Visualização de leitura

B3 (B3SA3) supera expectativas elevadas no 1T26; veja desempenho da bolsa no trimestre

A B3 (B3SA3) divulgou um forte resultado referente ao 1T26 com forte avanço de todas as vertentes no período.

Como já havia sido adiantado pelas prévias mensais, a B3 aproveitou o alto fluxo de investidores na Bolsa no período e mostrou um ótimo avanço no mercado de ações, com aumento de 46% no volume financeiro médio diário (ADTV), o que resultou em uma receita bruta de Mercados de R$ 2,2 bilhões, +20,8% vs 1T25.

Ainda que esse segmento continue sendo o mais representativo para o negócio, vale destacar também o salto anual de 28,5% na receita de Soluções para Mercado de Capitais, chegando a R$ 201 milhões. Para completar, a receita de Soluções Analíticas de Dados cresceu 23% (para R$ 317 milhões), enquanto Tecnologia e Plataformas aumentou 14,8% e chegou a R$ 527 milhões.

Mais detalhes do 1T26 da B3

O forte crescimento de todos os segmentos culminou em um top-line consolidado de R$ 3 bilhões, avanço de +20,5% na comparação anual.

Ajudado por um menor avanço das despesas ajustadas (+6,3% vs 1T25) por conta de um forte recuo de serviços de terceiros e benefícios da alavancagem operacional do negócio, o ebitda recorrente totalizou R$ 2,1 bilhões (+23,9%) com ganho de 2 p.p. de margem, que atingiu 71,6%.

O resultado financeiro foi beneficiado por maior rendimento do caixa indexado à Selic e marcação a mercado de alguns investimentos, o que permitiu à linha mostrar um resultado positivo de R$ 112 milhões vs R$ 15,6 milhões no 1T25.

Por fim, o lucro líquido recorrente da B3 reportado foi de R$ 1,5 bilhão com margem de 51,4%, altas de 33,5% e 5 p.p. respectivamente frente ao 1T25.

Vale a pena investir na B3?

Mesmo com expectativas já elevadas por conta das prévias mensais animadoras, a B3 conseguiu apresentar números acima do esperado, com forte avanço da receita e expansão de margens.

Com um valuation ainda atrativo e possibilidade de capturar em cheio a continuidade do fluxo positivo para os ativos brasileiros, as ações B3SA3 seguem na carteira.

O post B3 (B3SA3) supera expectativas elevadas no 1T26; veja desempenho da bolsa no trimestre apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

BTG Pactual (BPAC11) tem mais um trimestre de elevados níveis de crescimento e rentabilidade; veja números do 1T26

O BTG Pactual (BPAC11) divulgou os números do primeiro trimestre de 2026 (1T26), marcando mais um trimestre sólido de elevados níveis de crescimento e rentabilidade, mesmo em um ambiente macroeconômico e geopolítico mais desafiador. O banco registrou receita total de R$ 9,97 bilhões e ROE de 26,6%, entre os maiores do setor.

Ainda que os três primeiros meses do ano marquem um período sazonalmente mais fraco para algumas linhas do negócio, o banco continuou expandindo receitas via ganho de market share, crescimento da base de clientes e expansão das plataformas de crédito, wealth e asset management.

Veja o resultado do BTG Pactual por segmento

Na área de Investment Banking, a receita somou R$ 628 milhões, (65,1% a/a e -9,3% t/t). A desaceleração sequencial se dá pelo contexto de maior volatilidade nos mercados ao longo do trimestre e um 4T25 extremamente forte.

Ainda assim, o banco manteve desempenho robusto em DCM e M&A, enquanto ECM se beneficiou de uma retomada parcial da atividade de mercado no início do trimestre. O BTG terminou o período como líder em ECM no Brasil em número de transações e volume financeiro.

Em Corporate Lending & Business Banking, o grupo renovou novamente os recordes de receita, que atingiu R$ 2,33 bilhões (+4,2% t/t e +20,7% a/a). O desempenho segue sendo sustentado pela expansão disciplinada da carteira de crédito, que alcançou R$ 281 bilhões (+21,9% a/a), além de uma menor pressão competitiva no mercado de capitais e da diversificação entre geografias e segmentos de clientes, preservando spreads saudáveis mesmo em um cenário de juros elevados.

A divisão de Sales & Trading voltou a apresentar números bastante fortes, com receita de R$ 1,88 bilhão, crescimento de 43,1% a/a, ainda que abaixo do recorde observado no 4T25. O resultado reflete principalmente a expansão da base de clientes, maiores níveis de atividade recorrente e uma alocação de capital mais eficiente nas mesas de trading. O banco reduziu o Value at Risk (VaR) médio diário para 0,32% do patrimônio líquido, contra 0,38% no trimestre anterior, indicando manutenção de uma postura confortável de risco e elevada flexibilidade operacional.

No segmento de Asset Management, as receitas totalizaram R$ 783 milhões, alta de 6,5% a/a. Na comparação trimestral houve queda de 8,9%, explicada principalmente pela base forte de performance fees do 4T25 e pelo menor número de dias úteis no trimestre. Ainda assim, os ativos sob gestão e administração alcançaram R$ 1,31 trilhão, impulsionados por forte captação líquida de R$ 47,9 bilhões, refletindo ganho contínuo de market share tanto em fundos quanto em asset servicing.

Já em Wealth Management & Personal Banking, o BTG voltou a entregar receitas recordes, que atingiram R$ 1,51 bilhão (+10,7% t/t e +44,6% a/a). O crescimento foi sustentado pela forte expansão do Wealth under Management, que alcançou R$ 1,28 trilhão (+28% a/a), além de maiores níveis de atividade dos clientes. A captação líquida somou R$ 34,9 bilhões no trimestre, impulsionada pelo crescimento orgânico e pelo contínuo ganho de participação tanto no segmento private quanto no varejo de alta renda.

Em Consumer Finance & Banking, linha que passou a consolidar integralmente o Banco Pan após o fechamento de capital da companhia, as receitas somaram R$ 1,13 bilhão (+20,4% t/t e +40,1% a/a). O avanço refletiu principalmente a expansão da carteira de crédito, que atingiu R$ 73,6 bilhões (+51,1% a/a), com destaque para o crescimento do consignado. A Too Seguros também contribuiu positivamente, com crescimento de 44,2% t/t, beneficiada por efeitos não recorrentes ligados à transição regulatória do setor.

Lucro líquido do BTG Pactual foi de R$ 4,8 bilhões no 1T26, alta de 42,3%

As despesas operacionais ajustadas somaram R$ 4,23 bilhões (+25% a/a), crescimento explicado principalmente pela expansão dos negócios e pela consolidação integral do Banco Pan. As despesas com salários e benefícios cresceram 10,6% a/a, refletindo reajustes salariais, promoções e incorporação integral da força de trabalho do PAN.

Ainda assim, o índice de eficiência permaneceu em 38,1%, praticamente estável em relação ao 4T25 e substancialmente melhor que os 41,3% do 1T25, reforçando a elevada alavancagem operacional do banco mesmo em um contexto de forte expansão.

O lucro líquido ajustado atingiu R$ 4,8 bilhões (+42,3% a/a e +4,3% t/t), enquanto o patrimônio líquido avançou para R$ 74,5 bilhões. O banco encerrou outro trimestre com o ROE entre os maiores do setor, em 26,6%.

BPAC11: recomendação de compra

Em nossa visão, o trimestre reforça uma característica cada vez mais evidente no BTG: a capacidade de continuar crescendo de forma consistente mesmo em cenários mais difíceis, sustentado por um modelo de negócios extremamente diversificado. O banco segue ganhando escala em praticamente todas as frentes, mantendo rentabilidade muito acima da média do setor com elevada disciplina de capital.

Por cerca de 3,2x seu valor patrimonial e aproximadamente 11,5x lucros estimados para 2026, BPAC11 segue entre as recomendações da casa.

Obs: O Grupo Empiricus é controlado pelo BTG Pactual.

O post BTG Pactual (BPAC11) tem mais um trimestre de elevados níveis de crescimento e rentabilidade; veja números do 1T26 apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

O que aconteceu no 1T26 da Porto (PSSA3)? Resultado reflete diversificação da companhia

A Porto (PSSA3) apresentou resultados bastante sólidos referentes ao 1T26, mostrando avanços nas frentes mais relevantes e atingindo um ROE consolidado de 29,0%, ainda que com a ajuda de uma menor alíquota de impostos. 

Resultado trimestral da Porto por segmento

Começando pela vertical Seguro, a receita cresceu 5,5%, para R$ 5,7 bilhões, ajudada principalmente pela expansão nos seguros de Vida de Patrimonial, que mais do que compensaram o crescimento fraco, porém esperado, em Auto (+2,9% a/a). Isso somado a uma melhora de sinistralidade em todas as frentes proporcionou um aumento expressivo de 49% no lucro líquido de seguros, para R$ 467 milhões e um ROE de 33,8%.

Na vertical Saúde a receita cresceu 15,1%, com contribuições positivas tanto em seguro saúde como em odontológico, com altas de +22,3% e +17,4%, respectivamente, no número de beneficiários. Além disso, o segmento apresentou melhora de -0,9 p.p. na sinistralidade, reflexo de ações de combate a fraudes, novos produtos e parcerias. Com esse bom desempenho, o lucro líquido da vertical cresceu 20,1%, para R$ 215 milhões, com ROE de 36,5%.

Na PortoBank, o lucro líquido saltou 10,1%, para R$ 211,5 milhões e ROE de 24,8%, puxado principalmente pelo crescimento forte nas receitas de consórcio (+32% a/a) e soluções para locação e garantia (+13%). Sobre as operações de crédito o desempenho foi misto, com crescimento interessante de carteira (+13%) e da margem financeira líquida (+24%), mas com piora nos indicadores de atrasos.

Na vertical Serviços, o lucro ficou praticamente estável, em R$ R$ 53 milhões, com o ligeiro aumento da receita sendo compensado por maiores custos no período. 

Linhas gerais do 1T26 da Porto

Por sua vez, o Resultado Financeiro mostrou uma piora de 19,8%, caindo de R$ 382,6 milhões no 1T25 para R$ 306,8 milhões no 1T26, impactado principalmente pela rolagem de títulos a taxas mais atrativas e que trazem recompensas positivas nos próximos trimestres. 

No consolidado, a Porto apresentou um lucro líquido de R$ 1,1 bilhão no trimestre, 36,3% acima do ano anterior, com ROE de 29% (alta de 5,1 p.p.), refletindo os melhores resultados das verticais e uma menor alíquota de imposto, parcialmente compensado por um resultado financeiro pior. 

Os números apenas reforçam a nossa visão de que a companhia está bem-posicionada, e deve continuar capturando oportunidades de crescimento em suas verticais. Porto segue na carteira.

O post O que aconteceu no 1T26 da Porto (PSSA3)? Resultado reflete diversificação da companhia apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Alpargatas (ALPA4) entrega mais um tri de forte crescimento com ebitda recorde e Havaianas mais baratas na produção; confira análise

A Alpargatas (ALPA4) apresentou mais um resultado forte no 1T26, com ebitda recorde, expansão de margens boa diluição de despesas. 

Na Havaianas Brasil, a receita cresceu 13,2% para R$ 909,1 milhões, ajudada pelo aumento do volume de pares (+7,5%) e pelo aumento da receita/par (de R$ 15,8 no 1T25 para R$ 16,6 no 1T26), refletindo melhor mix de canais, ou seja, mais vendas em franquias e canais especializados. Vale destacar que o sell-out cresceu em ritmo menor, refletindo a estratégia da companhia de abastecer os lojistas antes da virada de coleção para evitar rupturas – uma estratégia que trouxe resultados positivos em 2025. 

Produção da Havaianas ficou mais barata no trimestre

Com ganhos de eficiência e diluição de custos fixos, a Havaianas Brasil também apresentou uma redução de 1% no custo por par, o que permitiu um aumento de 15,4% no lucro bruto e margem bruta recorde (49%) para um primeiro tri. 

Por fim, menores despesas com marketing proporcionaram à divisão brasileira mostrar um crescimento de 36,5% do ebitda, que chegou a R$ 237 milhões, com expansão de 4 p.p. de margem.

Negócios da Alpargatas no exterior

Na Havaianas Internacional os números seguem mostrando evolução. A receita aumentou 10,2% para R$ 307,5 milhões, com o aumento de volume de pares (+14,8%) mais do que compensando a redução de R$ 1,9 de receita por par, refletindo variações cambiais. 

Enquanto a Europa mostrou crescimento (+15% na receita) pelo sexto trimestre consecutivo, mostrando assertividade da estratégia e reconhecimento da marca pelos lojistas/clientes, nos Estados Unidos o aumento de 22% reflete a continuidade da estocagem de sandálias após o início das operações com o novo parceiro. O único segmento que mostrou recuo foi o de Mercados Distribuidores (queda de 17,4% na receita), afetado pela interrupção de pedidos em alguns países afetados pelo conflito no Oriente Médio.

Apesar do forte crescimento da receita internacional, o lucro bruto cresceu menos (5,2%), com margem bruta recuando 3p.p. no período. Isso é explicado principalmente pelo avanço da nova estratégia nos EUA, que tem menores margens por conta da intermediação do distribuidor, mas que também deve resultar em maiores volumes e menores despesas, à medida que a operação ganha relevância.

Mesmo assim, o ebitda da Havaianas Internacional cresceu 88,6%, para R$ 62,2 milhões, evidenciando que a companhia está caminhando na direção correta. 

Por fim, a Rothy’s voltou a mostrar dificuldades no 1T26, com ebitda negativo de US$ 2,2 milhões (ante +US$ 0,8 milhão no 1T25), afetado pelas tarifas impostas pelos EUA sobre a China e fechamento temporário de algumas lojas por conta de condições climáticas severas.

Consolidado ALPA4 no 1T26

Na visão consolidada, a companhia apresentou um ebitda de R$ 299,5 milhões, alta anual de 45,4%, com ganho de 5,5p.p. de margem. D mesma forma, o lucro líquido saltou 44,8%, para R$ 162 milhões, fletindo a forte melhora operacional. 

A alavancagem terminou o 1T26 em 0,5x dívida líquida/ebitda, mesmo após a distribuição de cerca de R$ 1 bilhão nos últimos trimestres na forma de JCP e redução de capital, o que evidencia a capacidade de geração de caixa da companhia.

Com bom potencial de crescimento tanto no Brasil como no mercado internacional, a ALPA4 segue na carteira.

O post Alpargatas (ALPA4) entrega mais um tri de forte crescimento com ebitda recorde e Havaianas mais baratas na produção; confira análise apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Memecoin GPT: automação busca transformar R$ 3.500 em até R$ 1 milhão em 12 meses; conheça

A inteligência artificial (IA) pode alavancar a produtividade de muitas formas. Seja no trabalho, acelerando a produção de textos, imagens ou vídeos, ou ajudando no direcionamento de pesquisas, coleta e estudos de dados, entre outras funções.

O que muita gente não sabe é que a IA também pode dar boas orientações quando o assunto é finanças — e uma nova tecnologia em desenvolvimento foca justamente na geração de renda.

É o caso do Memecoin GPT. A tecnologia que chega ao mercado oficialmente na segunda-feira (18) tem o objetivo de multiplicar cada real investido em até 300 vezes, de forma totalmente automatizada.

Como funciona o Memecoin GPT?

Unindo automação, análise e estratégia para tentar capturar as próximas valorizações exponenciais, a meta é clara: buscar até R$ 1 milhão, partindo de um aporte inicial de R$ 3,5 mil, em um período de 12 meses.

Para isso, a inteligência artificial da Empiricus vasculha memecoins em tempo real. Mas não se engane pelo nome, a ferramenta aqui não tem relação com a IA de nome similar. GPT neste caso significa “Generate Profitable Trades” (em português, “Gerar trades lucrativos”).

Desenvolvida pelos especialistas no setor da Empiricus Research, no Memecoin GPT, os investidores terão uma nova oportunidade de lucrar até 30.000%, com o alvo final de até R$ 1 milhão acumulados. Ou seja, uma multiplicação de 300 vezes sobre o capital investido.

Conforme explica a especialista Heloísa Mendonça, que está liderando a equipe nesta ferramenta, a estratégia pretende negociar todos os dias com compras e vendas de memecoins.

“Então todo dia o investidor tem uma nova chance, sem precisa ficar acompanhando o mercado ou ter algum conhecimento aprofundado sobre ativos digitais. É totalmente automatizado”, detalha Mendonça.

A oportunidade ainda por cima chega ao mercado em um momento especial — e a seguir é possível entender por quê.

Memecoin com potencial milionário está na lista do Memecoin GPT

A verdade é que lucros em uma escala exponencial não são tão raros no mercado de criptomoedas, especialmente das memecoins. Foi o caso de alguns dos ativos observados durante o período de backtest no Memebot em uma versão anterior, com valores atualizados em abril de 2026:

  • A memecoin POPCAT alcançou uma valorização de 950% em 43 dias;
  • Já a TOSHI subiu 1.113% em 78 dias;
  • A MOG, 1.224% em 57 dias;
  • A GIGACHAD subiu 2.244% em apenas 28 dias, menos de um mês;
  • Por fim, a BONK viu o valor disparar 3.878% em 73 dias.

Sabemos que retornos passados não garantem um retorno futuro e que investimentos com ativos digitais têm riscos elevados. Por isso, não é recomendado aplicar nesses casos com uma quantia que fará falta para a sua qualidade de vida.

O que esses números refletem, de fato, são multiplicações de até 39 vezes sobre o capital em menos de 3 meses — com um detalhe relevante: foram capturados pela Inteligência Artificial desenvolvida especialmente para encontrá-las.

A proposta em desenvolvimento com o Memecoin GPT é usar essa mesma IA para buscar até R$ 1 milhão nos próximos 12 meses.

Para começar, os desenvolvedores já têm uma moeda na mira. É uma memecoin que está entre as top 5 para comprar agora, com um potencial de alavancar o portfólio rumo ao próximo milhão.

Para saber qual é essa moeda e ainda tirar as dúvidas sobre como funciona o Memecoin GPT, os investidores estão convidados para participar de um evento gratuito e online. A seguir, veja mais informações.

Inscrições abertas: conheça o Memecoin GPT e saiba como ativá-lo a partir de 18 de maio

Para quem ficou interessado, no dia 18 de maio, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, às 19h, o time da Empiricus terá um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre sistema que já entregou lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

CONHEÇA O MEMECOIN GPT COM LANÇAMENTO GRATUITO

O post Memecoin GPT: automação busca transformar R$ 3.500 em até R$ 1 milhão em 12 meses; conheça apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Track&Field (TFCO4) ‘não falta no treino’ e entrega crescimento consistente no 1T26; confira

A Track&Field (TFCO4) divulgou um resultado sólido referente ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), ainda que as margens tenham retraído pelo mix de vendas de canais.

A abertura de lojas (+39) e boa aceitação da nova coleção ajudaram o sell out atingir R$ 442,9 milhões, crescimento de +16,4% frente ao 1T25. Além disso, a estratégia de reforma das lojas continua se provando acertada e impulsionando as receitas: no período as unidades revitalizadas mostraram uma alta de +26,4% das receitas, acima do Same Store Sale (SSS) consolidado de +12,1%.

Assim, a receita líquida marcou R$ 251,2 milhões, crescimento de +18% na comparação anual, com o avanço de venda de mercadorias (+29,7%) e rede própria (+16,8%).

Com o aumento das vendas, o lucro bruto atingiu R$ 150,2 milhões (+15,7%), mas a maior representatividade de venda para franquias, que possui menor margem, acabou pressionando a margem bruta, que caiu –1,2 p.p., para 59,8%. Vale ressaltar que essa venda tende a se traduzir em royalties nos próximos trimestres, o que deve aliviar essa pressão.

Com despesas em linha na comparação anual, o ebitda ajustado somou R$ 61,6 milhões (+12,6%) e margem de 24,5%, com os mesmos efeitos de retração da margem bruta.

Já o resultado financeiro apresentou uma piora de 35,8%, com o aumento das despesas de arrendamento mercantil e redução das receitas financeiras.

O aumento do top-line com os efeitos mencionados de custos e financeiro, resultou em um lucro líquido de R$ 41,5 milhões com margem de 16,5% (+6,3% e –1,8 p.p. respectivamente vs 1T25).

Por fim, a companhia apresentou uma geração de caixa de R$ 28,4 milhões vs R$ 27 milhões no 1T25, aumento explicado pela ausência do programa de recompra no período, que compensou o aumento de impostos pagos e aumento de capital de giro.

TFCO4: recomendação de compra

Apesar dos desafios macro, a Track&Field segue mostrando crescimento consistente, o que reforça seu posicionamento de marca.

Ainda que o trimestre tenha mostrado pressão de margem, entendemos que esses são efeitos pontuais. Por 10x ev/ebitda e caixa livre, TFCO4 está presente na carteira SmallCaps.

O post Track&Field (TFCO4) ‘não falta no treino’ e entrega crescimento consistente no 1T26; confira apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Como posicionar as big techs na carteira internacional? Veja dicas de analista da Empiricus Research

O mercado norte-americano atravessa um período de forte tensão geopolítica sem perder o fôlego nas bolsas, que seguem sustentadas próximas das máximas. Em meio às incertezas provocadas pelo conflito entre Estados Unidos e Irã, investidores continuam apostando nas gigantes de tecnologia conhecidas como as “7 magníficas”.

Estamos falando de empresas como Amazon (AMZO34), Meta (M1TA34), Microsoft (MSFT34) e Nvidia (NVDC34). Com negócios principalmente vinculados à inteligência artificial, as companhias têm conseguido descolar seu desempenho da incerteza do conflito geopolítico entre Estados Unidos e Irã.

Apesar das idas e vindas nas notícias do Oriente Médico, o analista de mercado internacional da Empiricus Research, Enzo Pacheco, comenta que os principais índices americanos fecharam o mês de abril atingindo novas máximas (exceto o Dow Jones).

“(Abril foi) o melhor mês desde 2020 tanto para o S&P 500 como para o Nasdaq, e isso aconteceu graças à boa performance das empresas de tecnologia”, afirma Pacheco.

Big techs: quais ações comprar para a carteira internacional?

Diante desses números, qual é a melhor estratégia para o investidor navegar este momento?  

Na perspectiva de Pacheco, esse caminho de valorização deve predominar ainda pelos próximos 2 a 3 anos.

“Para oinvestidor que quer começar a investir em ações internacionais agora, eu começaria com as big techs e modularia a exposição”, introduz o analista à sua tese para as companhias.

Para começar, Pacheco indica uma posição maior nas empresas que estão com valuation mais atrativo, “mesmo com eventuais riscos”. Estas são: Meta, Microsoft e Amazon.

Em seguida, ocupando uma fatia média da carteira, o analista indica as ações da Nvidia, que estão com uma tese interessante atualmente. Por fim, Pacheco recomenda ter as ações da Apple e Alphabet, ainda que em posições menores.

A única das “sete magníficas” que ficou fora das recomendações do analista é a Tesla, de Elon Musk.

“Para o investidor que não tem nada de portfólio no exterior, pode começar com essas teses. Lembrando que a volatilidade sempre estará no jogo e por isso ele deve ter uma composição completa do portfólio. Não pode ter só esses ativos, é importante ter uma parcela de renda fixa e de ações no Brasil”, ressalta o analista.

Uma empresa na lupa: conheça a tese de Microsoft

Entre as ações citadas por Enzo Pacheco, está a Microsoft (MSFT34). No início do ano, os papéis sofreram uma queda diante do temor ainda presente de que a IA possa tornar softwares tradicionais obsoletos (evento apelidado de “SaaSpocalipse”).

O pânico repercutiu no mercado, guiado por elevados investimentos em capacidade de processamento para serviços de IA, que intensificaram essa reação. “Mesmo que a companhia tenha recuperado parte das perdas em abril, o aumento das projeções de investimentos divulgado nos resultados do 1T26 fez com que os papéis da companhia recuassem pontualmente”, contextualiza o analista.

Entretanto, Pacheco ainda enxerga que a Microsoft está tomando medidas para reverter esse cenário e deve continuar entregando bons resultados ainda nos próximos anos.

Nessa ótica, o analista destaca que o múltiplo P/L projetado está próximo das mínimas dos últimos cinco anos e por isso aponta a ação em um momento de entrada atrativo

Tanto é que na última atualização da carteira de ações internacionais, o analista aumentou o peso de Microsoft de 10% do portfólio para 15%.

Assim como a Microsoft, você pode conhecer mais teses de investimentos e até mesmo a carteira internacional completa montada pelo analista.

10 ações para a carteira internacional: Microsoft e mais quem? Confira

Junto com a Microsoft, Pacheco reuniu mais nove companhias em seu portfólio de ações internacionais, uma oportunidade de diversificar geograficamente seus investimentos sem se limitar aos riscos dos ativos nacionais. 

As 10 companhias indicadas pela Empiricus Research para aplicar de olho no cenário internacional estão disponíveis neste relatório gratuito [clique aqui].

O documento traz:

  • Análise aprofundada do mercado internacional;
  • Comentários exclusivos do analista sobre as mudanças mais recentes de investimentos;
  • Carteira com as ações que têm maior potencial de valorização no contexto atual.

Além disso, para investir nas recomendações, não é preciso ter uma conta em corretora internacional. Todas elas têm BDRs, certificados que representam ações de empresas estrangeiras, mas negociadas diretamente na bolsa brasileira.

Libere seu acesso ao relatório e conheça as 10 BDRs para investir no mercado internacional que estão chamando mais atenção dos analistas e reforce seus investimentos com ações mundiais.

QUERO CONHECER AS 10 AÇÕES INTERNACIONAIS PARA INVESTIR JÁ

O post Como posicionar as big techs na carteira internacional? Veja dicas de analista da Empiricus Research apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Fundos imobiliários: veja as principais atualizações da semana sobre o mercado de FIIs

No giro pelos fundos imobiliários da semana, FIIs como HGLG11, KNCR11, PMLL11 e VILG11 trouxeram novidades aos cotistas. Confira:

Pátria Logística (HGLG11)

O fundo celebrou acordo para adquirir os 10% remanescentes dos galpões G100 e G200 do empreendimento logístico Simões Filho (BA), por R$ 79,2 milhões. O pagamento ocorrerá de forma proporcional após a conclusão de cada galpão e início dos respectivos contratos de locação.

A operação também inclui a aquisição, sem custo específico, de áreas complementares destinadas ao acesso do empreendimento e à compensação ambiental. A gestão estima incremento de cerca de R$ 0,01/cota para o G100, com cap rate de 12,0% a.a., e mais R$ 0,01/cota após a entrega do G200, com cap rate de 10,4% a.a.

Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11)

O fundo imobiliário realizou investimentos de R$ 70,5 milhões em novas operações de CRI, com taxa média de CDI + 1,74% a.a. Entre os destaques, estão operações ligadas a ativos logísticos AAA em Santana de Parnaíba (SP) e Araucária (PR), este último locado ao Mercado Livre em contrato BTS. As operações contam com garantias envolvendo alienação fiduciária dos imóveis, cessão fiduciária de recebíveis, cotas das SPEs e fundo de reserva.

Kinea Índices de Preços (KNIP11)

O fundo realizou investimentos de R$ 124,3 milhões em novas operações de CRI, com taxa média de IPCA + 8,86% a.a. Entre os destaques, estão as operações Creditas 151 Sênior (IPCA + 9,57%) e Galleria 140 Sênior (IPCA + 9,00%), ambas lastreadas em carteiras de Home Equity com baixo LTV. Além disso, o fundo investiu R$ 50,1 milhões em CRI lastreado no Shopping Jaraguá do Sul (SC), à taxa de IPCA + 8,15%, com garantias envolvendo alienação fiduciária do ativo, cessão fiduciária de recebíveis e fiança corporativa da Partage.

Pátria Malls (PMLL11)

O fundo imobiliário assinou intenção de compra de 13,3% do Shopping Curitiba (PR), ativo com 22,4 mil m², por aproximadamente R$ 54,1 milhões (R$ 18,2 mil por m²). O pagamento será realizado no fechamento, em caixa ou, a critério do fundo, via compensação com créditos decorrentes da subscrição de novas cotas. O preço será ajustado para refletir cap rate médio de 9,5% sobre o NOI caixa dos 12 meses anteriores ao fechamento.

