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Amargo mel, fogo gelado e caos organizado

A esta altura dos acontecimentos, acho que já podemos afirmar que o prazo para o término da Guerra do Irã sempre foi incognoscível.

Com certeza, não eram apenas as quatro semanas que haviam sido indicadas originalmente por Trump.

Por outro lado, memorando de uma página, não tem cara de ser uma guerra infinita.

Arrisco dizer que essa guerra está justamente entre terminar daqui a alguns dias ou daqui a alguns anos. E por isso me permito a licença poética de chamá-la de imprevisível.

Porque, em termos práticos, dentro dos gatilhos temporais que regem os mercados, a diferença entre esperar dois dias e esperar dois anos gera consequências completamente díspares.

Assim, somos obrigados a fazer algo indigesto, quase insalubre, que é o duro exercício de fazer coabitar em nossas mentes dois cenários – o rápido e o devagar – que se combinam em um oxímoro.

Nada é mais útil para o trabalho de um financista do que conviver com a contradição. E, também, nada pode ser mais enlouquecedor para um ser humano.

Imagine você se apaixonar por alguém que lhe desperta o amor mais puro seguido do ódio mais sanguíneo, a propensão a estar junto logo então substituída pela mais completa aversão; e assim sucessivamente, por décadas e décadas, entre tapas e beijos.

A evolução não nos forneceu meios para lidar bem com os opostos simultâneos, não somos bons nisso; preferimos a definição de um ou outro.

Como exemplo didático, considere o seguinte desafio simples de lógica:

Nelson está olhando para Ana, e Ana está olhando para Renzo. Nelson é casado, mas Renzo é solteiro. Podemos dizer que é o caso de que uma pessoa casada está olhando para uma pessoa solteira?

  1. Sim.
  2. Não.
  3. Isso não pode ser determinado apenas com o enunciado.

(Se quiser um tempinho para pensar, segure a leitura até aqui, pois o spoiler vem logo abaixo).

A alternativa correta é “A” (Sim), mas a vasta maioria dos respondentes escolhe a letra “C”, supondo automaticamente que a falta de informação sobre o estado civil de Ana impossibilita cravar uma resposta honesta.

Todavia, se pensássemos direto em termos de probabilidades, convivendo com a contradição, enxergaríamos dois cenários possíveis:

  • Nelson (casado) -> Ana (casada) – > Renzo (solteiro).

Ou:

  • Nelson (casado) -> Ana (solteira) -> Renzo (solteiro).


Note que, em ambos os cenários, existe uma pessoa casada olhando para uma pessoa solteira.

Se você não acertou desta vez, fique tranquilo. Até mesmo pessoas de altíssima pontuação em testes de QI têm dificuldade de ponderar cenários pré-convergência.

Felizmente, o investidor inteligente não precisa ficar comprometido com o mercado, e também não precisa ficar à espreita. Basta fazer como a Ana que, casada ou solteira, continua participando do jogo.

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Empiricus Megatendências: nova carteira visa capturar temas que moldam a economia global; conheça gratuitamente

A Empiricus acaba de lançar uma nova carteira com acesso gratuito para os investidores que desejam estar posicionados nos principais temas que moldam a economia global: a Empiricus Megatendências.  

O portfólio é comandado pelo analista macroeconômico da casa, Matheus Spiess. Segundo ele, o objetivo é identificar e capturar vetores de transformação tecnológicas, geopolíticas ou econômicas de longo prazo. 

Para viabilizar a abordagem, a carteira investe em fundos de índice (ETFs) e certificados de ETFs (BDRs de ETFs) listados na Bolsa brasileira, o que permite acessar a uma exposição diversificada de forma simplificada, eficiente e com maior praticidade no acompanhamento.  

O objetivo do produto é gerar um retorno, em reais, superior ao IDCOTS +2%. Esse índice representa o rendimento dos títulos públicos de curto prazo dos Estados Unidos — considerados uma referência global de retorno alternativo — mais um prêmio de 2%.  

