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Motoristas devem redobrar cuidados ao dirigir na chuva; confira dicas

Com a ocorrência mais frequente de chuvas, os motoristas devem redobrar a atenção ao pegar a estrada, alerta a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). As condições climáticas podem reduzir a visibilidade, deixar a pista escorregadia e aumentar os riscos durante os deslocamentos. 

Por isso, a Artesp orienta seguir algumas orientações e tomar precauções antes e durante a viagem. Antes de sair, é importante conferir a previsão do tempo e as condições do veículo. Pneus, sistema de freios, faróis, limpadores e palhetas do para-brisa devem estar em boas condições. No caso dos pneus, é importante observar o desgaste dos sulcos e o indicador de desgaste (TWI). Quando o sulco atinge esse indicador, o pneu deve ser substituído.

Durante a viagem, ao perceber a presença de chuva, o motorista deve reduzir a velocidade e manter distância maior em relação ao veículo da frente, garantindo mais tempo de reação e uma frenagem segura. Os faróis baixos devem permanecer acesos para aumentar a visibilidade do veículo para os demais usuários da rodovia.

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É importante ter atenção redobrada no momento do início da chuva porque a pista pode ficar mais escorregadia, já que a água se mistura com poeira, óleo e outros resíduos acumulados no asfalto. Por isso, a orientação é evitar manobras e freadas bruscas, realizando os movimentos de forma suave e progressiva.

Outro cuidado importante é evitar trechos alagados. A água acumulada pode esconder obstáculos, provocar a perda de controle do veículo e causar danos graves. O motorista também não deve parar ou trafegar pelo acostamento, que deve ser utilizado exclusivamente em emergências.

Em caso de aquaplanagem, quando os pneus perdem o contato com o asfalto devido à água acumulada, a orientação dos técnicos é manter o volante firme e em linha reta, retirar suavemente o pé do acelerador e não frear bruscamente.

Durante chuvas fortes ou ocorrência de granizo, a recomendação é manter a calma e procurar um local seguro para aguardar a melhora das condições climáticas, como um posto de Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU). O motorista deve evitar parar na pista ou no acostamento.

O pisca-alerta não deve ser utilizado com o veículo em movimento, pois a prática pode induzir outros motoristas a comportamentos inadequados. Para evitar o embaçamento dos vidros, o motorista pode utilizar o ar-condicionado ou a ventilação interna direcionados para o para-brisa.

Antes de viajar, os usuários também devem ter em mãos os contatos das concessionárias responsáveis pelas rodovias que serão utilizadas. Em caso de necessidade, os canais de atendimento dessas concessionárias podem auxiliar e prestar socorro aos motoristas durante o trajeto.

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Entenda como funciona o Gabinete de Crise montado para acompanhar  chegada de eventos climáticos extremos

A previsão da Defesa Civil da chegada de tempestades severas em várias regiões do Estado a partir desta sexta-feira (11) fez o Governo de São Paulo instaurar o Gabinete de Crise no Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE) para monitorar a situação.

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) emitiu alerta que prevê que os municípios situados nas regiões de Presidente Prudente, Marília, Itapeva, Sorocaba e Registro devem ser os mais atingidos por temporais, com ventos fortes, granizo, com condições meteorológicas favoráveis à formação de tornados.

Por isso, desde a tarde desta sexta-feira, o Gabinete de Crise passa a agir no formato presencial, na sede da Defesa Civil. O gabinete é composto por representantes do Governo de São Paulo, das concessionárias de energia, água e gás, do Departamento de Estradas e Rodagens (DER), das agências reguladoras do estado (Arsesp, SP Águas e Artesp), do Corpo de Bombeiros e da Polícia Rodoviária do estado.

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A estrutura integrada foi montada pela primeira vez em novembro de 2023, quando o estado sofreu com fortes ventos que provocaram queda de energia por dias, principalmente na Capital e Grande São Paulo. Naquele momento, o Governo optou por formar uma estrutura permanente para diminuir o tempo de resposta às ocorrências.

Atualmente, sempre que o CGE identifica alguma ameaça climática de grande porte que pode colocar em risco a segurança da população, o grupo é acionado e permanece em plantão até o final do alerta.

Durante esse período, o papel dos representantes é otimizar o diálogo, a troca de informações e o acionamento das respostas necessárias para proteger a população. 

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