Real Investor FII (RINV11)

O fundo comunicou o encerramento do período de exercício do direito de preferência de sua oferta de cotas. Foram subscritas 392,9 mil cotas, totalizando aproximadamente R$ 41,9 milhões.

Vinci Logística (VILG11)

O fundo imobiliário formalizou o recebimento de R$ 2,6 milhões referentes à rescisão no processo de reposicionamento do Extrema Business Park – Bloco I, equivalente a R$ 0,18/cota. O valor será pago em 6 parcelas mensais entre jul/26 e dez/26, corrigidas a 1% ao mês.

Além disso, o fundo concluiu a entrega de um novo pátio de carretas no Alianza Park Belém, locado à Transbuiatte em contrato BTS atípico de 84 meses. O investimento foi de R$ 3,03 milhões, com yield on cost de 14,35% a.a. e impacto positivo estimado de R$ 0,002/cota/mês a partir de jul/26.

O post Fundos imobiliários: veja as principais atualizações da semana sobre o mercado de FIIs apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Petrobras (PETR4) divulga resultados e dividendos abaixo das expectativas no 1T26; veja os motivos

A Petrobras (PETR4) divulgou resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) abaixo das expectativas do mercado, impactados pelo atraso na precificação do petróleo exportado (mais sobre isso abaixo), efeito que deve ser normalizado já no próximo trimestre.

No segmento de Exploração & Produção (E&P), o ebitda atingiu US$ 10,3 bilhões, alta de 8,9% frente ao 4T25, ajudado tanto pelo aumento da produção como também pelas cotações mais elevadas do petróleo – brent médio de US$ 80,6/barril no 1T26 ante US$ 63,9 no trimestre anterior, parcialmente compensados por um custo de extração (lifting cost) ligeiramente maior.

Apesar da melhora trimestral, o brent médio e consequentemente o ebitda ficaram abaixo das expectativas do mercado. Segundo a companhia, costuma haver um atraso entre os preços de referência e o preço negociado com clientes, de modo que a alta do brent costuma se traduzir em preços maiores de venda apenas semanas mais tarde, dependendo de cada negociação.

Ou seja, a alta do petróleo por conta do conflito que se iniciou no fim do 1T26 pouco influenciou os resultados deste trimestre, e terá efeitos bem mais claros no 2T26.

O segmento de Refino apresentou forte crescimento de 108% do ebitda frente ao 4T25, que chegou a US$ 3,8 bilhões, com margem de 17% (+9 p.p. vs 4T25). Esse número foi impactado positivamente por US$ 1,3 bilhão em função do efeito de valorização dos estoques, por conta da alta dos preços do petróleo e derivados no período. Mesmo sem esse efeito, o ebitda ainda teria mostrado expansão (+12%), refletindo maior produtividade do parque de refino.

Por fim, o ebitda do segmento de Gás e Energia recuou 21,4%, para US$ 334 milhões, com o reconhecimento de receitas contratuais no 4T25 afetando a base de comparação.

Ebitda da Petrobras cresceu 27% no 1T26

No consolidado, o ebitda cresceu 27% t/t, para US$ 11,9 bilhões, ajudado pelos maiores preços de brent em E&P, efeito positivo de valorização de estoques no segmento de Refino e menores impairments na comparação com o 4T25. No entanto, o número ficou abaixo das estimativas, especialmente pelo atraso na precificação mencionado acima.

Impactado por esses efeitos e por um maior consumo de capital de giro, o fluxo de caixa livre atingiu US$ 3,9 bilhões, abaixo das expectativas, mas crescendo 7,5%, ajudado por um menor capex no período (US$ 5,1 bi no 1T26 vs US$ 6,3 bi no 4T25).

Dividendos da Petrobras também vieram abaixo das expectativas

Essa geração de caixa permitiu à companhia anunciar o pagamento de R$ 9 bilhões em dividendos (yield de 1,3%), abaixo das expectativas por conta dos impactos mencionados.

Excluindo eventos não recorrentes, o lucro líquido recuou 4,5% vs 4T25 para US$ 4,5 bilhões, mas esse número deve melhorar nos próximos trimestres à medida que a companhia captura integralmente a alta do petróleo.

A Petrobras fechou o trimestre com endividamento líquido de US$ 62 bilhões, e uma relação dívida/líquida de 1,4x, que deve se comprimir com a melhora de resultados esperada.

PETR4: recomendação de compra

Apesar de um trimestre com números abaixo do esperado, vemos a Petrobras bem-posicionada para se aproveitar de preços de petróleo estruturalmente mais elevados.

Por menos de 3x valor da firma/ebitda e um dividend yield próximo a 10% esperado para 2026, Petrobras segue com recomendação de compra pela Empiricus Research.

O post Petrobras (PETR4) divulga resultados e dividendos abaixo das expectativas no 1T26; veja os motivos apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Direcional (DIRR3): resultados do 1T26 reforçam consistência operacional da companhia; veja análise

A Direcional (DIRR3) iniciou 2026 mantendo a forte dinâmica operacional observada nos últimos trimestres, combinando crescimento de vendas e margens elevadas.

Conforme antecipado na prévia operacional, os lançamentos totalizaram R$ 1,0 bilhão em valor geral de vendas (VGV) no 1T26 (R$ 0,86 bi no % companhia), crescimento de 12% em relação ao 1T25. Do total lançado, aproximadamente 70% estiveram concentrados na marca Direcional e 30% na Riva.

A velocidade de vendas (VSO) permaneceu elevada, na casa de 24%, avanço de 250 bps em relação ao 4T25 e o maior nível histórico para um primeiro trimestre. A administração destacou que a melhora foi observada em ambas as marcas, reforçando o equilíbrio operacional da companhia.

Na parte financeira, a receita líquida alcançou R$ 1,16 bilhão no trimestre, crescimento de 30% frente ao 1T25. Considerando também as SPEs não consolidadas, a receita líquida total atingiu R$ 1,44 bilhão, avanço de 25% na comparação anual.

Rentabilidade da Direcional é destaque no 1T26

A rentabilidade voltou a ser um dos principais destaques do trimestre. A margem bruta ajustada atingiu novo recorde histórico de 42,9%, expansão de 130 bps em relação ao 1T25 e de 10 bps frente ao trimestre anterior.

Segundo a companhia, o desempenho reflete disciplina comercial, controle de custos e política conservadora de precificação, mesmo diante das recentes pressões inflacionárias. Conforme esperado, a margem REF encerrou o trimestre na casa de 44,4%, com leve retração em relação aos períodos anteriores.

O Ebitda totalizou R$ 315 milhões no trimestre, crescimento de 47% na comparação anual, com margem Ebitda de 27,1%. Ajustando efeitos não recorrentes e juros capitalizados, o Ebitda ajustado atingiu R$ 328 milhões, avanço de 40% frente ao 1T25.

Na última linha, o lucro líquido operacional somou R$ 200 milhões, crescimento de 27% na comparação anual, enquanto o ROE anualizado alcançou 38%, reforçando o elevado nível de rentabilidade da companhia.

Em relação à estrutura de capital, a Direcional encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 613 milhões, equivalente a 24% do patrimônio líquido, patamar considerado administrável diante do atual ritmo de crescimento operacional — espera-se uma redução gradual dessa linha ao longo do ano.

A companhia registrou geração de caixa operacional de R$ 35 milhões no período, embora o fluxo contábil tenha sido impactado por amortizações relacionadas à cessão de recebíveis.

DIRR3: recomendação de compra

De forma geral, os resultados do 1T26 reforçam a consistência operacional da Direcional, sustentada pela forte demanda no segmento econômico, elevada eficiência operacional e disciplina na gestão de custos e preços.

Negociando a aproximadamente 7 vezes os lucros projetados para 2026, a companhia segue entre as preferências da Empiricus, com janela de entrada favorável na precificação atual.

O post Direcional (DIRR3): resultados do 1T26 reforçam consistência operacional da companhia; veja análise apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Multiplan (MULT3): venda do Park Shopping Barigüi pode destravar valor para investidores?

A Multiplan (MULT3) comunicou ao mercado, após o fechamento de ontem (11), a assinatura de um Memorando de Entendimentos para a venda de 9,33% de participação no Park Shopping Barigüi. O valor total foi de R$ 250,0 milhões, equivalente a R$ 40,4 mil/m².

Assim, o pagamento será em duas parcelas iguais:

  • 50% no fechamento da operação, no valor de R$ 125,0 milhões; e
  • Os 50% restantes 18 meses após o closing, também no valor de R$ 125,0 milhões.

Ambos os montantes serão corrigidos pelo IPCA a partir da assinatura dos documentos definitivos. A conclusão da transação ainda está sujeita ao cumprimento de condições precedentes usuais a operações dessa natureza.

Confira mais detalhes da venda de ativo no portfólio da Multiplan (MULT3)

Localizado em Curitiba (PR), o Park Shopping Barigüi é um dos principais ativos do portfólio da Multiplan. Voltado majoritariamente ao público das classes A e B, o empreendimento se destaca como um dos centros de compras mais modernos do país, concebido dentro de um conceito multiuso. Ou seja, permite o desenvolvimento de edifícios comerciais e residenciais no entorno. Contudo, é importante destacar que a operação envolve apenas a venda parcial da participação no ativo, sem que a companhia renuncie ao controle operacional do shopping.

Considerando o NOI do empreendimento nos últimos 12 meses, a transação teve um cap rate de 7%. Nesse patamar avaliamos como bastante atrativo para uma venda parcial de um ativo maduro e de elevada qualidade.

Ainda sem mais detalhes sobre o comprador, nossa impressão inicial sobre a operação é positiva para a tese de MULT3. A venda parcial do ParkShoppingBarigüi, nos valores anunciados, reforça a capacidade da companhia de reciclar portfólio em condições favoráveis, destravando valor para o acionista sem comprometer sua exposição operacional a um ativo estratégico. Vale citar que a companhia entregou recentemente (3T24) a expansão do imóvel, que adicionou cerca de 15 mil metros quadrados de ABL a um custo de R$ 28 mil/m².

Além disso, os R$ 250,0 milhões fortalecem a posição de caixa da companhia e ampliam sua flexibilidade financeira, seja para financiar as expansões em curso, administrar o endividamento — na ordem de 2x dívida líquida/EBITDA — ou, eventualmente, elevar a distribuição de dividendos. Vai depender da avaliação da administração sobre o cenário macroeconômico, em linha com a mensagem transmitida no Investor Day.

As ações da Multiplan (MULT3) permanecem entre as recomendações da Empiricus.

O post Multiplan (MULT3): venda do Park Shopping Barigüi pode destravar valor para investidores? apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: IPCA desacelera e petróleo sobe; veja o que movimenta os mercados nesta terça-feira (12)

Os mercados globais operam em queda nesta terça-feira após Donald Trump endurecer o discurso em relação ao Irã, classificando a proposta de cessar-fogo como “lixo” e afirmando que o acordo está em “estado crítico”, reacendendo os temores de escalada militar no Oriente Médio e elevando a aversão ao risco.

O petróleo voltou a avançar de forma significativa, com o Brent acima de US$ 107 por barril, enquanto futuros de Wall Street e bolsas europeias recuam diante da maior incerteza geopolítica. Os Estados Unidos anunciaram novas sanções contra indivíduos e empresas acusados de facilitar exportações iranianas à China, movimento que antecede o encontro entre Trump e Xi Jinping, no qual Washington deve pressionar Pequim sobre o impasse diplomático e a reabertura do Estreito de Ormuz.

Nesse contexto, cresce a sensibilidade dos investidores aos dados de inflação divulgados hoje (IPCA no Brasil e CPI nos Estados Unidos), ambos impactados pela alta do petróleo e pela pressão sobre combustíveis, energia e expectativas de juros.

00:52 — Inflação qualitativamente ruim

No Brasil, a semana começa com nova queda do Ibovespa. O índice voltou a perder o patamar dos 182 mil pontos, mesmo com o dólar ainda abaixo de R$ 4,90. A moeda brasileira segue beneficiada pelo bom posicionamento do país em um cenário de petróleo mais alto. Esse fator que melhora os termos de troca e sustenta o fluxo cambial, ainda que o ambiente externo permaneça desafiador para ativos de risco.

Na agenda doméstica, o mercado digere o dado de inflação de abril. No período o IPCA desacelerou na comparação mensal de 0,80% em março para 0,67%, resultado abaixo das expectativas.

No entanto, o número aparentemente mais benigno na margem não deve ser interpretado de forma excessivamente otimista. Assim como ocorreu na prévia inflacionária, a composição do índice foi qualitativamente desfavorável.

Em termos acumulados em 12 meses, a inflação acelerou de 4,14% para 4,39%, aproximando-se do teto da meta estabelecida para este ano. Além disso, houve surpresa altista na média dos cinco núcleos e nos serviços subjacentes, indicadores que costumam refletir a dinâmica mais estrutural da inflação.

Esse conjunto reforça a percepção de expectativas ainda pressionadas e dificulta a atuação do Banco Central, cujo espaço para cortes de juros permanece limitado no horizonte relevante. Nesse contexto, a tendência de abertura na curva de juros tende a pressionar o mercado de ações. Em contrapartida, que pode sustentar o real por conta do diferencial de juros elevado.

Além da inflação, o mercado acompanha os desdobramentos do resultado da Petrobras. A companhia reportou lucro líquido de R$ 32,66 bilhões no trimestre, queda de 7,2% na comparação anual, e aprovou a distribuição de R$ 9,03 bilhões em dividendos. O desempenho ficou abaixo das expectativas do mercado. O impacto mais positivo da alta recente do petróleo deve se refletir com maior intensidade apenas no segundo trimestre.

A teleconferência da empresa será observada com atenção, pois pode ajudar a calibrar as expectativas dos investidores, especialmente considerando o peso relevante das ações da estatal na composição do Ibovespa e sua influência sobre o humor geral do mercado brasileiro.

01:41 — Ritmo acelerado

Wall Street iniciou a semana em ritmo moderado, mas suficiente para renovar máximas históricas. O S&P 500 e o Nasdaq voltaram a registrar recordes em 2026, sustentados sobretudo pelo otimismo persistente em torno da inteligência artificial e pela resiliência dos resultados corporativos, mesmo com a temporada de balanços já próxima do encerramento.

O mercado tem demonstrado relativa indiferença ao conflito no Oriente Médio e ao impasse envolvendo o Estreito de Ormuz, apesar dos reflexos sobre o petróleo, cujo avanço levou o setor de energia a liderar os ganhos do dia. A leitura predominante entre investidores é de que a demanda estrutural por infraestrutura de IA permanece robusta, especialmente diante das restrições de oferta enfrentadas pelas grandes empresas de tecnologia e computação em nuvem. Esse movimento é o que sustenta projeções favoráveis para receitas e investimentos no segmento.

Na agenda do dia, o principal destaque é a divulgação do CPI de abril, que confirmou uma nova aceleração inflacionária, impulsionada principalmente pela alta da gasolina em meio às tensões geopolíticas no Oriente Médio. Caso esse movimento se consolide, reforçará o receio de um ambiente mais próximo de estagflação. Trata-se da combinação de inflação persistente com perda de fôlego da atividade, cenário que tende a manter o Federal Reserve em postura cautelosa por mais tempo.

02:37 — Janela de oportunidade para o Brasil

Donald Trump passou a demonstrar de forma mais explícita sua preocupação com a crise de acessibilidade (preço acessível), adotando medidas voltadas à contenção dos preços de itens especialmente sensíveis ao consumidor, como carne bovina e combustíveis.

Nesse contexto, o governo avalia suspender temporariamente as tarifas sobre importações de carne de países como Brasil e Austrália. Essa seria uma tentativa de aliviar a inflação de alimentos em um momento no qual os preços da carne bovina acumulam alta superior a 16% desde janeiro de 2025 e permanecem próximos de máximas históricas.

A pressão decorre de um problema estrutural: o rebanho americano está no menor nível em 75 anos. Após um período prolongado de seca e condições desfavoráveis de pastagem, analistas estimam que uma recuperação mais significativa só deva ocorrer em 2028. A eventual remoção das tarifas poderia ampliar a oferta e reduzir custos no curto prazo. Por outro lado, impõe risco político a Trump, ao contrariar pecuaristas americanos, um grupo relevante dentro de sua base de apoio, e ao reacender críticas do setor em relação aos padrões sanitários da carne bovina brasileira. Seja como for, se trata de uma oportunidade para o Brasil.

03:24 — O estado do cessar-fogo

O cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã atravessa um momento de grande fragilidade, depois de Donald Trump afirmar que o acordo está em “estado crítico”, rejeitar a resposta mais recente de Teerã à proposta de paz apresentada pelos EUA e classificá-la como “lixo”. Embora o presidente ainda preserve a possibilidade de uma solução diplomática, o impasse ampliou a incerteza em torno das negociações. Também elevou a tensão regional e também passou a repercutir na sua agenda internacional, que inclui um encontro previsto com Xi Jinping em Pequim.

Ao mesmo tempo, o mercado acompanha com atenção crescente o risco de novos ataques militares, os relatos de ofensivas na região e a mobilização iraniana no Golfo Pérsico, em um cenário no qual o Estreito de Ormuz segue parcialmente bloqueado e continua pressionando o fluxo global de energia. Nesse ambiente, o petróleo voltou a encontrar sustentação, com o Brent superando US$ 105 no início do pregão asiático, ao mesmo tempo em que a pressão sobre os combustíveis nos Estados Unidos se intensificou.

04:11 — O destaque sul-coreano

A Coreia do Sul se consolidou como um dos retratos mais expressivos do boom global da inteligência artificial, impulsionada principalmente pela Samsung Electronics. Líder mundial no fornecimento de chips de memória, a companhia registrou um salto de 755% no lucro no trimestre encerrado em março. Além disso, viu seu valor de mercado ultrapassar US$ 1 trilhão e contribuiu para que o principal índice acionário do país acumulasse alta de 81% no ano, o melhor desempenho entre os mercados globais.

Esse movimento, porém, também ampliou o debate em torno da distribuição dos ganhos gerados pela IA. Propostas para destinar à população parte da arrecadação adicional associada ao setor, na forma de um “dividendo”, somadas à pressão de sindicatos para que os funcionários recebam uma parcela maior dos lucros, indicam que a dimensão social desse avanço ganhou relevância. Diante da expectativa de que Samsung e SK Hynix sigam expandindo seus resultados, a tendência é de aumento da pressão sobre empresas e governo para compartilhar essa nova riqueza.

05:06 — Infraestrutura a todo vapor

A demanda por infraestrutura física voltada à inteligência artificial segue muito forte, a ponto de o principal gargalo ter deixado de ser a oferta de chips e passado a ser a capacidade de construir e energizar data centers. Para companhias como a Microsoft (MSFT34), esse contexto reforça a percepção de que a empresa continua engajada em um ciclo robusto de investimentos para ampliar sua oferta em nuvem e em IA, sustentando a tese de crescimento de longo prazo do Azure e dos serviços associados à inteligência artificial.

Mesmo com atrasos pontuais em alguns projetos e com o aumento do poder de barganha de construtoras e empresas de engenharia, o quadro de fundo permanece positivo, já que a urgência em colocar novas instalações em operação indica que a demanda final continua aquecida.

Se a construção dos chamados “shells” (a estrutura física dos data centers) passou a representar um gargalo, o ritmo de monetização da IA pode depender não apenas da capacidade tecnológica da Microsoft, mas também da execução das obras, da disponibilidade de energia e da implantação dos sistemas de suporte. Para MSFT34, isso pode se traduzir em pressão de curto prazo sobre prazos e custos de expansão, sem necessariamente comprometer a narrativa estrutural de crescimento.

Em termos práticos, o mercado pode interpretar esse cenário mais como um sinal de demanda reprimida do que de fragilidade operacional: se a Microsoft hoje enfrenta limites físicos para acelerar ainda mais sua expansão, isso sugere que a oportunidade comercial permanece ampla, desde que a companhia consiga conduzir esse ciclo de investimentos com disciplina e eficiência.

O post Ibovespa hoje: IPCA desacelera e petróleo sobe; veja o que movimenta os mercados nesta terça-feira (12) apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Mercado Livre, Shein, Amazon e Shopee impulsionaram os fundos imobiliários em abril e estes 3 FIIs podem se beneficiar desse cenário; veja quais são

Mais uma vez os fundos imobiliários superaram o Ibovespa. Em abril, o Ifix — índice que reúne os principais FIIs do mercado brasileiro — entregou um retorno de + 1,53% enquanto o IBOV ficou no “zero a zero”. Parte desse desempenho se deve a inquilinos como Mercado Livre, Shein, Amazon e Shopee.

Explico: dentre os segmentos, os fundos logísticos foram destaque da alta em abril e no primeiro trimestre. Esses FIIs tem como principais locatários grandes empresas de varejo, mais especificamente de e-commerce.

De acordo com Caio Araujo, analista de fundos imobiliários, essas empresas devem continuar favorecendo o segmento logístico. Assim, os FIIs mais preparados podem surfar esse momento positivo. Nesse contexto, ele apontou 3 ativos que vale a pena investir agora.

CONFIRA 3 FIIs QUE PODEM GANHAR COM MERCADO LIVRE, AMAZON, SHEIN E SHOPEE

Escalada do e-commerce ‘desequilibrou’ o setor logístico e abriu espaço para oportunidades

Em 2025, o faturamento do e-commerce no Brasil ultrapassou os R$ 235 bilhões. De acordo com dados da Abiacom as expectativas são de um crescimento de 33% no faturamento até 2028.

Do ponto de vista logístico, essa informação já seria suficiente para imaginar que os fundos deste segmento podem continuar se destacando mediante uma necessidade de galpões com boa infraestrutura, próximo a regiões estratégicas.

Contudo, Caio Araujo aponta que há um desequilíbrio neste mercado que pode aumentar ainda mais a atratividade de alguns fundos específicos. Em um relatório especial, publicado recentemente, o analista explicou que há uma oferta restritiva de galpões que atendam as necessidades das grandes empresas com Amazon, Mercado Livre, Shein e Shopee.

O índice de vacância desse tipo de imóvel chegou aos 6,7% no primeiro trimestre, ao passo que a procura por galpões continua alta. Para completar, o ambiente de juros elevados aumentou o custo de desenvolvimento de novos projetos, reduzindo a atividade construtiva.

Assim, “quem tem o galpão pronto, de qualidade, triple A, pode ‘surfar’ essa onda”, afirma Araujo. A onda que o analista se refere é justamente a possibilidade de reajustes no valor dos contratos de aluguel mediante a alta demanda e baixa oferta de imóveis com essas características.

Avaliando o preço dos imóveis em um raio de 90 quilômetros de distância da cidade de São Paulo, o analista aponta que o descasamento entre oferta e demanda pode significar uma necessidade de ajuste de até 40% no aluguel médio.

Nesse contexto, o analista recomenda 3 fundos imobiliários para os investidores que desejam “surfar” as oportunidades do setor logístico.

3 FIIs para investir no setor logístico

Em um relatório especial Caio Araujo apresentou com mais detalhes a sua tese de investimentos no setor logístico. Ele ainda indicou três ativos para investir no segmento. Entre as recomendações estão:

Um FII cujas operações geraram um retorno acumulado de R$ 4,68 por cota e que ainda pode valorizar 9,6%;

Fundo imobiliário que se destaca pela qualidade técnica dos imóveis, além de uma geração de renda estimada em 9,6% para os próximos 12 meses;

FII logístico que negocia com um desconto de 10% em relação ao valor patrimonial (P/VP) e pode entregar um ganho de capital de 9,6%, mais um dividend yield de 10,5% nos próximos 12 meses.

A boa notícia é que você pode ter acesso a este conteúdo de forma gratuita. Para liberar o seu acesso é muito simples, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

QUERO CONHECER OS FUNDOS IMOBILIÁRIOS PARA ‘SURFAR’ AS OPORTUNIDADES DO SETOR LOGÍSTICO

O post Mercado Livre, Shein, Amazon e Shopee impulsionaram os fundos imobiliários em abril e estes 3 FIIs podem se beneficiar desse cenário; veja quais são apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Os motivos que levaram a Vale (VALE3) a retornar à carteira de dividendos da Empiricus em maio

A carteira automatizada de dividendos da Empiricus teve apenas uma alteração para maio: a entrada da Vale (VALE3) no lugar da SLC Agrícola (SLCE3). Até o fechamento de abril, o portfólio já valorizou 28,7% em 2026, contra 16,3% do Ibovespa no mesmo período.

Segundo Ruy Hungria, analista responsável pela carteira, a saída da SLC se deu pela piora nas perspectivas de custo da companhia por conta do conflito no Oriente Médio, que mantém sob pressão o Estreito de Ormuz, local por onde passam insumos agrícolas.

Já a entrada da Vale tem a ver com a evolução consistente de resultados da companhia, especialmente em sua divisão de metais básicos, a qual o analista chama de “joia da coroa”.

Lucro líquido da Vale saltou 29% no primeiro tri

No balanço do primeiro trimestre do ano, divulgado em 28 de abril, a Vale (VALE3) registrou lucro líquido de R$ 1,9 bilhão, alta de 29% em relação ao mesmo período de 2025.

Se no segmento de minério de ferro o crescimento do Ebitda foi de 1% ano contra ano, para R$ 2,4 bilhões, na divisão de metais básicos a alta foi muito mais representativa — embora a base de comparação fosse mais “fácil” de superar.

O Ebitda do segmento de cobre saltou 57%, para US$ 949 milhões, enquanto a mesma linha da operação de níquel saltou 575%, indo de US$ 41 milhões no 1T25 para US$ 277 milhões no último trimestre.

O fluxo de caixa livre chegou a US$ 813 milhões, alta anual de 61%, número que, segundo Hungria, “tende a melhorar nos próximos trimestres por conta da sazonalidade”.

Apesar de todo esse crescimento, os números divulgados pela Vale ficaram abaixo das expectativas do mercado. Mas, para o analista da Empiricus, a companhia “está no caminho certo e deve continuar como boa fonte de dividendos para os acionistas”.

GRÁTIS: CADASTRE-SE NA ÁREA LOGADA DA EMPIRICUS PARA CONHECER A CARTEIRA DE DIVIDENDOS COMPLETA

Os quatro pilares da tese em VALE3

A boa perspectiva do analista para as ações VALE3 vem de quatro pilares principais:

  1. Minério de ferro resiliente;
  2. Previsibilidade operacional;
  3. Forte geração de caixa e retorno ao acionista; e
  4. Potencial em metais básicos.

Em primeiro lugar, os preços do minério de ferro, principal segmento da companhia, têm se mostrado mais resilientes do que o esperado, “sustentado por dinâmica de oferta mais restrita, elevada depleção global e demanda ainda sólida, com maior diversificação geográfica”, afirma Ruy Hungria.

O analista destaca ainda que a Vale está entre os produtores de menor custo, o que “traz mais segurança à tese”.

Em relação à previsibilidade operacional, Hungria avalia que os investimentos em melhorias operacionais feitos pela mineradora nos últimos anos já se traduziram em menos paradas, aumento de produção e consequente diluição de custos.

O terceiro ponto é a elevada geração de caixa da Vale, que dá ao acionista um potencial de retorno próximo de dois dígitos sustentado por dividendos recorrentes e eventuais distribuições adicionais.

Por fim, está a “joia da coroa” Vale Base Metals que, segundo Ruy Hungria, “vem ganhando relevância e pode destravar valor ao longo do tempo, em um movimento ainda pouco refletido no valuation atual”.

Conheça as outras 7 ações que compõem a carteira de dividendos da Empiricus

Agora você sabe os motivos que levaram a Vale a substituir a SLC Agrícola na carteira automatizada de dividendos de maio da Empiricus, mas não precisa parar por aqui.

Isso porque a carteira completa está disponível como uma cortesia da Empiricus. E para acessar é simples, basta fazer seu login na área logada da casa de análise.