“Vale destacar que a estratégia não está restrita a uma única classe de ativos. Isso permite a busca por oportunidades em diferentes mercados ao redor do mundo, sempre com o objetivo de gerar retorno absoluto. Nesse contexto, a utilização da taxa livre de risco americana acrescida de um prêmio faz sentido, pois está alinhada ao caráter global da estratégia e à taxa mínima de atratividade implícita nas teses exploradas”, explica Spiess.

Carteira também está disponível de forma automatizada 

Além de o investidor poder acessar a carteira de maneira gratuita e fazer os investimentos por conta própria, o novo portfólio também está disponível no modelo automatizado

Nessa modalidade, a execução, os rebalanceamentos e os ajustes passam a ser conduzidos de maneira automática. Assim, cabe ao investidor apenas investir o valor desejado e depois acompanhar os resultados, sem precisar fazer manualmente as alterações propostas pelo analista Matheus Spiess.  

QUERO CONHECER A CARTEIRA AUTOMATIZADA EMPIRICUS MEGATENDÊNCIAS

Spoiler: veja algumas das tendências da carteira de abril

Entre as escolhas do analista para a carteira, está o ETF de commodities CMDB11. O fundo tem como objetivo replicar o desempenho do Índice Teva Ações Commodities Brasil.  

Spiess explica que o objetivo do investimento é capturar o ciclo de commodities, que tende a ser favorecido em ambientes de inflação mais alta, crescimento global ou choques de oferta, como ocorre em cenários geopolíticos mais tensos, como é o caso. 

“Por concentrar empresas exportadoras e geradoras de caixa, o ETF também pode se beneficiar de movimentos de valorização do dólar e de alta nos preços internacionais das matérias-primas, funcionando como uma espécie de proteção natural em momentos de estresse”, complementa o analista. 

Outra tendência identifica por Spiess e levada à nova carteira é a de aumento dos gastos militares impulsionado pelo ambiente geopolítico fragmentado e pela crescente rivalidade entre grandes potencias, especialmente entre EUA e China.  

“Esse movimento tende a sustentar receitas e margens das empresas do setor ao longo do tempo, já que grande parte de seus contratos está atrelada a orçamentos públicos e programas de longo prazo. 

Em um cenário que muitos já descrevem como uma ‘nova Guerra Fria’, com expansão de investimentos militares e tecnológicos, o setor deixa de ser apenas uma aposta cíclica e passa a configurar uma tese estrutural de longo prazo”, afirma o analista.  

Neste contexto, a recomendação é BAER39, BDR listado na B3 que replica o desempenho do iShares U.S. Aerospace & Defense, fundo internacional gerido pela BlackRock que investe em um portfólio de empresas americanas do setor aeroespacial e de defesa – como fabricantes de aeronaves, sistemas militares e tecnologia de segurança.  

É claro que as duas tendências acima não são as únicas que compõem a carteira. O analista compilou investimentos que vão de inteligência artificial até o Urânio, passando pela Argentina de Javier Milei. 

Grátis: veja a carteira Empiricus Megatendências completa

A boa notícia é que a carteira pode ser acessada de maneira gratuita no BTG Content, plataforma de conteúdos do BTG Pactual.  

Para isso, basta se cadastrar neste link. Através dele, você também terá a opção de realizar o investimento na carteira automatizada, em que todas as alterações propostas por Spiess são feitas sem que o investidor precise fazer nada. 

Além da carteira de Megatendências, no Content você encontrará outros portfólios com diferentes temáticas e conteúdos que podem ajudar a fazer os melhores investimentos. 

Para acessar a carteira e o BTG Content, basta clicar aqui ou no link abaixo e fazer seu cadastro gratuito na plataforma.  

Bons investimentos! 

