencionados também são vendidos na PS Store. Saiba mais sobre as novidades de agosto a seguir: 🎮 Os 10 melhores JRPG de todos os tempos, segundo o Metacritic 📲 Comparador de celulares do TechTudo: conheça os melhores para jogar Free Fire Kingdom Come Deliverance 2 e mais jogos chegam ao PS Plus em agosto Reprodução/PlayStation ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os melhores jogos para celular? Veja no Fórum do TechTudo PS Plus Extra e Deluxe - Catálogo de Jogos Abaixo, confira todas as novidades do Catálogo de Jogos do PS Plus Extra e Deluxe: Novidades do Catálogo de jogos do PS Plus Extra e Deluxe de agosto Reprodução/PS Blog Helldivers 2 (PS5) Em Helldivers 2, o jogador une forças com três amigos para proteger o planeta natal, a Superterra, contra a ameaça de alienígenas. O jogo de tiro cooperativo multiplayer, criado pela Arrowhead Game Studios, chegou ao PS Plus em 12 de agosto no lançamento da atualização Privado de Liberdade, que traz missões de reconhecimento no Vazio, uma perigosa anomalia interestelar. Helldivers 2 recebe grande atualização de conteúdo Reprodução/Steam Kingdom Come: Deliverance 2 (PS5) Kingdom Come: Deliverance 2 é a sequência do RPG de mundo aberto da Warhorse Studios, continuando a história de Henry de Skalitz, um homem comum que busca vingança pela morte dos pais. Considerado um dos principais RPGs deste século, o título apresenta um mundo aberto realista na Europa Medieval, ambientado em meio ao caos de uma guerra civil na Boêmia do século XV. Viva uma experiência medieval realista em Kingdom Come: Deliverance 2 Reprodução/Steam Vampire Survivors (PS5, PS4) Vampire Survivors é um fenômeno indie com estética retrô minimalista. Como um bullet hell simplificado, ele desafia o jogador a sobreviver o máximo possível contra hordas de inimigos, utilizando ataques automáticos e combinações de habilidades que evoluem a cada partida. Ao coletar ouro e XP para melhorar armas e atributos, você se prepara para o nível de desafio que sobe gradualmente. Vampire Survivors é um jogo com visual simples, mas viciante e divertido de jogar com amigos no Nintendo Switch Reprodução/Nintendo Game Store Hell is Us (PS5) Desenvolvido pela Rogue Factor, Hell is Us combina combate corpo a corpo e exploração orgânica, dispensando totalmente mapas ou marcadores de interface. A trama se passa em um mundo semiaberto devastado por uma guerra civil e por uma calamidade sobrenatural. Nesse cenário, o público controla Remy, um soldado da paz das Nações Unidas que desertou para buscar os pais desaparecidos. Hell is Us traz um mundo assolado por criaturas sobrenaturais e uma guerra civil Reprodução/Steam Umamusume Pretty Derby - Party Dash (PS4) Umamusume Pretty Derby - Party Dash apresenta garotas-cavalo antropomórficas em corridas de obstáculos, partidas de basquete, jogos de queimada e concursos de comer com regras atípicas. O jogador monta uma equipe de cinco Umamusume para disputar o Slapdash Grand Prix, composto por quatro provas pela medalha de ouro Umamusume: Pretty Derby se baseia em histórias reais das corridas de cavalo no Japão Reprodução/Steam Two Point Museum (PS5) Em Two Point Museum, o jogador assume o papel de um curador encarregado de projetar e gerenciar exibições por toda a região de Two Point County. A rotina exige a contratação de zeladores e seguranças para atender os visitantes e proteger o acervo contra saques. Para manter o negócio sustentavel, também é necessário financiar expedições arqueológicas em busca de relíquias raras. Em Two Point Museum o desafio dos jogadores é criar e administrar seu próprio museu, atraindo visitantes e mantendo-os entretidos Reprodução/Steam Metro Exodus (PS5, PS4) Metro Exodus, da 4A Games, é um jogo de tiro em primeira pessoa que mistura elementos de survival horror e stealth. Ambientado em uma Rússia pós-apocalíptica, o título coloca o jogador no papel de Artyom, cuja missão é enfrentar criaturas mutantes e facções hostis nas ruínas da superfície enquanto atravessa o continente. Em Metro Exodus jogadores têm que explorar o mundo pós-apocalíptico em busca de sobreviventes Reprodução/Steam Dying Light 2 (PS5, PS4) Dying Light 2 combina sobrevivência e ação contra zumbis em um mundo pós-apocalíptico criado pela desenvolvedora Techland. O jogador controla Aiden Caldwell, um andarilho que chega a Villedor, a última cidade a resistir na Terra, em busca de sua irmã desaparecida. Tudo isso com muito parkour e violência contra mortos-vivos. Dying Light 2 traz de volta os elementos de parkour e os mortos-vivos Reprodução/Steam PS Plus Deluxe - Catálogo de Clássicos O Catálogo de Clássicos do PS Plus Deluxe recebe dois jogos exclusivos: Onimusha: Dawn of Dreams (PS5, PS4) Lançado pela Capcom em 2006 para PlayStation 2 (PS2), Onimusha: Dawn of Dreams combina ação, aventura e elementos de RPG. Na trama ambientada no Japão Feudal, o usuário controla Soki, um jovem guerreiro que une forças com aliados para enfrentar os demônios conhecidos como Genma. Onimusha: Dawn of Dreams combina ação, aventura e elementos de RPG Reprodução/PS Blog Disney's Atlantis: The Lost Empire (PS5, PS4) Disney's Atlantis: The Lost Empire, lançado originalmente em 2001 para o primeiro PlayStation, chega com nova renderização, opção de retroceder o tempo, salvamento rápido e filtros de vídeo personalizados. A história segue Milo Thatch enquanto ele lidera uma equipe de especialistas para desvendar os segredos da cidade perdida de Atlântida. Disney's Atlantis: The Lost Empire é clássico de PS1 baseado em desenho clássico Reprodução/PS Blog Com informações de PS Blog, PlayStation e Deluxe Mais do TechTudo Veja também: GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado! GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado!
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Samsung encerra atualização do Android em 15 celulares populares; veja quais


A Samsung encerrou o ciclo de grandes atualizações do Android para 15 modelos Galaxy, incluindo aparelhos populares das linhas S, A e dobráveis Z lançados entre 2021 e 2023. Entre eles estão o Z Fold 3, Z Flip 3, a família S22, o A53 5G e a linha S23 completa. O fim das atualizações de sistema não significa que os celulares param de funcionar. A Samsung ainda deve fornecer patches de segurança por mais um período, que varia de 12 a 24 meses conforme o modelo, mas marca o início da reta final de vida útil desses aparelhos. Veja detalhes a seguir. 🔎 One UI 9.5: grande vazamento revela visual translúcido, menu suspenso e mais 🔎Samsung lança Galaxy Z Fold 8, Z Fold 8 Ultra e Z Flip 8 no Brasil; veja preços Samsung encerra atualização do Android em 15 celulares populares; veja quais Gisele Barros/TechTudo 📲 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 É possível voltar a versão do Android? Veja no Fórum TechTudo Samsung encerra atualização do Android em 15 celulares populares Quais celulares Galaxy já chegaram ao fim das atualizações do Android? O que significa o fim das atualizações do Android? Fim das atualizações do Android significa fim do suporte? Por quanto tempo cada celular ainda recebe atualizações de segurança? O que acontece com o celular depois do fim do suporte? Quais celulares Galaxy já chegaram ao fim das atualizações do Android? A lista reúne aparelhos lançados entre 2021 e 2023, que já esgotaram ou estão prestes a esgotar o número de versões do Android prometidas pela Samsung no lançamento. Confira, modelo a modelo: Galaxy Z Fold 3 Lançado em agosto de 2021, o primeiro dobrável de sucesso comercial da Samsung encerrou as atualizações de Android em agosto de 2025 e deve receber patches de segurança até agosto de 2026. O modelo foi o responsável por popularizar o formato livro da linha Z no Brasil. Galaxy Z Flip 3 Também lançado em agosto de 2021, o Z Flip3 segue exatamente o mesmo calendário do Z Fold3: Android encerrado em agosto de 2025 e segurança até agosto de 2026. Foi o dobrável mais vendido da Samsung até então, puxado pelo preço mais acessível em relação ao Fold. Galaxy S21 FE 5G Lançado em janeiro de 2022 como uma versão "Fan Edition" mais barata do S21, o aparelho teve as atualizações de Android encerradas em janeiro de 2026, com segurança prevista até janeiro de 2027. Galaxy S22, S22+ e S22 Ultra Toda a família S22 teve o suporte a novas versões do Android encerrado em fevereiro de 2026, com correções de segurança programadas até fevereiro de 2027. O S22 Ultra foi o primeiro Ultra a incorporar a S Pen de forma nativa ao design, unificando o que antes era exclusivo da linha Note. Galaxy A53 5G Um dos intermediários mais vendidos da marca, o A53 5G, de abril de 2022, encerrou as atualizações de Android em abril de 2026 e deve manter patches de segurança até abril de 2027. Galaxy A14 Lançado em maio de 2023 como opção de entrada, o A14 já teve as atualizações de Android encerradas em maio de 2025, mas segue recebendo patches de segurança até maio de 2027. É o modelo com o intervalo mais longo entre o fim do sistema e o fim da segurança dessa lista. Galaxy Z Fold 4 e Z Flip 4 A segunda geração de dobráveis avaliada nesta lista, lançada em agosto de 2022, encerra as atualizações de Android em agosto de 2026, com segurança garantida até agosto de 2027. Galaxy A54 5G Lançado em março de 2023, o A54 5G foi bem avaliado por trazer recursos como estabilização óptica de imagem em um intermediário. O modelo deve encerrar as atualizações de Android em março de 2027, com segurança prevista até maio de 2027. Galaxy S23, S23+, S23 Ultra e S23 FE Toda a linha S23, lançada em fevereiro de 2023, está no fim do ciclo. A One UI 9, baseada no Android 17, será a última grande atualização de sistema para Galaxy S23, S23 Plus, S23 Ultra e S23 FE, que não devem avançar para o Android 18, embora continuem recebendo patches de segurança até fevereiro de 2028. Samsung encerra atualizações de Android em 15 modelos Galaxy populares Reprodução/Samsung editado por Késya Holanda O que significa o fim das atualizações do Android? O fim das atualizações do Android significa que o celular parou de receber novas versões completas do sistema operacional, incluindo os recursos e mudanças visuais que normalmente chegam junto com cada geração. Na prática, o aparelho fica "congelado" na última versão do Android e da interface One UI que recebeu, mesmo que a Samsung lance atualizações mais recentes para outros modelos. Isso acontece porque a política de suporte da fabricante é limitada por gerações de sistema, e não por tempo indefinido. A Samsung não divulga uma lista anual oficial de aparelhos "aposentados", mas sua política de atualizações permite estimar quais modelos entram na reta final do suporte a cada ano, geralmente com base na data de lançamento e na categoria do aparelho. Fim das atualizações do Android significa fim do suporte? Não necessariamente. O fim das atualizações do Android é apenas a primeira etapa do fim de vida de um smartphone. Depois desse marco, a Samsung costuma manter o aparelho recebendo atualizações de segurança por um período adicional, geralmente entre 12 e 24 meses, dependendo da categoria do modelo. Só quando esse segundo prazo também se encerra é que o celular entra, de fato, no fim de vida completo do software, sem receber mais nenhum tipo de correção da fabricante. Até lá, o aparelho continua funcionando normalmente e recebendo proteção contra vulnerabilidades recém-descobertas, mesmo sem ganhar novos recursos de sistema. Por quanto tempo cada celular ainda recebe atualizações de segurança? O tempo varia conforme a categoria do celular e o ano de lançamento. Modelos mais antigos desta lista, como o Z Fold 3 e o Z Flip 3, têm apenas um ano de patches de segurança após o fim do Android. Já modelos mais recentes, como a linha S23, contam com prazos mais longos: a Samsung prometeu segurança até fevereiro de 2028 para o S23, mesmo com o fim das atualizações de sistema já em 2027. Vale notar que a frequência dessas atualizações também tende a diminuir com o tempo. A companhia mantém cronogramas diferentes de distribuição de patches, que passam de mensais para trimestrais ou semestrais nas etapas finais do período de suporte. Ou seja, mesmo dentro do prazo de segurança, a proteção vai ficando mais espaçada conforme o aparelho envelhece. O que acontece com o celular depois do fim do suporte? O celular não para de funcionar quando o suporte termina, mas fica mais exposto a riscos. Sem atualizações de segurança, qualquer vulnerabilidade descoberta a partir daquele momento deixa de ser corrigida, o que aumenta a exposição a golpes e invasões, principalmente para quem usa aplicativos bancários ou guarda dados sensíveis no aparelho. Com o tempo, também é comum que aplicativos parem de ser otimizados para versões antigas do Android, o que pode causar lentidão, travamentos ou até a impossibilidade de instalar certos apps. Por isso, embora não seja obrigatório trocar de aparelho assim que o suporte se encerra, vale reforçar cuidados básicos nesse período: manter os aplicativos sempre atualizados, evitar redes Wi-Fi públicas sem proteção e não instalar programas fora da loja oficial. Com informações de Engadget e Gizmochina Mais do TechTudo 🎥 ANDROID 17 CHEGOU!! Veja tudo que mudou no sistema operacional! ANDROID 17 CHEGOU!! Veja tudo que mudou no sistema operacional!
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Quando lança a 5ª temporada de Outer Banks? Veja data e elenco


A 5ª temporada de Outer Banks estreia na Netflix nesta quinta-feira (20), deixando os assinantes e fãs da série curiosos para descobrir o que vem pela frente para os Pogues. Na nova season, o grupo de jovens enfrenta o luto pela morte de JJ e parte em uma jornada de vingança e redenção, enquanto tenta recuperar a Coroa Azul e lidar com novas ameaças. O elenco conta novamente com nomes como os dos artistas Chase Stokes (A Casa na Praia) e Madelyn Cline (O Mapa que Leva até Você). 🍿Melhores séries da Netflix em 2026: 12 boas opções para maratonar em agosto Com 10 novos episódios, a produção americana promete trazer mais aventura, mistério e ação. A seguir, confira a matéria completa do TechTudo com mais detalhes sobre a nova temporada, incluindo data de estreia, sinopse, elenco e muito mais. 🎬 Melhores séries de 2026: 30 destaques do 1º semestre para maratonar 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos A 5ª temporada de Outer Banks trará mais 10 novos episódios Divulgação/Netflix 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Sinopse Ambientado em uma cidade costeira da Carolina do Norte, o enredo deste drama juvenil gira em torno de John B. e seu grupo de amigos, conhecidos como Pogues, jovens de origem humilde que vivem em constante conflito com os Kooks, moradores ricos da região. E é em meio à divisão social entre ricos e pobres, que o grupo acaba se envolvendo em uma perigosa caça ao tesouro, enfrentando rivalidades, mistérios e inimigos enquanto busca riquezas perdidas. Já na 5ª temporada, os Pogues precisam lidar com a morte de JJ, que foi assassinado por Chandler Groff no Marrocos. E enquanto tentam encontrar o amigo e recuperar a Coroa Azul, o grupo parte em uma missão de vingança, enfrentando Groff, os Corsários e novos perigos pelo caminho. Elenco Além da dupla de atores Chase Stokes e Madelyn Cline nos papéis dos protagonistas John B. Routledge e Sarah Cameron, respectivamente, o elenco da série Outer Banks é composto por nomes como Madison Bailey (Manutenção Necessária) dando vida à Kiara Carrera, Jonathan Daviss (Intriga em Deliverance Creek) vivendo Pope Heyward, Carlacia Grant (Bae Night: The Little Black Book) como intérprete de Cleo e muitos outros mais. O ator Chase Stokes permanece como o protagonista da série de drama juvenil Divulgação/Netflix Quando estreia a 5ª temporada de Outer Banks? A 5ª temporada de Outer Banks estreia na Netflix no dia 20 de agosto, a partir das 4h (horário de Brasília). E ao contrário de produções que adotam lançamentos semanais ou dividem a temporada em partes, os 10 episódios da nova season serão disponibilizados de uma só vez, permitindo que os fãs maratonem a história completa já no dia da estreia. A quinta temporada será a última? Sim, a Netflix confirmou que a 5ª temporada será a última de Outer Banks. Na trama da nova leva de episódios, o grupo de jovens e amigos deverá lidar com a morte de JJ e partir em busca de seu pai biológico, Chandler Groff, além de tentar recuperar a Coroa Azul. A temporada também deve explorar a aliança entre os Pogues e Rafe, enquanto eles enfrentam novas ameaças e buscam vingança. Outer Banks conquistou uma base fiel de espectadores ao longo das temporadas Divulgação/Netflix Vale a pena assistir? Considerada um verdadeiro sucesso entre os assinantes da Netflix, Outer Banks também vai bem com a crítica especializada. No agregador IMDb, por exemplo, a série obteve uma pontuação de 7.5, enquanto soma 79% de aprovação da imprensa e 67% dos espectadores gerais na plataforma Rotten Tomatoes. Apesar de não ser uma unanimidade entre os especialistas, a produção conquistou uma base fiel de espectadores ao longo das temporadas. E na opinião desta redatora aqui, vale a pena assistir Outer Banks, sim, principalmente para aqueles que gostam de aventuras adolescentes com caça ao tesouro, romance, mistério e reviravoltas. E apesar de alguns exageros e decisões questionáveis ao longo das temporadas, o ritmo acelerado da narrativa e o carisma dos Pogues fazem da produção uma opção divertida para maratonar. Confira o trailer da 5ª temporada de Outer Banks: Com informações de IMDb, Netflix e Rotten Tomatoes 🎥 Qual é o MAIOR filme de terror de TODOS OS TEMPOS? — Tierlist do TechTudo! Qual é o MAIOR filme de terror de TODOS OS TEMPOS? — Tierlist do TechTudo! Saiba Mais Initial plugin text
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Melhor smartwatch baratinho para comprar em agosto de 2026


Achar o melhor smartwatch baratinho pode ser a solução para quem quer monitorar sono, treinos e saúde no dia a dia sem gastar muito. Modelos de marcas como Samsung, Huawei, Amazfit e Xiaomi oferecem recursos completos com foco no custo-benefício e preços inferiores a R$ 500. Pensando nisso, o TechTudo separou 5 smartwatches de entrada analisados pela nossa equipe especializada ou por benchmarks internacionais. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os selecionados, a Galaxy Fit 3 é a mais em conta da lista, por R$ 199 na Amazon, e mostra que dá para ter uma smartband da Samsung gastando pouco. Já a Xiaomi Band 10 Pro, avaliada como uma pulseira de ótimo custo-benefício, é a mais cara, por R$ 438 na Amazon. Os preços mencionados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, em agosto de 2026. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Smartwatch Galaxy Fit 3 oferece recursos completos e é ideal para quem já tem um aparelho celular da marca Samsung; conheça outras opções Letícia Rosa/TechTudo 🔎6 smartwatches top de linha para quem quer investir em saúde Initial plugin text 📝Qual smartwatch é bom e barato? Confira no Fórum TechTudo Melhor smartwatch baratinho para comprar em agosto de 2026: Samsung Galaxy Fit 3 — melhor para quem já tem celular Samsung e quer boa integração; Xiaomi Redmi Watch 5 Active — melhor bateria entre os testados pela redação; Huawei Band 11 — melhor tela entre as smartbands de entrada; Amazfit Bip 5 — melhor opção com GPS embutido nessa faixa de preço; Xiaomi Band 10 Pro — melhor custo-benefício geral da lista. Como escolhemos os smartwatches? A seleção reúne cinco modelos analisados pela equipe do TechTudo ou pelo GSMArena, benchmark internacional de referência em tecnologia. Para a lista, foram considerados apenas modelos com preço inferior a R$ 500. Os critérios levam em conta tela, bateria, recursos de saúde e fitness, e o que cada aparelho entrega dentro da sua faixa de preço. A ordem segue o valor à vista nas lojas parceiras, do mais barato ao mais caro. O que avaliar antes de comprar um smartwatch baratinho? GPS integrado: a maioria dos modelos de entrada depende do celular para registrar percursos ao ar livre, então vale conferir se esse recurso é essencial para a sua rotina. Autonomia real de bateria: os números divulgados pelos fabricantes costumam ser otimistas, então vale considerar a duração observada em testes práticos sempre que disponível. Recursos de saúde: monitoramento de sono, frequência cardíaca e oxigenação no sangue já aparecem até nos modelos mais baratos, mas a profundidade das análises varia bastante entre eles. Compatibilidade de sistema: nem todo smartwatch permite responder mensagens ou instalar aplicativos de terceiros, então vale entender essas limitações antes de comprar. 1. Samsung Galaxy Fit 3 — a partir de R$ 199 Lançada em fevereiro de 2024, a Galaxy Fit 3 aparece hoje com um preço bem mais atrativo do que o de estreia, de R$ 549. A jornalista Taís Aparecida, do TechTudo, destacou a tela AMOLED de 1,6 polegada como um dos pontos mais positivos do aparelho, maior do que a da geração anterior e com boa nitidez de cores. Galaxy Fit 3: vale a pena comprar a pulseira baratinha em 2026? Testamos! Smartwatch Galaxy Fit 3 Letícia Rosa/TechTudo A certificação IP68/5ATM permite submersão em água doce por até 30 minutos a 1,5 metro de profundidade, o que tornou a smartband uma companheira frequente nos treinos e na lavagem diária realizada durante os testes. Já a integração com o Samsung Health funcionou de forma estável ao longo de todo o período de uso, sem desconexões inesperadas. O smartwatch também oferece monitoramento de sono. A smartband chegou ao mercado com bateria de 208 mAh e promessa de até 13 dias de autonomia com o Always On Display desativado. Na prática, a bateria durou, em média, cinco dias, bem abaixo do esperado. Ainda assim, considerando o preço atual, essas limitações acabam sendo compreensíveis: o dispositivo oferece preço acessível para um produto da Samsung e reúne recursos muito úteis para monitoramento de treinos, sono e atividades do dia a dia. Por outro lado, o brilho de apenas 150 nits prejudica a visualização sob sol forte, e a análise notou imprecisões no registro de gasto calórico em comparação aos equipamentos de academia, além da ausência de GPS e NFC no aparelho. Na Amazon, o Galaxy Fit 3 aparece por R$ 199. Prós: boa integração com celulares Samsung via Samsung Health; tela AMOLED maior que a da geração anterior; monitoramento de sono detalhado, com pontuação diária; Contras: bateria dura, em média, cinco dias, bem abaixo dos 13 dias prometidos; brilho de apenas 150 nits prejudica a visualização sob sol forte; sem GPS e sem NFC. 2. Xiaomi Redmi Watch 5 Active — a partir de R$ 237 Lançado globalmente em setembro de 2024 e no Brasil dois meses depois, o Redmi Watch 5 Active aposta em bateria de longa duração como seu principal diferencial. A editora Cecile Mendonça, do TechTudo, testou o aparelho por cerca de três meses e destacou que a promessa de autonomia da Xiaomi se mostrou bem próxima da realidade, algo raro entre os wearables testados pela redação. Redmi Watch 5 Active tem muita bateria e uso fácil, mas sem GPS: testamos O Xiaomi Redmi Watch 5 Active conta com uma tela de 2 polegadas (o que pode ser muito grande para pulsos finos) Cecile Mendonça A tela LCD quadrada de 2 polegadas, com resolução de 320 x 385 pixels e brilho de 500 nits, entrega boa legibilidade no dia a dia, embora o tamanho tenha sido apontado como grande demais para pulsos mais finos. O peso de apenas 30,6 gramas também chamou atenção positivamente durante os testes. Este foi, disparado, o ponto que mais me surpreendeu positivamente no Redmi Watch 5 Active. A bateria de 470 mAh vem com promessa de até 18 dias de autonomia em uso típico e até 12 dias em uso intenso. E, diferente de muitos outros dispositivos, essa promessa se mostrou bastante realista. No meu primeiro ciclo de testes, usando o relógio diariamente com monitoramento de frequência cardíaca a cada 10 minutos, notificações ativas, rastreamento de sono e alguns treinos na academia, consegui 16 dias de autonomia antes de precisar recarregar. A ausência de GPS integrado, que obriga levar o celular para registrar percursos ao ar livre, e a detecção automática de exercícios pouco confiável apareceram como as principais limitações do aparelho durante os testes. No Mercado Livre, o Redmi Watch 5 Active sai por R$ 237. Prós: bateria com autonomia real próxima da prometida, até 16 dias em uso típico; peso de apenas 30,6 gramas; chamadas via Bluetooth com áudio considerado surpreendentemente bom; Contras: sem GPS integrado, depende do celular para registrar percursos; detecção automática de exercícios não funcionou bem nos testes; tela de 2 polegadas pode ser grande demais para pulsos finos. 3. Huawei Band 11 — a partir de R$ 262 Lançada em fevereiro de 2026, a Huawei Band 11 foi avaliada pelo TechTudo por meio de uma análise detalhada de ficha técnica, e não de um teste prático no dia a dia. A tela AMOLED de 1,62 polegada, 27% maior que a da geração anterior, chega a 1.500 nits de brilho máximo, número expressivo para uma smartband de entrada, e conta com a função Always On Display. Huawei Band 11 é boa? Veja análise da ficha técnica da smartband barata A bateria de 300 mAh promete até 14 dias de autonomia em uso moderado, ou 8 dias em uso mais intenso, segundo a fabricante. A certificação 5ATM permite submersão em água sob pressão moderada por até 50 metros, o que torna o modelo indicado para uso em piscinas e no mar. De acordo com a análise da ficha técnica feita pelo TechTudo, a Huawei Band 11 se mostra uma opção equilibrada para quem busca uma smartband acessível, confortável e eficiente nas funções básicas, com destaque para a tela de qualidade, boa autonomia e pacote completo de monitoramento de saúde. O aparelho ainda traz mais de 100 modos de treino e um sistema de avatares que reagem ao humor do usuário, mas, por não ter passado por testes práticos, alguns desses números seguem baseados apenas nas informações divulgadas pela fabricante. Na Amazon, o Huawei Band 11 sai por R$ 262. Prós: tela de 1.500 nits de brilho, alta para uma smartband de entrada; bateria com autonomia de até 14 dias, segundo a fabricante; certificação 5ATM, indicada para piscina e mar; Contras: sem GPS integrado; sem NFC para pagamentos por aproximação; sistema fechado, sem suporte a aplicativos de terceiros. 4. Amazfit Bip 5 — a partir de R$ 395 Assim como a Huawei Band 11, o Amazfit Bip 5 foi avaliado pelo TechTudo por meio de uma análise de ficha técnica, já que o modelo nunca teve lançamento oficial no Brasil e chega ao país apenas por importação. A tela LCD de 1,91 polegada é uma das maiores entre os concorrentes diretos, embora a densidade de pixels, de 261 ppi, fique abaixo do padrão de modelos mais caros. Amazfit Bip 5 tem telona, GPS e bateria grande: conheça o smartwatch O grande diferencial do Bip 5 em relação aos demais da lista é o GPS embutido, recurso raro nessa faixa de preço e que permite registrar percursos ao ar livre sem depender do celular por perto. A bateria de 300 mAh promete até 10 dias de autonomia em uso típico, ou até 5 dias com uso intenso de GPS e brilho elevado. Além disso, o modelo conta com mais de 120 modos esportivos para acompanhar as atividades físicas do usuário. O smartwatch ainda promete acompanhar caminhadas e corridas ao ar livre com precisão, já que conta com GPS embutido. Também é possível acompanhar treinos de força, ciclismo e até yoga, com dados sincronizados aos principais aplicativos do ramo, como Strava e o Adidas Running. O sistema Zepp OS ainda oferece suporte à assistente de voz Alexa e mais de 70 aplicativos nativos, embora, como o modelo não foi testado na prática, as estimativas de bateria e desempenho geral sigam baseadas nas informações divulgadas pela Amazfit. Na Shopee, o acessório sai por R$ 395. Prós: GPS embutido, raro nessa faixa de preço; tela grande de 1,91 polegada; suporte à assistente de voz Alexa e compatibilidade com apps como Strava; Contras: não tem lançamento oficial no Brasil, o que dificulta garantia e suporte; densidade de pixels abaixo da média do segmento; sem NFC para pagamentos. 5. Xiaomi Band 10 Pro — a partir de R$ 438 Lançada em maio de 2026, a Xiaomi Band 10 Pro chegou para atualizar a consagrada linha de smartbands da fabricante chinesa. Com foco em recursos avançados e bateria duradoura, o aparelho recebeu elogios do GSMArena por entregar uma experiência completa, sem recursos desnecessários, por um bom preço. Xiaomi Smart Band 10: pulseira 'baratinha' tem ótimo custo-benefício A bateria manteve a mesma capacidade da geração passada, 350 mAh, mas a autonomia segue impressionando: são até 21 dias em uso típico, segundo a fabricante, resultado confirmado durante boa parte dos testes da GSMArena. Mesmo com uso 24 horas, o relógio manteve um bom desempenho. Os recursos de saúde foram melhorados em relação à geração anterior, com novos sensores e monitoramento de sono mais próximo da realidade, com medição de batimentos cardíacos e períodos do sono. Com GPS, o modo esportivo também melhorou e funciona muito bem. O relógio pode ser comprado por R$ 438 na Amazon. Prós: muito bem construído; display brilhante e legível; bateria com mais de 20 dias de duração; monitoramento de saúde e esportes completo; monitoramento mais fiel à realidade que o modelo anterior; funciona com todos os telefones; Contras: sem botões, o que pode diminuir a usabilidade; sem saída de som ou microfone; as pulseiras não são padronizadas; cabo USB-A pode ser pouco prático para 2026; sem NFC. Com informações de Xiaomi, Amazfit, Samsung, Huawei, GSMArena, Mercado Livre, Amazon e Shopee. Mais do TechTudo 📽️Assista: SMARTWATCH BARATO? Veja as 5 MELHORES opções por menos de R$ 700 SMARTWATCH BARATO? Veja as 5 MELHORES opções por menos de R$ 700 Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
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One UI 9.5: grande vazamento revela visual translúcido, menu suspenso e mais


Um novo vazamento da One UI 9.5 antecipou mais mudanças que a Samsung prepara para celulares Galaxy. Imagens e vídeos publicados pelo especialista Fahad Ali Javed no X (antigo Twitter) mostram animações mais fluidas, novos menus na câmera, busca na parte inferior da tela e até espelhamento de apps em notebooks. As descobertas se somam a vazamentos anteriores, que já haviam revelado uma interface com transparências e sombras e o App Lock, ferramenta nativa para bloquear aplicativos com senha ou biometria. O software ainda está em desenvolvimento e não foi anunciado oficialmente pela companhia. Os recursos apareceram em versões do sistema em testes e, por isso, podem sofrer alterações antes do lançamento. A expectativa é que a atualização estreie em 2027, junto à próxima geração da linha Galaxy S27. A seguir, veja o que se sabe sobre o futuro sistema da Samsung. 🔎 One UI 9: veja se seu Samsung Galaxy deve receber atualização 🔎One UI 9.5: veja primeiras imagens vazadas e recurso de segurança para apps One UI 9.5: grande vazamento revela visual translúcido, menu suspenso e mais Reprodução/Vecteezy/Fahad Ali Javed/Editada com IA 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar 📝 O que vai mudar no One UI 9? Veja no fórum do TechTudo Índice Interface ganha transparências, sombras e mais profundidade Câmera ganha novo menu suspenso e opção de 24 MP Animações ficam mais fluidas Buscar pode ficar na parte inferior da tela inicial Celular poderá espelhar aplicativos em notebooks Cadastro da impressão digital muda de visual App Lock permite bloquear aplicativos 1. Interface ganha transparências, sombras e mais profundidade Uma das mudanças mais perceptíveis está no tratamento visual da interface. As imagens mostram barras, widgets e outros elementos flutuantes com transparências, desfoques e sombras mais evidentes. Bordas brilhantes também aparecem em diferentes componentes e ajudam a criar maior sensação de profundidade. O novo tratamento pode ser visto em aplicativos da própria Samsung e em diferentes áreas do sistema. No Telefone, por exemplo, elementos da interface aparecem destacados do conteúdo ao fundo, enquanto o botão de pesquisa foi deslocado da parte superior para a barra flutuante inferior. As imagens indicam um refinamento do design adotado nas versões anteriores, e não uma reformulação completa da One UI. Os efeitos translúcidos também são mais discretos do que o Liquid Glass da Apple e, pelo menos no estágio atual, não apresentam as mesmas distorções e refrações do visual do iPhone. 📲Samsung: 8 funções escondidas que você ia morrer sem saber que existem Interface ganha transparências, sombras e mais profundidade Reprodução/Fahad Ali Javed 2. Câmera ganha novo menu suspenso e opção de 24 MP O aplicativo Câmera ganhou novos menus suspensos na One UI 9.5. Ao acessar determinados controles, as opções aparecem em painéis flutuantes sobre a imagem, com cantos mais arredondados, maior espaçamento entre os elementos e efeitos de desfoque ao fundo. Ícones e outros componentes da interface também receberam ajustes visuais. As mudanças aparecem em diferentes áreas da câmera, como o seletor de resolução e os modos Pro, Super estável e Mais. O novo tratamento mantém a imagem captada pela câmera visível ao fundo enquanto os controles são exibidos sobre ela. O vazamento também mostrou uma opção de 24 MP entre as resoluções disponíveis no Galaxy S26 usado nos testes. O controle aparece ao lado das alternativas de 12 MP e 50 MP na interface da câmera. Câmera ganha novo menu suspenso e opção de 24 MP Reprodução/Fahad Ali Javed 3. Animações ficam mais fluidas A Samsung também trabalha em mudanças nas animações da interface. Vídeos mostram transições mais suaves ao abrir e fechar aplicativos, com movimentos que acompanham a expansão e o recolhimento das janelas. O comportamento também aparece em menus e pequenos avisos exibidos pelo sistema. Na câmera, alguns componentes passam a surgir e desaparecer com novas animações durante a navegação pelos controles. Como o sistema ainda está em desenvolvimento, esses efeitos podem passar por novos ajustes antes da versão final. 📱6 truques do Samsung para limpar a memória do celular agora mesmo Initial plugin text 4. Buscar pode ficar na parte inferior da tela inicial Outra mudança encontrada na One UI 9.5 permite colocar uma barra de pesquisa na parte inferior da tela inicial, próxima aos aplicativos fixados no dock. A posição deixa o campo mais próximo do alcance dos dedos e facilita o acesso com uma das mãos. As imagens mostram que o usuário poderá escolher entre a pesquisa do Google e o Finder da Samsung. O Finder também aparece com uma barra maior e permite procurar aplicativos, arquivos e outros conteúdos armazenados no celular. 📱6 configurações do One UI 8 para experimentar agora no seu Samsung Buscar pode ficar na parte inferior da tela inicial Reprodução/Fahad Ali Javed 5. Celular poderá espelhar aplicativos em notebooks O App Mirroring é outro recurso encontrado nos vazamentos. A ferramenta permitirá acessar aplicativos e notificações do celular em um notebook Windows sem precisar manusear o smartphone. As telas mostram que os aparelhos precisam usar a mesma conta Samsung e estar com Wi-Fi e Bluetooth ativados. A exigência da conta da fabricante indica que a função pode ficar restrita aos notebooks Galaxy Book, mas ainda não há confirmação sobre quais computadores serão compatíveis. A proposta se aproxima do Espelhamento do iPhone disponível nos Macs, que permite acessar aplicativos e controlar o smartphone pelo computador. A Samsung, porém, ainda não apresentou oficialmente o App Mirroring nem detalhou todas as possibilidades da ferramenta. Celular poderá espelhar aplicativos em notebooks Reprodução/Fahad Ali Javed 6. Cadastro da impressão digital muda de visual A tela usada para cadastrar impressões digitais também aparece reformulada. A interface traz uma ilustração maior da digital, acompanhada por um efeito luminoso que muda conforme o usuário encosta o dedo no sensor. O sistema mostra visualmente o progresso do cadastro até concluir o reconhecimento da impressão. Até o momento, o vazamento aponta para uma mudança na interface do processo, sem indicar alterações no funcionamento do sensor biométrico. Cadastro da impressão digital muda de visual Reprodução/Fahad Ali Javed 7. App Lock permite bloquear aplicativos O App Lock adiciona à One UI uma opção nativa para bloquear aplicativos individualmente. Para ativar a proteção, basta manter pressionado o ícone de um app na tela inicial ou na gaveta de aplicativos e selecionar o símbolo de cadeado. O recurso utiliza o mesmo método de desbloqueio configurado no celular, sem exigir que o usuário crie uma senha ou PIN adicional para os aplicativos protegidos. O App Lock oferece para os usuários uma alternativa mais direta à tradicional Pasta Segura. App Lock protegerá aplicativos com senha, PIN ou biometria Reprodução/ Fahad Ali Javed Com informações de X, SammyFans, SamMobile (1 e 2), SammyGuru (1 e 2) e Android Authority (1 e 2) Mais do TechTudo 🎥Veja também: ANDROID 17 CHEGOU!! Veja tudo que mudou no sistema operacional! ANDROID 17 CHEGOU!! Veja tudo que mudou no sistema operacional!
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6 melhores jogos de faroeste que ainda valem a pena testar em 2026


Os jogos de faroeste continuam encontrando espaço entre os grandes títulos de ação e aventura em 2026. Para ajudar quem deseja conhecer o gênero, o TechTudo preparou uma lista com seis jogos de faroeste que ainda valem a pena testar, com opções para diferentes estilos de jogador. Além de histórias ambientadas no Velho Oeste, a seleção considera aspectos como ambientação, narrativa, gameplay, exploração, variedade de atividades e proposta de cada experiência. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O jogo mais barato da lista é Desperados 3, encontrado a partir de R$ 113 na Amazon, enquanto Weird West Definitive Edition Deluxe aparece como a opção mais cara, com preços a partir de R$ 318 no Mercado Livre. Os valores foram consultados durante a apuração da matéria em agosto de 2026 e podem sofrer alterações posteriormente. A seguir, confira a lista completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Red Dead Redemption 2 revela um dos melhores mundo aberto do mundo dos games; confira outros jogos Divulgação/Rockstar 🔎10 jogos de mundo aberto tipo Red Dead Redemption 2, mas ainda melhores Initial plugin text 📝Será que o Acer Nitro 5 com a 1050ti roda Red Dead Redemption 2? Descubra no Fórum TechTudo 6 melhores jogos de faroeste que ainda valem a pena testar em 2026 Desperados 3 (PS4): melhor para quem busca um jogo de faroeste focado em estratégia, furtividade e planejamento; Red Dead Redemption (PS4): melhor para quem quer conhecer uma aventura clássica do Velho Oeste com uma história marcante; Red Dead Redemption 2 (PS4): melhor para quem procura uma experiência completa, com mundo aberto gigantesco e uma narrativa envolvente; Evil West (PS5): melhor para quem prefere ação frenética, tiroteios e combates corpo a corpo contra criaturas sobrenaturais; Hunt Showdown Limited Bounty Hunter Edition (PS4): melhor para quem gosta de multiplayer competitivo e cooperativo com elementos de terror e sobrevivência; Weird West Definitive Edition Deluxe (PS5): melhor para quem procura um faroeste diferente, misturando RPG, magia, criaturas sobrenaturais e escolhas com consequências. Como escolhemos os melhores jogos de faroeste em 2026? Para montar a lista, levamos em conta o conjunto da experiência oferecida por cada jogo, indo além dos gráficos ou da popularidade. A ambientação do Velho Oeste, a qualidade da história, a liberdade para explorar os cenários, as atividades disponíveis e as mecânicas de gameplay foram alguns dos principais pontos analisados. Também pesaram as reviews de sites como GameSpot e Invision Community, além das avaliações dos jogadores ao longo dos anos, assim como a disponibilidade dos títulos em diferentes plataformas. O que observar antes de comprar um jogo de faroeste em 2026? Antes de escolher um jogo de faroeste, é importante avaliar alguns fatores que podem fazer toda a diferença na gameplay. Dependendo do título, o foco pode estar na narrativa, na exploração do mundo aberto ou até mesmo na ação. Confira os principais pontos de atenção: Ambientação e fidelidade ao faroeste: alguns jogos buscam recriar o período de forma mais realista, com cidades, armas e personagens inspirados na história dos Estados Unidos. Outros apostam em versões mais fantasiosas do gênero, misturando elementos sobrenaturais, ficção ou humor. Mundo aberto e exploração: quem gosta de liberdade deve conferir o tamanho do mapa e as atividades disponíveis. Muitos títulos permitem cumprir missões secundárias e descobrir segredos espalhados pelo cenário, o que pode aumentar significativamente o tempo de jogo. História e personagens: o enredo costuma ser um dos principais atrativos dos jogos de faroeste. Antes da compra, vale conferir se o game oferece uma campanha com personagens marcantes e escolhas que impactam a narrativa. Combate e mecânicas de gameplay: os jogos do gênero podem variar bastante nesse aspecto. Alguns priorizam ação e tiroteios, enquanto outros adotam um ritmo mais estratégico, com foco em sobrevivência ou furtividade. Plataforma e recursos disponíveis: confirme se o jogo está disponível para o seu console ou PC e verifique possíveis melhorias para os sistemas mais atuais. Também é interessante conferir a existência de expansões e atualizações lançadas após o lançamento original. Qual é o melhor jogo de faroeste em 2026? Não existe uma única resposta para definir o melhor jogo de faroeste, já que o gênero reúne propostas bastante diferentes. Quem procura uma aventura longa e imersiva pode encontrar em Red Dead Redemption 2 uma das experiências mais completas, enquanto Red Dead Redemption entrega uma jornada mais clássica pelo fim do Velho Oeste. Para quem prefere estratégia, Desperados 3 coloca o planejamento e a furtividade no centro da ação. Já Evil West traz combates frenéticos contra criaturas sobrenaturais, Hunt Showdown monta um cenário de terror multiplayer e Weird West mistura elementos de RPG e fantasia. Em Red Dead Redemption 2, John participa de momentos fundamentais da história Divulgação/Rockstar Ainda assim, Red Dead Redemption 2 se destaca pelo conjunto da obra e pela maneira como furou a bolha do Velho Oeste e alcançou o público geral. A história de Arthur Morgan é acompanhada por vários personagens marcantes, enquanto a exploração vai a outro nível e permite ao player caçar, pescar, participar de atividades paralelas, cuidar dos cavalos e interagir com os habitantes das cidades. O nível de detalhes e a liberdade oferecida fazem com que o jogo seja a melhor recomendação para quem deseja conhecer o gênero, embora as outras opções da lista sejam mais indicadas para jogadores que buscam experiências específicas. 1. Desperados 3 (PS4) - a partir de R$ 113 Desperados 3 é uma alternativa interessante para quem procura um jogo de faroeste com uma proposta diferente dos tradicionais. Desenvolvido pela Mimimi Games, o game mistura a ambientação do Velho Oeste com estratégia e acompanha John Cooper em uma jornada marcada por caçadores de recompensa e pistoleiros. A campanha apresenta uma história bem construída e coloca o player em cenários que podem ser explorados de diferentes maneiras. Desperados 3 marca o retorno da série de estratégia no Velho Oeste Reprodução/TechTudo A gameplay é baseada principalmente em planejamento e furtividade, em que, ao invés de simplesmente entrar em confronto com todos os inimigos, é necessário observar o ambiente e decidir quando atacar. Cooper pode utilizar facas e pistolas, além de se esconder em moitas e outros pontos do cenário para passar despercebido, dando mais variedade nas opções para encarar as missões. Ao longo da campanha, John encontra aliados como Doc McCoy, um médico que possui habilidades próprias e pode ser utilizado nas missões. Cada personagem tem características específicas, fazendo com que o jogador precise combinar suas capacidades para superar determinados obstáculos. Essa dinâmica adiciona mais estratégia ao gameplay e evita que as fases dependam apenas das habilidades de Cooper. Apesar das qualidades, a proposta de Desperados 3 pode não agradar a todos os jogadores, principalmente por conta do ritmo mais devagar e da necessidade de planejar cuidadosamente cada movimento. Além disso, como o sucesso das missões depende bastante de furtividade e tentativa e erro, algumas situações podem se tornar frustrantes para quem prefere uma experiência mais simples. Por outro lado, esses mesmos elementos são responsáveis por boa parte do desafio e da identidade do game. Caso tenha se interessado, o game está disponível na Amazon por apenas R$ 113. Prós: ambientação de faroeste bem construída; estratégia e furtividade bem trabalhadas; personagens com habilidades diferentes; narrativa envolvente. Contras: ritmo mais lento pode não agradar quem procura mais ação; exige planejamento durante as missões; foco estratégico pode afastar quem prefere tiroteios. 2. Red Dead Redemption (PS4) - a partir de R$ 161 Na pele de John Marston, o player acompanha um antigo fora da lei que é obrigado por agentes federais a perseguir antigos companheiros de gangue para proteger sua família. A aventura de Red Dead Redemption percorre diferentes regiões do oeste americano e do México, apresentando cidades, desertos, montanhas e pequenas comunidades que ajudam a construir uma das ambientações mais marcantes do gênero. O clássico jogo de Velho Oeste Red Dead Redemption da Rockstar games chega finalmente ao PC após muita espera Reprodução/Steam Além da campanha principal, o jogo oferece uma série de atividades que tornam a exploração mais interessante. É possível cavalgar pelo mapa, caçar animais, participar de atividades paralelas e ainda interagir com os habitantes das cidades. O game também conta com um sistema de honra e fama que influencia a maneira como o protagonista é visto pelos personagens do mundo, permitindo que o jogador construa a reputação de um pistoleiro respeitado ou de um fora da lei temido. Com diferentes armas de época, como revólveres, rifles e repetidores, o combate do game também merece reconhecimento. A variedade de equipamentos combina com o período histórico retratado e ajuda a criar confrontos bastante característicos do Velho Oeste. Para completar o pacote, a versão de PS4 inclui também Undead Nightmare, expansão que traz uma aventura de terror com zumbis, oferecendo uma segunda campanha completamente diferente da história principal. Mesmo sendo um jogo originalmente lançado em 2010, Red Dead Redemption continua como uma das melhores opções para quem quer conhecer um clássico do faroeste no mundo dos games. No entanto, é importante ter em mente que a experiência permanece bastante ligada às características de sua época. A versão de PS4 roda a 30 fps e, embora tenha recebido melhorias de estabilidade e suporte a português do Brasil, pode parecer menos refinada visualmente para quem está acostumado com jogos atuais. Ainda assim, esse com certeza é um game que vale a pena testar em 2026, saindo por R$ 161 na Amazon. Prós: história marcante; excelente ambientação de Velho Oeste; grande variedade de atividades; Undead Nightmare incluído; sistema de honra e fama. Contras: gráficos e algumas mecânicas mostram a idade do jogo; versão de PS4 limitada a 30 fps; não possui multiplayer. 3. Red Dead Redemption 2 (PS4) - a partir de R$ 179 Lançado em 2018, Red Dead Redemption 2 funciona como um prequel do primeiro jogo, apresentando Arthur Morgan, um dos integrantes mais antigos da gangue de Dutch van der Linde. Depois que um assalto dá errado em Blackwater, o grupo precisa fugir das autoridades e encontrar uma maneira de sobreviver enquanto o mundo ao redor começa a mudar. A história acompanha de perto a relação entre os membros da gangue e constrói aos poucos a trajetória de Arthur, uma das mais lendárias dos jogos. A gangue Van der Linde foi a família de Arthur em Red Dead Redemption 2 Divulgação/Rockstar Na review feita por Diego Borges, do TechTudo, o game foi elogiado por oferecer uma proposta de imersão absurda, em que as atividades não se limitam às missões principais. É possível caçar, pescar, ajudar desconhecidos, jogar pôquer ou dominó, cuidar do acampamento ou sair por aí cavalgando pelo cenário. Assim como no primeiro jogo, o comportamento do protagonista também interfere na experiência, já que decisões tomadas durante a aventura ajudam a construir sua reputação. Red Dead Redemption 2 consegue superar todas as expectativas e chega como um dos melhores jogos de todos os tempos. Com uma proposta ousada e bem executada de criar uma imersão nunca antes vista em um game, o título faz com que o jogador se sinta dentro do coração dos EUA Além da história, os detalhes gráficos e de mecânica são outros fatores que fazem o game ser fora da curva. Arthur precisa se alimentar, descansar e utilizar roupas adequadas para diferentes condições climáticas, enquanto os cavalos exigem cuidados e também possuem características próprias. O jogo conta com dezenas de raças de cavalos, mais de 170 espécies de animais e um sistema de caça que utiliza o chamado Olho de Águia para encontrar rastros e pistas. A experiência foi avaliada com nota 10 por Diego, que destacou a imersão, a história, as atividades paralelas, a jogabilidade, a personalização, os cavalos e o sistema de caça. Por outro lado, a análise também apontou problemas, principalmente relacionados a quedas de desempenho, bugs e à distância entre determinadas missões. Mesmo com essas ressalvas, a conclusão foi extremamente positiva, classificando Red Dead Redemption 2 como um dos melhores jogos de todos os tempos e ampliando a boa reputação da Rockstar. Atualmente, o jogo pode ser encontrado a partir de R$ 179 no Mercado Livre. Prós: imersão excepcional; história empolgante; grande variedade de atividades paralelas; jogabilidade detalhada; sistema de caça; personalização; cavalos com características próprias. Contras: quedas de desempenho; presença de bugs; algumas missões ficam muito distantes umas das outras. 4. Evil West (PS5) - a partir de R$ 189 Se você já imaginou como seria enfrentar vampiros no Velho Oeste, Evil West transforma essa ideia em uma aventura cheia de pancadaria e criaturas sobrenaturais. Lançado em 2022, o jogo introduz Jesse Rentier, um dos agentes de uma organização secreta especializada em caçar vampiros. A história se passa em uma versão alternativa da fronteira norte-americana, onde armas de fogo são usadas com equipamentos elétricos e tecnologias inspiradas no steampunk. Evil West traz ação e tiroteios violentos no velho-oeste contra vampiros na fronteira dos Estados Unidos Reprodução/Steam O grande destaque do jogo está no sistema de combate, que vai desde ataques corpo a corpo a diferentes armas de fogo e habilidades especiais. A manopla elétrica de Jesse permite atordoar inimigos e puxá-los para perto, enquanto revólver, rifle, espingarda, explosivos e outros equipamentos dão mais possibilidades durante as batalhas. Conforme a campanha avança, novas habilidades, armas e melhorias são liberadas, permitindo montar mais combinações para enfrentar os grupos de monstros. Ao contrário de jogos como os da franquia de Red Dead Redemption, Evil West não aposta em um enorme mundo aberto. A aventura segue uma estrutura linear, dividida em capítulos e cenários que misturam exploração com pequenos quebra-cabeças e arenas de combate. Essa escolha deixa a gameplay mais direta e faz com que o jogador passe a maior parte do tempo enfrentando inimigos. A ambientação traz desde cidades abandonadas a minas, pântanos e outras paisagens características do faroeste, sendo todas elas com elementos de terror. A campanha também pode ser jogada em modo cooperativo com outro jogador. Apesar de entregar uma experiência bem divertida para quem gosta de ação, essa proposta mais focada no combate também traz algumas limitações. A campanha é relativamente curta, com duração estimada entre 10 e 15 horas, e a pouca variedade de inimigos pode fazer algumas partes parecerem repetitivas. Além disso, quem procura um faroeste mais realista ou um jogo com uma história profunda provavelmente vai se decepcionar. Por outro lado, para quem quer experimentar uma gameplay violenta e exagerada, Evil West está disponível por R$ 189 na Amazon. Prós: combate rápido e divertido; ambientação criativa que mistura faroeste e terror; grande variedade de armas e habilidades; progressão com melhorias; modo cooperativo. Contras: campanha relativamente curta; estrutura linear; variedade de inimigos pode se tornar repetitiva; história menos aprofundada. 5. Hunt Showdown Limited Bounty Hunter (PS4) - a partir de R$ 203 Se você é fã de um faroeste com uma dose de terror e competição, Hunt Showdown é a escolha da lista que mais vai te agradar. Desenvolvido pela Crytek, o jogo coloca até cinco duplas em um grande mapa, onde todos precisam achar e eliminar uma criatura poderosa. O problema é que os outros jogadores também estão atrás do mesmo alvo e podem atacar a qualquer momento. Hunt: Showdown é um Battle Royale que chama a atenção pela temática, com cenários infestados por monstros, e visuais Divulgação/Crytek Para encontrar o chefe, é necessário investigar o cenário em busca de pistas, atualizando o mapa e enfrentando criaturas espalhadas pelo caminho, como zumbis, animais contaminados e outros inimigos. As armas de fogo e os explosivos também ajudam nos confrontos, mas fazer barulho ou chamar muita atenção pode revelar sua posição para outras equipes, o que pode te deixar vulnerável. O multiplayer é justamente o que a maioria dos fãs ama em Hunt Showdown. As partidas são repletas de cooperação e competição, já que você precisa trabalhar em conjunto com seu parceiro enquanto tenta descobrir a localização dos adversários. Mesmo depois de derrotar o chefe, a missão não termina, sendo preciso sair do mapa com a recompensa sem ser eliminado por outro grupo. Essa dinâmica dá um toque a mais de tensão e aumenta ainda mais a dificuldade do jogo. Assim como acontece em Evil West, a proposta de Hunt Showdown pode afastar quem procura uma experiência de faroeste mais tradicional. O game não possui uma progressão linear, e boa parte da diversão depende de jogar online e aprender a lidar com a imprevisibilidade dos adversários. O ritmo também pode ser bem tenso e punitivo para iniciantes, enquanto a influência de outros jogos de tiro e sobrevivência está presente nas mecânicas. O game está disponível por R$ 203 na Amazon. Prós: proposta original que mistura faroeste com terror; partidas imprevisíveis; multiplayer cooperativo e competitivo; grande variedade de inimigos; atmosfera de tensão constante. Contras: não possui campanha tradicional; depende de partidas online; difícil de aprender; pode ser bastante punitivo para jogadores iniciantes. 6. Weird West (PS5) - a partir de R$ 318 Weird West chega com uma versão bem diferente do faroeste. O jogo se passa em um universo alternativo e sombrio, com pistoleiros, criaturas sobrenaturais, magia e maldições dividindo o mesmo espaço. A história é contada por meio de cinco protagonistas, cujas jornadas inicialmente parecem independentes, mas acabam se conectando conforme a gameplay avança. Weird West traz uma versão sombria do Velho Oeste com tiroteios, magia e cinco diferentes histórias para acompanhar Reprodução/Steam As decisões do jogador têm um papel importante nessa aventura, já que cada personagem precisa enfrentar diversas ameaças enquanto suas escolhas provocam consequências que podem aparecer nas histórias seguintes. Dessa forma, determinadas ações podem modificar acontecimentos posteriores, o que cria uma experiência mais dinâmica e incentiva o jogador a pensar antes de agir. A perspectiva aérea também diferencia Weird West dos outros jogos da lista. O game conta com as características clássicas do gênero, em que o player pode explorar cidades, fazendas e acampamentos em busca de equipamentos, dinheiro e informações, podendo enfrentar os inimigos diretamente ou recorrer à furtividade. Além das armas de fogo, cada personagem possui habilidades especiais que podem ser desbloqueadas conforme a progressão, enquanto opções não letais permitem nocautear adversários e carregar seus corpos, permitindo prender alguns criminosos em vez de eliminá-los. Apesar da liberdade oferecida, o game é mais uma opção da lista que pode não agradar quem procura uma gameplay de faroeste mais tradicional ou uma experiência de mundo aberto. As áreas exploráveis são relativamente limitadas e a movimentação entre elas acontece por meio de um mapa, no qual também podem surgir eventos aleatórios durante as viagens. Por outro lado, a Definitive Edition melhora a experiência nos consoles atuais, com suporte a resolução 4K e 60 fps no PS5. Essa versão está saindo por R$ 318 no Mercado Livre. Prós: universo criativo que mistura faroeste e fantasia; cinco protagonistas; escolhas com consequências; combate variado; opções de furtividade e abordagem não letal; melhorias visuais na Definitive Edition. Contras: áreas exploráveis relativamente limitadas; câmera isométrica pode não agradar; forte presença de elementos sobrenaturais; estrutura diferente dos tradicionais jogos de faroeste. Com informações de Amazon, Casas Bahia, Magazine Luiza, Mercado Livre, Shopee, GameSpot, Invision Community e TechTudo. Mais do TechTudo 🎥 Veja também: Review de Red Dead Redemption 2 Red Dead Redemption 2 - Review Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
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iPhone Air 2: bateria, câmeras e o que sabemos sobre o celular ultrafino