Caso não tenha cadastro, o processo é gratuito e rápido. Ao preencher seus dados, você será redirecionado à área logada da Empiricus e poderá conferir esta e as outras carteiras automatizadas, sem ser cobrado em nenhum momento por isso. Para conferir a carteira de dividendos, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

ACESSO GRÁTIS: CARTEIRA DE DIVIDENDOS DA EMPIRICUS RESEARCH

O post Os motivos que levaram a Vale (VALE3) a retornar à carteira de dividendos da Empiricus em maio apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa na semana: novos capítulos no Oriente Médio, dados de infação, temporada de resultados, Trump na China e mais

Os mercados globais iniciam a semana novamente sob forte tensão geopolítica após Donald Trump rejeitar a mais recente resposta do Irã à proposta americana de cessar-fogo, classificando-a como “totalmente inaceitável”.

A reação voltou a pressionar os preços do petróleo diante da percepção de que o Estreito de Ormuz pode permanecer fechado por mais tempo. O Irã havia proposto concentrar as negociações inicialmente apenas em um cessar-fogo imediato, deixando a discussão sobre o programa nuclear para uma etapa posterior, proposta prontamente descartada por Washington.

Apesar da escalada geopolítica, as bolsas globais operam de forma mista, enquanto investidores acompanham uma agenda econômica particularmente relevante nesta semana, marcada por dados de inflação no Brasil, nos Estados Unidos e na China.

· 00:56 — Dólar abaixo de R$ 4,90 e petróleo acima de US$ 100: bem-vindo ao Brasil

No Brasil, a agenda da semana segue bastante carregada, tanto do lado microeconômico, com uma temporada de resultados intensa, quanto do lado macro, com destaque para a divulgação da inflação oficial de abril, prevista para amanhã.

As projeções apontam para uma desaceleração na margem, mas o mercado teme uma composição qualitativamente mais deteriorada, semelhante ao observado na prévia inflacionária recente, ainda pressionada principalmente pelos preços da gasolina e dos alimentos. Além disso, os investidores acompanharão os dados de vendas no varejo, na quarta-feira, e o volume de serviços, na sexta, indicadores importantes para medir o ritmo de atividade da economia brasileira.

Entre os ativos, o Ibovespa conseguiu se manter acima dos 184 mil pontos na última sexta-feira, embora a piora do ambiente geopolítico internacional possa voltar a gerar pressão sobre o fluxo estrangeiro para mercados emergentes.

Enquanto isso, o dólar encerrou abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez desde janeiro de 2024, cotado a R$ 4,89, beneficiado tanto pela fraqueza global da moeda americana quanto pela alta do petróleo, fator historicamente positivo para os termos de troca brasileiros.

E, por falar em petróleo, os investidores aguardam com atenção o resultado da Petrobras, que será divulgado hoje após o fechamento do mercado. As expectativas apontam para um crescimento superior a 40% no lucro líquido ajustado, além da distribuição de aproximadamente US$ 2,4 bilhões em dividendos, sustentados pela forte geração de caixa da companhia. Pelo peso relevante da Petrobras no índice, o resultado da estatal tende a ter impacto mais amplo sobre o comportamento do mercado brasileiro.

· 01:44 — Wall Street entre o CPI e o Oriente Médio

Lá fora, a semana será dominada pelos dados de inflação nos Estados Unidos, também na terça-feira, em um ambiente no qual o mercado tenta medir os efeitos da guerra envolvendo o Irã sobre preços, atividade econômica e política monetária.

A expectativa é de aceleração dos preços, pressionados pela recente alta do petróleo e da gasolina, que já supera US$ 4,50 por galão, o maior patamar desde 2022. Ainda assim, os indicadores mais recentes de atividade continuam apontando para uma economia relativamente resiliente.

O payroll divulgado na última semana, por exemplo, mostrou criação de empregos acima das expectativas, enquanto a taxa de desemprego permaneceu estável em 4,3%, reforçando a percepção de que o Federal Reserve ainda possui espaço para manter os juros elevados por um período mais prolongado.

Ao mesmo tempo, os indicadores de confiança do consumidor seguem deteriorados, refletindo o desconforto crescente das famílias americanas com o aumento do custo de vida e os impactos da inflação sobre o orçamento doméstico.

Mesmo diante de um ambiente mais desafiador, Wall Street continua renovando máximas históricas, impulsionada principalmente pelo forte desempenho das empresas ligadas à inteligência artificial. O setor de tecnologia segue liderando os ganhos do mercado, sustentado por resultados corporativos robustos e pelo crescimento expressivo dos lucros das empresas do S&P 500. Contudo, já surge novamente receio de exagero por conta da concentração do movimento.

· 02:33 — Aparentemente inaceitável

A guerra entre Estados Unidos e Irã entra em sua 11ª semana ainda sem avanços concretos, mantendo os mercados globais presos ao mesmo impasse que vem pressionando o petróleo, a inflação e as expectativas de crescimento ao redor do mundo.

A rejeição de Donald Trump à nova proposta de paz apresentada por Teerã reacendeu os temores de prolongamento do conflito e provocou reação imediata nos ativos globais (disse que a resposta iraniana era totalmente inaceitável), com alta do petróleo, fortalecimento do dólar e recuo dos futuros das bolsas americanas.

O Brent voltou a superar os US$ 100 por barril diante da percepção de que o Estreito de Ormuz pode permanecer fechado por mais tempo, enquanto o Irã segue exigindo suspensão de sanções, liberação de ativos congelados, controle sobre Ormuz e reparações de guerra. Ao mesmo tempo, Israel reforçou que “a guerra não acabou”, enquanto grandes bancos alertam para riscos crescentes de escassez global de combustíveis caso o bloqueio persista, afetando os níveis globais de preços e atividade.

· 03:29 — O encontro da semana

Donald Trump desembarca em Pequim nos dias 14 e 15 de maio para a primeira visita presidencial americana à China desde 2017, em um encontro com Xi Jinping que deve concentrar as atenções em três frentes principais: guerra no Oriente Médio, comércio e tecnologia.

O conflito envolvendo o Irã tende a ocupar parte relevante das conversas, diante de seus impactos crescentes sobre energia, inflação e cadeias globais de suprimento. Nesse contexto, Washington deve pressionar Pequim sobre sua relação econômica com Teerã e sobre possíveis caminhos diplomáticos para reduzir as tensões.

Ao mesmo tempo, os dois países devem discutir a extensão da trégua comercial firmada em Busan no ano passado, além de temas estratégicos como semicondutores, inteligência artificial, Taiwan e fornecimento de terras raras.

A agenda econômica também será ampla, com negociações envolvendo possíveis compras chinesas de soja, carne bovina, energia e aeronaves da Boeing, além da criação de um Conselho de Comércio EUA-China e de um Conselho de Investimentos bilateral.

A visita deve contar ainda com a presença de importantes executivos americanos, refletindo o esforço de reposicionamento das relações econômicas entre as duas maiores potências do mundo. Apesar do tom diplomático mais construtivo, o encontro ocorre em um momento sensível, marcado pela fragilidade do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã e pela persistência das disputas tecnológicas.

· 04:12 — Chega de deflação

E por falar na China, o país registrou uma saída do quadro deflacionário que vinha marcando sua economia desde o fim de 2022, principalmente por conta da alta dos preços de energia e commodities em meio à guerra envolvendo o Irã.

Os preços ao produtor avançaram 2,8% em relação ao ano anterior, o maior aumento desde julho de 2022 e acima das expectativas do mercado, enquanto a inflação ao consumidor surpreendeu ao subir para 1,2%. O movimento reflete tanto uma recuperação parcial da demanda quanto o impacto da forte valorização do petróleo e dos metais industriais, interrompendo um período prolongado de excesso de produção e intensas guerras de preços na indústria chinesa.

A mudança de cenário também fortaleceu o yuan, que atingiu o maior patamar em mais de três anos, levando o mercado a projetar uma valorização adicional da moeda chinesa nos próximos meses.

· 05:06 — Nova edição do Arquivo X

A divulgação de milhares de páginas de arquivos do Pentágono sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs, na sigla em inglês) reacendeu o interesse do mercado em torno de possíveis avanços tecnológicos militares e de seus impactos sobre a indústria global de defesa.

Entre os relatos divulgados, chamaram atenção episódios envolvendo objetos realizando manobras consideradas incomuns para os padrões tecnológicos atualmente conhecidos, incluindo curvas abruptas em alta velocidade, movimentações submersas sem aparente perda de velocidade e sistemas invisíveis a olho nu, mas detectáveis por radar. Embora o tema continue cercado por especulações, o material reforçou o foco em segmentos ligados a aeronaves avançadas, tecnologia furtiva, guerra eletrônica e sistemas autônomos de defesa.

Do ponto de vista do mercado, os documentos acabaram fortalecendo narrativas já presentes no setor aeroespacial e militar, beneficiando companhias como Lockheed Martin, GE Aerospace, Northrop Grumman, RTX e L3Harris Technologies. Os relatos envolvendo interferência em sistemas de armas, tecnologias de camuflagem e detecção por radar aumentaram a atenção sobre programas militares classificados e projetos de próxima geração.

Nesse contexto, programas confidenciais da divisão aeronáutica da Lockheed Martin podem movimentar entre US$ 500 milhões e US$ 700 milhões em 2026, reforçando a percepção de que o novo ciclo global de investimentos em defesa, segurança e tecnologias estratégicas segue ganhando força.

Nesse contexto, ETFs temáticos focados em aeroespacial e defesa, como o Select STOXX Europe Aerospace & Defense (EUAD), o Global X Defense Tech (SHLD) e o First Trust Indxx Aerospace & Defense (MISL), seguem surgindo como instrumentos eficientes para capturar essa tendência por meio de uma exposição diversificada.

No Brasil, o iShares U.S. Aerospace & Defense ETF (BDR: BAER39) cumpre papel semelhante, oferecendo acesso a esse tema de forma simples e acessível. Ainda assim, a disciplina na alocação permanece fundamental: posições individuais entre 1% e 2,5% da carteira, com limite agregado próximo a 5% para o tema, ajudam a equilibrar o potencial de retorno com uma gestão de risco adequada, respeitando tanto o caráter estrutural da tese quanto a volatilidade inerente ao setor.

O post Ibovespa na semana: novos capítulos no Oriente Médio, dados de infação, temporada de resultados, Trump na China e mais apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

É hoje (11): IA que vai buscar lucros de até R$ 1.960 toda sexta-feira terá acessos liberados; veja como reservar já o seu

A partir das 19h desta segunda-feira (11), a Empiricus Research vai liberar acessos para os interessadosem conhecer o Delta IA, software que busca lucros no mercado de criptomoedas de forma 100% automatizada.

Os investidores que registrarem seu interesse com antecedência poderão receber os acessos em breve. Se você chegou neste texto antes do lançamento da ferramenta, aproveite a chance de deixar seu nome na lista prévia e já ficar ligado nos próximos passos:

PRÉ-INSCRIÇÃO PARA PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA – INSCREVA-SE AQUI

Como o Delta IA opera em busca de lucros semanais?

O Delta IA chega ao mercado como a primeira inteligência artificial automatizada do Brasil voltada para operações de long & short em criptomoedas. Na prática, isso significa que a tecnologia atua em compra e venda de ativos digitais, buscando oportunidades de retorno em diferentes cenários do mercado.

A proposta da ferramenta é permitir que o investidor possa buscar ganhos explorando justamente a diferença entre essas posições. De acordo com resultados de backtests da estratégia:

  • Em períodos de queda do mercado, a projeção foi de até R$ 1.960 por semana;
  • Já em cenários de alta, a projeção alcançou até R$ 1.420 por sexta-feira.

Os resultados têm como base testes realizados nos últimos seis anos, com os desempenhos em destaque relativos a junho de 2020 (+50,6%) e outubro de 2021 (+35,3%), respectivamente.

O diferencial desta ferramenta está na execução automatizada das operações”, explica Valter Rebelo, especialista em ativos digitais da Empiricus Research e responsável pelo desenvolvimento da estratégia do Delta IA.

“Enquanto outras inteligências artificiais apenas fornecem análises ou sugestões, o Delta IA opera o mercado de forma ativa. O investidor pode simplesmente acompanhar e copiar as operações realizadas pela estratégia”, afirma.

Ademais, o analista també ressalta: “O mercado de criptomoedas tem riscos, mas sem arriscar todo o seu patrimônio, acredito que você ainda se expõe a esse potencial”. Por isso, é sempre bom lembrar que rentabilidade passada não representa garantia de ganhos futuros e todo investimento envolve riscos e pode gerar perdas.

Para apresentar o funcionamento da tecnologia, esclarecer dúvidas e detalhar a metodologia utilizada, Rebelo e a equipe de especialistas em criptomoedas da Empiricus irão promover um evento online gratuito na próxima semana.

VEJA COMO PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA

Outro ponto que chama atenção na estratégia é a dinâmica semanal das operações –especialmente às sextas-feiras.

É nesse dia que o robô realiza o rebalanceamento automatizado da carteira, selecionando:

  • 10 ativos com maior potencial de valorização para operações compradas;
  • 10 ativos com mais chance de queda para operações vendidas.

“Vão ter semanas de euforia no mercado e as criptomoedas podem disparar. Em outras, o pessimismo pode pesar e o mercado, despencar”, descreve Rebelo.

Com etapas simples, a ferramenta desenvolvida por experts no mercado permite que até mesmo usuários com pouca experiência possam ir em busca da conquista de uma renda extra. A boa notícia é que a oportunidade para conhecer o Delta IA de perto está próxima. Veja como, a seguir.

Última chamada: Ainda dá tempo de reservar seu acesso ao Delta IA

Como falamos anteriormente, se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o Delta IA.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la.

O registro inicial é gratuito:

O post É hoje (11): IA que vai buscar lucros de até R$ 1.960 toda sexta-feira terá acessos liberados; veja como reservar já o seu apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

O maior comprador de bitcoin está falando em vender — isso é um sinal que você também precisa mudar

A empresa que mais comprou Bitcoin no mundo nos últimos anos sinalizou, na última divulgação de resultados, que pode vender parte da reserva.

É contra-intuitivo o suficiente para parar qualquer um. A Strategy, com mais de 815 mil BTC em tesouraria e uma tese construída integralmente ao redor do ativo, falando em vender? É o fim da tese?

Nesta edição, exploramos a dinâmica por trás desse movimento e como ela se conecta a uma forma mais eficiente de investir em criptoativos. Antes de chegar lá, atualizamos a leitura técnica do Bitcoin — que vem se recuperando desde os fundos de abril e já opera próximo dos US$ 81 mil — além do cenário macro, que segue construtivo, atuando silenciosamente por baixo do ruído diário do mercado. Também analisamos o avanço do Clarity Act no Senado americano, uma proposta que pode acelerar a consolidação das criptomoedas como uma classe de ativos legítima e cada vez mais integrada ao sistema financeiro tradicional.

Análise Gráfica

Fonte: Empiricus Cripto

O gráfico acima combina dois elementos. À direita, o modelo de densidade distribui o histórico de negociação por nível de preço — não por tempo. As regiões mais densas indicam onde o mercado concentrou volume ao longo dos últimos meses e funcionam como zonas naturais de suporte e resistência quando o preço retorna àquele nível. O cone projetado à esquerda indica a faixa esperada de oscilação para os próximos sete dias, com base na volatilidade realizada dos últimos 30 dias.

O Bitcoin está sendo negociado próximo de US$ 81.400. A tendência de alta desde os fundos de março e abril segue em voga, ainda, sem sinais de esgotamento. É um processo gradual, com cada semana de fechamento no positivo consolidando a estrutura.

A próxima zona de resistência relevante fica em torno de US$ 84.500. Abaixo do preço atual, os principais suportes estão em US$ 78.400 e US$ 77 mil. Para os próximos sete dias, o cone de volatilidade projeta com um intervalo de 68% de probabilidade do ativo ficar entre US$ 77.400 e US$ 85.500.

No consolidado, seguimos com viés otimista.

O velho ditado continua valendo: em time que está ganhando, não se mexe

O pano de fundo macro não mudou do que acompanhamos nas últimas semanas.

Os juros reais americanos seguem em queda. Não porque o Federal Reserve cortou taxas, o banco central ficou parado, mas porque as expectativas de inflação de curto prazo subiram enquanto os juros nominais permaneceram relativamente estáveis. Quando isso acontece, os juros reais caem, a renda fixa perde atratividade relativa e o capital começa a buscar retorno em outros lugares.

A isso se soma a compressão simultânea da volatilidade em múltiplas classes de ativos. O VIX (bolsas americanas), o MOVE Index (Treasuries) e a volatilidade cambial seguem em níveis baixos simultaneamente. Um choque macro não estressa um único mercado, ele costuma aparecer quando ações, bonds e câmbio oscilam com violência ao mesmo tempo.

O oposto também é verdade, quando a volatilidade cai em bloco, como agora, o sistema inteiro sinaliza ausência de estresse. Vale notar que mesmo com o petróleo voltando a subir por tensões geopolíticas, os mercados não reagiram como faziam no passado, quando crude up significava automaticamente juros mais altos e bolsas pressionadas. O choque existe, mas o mercado o interpreta como um risco localizado de oferta, não como uma ameaça inflacionária estrutural e enquanto esse mecanismo de transmissão não se reativar, o regime segue favorável.

Quando a volatilidade cai em conjunto dessa forma, o sistema financeiro aumenta exposição ao risco de forma “mecânica”. Fundos quantitativos e estratégias institucionais de alocação são calibrados por volatilidade: quando ela recua, esses modelos permitem posições maiores. O resultado prático é mais capital migrando para ativos de risco.

O resultado aparece nos fluxos. Desde o começo de abril, os ETFs de Bitcoin acumularam mais de US$ 3,7 bilhões em entradas líquidas. Ativos de risco estão subindo em bloco e criptoativos estão nessa cesta.

Strategy: quando a maior compradora de BTC fala em vender

A Strategy é a maior detentora corporativa de Bitcoin do mundo, com mais de 818 mil BTC em tesouraria, o equivalente a quase 4% de toda a oferta que existirá. Não é um nome novo: a empresa acelerou sua acumulação justamente durante os meses de maior ruído geopolítico, e foi esse fluxo, junto com os ETFs e outras Digital Asset Treasuries (empresas que adotaram BTC como reserva estratégica de balanço), que sustentou o preço do Bitcoin durante o período de maior incerteza. E é o mesmo fluxo que vem impulsionando a recuperação até os patamares atuais.

O que chama atenção foi sua última divulgação de resultados, a empresa sinalizou a possibilidade de vender parte da reserva. A pergunta natural: por quê?

A resposta está na evolução da estrutura de capital da Strategy e revela mais sobre o estágio de maturidade do mercado do que sobre qualquer mudança de convicção.

O modelo original da Strategy era relativamente simples: captar dinheiro no mercado, comprar Bitcoin e esperar sua valorização. O problema é que Bitcoin não gera fluxo de caixa, enquanto grande parte dessas compras foi financiada com dívida tradicional, que possui vencimentos entre 2027 e 2032. Isso criava um risco importante, se o BTC estivesse em baixa quando essas dívidas começassem a vencer, a empresa poderia ser obrigada a vender reservas em um momento desfavorável.

Foi justamente para reduzir essa fragilidade que surgiu o STRC, um novo tipo de ação preferencial perpétua emitida pela Strategy. Diferente de uma dívida comum, ela não possui vencimento. Ou seja: a empresa não precisa devolver o principal em uma data específica. Em vez disso, os investidores recebem dividendos recorrentes e podem negociar suas ações livremente no mercado secundário.

Na prática, a Strategy está tentando transformar uma estrutura baseada em dívida de prazo definido em uma base de capital mais permanente e flexível.

E é aí que entram as possíveis vendas parciais de BTC. Elas não representam abandono da tese. Fazem parte da administração financeira do modelo. A empresa pode emitir ações, pagar dividendos e, eventualmente, vender pequenas parcelas de Bitcoin para equilibrar sua estrutura de capital.

Ainda assim, o ponto mais importante é outro: até a maior empresa do mundo focada em comprar e segurar Bitcoin precisou evoluir sua estratégia. O mercado amadureceu. Hoje, não basta apenas acumular ativos. É preciso administrar liquidez, risco, fluxo de caixa e timing de mercado.

Esse movimento ajuda a explicar uma mudança mais ampla no próprio mercado cripto. Nos ciclos anteriores, simplesmente comprar Bitcoin e carregar posição já era suficiente para gerar retornos extraordinários. Mas, à medida que o setor se institucionaliza, cresce também a diferença entre uma gestão passiva e uma gestão ativa.

Cada vez mais, os grandes participantes buscam otimizar exposição, aumentando risco quando o ambiente é favorável, reduzindo posição em momentos de deterioração e tentando capturar os fluxos que lideram cada etapa do ciclo.

É exatamente essa lógica que orienta a Carteira Crypto Momentum: uma estratégia de gestão ativa construída para buscar retornos acima do próprio Bitcoin. A proposta não é substituir o BTC, mas reconhecer que, em um mercado mais sofisticado, existe uma camada adicional de oportunidade para quem consegue navegar os ciclos de forma mais dinâmica.

E os resultados iniciais ajudam a ilustrar isso. Durante seu primeiro mês de operação, a carteira entregou 128% do retorno do Bitcoin, aproveitando justamente um ambiente macro que continua favorável para ativos de risco e para o mercado cripto como um todo.

Fonte: Empiricus Cripto

Micro — Clarity Act: o trilho institucional se abre

O Clarity Act, projeto de lei que propõe estrutura regulatória clara para criptoativos nos Estados Unidos, voltou a chamar atenção esta semana.

O contexto: por anos, dois órgãos reguladores americanos (a SEC e a CFTC) disputaram jurisdição sobre criptoativos, criando incerteza jurídica crônica. Qualquer gestora que quisesse construir produto cripto encarava o risco de ver aquela linha de negócio declarada ilegal por uma mudança de interpretação regulatória. O Clarity Act propõe resolver isso: divide a supervisão de forma clara, cria regras específicas para stablecoins, exchanges e DeFi, e abre caminho para que ativos saiam da zona cinzenta.

O projeto passou na Câmara em julho de 2025 com 294 votos a favor — placar incomum num Congresso polarizado. Ficou parado no Senado por um impasse sobre stablecoins, a questão era se essas moedas digitais poderiam oferecer rendimento, o que os bancos tradicionais interpretavam como concorrência direta. Nas últimas semanas, um compromisso bipartidário desbloqueou esse nó. A solução protege os bancos, mas preserva os modelos de negócio cripto baseados em utilidade real. Agora, a votação de markup no Comitê Bancário do Senado está prevista para a semana de 11 de maio.

Este é o marco regulatório mais aguardado pelo mercado e o impacto prático de uma aprovação vai além de uma vitória política. Mais clareza jurídica significa menos atrito para gestoras, corretoras, bancos e até empresas de tecnologia construírem produtos cripto. A discussão deixa de ser “se” grandes instituições participarão e passa a ser “por qual trilho” — e quantos estarão disponíveis.

O post O maior comprador de bitcoin está falando em vender — isso é um sinal que você também precisa mudar apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

1T26: Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3), Raízen (RAIZ4) e mais 50 empresas da B3 divulgam resultados trimestrais nesta semana

O calendário semanal do 1T26 está com nomes de peso da Bolsa brasileira. Ao todo, 53 empresas irão divulgar seus resultados trimestrais entre os dias 11 e 15 de maio. Entre elas, estão Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3) e Raízen (RAIZ4).

Investidores que gostam de acompanhar de perto suas companhias preferidas podem conferir as datas no gráfico abaixo.

Agenda de resultados do 1T26: Semana de 11 a 15 de maio

A seguir estão todas as empresas que estão previstas para divulgar seus resultados trimestrais do 1T26 nesta semana:

Empresa Ticker Data Teleconferência 
Vivo VIVT3 11/05/26 11/05/26, às 10h 
Energisa ENGI11 11/05/26 12/05/26 
Petrobras PETR4 11/05/26 12/05/26 
Direcional DIRR3 11/05/26 12/05/26 
Itaúsa ITSA4 11/05/26 Não informado 
Natura NATU3 11/05/26 12/05/26 
Grupo SBF SBFG3 11/05/26 12/05/2026, às 11h 
MRV MRVE3 11/05/26 12/05/26 
Track&Field TFCO4 11/05/26 12/05/26 
Braskem BRKM5 12/05/26 13/05/26 
BTG Pactual BPAC11 12/05/26 12/05/26 
Cury CURY3 12/05/26 13/05/26 
Enjoei ENJU3 12/05/26 13/05/26 
JBS JBSS3 12/05/26 13/05/26 
Bemobi BMOB3 12/05/26 13/05/26 
Dasa DASA3 12/05/26 13/05/26 
Caixa Seguridade CXSE3 13/05/26 14/04/26 
SLC Agrícola SLCE3 13/05/26 14/05/26 
Boa Safra SOJA3 13/05/26 14/05/2026, às 14h 
Movida MOVI3 13/05/26 14/05/26 
CVC Brasil CVCB3 13/05/26 14/05/26 
Vamos VAMO3 13/05/26 14/05/26 
Melnick MELK3 13/05/26 14/05/26 
Banco do Brasil BBAS3 13/05/26 14/05/26 
Equatorial EQTL3 13/05/26 14/05/26 
Rede D’or RDOR3 13/05/26 14/05/26 
Oi OIBR3 13/05/26 14/05/26 
Multilaser MLAS3 13/05/26 14/04/26 
Americanas AMER3 13/05/26 14/05/26 
Grupo Casas Bahia BHIA3 13/05/26 14/05/26 
Positivo POSI3 13/05/26 14/05/26 
Cruzeiro do Sul Educacional CSED3 13/05/26  
Ser Educacional SEER3 13/05/26 14/05/26 
Raízen – 4T25/26 RAIZ4 13/05/26 14/05/26 
Sanepar SAPR11 14/05/26 15/05/2026, às 9h 
Tupy TUPY3 14/05/26 15/05/26 
Grupo Toky  TOKY3 14/05/26 15/05/26 
Automob AMOB3 14/05/26 15/05/26 
Bradespar BRAP4 14/05/26 Não informado 
CPFL Energia CPFE3 14/05/26 15/05/26 
Cyrela CYRE3 14/05/26 15/05/26 
Grupo Mateus GMAT3 14/05/26 15/05/26 
Agrogalaxy AGXY3 14/05/26 15/05/26 
3Tentos TTEN3 14/05/26 15/05/26 
Unipar UNIP3 14/05/26 15/05/2026 – 14h 
MBRF MBRF3 14/05/26 15/05/26 
Nubank ROXO34 14/05/26 14/05/26 
Cosan CSAN3 14/05/26 15/05/26 
Banrisul  BRSR6 14/05/26 Não informado 
Azul AZUL4 14/05/26 Não informado  
Copasa CSMG3 15/05/26 22/04/26  
Simpar SIMH3 15/05/26 18/05/26 

Quais ações investir em plena temporada de balanços do 1T26?

Agora que você está atualizado nas datas que as empresas brasileiras divulgam os resultados do 1T26, pode permanecer com a carteira de investimentos alinhada à sua estratégia.

Para quem busca investir nas ações mais promissoras, a Empiricus Research preparou uma seleção atualizada com 10 ações para investir agora. Esses papéis estão reunidos na carteira Empiricus Ações.

O portfólio é formado por 10 ações brasileiras de alto potencial, escolhidas com base em análise criteriosa de fundamentos e perspectivas para os próximos meses.

Mas o diferencial não está apenas na seleção. Está na forma de investir.

Se você quiser acessar todas as recomendações sem ter que executar ordens manualmente, a carteira está disponível em formato automatizado dentro da plataforma do BTG Pactual.

Na prática, isso significa que você pode investir em todo o portfólio com poucos cliques e, a partir daí, o processo de alocação, rebalanceamento e execução das ordens acontece de forma integrada. Vale ressaltar que essas alterações sempre estarão baseadas nas decisões das mentes por trás da carteira, os analistas da Empiricus Research.

Para começar, clique no botão abaixo, faça seu cadastro gratuito e conheça a plataforma:

INVISTA NA CARTEIRA EMPIRICUS AÇÕES DE FORMA AUTOMÁTICA

O post 1T26: Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3), Raízen (RAIZ4) e mais 50 empresas da B3 divulgam resultados trimestrais nesta semana apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Dividendos: Caixa Seguridade (CXSE3), Copasa (CSMG3) e mais 7 ações pagam proventos na semana

Esta semana reserva o pagamento de dividendos ou juros sobre o capital próprio (JCP)_de algumas empresas relevantes do mercado. É o caso da Copasa (CSMG3), que abre a semana com o pagamento de R$ 0,468 por ação na segunda-feira (11).

