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Mercado Livre, Shein, Amazon e Shopee impulsionaram os fundos imobiliários em abril e estes 3 FIIs podem se beneficiar desse cenário; veja quais são

Mais uma vez os fundos imobiliários superaram o Ibovespa. Em abril, o Ifix — índice que reúne os principais FIIs do mercado brasileiro — entregou um retorno de + 1,53% enquanto o IBOV ficou no “zero a zero”. Parte desse desempenho se deve a inquilinos como Mercado Livre, Shein, Amazon e Shopee.

Explico: dentre os segmentos, os fundos logísticos foram destaque da alta em abril e no primeiro trimestre. Esses FIIs tem como principais locatários grandes empresas de varejo, mais especificamente de e-commerce.

De acordo com Caio Araujo, analista de fundos imobiliários, essas empresas devem continuar favorecendo o segmento logístico. Assim, os FIIs mais preparados podem surfar esse momento positivo. Nesse contexto, ele apontou 3 ativos que vale a pena investir agora.

CONFIRA 3 FIIs QUE PODEM GANHAR COM MERCADO LIVRE, AMAZON, SHEIN E SHOPEE

Escalada do e-commerce ‘desequilibrou’ o setor logístico e abriu espaço para oportunidades

Em 2025, o faturamento do e-commerce no Brasil ultrapassou os R$ 235 bilhões. De acordo com dados da Abiacom as expectativas são de um crescimento de 33% no faturamento até 2028.

Do ponto de vista logístico, essa informação já seria suficiente para imaginar que os fundos deste segmento podem continuar se destacando mediante uma necessidade de galpões com boa infraestrutura, próximo a regiões estratégicas.

Contudo, Caio Araujo aponta que há um desequilíbrio neste mercado que pode aumentar ainda mais a atratividade de alguns fundos específicos. Em um relatório especial, publicado recentemente, o analista explicou que há uma oferta restritiva de galpões que atendam as necessidades das grandes empresas com Amazon, Mercado Livre, Shein e Shopee.

O índice de vacância desse tipo de imóvel chegou aos 6,7% no primeiro trimestre, ao passo que a procura por galpões continua alta. Para completar, o ambiente de juros elevados aumentou o custo de desenvolvimento de novos projetos, reduzindo a atividade construtiva.

Assim, “quem tem o galpão pronto, de qualidade, triple A, pode ‘surfar’ essa onda”, afirma Araujo. A onda que o analista se refere é justamente a possibilidade de reajustes no valor dos contratos de aluguel mediante a alta demanda e baixa oferta de imóveis com essas características.

Avaliando o preço dos imóveis em um raio de 90 quilômetros de distância da cidade de São Paulo, o analista aponta que o descasamento entre oferta e demanda pode significar uma necessidade de ajuste de até 40% no aluguel médio.

Nesse contexto, o analista recomenda 3 fundos imobiliários para os investidores que desejam “surfar” as oportunidades do setor logístico.

3 FIIs para investir no setor logístico

Em um relatório especial Caio Araujo apresentou com mais detalhes a sua tese de investimentos no setor logístico. Ele ainda indicou três ativos para investir no segmento. Entre as recomendações estão:

Um FII cujas operações geraram um retorno acumulado de R$ 4,68 por cota e que ainda pode valorizar 9,6%;

Fundo imobiliário que se destaca pela qualidade técnica dos imóveis, além de uma geração de renda estimada em 9,6% para os próximos 12 meses;

FII logístico que negocia com um desconto de 10% em relação ao valor patrimonial (P/VP) e pode entregar um ganho de capital de 9,6%, mais um dividend yield de 10,5% nos próximos 12 meses.

A boa notícia é que você pode ter acesso a este conteúdo de forma gratuita. Para liberar o seu acesso é muito simples, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

QUERO CONHECER OS FUNDOS IMOBILIÁRIOS PARA ‘SURFAR’ AS OPORTUNIDADES DO SETOR LOGÍSTICO

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1T26 das big techs: o mercado cansou do ‘hype’? Confira a análise de Enzo Pacheco no novo episódio Empiricus Podcast

As big techs reportaram números bilionários na temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26), que superaram as expectativas do mercado. Para se ter uma ideia, os dados coletados pela Bloomberg estimavam um crescimento de lucros de 18% na comparação com o mesmo período de 2025.

Contudo, com a divulgação dos números de seis das “Sete Magníficas” — a Nvidia ainda não divulgou , o grupo caminha para entregar um crescimento de lucros de 57% no 1T26. Para efeito de comparação, o restante do S&P500 deve entregar um avanço de 16% nos lucros.

Mas apesar dos números positivos nos balanços, na bolsa, a reação foi diferente. Logo após os resultados, o mercado “privilegiou” as ações da Alphabet (GOOGL) e Amazon (AMZN). Em contrapartida, “puniu” os papéis da Meta (META) e Microsoft (MSFT).

O que levou o mercado a reagir dessa forma? Será que o hype da IA passou e agora os investidores estão separando as big techs entre vencedoras e perdedoras?

Enzo Pacheco, analista de ações internacionais, participou do Empiricus Podca$t desta semana para falar do resultado da big techs, o que está no radar do mercado e como os investidores podem se posicionar nesse setor. (veja o episódio na íntegra).

Se todos os resultados foram positivos, por que algumas ações caíram?

Das Sete Magníficas, Meta, Amazon, Alphabet e Microsoft divulgaram resultados no dia 29 de abril. Todas apresentaram crescimento de dois dígitos nos lucros. Apesar disso, no pregão seguinte aos balanços houve uma disparidade no comportamento das ações.

Enquanto os papéis da Alphabet subiram mais de 10% e a Amazon renovou máxima histórica, as ações da Microsoft e Meta despencaram 4% e 8%, respectivamente. Segundo Enzo Pacheco, esse comportamento foi motivado pela projeção que essas companhias reportaram em relação aos investimentos em inteligência artificial.

Ele explicou que há algum tempo o mercado vem questionando se os investimentos das big techs em IA estão fazendo sentido e gerando resultado para as empresas.

O trio Alphabet, Microsoft e Amazon são conhecidas como hyperscales, ou seja, “empresas que vão fazer grandes estruturas e data centers, e oferecer para que as empresas contratem essas estruturas de processamento”, pontua o analista.  

É justamente essa capacidade de expandir essas estruturas que está no radar dos analistas e investidores, “pois é o que vai gerar um crescimento forte da receita nos próximos anos”.

Nesse sentido, a pergunta que fica é:

Vale a pena investir nas big techs após os resultados do 1T26?

Enzo Pacheco aponta que, embora o mercado tenha reagido mal aos resultados de algumas big techs, “para os brasileiros que querem começar a investir lá fora, as sete magníficas são boas opções para começar”.

Nesse sentido, durante o podcast o analista revelou quem foi a grande perdedora e a grande vencedora nos resultados do 1T26, na visão dele, e como equilibrar as posições desses papéis na carteira.

Além disso, Enzo revelou qual a ação de big tech preferida neste momento. Você pode conferir tudo isso no novo episódio do Empiricus Podca$t. Para conferir na íntegra, basta apertar o play no botão abaixo:

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Ata do Copom ‘sem pistas’? Mercado diverge na leitura do documento, mas cenário de incerteza abre espaço para buscar retornos de IPCA+ 10,6% ao ano

Na última terça-feira (5), o Banco Central divulgou a ata do Copom. O documento traz mais detalhes sobre os fatores que embasaram a última decisão da autoridade monetária, que optou por mais um corte de 0,25 pontos percentuais, levando a Selic para o patamar de 14,50% ao ano.

A ata costuma ser muito aguardada pelos investidores, pois além dos pormenores da decisão, costuma dar “pistas” dos próximos passos do Banco Central. Mas, desta vez, a interpretação dos “sinais” do BC causaram divergências no mercado.

O tom da ata foi um ponto em que o mercado apresentou leituras diversas. Para alguns, a autoridade adotou um tom mais dovish — leve —, o que seria um indício de manutenção da confiança na desaceleração da atividade para sustentar o ciclo de cortes.

 Por outro lado, parte do mercado aponta que a autoridade adotou um tom mais hawkish — duro — em sua comunicação. Lais Costa, analista de renda fixa e head de fundos da Empiricus Research, faz parte deste grupo.

De acordo com a analista, a ata apresentou uma mudança importante em relação ao Copom de março: “há maior probabilidade de interrupção dos ajustes do que de aceleração do ritmo de corte em junho”. Nesse cenário, a pergunta de muitos investidores é:

Para onde vai a Selic nos próximos meses?

Na ata do Copom o Banco Central destacou que três pontos de atenção para as próximas decisões. O primeiro deles foi o distanciamento das expectativas de inflação em relação à meta, devido aos impactos de segunda ordem do conflito no Oriente Médio.

O documento também debateu as alterações no balanço de risco, tanto por conta do aumento da inflação em um cenário de conflito prolongado, quanto pelo efeito da disrupção nas cadeias produtivas de petróleo.

Por fim, o Banco Central deixou claro a importância de uma política fiscal previsível, crível e anticíclica. Segundo a autoridade, “o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade.”

Por outro lado, a ata apontou que os juros elevados praticados ao longo dos últimos períodos já estão ” contribuído de forma determinante para a desinflação observada.” Nesse cenário, Lais acredita que há uma forte propensão de mais um corte de 0,25 pontos percentuais na reunião de junho.

Contudo, a expectativa é de que o ciclo seja ainda menor. Segundo Costa, isso já deve aparecer no relatório Focus da próxima segunda-feira com uma “revisão para cima das projeções da Selic em 2026.”

De acordo com Lais, enquanto o último Boletim aponta uma Selic terminal de 13% ao ano, o mercado aponta para 14% em dezembro.

Nesse contexto, analista fez alguns ajustes na carteira na qual recomenda títulos “premium” da renda fixa. Entre as mudanças está a oportunidade de buscar retornos de IPCA+ 10,6% ao ano.

4 oportunidades na renda fixa para buscar até IPCA+ 10,6% ao ano, com isenção de IR, com a Selic a 14,5% ao ano

Laís aponta que, diante do cenário atual, os títulos de longo prazo, indexados à inflação (IPCA), continuam sendo uma boa estratégia de alocação.

Contudo, para quem topa um risco um pouco maior que o da renda fixa tradicional, há a oportunidade de capturar rentabilidades reais de até 10,6% ao ano, acima da inflação, com um outro ativo.

Ou seja, com títulos como esse, é possível “travar” um retorno real de 10,6% ao ano com isenção de IR. A boa notícia é que você pode conhecer a carteira completa, com esse e outros títulos recomendados por Lais, agora mesmo.

Empiricus Research está disponibilizando como cortesia o acesso gratuito ao portfólio completo. Para acessar, é muito simples: basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

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É hoje (27): acesso à lista com as 5 moedas para buscar até R$ 1 milhão será liberado; veja como acessar

Nesta segunda-feira (27), às 19h, será liberado acesso ao público a lista com as 5 criptomoedas que, segundo o trader Jader Nogueira, podem ter potencial de multiplicação de até 400 vezes.

A proposta chama atenção pelo ponto de partida. Com cerca de R$ 500 em cada ativo — totalizando R$ 2.500 —, a estratégia busca capturar uma possível nova fase de valorização no mercado cripto, com chance alcançar até R$ 1 milhão no longo prazo.

Pode parecer ambicioso. Mas esse tipo de movimento não é novidade nesse mercado. Ao longo dos últimos ciclos, ativos ainda pouco conhecidos protagonizaram altas expressivas, muitas vezes saindo do anonimato para valorizações exponenciais em um curto espaço de tempo.

E é justamente esse tipo de oportunidade que está no radar agora. Segundo Jader, há sinais de que uma nova janela pode estar se abrindo, e ele afirma já ter identificado 5 moedas que reúnem características semelhantes às de criptomoedas que se destacaram no passado.

Estas 5 moedas possuem 3 características capazes de gerar multiplicações de até 400x

Segundo Jader, as cinco criptomoedas escolhidas contam com três características fundamentais:

  • São projetos com baixo valor de mercado;
  • Possuem fundamentos consistentes; e
  • Têm potencial de atrair grandes fluxos de capital.

Segundo o especialista, foram justamente moedas com essas características que entregaram os melhores retornos no passado. Em uma operação documentada, Nogueira conseguiu multiplicar um investimento em 320 vezes — o que seria suficiente para transformar pouco mais de R$ 3 mil em mais de R$ 1 milhão.

Em outro caso, com a criptomoeda LUNA, o retorno chegou a até 1.300 vezes o capital investido. Ao longo da sua trajetória, também capturou valorizações de 32.000%, 60.000% e até 130.000%.

Fonte: Binance. Ganho do trader em maio de 2022. Retornos passados não garantem retornos futuros. Investimentos podem ocasionar perdas ao investidor.

É claro que, retornos passados não garantem retornos futuros. Além disso, estamos falando de um mercado bastante volátil. Contudo, Jader acredita que movimentos como estes podem se repetir, caso um novo ciclo de alta se confirme, e esta lista de 5 moedas possui o maior potencial de valorização, na visão do especialista.

Nesse sentido, o timing tende a ser um fator relevante. Isso porque, segundo o especialista, as maiores oportunidades costumam surgir antes dos grandes movimentos. Ou seja, quando os ativos ainda não estão no radar da maioria.

Por isso, nesta segunda (27) ele irá realizar um evento gratuito e online para revelar o passo a passo para ter acesso a esses ativos.

Participe gratuitamente e veja como acessar a lista com as 5 moedas nesta segunda (27), às 19h

A lista completa será revelada nesta segunda, 27 de abril, às 19h, durante um evento online e gratuito. Além de apresentar as cinco criptomoedas, Jader também vai mostrar o passo a passo para aplicar a estratégia na prática.

Entre os pontos que serão abordados, estão:

  • Como ter acesso à lista com as 5 criptomoedas;
  • Por que eles atendem aos critérios da estratégia;
  • Como investir com aportes iniciais de R$ 500 por moeda;
  • E como utilizar uma ferramenta que replica automaticamente as operações do trader.

Na prática, a ferramenta permite que mesmo investidores iniciantes possam acessar a estratégia sem precisar acompanhar o mercado o tempo todo. A execução é simplificada: basta configurar para seguir as movimentações do trader.

Assim, se você está vendo esta matéria e quer participar do evento e saber como acessar a lista com as 5 criptomoedas, basta clicar no botão abaixo:

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Em tempos de Ibovespa perto dos 200 mil pontos, Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global pode ‘blindar’ seu portfólio de ‘risco invisível’

Os investidores da Bolsa brasileira têm poucos motivos para reclamarem do ano até aqui. Apesar das incertezas que rondam o cenário geopolítico global, os ativos de risco domésticos parecem estar vivendo uma boa fase. No ano, o Ibovespa já valorizou 20% e, recentemente, chegou a tocar nos 198 mil pontos, renovando a máxima histórica.

Grande parte da disparada se deve ao fluxo de investidores estrangeiros. Só no primeiro trimestre foram R$ 50 bilhões aportados na B3. Além disso, analistas, economistas e especialistas apontam a queda da Selic e uma possível alternância no pêndulo político como gatilhos para o Ibovespa em 2026.

Diante desses fatores, muitos investidores estão aproveitando para “encher o carrinho” de ativos domésticos. De fato, o momento é realmente propício para investir na Bolsa brasileira. Contudo, existe um “risco invisível” para quem “entrar de cabeça” no IBOV.

Pensando nisso, a Empiricus Research, lançou a Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global. Trata-se de um portfólio que oferece uma forma simples, acessível e disciplinada de investir.

Como a Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global pode proteger o seu patrimônio do ‘risco invisível’?

Os investidores mais atentos certamente não querem ficar de fora do rali da Bolsa brasileira. Contudo, é preciso levar em consideração uma fonte de risco relevante: a falta de diversificação.

Muitos acreditam que, por possuir diferentes ativos no portfólio — como fundo imobiliário, títulos do tesouro, crédito privado e até um ou outro BDR — estão diversificando a carteira. Mas, na prática, a carteira continua exposta ao “risco invisível”.

Isso ocorre porque, se toda a alocação está em ativos domésticos, a carteira está exposta ao mesmo risco: o Brasil. Com isso, qualquer mudança no cenário local, como maior deterioração fiscal, reaceleração da inflação ou instabilidade política, tendem a afetar todo o portfólio ao mesmo tempo.

Foi justamente para ajudar o investidor a mitigar esse risco que a Empiricus criou uma carteira com foco em alocação estrutural global.

“A lógica central da estratégia é reduzir a dependência de um único país, uma única moeda e um único ciclo econômico. Em vez de concentrar risco no Brasil, a carteira combina blocos globais de renda fixa, ações, ouro e ativos alternativos, criando uma estrutura robusta para atravessar diferentes regimes de mercado”, explica Lais Costa, analista responsável pela carteira.

A Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global foi inspirada na série Os Melhores Fundos, também comandada pela analista, e adota as seguintes premissas:
  • diversificação entre classes de ativos;
  • diversificação geográfica;
  • diversificação cambial (exposição estrutural a moedas fortes);
  • simplicidade operacional e baixo atrito de execução.

O portfólio segue uma estratégia de alocação passiva e risco moderado. Ou seja, o objetivo é entregar um retorno semelhante ao benchmark, que neste caso é o IDCOTS (ICE U.S. Treasury Short Bond Index). Este índice de mercado monitora o desempenho de títulos públicos de curtíssimo prazo emitidos pelo Tesouro dos Estados Unidos.

Assim, a carteira reúne ações dos mercados norte-americano, europeu e japonês, títulos de renda fixa de diferentes regiões do mundo e ativos como metais, moedas e cripto para buscar o retorno esperado de Dólar + 3% ao ano, “em linha com a estratégia de alocação e risco”, pontua Lais Costa.