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Guerra no Oriente Médio, petróleo em alta e mercados em alerta: onde investir agora? Analista explica cenário e faz recomendação

Quem acompanha as notícias globais, certamente está ciente da guerra no Oriente Médio e da consequente alta dos preços do petróleo. Também deve ouvir falar bastante do estreito de Ormuz e do sentimento de receio que toma os mercados – desde as bolsas até as criptomoedas.

Porém, os pontos de conexão entre todos esses nomes e, especialmente, o que esperar da economia e dos investimentos em períodos de conflito, não são facilmente compreendidos por todo mundo.

Pensando nisso, Matheus Spiess, analista de macroeconomia da Empiricus Research, traz um “aulão” para explicar, de forma simples e clara, o que está acontecendo no mundo agora – e onde investir. Confira:

Abaixo, trazemos os principais pontos abordados no vídeo.

Estreito de Ormuz: o ‘ponto de estrangulamento’ da economia mundial?

Os receios econômicos mundiais começam pelo Estreito de Ormuz: uma passagem que, em seu menor ponto, possui cerca de 33km entre os Emirados Árabes Unidos e o Irã. É por lá que 20% do petróleo comercializado no mundo inteiro é escoado.

Ormuz é um dos oito principais choke points (“pontos de estrangulamento”, em português) do comércio marítimo global. Dentre os outros, estão nomes como os canais do Panamá e de Suez.

Desde o início do conflito, o Irã alega que o estreito está fechado, o que nunca aconteceu de forma formal, mas sim por meio de ameaças aos navios que ousassem atravessá-lo.

“O que existe é um fechamento na prática: as ameaças do Irã, e os barcos se recusando a atravessar – e as seguradoras das embarcações também falando que não é para atravessar”, afirma Spiess.

E por que é de interesse do Irã manter a passagem fechada? Bom, a explicação é simples: o Irã é militarmente inferior aos seus adversários no conflito. Com isso, o que resta é usar Ormuz como estratégia de guerra, atingindo diretamente toda a economia ocidental.

“Eles querem aumentar o custo econômico para o Ocidente o máximo possível, porque é o que resta para eles. Do lado militar, os EUA têm superioridade”, afirma Spiess.

Com o fechamento do estreito atingindo em cheio, especialmente, o escoamento do petróleo, a escassez leva o preço do barril às alturas – e todo o ocidente pode, literalmente, pagar a conta.

Irã pode ter motivos para normalizar funcionamento do estreito de Ormuz em breve, segundo analista

Segundo Spiess, para o Irã, o interesse de aumentar os custos econômicos para o restante do mundo pode ser de curto prazo – porque o próprio país é dependente do funcionamento normal da passagem.

“Falamos muito do que sai do estreito, mas pouco do que entra”, afirma Spiess. No caso, Ormuz é a principal porta de entrada de comida para o Irã, considerando que a produção local é escassa.

Manter o estreito fechado por muito tempo gera o risco de uma crise humanitária na região, o que não estaria nos melhores interesses do governo.

Um dos principais aliados econômicos do Irã, a China, também tem interesse na reabertura do estreito.

O que o mercado quer que aconteça no futuro próximo?

O mercado, no meio do fogo cruzado, não gosta de incertezas. Para muito além da alta do petróleo, isso é o que também tem gerado estresse nos ativos de risco globais.

Inicialmente, os EUA anunciaram que o conflito tinha prazo para acabar: cerca de 5 semanas. Porém, esse prazo está próximo de terminar – e não há sinais de arrefecimento. “A falta de perspectiva para o final de um conflito é o que incomoda o mercado”, afirma Spiess.

Para o analista, uma normalização do estreito de Ormuz é uma das principais expectativas do mercado no momento. Sendo o encerramento do conflito, claro, como cenário ideal.

Porém, Spiess comenta que nem o fim da guerra seria suficiente para que tudo volte a ser como era antes, pelo menos no curto prazo.

“Não basta só encerrar, porque começaremos a ter um legado desse conflito. Vai demorar muito mais tempo para termos uma situação normalizada”, afirma.