O iPhone Air 2 deve ser uma das novidades da próxima geração de celulares da Apple, embora os rumores indiquem que seu lançamento ficará para o início de 2027. Sucessor do modelo ultrafino apresentado em 2025, o aparelho deve manter a proposta de design fino, mas trazer melhorias importantes em áreas como câmeras, desempenho e bateria. Entre os principais rumores, estão a inclusão de uma segunda câmera traseira, o novo processador A20 Pro, primeiro chip da Apple produzido em 2 nanômetros (nm), e uma bateria ligeiramente maior. A seguir, o TechTudo reúne as principais informações já divulgadas sobre o iPhone Air 2, com base em rumores, vazamentos e relatos de portais internacionais e fontes ligadas à indústria de celulares. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎iPhone Air: veja ficha técnica e preço do celular ultrafino da Apple iPhone Air deve ganhar sucessor em 2027 com câmera ultrawide, chip de 2 nm e bateria maior Rubens Achilles/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Como desativar o modo perdido do iPhone? Participe do Fórum do TechTudo iPhone Air 2: tudo o que sabemos sobre o celular ultrafino O TechTudo reuniu todas as informações sobre o iPhone Air 2, próxima geração do celular ultrafino da Apple. No índice a seguir, confira os principais destaques abordados neste guia Design slim sem grandes mudanças Tela de alto brilho e frequência, sem novidades Câmera traseira extra Bateria com maior autonomia Desempenho com chipset A20 Pro Possível preço Lançamento 1. Design slim sem grandes mudanças A imprensa internacional é praticamente unânime ao apontar que o iPhone Air 2 não deve trazer mudanças significativas no design. Segundo o PhoneArena, o modelo deve manter os 5,6 mm de espessura, embora exista a possibilidade de ser ainda mais fino. Já o Macworld afirma que o aparelho pode ganhar uma nova opção de cor: o lilás-pálido, que substituiria o azul e se juntaria às opções branco, preto e dourado. A construção em titânio também deve ser mantida, preservando o acabamento resistente da geração anterior. Design ultrafino de 5,6 mm deve ser mantido no iPhone Air 2 Divulgação/Apple 2. Tela de alto brilho e frequência, sem novidades Em termos de tela, a Apple também deve manter boa parte das especificações da geração anterior. O iPhone Air de 2025 já se destacava no catálogo da marca pela tela de 6,5 polegadas, taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 3.000 nits, e a proteção Ceramic Shield 2 também deve ser mantida. A principal mudança pode ficar por conta da Ilha Dinâmica, que deve ganhar dimensões ligeiramente menores. A informação consta em uma nota de pesquisa da GF Securities, divulgada nesta quinta-feira e repercutida pelo site MacRumors. 3. Câmera traseira extra Um dos principais upgrades esperados para o iPhone Air 2 está no conjunto de câmeras. Para alcançar os 5,6 mm de espessura, a Apple fez cortes importantes na geração anterior, que chegou ao mercado com apenas uma câmera traseira, em uma configuração semelhante à do iPhone 17e. Agora, segundo informações do Macworld, o novo modelo deve ganhar uma segunda câmera traseira ultrawide de 48 MP, o que amplia a distância para o iPhone de entrada da marca. De acordo com um relatório da indústria repercutido pelo PhoneArena, porém, a inclusão da segunda câmera pode ser um desafio devido ao espaço extremamente limitado dentro do chassi. Com isso, a Apple teria que encontrar uma posição alternativa para acomodar o novo sensor, que pode ficar no lado oposto da câmera principal. Em uma renderização conceitual, o flash aparece posicionado entre as duas lentes. Segundo o vazador sul-coreano Yeux1122, o iPhone Air 2 deve ter esta aparência Reprodução/Yeux1122/Naver 4. Bateria com maior autonomia A bateria é um ponto sensível em celulares ultrafinos, mas o iPhone Air 2 pode trazer uma melhoria nesse aspecto. Segundo o leaker Digital Chat Station, o novo aparelho deve contar com uma bateria de 3.500 mAh, um aumento de 350 mAh em relação à geração anterior. Embora o ganho seja discreto, a autonomia também pode ser beneficiada pela maior eficiência do processador A20 Pro, primeiro chip de 2 nanômetros da Apple. As novidades esperadas para o componente, porém, ficam para o próximo tópico. Rumores apontam para uma bateria maior e mais eficiente no iPhone Air 2 Reprodução/Weibo/WCCFTech 5. Desempenho com chipset A20 Pro Como vimos no tópico anterior, a bateria do iPhone Air 2 pode ganhar alguns minutos de autonomia graças às melhorias de eficiência do novo processador. O A20 Pro deve ser um dos principais upgrades da próxima geração de iPhones e será o primeiro chip da Apple produzido com litografia de 2 nanômetros, o que promete mais desempenho e eficiência energética. Segundo o Macworld, a Apple também estaria desenvolvendo o modem C2 e pode integrar o chip de rede N1 aos novos aparelhos. A combinação desses componentes deve contribuir para um consumo de energia mais eficiente, algo especialmente importante em um celular tão fino e com espaço limitado para a bateria. O chip A20 Pro pode marcar a estreia da litografia de 2 nanômetros nos futuros iPhones da Apple Reprodução/9to5Mac Atualmente, o iPhone Air registra 1.707.172 pontos no AnTuTu, ficando à frente de todos os modelos Pro e Pro Max da Apple, com exceção da linha iPhone 17. Com a chegada do A20 Pro, a expectativa é que o iPhone Air 2 eleve ainda mais o nível de desempenho e entregue um salto considerável em poder de processamento. 6. Possível preço O preço do iPhone Air 2 ainda é uma incógnita. Mesmo assim, o site PhoneArena acredita que a nova geração pode manter o preço do modelo anterior, partindo de US$ 999, cerca de R$ 5.180 em conversão direta. Por outro lado, o Macworld não descarta um aumento de US$ 100 no preço do aparelho. A possibilidade ganha força diante da alta nos custos de memória RAM, que tem pressionado os preços de smartphones e outros dispositivos eletrônicos. Vazamentos indicam que a Apple deve manter o preço da geração anterior Mariana Saguias/TechTudo 7. Lançamento Apesar de a Apple concentrar seus lançamentos em setembro e ter apresentado o primeiro iPhone Air nesse mês, em 2025, a segunda geração deve seguir um calendário diferente. Segundo informações do site Bloomberg, o novo celular ultrafino deve ser lançado na primavera americana de 2027, entre março e junho. O modelo deve chegar ao mercado ao lado do iPhone 18e e do iPhone 18 convencional. Já setembro de 2026 deve ficar reservado aos modelos mais robustos da nova geração. A expectativa é que a Apple apresente nessa ocasião o iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e seu primeiro celular dobrável, que pode chegar ao mercado como iPhone Ultra. Com informações MacRumors, PhoneArena, Macworld, Bloomberg e Yeux1122 🎥Conheça o iPhone 17e, o smartphone 'baratinho' da Apple! IPHONE 17e É ANUNCIADO! Veja preço no Brasil
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10 melhores jogos com heróis da Marvel que todo fã precisa conhecer


A Marvel construiu uma presença marcante nos videogames, com títulos que permitem controlar alguns dos heróis e anti-heróis mais famosos dos quadrinhos. Entre aventuras em mundo aberto, jogos de luta, RPGs táticos, card games e experiências multiplayer, há opções para diferentes perfis. Por isso, o TechTudo preparou uma lista com 10 games que vão agradar todos os fãs dos personagens criados por Stan Lee & CIA. Além de adaptações inspiradas diretamente nos quadrinhos, alguns games criaram suas próprias versões de personagens como Homem-Aranha, Justiceiro, Wolverine e Homem de Ferro. A seleção reúne desde clássicos dos anos 2000 até lançamentos mais recentes, passando por PC, consoles e celulares. Confira, a seguir, 10 dos melhores jogos de herói para quem é fã da Marvel. 🎮 Testamos | Marvel Tokon: Fighting Souls é bom jogo ofuscado por más decisões 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar Com sucessos como Marvel's Spider-Man 2, veja 10 jogos que todo fã da Marvel precisa jogar Divulgação/Steam ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo 10 melhores jogos de herói para quem é fã da Marvel: Marvel Rivals Spider-Man 2 (2004) Marvel Snap The Punisher Marvel's Midnight Suns Ultimate Marvel vs. Capcom 3 Marvel’s Guardians of the Galaxy Marvel's Spider-Man Marvel’s Spider-Man: Miles Morales Marvel's Spider-Man 2 1. Marvel Rivals Marvel Rivals é um jogo de tiro em terceira pessoa gratuito desenvolvido pela NetEase Games, com partidas competitivas entre duas equipes formadas por personagens da Marvel. O elenco reúne nomes como Homem-Aranha, Homem de Ferro, Hulk, Wolverine, Doutor Estranho e Magneto, cada um com habilidades próprias e funções diferentes dentro dos confrontos. A jogabilidade lembra hero shooters como Overwatch, mas aproveita os poderes dos quadrinhos para criar combates bastante movimentados. Marvel Rivals mostra que ainda há espaço para os hero shooters; testamos Marvel Rivals chama a atenção com habilidades colaborativas quando há combinações específicas de personagens Divulgação/NetEase Games Um dos diferenciais está nas chamadas Team-Up Abilities, que criam interações especiais entre determinados personagens e podem conceder novos ataques ou vantagens durante as partidas. Além disso, os cenários também possuem elementos destrutíveis, fazendo com que partes dos mapas sejam modificadas conforme a batalha avança. Como é focado no multiplayer online, Marvel Rivals recebe temporadas, novos heróis, mapas e eventos regularmente. O título está disponível para PlayStation 5 (PS5), PlayStation 4 (PS4), Xbox Series X, Xbox Series S e PC (via Steam e Epic Games Store). 2. Spider-Man 2 (2004) Lançado em 2004 e inspirado no segundo filme estrelado por Tobey Maguire, Spider-Man 2 é um jogo de ação e aventura que marcou uma geração principalmente por sua exploração de Nova York. Desenvolvida pela Treyarch nas versões para PlayStation 2 (PS2), GameCube e Xbox, a aventura permite atravessar livremente a cidade usando as teias do Homem-Aranha. Diferentemente de diversos jogos anteriores do personagem, as teias precisam se prender aos prédios, característica que tornou a movimentação mais física e ajudou a transformar o game em uma referência para títulos posteriores do herói. Homem Aranha passeando com sua teia em Spider-Man 2 Reprodução/VG247 A campanha acompanha elementos do longa-metragem, incluindo o confronto de Peter Parker com o Doutor Octopus, mas adiciona missões e personagens que não aparecem no cinema. Além da história principal, é possível encontrar crimes, desafios e atividades espalhadas pela cidade, incentivando o jogador a explorar o mapa entre uma missão e outra. Spider-Man 2 também recebeu versões para Nintendo DS, PC, Game Boy Advance (GBA), PSP (PlayStation Portable) e N-Gage, embora elas tenham diferenças consideráveis de gameplay e desenvolvimento. 3. Marvel Snap Marvel Snap é um card game digital desenvolvido pela Second Dinner que aposta em partidas rápidas nas quais cada usuário monta um deck com personagens conhecidos e menos populares da Marvel. O objetivo é conquistar pelo menos duas das três localidades apresentadas na mesa, utilizando cartas que possuem valores de poder, custos de energia e habilidades específicas. As partidas normalmente duram poucos minutos, tornando o título acessível até para quem não costuma jogar card games mais complexos. Marvel Snap: confira gameplay e requisitos do novo cardgame gratuito Marvel Snap é cardgame grátis dos mesmos criadores de Hearthstone Divulgação/Nuverse A quantidade de referências aos quadrinhos é um de seus principais atrativos, já que as cartas recebem diferentes artes e variantes inspiradas em inúmeras fases dos personagens. Outro elemento importante é a mecânica Snap, que permite aumentar as recompensas em disputa quando o jogador acredita que possui vantagem, adicionando uma espécie de blefe às partidas. Disponível gratuitamente, Marvel Snap pode ser baixado em dispositivos Android, iPhone (iOS) e PC, por meio do Steam. 4. The Punisher The Punisher é um jogo de tiro em terceira pessoa desenvolvido pela Volition, estúdio posteriormente conhecido pela franquia Saints Row, e publicado pela THQ em 2005. A aventura coloca o jogador no controle de Frank Castle, o Justiceiro, em uma campanha muito mais violenta do que a maioria das adaptações da Marvel. Aqui, o protagonista utiliza pistolas, rifles, espingardas e outras armas para eliminar criminosos enquanto atravessa diferentes áreas. The Punisher recebeu avaliação de 18+ tamanho o conteúdo violento do jogo Reprodução/YouTube Um dos sistemas que mais chamaram atenção na época envolve os interrogatórios, nos quais Frank pode pressionar inimigos para conseguir informações antes de continuar as missões. A violência dessas sequências fez com que algumas cenas precisassem ser modificadas para evitar classificações indicativas ainda mais restritivas. O título foi lançado originalmente para PS2, Xbox e PC e é voltado exclusivamente para partidas single-player. 5. Marvel's Midnight Suns Marvel's Midnight Suns mistura RPG tático com elementos de card game em uma aventura desenvolvida pela Firaxis Games. Durante os combates, o jogador controla pequenos grupos de heróis e utiliza cartas para executar ataques, movimentações e habilidades especiais. O elenco inclui personagens como Homem de Ferro, Capitão América, Wolverine, Homem-Aranha, Blade e Doutor Estranho, além de Hunter, protagonista criado especialmente para o game. Review: Marvel's Midnight Suns traz gameplay simples e história interessante Marvel's Midnight Suns coloca os heróis dos quadrinhos para enfrentar uma ameaça sobrenatural em um game de estratégia tradicional Reprodução/Steam Fora das batalhas, boa parte da experiência acontece na Abadia, base dos Midnight Suns, onde é possível conversar com os heróis, desenvolver amizades e encontrar atividades opcionais. Essas relações não funcionam apenas como elementos narrativos, pois aumentar o nível de amizade pode liberar vantagens e novas possibilidades para os personagens. A campanha gira em torno da ameaça de Lilith e explora o lado sobrenatural da Marvel, dando espaço para figuras menos frequentes nos videogames. O título está disponível para PlayStation 5 (PS5), PlayStation 4 (PS4), Xbox Series X, Xbox Series S, Xbox One e PC (via Steam e Epic Games Store). Nas lojas digitais, Midnight Suns está à venda a partir de R$ 299,90. 6. Ultimate Marvel vs. Capcom 3 Ultimate Marvel vs. Capcom 3 é um jogo de luta desenvolvido pela Capcom que coloca personagens da Marvel frente a frente com grandes nomes das franquias da empresa japonesa. As batalhas acontecem em equipes de três lutadores, permitindo trocar de personagem durante os confrontos e realizar ataques combinados. Homem-Aranha, Wolverine, Hulk, Thor e Doutor Destino dividem o elenco com figuras como Ryu, Dante, Chris Redfield e Vergil. Review Ultimate Marvel Vs. Capcom 3 Ultimate Marvel vs. Capcom 3 coloca personagens das duas franquias em combate Divulgação/Capcom A principal característica do game está no ritmo extremamente acelerado dos combates, que recompensa a criação de combos longos e o uso estratégico das assistências dos outros integrantes da equipe. Ao todo, são 50 personagens jogáveis, oferecendo inúmeras possibilidades para montar trios com estilos diferentes. Além do modo single-player, Ultimate Marvel vs. Capcom 3 possui multiplayer local e online, sendo especialmente indicado para quem gosta de jogos competitivos. Atualmente, o título pode ser encontrado para PlayStation 4 (PS4), Xbox One e PC (via Steam) a partir de R$ 80,90, além das versões originalmente lançadas para PlayStation 3 (PS3) e Xbox 360. 7. Marvel's Guardians of the Galaxy Marvel's Guardians of the Galaxy é um jogo de ação e aventura em terceira pessoa desenvolvido pela Eidos-Montréal e lançado em 2021. Na campanha, o jogador assume exclusivamente o controle de Peter Quill, o Senhor das Estrelas, enquanto Gamora, Rocket, Groot e Drax acompanham o protagonista durante os combates e a exploração. Quill utiliza suas pistolas elementais e botas a jato para enfrentar inimigos, mas também pode ordenar que seus companheiros executem habilidades específicas. Review Marvel's Guardians of the Galaxy Telltale Series Peter Quill e sua equipe se metem em diversas confusões no Marvel's Guardians of the Galaxy Reprodução/Steam Embora apenas o Senhor das Estrelas seja controlável diretamente, trabalhar em equipe é essencial, principalmente porque cada Guardião possui ataques adequados para diferentes situações. Outro destaque é a trilha sonora repleta de músicas licenciadas dos anos 1980, elemento diretamente relacionado à personalidade de Peter Quill. Marvel's Guardians of the Galaxy é vendido na PS Store por R$ 299,90 para PlayStation 5 (PS5) e no Steam por R$ 249,99 para PC. 8. Marvel's Spider-Man Marvel's Spider-Man é um jogo de ação e aventura em mundo aberto desenvolvido pela Insomniac Games e lançado originalmente para PS4 em 2018. Diferentemente de muitas adaptações anteriores, sua história não acompanha diretamente filmes ou quadrinhos e apresenta uma versão própria de Peter Parker, que já atua como Homem-Aranha há vários anos. O jogador pode explorar Manhattan livremente usando teias, realizar acrobacias entre os prédios e interromper crimes encontrados pelo caminho. Review Marvel's Spider-Man Marvel's Spider-Man tornou o herói da Marvel mais uma vez em referência para jogos de ação Divulgação/Insomniac Games O sistema de combate combina golpes corpo a corpo, esquivas, lançamentos de teia e diferentes dispositivos criados por Peter, permitindo enfrentar grupos de inimigos de maneiras variadas. A cidade também oferece atividades paralelas, colecionáveis, bases inimigas e desafios que fornecem recursos para desbloquear habilidades e trajes. Na campanha, o herói encontra personagens conhecidos como Mary Jane, Miles Morales, Rei do Crime e Doutor Octopus, enquanto tenta equilibrar sua vida pessoal com suas responsabilidades. Atualmente, o título também pode ser jogado no PS5 e no PC pelo Steam a partir de R$ 249,90. 9. Marvel's Spider-Man: Miles Morales Em 2020, a Insomniac lançou a sequência de Marvel’s Spider-Man com a chegada de Marvel's Spider-Man: Miles Morales. A história acompanha Miles enquanto Peter Parker está temporariamente longe de Nova York. Apesar de manter a estrutura de exploração com teias e combates acrobáticos do antecessor, o protagonista possui poderes próprios que modificam consideravelmente a jogabilidade. Entre eles estão ataques bioelétricos de Venom e a capacidade de ficar temporariamente invisível. Review: Spider-Man: Miles Morales capricha na diversão para novos fãs do herói Marvel's Spider-Man: Miles Morales traz um novo herói no papel do Homem-Aranha para defender a cidade Reprodução/PlayStation Blog Essas habilidades permitem que Miles adote abordagens diferentes durante confrontos e sequências de furtividade, além de ajudar a diferenciar seu estilo daquele apresentado por Peter Parker. A campanha também explora com mais destaque o Harlem e apresenta o conflito envolvendo a corporação Roxxon e um grupo conhecido como Underground. Mesmo sendo uma aventura menor em duração quando comparada ao primeiro game, o título possui missões secundárias, atividades pelo mapa, trajes e habilidades desbloqueáveis. Inicialmente exclusivo de PlayStation 5 (PS5) e PlayStation 4 (PS4), o jogo chegou posteriormente ao PC, via Steam, e custa entre R$ 199,90 e R$ 284,90, a depender da plataforma. 10. Marvel's Spider-Man 2 Fechando a lista, desta vez, Peter Parker e Miles Morales dividem o protagonismo, e o jogador pode alternar entre os dois heróis durante boa parte da exploração em Marvel's Spider-Man 2. O mapa também ficou maior em relação aos títulos anteriores, adicionando regiões como Brooklyn e Queens à cidade de Nova York. Além das tradicionais teias, as Asas de Teia permitem planar pelo cenário e tornam os deslocamentos ainda mais rápidos. Review Spider-Man 2: jogo brilha na gameplay e eleva o patamar da franquia Em Marvel's Spider-Man 2 você pode controlar Peter e Miles Reprodução/Steam Peter e Miles possuem árvores de habilidades próprias e compartilhadas, enquanto novos poderes ampliam as possibilidades durante os combates. Um dos principais elementos da campanha é o traje simbionte, que concede ataques mais agressivos a Peter e está diretamente relacionado à presença de Venom na história, enquanto Kraven, o Caçador, surge como outra grande ameaça. Também existem atividades secundárias, crimes aleatórios, colecionáveis e diferentes trajes inspirados em versões dos heróis vistas nos quadrinhos e no cinema. Marvel's Spider-Man 2 é vendido na PS Store por R$ 349,90 para PlayStation 5 (PS5) e no Steam por R$ 249,90 para PC. Com informações de GamesRadar Mais do TechTudo Veja também: GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado! GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado!
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Os 10 melhores JRPG de todos os tempos, segundo o Metacritic


Os JRPGs ajudaram a definir boa parte da indústria dos jogos de RPG, com aventuras que vão de mundos fantásticos a histórias que misturam vida cotidiana e elementos sobrenaturais. Ao longo das décadas, os RPGs japoneses passaram por diferentes gerações de consoles e ganharam novas formas de contar histórias, sem abandonar características marcantes, como combates estratégicos e jornadas emocionantes. Pensando em ajudar você a encontrar os melhores JRPGs, o TechTudo preparou uma lista com os 10 jogos do gênero com as melhores avaliações no Metacritic. O ranking reúne jogos lançados em diferentes épocas e com propostas bastante diferentes, passando por franquias consagradas como Final Fantasy e Persona, e indo até games que ajudaram a alavancar o gênero, como Chrono Cross e Skies of Arcadia. A seleção também mostra que os JRPGs continuam relevantes nos dias atuais, com produções recentes como Metaphor: ReFantazio e Clair Obscur: Expedition 33 aparecendo entre os mais bem avaliados. As notas vão de 92 a 95 pontos, e levam em consideração a recepção da crítica no mundo todo, que é aglomerada pelo Metacritic. 🔴Discord suspende transmissões no Brasil; entenda o que muda para o usuário 🎮10 jogos que tornaram a geração do PlayStation 2 a melhor da história 📲 Comparador de celulares do TechTudo: Veja os melhores para jogar Persona, Final Fantasy e outros grandes nomes do gênero estão entre os games com as maiores notas da crítica Reprodução/Steam ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo Os 10 melhores JRPG de todos os tempos, segundo o Metacritic Persona 5 Royal [95] Final Fantasy IX [94] Chrono Cross [94] Metaphor: ReFantazio [94] Persona 4 The Golden [93] Persona 5 [93] Skies of Arcadia [93] Paper Mario [93] Clair Obscur: Expedition 33 [92] Final Fantasy XII [92] 1. Persona 5 Royal [95] No Persona 5 Royal, o jogador controla um estudante que é transferido para Tóquio e passa a viver sob liberdade condicional depois de ser injustamente acusado de agressão. Enquanto tenta se adaptar à nova rotina na Academia Shujin, ele descobre a existência do Metaverso, uma dimensão sobrenatural formada pelos desejos distorcidos das pessoas. Após despertar seus poderes e assumir a identidade de Joker, ele se junta a outros jovens que compartilham experiências semelhantes e formam os Phantom Thieves. Gráficos também ganham incrementos em Persona 5 Royal Divulgação/Atlus O grupo passa, então, a invadir os Palácios, manifestações dos desejos corrompidos de indivíduos que abusam de seu poder, com o objetivo de provocar uma mudança em seus corações e expor seus crimes. A versão Royal do game ainda amplia o jogo original com novos personagens, locais, eventos, mecânicas e um novo semestre na Academia Shujin. A combinação entre a exploração do ambiente e o desenvolvimento dos vínculos sociais ajuda a tornar o game um dos mais completos tanto da série quanto do gênero, garantindo o primeiro lugar isolado da lista, com impressionantes 95 pontos no Metascore. 2. Final Fantasy IX [94] Com uma aventura que resgata a fantasia medieval dos primeiros capítulos da franquia, Final Fantasy IX acompanha Zidane Tribal, um jovem integrante de um grupo de ladrões que acaba envolvido em uma trama muito maior após o sequestro da princesa Garnet. O que começa como uma missão aparentemente simples se transforma em uma jornada pelo mundo de Gaia, marcada por conflitos políticos e descobertas sobre a verdadeira origem dos personagens. Ao lado de companheiros como Vivi, Steiner e Freya, Zidane precisa enfrentar ameaças capazes de colocar em risco o destino de todo o planeta. Final Fantasy IX levou a série de volta para suas raízes em um mundo de fantasia medieval Reprodução/Steam Lançado originalmente para o PlayStation, em 2000, o game chamou a atenção por conta do visual inspirado em fantasia clássica e por ter uma história que consegue abordar tanto momentos de humor, quanto temas mais dramáticos. O sistema de habilidades permite que os personagens aprendam novas técnicas a partir dos equipamentos utilizados, enquanto o Active Time Event acrescenta cenas que ajudam a desenvolver a relação entre os integrantes do grupo. Com personagens carismáticos e uma narrativa considerada uma das mais memoráveis da série, Final Fantasy IX alcançou 94 pontos no Metacritic. 3. Chrono Cross [94] Considerado um dos RPG mais ambiciosos do catálogo do PlayStation, Chrono Cross leva o jogador para uma aventura marcada por múltiplas possibilidades e uma grande quantidade de personagens. Serge aparece como protagonista da história, um jovem que descobre ter a capacidade de atravessar entre dois mundos semelhantes, mas com diferenças significativas entre si. Ao investigar o motivo dessa conexão, ele acaba envolvido em uma trama que se relaciona diretamente aos acontecimentos de Chrono Trigger. Chrono Cross foi um dos grandes RPGs do PlayStation One com história sobre viagem no tempo e mundos paralelos Divulgação/Square Enix A estrutura do jogo é um dos seus principais diferenciais, já que em vez de seguir uma única jornada linear, ele apresenta diferentes caminhos, recrutamento de dezenas de personagens e múltiplos finais, fazendo com que as escolhas do jogador tenham impacto na aventura. O sistema de combate também aposta em uma abordagem própria, trazendo ataques físicos e elementos mágicos, que são usados em estratégias baseadas no gerenciamento de recursos. Sua direção artística e a trilha sonora composta por Yasunori Mitsuda, fizeram o RPG alcançar 94 pontos no Metacritic e até hoje ele permanece como um dos nomes mais lembrados da era do PlayStation. 4. Metaphor: ReFantazio [94] Metaphor: ReFantazio leva o modelo dos criadores de Persona para um universo de fantasia medieval, acompanhando um jovem que parte em uma jornada para quebrar a maldição lançada sobre o príncipe de um reino. Ao lado da fada Gallica e de outros companheiros, o protagonista percorre diferentes regiões de Euchronia enquanto participa de uma disputa pelo trono. A aventura aborda questões sociais e elementos sobrenaturais em uma história que coloca o player diante de uma sociedade fortemente marcada pela desigualdade e pelo preconceito. Metaphor: ReFantazio É lindo, envolvente e brutal na medida certa Daniel Trefilio/TechTudo O RPG também é elogiado pelo sistema de Archetypes, que funciona como classes capazes de alterar as habilidades e estratégias utilizadas pelos personagens durante os combates. A rotina da gameplay é dividida entre exploração e missões, com batalhas durante o dia e atividades para fortalecer os vínculos e desenvolver os atributos à noite. Lançado em outubro de 2024 para PlayStation 5 (PS5), PlayStation 4 (PS4), Xbox Series X, Xbox Series S, Nintendo Switch 2 e PC, Metaphor: ReFantazio conquistou 94 pontos no Metacritic e se consolidou como um dos grandes lançamentos recentes do gênero. 5. Persona 4 The Golden [93] Persona 4 The Golden conta a história de um adolescente que se muda para a pequena cidade de Inaba para morar com o tio durante um ano. Pouco depois de sua chegada, uma série de assassinatos misteriosos começa a preocupar os moradores, enquanto uma lenda sobre um canal de televisão que aparece em noites chuvosas desperta a curiosidade do protagonista e de seus novos amigos. Ao descobrir uma dimensão sobrenatural por trás desses acontecimentos, o grupo passa a investigar os crimes e enfrentar criaturas bizarras enquanto tenta descobrir a identidade do responsável. Em Persona 4 Golden um grupo de estudantes com o poder de invocar Personas investiga uma série de misteriosos assassinatos Reprodução/Microsoft Store A versão Golden, lançada em 2012 para PlayStation Vita, amplia o RPG lançado originalmente para PlayStation 2 com novos personagens e elementos de história. Posteriormente, o game chegou a PlayStation 4 (PS4), Xbox Series X, Xbox Series S, Xbox One, Nintendo Switch e PC. Entre combates por turnos e a exploração de masmorras, o jogador também precisa administrar o calendário para seguir sua rotina, estudando, trabalhando, desenvolvendo amizades e fortalecendo os chamados Social Links. Essa combinação entre a vida cotidiana e a aventura sobrenatural ajudou Persona 4 Golden a se tornar um dos grandes nomes da franquia, chegando a 93 pontos no Metacritic. 6. Persona 5 [93] Lançado originalmente em 2016 no Japão e em 2017 no restante do mundo, Persona 5 foi o responsável por introduzir a história do jogo mais bem avaliado desta lista. O game segue a premissa vista em seu antecessor, fazendo uma mescla entre a rotina de um estudante e a investigação de acontecimentos sobrenaturais. Anos depois, Persona 5 Royal chegou como uma versão expandida, adicionando novos conteúdos à experiência original. Entre as principais novidades estão a personagem Kasumi Yoshizawa, o conselheiro Takuto Maruki, um novo semestre na Academia Shujin, áreas adicionais para explorar e novas cenas que aprofundam a história. Quando inimigos estão derrubados em Persona 5 Tactica usuários podem cercá-lo para realizar um ataque poderoso Triple Threat Reprodução/Steam Porém, o sucesso de Persona 5 não depende apenas dos conteúdos adicionados posteriormente na versão Royal. A versão original já apresentava uma combinação bem completa, com todas as características clássicas de um bom JRPG, como exploração, combates por turnos e gerenciamento da rotina. O jogo também se destacou pela forma como suas diferentes mecânicas se conectam, fazendo com que as decisões tomadas durante o cotidiano tivessem reflexos na evolução dos personagens e no desempenho durante as batalhas. Esses elementos fizeram de Persona 5 um dos grandes RPG de sua geração, tanto que sua recepção positiva na crítica se refletiu nos 93 pontos conquistados no Metacritic. 7. Skies of Arcadia [93] Em vez de estradas e continentes, Skies of Arcadia faz do céu o seu enorme campo de exploração. No game, o player vai conhecer Vyse, um jovem pirata do ar que, ao lado de seus companheiros, embarca em uma aventura pelos céus de um mundo formado por ilhas flutuantes. A jornada envolve a descoberta de novas regiões, gerando diversos confrontos com outras tripulações e a busca por tesouros escondidos, enquanto o grupo se envolve em uma disputa que pode determinar o futuro de Arcadia. Skies of Arcadia era um RPG extremamente divertido e cheio de aventuras para o Dreamcast Reprodução/Kotaku A exploração é um dos grandes destaques do jogo, com diferentes aeronaves que podem ser personalizadas e utilizadas para atravessar o mapa. Os famosos combates por turnos também estão presentes e permitem controlar toda a tripulação, utilizando diferentes armas e habilidades durante os confrontos, incluindo batalhas entre grandes navios. Lançado originalmente para o Dreamcast em 2000, Skies of Arcadia atingiu 93 pontos no Metacritic e se tornou um dos JRPG mais aclamados de sua geração. 8. Paper Mario [93] Com uma estética que transforma o Reino dos Cogumelos em um enorme livro de histórias, Paper Mario coloca o encanador mais famoso dos games em uma aventura diferente do que os fãs estão acostumados. Desta vez, Mario precisa resgatar a Princesa Peach e reunir os sete Star Spirits depois que Bowser rouba suas estrelas e utiliza seus poderes para dominar o reino. Durante a jornada, o herói percorre diferentes regiões e conta com a ajuda de diversos parceiros, cada um com habilidades próprias para enfrentar os obstáculos pelo caminho. Paper Mario trazia um RPG charmoso para o Nintendo 64 que não contava com muitos games do gênero Divulgação/Nintendo Além do visual renovado, desta vez inspirado em papel e recortes, o jogo é mais um que conta com o sistema de combate por turnos, que aqui utiliza comandos de ação para aumentar a eficiência dos ataques e das defesas. A aventura também conta com exploração, resolução de puzzles e momentos de humor característicos da Nintendo. Lançado para o Nintendo 64 em 2000, Paper Mario recebeu 93 pontos no Metacritic e estabeleceu uma das principais séries de RPG do universo de Mario. 9. Clair Obscur: Expedition 33 [92] Em um mundo onde a morte chega com uma data marcada, Clair Obscur: Expedition 33 apresenta Gustave, Maelle e os demais integrantes de uma expedição enviada para interromper o ciclo responsável pelo desaparecimento de milhares de pessoas. Todos os anos, a misteriosa Paintress desperta e pinta um novo número em seu monólito, fazendo com que todos aqueles que tenham aquela idade desapareçam. Quando o número 33 é escolhido, o grupo parte em uma missão desesperada para encontrá-la e acabar com a ameaça. Clair Obscur: Expedition 33 é um RPG muito aclamado que venceu como Jogo do Ano no The Game Awards 2025 Divulgação/Sandfall Interactive Desenvolvido pela Sandfall Interactive, Clair Obscur: Expedition 33 construiu um mundo inspirado na França da Belle Époque, com paisagens surreais exploradas através de uma direção artística bastante característica. A aventura também coloca as relações entre os integrantes da Expedição 33 como o foco da narrativa, explorando seus conflitos enquanto enfrentam uma missão aparentemente impossível. Lançado em 2025, o título conquistou 92 pontos no Metacritic e conquistou o prêmio de Jogo do Ano do The Game Awards. 10. Final Fantasy XII [92] Em Ivalice, um reino marcado pela expansão do Império Archadiano, Final Fantasy XII acompanha diferentes personagens que acabam unidos por uma guerra que ameaça transformar o destino de toda a região. A princesa Ashe luta para recuperar a liberdade de Dalmasca após a invasão de seu país, enquanto Vaan, Balthier, Fran, Penelo e outros companheiros se juntam à jornada. A história traz à tona disputas pelo poder e descobertas sobre as forças que estão por trás do conflito. Final Fantasy XII Playstation 2 Divulgação/Square Enix Final Fantasy XII também se diferencia de outros capítulos da franquia pelo sistema de combate, que abandona parte da estrutura tradicional de turnos em favor de batalhas mais dinâmicas e estratégicas. O sistema de Gambits permite programar as ações dos personagens de acordo com diferentes situações, dando ao jogador maior controle sobre o comportamento da equipe. O game conta com um vasto mundo para explorar, além de diversas possibilidades de personalização e uma abordagem mais aberta para a progressão, o que lhe rendeu 92 pontos no Metacritic. Com informações de Metacritic. Mais do TechTudo Veja também: GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado! GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado!
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6 jogos antigos de PS4 que ganharam remasterizações incríveis para PS5


O PS5 possui uma ampla biblioteca de jogos exclusivos, mas alguns títulos da geração anterior continuam conquistando os fãs do hardware mais atual da Sony. Diversos títulos ganharam remakes e remasterizações capazes de ampliar a imersão do gameplay e aproveitar tudo de bom no console, seja pelo DualSense ou por rodar os títulos com melhor taxa de quadros e resolução. Por isso, o TechTudo traz esta lista com seis jogos antigos do PS4 que ganharam nova vida no PS5. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os games desta seleção, há desde aventuras em mundo aberto até experiências cinematográficas, com opções que chegam a 60 ou 120 FPS. Horizon Zero Dawn Remastered abre a lista como jogo mais barato, partindo de R$ 139 na Amazon, enquanto Death Stranding Director’s Cut aparece com o maior valor, a partir de R$ 193 na mesma varejista. A seguir, confira a lista completa, lembrando que os preços citados na matéria foram verificados em agosto de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Veja seis games clássicos do PS4 que ganharam nova vida para o console mais atual da Sony Reprodução/Steam 🔎 Melhor videogame custo-benefício: 5 plataformas que valem a pena em 2026 Initial plugin text 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo 6 jogos antigos de PS4 que ganharam remasterizações incríveis para PS5: Horizon Zero Dawn Remastered (PS5) — melhor custo-benefício para explorar um mundo aberto com gráficos renovados e gameplay a até 60 FPS; Uncharted: Legacy of Thieves Collection (PS5) — ideal para fãs de aventuras cinematográficas, reunindo dois jogos com opções de até 4K ou 120 FPS; The Last of Us Parte II Remastered (PS5) — melhor em conteúdo adicional, com modo roguelike Sem Volta, Níveis Abandonados e melhorias gráficas; The Last of Us Parte 1 (PS5) — melhor reconstrução visual, com gráficos refeitos para PS5, gameplay modernizado e recursos avançados de acessibilidade; Ghost of Tsushima Director's Cut (PS5) — melhor pacote para fãs de mundo aberto, com expansão Ilha Iki, multiplayer Legends e melhorias para o PS5. Death Stranding Director’s Cut (PS5) — indicado para quem busca uma experiência diferente, com novas missões, equipamentos, veículos e recursos do DualSense; 1. Horizon Zero Dawn Remastered — a partir de R$ 139 Horizon Zero Dawn Remastered é uma boa escolha para quem ainda não conheceu a primeira aventura de Aloy ou pretende retornar ao mundo dominado pelas máquinas com uma apresentação mais próxima de Horizon: Forbidden West. O RPG de ação acompanha a protagonista enquanto ela investiga suas próprias origens e os acontecimentos que levaram ao colapso da antiga civilização. Horizon Zero Dawn Remastered tem um belo mundo aberto para explorar repleto de perigos e mistérios Reprodução/PlayStation Blog A remasterização mantém exploração, combates com arco, armadilhas e confrontos contra máquinas do original, mas retrabalha a apresentação visual. No PS5, há modos de Qualidade em 4K e 30 FPS, Desempenho em 4K e 60 FPS, além de resposta tátil e gatilhos adaptáveis do DualSense. Na review do jogo original, feita pelo jornalista Diego Borges para o TechTudo, Horizon Zero Dawn foi elogiado pelos gráficos encantadores, cenários ricos e enredo interessante, mas pecou no sistema de combate com poucos elementos. Com um visual incrivelmente detalhado e um enredo repleto de reviravoltas que prende o jogador em longos diálogos, os problemas de jogabilidade não comprometem o resultado final dessa obra prima que tem tudo para ser a nova galinha dos ovos de ouro da Sony. O game pode ser encontrado a partir de R$ 139 na Amazon, onde recebe 4,9 de 5 estrelas na avaliação dos compradores. A recepção dos jogadores também ajuda a reforçar o apelo da remasterização, que destacam entre os pontos que favorecem esta versão: a maior fidelidade visual, fluidez em 60 FPS e integração com o DualSense. Por outro lado, quem já terminou a versão de PS4 pode considerar as mudanças pouco relevantes em termos de gameplay, já que campanha, estrutura do mundo e sistemas centrais permanecem os mesmos. Prós: modos gráficos de até 4K e 60 FPS; visual significativamente aprimorado; suporte aos recursos do DualSense; bom ponto de entrada para a franquia Horizon. Contras: poucas novidades em termos de gameplay; pode ser menos interessante para quem terminou o original recentemente. 2. Uncharted: Legacy of Thieves Collection — a partir de R$ 143 Uncharted: Legacy of Thieves Collection reúne os dois jogos mais elogiados da fase final do PS4: Uncharted 4: A Thief's End e Uncharted: The Lost Legacy. O primeiro acompanha a última grande aventura de Nathan Drake, enquanto o segundo coloca Chloe Frazer e Nadine Ross como protagonistas de uma jornada própria. Em Uncharted: Coleção Legado dos Ladrões, Nathan Drake sai de sua aposentadoria para uma última aventura e Chloe Frazer retorna com sua própria jornada Reprodução/PlayStation Blog Para quem gosta de campanhas cinematográficas, tiroteios, escaladas, exploração e grandes sequências de ação, o pacote oferece duas aventuras completas em uma única compra. A remasterização ainda conta com carregamentos praticamente instantâneos, áudio 3D e recursos do DualSense, incluindo resposta tátil durante combates e veículos e resistência nos gatilhos em determinadas ações. Na review do original de Uncharted: The Lost Legacy, Diego Borges destacou que a ausência de Nathan Drake não diminuiu a qualidade do jogo, o último lançado da franquia. Uncharted: The Lost Legacy não é só apenas um grande DLC da franquia, mas sim um dos melhores títulos da série. Apostando em novas protagonistas, mas sem abrir mão de uma forma quase irretocável de seus elementos de sucesso (jogabilidade apurada e belos gráficos), o novo game mostra que a franquia continua sendo uma das mais marcantes da atual geração. A coleção está disponível a partir de R$ 143 no Mercado Livre e os compradores a avaliaram com 4,9 estrelas. Entre os grandes diferenciais estão três opções gráficas: Fidelidade em 4K nativo e 30 FPS, Desempenho com alvo de 60 FPS e Desempenho+ em 1080p e até 120 FPS para telas compatíveis. Porém, o mesmo gráfico é o ponto de críticas e elogios. Para quem nunca jogou, a experiência é satisfatória; mas quem já teve contato com o título de PS4 diz que não há grandes mudanças para a versão remasterizada, ainda que a qualidade visual continue impecável no PS5. Prós: dois jogos completos em um único pacote; opções de até 4K nativo ou 120 FPS; carregamentos muito mais rápidos no PS5; campanhas cinematográficas continuam visualmente impressionantes. Contras: não inclui os três primeiros jogos da série; foco apenas nas experiências single-player; compradores relatam que não existem grandes diferenças em relação às versões de PS4 e PS5. 3. The Last of Us Part II Remastered — a partir de R$ 179 The Last of Us Part II Remastered é uma opção interessante para quem gostou da campanha original, mas procura motivos para voltar à jornada de Ellie e Abby. Além das melhorias visuais, a edição de PS5 adiciona o Sem Volta, modo de sobrevivência roguelike com encontros aleatórios, diferentes personagens jogáveis e modificadores que alteram cada tentativa. Há ainda três níveis abandonados, que mostram trechos removidos durante o desenvolvimento, comentários dos criadores, modo de speedrun e novas opções para tocar instrumentos. The Last of Us Part II Remastered leva o premiado jogo da Naughty Dog ao PC com uma série de melhorias gráficas Reprodução/Luiza M. Martins Luiza M. Martins analisa o jogo em review do TechTudo e ressalta justamente que as mudanças são discretas na campanha, enquanto o modo roguelike ajuda a justificar a nova versão. Além disso, evidentemente, o remaster surfa na onda da série da HBO Max e se justifica por questões de marketing. No original de PS4, The Last of Us Part II já rodava com taxas de atualização mais altas no PS5, mas até então, os features do controle não eram aproveitados. Dessa vez, é possível sentir a pressão nos gatilhos, o coice nas armas e até os diferentes tipos de terrenos em que os personagens pisam. O título pode ser encontrado a partir de R$ 179 na Amazon, com 4,9 estrelas, sendo uma alternativa interessante, principalmente para quem ainda não possui a edição original de PS4. Entre as avaliações, os usuários apontam gráficos, narrativa e jogabilidade como qualidades, enquanto a história polêmica e o fato de as melhorias técnicas serem relativamente pequenas para quem já jogou no PS4 podem pesar contra a compra. Prós: Modo roguelike "Sem Volta" aumenta bastante a rejogabilidade; conta com Níveis Abandonados e conteúdos de bastidores; melhorias de resolução, texturas, sombras e carregamentos; aproveita resposta tátil e gatilhos adaptáveis do DualSense. Contras: campanha permanece praticamente a mesma do PS4; upgrade é menos impactante para quem já jogou a versão original no PS5 via retrocompatibilidade. 4. The Last of Us Parte 1 Remastered — a partir de R$ 181 Embora seja frequentemente colocado ao lado de remasterizações, The Last of Us Parte 1 é tecnicamente um remake, já que a Naughty Dog reconstruiu o primeiro jogo da franquia do zero para aproveitar o hardware do PS5. A história continua acompanhando Joel e Ellie em uma viagem pelos Estados Unidos após o colapso da sociedade, mas cenários, personagens, iluminação, animações e inteligência artificial foram modernizados. A versão também incorpora controles aprimorados e uma seleção muito maior de recursos de acessibilidade, além de incluir a expansão The Last of Us: Left Behind. Remake de The Last of Us Parte 1 traz visuais atualizados e outras melhorias no PS5 Reprodução/PlayStation No PS5, é possível escolher entre 4K nativo com alvo de 30 FPS ou 4K dinâmico mirando 60 FPS, além de aproveitar áudio 3D, carregamentos rápidos e integração com o DualSense. Em seu review publicado no TechTudo a respeito do jogo original, Diego Borges afirma que os elementos como narrativa, ambientação, relação entre Joel e Ellie e atmosfera pós-apocalíptica estão entre os aspectos que fizeram a aventura se destacar. The Last of Us atende a todas as expectativas do jogo mais esperado de 2013, e se torna um grande concorrente a melhor game do ano. Com uma trama digna de uma obra literária e uma jogabilidade moldada em cima de uma dificuldade bem dosada, o título é um grande exemplo de que há jogos simplesmente marcantes. Na Amazon, o remake é vendido a partir de R$ 181 e ganhou 4,9 estrelas dos compradores na varejista. Os elogios estão focados em história, personagens marcantes, exploração e ação na medida certa, além do lindo visual. Porém, o fato de ser um remake não agrega valor para quem já teve uma primeira experiência com o jogo. Prós: reconstrução gráfica completa para o PS5; modos com 4K nativo a 30 FPS ou 4K dinâmico mirando 60 FPS; carregamentos praticamente instantâneos; DualSense, áudio 3D e recursos de acessibilidade aprimoram a experiência. Contras: não inclui o modo multiplayer Factions; poucas novidades narrativas para quem conhece a história original. 5. Ghost of Tsushima Director's Cut — a partir de R$ 185 Ghost of Tsushima Director's Cut é uma opção que acrescenta muito conteúdo em relação ao lançamento original de PS4. A aventura da Sucker Punch acompanha Jin Sakai durante a invasão mongol à ilha de Tsushima e combina combates com katana, furtividade e exploração de um vasto Japão feudal. O grande destaque desta edição é a expansão Ilha Iki, que adiciona uma nova região, história própria, inimigos e atividades, enquanto o pacote também inclui o modo cooperativo online Legends. Em Ghost of Tsushima: Director's Cut jogadores irão enfrentar a poderosa xamã Ankhsar Khatun na ilha de Iki Reprodução/PlayStation Blog No PS5, o título apresenta resolução 4K dinâmica mirando 60 FPS, carregamentos aprimorados, áudio 3D, sincronização labial para a dublagem japonesa e suporte à resposta tátil e aos gatilhos adaptáveis do DualSense. A versão original recebeu elogios de Rita Silveira em seu review para o TechTudo, especialmente pelo sistema de combate, direção artística, ambientação e pela liberdade oferecida ao explorar Tsushima. Um jogo de samurai que retrata o Japão feudal com beleza de cinema e muita diversão. A progressão do jogo é viciante e melhorar a cada missão contra os mongóis traz ação muito empolgante. Difícil de botar defeito, a jornada é realmente épica. Na Shopee, o jogo é encontrado a partir de R$ 185 e contém apenas uma avaliação indicando 5 estrelas para o game. Em outras varejistas, no entanto, os jogadores relatam que a versão do diretor consegue extrair o máximo de imersão ao Japão feudal. Em contrapartida, a estrutura de algumas atividades secundárias pode se tornar repetitiva depois de muitas horas, enquanto quem já possui a edição de PS4 deve considerar o custo do upgrade antes de comprar novamente. Prós: inclui a expansão Ilha Iki; resolução 4K dinâmica mirando 60 FPS no PS5; excelente aproveitamento do DualSense e áudio 3D; modo Legends oferece multiplayer cooperativo online. Contras: algumas atividades do mundo aberto podem se tornar repetitivas. 6. Death Stranding: Director's Cut — a partir de R$ 193 Death Stranding: Director's Cut é indicado principalmente para jogadores que procuram algo diferente das aventuras tradicionais de ação. Criado pela Kojima Productions, o título coloca o jogador no controle de Sam Porter Bridges, que precisa atravessar uma América devastada transportando cargas e reconectando comunidades isoladas. Espalhados pelo mundo de Death Stranding: Director's Cut estão as mulas, entregadores enlouquecidos que tentarão roubar sua carga Divulgação/Sony A versão de PS5 vai além de um simples aumento de resolução: traz novas missões, armas, veículos, inimigos, campo de tiro e até uma pista de corrida. Também oferece modo Desempenho com resolução 4K por upscaling e até 60 FPS, modo Fidelidade em 4K nativo, carregamentos mais rápidos, áudio 3D e integração com resposta tátil e gatilhos adaptáveis. Em review do TechTudo, o jornalista Diego Borges destacou no jogo original os gráficos, a temática apocalíptica e sua proposta incomum, mas apontou o ritmo lento da narrativa como um dos principais problemas. Portanto, mesmo com os aprimoramentos da Director's Cut, é uma experiência mais indicada para quem aprecia exploração contemplativa e não se incomoda com longos deslocamentos. Death Stranding consegue revolucionar e criar um gênero único, como era a intenção de seu criador, Hideo Kojima. O jogo traz uma temática inovadora, que envolve um sistema de compartilhamento de recursos, ativação e integração com outros jogadores de forma online. E embora o enredo seja único e muito bem elaborado, a forma lenta com que ele se desenrola, junto a evolução do personagem no game, faz com que o jogador tenha uma paciência acima do normal para se aprofundar no título. A versão em mídia física mais barata é encontrada na Amazon, a partir de R$ 193. Os compradores deram 4,8 estrelas para a edição do diretor na varejista. Lá, os principais elogios estão acerca da gameplay diferenciada e única; porém, há críticas em relação ao ritmo do jogo, que pode ser muito lento em determinados momentos. Prós: novas missões, equipamentos, veículos e atividades; modos gráficos com suporte a 4K e até 60 FPS; excelente utilização do DualSense; proposta bastante diferente de outros jogos de mundo aberto. Contras: ritmo pode ser lento para alguns jogadores; longos deslocamentos continuam sendo parte central da experiência. Com informações de PlayStation (1, 2, 3, 4, 5 e 6) Mais do TechTudo Veja aqui: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
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15 melhores filmes de ficção científica da Netflix para assistir em 2026