E você pode conhecer todas as recomendações de forma 100% gratuita, por meio do BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG Pactual — banco de mesmo grupo da Empiricus.

No Content, você pode ter acesso à carteira completa e conhecer a tese por trás de todas as 11 recomendações. Além disso, dentro da plataforma, é possível ser direcionado para investir no portfólio com apenas alguns cliques.

Isso porque o BTG Pactual disponibiliza a Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global automatizada.

Nessa modalidade, você investe nos ativos recomendados com um aporte único, e todas as alterações sugeridas por Lais Costa são realizadas de forma automatizada.

Ou seja, você não precisa se preocupar em comprar e vender os ativos, nem fazer o balanceamento e ajustes manualmente. Para conferir o relatório e saber mais sobre como investir na carteira de forma automatizada, o primeiro passo é criar uma conta gratuita no BTG Content.

Ao realizar o cadastro na plataforma de conteúdos gratuitos do BTG Pactual, poderá liberar o seu acesso à carteira automatizada de Alocação Estrutural Global, bem como uma série de materiais para te ajudar a tomar boas decisões de investimento.

Para diversificar o portfólio e ter acesso às principais recomendações do maior Banco de Investimentos da América Latina, clique no botão abaixo e siga as instruções:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Ouro hoje: metal volta a subir após Trump prorrogar indefinidamente o cessar-fogo com o Irã 

Enquanto muitos brasileiros aproveitavam o feriado de Tiradentes, na última terça-feira (21), o presidente norte-americano Donald Trump anunciou uma extensão do acordo de cessar-fogo contra o Irã.

Segundo publicação feita na “Truth Social” — rede social de Trump — a ordem é que as Forças Armadas suspendam as ofensivas “até que os representantes iranianos cheguem a uma proposta unificada para negociar a paz”. Além disso, o presidente dos EUA determinou a manutenção do bloqueio marítimo no Estreito de Ormuz.

Diante da extensão do prazo a reação inicial do mercado até foi positiva. Contudo, nesta quarta-feira (22) o ouro voltou subir. Por volta das 11h, os contratos futuros do metal apresentavam uma valorização de mais de 1%, negociando a US$ 4.773,60 por onça-troy.

Segundo Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, “por mais que haja um cessar-fogo e a chance de uma escalada descontrolada esteja, neste primeiro momento, um pouco mitigada, o nervosismo do mercado prevalece”.

Trégua renovada, caos mantido: vale comprar ouro agora?

Spiess participou do Morning Call, programa diário no canal do YouTube do BTG Pactual, para falar justamente da reação do mercado a manutenção do acordo de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã.

O analista destaca que, o anúncio da trégua por tempo indefinido não trouxe nenhum acordo consistente a respeito do fim dos conflitos. E, mais importante, o Estreito continua bloqueado.

Este é justamente o principal ponto de “nervosismo” por parte do mercado. Vale lembrar que, desde que os EUA atacaram o Irã pela primeira vez — há oito semanas — o petróleo tipo brent voltou a negociar na casa dos US$ 100.

Além disso, Spiess destaca que as comunicações, tanto do Irã quanto dos EUA, são confusas, o que aumenta o sentimento de incerteza por parte do mercado. Ele ainda acrescenta que, este é mais um caso de “TACO trade”.

  • Entenda: “TACO” é a sigla que se refere à expressão “Trump always chickens out”. Em português, seria o mesmo que dizer que o presidente norte-americano sempre “amarela” ou “dá para trás” nas suas ameaças.

Essa postura — de fazer ameaças e depois voltar atrás — resulta em uma “perda gradual da eficácia das mensagens vindas da Casa Branca […] e dialoga com o dólar mais fraco ao redor do mundo”, pontuou o analista.

Assim, na visão de Matheus Spiess, a alta do ouro observada nesta quarta-feira (22) é um dos reflexos dessa busca do mercado por alternativas.

Durante o Morning Call, o analista lembrou que o metal faz parte das recomendações da casa. Contudo, não é o único ativo para quem busca diversificação global.

Ouro e mais 11 ativos: conheça a Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global

Mesmo com a prorrogação do cessar-fogo no Oriente Médio, a leitura por grande parte do mercado é de que “o conflito continua sem solução definitiva e ainda sujeito a novos episódios de instabilidade”, ressalta Spiess.

Nesse contexto, o dólar continua perdendo espaço como porto seguro global e, em paralelo, o ouro e outros ativos tendem a ganhar mais espaço. Assim, os analistas da Empiricus Research decidiram lançar uma nova carteira: a Empiricus Alocação Estrutural Global.

A estratégia central do portfólio é reduzir a dependência de um único país, uma única moeda e um único ciclo econômico. Para isso, a carteira combina blocos globais de renda fixa, ações, ouro e ativos alternativos, criando uma estrutura robusta para atravessar diferentes regimes de mercado.

E o mais importante: você pode investir globalmente de forma simples, acessível e disciplinada, por meio de ativos listados na B3.

Assim, além do ouro, este portfólio com outras 11 recomendações de ativos em bolsas da Europa, Japão e mercados Emergentes, para buscar a maior diversificação possível.

A boa notícia é que você pode conhecer todas elas de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia o acesso ao relatório completo por meio do BTG Content, plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Para acessar o BTG Content é muito simples: basta clicar neste link e seguir as instruções. Assim, em poucos passos vocêlibera o seu acesso gratuito à plataforma.

Ao se cadastrar, você ainda poderá conhecer uma forma de investir automaticamente na carteira com apenas alguns cliques.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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‘Estratégia 20%’: como R$ 2,5 mil podem virar até R$ 1 milhão com apenas 5 ativos?

No mundo dos investimentos, existem diversas formas de alocar o capital. Algumas das mais conhecidas são as estratégias 80/20, 70/30 ou 60/40, que buscam equilibrar risco e retorno combinando diferentes classes de ativos. Esses modelos são amplamente utilizados por investidores que desejam construir patrimônio com consistência ao longo do tempo.

Mas, recentemente, uma nova abordagem começou a chamar a atenção. Trata-se da “estratégia 20%”, uma forma de alocação concentrada em uma única classe de ativos, que não busca apenas equilíbrio, mas sim assimetria.

Essa abordagem pode abrir espaço para algo incomum: a possibilidade de transformar cerca de R$ 2,5 mil em até R$ 1 milhão ao longo de um ciclo específico de mercado.

À primeira vista, pode parecer exagero. Mas há um detalhe importante: essa estratégia foi desenhada para um mercado em que movimentos de grande magnitude podem acontecer em curto espaço de tempo.

E agora, uma nova janela pode estar se formando e pode ser um bom momento para aplicar a “estratégia 20%” nesta lista de 5 ativos.

VEJA COMO BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO APLICANDO A ‘ESTRATÉGIA 20%’ NESTA LISTA DE 5 ATIVOS

Lista de 5 ativos + ‘estratégia 20%’: como essa combinação pode gerar retornos milionários?

Jader Nogueira, trader profissional e especialista em criptomoedas é quem está propagando a “estratégia 20%”.  Com quase uma década de experiência em ativos digitais, ele identificou um padrão claro: os maiores retornos não costumam vir dos ativos mais populares como o bitcoin (BTC) e o Ethereum (ETH), por exemplo.

Na verdade, o grande potencial de valorização desse mercado está naqueles ativos fora do radar da maioria dos investidores. Segundo Nogueira, são as moedas com baixo valor de mercado e fundamentos consistentes que carregam o potencial de atrair grandes fluxos de capital quando um novo ciclo de alta começa.

Assim, nocentro da chamada “estratégia 20%” estão 5 criptomoedas específicas. A proposta não é investir grandes quantias em um único ativo. Mas sim dividir um capital enxuto — cerca de R$ 2.500 — entre todas elas.

Na prática, isso representa um aporte inicial de R$ 500 em cada uma dessas cinco criptomoedas. Ou seja, aproximadamente 20% de um portfólio hipotético de R$ 2.500. É dessa divisão que surge o nome “estratégia 20%”.

A ideia é simples, enquanto a maior parte do seu patrimônio pode permanecer alocada em estratégias mais conservadoras ou equilibradas, uma fatia menor busca multiplicações de até 500x.

Afinal, o investimento em criptomoedas envolve riscos. Por isso é que a recomendação é começar com um montante inicial pequeno e deixar que o potencial das cinco moedas identificadas pelo especialista possa gerar retornos explosivos.

É exatamente esse tipo de abordagem que Jader vem aplicando ao longo da sua trajetória no mercado cripto. Com consistência, disciplina e foco em ativos de alto potencial, os resultados começaram a aparecer.

Em diferentes momentos, ele registrou ganhos expressivos:
  • US$ 750 mil em apenas 24 horas
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas em uma única operação
  • R$ 5,5 milhões acumulados em 90 dias
  • R$ 4 milhões conquistados em apenas 30 dias

É claro que retornos passados não garantem resultados futuros. Contudo, a escolha criteriosa das criptomoedas, atrelada a “estratégia 20%” na alocação do capital é a combinação capaz de fazer um aporte inicial de R$ 2,5 mil multiplicar até 500x, alcançando o R$ 1 milhão.

Agora, Jader afirma ter encontrado outras 5 criptomoedas com potencial de multiplicar o investimento, como foi com os exemplos citados acima. E mais: essa estratégia poderá ser executada de forma simples, apenas replicando automaticamente suas operações do trader.

Libere seu acesso à lista de 5 criptomoedas para investir com a ‘estratégia 20%’

Para apresentar a lista de 5 criptomoedas e como aplicar a “estratégia 20%” de forma detalhada, o especialista vai realizar um evento online e gratuito no dia 27 de abril.

  • Durante esse evento, ele vai mostrar:
  • Quais são as 5 criptomoedas selecionadas;
  • Por que elas atendem aos critérios da estratégia 20%;
  • E como utilizar uma ferramenta que permite replicar automaticamente suas operações.

Na prática, isso significa que mesmo investidores iniciantes podem aplicar a estratégia sem precisar acompanhar o mercado o tempo todo. Basta configurar a ferramenta para seguir as operações realizadas pelo trader.

Assim, se você quer entender como essa abordagem funciona na prática e avaliar se faz sentido incluir esse tipo de exposição na sua carteira, o próximo passo é participar do evento.

Para garantir sua vaga gratuita e conhecer as 5 criptomoedas da estratégia 20%, basta clicar no botão abaixo:

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Nova ordem mundial: ‘em tempos de mudanças estruturais este investimento é obrigatório’, diz analista

O início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, despertou a atenção do mundo para um ponto específico do mapa: o Estreito de Ormuz. Esta faixa marítima — de aproximadamente 30 quilômetros — é responsável pelo escoamento de cerca de 20% do consumo mundial de óleo.

O fechamento dessa rota crucial gerou um novo choque energético. O preço do barril de petróleo (brent e WTI) voltou a disparar, chegando a US$ 120 no momento mais crítico do conflito. Esse fator trouxe um grande impacto sobre toda a cadeia produtiva global.

Matheus Spiess, analista macroeconômico da Empiricus Research, aponta que, em cenários de choque no petróleo, o mercado reage de forma previsível. Ele lembra que, entre 1970 e 1980, o mundo enfrentou situações semelhantes.

O resultado foi uma valorização superior a 1.000% com o preço da commodity saltando dos US$ 4 para US$ 36 em uma década. Esse comportamento já está se repetindo. No início do ano, o petróleo estava na casa dos US$ 70, mas em alguns momentos chegou aos US$ 120.

Contudo, a crise atual é mais grave do que em 1973, 1979 e 2022 — no estouro da guerra entre Rússia e Ucrânia — juntas, segundo dados da Agência Internacional de Energia (AIE).  Assim, a projeção é de que a commodity possa subir mais, chegando aos US$ 150 e até US$ 200.

“Quando o cenário muda, o desempenho dos investimentos muda junto. Alguns ativos começam a se destacar, outros ficam para trás. O pior é que a maioria das pessoas percebem tarde demais o que aconteceu”, afirma.

Por isso, recentemente, a Empiricus recomendou aos seus assinantes um investimento “obrigatório” para atravessar o cenário que, segundo especialistas, é só o começo de uma grande mudança na ordem mundial.

CONHEÇA O INVESTIMENTO ‘OBRIGATÓRIO’ PARA O ATUAL CENÁRIO GLOBAL

Porque ter este investimento na carteira, mesmo se a guerra terminar amanhã?

Para alguns pode parecer que a crise energética desencadeada pelo conflito no Oriente Médio é algo pontual, mas segundo o analista da Empiricus, trata-se de uma mudança estrutural.

Ele explica que, antes mesmo do conflito, já estava acontecendo um movimento reorganização das cadeias globais, mais investimento em infraestrutura e pressão inflacionária persistente.

Matheus chama atenção que o mundo está mais instável, fragmentado e dependente de recursos reais. Características que observamos em todas as mudanças de ordem global ao longo da história. A guerra apenas acelerou esse movimento.

Assim, o analista avalia que, mesmo que o conflito no Oriente Médio termine amanhã, existem outras tensões no ambiente geopolítico que podem “estourar” a qualquer momento. E nesse cenário de mudança global, os “ativos vencedores” também devem mudar.

INVESTIMENTO ‘OBRIGATÓRIO’: VEJA COMO SE POSICIONAR EM ‘ATIVOS VENCEDORES’

Quais ativos tendem a ganhar nesse novo cenário e como se posicionar?

Matheus explica que esses “ativos vencedores” são aqueles ligados à economia real. Ele aponta que, nos últimos anos, essa classe estava com os preços bastante comprimidos.

Contudo, historicamente, sempre que o mundo passa por esses cenários de crise e mudança estrutural, eles são os primeiros a disparar por quatro motivos principais:

  • Aumento do custo de produção: fica mais caro plantar e colher alimentos, bem como minérios;
  • Preço com logística e frete sobem: além de maior custo com diesel, esse cenário pode resultar em seguros mais caros e pagamento de pedágios;
  • Setores pressionados pela substituição de produtos: o encarecimento de itens básicos faz a demanda por produtos alternativos crescer, gerando desequilíbrio de oferta e demanda;
  • Fator financeiro: além de toda a mudança na cadeia produtiva, nesse cenário, os investidores correm para ativos reais fazendo com que os preços subam ainda mais.

Matheus aponta que, dentre os ativos reais mais procurados pelo mercado, o ouro e a prata já estão subindo há algum tempo. Agora, o petróleo também entrou em um ciclo de valorização.

Assim, os próximos ativos que deveriam entrar nesse ciclo são as commodities agrícolas. Diante de todo esse cenário, para os analistas da Empiricus a recomendação é clara: é hora de se posicionar em commodities.

Nesse sentido, a casa está recomendando um investimento “obrigatório”. Trata-se de um produto preparado para “surfar” o novo “boom” das commodities.

CONHEÇA O INVESTIMENTO ‘OBRIGATÓRIO’ QUE PODE CAPTURAR O ‘BOOM’ DAS COMMODITIES

Um único investimento, 25 ativos para ‘surfar’ o ‘boom’ das commodities

Na visão dos analistas da Empiricus Research, uma boa maneira de se expor ao potencial novo “boom” das commodities é investir nas empresas que operam nesses setores.

Dessa forma, é possível capturar o movimento de valorização sem precisar investir em cada um desses ativos separadamente, muito menos montar uma carteira complexa.

É justamente nesse ponto que se encontra o investimento “obrigatório”, recomendado pela Empiricus. Por meio desse ativo o investidor estará exposto à 25 ativos do setor de commodities, alocadas nos segmentos:

  • Óleo e gás;
  • Biocombustíveis e energia;
  • Mineração e siderurgia;
  • Agro e alimentos; e
  • Papel e celulose.

Para se ter uma ideia, nos últimos 12 meses esse ativo entregou uma valorização de mais de 40% para os investidores. É claro que, retornos passados, não são garantia de retornos futuros.

Contudo, em momentos com o que estamos vivendo agora, são justamente esses segmentos que tendem a ganhar força.

Por isso, se você quer expor parte da sua carteira ao possível próximo “boom” das commodities, este ativo pode ser o melhor caminho. A Empiricus preparou um vídeo explicando em mais detalhes como se posicionar nesse cenário por meio desse investimento “obrigatório”

Assista agora e saiba como se preparar para o próximo “boom” das commodities:

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Axia (AXIA3) e outras 9 ações para comprar nesta semana, segundo a Empiricus Research

A Axia (AXIA3) está entre as ações recomendadas pela Empiricus Research para comprar nesta semana. A companhia vive um momento decisivo com mudança relevante em sua estrutura, que pode funcionar como gatilho para valorização no curto e médio prazo.

Recentemente, os acionistas aprovaram a migração da empresa para o Novo Mercado — o mais alto nível de governança da B3. A operação envolve a conversão das ações preferenciais (AXIA5/AXIA6) em ordinárias (AXIA3).

O processo de conversão será feito em uma relação 1 para 1,1, incorporando um prêmio de aproximadamente 10% para compensar o diferencial de dividendos hoje pago pelas ações preferenciais.

Na avaliação da Empiricus, essa simplificação tende a melhorar a percepção do mercado e ampliar o interesse dos investidores pela tese.

Mudança na Axia (AXIA3) pode destravar valor, na visão de analistas

Para Matheus Spiess, analista macroenômico da Empiricus Research, a mudança reforça a tese que levou a Axia a ser uma das recomendações da semana da casa. Segundo ele, a migração ao Novo Mercado vai além de uma reorganização societária e posiciona a empresa em um novo patamar dentro do mercado brasileiro.

Na visão do analista, a iniciativa torna a estrutura acionária mais simples e transparente, o que facilita o entendimento da tese e “amplia de maneira significativa o conjunto de investidores elegíveis a comprar os papéis”, pontua.

Spiess também chama atenção para o maior alinhamento entre acionistas após a aprovação da proposta. Um fator positivo, visto que tende a reduzir ruídos e aumentar a previsibilidade das decisões corporativas ao longo do tempo.