Estados Unidos também têm seus motivos para não continuarem guerra no Oriente Médio

O analista traz alguns pontos, em especial, que podem influenciar os EUA a encerrarem a guerra eventualmente.

  • Custos do conflito

Os EUA já gastaram mais de US$ 20 bilhões com esse conflito – e somam cerca de US$ 39 trilhões de dívida até o momento.

“O fiscal americano, que já está problemático, está piorando ainda mais por conta do conflito”, afirma. Somadas às contas públicas, um outro fator vem para exercer ainda mais pressão:

  • Inflação

“Se você impede que haja o tráfego de petróleo, isso encarece o petróleo e seus derivados. Consequentemente, o combustível na bomba fica mais caro, e então precisamos de reajustes de preços. O medo de inflação é muito grande, porque se há mais inflação, precisamos de mais juros”, afirma Spiess.

Esse é o “efeito dominó” mais temido pelos mercados. O que começa com a alta do petróleo, pode “acabar desaguando em outros segmentos”, como transportes, fertilizantes e alimentos, segundo o analista.

“Todo mundo tem medo disso [inflação], inclusive o próprio Donald Trump”, afirma o analista. Especialmente porque 2026 é ano de midterms – as “eleições de meio de mandato” nos EUA.

  • Eleições de meio de mandato nos EUA

Segundo Spiess, não parece ser de interesse de Donald Trump chegar às eleições de meio de mandato (midterms), no mês de novembro, com uma economia norte-americana fragilizada.

Nesse caso, o encerramento da guerra seria um fator aliado: “Se o conflito acabar o quanto antes, os preços podem normalizar, e a pressão esperada para a inflação seria minimizada”, afirma.

Uma recomendação de investimento para se expor ao xadrez geopolítico do momento

Spiess explica que, após um conflito que afeta diretamente a cadeia de suprimentos mundial, empresas e indústrias são obrigadas a se reorganizarem em forma de novos investimentos.

Esse boom de capex implica em um boom de inflação que, consequentemente, traz um “playbook” clássico na reação dos mercados: a compra de ativos de proteção, como o ouro, e também de commodities.

Historicamente, commodities agrícolas tendem a entrar em rali após períodos de disrupção nos preços do petróleo.

Hoje, os preços ainda não estão acompanhando a última alta do barril, o que cria “uma tese muito interessante” ligada à possível valorização que esses ativos podem capturar no futuro próximo.

Com isso, para o analista, esse é um bom momento para o investidor se posicionar em ativos ligados ao setor: sua principal recomendação é o ETF CMDB11, que replica a performance de ações de empresas brasileiras produtoras e exportadoras de commodities.

“Estruturalmente, acredito que as commodities estão entrando em um bull market, para além de um ou outro conflito”, conclui.

Clique no vídeo abaixo para assistir a aula na íntegra e, assim, ouvir mais sobre a tese de investimento, além de todos os principais pontos abordados:

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Investimentos para jovens: por onde começar a investir na bolsa de valores?

É comum que pais investidores estimulem e procurem as melhores oportunidades para que seus filhos possam investir na adolescência, sob boas orientações.

Olhando no longo prazo, ensinar o jovem a investir e lidar com finanças é uma medida educativa interessante. Além de aprender o valor do dinheiro, ela também pode vir a colher bons frutos no futuro.

É sempre bom lembrar que, para começar a investir antes dos 18 anos, menores de idade devem estar sempre sob supervisão dos responsáveis.

Qual é a carteira recomendada para que os jovens invistam na bolsa de valores?

Na visão do analista da Empiricus Research, Ruy Hungria, começar a investir na infância ou adolescência – sob orientação dos pais – pode trazer ganhos desde cedo.

“Nunca é tarde para começar, mas quanto antes qualquer pessoa começar a investir, melhor, pois ela conseguirá potencializar o efeito de juros sobre juros que os investimentos proporcionam e mais cedo conseguirá atingir sua liberdade financeira”, afirma Hungria.