Os filmes de ficção científica da Netflix estão entre os favoritos de quem gosta de histórias que exploram futuros distópicos, tecnologias avançadas e criaturas misteriosas. Em 2026, a plataforma reúne desde lançamentos recentes até clássicos, com destaque para A Última Casa (2026), Máquina de Guerra (2026), o sucesso Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024), além de Ghost in the Shell (1995) e Godzilla: Minus One (2024), passando por diferentes vertentes do gênero, com opções que variam entre cenários pós-apocalípticos, histórias cyberpunks, ação e suspenses psicológicos. 🔎 15 melhores filmes de ficção científica para assistir em 2026 Pensando em quem gosta de ficção científica em diferentes formatos, o TechTudo preparou uma lista com 15 filmes do gênero para assistir na Netflix em 2026. A seguir, você confere os títulos, além dos enredos, elenco e avaliações da crítica no IMDb e Rotten Tomatoes. 🎬 Conheça os 20 melhores filmes de romance da Netflix, segundo a crítica 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Rua Cloverfield: Paradox (2018) gira em torno de um grupo de astronautas que tentam sobreviver após um teste dar errado Divulgação/IMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo No índice de filmes de ficção científica da Netflix, você encontra as seguintes opções para assistir em 2026: 1. A Última Casa (2026): Uma família fica presa em casa após uma tempestade e tenta sobreviver enquanto uma criatura domina Seattle. 2. Máquina de Guerra (2026): Soldados encontram uma máquina desconhecida durante uma missão no Afeganistão e precisam impedir seu avanço. 3. Frankenstein (2025): Um cientista dá vida a uma criatura feita de cadáveres e enfrenta as consequências de sua experiência. 4. Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024): Após perder a mãe, Furiosa cresce no deserto e busca vingança contra o tirano responsável pela morte dela. 5. Acompanhante Perfeita (2025): Uma jovem descobre ser uma androide criada para satisfazer o namorado e decide lutar pela própria liberdade. 6. A Grande Inundação (2025): Uma pesquisadora tenta salvar o filho enquanto uma inundação global ameaça destruir a humanidade. 7. Ghost in the Shell (1995): Uma ciborgue investiga um hacker capaz de invadir mentes e roubar informações do governo. 8. No Limite do Amanhã (2014): Um militar revive a mesma batalha contra alienígenas até encontrar uma forma de derrotá-los. 9. Guerra Mundial Z (2013): Um ex-investigador da ONU percorre o mundo em busca de uma forma de conter uma epidemia de zumbis. 10. Godzilla: Minus One (2024): Um Japão devastado pela guerra enfrenta uma nova ameaça quando Godzilla surge do mar. 11. Super 8 (2011): Jovens testemunham um acidente de trem e descobrem que acontecimentos estranhos começam a tomar conta da cidade. 12. Chappie (2015): Um cientista dá consciência a um robô, que passa a ser perseguido pelas autoridades por ser considerado uma ameaça. 13. Feios (2024): Uma jovem se rebela contra um governo que impõe cirurgias de beleza após sua amiga desaparecer. 14. Rua Cloverfield: Paradox (2018): Um experimento espacial dá errado e deixa cientistas isolados diante de acontecimentos que desafiam a realidade. 15. The Old Guard (2020): Mercenários imortais descobrem uma nova integrante e precisam proteger o segredo que mantêm há séculos. Qual é o código para encontrar filmes de sci-fi na Netflix? 1. A Última Casa (2026) Abrindo a lista, A Última Casa é um dos lançamentos recentes do streaming vermelho que surgem como boa opção para quem gosta de ficção científica distópica sobre sobrevivência e desastre ambiental. A trama acompanha uma família comum que fica presa dentro da própria casa após uma forte tempestade atingir Seattle. Sem conseguir abrir portas ou janelas e com os recursos cada vez mais escassos, Jason, Ann e os dois filhos precisam encontrar uma forma de sobreviver enquanto uma criatura misteriosa domina a região. Com o elenco estrelado pelo brasileiro Wagner Moura (O Agente Secreto) e a atriz norte-americana Greta Lee (Vidas Passadas), o longa do diretor Louis Leterrier (Truque de Mestre) apresenta monstros que fazem referência às criaturas lovecraftianas. 🔎A Última Casa: veja final explicado do filme da Netflix com Wagner Moura Duração: 1h e 50m Direção: Louis Leterrier Notas da crítica: 5.5 no IMDb e 27% no Rotten Tomatoes A Última Casa é estrelado pelo brasileiro Wagner Moura Divulgação/Netflix 2. Máquina de Guerra (2026) Fenômeno de audiência na Netflix neste primeiro semestre, Máquina de Guerra leva a ficção científica para o campo de batalha ao mostrar um grupo de soldados em uma missão de treinamento. No longa, a trama acompanha um sargento norte-americano, conhecido apenas como 81, que lidera uma equipe de elite durante testes no Afeganistão. O exercício muda completamente de rumo quando os soldados encontram uma máquina avançada de origem desconhecida e precisam encontrar uma forma de sobreviver enquanto tentam impedir o avanço da criatura. Escrito e dirigido por Patrick Hughes (Dupla Explosiva), o longa é estrelado por Alan Ritchson (Reacher) e Dennis Quaid (Quatro Vidas de um Cachorro). 🍿Máquina de Guerra vai ter continuação? Entenda o final do filme Netflix Duração: 1h e 46 minutos Direção: Patrick Hughes Notas da crítica 6.3 no IMDb e 66% no Rotten Tomatoes Alan Ritchson é p protagonista do filme de ação e ficção científica Máquina de Guerra Divulgação/Netflix 3. Frankenstein (2025) Baseado no clássico romance de Mary Shelley, Frankenstein do cineasta Guillermo del Toro (A Forma da Água) foi um dos grandes destaques da Netflix no Oscar. A história acompanha Victor Frankenstein, um cientista obcecado por ultrapassar os limites da vida e da morte, que consegue dar vida a uma criatura construída com partes de cadáveres e precisa lidar com a consequências do experimento quando sua criação passa a ter sentimentos próprios. Para o elenco principal, o cineasta mexicano escalou nomes como Oscar Isaac (Duna), Jacob Elordi (Euphoria) e Mia Goth (Pearl). Duração: 2h e 30 minutos Direção: Guillermo del Toro Notas da crítica: 7.5 no IMDb e 86% no Rotten Tomatoes Frankenstein foi um dos filmes de destaque em 2025 e venceu 3 Oscars Reprodução/The Movie Database 4. Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024) Prelúdio de Mad Max: Estrada da Fúria, Furiosa volta no tempo para mostrar a trajetória da personagem antes dela se tornar uma das principais guerreiras do deserto. Depois de ser sequestrada ainda criança e perder a mãe para o violento Dementus, Furiosa cresce sozinha em meio às disputas por território e recursos entre dois tiranos. Enquanto tenta sobreviver no mundo pós-apocalíptico, ela busca uma forma de acertar as contas com o homem que destruiu sua família. Sob direção de George Miller, criador da franquia, o longa é protagonizado por Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha) e Chris Hemsworth (Thor). 🔎 Mad Max: saiba onde assistir aos filmes da franquia antes de ver Furiosa Duração: 2h e 30 minutos Direção: George Miller Notas da crítica: 7.7 no IMDb e 90% no Rotten Tomatoes Anya Taylor Joy em Furiosa Divulgação/IMDB 5. Acompanhante Perfeita (2025) Criado para quem gosta de ficção científica e suspense psicológico, Acompanhante Perfeita se tornou um dos grandes sucessos do subgênero ao acompanhar Iris, uma jovem que viaja com seu namorado e os amigos para passar o final de semana em uma casa isolada. Durante o passeio, porém, ela descobre que é uma androide criada para satisfazer os desejos do companheiro e decide romper com a programação e lutar pela própria liberdade. Dirigido por Drew Hancock (My Dead Ex), o longa é estrelado por Sophie Thatcher (Yellowjackets), Jack Quaid (The Boys) e Lukas Gage (Sorria). 🔎 O que é 'terror incel'? 10 filmes do novo gênero para assistir e entender Duração: 1h e 37 minutos Direção: Drew Hancock Notas da crítica: 6.9 no IMDb e 93% no Rotten Tomatoes A atriz Sophie Thatcher interpreta a androide Iris no longa que mistura suspense e ficção científica Acompanhante Perfeita Reprodução/IMDb 🔎 Quer mais indicações de melhores filmes para assistir em 2026? 15 melhores filmes de suspense da HBO Max para assistir agora mesmo Melhores filmes de 2026: 30 destaques do 1º semestre do ano 15 melhores filmes de terror da HBO Max para assistir agora 15 melhores filmes brasileiros para assistir em 2026 12 melhores filmes de apocalipse da Netflix para assistir agora 30 melhores filmes sáficos de todos os tempos 15 melhores filmes do Disney+ para assistir em 2026 15 melhores filmes de aventura para assistir em 2026 6. A Grande Inundação (2025) Ambientado em uma Coreia do Sul arrasada por um dilúvio, A Grande Inundação mistura ficção científica e drama para contar a trajetória de Gu An-na, uma pesquisadora que tenta manter o filho vivo depois que um asteroide atinge a Antártica e desencadeia uma enchente capaz de varrer boa parte da civilização. Enquanto escala um prédio de 30 andares em Seul em busca de abrigo, ela acaba se tornando peça-chave para o futuro da espécie. Dirigido por Kim Byung-woo, o filme reúne no elenco Kim Da-mi (Nosso Eterno Verão), Park Hae-soo (Round 6) e Jeon Hye-jin (O Trono). 🔎 A Grande Inundação: entenda final explicado do filme Netflix Duração: 1h e 48 minutos Direção: Kim Byung-woo Notas da crítica: 5,4 no IMDb e 56% no RT A Grande Inundação mostra uma Coreia do Sul arrasada por um dilúvio Divulgação/Netflix 7. Ghost In The Shell (1995) Considerado um dos grandes clássicos do cyberpunk, Ghost in the Shell é baseado no mangá de Masamune Shirow e imagina um futuro em que humanos e máquinas estão cada vez mais conectados. Ambientado em 2029, o anime acompanha a Major Motoko Kusanagi, uma ciborgue da Seção 9 de Segurança Pública encarregada de capturar o Mestre das Marionetes, um hacker capaz de invadir mentes e roubar informações confidenciais. Dirigido por Mamoru Oshii (Patlabor: O Filme), o longa tem dublagem original de Atsuko Tanaka (Bayonetta), Akio Ōtsuka (Metal Gear), Tamio Ōki (Onimusha) e Kōichi Yamadera (Cowboy Bebop). Duração: 1h e 22 min Direção: Mamoru Oshii Notas da crítica: 7.9 no IMDb e 8.27 no MyAnimeList Ghost In The Shell (1995) é um dos grandes clássicos do cyberpunk Reprodução/IMDb 8. No Limite do Amanhã (2014) No Limite do Amanhã traz uma história de ficção científica sobre viagem no tempo e guerra alienígena ao acompanhar a trajetória de William Cage, um oficial sem experiência de combate que acaba enviado para uma missão praticamente suicida contra uma raça alienígena que ameaça a Terra. Morto poucos minutos depois de chegar ao campo de batalha, ele desperta no dia anterior e percebe que está preso em um ciclo no qual precisa reviver a mesma batalha. Adaptado da light novel All You Need Is Kill, escrita por Hiroshi Sakurazaka, o projeto é estrelado pelos atores Tom Cruise (Missão: Impossível) e Emily Blunt (Um Lugar Silencioso). Duração: 1h e 53 minutos Direção: Doug Liman Notas da crítica: 7.9 no IMDb e 91% de aprovação no Rotten Tomatoes Tom Cruise e Emily Blunt protagonizam o filme de ficção científica No Limite do Amanhã Divulgação/Warner Bros. 9. Guerra Mundial Z (2013) Em Guerra Mundial Z, a trama gira em torno de Gerry Lane, um ex-investigador da ONU que leva uma vida tranquila ao lado da família até uma praga desconhecida começar a se espalhar pelo mundo, transformando pessoas infectadas em criaturas violentas em questão de segundos. Convocado para ajudar a entender a origem do surto, ele parte em uma missão arriscada por diferentes países atrás de uma resposta. Dirigido por Marc Forster, o longa é protagonizado por Brad Pitt (O Curioso Caso de Benjamin Button). Duração: 1h e 56 minutos Direção: Marc Forster Notas da crítica: 7 no site IMDb e 67% de aprovação no Rotten Tomatoes Guerra Mundial Z (2013) gira em torno de Gerry Lane Reprodução/IMDb 10. Godzilla: Minus One (2024) Vencedor de um Oscar, Godzilla: Minus One se passa em um Japão arrasado logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. Na trama, a população do país precisa enfrentar um monstro reptiliano gigante que surge na Ilha Odo e avança para a capital. No centro da história está Shikishima, um piloto marcado pelo trauma que consegue escapar de uma missão suicida e luta para proteger sua nova família. Escrito e dirigido por Takashi Yamazaki, o longa japonês de kaiju é estrelado por Minami Hamabe (Silent Love) e Yuki Yamada (Um Trem para o Apocalipse). 🔎 Godzilla: 7 filmes do 'monstrão' para assistir online antes de Minus One Duração: 2h e 4 minutos Direção: Takashi Yamazaki Notas da crítica: 7.6 no site IMDb e 99% de aprovação no Rotten Tomatoes Godzilla: Minus One (2023) se passa em um Japão arrasado logo após o fim da Segunda Guerra Mundial Divulgação/IMDb 11. Super 8 (2011) Produção de Steven Spielberg (Dia D), Super 8 pode ser uma boa pedida para quem busca thrillers de ficção científica conspiracionistas. Ambientado no verão de 1979, a trama acompanha um grupo de amigos de Ohio que testemunha a colisão entre um trem de carga e uma caminhonete enquanto filma uma cena amadora com uma câmera Super-8. Pouco depois, moradores da cidade começam a desaparecer sem explicação. No elenco principal estão nomes como Elle Fanning (Valor Sentimental), AJ Michalka (Grown-ish) e Kyle Chandler (Friday Night Lights), enquanto a direção é de J.J. Abrams. Duração: 1h e 52 minutos Direção: J. J. Abrams Notas da crítica: 7 no IMDb e 80% no Rotten Tomatoes Super 8 (2011) pode ser uma boa pedida para quem busca thrillers de ficção científica conspiracionistas Divulgação/TMDb 12. Chappie (2015) Em um futuro próximo, a polícia de uma grande cidade é formada por robôs programados para combater o crime. É nesse cenário que Deon, cientista responsável pela tecnologia, consegue dar consciência e emoções a uma dessas máquinas, chamada Chappie. À medida em que o robô começa a desenvolver sua própria personalidade, as autoridades passam a considerá-lo uma ameaça e iniciam uma busca para eliminá-lo. Misturando ficção científica, comédia e drama, o filme é dirigido por Neill Blomkamp (Distrito 9) e estrelado por Dev Patel (Quem Quer Ser um Milionário?), Hugh Jackman (Wolverine) e Sharlto Copley (Distrito 9). Duração: 2h Direção: Neill Blomkamp Notas da crítica: 6.8 no IMDb e 32% no Rotten Tomatoes Chappie (2015) mistura ficção científica, comédia e drama Divulgação/Netflix 13. Feios (2024) Baseado no livro homônimo de Scott Westerfeld, Feios apresenta um futuro em que todos os jovens precisam passar por uma cirurgia estética aos 16 anos para se adequar ao padrão de beleza imposto pelo governo. Na trama, o enredo acompanha Tally Youngblood, uma jovem que sempre sonhou com o procedimento, mas muda de ideia quando sua melhor amiga desaparece e ela se junta a um grupo de rebeldes que pretende desafiar esse sistema. O longa dirigido por McG (As Panteras) conta com atuações de Joey King (Tudo em Família) e Chase Stokes (Outer Banks) no elenco principal. 🔎 Feios: veja sinopse, elenco e trailer do novo filme distópico da Netflix Duração: 1h e 42 minutos Direção: McG Notas da crítica: 6.8 no IMDb e 32% no Rotten Tomatoes Feios conta com atuações de Joey King (Tudo em Família) e Chase Stokes (Outer Banks) Divulgação/Netflix 14. Rua Cloverfield: Paradox (2018) Terceiro filme do universo Cloverfield, Rua Cloverfield: Paradox acompanha uma equipe internacional de cientistas enviada para uma estação espacial para testar um acelerador de partículas capaz de produzir uma fonte de energia praticamente inesgotável. O problema começa quando o experimento gera resultados inesperados e provoca eventos que colocam em dúvida a própria realidade dos astronautas que precisam lutar para sobreviver. Dirigido por Julius Onah (O Paradoxo Cloverfield), o longa é estrelado por Gugu Mbatha-Raw (Loki), David Oyelowo (Selma) e Daniel Brühl (Bastardos Inglórios). 🍿 Rua Cloverfield, 10: veja final explicado do filme e entenda o plot twist Duração: 1h e 42 minutos Direção: Julius Onah Notas da crítica: 5.5 no IMDb e 22% no Rotten Tomatoes Rua Cloverfield: Paradox (2018) Paradox acompanha uma equipe internacional de cientistas enviada para uma estação espacial Divulgação/IMDb 15. The Old Guard (2020) E encerrando a lista, temos The Old Guard, longa estrelado por Charlize Theron (Mad Max: Estrada da Fúria). Baseado na HQ do escritor estadunidense Greg Rucka, a trama acompanha Andy e um grupo de mercenários que possuem a capacidade de viver para sempre. Depois de séculos atuando em missões secretas, os guerreiros descobrem que existe uma nova imortal, o que pode colocar em risco o segredo que mantiveram por tanto tempo. Dirigido por Gina Prince-Bythewood (A Mulher Rei), o longa também conta com as atuações de Kiki Layne (Se a Rua Beale Falasse) e Matthias Schoenaerts (A Garota Dinamarquesa). Duração: 1h e 58 minutos Direção: Gina Prince-Bythewood Notas da crítica: 6.7 no IMDb e 80% no Rotten Tomatoes The Old Guard (2020) é estrelado por Charlize Theron Divulgação/Netflix Qual é o código para encontrar filmes de sci-fi na Netflix? O código geral para encontrar filmes de ficção científica na Netflix é 3276033, mas a plataforma também separa as produções em categorias mais específicas, com diversos subgêneros, como filmes de ficção científica com alienígenas e Cyberpunk. Para usar, basta copiar o código no final https://www.netflix.com/browse/genre/xxxx. Confira a lista completa de códigos abaixo: Ficção Científica - Código 3276033 Ficção Científica e Aliens - Código 3327 Cyberpunk - Código 1964512 Ficção Científica e Terror - Código 1694 Aventuras De Ficção Científica - Código 6926 Filmes De Ficção Científica - Código 3916 Suspense e Ficção Científica - Código 11014 Ficção Científica Com Ação e Fantasia - Código 1568 Cults De Ficção Científica e Fantasia - Código 4734 Códigos Netflix - Ficção Científica Divulgação/Netflix Você também pode ver: Melhores filmes da Netflix em 2025: 15 destaques do 1° semestre Melhores séries da Netflix em 2025: 15 destaques do 1° semestre para maratonar 30 melhores doramas da Netflix para assistir agora Os 22 melhores filmes da Netflix originais de todos os tempos Os 15 filmes mais assistidos na Netflix de todos os tempos As 15 séries mais assistidas da Netflix de todos os tempos Os 40 melhores filmes da Netflix em 2025 para assistir agora Com informações de IMDb e Rotten Tomatoes Mais do TechTudo Selecionar uma imagem Veja também: Como mudar o plano da Netflix Como mudar o plano da Netflix
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7 jogos perfeitos para quem sempre quis ser presidente e comandar um país


O período de propaganda eleitoral no Brasil se inicia neste domingo (16) e, por isso, a temática de jogos de estratégia política e simulação de governo ganha um gancho a mais para quem quer experimentar, ainda que virtualmente, os bastidores do poder. Desde clássicos como SimCity e Tropico até franquias como Civilization e Democracy, o gênero oferece diferentes formas de experimentar os desafios de administrar uma sociedade e exercer poder. Pensando nisso, o TechTudo reuniu sete jogos para quem sempre sonhou em ser presidente ou assumir o controle de uma nação, cidade ou império. Confira a lista a seguir. 👉 7 RPGs de mundo aberto que vão te conquistar nos primeiros minutos 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar Presidente do Brasil gamer Reprodução/Google Gemini (Imagem gerada por IA) ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual melhor franquia de RPG de todos os tempos? Opine no Fórum do TechTudo 7 games perfeitos para quem sempre sonhou em ser presidente Sid Meier's Civilization 7 Democracy 4 Tropico 6 Europa Universalis V Crusader Kings III Victoria 3 Anno 117: Pax Romana 1. Sid Meier's Civilization VII Em Sid Meier's Civilization VII, lançado pela 2K em 2025, o jogador assume o controle de uma civilização e acompanha seu desenvolvimento ao longo de três eras: Antiguidade, Exploração e Era Moderna. A cada transição, é possível escolher uma nova civilização, mantendo elementos do legado construído anteriormente e adaptando os rumos militares, culturais, científicos ou econômicos da sociedade. Outra novidade está no sistema de líderes, que separa a escolha do governante da civilização controlada e amplia as combinações possíveis em cada partida. O mapa é construído por turnos, enquanto as cidades crescem com a criação de distritos e maravilhas. Diplomacia, guerra, religião e ciência também influenciam o desenvolvimento do império e os caminhos disponíveis para alcançar a vitória. Construa seu império e domine diferentes épocas da huminade, em Sid Meier's Civilization VII Reprodução/Steam O título conta ainda com modo multijogador online e crossplay entre plataformas, permitindo disputar partidas com outros jogadores. Um modo de realidade virtual também foi anunciado como conteúdo adicional. Para quem deseja experimentar a construção e expansão de um império ao longo dos séculos, Civilization VII oferece uma experiência focada em decisões que atravessam diferentes períodos da história. O jogo está disponível para PlayStation 5 (PS5), PlayStation 4 (PS4), Xbox Series X, Xbox Series S, Xbox One, Nintendo Switch e PC. 2. Democracy 4 Diferentemente dos tradicionais jogos de construção de cidades ou estratégia militar, Democracy 4 coloca o jogador no papel de chefe de governo, responsável por definir políticas em áreas como economia, saúde, educação, meio ambiente, transporte e segurança pública. Cada decisão afeta diferentes grupos de eleitores, representados por ícones que reagem de acordo com seus interesses. O objetivo é equilibrar a aprovação da população com as contas públicas para permanecer no poder após as eleições. A interface é baseada em painéis, gráficos e mapas que mostram a relação entre as políticas adotadas e seus efeitos na sociedade. Em vez de apostar em cenários tridimensionais ou animações elaboradas, o jogo concentra sua experiência nos números e nas consequências de cada decisão. É possível governar países reais ou fictícios, com sistemas inspirados em situações econômicas e sociais reconhecíveis. Democracy 4 coloca o jogador no papel de chefe de um governo cheio de responsabilidades Divulgação/Steam Desenvolvido pela Positech Games, Democracy 4 foi lançado em outubro de 2020 para PC, por meio do Steam e GOG, e posteriormente ganhou versões para consoles. O jogo também recebeu expansões que adicionam novos países, políticas e mecânicas de simulação, ampliando as possibilidades de gerenciamento político. 3. Tropico 6 Tropico 6 coloca o jogador no papel de El Presidente, líder de uma nação insular caribenha que atravessa diferentes períodos históricos, da era colonial à Guerra Fria e à era moderna. O arquipélago pode ser construído em várias ilhas conectadas por pontes e rotas marítimas, enquanto o jogador administra setores como indústria, turismo e agricultura e mantém relações com potências estrangeiras. O jogo mantém o tom político característico da franquia, permitindo governar de forma democrática ou assumir um regime autoritário. Eleições, espionagem e até fraudes eleitorais fazem parte das possibilidades de gestão. A campanha apresenta missões ligadas à história do arquipélago, enquanto o modo sandbox permite construir a nação sem seguir um roteiro específico. Também há multiplayer cooperativo e competitivo, com diferentes presidentes podendo disputar espaço na mesma partida. Faça sua ilha prosperar em Tropico 6 Reprodução/Steam Lançado em março de 2019 pela Kalypso Media, Tropico 6 está disponível para PC, PlayStation 4 (PS4), Xbox One e Nintendo Switch. 4. Europa Universalis V Europa Universalis V cobre quase 500 anos de história, entre 1337 e 1837, permitindo assumir o controle de qualquer uma das centenas de nações disponíveis e conduzir seu desenvolvimento por meio de guerra, diplomacia, comércio e colonização. O mapa representa o mundo inteiro e inclui regiões pouco exploradas em jogos anteriores da série, especialmente partes da Ásia e da África. O jogo apresenta um sistema populacional detalhado, no qual classes sociais, migração e produtividade econômica influenciam diretamente o crescimento de cada território. A gestão militar também foi reformulada, com doutrinas, profissionalização dos exércitos e sistemas de logística que exigem planejamento durante campanhas prolongadas. No campo político, grupos de interesse internos pressionam o governo e podem influenciar as decisões tomadas pelo jogador. Europa Universalis V Reprodução/Steam A pesquisa utiliza um sistema dividido em diferentes ramificações, enquanto uma inteligência artificial pode assumir tarefas específicas para permitir que o jogador concentre sua atenção nas áreas que considera mais importantes. Desenvolvido e publicado pela Paradox Interactive, Europa Universalis V foi lançado em novembro de 2025 e está disponível exclusivamente para PC. 5. Crusader Kings III Crusader Kings III, da Paradox Interactive, se passa durante a Idade Média, entre os séculos IX e XV, e coloca o jogador no comando não de uma nação, mas de uma dinastia. O objetivo é construir e preservar o legado da família ao longo de gerações, controlando um personagem, seus descendentes e os territórios conquistados durante a campanha. O jogo combina estratégia com elementos de RPG, já que características de personalidade, relações familiares, casamentos políticos e intrigas na corte influenciam diretamente os acontecimentos. Guerras de sucessão, conspirações, assassinatos e alianças fazem parte da rotina dos governantes, enquanto o mapa é dividido em condados administrados por diferentes vassalos. É possível assumir o papel de conde, duque, rei ou imperador, com cada posição oferecendo diferentes níveis de controle e desafios. Conquiste o máximo de territórios que conseguir em Crusader Kings III Reprodução/Steam A morte do personagem principal não encerra a campanha. Em vez disso, o controle passa para seu herdeiro, permitindo que a história da família continue por várias gerações. Os personagens também são representados por retratos que mudam conforme envelhecem, adoecem ou passam por diferentes acontecimentos ao longo da vida. Lançado em setembro de 2020, Crusader Kings III está disponível para PlayStation 5 (PS5), Xbox Series X, Xbox Series S e PC. 6. Victoria 3 Victoria 3, desenvolvido pela Paradox Interactive, se passa entre 1836 e 1936, período marcado pela Revolução Industrial, transformações sociais e disputas coloniais entre as principais potências mundiais. O jogador pode assumir o controle de qualquer nação disponível e conduzir seu desenvolvimento por meio de decisões econômicas, políticas e diplomáticas. A economia é o principal foco da experiência. Cadeias de produção, comércio internacional, infraestrutura e migração da população influenciam diretamente o crescimento dos territórios. Ao mesmo tempo, diferentes grupos de interesse, como camponeses, industriais, militares e intelectuais, pressionam o governo por mudanças específicas, obrigando o jogador a equilibrar reformas e estabilidade política. É possível controlar tanto grandes potências industriais quanto territórios coloniais que buscam conquistar sua independência. Victoria 3, game de estratégia da Paradox Interactive Divulgação/Steam Na diplomacia, o jogo utiliza pactos e blocos de poder, enquanto os conflitos militares são definidos por objetivos específicos, em vez de exigirem a ocupação completa do território adversário. A interface prioriza mapas, gráficos e painéis de informações para apresentar os dados da sociedade e da economia, sem focar em batalhas ou cidades representadas em três dimensões. Lançado em outubro de 2022, Victoria 3 está disponível para PC e recebeu expansões que ampliam sistemas relacionados à migração, cultura e política interna. 7. Anno 117: Pax Romana Anno 117: Pax Romana, lançado em novembro de 2025 pela Ubisoft, se passa no auge do Império Romano, no ano 117, durante o período de estabilidade conhecido como Pax Romana. O jogador assume o papel de governador responsável por administrar províncias, desenvolver seus territórios e expandir os domínios do império. No início da campanha, é possível escolher entre duas regiões: Lácio, localizada próxima ao centro do Império Romano, ou Albion, território celta com culturas e divindades próprias. Em Albion, o jogador pode preservar as tradições locais ou tentar impor costumes romanos, enquanto suas decisões influenciam o desenvolvimento da região. Anno 117: Pax Romana é o oitavo jogo da franquia Reprodução/Steam A campanha acompanha os personagens Marcus e Marcia, cujas escolhas ajudam a definir o destino das províncias. Já o modo sandbox permite construir e administrar os territórios sem seguir uma narrativa específica. A gestão envolve cadeias de produção, comércio entre regiões, religião, política interna e conflitos militares por terra e mar. Anno 117: Pax Romana também conta com modos multijogador cooperativo e competitivo. O jogo está disponível para PlayStation 5 (PS5), Xbox Series X, Xbox Series S e PC. Nos primeiros meses após o lançamento, o título se tornou um dos jogos mais bem avaliados pela crítica em toda a franquia Anno. Mais do TechTudo Veja também: GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado! GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado!
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6 notebooks que valem cada centavo em agosto de 2026


Na lista de hoje, o TechTudo selecionou seis notebooks que estão valendo cada centavo em agosto de 2026. Seja para estudar, trabalhar, assistir a aulas ou jogar, esses dispositivos continuam sendo uma opção prática para quem precisa de um computador portátil no dia a dia. Pensando nisso, reunimos modelos que se destacam pelo conjunto de especificações, pela proposta de uso e pelo preço, com opções para diferentes perfis de usuários. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Para quem não quer gastar muito, o Positivo Vision C15M pode ser uma boa escolha. Com processador Intel Celeron N4500, 8 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento eMMC, o notebook é o item mais barato da lista e pode ser encontrado por R$ 2.029 no Mercado Livre. Já para quem busca um modelo mais premium, o ASUS TUF Gaming A15 pode ser uma opção. A partir de R$ 6.438 na Shopee, o notebook conta com processador AMD Ryzen 7 7445HS, 16 GB de memória RAM e 512 TB de armazenamento SSD. Os valores foram verificados durante a apuração da matéria, em agosto de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Confira seis notebooks que valem cada centavo em agosto de 2026 Reprodução/Freepik 🔎 Como escolher o melhor notebook de trabalho para você? 7 dicas infalíveis Initial plugin text 📝 Como formatar um computador? Entenda no Fórum TechTudo Notebooks que valem cada centavo em agosto de 2026 Positivo Vision C15M – para estudos, navegação e tarefas básicas com orçamento mais enxuto ASUS Vivobook Go 15 E1504FA-NJ1288 – indicado para estudos, trabalho e multitarefa, com bastante armazenamento Lenovo IdeaPad Slim 3 83NS0001BR – para trabalho e estudos, com bom equilíbrio entre desempenho e preço Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P – ideal para multitarefa, trabalho e armazenamento de arquivos ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY115W – indicado para usuários que precisam de muita memória RAM e armazenamento em um formato compacto ASUS TUF Gaming A15 FA506NCG-HN298 – para jogos e programas pesados, com placa de vídeo dedicada 1. Positivo Vision C15M – a partir de R$ 2.029 O Positivo Vision C15M é voltado para quem precisa de um notebook simples para estudar, navegar na internet e realizar tarefas de escritório sem gastar muito. Com Windows 11 de fábrica, o modelo é equipado com processador Intel Celeron N4500, 8 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento eMMC, configuração que atende melhor a atividades leves, como navegação básica e edição de textos. O modelo também chama atenção pela tela antirreflexo de 15,6 polegadas Full HD IPS, que oferece maior conforto para quem passa bastante tempo lendo ou produzindo trabalhos. Seu diferencial é a minitela integrada de 1,54 polegada, que indica a previsão do tempo, exibe notificações e informa o status do dispositivo sem interromper o conteúdo da tela principal. O modelo pode ser encontrado por R$ 2.029 no Mercado Livre, onde conta com avaliação de 4,7 estrelas. Entre os pontos positivos mencionados pelos consumidores estão o desempenho satisfatório para estudos e tarefas básicas, a qualidade da tela e a proposta diferenciada da minitela. Por outro lado, alguns compradores afirmam que a autonomia da bateria é inferior ao esperado e que o processador Celeron N4500, aliado ao armazenamento de 128 GB, torna o desempenho mais lento em atividades pesadas. Prós: ótimo para tarefas básicas; tela confortável; possui minitela; preço acessível Contras: pode travar em multitarefas; bateria dura pouco 2. ASUS Vivobook Go 15 E1504FA-NJ1288 – a partir de R$ 3.522 O ASUS Vivobook Go 15 é indicado para estudantes, profissionais e usuários que precisam transportar o computador com frequência, mas não querem abrir mão de uma configuração capaz de lidar com multitarefas. O modelo utiliza o processador AMD Ryzen 5 7520U, entrega 16 GB de memória RAM DDR5 e conta com armazenamento SSD de 512 GB NVMe. Essas configurações favorecem atividades como navegação com várias abas, edição de documentos e videochamadas. Além disso, sua tela de 15,6 polegadas Full HD é antirreflexo, sendo adequada para longos períodos de estudo ou trabalho, seja em casa ou ao ar livre. Por fim, inclui três portas USB, uma HDMI 1.4 e um conector de áudio de 3,5 mm. O notebook aparece por R$ 3.522 na Shopee, com avaliação de 4,9 estrelas. Nos comentários da plataforma, os compradores elogiam o desempenho rápido e o custo-benefício. A qualidade da imagem também é citada positivamente. No entanto, alguns consumidores afirmam que a autonomia da bateria não atendeu às expectativas. Outros criticam o sistema Linux, afirmando que ele é complexo e exige adaptação para usuários acostumados ao Windows ou macOS. Prós: desempenho fluido; bom custo-benefício; 16 GB de memória RAM Contras: sistema Linux pode deixar a desejar 3. Lenovo IdeaPad Slim 3 83NS0001BR – a partir de R$ 4.507 O Lenovo IdeaPad Slim 3 é uma alternativa para quem procura um notebook capaz de acompanhar uma rotina de estudos ou trabalho mais intensa. Com Windows 11 de fábrica, o processador Intel Core i5-13420H, combinado a 16 GB de memória RAM e armazenamento SSD de 512 GB, oferece navegação fluida para usuários acostumados a manter várias abas, programas e documentos abertos simultaneamente. Sua tela de 15,3 polegadas conta com tecnologia IPS, o que proporciona maior conforto visual e cores mais vívidas. Além disso, o modelo conta com câmera HD, microfone duplo e obturador de privacidade, conjunto adequado para usuários que realizam videochamadas e reuniões de trabalho com frequência. Por fim, vem com três portas USB e uma HDMI 1.4. No Mercado Livre, o modelo está disponível por R$ 4.507 e é avaliado com 4,9 estrelas. Por lá, o item recebe avaliações positivas que destacam o desempenho rápido, a quantidade de memória e o espaço de armazenamento. Por outro lado, alguns consumidores avaliam negativamente o layout do teclado, afirmando que determinadas teclas são menores do que as de outros modelos, o que pode demandar adaptação. Prós: desempenho fluido; armazenamento amplo; memória RAM satisfatória Contras: teclas podem ser pequenas 4. Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P – a partir de R$ 4.591 O Dell Inspiron 15 é indicado para quem procura um computador para trabalhar ou estudar com várias tarefas abertas ao mesmo tempo, com Windows 11 de fábrica. O processador Intel Core i5 de 13ª geração, acompanhado de 16 GB de memória RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB, oferece bom desempenho para planilhas, navegadores, aplicativos de escritório e armazenamento de fotos, documentos e projetos. Além disso, a tela Full HD de 15,6 polegadas, com acabamento antirreflexo e taxa de atualização de 120 Hz, contribui para um uso prolongado mais confortável e fluido. Em relação às opções de conectividade, o modelo vem com Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3, além de três portas USB, uma HDMI, leitor de cartão SD e conector para fone de ouvido. O modelo pode ser encontrado por R$ 4.591 no Mercado Livre, onde conta com nota 4,9 estrelas. Os consumidores destacam principalmente o desempenho fluido em multitarefas, o teclado macio, a proposta mais leve e portátil e o amplo armazenamento, características que favorecem o uso corporativo e para estudos. Por outro lado, alguns consumidores afirmam que o notebook trava durante a execução de jogos e possui saída de som mais baixa do que o esperado. Prós: desempenho fluido; armazenamento amplo; 16 GB de memória RAM; teclado macio Contras: pode não ser indicado para jogos; relatos de som baixo 5. ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY115W – a partir de R$ 6.299 O ASUS Vivobook S14 é indicado para quem busca um produto compacto, mas não quer abrir mão de configurações mais avançadas, com Windows 11 de fábrica. O modelo possui processador Intel Core Ultra 5 225H, 32 GB de memória RAM DDR5 e armazenamento SSD de 1 TB, conjunto que favorece profissionais que precisam de espaço e desempenho fluido para trabalhar com arquivos grandes. A tela IPS Full HD de 14 polegadas, com acabamento antirreflexo, também combina com quem precisa de mobilidade, já que o tamanho mais compacto facilita o transporte sem sacrificar completamente a área útil para produtividade. Já a conectividade inclui Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3, além de quatro portas USB, uma HDMI 1.4 e conector de áudio de 3,5 mm. O modelo pode ser encontrado por R$ 6.299 no Mercado Livre, onde soma 4,9 estrelas. Até o momento da publicação desta matéria, o produto recebe elogios principalmente pelo teclado retroiluminado, pela qualidade da tela e pelo desempenho ágil. Em contrapartida, há críticas pontuais em relação à autonomia reduzida da bateria. Prós: teclado retroiluminado; design compacto; processador de alto desempenho; amplo armazenamento; 32 GB de memória RAM Contras: bateria pode deixar a desejar 6. ASUS TUF Gaming A15 FA506NCG-HN298 – a partir de R$ 6.438 O ASUS TUF Gaming A15 é destinado principalmente a usuários gamers que buscam um notebook capaz de rodar jogos e programas mais exigentes. O modelo combina processador AMD Ryzen 7 7445HS, placa de vídeo dedicada NVIDIA GeForce RTX 3050, 16 GB de memória RAM DDR5 e armazenamento SSD de 512 GB. A tela Full HD de 15,6 polegadas, com taxa de atualização de 144 Hz, favorece jogos e outros conteúdos com movimentação rápida, enquanto a possibilidade de expansão da memória e do armazenamento contribui para prolongar a vida útil da máquina. Por fim, o notebook vem com quatro portas USB e uma HDMI 2.1, além de Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.1. O modelo está disponível por R$ 6.438 na Shopee, onde é avaliado com nota máxima de 5 estrelas. Entre os principais elogios dos consumidores estão o desempenho em jogos, a alta taxa de atualização da tela e a construção robusta, voltada à durabilidade. Em contrapartida, os 512 GB de armazenamento podem ser limitados para quem instala muitos jogos, enquanto a tela cobre apenas parte do espectro de cores, o que pode ser um problema para profissionais de edição de imagem que precisam de alta fidelidade. Prós: processador eficiente para jogos; 144 Hz; 16 GB de memória RAM; construção robusta; placa de vídeo dedicada Contras: armazenamento pode ser insuficiente para muitos jogos; tela pode ter cores limitadas Com informações de Amazon, Mercado Livre e Shopee Mais do TechTudo 🎥 Assista: NOTEBOOK DO KOJIMA é BOM? Review ROG Flow Z13 KJP NOTEBOOK DO KOJIMA é BOM? Review ROG Flow Z13 KJP Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
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Melhor celular Samsung para comprar em agosto de 2026