“Trata-se de um movimento construtivo”, resume o analista, destacando a combinação de melhora de governança, potencial aumento de liquidez e redução de riscos percebidos.

Esses fatores ajudam a explicar por que a Axia está entre as recomendações da Empiricus Research para esta semana, mas não são os únicos.

Mais três motivos para comprar Axia (AXIA3) esta semana

A casa também destaca outros vetores que reforçam o momento da companhia. O primeiro deles é a transformação operacional em curso após a privatização.

A empresa, que hoje é a maior do setor elétrico da América Latina, vem executando uma agenda consistente de eficiência, com redução de endividamento, corte de custos, venda de ativos não estratégicos e uma operação mais enxuta.

Outro ponto importante está no cenário de preços de energia. Gargalos na transmissão e condições menos favoráveis nos reservatórios têm sustentado preços mais elevados — um ambiente que favorece diretamente a companhia, que tem mantido parte relevante de sua produção exposta ao mercado para capturar essa valorização.

Por fim, o valuation segue como um diferencial relevante. Atualmente os papéis são negociados a 7,8 vezes valor da firma sobre Ebitda (EV/Ebitda), múltiplos considerados atrativos dentro do setor. Assim, o valor descontando, combinado com ganhos de eficiência e modernização dos ativos, corroboram o potencial de valorização.

Diante desse conjunto de fatores, os analistas reforçaram a recomendação de compra da Axia (AXIA3) nesta semana.

Mas Axia (AXIA3) não é a única: confira outras 9 indicações da Empiricus para investir agora

A carteira Top Picks, concentra as 10 ações com maior potencial no momento, na visão da Empiricus Research. Os analistas selecionaram um grupo de empresas consideradas de qualidade, que estão sendo negociadas com desconto em relação ao seu valor potencial, abrindo uma janela interessante para quem busca ganhos já nas próximas semanas.

Entre as recomendações mais recentes, além da Axia (AXIA3), os analistas selecionaram outros 9 papéis que você pode investir de forma automatizada.

Isso porque a carteira Top Picks já está disponível na plataforma do BTG Pactual. No banco, os investidores conseguem investir no portfólio completo, com as 10 ações recomendadas com poucos cliques.

Com isso, você não precisa se preocupar em ajustar posições ou executar ordens. Todo o rebalanceamento é feito automaticamente, seguindo as atualizações dos analistas.

Para quem quer aproveitar as oportunidades desta semana — incluindo a tese da Axia —, essa pode ser uma forma simples e eficiente de se posicionar. Para isso, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

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Weg (WEGE3): Empiricus reforça recomendação de compra; veja dois motivos para investir na ação 

Ibovespa segue renovando máximas. Nesta sexta-feira (10), o principal índice da bolsa brasileira chegou a tocar nos 197 mil pontos, por volta das 11h da manhã. Nesse cenário, a Empiricus Research aproveitou para reforçar a recomendação de Weg (WEGE3).  

De acordo com os analistas da casa, além do cenário interno, uma decisão recente do presidente norte-americano, Donald Trump pode beneficiar as ações da companhia.  

Quais são os principais motivos para investir na Weg? 

Neste momento a combinação de dois fatores podem impulsionar as ações da Weg na bolsa. O primeiro deles esta mais ligado ao ambiente macroeconômico doméstico. Por aqui, o clima segue positivo para os ativos de riscos, apesar das incertezas causadas pelo conflito no Oriente Médio. 

Os analistas da Empiricus explicam que isso se deve ao fluxo de capital estrangeiro que segue migrando dos Estados Unidos, bem como um dólar mais fraco. Nesta sexta (10) a moeda chegou aos R$ 5, o patamar visto há mais de um ano. Esse ambiente, favorece os ativos de mercados emergentes como o Brasil.  

Ainda no ambiente doméstico, o ciclo de cortes de juros pode seguir impulsionando a bolsa. Eles avaliam que, apesar da alta de 0,88% registrada no IPCA de março, a Selic deve continuar em trajetória de queda.  

O segundo fator é mais ligado a tese da própria Weg.

Trata-se de uma medida assinada recentemente por Donald Trump que reduz as tarifas de importação sobre equipamentos industriais e de rede com alta intensidade metálica. Este é justamente o setor em que a companhia concentra grande parte do seu portfólio.  

 A nova regra tem como objetivo fortalecer a indústria americana ao reduzir as tarifas para uma faixa entre 15% e 25% até 2027. Contudo, empresas globais bem posicionadas — como é o caso da Weg — tendem a ser beneficiadas.  

Os analistas lembram que a companhia já havia sido favorecida pelas tarifas recíprocas do Brasil, que recuaram de 50% para 10%. Assim, tanto o ambiente doméstico, quanto a decisão de Trump podem “se traduzir em ganho adicional de rentabilidade para as ações da Weg (WEGE3).  

Por esse motivo, os analistas da Empiricus aproveitaram para reforçar a recomendação de compra do papel. Atualmente, a Weg está presente na carteira “As Melhores Ações da Bolsa”, mas ela não é a única. 

WEGE3 e mais 10 recomendações para começar a investir hoje 

Além da Weg (WEGE3) você pode conhecer todas as recomendações da série “As Melhores Ações da Bolsa”, por meio do Empiricus+, a nova assinatura “streaming” da maior casa de análise independente do país.  

Por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.  

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensais (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.  

Para liberar o seu acesso a Empiricus+ e a todas as recomendações da série agora mesmo, basta clicar no botão abaixo: 

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Ibovespa ao vivo: bolsa brasileira bate os 195 mil pontos; veja 10 ações para comprar agora

Contrariando o cenário macroeconômico instável, o Ibovespa segue renovando máximas. Na tarde desta quinta-feira (09) o principal índice da bolsa brasileira chegou aos 195 mil pontos. E no acumulado da semana, o IBOV já registra uma alta de 4%. 

A disparada acontece em um contexto adverso para os ativos de risco. O conflito no Oriente Médio impacta as perspectivas de juros e ciclo corte da Selic. E apesar do anúncio do cessar-fogo temporário, na terça-feira (7), os ataques de Israel ao Líbano e a manutenção do fechamento do Estreito de Ormuz revelaram a fragilidade do acordo deixando os mercados globais menos otimistas.  

Assim, a resiliência do índice brasileiro chama atenção. Contudo, para Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, o desempenho do Ibovespa mesmo diante de toda essa turbulência é uma sinalização clara de que “não será preciso muito esforço para o IBOV alcançar a tão sonhada marca dos 200 mil pontos”. 

Segundo Hungria, três pilares reforçam o viés construtivo para a bolsa brasileira e esta 10 ações são as mais preparadas para “surfar” esse momento, segundo o analista.  

Três pilares sustentam o Ibovespa rumo aos 200 mil pontos 

Assim como em outros mercados ao redor do mundo, a bolsa brasileira não está totalmente imune aos impactos do conflito no Oriente Médio. Contudo, Ruy explica que este não é o único fator que influencia o comportamento do Ibovespa neste momento.  

Há algum tempo o analista defende que existem três pilares que sustentam o rali da bolsa brasileira. O primeiro deles é a queda dos juros. Embora a escalada do preço do petróleo causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz possa aumentar a inflação ao redor do mundo, por aqui a expectativa ainda é de um ciclo de cortes da Selic em 2026.  

Focus desta semana aponta que o mercado segue projetando uma taxa de juros de 12,5% este ano. Na prática, isso representa a possibilidade de uma redução de 2,25 pontos percentuais na Selic, atualmente em 14,75% ao ano.   

Outro pilar apontado pelo analista é o trade eleitoral. Nos últimos dias, as pesquisas de intenção de voto passaram a apontar possibilidade de empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro.  

Nesse contexto, a possível vitória de um candidato mais a direita é algo que anima o mercado. Na visão de muitos investidores, com Flávio Bolsonaro na presidência o país adotaria uma postura mais ortodoxa em relação à política fiscal e demais questões econômicas.  

Por fim, Hungria aponta que o terceiro pilar que sustenta o desempenho da bolsa brasileira é a continuidade de fluxo de capital estrangeiro. O ambiente de dólar mais fraco tem impulsionado a rotação de capital dos EUA para outros mercados estrangeiros. No caso do Brasil, o analista destaca que ainda temos um “trunfo” que é o valuation descontado das ações.  

De acordo com o analista, apesar da alta recente, algumas ações ainda negociam com múltiplos abaixo da média histórica

Nesse sentido, ele recomendou 10 ações para investir agora. 

Trata-se de papéis de qualidade que estão com desconto em seu preço, abrindo uma ótima janela para quem deseja se posicionar.  

E você pode conhecer todas essas recomendações de forma 100% gratuita.  Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia o acesso gratuito à carteira Top Picks. Para acessar, basta clicar neste link e realizar o seu cadastro. 

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Onde investir em abril? Após queda de 7% em março, ação segue nas Top Picks de abril da Empiricus

Março foi um mês com muitos assuntos na pauta, como os resultados do 4T25 e o primeiro corte da Selic em 10 meses. Mas tudo isso foi “ofuscado” pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, que se tornou um dos principais obstáculos para o bom desempenho dos ativos de risco domésticos. Assim, a pergunta de muitos investidores agora é: onde investir em abril?

Devido aos conflitos no Oriente Médio, em março, a bolsa brasileira registrou o primeiro mês negativo desde julho de 2025. No acumulado, o Ibovespa, principal índice de ações de país, encerrou o mês com uma queda de –1%.

Contudo, Ruy Hungria, analista da Empiricus Research acredita que, diante de todo esse cenário, “o Brasil ficou até mais atrativo”. Assim, na carteira Top Picks 10 ações, Hungria recomendou um papel que caiu mais de 7% em março. Veja a seguir o motivo.

Pilares para investir na bolsa brasileira seguem ‘de pé’

Em março, o principal responsável pelo recuo na bolsa brasileira foi o conflito no Oriente Médio. As tensões entre Estados Unidos e Irã escalaram e aumentaram as incertezas por parte dos investidores.

Esse contexto, trouxe maior aversão ao risco para os mercados. Olhando para o Brasil, especificamente, o fechamento do estreito de Ormuz — rota de escoamento de 20% da produção global de petróleo — fez o preço da commodity disparar e colocou em xeque o ritmo de cortes da Selic.

Vale lembrar que, a redução dos juros era vista como um dos principais gatilhos para a bolsa brasileira em 2026. Mas apesar desse obstáculo na flexibilização monetária, Ruy Hungria aponta que “boa parte dos pilares que sustentam a valorização do Ibovespa seguem de pé”.

O primeiro deles é o fluxo estrangeiro. Só em março os investidores gringos aportaram R$ 8 bilhões no Brasil. E a expectativa do analista é de que esse de diversificação fora dos EUA se mantenha.

Além disso, ele aponta que o gatilho eleitoral ganhou força após as últimas pesquisas mostrarem Flávio Bolsonaro empatado — e em alguns cenários, ligeiramente à frente— com Lula. A ideia de que um candidato mais à direita vença poderia resultar em uma condução mais ortodoxa da política fiscal.

Um terceiro pilar apontado pelo analista é o valuation das ações. Hungria aponta que os múltiplos das empresas brasileiras, seguem abaixo da média. Segundo ele, neste momento há excelentes companhias com desconto em suas ações.

Nesse sentido, uma das recomendações da carteira Top Picks de Abril foi uma ação que caiu mais de 7% em março.

Itaú (ITUB4) e outras 9 ações para investir em abril

Entre as recomendações da Empiricus para comprar este mês estão os papéis do Itaú (ITUB4), que caiu 7% no último mês devido à aversão ao risco diante dos conflitos no Oriente Médio.

Contudo, Hungria aponta que a ação foi mais penalizada do que deveria, especialmente em comparação com os seus pares. Além disso, apesar do recuo, não houve mudanças na tese do bancão.

O analista destaca que o Itaú mantém capacidade de antecipar ciclos de crédito, maior eficiência e foco na experiência do cliente.  

Assim, apesar da queda, o Itaú segue entre as Top Picks recomendadas pela Empiricus. Contudo, além do banco, a carteira conta com outras 9 ações que você pode conhecer de forma 100% gratuita.  

Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia o acesso gratuito à carteira Top Picks com as recomendações de abril. Para acessar, basta clicar neste link e realizar o seu cadastro.

Ao fazer isso, você também terá acesso as seguintes indicações da casa:

  • Ações para buscar dividendos;
  • Fundo Imobiliários;
  • Ações internacionais (BDRs);
  • Carteira de renda extra; e
  • Renda fixa.

Para conhecer agora mesmo as outras 9 ações recomendadas junto com Itaú e as demais indicações da Empiricus para este mês, basta clicar no botão abaixo:

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Retorno de até 500x? Veja as 5 criptomoedas que podem transformar R$ 2.500 em até R$ 1 milhão em 12 meses

Imagine investir R$ 2,5 mil em 5 criptomoedas e ter a chance de ver esse valor se transformar em até R$ 1 milhão ao longo dos próximos 12 meses. Pode parecer exagero à primeira vista. Mas esse tipo de movimento já aconteceu outras vezes neste mercado.

E, segundo Jader Nogueira, trader especialista em operações com ativos digitais, um novo ciclo com esse potencial pode estar começando agora. Ao longo da sua trajetória, ele aprimorou sua estratégia para identificar projetos pequenos, ainda fora do radar, mas comcapacidade de multiplicação exponencial.

Agora, Jader afirma ter encontrado 5 criptomoedas com potencial de multiplicar o investimento por até 500 vezes. E mais: essa estratégia poderá ser executada de forma simples, apenas replicando automaticamente suas operações do trader.

VEJA COMO ACESSAR A LISTA DE 5 MOEDAS PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

Essa não é a primeira vez que Jader encontra ativos com potencial de multiplicar por até 500x

A história de Jader Nogueira começou longe dos holofotes. Antes de se destacar no mercado cripto, ele trabalhou como recepcionista de hotel, barbeiro e foi até lutador de MMA.

Foi ao conhecer o mercado de criptomoedas que sua trajetória começou a mudar. Com consistência e disciplina, os resultados vieram e não demoraram a chamar atenção dentro e fora do criptomercado.

Em diferentes momentos, Jader registrou ganhos expressivos como:

  • US$ 750 mil em apenas 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas em uma única operação;
  • R$ 5,5 milhões acumulados em 90 dias;
  • R$ 4 milhões conquistados em apenas 30 dias.

 Seu diferencial sempre foi a transparência. Enquanto muitos “gurus” fazem promessas, ele compartilha publicamente o resultado de suas operações, incluindo ganhos e perdas.

Esse posicionamento o levou ao reconhecimento de grandes veículos. Jader foi incluído na lista da Forbes como um dos 40 nomes abaixo de 40 anos mais influentes em tecnologia e inovação da América Latina.

Mas o que mais chama atenção são os resultados práticos. Em uma operação documentada, Jader conseguiu multiplicar um investimento em 320 vezes. Isso é o suficiente para transformar R$ 3.125 em mais de R$ 1 milhão.

Em outro caso, uma operação envolvendo a criptomoeda terra luna (LUNA), chegou a multiplicar seu capital em até 1.300 vezes. Ao longo da carreira, também capturou valorizações de 32.000%, 60.000% e até 130.000%.

Fonte: Binance – período: 27.01.2024 – 26.02.2024

E não foi só ele. Quem já acompanha suas ideias e operações também relata ganhos relevantes. Veja só:

Fonte: Binance

É claro que retornos passados não garantem resultados futuros. Além disso, o investimento em criptomoedas envolve riscos e é justamente por isso, que a proposta do especialista é de um aporte inicial de R$ 500 em cada uma das cinco moedas da lista.

E por que essas 5 criptomoedas?

Depois de anos estudando o mercado, Jader afirma ter identificado um padrão claro: os maiores ganhos costumam vir de ativos pequenos, ainda desconhecidos, mas com alto potencial de crescimento. E é exatamente esse tipo de oportunidade que ele diz ter encontrado agora.

Segundo o especialista, as cinco moedas que ele identificou possuem três características essenciais em comum:

  • Baixo valor de mercado atual (com potencial para multiplicar);
  • São ligadas a projetos com fundamentos sólidos;
  • Têm potencial de captar grandes fluxos de capital quando o ciclo de alta começar.

Assim, segundo ele, nesta nova janela que pode estar se abrindo no mercado cripto, R$ 500 em cada moeda já é o suficiente para ter a chance de buscar o primeiro milhão.

Contudo, o investidor que deseja ter esta oportunidade precisa se preparar o quanto antes

Por isso, no dia 27 de abril o trader vai realizar um evento online e, em parceria com a Opt.me, frente de desenvolvimento em tecnologia da Empiricus, vai divulgar como os investidores podem ter acesso à lista com as 5 moedas que podem multiplicar por até 500x o valor aplicado.

Ainda durante o evento, Jader vai mostrar como liberar a ferramenta para replicar as operações automaticamente.

Então, se você ficou interessando, garanta sua vaga gratuita. Basta clicar no botão abaixo e fazer a sua inscrição:

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‘Se as ações de tecnologia continuarem caindo vai ser bom’, diz analista sobre baixa das big techs Microsoft (MSFT34), Google (GOGL34), Meta (M1TA34) e mais; entenda

As big techs vêm enfrentando uma fase difícil. Para se ter uma ideia, desde o dia 28 de fevereiro até o último fechamento de mercado (31), algumas das principais ações de tecnologiado mundo, como Microsoft (MSFT34), Meta (M1TA34) e Google (GOGL34), despencaram 4,9%, 10,96% e 6,33%, respectivamente.

A variação negativa também é observada em outros nomes dentre as sete magníficas (Nvidia, Apple, Tesla e Amazon). O movimento coincide justamente com a duração da guerra entre Estados Unidos e Irã, que fez o mercado olhar para esse setor com mais cautela.