Já no final da semana, os acionistas recebem dividendos da Caixa Seguridade (CXSE3), de R$ 0,33, previstos para sexta-feira (15).

Preparamos um calendário completo com todos os pagamentos programados para a semana, para que você não perca os que mais importam para a sua carteira. Veja a seguir.

Dividendos da semana de 11 a 15 de maio

Confira na tabela a seguir o cronograma de dividendos a serem pagos na semana:

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data de pagamentoData-com
CopasaCSMG3JCP0,46811/05/202623/03/2026
JHSFJHSF3Dividendo0,06911/05/202624/04/2026
WhirlpoolWHRL3Dividendo0,03912/05/202627/04/2026
WhirlpoolWHRL4Dividendo0,04312/05/202627/04/2026
BrisanetBRST3JCP0,04112/05/202619/12/2025
GrendeneGRND3JCP0,09113/05/202623/04/2026
GrendeneGRND3Dividendo0,00113/05/202623/04/2026
MinervaBEEF3Dividendo0,03113/05/202628/04/2026
Caixa SeguridadeCXSE3Dividendo0,33015/05/202630/04/2026
ÂnimaANIM3Dividendo0,07815/05/202624/04/2026
AlpagartasALPA3JCP0,14915/05/202616/12/2025
AlpagartasALPA4JCP0,16415/05/202616/12/2025

Investir em dividendos: como selecionar ações?

Na hora de investir em ações com foco em dividendos, a escolha pode não ser fácil. Com um fluxo intenso de ativos distribuindo proventos, identificar quais apresentam um preço atrativo para se posicionar e quais os melhores pagamentos proporcionais faz toda a diferença para uma carteira de renda passiva.

Por isso mesmo, o analista de ações da Empiricus Research Ruy Hungria faz uma seleção atualizada mensalmente para indicar quais são as melhores oportunidades para investir.

A boa notícia é que agora você pode investir na carteira de dividendos da Empiricus Research de forma automatizada, na plataforma online do BTG Pactual.

Se você deseja conhecer a carteira Empiricus Dividendos na íntegra, com as ações recomendadas para investir no momento, é só clicar no link a seguir (sem custos) e conhecer o produto que pode facilitar muito seus investimentos de perto:

INVISTA NAS AÇÕES MAIS PROMISSORAS DO MÊS DE FORMA AUTOMÁTICA

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

O post Dividendos: Caixa Seguridade (CXSE3), Copasa (CSMG3) e mais 7 ações pagam proventos na semana apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Caio Araujo, da Empiricus Research, identifica momento oportuno para 3 FIIs

Caio Araujo, analista de fundos imobiliários da Empiricus Research, acaba de publicar um relatório especial sobre o segmento de galpões logísticos.

Ele foi motivado por um momento particular do ciclo desses FIIs e, no texto, explicou o cenário e indicou três papéis bem-posicionados para aproveitar o as possibilidades dos próximos meses.

De acordo com o especialista, o momento atual é favorável aos fundos que detêm imóveis modernos, de alta qualidade e bem localizados. Além disso, para que o setor pudesse chegar até aqui, algumas mudanças foram importantes no cenário.

O que diz o analista da Empiricus

Araujo detalha que as empresas clientes desse tipo de fundo têm buscado maior eficiência operacional, ao mesmo tempo em que há uma reorganização das cadeias de suprimento. Junto a isso tudo, o e-commerce segue avançando no Brasil.

Para o investidor, isso significa uma demanda maior por galpões com boas estruturas bem localizados.

O analista destaca que esse processo está acontecendo enquanto “o alto custo de desenvolvimento de novos empreendimentos pressiona os retornos oferecidos pelos FIIs”. Dessa forma, o cenário atual “reduz o incentivo para novos projetos”.

A alta dos custos de construção tem relações com a inflação persistente e a taxa básica de juros (Selic) em patamar elevado (14,5% ao ano), ainda que no meio de um ciclo de cortes.

Como resultado, Araujo entende que os fundos imobiliários que já detêm bons ativos, ou possuem dinheiro em caixa para custear novos imóveis, são os mais bem preparados para aproveitar oportunidades no cenário atual.

“Com menor competição de novas entregas e maior poder de barganha dos proprietários, fundos imobiliários logísticos com portfólios de qualidade tendem a capturar esse movimento ao longo das próximas janelas de revisão contratual, por meio de reajustes reais de aluguel, manutenção de ocupação elevada e reciclagem eficiente de capital.”

A velha regra de oferta e demanda

Caio Araujo resume o cenário que beneficia bons FIIs de galpões: “a oferta deixou de crescer no mesmo ritmo da demanda”.

Ele lembra que, após a pandemia, esse segmento viveu “um período intenso de entregas e normalização”. Porém, esse ritmo de crescimento está caindo, ao mesmo tempo em que a busca por mais empreendimentos de logística permanece sólida.

“Esse movimento tem se refletido de forma mais clara em São Paulo, o principal mercado logístico do país”. O analista explica que a desaceleração nas construções e a baixa vacância (6,7%) indicam vantagens para os proprietários, “especialmente no segmento de alto padrão”.

gráfico fiis galpões sp vacância preço

“O ponto central da tese é que o mercado começa a apresentar sinais de escassez antes mesmo de os preços refletirem integralmente o custo de reposição.”

O analista entende que os preços mais altos para desenvolver novos empreendimentos tendem a limitar a oferta futura e preservar a ocupação dos imóveis existentes. Com isso, o poder de barganha dos proprietários será maior nas próximas janelas de revisão dos contratos.

E acrescenta: “fundos com portfólios de maior qualidade, exposição a regiões mais demandadas e gestão ativa tendem a se beneficiar de três vetores principais”. São eles:

  • Reajustes reais de aluguel;
  • Manutenção de vacância em níveis controlados;
  • Reciclagem de portfólio com geração de valor.

As indicações de Caio Araujo

Em seu relatório, Caio Araujo compartilha três fundos imobiliários com bom potencial para aproveitar o momento atual do ciclo.

Mais do que apresentar nomes e tickers, o analista detalha em poucos parágrafos o que leva cada um a estar bem-posicionado para entregar retornos interessantes aos investidores.

O momento ímpar desse segmento de FIIs levou Araujo a produzir um relatório especial – com acesso gratuito e sem necessidade de cadastro.

Para ler o texto do analista da Empiricus Research na íntegra e conhecer os três fundos indicados, basta clicar no botão abaixo:

CONHECER OS FIIs INDICADOS POR CAIO ARAUJO

O post Caio Araujo, da Empiricus Research, identifica momento oportuno para 3 FIIs apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

1T26 das big techs: o mercado cansou do ‘hype’? Confira a análise de Enzo Pacheco no novo episódio Empiricus Podcast

As big techs reportaram números bilionários na temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26), que superaram as expectativas do mercado. Para se ter uma ideia, os dados coletados pela Bloomberg estimavam um crescimento de lucros de 18% na comparação com o mesmo período de 2025.

Contudo, com a divulgação dos números de seis das “Sete Magníficas” — a Nvidia ainda não divulgou , o grupo caminha para entregar um crescimento de lucros de 57% no 1T26. Para efeito de comparação, o restante do S&P500 deve entregar um avanço de 16% nos lucros.

Mas apesar dos números positivos nos balanços, na bolsa, a reação foi diferente. Logo após os resultados, o mercado “privilegiou” as ações da Alphabet (GOOGL) e Amazon (AMZN). Em contrapartida, “puniu” os papéis da Meta (META) e Microsoft (MSFT).

O que levou o mercado a reagir dessa forma? Será que o hype da IA passou e agora os investidores estão separando as big techs entre vencedoras e perdedoras?

Enzo Pacheco, analista de ações internacionais, participou do Empiricus Podca$t desta semana para falar do resultado da big techs, o que está no radar do mercado e como os investidores podem se posicionar nesse setor. (veja o episódio na íntegra).

Se todos os resultados foram positivos, por que algumas ações caíram?

Das Sete Magníficas, Meta, Amazon, Alphabet e Microsoft divulgaram resultados no dia 29 de abril. Todas apresentaram crescimento de dois dígitos nos lucros. Apesar disso, no pregão seguinte aos balanços houve uma disparidade no comportamento das ações.

Enquanto os papéis da Alphabet subiram mais de 10% e a Amazon renovou máxima histórica, as ações da Microsoft e Meta despencaram 4% e 8%, respectivamente. Segundo Enzo Pacheco, esse comportamento foi motivado pela projeção que essas companhias reportaram em relação aos investimentos em inteligência artificial.

Ele explicou que há algum tempo o mercado vem questionando se os investimentos das big techs em IA estão fazendo sentido e gerando resultado para as empresas.

O trio Alphabet, Microsoft e Amazon são conhecidas como hyperscales, ou seja, “empresas que vão fazer grandes estruturas e data centers, e oferecer para que as empresas contratem essas estruturas de processamento”, pontua o analista.  

É justamente essa capacidade de expandir essas estruturas que está no radar dos analistas e investidores, “pois é o que vai gerar um crescimento forte da receita nos próximos anos”.

Nesse sentido, a pergunta que fica é:

Vale a pena investir nas big techs após os resultados do 1T26?

Enzo Pacheco aponta que, embora o mercado tenha reagido mal aos resultados de algumas big techs, “para os brasileiros que querem começar a investir lá fora, as sete magníficas são boas opções para começar”.

Nesse sentido, durante o podcast o analista revelou quem foi a grande perdedora e a grande vencedora nos resultados do 1T26, na visão dele, e como equilibrar as posições desses papéis na carteira.

Além disso, Enzo revelou qual a ação de big tech preferida neste momento. Você pode conferir tudo isso no novo episódio do Empiricus Podca$t. Para conferir na íntegra, basta apertar o play no botão abaixo:

O post 1T26 das big techs: o mercado cansou do ‘hype’? Confira a análise de Enzo Pacheco no novo episódio Empiricus Podcast apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Localiza (RENT3) começa o ano com o pé no acelerador e lucro supera a marca de R$ 1,2 bilhão; confira análise do resultado do 1T26

A Localiza (RENT3) reportou mais um trimestre sólido, com avanço de rentabilidade em praticamente todas as linhas de negócio. A receita líquida consolidada atingiu R$ 12,3 bilhões (+21,2% a/a), enquanto o lucro líquido somou R$ 1,22 bilhão (+45% a/a), superando pela primeira vez a marca de R$ 1 bilhão em um primeiro trimestre, mesmo desconsiderando efeitos não recorrentes.

O resultado veio sustentado principalmente por ganhos operacionais em RAC e GTF, com melhora de utilização da frota, avanço de tarifas, maior produtividade e diluição de custos, além de um trimestre forte em Seminovos. Mesmo em um ambiente ainda pressionado por juros elevados, a companhia segue entregando expansão de ROIC spread e forte geração de caixa, reforçando a qualidade da execução operacional.

Aluguel de Carros (RAC)

Na divisão de aluguel de carros, a receita líquida atingiu R$ 2,79 bilhões (+8,5% a/a), impulsionada pela combinação de maior diária média e aumento de utilização da frota. O número de diárias cresceu 1,0% a/a, enquanto a diária média avançou 7,0%, para R$ 157,4. Já a taxa de utilização atingiu 82,1%, alta de 12,1 p.p. frente ao 1T25, refletindo disciplina de oferta, foco em produtividade e melhor alocação de frota.

Mesmo com o crescimento da receita, os custos e despesas da divisão avançaram apenas 1,9% a/a, beneficiados pela maior produtividade da frota, melhora nos custos de manutenção e preparação por carro, além do maior volume de créditos tributários de PIS/Cofins. Assim, o ebitda da operação somou R$ 1,88 bilhão (+12,1% a/a), com margem de 67,4% (+2,2 p.p. a/a), reforçando a capacidade da companhia de expandir rentabilidade mesmo em um cenário competitivo.

Além disso, a margem EBIT de RAC atingiu 47,3% (+4,9 p.p. a/a), refletindo também a evolução gradual da depreciação dos veículos, que segue em patamares saudáveis apesar do aumento sequencial observado nos últimos trimestres. A depreciação anualizada por carro ficou em R$ 7.986 no trimestre.

Gestão de Frotas (GTF)

Em Gestão de Frotas, a receita líquida cresceu 3,8% a/a, atingindo R$ 2,32 bilhões, mesmo com queda de 1,5% no número de diárias. Assim como nos últimos trimestres, esse movimento segue refletindo a estratégia da companhia de reduzir exposição a contratos de uso severo, que possuem menor retorno ajustado ao risco e pressionam a depreciação da frota. Ao final do trimestre, esses contratos representavam apenas 15,5 mil veículos, e a expectativa da companhia é encerrar 2026 abaixo de 10 mil carros nesse perfil.

O crescimento da receita decorreu principalmente da reprecificação de contratos antigos em um ambiente de juros mais elevados, além do redirecionamento de capital para segmentos mais rentáveis, como gestão de frotas corporativas e assinatura, que cresceram cerca de 14% a/a. A diária média avançou 6,9%, para R$ 107,5, enquanto a taxa de utilização atingiu 96,8%.

Os ganhos operacionais foram ainda mais fortes na rentabilidade. Excluindo o efeito não recorrente de desinvestimento de subsidiárias, a margem ebitda de GTF atingiu 75,9% (+5,9 p.p. a/a), impulsionada pela melhora de mix, redução de provisões para devedores duvidosos, maior eficiência operacional e melhor utilização da frota. Considerando os efeitos extraordinários, a margem atingiu 88,0%.

Seminovos

A divisão de Seminovos também foi destaque e atingiu receita recorde de R$ 7,1 bilhões (+34,5% a/a), com venda histórica de 95,4 mil veículos (+27,7% a/a). O desempenho reflete a aceleração do ciclo de renovação da frota, expansão da rede de lojas e amadurecimento de iniciativas voltadas à produtividade comercial.

Além do forte volume, a companhia também conseguiu melhorar rentabilidade na divisão. A margem bruta atingiu 7,9% (+1,0 p.p. a/a), beneficiada pelo maior preço médio de venda e pela melhora do mix de veículos vendidos, com rejuvenescimento da frota (o que faz parte das mudanças que a gestão vem implementando com sucesso). Como consequência, o ebitda da divisão mais do que dobrou, atingindo R$ 217 milhões (+105% a/a), com margem de 3,1% (+1,1 p.p. a/a).

Esse ponto é especialmente importante para a tese, pois reforça que a companhia segue conseguindo monetizar sua frota acima das estimativas implícitas de depreciação, reduzindo riscos de revisões negativas futuras.

Consolidado do balanço do 1T26 da Localiza

No consolidado, o ebitda atingiu R$ 4,1 bilhões (+23,7% a/a), acima do crescimento da receita, refletindo expansão de margem em todas as divisões operacionais. Já o EBIT somou R$ 2,73 bilhões (+32,4% a/a), beneficiado tanto pela melhora operacional quanto pela maior eficiência da frota e evolução das margens de aluguel.

O lucro líquido alcançou R$ 1,22 bilhão (+45% a/a). Excluindo efeitos não recorrentes relacionados ao desinvestimento de subsidiárias, o lucro recorrente teria sido de R$ 1,05 bilhão, ainda assim recorde histórico para um primeiro trimestre. A expansão decorreu principalmente do crescimento operacional, parcialmente compensado pelo aumento das despesas financeiras, em função do maior CDI médio e do saldo de dívida no período.

Outro destaque foi a geração de caixa antes de juros e outros, que atingiu R$ 2,18 bilhões, frente a consumo de caixa no 1T25. O resultado reflete a forte geração operacional da companhia e maior eficiência na renovação de frota. Além disso, a dívida líquida encerrou o trimestre em R$ 30,2 bilhões, queda de 2,8% em relação ao final de 2025.

Em suma, o trimestre reforça a qualidade operacional da Localiza. A companhia segue entregando expansão de rentabilidade, maior produtividade da frota, disciplina de capital e evolução consistente do ROIC spread mesmo em um ambiente ainda desafiador para empresas intensivas em capital. Com eventual normalização dos juros ao longo dos próximos trimestres, o cenário tende a se tornar ainda mais favorável para a tese. Por 11,7x lucros estimados para 2026, RENT3 segue entre as recomendações da Empiricus.

  • Quer dominar o mercado financeiro em 2026? Conheça o Empiricus+, a plataforma mais completa de investimentos; saiba mais  

O post Localiza (RENT3) começa o ano com o pé no acelerador e lucro supera a marca de R$ 1,2 bilhão; confira análise do resultado do 1T26 apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

De patinhos feios a destaque: As mudanças dos FIIs de logística, de acordo com Caio Araujo, da Empiricus

Caio Araujo, analista de fundos imobiliários da Empiricus Research, explicou o caminho percorrido pelos FIIs de logística, segmento que deixou de ser o patinho feio da indústria, para ganhar destaque nos investimentos, em sua visão.

Ele participou da edição de maio do Onde Investir, programa do Seu Dinheiro, portal de notícias parceiro da Empiricus, e detalhou que os fundos de galpões “eram vulneráveis a movimentos de oferta e quedas de demanda”.

Dessa forma, as taxas de ocupação do segmento eram um problema que afastava os investidores. Porém, hoje “nós vivemos uma mudança estrutural no setor” e dois fundos chamam atenção do especialista para investimento neste mês.

As mudanças na logística em 10 anos

Araujo destaca o avanço do e-commerce junto a mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros como elementos importantes para o novo cenário dos galpões logísticos em todo o país.

“Nós tivemos a entrada de grandes players, como Amazon e Shopee, além do aumento de participação de empresas como Mercado Livre. Isso tudo influenciou bastante o segmento”, detalhou.

Como resultado, há um aumento na demanda por galpões e os últimos anos registraram números de locações consistentes.

O analista também explicou que, em um primeiro momento, a oferta acompanhou esse crescimento da procura. Entretanto, os custos para construir subiram, assim como o custo de capital – ou seja, está mais caro levantar dinheiro para investir.

“Nem todo mundo consegue desenvolver um galpão hoje, apesar de não ser algo tão complexo em relação à construção em outros setores”, complementa.

Veja: o analista Caio Araujo o Araujo acaba de produzir um relatório completo sobre os FIIs de logística, onde ele destaca três fundos como referências do setor; acesso gratuito aqui

Aluguel caro aqui é noticia boa

Um resultado desse processo observado por Araujo é a queda na vacância dos FIIs de logística: “e ela tende a permanecer em um patamar estável, próximo das mínimas históricas, que é onde está hoje”.

Como exemplo, ele cita o estado de São Paulo: “de acordo com os dados do primeiro trimestre, a vacância está próxima de 7%, um número muito baixo”. O especialista também destaca que os preços dos aluguéis já estão subindo.

“Só no primeiro trimestre, a média do aumento foi de 5% para galpões em um raio de 30 a 60 km da capital paulista. É bastante coisa.”

Em sua visão, essa subida de preços deve continuar, especialmente nos imóveis de alta qualidade. Diante desse cenário, Caio Araujo tem uma visão bastante positiva para o setor de logística no curto prazo.

Saiba mais: o analista da Empiricus Research produziu um relatório sobre FIIs de logística repleto de informações, gráficos e tabelas; nossos leitores têm acesso gratuito aqui

Os fundos indicados por Caio

Os especialistas que participam do Onde Investir falam sobre cenário, mas também trazem sugestões de alocação para o mês. Na sua vez de indicar bons papéis, Caio escolheu dois FIIs de galpões.

Primeiro, o BTG Pactual Logística (BTLG11), “um dos maiores da indústria”.

Na visão do analista da Empiricus Research, o fundo se destaca pela concentração em São Paulo, “uma praça com dados operacionais bem saudáveis. E a tendência é que ele expanda suas operações na região”.

Araujo acrescentou que poucos fundos imobiliários estão com dinheiro para expansões nesse momento. “O BTLG11 tem caixa, e isso é bem interessante porque, junto com o poder de barganha dos proprietários, eles conseguem remunerações melhores”.

O outro FII apresentado foi o Vinci Logística (VILG11), que é “parecido, mas tem um contexto mais voltado ao valuation, onde a gente enxerga ganho de capital”. De acordo com o especialista, a carteira do fundo é mais concentrada e o nível de risco um pouco maior, “mas a gente gosta da tese, ele está tranquilo em relação a caixa e tende a fazer alocações ao longo do tempo”.

Confira: Araujo acredita que três FIIs são as principais referências no segmento de logística; ele revela quais em um relatório que foi disponibilizado gratuitamente

Onde Investir

A edição de maio do Onde Investir chegou em meio a um cenário conturbado com a guerra entre Estados Unidos e Irã ainda em curso, inflação pressionada e o mais recente corte da taxa Selic, agora em 14,50% ao ano.

Ao mesmo tempo, a temporada de balanços do primeiro trimestre de 2026 ocupa cada vez mais espaço no noticiário econômico.

Diante de tantas questões, o evento trouxe especialistas do mercado para falar sobre o cenário macro, ações e dividendos, mercado internacional, renda extra, Imposto de Renda, criptomoedas e os fundos imobiliários – de onde trouxemos um pedaço da participação de Caio Araujo.

Para assistir o programa na íntegra e conferir todas as indicações de investimentos dos especialistas, assista ao Onde Investir de maio no vídeo abaixo:

O post De patinhos feios a destaque: As mudanças dos FIIs de logística, de acordo com Caio Araujo, da Empiricus apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: aumento das tensões no Oriente Médio, payroll, volta dos IPOs na B3 e mais

Os mercados globais voltam a operar sob forte tensão após a escalada entre EUA e Irã reacender os receios de prolongamento do conflito no Oriente Médio. Apesar de Donald Trump afirmar que o cessar-fogo permanece em vigor e que um acordo “pode acontecer a qualquer momento”, Teerã acusa Washington de violar a trégua, enquanto avaliações da inteligência americana sugerem que o Irã ainda possui capacidade militar e econômica para sustentar o confronto por mais alguns meses.

Nesse ambiente de incerteza, o Irã atacou embarcações militares americanas e os americanos responderam com bombardeios contra alvos iranianos, movimento que levou o petróleo a retomar a trajetória de alta, com o Brent novamente acima da marca de US$ 100 por barril. Com isso, cresce no mercado a percepção de que o fechamento do Estreito de Ormuz pode se prolongar além do esperado, ampliando os riscos de um choque energético mais persistente e de novas pressões inflacionárias globais.

Ainda assim, os mercados seguem demonstrando relativa resiliência, sustentados pela expectativa de que o conflito não evolua para uma guerra de maior escala e pela esperança de retomada das negociações diplomáticas.

Os futuros de Wall Street operam em leve alta, enquanto as bolsas europeias recuam em meio às novas ameaças tarifárias de Donald Trump contra a União Europeia.

Na Ásia, os principais índices encerraram o pregão próximos da estabilidade, refletindo um ambiente de cautela antes da divulgação do payroll americano, indicador que ganha importância adicional em um momento no qual o Federal Reserve já reconhece que os efeitos da guerra começam a influenciar diretamente as perspectivas para inflação, atividade econômica e juros nos Estados Unidos.

Ao mesmo tempo, a recente alta do petróleo reforça o temor de que o choque de energia volte a contaminar as expectativas inflacionárias globais, levando a Agência Internacional de Energia a discutir a possibilidade de liberar reservas estratégicas para conter o avanço dos preços.

· 00:58 — Novo impulso no mercado

Ontem, o Ibovespa registrou forte queda, encerrando o pregão novamente na faixa dos 183 mil pontos, em linha com o movimento global de aversão a risco provocado pela escalada das tensões no Estreito de Ormuz.

Entre os principais vetores de pressão esteve a volatilidade do petróleo, que impactou especialmente a PETR4 diante das incertezas sobre uma possível solução para o conflito no Oriente Médio.

Apesar do ambiente externo mais turbulento, o campo diplomático trouxe sinais de maior aproximação entre Brasil e Estados Unidos. Em reunião de cerca de três horas na Casa Branca, os presidentes Lula e Trump buscaram reposicionar a relação bilateral em um tom mais construtivo, com foco em tarifas, comércio e minerais estratégicos.

Como principal resultado, ficou acordada a prorrogação por 30 dias das negociações comerciais para avançar na redução de tarifas sobre produtos brasileiros, enquanto temas mais sensíveis da investigação da Seção 301, como etanol, desmatamento e regulação de big techs, seguem em discussão.

A pauta de minerais críticos e terras raras ganhou relevância diante do esforço americano de reduzir sua dependência da China, enquanto o Brasil sinalizou abertura para parcerias, mas defendendo maior agregação de valor local.

E, por falar em comércio exterior, o Brasil registrou em abril o maior valor mensal de exportações de sua história, beneficiado pela forte alta dos preços do petróleo em meio à guerra envolvendo o Irã. As exportações somaram US$ 34,15 bilhões no mês, avanço de 14,3% em relação ao mesmo período do ano anterior e o maior patamar da série histórica iniciada em 1997.

Como consequência, o superávit comercial brasileiro cresceu 37,5%, alcançando US$ 10,5 bilhões. Como maior produtor de petróleo da América Latina, acabamos favorecidos pela disparada das commodities energéticas provocada pelo conflito no Oriente Médio, apesar de estarmos também expostos à pressão nos preços e, consequentemente, nas expectativas de inflação.

Por fim, a Compass Gás e Energia encerrou um jejum de quase cinco anos sem IPOs na B3 ao levantar R$ 3,2 bilhões em sua oferta pública inicial de ações. A operação marcou a retomada das aberturas de capital na bolsa brasileira pela primeira vez desde dezembro de 2021 e pode representar um sinal relevante para o mercado local.

Historicamente, a reabertura de janelas de IPO costuma ocorrer em momentos associados a ciclos mais favoráveis para os ativos domésticos. Desde o Plano Real e a posterior consolidação do tripé macroeconômico (metas de inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal), o Brasil nunca havia atravessado um período tão longo sem novas ofertas relevantes, refletindo um mercado de capitais que permaneceu praticamente esterilizado por anos.

A última paralisação semelhante ocorreu entre 2002 e 2004, encerrada justamente pelo IPO da Natura. Nos anos seguintes, o país viveu um dos maiores bull markets de sua história, impulsionado pelo boom de commodities, pela forte entrada de capital estrangeiro e pela expansão do mercado de capitais doméstico. Evidentemente, a história não se repete de forma idêntica, mas a reabertura da janela de IPOs volta a surgir como mais um possível indicativo de melhora estrutural para os ativos brasileiros.

· 01:47 — Impactos econômicos

Os impactos econômicos da guerra entre Estados Unidos e Irã começam a se disseminar de forma mais ampla pela economia americana, ultrapassando o choque inicial observado nos preços da gasolina. Com o galão já em US$ 4,56 — o maior patamar desde 2022 —, cresce a preocupação entre empresas dos setores de varejo, restaurantes e bens de consumo diante de um consumidor cada vez mais pressionado pelo aumento do custo de vida e pela perda de poder de compra.

Executivos alertam que a manutenção do petróleo ao redor de US$ 100 por barril tende a prolongar as pressões inflacionárias nos próximos meses, afetando não apenas os custos de energia, mas também alimentos e diversos outros itens da cadeia de consumo.

Ainda assim, os mercados permanecem relativamente resilientes, sustentados pelo entusiasmo em torno da inteligência artificial e por uma temporada de resultados robusta. Ao mesmo tempo, a volatilidade voltou a ganhar força à medida que as tensões envolvendo o Estreito de Ormuz se intensificam.

Na agenda econômica, o principal destaque do dia é a divulgação do payroll de abril nos Estados Unidos, com expectativa de desaceleração relevante na criação de empregos, de 178 mil para algo entre 65 mil e 70 mil vagas, enquanto a taxa de desemprego deve permanecer em 4,3%.

O mercado também acompanha a divulgação do índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan e, sobretudo, das expectativas de inflação de curto e longo prazo, indicadores particularmente relevantes em um ambiente de crescente sensibilidade em relação ao custo de vida nos EUA.

