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Fim da era Buffett? Novo CEO da Berkshire (BERK34) movimenta posições em Apple (AAPL34) e Alphabet (GOGL34); veja mudanças

A Berkshire Hathaway (BERK34) realizou dois movimentos marcantes para o mercado desde a entrada do novo CEO Greg Abel.

Um dos mais notáveis foi a interrupção da redução na participação larga da Berkshire na Apple (AAPL34).  Há quase dois anos, as ações estavam em uma tendência de vendas trimestrais, conduzida pelo ex-CEO Warren Buffett.

Outro movimento marcante foi o aumento da posição na Alphabet (GOGL34) em mais de três vezes, uma posição que a equipe da “Era Buffett” iniciou há poucos meses.

As mudanças foram divulgadas na sexta-feira (15), no relatório 13-F, documento exigido pela U.S. Securities and Exchange Commission (SEC), a “CVM americana”, que mostra as ações que grandes fundos e empresas de investimento possuem em carteira.

O 13-F costuma ser olhado de perto para acompanhar os movimentos de investidores famosos e entender as tendências do mercado e as estratégias de grandes fundos.

Como movimentações da Berkshire refletem no mercado internacional

O movimento do conglomerado aparece como um voto de confiança nas grandes empresas de tecnologia por parte de Abel, que já é conhecido pelo trabalho operacional administrando o conjunto de empresas de utilities da Berkshire.

Com o relatório, os maiores posicionamentos da Berkshire ficaram ente as seguintes empresas:

  • Apple (NASDAQ: AAPL): 22% do portfólio, equivalente a US$ 57,8 bilhões;
  • American Express (NYSE: AXP): 17% do portfólio e US$ 45,9 bilhões;
  • Coca-Cola (NYSE: KO): 12% do portfólio e US$ 30,4 bilhões.

O 13-F também trouxe mais informações para além dessas companhias e pode ser uma sinalização da administração de Abel daqui para frente:

Novas compras

O movimento mais notável ocorreu na Alphabet. O número de ações da Berkshire na gigante de buscas subiu de cerca de 17,85 milhões no fim de 2025 para aproximadamente 58 milhões no fim de março, com uma posição de quase US$ 17 bilhões.

A aposta contrasta com a histórica relutância de Buffett em investir pesadamente em tecnologia.

Além disso, a Berkshire divulgou uma nova participação de US$ 2,65 bilhões na Delta Air Lines (NYSE: DAL) e uma posição de US$ 55 milhões na Macy’s (NYSE: M), que podem ser sinais de disposição para entrar em setores que Buffett vinha evitando nos últimos anos.

Novas vendas

A Berkshire saiu de posições em Amazon (NASDAQ: AMZN), Visa (NYSE: V), Mastercard (NYSE: MA), Domino’s Pizza (NASDAQ: DPZ) e UnitedHealth Group (NYSE: UNH) durante o trimestre.

Além disso, o conglomerado reduziu sua participação na Constellation Brands (NYSE: STZ) e na Chevron (NYSE: CVX), significativamente.

Contudo, como o novo CEO gosta de reforçar, a ideia é manter a dinâmica daquela sob a tutela do “Mago de Omaha”.

Olhando especialmente para o investimento na Berkshire, o analista de mercado internacional da Empiricus Research, Enzo Pacheco, afirma que diante da diversificação do negócio, “as ações da Berkshire Hathaway (B3: BERK34) ainda fazem sentido para o portfólio, ainda mais nos preços atuais”.

Segundo suas estimativas, descontando o valor em caixa e anualizando o resultado operacional, estamos falando de algo perto das 15 vezes lucros esperados para o ano.

Esta análise da Berkshire Hathaway é apenas uma pequena amostra do que o investidor da Empiricus tem acesso diariamente. Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, a equipe de analistas da casa está sempre atenta às melhores oportunidades de investimento nos mais diferentes setores.

Berkshire Hathaway e mais ações para investir, segundo carteiras da Empiricus; veja como acessar teste grátis liberado por 7 dias

Junto com Pacheco, as análises da Berkshire e demais empresas internacionais são feitas pela equipe de analistas da Empiricus Research.

Na hora de selecionar empresas para investir, Pacheco e a equipe de analistas da Empiricus Research “arregaçam as mangas” para fornecer as melhores opiniões profissionais. Todos os dias, eles aprofundam nas minúcias de cada setor, a fim de elaborar boas teses de investimento conectando perspectivas micro e macroeconômicas.

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Como posicionar as big techs na carteira internacional? Veja dicas de analista da Empiricus Research

O mercado norte-americano atravessa um período de forte tensão geopolítica sem perder o fôlego nas bolsas, que seguem sustentadas próximas das máximas. Em meio às incertezas provocadas pelo conflito entre Estados Unidos e Irã, investidores continuam apostando nas gigantes de tecnologia conhecidas como as “7 magníficas”.

Estamos falando de empresas como Amazon (AMZO34), Meta (M1TA34), Microsoft (MSFT34) e Nvidia (NVDC34). Com negócios principalmente vinculados à inteligência artificial, as companhias têm conseguido descolar seu desempenho da incerteza do conflito geopolítico entre Estados Unidos e Irã.

Apesar das idas e vindas nas notícias do Oriente Médico, o analista de mercado internacional da Empiricus Research, Enzo Pacheco, comenta que os principais índices americanos fecharam o mês de abril atingindo novas máximas (exceto o Dow Jones).

“(Abril foi) o melhor mês desde 2020 tanto para o S&P 500 como para o Nasdaq, e isso aconteceu graças à boa performance das empresas de tecnologia”, afirma Pacheco.