Na hora de escolher os investimentos, o analista explica que tudo vai depender do valor disponível e do perfil do investidor, ou de seus responsáveis, para gerenciar o patrimônio.

“A classe de ativos dependerá do apetite por risco de cada um. Quem está no início da trajetória e tem foco maior em construção de patrimônio, é importante ter uma exposição maior a ações de empresas boas e com capacidade comprovada de crescimento”, indica o analista.

Nesse aspecto, Hungria aponta a carteira “As Melhores Ações da Bolsa” como uma boa alternativa.

“As Melhores Ações da Bolsa” são um bom passo inicial, segundo analista

O sucesso da série “As Melhores Ações da Bolsa” da Empiricus Research não é de hoje. Esta carteira é especialmente focada em empresas “compounders” da Bolsa brasileira, que entregam bons resultados sistematicamente. Atualmente, ela conta com 10 ações nacionais que combinam solidez e potencial de valorização em diversos setores, como:

  • Energia;
  • Financeiro;
  • Saúde;
  • Serviços;
  • Bem-estar.

A alocação em diferentes segmentos permite a redução do chamado “risco diversificável” de mercado. Para investidores jovens, esse tipo de alocação é interessante, pois ele tende a ser mitigado na mescla de empresas cujos desempenhos estão pouco correlacionados.

Por exemplo, se uma carteira conta com apenas empresas de logística e o preço dos combustíveis sobe drasticamente, a tendência é que todas elas sejam prejudicadas. Por outro lado, empresas de petróleo, tendem a lucrar mais com a venda de combustíveis a preços elevados.

Assim, se um portfólio hipotético investir tanto em uma empresa de logística como em uma petroleira, a tendência é a de que haja um equilíbrio e as perdas são diluídas.

QUERO CONHECER A LISTA COM ‘AS MELHORES AÇÕES DA BOLSA’

Jovens podem investir em small caps? Entenda como as ações iniciantes se encaixam nesse perfil de investidor

Na visão do analista Ruy Hungria, uma outra opção que pode ser interessante para investir ainda jovem são as small caps, ações de empresas com um valor de mercado relativamente baixo, geralmente negociadas por menos de R$ 2 bilhões no Brasil.

São papéis de empresas menores e menos conhecidas, com potencial de alta relevante por ainda não serem muito “notadas”. Porém, conforme ressalta o analista, elas também apresentam maior risco.

Na Empiricus, Hungria também lidera a carteira “Microcap Alert” focada nesses ativos, e reforça a mensagem: deve-se investir uma parte bem menor do portfólio nesses ativos. No histórico do portfólio, desde sua criação em julho de 2014, o portfólio já valorizou 539,39%, o equivalente a multiplicar um investimento em mais de 6 vezes.

Ou seja, se um adolescente tivesse começado a investir aos 15 anos, cerca de R$ 1 mil na época, atualmente já teria consolidado uma valorização de pelo menos R$ 6.390 – além de possíveis dividendos e eventuais aumentos de posição na carteira.

A boa notícia é que se você ficou interessado em conhecer de perto a carteira das “Melhores Ações da Bolsa” e/ou de “Microcap Alert”, as duas estão disponíveis em um “combo” só. Veja os detalhes a seguir de como acessar.

Empricus+: 11 assinaturas para investir a partir de agora e diversificar o patrimônio

O novo produto estilo “streaming” da Empiricus chega ao mercado com a proposta de multiplicar as oportunidades de diversificação de patrimônio para todos os seus assinantes.

Dessa forma, com um único acesso, você poderá explorar as principais recomendações de investimento dos analistas. São portfólios de ações, fundos de investimento, renda fixa e trading, para todos os tipos de estratégias com as classes de ativos, incluindo as carteiras de “As Melhores Ações da Bolsa” e a “Microcap Alert”

O Empiricus+ atualmente oferece duas opções de planos aos investidores:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Nos dois planos, você terá acesso às principais carteiras da casa. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

Além disso, a Empiricus+ acredita tanto em seu compromisso de buscar as melhores ideias de investimento que está oferecendo 7 dias de acesso gratuito.