Escolher o melhor celular Samsung nunca foi tão difícil justamente pela quantidade de opções boas que a marca coloca no mercado o tempo todo. Da linha A, mais acessível, até os topos de linha S e os dobráveis da série Z, há um modelo para praticamente todo tipo de uso e bolso. Em agosto de 2026, o TechTudo apurou preços atrativos para os lançamentos mais recentes da marca, com valores que vão de R$ 1.645 a R$ 7.198. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os selecionados, o Galaxy A57 é o mais bem avaliado da lista, com nota de 4,6 estrelas no review do TechTudo e destaque para as seis atualizações de sistema garantidas. Ele está custando R$ 1.645 na Shopee. Já o Galaxy S26 Ultra, topo de linha mais recente da marca, chega com a inédita tela de privacidade e processador mais poderoso já lançado pela Samsung por R$ 7.198. Os preços mencionados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, em agosto de 2026. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Traseiras Galaxy S26 Ultra, S26 Plus e S26 Ana Letícia Loubak/TechTudo 🔎Galaxy A07: celular barato da Samsung custa menos de R$ 800; vale a pena?] Initial plugin text 📝 Qual o celular da Samsung com melhor bateria? Confira no Fórum do TechTudo 5 melhores celulares Samsung para comprar em agosto de 2026: Galaxy A57 — melhor custo-benefício, com seis anos de atualizações garantidas; Galaxy Z Flip 7 — melhor dobrável compacto da marca, com tela externa ampliada; Galaxy S25 Edge — melhor design ultrafino entre os modelos de barra; Galaxy S25 FE — melhor equilíbrio entre desempenho e recursos da linha S; Galaxy S26 Ultra — topo de linha mais recente, com tela de privacidade inédita. Como escolhemos os celulares? A seleção reúne modelos já avaliados pela redação do TechTudo, considerando a nota final atribuída em cada review, além do desempenho apresentado em quesitos como câmera, bateria e suporte de software. A ordem segue a nota atribuída em cada análise, da mais alta para a mais baixa. O que um bom celular Samsung deve ter? Antes de decidir qual modelo levar para casa, vale entender o que costuma diferenciar um bom aparelho da marca dentro de cada faixa de preço. Tela: painéis Super AMOLED ou Dynamic AMOLED com taxa de atualização de 120 Hz garantem fluidez na navegação e nas cores. Brilho elevado, acima de 1.900 nits, também faz diferença sob sol forte. Processador: a Samsung intercala chips Exynos e Snapdragon conforme o modelo, e o desempenho varia bastante entre eles. Litografias menores, como 3 ou 4 nanômetros, tendem a entregar mais eficiência energética. Bateria: capacidades a partir de 5.000 mAh garantem um dia inteiro de uso moderado. Vale checar também a potência do carregador incluso na caixa, já que nem sempre ele acompanha a velocidade máxima suportada pelo aparelho. Câmeras: sensores com estabilização óptica (OIS) tendem a entregar fotos mais nítidas, principalmente à noite. Aparelhos com lente telefoto dedicada também se saem melhor em zoom. Suporte de software: a Samsung se destaca pela política de atualizações, que hoje chega a sete anos em modelos premium. Esse prazo impacta diretamente a vida útil do investimento. Resistência: a certificação IP68, presente na maioria dos lançamentos recentes, garante proteção contra poeira e submersão em água doce, mas o nível de resistência a arranhões varia conforme os materiais usados na construção. 1. Galaxy A57 (256 GB) – a partir de R$ 1.645 Lançado em abril de 2026, o Galaxy A57 chegou como a versão mais recente da linha intermediária premium da Samsung. Embora traga poucas mudanças de hardware frente ao A56, o modelo aposta em refinamento: menor espessura, maior resistência e um processador que acelera tarefas com inteligência artificial. A Samsung garante seis anos de atualizações de sistema para o aparelho, prazo que se estende até 2032. Review Galaxy A57: mudanças pontuais justificam abandonar o A56? GALAXY A57 vale a pena? Testamos o modelo CUSTO-BENEFÍCIO da Samsung! Entre as especificações que mais chamam atenção estão a tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com 120 Hz e brilho de até 1.900 nits, o processador Exynos 1680 fabricado em 4 nanômetros e a câmera principal de 50 MP com estabilização óptica. A construção também evoluiu: com apenas 6,9 mm de espessura, o A57 ficou mais fino que o antecessor e ganhou certificação IP68, que permite maior tempo de submersão em água doce. Senti que o Galaxy A57 é bem fluido tanto em tarefas básicas quanto nas mais exigentes. Durante os testes, não percebi engasgos ou travamentos. Se há algo que me incomoda é celular que demora a responder aos comandos, e esse definitivamente não foi o caso do A57. Vale lembrar que nem tudo é perfeito. O carregador que acompanha a caixa é de apenas 15 W, mesmo o aparelho suportando 45 W, o que exige a compra de um acessório à parte para aproveitar o carregamento rápido. As mudanças de hardware em relação ao A56 também são pontuais, no entanto, o preço do A57 já se equiparou e, às vezes, está até mais baixo que o antecessor. O Galaxy A57 está disponível na Shopee por R$ 1.645. Prós: Câmera principal de 50 MP com estabilização óptica e vídeos em 4K; Seis anos de atualizações do sistema, com suporte até 2032; Tela Super AMOLED de 120 Hz com brilho elevado. Contras: Carregador de 45 W vendido separadamente 2. Galaxy Z Flip 7 (512 GB) – a partir de R$ 6.189 O Galaxy Z Flip 7 chegou ao mercado em julho de 2025 trazendo mudanças sutis, mas que fazem diferença no uso diário. A tela externa cresceu de 3,4 para 4,1 polegadas, as molduras ficaram mais finas e a bateria recebeu um pequeno reforço. A Samsung garante sete anos de atualização de software para o dobrável, uma das políticas mais generosas do mercado atual. Review Galaxy Z Flip 7: dobrável recebe mudanças sutis, mas certeiras Galaxy Z Flip 7 com marca Katarina Bandeira/TechTudo A construção com acabamento fosco evita marcas de dedos e passa a sensação de que o aparelho dificilmente escorrega da mão. Já a vedação entre as telas ficou ainda mais fechada, o que ajuda a impedir a entrada de partículas que poderiam arranhar o display ao longo do tempo. Por dentro, o processador Exynos 2500 garante fluidez em tarefas do dia a dia, ainda que fique atrás dos chips Snapdragon usados em outros modelos da própria Samsung. Quando olho para as telas do Galaxy Z Flip 7, tenho a certeza de que, quanto mais finas são as extremidades, melhor é o consumo de entretenimento no aparelho. Além do display externo estar maior, as bordas de apenas 1,25 mm, as mais finas já vistas na linha Galaxy, segundo a Samsung, deixam a experiência de assistir a vídeos ainda mais imersiva. Contudo, o carregamento segue sendo um ponto de atenção. O carregador que acompanha o Z Flip 7 é de apenas 25 W, o que faz o aparelho levar cerca de 1h30 para completar a carga total. Além disso, para quem já possui a geração anterior, o upgrade não chega a compensar o investimento, já que a maior parte dos recursos também está disponível no Z Flip 6 atualizado. No momento, o modelo pode ser encontrado por R$ 6.189 na Amazon. Prós: Tela externa maior, agora com 4,1 polegadas, e bordas mais finas; Sete anos de atualização de software e correções de segurança; Design compacto com acabamento fosco resistente a marcas de dedos. Contras: Carregador de apenas 25 W, com recarga completa em cerca de 1h30; Upgrade pouco expressivo para quem já tem o Z Flip 6. 3. Galaxy S25 Edge (512 GB) – a partir de R$ 4.299 Lançado em maio de 2025, o Galaxy S25 Edge foi o primeiro celular de barra ultrafino da Samsung, com corpo de apenas 5,8 mm de espessura. Apesar do formato compacto, a marca conseguiu equipar o aparelho com o processador topo de linha Snapdragon 8 Elite for Galaxy e uma câmera principal de 200 MP, a mesma do Galaxy S25 Ultra. Review Galaxy S25 Edge: testamos o celular ultrafino da Samsung Samsung Galaxy S25 Edge (com marca) Ana Letícia Loubak/TechTudo A moldura em titânio e a traseira em vidro fosco com Gorilla Glass Victus 2 garantem boa resistência a arranhões, e a certificação IP68 assegura proteção contra poeira e submersão em água doce. Em compensação, o design slim exigiu sacrifícios: a bateria de 3.900 mAh é a menor de toda a linha S25, o que se refletiu diretamente na autonomia durante os testes. O design ultrafino exige sacrifícios, e a bateria é um deles. Aqui, temos a menor bateria da linha S25, com apenas 3.900 mAh. Nos meus testes, a bateria durou pouco mais de um dia de uso leve: usei redes sociais de forma moderada, fiz streaming de vídeos por cerca de quatro horas e joguei por duas jogos. Para usos moderadamente intensos ou intensos, será preciso carregar o S25 Edge antes do fim do dia. Por outro lado, o desempenho impressiona. Nos benchmarks do AnTuTu, o S25 Edge alcançou 2.143.514 pontos, ficando bem próximo do Galaxy S25 Ultra. A câmera também merece destaque, já que grava em 8K pela lente traseira, recurso raro em aparelhos tão finos. A ausência de teleobjetiva, no entanto, é a principal limitação do conjunto fotográfico. O modelo ultrafino pode ser comprado por R$ 4.299 no Mercado Livre. Prós: Desempenho de topo de linha com Snapdragon 8 Elite for Galaxy; Câmera principal de 200 MP com gravação em 8K; Design ultrafino com certificação IP68. Contras: Bateria de apenas 3.900 mAh, a menor da linha S25; Sem lente teleobjetiva dedicada 4. Galaxy S25 FE (256 GB) – a partir de R$ 3.526 Lançado em setembro de 2025, o Galaxy S25 FE representa a proposta intermediária premium da Samsung, reunindo características da linha S com um preço mais acessível. O aparelho recebeu processador Exynos 2400, tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas e conjunto triplo de câmeras, além da garantia de sete anos de atualização de sistema. Review Galaxy S25 FE: celular manda bem no dia a dia, mas aquece em jogos Mulher falando no celular Galaxy S25 fe (com marca) Mariana Saguias/TechTudo A estrutura em Armor Aluminum, combinada ao vidro Gorilla Glass Victus+, entrega boa sensação de robustez, ainda que o tamanho de 6,7 polegadas possa cansar em uso prolongado com apenas uma mão. A tela, por sua vez, se destaca pelo brilho de até 1.900 nits, o que garante boa visibilidade mesmo sob sol forte. Durante os testes, consegui usar o celular tranquilamente sob o sol, sem dificuldades para visualizar as informações na tela. A boa experiência se deve ao brilho máximo de 1.900 nits. Além disso, mesmo em sessões prolongadas de uso, não senti desconforto visual algum, o que demonstra o bom trabalho da Samsung em entregar um display equilibrado e confortável. Já em relação às câmeras, os resultados diurnos convencem, mas a qualidade cai bastante durante a noite, um dos pontos que mais decepcionaram durante a análise. O aquecimento também apareceu como problema em uso intenso, principalmente durante jogos pesados e gravações de vídeo em alta qualidade, mesmo com o desempenho geral se mostrando competente nos benchmarks. No momento da apuração da matéria, o modelo custa cerca de R$ 3.526 na Shopee. Prós: Sete anos de atualização de sistema e correções de segurança; Tela brilhante e confortável mesmo sob luz solar intensa; Bom desempenho em jogos, sem travamentos perceptíveis. Contras: Perda de qualidade nas fotos noturnas; Aquecimento perceptível em uso intenso, como jogos pesados. 5. Galaxy S26 Ultra (512 GB) – a partir de R$ 7.198 O Galaxy S26 Ultra é o modelo mais avançado da Samsung em 2026, apresentado em fevereiro durante o Galaxy Unpacked. A grande novidade da geração é a tela de privacidade, recurso que limita o ângulo de visão do display para evitar que outras pessoas vejam o conteúdo exibido em ambientes compartilhados. O aparelho conta com processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, hoje um dos mais poderosos do mercado. Galaxy S26 Ultra: passei 24 horas com o celular da Samsung; veja análise TESTAMOS O GALAXY S26 ULTRA! O celular da Samsung vale a pena? O design também passou por mudanças relevantes. O celular ficou mais fino, com 7,9 mm de espessura, e mais leve, com 214 gramas, além de trocar a estrutura de titânio da geração anterior pelo Armor Aluminum 2. As câmeras mantiveram a configuração do modelo anterior, mas ganharam lentes com maior abertura, o que resulta em fotos mais bem iluminadas. O que eu mais gostei foi da tela de privacidade útil e fácil de usar, das câmeras de qualidade com melhorias certeiras, do novo design mais fino, leve e elegante e do desempenho poderoso. O alcance dinâmico é, talvez, o aspecto mais impressionante: em cenas de alto contraste, áreas de sombra preservam informação sem gerar ruído, enquanto as áreas iluminadas mantêm textura e definição sem estourar. Um ponto que decepcionou durante os testes foi a bateria, que permanece em 5.000 mAh, a mesma capacidade usada desde o Galaxy S20 Ultra. Ainda que o carregamento tenha evoluído para 60 W, o carregador incluso na caixa é de apenas 25 W, o que exige a compra de um acessório separado para aproveitar a velocidade máxima de recarga. Atualmente, o modelo pode ser encontrado por R$ 7.198 na Amazon. Prós: Tela de privacidade inédita e fácil de usar no dia a dia; Câmeras com maior abertura e melhor captação de luz; Desempenho de ponta com o Snapdragon 8 Elite Gen 5. Contras: Bateria estagnada em 5.000 mAh há várias gerações; Carregador de 25 W na caixa, abaixo dos 60 W suportados pelo aparelho; Câmera frontal sem upgrades significativos. Com informações de Samsung Mais do TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
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Brasileiros usam apps de banco, mas ainda controlam gastos no papel


Os brasileiros já usam o celular para pagar contas, fazer transferências e acessar o banco, mas a organização financeira ainda permanece no papel para parte da população. Uma pesquisa da Lina Open X, realizada por meio da plataforma da MindMiners, mostra que 81% adotam o app bancário como principal canal, enquanto só 19% usam aplicativos para controlar gastos. Para entender esse contraste, o TechTudo conversou com o especialista em tecnologia financeira e diretor de Negócios da Lina Open X, Murilo Rabusky, e o especialista em tecnologia financeira e CRO da Azify, Gustavo Siuves. 🔎 Pesquisa mostra que 40% dos entregadores apostam para complementar renda 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Brasileiros usam apps de banco, mas ainda controlam gastos no papel Mariana Saguias/TechTudo 📝 O que fazer quando app do banco fica fora do ar? Veja no Fórum do TechTudo Índice Brasileiro usa app do banco, mas não para organizar a vida financeira O que ainda precisa mudar para o brasileiro abandonar o papel? Dicas financeiras personalizadas ainda não convencem Medo de golpe ainda trava a digitalização IA pode ajudar a transformar dados em decisões? Brasileiro usa app do banco, mas não para organizar a vida financeira A digitalização dos serviços bancários avançou rapidamente no Brasil. De acordo com a pesquisa “Do PIX ao planejamento financeiro: como a tecnologia está mudando nossa relação com o dinheiro”, conduzida pela Lina Open X por meio da plataforma de consumer insights da MindMiners, 81% dos entrevistados utilizam o celular como principal canal de relacionamento com o banco. Apenas 21% ainda recorrem ao atendimento presencial. Dados da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2025 reforçam essa mudança. Em 2024, 82% das transações bancárias no país ocorreram por canais digitais, e o mobile banking respondeu sozinho por 75% das operações. Foram 155 bilhões de transações pelo celular, volume 15% superior ao registrado no ano anterior. O hábito muda quando é preciso organizar o dinheiro. Apenas 19% utilizam aplicativos de controle financeiro, enquanto 32% ainda anotam despesas em papel ou caderno. Outros 16% não adotam nenhum método de controle. Além disso, somente 26% poupam mensalmente e 12,8% se consideram totalmente preparados para enfrentar imprevistos financeiros. Siuves relaciona essa diferença às características de cada atividade. Pagar ou transferir pelo celular resolve uma necessidade imediata, enquanto planejar as finanças exige disciplina, reflexão e análise dos hábitos de consumo. Segundo o especialista, papel e caneta também proporcionam uma sensação de controle e desaceleração que ainda não foi reproduzida pelos aplicativos. Já Rabusky chama atenção para outro dado da pesquisa: 72% dos participantes acreditam que a tecnologia pode melhorar sua relação com o dinheiro. “O consumidor enxerga o valor da tecnologia, mas o baixo engajamento com as ferramentas de controle dos próprios apps bancários faz com que quase metade da população volte ao papel, onde encontra uma sensação de controle total e sem poluição de dados”, afirma. 📱Como esconder aplicativo de banco no celular? Confira o passo a passo Segundo o especialista, papel e caneta também proporcionam uma sensação de controle e desaceleração que ainda não foi reproduzida pelos apps Laura Storino/TechTudo O que ainda precisa mudar para o brasileiro abandonar o papel? O levantamento ajuda a mostrar que a escolha entre aplicativo e caderno não depende apenas dos recursos disponíveis. Entre os entrevistados, 37,4% nunca receberam orientação sobre educação financeira. A falta de renda é apontada como obstáculo por 27,2%, enquanto 26% mencionam ausência de hábito ou disciplina. Os próprios aplicativos também podem dificultar a tarefa. Siuves cita como principais problemas a necessidade de categorizar gastos manualmente e a apresentação de gráficos complexos. Para o especialista, essas exigências transformam a gestão financeira em um trabalho burocrático e reduzem as chances de a ferramenta ser incorporada à rotina. “O foco deve mudar da contabilidade do passado para a orientação preditiva do futuro”, defende. Rabusky aponta ainda a fragmentação das informações entre diferentes instituições. Quando precisa reunir dados de várias contas ou corrigir categorizações, o próprio cliente acaba responsável por parte do trabalho de organização. Na avaliação do especialista, o Open Finance pode ajudar a reduzir esse esforço ao permitir a centralização automática das informações financeiras. 📱Fintechs no topo: veja os 20 melhores apps de banco segundo brasileiros Para especialista, os próprios apps dificultam a transição do papel para o digital Reprodução/Freepik Dicas financeiras personalizadas ainda não convencem Oferecer recomendações dentro do aplicativo também não garante que elas sejam seguidas. Segundo a pesquisa, 26% dos entrevistados raramente adotam dicas financeiras personalizadas oferecidas pelo próprio banco, enquanto 13% afirmam ignorá-las completamente. Siuves avalia que parte do problema está na forma como essas mensagens chegam ao cliente. Recomendações genéricas ou associadas à oferta de produtos podem ser percebidas mais como uma ação comercial do que como ajuda para organizar o orçamento. Para ele, a orientação precisa considerar o contexto individual e os objetivos de cada pessoa. Rabusky acrescenta que o momento em que a mensagem aparece também faz diferença. Em vez de apenas informar que determinado gasto aumentou, por exemplo, o aplicativo poderia mostrar as consequências daquela decisão para as contas do usuário. “A dica passa a ter valor real quando apresenta uma contrapartida financeira direta e palpável, como mostrar uma economia imediata na fatura ou simular o impacto de uma compra no orçamento futuro”, afirma. Medo de golpe ainda trava a digitalização Golpes e fraudes são a principal preocupação de 56,3% dos entrevistados em relação aos meios de pagamento digitais. Esse receio ganha importância quando o uso de uma ferramenta depende da autorização para acessar informações mantidas por outras instituições financeiras. Os números do Open Finance mostram essa diferença. Embora 76,8% já tenham ouvido falar do sistema, apenas 37,1% autorizaram o compartilhamento de dados. Ao mesmo tempo, 75,2% afirmam que integrariam diferentes contas em um único aplicativo. Entre eles, 49% condicionam a decisão à existência de garantias robustas de segurança. Siuves avalia que a percepção de risco reduz a disposição para conectar contas. Sem essa autorização, porém, ferramentas que dependem de informações de diferentes instituições têm menos dados disponíveis para oferecer uma visão consolidada das finanças. Rabusky considera a segurança da infraestrutura um requisito básico, mas defende que a comunicação também pesa na decisão. Para ele, bancos e fintechs precisam explicar em linguagem simples quais informações serão acessadas e com qual finalidade. “A confiança se consolida quando o usuário compreende a troca de valor, percebendo que o compartilhamento de informações gera uma contrapartida direta — como taxas de juros menores, limites ampliados ou melhores serviços —, mantendo o controle total sobre suas próprias escolhas”, afirma. Medo de golpe afasta consumidor do planejamento totalmente digital Getty Images IA pode ajudar a transformar dados em decisões? Os bancos também estão aumentando os recursos destinados à inteligência artificial. Segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, os investimentos do setor em tecnologia devem superar R$ 47,8 bilhões, alta de 13% em relação ao ano anterior. Os orçamentos para IA e IA generativa cresceram 61%. Rabusky acredita que a tecnologia pode ser usada para antecipar situações que hoje exigem acompanhamento do próprio cliente. Entre os exemplos citados pelo especialista estão identificar o risco de saldo negativo antes do vencimento de uma conta, renegociar tarifas automaticamente e rentabilizar valores que estão parados. Siuves também vê espaço para uma atuação mais ativa da tecnologia na organização das finanças. “A inteligência artificial tem o potencial de agir como um copiloto financeiro em tempo real, capaz de simular cenários e automatizar pequenas economias sem exigir esforço do usuário”, afirma. O especialista alerta, porém, para o risco de os bancos usarem IA apenas para aumentar o número de notificações e alertas padronizados. Se as recomendações permanecerem genéricas e desconectadas da situação de cada cliente, esses avisos podem acabar ignorados, assim como já ocorre com outras orientações financeiras. 📲Chave de segurança do Bradesco: tudo o que você precisa saber sobre o recurso Especialistas veem IA como aliada, mas com ressalvas Getty Images Com informações de Lina Open X Mais do TechTudo 🎥Veja também: 'Caí no golpe do Pix, e agora?' Veja o que fazer e como recuperar 'Caí no golpe do Pix, e agora?' Veja o que fazer e como recuperar
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15 filmes de suspense antigos excelentes que você pode assistir hoje


Os filmes de suspense antigos conquistaram espaço na história do cinema ao apostar em mistérios, plot twist e histórias capazes de prender a atenção do público do início ao fim. E mesmo décadas após seus lançamentos, alguns títulos continuam excelentes opções para assistir hoje, como é o caso dos longas Instinto Selvagem (1992), Janela Indiscreta (1954) e Seven: Os Sete Pecados Capitais (1995), disponíveis na Apple TV, Amazon Prime Video e HBO Max. 🔎 15 filmes de suspense excelentes para assistir em 2026 E se você gosta de filmes capazes de manter a tensão do começo ao fim, vale conferir a seleção completa preparada pelo TechTudo. Na matéria, você encontra 15 clássicos do suspense que continuam relevantes e podem render uma ótima sessão de cinema em casa. Confira, a seguir, com mais detalhes de enredo, elenco e onde assistir. 🎬 15 melhores filmes de suspense do Disney+ para assistir em 2026 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Seven: Os Sete Pecados Capitais é um clássico de suspense de Hollywood Reprodução/IMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo 15 filmes de suspense antigos excelentes que você pode assistir hoje: Seven: Os Sete Pecados Capitais (1995): Dois detetives investigam uma série de assassinatos inspirados nos sete pecados capitais; Os Outros (2001): Uma mulher vive com os filhos em uma casa isolada e começa a suspeitar que forças sobrenaturais estão por trás de acontecimentos estranhos; O Silêncio dos Inocentes (1991): Uma jovem agente do FBI busca a ajuda de um perigoso assassino para capturar outro criminoso que está aterrorizando mulheres; Psicose (1960): Após roubar dinheiro, uma mulher se hospeda em um motel isolado, onde conhece o misterioso Norman Bates e se envolve em uma história aterrorizante; Janela Indiscreta (1954): Um fotógrafo confinado em casa passa a observar os vizinhos pela janela e acredita ter testemunhado um assassinato; Os Suspeitos (1995): Após o desaparecimento de duas meninas, um homem decide fazer justiça com as próprias mãos enquanto a investigação oficial avança; Instinto Selvagem (1992): Um detetive investiga o assassinato de um astro do rock e se envolve com uma escritora sedutora que se torna a principal suspeita; O Sexto Sentido (1999): Um psicólogo infantil tenta ajudar um garoto que afirma conseguir ver pessoas mortas enquanto enfrenta seus próprios conflitos; Tempo de Matar (1996): Um advogado assume a defesa de um homem acusado de matar dois indivíduos que atacaram sua filha, enfrentando uma cidade dividida pelo caso; Zodíaco (2007): Um grupo de investigadores e jornalistas tenta descobrir a identidade do assassino que aterrorizou São Francisco com uma série de crimes; Onde os Fracos Não Têm Vez (2007): Um homem encontra uma fortuna em dinheiro e acaba perseguido por um assassino implacável; Oldboy (2003): Após anos preso sem saber o motivo, um homem é libertado e parte em busca de respostas enquanto tenta descobrir quem destruiu sua vida; O Iluminado (1980): Um escritor aceita trabalhar como zelador de um hotel isolado e começa a sofrer uma transformação assustadora ao lado da família; Taxi Driver (1976): Um veterano solitário trabalha como taxista em Nova York e mergulha cada vez mais em uma visão sombria e violenta da sociedade; Tubarão (1975): Após ataques fatais em uma cidade litorânea, o chefe de polícia se une a um oceanógrafo e a um caçador para enfrentar um enorme tubarão. 1. Seven: Os Sete Pecados Capitais (1995) Começando a lista com este verdadeiro clássico de Hollywood, a trama aqui segue William Somerset e David Mills, dois detetives que, juntos, passam a investigar uma série de assassinatos inspirados nos sete pecados capitais. No entanto, conforme as mortes acontecem, a dupla percebe que os crimes fazem parte de um plano cada vez mais perturbador e precisa correr contra o tempo para encontrar o verdadeiro responsável. Estrelam o filme americano Seven: Os Sete Pecados Capitais os astros Brad Pitt (Encontro Marcado) e Morgan Freeman (Um Sonho de Liberdade). Direção: David Fincher Duração: 2h 7m Notas da crítica: 8.6 no IMDb/84% no Rotten Tomatoes Onde assistir: HBO Max Seven: Os Sete Crimes Capitais é um dos filmes de suspense mais aclamados de todos os tempos Reprodução/IMDb 2. Os Outros (2001) Na sequência, temos este suspense sobrenatural que gira em torno de Grace, uma mãe que vive com os dois filhos em uma mansão isolada enquanto espera o retorno do marido da guerra. Contudo, quando acontecimentos inexplicáveis começam a ocorrer, ela passa a desconfiar que a casa esconde um segredo assustador. E à medida que os fenômenos se intensificam, Grace precisa descobrir a verdade por trás das estranhas presenças que parecem ameaçar sua família. No elenco principal do filme Os Outros, destacam-se as atrizes Nicole Kidman (Moulin Rouge!) e Fionnula Flanagan (Transamerica). Direção: Alejandro Amenábar Duração: 1h 44m Notas da crítica: 7.6 no IMDb/85% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Cindie (via Amazon Prime Video) O filme de suspense Os Outros é estrelado pela atriz consagrada Nicole Kidman Reprodução/IMDb 3. O Silêncio dos Inocentes (1991) Outro destaque da seleção é este aclamado suspense policial, que acompanha a história de Clarice Starling, uma jovem agente do FBI que se vê encarregada de capturar um perigoso assassino em série que está sequestrando mulheres. Contudo, para avançar no caso, ela precisa conversar com o brilhante e perturbador Hannibal Lecter, um criminoso preso que pode ajudá-la a entender a mente do serial killer e descobrir seus próximos passos. No cast de O Silêncio dos Inocentes, estão Jodie Foster (Taxi Driver) e Anthony Hopkins (O Pai). Direção: Jonathan Demme Duração: 1h 58m Notas da crítica: 8.6 no IMDb/95% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Mubi e MGM+ (via Amazon Prime Video) Antes de True Detective, Jodie Foster interpretou uma investigadora de assassinatos em O Silêncio dos Inocentes Reprodução/JustWatch 4. Psicose (1960) Considerado um dos grandes títulos de suspense da história do cinema, o enredo aqui acompanha Marion Crane, uma secretária que foge após roubar dinheiro e decide passar a noite escondida em um motel isolado de beira de estrada. No local, ela acaba conhecendo o enigmático Norman Bates e sua mãe, o que dá início a uma sequência de acontecimentos perturbadores que colocam a jovem em uma situação cada vez mais perigosa. Protagonizam o filme americano Psicose os atores Janet Leigh (Halloween) e Anthony Perkins (O Julgamento). Direção: Alfred Hitchcock Duração: 1h 49m Notas da crítica: 8.5 no IMDb/97% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Aluguel no Amazon Prime Video Psicose é considerado até hoje um dos melhores filmes de todos os tempos Divulgação/IMDb 5. Janela Indiscreta (1954) Aclamado pela crítica especializada, este suspense, também dirigido pelo cineasta Alfred Hitchcock, acompanha L.B. Jefferies, um fotógrafo que fica confinado em seu apartamento após sofrer um acidente. Entediado, ele passa seus momentos observando os vizinhos pela janela, até que, um dia, ele começa a suspeitar que um deles cometeu um assassinato. A partir daí, Jefferies passa a investigar o comportamento do vizinho e tenta reunir pistas para descobrir o que realmente aconteceu. Estrelam Janela Indiscreta os artistas James Stewart (Um Corpo que Cai) e Grace Kelly (Ladrão de Casaca). Direção: Alfred Hitchcock Duração: 1h 52m Notas da crítica: 8.4 no IMDb/99% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Aluguel no Amazon Prime Video Janela Indiscreta aborda os problemas de invasão de privacidade Reprodução/JustWatch 🔎 Quer conhecer outros filmes de suspense bons? 25 filmes de suspense e mistério muito bons que valem a pena assistir 10 filmes de suspense quase perfeitos, mas que você nunca ouviu falar 10 melhores filmes de suspense de todos os tempos, segundo o IMDb 12 filmes de suspense tipo Ilha do Medo, mas com reviravoltas ainda melhores 12 filmes de suspense bons que você não pode deixar passar 12 filmes de suspense da Netflix que são praticamente perfeitos 12 filmes de suspense e ação que valem a pena assistir 15 dicas de filmes de suspense que o TechTudo ama 6. Os Suspeitos (1995) Um dos grandes suspenses policiais dos anos 1990, este longa-metragem acompanha cinco criminosos que são reunidos para um reconhecimento policial e acabam envolvidos em um misterioso plano criminoso. Entretanto, quando uma investigação sobre um massacre começa a revelar informações contraditórias, o detetive Dave Kujan tenta descobrir o que realmente aconteceu. O filme Os Suspeitos é estrelado pelos atopres Kevin Spacey (Beleza Americana) e Benicio del Toro (Sicario: Terra de Ninguém). Direção: Bryan Singer Duração: 1h 46m Notas da crítica: 8.5 no IMDb/87% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Aluguel no YouTube Os Suspeitos é uma excelente escolha para quem gosta de suspense psicológico e investigações policiais Divulgação/IMDb 7. Instinto Selvagem (1992) Misturando suspense, investigação e muita tensão, a narrativa do filme acompanha Nick Curran, um detetive que investiga o assassinato de um astro do rock e passa a suspeitar da escritora Catherine Tramell como a verdadeira culpada pelo crime. Contudo, conforme se aproxima da principal suspeita, ele se envolve em um jogo de sedução e mistério cada vez mais perigoso com ela. No time de atuação do longa-metragem Instinto Selvagem os astros Michael Douglas (Wall Street: Poder e Cobiça) e Sharon Stone (Cassino) ganham destaque. 🔎 12 filmes quentes com romances tóxicos, mas que você não para de assistir Direção: Paul Verhoeven Duração: 2h 10m Notas da crítica: 7.1 no IMDb/56% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Aluguel na Apple TV O filme Instinto Selvagem se tornou um clássico do cinema erótico Reprodução/The Movie Database 8. O Sexto Sentido (1999) Repleto de mistério e elementos sobrenaturais, o enredo aqui gira em torno de Malcolm Crowe, um psicólogo infantil que começa a tratar Cole, um garoto que afirma conseguir ver e conversar com pessoas mortas. Mas é justamente enquanto tenta ajudá-lo a lidar com esse dom assustador, que Malcolm se aproxima cada vez mais do menino e passa a questionar acontecimentos de sua própria vida. No clássico filme O Sexto Sentido, Bruce Willis (Duro de Matar) e Haley Joel Osment (A.I. — Inteligência Artificial) compõem o elenco principal. Direção: M. Night Shyamalan Duração: 1h 47m Notas da crítica: 8.2 no IMDb/86% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Disney+ O Sexto Sentido possui um dos plot twists mais celebrados do cinema Reprodução/The Movie Database 9. Tempo de Matar (1996) Com uma trama marcada por tensão e questões raciais, este longa, estrelado por Matthew McConaughey (Interestelar) e Samuel L. Jackson (Pulp Fiction), acompanha Carl Lee Hailey, um homem que decide fazer justiça com as próprias mãos após sua filha ser vítima de um crime brutal. Mas ao ser acusado de assassinato, ele passa a contar com a ajuda do advogado Jake Brigance para enfrentar um julgamento cercado por conflitos. Vale lembrar ainda que o filme Tempo de Matar é uma adaptação do livro homônimo do autor John Grisham. Direção: Joel Schumacher Duração: 2h 29m Notas da crítica: 7.5 no IMDb/66% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Netflix Tempo de Matar é um thriller policial repleto de reviravoltas na trama Reprodução/IMDb 10. Zodíaco (2007) Baseado em uma história real, este suspense acompanha um grupo de investigadores e jornalistas que passam anos tentando descobrir a identidade do assassino em série conhecido como Zodíaco, responsável por uma série de homícidios na Califórnia. No entanto, à medida que novas pistas surgem, a obsessão pelo caso começa a afetar a vida de todos os envolvidos. No elenco do filme Zodíaco, destacam-se os atores Jake Gyllenhaal (O Abutre) e Robert Downey Jr. (Homem de Ferro). Direção: David Fincher Duração: 2h 37m Notas da crítica: 7.7 no IMDb/90% no Rotten Tomatoes Onde assistir: HBO Max O longa-metragem Zodíaco, lançado em 2007, tem um final intrigante Reprodução/IMDb 11. Onde os Fracos Não Têm Vez (2007) E para aqueles que gostam de um bom faroeste com um toque de suspense, este vencedor de quatro Oscars, incluindo Melhor Filme, promete ser uma ótima opção para assistir no streaming. Isso porque a trama, estrelada por Josh Brolin (Sicario: Terra de Ninguém) e Javier Bardem (Vicky Cristina Barcelona), segue Llewelyn Moss, um caçador que encontra uma mala com milhões de dólares após uma negociação de drogas dar errado. A partir daí, ele passa a ser perseguido pelo perigoso assassino Anton Chigurh, enquanto tenta escapar com o dinheiro e sobreviver à caçada. Direção: Ethan e Joel Coen Duração: 2h 2m Notas da crítica: 8.2 no IMDb/93% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Netflix Onde os Fracos não Têm Vez conta com uma premissa violenta e um elenco de sucesso Divulgação/IMDb 12. Oldboy (2003) Vindo diretamente da Coreia do Sul, este clássico do cinema asiático acompanha Oh Dae-su, um homem que é sequestrado e mantido em cativeiro por 15 anos sem saber o motivo. Porém, após ser libertado de forma inesperada, ele parte em busca de respostas e de vingança contra quem destruiu sua vida. E é no meio de sua jornada que ele acaba descobrindo uma verdade ainda mais perturbadora do que tudo que já viu na vida. Estrelam o filme Oldboy os atores Choi Min-sik (Eu Vi o Diabo) e Yoo Ji-tae (Healer). 🔎 Oldboy: veja sinopse, elenco e onde assistir ao filme de ação coreano Direção: Park Chan-wook Duração: 2h Notas da crítica: 8.3 no IMDb/82% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Mubi Oldboy é clássico sul-coreano, que ganhou remake nos Estados Unidos Reprodução/IMDb 13. O Iluminado (1980) Inspirado na obra de mesmo nome do aclamado autor americano Stephen King, este suspense de terror acompanha Jack Torrance, um escritor que aceita trabalhar como zelador de um hotel isolado durante o inverno. Mas ao se mudar para o local com a esposa e o filho pequeno, ele começa a perceber acontecimentos estranhos que afetam cada vez mais seu comportamento. O cast do filme O Iluminado é composto por nomes como os de Jack Nicholson (Um Estranho no Ninho) e Shelley Duvall (Noivo Neurótico, Noiva Nervosa). Direção: Stanley Kubrick Duração: 2h 26m Notas da crítica: 8.4 no IMDb/84% no Rotten Tomatoes Onde assistir: HBO Max Jack Nicholson como Jack Torrance em famosa cena de O Iluminado Reprodução/IMDb 14. Taxi Driver (1976) Protagonizado pela dupla de atores Robert De Niro (O Poderoso Chefão II) e Jodie Foster (O Silêncio dos Inocentes), o enredo de Taxi Driver gira em torno de Travis Bickle, um veterano de guerra que trabalha como taxista pelas ruas de Nova York. Contudo, cada vez mais isolado e incomodado com a violência que presencia, ele passa a desenvolver uma visão perturbadora sobre a cidade e, assim, decide agir por conta própria para tentar transformá-la. A partir daí, sua obsessão cresce e o leva a tomar decisões cada vez mais extremas. Direção: Martin Scorsese Duração: 1h 54m Notas da crítica: 8.2 no IMDb/89% no Rotten Tomatoes Onde assistir: HBO Max Lançado em 1976, o longa Taxi Driver é estrelado por Robert De Niro Reprodução/IMDb 15. Tubarão (1975) E para completar esta lista de filmes de suspense antigos excelentes que você pode assistir hoje, não poderíamos deixar este clássico de Spielberg de fora. Protagonizado por Roy Scheider (Operação França) e Richard Dreyfuss (Contatos Imediatos do Terceiro Grau), o enredo segue o chefe de polícia Martin Brody, que passa a investigar uma série de ataques após um enorme tubarão-branco aparecer nas águas de uma cidade litorânea. E é enquanto tenta proteger os moradores e turistas, que ele se une a um oceanógrafo e a um experiente caçador para enfrentar o perigoso animal. 🍿 Tubarão - A História de um Clássico: veja sinopse e entrevista sobre o filme Direção: Steven Spielberg Duração: 2h 4m Notas da crítica: 8.1 no IMDb/97% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Telecine Tubarão é um clássico dos anos 70 dirigido por Steven Spielberg Divulgação/IMDb Quais são os melhores filmes de suspense de todos os tempos, segundo o público? Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008) - HBO Max Clube da Luta (1999) - Netflix A Origem (2010) - HBO Max O Silêncio dos Inocentes (1991) - Mubi Seven - Os Sete Crimes Capitais (1995) - HBO Max Com informações de Collider, IMDb e Rotten Tomatoes 🎥 6 filmes de terror, suspense e drama PESADOS para assistir SÓ UMA VEZ 6 filmes de terror, suspense e drama PESADOS para assistir SÓ UMA VEZ Saiba Mais Initial plugin text
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Melhor Xbox atualmente: 5 consoles que ainda valem a pena comprar em 2026


Nem todo mundo precisa do console mais potente da geração para aproveitar bons jogos. Enquanto alguns jogadores priorizam 4K, altas taxas de quadros e carregamentos rápidos, outros preferem economizar, ter acesso a um catálogo amplo ou até jogar longe da televisão. A boa notícia é que o ecossistema Xbox reúne alternativas bastante diferentes entre si, desde modelos mais antigos e acessíveis até equipamentos atuais voltados para desempenho e portabilidade, com games de última geração. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O TechTudo selecionou cinco consoles que ainda merecem atenção em 2026, reunindo opções para diferentes bolsos e estilos de jogo. O Xbox One S é o mais acessível, com preços a partir de R$ 1.846 no Mercado Livre, enquanto o ROG Xbox Ally X aparece no outro extremo, por R$ 7.883 na Shopee. A seleção ainda inclui modelos como Xbox Series S e Xbox Series X, com diferentes níveis de desempenho e recursos. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de agosto de 2026. Confira a lista completa a seguir. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Xbox Series X é um dos consoles mais potentes da última geração de Xbox; conheça outros Mariana Saguias/TechTudo 🔎 Os 10 melhores jogos de 2026 até agora (testados e aprovados pelo TechTudo) Initial plugin text 📝Tem GTA 5 para o Nintendo Switch? Confira no Fórum TechTudo Melhor Xbox atualmente: 5 consoles que ainda valem a pena comprar em 2026 Xbox One S — console da geração anterior com 1 TB de armazenamento, leitor de disco Blu-ray 4K e suporte a HDR10, indicado para acessar um amplo catálogo de jogos do Xbox. Xbox Series S — modelo compacto da geração atual com SSD NVMe de 512 GB, resolução de até 1440p, suporte a até 120 FPS e proposta totalmente digital. Xbox Series X com leitor de disco — console de alto desempenho com 1 TB de SSD, leitor de mídia física, 16 GB de memória GDDR6 e suporte a jogos em 4K e até 120 FPS. Xbox Series X All Digital — versão branca e sem leitor de discos do Series X, mantendo 1 TB de SSD, 16 GB de memória GDDR6 e suporte a resolução 4K e até 120 FPS. ROG Xbox Ally X — console portátil com Windows 11, processador AMD Ryzen AI Z2 Extreme, 24 GB de RAM, SSD de 1 TB, tela Full HD de 120 Hz e bateria de 80 Wh. Como selecionamos os melhores Xbox? Para elaborar a lista, consideramos videogames associados ao ecossistema Xbox que ainda apresentam características relevantes em 2026, desde modelos de gerações anteriores até equipamentos atuais. A seleção levou em conta preço, desempenho, armazenamento, suporte a diferentes formatos de jogos, qualidade gráfica, recursos de conectividade e possibilidades de acesso ao catálogo da plataforma. Também foram consideradas as características técnicas divulgadas pelos fabricantes e informações de análises especializadas. No caso do ROG Xbox Ally X, a proposta é diferente de um console tradicional: o aparelho roda Windows 11 e combina hardware de PC portátil com recursos desenvolvidos em parceria entre ROG e Xbox. Vale a pena comprar um Xbox em 2026? Sim, mas a escolha depende bastante do tipo de experiência desejada e do orçamento disponível. O Xbox Series S continua sendo uma alternativa compacta da geração atual, com SSD, resolução de até 1440p e suporte a até 120 FPS. Já o Xbox Series X oferece hardware mais robusto, 1 TB de armazenamento e capacidade de reproduzir jogos em 4K. Modelos mais antigos, como o Xbox One S, podem interessar principalmente pelo acesso a uma biblioteca extensa de jogos e pelo leitor de discos. No entanto, é importante considerar a idade do hardware e verificar a disponibilidade dos jogos desejados antes da compra. Já o ROG Xbox Ally X segue uma proposta mais portátil e versátil, permitindo executar jogos de computadores pelo Windows 11 e acessar recursos do ecossistema Xbox. O que um bom Xbox deve ter? Antes de escolher um console, alguns aspectos ajudam a determinar se o modelo realmente combina com o tipo de jogo e uso pretendido. Desempenho: processador e GPU mais modernos permitem executar jogos com maior qualidade gráfica e taxas de quadros mais elevadas. Armazenamento: SSDs reduzem consideravelmente os tempos de carregamento em relação aos antigos discos rígidos. Mídia física ou digital: consoles com leitor permitem utilizar discos físicos, enquanto modelos totalmente digitais dependem da compra ou instalação de jogos por meios digitais. Resolução e taxa de atualização: quem possui uma TV ou monitor compatível pode aproveitar melhor recursos como 4K, HDR, VRR e 120 Hz. Portabilidade: se a prioridade for jogar fora da televisão, um equipamento como o ROG Xbox Ally X muda completamente a proposta. Ecossistema: serviços, acessórios, armazenamento expansível e formas de acesso aos jogos também devem entrar na conta. No caso do ROG Xbox Ally X, a integração com Xbox se soma à flexibilidade do Windows 11 e ao acesso a jogos de PC. 1. Xbox One S — a partir de R$ 1.846 Lançado em 2016, o Xbox One S foi uma revisão do Xbox One original que trouxe mudanças importantes no design e no consumo de conteúdo, além de suporte a 4K para vídeos e HDR. O console utiliza processador AMD Jaguar de oito núcleos, 8 GB de memória DDR3 e GPU AMD com 1,4 TFLOPS, mantendo compatibilidade com a biblioteca do Xbox One. A versão de 1 TB conta com armazenamento interno para jogos e apps, enquanto a conectividade inclui Wi-Fi, Bluetooth no controle, Ethernet, USB e saída HDMI. O modelo também possui leitor de disco Blu-Ray 4K UHD e pode reproduzir conteúdos em 4K por streaming, embora os jogos não sejam executados nessa resolução nativamente. O áudio é compatível com formatos como Dolby Digital e DTS. Xbox One deixará de receber versões nativas de jogos da Microsoft Divulgação/Xbox Além de rodar os jogos do Xbox One, o console também oferece compatibilidade com títulos selecionados do Xbox 360 e do Xbox original por meio da retrocompatibilidade. Entre os principais jogos associados à plataforma estão Halo 5: Guardians, Forza Horizon 4 e Gears 5. O Xbox One S também pode ser utilizado com aplicativos de streaming e conectado a outros dispositivos por meio das opções de rede e do ecossistema Xbox. Em análise publicada pelo The Verge, o Xbox One S foi elogiado principalmente pela redução de tamanho, pelo novo acabamento e pela integração da fonte de alimentação ao próprio console. O site também destacou a reprodução de conteúdos em 4K e o leitor de Blu-ray UHD como diferenciais, mas observou que o ganho de desempenho em jogos era limitado e que o armazenamento utilizava HD convencional, sem os carregamentos mais rápidos de um SSD. O Xbox One S aparece a partir de R$ 1.846 no Mercado Livre e tem nota 4,5. Os usuários elogiam principalmente a qualidade gráfica, a jogabilidade e a evolução em relação ao Xbox 360, além do catálogo de jogos e dos títulos exclusivos da plataforma. Entre as críticas relevantes para o aparelho, aparecem problemas de funcionamento, travamentos, controles que apresentaram falhas após algum tempo e unidades que deixaram de ligar. Prós: suporte à reprodução de vídeo em 4K; leitor de Blu-ray 4K UHD; suporte a HDR; controle com Bluetooth e entrada para headset; design mais compacto que o Xbox One original. Contras: não roda jogos nativamente em 4K; armazenamento em HD convencional; desempenho limitado para os padrões atuais. 2. Xbox Series S — a partir de R$ 3.999 Lançado em 2020, o Xbox Series S é o console de entrada da atual geração da Microsoft e foi desenvolvido para quem quer acessar os jogos mais recentes sem investir no hardware mais potente da marca. O modelo traz processador AMD Zen 2 de oito núcleos, GPU baseada na arquitetura RDNA 2, 10 GB de memória GDDR6 e SSD de 512 GB, dos quais cerca de 364 GB ficam disponíveis para jogos e aplicativos. O console também suporta resolução de até 1440p e taxas de atualização de até 120 Hz, além de oferecer recursos como HDR e carregamento rápido proporcionado pelo SSD. Xbox Series S: veja 3 motivos para comprar (e outros 3 para não comprar) O Xbox Series S é o console da geração mais recente com preço mais baixo, na comparação com o Xbox Series X e o Playstation 5 Microsoft/Divulgação A compatibilidade é um dos principais atrativos do Series S. O console roda os mesmos jogos da nova geração disponíveis no Xbox Series X, incluindo títulos como Forza Horizon 5, Halo Infinite e Far Cry 6, além de contar com uma ampla biblioteca de games do Xbox One, Xbox 360 e Xbox original por meio da retrocompatibilidade. Por ser exclusivamente digital, o aparelho não possui leitor de discos e depende da Xbox Store ou de serviços como o Game Pass para aquisição e acesso aos jogos. Outro destaque está no controle Xbox Wireless, que acompanha o console e pode ser usado tanto no videogame quanto em PCs compatíveis por Bluetooth. O joystick mantém o formato tradicional dos controles Xbox, traz entrada de 3,5 mm para fones de ouvido e permite jogar sem fio. O Xbox Series S também funciona como central de entretenimento, com aplicativos de streaming e recursos de reprodução de conteúdo. O preço do Xbox Series X poderia concedê-lo a vantagem de ter jogos exclusivos em relação ao seu irmão menor. Porém, isso não acontece entre os videogames da Microsoft. O Xbox Series S conta com os mesmos jogos lançados para o modelo mais potente e os roda quase tão bem quanto. Na matéria, destacamos justamente a proposta de custo-benefício do Xbox Series S, apontando que o console entrega acesso aos jogos da nova geração por um preço menor que o Xbox Series X. Além disso, o aparelho ocupa pouco espaço e tem acesso aos mesmos lançamentos do irmão mais potente. Por outro lado, ressaltamos a resolução limitada a 1440p, o armazenamento interno reduzido e a ausência de suporte a mídias físicas como pontos que precisam ser considerados antes da compra. O Xbox Series S está disponível a partir de R$ 3.999 na Amazon e acumula nota 4,9 de 5. Os compradores elogiam principalmente o desempenho, os carregamentos rápidos graças ao SSD, o funcionamento silencioso, o tamanho compacto e a boa experiência gráfica, mesmo em TVs 4K. Entre as ressalvas, usuários citam os cerca de 360 GB disponíveis no SSD de 512 GB e a necessidade de gerenciamento do espaço para quem costuma manter muitos jogos instalados. Também há relatos pontuais de problemas com controles, mas eles não representam a experiência da maioria das avaliações apresentadas. Prós: SSD com carregamentos rápidos; acesso aos jogos da nova geração; compatibilidade com títulos de gerações anteriores; tamanho compacto; suporte a até 1440p e 120 fps. Contras: apenas cerca de 364 GB de armazenamento utilizável; não possui leitor de mídia física; resolução inferior à do Xbox Series X; expansão de armazenamento pode ter custo elevado. 3. Xbox Series X 1 TB com leitor de disco — a partir de R$ 5.419 Lançado em 2020, o Xbox Series X é o console mais potente já produzido pela Microsoft e foi desenvolvido para entregar uma experiência de nova geração sem concessões. O modelo conta com processador AMD Zen 2 de oito núcleos a 3,8 GHz, GPU RDNA 2 com 12 teraflops de potência, 16 GB de memória GDDR6 e SSD NVMe de 1 TB, combinação que permite rodar jogos em até 4K e 120 quadros por segundo, além de oferecer suporte a Ray Tracing para reflexos, sombras e iluminação mais realistas. Review Xbox Series X: potência e versatilidade são apostas da Microsoft Xbox Series X é a plataforma mais potente da última geração de Xbox Mariana Saguias/TechTudo O console possui leitor de discos Blu-ray 4K, conexão Wi-Fi, Ethernet, Bluetooth para acessórios compatíveis, três portas USB 3.1 e saída HDMI 2.1. O desempenho se destaca pela fluidez do sistema, carregamentos extremamente rápidos e navegação ágil graças ao SSD e ao hardware robusto. Além da potência, o Series X chama atenção pela ampla compatibilidade com o ecossistema Xbox. O console executa jogos das gerações Xbox Original, Xbox 360, Xbox One e Xbox Series X e Xbox Series S, permitindo aproveitar bibliotecas antigas e títulos físicos graças ao leitor de discos. Entre os principais jogos disponíveis estão Forza Horizon 5, Halo Infinite e Gears 5. O aparelho também tem acesso ao Xbox Game Pass, serviço por assinatura que oferece centenas de jogos para download e títulos lançados diretamente no catálogo. Para aqueles jogadores que não abrem mão de jogos físicos, o Series X conta com um leitor de Blu-Ray, que, além dos games, também reproduz filmes em resolução 4K. Vale mencionar que o Series S, versão de entrada do console da Microsoft, não tem drive de discos. Quando testamos o Xbox Series X, destacamos principalmente o desempenho impressionante, a capacidade de reproduzir jogos em 4K com até 120 fps, os tempos de carregamento reduzidos e a tecnologia Quick Resume, que permite alternar rapidamente entre vários jogos sem reiniciar as partidas. O TechTudo também elogiou a construção do console, o funcionamento silencioso e o sistema organizado. O Xbox Series X pode ser encontrado a partir de R$ 5.419 na Shopee e acumula nota 5, com poucas avaliações. No Mercado Livre, onde o jogo está disponível por R$ 7.220, compradores elogiam a velocidade de carregamento dos jogos, o desempenho consistente em títulos de nova geração, a qualidade gráfica em 4K, o funcionamento silencioso e a capacidade de armazenamento de 1 TB. Entre as críticas mais frequentes aparecem relatos de falhas técnicas isoladas, problemas de funcionamento após pouco tempo de uso e casos de drift ou defeitos nos controles. Prós: desempenho de alto nível com 4K e até 120 fps; SSD extremamente rápido com Quick Resume; leitor de discos Blu-ray 4K e ampla retrocompatibilidade. Contras: preço elevado em comparação ao Series S; poucos exclusivos que explorem totalmente o hardware; controle traz poucas novidades em relação à geração anterior. 4. Xbox Series X 1 TB All Digital — a partir de R$ 6.090 O Xbox Series X All Digital é uma versão do console premium da Microsoft voltada para quem prefere adquirir jogos exclusivamente em formato digital. O modelo mantém o mesmo hardware do Series X tradicional, trazendo processador AMD Zen 2 de oito núcleos a 3,8 GHz, GPU RDNA 2 com 12 teraflops, 16 GB de memória GDDR6 e SSD NVMe de 1 TB. A configuração permite executar jogos em resolução 4K com taxas de até 120 quadros por segundo e suporte a Ray Tracing para efeitos de iluminação e reflexos mais avançados. O console também conta com Wi-Fi, Ethernet, Bluetooth para acessórios compatíveis, portas USB 3.1 e saída HDMI 2.1, mas abre mão do leitor de discos para focar totalmente no ecossistema digital da marca. Xbox Series X All Digital tem a potência do Xbox Series X, mas sem disco Divulgação / Xbox Assim como a versão com mídia física, o aparelho oferece acesso ao Xbox Game Pass e compatibilidade com jogos das gerações Xbox Original, Xbox 360, Xbox One e Xbox Series X e Xbox Series S. Entre os principais títulos disponíveis estão Forza Horizon 5, Starfield e Indiana Jones and the Great Circle. A proposta é atender jogadores que priorizam praticidade, biblioteca digital e desempenho de ponta, sem a necessidade de utilizar discos físicos. Quando testamos o Xbox Series X, destacamos o desempenho impressionante, os carregamentos extremamente rápidos proporcionados pelo SSD, a capacidade de rodar jogos em 4K com até 120 fps e recursos como o Quick Resume. Nossa redação também elogiou o design, a construção robusta e o funcionamento silencioso do console. O Xbox Series X All Digital pode ser encontrado no Mercado Livre a partir de R$ 6.090 e acumula nota 4,9. Os compradores elogiam principalmente a velocidade de carregamento dos jogos, o desempenho consistente, a qualidade gráfica em 4K, o funcionamento silencioso e a excelente experiência proporcionada pelos títulos de nova geração. De acordo com a nossa avaliação, um dos grandes pontos negativos é a ausência de grandes exclusivos que explorem todo o potencial do hardware e as mudanças discretas no controle em comparação com a geração passada. Prós: desempenho de alto nível com 4K e até 120 fps; SSD rápido com Quick Resume; acesso ao Game Pass e ampla retrocompatibilidade. Contras: não possui leitor de discos; poucos exclusivos que explorem totalmente o hardware; controle traz poucas novidades em relação à geração anterior. 5. ROG Xbox Ally X — a partir de R$ 7.883 Lançado em 2025 em parceria entre Asus e Microsoft, o ROG Xbox Ally X é um console portátil premium voltado para quem deseja acessar jogos de PC e o ecossistema Xbox em qualquer lugar. O modelo traz processador AMD Ryzen AI Z2 Extreme, GPU AMD Radeon integrada, 24 GB de memória RAM LPDDR5X e SSD de 1 TB, além de tela IPS de 7 polegadas com resolução Full HD, taxa de atualização de 120 Hz e suporte ao FreeSync Premium. Review | ROG Xbox Ally X é promissor, mas desempenho decepciona; testamos ROG Xbox Ally X é uma versão portatíl potente o Xbox Victor Bastos/TechTudo O dispositivo também conta com Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4, leitor de cartões microSD, duas portas USB-C e bateria de 80 Wh. O principal diferencial do portátil está na integração nativa com o Xbox Game Pass e na possibilidade de acessar plataformas como Steam, Xbox e outros serviços em um único aparelho. Quando testamos o ROG Xbox Ally X, destacamos principalmente o design confortável, a boa qualidade da tela, a integração com o Xbox Game Pass e a experiência portátil oferecida pelo sistema otimizado da Microsoft. O desempenho cravado em pouco mais de 30 fps, mesmo no modo "Turbo", conectado a uma tomada e com configurações no "Low" é um ponto de atenção. Além disso, ainda falta uma melhor interação entre a versão desktop com a experiência em tela cheia do Xbox. Por outro lado, apontamos que o desempenho ficou abaixo do esperado para um produto dessa faixa de preço, com jogos pesados rodando em torno de 30 fps, mesmo em configurações gráficas reduzidas. A análise da nossa redação também menciona problemas de usabilidade entre os diferentes softwares do sistema, autonomia limitada da bateria durante os jogos e aquecimento perceptível em uso mais intenso. O ROG Xbox Ally X pode ser encontrado na Shopee a partir de R$ 7.883. Em nosso review, os principais elogios ficaram por conta da excelente ergonomia, da integração nativa com o Xbox Game Pass, da tela fluida de 120 Hz e da versatilidade de executar jogos de diferentes plataformas em um único dispositivo. Entre os pontos negativos, destacamos o desempenho abaixo das expectativas para um portátil premium, a autonomia de bateria limitada durante as partidas, o aquecimento em cargas mais pesadas e a experiência de software ainda confusa em alguns momentos. Prós: excelente ergonomia e conforto durante o uso; integração nativa com Xbox Game Pass e Steam; tela Full HD de 120 Hz com boa qualidade de imagem. Contras: desempenho abaixo do esperado em jogos pesados; bateria dura pouco durante sessões de gameplay; sistema e atualizações ainda apresentam inconsistências e pouca integração entre softwares. Com informações de Amazon, Mercado Livre, Shopee, TechTudo, The Verge e Xbox. Mais do TechTudo l Veja aqui: GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado! GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
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Simulador de avião: os 10 melhores e mais realistas para jogar em 2026