Além disso, dirigentes do Federal Reserve participam de painéis ao longo do dia, em meio a um cenário ainda marcado por incertezas envolvendo inflação, juros e crescimento econômico. No campo político e comercial, seguem no radar as novas ameaças tarifárias de Donald Trump contra a União Europeia e a decisão da Justiça americana que considerou ilegais as tarifas universais impostas pela Casa Branca, adicionando mais um fator de instabilidade ao cenário global.

· 02:39 — NACHO ao invés de TACO

Os mercados voltam a operar sob pressão diante de uma nova escalada no Oriente Médio, após confrontos diretos entre Estados Unidos e Irã no Estreito de Ormuz colocarem em dúvida a percepção recente de que um acordo estaria próximo.

Ataques iranianos contra destróieres americanos e a resposta militar de Washington, classificada como “autodefesa”, reacenderam o risco geopolítico, levaram o petróleo novamente para a região dos US$ 100 por barril e reforçaram a leitura de que o conflito pode se prolongar mais do que se imaginava inicialmente. Nesse contexto, começou a ganhar força em Wall Street o chamado “NACHO trade” — sigla para Not A Chance Hormuz Opens (“Nenhuma Chance de que Hormuz Abra”) —, expressão usada para descrever a aposta de investidores de que a reabertura plena do estreito não ocorrerá tão cedo.

Na prática, trata-se de uma visão mais estruturalmente altista para o petróleo, baseada na percepção de que o prêmio geopolítico da energia veio para ficar, ao menos enquanto persistirem as tensões entre Washington e Teerã.

Ainda assim, apesar da deterioração geopolítica, os investidores seguem sustentando algum apetite por risco, apoiados principalmente na força das empresas de tecnologia e no entusiasmo em torno da inteligência artificial.

Os índices futuros americanos voltaram a subir, refletindo a percepção de que o ciclo positivo das big techs ainda pode compensar, no curto prazo, parte do impacto macroeconômico do choque energético. Paralelamente, o conflito acelera rearranjos estratégicos globais: o Irã amplia sua integração logística com a China por meio do comércio ferroviário, enquanto Washington intensifica preocupações sobre o envio indireto de chips avançados para Pequim, justamente às vésperas da visita de Donald Trump à China.

O pano de fundo permanece marcado por elevada incerteza, combinando guerra, disputa tecnológica e pressão política doméstica nos EUA, em um ambiente no qual o petróleo tende a carregar um prêmio geopolítico persistente e os mercados seguem altamente dependentes do noticiário para definir direção.

· 03:45 — Um Canadá mais europeu?

Nesta semana, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, participou de forma inédita de uma reunião da Comunidade Política Europeia, reforçando o movimento de aproximação entre Canadá e União Europeia em meio à deterioração da ordem internacional e às tensões crescentes com os Estados Unidos.

O contexto recente, marcado por tarifas americanas, ameaças geopolíticas e maior imprevisibilidade na política externa de Washington, tem estimulado o debate sobre um alinhamento mais profundo entre Ottawa e Bruxelas, inclusive com especulações sobre uma eventual adesão canadense ao bloco europeu. Essa aproximação se apoia em afinidades históricas, institucionais e econômicas, além de laços comerciais já consolidados, como o acordo CETA, que ampliou de forma relevante o fluxo de comércio.

Apesar das vantagens potenciais, como maior acesso a mercados e aprofundamento da cooperação estratégica, uma eventual adesão enfrentaria obstáculos significativos, incluindo questões geográficas, exigências regulatórias e custos econômicos e políticos.

O Canadá teria de adotar o conjunto de normas da União Europeia, revisar políticas internas e lidar com impactos sobre comércio, orçamento e mobilidade laboral. Ainda assim, tanto a opinião pública canadense quanto a europeia demonstram abertura à ideia de maior integração, indicando que, embora a adesão plena seja improvável no curto prazo, uma parceria transatlântica mais profunda ganha força como alternativa estratégica, especialmente se persistirem as incertezas em torno das relações comerciais com os Estados Unidos.

· 04:03 — Destaque asiático

O Japão voltou a intervir de forma relevante no mercado cambial, possivelmente com mais de US$ 30 bilhões poucos dias após uma ação anterior de US$ 24,7 bilhões, mas a dificuldade do iene em superar o nível de 155 por dólar levanta dúvidas sobre a eficácia e a sustentabilidade dessas medidas, diante da demanda persistente por dólares e das limitações de atuação sem ajustes mais estruturais de política monetária.

Ainda assim, o ambiente global recente favoreceu os ativos asiáticos, apesar da queda desta sexta-feira por conta da tensão geopolítica, com o índice MSCI da região avançando 5,6% na semana, impulsionado pelo renovado interesse em inteligência artificial, com destaque para o forte desempenho da Coreia do Sul (+14%), de Taiwan (+7%) e do Japão (+5,8%).

O movimento também se refletiu nas moedas locais e em revisões positivas de instituições financeiras, especialmente para a divisa sul coreana, embora o cenário permaneça sujeito a riscos, em particular a eventuais novos episódios de tensão entre EUA e Irã, configurando um ambiente que combina forte momentum, ainda sob uma perspectiva construtiva no curto prazo.

· 05:01 — Escala que vira margem

A Smart Fit (SMFT3) reportou bons resultados no 1T26, com receita de R$ 2,1 bilhões em linha com as expectativas, sustentada pela expansão da rede, pelo aumento do ticket médio e pelo amadurecimento das unidades mais recentes.

O principal destaque foi a margem bruta de 51,8%, acima do esperado (parte do mercado temia, inclusive, uma queda de margem bruta), refletindo a maior participação de academias maduras, que já representam 68% da base, e o avanço de frentes complementares, como Studios e TotalPass. Esse desempenho reforça um dos pilares centrais da tese: a alavancagem operacional do modelo, que tende a impulsionar a rentabilidade à medida que novas unidades atingem seu estágio de maturidade.

Sob a ótica regional, o desempenho permanece heterogêneo, mas positivo no consolidado. No Brasil, observou-se leve compressão de margens, explicada pela concentração recente de aberturas ainda em fase de maturação.

No México, a rentabilidade foi pressionada pelo aumento de custos e pela dinâmica do TotalPass. Em contrapartida, as operações nos demais países da América Latina se destacaram, com crescimento consistente de receita e margens superiores às observadas em mercados mais maduros, evidenciando os benefícios da diversificação geográfica. Adicionalmente, linhas de receita complementares, como Studios e royalties, seguem ganhando relevância e apresentam margens mais elevadas, contribuindo de forma positiva para o resultado consolidado.

No agregado, o trimestre reforça uma trajetória consistente de crescimento, com EBITDA recorde e forte expansão do lucro líquido, mesmo diante de pressões pontuais de custos e maiores investimentos. A combinação entre o amadurecimento das unidades, a diversificação de receitas e a expansão internacional sustenta uma perspectiva favorável para os próximos períodos.

Após a recente correção das ações, que trouxe os múltiplos para níveis mais atrativos, os resultados reforçam uma leitura construtiva para o papel, que segue bem posicionado para capturar ganhos adicionais de escala e rentabilidade ao longo do tempo.

O post Ibovespa hoje: aumento das tensões no Oriente Médio, payroll, volta dos IPOs na B3 e mais apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Bitcoin é um ouro digital emergente? Entenda afirmação de especialista e quais os riscos de não ter BTC na carteira

O bitcoin (BTC) é um “ouro digital emergente”, na visão de Marcello Cestari, analista de criptoativos da Empiricus. Segundo ele, a criptomoeda ainda não é considerada um ouro digital por instituições financeiras pois ainda ocupa o posto de um ativo relativamente novo e tem um market cap menor em relação a outros ativos, como o próprio ouro.

Ao lado de Matheus Parizotto, research de digital asset do BTG Pactual, Cestari participou do ETF Day, evento promovido pelo banco para assessores de investimento nesta quarta-feira (6).

O especialista ainda pontua que a volatilidade das criptomoedas – mais expressiva que a do ouro ou das bolsas de valores, por exemplo – também dificulta na classificação do bitcoin como um ouro digital atualmente.

“Com a institucionalização que está acontecendo, o bitcoin tem se comportado mais correlacionado com o ‘Nasdaq alavancado’ do que como um ‘ouro digital’, que é como chamamos”, afirma.

Na leitura do especialista, contudo, o bitcoin e outras criptomoedas estão caminhando para se tornarem parte estratégica na composição de portfólios institucionais e de pessoas físicas para além de um investimento alternativo.

Qual é o risco de não investir em criptomoedas?

No evento do ETF Day, ao explicar o risco de não investir nos ativos digitais, Cestari faz uma comparação de valores de mercado aproximados:

  • Ouro: US$ 30 a US$ 32 trilhões em market cap;
  • Mercado cripto (incluindo BTC): US$ 2,5 trilhões;
  • Bitcoin: US$ 1,5 trilhão;

Diante dessa disparidade, Cestari avalia que o que move os investidores desse mercado diz respeito a uma opinião que já foi dita até pelo CEO da BlackRock, Larry Fink: o bitcoin pode chegar à marca do market cap do ouro, saindo de US$ 1,5 trilhão para US$ 30 trilhões.

“Óbvio que para isso acontecer, é preciso um mercado mais maduro, com mais regulamentação, criando regras e plataformas institucionais que caminhem para que o bitcoin se torne uma classe de ativo como as outras”, explica o especialista.

BTC deve ganhar mais protagonismo nas carteiras institucionais

Diante deste cenário, Cestari e Parizotto reforçam como é um risco não ter BTC na carteira. Para os especialistas, diversos ativos digitais estão no rumo de deixar a posição de investimentos alternativos e ganhar espaço como parte estratégica na composição de portfólios.

Um dos argumentos para isso é que o dólar vem perdendo sua posição de segundo protagonista nas reservas de valor mundial. “Não queremos dizer que o dólar vai acabar, mas a moeda vem sendo usada como arma política para sancionar alguns países e isso coloca a confiança em xeque”, disse o especialista.

Nessas circunstâncias, Cestari aponta que o bitcoin tem propriedades parecidas com o ouro que podem posicioná-lo como uma alternativa de reserva de valor. Na verdade, segundo o especialista, não investir em bitcoin no momento implica o risco de perda da “maior assimetria da década”.

Além disso, durante o evento ele também citou uma pesquisa da BlackRock que apontou que alocar parte da carteira em criptomoedas pode aumentar a eficiência dos portfólios, com maior Sharpe (relação de risco e retorno de um investimento) e menor volatilidade e drawdown (máxima perda que se pode ter com um investimento).

Ademais, a respeito das vias de institucionalização, o especialista também reforçou um potencial significativo neste sentido. Como exemplo, ele citou a entrada por meio da criação de ETFs (fundos negociados em bolsa, em tradução direta), tesourarias de bitcoin dentro das empresas e por meio de grandes nações adotando o ativo como parte do tesouro. O avanço dessas medidas, em sua visão, são vias da consolidação da posição do bitcoin como ouro digital.

O post Bitcoin é um ouro digital emergente? Entenda afirmação de especialista e quais os riscos de não ter BTC na carteira apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Axia (AXIA6): preços elevados de energia e disciplina de gastos sustentam crescimento no 1T26, mas números vêm abaixo da expectativa

A Axia Energia (AXIA6) apresentou um forte crescimento de resultados no primeiro trimestre de 2026 (1T26), ajudados principalmente pelos preços elevados de energia e disciplina de gastos, no entanto os números vieram abaixo das expectativas do mercado.

A receita de geração cresceu 34% no período, para R$ 7,0 bilhões, com ajuda da alta nos preços de energia, que a companhia pôde capturar por ter parte relevante de seu portfólio descontratado (livre para vender aos preços de mercado).

Por outro lado, a receita de transmissão caiu 11,3%, para R$ 4,4 bilhões, afetada por uma mudança de prática contábil, já que a partir do 1T26, a companhia passou a reconhecer provisões para restituições, que são recolhidos na receita, mas não pertencem à companhia.

No primeiro trimestre esse efeito foi relativamente relevante, de R$ 725 milhões, devido ao reconhecimento atrasado de repasses referentes aos últimos nove meses. A partir do próximo trimestre, esse valor será bem menor pois refletirá apenas os repasses referentes ao próprio trimestre (o valor referente ao 1T26 foi de R$ 296 milhões).

Receita líquida e ebitda consolidados sobem 19,7% e 60%, respectivamente

Ainda assim, a receita líquida consolidada subiu 19,7%, para R$ 11,6 bilhões, reflexo da contribuição positiva do segmento de geração.

Na comparação com o 1T25 a companhia gastou menos com compra de energia para revenda (-36,1%) e seguiu mostrando ótima eficiência na linha de gastos gerenciáveis, que recuou 3,1%.

Com isso, o ebitda consolidado atingiu R$ 8,6 bilhões, forte alta de 60% frente ao 1T25, mas abaixo das expectativas do mercado, por conta de preços de energia vendida um pouco abaixo do esperado no segmento de geração e dos impactos contábeis mencionados transmissão.

Por fim, ajudado principalmente pela melhora do resultado operacional, o lucro líquido ajustado saltou de R$ 409 milhões no 1T25 para R$ 3,2 bilhões no 1T26.

Com relação aos empréstimos compulsórios, a companhia mostrou avanço tímido de R$ 19 milhões frente ao 4T25 – em 12 meses, a redução foi de R$ 2,2 bilhões. Ajudada pelo forte avanço do resultado operacional, a relação dívida líquida/ebitda recuou de 2x no 4T25 para 1,8x no 1T26.

Sucessão no comando e recomendação para as ações da Axia

A companhia também aproveitou para anunciar o início do processo de sucessão no comando: o atual CEO, Ivan Monteiro, ficará no cargo até abril de 2027, e será substituído por Élio Wolff, atual Vice-presidente de Estratégia e de Desenvolvimento de Negócios, e que possui longa carreira no setor.

Em linhas gerais, mesmo com números abaixo das expectativas, a Axia mostrou ótimo crescimento, evidenciando a melhora de eficiência e o ambiente positivo para preços de energia. Axia segue com recomendação de compra pela Empiricus Research.

O post Axia (AXIA6): preços elevados de energia e disciplina de gastos sustentam crescimento no 1T26, mas números vêm abaixo da expectativa apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Empiricus atualiza carteiras automatizadas de dividendos, small caps, fundos imobiliários, criptomoedas e muito mais; acesse grátis

A Empiricus acaba de atualizar suas carteiras automatizadas para o mês de maio. Esses portfólios acompanham as recomendações dos analistas da casa de maneira automatizada, sem que o investidor precise fazer as alterações propostas pelos especialistas ou tenha que rebalancear os ativos.

Entre as opções de carteiras automatizadas disponibilizadas pela Empiricus, estão portfólios de ações, dividendos, small caps, fundos imobiliários, criptomoedas, tendências globais, inteligência artificial e muito mais.

É uma forma simples, prática e segura de investir, sem ter que se preocupar com as mudanças propostas pelos analistas da casa, que estão 24 horas por dentro do mercado.

Tudo é feito de dentro da plataforma do BTG Pactual, com a segurança de investir dentro do ecossistema do maior banco de investimentos da América Latina.

Vale destacar que o acesso às carteiras é gratuito por 30 dias, basta se cadastrar no BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG. Ao realizar o cadastro para conhecer os portfólios, você pode decidir se vai investir nas recomendações por conta própria ou optar pela modalidade automatizada.

Conheça abaixo cada uma das carteiras para decidir qual delas faz mais sentido para o seu portfólio.

Carteiras recém-lançadas:

Empiricus Crypto Momentum

Quer começar a investir em criptomoedas de maneira fácil? Esta carteira traz uma alocação sistemática que se expõe ao bitcoin e outros criptoativos com maior potencial de retorno, avaliando tendências e controle de risco.

Empiricus Megatendências Globais

Um veículo para aproveitar os movimentos macroeconômicos para proteger capital e buscar oportunidades de lucro. Invista em grandes teses como commodities, small caps, juro longo, cripto e mais.

Empiricus Small Technicals

Escolhas de empresas ainda pequenas na Bolsa, mas de alto potencial. A análise dessa carteira é feita com embasamento técnico e permite capturar o timing dos papéis.

Empiricus IA Cash

Quer investir em empresas ou teses de alto potencial no mercado tech e de inteligência artificial? Esta é a carteira ideal para você.

Empiricus Alocação Estrutural Global

Uma forma simples, acessível e disciplinada de investir globalmente por meio de ativos listados na B3, com foco em preservação de patrimônio real e geração de retorno ajustado ao risco no longo prazo

As ‘queridinhas’ dos leitores da Empiricus

Agora que você já conhece as novas carteiras da casa, também pode acessar de maneira gratuita as carteiras mais tradicionais da Empiricus Research.

Empiricus Dividendos

As melhores pagadoras de dividendos para renda recorrente, sem abrir mão da valorização dos papéis. Essa é a carteira indispensável para o investidor de renda.

Empiricus Top FII

Gosta de investir em imóveis? Os ativos escolhidos na carteira Top FII permitem renda recorrente e valorização, explorando os fundos imobiliários de maior potencial do mercado.

Empiricus Renda Extra

Seleção de 10 a 15 ativos geradores de renda, entre ações, fundos imobiliários e títulos públicos. Uma verdadeira seleção diversificada para você que busca renda extra.

Empiricus Top Picks

Uma carteira de ações concentrada em “compounders”: as empresas que mais geram e ganham valor ao longo do tempo. Se quiser recomendações de papéis “quality”, essa é a sua estratégia.

Empiricus BDR

A estratégia básica para quem quer diversificar seus investimentos com ativos no exterior. Entre grandes empresas e novas oportunidades, nesta seleção você tem um apanhado global.

Carteiras automatizadas: uma forma simples de investir

Agora que você conhece todas as carteiras automatizadas disponibilizadas pela Empiricus Research, pode definir qual faz mais sentido para o seu portfólio.

E o processo é bem simples: ao clicar nos links desta matéria, você será direcionado ao BTG Content. Caso já tenha conta na plataforma, basta fazer o login. Caso contrário, é só criar sua conta e usufruir de todos os conteúdos oferecidos de maneira gratuita por 30 dias.

Ao optar por investir nas carteiras automatizadas, você garante:

  • Atualização automática toda a vez que há mudanças nas carteiras, sem a necessidade de executar as ordens manualmente.
  • Possibilidade de reinvestimento automático de proventos: toda renda gerada pode ser reinvestida na carteira com apenas um aceite.
  • A possibilidade de investir mais ou resgatar seu dinheiro a qualquer momento.
  • Acompanhamento profissional dos analistas.

Para conhecer as carteiras da Empiricus na plataforma do BTG Content, clique aqui ou no botão abaixo:

Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto, incluindo suas características, prazos, liquidez e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (“Suitability”).

As Carteiras Recomendadas Automatizadas da Empiricus envolvem a negociação de ativos de renda variável e, portanto, estão sujeitas a oscilações de mercado e risco de perdas, sendo indicadas a investidores classificados como perfil Sofisticado, nos termos da Política de Suitability do BTG Pactual. Verifique se a aplicação pretendida está compatível com seu perfil de investidor, informação que pode ser consultada no momento da transmissão da ordem. Para mais informações sobre Perfil do Investidor e Redefinição de Perfil do Investidor, consulte nosso FAQ – Perguntas Frequentes | BTG Pactual.

As carteiras são rebalanceadas periodicamente, de forma automática ou mediante recomendações, podendo resultar em operações de compra e venda de ativos financeiros, com incidência de custos operacionais e tributos.

Não há garantia de rentabilidade ou de preservação do capital investido. Os investimentos realizados por meio das Carteiras Recomendadas Automatizadas não contam com garantia do Fundo Garantidor de Créditos – FGC.

Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos.

O post Empiricus atualiza carteiras automatizadas de dividendos, small caps, fundos imobiliários, criptomoedas e muito mais; acesse grátis apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Estapar (ALPK3) supera sazonalidade desfavorável e entrega resultado que corrobora a melhora estrutural da companhia

A Estapar (ALPK3) divulgou um sólido resultado do primeiro trimestre de 2026 (1T26), com lucro em um período sazonalmente desfavorável, o que corrobora a melhora estrutural da companhia.

Assim como adiantado na prévia, a receita líquida cresceu +16,3% na comparação anual, para R$ 494,6 milhões, ajudada pela evolução do número de operações, com aumento em todos os segmentos – destaque para Digital (+28,3%) e Alugadas e Administradas (+18,3%).

Mesmo com uma base de comparação afetada por isenções temporárias de aluguel em algumas concessões off-street, a boa expansão da receita permitiu uma alavancagem operacional e o lucro bruto caixa marcou R$ 133,7 milhões (+17,5%) com ganho de 0,3 p.p. de margem, para 27%.

Já as despesas, mostraram um leve aumento de 0,6 p.p. na participação da receita por conta de incentivos de longo prazo. Ainda assim, o ebitda ajustado somou R$ 90,7 milhões com margem de 18,3% (+17,6% e +0,2 p.p. respectivamente vs 1T25) e o ebit mostrou uma evolução ainda melhor de +25,1%, para R$ 42,9 milhões, com alta de +0,6 p.p. de margem, refletindo menores despesas com depreciação.

Apesar dos efeitos negativos da alta da Selic, o resultado financeiro piorou apenas 1% na comparação anual. Com um ótimo trabalho de liability management, o custo médio da dívida saiu de CDI + 2,15% no 1T25 para CDI + 1,27%, com aumento do prazo de pagamento para 2,8 anos e a alavancagem segue em níveis controlados, em 2,3x dívida líquida/ebitda.

Estapar teve lucro líquido de R$ 3,6 millhões no 1T26

Por fim, a companhia reportou um lucro líquido de R$ 3,6 milhões em um trimestre tipicamente com menos movimento por conta de férias, o que mostra um ponto de inflexão interessante.

Vale mencionar também o Fluxo de Caixa Operacional, que aumentou +21,1% para R$ 53,6 milhões, mesmo com um forte aumento no capital de giro por conta do ganho de participação da Zul+ nos resultados.

A Estapar segue mostrando evoluções operacionais consistentes trimestre após trimestre, garantindo sua posição de destaque na carteira Empiricus SmallCaps.

O post Estapar (ALPK3) supera sazonalidade desfavorável e entrega resultado que corrobora a melhora estrutural da companhia apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Smart Fit (SMFT3) entrega resultados sólidos e melhora de margens; confira os números do 1T26

A Smart Fit (SMFT3) divulgou os resultados do 1T26 com margens superiores às nossas expectativas, beneficiando-se, novamente, da diversificação geográfica e outras fontes de receita. 

A receita de R$2,1 bilhão veio em linha com nossas expectativas. O número decorre principalmente da performance de academias próprias, que teve incremento de 12% no ticket médio, aumento de 20% a/a da rede e crescimento de 8% na base média de alunos por unidade, que por sua vez é explicado pelo amadurecimento das unidades mais jovens.

O principal destaque positivo foi a margem bruta de 51,8% (+1,1 p.p. a/a e +1,9 p.p. t/t), sustentada pelo amadurecimento consistente das unidades abertas nos últimos dois anos, pela manutenção da rentabilidade das academias maduras e pelo forte crescimento de frentes como Studios e TotalPass. Os números chamam a atenção especialmente diante do receio recente do mercado de que o aumento da concorrência pressionasse justamente esses indicadores.

Panorama da Smart Fit hoje

A manutenção da margem bruta próxima de 52% nas academias maduras é importante pois esse é um dos principais pilares da tese. Hoje, a Smart Fit possui 1.132 unidades maduras, equivalentes a 68% da base total, ante 956 no 1T25. Como boa parte das academias abertas recentemente deve amadurecer nos próximos anos, a tendência é de expansão relevante da lucratividade, beneficiada pela forte alavancagem operacional do modelo.

A receita da rede Smart Fit Brasil foi de R$ 683 milhões (+18% a/a). Com pressão nos custos, o lucro bruto foi de R$ 326 milhões (+17 % a/a) e a margem bruta caiu -0,7 p.p., para 47,7%, explicada principalmente pela maior concentração de aberturas de academias em dezembro, ainda longe do período de maturação.

Além das unidades tradicionais, as receitas da Bio Ritmo somadas à rubrica “Outras” (que contempla principalmente Studios, TotalPass e royalties), cresceram 82,5% a/a, totalizando R$ 255 milhões. Juntas, passaram a representar 12% da receita líquida da companhia, e a margem bruta das operações somadas foi de 76%, mostrando que o avanço delas tende a ser acretivo para a rentabilidade consolidada.

Operação SMFT3 no México

No México, a receita cresceu 20% a/a, para R$ 444,8 milhões, impulsionada pelo aumento de 13% no ticket médio e expansão de 6% da base de alunos. O lucro bruto avançou 12% a/a, mas a margem bruta recuou para 43,6% (-3,1 p.p. a/a), pressionada pelo aumento de custos de pessoal e pela maior concentração de academias ainda em fase de maturação.

Outro fator de pressão na operação mexicana vem do TotalPass: nas unidades próprias da Smart Fit, a participação dos check-ins desses alunos é cerca de 40% superior à fatia de receita que eles geram, o que reduz a rentabilidade no curto prazo.

Mesmo com essa pressão, a ampla diversificação geográfica da companhia tem ajudado a compensar esse efeito, tanto é verdade que a rubrica “Outros países” foi novamente a frente que mais contribuiu para o crescimento da receita e margem bruta. A receita desse segmento foi de R$719 milhões (+22% a/a), impulsionada principalmente por 17% de incremento na base de alunos e pelos repasses de preços bem-sucedidos na Colômbia e no Peru. A margem bruta atingiu 54,6% (+0,6p.p. a/a), bem acima de Brasil e México e acima da margem bruta esperada de uma academia madura (52%).

Aliás, a própria companhia destacou o amadurecimento chamativo das academias com operação iniciada em 2024, cujas margens brutas atingiram 56%, indicando o ganho de expertise com custos nas unidades mais recentes.

As despesas gerais, administrativas e de vendas somaram R$ 410,6 milhões, equivalentes a 19,5% da receita (+0,2 p.p. a/a), refletindo maiores investimentos na estruturação de novos negócios, além da consolidação do TotalPass México e da FitMaster. Mesmo com a forte alavancagem operacional, entendemos que essa linha ainda pode seguir pressionada no curto prazo, impactando o ebitda, mas tende a voltar a ser diluída à medida que essas operações amadureçam.

Afinal, vale investir nas ações SMFT3?

O ebitda ajustado atingiu recorde de R$ 672 milhões (+29% a/a), com margem de 32% (+1 p.p. a/a), beneficiado principalmente pela expansão da margem bruta.

O lucro líquido foi de R$ 203,5 milhões (+45% a/a), com margem líquida de 9,7% (+1,3 p.p. a/a), refletindo não apenas o forte crescimento operacional, mas também melhora no resultado financeiro e menor pressão tributária.

Em suma, o crescimento de Studios, TotalPass e das operações em outros países da América Latina segue contribuindo para expansão de receita e rentabilidade. Paralelamente, o amadurecimento das unidades mais jovens deve continuar impulsionando os resultados à medida que a forte expansão dos últimos anos se consolida. Embora o aumento da concorrência e a maior participação do TotalPass tragam desafios pontuais, a alavancagem operacional do modelo segue sendo o principal vetor de crescimento de lucro da companhia.

Os receios recentes do mercado pressionaram a performance das ações nos últimos meses, tornando o valuation mais atrativo em nossa visão. Os resultados do trimestre reforçam que a Smart Fit segue operando de forma robusta e capturando os benefícios da diversificação. Negociando a 12,7x P/L 2026, SMFT3 reforçamos nossa recomendação de compra para os papéis, que segue em diversas séries da Empiricus Research.

O post Smart Fit (SMFT3) entrega resultados sólidos e melhora de margens; confira os números do 1T26 apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Moura Dubeux (MDNE3): lucro recorde reforça forte momento operacional no 1T26

Nesta quarta-feira (6), a Moura Dubeux (MDNE3) divulgou seus resultados referentes ao 1T26, com números acima das expectativas do mercado e continuidade do forte ciclo operacional observado nos últimos trimestres.

No campo operacional, a companhia lançou oito projetos no trimestre, totalizando R$ 1,31 bilhão em VGV líquido (%MD), mais que triplicando o volume registrado no 1T25.