Big techs: quais ações comprar para a carteira internacional?

Diante desses números, qual é a melhor estratégia para o investidor navegar este momento?  

Na perspectiva de Pacheco, esse caminho de valorização deve predominar ainda pelos próximos 2 a 3 anos.

“Para oinvestidor que quer começar a investir em ações internacionais agora, eu começaria com as big techs e modularia a exposição”, introduz o analista à sua tese para as companhias.

Para começar, Pacheco indica uma posição maior nas empresas que estão com valuation mais atrativo, “mesmo com eventuais riscos”. Estas são: Meta, Microsoft e Amazon.

Em seguida, ocupando uma fatia média da carteira, o analista indica as ações da Nvidia, que estão com uma tese interessante atualmente. Por fim, Pacheco recomenda ter as ações da Apple e Alphabet, ainda que em posições menores.

A única das “sete magníficas” que ficou fora das recomendações do analista é a Tesla, de Elon Musk.

“Para o investidor que não tem nada de portfólio no exterior, pode começar com essas teses. Lembrando que a volatilidade sempre estará no jogo e por isso ele deve ter uma composição completa do portfólio. Não pode ter só esses ativos, é importante ter uma parcela de renda fixa e de ações no Brasil”, ressalta o analista.

Uma empresa na lupa: conheça a tese de Microsoft

Entre as ações citadas por Enzo Pacheco, está a Microsoft (MSFT34). No início do ano, os papéis sofreram uma queda diante do temor ainda presente de que a IA possa tornar softwares tradicionais obsoletos (evento apelidado de “SaaSpocalipse”).

O pânico repercutiu no mercado, guiado por elevados investimentos em capacidade de processamento para serviços de IA, que intensificaram essa reação. “Mesmo que a companhia tenha recuperado parte das perdas em abril, o aumento das projeções de investimentos divulgado nos resultados do 1T26 fez com que os papéis da companhia recuassem pontualmente”, contextualiza o analista.

Entretanto, Pacheco ainda enxerga que a Microsoft está tomando medidas para reverter esse cenário e deve continuar entregando bons resultados ainda nos próximos anos.

Nessa ótica, o analista destaca que o múltiplo P/L projetado está próximo das mínimas dos últimos cinco anos e por isso aponta a ação em um momento de entrada atrativo

Tanto é que na última atualização da carteira de ações internacionais, o analista aumentou o peso de Microsoft de 10% do portfólio para 15%.

Assim como a Microsoft, você pode conhecer mais teses de investimentos e até mesmo a carteira internacional completa montada pelo analista.

10 ações para a carteira internacional: Microsoft e mais quem? Confira

Junto com a Microsoft, Pacheco reuniu mais nove companhias em seu portfólio de ações internacionais, uma oportunidade de diversificar geograficamente seus investimentos sem se limitar aos riscos dos ativos nacionais. 

As 10 companhias indicadas pela Empiricus Research para aplicar de olho no cenário internacional estão disponíveis neste relatório gratuito [clique aqui].

O documento traz:

  • Análise aprofundada do mercado internacional;
  • Comentários exclusivos do analista sobre as mudanças mais recentes de investimentos;
  • Carteira com as ações que têm maior potencial de valorização no contexto atual.

Além disso, para investir nas recomendações, não é preciso ter uma conta em corretora internacional. Todas elas têm BDRs, certificados que representam ações de empresas estrangeiras, mas negociadas diretamente na bolsa brasileira.

Libere seu acesso ao relatório e conheça as 10 BDRs para investir no mercado internacional que estão chamando mais atenção dos analistas e reforce seus investimentos com ações mundiais.

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Dólar em queda: ‘não vejo a cotação abaixo de R$ 5′, diz analista que recomenda se posicionar na moeda agora

Desde a quarta-feira (8), o dólar começou a recuar em relação ao real, tendência que se manteve até o fechamento deste texto, na tarde de quinta-feira (9). Na mínima intraday da quinta-feira, a cotação chegou a atingir R$ 5,06, o menor nível em dois anos.

De maneira geral, um câmbio mais baixo pode ser explicado pela maior oferta da moeda em solo nacional. O que explica esse maior fluxo de dólar em solo brasileiro agora, e até onde a queda da moeda pode ir?

Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, comentou o assunto na edição de quinta-feira (9) do programa Giro do Mercado, do Money Times. Confira:

Coincidência? Dólar em queda é concomitante às máximas históricas do Ibovespa nesta semana

Antes de abordar especificamente a cotação do dólar, é preciso relembrar os eventos que a acompanham. Em especial, os fatores que atraem o fluxo de investimentos estrangeiros para o Brasil no momento.

A tendência de queda coincide com a maior volatilidade das tensões da guerra do Oriente Médio. Na noite de terça-feira (7), os Estados Unidos anunciaram um cessar-fogo, que não foi totalmente confirmado por todas as partes envolvidas no conflito. 

Vale lembrar que o conflito no Oriente Médio está associado a fatores como:

  • Alta do preço do petróleo;
  • Maior sentimento de desconfiança dos investidores com a economia dos Estados Unidos, e
  • Pressão inflacionária ao redor do mundo, com a disrupção na cadeia de suprimentos.

Todos esses pontos convergem para o maior interesse do investidor estrangeiro em migrar parte do portfólio para o Brasil, que é um grande exportador de petróleo e outras commodities como a soja, por exemplo – refletindo também nas empresas representantes do setor na B3.