Os simuladores de avião conseguem colocam o jogador diante de desafios clássicos da aviação, que envolvem desde planejar as rotas, até lidar às mudanças climáticas durante o voo. Graças aos avanços tecnológicos, os games atuais oferecem uma física extremamente realista, além de gráficos baseados em imagens reais da Terra e sistemas que simulam o comportamento de diferentes tipos de aeronaves. Pensando em te ajudar a experimentar de perto a vida de um piloto de avião, o TechTudo preparou uma lista com os 10 simuladores mais realistas para você jogar ainda este ano. Confira! 🎮 Simulador de ônibus: os 10 melhores e mais realistas para jogar em 2026 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar Microsoft Flight Simulator 2024: explore paisagens e cenários impressionantes ao redor do mundo. Reprodução/PlayStation Blog ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual melhor franquia de RPG de todos os tempos? Opine no Fórum do TechTudo Simulador de avião: os 10 melhores e mais realistas para jogar em 2026 Microsoft Flight Simulator 2024 X-Plane 12 DCS World Aerofly FS 4 IL-2 Sturmovik: Great Battles Infinite Flight FlightGear GeoFS Tiny Combat Arena War Thunder 1. Microsoft Flight Simulator 2024 Lançado pela Asobo Studio em parceria com a Xbox Game Studios, Microsoft Flight Simulator 2024 é um dos simuladores de voo mais realistas já produzidos. O jogo se destaca pela recriação detalhada do mundo real, com gráficos, física de voo e condições climáticas que aumentam a imersão. Além dos voos tradicionais, Microsoft Flight Simulator 2024 conta com um modo carreira que permite atuar em diferentes áreas da aviação, como transporte de cargas, resgate aéreo, combate a incêndios e missões de busca e salvamento. No Modo Carreira de Microsoft Flight Simulator 2024 jogadores participarão de várias missões aéreas, incluindo combate a incêndios, busca e salvamento, entre outras Reprodução/PlayStation Blog O mapa baseado em imagens de satélite e tecnologia de nuvem, capaz de reproduzir diferentes ambientes com alto nível de detalhes, é um dos grandes diferenciais de Microsoft Flight Simulator 2024. O clima dinâmico também influencia o comportamento das aeronaves, tornando cada voo uma experiência diferente. A campanha pode render centenas de horas de gameplay, especialmente para quem deseja completar todos os desafios e avançar na carreira. Microsoft Flight Simulator 2024 está disponível para PC e Xbox Series X, Xbox Series S e recebeu avaliações positivas da crítica e da comunidade. 2. X-Plane 12 Criado pela Laminar Research, X-Plane 12 é uma das principais referências quando o assunto é simulação de voo profissional. Diferente de experiências mais acessíveis, o game aposta em uma representação extremamente fiel da aerodinâmica dos aviões, utilizando um sistema que calcula o comportamento do avião conforme a velocidade, o peso, o clima e outros fatores. Além disso, o simulador traz detalhes como mudanças climáticas e de iluminação, além de aeroportos semelhantes aos reais. Criado pela Laminar Research, X-Plane 12 é uma das principais referências quando o assunto é simulação de voo profissional Reprodução/FSElite O simulador também possui uma enorme variedade de aeronaves e grande suporte a conteúdos criados pela comunidade, o que amplia ainda mais a experiência dos players. Muito utilizado tanto por entusiastas quanto por estudantes de aviação, o jogo oferece vários tipos de personalização, o que aumenta ainda mais as possibilidades de diversão. O game está disponível para PC, macOS e Linux e é reconhecido como um dos simuladores mais completos da atualidade. 3. DCS World Desenvolvido pela Eagle Dynamics, DCS World é um simulador de combate aéreo que busca reproduzir com o máximo de fidelidade possível a experiência de pilotar aeronaves militares. Diferente de jogos mais arcade, o título exige que o jogador lide com procedimentos reais de operação de armamentos. Cada avião conta com um cockpit no qual praticamente todos os botões podem ser utilizados, sendo uma gameplay bem desafiadora para os fãs de simulação. O título está disponível gratuitamente para PC e conta com algumas expansões opcionais. O realismo é um dos pontos de destaque do DCS World Reprodução/Steam Além do alto nível de realismo, DCS World segue o mesmo padrão dos outros jogos da lista e oferece mapas bem detalhados, além de missões e modos multiplayer que permitem recriar operações militares como nos filmes. O jogo também recebe atualizações com frequência e conta com uma ampla biblioteca de aviões e helicópteros licenciados, vendidos separadamente como conteúdos adicionais. O simulador é uma referência entre entusiastas da aviação militar e até mesmo utilizado para treinamentos não oficiais. 4. Aerofly FS 4 Aerofly FS 4 é um simulador de voo que apresenta uma experiência mais acessível do que outros games da lista. Lançado para PC, o game oferece cockpits 100% interativos em uma ampla seleção de aviões comerciais, jatos executivos, aeronaves leves e helicópteros. Ele se destaca pelos gráficos de alta qualidade e pelo ótimo desempenho. Além disso, a física de voo também recebe atenção especial, proporcionando uma pilotagem que, mesmo sem exigir o mesmo nível de complexidade encontrado em simuladores profissionais, entrega um bom realismo. Aerofly FS 4 é um simulador de voo que apresenta uma experiência mais acessível do que outros games do gênero Reprodução/Aerofly Desenvolvido pela IPACS, o game conta com mapas de diversas regiões do mundo, além de um sistema de navegação baseado em instrumentos clássicos da aviação e de suporte à realidade virtual, que aumenta ainda mais a imersão durante os voos. Outro destaque é a fluidez da experiência, já que o simulador consegue manter excelente desempenho mesmo em PCs medianos. Essas características fazem de Aerofly FS 4 uma ótima opção para quem busca um simulador visualmente impressionante, realista e, ao mesmo tempo, mais amigável para iniciantes que desejam aprender os fundamentos da aviação. 5. IL-2 Sturmovik: Great Battles Se você é aquele tipo de jogador que gostaria de estar no comando das aeronaves utilizadas durante a Segunda Guerra Mundial IL-2 Sturmovik: Great Battles é a escolha perfeita. O game recria alguns dos confrontos mais importantes do grande conflito com um nível de fidelidade impressionante. A gameplay traz combates aéreos com uma simulação da física de voo diferente das vistas nos outros jogos, já que as aeronaves daquela época são bem diferentes. Cada modelo possui características próprias de desempenho, tornando necessário adaptar a estratégia conforme o avião escolhido e a missão. IL-2 Sturmovik traz alta fidelidade ao retratar aviões reais nos combates Divulgação/1C Game Studio Lançado pela 1C Game Studios em parceria com a Digital Forms, o simulador conquistou uma comunidade fiel, principalmente por se tratar de um período histórico. O jogo traz missões personalizadas e modos multiplayer, além de mapas que reproduzem fielmente os cenários mais marcantes da guerra. Outro diferencial é o sistema de danos, que afeta individualmente partes da aeronave, alterando seu desempenho durante o voo e tornando cada combate ainda mais perigoso. Disponível para PC, IL-2 Sturmovik: Great Battles é considerado uma das melhores opções para quem quer uma gameplay que exija noção de velocidade, altitude e gerenciamento de munição. 6. Infinite Flight Infinite Flight é um dos simuladores de voo mais completos disponíveis para dispositivos móveis e prova que celulares e tablets também podem oferecer experiências bastante realistas. Desenvolvido pela Infinite Flight LLC, o game reúne dezenas de aeronaves e aeroportos ao redor do mundo, permitindo que o jogador realize desde trajetos entre o mesmo estado até voos intercontinentais. O simulador também conta com recursos como instrumentos funcionais na cabine, plano de voo, piloto automático e diferentes condições climáticas, aproximando a gameplay da aviação real. O mais realista dos jogos, Infinite Flight tem gráfico impressionante Divulgação/Infinite Flight LLC Falando nela, a jogabilidade possui comandos intuitivos, mas para usar todos os recursos como um piloto real, vai ter que praticar muito e estudar para ter conhecimento técnico sobre navegação aérea. Quem assina o plano Pro ainda tem acesso a servidores multiplayer com tráfego aéreo ao vivo e controle de tráfego realizado pela própria comunidade, tornando os voos ainda mais imersivos. Além disso, o game frequentemente recebe atualizações com novas aeronaves e aeroportos, além de algumas melhorias nos gráficos. Disponível para Android e iOS, Infinite Flight é uma das principais opções em simulação de voo para dispositivos móveis. 7. FlightGear Lançado em 1997, FlightGear é um simulador de voo de código aberto que conquistou uma comunidade fiel ao oferecer uma experiência extremamente completa sem custo. O jogo permite que os players pilotem desde aviões pequenos de treinamento até grandes aeronaves comerciais, com uma física bastante precisa e sistemas que reproduzem diversos procedimentos da aviação real. O player também pode explorar milhares de aeroportos espalhados pelo mundo e utilizar instrumentos de navegação que vão ajudar a enfrentar diferentes condições climáticas durante os voos. Melhores opção gratuita no PC, Flightgear é o Flight Simulator Open Source Divulgação Desenvolvido pela comunidade do projeto FlightGear, o simulador evoluiu continuamente ao longo dos anos graças às contribuições de entusiastas. A possibilidade dos próprios usuários criarem aeronaves e cenários, além de outras melhorias, aumenta significativamente o conteúdo disponível e garante uma experiência com muitas opções de personalização. Além disso, o título é compatível com Windows, macOS e Linux, tornando-se uma excelente alternativa para quem deseja experimentar um simulador realista sem pagar nada. 8. GeoFS Com o passar dos anos, o GeoFS mostrou que é possível ter uma experiência de simulação de voo realista mesmo sem ter um super computador. Desenvolvido por Xavier Tassin, o game funciona diretamente no navegador e utiliza imagens de satélite para recriar o planeta, permitindo que o jogador sobrevoe qualquer região do mundo. O jogo oferece uma boa variedade de aeronaves, incluindo aviões comerciais, jatos, helicópteros e planadores, além de uma física de voo suficientemente boa para quem deseja aprender os conceitos básicos da aviação. GeoFS Divulgação/GeoFS O game recebeu diversas atualizações que aprimoraram seus gráficos recentemente, e também aumentou sua compatibilidade com controles. Além disso, o simulador conta com um modo multiplayer, permitindo que vários pilotos compartilhem o espaço aéreo ao mesmo tempo, o que aumenta a sensação de responsabilidade durante os voos, até porque ninguém quer se envolver em um acidente. A facilidade no acesso (já que basta um navegador para começar a jogar), é o que mais chama a atenção no GeoFS, ainda mais agora com a versão para dispositivos móveis. 9. Tiny Combat Arena Os fãs de aviação militar que querem uma gameplay que foque um pouco mais na diversão do que no realismo, certamente encontrarão em Tiny Combat Arena uma excelente opção. Ao contrário de simuladores ultra complexos, como DCS World, o game aposta em mecânicas mais acessíveis e gráficos mais arcade, sem abrir mão de elementos importantes da simulação. Nele, o player assume o controle de caças inspirados em aeronaves reais da Guerra Fria e participa de missões de combate envolvendo ataques terrestres e confrontos aéreos. Os fãs de aviação militar que querem uma gameplay que foque um pouco mais na diversão do que no realismo, certamente encontrarão em Tiny Combat Arena uma excelente opção Reprodução/Why485 Desenvolvido pela Why485 e lançado em acesso antecipado para PC, o simulador rapidamente chamou a atenção da comunidade por unir o visual retrô da época a uma gameplay frenética. São várias aeronaves, para você usar nas mais diversas missões, na qual o sucesso de cada uma delas influencia no desenrolar do conflito. Além disso, o estúdio continua expandindo o conteúdo com atualizações, adicionando novos mapas, aviões e melhorias na inteligência artificial, tornando o simulador uma alternativa cada vez mais completa. 10. War Thunder Fenômeno entre os fãs de combate militar desde seu lançamento, War Thunder é tido como um dos simuladores mais populares do mercado por reunir vários veículos de guerra de diferentes períodos históricos em um único jogo. Desenvolvido pela Gaijin Entertainment, o game oferece diversos modos de jogo, mas é nas batalhas aéreas em sua configuração realista que a experiência mais se aproxima da aviação militar. Nesses modos, o jogador precisa controlar diversos aspectos para se dar bem, principalmente a movimentação, para assim superar os adversários nos combates. Simulador de guerra completo, War Thunder possui mais de 350 aviões Divulgação À medida que o player avança, novas aeronaves e tecnologias são desbloqueadas, dando mais possibilidades estratégicas durante as partidas. Além disso, o clássico sistema de progressão baseado em árvores tecnológicas incentiva o jogador a investir mais tempo para desbloquear novos itens (geralmente caças e outros veículos de combate). O game também recebe atualizações com novos recursos, o que ajuda a manter a comunidade ativa há mais de uma década. O simulador de combate está disponível gratuitamente para PC, PS5, PS4, Xbox Series X, Xbox Series S e Xbox One. Com informações de Steam e Metacritic. Mais do TechTudo Veja também: GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado! GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado!
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iPhone XR vale a pena em 2026? Entenda por que o celular é cilada


O iPhone XR não vale a pena em 2026. Apesar das inovações que apresentou em 2018, quando foi lançado, o modelo já acumula oito anos de mercado e ficou para trás em aspectos importantes de hardware e software. Com apenas 3 GB de RAM e processador fabricado em 7 nanômetros (nm), o celular não oferece mais a mesma longevidade esperada de um iPhone. Além disso, a Apple está prestes a liberar o iOS 27 para o público, e o XR ficou de fora das grandes atualizações a partir do iOS 19. Mesmo assim, o iPhone XR ainda aparece com frequência no mercado de usados, geralmente entre R$ 770 e R$ 1.000. O preço pode chamar a atenção de quem tem orçamento limitado e deseja entrar no ecossistema da Apple, mas a economia inicial não compensa as limitações do aparelho a longo prazo. Por isso, o TechTudo preparou uma lista com os principais motivos para evitar a compra do iPhone XR em 2026. Confira. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎iPhone dobrável 'Ultra': vazamento revela possíveis cores e design iPhone XR ainda é encontrado no mercado de usados, mas já apresenta limitações importantes em 2026 Bruno De Blasi/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Como desativar o modo perdido do iPhone? Participe do Fórum do TechTudo Initial plugin text iPhone XR vale a pena em 2026 O TechTudo reuniu cinco motivos que explicam por que o iPhone XR não é uma boa opção de compra em 2026. Confira, no índice abaixo, os destaques da lista. Não recebe mais atualizações de sistema Não tem 5G Tela LCD com bordas grandes e resolução inferior Bateria desgastada Alternativas ao iPhone XR 1. Não recebe mais atualizações de sistema Como mencionamos no início da matéria, o iPhone XR não recebe mais as principais atualizações do sistema da Apple. O modelo teve uma vida útil prolongada, já que foi lançado em 2018 com o iOS 12 e permaneceu compatível com novas versões até o iOS 18, disponibilizado em 2024. De fora das versões mais recentes do sistema, o iPhone XR tem o software como um dos principais pontos de atenção para quem pensa em comprar o celular hoje. No início de 2026, a Apple chegou a liberar uma atualização de segurança para o iPhone XR, algo que surpreendeu muitos usuários e mostrou que a empresa ainda mantém algum suporte para o aparelho. No entanto, esse tipo de atualização é diferente de receber uma nova versão do iOS, já que não traz as principais novidades e recursos adicionados ao sistema. Na prática, funções mais recentes, incluindo recursos de Inteligência Artificial (IA), não chegaram ao modelo, o que deixa o XR cada vez mais distante da experiência oferecida pelos iPhones atuais. Com chipset antigo, iPhone XR fica de fora de diversos recursos recentes, incluindo as funções da Apple Intelligence Reprodução/Shutterstock 2. Não tem 5G Outra limitação que o usuário do iPhone XR pode sentir em 2026 é a ausência de suporte às redes 5G. A tecnologia chegou aos smartphones da Apple apenas em 2020, com a linha iPhone 12, dois anos após o lançamento do XR. Como o aparelho é compatível apenas com redes 4G, ele não consegue aproveitar as velocidades mais altas e os demais avanços proporcionados pelo 5G. Isso não significa que o iPhone XR deixe de funcionar com as redes móveis atuais, já que o 4G continua amplamente disponível no Brasil. No entanto, para quem pretende comprar um celular para usar por vários anos, a falta do 5G pesa contra o modelo, principalmente diante da expansão gradual da tecnologia e da oferta cada vez maior de aparelhos compatíveis. 3. Tela LCD com bordas grandes e resolução inferior O iPhone XR chegou ao mercado com tela LCD de 6,1 polegadas, resolução de 1.792 x 828 pixels e brilho máximo de 625 nits. Para quem acompanha o mercado de smartphones, essas especificações podem lembrar modelos de entrada atuais. O painel, que já era um dos pontos mais simples do aparelho em seu lançamento, também entrega uma experiência visual mais limitada diante dos padrões encontrados em celulares recentes. Outro aspecto que evidencia essa diferença é o aproveitamento frontal de cerca de 79%, proporção que indica quanto da parte da frente do aparelho é ocupada pela tela. Para fins de comparação, modelos mais atuais, como o Apple iPhone 17 Pro Max, chegam a uma relação tela-corpo de 90,7%. Na prática, isso significa que o XR apresenta bordas mais espessas e ocupa uma parcela menor da parte frontal com o display. iPhone XR apresenta bordas mais espessas na tela, especialmente em comparação com modelos atuais Bruno De Blasi/TechTudo 4. Bateria desgastada O iPhone XR foi lançado com bateria de 2.942 mAh, capacidade que já chamava atenção na época. Meses antes, por exemplo, o Galaxy Note 9 e o Moto G6 Play chegaram ao mercado com 4.000 mAh. Em 2026, a diferença é ainda mais evidente, já que smartphones atuais frequentemente ultrapassam os 5.000 mAh, deixando a capacidade do XR bastante distante do padrão encontrado no mercado. Além disso, é importante considerar o desgaste natural da bateria. Como o iPhone XR foi descontinuado e hoje é encontrado principalmente no mercado de usados, muitos exemplares já passaram por anos de ciclos de carga e descarga. Por isso, mesmo quando o aparelho ainda funciona normalmente, é provável que a bateria tenha perdido parte de sua capacidade original, o que pode reduzir ainda mais a autonomia no uso cotidiano. iPhone XR já chegou ao mercado com bateria pequena, diferença que se torna ainda mais evidente diante de concorrentes atuais com baterias maiores Bruno De Blasi/TechTudo 5. Alternativas ao iPhone XR Para quem quer entrar no ecossistema da Apple ou substituir um iPhone antigo, o iPhone 16e é uma opção mais atual. Por a partir de R$ 3.599 no Mercado Livre, o modelo traz chip A18 de 3 nanômetros, 8 GB de RAM e tela OLED de 6,1 polegadas, além de uma construção mais alinhada aos padrões atuais. Outra alternativa dentro da própria Apple é o iPhone 16, encontrado por a partir de R$ 4.499. O aparelho mantém o chip A18, adiciona uma câmera ultrawide ao conjunto traseiro e oferece tela com brilho de até 2.000 nits, entregando uma experiência mais completa que a do XR. Fora da Apple, também existem opções Android que superam o iPhone XR em diversos aspectos. O realme 16 Pro Plus, por exemplo, aparece por R$ 3.599 e combina câmera principal de 200 MP, telefoto de 50 MP com zoom óptico de 3,5x e bateria de 7.000 mAh. Outra opção é o Galaxy A57, que custa a partir de R$ 1.799 e se destaca pelo suporte prolongado da Samsung. O modelo tem previsão de receber atualizações por seis anos, até o Android 22, oferecendo uma longevidade de software muito maior que a do iPhone XR. GALAXY A57 vale a pena? Testamos o modelo CUSTO-BENEFÍCIO da Samsung! Com informações de Apple e GSM Arena Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de agosto de 2026.
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10 cartas de Pokémon que você pode ter em casa e valem uma fortuna


Uma carta de Pokémon pode valer muito mais do que parece. No mercado de colecionadores, algumas peças que originalmente custavam poucos reais já alcançaram centenas de milhares ou até milhões de reais em vendas, especialmente quando combinam fatores como raridade, edição e excelente estado de conservação. Pensando nisso, o TechTudo preparou uma lista com 10 cartas de Pokémon que podem valer muito dinheiro. A seleção reúne principalmente cartas do Pokémon Trading Card Game (Pokémon TCG), jogo de cartas colecionáveis lançado em 1996. 🎮 Cheats e códigos de Pokémon Fire Red & Leaf Green 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar Séries famosas com jogos de cartas: Pokémon Trading Card Game Divulgação/Nintendo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual melhor franquia de RPG de todos os tempos? Opine no Fórum do TechTudo Como as cartas de Pokémon são precificadas? O valor de uma carta de Pokémon não depende apenas de sua raridade. Segundo o CEO da LigaFest, Diogo Abreu Meyer Pires, o mercado segue principalmente a lógica de oferta e demanda, levando em consideração fatores como quantidade disponível, possibilidade de reposição, interesse pela coleção, liquidez das demais cartas e até acontecimentos externos. "O preço de uma carta não depende apenas de sua raridade para ser encontrada ou de sua tiragem. A demanda, a quantidade disponível naquele momento, a possibilidade de aumentar essa oferta, o interesse e o tamanho pela edição em que ela está inserida, a liquidez das demais cartas desta edição e até acontecimentos externos podem influenciar bastante sua precificação." Na prática, uma carta com tiragem limitada e alta procura tende a alcançar valores maiores. Esse preço, porém, pode mudar rapidamente. Caso determinada carta passe a ser utilizada em competições, por exemplo, a procura pode aumentar de forma repentina, fazendo com que seu valor dispare antes que novas cópias consigam chegar ao mercado. "Se esta carta passa a ser utilizada em uma competição, centenas ou até milhares de pessoas começam a procurar por esta carta ao mesmo tempo. Como a quantidade disponível no mercado não aumenta na mesma velocidade, o preço pode subir de forma bastante explosiva." A condição física também é determinante para descobrir quanto uma carta pode valer. Empresas especializadas, como a PSA (Professional Sports Authenticator), autenticam e avaliam os cards em uma escala de 1 a 10. Nesse processo, são analisados aspectos como centralização, cantos, bordas, superfície, impressão, manchas, riscos e dobras. "Primeiramente é feita a autenticação, que busca verificar se a carta é realmente original. Nessa etapa são procurados sinais de adulteração, como recortes, restaurações, alterações de cor ou outras modificações." Depois da autenticação, o card recebe uma nota de acordo com seu estado de conservação e é encapsulado em um invólucro rígido, processo conhecido entre colecionadores como slab. "Na avaliação são analisados diversos aspectos da carta, como centralização, cantos, bordas, superfície, impressão, manchas, riscos, dobras e outros sinais de desgaste." Por isso, detalhes aparentemente pequenos, como uma edição específica, uma tiragem limitada, uma diferença de impressão ou o estado de conservação, podem fazer uma carta alcançar valores muito superiores aos praticados originalmente. Em alguns casos, uma peça que custava poucos reais pode se transformar em um item extremamente valorizado no mercado de colecionadores. 10 cartas de Pokémon que podem valer muito dinheiro Pikachu Illustrator PSA 10 (1998) - R$ 84,3 milhões Charizard 1ª Edição do Conjunto Base (1999) - R$ 4,88 milhões Charizard japonês sem símbolo de raridade (1996) - R$ 3,28 milhões Raichu de Pré-lançamento (1999) - R$ 2,81 milhões Pikachu Troféu de Prata nº 2 (1998) - R$ 2,27 milhões Troféu de Bronze Pikachu nº 3 (1997) - R$ 1,93 milhão Snap Pikachu (1999) - R$ 1,38 milhão Troféu Kangaskhan de Evento Familiar (1998) - R$ 1,28 milhão Pikachu Gold Star (2006) - R$ 756,8 mil 1ª Edição Blastoise (1999) - R$ 710,1 mil 1. Pikachu Illustrator PSA 10 (1998) - R$ 84,3 milhões Lançado em 1998 como uma carta promocional no Japão, o Pikachu Illustrator ocupa um lugar especial na história do Pokémon TCG e é considerado por muitos colecionadores o “Santo Graal” das cartas de Pokémon. Em fevereiro de 2026, um exemplar com classificação PSA 10 foi vendido pela Goldin por inacreditáveis US$ 16,492 milhões, cerca de R$ 84,3 milhões, tornando-se a carta mais cara da lista e estabelecendo um novo recorde para um item relacionado ao Pokémon TCG. O exemplar vendido pertencia a Logan Paul e é considerado o único Pikachu Illustrator com nota PSA 10 existente atualmente, o que ajuda a explicar seu valor extraordinário. Lançado em 1998 como uma carta promocional no Japão, o Pikachu Illustrator, ocupa um lugar especial na história do Pokémon TCG Reprodução/TCG Player A carta foi criada para premiar os vencedores de um concurso de ilustração promovido pela revista japonesa CoroCoro Comic, e sua distribuição extremamente limitada fez com que ela se tornasse uma das mais desejadas pelos colecionadores nas últimas décadas. Antes dessa venda, o recorde pertencia justamente a outro Pikachu Illustrator, comprado pelo próprio Logan Paul em 2022 por US$ 5,275 milhões, cerca de R$ 27 milhões. A diferença entre as duas notas mostra como o estado de conservação pode ser decisivo no mercado: alcançar a pontuação máxima de uma empresa de certificação pode multiplicar o preço do item. 2. Charizard 1ª Edição do Conjunto Base (1999) - R$ 4,88 milhões O Charizard da 1ª Edição do Conjunto Base já seria um dos cards mais desejados pelos fãs de Pokémon por ser um dos personagens mais populares da franquia, mas um exemplar específico alcançou um valor impressionante. Em fevereiro de 2026, uma unidade com nota PSA 10 foi vendida pela Goldin por US$ 954.800, cerca de R$ 4,88 milhões, estabelecendo o recorde de maior venda de um Charizard. O card tem uma história particularmente curiosa: ele foi encontrado durante uma transmissão ao vivo de Logan Paul, em fevereiro de 2021, enquanto o influenciador abria uma caixa lacrada da 1ª Edição do Conjunto Base. O Charizard da 1ª Edição do Conjunto Base já seria um dos cards mais desejados pelos fãs de Pokémon por ser um dos mais populares da franquia Reprodução/TCG Player Anos depois, a mesma carta voltou ao mercado no leilão que reuniu parte da coleção de Paul, mais que dobrando o recorde anterior para um Charizard desse tipo, que era de US$ 420 mil. Apesar da fama de ser uma carta praticamente impossível de encontrar, o Charizard da 1ª Edição não é tão raro quanto alguns dos cards promocionais mais exclusivos do Pokémon TCG. Existem, por exemplo, 125 exemplares com classificação PSA 10, que já foram negociados por valores bem menores. O que tornou este exemplar tão especial foi justamente sua procedência, já que é uma carta cuja história podia ser acompanhada desde o momento em que saiu da caixa. 3. Charizard japonês sem símbolo de raridade (1996) - R$ 3,28 milhões Nem todo Charizard valioso carrega o famoso símbolo de 1ª Edição. Um dos exemplares mais disputados pelos colecionadores é uma versão japonesa de 1996 que não possui símbolo de raridade, característica encontrada em algumas das primeiras impressões do Pokémon TCG. Em setembro de 2025, uma dessas cartas, com classificação PSA 10, foi vendida pela Goldin por US$ 641.721, cerca de R$ 3,28 milhões. O resultado mostra como pequenos detalhes de uma impressão podem fazer uma diferença gigantesca no mercado de colecionáveis. Um dos exemplares mais disputados pelos colecionadores é uma versão japonesa de 1996 que não possui símbolo de raridade, característica encontrada em algumas das primeiras impressões do Pokémon TCG Reprodução/TCG Player Por pertencer às primeiras edições, o Charizard sem símbolo de raridade é considerado uma peça importante para quem busca exemplares ligados às origens do jogo. Para os colecionadores, quanto mais próxima da perfeição estiver a carta, maior pode ser seu valor, principalmente quando se trata de uma impressão tão antiga. A venda também estabeleceu um novo recorde para esse tipo de Charizard, superando o valor alcançado em 2022 por uma versão semelhante, que ainda contava com uma assinatura do ilustrador Mitsuhiro Arita. 4. Raichu de Pré-lançamento (1999) - R$ 2,81 milhões Uma carta que durante anos esteve cercada de mistério, acabou se tornando uma das maiores fortunas já movimentadas pelo Pokémon TCG. O Raichu de Pré-lançamento, de 1999, é uma versão extremamente peculiar do Pokémon, que traz um grande selo “PRERELEASE” no canto inferior direito da ilustração. Sua existência permaneceu por muito tempo como uma espécie de segredo dentro da comunidade de colecionadores. Em setembro de 2025, uma dessas unidades, com classificação PSA 6, foi vendida pela Heritage Auctions por aproximadamente R$ 2,81 milhões. O valor é ainda mais bizarro quando se considera que a carta nem possui a nota máxima de conservação. Uma carta que durante anos esteve cercada de mistério acabou se tornando uma das maiores fortunas já movimentadas pelo Pokémon TCG Reprodução/TCG Player Em 1999, a Wizards of the Coast realizou algumas ligas de teste e distribuiu cartas promocionais para os participantes. Além dos quatro cards oficiais de pré-lançamento, existia o rumor de que uma pequena quantidade de Raichus com o mesmo selo também havia sido produzida. Algumas cópias chegaram a ser vistas na Tropical Mega Battle de 1999, mas durante décadas não havia uma confirmação oficial sobre a existência desses cards. A situação mudou em 2023, quando a CGC certificou duas cópias do chamado Raichu de Pré-lançamento, dando finalmente reconhecimento à carta que havia alimentado especulações entre os colecionadores durante anos. 5. Pikachu Troféu de Prata nº 2 (1998) - R$ 2,27 milhões Imagine chegar a um torneio de Pokémon e sair de lá com uma carta que, décadas depois, seria avaliada em milhões de reais. É exatamente o que aconteceu com o Pikachu Troféu de Prata nº 2, uma carta promocional japonesa de 1998 entregue aos participantes de um dos primeiros torneios oficiais da franquia. Um modelo com classificação PSA 10 foi vendido pela Goldin em setembro de 2023 por mais de R$ 2 milhões. A carta fazia parte da premiação do segundo torneio de Pokémon realizado no Japão e, por isso, sua quantidade é extremamente limitada. São pouquíssimas unidades dessa série que alcançaram PSA 10, justificando seu valor. Pikachu Troféu de Prata nº 2, uma carta promocional japonesa de 1998 entregue aos participantes de um dos primeiros torneios oficiais da franquia Reprodução/TCG Player O interesse por essa linha de cartas ficou ainda maior a partir de 2023, quando exemplares dos Trophy Pikachu de Ouro, Prata e Bronze começaram a aparecer em grandes leilões. Até então, parte dessas negociações acontecia de maneira privada, dificultando saber quanto os colecionadores estavam dispostos a pagar por cada versão. Existem exemplares ainda mais cobiçados, como o Pikachu Trophy No. 1 Trainer, relacionado a outros torneios, mas até mesmo essas cartas podem envolver valores difíceis de comprovar. 6. Troféu de Bronze Pikachu nº 3 (1997) - R$ 1,93 milhão Antes de o Pokémon TCG se tornar um fenômeno mundial, alguns dos primeiros torneios da franquia já distribuíam prêmios que hoje valem rios de dinheiro. Esse é o caso do Pikachu Troféu de Bronze nº 3, uma carta promocional japonesa de 1997 entregue aos jogadores que alcançaram o terceiro lugar no primeiro torneio oficial de Pokémon. O card foi distribuído em apenas quatro eventos realizados em Chiba, no Japão, o que ajuda a explicar sua enorme raridade entre os colecionadores. Em dezembro de 2025, uma unidade com classificação PSA 8 foi vendida pela Goldin por US$ 378.200, aproximadamente R$ 1,93 milhão. Pikachu Troféu de Bronze nº 3, uma carta promocional japonesa de 1997 entregue aos jogadores que alcançaram o terceiro lugar no primeiro torneio oficial de Pokémon Reprodução/TCG Player Para se ter uma ideia da valorização, em 2023, um Pikachu Troféu de Bronze nº 3 PSA 8 havia sido negociado por US$ 300 mil, o que significa que o modelo vendido em 2025 alcançou US$ 78 mil a mais em apenas dois anos. Parte desse interesse está ligada justamente ao fato de que não existem várias gerações dessa premiação para abastecer o mercado. Por isso, mesmo sem a cobiçada classificação PSA 10, o card conseguiu ultrapassar a marca de R$ 1,9 milhão, mostrando que, nesse mercado, a história e a escassez de uma carta podem pesar tanto quanto sua conservação. 7. Snap Pikachu (1999) - R$ 1,38 milhão Nem todas as cartas valiosas foram entregues a vencedores de torneios ou pertenceram a uma das primeiras coleções. O Snap Pikachu, de 1999, é um grande exemplo de como uma história de descoberta pode aumentar ainda mais o interesse dos colecionadores. O card foi criado como parte de uma promoção relacionada ao jogo Pokémon Snap e à revista japonesa CoroCoro, sendo o último dos brindes promocionais da série a ser lançado. Durante anos, porém, ninguém sabia onde estava uma cópia sequer. Depois que outras cartas promocionais de Pokémon Snap começaram a aparecer no mercado, os colecionadores passaram a procurar justamente o Pikachu. Snap Pikachu, de 1999, é um grande exemplo de como uma história de descoberta pode aumentar ainda mais o interesse dos colecionadores Reprodução/TCG Player Sua existência era conhecida, mas sua localização permanecia em segredo, até que um único exemplar foi encontrado em uma loja japonesa especializada em TCG. Em junho de 2023, essa carta, considerada autêntica pela PSA, foi negociada em uma venda particular por US$ 270 mil, cerca de R$ 1,38 milhão. O negócio foi documentado pelos compradores, permitindo que os fãs acompanhassem a história de uma carta que passou mais de duas décadas praticamente desaparecida do mercado. Além disso, ao invés de apresentar o crédito de um ilustrador, como acontece com a maioria das cartas, o Snap Pikachu traz um fotógrafo associado à produção da imagem. 8. Troféu Kangaskhan de Evento Familiar (1998) - R$ 1,28 milhão Como o próprio nome já diz, o Troféu Kangaskhan de Evento Familiar, lançado no Japão em 1998, foi entregue a equipes que participavam dos chamados torneios Kangaskhan Pai-Filho. Para receber o prêmio, os times precisavam alcançar determinado número de vitórias, fazendo com que o card tivesse uma distribuição bem limitada. Além da conexão com um evento específico, a carta apresenta um dos símbolos de conjunto originais mais raros do Pokémon TCG, outro detalhe que aumenta seu valor. Em janeiro de 2025, uma unidade com classificação PSA 9 foi vendida pela Fanatics Collect por US$ 250 mil, aproximadamente R$ 1,28 milhão. Como o próprio nome já diz, o Troféu Kangaskhan de Evento Familiar, lançado no Japão em 1998, foi entregue a equipes que participavam dos chamados torneios Kangaskhan Pai-Filho Reprodução/TCG Player Em 2023, um modelo PSA 10 havia sido vendido por US$ 175 mil, enquanto a unidade PSA 9 alcançou US$ 250 mil apenas cerca de um ano e meio depois. Isso significa que, mesmo com uma classificação inferior, o segundo exemplar foi negociado por US$ 75 mil a mais, mostrando como o mercado de cartas extremamente raras pode variar bastante. O Kangaskhan também possui o atrativo de estar relacionado a uma competição criada para pais e filhos jogarem juntos, algo que combina perfeitamente com o Pokémon representado. 9. Pikachu Gold Star (2006) - R$ 756,8 mil Lançado em 2006, na expansão EX Holon Phantoms, Pikachu Gold Star mostra que uma carta de uma época relativamente mais recente também pode alcançar valores impressionantes. O card 104, conhecido pelos colecionadores como Pikachu Gold Star 104, faz parte de uma categoria de cartas extremamente raras da era EX, com a estrela dourada ao lado do nome do Pokémon. Em fevereiro de 2026, um modelo com classificação PSA 10 foi vendido pela Goldin por US$ 148 mil, aproximadamente R$ 756,8 mil. Uma carta de 20 anos atrás, mas que mesmo assim conseguiu alcançar um preço de seis dígitos. Lançado em 2006, na expansão EX Holon Phantoms, Pikachu Gold Star mostra que uma carta de uma época relativamente mais recente também pode alcançar valores impressionantes Reprodução/TCG Player A raridade ajuda a explicar esse valor, mas há cerca de 100 exemplares do Pikachu Gold Star 104 com PSA 10, número que pode parecer alto quando comparado às cartas mais exclusivas desta lista. Ainda assim, encontrar uma dessas unidades em perfeito estado continua sendo difícil, ainda mais porque cartas lançadas em boosters comuns estão sujeitas a danos desde o momento em que são retiradas das embalagens. Essa vendida em 2026 também contou com a chamada Silver Diamond Certification da PSA, além de ter sido negociada durante o mesmo grande leilão da Goldin que reuniu diversas cartas valiosas. 10. 1ª Edição Blastoise (1999) - R$ 710,1 mil O Blastoise da 1ª Edição do Conjunto Base pode não ter a mesma fama de seu companheiro Charizard, mas também está entre os cards mais desejados da primeira coleção do Pokémon TCG. Uma carta sua com classificação PSA 10 foi vendida pela Goldin em fevereiro de 2026 por US$ 138.880, aproximadamente R$ 710,1 mil. Assim como aconteceu com o Charizard apresentado anteriormente, esta carta foi encontrada durante a abertura de uma caixa de boosters da 1ª Edição realizada por Logan Paul em fevereiro de 2021. O influenciador havia conseguido grande repercussão meses antes ao abrir outra caixa semelhante. O Blastoise da 1ª Edição do Conjunto Base pode não ter a mesma fama de seu companheiro Charizard, mas também está entre os cards mais desejados da primeira coleção do Pokémon TCG Reprodução/TCG Player Mesmo sendo uma carta extremamente procurada, o valor alcançado pelo Blastoise chama atenção porque existem outros exemplares PSA 10 da 1ª Edição que foram vendidos por quantias consideravelmente menores. Neste caso, a carta acabou se beneficiando de uma combinação bastante específica: além de estar em perfeito estado, ela possui um histórico de propriedade diretamente ligado a Logan Paul e um selo especial da PSA que comprova sua participação naquele evento. O resultado foi o maior preço já registrado para uma carta padrão do Conjunto Base que não seja um Charizard. Com informações de TCG Player, Misprint e Business Insider. Mais do TechTudo Veja também: GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado! GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado!
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Como transformar uma planilha bagunçada em gráficos com ChatGPT