O trimestre também marcou a entrada da Ún1ca em duas SPEs ligadas à joint venture com a Direcional (DIRR3), ampliando a atuação da companhia no segmento econômico.

Dados trimestrais relevantes de MDNE3

As vendas e adesões líquidas somaram R$ 1,03 bilhão, crescimento de 87,7% na comparação anual e de 48,1% frente ao 4T25. O desempenho comercial permaneceu sólido, sustentado principalmente pelas adesões de condomínio, enquanto os distratos seguiram em níveis reduzidos, equivalentes a apenas 4,1% das vendas brutas. A VSO líquida ficou em 21,5% no trimestre e 52,4% na janela de 12 meses, indicando manutenção de uma boa velocidade de absorção, mesmo diante do maior volume de lançamentos.

Na demonstração de resultados, a receita líquida da Moura Dubeux atingiu R$ 628 milhões, crescimento de 43% frente ao 1T25. O avanço foi impulsionado pela maior contribuição do modelo de condomínio, especialmente pelo reconhecimento de receitas relacionadas à comercialização de terrenos em alguns projetos do período.

Esse fator também foi responsável por um nível de rentabilidade acima da média: a margem bruta ajustada alcançou 41,9%, avanço de 6,3 p.p. na comparação anual e de 8,2 p.p. frente ao trimestre anterior.

Com isso, o EBITDA ajustado atingiu R$ 168 milhões, crescimento de 89% em relação ao 1T25, com margem EBITDA ajustada de 26,8%.

Diante de um resultado financeiro discreto, o lucro líquido somou R$ 156 milhões, avanço de 121% na comparação anual, atingindo o maior patamar trimestral da história da companhia. O ROAE ficou em 27,2%, reforçando o elevado nível de rentabilidade do negócio.

  • Quer dominar o mercado financeiro em 2026? Conheça o Empiricus+, a plataforma mais completa de investimentos; saiba mais  

Estrutura de capital no 1T26: ainda vale a pena investir?

Em relação à estrutura de capital, a Moura Dubeux encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 84 milhões, equivalente a apenas 4% do patrimônio líquido, mantendo uma posição financeira bastante confortável, mesmo diante da aceleração operacional e da consequente queima de caixa.

De forma geral, os resultados do 1T26 reforçam o bom momento da Moura Dubeux, sustentada pelo modelo de condomínio, elevada eficiência operacional e boa dinâmica comercial no Nordeste. Negociando a um múltiplo Preço/Lucro de 5 vezes para 2026, as ações de MDNE3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

O post Moura Dubeux (MDNE3): lucro recorde reforça forte momento operacional no 1T26 apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: Lula na Casa Branca, memorando entre EUA e Irã e decisões monetárias; o que movimenta o mercado nesta quinta?

A agenda internacional adiciona novos elementos de atenção neste início de quinta-feira. A visita de Lula à Casa Branca coloca temas sensíveis em evidência, enquanto outros vetores globais permanecem no radar, como as dificuldades do Japão em sustentar o iene, as eleições locais no Reino Unido e os questionamentos sobre a qualidade dos dados econômicos britânicos. Bancos centrais como o Riksbank (Suécia) e o Norges Bank (Noruega) devem manter as taxas de juros estáveis, reforçando um ambiente de cautela monetária (o México também conta com decisão de política monetária).

Nos mercados, a reação segue sendo majoritariamente positiva, com avanço das bolsas asiáticas, lideradas pelo Nikkei, estabilidade na Europa e leve alta dos futuros americanos, enquanto o petróleo continua em trajetória de queda, refletindo um equilíbrio ainda frágil entre o otimismo de curto prazo e as incertezas persistentes no cenário geopolítico, associadas ao Estreito de Ormuz.

Nesse contexto, o mercado tenta sustentar o forte rali observado na quarta-feira, movimento impulsionado pela expectativa de um possível acordo entre Estados Unidos e Irã. O desempenho recente foi menos determinado por avanços concretos no conflito e mais pela percepção de que a Casa Branca busca uma solução rápida, pressionada pelos custos econômicos e políticos da guerra, como a alta da gasolina nos Estados Unidos. Esse pano de fundo elevou o apetite por risco, levou o Brent a recuar quase 8% e sustentou a valorização das bolsas globais. Ainda assim, o cenário segue cercado de incertezas, com sinais contraditórios nas negociações, postura cautelosa de atores relevantes, como Irã e Israel, e uma oferta global de energia ainda pressionada, o que mantém os mercados sensíveis a novos desdobramentos.

· 00:54 — Ibovespa reage ao alívio externo

No Brasil, os ativos domésticos voltaram a acompanhar o movimento internacional, com o Ibovespa recuperando o patamar dos 187 mil pontos e avançando 0,5%, em meio ao sentimento mais otimista dos investidores diante da possibilidade de um novo acordo entre Estados Unidos e Irã. A percepção de arrefecimento do conflito contribui para uma leitura mais benigna para a inflação, ainda que já esteja contaminada, o que reduz a pressão sobre a curva de juros e favorece ativos de maior risco. Ainda assim, o câmbio seguiu direção oposta, com o dólar avançando frente ao real em um movimento de correção após a queda de 0,85% observada na véspera, influenciado principalmente pela retração dos preços do petróleo, fator desfavorável para a moeda brasileira, e pela atuação do Banco Central no mercado de câmbio, por meio de um leilão de swap reverso de US$ 500 milhões. Essa operação pouco utilizada reflete o aproveitamento do fluxo positivo recente e da valorização do real para reduzir o estoque de swaps cambiais tradicionais, atualmente acima de US$ 95 bilhões.

Para hoje, a agenda doméstica segue relevante e pode trazer novos elementos para o comportamento dos ativos. O mercado acompanha a dinâmica do fluxo estrangeiro, ao mesmo tempo em que avalia indicadores como a produção industrial de março e a balança comercial de abril, esta última possivelmente beneficiada pelo aumento das exportações de petróleo. Além disso, o noticiário corporativo ganha protagonismo, com a divulgação de resultados ao longo do dia por empresas de diversos setores, incluindo varejo, shoppings, educação e infraestrutura, o que tende a contribuir para uma leitura mais granular sobre a atividade econômica e a qualidade dos resultados.

  • Quer dominar o mercado financeiro em 2026? Conheça o Empiricus+, a plataforma mais completa de investimentos; saiba mais  

· 01:41 — O encontro da semana

O encontro entre Lula e Trump ocorre em um contexto delicado, marcado por tensões geopolíticas, disputas comerciais e pressões políticas internas para ambos os líderes. Apesar de uma relação mais cordial, o ambiente tornou-se mais sensível diante de divergências sobre temas como Venezuela, Irã e medidas americanas envolvendo o Brasil, incluindo investigações comerciais e a possível classificação de organizações criminosas brasileiras como grupos terroristas. Para Lula, o desafio será manter o pragmatismo em um momento de forte polarização doméstica, no qual o discurso de soberania pode gerar dividendos políticos nos próximos meses, mas também carrega riscos relevantes diante da imprevisibilidade da reação americana, como já ocorreu em episódios envolvendo líderes como Volodymyr Zelensky e Cyril Ramaphosa.

Paralelamente, o Brasil busca se posicionar de forma estratégica ao avançar no marco regulatório dos minerais críticos e terras raras, um setor cada vez mais central na disputa geoeconômica entre Estados Unidos e China nesta nova configuração de rivalidade global (Guerra Fria 2.0). A proposta, acompanhada de incentivos fiscais e mecanismos para estimular investimentos, reforça a tentativa brasileira de atrair capital e tecnologia sem assumir alinhamento automático com nenhum dos polos.

· 02:38 — Próximo dos 50 mil pontos

Os mercados americanos registraram forte valorização, impulsionados por dois vetores principais: o entusiasmo com o setor de semicondutores, especialmente vinculado à inteligência artificial, e a expectativa de um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, que poderia encerrar o conflito e permitir a reabertura do Estreito de Ormuz, contribuindo para a queda dos preços do petróleo. Nesse contexto, o Dow Jones avançou 1,2%, aproximando-se do patamar simbólico de 50 mil pontos, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq subiram 1,5% e 2%, respectivamente, renovando máximas. Empresas como a AMD se destacaram, com forte valorização após a divulgação de resultados, refletindo o momento favorável do setor de tecnologia. Ainda assim, o Dow continua apresentando desempenho inferior em relação aos demais índices, em parte devido à sua menor exposição a empresas de semicondutores, mesmo após ajustes recentes em sua composição.

Por outro lado, o cenário também traz sinais de cautela. A valorização expressiva das ações de tecnologia e semicondutores já começa a ser comparada à bolha das empresas ponto-com, dado o ritmo acelerado de alta e os ganhos acumulados elevados, ainda que os fundamentos atuais sejam mais consistentes. Paralelamente, a agenda econômica segue relevante, com dados de mercado de trabalho e produtividade nos Estados Unidos sendo acompanhados de perto, especialmente em um ambiente de incerteza quanto à trajetória da inflação, dos juros e dos impactos efetivos da inteligência artificial sobre a economia. O pano de fundo, portanto, combina otimismo no curto prazo com indícios de possível excesso, exigindo uma postura mais atenta e disciplinada por parte dos investidores.

· 03:29 — Avaliando a proposta

O preço do petróleo recuou à medida que o Irã passou a avaliar uma nova proposta de paz apresentada pelos Estados Unidos, que pode abrir caminho para o encerramento do conflito e aliviar as pressões sobre o mercado de energia, ao mesmo tempo em que oferece uma saída política para Donald Trump. O eventual acordo incluiria a reabertura do Estreito de Ormuz e a suspensão do bloqueio naval americano, deixando as negociações nucleares para uma etapa posterior. Ainda assim, o cenário permanece incerto e marcado por sinais contraditórios: enquanto Trump sinaliza a possibilidade de entendimento e menciona a abertura do estreito, mantém a retórica de possível escalada militar, ao passo que episódios recentes, como a interceptação de um petroleiro iraniano, evidenciam que as tensões no terreno seguem elevadas.

Nesse contexto, a China intensifica sua atuação diplomática em favor de uma solução negociada, enquanto o Irã busca estreitar relações com Pequim e Moscou para ampliar seu poder de barganha, mantendo o desfecho do conflito em aberto e sujeito a novos desdobramentos. Vale destacar dois pontos importantes: i) mesmo em caso de reabertura, o Estreito de Ormuz tende a levar entre seis e oito semanas para retomar um fluxo minimamente normalizado; e ii) ainda que essa normalização ocorra, é pouco provável que o mercado volte a enxergar o estreito da mesma forma após essa disrupção — uma vez alterada a percepção de risco, ela dificilmente retorna ao ponto anterior. Isso sugere que o petróleo pode passar a incorporar de forma mais estrutural um prêmio geopolítico adicional, refletindo o risco recorrente de interrupções. Esse novo equilíbrio, por sua vez, tende a acelerar discussões sobre diversificação geográfica e de fontes energéticas nos próximos anos, potencialmente beneficiando regiões como a América Latina e alternativas como a energia nuclear.

· 04:17 — Um rali sem precedentes

O principal índice da bolsa sul-coreana (KOSPI) ultrapassou pela primeira vez a marca dos 7.000 pontos (já alcançou 7.490), impulsionado principalmente pelo desempenho do setor de semicondutores, com destaque para Samsung e SK Hynix, que já perfazem mais de 40% do índice (concentração preocupante) e vêm se beneficiando da forte demanda global associada à inteligência artificial. Nos últimos cinco dias, o índice avança mais de 13%, acumulando ganho de 77% ao longo do ano e mais de 190% em 12 meses, num movimento que reflete tanto a solidez das exportações quanto a recuperação da atividade industrial, em meio à expansão rápida da indústria de chips.

Ainda assim, a continuidade desse desempenho permanece condicionada à sustentação desse ciclo de demanda. Há espaço para novas altas caso os investimentos em inteligência artificial sigam em ritmo robusto, mas o cenário também incorpora riscos relevantes, especialmente relacionados à inflação e aos efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio. Nesse contexto, a combinação de crescimento consistente, elevado poder de precificação das empresas de semicondutores e níveis de avaliação ainda descontados segue sustentando o interesse dos investidores, com a possível redução do chamado “desconto coreano” atuando como um vetor adicional de valorização ao longo dos próximos meses.

· 05:06 — O novo aço do século XXI: infraestrutura, IA e o superciclo americano

Os Estados Unidos ingressam em um novo ciclo estrutural de investimentos, um verdadeiro superciclo de Capex, impulsionado pela convergência entre inteligência artificial, reindustrialização e segurança energética. Trilhões de dólares já estão sendo direcionados à construção de fábricas, data centers e infraestrutura elétrica, em um pipeline de megaprojetos que ultrapassa US$ 3 trilhões. Na prática, trata-se da formação da base física da próxima geração da economia global, com aceleração já perceptível ao longo de 2025 e 2026 e potencial de continuidade nos anos seguintes.

Para o investidor, o ponto central vai além do crescimento agregado e reside na amplitude das oportunidades distribuídas ao longo de toda a cadeia de infraestrutura, de construção e engenharia a materiais, energia e transporte. Nesse contexto, veículos como o Global X US Infrastructure Development ETF (B3: BPVE39) oferecem uma forma eficiente de acessar essa temática de maneira diversificada, acompanhando os principais beneficiários desse ciclo. Cabe, no entanto, atenção à liquidez do produto, ainda relativamente limitada, o que recomenda uma abordagem gradual na alocação. Ainda assim, como instrumento de exposição a um vetor estrutural de longo prazo, o ETF se apresenta como uma alternativa em uma carteira global bem balanceada.

O post Ibovespa hoje: Lula na Casa Branca, memorando entre EUA e Irã e decisões monetárias; o que movimenta o mercado nesta quinta? apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Estreia: Delta IA vai buscar lucros toda sexta-feira para investidores em criptomoedas; conheça nova ferramenta

A sexta-feira já é o dia preferido da semana de muita gente. Seja para quem quer celebrar o fim da semana em um boteco ou só descansar no sofá assistindo aquela série nova, tem muitos motivos para admirar o último dia útil semanal.

A novidade da vez é que, a nova estreia da Empiricus pode ser mais uma razão para sexta-feira ser o melhor dia da semana dos investidores. Isso porque, a partir do dia 11 de maio, a Empiricus lança oficialmente o Delta IA.

Conheça Delta IA e veja como você pode buscar lucros semanais na alta ou na baixa

O Delta IA chega no mercado como a primeira inteligência artificial automatizada que opera com a estratégia de long e short em criptomoedas.

Isso significa que a ferramenta opera tanto comprada em ativos, quanto vendida. Assim, o usuário tem a chance de buscar renda em dois cenários de mercado, na diferença entre as duas posições:

  • Quando o mercado está caindo, a chance de renda é de até R$ 1.960 por semana, de acordo com os resultados do backtest*;
  • Já quando o mercado está subindo, a chance de renda de até R$ 1.420 por sexta-feira.

* Mês utilizado como referência no backtest para o ‘mercado caindo: Junho 2020 – +50.6% / Mês utilizado como referência no backtest para o ‘mercado subindo: Outubro 2021 – 35.3%. Retornos passados não significam ganhos futuros. Investimentos têm riscos e podem gerar perdas ao investidor.

Nas palavras de Valter Rebelo, especialista do mercado de ativos digitais da Empiricus Research e desenvolvedor da estratégia por trás do Delta IA, ela é a única IA do Brasil capaz de fazer o dinheiro ‘pingar’ diretamente na conta do investidor.

“Ao contrário das outras IAs, o Delta não fica conversando com você, nem te dá planos para ganhar dinheiro. Ele opera ativamente o mercado cripto e você pode copiar as operações dele”, explica Rebelo.

Para explicar melhor sobre como essas operações vão funcionar, tirar as principais dúvidas e mostrar a confiabilidade na ferramenta, Valter Rebelo e a equipe de especialistas de cripto da Empiricus estão organizando um evento na próxima semana (as inscrições gratuitas e online ainda estão disponíveis aqui).

Entenda por que as sextas-feiras são relevantes para o Delta IA

Além da praticidade, o que mais chama a atenção no Delta IA é a sua pontualidade com a busca por lucros. Afinal, como já foi mencionado, as sextas-feiras serão dias bem especiais para essa IA.

Por isso, é comum surgir algumas dúvidas: “Como essa automação funciona? Como usar ele? Por que a renda pode ser na sexta-feira e não outro dia?”

Para entender, é preciso visualizar o fluxo de operações do Delta. Na primeira sexta-feira em que o Delta estiver operando, ela vai selecionar os 10 ativos com maior probabilidade de disparar, e entrar “vendido” nos 10 ativos com maior probabilidade de cair.

“Durante esses sete dias muita coisa pode acontecer. Vão ter semanas de euforia no mercado e as criptomoedas podem disparar. Em outras, o pessimismo pode pesar e o mercado, despencar”, descreve Rebelo.

Entretanto, para o Delta IA, a tendência é que os investimentos consigam capturar esses movimentos esperados e ganhar com a diferença, na alta ou na baixa.

E onde a sexta-feira entra nessa jogada? Porque é nesse dia, pela tarde, que o robô fará seu rebalanceamento, encontrando as 10 criptomoedas com maior potencial para comprar e mais 10 para vender.

Agora, se o leitor desse texto chegou até aqui e está curioso para saber ainda mais como investir nessa ferramenta, vai encontrar mais informações a seguir.

Delta IA vai buscar renda a cada 7 dias em qualquer cenário a partir de 11 de maio; inscreva-se

Para quem ficou interessado, no dia 11 de maio, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode buscar renda de até R$ 1.960 por semana de forma automatizada e em qualquer cenário.

Na data, às 19h, o time da Empiricus terá um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes.

Se você está ouvindo falar dessa inteligência artificial pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

O post Estreia: Delta IA vai buscar lucros toda sexta-feira para investidores em criptomoedas; conheça nova ferramenta apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Amargo mel, fogo gelado e caos organizado

A esta altura dos acontecimentos, acho que já podemos afirmar que o prazo para o término da Guerra do Irã sempre foi incognoscível.

Com certeza, não eram apenas as quatro semanas que haviam sido indicadas originalmente por Trump.

Por outro lado, memorando de uma página, não tem cara de ser uma guerra infinita.

Arrisco dizer que essa guerra está justamente entre terminar daqui a alguns dias ou daqui a alguns anos. E por isso me permito a licença poética de chamá-la de imprevisível.

Porque, em termos práticos, dentro dos gatilhos temporais que regem os mercados, a diferença entre esperar dois dias e esperar dois anos gera consequências completamente díspares.

Assim, somos obrigados a fazer algo indigesto, quase insalubre, que é o duro exercício de fazer coabitar em nossas mentes dois cenários – o rápido e o devagar – que se combinam em um oxímoro.

Nada é mais útil para o trabalho de um financista do que conviver com a contradição. E, também, nada pode ser mais enlouquecedor para um ser humano.

Imagine você se apaixonar por alguém que lhe desperta o amor mais puro seguido do ódio mais sanguíneo, a propensão a estar junto logo então substituída pela mais completa aversão; e assim sucessivamente, por décadas e décadas, entre tapas e beijos.

A evolução não nos forneceu meios para lidar bem com os opostos simultâneos, não somos bons nisso; preferimos a definição de um ou outro.

Como exemplo didático, considere o seguinte desafio simples de lógica:

Nelson está olhando para Ana, e Ana está olhando para Renzo. Nelson é casado, mas Renzo é solteiro. Podemos dizer que é o caso de que uma pessoa casada está olhando para uma pessoa solteira?

  1. Sim.
  2. Não.
  3. Isso não pode ser determinado apenas com o enunciado.

(Se quiser um tempinho para pensar, segure a leitura até aqui, pois o spoiler vem logo abaixo).

A alternativa correta é “A” (Sim), mas a vasta maioria dos respondentes escolhe a letra “C”, supondo automaticamente que a falta de informação sobre o estado civil de Ana impossibilita cravar uma resposta honesta.

Todavia, se pensássemos direto em termos de probabilidades, convivendo com a contradição, enxergaríamos dois cenários possíveis:

  • Nelson (casado) -> Ana (casada) – > Renzo (solteiro).

Ou:

  • Nelson (casado) -> Ana (solteira) -> Renzo (solteiro).


Note que, em ambos os cenários, existe uma pessoa casada olhando para uma pessoa solteira.

Se você não acertou desta vez, fique tranquilo. Até mesmo pessoas de altíssima pontuação em testes de QI têm dificuldade de ponderar cenários pré-convergência.

Felizmente, o investidor inteligente não precisa ficar comprometido com o mercado, e também não precisa ficar à espreita. Basta fazer como a Ana que, casada ou solteira, continua participando do jogo.

O post Amargo mel, fogo gelado e caos organizado apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ata do Copom ‘sem pistas’? Mercado diverge na leitura do documento, mas cenário de incerteza abre espaço para buscar retornos de IPCA+ 10,6% ao ano

Na última terça-feira (5), o Banco Central divulgou a ata do Copom. O documento traz mais detalhes sobre os fatores que embasaram a última decisão da autoridade monetária, que optou por mais um corte de 0,25 pontos percentuais, levando a Selic para o patamar de 14,50% ao ano.

A ata costuma ser muito aguardada pelos investidores, pois além dos pormenores da decisão, costuma dar “pistas” dos próximos passos do Banco Central. Mas, desta vez, a interpretação dos “sinais” do BC causaram divergências no mercado.

O tom da ata foi um ponto em que o mercado apresentou leituras diversas. Para alguns, a autoridade adotou um tom mais dovish — leve —, o que seria um indício de manutenção da confiança na desaceleração da atividade para sustentar o ciclo de cortes.

 Por outro lado, parte do mercado aponta que a autoridade adotou um tom mais hawkish — duro — em sua comunicação. Lais Costa, analista de renda fixa e head de fundos da Empiricus Research, faz parte deste grupo.

De acordo com a analista, a ata apresentou uma mudança importante em relação ao Copom de março: “há maior probabilidade de interrupção dos ajustes do que de aceleração do ritmo de corte em junho”. Nesse cenário, a pergunta de muitos investidores é:

Para onde vai a Selic nos próximos meses?

Na ata do Copom o Banco Central destacou que três pontos de atenção para as próximas decisões. O primeiro deles foi o distanciamento das expectativas de inflação em relação à meta, devido aos impactos de segunda ordem do conflito no Oriente Médio.

O documento também debateu as alterações no balanço de risco, tanto por conta do aumento da inflação em um cenário de conflito prolongado, quanto pelo efeito da disrupção nas cadeias produtivas de petróleo.

Por fim, o Banco Central deixou claro a importância de uma política fiscal previsível, crível e anticíclica. Segundo a autoridade, “o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade.”

Por outro lado, a ata apontou que os juros elevados praticados ao longo dos últimos períodos já estão ” contribuído de forma determinante para a desinflação observada.” Nesse cenário, Lais acredita que há uma forte propensão de mais um corte de 0,25 pontos percentuais na reunião de junho.

Contudo, a expectativa é de que o ciclo seja ainda menor. Segundo Costa, isso já deve aparecer no relatório Focus da próxima segunda-feira com uma “revisão para cima das projeções da Selic em 2026.”

De acordo com Lais, enquanto o último Boletim aponta uma Selic terminal de 13% ao ano, o mercado aponta para 14% em dezembro.

Nesse contexto, analista fez alguns ajustes na carteira na qual recomenda títulos “premium” da renda fixa. Entre as mudanças está a oportunidade de buscar retornos de IPCA+ 10,6% ao ano.

4 oportunidades na renda fixa para buscar até IPCA+ 10,6% ao ano, com isenção de IR, com a Selic a 14,5% ao ano

Laís aponta que, diante do cenário atual, os títulos de longo prazo, indexados à inflação (IPCA), continuam sendo uma boa estratégia de alocação.

Contudo, para quem topa um risco um pouco maior que o da renda fixa tradicional, há a oportunidade de capturar rentabilidades reais de até 10,6% ao ano, acima da inflação, com um outro ativo.

Ou seja, com títulos como esse, é possível “travar” um retorno real de 10,6% ao ano com isenção de IR. A boa notícia é que você pode conhecer a carteira completa, com esse e outros títulos recomendados por Lais, agora mesmo.

Empiricus Research está disponibilizando como cortesia o acesso gratuito ao portfólio completo. Para acessar, é muito simples: basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

O post Ata do Copom ‘sem pistas’? Mercado diverge na leitura do documento, mas cenário de incerteza abre espaço para buscar retornos de IPCA+ 10,6% ao ano apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Prio (PRIO3): petróleo e produção em alta beneficiam resultado do 1T26 acima do esperado; veja análise

A Prio (PRIO3) divulgou um forte resultado no 1T26, beneficiado tanto pela alta do petróleo como pelo aumento de produção que já vinha sendo antecipado pela companhia nas prévias. As ações, entretanto, caíam do Ibovespa na terça-feira (5), em linha com o recuo de mais de 3% do petróleo Brent para julho.

A receita líquida foi de US$ 1,12 bilhão, 60% acima do mesmo período do ano anterior e superior às projeções de mercado. O preço FOB do barril, valor efetivamente recebido após descontos e frete, foi de US$ 75,34, implicando desconto de US$ 8,15 em relação ao Brent médio. Esse número aumentou frente ao 4T25, refletindo a maior participação de Peregrino, que respondeu por quase 50% das receitas e possui óleo mais viscoso, com maior desconto.

Ainda assim, mesmo considerando a tributação temporária de 12% sobre exportações e a volatilidade do barril no trimestre, o preço FOB superou as expectativas, favorecendo as margens.

Melhoria operacional nos campos da Prio nos holofotes do 1T26

Assim como nos últimos trimestres, o destaque positivo foi a melhoria operacional dos campos, sendo que Albacora Leste, que vinha sendo o calcanhar de Aquiles da companhia, atingiu o maior índice de eficiência da série histórica, com 95,4% (v.s. 88,7% no 4T25 e 69,6% no 1T25). Os demais campos mantiveram estabilidade acima de 98%, evidenciando a efetividade dos esforços da companhia nesse objetivo.

O custo de extração (lifting cost) foi de US$9,4/barril (-25% t/t), sendo o menor desde 2024. Parte disso se dá pela forte redução de custos em Peregrino, que vem sendo implementada desde que a Prio passou a ser operadora do campo, e pela introdução de Wahoo, que além de diluir os custos, se beneficia de suas sinergias com Frade

Os custos e despesas gerais e administrativas somados cresceram 10,6% a/a, resultado do aumento produtivo da empresa. Com isso, o ebitda atingiu US$822 milhões, acima das estimativas do mercado.

A soma de depreciação e amortização foi de US$366 milhões (+43% a/a), refletindo a incorporação do campo de Peregrino e a operação de Wahoo. Despesas com hedge através de derivativos, além de uma dívida mais alta na comparação anual, trouxeram um resultado financeiro negativo em U$128 milhões.

Mesmo assim, o lucro líquido somou US$ 460 milhões, alta anual de 33%, refletindo o crescimento do ebitda e uma menor alíquota de imposto em função do ajuste da base tributável por conta da valorização do real no período.

Pontos baixos do 1T26 da PRIO3

O destaque negativo foi a geração de caixa, pressionada pelo aumento de recebíveis que elevou o capital de giro para US$ 461 milhões.

Além disso, o capex de US$ 308 milhões (em linha com o guidance) impactou o fluxo de caixa livre. Considerando ainda US$ 58 milhões em recompras de ações e US$ 88 milhões no resultado financeiro, houve consumo de caixa de US$ 37 milhões. Vale mencionar que esse número fraco já era esperado para o período, e a expectativa é de melhora significativa já no 2T26, com redução do capital de giro esperado e diminuição significativa dos recebíveis.

Sem novas emissões de dívida, o leve consumo de caixa e o avanço do ebitda reduziram a alavancagem de 2,3x no 4T25 para 2,0x no trimestre.

No geral, a companhia entregou resultados fortes, com receita e lucro recordes, além de avanços operacionais, com maior eficiência e menor lifting cost.

Os impactos das entradas dos campos de Peregrino e Wahoo ainda devem trazer um crescimento da produção e redução custo de extração. Por um yield de fluxo de caixa para o acionista de cerca de 50% no triênio 2026-2028, PRIO3 segue entre as recomendações da Empiricus.