“Como o Brasil tem um mercado muito ‘pesado’ em commodities, os investidores estão buscando alternativas para se posicionar devido ao preço do petróleo, que não vai voltar aos níveis do começo de ano”, afirma Pacheco.

Segundo o analista, é provável que o barril de petróleo seja negociado na casa dos US$ 80 mesmo em um cenário de arrefecimento dos conflitos no Oriente Médio.

“Com isso, teremos as empresas de commodities entregando melhores resultados. E a bolsa brasileira, querendo ou não, tem esse peso importante”. Como principais exemplos, Pacheco cita Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), grandes conhecidas dos investidores.

Carry trade: o fator dos juros que continua a atrair fluxo estrangeiro para os ativos brasileiros

Além de ser um nome de peso para commodities, um outro fator que pode jogar “a favor” da entrada de fluxo estrangeiro no Brasil são os juros altos.

Para Pacheco, se os EUA optarem por interromper seu ciclo de corte de juros em meio às incertezas geopolíticas, é provável que o ciclo de cortes na Selic também seja interrompido no Brasil, mantendo os juros nos dois dígitos por aqui.

Esse cenário favorece o chamado carry trade: se o ambiente nos EUA acabar não favorecendo os ativos de risco por lá, o investidor pode “pegar seus recursos na moeda americana, investir no Brasil [a juros altos] e, com isso, se proteger da variação cambial”, segundo o analista.

“Quando calculamos a diferença do juro brasileiro para o americano, aqui [o juro] é muito alto, e ainda muito atrativo para o investidor”, conclui.

Até onde o dólar pode cair? Para analista, preço abaixo de R$ 5 é improvável

“Não sei se veremos [o dólar] abaixo de R$ 5”, afirma Pacheco. “Há muito tempo é falado que um ‘dólar de equilíbrio’ pode estar entre R$ 4,50 e R$ 4,80, mas toda vez que chega perto disso, ‘alguma coisa estoura’”.

Nesse caso, o analista dá um “conselho” a investidores que ainda não carregam posições em moeda forte ou ativos internacionais no momento, por estarem à espera de uma queda ainda maior do dólar: a indicação é começar o quanto antes.

“Para quem não tem nenhuma posição em dólar hoje, eu não esperaria muito mais para começar a montar”, afirma.

Pacheco indica que, no momento, o dólar um pouco mais baixo não é a única vantagem. “Penso não apenas no câmbio em si, mas também em encontrar oportunidades ‘lá fora’ com patamares de preço muito interessantes”, conclui.

No caso, para o analista, há ações internacionais de qualidade e descontadas no momento, o que pode abrir janelas de oportunidade para quem se posicionar a partir de agora.

Como montar uma carteira ‘dolarizada’? Conheça as recomendações de Enzo Pacheco para o momento

Enzo Pacheco é responsável pelas principais recomendações de ativos internacionais da Empiricus Research.

E se você é um dos investidores que deseja saber mais sobre como e onde investir em ativos internacionais, as indicações do analista estão disponíveis no Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

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Quais ações ‘gringas’ comprar em meio ao conflito no Oriente Médio? Empiricus atualiza carteira internacional para abril; confira

O desempenho das bolsas globais nas últimas semanas tem sido fortemente influenciado pelo conflito no Oriente Médio. A cada sinal de arrefecimento ou intensificação no combate, os mercados reagem quase que instantaneamente.

Em meio às idas e vindas de Donald Trump e retóricas agressivas de todos os países envolvidos, como posicionar a parcela internacional da carteira de investimentos? Para responder a essa pergunta, a Empiricus acaba de atualizar a carteira de BDRs para abril.

Disparada do petróleo favorece setor energético — mas não só ele

Um dos focos do mercado no Oriente Médio é o Estreito de Ormuz, local pelo qual transita cerca de 20% da produção global de hidrocarbonetos. Com o fechamento do estreito, o petróleo disparou e chegou a perto dos US$ 120 por barril no início do mês — quase o patamar atingido no início da guerra entre Rússia e Ucrânia, em 2022.

Os tipos WTI e Brent da commodity encerraram março na casa dos US$ 100, uma valorização de 65% em relação ao início de 2026.

Fonte: Bloomberg e Empiricus

Em um cenário como este, era natural esperar que o setor energético fosse o grande destaque do primeiro trimestre, afirma o analista Enzo Pacheco, da Empiricus.

Mas além desse, outros setores mais defensivos também se destacaram, como o de Utilities, Materiais Básicos e Bens de Consumo. Segundo Pacheco, isso é explicado pelas preocupações acerca do impacto no poder de compra ao redor do mundo.

Na ponta negativa, ficaram as teses ligadas a crescimento ou expectativa de corte de juros. “Setores como Consumo Discricionário, Tecnologia e Financeiro, vistos com bons olhos até pouco tempo, ficaram nas últimas posições no trimestre”, destaca o analista.

Isso porque a perspectiva para a política monetária nos EUA piorou com todos os eventos ocorridos em março.

“A decisão tomada pelo Federal Reserve de manter a taxa de juros inalterada no intervalo entre 3,5% e 3,75% era amplamente esperada, mas a dissidência de apenas um membro do FOMC sinalizou uma menor disposição do BC americano em retomar os cortes no futuro próximo”, afirma Pacheco.

A percepção foi confirmada, ainda, pela falta de definição sobre o conflito no Oriente Médio e o impacto nos preços das commodities. “A curva de juros americana, que antes precificava de dois a três cortes até o fim do ano, passou a manter a taxa de juros nos níveis atuais pelo menos até meados de 2027”, completa o analista.