Transformar uma planilha bagunçada em gráficos com o ChatGPT é uma forma de organizar dados e visualizar informações sem precisar fazer todo o trabalho manualmente. A IA pode identificar células vazias, dados duplicados e formatos inconsistentes, além de sugerir o gráfico mais adequado para cada conjunto de informações. Neste guia, veja como enviar uma planilha para o ChatGPT, quais prompts usar para organizar os dados e criar gráficos e quais limitações considerar antes de usar as análises geradas pela ferramenta. 🔎 10 prompts para aprender inglês com ChatGPT; confira como usar 🔎 Organizei minha alimentação com o ChatGPT — 5 prompts para usar agora Testamos diferentes recursos, incluindo a geração de áudio de arquivos da inteligência artificial do Google Imagem gerada por IA/OpenAI 📝 É possível criar uma inteligência artificial em casa? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo 🔎 Erro “Too Many Concurrent Requests” no ChatGPT: o que é e como resolver Índice O ChatGPT consegue criar gráficos a partir de uma planilha? Como enviar uma planilha para o ChatGPT Como pedir para a IA organizar dados bagunçados Prompts prontos para criar diferentes tipos de gráficos O ChatGPT escolhe o melhor gráfico automaticamente? Testamos: os gráficos ficaram bons? Limitações e cuidados Vale a pena usar o ChatGPT para analisar planilhas? 1. O ChatGPT consegue criar gráficos a partir de uma planilha? Imagine que você tenha recebido uma planilha como esta: Exemplo de tabela bagunçada Após enviar esse arquivo ao ChatGPT e solicitar a organização dos dados, o resultado pode ser uma tabela limpa e pronta para análise: Exemplo de planilha organizada A partir dessa versão organizada, o ChatGPT consegue gerar automaticamente gráficos de vendas, tabelas-resumo e análises sobre os dados, economizando um trabalho que normalmente exigiria diversas etapas em programas como Excel ou Google Sheets. O ChatGPT é compatível com os formatos de planilha mais utilizados, incluindo arquivos do Excel (.xlsx), CSV e planilhas do Google exportadas para um desses formatos. Basta anexar o arquivo na conversa e informar o que você deseja analisar. Quanto mais organizada estiver a planilha, melhores tendem a ser os resultados, mas a IA também consegue lidar com dados imperfeitos em muitos casos. Na prática, o ChatGPT pode executar várias tarefas antes mesmo de criar um gráfico, como: identificar automaticamente o significado de cada coluna; detectar informações inconsistentes ou incompletas; remover registros duplicados; padronizar datas, moedas e outros formatos; reorganizar tabelas para facilitar a análise; criar tabelas-resumo com totais, médias e agrupamentos; gerar gráficos automaticamente; explicar tendências, padrões e possíveis insights encontrados nos dados. Por exemplo, ao receber uma planilha de vendas, o ChatGPT pode identificar que existe uma coluna de datas, outra de produtos e outra de faturamento. Em seguida, ele organiza os dados, calcula o faturamento por mês, cria um gráfico de evolução das vendas e ainda destaca períodos de crescimento, queda ou sazonalidade, explicando os principais fatores observados. Isso faz com que o ChatGPT seja útil não apenas para visualizar informações, mas também para transformar planilhas bagunçadas em análises compreensíveis, mesmo para quem não domina ferramentas de Business Intelligence ou recursos avançados do Excel. Como colocar senha no Excel? Saiba 3 formas de proteger dados 2. Como enviar uma planilha para o ChatGPT Enviar uma planilha para o ChatGPT é um processo simples. Depois que o arquivo é anexado, a IA consegue ler os dados, identificar a estrutura da tabela e executar tarefas como limpeza, organização, criação de gráficos e análises estatísticas. Passo 1: anexe a planilha Na conversa com o ChatGPT, clique no botão de anexar arquivos (ícone de clipe ou "+"), selecione a planilha e aguarde o upload. Você pode enviar planilhas para o ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo Os formatos mais recomendados são: .xlsx (Microsoft Excel) .csv (valores separados por vírgula) .xls (versões antigas do Excel) planilhas do Google exportadas em .xlsx ou .csv Caso sua planilha esteja no Google Sheets, basta utilizar a opção Arquivo → Fazer download → Microsoft Excel (.xlsx) ou CSV antes de enviá-la. Passo 2: diga o que você deseja fazer Depois que o arquivo for enviado, escreva um comando informando o objetivo da análise. Quanto mais específico for o pedido, melhores tendem a ser os resultados. Alguns exemplos: "Organize esta planilha removendo linhas duplicadas e corrigindo dados inconsistentes." "Crie um resumo das vendas por mês e gere um gráfico mostrando a evolução do faturamento." "Analise esta base de clientes e identifique padrões importantes." "Mostre quais produtos mais venderam e apresente um gráfico comparativo." Passo 3: explique o contexto quando necessário Embora o ChatGPT consiga identificar automaticamente muitas colunas e padrões, nem sempre os nomes presentes na planilha deixam claro o significado de cada informação. Nesses casos, vale a pena fornecer um breve contexto. Por exemplo, em vez de enviar apenas a planilha, você pode escrever: "Esta é uma planilha de vendas de uma loja de eletrônicos. Cada linha representa um pedido. Quero descobrir quais produtos mais venderam, quais meses tiveram maior faturamento e gerar gráficos para uma apresentação." Esse tipo de informação ajuda a IA a interpretar corretamente os dados e escolher análises mais relevantes. Dicas para obter resultados melhores Algumas boas práticas podem fazer bastante diferença na qualidade das respostas: utilize uma única tabela por arquivo sempre que possível; mantenha os nomes das colunas na primeira linha; evite células mescladas; não deixe colunas importantes sem identificação; informe o objetivo da análise, como criar gráficos, encontrar tendências ou resumir os dados. Na maioria dos casos, o ChatGPT consegue entender a estrutura da planilha automaticamente. Ainda assim, alguns segundos gastos explicando o contexto costumam resultar em análises mais precisas e gráficos mais úteis. Como substituir ponto por vírgula no Excel 3. Como pedir para a IA organizar dados bagunçados Nem toda planilha está pronta para ser analisada. É comum encontrar arquivos com informações incompletas, dados duplicados, erros de digitação e diferentes padrões de preenchimento. Antes de criar gráficos ou calcular indicadores, o ideal é realizar uma etapa de limpeza dos dados, e essa é uma tarefa que o ChatGPT pode executar com bastante eficiência. Imagine uma planilha de vendas com os seguintes problemas: Tabela de vendas de produtos Captura de tela / Eduarda Melo Nesse exemplo, a planilha apresenta vários problemas ao mesmo tempo: datas em formatos diferentes; células vazias; registros duplicados; categorias escritas de maneiras diferentes ("Informática", "Informatica" e "INFO"); informações que poderiam ser reorganizadas para facilitar a análise. Em vez de corrigir tudo manualmente, você pode pedir para o ChatGPT identificar essas inconsistências e sugerir uma limpeza antes de iniciar qualquer análise. Em muitos casos, a IA consegue reconhecer padrões, padronizar os dados e explicar quais alterações foram realizadas. Após a limpeza, a mesma tabela poderia ficar assim: Planilha após organização do ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo Observe que o ChatGPT pode: padronizar formatos de data; corrigir diferenças de grafia entre categorias; remover registros duplicados; identificar células vazias e sugerir como tratá-las; reorganizar colunas quando isso facilitar a análise; informar quais alterações foram feitas antes de prosseguir. Essa etapa é importante porque gráficos e estatísticas dependem diretamente da qualidade dos dados. Se uma mesma categoria aparece escrita de três formas diferentes, por exemplo, o resultado da análise pode ficar incorreto. Ao limpar essas inconsistências primeiro, o ChatGPT reduz a chance de interpretações equivocadas. Prompt de exemplo Um comando simples e eficiente para essa tarefa é: "Organize esta planilha, corrija inconsistências, agrupe categorias semelhantes e prepare os dados para análise estatística." Se quiser um resultado ainda mais detalhado, você pode complementar o prompt com instruções específicas, por exemplo: "Antes de criar qualquer gráfico, identifique valores duplicados, padronize datas, unifique categorias com nomes semelhantes, destaque possíveis erros nos dados e apresente um resumo explicando todas as alterações realizadas." Quanto mais claro for o objetivo da limpeza, maior será a chance de o ChatGPT produzir uma base organizada e pronta para gerar gráficos, tabelas e análises confiáveis. Planilha de orçamento familiar: como baixar e editar modelo no Excel 4. Prompts prontos para criar diferentes tipos de gráficos Depois de anexar a planilha ao ChatGPT, basta informar o tipo de análise que você deseja. A IA interpreta os dados, escolhe as colunas necessárias e gera os gráficos acompanhados de uma explicação dos resultados. Os exemplos abaixo utilizam uma planilha de despesas mensais com colunas Mês, Categoria, Descrição e Valor (R$), como a seguinte: A seguir, confira alguns prompts que podem ser utilizados diretamente após anexar a planilha. Gráfico de barras por categoria: ideal para comparar valores entre diferentes categorias. Analise esta planilha e crie um gráfico de barras mostrando as cinco categorias com maiorres gastos. Organize os dados em ordem decrescente e explique quais categorias tiveram o melhor desempenho. Gráfico de barras criado pelo ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo Gráfico de linhas por mês: recomendado para visualizar a evolução dos gastos ou das vendas ao longo do tempo. Gere um gráfico de linhas mostrando a evolução dos gastos mês a mês. Identifique tendências, sazonalidades e explique os principais picos e quedas encontrados nos dados. Gráfico de linhas gerado pelo ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo Gráfico de pizza por participação: útil para visualizar quanto cada categoria representa no total. Analise a planilha e crie um gráfico de pizza mostrando a participação percentual de cada categoria no total das gastos. Destaque as três categorias mais representativas. Gráfico de pizza gerado pelo ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo Gráfico de dispersão: indicado para verificar a relação entre duas variáveis numéricas. Crie um gráfico de dispersão comparando investimento em marketing e faturamento. Analise se existe correlação entre as duas variáveis e explique o que os dados indicam. Gráfico de disperção criado pelo ChatGPT a partir de uma planilha Captura de tela / Eduarda Melo Gráfico comparando anos: excelente para acompanhar o desempenho anual. Compare os resultados anuais desta planilha e gere um gráfico que mostre o desempenho de cada ano lado a lado. Em seguida, resuma quais anos cresceram ou tiveram queda e apresente os percentuais de variação. Gráfico de comparação anual Captura de tela / Eduarda Melo Gráfico mostrando crescimento: permite acompanhar a evolução dos resultados ao longo do tempo. Gere um gráfico mostrando a evolução do crescimento ao longo do tempo. Calcule a taxa de crescimento entre cada período e destaque os momentos de maior aceleração ou desaceleração. Gráfico de evolução criado pelo ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo Gráfico de ranking: muito útil para identificar os produtos ou categorias com melhor desempenho. Crie um gráfico ranqueando os 10 produtos com maior faturamento. Organize em ordem decrescente e informe quanto cada um representa do total das vendas. Gráfico com ranking de produtos criado pelo ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo Dashboard com vários gráficos: ideal para obter uma visão geral da planilha em poucos segundos. Analise toda a planilha e monte um dashboard com os gráficos mais relevantes para entender os dados. Escolha automaticamente os melhores tipos de visualização, adicione títulos claros e explique os principais insights encontrados. ChatGPT pode criar varios gráficos ao mesmo tempo Captura de tela / Eduarda Melo 5. O ChatGPT escolhe o melhor gráfico automaticamente? Se você não souber qual visualização utilizar, é possível delegar essa decisão com a IA, com os prompts: "Analise esta planilha, identifique quais informações são mais importantes e escolha automaticamente o tipo de gráfico mais adequado para cada análise. Justifique por que cada visualização foi escolhida." "Antes de criar qualquer gráfico, limpe esta planilha removendo duplicatas, corrigindo categorias inconsistentes, tratando células vazias e padronizando datas. Depois, gere os gráficos mais úteis para analisar os dados e apresente um resumo das principais conclusões." Qual prompt usar? Não existe um único comando ideal para todas as situações. Se você já sabe qual informação deseja visualizar, como um ranking de categorias ou a evolução dos gastos por mês, vale a pena solicitar diretamente o tipo de gráfico desejado. Por outro lado, quando estiver explorando uma base de dados pela primeira vez, os prompts para criar um dashboard ou para deixar o ChatGPT escolher automaticamente as melhores visualizações costumam produzir análises mais completas e revelar insights que poderiam passar despercebidos. 6. Testamos: os gráficos ficaram bons? Para avaliar o desempenho do ChatGPT na criação de gráficos, realizamos testes com duas planilhas diferentes. A ideia foi verificar não apenas a qualidade das visualizações, mas também a capacidade da IA de interpretar os dados corretamente, sugerir análises relevantes e produzir resultados prontos para uso. As planilhas utilizadas foram: Planilha 1: controle financeiro pessoal, com despesas organizadas por mês, categoria, descrição e valor. Planilha 2: relatório de vendas mensais, contendo data da venda, produto, categoria, quantidade, faturamento e região. Em ambos os casos, utilizamos apenas o upload da planilha e prompts simples, sem qualquer edição manual dos dados antes da análise. Teste 1: controle financeiro Na planilha de despesas domésticas, o ChatGPT identificou automaticamente as categorias de gastos e criou diferentes visualizações, como gráfico de barras por categoria, gráfico de pizza mostrando a participação de cada tipo de despesa e gráfico de linhas com a evolução dos gastos ao longo dos meses. Também foi capaz de gerar um resumo destacando que a maior parte do orçamento estava concentrada em Mercado, Combustível e Energia, além de apontar meses com aumento significativo das despesas. O resultado ficou visualmente organizado e as explicações acompanharam os gráficos de forma clara, tornando a análise fácil de interpretar mesmo para quem não tem experiência com planilhas. Análise de gastos realizada pelo ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo Teste 2: relatório de vendas Na segunda planilha, o objetivo era analisar o desempenho comercial ao longo do tempo. O ChatGPT criou gráficos comparando o faturamento por mês, um ranking dos produtos mais vendidos e uma análise por categoria. Além das visualizações, identificou tendências de crescimento, períodos de queda e sugeriu possíveis fatores que poderiam explicar essas variações com base nos próprios dados. Outro ponto positivo foi a capacidade de escolher automaticamente tipos de gráficos diferentes para cada informação, sem que fosse necessário indicar manualmente qual visualização utilizar. O que avaliamos Durante os testes, consideramos cinco critérios principais: Avaliação do ChatGPT para criar gráficos Pontos positivos Durante os testes, alguns aspectos chamaram atenção: criação de gráficos em poucos segundos; escolha automática de visualizações adequadas em muitos casos; explicações em linguagem simples acompanhando cada gráfico; geração de tabelas-resumo junto com as visualizações; possibilidade de solicitar ajustes usando apenas comandos em linguagem natural. O que ainda pode melhorar Apesar dos bons resultados, o ChatGPT não substitui completamente ferramentas como Excel, Power BI ou Tableau quando o objetivo é construir dashboards altamente personalizados ou análises muito complexas. Em alguns momentos foi necessário pedir que a IA alterasse títulos, reorganizasse categorias ou utilizasse outro tipo de gráfico. Quando a planilha continha dados incompletos ou inconsistentes, a qualidade da análise também dependia de uma etapa prévia de limpeza. Valeu a pena? Nos testes realizados, o ChatGPT apresentou um desempenho bastante consistente. Para a maioria das planilhas de uso cotidiano, como controle financeiro, orçamento doméstico, vendas, pesquisas e notas escolares, ele consegue transformar dados brutos em gráficos e análises úteis em poucos minutos. Para usuários que desejam rapidez e praticidade, o resultado é excelente. Já para análises corporativas muito complexas, o ChatGPT funciona melhor como uma ferramenta complementar, acelerando a organização dos dados e a criação das primeiras visualizações antes da finalização em softwares especializados. 7. Limitações e cuidados Embora o ChatGPT facilite bastante a análise de planilhas, é importante conhecer suas limitações antes de utilizar os gráficos como base para uma tomada de decisão. Na maioria dos casos, os resultados são bastante satisfatórios, mas a qualidade das respostas depende diretamente da organização dos dados e da clareza das instruções fornecidas. Arquivos muito grandes O ChatGPT consegue trabalhar com planilhas relativamente extensas, mas arquivos com dezenas ou centenas de milhares de linhas podem exigir mais tempo para processamento ou tornar a análise menos eficiente. Em alguns casos, vale a pena dividir a base em partes menores ou solicitar análises específicas em vez de tentar processar toda a planilha de uma só vez. Gráficos muito complexos A IA produz excelentes gráficos para análises do dia a dia, como barras, linhas, pizza, dispersão e rankings. No entanto, quando o objetivo é criar dashboards altamente personalizados, gráficos interativos ou visualizações avançadas com múltiplos filtros e indicadores, ferramentas como Excel, Power BI ou Tableau continuam oferecendo mais recursos. Dados incompletos ou inconsistentes A qualidade dos gráficos depende diretamente da qualidade da planilha. Se houver células vazias, registros duplicados, categorias escritas de formas diferentes ou valores incorretos, os resultados também poderão ser afetados. Por isso, sempre que possível, peça ao ChatGPT para realizar uma etapa de limpeza antes de iniciar a análise. Esse cuidado reduz bastante a chance de erros e melhora a confiabilidade dos gráficos. Interpretações devem ser revisadas Embora o ChatGPT seja capaz de identificar tendências, comparar períodos e resumir informações, ele pode interpretar alguns dados de maneira equivocada, principalmente quando o contexto não está claro. Por exemplo, um aumento nas vendas pode ser descrito como uma tendência de crescimento, quando na realidade foi causado por uma promoção pontual. Da mesma forma, correlações encontradas nos dados não significam necessariamente uma relação de causa e efeito. Por esse motivo, é recomendável revisar as conclusões geradas pela IA, principalmente em análises financeiras, comerciais ou estratégicas. Colunas mal nomeadas podem gerar interpretações incorretas Outro ponto de atenção é a forma como as colunas são identificadas. O ChatGPT utiliza os títulos da planilha para compreender o significado de cada informação. Se os nomes forem pouco descritivos, abreviados ou ambíguos, a interpretação pode não ser a esperada. Utilizar nomes claros e objetivos facilita o entendimento da planilha e aumenta a precisão das análises produzidas pela IA. Diferenças entre o plano gratuito e o pago Os recursos disponíveis também variam de acordo com o plano utilizado. De forma geral, a versão gratuita permite anexar arquivos e realizar análises de planilhas, mas costuma ter limites de uso mais restritivos. Já os planos pagos oferecem maior capacidade de processamento, permitem trabalhar com arquivos mais complexos e normalmente disponibilizam limites mais altos para upload e análise de dados. Independentemente do plano, a forma de utilizar o ChatGPT é praticamente a mesma: basta anexar a planilha, informar o objetivo da análise e revisar os resultados antes de utilizá-los em relatórios ou apresentações. Boas práticas para evitar problemas Para obter análises mais confiáveis, vale a pena seguir algumas recomendações: mantenha apenas uma tabela por planilha, sempre que possível; utilize nomes claros para as colunas; remova informações desnecessárias antes do upload; peça que a IA limpe os dados antes de gerar gráficos; revise os resultados e confirme se os cálculos correspondem aos dados originais; trate os gráficos como um apoio à análise, e não como uma validação automática das informações. Seguindo essas boas práticas, o ChatGPT consegue produzir gráficos e análises bastante confiáveis para a maioria das situações, reduzindo significativamente o tempo gasto com organização e interpretação de planilhas. Como fazer planilha no Excel? Confira o guia com dicas e passo a passo 8. Vale a pena usar o ChatGPT para analisar planilhas? Na maioria das situações, sim. O ChatGPT consegue reduzir significativamente o tempo gasto com tarefas que normalmente exigem vários passos em programas como Excel ou Google Sheets. Em vez de organizar dados manualmente, criar tabelas dinâmicas e montar gráficos um a um, basta anexar a planilha e descrever o que você deseja analisar. A ferramenta é especialmente útil quando o objetivo é explorar rapidamente uma base de dados, identificar padrões, resumir informações e produzir gráficos para apresentações, reuniões ou relatórios. Além de gerar as visualizações, o ChatGPT explica os resultados em linguagem natural, o que facilita a interpretação mesmo para quem não tem experiência com análise de dados. O uso faz sentido para diferentes perfis de usuários: Estudantes que precisam analisar dados de pesquisas, trabalhos acadêmicos e projetos sem dominar ferramentas avançadas de planilhas. Profissionais de marketing que analisam campanhas, vendas, tráfego, conversões e desempenho de canais com frequência. Analistas que desejam acelerar a organização de bases de dados e obter rapidamente gráficos e resumos antes de aprofundar a análise. Pequenos empresários que precisam acompanhar faturamento, despesas, fluxo de caixa e indicadores do negócio sem investir em softwares de Business Intelligence. Quem trabalha frequentemente com Excel, mas quer economizar tempo na limpeza dos dados, criação de gráficos e elaboração de análises preliminares. Outro ponto positivo é que o ChatGPT funciona como um assistente durante todo o processo. Se o primeiro gráfico não ficar como esperado, basta solicitar alterações usando linguagem natural, como mudar o tipo de gráfico, incluir novas métricas, reorganizar categorias ou destacar informações específicas. Esse processo costuma ser mais rápido do que refazer a análise manualmente. Ao longo deste guia, vimos que o ChatGPT é capaz de interpretar planilhas, corrigir inconsistências, organizar dados, gerar tabelas-resumo, criar diferentes tipos de gráficos e identificar tendências automaticamente. Para a maioria das planilhas utilizadas no dia a dia, isso representa uma economia considerável de tempo e esforço. Ainda assim, é importante lembrar que a inteligência artificial deve ser utilizada como uma ferramenta de apoio. Embora produza análises consistentes na maior parte dos casos, ela pode interpretar incorretamente dados ambíguos, ignorar particularidades do contexto ou tirar conclusões inadequadas quando a planilha apresenta problemas de organização. Em resumo, o ChatGPT acelera a análise e a visualização dos dados, tornando o trabalho com planilhas muito mais produtivo. No entanto, quando as informações servirem de base para decisões financeiras, estratégicas ou empresariais, a revisão humana continua sendo indispensável para validar os resultados e garantir que as conclusões estejam corretas. Com informações de ChatGPT. Veja também: Como fazer a trend "loira" no ChatGPT ou Gemini Como fazer a trend "loira" no ChatGPT ou Gemini
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Melhor celular Xiaomi para comprar em agosto de 2026


Buscar o melhor celular Xiaomi para comprar em agosto de 2026 não é tarefa fácil, já que se trata de uma marca com um portfólio que cobre desde celulares de entrada até topos de linha que rivalizam com os principais flagships do mercado. Pensando em facilitar essa situação, reunimos seis modelos das linhas Redmi, POCO e Xiaomi avaliados por TechTudo, GSMArena e 91mobiles, com preços que vão de R$ 862 a R$ 4.499. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os selecionados, o Redmi 15C é o mais em conta da lista, por R$ 862 na Shopee, com tela grande e bateria de longa duração como principais atrativos. Já o Xiaomi 17T Pro, avaliado pelo GSMArena como um excelente aparelho completo com cara de topo de linha, é o mais caro, por R$ 4.499, também na Shopee. Os preços mencionados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, em agosto de 2026. Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Xiaomi 17T Pro e 17T se destacam pelo desempenho, câmeras, tela e autonomia de bateria. O Xiaomi 17T Pro é o modelo mais avançado da lista - Divulgação/Xiaomi 🔎Celular Xiaomi bom e barato: 5 opções que valem a pena Initial plugin text 📝 Celular Xiaomi vende mais que iPhone? Veja no Fórum do TechTudo Melhor celular Xiaomi para comprar em agosto de 2026: Xiaomi Redmi 15C — melhor entrada com tela grande e bateria robusta; Xiaomi Redmi Note 15 Pro — melhor equilíbrio entre tela, bateria e resistência; Xiaomi POCO X8 Pro — melhor para quem prioriza desempenho e autonomia em jogos; Xiaomi 15T Pro — melhor câmera com parceria Leica pelo menor preço da linha T; Xiaomi POCO F8 Ultra — melhor custo-benefício entre os topos de linha da lista; Xiaomi 17T Pro — melhor pacote completo, com câmera, tela e bateria de ponta. Como escolhemos os celulares? A seleção reúne seis modelos testados por diferentes publicações, considerando desempenho, câmeras, tela e autonomia de bateria de cada aparelho. A ordem segue o valor à vista nas lojas parceiras, do mais barato ao mais caro. O que avaliar antes de comprar um celular Xiaomi? Linha do aparelho: Redmi prioriza custo-benefício, POCO mira desempenho e jogos, enquanto a linha Xiaomi numerada concentra os recursos mais premium da marca, incluindo parcerias como a da Leica em câmeras. Certificação de resistência: nem todos os modelos têm o mesmo nível de proteção contra água e poeira, então vale checar a classificação IP antes de decidir. Suporte de software: o tempo de atualização garantido varia bastante entre as linhas da Xiaomi, então vale confirmar esse prazo antes de investir em um aparelho para usar por vários anos. Prioridade de uso: câmera, desempenho em jogos ou autonomia de bateria pesam de forma diferente para cada perfil, então vale identificar o que mais importa antes de escolher o modelo. 1. Xiaomi Redmi 15C (256 GB) — a partir de R$ 862 Lançado no fim de 2025, o Redmi 15C aposta em uma tela generosa de 6,9 polegadas para conquistar quem prioriza consumo de conteúdo. Segundo o review do 91mobiles, um dos mais respeitados benchmarks internacionais, o painel LCD com resolução HD+ e notch entrega uma experiência confortável para assistir a vídeos, mesmo com recursos mais simples que os de rivais diretos. Xiaomi Redmi 15C Reprodução/Xiaomi "O Redmi 15C entrega bem o básico para um smartphone de entrada", sintetiza o review. A taxa de atualização de 120 Hz ajuda a disfarçar as limitações da tela, garantindo rolagem suave e boa fluidez na navegação. Já o processador Dimensity 6300, segundo a análise, dá conta bem das tarefas cotidianas, mas fica devendo em jogos mais exigentes. A bateria de 6.000 mAh é o grande destaque do aparelho, com resultado de quase 19 horas no teste de benchmark PCMark. Por outro lado, a interface HyperOS vem carregada de aplicativos de terceiros e anúncios, o que pesa contra a experiência de uso segundo a publicação. O Xiaomi Redmi 15C está disponível na Shopee a partir de R$ 1.099. Prós: bateria de 6.000 mAh com ótima autonomia; tela grande de 120 Hz, ideal para consumo de conteúdo; design com acabamento que parece mais premium que o preço sugere. Contras: tela LCD com resolução apenas HD+; interface cheia de aplicativos pré-instalados e anúncios; câmeras medianas, com pouco espaço para testes criativos. 2. Xiaomi Redmi Note 15 Pro (512 GB) — a partir de R$ 1.461 Um degrau acima dos modelos de entrada da marca, o Xiaomi Redmi Note 15 Pro chega como um intermediário polido, que faz muita coisa certa sem tentar reinventar a categoria. De acordo com o GSMArena, a tela AMOLED de 6,83 polegadas com 12 bits de cor e suporte a Dolby Vision e HDR10+ é um dos pontos mais fortes do aparelho, chegando a atingir alto brilho nos testes da publicação. Redmi Note 15 Pro 5G: preço e ficha técnica do celular da Xiaomi Redmi Note 15 Pro oferece resolução quatro vezes maior, com sensor e abertura de lente superiores Reprodução/Xiaomi O novo design mais reto, com proteção Gorilla Glass Victus 2 na frente, deixou o aparelho mais robusto do que nunca, reforçado pela certificação IP68/IP69K contra água e poeira. A bateria de silício-carbono, "o ponto forte do aparelho" para o GSMArena, conta com 6.580 mAh e entregou cerca de 15,5 horas de uso ativo no teste da publicação, com carregamento de 45 W considerado adequado para a categoria. Por outro lado, a ausência de lente telefoto e a ultrawide de 8 MP, considerada um elo fraco tanto de dia quanto à noite, aparecem como as principais limitações do conjunto de câmeras, segundo a análise. É possível encontrar o Xiaomi Redmi Note 15 Pro na Shopee por R$ 1.461. Prós: tela AMOLED de 6,83 polegadas com Dolby Vision e HDR10+; certificação IP68/IP69K e vidro Gorilla Glass Victus 2; boa autonomia de bateria com carregamento de 45 W. Contras: sem lente telefoto dedicada; câmera ultrawide de 8 MP fraca, especialmente à noite; alto-falantes priorizam volume em vez de qualidade sonora. 3. Xiaomi POCO X8 Pro (512 GB) — a partir de R$ 2.471 Lançado no Brasil em 26 de março de 2026, o POCO X8 Pro mira quem prioriza desempenho e autonomia de bateria acima de tudo. Para o TechTudo, o jornalista Filipe Salles destacou o processador Dimensity 8500-Ultra como um dos pontos mais fortes do aparelho, com desempenho estável mesmo em jogos mais exigentes. Review: Poco X8 Pro entrega desempenho de alto nível e bateria duradoura Poco X8 Pro com capa (com marca) Julia Rabaça/TechTudo A tela AMOLED de 6,59 polegadas com 120 Hz e brilho máximo de 3.500 nits permaneceu legível até sob o sol do meio-dia durante os testes. Já a bateria de 6.500 mAh levou 24 horas para descarregar totalmente em uma rotina intensa, com carregamento HyperCharge de 100 W cumprindo a promessa de recarga completa em 48 minutos. O POCO X8 Pro é uma ótima opção para quem prioriza desempenho, bateria e tela. O processador Dimensity 8500-Ultra garante desempenho de alto nível para a categoria, inclusive em jogos exigentes, enquanto a bateria de 6.500 mAh consegue acompanhar uma rotina intensa de uso. A tela AMOLED de 120 Hz e o brilho elevado também tornam o aparelho interessante para assistir a vídeos e jogar. A principal ressalva fica por conta das câmeras: mesmo com boa nitidez durante o dia, a análise aponta perda de detalhes no HDR e inconsistência em ambientes com pouca luz, o que torna o conjunto menos indicado para quem prioriza fotografia. Na Shopee, o modelo é encontrado a partir de R$ 2.471. Prós: processador Dimensity 8500-Ultra com excelente desempenho em jogos; bateria de 6.500 mAh com carregamento de 100 W; tela AMOLED de 120 Hz com brilho de até 3.500 nits. Contras: câmeras ficam atrás de concorrentes da mesma faixa de preço; peso de 201 g pode incomodar em uso prolongado; recurso de compartilhamento por toque não funcionou nos testes com outras marcas. 4. Xiaomi 15T Pro (256 GB) — a partir de R$ 3.017 Lançado no Brasil em outubro de 2025, o Xiaomi 15T Pro chegou apostando tudo na parceria com a Leica para se diferenciar no segmento de câmeras. A jornalista Ana Letícia Loubak, do TechTudo, testou o conjunto fotográfico durante uma viagem ao Rio de Janeiro e destacou a lente principal de 50 MP com abertura f/1.6, projetada especificamente para cenários de pouca luminosidade. Xiaomi 15T Pro impressiona com câmeras Leica e zoom de 5x; veja testes Xiaomi 15T Pro com marca d'agua Cecile Mendonça A câmera telefoto periscópica, também de 50 MP, entrega zoom óptico real de até 5x, com resultados que a jornalista descreveu como próximos aos de modelos flagship muito mais caros. O Modo Retrato, desenvolvido em parceria com a Leica, também recebeu elogios pela naturalidade do desfoque e pela separação precisa entre objeto e fundo. Um dos diferenciais do 15T Pro está na integração entre a teleobjetiva e o modo Master Portrait, desenvolvido em parceria com a Leica. A combinação aplica efeitos de compressão de perspectiva típicos de lentes profissionais de 90 mm a 135 mm. Os resultados são retratos de nível profissional, com desfoque natural e transição suave entre o primeiro e o segundo plano, com uma separação precisa entre objeto e fundo, inclusive em detalhes como fios de cabelo cacheado. O aparelho também grava vídeo em até 8K a 30 quadros por segundo, recurso reservado normalmente aos topos de linha mais caros do mercado. Já a câmera ultrawide de 12 MP, apesar de cumprir seu papel, não impressiona tanto quanto as demais lentes do conjunto. O Xiaomi 15T Pro está disponível na Shopee a partir de R$ 3.017. Prós: câmera principal com lente Leica Summilux e ótimo desempenho em pouca luz; teleobjetiva de 5x com resultados de nível flagship; gravação de vídeo em até 8K. Contras: câmera ultrawide de 12 MP não impressiona tanto quanto as demais lentes; selfies perdem qualidade em ambientes internos à noite; zoom digital acima de 10x compromete bastante a nitidez. 5. Xiaomi POCO F8 Ultra (512 GB) — a partir de R$ 4.259 O POCO F8 Ultra chega como o topo de linha mais acessível da lista, com conjunto de câmeras totalmente reformulado em relação à geração anterior. Segundo o GSMArena, o novo sensor principal entrega ótimas fotos e vídeos tanto de dia quanto à noite, enquanto a teleobjetiva de 5x compensa bem a perda do zoom de 2,5x do modelo anterior. Poco F8 Ultra: veja preço e ficha técnica do celular da Xiaomi Poco F8 Ultra Reprodução/Xiaomi A tela OLED com certificação Dolby Vision atinge alto brilho nos testes da publicação, e os alto-falantes assinados pela Bose surpreenderam positivamente a análise. O processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 também recebeu elogios pela velocidade, embora a publicação tenha notado aquecimento e queda de desempenho em sessões mais longas. Por outro lado, a ausência de autofoco na câmera ultrawide e na selfie, além de uma tela sem tecnologia LTPO para controle mais granular da taxa de atualização, aparecem como concessões em relação a rivais diretos na mesma faixa de preço. Na Shopee, o modelo pode ser comprado a partir de R$ 4.259. Prós: câmera principal e teleobjetiva de 5x com resultados de nível flagship; alto-falantes assinados pela Bose, com qualidade acima do esperado; certificação IP68 e suporte a eSIM, novidade nesta geração. Contras: ultrawide e selfie sem autofoco; aquecimento e queda de desempenho em sessões mais longas; tela sem tecnologia LTPO para ajuste mais fino da taxa de atualização. 6. Xiaomi 17T Pro (512 GB) — a partir de R$ 4.499 O mais completo da lista, o Xiaomi 17T Pro chega com o processador Dimensity 9500 e um conjunto de câmeras que, segundo o GSMArena, coloca o aparelho à frente da maioria dos rivais diretos, com destaque para a teleobjetiva de zoom nativo de 5x. O design premium, com certificação IP68, também foi bem avaliado pela publicação. Xiaomi 17T Pro pode se tornar o celular mais potente da marca no Brasil caso seja lançado oficialmente no país Reprodução/Xiaomi "O 17T Pro impressiona mais uma vez com um excelente hardware de câmera em todos os aspectos, tela excelente, chipset de alta performance e carregamento rápido tanto com fio quanto sem fio", diz a análise do benchmark. A tela OLED grande e brilhante, com suporte a Dolby Vision, mantém o padrão elevado que a linha T já entregava, enquanto a bateria de 7.000 mAh se destacou como um dos maiores diferenciais desta geração, ao lado do carregamento rápido com e sem fio. Como ponto de atenção, segundo o GSMArena, nota-se que a taxa de atualização de 144 Hz da tela quase nunca é aproveitada na prática, e que o preço de lançamento fica elevado nos primeiros meses, tendendo a cair conforme o tempo passa, como costuma acontecer com a linha T da Xiaomi. É possível encontrar o modelo na Shopee por R$ 4.499. Prós: câmera com teleobjetiva de zoom nativo de 5x entre as melhores da categoria; bateria de 7.000 mAh com carregamento rápido com e sem fio; cinco anos de atualizações principais garantidos pela HyperOS. Contras: taxa de atualização de 144 Hz raramente aproveitada na prática; câmera ultrawide sem autofoco; preço de lançamento elevado nos primeiros meses. Com informações de Shopee, TechTudo (1, 2), GSMArena (1, 2, 3) e 91mobiles. Mais do TechTudo 🎥 Veja também: XIAOMI e HUAWEI: 6 smartwatches chineses que REALMENTE valem seu dinheiro XIAOMI e HUAWEI: 6 smartwatches chineses que REALMENTE valem seu dinheiro Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
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Não sabe o que assistir na Netflix? 10 indicações de filmes novos muito bons


Os filmes novos da Netflix sempre ocupam lugares entre os mais assistidos do catálogo, sendo pedidas ideais para quem não sabe o que assistir no streaming e gostaria de ver histórias inéditas. Recentemente, os lançamentos dos longas Dinheiro Suspeito (2026), Mensagens para Isabelle (2026) e Jogo do Predador (2026) deram o que falar no streaming, alcançando excelentes índices de audiência, com boa recepção da crítica e conquistando o público com tramas cativantes. 🍿 Os 20 filmes e séries mais assistidos da Netflix no 1º semestre de 2026 A verdade é que não faltam opções quem não sabe o que assistir na Netflix. Por isso, o TechTudo preparou uma lista completa com 10 indicações de filmes novos muito bons, para você conhecer os enredos, elencos, notas no IMDb e no Rotten Tomatoes, além de mais detalhes sobre cada produção! Veja, a seguir, tudo que voc precisa saber e boa maratona! 🎬 Melhores filmes de 2026: 15 opções excelentes para assistir em agosto 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Mensagens para Isabelle é um romance emocionante lançado recentemente Reprodução/Netflix 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Os melhores filmes novos da Netflix que o TechTudo separou para você: Máquina de Guerra (2026): Soldado do exército estadunidense enfrenta uma máquina extraterrestre supertecnológica que atacou sua unidade. Dinheiro Suspeito (2026): Descoberta de um esconderijo com 20 milhões de dólares desperta ganância e testa a confiança de um grupo de policiais. Como Mágica (2026): Em uma floresta fantástica, dois animais inimigos por natureza trocam de corpo e precisam se unir para reverter a magia. O Jogo do Predador (2026): Aventureira em luto passa a ser perseguida por um caçador maníaco e depende das habilidades como alpinista para sobreviver. Mensagens para Isabelle (2026): Uma jovem envia áudios para a falecida irmã, mas as mensagens vão parar no telefone de um rapaz, que se apaixona por ela. De Férias com Você (2026): Dois melhores amigos viajam juntos todos os verões, mas uma última aventura após dois anos afastados pode transformar a amizade em amor. Paixão de Escritório (2026): Após impor uma regra contra relacionamentos entre funcionários, CEO de empresa vive paixão secreta com advogado recém-contratado. Criaturas Extraordinariamente Brilhantes (2026): Idosa viúva começa a trabalhar no aquário da cidade e cria laços com um polvo inteligente e um jovem em busca de respostas. Primeiro As Damas (2026): Homem arrogante e mulherengo acorda em uma realidade em que as mulheres se comportam exatamente como ele e acaba provando do próprio remédio. Ataque Brutal (2026): Moradores de cidade devastada por furacão tentam escapar do avanço de tubarões famintos após inundações. 1. Máquina de Guerra (2026) O novo thriller de ação militar e sci-fi da Netflix apresenta Alan Ritchson (Reacher) como um soldado recruta da elite do exército dos Estados Unidos que precisa enfrentar uma máquina bélica altamente tecnológica, de origem extraterrestre, que caiu no planeta e atacou sua unidade durante um exercício de treinamento. Além de Ritchson, o elenco principal de Máquina de Guerra conta com Dennis Quaid (O Dia Depois de Amanhã) e Stephan James (Homecoming). 🍿 Máquina de Guerra vai ter continuação? Entenda o final do filme Netflix Gênero: Ação, ficção científica e suspense Direção: Patrick Hughes (O Guarda-Costas e o Assassino) Duração: 1 hora e 49 minutos Notas da crítica: 6,3 no IMDb e 66% de aprovação no RT Alan Ritchson como o soldado principal da trama de Máquina de Guerra Divulgação/Netflix 2. Dinheiro Suspeito (2026) Matt Damon e Ben Affleck, dupla que fez sucesso em Gênio Indomável, protagonizam esse suspense de ação policial baseado em uma história real. A trama é centrada em uma equipe de cinco policiais de Miami que encontra um esconderijo do tráfico de drogas com 20 milhões de dólares. A descoberta expõem ganâncias, medos e paranoias entre a unidade e coloca a confiança dos membros em jogo, enquanto são vigiados por uma investigação interna do departamento. O elenco de Dinheiro Suspeito conta ainda com Steven Yeun (The Walking Dead) e Teyana Taylor (Uma Batalha Após a Outra). Gênero: Suspense, ação e drama Direção: Joe Carnahan (A Perseguição) Duração: 1 hora e 55 minutos Notas da crítica: 6,8 no IMDb e 77% de aprovação no RT Matt Damon e Ben Affleck formam uma das parcerias mais famosas de Hollywood Divulgação/Netflix 3. Como Mágica (2026) Essa animação se passa em um mundo fantástico, onde dois animais acabam trocando de corpo por acidente. Apesar de serem inimigos por natureza, a pequena e terrestre Ollie e o majestoso pássaro Ivy são obrigados a deixar as diferenças de lado para tentar sobreviver e conseguir desfazer a magia. Estrelado por Michael B. Jordan (Pecadores) e Juno Temple (Ted Lasso) nas vozes principais, Como Mágica conta ainda com Tracy Morgan (Um Maluco na TV), Cedric the Entertainer (The Neighborhood), Justina Machado (One Day at a Time) e Ambika Mod (Um Dia) no elenco de dublagem. 🔎 Pookoo existe na vida real? Veja qual é o animal de Ollie em Como Mágica Gênero: Aventura e comédia Direção: Nathan Greno (Enrolados) Duração: 1 hora e 41 minutos Notas da crítica: 7,3 no IMDb e 69% de aprovação no RT Como Mágica se tornou um dos maiores sucessos da Netflix no campo da animação Reprodução/The Movie Database 4. Jogo do Predador (2026) Charlize Theron (Monster: Desejo Assassino) e Taron Egerton (Kingsman: Serviço Secreto) estrelam esse thriller de ação sobre uma aventureira que vive o luto e a culpa pela trágica morte da filha durante uma escalada. Após o acidente, ela decide se aventurar sozinha pela natureza selvagem da Austrália, na tentativa de se recompor. No entanto, mas o retiro isolado se transforma em uma fuga intensa contra um caçador psicopata que passa a perseguir a mulher. Ela, então, acaba dependendo da própria habilidade como alpinista para sair de lá viva. 🍿 O Jogo do Predador: veja final explicado do novo filme de suspense Netflix Gênero: Suspense e ação Direção: Baltasar Kormákur (Evereste) Duração: 1 hora e 37 minutos Notas da crítica: 6,1 no IMDb e 68% de aprovação no RT Charlize Theron é uma aventureira em luto em O Jogo do Predador Divulgação/Netflix 5. Mensagens para Isabelle (2026) Além de um trabalho ingrato e uma vida amorosa complicada, uma jovem confeiteira tenta lidar com a perda da irmã caçula. Para isso, grava mensagens de voz para ela, contando sobre sua vida caótica. O que não esperava é que os áudios estavam sendo enviados para o novo dono do número da irmã, um rapaz que acaba se apaixonando pela jovem. Essa é a sinopse de Mensagens para Isabelle, comédia romântica estrelada por Zoey Deutch (The Politician) e Nick Robinson (Com Amor, Simon). Gênero: Comédia romântica Direção: Leah McKendrick (Mexido) Duração: 1 hora e 58 minutos Notas da crítica: 7,3 no IMDb e 88% de aprovação no RT Mensagens Para Isabelle se destacou bastante nas últimas semanas na Netflix Reprodução/Netflix 🔎 Quer conhecer outros bons filmes para assistir em 2026? 15 melhores filmes de aventura para assistir em 2026 30 melhores filmes sáficos de todos os tempos 15 melhores filmes de ficção científica para assistir em 2026 15 melhores filmes de vampiro de todos os tempos 30 melhores filmes do Amazon Prime Video para assistir em 2026 12 melhores filmes de apocalipse da Netflix para assistir agora 15 filmes de suspense excelentes para assistir em 2026 15 melhores filmes de terror da HBO Max para assistir agora 12 melhores filmes de viagem no tempo para assistir em 2026 15 melhores filmes de suspense da HBO Max para assistir agora mesmo 6. De Férias com Você (2026) Outra nova comédia romântica muito boa da Netflix é De Férias com Você, baseada no best-seller de Emily Henry. Na trama, uma mulher extrovertida e aventureira mantém a tradição de viajar todo verão com o melhor amigo, um cara tímido e mais caseiro. No entanto, após dez anos passando as férias juntos, um desentendimento interrompe a amizade. Eles ficam afastados por dois anos, até que ela tenta reatar a relação convidando o rapaz para uma nova viagem, em uma aventura que pode transformar a amizade em amor. Com Emily Bader (Minha Lady Jane) e Tom Blyth (Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes) nos papéis principais, a produção conta também com atuações de Sarah Catherine Hook (Primeira Morte) e Lucien Laviscount (Emily em Paris). Gênero: Comédia romântica Direção: Brett Haley (Por Lugares Incríveis) Duração: 1 hora e 57 minutos Notas da crítica: 6,6 no IMDb e 78% de aprovação no RT Emily Bader como Poppy e Tom Blyth como Alex em cena de De Férias com Você Reprodução/Netflix 7. Paixão de Escritório (2026) Jennifer Lopez (Selena) e Brett Goldstein (Ted Lasso) protagonizam essa comédia romântica sobre a CEO de uma companhia aérea que decreta uma regra proibindo envolvimentos românticos entre funcionários. No entanto, ela mesma é colocada à prova em relação a isso com a chegada de um novo e atraente advogado na empresa, que, assim como ela, é viciado em trabalho, o que dá início a um relacionamento secreto. 🍿 10 filmes de romance como Paixão de Escritório, mas que são bem melhores Gênero: Comédia romântica Direção: Ol Parker (Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo) Duração: 1 hora e 54 minutos Notas da crítica: 5,8 no IMDb e 48% de aprovação no RT Paixão de Escritório é o novo filme de romance de sucesso da Netflix Divulgação/Netflix 8. Criaturas Extraordinariamente Brilhantes (2026) Baseado no best-seller de Shelby Van Pelt, esse drama comovente conta a história de uma idosa viúva e solitária que, para lidar com o luto pela morte trágica do filho, aceita um emprego como faxineira noturna no aquário da cidade onde mora. Ela acaba criando uma conexão com um polvo extremamente inteligente e um jovem recém-chegado à região, que busca respostas para um mistério familiar. Criaturas Extraordinariamente Brilhantes é estrelado por Sally Field (Norma Rae), Lewis Pullman (Top Gun: Maverick) e Alfred Molina (Homem-Aranha). Gênero: Drama Direção: Olivia Newman (Um Lugar Bem Longe Daqui) Duração: 1 hora e 53 minutos Notas da crítica: 7,7 no IMDb e 85% de aprovação no RT Criaturas Extraordinariamente Brilhantes é o novo filme de drama e mistério da Netflix Divulgação/MUBI 9. Primeiro As Damas (2026) Sacha Baron Cohen (Borat: O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América) e Rosamund Pike (Garota Exemplar) são as estrelas dessa comédia que satiriza os papéis tradicionais de gênero na sociedade. O longa segue um homem arrogante e mulherengo que, após dar de cara em um poste, acorda em um mundo paralelo onde as mulheres se comportam exatamente como o tipo de homem que ele é, o fazendo provar do próprio veneno. Gênero: Comédia Direção: Thea Sharrock (Pequenas Cartas Obscenas) Duração: 1 hora e 33 minutos Notas da crítica: 5,8 no IMDb e 26% de aprovação no RT Primeiro as Damas reflete e critica o comportamento masculino na sociedade Divulgação/Netflix 10. Ataque Brutal (2026) Esse thriller de terror de sobrevivência mostra a luta dos moradores de uma cidade devastada por um furacão. Não bastando a tempestade e as inundações, eles precisam se unir para escapar do avanço de tubarões famintos que invadiram áreas urbanas com a subida das águas. Ataque Brutal é estrelado por Phoebe Dynevor (Bridgerton), Whitney Peak (Gossip Girl) e Djimon Hounsou (Gladiador). 🍿 Ataque Brutal: entenda final explicado no novo filme de tubarão da Netflix Gênero: Suspense, terror e ação Direção: Tommy Wirkola (Noite Infeliz) Duração: 1 hora e 26 minutos Notas da crítica: 5,0 no IMDb e 45% de aprovação no RT Ataque Brutal é novo filme de terror e sobrevivência com tubarões em alta na Netflix Divulgação/Netflix Com informações de IMDb, JustWatch, MyDramaList e Rotten Tomatoes. 🎥 Seis truques da Netflix que você não está usando, mas deveria! Seis truques da Netflix que você não está usando, mas deveria! Mais do TechTudo Initial plugin text
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One UI 9.5: veja primeiras imagens vazadas e recurso de segurança para apps


As primeiras imagens da One UI 9.5 vazaram nesta sexta-feira (14). As capturas, publicadas pelo especialista Fahad Ali Javed no X (antigo Twitter), mostram o sistema rodando em um Galaxy S26 com novas sombras, efeitos de transparência e mudanças no aplicativo Telefone. O vazamento também revelou o App Lock, recurso nativo da big tech para proteger aplicativos com biometria, PIN, padrão ou senha. O lançamento oficial da One UI 9.5 deve ocorrer no início de 2027 com os novos celulares da linha Galaxy S27. 🔎 One UI 9 chega com Galaxy AI, Smart Switch aprimorado e Android 17 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos One UI 9.5: veja primeiras imagens vazadas e recurso de segurança para apps Reprodução/Vecteezy/Fahad Ali Javed/Editada com IA 📝 O que vai mudar no One UI 9? Veja no Fórum do TechTudo Índice Primeiras imagens mostram novo visual da One UI 9.5 One UI 9.5 terá bloqueio de aplicativos Quando a One UI 9.5 será lançada? Primeiras imagens mostram novo visual da One UI 9.5 As mudanças visuais são sutis e aparecem principalmente na forma como diferentes elementos se destacam do conteúdo exibido ao fundo. Widgets, barras flutuantes e botões apresentam sombras mais evidentes, enquanto alguns componentes receberam bordas mais brilhantes e efeitos translúcidos. O resultado é uma interface com maior sensação de profundidade, em contraste com elementos mais planos das versões anteriores. As capturas indicam, portanto, um refinamento do visual já adotado pela Samsung, e não uma reformulação completa da One UI. Outra mudança aparece no app Telefone. O ícone de pesquisa, atualmente localizado na parte superior da tela, foi levado para a barra flutuante inferior. O recurso também pode ganhar integração com a inteligência artificial da marca para localizar contatos, números de telefone e outras informações de maneira semelhante à busca geral do sistema. Primeiras imagens mostram novo visual da One UI 9.5 Reprodução/Fahad Ali Javed One UI 9.5 terá bloqueio de aplicativos A mesma versão interna também traz o App Lock em funcionamento. A ferramenta permite proteger aplicativos diretamente pela tela inicial ou gaveta de apps, sem precisar movê-los para um ambiente separado. Ao pressionar e segurar o ícone de um aplicativo, o usuário encontra um botão de cadeado entre as opções disponíveis. Depois de ativar a proteção, será necessário confirmar a identidade com biometria ou pelo método de desbloqueio do celular, como PIN, padrão ou senha, para abrir o software. O recurso também esconde o conteúdo das notificações e remove da tela inicial widgets e atalhos relacionados ao app bloqueado. Atualmente, a Samsung oferece a Pasta Segura para proteger aplicativos e arquivos, mas a ferramenta cria um ambiente separado no aparelho. App Lock protegerá aplicativos com senha, PIN ou biometria Reprodução/ Fahad Ali Javed Quando a One UI 9.5 será lançada? A expectativa é que a One UI 9.5, baseada no Android 17, seja apresentada com a linha Galaxy S27 no início de 2027. A Samsung, porém, ainda não anunciou oficialmente a atualização nem divulgou um cronograma de distribuição para outros celulares e tablets Galaxy. Atualmente, a fabricante trabalha para ampliar a disponibilidade da One UI 9 aos demais aparelhos compatíveis da marca. O sistema segue em fase de testes na linha Galaxy S26, que recebeu a quinta versão beta nesta semana, antes da liberação estável para mais dispositivos. Com informações de X e SammyFans Mais do TechTudo 🎥Veja também: ANDROID 17 CHEGOU!! Veja tudo que mudou no sistema operacional! ANDROID 17 CHEGOU!! Veja tudo que mudou no sistema operacional!
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iPhone Ultra não deve vir para o Brasil logo após lançamento; entenda


O iPhone Ultra terá lançamento exclusivo nos Estados Unidos, pelo menos é o que afirma o portal australiano ChannelNews. Segundo a reportagem exclusiva, um importante fornecedor chinês de componentes teria confirmado que a Apple enfrenta dificuldades relacionadas ao fornecimento de peças, aos testes e aos custos de produção do novo aparelho. Esse cenário poderia fazer com que diversos mercados, incluindo o Brasil, só recebam o primeiro iPhone dobrável da empresa meses após a estreia nos EUA. Além disso, o ChannelNews crava que a Apple apresentará o iPhone Ultra em 8 de setembro, na mesma data prevista para o anúncio da linha iPhone 18 Pro. A informação chama atenção porque a data ainda não havia sido divulgada por outras fontes. No entanto, a Apple não se manifestou sobre a suposta exclusividade nos Estados Unidos, os problemas de produção ou a data de lançamento. Dessa forma, todas as informações devem ser tratadas como rumores até que a companhia faça um anúncio oficial. 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 iPhone Ultra: vazamento revela possíveis cores e design 📸 iPhone 17 empata com Galaxy S26 Ultra em teste de câmera Imagem renderizada mostra como pode ser o visual do iPhone Fold sendo aberto Reprodução/Mashable ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Ainda de acordo com a reportagem exclusiva, após apresentar o iPhone Ultra no evento de lançamento e iniciar suas vendas nos Estados Unidos, a Apple deve levar o dobrável para a China, que seria o segundo mercado a receber o aparelho. A Austrália, por sua vez, pode enfrentar um atraso de dois a três meses em relação à estreia norte-americana. Entre os principais obstáculos estão as dificuldades no fornecimento de componentes e nos testes de produção, especialmente envolvendo a dobradiça e a tela dobrável, além dos elevados custos de fabricação do dispositivo. Outro ponto destacado pelo ChannelNews é que a Apple não deve revelar o preço do iPhone Ultra durante o evento de lançamento. A estratégia por trás da decisão ainda não está clara e pode ter como objetivo aumentar a expectativa em torno do aparelho ou evitar que o alto valor assuste potenciais compradores logo de início. Segundo o portal, o dobrável da Apple pode custar até AU$ 700 a mais que o Galaxy Z Fold 8, o que colocaria seu preço estimado em AU$ 3.699, cerca de R$ 13.697 em conversão direta. Caso a projeção se confirme, o iPhone Ultra chegaria ao mercado como um dos dobráveis mais caros de sua categoria. Vazamentos e protótipos indicam que o iPhone Ultra terá formato de dobrável estilo “passaporte”, semelhante ao Galaxy Z Fold 8 Reprodução/Weibo/Ice Universe Brasil deve receber o iPhone Ultra, mas com possível atraso Apesar do possível atraso, a expectativa é de que o iPhone Ultra também chegue oficialmente ao Brasil. O histórico da Apple no país indica que a empresa costuma lançar por aqui todas as suas principais gerações de iPhone. O que pode mudar é o prazo de chegada, além de eventuais diferenças de bandas e frequências e dos preços mais elevados em relação a outros mercados. Resta saber, portanto, quanto tempo o Brasil terá de esperar pelo primeiro iPhone dobrável. O país pode seguir um cronograma próximo ao da China, que deve ser o segundo mercado a receber o aparelho, ou enfrentar um atraso maior, de até três meses, como o previsto para a Austrália. Com informações de ChannelNews 🎥 Galaxy Z Fold 8: conheça o dobrável 'passaporte' da Samsung Galaxy Z Fold 8: tudo o que mudou no novo celular da Samsung
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Quando O Fim da Rua chega ao streaming? Veja previsão de estreia do filme