O post Prio (PRIO3): petróleo e produção em alta beneficiam resultado do 1T26 acima do esperado; veja análise apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Itaú (ITUB4) tem 1T26 sólido, com inadimplência controlada e ROE de 24,8%; veja como foi o trimestre

Como de costume, o Itaú (ITUB4) apresentou resultados trimestrais sólidos referentes ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), com crescimento saudável das operações de crédito, bons níveis de eficiência e manutenção de indicadores de inadimplência em patamares saudáveis.

A carteira de crédito total, excluindo variação cambial, cresceu 9% frente ao 1T25, para R$ 1,48 trilhão, com o aumento tímido de 4,2% na América Latina sendo mais do que compensado pela expansão no Brasil (+7,8%), com contribuições positivas nas três frentes: Pessoas Físicas (+6,8%, com destaque para a alta de 11,2% em crédito imobiliário), PMEs (+10,9%) e Grandes Empresas (+6,9%).

Isso permitiu a Margem Financeira com Clientes crescer 4,5%, para R$ 31,5 bilhões, com o aumento da carteira de crédito mais do que compensando uma pequena pressão de -0,1 p.p. nos spreads – vale mencionar que a antecipação de dividendos no fim de 2025 por conta da mudança de tributação impactou marginalmente essa linha. A Margem Financeira com o Mercado (mesa de trading) chegou a R$ 820 milhões, recuo anual de 11,2%, impactado por aumento em custos de hedge.

O Custo do Crédito cresceu 4,5%, ligeiramente acima das receitas com juros, impactada pelo aumento nas despesas com provisão.

Itaú mantém inadimplência em patamares saudáveis

Apesar disso, vale destacar o bom comportamento das linhas de inadimplência. O índice de inadimplência de 15 a 90 dias aumentou de 1,6% no 4T25 para 1,7% no 1T26, o que está em linha com o comportamento sazonal (esse número saiu de 1,6% no 4T24 para 1,8% no 1T25).

No Brasil, o único segmento que apresentou um indicador pior que um ano antes foi PMEs (+0,2p.p.). O índice de atrasos acima de 90 dias aumentou 0,1 p.p., no mesmo patamar do 1T25, também puxado por PMEs.

O segmento de Serviços e Seguros apresentou um desempenho misto. Enquanto a operação de Seguros mostrou forte crescimento anual de 17%, a linha de Serviços cresceu apenas 2,4%, impactada principalmente por menores receitas com tarifas de conta corrente e pagamentos, parcialmente compensadas por maiores taxas de administração de recursos.

Por outro lado, o banco atingiu o melhor índice de eficiência de sua história no Brasil (34,9%), com o crescimento de despesas com pessoal e tecnologia parcialmente compensados por despesas transacionais.

Lucro líquido em linha com o esperado e ROE de 24,8%

Como resultado, o lucro operacional atingiu R$ 17,5 bilhões, alta de 4,8%, mas um pouco abaixo das estimativas, por conta do efeito negativo da antecipação de dividendos nas operações de crédito.

Por outro lado, o lucro líquido recorrente de R$ 12,3 bilhões (+10,4% vs 1T25) ficou em linha com o consenso, ajudado por uma menor alíquota de imposto no período.

O ROE consolidado atingiu 24,8%, enquanto a operação brasileira chegou a 26,4% – ótima expansão anual de 2,3 p.p. e 2,7 p.p. respectivamente.

ITUB4: recomendação de compra

Mesmo em um ambiente macro mais desafiador, o Itaú continua mostrando que segue bem-posicionado para continuar entregando resultados resilientes, ainda que com alguma desaceleração, o que justifica o prêmio de valuation sobre os principais incumbentes.

Itaú segue com recomendação de compra pela Empiricus Research.

O post Itaú (ITUB4) tem 1T26 sólido, com inadimplência controlada e ROE de 24,8%; veja como foi o trimestre apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: bolsas sobem e dólar e petróleo recuam com sinais de desescalada no Oriente Médio

Os mercados globais operam em tom positivo, impulsionados por sinais de desescalada no conflito entre Estados Unidos e Irã. A decisão de Donald Trump de suspender a escolta militar no Estreito de Ormuz foi interpretada como um gesto relevante em direção a uma solução diplomática, reforçado por avanços nas negociações mediadas pelo Paquistão e pelo maior envolvimento da China no processo.

O otimismo ganhou tração adicional com notícias de que os Estados Unidos estariam próximos de um acordo com o Irã, possivelmente estruturado por meio de um memorando preliminar que envolveria compromissos relacionados ao programa nuclear, alívio de sanções e normalização do fluxo no Estreito de Ormuz.

Como consequência, observou-se forte valorização das bolsas, queda expressiva do petróleo, com o Brent recuando para a faixa de US$ 100 por barril, e redução do prêmio de risco geopolítico, movimento que também favoreceu ativos de mercados emergentes, incluindo o Brasil. O pano de fundo permanece marcado por um otimismo de curto prazo, mas ainda condicionado à concretização de avanços nas negociações.

· 01:51 — Alívio externo, dilema interno: o Brasil entre o respiro e a conta

No Brasil, acompanhamos ontem a melhora internacional, movimento que tende a se estender no pregão de hoje. O câmbio também refletiu esse quadro mais favorável, com o dólar recuando para R$ 4,91 (o menor patamar desde janeiro de 2024).

Como o vetor geopolítico no Oriente Médio vinha sendo uma fonte relevante de preocupação doméstica, sobretudo pelos seus potenciais impactos inflacionários — como já destacado na ata do Copom, comentada ontem, que reforçou um tom mais cauteloso e dependente de dados —, qualquer alívio nesse front contribui para reduzir o risco percebido de uma interrupção no ciclo de cortes de juros. Ainda assim, é importante reconhecer que o espaço para flexibilização não é mais o mesmo, embora possa se mostrar mais amplo do que se temia ao longo da segunda metade de abril.

Além do cenário externo, o mercado segue atento à agenda política em Brasília. Pesquisas recentes, como as da RealTime Big Data e da Meio Ideia, indicam um cenário de segundo turno polarizado, com empate técnico.

Dado o potencial das eleições como vetor relevante para a dinâmica fiscal, é natural que os ativos passem a reagir com maior intensidade a novas divulgações ao longo das próximas semanas e meses. Esse movimento ocorre em um contexto doméstico ainda delicado: o elevado endividamento das famílias, impulsionado por políticas de estímulo ao crédito, começa a revelar seus efeitos, especialmente em um ambiente de juros altos, diretamente associado ao quadro fiscal.

Iniciativas como o Desenrola 2.0, embora relevantes sob a ótica de alívio de curto prazo, têm sido interpretadas por parte do mercado — e por importantes editoriais brasileiros — como medidas que não enfrentam as causas estruturais do problema, mantendo o debate sobre sustentabilidade fiscal no centro das atenções.

· 01:43 — O que o mercado de trabalho americano quer nos dizer

Com o cessar-fogo entre EUA e Irã aparentemente preservado, os preços do petróleo recuaram, abrindo espaço para a recuperação dos mercados e para novas máximas históricas nos principais índices americanos.

A atenção do mercado americano, no entanto, se volta sobretudo para a agenda de trabalho, com destaque para o relatório JOLTS e o ADP, que ajudam a calibrar a leitura sobre a força do mercado de trabalho americano.

O JOLTS de ontem apontou para um ambiente ainda resiliente, mas em processo gradual de desaceleração, com vagas se estabilizando, demissões baixas e contratações surpreendendo positivamente, enquanto o ADP de hoje deve oferecer uma leitura mais imediata da geração de empregos no setor privado.

Esses indicadores são fundamentais para ajustar as expectativas em relação à política monetária, especialmente em um contexto em que o mercado segue fortemente impulsionado por liquidez e momentum, com destaque para tecnologia e inteligência artificial, mas com menor atenção à qualidade dos ativos, o que torna a alta mais sensível a eventuais surpresas negativas no cenário macroeconômico ou geopolítico.

· 02:36 — Sinais de alívio?

O presidente Donald Trump anunciou a suspensão temporária do chamado “Projeto Liberdade”, operação americana voltada à escolta de navios no Estreito de Ormuz, com o objetivo de abrir espaço para negociações com o Irã.

A decisão ocorreu poucas horas após autoridades reafirmarem o compromisso com a iniciativa, evidenciando a sensibilidade do momento e a dificuldade de coordenação em um cenário de elevada tensão. Embora o cessar-fogo ainda esteja formalmente em vigor, episódios recentes, como ataques iranianos a embarcações e a infraestruturas nos Emirados Árabes Unidos, indicam que o ambiente permanece instável. A própria operação, que envolvia significativa mobilização militar, acabou contribuindo para o aumento das tensões ao exigir respostas a ataques durante as tentativas de garantir a navegação na região.

Paralelamente, ganham força os sinais de avanço no campo diplomático. Os EUA avaliam estar próximos de um entendimento com o Irã, possivelmente estruturado a partir de um memorando preliminar que serviria de base para negociações mais amplas, inclusive no âmbito nuclear.

A China passou a exercer papel mais ativo como mediadora, pressionando por uma solução negociada, enquanto lideranças de ambos os lados demonstram disposição para conter a escalada. Ainda assim, a falta de clareza sobre os termos de um eventual acordo (e sobre as concessões envolvidas) mantém elevado o grau de incerteza, especialmente em relação à reabertura do Estreito de Ormuz e aos seus desdobramentos sobre o mercado global, deixando a economia mundial em posição delicada e dependente dos próximos passos.

· 03:22 — Vitória de um grande nome da política atual

Na Índia, o primeiro-ministro Narendra Modi consolidou sua posição política após uma vitória inédita de seu partido, o Bharatiya Janata Party (BJP), no estado de Bengala Ocidental, até então governado pela oposição por 15 anos.

O resultado se soma a uma sequência de desempenhos eleitorais favoráveis em nível estadual e reacende as discussões sobre a possibilidade de uma candidatura a um quarto mandato em 2029, mesmo considerando que, no plano nacional, o governo atual depende de uma coalizão.

O avanço do BJP foi, em parte, impulsionado pelo descontentamento com administrações locais percebidas como ineficientes e marcadas por denúncias de corrupção. Nesse contexto, Modi — no poder há mais de uma década — vai gradualmente se consolidando como uma das figuras mais influentes da política internacional nesta primeira metade do século.

· 04:18 — Quantos Projetos Manhattan?

A inteligência artificial deixou de ser apenas um tema de mercado para se consolidar como um vetor central de transformação da economia global, com investimentos que já somam cerca de US$ 1 trilhão e podem adicionar entre US$ 7 trilhões e US$ 8 trilhões nos próximos anos.

Esse movimento se concentra, sobretudo, na chamada “camada física” da IA, que engloba chips, data centers e energia, onde está a maior parte da alocação de capital. Trata-se de uma corrida tecnológica de grande escala, frequentemente comparada a múltiplos “Projetos Manhattan” (que desenvolveu a bomba atômica) ocorrendo simultaneamente, e que tende a se expandir de forma estrutural à medida que a IA passa a representar uma parcela crescente do PIB global.

Ao mesmo tempo, essa transformação reconfigura a dinâmica competitiva entre empresas e setores, com o avanço de uma “economia de tokens”, na qual a produção de inteligência artificial se torna o principal ativo econômico.

Enquanto as camadas de infraestrutura e de modelos concentram valor de forma mais evidente, a camada de aplicações ainda atravessa um período de ajuste, marcado por perdas recentes de valor e maior incerteza. Nesse novo ambiente, o software tradicional perde parte de sua centralidade, dando lugar a uma produção praticamente ilimitada de código e agentes automatizados. O resultado tende a ser uma maior dispersão entre vencedores (empresas capazes de escalar) e perdedores, especialmente entre negócios estruturados sob premissas anteriores ao avanço da inteligência artificial.

· 05:04 — Renda em tempos difíceis: onde o crédito exige mais do que yield

O mercado de crédito imobiliário no Brasil segue desempenhando papel relevante como fonte de financiamento, com instrumentos como CRIs e LCIs ganhando espaço nos últimos anos, impulsionados tanto pela demanda dos investidores quanto pelo ambiente de juros elevados.

Ainda assim, o cenário atual tornou-se mais desafiador: a inflação dá sinais de estabilização em patamares mais altos, o que mantém a política monetária em território restritivo por mais tempo. Na prática, isso se traduz em custos de crédito elevados, originação mais seletiva e aumento pontual de eventos de inadimplência. Por outro lado, a qualidade das garantias, em especial a alienação fiduciária de imóveis, permanece como um pilar fundamental para sustentar os fluxos e mitigar riscos nas operações.

Na composição das carteiras dos FIIs de recebíveis, o segmento residencial lidera a exposição, com dinâmicas distintas entre faixas de renda. Enquanto o segmento econômico segue mais resiliente, impulsionado por programas habitacionais, a média e alta renda enfrentam um ambiente mais desafiador.

Outros segmentos, como logística e shoppings, continuam apresentando indicadores operacionais mais sólidos, embora eventos pontuais de crédito permaneçam no radar. Nesse contexto, a análise criteriosa dos ativos torna-se ainda mais relevante, uma vez que o ambiente combina rendimentos atrativos com um nível de risco que exige maior seletividade, especialmente diante da limitada compensação adicional oferecida por ativos de menor qualidade.

Diante desse pano de fundo, a preferência por estratégias high grade se mostra mais adequada, em função da maior previsibilidade de fluxos, menor recorrência de eventos de crédito e estruturas de garantia mais robustas, mesmo com um diferencial de yield relativamente estreito em relação a ativos mais arriscados.

É nesse contexto que fundos como o Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11) se destacam, ao combinar gestão ativa, rigor na seleção de crédito e foco em operações de maior qualidade. Em um ambiente ainda marcado por incertezas, essa abordagem tende a proporcionar uma combinação mais equilibrada entre geração de renda recorrente e preservação de capital, reforçando o papel do fundo como uma alternativa consistente dentro do segmento.

O post Ibovespa hoje: bolsas sobem e dólar e petróleo recuam com sinais de desescalada no Oriente Médio apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Bitcoin (BTC) a US$ 80 mil e a pergunta que não quer calar: para que lado vai a maior criptomoeda do mundo agora?

O bitcoin ultrapassou a marca de US$ 80 mil ontem (4), atingindo o preço mais alto desde o final de janeiro e uma recuperação de 35% em relação à mínima recente de US$ 60 mil. E a seguir, apresento os fatores que impulsionam essa valorização.

O primeiro deles são as entradas de capital em ETFs de bitcoin. Os ETFs de bitcoin à vista registraram entradas líquidas de aproximadamente US$ 2 bilhões em abril — o mês mais forte desde outubro de 2025. Analistas consideram isso um sinal claro de renovado interesse institucional.

Outro ponto é o progresso CLARITY ACT. O projeto viu um possível acordo sobre o rendimento da stablecoin na semana passada, o que aumenta as chances de aprovação. Uma votação formal do projeto de lei pode ocorrer esta semana, e os participantes do Polymarket agora acreditam que há 64% de chance do Clarity Act se tornar lei em 2026.

A Strategy segue comprando bitcoins. A empresa agora detém 818 mil moedas, ou 3,8% da oferta total. Ao todo, a companhia aumentou sua participação em 13% desde a mínima de US$ 60 mil em janeiro, principalmente com a venda de STRC, que oferece um rendimento de 11,5%.

Por fim, as máximas históricas do mercado de ações favoreceram as criptomoedas. Os mercados de ações estão em um momento de grande apetite por risco, o que provavelmente dá aos investidores de bitcoin alguma confiança para investir a longo prazo.

Vale ressaltar que, nenhum desses fatores estava presente há quatro anos, quando o bitcoin falhou no reteste da média móvel simples de 200 dias em março de 2022. Portanto, a pergunta de um trilhão de dólares agora é:

Esses fatores serão fortes o suficiente para fazer com que desta vez seja diferente?

Conforme mencionado acima, parece que os grupos de pressão das criptomoedas e do setor financeiro tradicional estão próximos de um acordo em relação ao rendimento das stablecoins sob Clarity Act.

Os senadores Tillis (republicano da Carolina do Norte) e Alsobrooks (democrata de Maryland) divulgaram na sexta-feira (1) o texto de compromisso do projeto de lei.

Ele proíbe o rendimento de stablecoins ociosas. Ou seja, não há pagamentos de juros para quem compra e mantém. Ao mesmo tempo, o texto preserva as recompensas para stablecoins usadas em determinadas atividades. Isto significa que, recompensas para quem compra e usa são aprovadas.

Grandes grupos do setor de criptomoedas, como Coinbase e Circle, apoiaram o texto revisado e pediram ao Comitê Bancário do Senado que desse início à fase de votação. O lobby bancário do setor financeiro tradicional (TradFi) mostrou-se menos entusiasmado. Segundo eles, que o projeto de lei estava na direção certa, mas ainda pecava em detalhes importantes.

A questão do rendimento das stablecoins tem sido o principal obstáculo para a aprovação do Clarity Act. Os bancos argumentam que o rendimento das stablecoins provocará uma fuga de depósitos do sistema bancário. As empresas de criptomoedas, por sua vez, afirmam que é economicamente justo para os depositantes, está dentro dos direitos da empresa e é necessário para a competitividade geral.

Com a questão do rendimento perto de ser resolvida, analistas acreditam que uma votação no Senado pode ocorrer antes do recesso de agosto. Nesse cronograma, o Clarity Act poderia ser promulgado até o final do ano. Isso representaria a legislação mais significativa sobre criptomoedas nos EUA até o momento.

  • LEIA MAIS: saiba como buscar renda com criptomoedas, toda sexta-feira, de forma automatizada; conheça o Delta IA

Variações semanais (27/04/26 a 04/05/26)

₿ Bitcoin (BTC): US$ 80.178 | Var. +8,05%

♦ Ethereum (ETH): US$ 2.387| Var. +7,18%

🟠 Dominância Bitcoin: 61,24% | Var. +0,96%

🌐 Valor total do mercado cripto: US$2,66t | Var. +2,7%

💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 322,512b | Var. +0,64%

📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 85,857b | Var +0,74%

* dados referentes ao fechamento em 04/05/26


Tópicos da semana

– Tether reporta lucro de US$ 1,04 bilhão no 1º tri e atinge buffer recorde de US$ 8,23 bilhões:

O relatório de atestação do 1º trimestre de 2026 da Tether apontou um lucro líquido de US$ 1,04 bilhão e um buffer de reservas excedentes recorde de US$ 8,23 bilhões. Ou seja, um ritmo mais moderado em comparação aos mais de US$ 10 bilhões de lucro anual reportados em 2025. A composição das reservas em 31 de março incluía US$ 141 bilhões em títulos do Tesouro dos EUA, cerca de US$ 20 bilhões em ouro físico e aproximadamente US$ 7 bilhões em bitcoin, dando suporte a US$ 183 bilhões em passivos de USDT. O relatório da BDO é uma atestação pontual (snapshot), e não uma auditoria financeira completa.

– As 17 páginas da BlackRock:

A BlackRock enviou uma carta de 17 páginas no último dia do prazo de 60 dias do Office of the Comptroller of the Currency. Na correspondência a companhia se opunha ao limite proposto de 20% para ativos de reserva tokenizados de emissores de stablecoins no âmbito do GENIUS Act. Segundo a gestora, essa restrição afetaria diretamente produtos como o BUIDL, que hoje lastreia mais de 90% do USDtb da Ethena e do JupUSD da Jupiter, além de solicitar que ETFs de Treasuries sejam reconhecidos como reservas elegíveis e que títulos do Tesouro de taxa flutuante de dois anos sejam incluídos na lista de ativos permitidos, argumentando que os riscos reais das reservas estão relacionados à liquidez, duração e qualidade de crédito, e não ao fato de serem ou não tokenizadas.

A Coinbase, em parceria com a Superstate, vai lançar o Coinbase Stablecoin Yield Fund (CUSHY) no segundo trimestre de 2026:

Voltado para investidores institucionais e focado em estratégias de crédito denominadas em stablecoins por meio de uma classe de cotas tokenizada na plataforma FundOS. Este será o primeiro fundo externo emitido nessa infraestrutura. A estrutura regulada do veículo é uma resposta direta ao CLARITY Act, que proíbe rendimentos de stablecoins equivalentes a juros de depósitos, mas permite incentivos via fundos regulados. O fato de a Coinbase ter apoiado publicamente a legislação um dia antes do anúncio reforça o alinhamento entre o avanço regulatório e o lançamento do produto.


Bitcoin é mesmo reserva de valor… ou o mercado inteiro está errado?

Neste episódio do Crypto Never Sleeps, recebemos Samir Kerbage e Gerson Junior, da Hashdex, para uma conversa profunda sobre o futuro do mercado cripto. Assista aqui:


Aviso obrigatório: este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

O post Bitcoin (BTC) a US$ 80 mil e a pergunta que não quer calar: para que lado vai a maior criptomoeda do mundo agora? apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Fundos imobiliários: XPML11, HGLG11, BTLG11, RZTR11 e mais FIIs trazem novidades aos cotistas nesta semana

No giro pelos fundos imobiliários da semana, FIIs como XP Malls (XPML11), BTG Pactual Logística (BTLG11), Pátria Logística (HGLG11) e Riza Terra (RZTR11) trouxeram novidades aos cotistas. Confira:

BTG Pactual Logística (BTLG11)

O fundo concluiu renegociações em seu portfólio, com aumento de 31% no aluguel do BTLG Navegantes e renovação por 10 anos do contrato do BTLG Cajamar I, com reajuste de aproximadamente 20%. Além disso, o fundo realizou nova locação de 4,6 mil m² no BTG Log Cabreúva, reduzindo a vacância do ativo de 36% para 24%. Com as movimentações, a vacância consolidada do portfólio caiu para 2,6%.

BTG Pactual Real Estate Hedge Fund (BTHF11)

O fundo realizou R$ 146 milhões em operações no mercado secundário de FIIs em março, gerando R$ 8 milhões em caixa e resultado superior a R$ 1,78 milhão. Entre os principais movimentos, a gestão encerrou posições em GGRC11, KNIP11 e RBVA11, além de reduzir exposição em TRXF11. Parte relevante do caixa foi direcionada ao aumento da posição em IRIM11.

Clave Índices de Preços (CLIN11)

O fundo realizou novas alocações no mercado primário, com destaque para o CRI JHSF – Cidade Jardim com remuneração de IPCA + 9,26% (R$ 26,5 milhões) e o CRI Diálogo II, remunerado a IPCA + 8,90% (R$ 2,8 milhões).

Hedge Brasil Shopping (HGBS11)

O fundo concluiu a aquisição de participação indireta adicional de 14,4% no Shopping Parque Dom Pedro, via compra de cotas de veículos imobiliários, por cerca de R$ 401,7 milhões. A transação apresentou cap rate de 8,9%. Com a compra, a participação total do fundo no ativo passa a 21,7%, tornando-se o principal ativo do portfólio.

Adicionalmente, o fundo anunciou o encerramento da 11ª emissão de cotas, com a distribuição de 15,2 milhões de novas cotas, totalizando aproximadamente R$ 310,2 milhões.

Pátria Logística (HGLG11)

O fundo concluiu a aquisição da totalidade dos imóveis do PATL11, por aproximadamente R$ 354,9 milhões, envolvendo ativos em Jundiaí (SP), Ribeirão das Neves (MG) e Itatiaia (RJ), com cap rate médio de 10,7%.

O pagamento foi realizado via compensação com cotas subscritas na 11ª emissão do fundo. A transação conta com renda mínima garantida por 6 meses, assegurando receita mensal de cerca de R$ 3,17 milhões, além de cláusula de compartilhamento de eventual ganho de capital na venda futura dos ativos.

HSI Malls (HSML11)

O fundo assinou MOU para desinvestimento parcial de 49% do Shopping Pátio Maceió, envolvendo a venda direta de 19% por cerca de R$ 143,5 milhões (cap rate de 7,9%) e a transferência da opção de compra dos 30% remanescentes, com recebimento adicional estimado de R$ 93,9 milhões.

A operação pode gerar ganho de capital total de aproximadamente R$ 111,4 milhões (R$ 5,22/cota) e inclui estrutura via FII com cotas sênior e subordinada, mantendo exposição indireta ao ativo. Parte dos recursos deverá ser destinada à redução da alavancagem, com potencial impacto positivo na distribuição futura.

JS Real Estate Multigestão (JSRE11)

O fundo anunciou a devolução de um locatário no Tower Bridge Corporate. Com isso, o portfólio do fundo registrou uma vacância física de 9,1%.

Pátria Malls (PMLL11)

O fundo anunciou a terceira prorrogação da AGE que delibera autorização para investir em ativos conflitados (até 25% do PL), aumento do capital autorizado para R$ 30 bilhões, possibilidade de recompra de cotas, prestação de garantias e flexibilização de reembolso em reorganizações e aquisição do RBR Malls. O prazo para envio dos votos foi adiado para até 29/mai, com apuração em 01/jun/26.

Pátria Securities (PSEC11)

O fundo anunciou um ajuste temporário em seu patamar de proventos para R$ 0,55 por cota, que deve se manter, ao menos, até junho de 2026.

VBI Prime Properties (PVBI11)

O fundo registrou novas locações nos ativos Vera Cruz e VOC. Contudo, em virtude de saídas programadas, a vacância física do fundo subiu para 18,7%.

Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11)

O fundo concluiu a aquisição de três imóveis (Estácio, PBKids e Pátio Maria Antônia) por R$ 111,6 milhões, com cap rate médio de 11,0%. Os ativos estão 100% locados, com contratos majoritariamente atípicos, e devem gerar impacto positivo de cerca de R$ 0,002/cota no resultado mensal, com manutenção do guidance de R$ 0,09/cota para o semestre.

Riza Terrax (RZTR11)

O fundo aditou contratos ligados à Fazenda San Francisco II, em Canarana (MT), reduzindo a exposição contratual com a Úbere Agropecuária de R$ 115 milhões para R$ 50 milhões em opções de compra.

Paralelamente, o fundo firmou novos contratos de arrendamento e opção de compra com o Grupo Agro Gerações, no valor de R$ 65 milhões, mantendo inalterado o valor total das opções da fazenda em R$ 115 milhões.

Tivio Renda Imobiliária (TVRI11)

O fundo convocou assembleia para deliberar sobre a realização de uma nova emissão de cotas de até R$ 500 milhões, com possibilidade de lote adicional de até 100% e montante mínimo de R$ 40 milhões. A oferta será destinada a investidores profissionais, com direito de preferência aos cotistas atuais e preço de emissão atrelado ao valor patrimonial.

XP Malls (XPML11)

O fundo concluiu a venda de 30% do Shops Jardins (SP) por R$ 20,0 milhões, com pagamento via compensação de créditos mediante subscrição de cotas do FII JCCJ11. A operação deve gerar ganho de capital de aproximadamente R$ 1,7 milhão (R$ 0,03/cota).

O post Fundos imobiliários: XPML11, HGLG11, BTLG11, RZTR11 e mais FIIs trazem novidades aos cotistas nesta semana apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Empiricus libera acesso gratuito à carteira de criptomoedas que rendeu 3,8 vezes mais que o bitcoin de 2021 a 2025 

A Empiricus está oferecendo acesso gratuito à carteira Crypto Momentum, estruturada com base em modelos de análise quantitativa. Nos testes realizados entre 2021 e 2025, a estratégia entregou um retorno acumulado de 750%, desempenho cerca de 3,8 vezes superior ao do bitcoin, que avançou 198% no mesmo período. 

A carteira é gerida por Valter Rebelo, head de ativos digitais da casa. Segundo ele, apesar do ambiente atual ainda desafiador para o mercado de criptomoedas, alguns sinais já indicam uma possível “forte retomada”. 

Em abril, por exemplo, o bitcoin avançou 12% e registrou seu melhor mês do ano até aqui, o que pode sinalizar o início de uma recuperação. 

Nesse sentido, Rebelo destaca que a carteira é uma “opção conservadora para equilibrar o portfólio dentro do cenário, sem abrir mão de grandes valorizações”. 

Uma das principais vantagens da Crypto Momentum é a possibilidade de fazer o investimento na carteira automatizada. Ao optar por essa modalidade, todas as alterações propostas pelos especialistas são feitas sem que você precise fazer nada.  