Nesse cenário, como montar a carteira internacional? 

Em meio ao cenário turbulento, o analista atualizou a carteira internacional da Empiricus Research para abril.

Deixaram o portfólio os papéis da Amazon (B3: AMZO34 | NYSE: AMZN), Alibaba (B3: BABA34 | NYSE: BABA) e Novo Nordisk (B3: N1VO34 | NYSE: NVO).

A saída da Alibaba se deu pela falta de gatilhos neste mês. “Mesmo os bons números do primeiro trimestre, no qual a companhia reportou crescimento de três dígitos no segmento de computação em nuvem, foram insuficientes para dar ânimo nos investidores”, explica.

Já no caso da Amazon, o analista entende que outras teses entre as big techs “estejam mais bem vistas pelos investidores, principalmente pela posição da companhia de comprometer seus fluxos de caixa no curto prazo com o objetivo de aumentá-los no futuro”, disse.

Por fim, a Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, “continua sofrendo desde o início de 2026 com o aumento da concorrência e eficácia menor do que a esperada de medicamentos em fase de tese”, justifica Pacheco.

Para o analista, as saídas abriram espaço para “teses de melhor relação risco-retorno”.

Bem-vindas, Netflix, Nvidia e SLB

Nesse sentido, entraram na carteira as ações da Netflix (B3: NFLX34 | Nasdaq: NFLX), Nvidia (B3: NVDC34 | Nasdaq: NVDA) e SLB (B3: S1LB34 | NYSE: SLB).

“As novas adições buscam aproveitar níveis de preços importantes em algumas das principais empresas de tecnologia do mundo, assim como expor a carteira ao setor de Energia”, disse o analista.

Sobre a Netflix, o analista destaca a forte queda de mais de 30% que a ação sofreu desde o final de 2025, quando anunciou a aquisição da WarnerBros Discovery — no fim, no negócio não se concretizou.

“A decisão de sair do negócio, ao final de fevereiro, fez com que a ação recuperasse parte do valor. Entretanto, segue longe de suas máximas, e entendo que a divulgação de resultados possa servir de gatilho para apresentar novos ganhos”, afirmou.

No caso da Nvidia, a entrada na carteira se deve ao anúncio da empresa de que espera reportar receitas de mais de US$ 1 trilhão entre 2025 e 2027. Segundo o analista, isso significaria algo como US$ 500 bilhões de vendas somente no próximo ano — um crescimento de 60% em relação ao esperado para 2026.

“Passando a não apenas vender chips isolados, mas uma infraestrutura completa de IA, a empresa se posiciona no centro dessa nova onda tecnológica, capturando a crescente demanda por computação. Dessa forma, junto a um bom momento técnico, a companhia passa a integrar a carteira”, afirmou.

Por último, mas não menos importante, a alocação em SLB é fundamentada na “manutenção do preço do petróleo em níveis superiores ao observado no começo do ano, aliado a uma possível resolução dos conflitos no Oriente Médio que pode impulsionar a demanda por serviços de manutenção e expansão das atividades de upstream”, começa Pacheco.

“Neste contexto, a maior fornecedora global desse tipo de serviço tende a ser a principal beneficiada, dado seu histórico consolidado, expertise técnica e ampla gama de soluções”, conclui.

Grátis: acesse à carteira internacional da Empiricus completamente atualizada para abril

Agora você sabe três ações que compõem o portfólio internacional de abril da Empiricus Research. Mas não precisa parar por aqui.

Isso porque a Empiricus disponibilizou a carteira completa, com uma análise do cenário macroeconômico, de maneira 100% gratuita. Para isso, basta fazer seu cadastro no site da casa de análise.

Assim você ficará por dentro dos pesos de cada uma das 10 ações recomendadas, bem como suas teses e os motivos macroeconômicos que justificaram a escolha pelos ativos.

Vale destacar que todas as ações recomendadas também têm BDRs disponíveis na Bolsa brasileira. Ou seja, não é necessário abrir uma conta no exterior para investir nos ativos.

Para conferir todo esse material como uma cortesia da Empiricus Research, basta clicar neste link ou no botão abaixo e se cadastrar para ter acesso a este e outros conteúdos.

Não se preocupe, em nenhum momento você será cobrado para acessar às informações — mas pode ganhar, e muito, ao investir nas recomendações da casa. Bons investimentos!

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Apple (AAPL34) completa 50 anos de inovações e bilhões de produtos vendidos; ações da ‘maçã’ ainda são um bom investimento?

A Apple (AAPL34) “assoprou” as velinhas dos 50 anos. A empresa que nasceu das mentes de Steve Jobs e Steve Wozniak em uma garagem em Los Altos, na Califórnia, revolucionou o mercado de tecnologia com seus dispositivos inovadores, intuitivos e reconhecidos pelo apreço estético.

De lá para cá, a empresa “da maçã” construiu um legado de inovação que transformou hábitos de consumo e comunicação com números notáveis:

  • US$ 3,6 trilhões em valor de mercado;
  • 2,5 bilhões de dispositivos ativos pelo mundo;
  • 166 mil funcionários.

Como relembra o analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, a Apple completou 50 anos consolidada como uma das companhias mais bem-sucedidas da história, “resultado de uma trajetória marcada por produtos que redefiniram a forma como interagimos com a tecnologia”.

O analista destaca especialmente o iPhone, responsável por integrar diversas funções em um único dispositivo, mudando o cotidiano das pessoas. O celular, lançado em 2007, deu origem a um ecossistema robusto. “Com produtos como o Apple Watch e outros dispositivos conectados a fidelização do usuário é reforçada e ampliam o valor ao longo do tempo”, comenta Spiess.