Nesse período, você poderá conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para a estratégia de investimento. Se não gostar, é só pedir o cancelamento e o seu dinheiro será reembolsado.

Esta é uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de análises independente do país.

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Usando dosagens para evitar o risco de uma aposta “certa”

Na edição da semana passada, falamos sobre a necessidade de carregar uma posição não só conjuntural, mas também estrutural em pegs de oil & gas, inclusive como instrumento de hedge.

Desde então, o barril de petróleo disparou +16%, flertando com a barreira dos US$ 100 – o que torna o argumento meio que autoevidente.

As dúvidas que eu tenho recebido agora são de natureza um pouco diferente: até onde vai essa esticada?

Porque aqueles raros investidores que tinham algum tipo de exposição a O&G em seus portfólios viram o peso disso disparar nas últimas semanas. Naturalmente, portanto, começam a pensar em vender uma parte para comprar outros ativos de qualidade que despencaram.

Essa é uma manobra tática que me parece fazer muito sentido em sua concepção lógica e empírica, já que provavelmente estamos falando de condições transitórias. Em alguma medida, o mundo tenderia a retomar ao menos parte de sua normalidade entre o fim de abril e maio.

Porém, neste caso, a dosagem correta da manobra tática talvez seja mais importante do que a manobra em si.

Zerar a alocação em petróleo e comprar tudo em quality definitivamente não soa como uma boa ideia neste momento.

Por outro lado, esse é um plano que pode ser (bem) executado “na margem” – ou seja, um pedacinho por vez.

Só para ilustrar com exemplo concreto: conversei na segunda-feira com um investidor gringo que estava vendendo 5% de sua posição em O&G para comprar ações que, nas palavras dele, “quase nunca dão chance de entrada”, como Blackstone (BX:US) e Blackrock (BLK:US).

Se o petróleo continuar subindo e o quality continuar caindo, ele disse que pretende fazer mais 5% dessa rotação, visando ao longo prazo. E assim por diante.

De qualquer forma, faria isso até atingir um piso estrutural, pois gosta de manter o hedge e ainda tem sérias dúvidas sobre o tamanho da caixa de Pandora que foi aberta pela Guerra do Irã.

Assim, é como se ele estivesse apostando simultaneamente nas duas pontas: na esperança da guerra acabar relativamente rápido, e também no ceticismo quanto a uma solução simples para o conflito corrente.

No mercado financeiro, nem sempre precisamos escolher apenas um lado “certo” do trade. Usando dosagens e opcionalidades em nosso favor, podemos ampliar nossos graus de exposição, mitigando riscos e capturando upsides aparentemente contraditórios.

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Fim da escala 6×1 pode atrapalhar seus negócios? Entenda como você pode aumentar o seu faturamento, mesmo com as possíveis mudanças

A PEC para o fim da escala 6×1 está atualmente nas mãos do Congresso. Enquanto aguarda-se novas deliberações sobre o projeto, os brasileiros levam o debate para o cotidiano. Alguns empreendedores temem que a redução da jornada diminua os níveis de produtividade, assim como elevem as despesas com funcionários.

Por outro lado, há também quem defenda o fim da escala 6×1, em vista de um equilíbrio maior entre vida profissional e pessoal, além de benefícios para a saúde com a redução da carga horária.

Diante da possibilidade de mudanças, uma coisa é certa: este é um bom momento para revisar as estratégias do negócio. O empreendedor que se antecipa, calcula cenários e ajusta sua operação vai estar mais preparado para as transformações estruturais ou conjunturais que podem vir a acontecer.

Uma forma de se preparar para diversos cenários é contar com boas orientações, de quem navega nesse mercado há mais tempo e já atravessou diferentes ciclos econômicos.