O filme O Fim da Rua estreou nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (13) e já vem despertando a curiosidade do público a respeito de quando o longa chegará ao streaming. Na trama, uma família é transportada para um lugar desconhecido após um misterioso evento cósmico e precisa se unir para sobreviver, lutando contra dinossauros. O elenco conta com os artistas Anne Hathaway (O Diário da Princesa) e Ewan McGregor (Moulin Rouge - Amor em Vermelho) nos papéis principais. Caso siga o tempo padrão de lançamentos, o longa deve chegar à HBO Max no último trimestre do ano. Com um pouco mais de uma hora e meia de duração, a produção americana conta ainda com direção assinada pelo cineasta David Robert Mitchell (Under the Silver Lake). E se você quer saber quando O Fim da Rua deve chegar ao streaming, confira todos os detalhes na matéria do TechTudo a seguir. 🎬 10 bons filmes de dinossauro que todo mundo deveria dar uma chance 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Quando O Fim da Rua chega ao streaming? Veja previsão de estreia do filme Reprodução/IMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Sinopse Ambientado em um subúrbio dos Estados Unidos em 1982, o enredo deste suspense de ficção científica segue os Platt, uma família que vê sua rotina ser interrompida por um misterioso fenômeno. Após um acontecimento inexplicável transformar completamente o ambiente ao redor da casa, os familiares descobrem que foram transportados para o período pré-histórico e, agora, precisam permanecer unidos para entender o que está acontecendo e encontrar uma maneira de sobreviver diante de uma ameaça que foge de sua compreensão. Elenco Além da dupla de atores Anne Hathaway e Ewan McGregor nos papéis dos protagonistas Denise e Greg Platt, resspectivamente, o elenco do filme O Fim da Rua ainda é composto por nomes como Maisy Stella (Meu Eu do Futuro) dando vida à Audrey Platt, Christian Convery (O Urso do Pó Branco) vivendo Brian Platt, Jordan Alexa Davis (Vampirina - O Show das Sinistras) como intérprete de Jeannette Christiansen, P. J. Byrne (A Hora da Sua Morte) como Mel Jacobs e muitos outros mais. O longa americano é estrelado por Ewan McGregor (à esquerda) e Anne Hathaway (à direita) Reprodução/IMDb Quando O Fim da Rua chega ao streaming? Até o momento, O Fim da Rua ainda não tem uma data oficial para chegar ao streaming. No entanto, como o longa é distribuído pela Warner Bros., a expectativa é de que ele fique disponível na HBO Max após sua passagem pelos cinemas. Vale lembrar que o mais comum é que os filmes entrem nas locadoras depois de 45 dias corridos desde a estreia e integrem os catálogos das plataformas depois de 90 dias, a depender da performance do filme nas bilheterias. Esse prazo está de acordo com previsão apontada pelo site Decider. De acordo com o portal, a chegada ao streaming pode acontecer entre o fim de outubro e o início de novembro, enquanto a compra ou o aluguel digital podem ser liberados antes, possivelmente em setembro. O filme O Fim da Rua conta com direção assinada pelo cineasta David Robert Mitchell Reprodução/IMDb Vale a pena assistir? Com primeiras impressões positivas entre o público e a crítica especializada, o filme O Fim da Rua vem sendo elogiado pela mistura de aventura, ficção científica e suspense, além das atuações de Anne Hathaway e Ewan McGregor nos papéis principais. E prova desse sucesso se reflete no agregador IMDb, por exemplo, onde o longa obteve uma pontuação de 6.6, enquanto na plataforma Rotten Tomatoes conquistou uma taxa de aprovação de 85% entre a imprensa e 70% no que refere-se aos espectadores. No geral, vale a pena, sim, assistir O Fim da Rua. Isso porque o longa promete agradar quem gosta de ficção científica, dinossauros e aventuras com clima nostálgico dos anos 1980. E mesmo com algumas escolhas que podem dividir o público, a produção consegue entregar uma experiência divertida e diferente, especialmente na tela grande, graças às sequências de ação e ao mistério que envolve a família Platt. Confira o trailer de O Fim da Rua: Com informações de Decider, IMDb e Rotten Tomatoes 🎥 Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Saiba Mais Initial plugin text
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HyperOS 4.0: veja lista de celulares Xiaomi que recebem primeiro e previsão


A Xiaomi lançou oficialmente nesta quinta-feira (13) o HyperOS 4, nova geração do sistema operacional da marca baseada no Android 17. O beta começa a ser distribuído nesta sexta-feira (14) na China e será ampliado em outras duas etapas até setembro, com celulares das linhas Xiaomi e Redmi. Além dos aparelhos já confirmados, builds encontradas nos servidores da fabricante antecipam dezenas de modelos que podem receber o software. Ainda não há previsão para o lançamento global. A seguir, veja lista de smartphones Xiaomi que recebem o update primeiro e previsão para futuras atualizações. 🔎 Xiaomi lança HyperOS 4: veja novidades e celulares que recebem primeiro 🔎HyperOS 4 terá visual exclusivo em celulares Xiaomi; veja quais vão receber HyperOS 4.0: veja lista de celulares Xiaomi que recebem primeiro e previsão Reprodução/XimiTime 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 📝 Redmi ou POCO: qual modelo da Xiaomi comprar? Veja no Fórum do TechTudo Índice Quais celulares recebem o HyperOS 4 primeiro? Quais outros celulares devem receber o HyperOS 4? O que muda no HyperOS 4? Quais celulares recebem o HyperOS 4 primeiro? A Xiaomi dividiu a distribuição inicial do beta do HyperOS 4 na China em três etapas. A primeira começa nesta sexta-feira (14), enquanto as próximas estão previstas para 27 de agosto e 17 de setembro. Vale mencionar que este cronograma é referente ao beta chinês. A companhia ainda não informou quando o sistema será disponibilizado em outros mercados, nem quando começará a distribuição global da versão estável. A partir de 14 de agosto Xiaomi 17 Ultra Xiaomi 17 Ultra Leica Edition Xiaomi 17 Pro Max Xiaomi 17 Pro Xiaomi 17 Redmi K90 Pro Max Redmi K90 Pro Max Champion Edition Redmi K90 A partir de 27 de agosto Xiaomi 17 Max Xiaomi 17T Pro Xiaomi 17T Xiaomi 15 Ultra Xiaomi 15 Ultra Dual Satellite Edition Xiaomi 15S Pro Xiaomi 15 Pro Xiaomi 15 Redmi K90 Max Redmi K90 Supreme Edition A partir de 17 de setembro Redmi K100 Pro Max Redmi K100 Pro Redmi K80 Pro Redmi K80 Supreme Edition Redmi K80 Xiaomi Mix Flip 2 Versão beta do HyperOS 4 estará disponível primeiro para celulares selecionados em três ondas de atualização Aline Barbieri/TechTudo Quais outros celulares devem receber o HyperOS 4? Além dos aparelhos incluídos no cronograma inicial, builds encontradas nos servidores da Xiaomi mostram que o HyperOS 4 está em desenvolvimento para outros celulares. Há versões em diferentes estágios de preparação e destinadas a mercados como Global, Europa, Índia, Indonésia, Rússia, Turquia e Taiwan. Vale ressaltar que a existência dessas builds não confirma quando cada modelo receberá a atualização, mas indica que o sistema está sendo preparado para os aparelhos. Xiaomi Xiaomi 15T Pro Xiaomi 15T Xiaomi Civi 5 Pro Xiaomi 14T Pro Xiaomi Mix Fold 4 Xiaomi Mix Flip Xiaomi 14 Ultra Xiaomi 14 Pro Xiaomi 14 Xiaomi 14 Civi / Xiaomi Civi 4 Pro Xiaomi 13T Pro Xiaomi Mix Fold 3 Xiaomi 13 Ultra Xiaomi 13 Pro Xiaomi 13 Redmi Redmi K90 Ultra Redmi Turbo 5 Max Redmi Turbo 5 Redmi Note 15 Pro Redmi Note 15 Pro 4G Redmi Note 15 5G Redmi 15C 5G / Redmi 17C 4G Redmi 15C 4G Redmi K80 Ultra Redmi Turbo 4 Pro Redmi Turbo 4 Redmi K70 Redmi K70E Redmi Turbo 3 Redmi Note 14 Pro+ Redmi Note 14 Pro Redmi Note 14 Pro 4G Redmi Note 14 4G Poco Poco F9 Ultra Poco F9 Pro Poco X8 Pro / Poco X8 Pro Iron Man Edition Poco M8 Pro 5G Poco M8x 5G Poco M7 Plus / Poco M8s Poco C95 Pro Poco C85x Poco F8 Ultra Poco F8 Pro Poco F7 Ultra Poco F7 Pro Poco F7 Poco X7 Pro Poco X7 Poco C85 5G Poco C85 4G Veja outros celulares da marca que podem receber o HyperOS 4 Julia Rabaça/TechTudo O que muda no HyperOS 4? O HyperOS 4 traz mudanças visuais, melhorias de desempenho e novos recursos de inteligência artificial. A interface adota o Soft Light Glass, que utiliza transparências, desfoques e efeitos de iluminação, além de alterações na tela de bloqueio, Central de Controle, widgets, pastas e apps do sistema. A Xiaomi também fez ajustes no HyperCore para melhorar o processamento e o gerenciamento de memória. Já o Super XiaoAi 2.0 amplia as funções de inteligência artificial e pode interpretar informações exibidas na tela e executar ações em diferentes aplicativos. A disponibilidade de alguns recursos pode variar conforme o aparelho. Atualização traz design repaginado e novos recursos Reprodução/XimiTime Com informações de XimiTime (1 e 2) Mais do TechTudo 🎥 ANDROID 17 CHEGOU!! Veja tudo que mudou no sistema operacional! ANDROID 17 CHEGOU!! Veja tudo que mudou no sistema operacional!
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6 jogos antigos de Nintendo Switch que ainda valem a pena jogar em 2026


O Nintendo Switch consolidou uma geração repleta de jogos populares baseados em franquias clássicas da "Big N", como Zelda, Mario e Animal Crossing. Esses títulos continuam extremamente divertidos, mesmo com o Nintendo Switch 2 já disponível no mercado. O TechTudo reuniu uma lista de jogos antigos em mídia física que ainda valem a pena conferir, seja para quem está estreando no console híbrido ou para quem deseja completar a coleção antes de migrar definitivamente para o novo aparelho. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O jogo mais barato da lista é Super Smash Bros. Ultimate, vendido a partir de R$ 296 na Shopee. Já Fire Emblem Three Houses está na outra ponta, custando a partir de R$ 499 no Mercado Livre. Os preços citados foram encontrados durante a apuração, em agosto de 2026, e estão sujeitos a alteração sem aviso prévio. A seguir, veja cinco opções disponíveis em lojas online para aproveitar os clássicos do Nintendo Switch sem gastar uma fortuna. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Mario Kart 8 se tornou um clássico da Nintendo; veja outros games Reprodução / Nintendo 🔎 Melhor videogame custo-benefício: 5 plataformas que valem a pena em 2026 Initial plugin text 📝 Tem GTA 5 para o Nintendo Switch? Confira no Fórum do TechTudo 6 jogos antigos de Nintendo Switch que ainda valem a pena jogar em 2026 Super Smash Bros. Ultimate (Nintendo Switch) — boa opção para quem gosta de jogos de luta e quer reunir a galera no mesmo sofá. Mario Kart 8 Deluxe (Nintendo Switch) — recomendado para quem curte jogos de corrida e quer competir com amigos. Animal Crossing: New Horizons (Nintendo Switch) — vale para quem busca jogos de comunidade e gestão de vida. The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Nintendo Switch) — ideal para fãs de mundo aberto com quebra-cabeças criativos. Super Mario Odyssey (Nintendo Switch) — indicado para quem curte plataforma clássica com toques de criatividade. Fire Emblem Three Houses (Nintendo Switch) — a pedida certa para fãs de estratégia por turnos e tramas políticas complexas. 1. Super Smash Bros. Ultimate (Nintendo Switch) — a partir de R$ 296 Super Smash Bros. Ultimate é indispensável para fãs de jogos de luta e para quem gosta de reunir a galera para jogar no mesmo sofá. Nessa versão definitiva, o jogador escolhe um lutador entre ícones da Nintendo, como Mario, Link e Samus, e convidados de outras franquias, com o objetivo de golpear os adversários em arenas de plataforma e usar itens para jogá-los para fora do cenário. Isso com um plantel de 89 lutadores, dezenas de mapas e mais de 900 composições musicais. 🥊 Review Super Smash Bros. Ultimate; leia a análise do TechTudo Super Smash Bros. Ultimate é jogo de luta com crossover de várias franquias Divulgação/Nintendo Segundo a análise do TechTudo, assinada por Murilo Tunholi, o game permite se divertir tanto sozinho quanto com amigos na mesma proporção. Contudo, o fato de algumas lutas do modo campanha se tornarem repetitivas e cansativas surge como o principal ponto negativo da experiência. Super Smash Bros. Ultimate é, com certeza, a versão definitiva que todo apaixonado pela franquia é obrigado a ter. Posso dizer que este é um game que justifica até mesmo a compra de um Nintendo Switch. Vendido a partir de R$ 296 na Shopee, o jogo é descrito por consumidores como uma boa opção para jogar em família, graças à variedade de cenários, personagens e diversão garantida. Vale ressaltar, no entanto, que as DLCs não estão inclusas, então nem todos os personagens estão disponíveis de cara. Prós: plantel com 89 lutadores; boa opção para jogar em família ou com amigos; grande variedade de cenários e trilha sonora. Contras: DLCs não inclusas, o que deixa parte do elenco de fora; algumas lutas do modo campanha consideradas repetitivas. 2. Mario Kart 8 Deluxe (Nintendo Switch) - a partir de R$ 301 Se você não tem o Nintendo Switch 2, mas ainda quer competir nas pistas do Reino do Cogumelo, Mario Kart 8 Deluxe é a escolha certa. O jogo de corrida traz dezenas de personagens concentrados no universo do encanador, pistas clássicas remasterizadas e suporte completo para partidas locais ou online. Com os modos multijogador e torneios na internet, há estrutura de sobra para se divertir tanto sozinho quanto acompanhado. 🏁 Review Mario Kart 8; leia a análise do TechTudo Mario Kart 8 Deluxe é ideal para fãs de corrida Divulgação/Nintendo A análise do TechTudo, por Murilo Molina, já exaltava o título na época do lançamento para Nintendo Wii U. Hoje, a experiência no Nintendo Switch é ainda melhor, com 60 FPS constantes que garantem fluidez visual, enquanto as novas mecânicas de direção assistida ajudam os iniciantes sem comprometer o nível de desafio. Com gráficos em alta definição e novas mecânicas, o game é mais uma cartada da gigante japonesa para tornar seu novo console mais atrativo ao grande público. A mídia física de Mario Kart 8 Deluxe está à venda por R$ 301 com cupom na Shopee, onde recebeu nota média de 4,9 de 5 estrelas. Em geral, comentários nas plataformas de varejo elogiam a diversão da gameplay, o desempenho consistente e a dublagem em português brasileiro. Prós: pistas clássicas remasterizadas; direção assistida que ajuda iniciantes sem prejudicar veteranos; suporte completo a partidas locais e online. Contras: poucas novidades em relação à versão original de Wii U. 3. Animal Crossing: New Horizons (Nintendo Switch) — a partir de R$ 310 Em Animal Crossing: New Horizons, os jogadores criam seus personagens e vivem em uma ilha deserta, onde podem construir casas, abrir lojas e pescar. Ideal para fãs de jogos de comunidade e de gestão agrícola, esse capítulo da franquia, iniciada originalmente no Nintendo 64, se destaca por inserir o público em uma rotina tropical estruturada em torno de interações sociais e customização de cenários. 🏝️ Review Animal Crossing New Horizons: game traz lindo visual e bom humor Em Animal Crossing: New Horizons é possível fazer diversas amizades pela cidade Foto: Reprodução/Steam O título é elogiado na review do TechTudo, assinada por João Furtado, por entregar um visual bonito, trilha sonora relaxante e uma história com boas pitadas de humor. Além disso, até oito usuários podem compartilhar a mesma região e jogar juntos. O jogo conta com gráficos e trilha sonora impecáveis. Outro ponto positivo é observar o desenvolvimento da sua ilha, que pode se tornar um verdadeiro prazer para o jogador. Além disso, o novo Animal Crossing respeita o tempo de desenvolvimento de cada player. A mídia física de New Horizons está disponível a partir de R$ 310 em plataformas de e-commerce como a Amazon e o Mercado Livre. Nesses sites, os consumidores relatam que o game é altamente viciante e relaxante, garantindo centenas de horas de diversão. Como ponto negativo, no entanto, muitos usuários destacam as telas de carregamento demoradas. Prós: visual bonito e trilha sonora relaxante; até oito jogadores podem dividir a mesma ilha; gameplay relaxante e viciante. Contras: telas de carregamento consideradas demoradas. 4. The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Nintendo Switch) — a partir de R$ 314 Eleito o Jogo do Ano no The Game Awards 2017, The Legend of Zelda: Breath of the Wild acompanha Link e Zelda contra Calamity Ganon no vasto mundo aberto de Hyrule. Responsável por uma nova era da franquia, o título oferece total liberdade na campanha e fortes elementos de RPG, sendo ideal para quem busca quebra-cabeças criativos e gosta de explorar sem um roteiro fixo. 🛡️ Review The Legend of Zelda: Breath of the Wild; leia a análise do TechTudo The Legend of Zelda: Breath of the Wild trouxe a fórmula de mundo aberto para a franquia e se tornou um dos mais aclamados ao lado de Ocarina of Time Divulgação/Nintendo O game une a clássica fórmula da série às tendências do mercado ocidental. Destacam-se também o ciclo de dia e noite, a variedade de biomas e o detalhado sistema de equipamentos, de acordo com a análise de Thomas Schulze para o TechTudo. The Legend of Zelda Breath of the Wild não é apenas um grande jogo, mas sim um dos melhores games de todos os tempos. O título é uma rara conquista técnica e artística. Assim como Ocarina of Time redefiniu os videogames para sempre. Com preço inicial de R$ 314 com cupom na Shopee, o game recebe 5 estrelas. Ele é muito elogiado pela introdução de mecânicas inovadoras como Stasis e Magnesis, além da localização em português do Brasil e do mundo aberto muito rico. Não há comentários negativos até a publicação desta matéria. Prós: liberdade de exploração pioneira no gênero; mecânicas inovadoras como Stasis e Magnesis; localização em português do Brasil. Contras: durabilidade das armas considerada baixa por parte dos jogadores. 5. Super Mario Odyssey (Nintendo Switch) — a partir de R$ 314 Super Mario Odyssey traz uma gameplay inspirada em Mario 64 e voltada para todos os públicos. Na aventura, é possível explorar ambientes em 3D usando as acrobacias de Mario e seu chapéu mágico Cappy, capaz de possuir inimigos e objetos e ganhar suas habilidades. O jogador viaja por vários reinos com temáticas únicas para salvar a Princesa Peach, novamente sequestrada pelo vilão Bowser, com a ajuda de um grupo de coelhos chamados Broodals. 🍄 Review Super Mario Odyssey; leia a análise do TechTudo Mario e o chapéu Cappy formam uma dupla em Super Mario Odyssey Divulgação/Nintendo No teste feito pelo TechTudo, assinado por Felipe Vinha, o redator disse que esse é um dos melhores jogos da série e destacou a gameplay divertida. Não à toa, é uma boa pedida tanto para crianças quanto para jogadores experientes que gostam de plataforma criativa. Super Mario Odyssey muda completamente a forma de jogar 'Mario' e nos coloca em um ambiente mais aberto, sem fases delimitadas, e com novos poderes incríveis.A presença de Cappy, chapéu 'vivo' que te permite tomar controle de inimigos e objetivos, apresenta não só uma nova forma de controle, mas também de ataque À venda por R$ 314 com cupom na Shopee, o game é geralmente elogiado em plataformas de varejo devido à gameplay e controles diferenciados, além do nível de desafio moderado. Até o momento desta publicação, não há comentários negativos. Prós: personagem Cappy que torna a gameplay diferenciada; ambientação variada entre os reinos; nível de desafio moderado e acessível. Contras: não há comentários negativos até o momento desta publicação. 6. Fire Emblem Three Houses (Nintendo Switch) — a partir de R$ 499 Fire Emblem Three Houses é um RPG ideal para quem aprecia jogos de estratégia e tramas políticas complexas ao estilo Game of Thrones. Na história, o jogador controla Byleth, um ex-mercenário misterioso que assume o cargo de professor na prestigiada academia de oficiais do Mosteiro de Garreg Mach. Nesse ambiente, é necessário escolher e liderar uma das três casas estudantis que representam as nações do continente: Black Eagles, Blue Lions ou Golden Deer. Cada uma das três casas de Fire Emblem Three Houses têm seus próprios heróis Reprodução/Nintendo eShop A jogabilidade combina batalhas táticas em turnos, ambientadas em mapas quadriculados, com um profundo sistema de simulação social. A análise do site GameSpot exalta que essa estrutura também se faz presente em títulos como Persona 5, Metaphor: ReFantazio e Shin Megami Tensei 5: Vengeance. Cultivar relacionamentos durante as batalhas aproxima você de cada um dos personagens, fazendo com que queira dedicar ainda mais tempo a eles na sala de aula. Cada elemento alimenta o próximo em um ciclo gratificante e envolvente, no qual você se perde na experiência como um todo, e não apenas nos detalhes. A mídia física de Fire Emblem Three Houses está custando R$ 499 no Mercado Livre. Avaliações destacam o alto fator de replay motivado pelas quatro rotas narrativas disponíveis. Em contrapartida, as críticas negativas mencionam a ausência de uma customização profunda do protagonista e o baixo nível de desafio das batalhas nas dificuldades padrão. Prós: alto fator de replay; mistura entre batalhas táticas e simulação social. Contras: ausência de customização detalhada para o protagonista; baixa dificuldade nas batalhas padrão. Com informações de Mercado Livre, Amazon, Shopee, GameSpot, The Punished Backlog e New Game Network Mais do TechTudo 🎥 Veja também: Nintendo Switch 2 vale a pena mesmo? Veja vantagens e desvantagens! Nintendo Switch 2 vale a pena mesmo? Veja vantagens e desvantagens! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026
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5 jogos de futebol para testar antes do lançamento do EA FC 27


Perto do lançamento do EA Sports FC 27, os fãs de futebol podem aproveitar para conhecer jogos que oferecem experiências diversas dentro do gênero. Pensando nisso, o TechTudo preparou uma lista com 5 jogos de esporte que valem a pena testar enquanto o novo game da EA Sports não é lançado. Seja para quem quer mergulhar em partidas competitivas ou em uma proposta mais arcade, há alternativas que podem garantir várias horas de diversão. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp A seleção reúne jogos de diferentes estilos, levando em consideração a qualidade dos games, que foram testados e aprovados pela equipe do TechTudo. Os preços também foram considerados durante a apuração, com o Rematch sendo o item mais barato da lista, encontrado por R$ 149 no Mercado Livre, e o PES 2021 aparecendo como a opção mais cara, a partir de R$ 443 na mesma varejista. Os valores citados foram consultados durante a produção da matéria, em agosto de 2026, e podem sofrer alterações posteriormente. A seguir, confira a lista completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos EA FC 26 está disponível para PS5, Xbox Series e Nintendo Switch Reprodução/Steam 🔎7 jogos de navegador de futebol perfeitos para testar os seus conhecimentos Initial plugin text 📝Jogos de futebol online: qual escolher? Confira no Fórum TechTudo 5 jogos de futebol para testar antes do lançamento de EA Sports FC 27 Rematch Elite Edition (PS5): ideal para quem busca uma experiência de futebol mais arcade, com partidas rápidas e foco na habilidade individual; EA Sports FC 26 (PS5): indicado para quem procura uma experiência de futebol competitiva, com diferentes estilos de jogo; Football Manager 26 (PS5): melhor para quem gosta de assumir o comando de um clube, montar táticas e administrar todos os aspectos da equipe; Rocket League: Collector's Edition (PS4): melhor para quem procura partidas rápidas e divertidas que misturam futebol, carros e muita ação; PES 2021 (PS4): opção para quem quer uma experiência de futebol tradicional e pode usar Option Files para manter elencos, uniformes e times atualizados. 1. Rematch Elite Edition (PS5) - a partir de R$ 149 Lançado para PS5, Xbox Series X, Xbox Series S e PC, Rematch é um jogo de futebol em terceira pessoa desenvolvido pela Sloclap, mesma responsável por Sifu, que aposta em uma experiência totalmente arcade. O game foge das regras comuns do futebol e coloca até cinco jogadores de cada lado do campo, sem funções fixas para os atletas. Dessa forma, é necessário coordenar jogadas com os companheiros e ter habilidade suficiente para superar os adversários. Rematch é novo jogo de futebol competitivo multiplayer online dos criadores de Sifu Reprodução/Steam Em sua review para o TechTudo, Bruno Magalhães destacou que Rematch lembra uma versão moderna de FIFA Street, principalmente pela liberdade oferecida durante as partidas. As paredes do campo podem ser utilizadas para realizar passes e fintas, além de chutes ao gol, enquanto qualquer jogador pode assumir a função de goleiro ao entrar na área. A gameplay, porém, exige bastante prática, já que os comandos devem ser executados muito rapidamente. "Rematch foi a maior diversão que eu tive com jogos de futebol desde o saudoso FIFA Street, podendo suprir facilmente a carência dos jogadores por um futebol mais descontraído e mecanicamente engajante." O jogo também possui uma grande variedade de formatos e uma proposta voltada para partidas entre amigos. Ele permite disputar confrontos 3v3, 4v4 e 5v5, com campos de diferentes tamanhos para cada modalidade, além de oferecer salas privadas para reunir grupos maiores. As partidas são realizadas em domos tecnológicos que podem apresentar diversos cenários, indo desde florestas até estações espaciais. No entanto, Bruno ressalta que o jogo apresenta alguns problemas, principalmente na forma como ensina suas mecânicas. O tutorial é pouco eficiente e pode fazer com que jogadores avancem sem entender completamente os comandos, enquanto a interface de remapeamento também apresentou problemas de responsividade. O matchmaking ainda pode prejudicar a experiência quando jogadores abandonam ou sabotam as partidas, além de problemas de conexão observados durante os testes. Ainda assim, o game vale muito a pena, especialmente para quem procura um futebol mais descontraído, por R$ 149, preço do game no Mercado Livre. Prós: gameplay arcade criativa; mecânicas recompensadoras; partidas divertidas entre amigos; uso das paredes nas jogadas; diferentes formatos de partidas. Contras: curva de aprendizado elevada; tutorial pouco eficiente; problemas de interface; matchmaking pode prejudicar as partidas; problemas de conexão. 2. EA Sports FC 26 (PS5) - a partir de R$ 226 Nada melhor para se aquecer para o EA Sports FC 27 do que jogar o seu antecessor. O EA Sports FC 26 foi responsável por trazer mudanças na gameplay para corrigir problemas que acompanhavam a franquia há anos. A maior novidade é a divisão do modo de jogo em dois estilos: a Gameplay Autêntica, voltada para quem busca uma experiência mais próxima do futebol real, e a Gameplay Competitiva, com partidas mais rápidas, especialmente nos modos online. EA Sports FC 26 traz o novo capítulo da série de futebol da Electronic Arts com melhorias baseadas em comentários dos fãs Reprodução/Steam A análise do EA Sports FC 26 para o TechTudo foi realizada por Victor Bastos, que atribuiu nota 8,3 ao jogo e considerou a gameplay uma das melhores já apresentadas pela franquia. Entre os principais avanços estão os goleiros, que passaram a se posicionar melhor e a dar menos rebotes, além dos desarmes, que agora exigem mais participação manual. A gameplay competitiva também foi elogiada por resgatar uma dinâmica mais acelerada, enquanto a gameplay autêntica, por suas partidas mais cadenciadas. Outros modos também receberam novidades, embora a análise considere que elas ainda não sejam suficientes para provocar uma grande renovação na franquia. O Modo Carreira ganhou eventos ao vivo, um Mercado de Treinadores, negociações de contrato mais difíceis e acontecimentos capazes de alterar o rumo das temporadas. Já o Ultimate Team recebeu os Torneios e a Liga Desafiantes, além de punições para quem abandona partidas. A manutenção da engine Hypermotion V não foi vista como um problema diante dos avanços na gameplay. O jogo é um dos que mais me agradou jogar nos últimos anos, e fez até amigos meus que estavam descrentes do título elogiarem. A mudança na gameplay, mesmo que sutil, funcionou como uma borracha, que limpou de maneira fina as arestas sujas. O jogo é bom, e vale a pena o teste puramente por ter a melhor jogabilidade dos últimos anos, pelo menos por enquanto. Por outro lado, Victor ressalta que o Modo Carreira ainda carece de novidades capazes de recuperar o envolvimento presente em capítulos antigos, enquanto o Ultimate Team continua muito dependente de seus formatos tradicionais. A análise também aponta problemas de estabilidade nos servidores, com variações de latência durante algumas partidas, além de pequenas falhas de otimização nos menus. Mesmo com essas questões, o TechTudo considera o EA FC 26 um dos melhores capítulos recentes da franquia, especialmente pela evolução da gameplay. Atualmente, é possível comprar a versão para PS5 na Amazon por R$ 226. Prós: gameplay entre as melhores da franquia; dois estilos de jogabilidade; goleiros mais inteligentes; marcação menos automatizada; melhorias nos desarmes; boa qualidade gráfica. Contras: Modo Carreira ainda pouco renovado; Ultimate Team com poucas mudanças estruturais; servidores instáveis; pequenos problemas de otimização nos menus. 3. Football Manager 26 (PS5) - a partir de R$ 252 Após dois anos sem atualizações, o Football Manager 26 chegou com a promessa de renovar a tradicional experiência de gerenciamento da franquia. Desenvolvido pela Sports Interactive e pela SEGA, o jogo recebeu melhorias nas animações e na ambientação das partidas. A principal novidade fica por conta da inclusão do futebol feminino, com diversas ligas e competições licenciadas, além da chegada de uma parceria com a FIFA para a Copa do Mundo de 2026. Football Manager 26 coloca o player no papel de técnico de uma dentre as milhares de equipes de futebol do mundo Divulgação/Sports Interactive Francisco Paulo foi o responsável pela análise do jogo para o TechTudo e destacou os gráficos e as mecânicas como alguns dos principais pontos positivos da nova versão. A mudança para o motor Unity trouxe uma evolução visual em relação ao antecessor, com gráficos e ambientações mais realistas. Dentro do campo, aspectos como chutes, passes, dribles, posicionamento e, principalmente, bolas paradas também receberam melhorias, apresentando movimentos mais variados. As táticas também foram completamente repaginadas, permitindo criar formações específicas para momentos com e sem a posse de bola. Apesar de ainda ter que lidar com bugs e estar enfrentando dificuldades para se adaptar aos novos menus, eu acho que a franquia precisava se renovar. O novo motor gráfico traz um mundo de possibilidades ainda pouco explorado na gameplay, e as abordagens táticas trazem novos desafios. Outra novidade importante está na reformulação dos menus, que agora foram pensados para facilitar a navegação com controles, especialmente nos consoles. Porém, a mudança pode causar estranhamento para aqueles jogadores veteranos, já que informações importantes, como transferências e os dados dos atletas, ficaram mais escondidas. Em contrapartida, a chegada do futebol feminino também amplia consideravelmente o conteúdo disponível, com competições de países como Inglaterra, Alemanha, Itália, Estados Unidos e Japão. Apesar das qualidades, Francisco ressalta que Football Manager 26 ainda apresenta alguns problemas, principalmente na adaptação aos novos menus e em determinados bugs. A evolução gráfica também possui limitações, com estádios e torcidas que ainda ficam abaixo do nível de detalhamento de outros jogos de futebol. Mesmo assim, a análise considera que a franquia precisava de uma renovação após o período de dois anos sem atualizações. A versão para PS5 do game está disponível na Amazon a partir de R$ 252. Prós: novo motor gráfico; táticas completamente reformuladas; melhorias nas mecânicas dos jogadores; inclusão do futebol feminino; novas ligas e competições; menus adaptados para controle. Contras: novos menus podem confundir jogadores veteranos; alguns bugs; detalhes de estádios e torcida ainda deixam a desejar; adaptação à nova interface pode ser difícil. 4. Rocket League: Collector's Edition (PS4) - a partir de R$ 302 Fugindo completamente do futebol convencional, Rocket League transforma o esporte em partidas disputadas por carros. Desenvolvido pela Psyonix Studios, o jogo coloca equipes de até quatro veículos em um campo para tentar empurrar uma enorme bola até o gol adversário. A gameplay dispensa algumas das regras tradicionais do futebol, como laterais e linhas de fundo, permitindo ainda que os carros utilizem as paredes do estádio para alcançar a bola e criar jogadas. Rocket League aparece em nova versão feita na Unreal Engine 6 e surpreende jogadores Reprodução/Epic Games André Luiz de Mello Pereira atribuiu nota 8,8 ao jogo em sua análise para o TechTudo e destacou a facilidade para dominar seus comandos. Além dos controles de aceleração e freio, os carros possuem boost, freio de mão e a possibilidade de realizar saltos, incluindo um segundo pulo. A simplicidade dos controles faz com que o jogador consiga se adaptar rapidamente, mas a velocidade das partidas exige cada vez mais habilidade para realizar os comandos. O resultado é uma gameplay caótica e, ao mesmo tempo, bem técnica. Rocket League tinha tudo para dar errado, mas o seu conceito bizarro acabou dando tão certo que chega a ser um absurdo. Provavelmente uma das melhores experiências multiplayer do ano até o momento, o game tem tudo para tomar várias horas de jogadores ao redor do mundo. Outro ponto elogiado é a variedade de situações que podem surgir durante as partidas, que dificilmente permitem ao jogador ficar parado. É possível realizar jogadas espetaculares utilizando os carros. Rocket League também conta com um sistema de experiência que libera itens para personalizar os veículos, como bandeiras, chapéus, pinturas e vários modelos de carro. O multiplayer é outro destaque, com partidas locais e online, além de cross-play entre PS4 e PC. A análise ressalta que os servidores poderiam ser mais estáveis, sendo esse o principal ponto negativo apontado na review. Fora isso, Rocket League se destaca pela capacidade de transformar uma ideia aparentemente absurda em uma experiência multiplayer extremamente divertida. A união entre futebol e carros faz do título uma alternativa interessante para quem quer experimentar algo diferente antes do EA Sports FC 27. A Collector's Edition do game para PS4 pode ser encontrada na Amazon por R$ 302. Prós: jogabilidade fácil de aprender; partidas emocionantes; gameplay frenética; multiplayer divertido; cross-play entre PS4 e PC; bons gráficos. Contras: servidores poderiam ser mais estáveis. 5. PES 2021 (PS4) - a partir de R$ 443 PES 2021 foi lançado em 2020 para PS4, Xbox One e PC, e chegou ao mercado como uma atualização de temporada, mantendo praticamente a mesma estrutura do antecessor. O game preserva os principais modos, como Master Liga, myClub e Become a Legend, enquanto atualiza os elencos. No Brasil, o título mantém as Séries A e B, com estádios como Maracanã, São Januário e Morumbi, embora algumas perdas de licenciamento, como Palmeiras e Maracanã, sejam sentidas. PES 2021 foi o último PES antes da mudança para efootball Divulgação/Konami Yuri Hildebrand, do TechTudo, testou o jogo e deu nota 8,4, destacando a qualidade dos gráficos, a jogabilidade já consolidada e a presença dos clubes brasileiros. A Master Liga continua sendo um dos principais atrativos, permitindo iniciar campanhas desde a Série B e disputar competições nacionais. Apesar das poucas novidades em relação ao PES 2020, a atualização dos times e dos uniformes ajuda a manter a experiência interessante para quem gosta de futebol brasileiro. Game mantém praticamente tudo do PES 2020, com bons gráficos, jogabilidade (sutilmente) melhorada e menus simplificados. Principal atrativo, Campeonato Brasileiro tem Palmeiras genérico e perde Maracanã, mas agrada na atualização de uniformes e equipes. O que faz um game tão antigo ser uma boa opção atualmente é a possibilidade de utilizar Option Files, arquivos criados pela comunidade que atualizam elencos, uniformes, escudos e até faces dos jogadores. Com eles, é possível deixar o game muito mais próximo do futebol atual, mesmo anos após seu lançamento. Para quem procura um simulador tradicional e não se importa com a ausência de algumas licenças oficiais, a ferramenta ajuda a prolongar bastante a vida útil do título. Por outro lado, o game sofre com a falta de novidades oficiais e com o licenciamento limitado de diversas equipes europeias. Ainda assim, a boa jogabilidade, os gráficos e a possibilidade de atualizar o conteúdo por meio dos Option Files fazem do PES 2021 uma opção interessante para os fãs da franquia. A versão de PS4 do jogo está disponível no Mercado Livre a partir de R$ 443. Prós: boa jogabilidade; gráficos de alta qualidade; Master Liga; times brasileiros; possibilidade de usar Option Files. Contras: poucas novidades em relação ao PES 2020; licenças limitadas; ausência de algumas equipes e estádios. Com informações de Amazon, Casas Bahia, Magazine Luiza, Mercado Livre, Shopee e TechTudo. Mais do TechTudo 🎥 Veja também: NEYMAR DE VOLTA NO EA FC! Simulamos a cartinha dele NEYMAR DE VOLTA NO EA FC! Simulamos a cartinha dele Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
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Melhor TV TCL: 8 modelos com ótimo custo-benefício para comprar em 2026


Escolher a melhor TV TCL pode fazer a diferença para quem busca tecnologias como QLED, resolução 4K e sistema operacional Google TV sem abrir mão de preços competitivos. A marca chinesa oferece desde modelos de entrada, voltados para quartos e ambientes menores, até televisores premium com taxa de atualização de 144 Hz, som Dolby Atmos e telas de até 85 polegadas. Essa variedade permite atender tanto quem busca economia no dia a dia quanto quem procura recursos avançados para jogos, streaming e uma experiência mais próxima do cinema em casa. A proposta é oferecer tecnologia de ponta sem abrir mão de um bom custo-benefício em comparação com a concorrência. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você economizar 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Com isso em mente, o TechTudo separou oito modelos de TVs TCL disponíveis atualmente em grandes marketplaces. A TCL 32” S5K aparece como a opção mais em conta da seleção, custando R$ 949 na Amazon e sendo indicada para quartos e ambientes menores. Já a TCL 85” P7K é a mais robusta, saindo por R$ 8.169 nas Casas Bahia e voltada para quem busca uma experiência de cinema em casa. Entre as opções intermediárias, a TCL 55” C6K se destaca pela tela Mini-LED e pela taxa de atualização de 144 Hz, ideal para jogos, e pode ser encontrada por R$ 3.229 na Amazon. Os preços citados foram verificados durante a apuração da matéria, em agosto de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Confira as melhores smart TVs da TCL para comprar em 2026 Divulgação/TCL 🔎 Qual marca de TV é melhor: TCL ou Samsung? Comparamos para te ajudar Initial plugin text Lista das melhores TVs TCL em 2026 TCL 32” S5K – opção mais acessível TCL 50” P7L – equilíbrio entre preço e recursos TCL 50” P7K – som e sistema modernos TCL 55” P8K – melhor para jogos TCL 55” C6K – tela Mini-LED e alta taxa de atualização TCL 65” P7K – tela grande com bom acabamento TCL 75” P7L – mais recursos para cinema em casa TCL 85” P7K – maior tela e som premium Como escolhemos as melhores TVs TCL? Para montar a lista, consideramos modelos disponíveis em grandes marketplaces, como Amazon, Mercado Livre e Shopee, avaliando o conjunto de recursos oferecidos por cada aparelho. Selecionamos apenas TVs com nota mínima de 4,5 estrelas, bom volume de avaliações e recursos relevantes para cada faixa de preço, do modelo mais básico ao mais completo. Também levamos em conta as opiniões dos consumidores sobre desempenho, qualidade de imagem, som e durabilidade, além de aspectos como conectividade, sistema operacional e recursos voltados para jogos, que fazem diferença na experiência final do usuário. Qual é a melhor TV TCL? A escolha depende do tipo de uso e do orçamento disponível para a compra. Para quem busca economia, a TCL 32” S5K e a TCL 50” P7L entregam recursos essenciais por preços mais baixos, sendo boas opções para quartos ou uso secundário. Já modelos intermediários, como a TCL 55” P8K e a TCL 65” P7K, equilibram tela grande, boa qualidade de imagem e recursos voltados para jogos, com taxas de atualização mais altas. No segmento premium, a TCL 75” P7L e a TCL 85” P7K se destacam pelo tamanho de tela, pelo brilho aprimorado e pelos recursos de áudio mais avançados, voltados para quem quer uma experiência mais imersiva em casa. O que observar antes de comprar uma TV TCL? Antes de escolher uma TV TCL, vale ficar atento a alguns pontos: Conectividade: portas HDMI, USB e Bluetooth ampliam as possibilidades de uso do aparelho, permitindo conectar consoles, soundbars e outros dispositivos externos; Sistema operacional: o Google TV facilita o acesso a aplicativos de streaming e comandos por voz, além de permitir personalização de recomendações de conteúdo; Taxa de atualização: valores mais altos, como 120 Hz ou 144 Hz, favorecem jogos e cenas de ação, reduzindo o borrão em movimentos rápidos na tela; Resolução: TVs 4K oferecem mais nitidez e detalhes em comparação a modelos Full HD, especialmente em telas maiores, onde a diferença de qualidade fica mais evidente; Tamanho da tela: modelos maiores exigem mais distância do sofá para melhor aproveitamento da imagem, sendo recomendado verificar as medidas do ambiente antes da compra; 📝 Verdade que 220 V economiza mais energia que 110 V? Descubra no Fórum TechTudo 1. TCL 32” S5K – a partir de R$ 949 A TCL 32” S5K é uma smart TV de entrada com resolução Full HD e sistema Google TV integrado, que reúne o assistente de voz do Google e acesso a aplicativos de streaming em uma interface simples de navegar. O modelo conta com tela QLED, tecnologia HDR10+ e som Dolby Audio, recursos que ajudam a melhorar o contraste e a imersão sonora mesmo em um aparelho de entrada. O design é metálico e sem moldura, o que confere um visual mais moderno ao produto. A conectividade inclui Wi-Fi, uma porta de rede, duas entradas HDMI, uma porta USB e Bluetooth 5.0, além de controle remoto incluso na caixa. Vendida por R$ 949 na Amazon, a TV soma 4,5 estrelas na plataforma. Os consumidores elogiam a interface do Google TV, considerada intuitiva e de fácil navegação, o design elegante e o controle remoto, avaliado como prático, robusto e funcional no dia a dia. Em contrapartida, alguns usuários relatam que o HDR não entrega o contraste esperado em cenas mais escuras e apontam delay na conexão Bluetooth. Prós: sistema Google TV intuitivo; design elegante e sem moldura; controle remoto prático; preço acessível Contras: HDR abaixo do esperado; Bluetooth com delay 2. TCL 50” P7L – a partir de R$ 2.165 A TCL 50” P7L traz resolução 4K Ultra HD, tela com suporte a HDR10+ e Dolby Vision, garantindo cores e contrastes mais realistas em diferentes tipos de conteúdo. O sistema Google TV, com processador AIPQ, promete fluidez e vem com Chromecast integrado, facilitando o espelhamento de conteúdos do celular diretamente na tela. O modelo conta ainda com VRR, 120 Hz e Gamebar para otimizar as partidas, ajustando configurações automaticamente, além de Dolby Atmos para oferecer áudio imersivo em filmes, séries e esportes. A montagem VESA permite a instalação em parede ou pedestal. O conteúdo da caixa inclui ainda controle remoto por voz. Por fim, o aparelho vem com três entradas HDMI e uma USB. Disponível por R$ 2.165 na Amazon, o modelo tem nota 4,9 estrelas no marketplace. Os compradores destacam o som alto e claro, considerado um dos pontos fortes do aparelho, a fluidez do sistema Google TV, sem travamentos perceptíveis no uso diário, e a resposta rápida aos comandos do controle remoto. Por outro lado, há reclamações sobre o brilho, considerado baixo em ambientes bem iluminados, e cores descritas como artificiais em algumas cenas. Prós: áudio alto e claro; sistema fluido, sem travamentos; resposta rápida aos comandos Contras: brilho e cores podem deixar a desejar 3. TCL 50” P7K – a partir de R$ 2.270 A TCL 50” P7K combina tela QLED 4K UHD com processador AiPQ, responsável por ajustar automaticamente a imagem e o som conforme o tipo de conteúdo exibido na tela. O modelo suporta Dolby Vision e HDR10+, tecnologias que ampliam o contraste e a riqueza de detalhes em cenas escuras e claras. O sistema de áudio conta com Dolby Atmos e DTS Virtual, entregando uma experiência sonora mais envolvente. Além disso, a conectividade inclui Wi-Fi, Bluetooth 5.4, HDMI 2.1, USB 3.2 e entrada Ethernet. O dispositivo ainda traz Google Assistente e Alexa integrados para comandos de voz. Vendida por R$ 2.270 no Mercado Livre, a TV acumula 4,9 estrelas na plataforma. Usuários elogiam o sistema moderno com Google TV e Alexa, o design slim que se encaixa bem em diferentes ambientes, a fluidez de navegação entre aplicativos e o bom custo-benefício do modelo diante dos recursos oferecidos. Já como ponto negativo, contudo, compradores relatam pixelização na imagem em determinadas cenas, especialmente em conteúdos com pouca luz. Prós: sistema moderno com Google TV e Alexa; design slim; fluidez de navegação; bom custo-benefício; Dolby Vision e Atmos Contras: leve pixelização em algumas cenas 4. TCL 55” P8K – a partir de R$ 2.754 A TCL 55” P8K utiliza tecnologia QLED com cristal quântico colorido, capaz de reproduzir mais de um bilhão de tons e oferecer maior precisão nas cores exibidas na tela, além de contar com processador AiPQ inteligente para proporcionar maior fluidez. A resolução 4K UHD garante imagens detalhadas, enquanto a taxa de atualização de até 144 Hz, com suporte a VRR, favorece cenas de ação e partidas de videogame, reduzindo o efeito de borrão em movimentos rápidos. O sistema de som Hi-Fi ONKYO 2.1 reforça a experiência sonora do aparelho. O modelo roda Google TV e conta com múltiplas portas HDMI e USB, além de Wi-Fi e Bluetooth para conexão com dispositivos externos. Vendida por R$ 2.754 no Mercado Livre, a TV soma 4,9 estrelas. No box de comentários, os compradores destacam o subwoofer de 15 W, a rapidez do sistema Google TV, superior a outros sistemas nativos do mercado, e a fluidez proporcionada pela taxa de 144 Hz em jogos e filmes. Como ponto de atenção, entretanto, alguns usuários criticam a qualidade da imagem, com queda no brilho em ambientes muito iluminados. Prós: subwoofer de 15 W com graves reforçados; Google TV rápido; alta fluidez em jogos e filme Contras: brilho insuficiente em ambientes muito iluminados 5. TCL 55” C6K – a partir de R$ 3.229 A TCL 55” C6K é equipada com tela QD-Mini LED 4K, tecnologia que permite maior precisão na gama de cores e maior brilho, além de Dolby Vision IQ e taxa de atualização de 144 Hz, voltada para quem busca fluidez em jogos e filmes de ação. Com processador AiPQ, o modelo conta com quatro portas HDMI, duas entradas USB, Wi-Fi dual-band e Bluetooth, além do sistema Google TV com Google Assistente integrado para comandos de voz. O áudio fica por conta do sistema Onkyo 2.1 Hi-Fi, com subwoofer integrado, somado a Dolby Atmos e DTS Virtual, elevando a experiência sonora a um nível mais próximo do home theater. Disponível por R$ 3.229 na Amazon, a TV acumula 4,8 estrelas na plataforma. Os consumidores elogiam as cores vibrantes e o contraste da tela Mini-LED, considerados diferenciais frente a outros modelos da faixa de preço, além do controle bem avaliado, com comando por voz e boa compatibilidade com consoles de videogame. Em contrapartida, há relatos de aquecimento rápido do aparelho durante o uso prolongado e bugs no sistema, como falhas nos aplicativos. Prós: cores vibrantes e bom contraste; controle por voz eficiente; boa compatibilidade com consoles; Dolby Vision e Atmos Contras: pode aquecer excessivamente; há relatos de bugs no sistema 6. TCL 65” P7K – a partir de R$ 3.419 A TCL 65” P7K oferece uma tela QLED 4K UHD com suporte a HDR e sistema Google TV integrado, permitindo acesso a aplicativos como Netflix, Disney+ e Amazon Prime Video em uma interface personalizada de acordo com as preferências do usuário. Além disso, o Dolby Vision e o Dolby Atmos aumentam a imersão na imagem e no som, respectivamente. O modelo é compatível com Apple AirPlay 2, facilitando o espelhamento da tela de dispositivos da marca, e conta com Google Assistente para comandos de voz. Já para quem gosta de jogos, o aparelho oferece taxa de atualização rápida e baixo input lag, garantindo uma jogabilidade mais suave. Em termos de conectividade, vem com Bluetooth, três entradas HDMI e uma USB. Vendida por R$ 3.419 na Amazon, o televisor soma 4,7 estrelas no site da varejista. Compradores elogiam a facilidade de configuração do aparelho logo na primeira utilização, a eficiência geral do sistema, o bom acabamento dos componentes e o custo-benefício do modelo frente à concorrência. Como ponto negativo, contudo, há relatos de fragilidade no controle remoto após pouco tempo de uso e ausência de entrada P2 para conexão de fones de ouvido ou caixas de som externas. Prós: fácil configuração; sistema eficiente; bom custo-benefício; compatível com ecossistema Apple Contras: controle remoto pode ser frágil 7. TCL 75” P7L – a partir de R$ 4.436 A TCL 75” P7L conta com tela QLED de 400 nits de brilho, compatível com Dolby Vision e HDR10+, tecnologias que ampliam o contraste e a riqueza de cores em diferentes tipos de conteúdo. O modelo traz ainda o recurso Game Accelerator de 120 Hz, com tempo de resposta de 6,5 ms, reduzindo rastros em movimentos rápidos durante partidas, de acordo com a fabricante. Com processador AiPQ, o sistema roda em Google TV e conta com 16 GB de armazenamento interno para múltiplos aplicativos de streaming. O áudio soma 30 W RMS com Dolby Atmos, dispensando caixas de som externas para uma experiência mais imersiva. Já a conectividade traz Bluetooth 5.4, além de três entradas HDMI e uma USB. Disponível por R$ 4.436 na Amazon, a TV tem nota máxima de 5 estrelas, mas poucas avaliações até o momento. Já no Mercado Livre, o modelo custa R$ 4.655, com nota 4,7 estrelas e elogios à qualidade do som, que oferece uma experiência imersiva, principalmente em filmes de ação. Os usuários também destacam o controle remoto, considerado intuitivo e com acabamento bem refinado. Como ressalva, alguns usuários notam perda de intensidade nas cores quando a TV é vista em ângulos muito abertos, mesmo após ajustes nas configurações de imagem. Prós: ótimo brilho e nitidez de imagem; controle remoto intuitivo e refinado; 120 Hz; Dolby Vision e Atmos Contras: perda de intensidade de cor em ângulos muito abertos 8. TCL 85” P7K – a partir de R$ 8.169 A TCL 85” P7K aposta em tecnologia QLED com mais de um bilhão de tons de cores, Dolby Vision e tecnologia HDR, que amplia o brilho e os detalhes visíveis em cenas escuras, entregando maior profundidade de imagem em uma tela grande. Com processador AiPQ, o design metálico e sem moldura contribui para uma estética mais discreta e moderna, mesmo em um aparelho de 85 polegadas. O áudio fica por conta do sistema Dolby Atmos, que promete som tridimensional e envolvente, capaz de preencher ambientes maiores durante filmes e outros conteúdos. A conectividade inclui Wi-Fi, três entradas HDMI, USB e Bluetooth. Vendida por R$ 8.169 nas Casas Bahia, a TV tem nota 4,7 de 5 estrelas na plataforma. Compradores destacam o som com sensação de cinema em casa, um dos diferenciais mais citados nas avaliações, além do controle, considerado excelente, e da fluidez do sistema. Por outro lado, há relatos sobre o peso elevado do aparelho, o que exige atenção durante a instalação, além de perda de nitidez e definição da imagem em casos pontuais. Prós: Dolby Atmos; sensação de cinema em casa; controle excelente; sistema fluido e rápido Contras: peso elevado Com informações de Amazon, Casas Bahia, Mercado Livre, Shopee e TCL Mais do TechTudo 🎥 Assista: Seis coisas que você não deve fazer com a sua smart TV Seis coisas que você não deve fazer com a sua smart TV Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
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Do baratinho ao top: os 10 celulares mais vendidos na Amazon valem a pena?