Além disso, a companhia também expandiu em outras vertentes dentro de seus produtos, como no setor de jogos (Arcade), música (Apple Music) e streaming de esportes e séries e filmes, inclusive de produção autoral (Apple TV+).

Apple: iPhone, IA e desafios

No pódio, entretanto, o iPhone “não arredou o pé” da posição de principal motor de receitas da Apple. Segundo Spiess, esse aspecto faz parte do principal desafio da companhia: “por mais dominante que o iPhone ainda seja, não deve sustentar sozinho o crescimento da companhia e o mercado já começa a questionar qual será o próximo grande ciclo de inovação”.

Mais evidente com o avanço da inteligência artificial (IA), a Apple parece estar diante de um marco desafiador e precisa mostrar seu potencial de inovação e transformação.

“Ainda assim, a Apple segue avançando em novas frentes, como dispositivos dobráveis, computadores mais versáteis e soluções de realidade aumentada, ao mesmo tempo em que se apoia em um dos ecossistemas mais fortes e engajados do mundo”, comenta Spiess.

Por isso, mesmo diante das incertezas naturais de uma empresa madura, o analista ainda enxerga que há uma combinação de marca, capacidade de inovação e uma base de usuários altamente fiel que preserva um potencial relevante de geração de valor. “Isso sustenta uma visão construtiva para as BDRs da companhia (AAPL34) no longo prazo”, aconselha.

Este estudo debruçado sobre a Apple é apenas uma pequena amostra do que o investidor da Empiricus tem acesso diariamente. Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, a equipe de analistas da casa está sempre atenta às melhores oportunidades de investimento nos mais diferentes setores.

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YouTube pode ‘dominar a nova mídia’? Veja como ficam as ações da GOGL34 na carteira internacional

A produção de programas de entretenimento e outros tipos de conteúdo de mídia está cada vez mais pulverizada entre diferentes canais e afastando-se dos estúdios tradicionais de Hollywood.  

Diante do movimento, empresas do segmento buscam se posicionar para não ficarem para trás nas oportunidades, conforme analisa o macroeconomista da Empiricus Research, Matheus Spiess.

“A convergência entre tecnologia e entretenimento reposicionou o centro de gravidade do setor, colocando as plataformas digitais como protagonistas – e o YouTube, da Alphabet (GOGL34), é hoje o exemplo mais claro dessa transformação”, comenta.

Como o YouTube mudou sua proposta de conteúdo para alcançar trilhões de espectadores?

Em 2006, o Google comprou o YouTube pelo que na época parecia um valor justo para a plataforma de vídeos.

Fonte: Google Search

Desde a aquisição, a plataforma deixou de ser um repositório de vídeos para se tornar um dos maiores motores globais de conteúdo, com vertentes em música, podcasts e televisão. Além disso, a plataforma acumula trilhões de visualizações anuais, tornando-a um meio disputado entre informação e marketing.

“O fato de sua receita já superar a de conglomerados tradicionais, como a Disney (DISB34), ilustra de forma inequívoca a mudança estrutural em curso na forma como conteúdo é produzido, distribuído e monetizado”, comenta o analista.

Entretanto, além do volume de vídeos veiculados, o analista ressalta que o diferencial competitivo do YouTube está no modelo híbrido. Isto é, “a combinação de publicidade e assinaturas, em um ecossistema baseado em criadores, altamente adaptável e com forte capacidade de engajamento”, afirma.

Dessa forma, Spiess defende que o modelo tende a ser diretamente beneficiado pelos avanços em inteligência artificial (IA) que ampliam tanto a produção quanto a personalização e monetização do conteúdo.

Estimativas de mercado atuais sugerem que o YouTube por si só poderia ser avaliado em centenas de bilhões de dólares. Ou seja, um valor substancialmente maior do que aquele negociado em 2026. “O montante poderia até mesmo superar o valor agregado dos principais estúdios tradicionais”, compara o analista.

Diante deste grande potencial de valorização detectado, Spiess mantém a visão construtiva para a tese da Alphabet, especialmente por três fatores:

  • O investidor acessa um ativo com vantagens competitivas relevantes;
  • A ação está exposta a tendências estruturais de longo prazo; e
  • Tem elevada capacidade de geração de valor em um setor em plena transformação.

Junto com Spiess, as análises de empresas internacionais e nacionais são feitas pela equipe de analistas da Empiricus Research. Diariamente, eles aprofundam nas minúcias de cada setor, a fim de elaborar boas teses de investimento conectando perspectivas micro e macroeconômicas. Conheça mais sobre o trabalho da análise a seguir.

Carteiras de especialistas da Empiricus já renderam 539%

Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, a Empiricus construiu a sua reputação de maior casa de análise independente do Brasil. Atualmente, a casa conta com cerca de 13 especialistas, que assim como Matheus Spiess, estão sempre atentos às melhores oportunidades de investimento nos mais diferentes setores.

São carteiras de ações, fundos de investimento, renda fixa, trading, além de estratégias que combinam as classes de ativos.

Nos últimos anos, investidores que acompanharam os portfólios da casa tiveram a oportunidade de seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Palavra do Estrategista, carteira de ações focado em valorização dos papéis: mais de 491,49% de retorno desde a criação em 03/09/2015.
  • Microcap Alert, concentrada em companhias de baixa capitalização: mais de 539,39% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Vacas Leiteiras, portfólio focado em dividendos: valorização de 486,13%, desde o lançamento em 07/02/14.