É nesse contexto que se destaca Carol Paiffer. Empresária, ela integra o quadro societário de mais de 114 empresas. Além disso, é reconhecida como uma das principais investidoras do país, com foco em startups e negócios de alto potencial de crescimento.

Ao longo de mais de vinte anos de carreira, ela acompanhou empresas de variados portes e setores. Desde 2020, Carol é uma das investidoras do Shark Tank Brasil. No programa, ela participou de seis temporadas desenvolvendo um olhar criterioso para identificar empresas lucrativas, escaláveis e competitivas.

Agora, ela quer ir além. Com um novo projeto em parceria com a Empiricus, o Impulso CNPJ, Carol quer ajudar empreendedores a montarem negócios de governança estruturada e rentabilidade em seu melhor potencial, preparados para quaisquer mudanças, inclusive na escala de trabalho.

Vantagens e desvantagens da escala 6×1 para empreendedores

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a redução da carga semanal para 36 horas, pode gerar impacto financeiro alto no comércio brasileiro.

Um estudo da CNC aponta para um custo adicional de R$ 122,4 bilhões ao ano, e uma elevação da folha salarial do setor em 21%.

Por outro lado, especialistas do assunto apontam que a jornada 6×1 ainda é o vestígio de um atraso e de que traria impactos positivos à qualidade de vida e produtividade dos trabalhadores.

A redução da carga de trabalho, também poderia trazer efeitos positivos para os empreendedores. Por exemplo, o aumento da produtividade de funcionários mais descansados, maior retenção de talentos e estímulos à inovação e tecnologia.

A 9ª edição da Pesquisa Pulso dos Pequenos Negócios, do Sebrae, indicou que a maioria dos empreendedores consultados enxergam que os impactos do fim da jornada 6×1 serão positivos ou neutros no negócio.

Mas o ponto é que, não são todos os empreendedores que sabem identificar e quantificar os impactos do possível fim da escala 6×1 no negócio.

Neste momento, é importante entender como evitar que a carga horária reduzida tenha impactos negativos no seu negócio. Saber como usar as vantagens da nova jornada de trabalho para impulsionar a sua empresa pode ser fundamental.

Este é um dos objetivos do Impulso CNPJ. Em um ano com possíveis mudanças estruturais no mercado de trabalho, muitos feriados, Copa do Mundo e eleições, ter um plano sólido é a ponte que pode fazer o seu negócio atravessar todo esse cenário com crescimento.

E a sua empresa pode ser recrutada para esse projeto.

Impulso CNPJ:  inscrições para empresários em novo projeto de aceleração começam na próxima segunda (9)

Em meio aos debates sobre a jornada 6×1, vale lembrar que, independentemente do rumo da PEC, negócios bem estruturados tendem a se adaptar melhor.

Assim, em parceria com a Empiricus Research, o Impulso CNPJ traz uma abordagem 360º. O protocolo combina estratégia, visão financeira e posicionamento de mercado, voltado para aqueles que querem fortalecer suas empresas.

O programa vai selecionar um grupo exclusivo de empreendedores e acompanhada de mentores e empresários experientes, Carol Paiffer vai aplicar o exato protocolo utilizado nas startups que investe.

Entre as etapas Paiffer vai ajudar o empreendedor:

  • Entender como aumentar faturamento, margem e lucratividade;
  • Identificar avenidas de crescimento;
  • Formular um plano de expansão consistente;
  • Ajudar empresários a saírem do operacional para focar no estratégico e dedicarem tempo para a vida pessoal.

Mais do que um curso de formação tradicional, trata-se da metodologia da Shark Tank School, iniciativa oficial ligada ao ecossistema do programa que se tornou referência nacional em empreendedorismo.

O projeto terá início no dia 9 de março, às 19 horas. Nesta data, Paiffer vai apresentar todos os detalhes sobre o Impulso CNPJ e depois liberar as inscrições para os interessados.

Para participar do evento online e gratuito para saber mais, é só clicar no botão abaixo:

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