Um dos motivos dessa queda generalizada das ações foi a disparada do preço do petróleo. Nesse cenário, investidores temem que uma crise energética possa afetar diretamente um ponto chave do setor: os investimentos em inteligência artificial (entenda mais abaixo).

Mas, enquanto muitos investidores estão deixando as ações de tecnologia “de lado”, Enzo Pacheco, analista internacional da Empiricus Research, afirma que está enxergando “este momento mais como oportunidade para o investidor do que algo para ficar de fora”.

As big techs vão ‘ignorar’ a crise energética?

Não é de hoje que os investidores vêm questionando as teses das big techs. De fato, o início do conflito no Oriente Médio intensificou a queda das principais empresas do setor.

Contudo, quando observamos o desempenho desses papéis no acumulado de 2026, a queda é ainda maior:

Fonte: Investing.com

Um dos principais motivos para essa retração foi justamente as incertezas em relação ao retorno financeiro da inteligência artificial. Assim, com o início da guerra, surgiram novas dúvidas sobre as teses em IA.

Isso porque o fechamento do estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo do mundo, já aponta para uma das maiores crises energética da história, segundo Agência Internacional de Energia (AIE).

Em paralelo, um estudo da mesma agência mostrou que, atualmente, esse tipo de tecnologia consome entre 2% e 2,6% da energia do mundo. Nos Estados Unidos, a expectativa é de que data centers sejam responsáveis pela utilização de mais 12% da energia do país até 2028.

Nesse contexto, é lógico pensar que, com a restrição de energia em todo o mundo, o desenvolvimento da inteligência artificial não irá acontecer no ritmo esperado. Portanto, o melhor seria deixar a temática fora das carteiras.

Segundo Enzo Pacheco, existem sim vários gargalos para o desenvolvimento da inteligência artificial. Demanda por chips, mão de obra e energia – sendo esta última um dos principais.

Contudo, na visão do analista, embora o impacto do preço de energia possa aumentar os custos de algumas empresas, “o que eu vejo para os próximos anos são os investidores animados com a temática de IA”.

Durante o Empiricus Podca$t, Pacheco apontou que as big techs continuam planejando grandes investimentos em inteligência artificial.

O analista contou que participou recentemente do GTC2026 – evento realizado pela Nvidia na Califórnia, EUA – e que a expectativa da companhia é chegar a uma receita superior a US$ 1 trilhão até 2027.

Assim, com relação a energia, especificamente, o analista aponta que algumas big techs já estão investindo em energia nuclear. Da mesma forma há companhias usando gás natural como uma alternativa mais rápida para abastecer seus data centers, especialmente nos EUA, já que o país é exportador de gás natural.

Outro ponto levantado por Enzo é que o desenvolvimento da inteligência artificial está nos primeiros anos de um longo ciclo. Assim, é comum que haja questionamentos acerca da tecnologia, se os investimentos serão sustentáveis, além de outras imprevisibilidades que trazem volatilidade, como foi o caso do conflito no Oriente Médio.  

Nesse cenário, é esperado uma “compressão dos valuations”. Contudo, essa queda dos múltiplos pode ser atrativa para o investidor, aponta o analista. Inclusive isso já está acontecendo em alguns papéis.

Empiricus+: confira 18 apostas ‘não tão óbvias’ para investir em IA

Enzo explica que, diante do receio do mercado, neste momento é possível encontrar algumas ações relacionadas à IA que “são muito melhores que a média, crescem muito mais que a média, e com valuation menor do que a média”.

Em outras palavras, tratam-se de empresas sólidas, com projetos sustentáveis, cujas ações estão baratas e em um ótimo patamar para “quem não tem nada [relacionado à inteligência artificial] na carteira começar a pensar nessa temática”.

Segundo o analista, neste momento, há 18 ações que valem a pena investir. E você pode conhecer todas elas na série “IA Cash”, por meio do Empiricus+, a nova assinatura “streaming” da maior casa de análise independente do país.

Por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensais (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.

Para liberar o seu acesso a Empiricus+ e a todas as recomendações de ações ligadas à IA agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

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BVX: ‘termômetro do medo’ do bitcoin indica janela de oportunidades para buscar multiplicações de até 50x com criptomoedas

O BVX (Bitcoin Volatility Index), conhecido como o “termômetro do medo” do mercado cripto, voltou à casa dos 55 pontos. O patamar indica que o mercado projeta uma fase de maior volatilidade para o bitcoin nos próximos dias.

Esse movimento não acontece por acaso. O cenário macroeconômico global segue pressionado, com o conflito no Oriente Médio se estendendo por mais de 30 dias e ampliando as incertezas sobre os rumos dos juros nas principais economias. Trata-se de um ambiente que tende a aumentar a turbulência e a aversão ao risco, inclusive no mercado cripto.

Para muitos investidores, um cenário mais volátil no bitcoin pode ser um alerta para ficar de fora do mercado. Mas, para o sistema Soros esse ambiente é um “prato cheio” para buscar oportunidade de ganhos expressivos com o potencial de multiplicar o investimento por até 50x.

SOROS: CONHEÇA A FERRAMENTA PARA BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 50 VEZES

Como o Soros usa a volatilidade apontada no BVX?

O BVX é um índice que mede a volatilidade esperada do bitcoin com base no comportamento dos contratos de opções de bitcoin e micro bitcoin, negociados na CME (Chicago Mercantile Exchange).

Ele funciona de forma semelhante ao VIX (CBOE Volatility Index) no mercado tradicional, e em termos simples, mostra quanto se espera que o preço do bitcoin oscile nos próximos períodos.

O índice trabalha com uma pontuação que vai de 0 a 100, numa escala crescente da volatilidade. Assim, quando esse índice ultrapassa a região dos 50 pontos — como agora, na casa dos 55 —, o sinal é claro: o mercado entrou em um regime de maior intensidade de movimentos.

Historicamente, esse tipo de patamar está associado a momentos em que o preço do bitcoin passa por oscilações mais amplas, abrindo espaço para distorções, mas também oportunidades.

E é justamente aqui que entra o Soros (sigla para Sistema Otimizado de Risco, Operações e Sinalização). Essa ferramenta foi desenhada para atuar na volatilidade do mercado de criptomoedas.

Desenvolvido com os parâmetros estabelecidos pelo head do departamento de criptomoedas da Empiricus Research, Valter Rebelo, o sistema Soros opera tanto na alta, quanto na queda. “O que importa para o Soros é o preço está mexendo”, explica o especialista.

Foi assim que, na primeira versão da ferramenta, em apenas 60 dias de operação, o Soros foi capas de entregar os seguintes retornos:
  • R$ 46 mil de lucro (US$ 8.300);
  • R$ 35 mil de lucro (US$ 6.400);
  • R$ 30 mil de lucro (US$ 5.500);
  • R$ 29 mil de lucro (US$ 5.200).
Fonte: Bitget. Período de junho e julho de 2025. Usuários preservados.

É claro que, retornos passados não garantem retornos futuros. Contudo, com o BVX indicando níveis elevados de volatilidade, o cenário atual volta a se alinhar com aquilo que historicamente favorece estratégias voltadas para explorar movimentos de curto prazo no mercado cripto.

Pensando nisso, Rebelo fez alguns ajustes no Soros e, no dia 13 de abril, irá lançar uma nova versão programada para buscar multiplicações de até 50x.

SOROS: SAIBA COMO BUSCAR LUCROS NA ALTA, NA BAIXA E COM O MERCADO ‘PARADO’

Soros Sem Parar: conheça a nova versão da ferramenta que busca lucros com a volatilidade das criptomoedas

O Soros é hoje um dos sistemas mais avançados de identificação de oportunidades em ativos digitais da América Latina. Na versão anterior, o método-base por trás da ferramenta foi capaz de mapear criptomoedas que registraram valorizações superiores a 30.000% em questão de meses.

O funcionamento do SOROS é estruturado em dois pilares. O primeiro é um algoritmo que analisa centenas de criptomoedas simultaneamente, cruzando dados de volatilidade, liquidez e sinais de mercado para identificar ativos com maior probabilidade de gerar lucro no curto prazo.

O segundo é um robô que executa automaticamente as operações. Ele replica as recomendações para os usuários sem interferência emocional, um fator decisivo em momentos de maior tensão de mercado.

Contudo, a nova versão do Soros trouxe algumas novidades que o tornam ainda mais robusto e pronto para capturar oportunidades nos mais diferentes momentos do mercado.

A primeira grande atualização é o funcionamento contínuo, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isso significa que o sistema não depende mais de horários específicos para agir. Se surgir uma oportunidade às 3h da manhã de um domingo, o Soros pode montar a posição automaticamente.

Em um mercado que nunca fecha isso pode fazer toda a diferença. Valter Rebelo explica que, com essa nova dinâmica, a ferramenta amplia sua capacidade de capturar movimentos extremos, tanto de alta quanto de queda.

E é justamente essa característica que abre espaço para um potencial de multiplicação que pode chegar a até 50 vezes o capital investido.

Colocando em reais:
  • R$ 1.000 podem se transformar em R$ 50 mil
  • R$ 2 mil podem virar R$ 100 mil
  • R$ 20 mil podem alcançar até R$ 1 milhão

Além disso, a nova versão do sistema traz uma segunda frente estratégica que é a possibilidade de renda em dólar. Rebelo explica que, essa funcionalidade é para os momentos de menor intensidade de mercado.

“É o cenário que eu menos gosto [mercado cripto parado]. Mas mesmo nessa pior hipótese, o novo Soros vai buscar te pagar um rendimento gordo em dólar”.

A partir do dia 13 de abril, a equipe de criptomoedas da Empiricus Research vai liberar novos acessos a versão atual do Soros. Você pode participar desse evento de forma gratuita.

Participe do lançamento do Soros Sem Parar e saiba como buscar multiplicações de até 50x

No dia 13 de abril, Valter Rebelo fará um evento online e gratuito para apresentar as novidades do Soros. Além de explicar mais detalhes sobre como esta ferramenta pode ser capaz de gerar lucros na alta, na baixa e na lateralização do mercado de criptomoedas, ele irá liberar novos acessos ao sistema.

Como se trata de um mercado altamente volátil e que a entrada de muitos investidores em um mesmo ativo pode causar movimentos bruscos nos preços, os logins serão liberados por ordem de chegada.

Então, se você quer saber mais sobre o Soros e quer ter a chance de conseguir um dos acessos ao Soros, entre na lista de interessados:

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Bitcoin (BTC) abaixo dos US$ 70 mil: ‘se você souber controlar o seu medo, esse é o melhor momento para se posicionar’, diz especialista

O bitcoin (BTC) voltou a negociar abaixo dos US$ 70 mil. Por volta das 14h da tarde desta quinta-feira (26), a principal criptomoeda do mundo caía mais de 2%, levando consigo boa parte desse mercado.

Grande parte da reação negativa desses ativos está atrelada às incertezas em relação ao conflito no Oriente Médio. Nos últimos dias, os Estados Unidos e Irã apresentaram versões divergentes sobre um possível acordo para a reabertura do estreito de Ormuz, bem como o fim da guerra.

Além disso, pesa sobre as criptomoedas a dificuldade do Congresso dos EUA em aprovar uma regulação. O sentimento misto dos players em relação  Clarity Act, projeto de lei que visa trazer mais estrutura para esse mercado, tornou-se um impasse para sua votação.

Diante de tanta “nebulosidade”, é esperado que muitos investidores se sintam inseguros, e até prefiram ficar de fora desse mercado. Mas Jader Nogueira, trader especialista em criptoativos, aponta o seguinte:

“Se você souber controlar o seu medo, esse é o melhor momento para se posicionar para colher bons frutos”.

De acordo com Nogueira, no atual cenário, o investidor pode estar diante de “janelas de oportunidade” para buscar até R$ 1 milhão nos próximos 12 meses.

CONHEÇA A ESTRATÉGIA PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

‘Eu vi isso acontecer em 2016, 2022 e acredito que pode se repetir em 2026’

Jader Nogueira, opera criptomoedas há quase uma década e, ao longos desses anos, vivenciou momentos de grande incerteza como este agora. Um dos mais emblemáticos foi em 2022, no auge da pandemia de covid-19.

O trader relembra que, naquele momento, grande parte do mercado estava pânico e acreditando em uma forte queda das criptomoedas. Foi então que decidiu liberar o acesso à uma ferramenta que replicava todas as suas operações.

Jader conta que, durante aquele período, algumas das posições que ele havia montado, chegaram a apresentar 60% de retorno negativo. Quem não confiou na estratégia e gerenciamento de risco elaborados pelo trader, se deixou levar pelo medo e abandonou as operações.

Infelizmente, essas pessoas perderam a oportunidade de ver essas posições valorizarem 100%, 200%, 1.000%,10.000% e até 30.000% ao longo dos meses. E “quem conseguiu capturar essas valorizações foram aqueles que suportaram o período de caos”, destaca Jader.

É claro que, retornos passados não garantem retornos futuros e que o investimento em criptomoedas envolve riscos. Contudo, na visão do trader, o cenário atual é muito parecido com o que ele viveu em 2016 e 2022.

Assim, Nogueira acredita que é provável que se abra uma nova janela para buscar lucros de até R$ 1 milhão e faz o seguinte alerta os investidores:

“No meio de toda essa tensão, a melhor estratégia é se posicionar agora”.

Por isso, Jader Nogueira, vai liberar novos logins à ferramenta que “copia e cola” suas operações. E mais: o trader que firmar um “pacto público” com qualquer investidor disposto a participar da iniciativa.

Veja como se posicionar para buscar até R$ 1 milhão neste ciclo

Segundo Jader, apesar de toda a incerteza, este é o melhor momento para se posicionar no criptomercado. Caso contrário, existe o risco de ver mais um ciclo passar e depois se arrepender por não ter tido coragem de se entrar.

E o trader está tão confiante em seu sistema de análise, estratégia e gestão de risco que decidiu lançar um desafio: buscar até R$ 1 milhão ao longo dos próximos 12 meses.

Jader Nogueira está chamando esse desafio de “pacto milionário”, e para ajudar os investidores a alcançar o objetivo ele vai liberar acessos à nova versão da ferramenta que gerou retornos expressivos em outros períodos de crise.

A nova versão foi desenvolvida em parceria com a Opt.me — frente de desenvolvimento em tecnologia da Empiricus Research.

Na prática, o funcionamento é relativamente simples. Por meio da tecnologia de copy trade, é possível replicar automaticamente as operações realizadas pelo trader profissional, na conta de quem participa da estratégia.

Ou seja, sempre que Jader Nogueira executar uma operação no mercado cripto, os participantes conectados à ferramenta podem copiá-la, de forma simultânea e automatizada.

Esse mecanismo facilita o processo para quem não tem experiência prévia no mercado de criptomoedas. Assim, para aqueles que desejam saber mais sobre a ferramenta, o especialista liberou um treinamento gratuito.

‘PACTO MILIONÁRIO’: ASSISTA À AULA 1

Teinamento liberado: entenda mais sobre o sistema que será utilizado por quem aceitar o ‘pacto milionário’

O desafio proposto por Jader Nogueira vai começar próximo dia 30 de março. Mas para explicar todos os detalhes da iniciativa que pode transformar algumas centenas de reais em até R$ 1 milhão em 12 meses, ele está realizando um treinamento gratuito.

A primeira aula está no ar e você já pode assistir (veja aqui). Nesta apresentação, Jader explica como funciona a ferramenta de copy trade.

Contudo, ao longo desse treinamento, você também vai entender:

  • Qual a lógica da estratégia utilizada nas operações;
  • Como brasileiros interessados podem participar do desafio;
  • E de que forma será possível “aceitar oficialmente” o pacto milionário.

Segundo o trader, a ideia é abrir a oportunidade para um grupo limitado de participantes.

Assim, quem quer entender melhor a proposta e avaliar se faz sentido participar, poderá acompanhar o treinamento gratuita e decidir se deseja ou não entrar no desafio.

Para acessar a aula 1, basta clicar no botão abaixo e fazer a inscrição gratuita:

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PGBL: essas quatro letras podem aumentar em até 405% a sua restituição no Imposto de Renda; entenda

Na última segunda-feira (23) começou o prazo para a entrega da Declaração do Imposto de Renda 2026 (DIRPF),que vai até o dia 29 de maio. Neste ano, apesar da nova regra de tributação, quem teve renda igual ou superior a R$ 35.584,00 terá de acertar as contas com o Leão.

Isso porque, embora já esteja em vigor a isenção de renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês, a declaração é referente a 2025 — período anterior a nova regulamentação.

Para este ano, os contribuintes poderão contar mais uma vez com a declaração pré-preenchida. Essa modalidade já vem com uma série de informações coletadas pela Receita Federal. Esse mecanismo facilita o preenchimento da DIRPF e, funciona como um “fura-fila” para o recebimento da restituição.

Para boa parte dos contribuintes essa é justamente a parte que importa: o quanto o Leão vai devolver. E é aqui também que muitos se surpreendem ao descobrir que a restituição será bem menor do que esperavam.

Contudo, é possível multiplicar por até 5 vezes o valor da sua restituição usando apenas quatro letrinhas: PGBL.

PGBL: como uma restituição pode sair de R$ 711,28 para R$ 3.594,08?

O PGBL é a sigla para Plano Gerador de Benefício Livre. Trata-se de uma das modalidades de previdência privada disponíveis no mercado brasileiro. Para muitos, esse instrumento serve apenas para planejar a aposentadoria.

Mas a verdade é que, além de ser um ativo para a “melhor idade”, a previdência pode ser usada no planejamento sucessório e, no caso do PGBL, como uma ferramenta para conseguir benefícios fiscais no presente.

Isso porque, quem investe em previdência privada e opta pelo plano PGBL, pode deduzir até 12% da renda tributável na declaração completa do Imposto de Renda.