Além disso, a própria Alphabet está recomendada em um dos portfólios internacionais da casa (B3: GOGL34) e desde a sua recomendação já trouxe um retorno de 94,21%.

É claro que retornos passados não garantem lucros futuros. Mas uma das características mais fortes da Empiricus é o “skin in the game”. Isso significa que os analistas da casa só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

Equipe reunida em um só lugar: conheça o Empiricus+, com carteiras que já valorizaram até 539%

Agora, a research decidiu dar um novo passo com o Empiricus+, um serviço de assinatura no estilo “streaming”. Assim, com um único acesso, o investidor pode explorar as principais recomendações dos analistas.

Esta é uma oportunidade única para investir seguindo as orientações da maior casa de análises independente do país.

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Achou bom demais para ser verdade? Continue lendo e entenda de onde surgiu essa superpromoção, e por que ela pode ser a oportunidade mais acessível do ano para começar a investir com estratégia.

Empiricus+: “streaming” de carteiras que já valorizaram até 539%

Ao longo dos seus 16 anos, a casa de análise inovou a maneira como investidores, do iniciante ao profissional, acessam conteúdos de investimentos. Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, nos tornamos a maior casa de análise do Brasil.

Nos últimos anos, os investidores que acompanharam as carteiras da casa tiveram a oportunidade de seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Palavra do Estrategista, nossa carteira de ações focado em valorização dos papéis: mais de 491,49% de retorno desde a criação em 03/09/2015.
  • Microcap Alert, carteira focada em empresas de baixa capitalização: mais de 539,39% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Vacas Leiteiras, portfólio concentrado em dividendos: valorização de 486,13%, desde o lançamento em 07/02/14.

É claro que retornos passados não garantem lucros futuros. Mas uma das características intrínsecas da Empiricus é o “skin in the game”. Isso significa que os analistas da casa só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

Agora, a research está prestes a dar um próximo passo e para isso lançou o Empiricus+, um serviço de assinatura no estilo “streaming”.

LIBERE AQUI SUA CHANCE DE LUCRAR COM A EMPIRICUS+

Empiricus+: confira o que vai encontrar no ‘streaming’ da research

Pela primeira vez, a Empiricus está lançando um modelo em que, com um único acesso, você poderá explorar as  principais recomendações de investimento dos analistas.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas, incluindo carteiras focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa, trading. Além disso, há também estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Para garantir que o investidor tenha uma boa trajetória, é possível ter contato direto com os mais de 13 especialistas da casa, por meio das lives de dúvidas.

Eles estão dedicados a encontrar as melhores oportunidades do mercado e entregar estratégias que proporcionem um verdadeiro impacto financeiro, como as mencionadas acima.

Para ajudar na trilha do investidor, estão disponíveis diversos conteúdos:

  • Passo a passo para investir nos ativos recomendados, de forma prática; 
  • Lives e plantões de dúvidas com os analistas, respondendo as questões dos assinantes;
  • Podcasts diários e semanais, comentando os principais eventos do mercado e como isso pode mexer com os investimentos.

E ainda nem chegamos na melhor parte: os preços da assinatura estão em um patamar nunca visto antes. O Empiricus+ vai oferecer aos investidores dois planos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Nos dois planos, você terá acesso as principais carteiras da casa. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

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Semana do consumidor com as melhores estratégias da casa: garanta já o seu acesso

Se você ainda não está decidido sobre a assinatura, te convido a conhecer mais de perto o produto. A Empiricus+ acredita tanto em seu compromisso de bucar as melhores ideias de investimento que está oferecendo 7 dias de acesso gratuito.

Nesse período, você poderá conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para sua estratégia. Se não gostar, é só pedir o cancelamento e o seu dinheiro será reembolsado.

Esta é uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de análises independente do país.

Então, se você ficou interessado, basta clicar no botão abaixo:

* DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Carteira Empiricus, Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e mais: as apostas da Empiricus no mercado de ações internacionais em março

O mês de março inicia com um cenário desafiador do ponto de vista geopolítico, trazendo maior aversão ao risco nos mercados globais. Porém, alguns ativos em especial ainda carregam alto potencial para investidores que desejam buscar lucros no momento.

Nesse sentido, a Empiricus Research trouxe alterações táticas em sua carteira recomendada de ações internacionais para março, assinada por Enzo Pacheco, analista da casa.  

Certezas de um lado, incertezas de outro: o contexto econômico que envolve as bolsas globais

A primeira semana do mês de março trouxe a grande escalada dos conflitos no Oriente Médio, protagonizados pelos Estados Unidos, Israel e Irã.

As primeiras notícias do conflito trataram de derrubar ativos de risco ao redor do mundo, deixando diversos índices (desde na bolsa norte-americana até nas asiáticas, e inclusive o Ibovespa, no Brasil) no vermelho.

Isso porque, em cenários de total incerteza como esse, muitos investidores optam por migrar parte de seus portfólios para ativos de proteção, como o ouro.

Porém, Enzo Pacheco, analista de ações internacionais da Empiricus Research, defende que é essencial que o investidor mantenha algum nível de exposição às bolsas internacionais – especialmente a norte-americana – independentemente do cenário.

Os Estados Unidos seguem sendo a casa das teses de investimento de maior relevância no mercado, como as big techs e outras empresas ligadas à inteligência artificial (IA).

Dito isso, para Pacheco, este é um “momento técnico”, que não diz respeito a zerar posições, mas sim aumentar a exposição a três ações bastante específicas, reveladas em relatório da última segunda-feira (2).

Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34): as ações internacionais ‘destaque’ para buscar lucros em março

Segundo Enzo Pacheco, a estratégia para o mês de março é aumentar a exposição em três teses de alta qualidade que estão descontadas atualmente e, assim, buscar valorizações assertivas: Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34).

  • Alphabet (Nasdaq: GOOG; B3: GOGL34)

A Alphabet, holding do Google, acumula queda de cerca de 9% em suas ações na Nasdaq nos últimos 30 dias. Para Pacheco, essa é uma oportunidade de compra.

“Aproveitamos o enfraquecimento recente do papel, que interrompeu o forte momentum de alta observado ao longo de quase todo o ano de 2025. Mesmo com a queda recente, a companhia mantém crescimento consistente em Google Cloud, forte geração de caixa e posição dominante em busca e publicidade digital, além de estar bem-posicionada para capturar a expansão de IA”, afirma o analista.

  • Microsoft (Nasdaq: MSFT; B3: MSFT34)

A Microsoft, bastante conhecida do grande público, viu suas ações sofrerem uma derrocada na bolsa norte-americana desde o dia 28 de janeiro, data em que divulgou seus últimos resultados trimestrais. Porém, já ensaiam uma recuperação – o que reforça que a tese não perdeu sua qualidade:

“Apesar da reação de mercado [aos resultados trimestrais], a empresa segue com ótimos fundamentos e perspectivas. Por isso, entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, afirma Pacheco.

  • Visa (NYSE: V; B3: VISA34)

No caso da Visa, também amplamente conhecida, o valuation dos papéis também não acompanhou os bons resultados divulgados no 4º trimestre de 2025, segundo o analista:

“A companhia divulgou mais um resultado acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo. Ainda assim, o papel segue sendo negociado por um múltiplo preço/lucro projetado próximo das mínimas dos últimos cinco anos – patamar que se demonstrou um bom ponto de entrada do ativo nesse ínterim”.

Porém, apesar de serem os destaques do mês, as ações não são as únicas recomendações de compra de Enzo Pacheco. Na carteira de ações internacionais, elas estão acompanhadas de outros 7 nomes de peso, que representam diversos setores da economia global – uns mais defensivos, outros mais cíclicos – em nome da diversificação.

Acesso liberado: confira carteira completa com 10 ações internacionais para investir em março

A Empiricus está liberando, como cortesia para todos os leitores desse texto, o acesso à carteira recomendada das 10 ações internacionais mais promissoras do mês.

Além dos nomes citados, você pode conhecer outras empresas, como:

  • Uma gigante da tecnologia chinesa;
  • Uma empresa de Taiwan, apelidada de “a maior empresa mais desconhecida do mundo;
  • Uma farmacêutica da Dinamarca, cujos produtos têm dominado as prateleiras mundo afora.

Vale lembrar que, apesar de serem ativos estrangeiros, os papéis recomendados podem ser comprados na própria bolsa brasileira, por meio de BDRs.

Para acessar o relatório, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é totalmente gratuito:

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Nvidia (NVDC34) entrega resultado acima do esperado como de praxe e indica demanda ‘insaciável’ por chips; confira análise

Após o fechamento dos mercados da quarta-feira (25), a Nvidia (B3: NVDC34 | Nasdaq: NVDA) reportou os números do quarto trimestre do ano fiscal de 2026 (encerrado em janeiro). Mais uma vez, a maior empresa em valor de mercado do mundo surpreendeu positivamente os mercados – ainda mais considerando a projeção para o próximo trimestre, que veio bem acima do consenso.

No trimestre a companhia reportou vendas de US$ 68,127 bilhões, valor 73% maior do que o apresentado um ano atrás.

Confira o desempenho por linha de segmento da Nvidia no 4T25

Analisando por segmento, a parte Compute & Networking totalizou US$ 61,651 bilhões, um aumento de 71% na comparação anual, enquanto a parte Graphics teve vendas de US$ 6,476 bilhões (+97% vs. 4T25).

Já por plataforma de mercado, a linha de Data Center reportou receita de US$ 62,314 bilhões (+75% vs. 4T25), sendo US$ 51,334 bilhões (+58%) voltados a Compute e US$ 10,980 bilhões (+263%) de produtos de Networking. A parte de Gaming, que fez a fama da empresa no começo da sua existência com as placas de vídeo para jogos, teve vendas de US$ 3,727 bilhões (+47%).

Após trimestres apresentando uma leve redução na sua margem bruta, a companhia conseguiu melhorar esse indicador em quase 2 pontos percentuais ante o mesmo trimestre do ano anterior, encerrando o período nos 75,2%.

Essa melhora no mix de vendas de produtos, somado a alavancagem operacional do negócio, fez com que a empresa reportasse um lucro operacional ajustado de US$ 46,107 bilhões, crescimento de 81% em relação a um ano atrás.

Resultado financeiro da Nvidia no 4T25

Na linha final de resultado, o lucro líquido ajustado no trimestre foi de US$ 39,552 bilhões, ou US$ 1,62 por ação, valor 82% maior na comparação anual.

Os números referentes ao ano fiscal de 2026 apenas deixam mais claro que a companhia está na vanguarda da tecnologia voltada à Inteligência Artificial.

Nos doze meses, as vendas líquidas foram de US$ 215,928 bilhões, valor 65% maior do que no ano anterior, com a quase 90% de produtos voltados a Compute & Networking (US$ 193,479 bilhões, +67%). A parte Graphics reportou receita de US$ 22,459 bilhões (+57%).