Comprar um celular novo pela Amazon não significa escolher apenas entre modelos baratos. Entre os smartphones mais vendidos da varejista em agosto de 2026, há desde aparelhos de entrada por menos de R$ 900 até modelos premium que chegam perto dos R$ 6 mil. O ranking reúne celulares de Samsung, Motorola e Apple, com opções voltadas a quem busca apenas o básico, intermediários mais completos e até aparelhos de alto desempenho. Apesar de ocuparem posições próximas entre os mais vendidos, os smartphones têm propostas bastante diferentes. O Galaxy A57, atual líder do ranking, aposta em tela AMOLED, resistência à água e conjunto equilibrado de câmeras por R$ 1.799, enquanto o Moto G06 é a alternativa mais simples da seleção. No outro extremo estão modelos como iPhone 17 e Motorola Signature, que ultrapassam os R$ 5 mil. Nas linhas a seguir, o TechTudo analisa os dez celulares mais vendidos da Amazon e mostra os principais prós, contras e perfis de usuário indicados para cada modelo. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Do baratinho ao top: os 10 celulares mais vendidos no Mercado Livre Samsung Galaxy A57 é o celular mais vendido da Amazon William Guido/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Quero trocar meu celular antigo por um novo: como fazer? Pergunte no Fórum do TechTudo Initial plugin text Esses são os 10 celulares mais vendidos na Amazon; veja se valem a pena O TechTudo reuniu os dez celulares mais vendidos da Amazon em agosto de 2026. Confira, no índice abaixo, os modelos em ordem de preço e os principais destaques de cada opção. Moto G06 — tela de 120 Hz pelo menor preço Galaxy A07 — celular básico com seis anos de suporte Moto G35 — tela Full HD+ de 120 Hz e 5G Galaxy A17 — tela AMOLED e câmera com estabilização Moto G86 — tela pOLED 1.5K e resistência IP68 e IP69 Galaxy A57 — intermediário completo com câmeras e tela premium Motorola Edge 70 Crystals by Swarovski — ultrafino com acabamento diferenciado iPhone 17e — chip A19 e 256 GB na versão de entrada iPhone 17 — desempenho premium e câmeras avançadas Motorola Signature — topo de linha com câmeras de 50 MP e zoom de 100x O que os celulares mais vendidos têm em comum? Os celulares mais vendidos da Amazon em agosto de 2026 mostram uma preferência por telas grandes, bastante armazenamento e câmeras de alta resolução, mesmo entre os modelos mais baratos. Galaxy A57, Galaxy A17, Moto G35 e Galaxy A07, por exemplo, têm displays de 6,7 polegadas, enquanto boa parte dos Android da seleção utiliza câmeras principais de 50 MP. O armazenamento também chama atenção: todos os aparelhos aparecem em versões com pelo menos 128 GB, enquanto modelos mais caros, como Motorola Signature e Edge 70 Crystals by Swarovski, chegam a 512 GB. O ranking, porém, reúne propostas bastante diferentes. Moto G06, Galaxy A07 e Moto G35 disputam o consumidor que busca gastar menos, fazendo concessões principalmente em desempenho, câmeras ou qualidade de tela. Galaxy A17, Moto G86 e Galaxy A57 avançam para o segmento intermediário com painéis melhores, mais recursos e conjuntos fotográficos mais completos, enquanto iPhone 17, iPhone 17e, Motorola Signature e Edge 70 Crystals by Swarovski ocupam faixas mais caras e priorizam acabamento, desempenho e recursos premium. Moto G06 — tela de 120 Hz pelo menor preço O Moto G06 é o celular mais barato desta seleção e ocupa a faixa de entrada do catálogo da Motorola. O aparelho traz uma tela IPS LCD de 6,9 polegadas com resolução HD+ (1.640 x 720 pixels) e taxa de atualização de 120 Hz. Na prática, a frequência elevada deixa a rolagem de páginas, menus e redes sociais mais fluida, mas a baixa resolução para um painel tão grande reduz a nitidez de textos e imagens. O brilho de até 600 nits também pode dificultar a visualização sob luz solar intensa. O desempenho fica por conta do processador MediaTek Helio G81 Extreme, acompanhado por 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento na versão presente entre as mais vendidas da Amazon. Apesar de a Motorola anunciar “12 GB”, apenas 4 GB são de memória RAM física; os 8 GB restantes vêm do RAM Boost, que utiliza parte do armazenamento como memória virtual. O espaço interno pode ser ampliado por cartão microSD de até 1 TB. No review do site GadgetGuy, o conjunto mostrou que foi feito para atividades simples; multitarefa intensa e jogos mais pesados expõem as limitações do hardware. Moto G06 em quatro cores Reprodução/Motorola Na traseira, o Moto G06 traz uma câmera principal de 50 MP, enquanto a câmera frontal tem 8 MP. O conjunto atende registros casuais quando há boa iluminação, mas não oferece a versatilidade de aparelhos com lentes ultrawide ou teleobjetiva. Já a bateria de 5.200 mAh é um dos principais destaques e, segundo a Motorola, pode chegar a até 49 horas dependendo do padrão de uso. O celular ainda tem alto-falantes estéreo com Dolby Atmos, entrada para fones de ouvido, Gorilla Glass 3 e certificação IP64 contra poeira e respingos. Em contrapartida, fica limitado ao 4G, não tem NFC e o carregamento de 10 W é lento. Na Amazon, o Moto G06 de 128 GB pode ser encontrado por R$ 747. Prós: tela grande com taxa de 120 Hz; bateria de 5.200 mAh; armazenamento expansível; som estéreo com Dolby Atmos. Contras: desempenho limitado; resolução apenas HD+; carregamento lento de 10 W; não tem 5G nem NFC. Indicado para: quem busca um celular barato para chamadas, mensagens, redes sociais, vídeos e outras tarefas básicas. Não indicado para: quem pretende jogar títulos pesados, realizar multitarefa intensa, fazer pagamentos por aproximação ou busca uma tela de maior definição. Galaxy A07 — celular básico com seis anos de suporte O Galaxy A07 aposta em uma combinação simples, mas pouco comum entre celulares de entrada: preço baixo e suporte prolongado. A Samsung promete seis anos de atualizações do sistema e de segurança, um diferencial importante para quem pretende permanecer bastante tempo com o mesmo aparelho. Ele também traz certificação IP54 contra poeira e respingos e suporte a cartão microSD. O corpo pesa 184 g e tem 7,6 mm de espessura, mas a tela não conta com proteção Gorilla Glass, o que exige mais cuidado contra quedas e riscos. Leia o REVIEW completo do Galaxy A07 A tela PLS LCD de 6,7 polegadas tem resolução HD+ de 1.600 x 720 pixels e taxa de atualização de 90 Hz. No review do TechTudo, os 90 Hz ajudaram a tornar menus e rolagens mais fluidos, mas não compensaram completamente a baixa resolução e o brilho limitado do painel. O desempenho, por outro lado, surpreendeu positivamente. O MediaTek Helio G99, acompanhado por 4 GB de RAM, marcou 529.386 pontos no AnTuTu e rodou WhatsApp, redes sociais e navegação sem travamentos frequentes durante os 15 dias de testes. Jogos leves como Free Fire e eFootball também funcionaram bem, embora títulos mais pesados não sejam o foco do aparelho. Galaxy A07 twm desempenho adequado para a categoria Julia Rabaça/TechTudo Nas câmeras, o Galaxy A07 combina uma principal de 50 MP com um sensor de profundidade de 2 MP, além da frontal de 8 MP. Segundo o TechTudo, a câmera principal produz fotos satisfatórias em ambientes bem iluminados, especialmente de objetos próximos, mas perde detalhes em cenas amplas e à distância. À noite, os resultados continuam aceitáveis quando há alguma fonte de luz, enquanto ambientes muito escuros comprometem bastante a nitidez. Os vídeos são uma limitação maior, já que a ausência de estabilização torna as tremidas perceptíveis tanto na câmera traseira quanto na frontal. A bateria de 5.000 mAh permaneceu ligada por cerca de 45 horas em uma rotina de uso moderado nos testes do TechTudo. O aparelho aceita carregamento de até 25 W, mas o carregador incluído na caixa é de apenas 15 W e levou quase duas horas para completar a carga. O modelo também não tem 5G nem NFC para pagamentos por aproximação, e o leitor de digitais lateral apresentou falhas ocasionais de reconhecimento durante o período de avaliação. Na Amazon, o Galaxy A07 pode ser encontrado por R$ 739. Prós: bom desempenho para tarefas básicas; seis anos de atualizações; bateria de longa duração; tela de 90 Hz; armazenamento expansível. Contras: tela apenas HD+; câmeras simples e sem estabilização eficiente em vídeos; carregamento lento com a fonte da caixa; não tem 5G nem NFC. Indicado para: quem procura um celular barato para WhatsApp, redes sociais, navegação e uso cotidiano, com suporte de software prolongado. Não indicado para: quem prioriza qualidade de tela, câmeras mais versáteis, jogos exigentes, 5G ou pagamentos por aproximação. Moto G35 — tela Full HD+ de 120 Hz e 5G Por menos de R$ 900, o Moto G35 se destaca por evitar algumas das principais limitações encontradas nos celulares mais baratos desta lista. A tela IPS LCD de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ (2.400 x 1.080 pixels) e taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, o que oferece maior nitidez para textos e vídeos e deixa a navegação mais fluida. A Motorola anuncia brilho máximo de 1.000 nits, suficiente para boa visualização em ambientes externos. Em desempenho, o modelo pode deixar a desejar. O processador Unisoc T760 acompanha 4 GB de RAM física e 128 GB de armazenamento na versão presente entre as mais vendidas da Amazon. Outros 8 GB divulgados na oferta correspondem ao RAM Boost e, portanto, não equivalem a memória RAM física adicional. Nos testes do Notebookcheck, o armazenamento UFS 2.2 apresentou boa velocidade para a categoria, mas o processador provocou engasgos ocasionais até na navegação pelo sistema. Para WhatsApp, redes sociais, streaming e jogos leves, o desempenho é suficiente; para multitarefa intensa e games exigentes, há opções melhores. Moto G35 oferece performance suficiente para uso simples Divulgação/Motorola O conjunto de câmeras também é mais versátil do que o dos aparelhos de entrada anteriores. Além do sensor principal de 50 MP, há uma ultrawide de 8 MP, e o celular consegue gravar vídeos em 4K a 30 quadros por segundo. O Notebookcheck considerou as fotos coloridas e equilibradas à primeira vista, mas encontrou perda de detalhes, desempenho mais fraco à noite e lentidão no autofoco durante os vídeos. A ultrawide amplia as possibilidades de enquadramento, embora entregue qualidade inferior à câmera principal. A bateria de 5.000 mAh também se saiu bem: foram 16 horas e 41 minutos de navegação por Wi-Fi no teste do Notebookcheck. O carregamento de 18 W, por outro lado, é lento e levou pouco mais de duas horas para completar a carga no teste do portal. O Moto G35 ainda oferece 5G, NFC para pagamentos por aproximação, alto-falantes estéreo com Dolby Atmos e suporte a cartão microSD. Na Amazon, o smartphone pode ser encontrado por R$ 849. Prós: tela Full HD+ de 120 Hz; conectividade 5G e NFC; câmera ultrawide e gravação em 4K; boa autonomia de bateria. Contras: desempenho apresenta engasgos em tarefas mais pesadas; câmeras perdem detalhes em situações difíceis; carregamento de 18 W é lento. Indicado para: quem busca gastar pouco sem abrir mão de tela nítida e fluida, 5G, NFC e recursos multimídia mais completos. Não indicado para: quem prioriza jogos pesados, multitarefa intensa, câmeras avançadas ou carregamento rápido. Galaxy A17 — tela AMOLED e câmera com estabilização O Galaxy A17 sobe o nível em relação aos modelos mais básicos, principalmente pela tela. O painel Super AMOLED de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ (2.340 x 1.080 pixels) e taxa de atualização de 90 Hz. Nos testes do TechTudo com a versão 5G, o display foi elogiado pela imagem nítida com cores vívidas, mas recebeu criticas pelo pico de brilho de 800 nits, que deixa a desejar sob o sol forte. A proteção frontal é Gorilla Glass Victus, algo pouco comum nessa faixa de preço. Leia o REVIEW completo do Galaxy A17 A versão da Amazon combina 256 GB de armazenamento, 8 GB de RAM e processador MediaTek Helio G99. O Notebookcheck testou a configuração de 128 GB e 4 GB de RAM. No aparelho avaliado, a maioria das tarefas cotidianas funcionou de forma fluida, embora situações mais exigentes provoquem pequenas esperas e o desempenho fique abaixo do A17 5G. Sob carga prolongada, a temperatura chegou a 44,4 °C, mas praticamente não houve perda de desempenho por aquecimento. Galaxy A17 tem câmera de 50 MP Julia Rabaça/TechTudo O conjunto fotográfico traz câmera principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 5 MP, macro de 2 MP e frontal de 13 MP. No teste do TechTudo, a principal entregou fotos nítidas em boas condições de iluminação e apresentou resultados satisfatórios também em ambientes com pouca luz. A ultrawide, por sua vez, entrega imagens mais granuladas, enquanto a macro é totalmente dispensável. Já a frontal produziu selfies com bom nível de definição. Os vídeos ficam limitados a Full HD a 30 fps, e o celular sofre com qualquer mínimo tremor. A bateria de 5.000 mAh alcançou 12 horas e 58 minutos de navegação por Wi-Fi no teste do Notebookcheck, resultado considerado apenas mediano para a categoria. O aparelho também oferece NFC para pagamentos por aproximação, entrada para cartão microSD de até 2 TB e promessa de atualizações até 2031. A principal limitação desta versão é a ausência de 5G. Na Amazon, o Galaxy A17 pode ser encontrado por R$ 1.059. Prós: tela Super AMOLED Full HD+; 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento; câmera principal de 50 MP com OIS; NFC e microSD de até 2 TB. Contras: não possui 5G; autonomia apenas mediana; ultrawide de baixa resolução; vídeos limitados a Full HD a 30 fps. Indicado para: quem prioriza qualidade de tela, bastante armazenamento e um conjunto equilibrado para tarefas cotidianas. Não indicado para: quem faz questão de 5G, pretende jogar títulos muito exigentes ou busca câmeras e gravação de vídeo mais avançadas. Moto G86 — tela pOLED 1.5K e resistência IP68 e IP69 O Moto G86 é o primeiro modelo desta seleção a combinar características associadas a celulares mais caros. A tela pOLED de 6,7 polegadas tem resolução 1.5K (2.712 x 1.220 pixels), taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo anunciado de 4.500 nits, além de proteção Gorilla Glass 7i. Nos testes do Notebookcheck, o portal elogiou o brilho elevado, a reprodução de cores e a definição acima da média entre intermediários. A construção também chama atenção pelas certificações IP68 e IP69, que indicam resistência contra poeira, imersão em água doce e jatos de água em alta pressão, além de testes de durabilidade baseados no padrão MIL-STD-810H. O desempenho é comandado pelo MediaTek Dimensity 7300, acompanhado por 8 GB de RAM física e 256 GB de armazenamento na configuração vendida pela Amazon. Os “24 GB” anunciados no título do produto incluem outros 16 GB provenientes do RAM Boost, portanto não correspondem a 24 GB de memória física. No uso real, o Notebookcheck registrou funcionamento fluido na maior parte das atividades cotidianas e melhora em benchmarks em relação ao Moto G85. O chip, entretanto, continua sendo intermediário: multitarefa muito intensa e aplicativos ou jogos mais exigentes conseguem expor seus limites. O aparelho também oferece 5G, NFC, Wi-Fi 6 e suporte a cartão microSD. Moto G86 tem bateria de 5.200 mAh Reprodução/Motorola A câmera principal utiliza um sensor Sony LYTIA 600 de 50 MP com estabilização óptica (OIS) e é acompanhada por uma ultrawide de 8 MP, que também funciona para fotos macro. Na frente, há um sensor de 32 MP, e tanto a câmera principal quanto a frontal conseguem gravar em 4K. O Notebookcheck considerou a câmera principal confiável para fotos, mas observou que o conjunto não oferece tanta flexibilidade quanto sistemas encontrados em aparelhos mais caros. A bateria tem 5.200 mAh e, no teste de navegação por Wi-Fi do Notebookcheck, manteve o aparelho funcionando por 17 horas e 18 minutos, suficiente para atravessar um dia de uso sem grandes dificuldades. A versão brasileira é comercializada com carregamento TurboPower de 33 W e também traz alto-falantes estéreo com Dolby Atmos. O conjunto torna o Moto G86 uma opção forte para quem prioriza tela e resistência, ainda que seu desempenho não seja equivalente ao de um topo de linha. Na Amazon, o modelo pode ser encontrado por R$ 1.619. Prós: tela pOLED 1.5K de 120 Hz com brilho elevado; certificações IP68 e IP69; câmera principal de 50 MP com OIS; 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. Contras: desempenho apenas intermediário; câmera ultrawide simples; carregamento poderia ser mais rápido para a faixa de preço. Indicado para: quem prioriza tela de alta qualidade, resistência, boa câmera principal e um conjunto equilibrado para uso diário. Não indicado para: quem busca desempenho de topo de linha para jogos pesados, câmeras com zoom óptico ou carregamento ultrarrápido. Galaxy A57 — intermediário completo com câmeras e tela premium O Galaxy A57 aposta em uma construção mais próxima de celulares premium. O aparelho tem apenas 6,9 mm de espessura, pesa 179 g e combina acabamento em vidro com proteção Gorilla Glass Victus+ e certificação IP68 contra água e poeira. A tela Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. No review do TechTudo, o painel foi um dos principais destaques, com boa nitidez, cores vibrantes, pretos profundos e brilho suficiente para manter a visualização confortável até sob sol forte. O pico de 1.900 nits também ajuda em ambientes externos. Leia o REVIEW completo do Galaxy A57 O desempenho fica por conta do chip Exynos 1680, acompanhado por 8 GB de RAM. Nos testes do TechTudo, o aparelho se mostrou bastante fluido tanto em tarefas comuns quanto em atividades mais pesadas, sem travamentos ou engasgos perceptíveis. No AnTuTu, alcançou 1.377.665 pontos, superando o Galaxy A56. Jogos também rodaram bem, embora sessões mais exigentes tenham provocado leve aquecimento. A versão presente entre as mais vendidas da Amazon traz 128 GB de armazenamento e não possui entrada para cartão microSD. GALAXY A57 vale a pena? Testamos o modelo CUSTO-BENEFÍCIO da Samsung! O conjunto fotográfico reúne uma câmera principal de 50 MP com estabilização óptica (OIS), ultrawide de 12 MP, macro de 5 MP e frontal de 12 MP. Nos testes do TechTudo, a câmera principal entregou imagens nítidas e consistentes durante o dia e também bons resultados à noite, especialmente com o modo noturno. A OIS ajudou a evitar fotos borradas mesmo após centenas de registros. A ultrawide apresentou qualidade inferior à principal, com menos definição e algumas distorções nas bordas, enquanto a macro acrescentou pouco ao conjunto. Os vídeos chegam a 4K a 30 fps tanto na câmera traseira quanto na frontal e apresentaram boa estabilização. A bateria de 5.000 mAh chegou a cerca de dois dias em uso moderado nos testes do TechTudo, mas caiu mais rapidamente em atividades pesadas, como jogos. O aparelho aceita carregamento de até 45 W, porém vem com uma fonte de apenas 15 W na caixa. Com ela, a carga chegou a 37% em 30 minutos, 60% após uma hora e 100% em aproximadamente 1 hora e 45 minutos. O Galaxy A57 também oferece 5G, NFC, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6 e promessa de seis grandes atualizações do Android. Na Amazon, o modelo pode ser encontrado por R$ 1.799. Prós: tela Super AMOLED Plus de 120 Hz; construção fina e resistente com IP68; ótimo desempenho para a categoria; câmera principal com OIS; vídeos em 4K com boa estabilização. Contras: carregador de apenas 15 W na caixa; câmera macro pouco útil; leve aquecimento em tarefas pesadas; evolução pequena sobre o Galaxy A56. Indicado para: quem procura um intermediário equilibrado, com boa tela, câmeras competentes, construção premium e suporte prolongado. Não indicado para: quem já possui um Galaxy A56, precisa de armazenamento expansível ou prioriza carregamento rápido e desempenho máximo em jogos. Motorola Edge 70 Crystals by Swarovski — ultrafino com acabamento diferenciado O Motorola Edge 70 Crystals by Swarovski é o aparelho mais diferente desta seleção em termos de design. A edição especial faz parte da Brilliant Collection e adiciona cristais Swarovski ao acabamento Cloud Dancer, mas preserva a proposta e o hardware do Edge 70 convencional. O corpo tem apenas 5,99 mm de espessura e pesa 159 g, medidas que tornam o uso com uma mão mais confortável. Apesar do formato ultrafino, a Motorola manteve estrutura de alumínio, Gorilla Glass 7i e certificações IP68 e IP69 contra água e poeira. A tela Extreme AMOLED de 6,7 polegadas tem resolução 1.5K, taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo anunciado de 4.500 nits. No teste do The Verge com o Edge 70 convencional, o design fino foi justamente um dos maiores elogios, ao lado da qualidade do painel e da sensação de leveza no uso cotidiano. O portal também destacou que a Motorola conseguiu evitar uma das concessões mais comuns dos celulares ultrafinos: uma bateria muito pequena. O componente de silício-carbono tem 4.800 mAh, suporta carregamento de 68 W e ainda oferece recarga sem fio de até 15 W. Motorola Edge 70 Crystals by Swarovski chama atenção pelo design Ana Loubak/TechTudo Por dentro, o Snapdragon 7 Gen 4 trabalha com 12 GB de RAM física e 512 GB de armazenamento. O conjunto oferece desempenho suficiente para aplicativos pesados, multitarefa e a maioria dos jogos, mas não alcança o nível dos processadores encontrados em celulares topo de linha. Esse foi um dos principais pontos de atenção no review do The Verge, que classificou o chip como adequado para a maioria dos usuários, mas abaixo do esperado para quem busca desempenho máximo. A Motorola anuncia três câmeras de 50 MP considerando o conjunto completo. Na traseira estão a principal de 50 MP com estabilização óptica e uma ultrawide, enquanto a terceira câmera de 50 MP fica na parte frontal. O elemento adicional visível no módulo traseiro é um sensor de luz, e não uma teleobjetiva. Nos testes do The Verge, a principal produziu boas imagens durante o dia e resultados razoáveis em ambientes escuros, mas o celular perdeu pontos justamente pela falta de zoom óptico dedicado. Os vídeos podem ser gravados em 4K. A bateria se mostrou uma surpresa positiva no uso real: o The Verge conseguiu avançar pelo segundo dia em utilização moderada, algo relevante para um celular com menos de 6 mm de espessura. Por outro lado, o portal criticou a quantidade de aplicativos pré-instalados e recursos promocionais presentes no software. A Motorola promete quatro atualizações de versão do Android e patches de segurança até julho de 2031. Na Amazon, o smartphone pode ser encontrado por R$ 3.999. Prós: corpo extremamente fino e leve; tela AMOLED 1.5K de 120 Hz; 12 GB de RAM física e 512 GB de armazenamento; boa autonomia para um celular ultrafino. Contras: Snapdragon 7 Gen 4 fica abaixo de chips topo de linha; não possui câmera teleobjetiva; edição Swarovski cobra parte do preço pelo acabamento diferenciado. Indicado para: quem prioriza design, leveza, acabamento exclusivo, tela de alta qualidade e bastante armazenamento. Não indicado para: quem busca o máximo desempenho pelo preço, zoom óptico dedicado ou não vê valor adicional no acabamento com cristais Swarovski. iPhone 17e — chip A19 e 256 GB na versão de entrada O iPhone 17e é a porta de entrada para a atual geração de celulares da Apple, mas não economiza no componente mais importante para a longevidade: o processador. O aparelho utiliza o A19, da mesma geração do chip presente no iPhone 17, embora aqui a GPU tenha quatro núcleos, contra cinco no modelo convencional. Nos testes do TechRadar, o smartphone apresentou desempenho rápido e consistente no uso cotidiano, com potência suficiente para aplicativos exigentes, jogos e recursos da Apple Intelligence. Outro avanço importante está no armazenamento: a versão básica agora começa em 256 GB, o dobro do oferecido pelo iPhone 16e quando comparadas as configurações iniciais. As concessões ficam mais evidentes na tela. O painel Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas tem resolução de 2.532 x 1.170 pixels, HDR e Ceramic Shield 2, o que oferece contraste elevado e boa definição. A taxa de atualização, entretanto, continua limitada a 60 Hz, e o 17e também não tem tela sempre ativa. Na análise do The Verge, essas ausências foram consideradas algumas das maiores limitações do modelo, principalmente porque aparelhos mais baratos no universo Android já oferecem painéis de 90 Hz ou 120 Hz. iPhone 17e em três opções de cores Divulgação/Apple A estratégia de simplificação também aparece nas câmeras. Há somente uma lente traseira Fusion de 48 MP com estabilização óptica, capaz de utilizar o próprio sensor para oferecer aproximação de 2x com 12 MP. A câmera produz fotos detalhadas e ganhou recursos mais inteligentes para retratos, segundo o TechRadar, mas não existe uma ultrawide dedicada. Isso reduz bastante a versatilidade quando comparado ao iPhone 17, que acrescenta uma ultrawide de 48 MP. Os vídeos continuam sendo um ponto forte, com gravação em 4K Dolby Vision a até 60 quadros por segundo. A bateria é outro aspecto positivo para um celular compacto. A Apple promete até 26 horas de reprodução de vídeo, e o TechRadar considerou a autonomia muito boa durante os testes. O 17e também corrige uma ausência importante do antecessor ao incorporar MagSafe, com recarga sem fio de até 15 W, além de USB-C, 5G, NFC e certificação IP68. Ainda assim, o The Verge avaliou que o iPhone 17 convencional oferece um pacote consideravelmente mais completo para quem consegue aumentar o orçamento, principalmente por causa da tela de 120 Hz e das câmeras adicionais. Na Amazon, o modelo pode ser encontrado por R$ 4.299. Prós: chip A19 com desempenho de alto nível; armazenamento inicial de 256 GB; boa autonomia; câmera principal de 48 MP com OIS e gravação 4K Dolby Vision. Contras: tela limitada a 60 Hz; apenas uma câmera traseira; não possui tela sempre ativa; preço elevado diante das concessões. Indicado para: quem quer entrar no ecossistema atual da Apple, prioriza desempenho e longevidade e não faz questão de câmeras variadas ou tela de 120 Hz. Não indicado para: quem prioriza alta taxa de atualização, câmera ultrawide, maior versatilidade fotográfica ou procura o melhor conjunto possível pelo preço. iPhone 17 — desempenho premium e câmeras avançadas O iPhone 17 marca uma mudança de patamar nesta lista. Além do preço bem mais elevado, ele corrige duas limitações que durante anos separaram o iPhone convencional dos modelos Pro: a tela agora possui ProMotion com taxa adaptativa de até 120 Hz e o armazenamento inicial subiu para 256 GB. O painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas tem resolução de 2.622 x 1.206 pixels, tela sempre ativa e pode chegar a 3.000 nits de brilho em ambientes externos. Nos testes do PhoneArena, a qualidade do display foi um dos maiores destaques do aparelho, especialmente pela fluidez e pelo brilho elevado. A proteção Ceramic Shield 2 e a certificação IP68 completam o conjunto. O chip A19 combina CPU de seis núcleos com GPU de cinco núcleos e Neural Accelerators, além de suporte a ray tracing acelerado por hardware. Na prática, sobra desempenho para redes sociais, edição de fotos e vídeos, multitarefa e jogos pesados. Nos benchmarks e testes de uso real do PhoneArena, o aparelho apresentou respostas rápidas e desempenho elevado mesmo diante de celulares mais caros. A diferença para o A19 Pro dos modelos Pro existe principalmente em tarefas prolongadas e muito exigentes, já que o iPhone 17 não tem o mesmo sistema de dissipação de calor nem a GPU mais robusta. As câmeras também ajudam a separar o iPhone 17 do 17e. Na traseira há uma principal Fusion de 48 MP com estabilização óptica por deslocamento do sensor e uma ultrawide também de 48 MP, que permite fotografias macro. A câmera principal ainda utiliza recorte do sensor para oferecer aproximação de 2x com qualidade óptica. Nos testes do PhoneArena, o conjunto apresentou fotos consistentes, bom alcance dinâmico e detalhes naturais durante o dia. O zoom de 2x também preservou boa definição, mas a qualidade caiu rapidamente em ampliações maiores. iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple Na frente, a nova câmera Center Stage de 18 MP utiliza um sensor quadrado que permite fazer selfies horizontais mesmo segurando o celular verticalmente e ajusta automaticamente o enquadramento em chamadas de vídeo. O aparelho também grava em 4K Dolby Vision a até 60 quadros por segundo e permite capturar simultaneamente imagens das câmeras frontal e traseira. Para fotos e vídeos, portanto, o iPhone 17 oferece bem mais versatilidade que o 17e, embora recursos como teleobjetiva dedicada e gravação em 4K a 120 fps continuem reservados aos modelos Pro. A autonomia é competente, mas não é o principal motivo para escolher o aparelho. No teste padronizado do PhoneArena, o iPhone 17 alcançou 16 horas e 47 minutos de navegação na web e 9 horas e 12 minutos em jogos, mas ficou abaixo de alguns concorrentes premium. A recarga evoluiu: com um adaptador compatível, o portal chegou a 67% em 30 minutos e completou a carga em cerca de uma hora e 16 minutos. Há ainda MagSafe de até 25 W, 5G e NFC. Um ponto menos moderno permanece na porta USB-C, limitada a velocidades de transferência USB 2.0. Na Amazon, o modelo pode ser encontrado por R$ 5.598. Prós: desempenho de nível topo de linha; tela OLED ProMotion de até 120 Hz; câmeras principal e ultrawide de 48 MP; armazenamento inicial de 256 GB. Contras: preço elevado; não tem câmera teleobjetiva dedicada; autonomia fica atrás de alguns concorrentes premium; porta USB-C limitada à velocidade USB 2.0. Indicado para: quem busca desempenho elevado, câmeras consistentes, tela de alta qualidade e pretende permanecer vários anos no ecossistema Apple. Não indicado para: quem busca preço baixo, zoom óptico de longo alcance, armazenamento expansível ou coloca autonomia de bateria acima dos demais recursos. Motorola Signature — topo de linha com câmeras de 50 MP e zoom de 100x O Motorola Signature é a opção mais ambiciosa da marca nesta seleção e aposta principalmente no conjunto de câmeras. São sensores de 50 MP em todas as lentes, incluindo a frontal. A principal utiliza o Sony LYTIA 828 de 1/1,28” e abertura f/1.6, enquanto a ultrawide também funciona como macro. Já a teleobjetiva periscópica oferece zoom óptico de 3x e trabalha com o Super Zoom Pro, capaz de chegar a 100x. Nos testes do TechTudo, a câmera principal entregou fotos muito nítidas, bom alcance dinâmico e cores vivas sem exageros, inclusive em condições de pouca luz. O zoom também agradou em ampliações de até cerca de 30x, mas passa a produzir resultados mais artificiais acima disso. Leia o REVIEW completo do Motorola Signature A tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas tem resolução de 2.780 x 1.264 pixels, tecnologia LTPO e taxa de atualização de até 165 Hz em jogos. Em uso convencional, o sistema trabalha com até 120 Hz. O painel também oferece Dolby Vision, HDR10+ e brilho máximo anunciado de 6.200 nits. No review do TechTudo, a tela foi um dos principais destaques, com ótima nitidez, contraste, cores fortes e boa visibilidade mesmo sob luz solar intensa. O corpo também chama atenção: são apenas 6,99 mm de espessura e 186 g, apesar da bateria de 5.200 mAh. Há ainda certificações IP68, IP69 e MIL-STD-810H. MOTOROLA SIGNATURE é MELHOR que IPHONE? Testamos o celular premium! Para desempenho, o celular tem processador Snapdragon 8 Gen 5 trabalha com 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. A performance foi elevada nos testes do TechTudo: o Signature marcou 2.953.501 pontos no AnTuTu e apresentou bastante fluidez em multitarefa e aplicativos pesados. O principal problema está no aquecimento. O corpo muito fino limita a dissipação térmica e, em atividades exigentes, como benchmarks ou gravação de vídeos em alta resolução, o aparelho pode esquentar de forma perceptível. No teste do AnTuTu, a temperatura subiu 15 °C. A bateria de silício-carbono de 5.200 mAh entrega autonomia para um dia de uso intenso e pode chegar a dois dias em uso moderado. A recarga de 90 W também é rápida: com o carregador de 125 W incluído na caixa, o TechTudo levou cerca de 20 minutos para atingir 50% e 50 minutos para completar a carga. Há ainda carregamento sem fio de até 50 W, Wi-Fi 7, Bluetooth 6, NFC e 5G. O aparelho sai de fábrica com Android 16 e tem promessa de sete anos de atualizações do sistema e de segurança. Na Amazon, o smartphone pode ser encontrado por R$ 5.848. Prós: câmeras de alto nível; ótima tela; boa bateria; carregamento rápido; 512 GB de armazenamento; sete anos de suporte. Contras: aquece bastante em uso intenso; vídeos ficam atrás dos principais rivais; zoom extremo perde naturalidade; Snapdragon 8 Gen 5 não é a versão Elite. Indicado para: quem prioriza fotografia, tela e suporte prolongado em um Android premium. Não indicado para: quem busca o máximo desempenho possível ou prioriza gravação de vídeo. Com informações de TechTudo (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12), Amazon, GadgetGuy, Notebookcheck (1, 2, 3), The Verge (1, 2), TechRadar e PhoneArena Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de agosto de 2026.
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10 doramas tipo A Coroa Perfeita, mas com histórias ainda melhores


O dorama A Coroa Perfeita, do Disney+, tem grandes nomes em seu elenco e conquistou o público com sua história envolvente e personagens carismáticos. Se você gostou da obra e quer conhecer doramas com histórias tão boas quanto, ou ainda melhores, produções como Pousando no Amor (2019), Rainha das Lágrimas (2024), O Rei: Dois Corações (2012) e My Royal Nêmesis (2026) também podem conquistar seu coração. E, felizmente, elas estão disponíveis em streamings como Netflix e Rakuten Viki. 🔎15 doramas de romance excelentes para assistir e se apaixonar Pensando em quem curtiu A Coroa Perfeita e quer conhecer novas histórias, o TechTudo selecionou 10 doramas que você não pode deixar de conferir. A seguir, confira a lista completa com sinopse, elenco, repercussão e mais. 🎬 Melhores doramas de 2026: 22 destaques do primeiro semestre do ano 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Pousando no Amor é considerado um dos principais doramas da Netflix Divulgação / Netflix 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo 10 doramas tipo A Coroa Perfeita, mas com histórias ainda melhores Rainha das Lágrimas (2024): Uma herdeira e seu marido vivem uma crise no casamento até que uma notícia muda tudo. O Rei Eterno (2020): Um imperador sul-coreano é transportado para um mundo paralelo quando passa por um portal misterioso. Meu Demônio Favorito (2023): A herdeira de um conglomerado absorve os poderes de um demônio que odeia humanos e o força a conviver com ela. Bom Apetite, Vossa Majestade (2025): Ao ser transportada misteriosamente ao passado, uma chef de cozinha é obrigada a cozinhar para um imperador exigente. Sorriso Real (2023): O CEO de uma rede de hotéis se vê apaixonado por uma funcionária alegre e gentil. Pousando no Amor (2019): Uma empresária sul-coreana acidentalmente cai em solo norte-coreano e recebe a ajuda de um capitão para tentar voltar para casa. O Rei: Dois Corações (2012): O príncipe da Coreia do Sul e uma oficial da Coreia do Norte devem se casar por conta de um acordo político, apesar de suas personalidades diferentes. My Royal Nêmesis (2026): Uma vilã da era Joseon reencarna nos anos atuais como uma atriz e acaba em conflito com um empresário. Alquimia das Almas (2022): Um príncipe encrenqueiro recebe a ajuda de uma guerreira para aprender a lutar. Mr. Sunshine: Um Raio de Sol (2018): Depois de deixar a Coreia do Sul para fugir de um conflito, Eugene Choi retorna como marinheiro e se apaixona. 1. Rainha das Lágrimas (2024) Começando a lista por um dos principais lançamentos de 2024, Rainha das Lágrimas acompanha Baek Hyun-woo e Hong Hae-in, um casal formado por um advogado e a herdeira de um conglomerado. Conforme a relação dos dois se desenvolve, Hyun-woo e Hae-in acabam se distanciando e ele pensa em pedir divórcio, mas acaba sendo surpreendido por uma notícia de sua esposa. Rainha das Lágrimas é estrelado por Kim Soo-hyun (Tudo Bem Não Ser Normal) e Kim Ji-won (Meu Diário para a Liberdade) e garantiu nota 8.8 no My Drama List, além de 8.2 no IMDb. Está na Netflix. 🍿Rainha das Lágrimas: conheça elenco e personagens do novo dorama de romance Temporadas: 1 Episódios: 16 Nota IMDb: 8.2 Nota MyDramaList: 8.8 Onde assistir: Netflix Produção da Netflix, Rainha das Lágrimas tem Kim Soo-hyun e Kim Ji-won no elenco Reprodução/Netflix 2. O Rei Eterno (2020) Combinando romance e ação, O Rei Eterno segue o imperador Lee Gon, que após passar por um portal misterioso, acaba entrando em um mundo paralelo onde conhece Jeong Tae-eul, uma detetive determinada. Com os astros Lee Min Ho (Boys Over Flowers) e Kim Go-eun (Goblin) no elenco, o dorama foi um dos principais lançamentos de 2020. A produção, que está disponível na Netflix, recebeu 8.1 no IMDb e 8.2 no My Drama List. Temporadas: 1 Episódios: 16 Nota IMDb: 8.2 Nota MyDramaList: 8.1 Onde assistir: Netflix O Rei Eterno foi um k-drama de destaque em 2020 Divulgação/My Drama List 3. Meu Demônio Favorito (2023) Estrelado por Song Kang (Sweet Home) e Kim Yoo-jung (Garota do Século 20), Meu Demônio Favorito acompanha Jeong Gu-won, um demônio que garante sua vida eterna através de acordos e odeia seres humanos. Quando ele conhece a jovem herdeira Do Do-hee, os poderes de Gu-won são passados misteriosamente para ela, o que força os dois a conviverem enquanto o demônio tenta recuperar seus poderes. A produção recebeu nota 8.2 no My Drama List, enquanto no IMDb ficou com 7.7. Temporadas: 1 Episódios: 16 Nota IMDb: 7.7 Nota MyDramaList: 8.2 Onde assistir: Netflix Meu Demônio Favorito é estrelado por Song Kang e Kim Yoo-jung Divulgação/IMDb 4. Bom Apetite, Vossa Majestade (2025) Estrelado por YoonA (Sorriso Real) e Lee Chae-min (Hierarchy), Bom Apetite, Vossa Majestade acompanha Yeon Ji-yeong, uma chef de cozinha especializada em culinária francesa que misteriosamente é transportada para a era Joseon, onde fica no palácio do imperador Lee Heon. Para se manter segura, Yeon Ji-yeong é obrigada a cozinhar para o monarca, conhecido por ter um paladar exigente. A produção recebeu nota 8 no IMDb e 8.5 no My Drama List. 🍿Bom Apetite, Vossa Majestade: sinopse, elenco e episódios do dorama da Netflix Temporadas: 1 Episódios: 12 Nota IMDb: 8 Nota MyDramaList: 8.5 Onde assistir: Netflix Bom Apetite, Vossa Majestade segue a dinâmica de uma chef de cozinha e um imperador arrogante Reprodução/IMDb 5. Sorriso Real (2023) Goo Won é o herdeiro de uma rede de hotéis de luxo, conhecido por sua personalidade rigorosa. A sua fachada é balançada quando ele conhece a doce Sa-rang, uma funcionária do hotel que está sempre sorridente. Apesar das personalidades diferentes, o amor surge entre os dois. Estrelado pelos idols de K-pop YoonA, do grupo Girls’ Generation, e Lee Jun-ho, do 2PM, Sorriso Real recebeu avaliação de 5.5 no IMDb e 8.2 no My Drama List. 🍿Sorriso Real: veja personagens e guia de episódios do dorama Temporadas: 1 Episódios: 16 Nota IMDb: 5.5 Nota MyDramaList: 8.2 Onde assistir: Netflix Os artistas Yoon-A e Jun Ho interpretam os protagonistas de Sorriso Real Reprodução/Netflix 🔎 Quer conhecer outros doramas muito bons? 31 melhores doramas da Netflix em 2026 para maratonar sem dó 12 melhores doramas de ação para assistir em 2026 22 doramas no Disney+ que você precisa assistir hoje mesmo 10 doramas muito bons com romances em que os inimigos se apaixonam 10 melhores doramas de todos os tempos, segundo o My Drama List Doramas dublados em português: os 30 melhores para assistir agora 10 doramas tipo Round 6, mas com histórias ainda melhores 10 doramas que são perfeitos do primeiro ao último capítulo Os 10 melhores doramas com plot twists surpreendentes 10 doramas como O Amor Não Está Esgotado, mas ainda melhores 6. Pousando no Amor (2019) Yoon Se-ri é dona de uma marca de artigos esportivos e durante um teste de produtos novos, ela fica presa em um tornado. Ao acordar, Se-ri descobre ter caído no território da Coreia do Norte, onde é encontrada pelo capitão Ri Jeong-hyeok. Com a ajuda dele, ela esconde sua identidade enquanto procura uma forma de voltar para casa. Um dos principais doramas dos últimos anos, Pousando no Amor é estrelado por Hyun Bin (Memórias de Alhambra) e Son Ye-jin (Trinta e Nove). A produção recebeu nota 8.7 no IMDb e 9 no My Drama List. 🍿 Pousando no Amor: veja sinopse, elenco e trailer do dorama da Netflix Temporadas: 1 Episódios: 16 Nota IMDb: 8.7 Nota MyDramaList: 9 Onde assistir: Netflix Pousando no Amor é um dos principais doramas dos últimos anos Divulgação / Netflix 7. O Rei: Dois Corações (2012) Estrelado por Lee Seung-gi (Mouse) e Ha Ji-won (Chamada ao Palco), O Rei: Dois Corações é uma comédia romântica clássica. A trama segue Lee Jae Ha, o príncipe da monarquia constitucional sul-coreana conhecido por ser um mulherengo, e Kim Hang Ah, uma oficial das forças especiais da Coreia do Norte. Para incentivar a paz entre os dois países, um acordo político é feito e os dois são forçados a casar, mas suas personalidades diferentes acabam dificultando tudo. Disponível no Viki, o drama recebeu nota 7.6 no IMDb. Já no My Drama List, ficou com 8.2. Temporadas: 1 Episódios: 20 Nota IMDb: 7.6 Nota MyDramaList: 8.2 Onde assistir: Rakuten Viki O Rei: Os Dois Corações acompanha um casamento arranjado entre um príncipe sul-coreano e uma oficial do norte Divulgação/Prime Video 8. My Royal Nemesis (2026) Para quem gosta de romance e fantasia, My Royal Nemesis acompanha Kang Dan-shim, uma lendária vilã da era Joseon, que depois de ser condenada e morrer envenenada, reencarna no século XXI no corpo de uma atriz. Lá, ela acaba cruzando o caminho do herdeiro Cha Se-gye, com quem vive uma relação de amor e ódio. Com destaque para Heo Nam-jun (100 Memórias) e Lim Ji-yeon (A Lição) no elenco, My Royal Nemesis recebeu avaliação de 7.6 no IMDb. Já no My Drama List, a produção garantiu 8.3. Pode ser assistido na Netflix. Temporadas: 1 Episódios: 14 Nota IMDb: 7.6 Nota MyDramaList: 8.3 Onde assistir: Netflix My Royal Nemesis mistura romance histórico, fantasia e comédia Divulgação/IMDb 9. Alquimia das Almas (2022) Jang Wook é o herdeiro de uma família rica e conhecido como o maior encrenqueiro do fantástico reino de Daeho. Quando ele conhece Naksu, uma guerreira que teve sua alma presa no corpo de Mu Deok, serva da família Jang, Wook passa a aprender a lutar em segredo com ela. Alquimia das Almas é uma produção da Netflix que tem nomes como Lee Jae-wook (Extraordinária Você) e Jung So-min (O Amor Mora ao Lado) de destaque no elenco. No IMDb, o k-drama garantiu avaliação de 8.7. Já no My Drama List, ficou com 9.1. Temporadas: 2 Episódios: 20 Nota IMDb: 8.7 Nota MyDramaList: 9.1 Onde assistir: Netflix Alquimia das Almas tem 30 episódios divididos em duas temporadas Reprodução/tvN 10. Mr. Sunshine - Um Raio de Sol (2018) Em 1871, durante o incidente de Shinmiyangyo, o menino sul-coreano Eugene Choi é levado para os Estados Unidos para escapar do conflito. Anos depois, agora como adulto, Eugene retorna à Coreia e se apaixona, ao mesmo tempo que descobre um plano estrangeiro de colonização do país. Com Lee Byung-hun (Round 6) e Kim Tae-ri (Vinte e Cinco, Vinte Um) no elenco, Mr. Sunshine é uma produção aclamada pelo público e angariou avaliação de 8.7 no IMDb, além de 8.8 no My Drama List. Está na Netflix. Temporadas: 1 Episódios: 24 Nota IMDb: 8.7 Nota MyDramaList: 8.8 Onde assistir: Netflix Mr. Sunshine é um dorama de romance histórico disponível na Netflix Divulgação/tvN Com informações de Netflix, Rakuten Viki, IMDb, My Drama List e Just Watch. 🎥 O que é Dorama? Veja o que significa e principais produções do gênero O que é Dorama? Veja o que significa e principais produções do gênero Saiba Mais Initial plugin text
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