Esse mecanismo, combinado com outras deduções, pode “turbinar” a sua restituição. Foi o que aconteceu com uma das assinantes da série “Os Melhores Fundos de Investimento”, da Empiricus Research.

Em 2025, ela recebeu alguns relatórios da casa, que explicavam as vantagens de investir em previdência privada no modelo PGBL. Então, ela decidiu aplicar R$ 11.167,32 — isto é, 12% da sua renda tributável — em um fundo com essas características.

Neste ano, ao abrir o aplicativo do Imposto de Renda e incluir a informação de que havia feito aportes no PBGL, este foi o imposto a restituir:
(Arquivo pessoal encaminhado por assinante da série “Os Melhores Fundos de Investimento” em 23/03/2026)

Se não tivesse seguido a recomendação feita pelos analistas da série Os Melhores Fundos de Investimento, ela ainda teria direito a uma restituição, porém bem menor. Veja só:

(Arquivo pessoal encaminhado por assinante da série “Os Melhores Fundos de Investimento” em 23/03/2026)

Ou seja, a restituição que seria de apenas R$ 711,28 saltou 405% e a assinante receberá um pix de R$ 3.594,08 da Receita Federal.

É claro que os valores podem mudar de acordo com a realidade de cada investidor. Na série Os Melhores Fundos de Investimento, você encontra uma planilha para lhe ajudar a realizar essa simulação e descobrir se essa estratégia é realmente vantajosa para você.

Entretanto, o fato é que, assim como a assinante, você poderia ter recebido uma restituição bem mais “gorda” este ano.

Infelizmente, o prazo de para garantir esse benefício na restituição de 2026, já passou. Mas, se você começar agora, pode receber um pix maior da Receita em 2027. 

A boa notícia é que você pode aprender a como investir em previdência privada no modelo PGBL e poder “turbinar” as suas próximas restituições, a partir de 12x de R$ 14,90.

QUERO ‘TURBINAR’ AS MINHAS PRÓXIMAS RESTITUIÇÕES

Empiricus+: previdência privada e outras ideias de investimento

Além da possibilidade de deduzir parte da sua renda anual tributável do Imposto de Renda, ao investir em previdência privada você conta com outros benefícios que podem “turbinar” a sua aposentadoria e o seu patrimônio:

  • Isenção de come-cotas;
  • Alíquota regressiva que pode chegar a 10%;
  • Acesso a carteiras semelhantes as encontradas em fundos tradicionais.

Na série da Empiricus, os analistas separaram tudo o que você precisa saber sobre previdência privada, além de apresentar algumas recomendações de fundos para você investir.

A boa notícia é que, agora você pode ter acesso a esta e outras 10 das principais séries da Empiricus por apenas 12x de R$ 14,90.

O Empiricus+ é a assinatura em modelo “streaming” da casa. Por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensais (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.

Para liberar o seu acesso a Empiricus+ e a todas as recomendações de previdência privada agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

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Ata do Copom, IPCA-15, PMI e estoques de petróleo: confira a agenda econômica da semana

agenda econômica da última semana foi marcada por decisões relevantes de política monetária e pelo agravamento de tensões geopolíticas, com reflexos diretos sobre os ativos brasileiros. Tanto no Brasil quanto no exterior, os desdobramentos reforçaram a importância do cenário de juros e das commodities para a formação de preços nos mercados. 

Por aqui, o principal destaque foi a reunião do Copom, que confirmou o início do ciclo de cortes na taxa básica de juros, com uma redução de 0,25 ponto percentual na Selic.  

A comunicação do Banco Central, ainda que mais dovish (branda) do que o esperado, reforçou a postura cautelosa, destacando a dependência de dados. A autoridade apontou a necessidade de acompanhar a dinâmica inflacionária e as expectativas fiscais. 

Para os investidores, o início do ciclo de cortes tende a ser um suporte importante para a bolsa, especialmente para setores mais sensíveis à taxa de juros. No entanto, o cenário externo segue impondo desafios. Os conflitos no Oriente Médio e a disparada do petróleo elevaram a aversão a risco e pressionaram ativos brasileiros, limitando um desempenho mais positivo do Ibovespa no período. 

No exterior, o foco também esteve nas decisões de política monetária

Além disso, o mercado acompanhou indicadores econômicos que ajudam a calibrar as expectativas para os próximos passos do Federal Reserve, banco central dos Estado Unidos.  

Esse ambiente influencia diretamente o comportamento do dólar, dos juros globais e do apetite por risco, com impactos relevantes para mercados emergentes como o Brasil. 

Assim, a próxima semana, entre 23 e 27 de março, a agenda econômica terá importante protagonismo. No Brasil, a divulgação da ata do Copom, do IPCA-15 e da taxa de desemprego deve oferecer sinais importantes sobre inflação, atividade e os próximos passos da política monetária.  

Já nos Estados Unidos, os destaques ficam para os PMIs, os dados de estoques de petróleo bruto e os pedidos iniciais de seguro-desemprego. Trata-se de indicadores que podem influenciar as expectativas sobre juros globais e, consequentemente, ajudar o investidor a tomar decisões mais informadas. 

Confira os indicadores na agenda desta semana (23 a 27 de março), horário de Brasília   

Terça-feira, 24 de março de 2026 

  • 8h – Ata do Copom – BRA; 
  • 10h45 – PMI Industrial e Setor de Serviços – EUA. 

Quarta-feira, 25 de março de 2026 

  • 11h30 – Estoques de petróleo bruto – EUA. 

Quinta-feira, 26 de março de 2026 

  • 8h – Relatório trimestral de inflação – BRA; 
  • 9h – IPCA-15 – BRA; 
  • 9h30 – Pedidos iniciais por Seguro-Desemprego – EUA 
  • 17h30 – Balanço patrimonial do Fed – EUA. 

Sexta-feira, 6 de março de 2026 

  • 8h30 – Investimento estrangeiro direto (USD) – BRA; 
  • 8h30 – Transações correntes (USD) – BRA; 
  • 9h – Taxa de desemprego – BRA.  

Empiricus+ : transforme as informações do mercado em oportunidades de investimento 

Como visto, a semana traz um mix de indicadores de atividade, emprego e comércio tanto no Brasil quanto no exterior, com potencial de impactar mercados financeiros globais. 

Mas se você quer ir além da agenda e transformar esses eventos em oportunidades de investimento, é preciso ampliar seu radar de análise.  

A boa notícia é que, para ajudar com isso, agora você pode ter acesso às principais séries da Empiricus por apenas 12x de R$ 14,90. 

O Empiricus+ é a assinatura em modelo “streaming” da casa. Assim, por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar. 

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensais (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito. 

Então, se você quer liberar o seu acesso a Empiricus+ agora mesmo, basta clicar no botão abaixo: 

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Selic a 14,75% ao ano, Ibovespa em queda e IPCA + 8% ao ano: como investir após o Copom?

Na última quarta-feira (18), o Banco Central anunciou uma redução de 0,25 ponto percentual(p.p.) na taxa básica de juros, a Selic, levando-a de 15% para 14,75% ao ano. A decisão veio após semanas de uma verdadeira “montanha-russa” que fez os mercados mudarem de opinião algumas vezes a respeito da magnitude do corte.

Ao longo dos últimos dias, as apostas registradas pelas opções de Copom da B3 passaram de uma queda de 0,50 p.p. para redução de 0,25 p.p. e, em alguns momentos, a possibilidade de manutenção também ganhou força.

No fim, a autoridade monetária seguiu o caminho que, em tese, deveria trazer alegria para os investidores, mas na prática, não foi bem assim.

No dia seguinte (19) após o Copom, as taxas dos títulos do Tesouro voltaram a disparar e, antes do terceiro “circuit break” do dia, por volta das 16h20, era possível encontrar retornos de IPCA+ 8% no Tesouro Educa+.

Já na sexta-feira (20) o Ibovespa apresentava queda de 1,65% no intraday. Em paralelo, o dólar se apreciava mais de 1% contra o real e o petróleo tipo brent negociava na casa dos US$ 109.

Diante desse cenário, como o investidor pode se posicionar, tanto para se proteger, quanto para buscar lucros? Para Lais Costa, analista de renda fixa da Empiricus Research, neste momento, uma classe específica de títulos “premium” pode oferecer retornos reais de até 7,97% ao ano, isentos de Imposto de Renda.

Renda fixa continua sendo uma posição importante, mesmo com o corte na Selic

Em geral, quando o Banco Central começa a cortar juros, espera-se que o mercado migre para ativos de risco. Contudo, no atual cenário, a decisão do último Copom não é o único fator considerado nas mudanças dentro das carteiras.

No dia seguinte ao Comitê, os investidores acordaram com ataques do Irã a polos de gás no Catar, país aliado dos EUA, o preço do petróleo acima dos US$ 100. e os resultados das decisões de juros em outros países.

Em relatório publicado horas após o Copom, Lais explicou que o comunicado mais hawkish (tom mais duro) do Banco Central da Inglaterra “estressou bastante o mercado de juros global e apagou a expectativa de qualquer redução nas taxas americanas em 2026.”

Segundo a analista, esses fatores pesaram nos ativos domésticos ao longo do dia.  Da mesma forma, na sexta-feira (20), os ataques do Irã a áreas residenciais em Israel, bem como as divergências entre Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu trouxeram ainda mais tensão para o mercado.

Ou seja, apesar do corte na Selic, o mercado está bastante sensível ao cenário externo. Nesse sentido, a renda fixa continua ocupando um lugar importante nas carteiras.

De acordo com Laís, é possível capturar altas taxas de retorno real no longo prazo, com uma ótima relação risco-retorno. Com a decisão da última quarta-feira (18), a analista fez alguns ajustes na carteira na qual recomenda títulos “premium” da renda fixa.

Entre as indicações, há um ativo que oferece retorno de até 7,9% ao ano, acima da inflação e isento de IR. E a boa notícia é que você pode conhecer a carteira completa de forma gratuita.

4 oportunidades na renda fixa para buscar até 7,9% ao ano, acima da inflação, com isenção de IR, com a Selic a 14,75% ao ano

Laís aponta que, diante do cenário atual, os títulos de longo prazo, indexados à inflação (IPCA), continuam sendo uma boa estratégia de alocação. Como dito, recentemente ótimas oportunidades foram encontradas, inclusive, em ativos do Tesouro Nacional.

Contudo, para quem topa um risco um pouco maior que o da renda fixa tradicional, há a oportunidade de capturar rentabilidades reais de 7,9% ao ano, acima da inflação, com um outro ativo. Embora a taxa esteja bem próxima à do Tesouro IPCA+, esse ativo conta com a grande vantagem da isenção de Imposto de Renda.

Isso pode fazer grande diferença na rentabilidade ao fim do investimento. Ou seja, com títulos como esse, é possível “travar” um retorno real de 7,9% ao ano com isenção de IR.

Você pode conhecer a carteira completa, com esse e outros títulos recomendados por Lais,agora mesmo, pois a Empiricus Research está disponibilizando como cortesia o acesso gratuito ao portfólio.  

Ficou interessado? Para acessar, é muito simples: clique no botão abaixo e cadastre-se gratuitamente para receber a carteira completa de títulos da renda fixa:

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Sistema de investimento automatizado detecta nova janela no mercado de criptomoedas que pode transformar R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão

Depois de uma sequência consistente de altas ao longo dos últimos dias, desde a última quarta-feira (18), o bitcoin (BTC) voltou a recuar registrando uma queda acumulada superior a 5% após decisão do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.

O movimento reacendeu uma dúvida comum entre investidores: trata-se do início de uma nova queda mais prolongada ou apenas uma pausa dentro de uma tendência maior de alta?

Enquanto parte do mercado ainda tenta responder a essa pergunta, um sistema de investimento automatizado já aponta para o seguinte cenário: a formação de uma nova janela de valorização no mercado de criptomoedas.

Nessa “nova fase” das criptomoedas os investidores podem ter a oportunidade de buscar lucros capazes de transformar R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão.

Quem perder essa pernada, vai ficar muito para trás

Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus, relembra que o mercado cripto passou recentemente por uma forte correção. Desde outubro, diversos ativos sofreram quedas relevantes.

Segundo ele, esse movimento deixou boa parte do mercado “descontado”. E historicamente, esse cenário costuma anteceder movimentos mais expressivos de alta.

Outro fator que pode influenciar esse cenário é o ambiente macroeconômico global. De acordo com o analista, qualquer sinal mais claro de desescalada das tensões geopolíticas ou melhora nas expectativas econômicas pode funcionar como gatilho para as criptomoedas.

Na prática, a possibilidade de uma nova disparada das criptomoedas já começa a aparecer. O especialista aponta que o sistema de investimento automatizado, que utiliza modelos desenvolvidos pela equipe, já começou a indicar a possibilidade de um novo movimento relevante no bitcoin, o qual pode acabar puxando outras criptomoedas.

“A gente está vendo sinais de que o bitcoin pode iniciar um movimento de alta mais forte em breve. E, quando isso acontece, as criptos menores, especialmente as memecoins, tendem a acompanhar esse movimento”, afirma.

Esse efeito em cadeia não é novidade no mercado cripto. Historicamente, ciclos de alta do bitcoin costumam abrir espaço para valorizações ainda mais intensas em ativos menores, que apresentam maior volatilidade. Consequentemente, maior potencial de multiplicação.

Contudo, esse movimento pode ganhar força a qualquer momento. E por isso, o time de criptomoedas da Empiricus aponta que, se preparar agora é crucial, pois, “se a gente perder essa pernada, vamos ficar muito para trás”, alertam.

Foi justamente para que os investidores pudessem ter tempo hábil para se preparar que a equipe decidiu liberar novos logins do Memebot One Million.

Save the date: no dia 23 de março, a Empiricus vai liberar novos acessos ao Memebot One Million

O Memebot One Million faz parte do ecossistema que detectou novas oportunidades em criptomoedas, com potencial de transformar R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão, que devem surgir em breve.

A ferramenta foi criada com o objetivo de identificar e executar operações com memecoins de forma automatizada, buscando capturar oportunidades pontuais sem que o investidor precise acompanhar o mercado o tempo todo.

Ou seja, em vez de o investidor tentar “caçar” oportunidades manualmente, o sistema faz esse trabalho de forma automatizada.

Segundo Rebelo, a ideia é justamente não depender de timing humano para capturar movimentos rápidos. “A proposta é usar o robô para tentar operar esse movimento, seja ele de alta ou até mesmo de queda”, afirma.

Isso porque o sistema também pode operar em diferentes direções. Buscando se adaptar às condições do mercado para tentar transformar um capital inicial de R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão ao longo do tempo, aproveitando justamente movimentos mais intensos do mercado cripto.

Naturalmente, é importante reforçar que não há garantia de lucro e que o mercado de criptomoedas envolve riscos, especialmente no caso das memecoins.

Ainda assim, a proposta da ferramenta é usar tecnologia e automação para tentar capturar oportunidades que, muitas vezes, passam despercebidas para quem opera manualmente.

Para apresentar a ferramenta e tentar garantir que os interessados tenham acesso a ela antes da nova pernada de alta das criptomoedas, a Empiricus vai realizar um evento online e gratuito, no dia 23 de março.

Ao final da apresentação, novos acessos ao Memebot One Million devem ser liberados.

Mas atenção: essas vagas costumam ser disponibilizadas de forma limitada. Então, se você quiser entender melhor como funciona o sistema que detectou essa nova janela no mercado cripto, inscreva-se gratuitamente para participar da apresentação.

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Copom: mercado faz apostas, mas ‘Banco Central só vai bater o martelo sobre os juros no fim da quarta-feira (18)’, aponta analista 

Há algumas semanas, quando o assunto era o início do ciclo de corte de juros, o mercado era quase unânime ao afirmar que o Banco Central deveria reduzir a taxa Selic em 0,50 pontos percentuais (p.p) na reunião do Copom marcada para amanhã (18). 

Entretanto, março chegou com mudanças cruciais no cenário. Com o início do conflito entre Estados UnidosIsrael e Irã, a expectativa de queda de juros passou a sofrer ameaças.  

A guerra no Oriente Médio mexeu com um fator muito importante para o controle da inflação no Brasil: o preço do petróleo. Diante dos ataques, o Irã decidiu fechar o estreito de Ormuz, um dos principais pontos de escoamento mundial da commodity, fazendo seu preço voltar a patamares vistos há quatro anos.  

Assim, com o petróleo tipo brent negociando na casa dos US$100, e os efeitos que essa disparada pode ter na economia brasileira, casas de análises, investidores e especialistas voltaram a diferir sobre o tema Copom.  

Na última semana, as principais apostas do mercado saíram da queda de 0,50 p.p., para redução de 25 pontos percentuais e até a possibilidade de manutenção em 15% ao ano.  

Mas apesar das especulações, Matheus Spiess, analista macroeconômico da Empiricus, aponta que a decisão parece incerta até mesmo para o Banco Central, que “só vai bater o martelo sobre os juros no fim da quarta-feira (18)”.  

Cortar ou manter, eis a questão 

Nos últimos dias, as opções de Copom negociadas na B3 oscilaram bastante. Em 10 de março, após Donald Trump anunciar que a guerra contra o Irã estava próxima do fim, as apostas de que o Banco Central pudesse seguir com um corte de 50 pontos saltaram para 56,9%.  

Entretanto, com o passar dos dias e sem um anúncio concreto sobre o fim do conflito, as expectativas de um corte menor, de 0,25 p.p., passaram a ganhar força.  

Já na última sexta-feira (13), a possibilidade de manutenção da Selic em 15% ao ano superou as projeções de uma redução de 50 p.p, após os EUA bombardearem Teerã, capital do Irã, bem como o seu principal centro de exportação de petróleo.  

Para além do contexto internacional, Matheus Spiess aponta que os dados mais recentes de IPCA (inflação) e atividade econômica já vinham pressionando o Banco Central a seguir um caminho mais cauteloso. 