Por plataforma, a linha para Data Center totalizou US$ 193,737 bilhões, aumento de 68% na comparação anual – sendo US$ 162,361 bilhões (+59%) para Compute e US$ 31,376 bilhões (+142%) de Networking –, enquanto os chips para Gaming apresentaram receita de US$ 16,042 bilhões (41%).

Dado a piora nas margens no começo do ano, a companhia acabou reportando uma margem bruta para o período de 71,3%, 4,2 pontos percentuais a menos do que no período anterior. Contudo, com a melhor produtividade na entrega de novos sistemas ao longo de 2026, como visto nos números do último trimestre, a perspectiva é que a empresa consiga retornar esse indicador na casa dos 75%.

Por outro lado, ela manteve o bom controle de despesas operacionais, que aumentou menos do que as vendas (42% vs. AF25), fazendo com que o lucro operacional ajustado totalizasse US$ 137,300 bilhões no ano fiscal de 2026, valor 58% maior na comparação anual.

O lucro líquido ajustado da Nvidia no ano foi de US$ 116,997 bilhões, o equivalente a US$ 4,77 por ação, crescimento de 60% em relação ao ano anterior.

Projeções para o ano fiscal de 2027

Além dos ótimos números divulgados, a direção da companhia também surpreendeu positivamente os mercados com as projeções para o primeiro trimestre do ano fiscal de 2027.

Isso porque a Nvidia enxerga que a receita fique na casa dos US$ 78 bilhões no período, o que representaria um aumento de quase 80% quando comparado com o primeiro trimestre do ano anterior. O mais impressionante é que o consenso de mercado indicava algo perto dos US$ 72 bilhões, mostrando que a demanda por chips segue muito acima do esperado pelos investidores.

Outro ponto positivo foi a manutenção da margem bruta ajustada nos 75%, reforçando a visão da companhia que, após os ajustes iniciais para a produção dos sistemas Blackwell, ela já se encontra em um nível que permite ela auferir os reais ganhos com a venda desses produtos.

Após os resultados divulgados pelas maiores hyperscalers do mundo, os números da Nvidia só reforçaram a importância que ela tem para o mercado.

Segundo a companhia, essas provedoras de computação em nuvem representam aproximadamente 50% da receita dos chips de Data Center – e o restante veio de uma base de clientes diversificada, que trouxe uma boa parte do crescimento desse segmento.

Desde o lançamento do ChatGPT, em novembro de 2022, a receita dessa linha multiplicou por 13 vezes. Até mesmo produtos tido como obsoletos por parte do mercado, como o Hopper e Ampere, seguem com utilização máxima nas provedoras de computação em nuvem.

Outro ponto interessante é que, mesmo com as ótimas perspectivas para o negócio, a projeção de receita para o trimestre ainda não considera as vendas para a China. Dado que o Governo chinês recentemente aprovou a compra de alguns sistemas específicos apenas recentemente, existe uma chance de a companhia surpreender para cima na primeira linha de resultado na próxima divulgação de balanços.

Durante a conferência com os analistas, tanto o CEO Jensen Huang como a CFO Colette Kress fizeram questão de reforçar alguns pontos que, na visão deles, o mercado tem interpretado de maneira errônea.

O primeiro está relacionado a capacidade de monetização das empresas que estão investido pesadamente na infraestrutura de IA.

Com a profusão de agentes de IA nos últimos meses, Huang entende que o “momento ChatGPT” para esse tipo de produto terá início a partir de agora. Isso porque, diferentemente do momento inicial, a partir de agora o resultado para os usuários estará mais ligado a parte de inferência do que de computação – permitindo que várias companhias ofereçam serviços com alta capacidade de geração de fluxos de caixa, comparado com a visão focada em custos da fase anterior.

O outro é que esses agentes de IA seriam um problema para as empresas de Software. Para Huang, na verdade, as novas soluções permitirão essas companhias incorporar essa tecnologia nos seus produtos, melhorando a experiência do usuário.

Reação das ações NVDA ao balanço trimestral

Apesar desses pontos apresentados, após uma reação inicial positiva (com o papel subindo 3% no after-market) a ação da companhia apresentava uma valorização perto de 1% antes da abertura dos mercados nessa quinta (26).

Parte do ceticismo ainda parece estar mais relacionado a sustentabilidade dos investimentos na infraestrutura de IA nos próximos meses. Caso alguma das grandes companhias resolvam rever suas projeções de capex no futuro próximo, a percepção é de que os números da Nvidia seriam altamente impactados (para baixo).

Contudo, considerando os números divulgados, a ação voltou a negociar na casa das 24 vezes seus lucros projetados para o ano. Esse patamar é o mesmo quando o mercado sofreu com o anúncio das tarifas pelo Governo Trump, em maio do ano passado – o que se mostrou um belo momento de compra do papel, que se valorizou mais de 100% desde então.

Isso não significa que o investidor deva esperar um retorno similar agora (até porque, se isso acontecesse, a empresa passaria a valer quase US$ 10 trilhões).

Entretanto, dado a importância da companhia para o desenvolvimento da tecnologia de IA, vejo o patamar de preços atrativos para o investidor que queira apostar uma parte do seu portfólio nessa tecnologia. Mantemos nossa recomendação de compra para as ações da Nvidia (B3: NVDC34 | Nasdaq: NVDA), uma sugestão da série IA Cash.

O post Nvidia (NVDC34) entrega resultado acima do esperado como de praxe e indica demanda ‘insaciável’ por chips; confira análise apareceu primeiro em Empiricus.

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