Junto a isso, há também a questão fiscal do Brasil que comprime a curva de juros. Esse fator impacta ainda mais a decisão da autoridade monetária na reunião de amanhã (18). 

Apesar da grande incerteza em relação ao Copom, Matheus lembra que, no comunicado de janeiro, o Banco Central havia reforçado a possibilidade de um corte de 0,50 p.p..  

Ainda no documento, a autoridade deixou um espaço para uma redução de menor magnitude, isto é, 25 pontos percentuais. Nesse contexto, a avaliação de Spiess é que o BC siga com o menor corte. 

Ele explica que, considerando o nível de juros no Brasil, “temos uma gordura para queimar”. Ainda que o ciclo seja menor do que o previsto anteriormente. 

Diante desse cenário, neste momento, a dúvida de muitos investidores é como se posicionar. Segundo Matheus, uma boa estratégia é investir no chamado “kit geopolítico”.  

‘Kit geopolítico’: conheça esta e outras recomendações da Empiricus  

O analista aponta que, diante da crise humanitária causada pelo conflito e as incertezas na política monetária do Brasil, o investidor tem algumas janelas de oportunidades em ativos específicos

Por exemplo, o investidor pode apostar em um “kit geopolítico”, que consiste em ter posições em ouropetróleo moedas fortes. Esse seria o básico.  

Contudo, é possível refinar essa estratégia, investindo em ativos selecionados. Foi desta forma que a carteira Double Income, da Empiricus, gerou para os investidores um retorno de 353% do CDI em 2026, em uma de suas estratégias.  

Matheus aponta que, “com base em uma seleção de ativos de qualidade capazes de distribuir proventos de maneira consistente”, essa carteira se mostrou mais resiliente em períodos de maior turbulência.  

E a boa notícia é que você pode ter acesso às recomendações da série Double Income, e outras 10 assinaturas da Empiricus, por apenas 12x de R$ 14,90.   

O Empiricus+ é a assinatura em modelo “streaming” da casa. Por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar. 

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensais (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries, e ainda oferece 7 dias de teste gratuito. 

Para liberar o seu acesso à Empiricus+ agora mesmo, basta clicar no botão abaixo: 

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Até R$ 1 milhão em 12 meses: trader profissional vai firmar pacto milionário com qualquer brasileiro interessado; veja como aceitar o desafio

Imagine fazer um pacto financeiro capaz de transformar algumas centenas de reais em um patrimônio milionário em até um ano? Pode parecer ousado, mas é exatamente essa a proposta que o trader profissional Jader Nogueira faz agora, para brasileiros interessados em buscar grandes ganhos no mercado de criptomoedas.

A ideia nasceu de uma promessa pessoal. Há alguns anos, quando ainda enfrentava dificuldades financeiras, Nogueira fez um pacto com a própria família: prometeu à esposa e à filha que se tornaria milionário em apenas 12 meses.

Na época, ele tinha 29 anos, e estava quebrado. Mas a história tomou outro rumo rapidamente:

  • Aos 30 anos, ele conquistou o primeiro milhão;
  • E aos 31, já havia acumulado cerca de R$ 30 milhões em patrimônio.

Agora, Nogueira quer repetir a proposta: só que, desta vez, com brasileiros comuns. Segundo o trader, a ideia é simples: buscar até R$ 1 milhão, em 12 meses, a partir de um investimento inicial de R$ 3.250.

Assim, no dia 30 de março, o trader realizará um evento online no qual pretende firmar um verdadeiro pacto público com quem aceitar participar da iniciativa.

QUERO CONHECER MELHOR A PROPOSTA DO PACTO MILIONÁRIO

De barbeiro a milionário: quem é o trader que propõe esse desafio?

A trajetória de Jader Nogueira começou longe do universo dos grandes investidores. Antes de alcançar notoriedade no mercado financeiro, trabalhou como recepcionista de hotel, barbeiro e até lutador de MMA.

A rotina era como a da maioria dos brasileiros: muito trabalho e pouca sobra no final do mês. Foi nesse contexto que ele conheceu o mercado de criptomoedas. Diante das oportunidades daquele universo ainda pouco explorado, começou a operar com pequenas quantias.

Nogueira não esconde que teve prejuízos no começo. Afinal, o mercado de criptomoedas, assim como qualquer outro, envolve riscos. Contudo, decidiu estudar profundamente os ativos digitais, e os resultados começaram a aparecer.

Com o tempo, suas operações passaram a chamar atenção. Primeiro, entre outros investidores do mercado cripto; depois, também fora dele. Entre os resultados divulgados publicamente pelo próprio trader, estão ganhos como:

  • US$ 750 mil obtidos em uma janela de 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões conquistados em 48 horas, em uma única operação;
  • R$ 5,5 milhões acumulados em cerca de 90 dias de operações;
  • R$ 4 milhões gerados ao longo de apenas 30 dias de operações.

O histórico chamou atenção suficiente para colocar o trader no “radar” de grandes veículos de comunicação. Foi capa da Forbes under 40, na lista que reúne nomes mais influentes em tecnologia e inovação da América Latina abaixo de 40 anos.

Já a revista IstoÉ chegou a classificá-lo como o “maior trader” da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, reforçando sua reputação no mercado.

Um dos episódios mais comentados foi uma operação documentada que multiplicou o capital investido mais de 320 vezes. Em termos práticos, isso significaria transformar cerca de R$ 3.125 em mais de R$ 1 milhão.

Os resultados alcançados por Nogueira são, de fato, impressionantes. Mas neste ponto, você provavelmente deve estar se perguntando:

Como o trader pretende ajudar brasileiros a cumprir o desafio?

Para viabilizar o chamado “pacto milionário”, Jader Nogueira decidiu lançar uma ferramenta automatizada, voltada ao mercado de criptomoedas, em parceria com a Opt.me — frente de desenvolvimento em tecnologia da Empiricus Research.

Na prática, o funcionamento é relativamente simples. Por meio da tecnologia de copy trade, é possível replicar automaticamente as operações realizadas pelo trader profissional, na conta de quem participa da estratégia.

Ou seja, sempre que Jader Nogueira executar uma operação no mercado cripto, ela poderá ser copiada automaticamente para os participantes conectados à ferramenta, de forma simultânea e automatizada.

Assim, em vez de precisar passar horas analisando gráficos ou estudando estratégias complexas, os participantes podem simplesmente acompanhar as decisões do trader. O que facilita o processo, inclusive para quem não tem experiência prévia no mercado de criptomoedas.

O ponto de partida também foi pensado para ser relativamente acessível. A estratégia parte de um capital inicial de aproximadamente R$ 3.250. Com esse valor, já é possível acompanhar as operações executadas pelo trader dentro da plataforma.

Como o próprio Jader ressalta, o mercado financeiro envolve riscos, e não existe garantia de lucros. Ainda assim, seu histórico operacional mostra que ganhos expressivos são possíveis quando se utiliza uma estratégia consistente.

É justamente essa estratégia que ele pretende colocar à disposição de quem aceitar o pacto. E você tem a chance de ser uma dessas pessoas.

Inscreva-se gratuitamente no lançamento e saiba como aceitar o desafio

Para explicar todos os detalhes da iniciativa que pode transformar algumas centenas de reais em até R$ 1 milhão em 12 meses, Jader Nogueira decidiu realizar um evento online e gratuito no próximo dia 30 de março.

Durante a apresentação, ele pretende mostrar:

  • Como funciona a ferramenta de copy trade;
  • Qual a lógica da estratégia utilizada nas operações;
  • Como brasileiros interessados podem participar do desafio;
  • E de que forma será possível “aceitar oficialmente” o pacto milionário.

Segundo o trader, a ideia é abrir a oportunidade para um grupo limitado de participantes.

Assim, quem quer entender melhor a proposta e avaliar se faz sentido participar, poderá acompanhar a apresentação gratuita e decidir se deseja ou não entrar no desafio.

Para acessar todas as informações e garantir uma vaga no evento, basta clicar no botão abaixo e fazer a inscrição gratuita.

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Petróleo a US$ 200? Primeiro episódio da nova temporada do Empiricus Podca$t começa com conflito no Oriente Médio; assista agora 

Nas últimas semanas o mercado não comentou outro assunto, além dos conflitos entre Estados Unidos, Israel e Irã e os impactos no preço do petróleo e na inflação global. Esse também foi o assunto da nova temporada do Empiricus Podca$t que começou com novidades.

A partir de agora, a jornalista Paula Comassetto assume o comando das conversas, trazendo para pauta os temas que mais mexem com os mercados.  

Assim após a escalada de tensões no Oriente Médio, que levou o preço do petróleo a ultrapassar novamente a marca de US$ 100, a pergunta de muitos investidores é:  

O petróleo pode chegar nos US$ 200? 

Durante o programa, os analistas Ruy Hungria e Matheus Spiess, da Empiricus Research responderam a esta pergunta. Eles também analisaram o atual cenário e apontaram o que deve estar no radar dos investidores, como se preparar e onde investir

Nesta matéria, separamos alguns melhores momentos desse primeiro episódio do  Empiricus Podca$t. Confira.  

‘O petróleo não volta mais para a casa dos US$ 45, US$ 50’ 

Com o mercado se perguntando até onde o preço do petróleo pode chegar, Matheus Spiess aponta que, tudo depende da evolução do conflito e, principalmente, da situação no estreito de Ormuz, ponto estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.  

Segundo o analista, caso a passagem permaneça inviabilizada, o mercado pode enfrentar um choque de oferta de proporções históricas. Já Ruy Hungria pondera que prever preços extremos é muito difícil, mas ressalta que o contexto atual já muda a percepção do mercado.  

“Não dá para saber se esse negócio vai para US$ 150 ou US$ 200. Mas, entendo que o petróleo não volta mais para essa casa de US$ 45, US$ 50, que todo mundo estava falando”, afirma. 

Inflação, corte da Selic e bolsa brasileira 

Além do preço do petróleo, os analistas discutiram o impacto do petróleo mais caro na inflação, na política de juros e nas perspectivas para a bolsa brasileira. 

A boa notícia é que você pode conferir essa conversa na íntegra. O Empiricus Podca$t já está disponível no YouTube da Empiricus. Para assistir, basta clicar no link abaixo:  

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Criptomoedas: ‘Dá para ganhar dinheiro nesse mercado agora, se você seguir esta estratégia’; aponta especialista

Depois de um longo período de quedas, o bitcoin (BTC) engatou uma sequência de altas nesta semana. Mesmo com os conflitos no Oriente Médio, que reduziram o apetite ao risco dos mercados, a principal criptomoeda do mundo voltou a negociar acima dos US$ 70 mil desde a última terça-feira (10).

No acumulado da semana, o bitcoin apresenta uma valorização de 4%. Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus, afirma que é possível ver uma melhora no ativo.

Segundo o especialista, o bitcoin está entrando em uma fase “clássica”,na qual é necessária a confirmação de indicadores macroeconômicos para entender o que esperar do ativo.

Sendo assim, a pergunta de muitos investidores é: “ainda dá para ganhar dinheiro com criptomoedas, enquanto o bitcoin atravessa essa fase?” Segundo Rebelo, sim. É possível buscar lucros com criptomoedas agora, mas com esta estratégia.

SAIBA COMO BUSCAR GANHAR DINHEIRO COM CRIPTOMOEDAS DE FORMA AUTOMATIZADA

Bitcoin (BTC) em reversão à média: como operar neste momento?

Valter Rebelo explica que o bitcoin (BTC) está em um momento de reversão à média, comparando essa fase com as estações do ano: depois de um “inverno rigoroso”, a criptomoeda estaria em uma “meia estação”.

Após a queda acentuada no início do ano, a moeda oscilou entre os US$ 67 mil e US$ 70 mil em fevereiro. Assim, com o ativo negociando próximo da média, sem uma tendência clara de alta ou baixa, como buscar lucros?

Para Rebelo, neste momento, o investidor pode usar a seguinte estratégia: realizar poucas operações de curto prazo, e mirando em criptomoedas específicas.

O comportamento do bitcoin tende a influenciar todo o mercado cripto. Contudo, em ativos menores, a intensidade dos movimentos costuma ser maior, mesmo em uma fase de reversão à média do BTC, o que pode favorecer a busca por lucros.  

E neste momento de mudança de fase do bitcoin e maior aversão ao risco, é preciso contar com um sistema eficiente de detecção desses ativos de maior potencial.

Assim, para capturar essas oportunidades de maneira mais assertiva, a equipe de criptomoedas da Empiricus tem usado uma ferramenta automatizada: o Memebot One Million

Como o Memebot One Million encontra as oportunidades de ganhar dinheiro com criptomoedas?

Considerando que, no atual contexto, a estratégia para poder ganhar dinheiro com criptomoedas é fazer poucas operações, de curto prazo, os especialistas da Empiricus explicam que é importante ser ainda mais seletivo na escolha dos ativos.

Nesse sentido, o Memebot One Million foi programado para encontrar moedas que possuam as seguintes características:

  • Volume de negociação: moedas menores e com maiores ganhos, que apresentem volumes diários entre US$1 milhão até US$ 75 milhões;
  • Tamanho de mercado: ativos com valor de mercado menor que US$ 10 milhões;
  • Timing: moedas que podem alcançar seu pico de valorização em um período de 1 a 3 meses.

Vale ressaltar que investimentos em criptomoedas envolvem riscos, e retornos passados não são garantias de retornos futuros.

Contudo, o time da Empiricus aponta que, com essas configurações, a ferramenta está afinada para realizar operações pontuais, de curto prazo, com bom potencial de lucro e de forma automatizada.

Assim, pensando nos investidores que desejam ter a oportunidade de ganhar dinheiro com criptomoedas mesmo nessa fase de reversão à média do bitcoin, a casa irá liberar novos acessos ao Memebot One Million no próximo dia 23 de março.

MEMEBOT ONE MILLION: SAIBA COMO BUSCAR LUCROS DE FORMA AUTOMATIZADA

Os interessados no Memebot One Million podem se inscrever gratuitamente na lista de prioridade.

Dessa forma, terão a chance de acessar não apenas informações sobre a ferramenta, mas também os novos logins do Memebot One Million em primeira mão.

Então, se você ficou interessado na possibilidade de capturar retornos com criptomoedas no cenário atual, clique no botão abaixo e entre na lista de prioridade:

QUERO BUSCAR GANHAR DINHEIRO COM CRIPTOMOEDAS

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Adeus, rali? Alta do IPCA e disparada do petróleo colocam em ‘xeque’ principal ‘gatilho’ da bolsa em 2026

Depois de um início de 2026 renovando máximas, a bolsa brasileira vê as expectativas de um novo ciclo de valorização perder forças. Na quinta-feira (12), foi a vez dos dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) trazer surpresas negativas ao mercado.

Segundo o IBGE, em fevereiro, o IPCA registrou uma alta de 0,7%. A variação foi maior do que o verificado em janeiro (0,33%), e também acima das expectativas do mercado (0,65%).

Assim, no acumulado dos 12 meses, a inflação agora está em 3,81%, ante 3,77% das projeções do mercado.

O dado trouxe ainda mais pressão aos ativos de risco domésticos, que já estavam deprimidos por conta do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, e a escalada do preço do petróleo. Assim, o Ibovespa fechou em queda de mais de 2,55% na quinta.

Esse cenário coloca em “xeque” um dos principais “gatilhos” de alta da bolsa brasileira em 2026: o ciclo de cortes da Selic. E a pergunta que fica é:

Ainda teremos ‘gatilho’ para um rali na bolsa brasileira?

Desde o fim de 2025, muitos especialistas de mercado vinham defendendo que o início do ciclo de afrouxamento monetário seria um gatilho para a bolsa brasileira.

Afinal, a queda dos juros por aqui, somada às incertezas do cenário externo atraindo fluxo estrangeiro, poderiam impulsionar ainda mais as ações domésticas.

Entretanto, Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, aponta que o preço do petróleo voltando aos US$ 100, o IPCA mostrando aceleração e os dados de vendas no varejo tornam a materialização desse gatilho um desafio.

O analista explica que, embora o preço do petróleo favoreça exportadores da commodity, como é o caso do Brasil, a alta também implica em mais inflação. Esse fator, aliado aos números do IPCA e uma atividade econômica resiliente, podem resultar em mudanças na condução da política monetária.

Diante desse contexto, “muito dificilmente haverá um corte de 50 pontos [na Selic]”, segundo o analista, que aponta que, no atual cenário, é possível que o Banco Central realize “um corte mais cauteloso, de apenas 25 pontos-base na semana que vem”.

Ou seja, “ele [o corte de juro] vai acontecer, porém de forma mais contida”, destaca. Assim, mesmo em um cenário em que o principal gatilho para a bolsa brasileira seja mantido, a volatilidade causada por tensões geopolíticas deve pressionar os ativos no curto prazo.

Para o analista, neste momento, os investidores devem adotar uma estratégia com perfil mais previsível. Nesse sentido, recomendou aos leitores da sua newsletter, “Mercado em 5 Minutos”, a Carteira Empiricus Renda Extra, que entregou uma rentabilidade 320% acima do CDI apenas no mês de fevereiro.

Gratuito: conheça todas as recomendações da Carteira Renda Extra

A Carteira Empiricus Renda Extra reúne ações, fundos imobiliários e títulos de renda fixa. Tratam-se de ativos de qualidade capazes de distribuir proventos de maneira consistente, o que resulta em maior previsibilidade. Atualmente, o portfólio conta com 12 recomendações.  

A boa notícia é que você pode conhecer todas as recomendações da Carteira Empiricus Renda Extra de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando o acesso à carteira como cortesia.

Assim, você poderá se preparar para “surfar” o corte da Selic, mantendo proteções em caso de turbulências do mercado.

Para liberar o seu acesso, é muito simples. Basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções:  

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Memebot One Million: ferramenta liberará novos acessos para quem deseja buscar até R$ 1 milhão com operações automatizadas

Nos últimos anos, o mercado de criptomoedas criou diversas oportunidades de valorizar um patrimônio, difíceis de encontrar em outras classes de ativos. Enquanto investimentos mais tradicionais podem levar anos para apresentar ganhos expressivos, alguns criptoativos já protagonizaram movimentos de até milhares de vezes de multiplicação em períodos relativamente curtos.

Esse tipo de dinâmica ajuda a explicar por que cada vez mais investidores passaram a acompanhar esses ativos com atenção. Por outro lado, à medida que esse mercado amadurece, capturar grandes valorizações torna-se mais desafiador.

Os especialistas do departamento de criptomoedas da Empiricus explicam que, para chegar ao primeiro milhão com ativos consolidados como o bitcoin (BTC) e o ethereum (ETH), seria necessário um investimento bastante alto.  

Em contrapartida, um aporte inicial de R$ 3,5 mil pode se transformar em até R$ 1 milhão em uma outra classe de ativo mais “explosiva” dentro deste mercado. Foi justamente para identificar e “surfar” essas oportunidades que surgiu o Memebot.

A ferramenta foi desenvolvida com base nos parâmetros do departamento de criptomoedas da Empiricus, para buscar valorizações de forma automática. Agora, o projeto retorna ao mercado com uma “nova versão”, o Memebot One Million.

O objetivo é um só: buscar até R$ 1 milhão em ganhos com operações automatizadas. Para isso, por meio de um evento online e gratuito marcado para o dia 23 de março, a Empiricus pretende liberar novos acessos a investidores interessados na ferramenta.

RETIRE AQUI SEU INGRESSO GRATUITO PARA O EVENTO ONLINE

Como o Memebot encontra as oportunidades de até R$ 1 milhão em potencial?

Assim como nos mercados tradicionais, entre as criptomoedas, existem aquelas que o investidor compra para manter na carteira por um longo prazo, mas também aquelas cujo objetivo é capturar potenciais de valorização de curto prazo.

Neste último caso, estão as chamadas memecoins: ativos que nascem como brincadeiras inspiradas em memes da internet. O time de cripto da Empiricus é bastante transparente ao dizer para os investidores que não há grandes fundamentos para embasar o desempenho desses ativos.

Mas o fato é que, quando elas “viralizam”, o preço dispara, e o investidor tem a chance de lucrar muito em pouco tempo. Casos famosos mostraram que determinadas memecoins podem protagonizar valorizações explosivas em curtos períodos.

Um bom exemplo foi a $TRUMP, memecoin do presidente norte-americano, Donald Trump,|que chegou ao mercado custando US$ 8 e, em apenas dois dias, chegou aos US$ 75 – uma valorização de 837%.

Mas tão rápido quanto essas moedas sobem, elas podem devolver todo o lucro. Atualmente, a memecoin de Trump custa US$ 3,13.

Estamos falando de ativos altamente especulativos, com níveis de volatilidade muito superiores aos de outros investimentos.

Nesse sentido, os especialistas da Empiricus acreditam que, com ferramentas eficientes, é possível se aproveitar desses períodos de alta valorização das memecoins.

Para isso, a casa desenvolveu o Memebot One Million, para identificar e executar operações de compra e venda de memecoins de forma 100% automatizada.

Em outras versões do Memebot, investidores puderam buscar as seguintes valorizações em um período de 60 dias:
  • BANANAS31: +88,62% de rendimento e +US$ 147,56 em resultado líquido;
  • FLOKI: +33,77%, com lucro superior a US$ 184;
  • TURBO: +46,80% em uma única operação, acumulando US$ 113 em PnL.

É claro que retornos passados não são garantias de retornos futuros. Contudo, com as atualizações do Memebot One Million, os usuários poderão:

  • Monitorar continuamente o mercado de memecoins;
  • Identificar possíveis oportunidades dentro da estratégia programada; e
  • Executar operações automaticamente.

Ou seja, depois de configurado, o sistema pode atuar praticamente sozinho. Você só precisa “copiar e colar”as operações pré-definidas pela equipe de criptomoedas da Empiricus.

A partir daí, o Memebot passa a atuar dentro da estratégia programada, monitorando o mercado e executando operações de forma automática.

Como o acesso à ferramenta costuma ser liberado apenas em momentos específicos, novos usuários geralmente entram no projeto por meio de eventos de apresentação.

E é exatamente isso que vai acontecer no próximo dia 23 de março.

Memebot One Million: nova fase do projeto abrirá vagas para investidores a partir de 23 de março

No dia 23 de março, a equipe de pesquisa e desenvolvimento com criptomoedas da Empiricus realizará um evento online e gratuito para apresentar os detalhes do Memebot One Million.

Durante a transmissão, os participantes poderão entender melhor como funciona a ferramenta, qual é a lógica por trás da estratégia automatizada, e de que forma o robô atua dentro do mercado de memecoins.

A apresentação também deve abordar pontos importantes como:

  • O potencial de valorização dos ativos selecionados
  • Os riscos envolvidos nesse segmento do mercado
  • Como a automação pode ajudar a lidar com a volatilidade
  • Como funciona o processo de configuração da ferramenta

Além disso, ao final da transmissão, novos logins para acessar o Memebot One Million devem ser liberados.

Por isso, se você quiser entender como funciona o Memebot One Million e como tentar garantir um dos novos acessos, precisa se inscrever gratuitamente para participar da apresentação do dia 23 de março.

Para reservar sua vaga gratuita no evento e conhecer todos os detalhes do Memebot One Million, basta clicar no botão abaixo:

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Petróleo acima dos US$ 100, IPCA, vendas no varejo, seguro desemprego e PIB: confira a agenda da semana

A primeira semana de março foi marcada por uma combinação de tensões geopolíticas, divulgação de indicadores relevantes e ajustes nas expectativas para a política monetária global.

No cenário internacional, o aumento das tensões no Oriente Médio elevou o preço do petróleo. Pela primeira vez nos últimos quatro anos, o preço do barril (Brent e WTI) voltou a negociar acima dos US$ 100.

Assim, a divulgação dos estoques de petróleo bruto nos EUA, na próxima quarta-feira (9), deve contribuir para calibrar as expectativas sobre a commodity.

Esse contexto trouxe volatilidade adicional aos ativos globais, reacendendo preocupações com pressões inflacionárias.

A maior aversão a risco acabou se refletindo também no Brasil. Após renovar máximas históricas no fim de fevereiro, o Ibovespa passou por uma semana de correção (-5%), pressionado também pela alta do dólar e o movimento de realização de lucros em setores sensíveis ao ciclo econômico.

Ainda assim, o impacto não foi homogêneo dentro da bolsa.

A disparada do petróleo sustentou as ações brasileiras ligadas ao setor de energia. Petrobras (PETR4), Prio (PRIO3) e Petrorecôncavo (RECV3) dispararam 7%, 8,99% e 4%, respectivamente. Entretanto, bancos, varejo e empresas mais expostas ao crescimento doméstico ficaram entre os principais destaques negativos do período.

No Brasil, o debate sobre política monetária também ganhou força, enquanto a expectativa pelo início do ciclo de corte de juros na próxima reunião do Copom de março segue no radar. Contudo, o mercado reconhece que choques externos, como a recente alta do petróleo, podem influenciar o ritmo desse movimento.

Assim, no centro das atenções da agenda de indicadores para a semana que se inicia, estão o IPCA de fevereiro, os dados de vendas no varejo e o crescimento do setor de serviços, que podem trazer mais insights para os investidores.

Da mesma forma, a agenda de indicadores desta semana traz dados importantes como PCE, IPC-núcleo (inflação), pedidos de seguro desemprego e também o PIB dos Estados Unidos.

Confira os indicadores na agenda desta semana (2 a 6 de março), horário de Brasília

Terça-feira, 10 de março de 2026

  • 11h – Venda de casas usadas – EUA.

Quarta-feira, 11 de março de 2026

  • 9h – Vendas no varejo – BRA;
  • 9h30 – IPC-núcleo – EUA;
  • 11h30 – Estoques de petróleo bruto – EUA.

Quinta-feira, 12 de março de 2026

  • 9h – IPCA fevereiro – BRA;
  • 9h30 – Pedidos iniciais por seguro-desemprego – EUA;
  • 17h30 – Balanço patrimonial do Fed – EUA.

Sexta-feira, 6 de março de 2026

  • 9h – Crescimento do setor de serviços – BRA;
  • 9h30 – PIB dos EUA  (trimestral);
  • 9h30 – PCE (Núcleo do índice de preços) – EUA;
  • 11h – Ofertas de empregos (JOLTS) – EUA.

Empiricus+ : transforme as informações do mercado em oportunidades de investimento

Como visto, a semana traz um mix de indicadores de atividade, emprego e comércio tanto no Brasil quanto no exterior, com potencial de impactar mercados financeiros globais.

Mas se você quer ir além da agenda e transformar esses eventos em oportunidades de investimento, é preciso ampliar seu radar de análise.

A boa notícia é que, para ajudar com isso, agora você pode ter acesso às principais séries da Empiricus por apenas 12x de R$ 14,90.

O Empiricus+ é a assinatura em modelo “streaming” da casa. Por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensais (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.

Para liberar o seu acesso a Empiricus+ agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

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Mesmo quando a B3 está fechada, esta ferramenta pode gerar até 198% de valorização e três chances de renda extra por dia

Das 9h30 da manhã até as 18h45: esse é o período que o investidor tem para operar na bolsa brasileira. Se tudo corre bem, há chances de chegar ao final do pregão com um saldo positivo. Caso contrário, deve-se esperar até o dia seguinte.

Mas a verdade é que, enquanto a B3 está “dormindo”, tem muito pagamento pronto para ir para o bolso dos investidores.

André Antunes atua no mercado financeiro há quase duas décadas. Tendo operado grandes quantias, ele aponta que, nas dezesseis horas em que a bolsa brasileira está fechada, inúmeras oportunidades surgem na Ásia, Europa e Estados Unidos.

E o investidor que estiver mais atento, tem três vezes mais chances de receber pagamentos extras.

Pensando nisso, Antunes e sua equipe desenvolveram o R3R (Robô Três Rendas): uma ferramenta para buscar renda em três sessões globais diferentes, durante a manhã, tarde e noite, com três chances de receber pagamentos extras de forma automatizada.

Nos últimos 12 meses, durante sua fase de testes, este sistema foi capaz de transformar um investimento inicial de R$ 2 mil em cerca de R$ 5.960.

Agora,a ferramenta está prestes a ser liberada para um grupo de usuários beta, em parceria com a Opt.me, frente de tecnologia da Empiricus. Veja, a seguir, como ser um dos usuários.

R3R – Robô três rendas: conheça ferramenta que caça oportunidades internacionais

Embora cada bolsa de valores tenha seu próprio horário de negociação, o mercado financeiro funciona 24 horas por dia. Com as diferenças de fuso horário ao redor do globo, sempre há alguma região “aberta” para fazer operações.

Nesse contexto, Antunes aponta que os mercados da Ásia, Europa e Estados Unidos, os maiores do mundo, têm grande potencial para gerar retornos também para investidores brasileiros.

Porém, entender cada um desses mercados não é algo que se aprende da noite para o dia. Além disso, quando Ásia e Europa abrem seus horários de negociação, ainda é noite ou madrugada no Brasil, respectivamente.

Foi justamente por isso que Antunes desenvolveu o R3R (Robô Três Rendas). O especialista usou todos os seus anos de experiência nos mercados globais para criar um sistema capaz de identificar padrões repetitivos de mercado e executar operações de forma automatizada.

O sistema do R3R está programado para operar da seguinte forma:

  • Ásia – à noite;
  • Europa – durante a madrugada; e
  • Estados Unidos – pela manhã.

A ideia não é operar sem parar, mas executar movimentos específicos quando o robô identificar oportunidades geradoras de renda.

Foi assim que, em 12 meses de teste, o R3R gerou uma rentabilidade de 198%, considerando os erros e acertos. Colocando em valores, se você tivesse investido R$ 2 mil na ferramenta, esse montante se transformaria em R$ 5.960 em um ano.

É claro que, assim como a bolsa brasileira, os mercados globais oferecem riscos e, portanto, retornos passados não são garantia de retornos futuros.

Contudo, Antunes aponta que investimentos iniciais de R$ 1 mil já são suficientes para quem quer ter a chance de estar exposto aos mercados globais.

Assim, para os investidores interessados em triplicar as chances de receber pagamentos diários ao longo dos próximos 365 dias, o criador da ferramenta vai disponibilizar o passo a passo para ter acesso ao sistema R3R no próximo dia 16 de março.

Participe do lançamento do R3R e saiba como buscar até três chances de renda extra todos os dias

Depois de um ano de testes, o R3R finalmente será disponibilizado para os investidores em parceria com a Opt.me, frente de tecnologia da Empiricus.

O primeiro lote de licenças da ferramenta será liberado para um grupo de usuários beta no dia 16 de março, às 19h.

Nesta data, Antunes fará um evento online, no qual apresentará mais detalhes do R3R, quais ativos a ferramenta opera, e tudo o que você precisa saber para fazer parte do grupo de usuários.

A inscrição para este primeiro evento é gratuita. Assim, se você deseja participar e conhecer mais detalhes, basta clicar no botão abaixo e confirmar a sua presença:

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Não é só dinheiro: empresas que crescem rápido costumam buscar esse recurso; veja qual

Todo empreendedor, em algum momento, se pega pensando: “Se eu tivesse um investidor, meu negócio sairia do lugar.” Essa ideia parece óbvia; afinal, mais dinheiro no caixa significa mais capacidade de crescer, contratar e ampliar oferta.

Mas, na prática, a realidade mostra que capital, por si só, nem sempre é o suficiente para resolver osdesafios de um empreendimento. Empresas que recebem apenas aportes financeiros podem continuar enfrentando os mesmos gargalos estratégicos:

  • Ideia sem posicionamento definido;
  • Falta de visão de mercado; e
  • Decisões baseadas em intuição.

Nessas situações, um outro recurso pode ser até mais valioso que o dinheiro. Carol Paiffer, jurada do Shark Tank Brasil, aponta que um outro tipo de investimento não só é capaz de reduzir alguns custos, como também acelerar o crescimento da sua empresa.

Smart Money’: o diferencial que impulsionou o crescimento de empresa em que Carol Paiffer é acionista

Além de jurada do reality show Shark Tank Brasil, Carol Paiffer investe em mais de 100 empresas, colocando dinheiro nesses negócios para que cresçam e se tornem rentáveis. Contudo, ao firmarem parceria com a empresária, este não é o único recurso pelo qual as empresas procuram. Há, também, uma ferramenta conhecida como smart money.

Este recurso não se resume a um valor financeiro: o smart money é uma combinação de capital com acesso a conhecimento, networking qualificado e relacionamento com investidores e líderes de mercado. Afinal, ganhar aliados é muito importante no mundo dos negócios.

Um dos sócios de Carol explica que o motivo de buscar parceira com a investidora foi justamente a oportunidade de acessar este recurso:

“A Carol faz negócios o tempo todo, é muito bem conectada, e é daí que vem o smart money. Todos os relacionamentos que ela tem, ela traz para o negócio […]. Isso abre portas, e nós acabamos trocando muito conhecimento e networking. Participamos de eventos, e tudo isso é o que faz o negócio acelerar”.

Para fomentar o smart money,a empresária criou a Dinastia: um ecossistema para que as empresas na qual investe possam trabalhar juntas.

“Todas as empresas que conversam com o mesmo público estão dentro de um grupo, onde se ajudam. Essas conexões fazem o empreendedor reduzir CAC [custo de aquisição de clientes] e ganhar velocidade na hora de fazer contatos.”

Foi essa combinação de experiência, visão estratégica e conexões que fizeram a diferença no case da Dionísio, uma agência de estratégia digital que faz parte do ecossistema de Paiffer.Em três anos, a empresa saiu de um faturamento de R$ 1,5 milhão para R$ 9 milhões, crescimento de mais de 430%.

Agora, Paiffer quer oferecer mais uma oportunidade semelhante a esta para um grupo exclusivo de empreendedores: a empresária e jurada do Shark Tank Brasil compartilhará suas estratégias no Impulso CNPJ.

Saiba como aplicar o conceito de smart money para escalar seu negócio: conheça o Impulso CNPJ

O Impulso CNPJ é um programa licenciado da Shark Tank School em parceria com a Empiricus Research, por meio do qual empresários terão acesso a uma estratégia 360º para escalar seus negócios ao longo dos próximos 12 meses.

Neste programa, Carol Paiffer se junta a mentores e empresários experientes para aplicar o exato protocolo utilizado nas startups em que ela investe. Tudo começa com identificar o que está travando o crescimento e, a partir daí, é possível estruturar um plano de expansão consistente.

Durante o programa, o empresário irá:

  • Diagnosticar pontos fortes e gargalos do negócio;
  • Construir um plano estratégico de curto, médio e longo prazo;
  • Tomar decisões com apoio de empresários experientes;
  • Estruturar processos para aumentar margem, produtividade e eficiência.

No Impulso CNPJ, os participantes terão a oportunidade de fazer networkingcom pessoas que compartilham a mesma visão empreendedora e objetivo de crescimento e, então, trazer o smart money para o seu negócio.

QUERO BUSCAR O SMART MONEY PARA IMPULSIONAR O MEU NEGÓCIO

Descubra como fazer parte do grupo de ‘mentorados’ do Impulso CNPJ

Empresários de qualquer segmento e tamanho podem participar do Impulso CNPJ. Segundo Carol Paiffer, se existe uma boa ideia, disposição para ajustar rotas e ambição para crescer, o programa pode ser o passo que falta para levar a empresa a outro patamar.

Assim, para explicar melhor como funciona o protocolo, e como você pode ser um dos “mentorados” do Impulso CNPJ, Paiffer realizará um encontro online na próxima segunda-feira (9).

  • Nesse dia, você poderá entender melhor como o programa pode te dar acesso a:
  • Contato com mentores experientes, que já estruturaram negócios milionários;
  • O protocolo aplicado pela Shark Tank School para escalar empresas;
  • Direcionamento prático para aumentar margens e produtividade;
  • Estruturação para atrair grandes investidores.

Mas se você quiser chegar no dia 9 de março pronto para colocar a “mão na massa”, a equipe do Impulso CNPJ já liberou um conteúdo preparatório, 100% gratuito. Clicando no botão abaixo, você terá acesso às aulas introdutórias, e também pode fazer sua pré-inscrição para o evento da próxima segunda-feira.

Então, se você deseja estruturar sua empresa para escalar com mais lucro, previsibilidade e visão estratégica, este pode ser o momento de dar o próximo passo.

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Tchau, Direcional (DIRR3): ação deixa carteira de dividendos da Empiricus e dá lugar a ‘concorrente’ mais sensível ao corte de juros

A Carteira de Dividendos da Empiricus encerrou fevereiro com uma alta de 9,7%, contra 4% do Ibovespa. Ruy Hungria, analista responsável pelo portfólio, aponta que parte do bom desempenho se dá não apenas pelo trabalho de curadoria da carteira, mas também pelo cenário favorável aos ativos de risco domésticos em geral, devido ao fluxo de capital estrangeiro.

Em meio ao enfraquecimento do dólar e as tensões geopolíticas, os investidores estrangeiros desembarcaram por aqui um capital que já soma cerca de R$ 40 bilhões só nos dois primeiros meses do ano.

Contudo, com a virada do mês e o impacto dos conflitos no Oriente Médio no cenário macroeconômico, as ações domésticas vão precisar de mais impulso que apenas o fluxo gringo para continuar subindo.

Assim, março começa com uma mudança importante na carteira de dividendos da casa. Depois de subir +17% em fevereiro, Direcional (DIRR3) deixará o portfólio. Segundo Hungria, a saída da ação faz parte de uma movimentação para capturar um dos principais gatilhos da bolsa em 2026.

Outra ação de construtora pode ganhar fôlego com início do ciclo de queda da Selic

Março marca o início de um dos grandes gatilhos para o mercado em 2026, o ciclo de cortes da Selic. Segundo projeções do Focus, a expectativa é de que o Banco Central eleve a taxa para algo próximo de 12% a.a. até o fim do ano.

Nesse sentido, a saída da Direcional da carteira não tem relação com perda de qualidade. Trata-se de um ajuste fino para capturar melhor o novo momento macroeconômico.

Isso porque o novo papel recomendado na carteira foi escolhido justamente pela “maior sensibilidade ao ciclo de corte de juros”, aponta Hungria.

Trata-se de uma companhia também do setor de construção civil, com forte presença no segmento de média e alta renda – característica que contribui para a sua qualidade operacional acima da média e demanda resiliente.

A incorporadora combina disciplina financeira, controle rigoroso de custos e foco em praças onde possui maior expertise operacional. Ruy ainda destaca sua estrutura de capital defensiva como um fator importante da tese, pois, mesmo sendo de um setor cíclico, isso a deixa preparada tanto para capturar a queda dos juros, quanto para atravessar cenários mais desafiadores.

Nesse sentido, a escolha da ação é um posicionamento para capturar a alavancagem operacional que pode surgir com a queda dos juros, e também uma escolha mais defensiva “em um cenário de desaceleração mais forte”, pontua Hungria.

Além disso, a ação segue descontada em relação aos pares.

Atualmente, a incorporadora negocia a 5,7 vezes o Preço sobre Lucro (P/L) estimado para 2026. Ou seja, há espaço para ganhar tanto com a valorização do preço, quanto com dividendos.

Segundo o analista, a ação tem um dividend yield estimado de 5,4% para 2026, um patamar atrativo para quem busca renda combinada com potencial de valorização.

Por esses motivos, o analista acredita que a ação é uma boa “substituta” para a Direcional (DIRR3) na Carteira de Dividendos deste mês. Contudo, ela não é a única que carrega esse tipo de potencial no momento.

GRÁTIS: CONHEÇA A AÇÃO QUE PODE SE BENEFICIAR DO CORTE DA SELIC

Confira a carteira completa para buscar dividendos, recomendada pela Empiricus

Apesar do desempenho positivo das ações brasileiras nos dois primeiros meses de 2026, os analistas da Empiricus apontam que o atual patamar do índice está em linha com a média histórica, e deixando espaço para novas reprecificações.

Ou seja, ainda há espaço para as ações domésticas subirem, impulsionadas por outros gatilhos no radar, além do corte da Selic:

  • Possíveis mudanças no ciclo político-econômico; e
  • Manutenção do fluxo de capital estrangeiro.

Nesse contexto, ações do setor de construção não são as únicas que podem se beneficiar. Os especialistas da casa apontam outros sete papéis, de diferentes segmentos, que podem entregar valorização e dividendos aos investidores neste momento.

A boa notícia é que você pode ter acesso ao portfólio completo de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia a Carteira de Dividendos de março.

Além dos nomes e tickers de cada recomendação, o relatório detalha as teses, os riscos, os múltiplos e o potencial de cada ativo. Para liberar o seu acesso agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

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Agenda: PIB, payroll, dados de desemprego e balança comercial; confira os indicadores da semana

A primeira semana de março promete ser agitada. A agenda dos próximos dias será cheia, tanto no Brasil, quando no exterior. Por aqui, a sequência de indicadores pode ajudar a calibrar as expectativas sobre o ritmo da economia brasileira.

Em um ambiente marcado por juros ainda elevados, crescimento moderado e atenção redobrada à trajetória fiscal, os dados locais tendem a ter peso maior na formação de preços de ativos como câmbio, juros futuros e, principalmente, na bolsa.

No centro das atenções está o PIB do quarto trimestre, que encerra a leitura de 2025 e ajuda a definir o ponto de partida da atividade em 2026. Ao lado dele, a taxa de desemprego de janeiro, os números da produção industrial oferecem uma fotografia mais completa sobre consumo, mercado de trabalho e nível de atividade.

Assim, para os investidores, diante da expectativa de início do ciclo de corte de juros, na reunião Copom no dia 18 de março, o conjunto desses indicadores é essencial para avaliar se a economia mantém resiliência ou se dá sinais mais claros de desaceleração.

Em fevereiro, os investidores estrangeiros aportaram cerca de R$ 5 bilhões na bolsa brasileira. Dessa forma, o cenário externo também segue como vetor importante para o humor dos mercados locais.

Nos Estados Unidos, a agenda da semana concentra indicadores de atividade e, sobretudo, de mercado de trabalho. O destaque fica por conta dos PMIs, o relatório ADP e o payroll. Esses dados serão determinantes para calibrar as expectativas sobre a trajetória da política monetária do Fed, influenciando, portanto, o comportamento dos juros globais, do dólar e do apetite por risco.

Confira os indicadores na agenda desta semana (2 a 6 de março), horário de Brasília

Segunda-feira, 2 de março de 2026

  • 11h45 – PMI Industrial – EUA;
  • 12h – PMI ISM – EUA.

Esses indicadores ajudam a medir a saúde do setor manufatureiro e podem influenciar expectativas de crescimento econômico e decisões de política monetária nos EUA

Terça-feira, 3 de março de 2026

  • 9h – PIB do Brasil – Anual e Trimestral (4T25)

O dado anual e trimestral é um dos mais importantes para medir o desempenho da economia no final do ano passado e para calibrar projeções de crescimento para 2026. Assim, o mercado acompanha de perto para ajustar estimativas de atividade e potenciais impactos na política econômica local.

Quarta-feira, 4 de março de 2026

  •  10h15 – Variação de Empregos Privados ADP – EUA

O relatório ADP antecipa a leitura oficial de emprego, mostrando como foi o desempenho do mercado de trabalho privado nos EUA. Contudo, é um dado de alta frequência e costuma influenciar as expectativas para o payroll de sexta-feira.

  •  11h45 – PMI Serviços – EUA

Indicador que reflete a atividade do setor de serviços nos Estados Unidos. Leituras mais fortes sinalizam dinamismo econômico e, portanto, podem reforçar a perspectiva de inflação resiliente.

  •  12h – ISM Não-Manufatura – EUA

Outro indicador de atividade, focado no setor de serviços norte-americano, com impacto potencial em decisões de investimento e taxa de juros no país.

  •  12h30 – Estoques de Petróleo Bruto – EUA

Este dado semanal influencia os preços do petróleo no mercado internacional, com impacto direto em commodities, inflação e moedas de países exportadores de energia.

Quinta-feira, 5 de março de 2026

  • 09h – Taxa de Desemprego no Brasil (Jan)

A taxa de desemprego mostra a condição atual do mercado de trabalho brasileiro no começo do ano. Um número mais baixo que o esperado tende a reforçar percepções de resiliência da economia, enquanto dados mais elevados podem pesar sobre o consumo.

  • 10h30 – Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego – EUA

Os pedidos semanais por auxílio-desemprego ajudam a monitorar a saúde do mercado de trabalho norte-americano no curto prazo. Por isso, são observados por investidores para calibrar expectativas de políticas do Federal Reserve.

  •  15h – Balança Comercial do Brasil (Fev)

O saldo entre exportações e importações é um dado chave para o câmbio e para balanços setoriais. Superávits podem fortalecer o real, enquanto déficits podem aumentar pressão baixista sobre a moeda.

  • 18h30 – Balanço Patrimonial do Fed – EUA

O balanço do Fed é acompanhado como sinal das condições de liquidez dos mercados e da estratégia do banco central em relação à política monetária.

Sexta-feira, 6 de março de 2026

  • 9h – Produção Industrial do Brasil (Jan)

Os dados de produção industrial mensal e anual revelam o desempenho do setor manufatureiro no início do ano. Por isso, são importante para projeções de crescimento econômico doméstico.

  • 9h30 – Núcleo de Vendas no Varejo – EUA

Reflete a tendência de compras sem os efeitos de itens voláteis, influenciando expectativas de consumo e inflação nos EUA.

  • 10h30 – Relatório de Payroll – EUA

O payroll continua sendo um dos indicadores mais influentes do calendário global. O relatório não-agrícola, a taxa de desemprego e os ganhos médios por hora podem impactar diretamente as expectativas de juros nos EUA e influenciar mercados de ações, títulos e câmbio.

Empiricus+ : transforme as informações do mercado em oportunidades de investimento

Como visto, a primeira semana de março traz um mix de indicadores de atividade, emprego e comércio tanto no Brasil quanto no exterior, com potencial de impactar mercados financeiros globais.

Mas se você quer ir além da agenda e transformar esses eventos em oportunidades de investimento, precisa ampliar seu radar de análise.

A boa notícia é que, agora, você pode ter acesso as principais séries da Empiricus por apenas 12x de R$ 14,90.

O Empiricus+ é a assinatura em modelo “streaming” da casa. Por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensal (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.

Para liberar o seu acesso a Empiricus+ agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

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Com o bitcoin caindo ou subindo, evento cripto que ocorrerá a partir desta semana pode multiplicar investimento em até 1.000 vezes; veja qual

Se você está acompanhando o mercado de criptomoedas, já percebeu que os investidores estão de olho na mudança de cada dólar no preço do bitcoin (BTC). De certa forma, esse é um comportamento normal, afinal trata-se da principal criptomoeda do mundo, cujo desempenho afeta todo esse mercado de maneira direta ou indireta.

Além disso, para quem ainda tem pouca experiência, uma ideia comum é a de que: “se o bitcoin está em queda, é melhor nem olhar para as outras moedas”.

Mas na prática, não é exatamente assim que funciona. Valter Rebelo, é head do departamento de pesquisa e desenvolvimento com criptomoedas da Empiricus Research e afirma que:

“Todo ano, mesmo em períodos ruins para o bitcoin, o mercado [de criptomoedas] tem eventos que são capazes de mudar a vida de qualquer pessoa.”

E segundo o analista, a próxima semana pode ser decisiva. Um evento programado para o dia 5 de março pode gerar valorizações de até 50.000%, mesmo que o bitcoin não esteja no seu melhor momento.

Entenda qual é o evento da próxima semana e como se preparar para ele

Esse evento ao qual Valter Rebelo se refere, embora não seja tão conhecido da maioria dos investidores, não é uma novidade no mercado cripto. Trata-se dos ICOs (Initial Coin Offerings), que são lançamentos iniciais de novas moedas.

Esses eventos acontecem antes de esses ativos chegarem às grandes corretoras e ao conhecimento do público em geral. É nesse estágio embrionário que se concentra a maior assimetria de retorno do mercado, aponta o especialista.

Assim, enquanto criptomoedas já consolidadas dependem de volumes bilionários para dobrar de preço, um ICO bem-sucedido pode sair praticamente do zero para uma adoção relevante em poucos meses. E quando isso acontece, o impacto percentual tende a ser explosivo.

Esse é um dos motivos pelos quais o analista aponta que o desempenho do bitcoin, apesar de importante, não é o fator determinante nesse tipo de oportunidade.

ICOs seguem outra lógica, eles se valorizam quando são descobertos, não quando o mercado inteiro já está olhando para eles.

Em 2025, por exemplo, antes que a MYX Finance (MYX) ganhasse as manchetes, investidores mais atentos tiveram a oportunidade de participar do ICO desta moeda. E quem já estava posicionado e manteve a posição ao longo 128 dias viu o token se valorizar 1.000 vezes.

Quando o projeto passou a ser percebido pelo mercado mais amplo, grande parte da valorização já havia acontecido.

Fonte: Cointelegraph, matéria publicada em 10/09/2025 (Retornos passado não são garantia de retornos futuros)

Esse exemplo reforçando uma lógica recorrente de quem já tem experiência com ICOs: “quem chega antes, bebe água limpa”.

Valter Rebelo aponta que o timing é essencial para ter bons retornos com essa estratégia. E como estamos há poucos dias de uma nova oportunidade de buscar retornos expressivos, o especialista decidiu abrir novos acesso à Incubadora de ICOs.

Chegar atrasado pode custar caro: posicione-se antes do ICO do dia 5 de março

Identificar um bom ICO não é suficiente. O tempo de entrada pode ser decisivo. “Se você perde os primeiros dias, os primeiros minutos, a chance de você ‘perder o bonde’ é grande”, ressalta o especialista.

Diferentemente de ativos já listados, os ICOs oferecem uma janela curta — e muitas vezes irrepetível — para se posicionar antes que o preço reflita o real interesse do mercado.

Há alguns meses, a Incubadora de ICOs da Empiricus vem estudando de perto um novo ICO programado para o dia 5 de março, que, segundo suas análises, pode apresentar potencial de valorização de até 50.000%.

Assim, para ajudar investidores a não perderem essa janela inicial, a casa programou uma transmissão online no dia 2 de março.

Nessa data,  Valter Rebelo vai explicar como funciona esse tipo de lançamento e como se preparar para se posicionar antes mesmo do ICO começar e como ter acesso ao passo a passo completo, por meio da Incubadora.

A proposta é simples: oferecer informação e método com antecedência, justamente porque, no mercado de ICOs, agir depois que o movimento começa costuma ser tarde demais.

Então, se você quer ter a oportunidade de se preparar com antecedência para este que pode ser o maior ICO da história, clique no botão abaixo e faça sua pré-inscrição gratuita para o evento do dia 2 de março:

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Empiricus lança modelo de ‘streaming’ com todas as séries da casa* por até 12x de R$ 14,90

Há 16 anos, a Empiricus Research inovou a maneira como os brasileiros tinham acesso a conteúdo de investimentos, oferecendo análises independente com relatórios e carteiras recomendadas com qualidade e de fácil compreensão do público em geral.

Essa iniciativa foi um passo importante para mudar a forma como os investidores brasileiros consomem esse tipo de conteúdo. E agora, a research está pronta para dar o próximo passo e para isso lançou o Empiricus+, um serviço de assinatura no estilo  “streaming”.

Pela primeira vez a casa está lançando um modelo em que, com um único acesso, você poderá explorar todas* as recomendações de investimento dos analistas. E o melhor: tudo isso por apenas 12x de R$ 14,90.

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13 especialistas, 11 assinaturas e as melhores estratégias da casa, tudo liberado: veja o que vai encontrar no ‘streaming’ da Empiricus

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Nos dois planos, você terá acesso as principais carteiras da casa – exceto as séries premium de criptomoedas. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas. Nelas você encontra carteiras focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa, trading, além de estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Você também vai poder ter contato direto com os mais de 13 especialistas da casa. Eles estão dedicados a diariamente encontrar as melhores oportunidades do mercado e entregar estratégias tão boas quanto de investidores profissionais.

Assim, para ajudar você a trilhar esse caminho, os analistas realizam lives, dentro da plataforma da Empiricus, para responder as dúvidas dos assinantes.

Além disso, todos os conteúdos da casa contam com tutoriais que ensinam o passo a passo para investir, da forma mais simples possível.  

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Nos últimos anos, os investidores que acompanharam as carteiras da tiveram a oportunidade seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Microcap Alert: mais de 508,97% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Vacas Leiteiras: valorização de 449,50%, desde o lançamento em 07/02/14;
  • Palavra do Estrategista: mais de 461,02% de retorno desde a criação em 03/09/2015.

É claro que, retornos passados, não são garantia de retornos futuros. Mas, uma das características da Empiricus é o “skin in the game”. Isso significa que, os analistas da casa, só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

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A casa acredita tanto no compromisso em bucar as melhores ideias para fazer o seu patrimônio crescer que está oferecendo 7 dias de acesso, sem compromisso. Nesse período, você poderá conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para sua estratégia.

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DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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