Uma opção “conservadora” dentro do mercado cripto? Saiba como funciona a Crypto Momentum 

A Empiricus conta com sistemas quantitativos que auxiliam os especialistas da casa a tomarem as melhores decisões, tanto em momentos favoráveis de mercado quanto em períodos negativos.  

No caso da carteira Crypto Momentum, a estratégia começa com uma análise sobre o bitcoin, considerado o termômetro do mercado.   

Caso o BTC esteja em momentum positivo, a carteira buscará saber quais criptos estão performando ainda melhor para realizar uma alocação ajustada ao risco nessas altcoins, além de também investir no próprio bitcoin.  

Por outro lado, se o BTC estiver mal, a carteira alocará 20% dos recursos em bitcoin e o restante em dólar  — o que possibilita buscar lucros até mesmo nos momentos de baixa.  

No pior cenário, buscamos remuneração em dólar. No melhor, buscamos um perfil de retorno muito maior do que o bitcoin entregaria”, afirma Rebelo.  

“A ideia é concentrar na carteira aqueles ativos que têm as melhores notas de momentum contra o bitcoin para ter a chance de pegar na veia os maiores retornos do mercado. Com esses dados em mãos, eu e minha equipe selecionamos as criptomoedas que julgamos as melhores”, completa Rebelo.   

Essa estratégia foi a responsável por uma valorização de 750% entre 2021 e 2025, período utilizado no backtest da carteira. Isso significa que o investidor teria a chance de multiplicar o valor investido por 8,5 vezes nesse período, enquanto o bitcoin multiplicaria o investimento por 3 vezes.  

Backtest da carteira entre 2021 e 2025. Retornos passados não garantem retornos futuros, investimentos envolvem riscos e podem causar perdas ao investidor. 

O rendimento fora da curva não quer dizer que a carteira seja livre de risco, afinal, o mercado de criptoativos é volátil. No entanto, o maior drawndown —  queda — da carteira foi 22% menor que o do bitcoin no período do backtest.  

“Essa alocação tem uma volatilidade pré-determinada e controlada para ser parecida com o do bitcoin. Ou seja, o perfil de retorno é melhor, mas a volatilidade é a mesma”, afirma o especialista.

Acesse gratuitamente a carteira Empiricus Crypto Momentum 

Valter Rebelo preparou um vídeo explicando como acessar a carteira Crypto Momentum de maneira 100% gratuita.  

Como abordado anteriormente, você poderá conferir todos os ativos recomendados e investir por conta própria, ou poderá alocar na modalidade automatizada, em que todas as alterações propostas pela equipe da Empiricus são feitas sem que o investidor precise fazer nada

Vale destacar que o investimento por meio da carteira automatizada é feito com a segurança da plataforma do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina. Para conhecer as instruções e acessar a carteira gratuitamente, basta clicar neste link ou no botão abaixo. 

O post Empiricus libera acesso gratuito à carteira de criptomoedas que rendeu 3,8 vezes mais que o bitcoin de 2021 a 2025  apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa na semana: Super Quarta, temporada de resultados, dados de emprego, inflação e mais destaques

A semana começa com os mercados reagindo positivamente às notícias de que o Irã teria apresentado aos Estados Unidos uma nova proposta para reabrir o Estreito de Ormuz, ainda que as discussões sobre o programa nuclear possam ficar para uma etapa posterior.

Esse detalhe mantém incertezas relevantes no horizonte, pois o principal ponto de tensão entre os dois países segue sem solução definitiva. As bolsas asiáticas avançam e os mercados emergentes renovaram máximas, enquanto o petróleo permaneceu elevado, com o Brent acima dos US$ 100 por barril.

A leitura é simples: qualquer sinal de acordo ainda sustenta o apetite por risco, mas o prêmio geopolítico continua presente. Ao mesmo tempo, a reação positiva a cada nova manchete parece perder força, refletindo certo cansaço dos investidores com um conflito que avança em ciclos de esperança e frustração.

Além da geopolítica, a semana será marcada por uma agenda intensa de política monetária global. A chamada Super Quarta reunirá as decisões de juros do Fed e do Copom, enquanto Banco do Japão, Banco da Inglaterra e Banco Central Europeu também anunciarão suas decisões nos próximos dias, com expectativa predominante de manutenção das taxas. A temporada de resultados também ganha tração, ao lado de dados de peso.

· 00:54 — Superquarta vem aí

No Brasil, encerramos uma semana mais difícil para o Ibovespa, que voltou para a faixa dos 190 mil pontos, enquanto o dólar, por outro lado, conseguiu permanecer abaixo de R$ 5,00. Os próximos dias serão importantes para os ativos locais, com a temporada de resultados ganhando tração, incluindo Vale, Gerdau e Santander, além da divulgação do relatório de Produção e Vendas do 1T26 da Petrobras. No campo macroeconômico, a agenda também será relevante, com dados de emprego (Pnad e Caged), inflação (prévia do IPCA e IGP-M) e a próxima decisão de política monetária.

A expectativa predominante segue sendo de corte de 25 pontos-base na Selic, mas o tom do Banco Central deve permanecer cauteloso. A autoridade monetária pode revisar para cima suas projeções de inflação no horizonte relevante, o que reforçaria a leitura de uma trajetória mais contida para os juros, ainda que o ciclo de cortes continue em andamento.

Enquanto o conflito no Oriente Médio persistir e o petróleo seguir acima de US$ 100 por barril, as expectativas inflacionárias tendem a permanecer pressionadas, limitando o espaço para uma flexibilização monetária mais agressiva no Brasil ao longo dos próximos meses.

· 01:41 — Semana agitada

A semana promete ser uma das mais movimentadas da temporada de resultados nos Estados Unidos, com cerca de 180 empresas do S&P 500 divulgando seus números, incluindo cinco integrantes do grupo conhecido como Magnificent 7.

O principal foco estará na quarta-feira, quando Microsoft, Meta, Amazon e Alphabet apresentam seus balanços, enquanto a Apple divulga seus resultados na quinta-feira. Para o mercado, mais importante do que os números do trimestre será a mensagem das companhias sobre investimentos em inteligência artificial, expansão de margens, demanda por serviços de nuvem e ritmo de crescimento nos próximos períodos.

O pano de fundo é de forte valorização recente do setor. S&P 500 e Nasdaq renovaram máximas históricas e acumulam quatro semanas consecutivas de alta, enquanto o índice de semicondutores avançou 47% em apenas 18 pregões seguidos de ganhos, refletindo o otimismo em torno da corrida global por infraestrutura de inteligência artificial.

Esse movimento, porém, também elevou os valuations e aumentou o nível de exigência dos investidores. Agora, os balanços das big techs serão um teste importante: se as empresas mantiverem investimentos elevados com bons sinais de retorno, podem reforçar a tese estrutural da IA; se indicarem moderação de gastos ou pressão sobre rentabilidade, o mercado poderá revisar parte do entusiasmo recente.

· 02:36 — Vai manter

A semana será especialmente relevante para a política monetária americana, com a reunião do FOMC na quarta-feira ocorrendo em um ambiente mais complexo para o Federal Reserve. A expectativa amplamente dominante é de manutenção dos juros na faixa de 3,50% a 3,75%, mas o foco do mercado estará menos na decisão em si e mais no tom da comunicação de Jerome Powell.

Com a inflação ainda resiliente, a atividade econômica relativamente firme e o choque recente nos preços de energia provocado pela guerra no Oriente Médio, o Fed enfrenta um dilema mais sensível: manter os juros elevados ajuda a conter os preços, mas também aumenta o risco de uma desaceleração mais forte da economia. Ao longo da semana, indicadores como confiança do consumidor, PIB do primeiro trimestre, PCE, principal medida de inflação acompanhada pela autoridade monetária americana, além de PMI e ISM industriais, devem ajudar a calibrar as expectativas para os próximos passos.

No campo institucional, cresce a atenção em torno da sucessão de Powell, com o avanço político do nome de Kevin Warsh para a presidência do Fed. Após a retirada de resistências no Senado, aumentou a probabilidade de sua confirmação, reduzindo o risco de uma vacância prolongada no comando do banco central.

Warsh é visto como um nome experiente, com passagem por Wall Street e pelo próprio Fed, além de potencialmente mais alinhado às prioridades econômicas do governo Trump. Para o mercado, essa transição importa porque pode sinalizar mudanças futuras na condução da política monetária, incluindo maior abertura para cortes de juros e uma postura mais rigorosa em relação ao balanço patrimonial do Fed. A reunião desta semana pode representar não apenas mais uma decisão sobre juros, mas também o início de uma nova fase para o banco central americano.

· 03:28 — Ainda há canal diplomático…

A tentativa de retomar as negociações entre Estados Unidos e Irã no fim de semana fracassou, frustrando parte da expectativa de alívio que vinha sustentando os mercados nos últimos dias.

O encontro previsto no Paquistão foi cancelado após a saída de autoridades iranianas e a decisão americana de não enviar representantes, evidenciando o grau de impasse entre as partes. O Irã sustenta que não negociará sob pressão ou bloqueio, enquanto Washington mantém o cerco aos portos iranianos e amplia sua presença militar na região.

Nesse contexto, o Estreito de Ormuz segue no centro da disputa, com impacto relevante sobre o fluxo global de petróleo, gás e insumos estratégicos, enquanto a tensão regional persiste mesmo sob cessar-fogo.

Ao mesmo tempo, ainda surgem sinais de canais diplomáticos indiretos em funcionamento. O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, viajou à Rússia para reuniões com Vladimir Putin e também manteve contatos relacionados à mediação conduzida pelo Paquistão.

Segundo relatos de bastidores, Teerã teria sinalizado disposição para um acordo provisório que envolveria a reabertura de Ormuz em troca do encerramento do bloqueio americano aos portos iranianos, deixando a discussão sobre o programa nuclear para uma etapa posterior.

Resumidamente, o cenário permanece marcado por avanços e recuos diplomáticos, mantendo o petróleo em níveis elevados e os mercados bastante sensíveis a qualquer novo desdobramento geopolítico.

· 04:13 — Crise humanitária

A guerra no Oriente Médio já deixou de impactar apenas o mercado de petróleo e começa a pressionar também a cadeia global de alimentos. Desde o início do conflito, fertilizantes relevantes como ureia e amônia registraram fortes altas, em parte porque cerca de 30% desse comércio mundial transita pelo Estreito de Ormuz, ainda afetado pelas tensões na região.

Soma-se a esse quadro a interrupção parcial da produção russa e restrições de exportação impostas pela China, formando um ambiente de oferta mais apertada e custos mais elevados. Caso o bloqueio persista, os efeitos tendem a aparecer com maior intensidade nas próximas safras, elevando despesas no campo e ampliando o risco de inflação de alimentos ao longo de 2027.

Para os países mais pobres, contudo, a crise já começou. Pequenos produtores rurais operam com margens bastante limitadas e costumam ser os primeiros a sentir a alta de insumos, fretes e energia. Organismos internacionais alertam que a continuidade dessas disrupções pode agravar quadros de fome aguda e elevar a instabilidade social, repetindo padrões observados em outros momentos históricos, nos quais a insegurança alimentar antecedeu protestos e conflitos.

Em outras palavras, o choque atual reforça como guerras modernas extrapolam o campo militar: seus efeitos alcançam preços de alimentos, inflação e estabilidade política em escala global.

· 05:07 — Porto Seguro de Crescimento

No Investor Day 2026, a Porto reforçou a solidez da transformação operacional construída ao longo dos últimos cinco anos e indicou que ainda vê espaço relevante para continuar expandindo resultados. Parte importante dessa trajetória veio do foco contínuo na experiência de clientes e corretores, elo central de sua estratégia comercial, aliado à ampliação do portfólio de produtos e ao uso crescente de ferramentas digitais que elevam produtividade, fortalecem vendas e ampliam oportunidades de cross-sell.

Outro destaque segue sendo a diversificação do grupo: a dependência histórica do seguro Auto vem diminuindo, enquanto frentes como banco, saúde e serviços ganham relevância e contribuem para uma rentabilidade mais equilibrada e resiliente. Ainda assim, mesmo o segmento tradicional de automóveis, segundo a administração, deve seguir crescendo em ritmo saudável.

Além disso, o Porto Bank tende a avançar apoiado pelo ganho de escala, expansão da base de clientes e melhora progressiva na qualidade do crédito. Já a Porto Saúde continua com perspectiva favorável, sustentada por novas operações, verticalização e evolução da sinistralidade, mesmo diante de uma base comparativa mais exigente.

Em relação ao cenário macro, a companhia reconhece que uma eventual queda da Selic pode reduzir parte das receitas financeiras, mas entende que esse efeito tende a ser mais do que compensado pelo impacto positivo sobre a atividade operacional e a demanda por seus produtos (além disso, a Selic não cairá tanto quando esperado anteriormente).

Em síntese, a Porto reúne execução, negócios diversificados e valuation ainda atrativo, combinação que sustenta uma visão construtiva para PSSA3 e reforça seu potencial adicional de geração de valor aos acionistas.

O post Ibovespa na semana: Super Quarta, temporada de resultados, dados de emprego, inflação e mais destaques apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

É hoje (27): acesso à lista com as 5 moedas para buscar até R$ 1 milhão será liberado; veja como acessar

Nesta segunda-feira (27), às 19h, será liberado acesso ao público a lista com as 5 criptomoedas que, segundo o trader Jader Nogueira, podem ter potencial de multiplicação de até 400 vezes.

A proposta chama atenção pelo ponto de partida. Com cerca de R$ 500 em cada ativo — totalizando R$ 2.500 —, a estratégia busca capturar uma possível nova fase de valorização no mercado cripto, com chance alcançar até R$ 1 milhão no longo prazo.

Pode parecer ambicioso. Mas esse tipo de movimento não é novidade nesse mercado. Ao longo dos últimos ciclos, ativos ainda pouco conhecidos protagonizaram altas expressivas, muitas vezes saindo do anonimato para valorizações exponenciais em um curto espaço de tempo.

E é justamente esse tipo de oportunidade que está no radar agora. Segundo Jader, há sinais de que uma nova janela pode estar se abrindo, e ele afirma já ter identificado 5 moedas que reúnem características semelhantes às de criptomoedas que se destacaram no passado.

Estas 5 moedas possuem 3 características capazes de gerar multiplicações de até 400x

Segundo Jader, as cinco criptomoedas escolhidas contam com três características fundamentais:

  • São projetos com baixo valor de mercado;
  • Possuem fundamentos consistentes; e
  • Têm potencial de atrair grandes fluxos de capital.

Segundo o especialista, foram justamente moedas com essas características que entregaram os melhores retornos no passado. Em uma operação documentada, Nogueira conseguiu multiplicar um investimento em 320 vezes — o que seria suficiente para transformar pouco mais de R$ 3 mil em mais de R$ 1 milhão.

Em outro caso, com a criptomoeda LUNA, o retorno chegou a até 1.300 vezes o capital investido. Ao longo da sua trajetória, também capturou valorizações de 32.000%, 60.000% e até 130.000%.

Fonte: Binance. Ganho do trader em maio de 2022. Retornos passados não garantem retornos futuros. Investimentos podem ocasionar perdas ao investidor.

É claro que, retornos passados não garantem retornos futuros. Além disso, estamos falando de um mercado bastante volátil. Contudo, Jader acredita que movimentos como estes podem se repetir, caso um novo ciclo de alta se confirme, e esta lista de 5 moedas possui o maior potencial de valorização, na visão do especialista.

Nesse sentido, o timing tende a ser um fator relevante. Isso porque, segundo o especialista, as maiores oportunidades costumam surgir antes dos grandes movimentos. Ou seja, quando os ativos ainda não estão no radar da maioria.

Por isso, nesta segunda (27) ele irá realizar um evento gratuito e online para revelar o passo a passo para ter acesso a esses ativos.

Participe gratuitamente e veja como acessar a lista com as 5 moedas nesta segunda (27), às 19h

A lista completa será revelada nesta segunda, 27 de abril, às 19h, durante um evento online e gratuito. Além de apresentar as cinco criptomoedas, Jader também vai mostrar o passo a passo para aplicar a estratégia na prática.

Entre os pontos que serão abordados, estão:

  • Como ter acesso à lista com as 5 criptomoedas;
  • Por que eles atendem aos critérios da estratégia;
  • Como investir com aportes iniciais de R$ 500 por moeda;
  • E como utilizar uma ferramenta que replica automaticamente as operações do trader.

Na prática, a ferramenta permite que mesmo investidores iniciantes possam acessar a estratégia sem precisar acompanhar o mercado o tempo todo. A execução é simplificada: basta configurar para seguir as movimentações do trader.

Assim, se você está vendo esta matéria e quer participar do evento e saber como acessar a lista com as 5 criptomoedas, basta clicar no botão abaixo:

O post É hoje (27): acesso à lista com as 5 moedas para buscar até R$ 1 milhão será liberado; veja como acessar apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Tudo certo e nada resolvido no Oriente Médio: mesmo assim, mercados (e Bitcoin) avançam

O conflito no Oriente Médio ainda não foi resolvido. O Estreito de Ormuz segue operando bem abaixo do norma, e o alívio geopolítico permanece incompleto. Mesmo assim, os mercados avançaram nos últimos dias. 

Por baixo do ruído, dois movimentos estão moldando o que acontece com o Bitcoin: a liquidez global voltou a se expandir, impulsionada pela queda dos juros reais, e o capital institucional não parou de comprar – nem nos momentos de maior estresse. 

Nesta edição, analisamos esses dois vetores, e o que eles significam para o seu portfólio.

Tudo certo, nada resolvido na guerra no Oriente Médio

Donald Trump prorrogou o cessar-fogo com o Irã por prazo indefinido e, no papel, o cenário-base de normalização gradual segue como o mais plausível, o suficiente para sustentar o bom humor dos mercados. Ainda assim, a evolução diplomática ainda não se traduziu plenamente na prática. 

Desde o início do conflito, o fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz — responsável por cerca de um quinto do petróleo global — saiu de algo próximo de 100 navios por dia para níveis próximos de zero e, desde então, apesar dos últimos avanços, a recuperação foi apenas marginal. A trégua não se traduziu em retomada do tráfego. 

Fonte: BTG Pactual

Cada semana adicional com Ormuz operando abaixo do normal aumenta a probabilidade de que um choque inicialmente temporário assuma um caráter mais duradouro. Nesse contexto, o prêmio de risco em energia permanece elevado, a visibilidade de médio prazo segue reduzida, e o equilíbrio do mercado continua frágil. Enquanto o fluxo não apresentar melhora relevante, qualquer leitura de alívio geopolítico permanece incompleta. 

Apesar disso, os mercados voltaram a avançar rapidamente, reflexo de uma dinâmica de rotação. 

O que move os mercados no momento? 

As bolsas dos Estados Unidos já superaram os níveis anteriores ao conflito, e voltaram a alcançar novas máximas históricas. Os spreads de crédito recuaram, e empresas com maior alavancagem — normalmente as primeiras a sofrer quando a liquidez aperta — passaram a subir de forma consistente. Quando esse tipo de ativo performa, temos um sinal de que a liquidez está expandindo, um terreno fértil para ativos de risco. 

Boa parte dessa leitura passa pela própria aritmética dos juros nos EUA. O choque de energia mantém a inflação pressionada na margem, e isso vem sendo incorporado nas expectativas. Em um cenário mais tradicional, esse movimento seria suficiente para gerar preocupação com aperto monetário adicional. Mas não é o que está acontecendo. 

A inflação sobe, mas não o bastante para deslocar de forma relevante a trajetória esperada de juros nominais. O resultado dessa combinação aparece não no headline, mas na variável intermediária: os juros reais. 

Com inflação implícita mais alta e juros nominais relativamente estáveis, o juro real recua. E essa compressão funciona, na prática, como um afrouxamento indireto das condições financeiras. Não há corte formal por parte do Federal Reserve (Banco Central dos EUA), mas o efeito econômico se aproxima disso, e a taxa de desconto dos ativos diminui. 

Isso altera o jogo. Com a queda dos juros reais, a renda fixa perde atratividade relativa. Não porque deixou de render, mas porque rende menos em termos reais, abrindo espaço para outros ativos. Nesse contexto, o Bitcoin acaba se beneficiando

A divulgação dos últimos dados macro reforça essa leitura. Os indicadores de atividade vieram acima do esperado, com destaque para o consumo das famílias americanas, que segue resiliente e afasta, ao menos por ora, o risco de uma desaceleração mais brusca. Com crescimento ainda sustentado e o crédito funcionando, o incentivo para posições defensivas diminui, e o capital volta a avançar ao longo da curva de risco. 

A leitura, portanto, é de um regime construtivo, com espaço para continuidade do movimento. Ao mesmo tempo, esse avanço se apoia em pilares que não são totalmente sólidos, o que exige cautela e reforça que o processo dificilmente será linear. 

O mercado não reage apenas ao nível das variáveis, mas à forma como elas evoluem ao longo do tempo. Em períodos mais estáveis, os preços tendem a oscilar dentro de faixas relativamente bem definidas. Quando essa dinâmica se rompe — como nas sequências recentes de alta — o que entra em jogo não é apenas a direção, mas a possibilidade de mudança de regime. 

Em cenários mais sensíveis, como o atual, estratégias capazes de identificar a rotação de fluxos e agir de forma tática ganham ainda mais relevância. Para quem busca capturar esse movimento de forma automática e sem custo, existe uma solução que já mencionamos na última edição — e que vem entregando cerca de 15% de performance adicional em relação ao BTC.

QUERO CONHECER A CARTEIRA CRYPTO MOMENTUM

Comprando Bitcoin ao som dos canhões 

À medida que o Bitcoin retoma a alta, o fluxo que sustenta esse movimento é, em grande medida, institucional. Foram os institucionais que absorveram a volatilidade ao longo das semanas mais difíceis do conflito sem recuar, e eles é quem respondem pela maior parte da performance de preço que nos trouxe até aqui. 

Strategy, maior detentora corporativa de Bitcoin do mundo, reportou, em 20 de abril, uma posição de 815.061 BTC em tesouraria. Desde o início de março, a empresa adicionou mais de 94 mil BTC — acelerando a acumulação justamente no período de maior ruído geopolítico. Não é um caso isolado: as chamadas Digital Asset Treasuries, empresas que adotaram o Bitcoin como reserva estratégica de balanço, somam agora 49 instituições ao redor do mundo, com cerca de 5,7% de toda a oferta circulante do ativo, reforçando seu papel como fonte estrutural. 

Os ETFs de Bitcoin à vista seguem nessa mesma linha. O saldo líquido de entradas desde o começo de março já passa de US$ 3,5 bilhões, e vem ficando ainda mais robusto em abril. 

Fonte: Farside

Além disso, grandes bancos passaram a estruturar produtos próprios para oferecer exposição ao Bitcoin diretamente aos seus clientes. Isso confirma que a demanda existe e foi validada, e que a distribuição, que coloca o ativo nas mãos do investidor final, está mudando de forma relevante. Quando o Bitcoin passa a ser acessível dentro da plataforma do próprio banco do cliente, sem que ele precise migrar para uma corretora especializada, o alcance potencial da demanda cresce, impulsionado pela escala e capilaridade dessas instituições. 

O Morgan Stanley foi o primeiro a dar esse passo: em 8 de abril, lançou o MSBT, o primeiro produto cripto de uma gestora afiliada a banco nos Estados Unidos, e o lançamento rapidamente se tornou o mais bem-sucedido nesse formato na história da instituição. Dias depois, o Goldman Sachs protocolou na SEC o seu próprio ETF ligado ao Bitcoin. 

Ambos os movimentos reforçam a institucionalização do setor e fortalecem o médio/longo prazo. No conjunto da obra, seguimos com prospectos positivos, ainda que com ressalvas, dada a fragilidade do momento atual.

O post Tudo certo e nada resolvido no Oriente Médio: mesmo assim, mercados (e Bitcoin) avançam apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Dividendos de fim de mês: Iguatemi (IGTI11), Porto (PSSA3), Sabesp (SBSP3) e outras ações pagam proventos até 30 de abril; confira

Nessa última semana do mês de abril, até a próxima quinta-feira (30), diversas ações listadas na bolsa brasileira têm pagamentos de dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) agendados aos seus investidores. Dentre as principais, figuram nomes como Iguatemi (IGTI11), Itaúsa (ITSA3), Porto (PSSA3), Sabesp (SBSP3) e Smart Fit (SMFT3).

Trazemos, abaixo, uma tabela completa com os pagamentos previstos entre os dias 27 e 30 de abril, para manter investidores bem-informados. Mas fique atento à “data com”, ou data de corte: somente investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela receberão os pagamentos previstos.

Um outro ponto importante é que JCPs estão sujeitos à tributação do Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 15%. Já os dividendos recebidos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

Agenda de dividendos: 27 a 30 de abril de 2026

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
EspaçolaserESPA3Dividendo0,00928/04/202630/12/2025
EngieENGI3Dividendo0,14129/04/202612/03/2026
EngieENGI3Dividendo0,14129/04/202602/04/2026
EngieENGI3Dividendo0,14129/04/202617/04/2026
EngieENGI4Dividendo0,14129/04/202612/03/2026
EngieENGI4Dividendo0,14129/04/202602/04/2026
EngieENGI4Dividendo0,14129/04/202617/04/2026
IguatemiIGTI11Dividendo0,16829/04/202614/04/2026
IguatemiIGTI3Dividendo0,02429/04/202614/04/2026
IguatemiIGTI4Dividendo0,07229/04/202614/04/2026
ItaúsaITSA3JCP0,01830/04/202609/12/2025
Mills LogísticaMILS3Dividendo0,66130/04/202620/04/2026
Dimed/PanVelPNVL3JCP0,08730/04/202626/03/2025
PortoPSSA3JCP0,53330/04/202625/09/2025
SabespSBSP3JCP0,83330/04/202619/03/2026
SabespSBSP3JCP2,64330/04/202623/12/2025
Smart FitSMFT3JCP0,06530/04/202623/03/2026
TIM BrasilTIMS3JCP0,16330/04/202623/03/2026
Trisul S.A.TRIS3Dividendo0,14230/04/202626/12/2025

Quais as melhores ações pagadoras de proventos da bolsa? Confira indicações no Empiricus+

Se você ainda não sabe quais as ações mais promissoras para buscar dividendos em 2026, pode descobrir as principais recomendações do momento pelo Empiricus+.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming“, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

E você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso. Basta clicar no botão abaixo para liberar seu acesso:

O post Dividendos de fim de mês: Iguatemi (IGTI11), Porto (PSSA3), Sabesp (SBSP3) e outras ações pagam proventos até 30 de abril; confira apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Investir na Argentina? Estamos diante da chance de ‘multiplicar dinheiro’, segundo gestor; Veja destaques do último episódio do Empiricus PodCa$t

Para muitos investidores, juntar as palavras “economia”, “mercado” e “Argentina” na mesma frase acaba invocando imagens não muito positivas: inflação nas alturas, desvalorização da moeda, crise política.

Javier Milei assumiu a presidência do país em 2024 e, desde então, colocou em prática uma série de medidas arrojadas para reajustar a economia. Alguns números já começaram a mudar: a inflação, por exemplo, fechou 2025 no menor nível em 8 anos.

Mesmo assim, muitos ativos argentinos continuam negociando com desconto de crise, como se nada tivesse mudado. 

Enquanto alguns gestores preferem passar longe do país, outros já enxergam o momento atual como uma oportunidade de investir em ativos baratos e que podem capturar valorização em um país a caminho de uma transformação.

Faz sentido investir na Argentina agora? Se sim, como isso é possível? Essas são as perguntas propostas pelo Empiricus PodCa$t deste sábado (25). Confira:

O que há de ‘diferente’ na Argentina a partir de agora que pode atrair potenciais investidores?

Paolo di Sora, CIO e sócio-fundador da RPS Capital, investe na Argentina há mais de uma década. Em entrevista ao podcast, o especialista apontou dois motivos pelos quais é possível acreditar em uma “virada de chave” para a economia do país.

  • Fator sociológico: “Tenho a percepção de que a sociedade argentina, de fato, chegou em um ‘fundo do poço’ em 2022 — e isso é o que cria o ambiente para uma mudança real”, afirma. “Conversando com a base da sociedade, vejo pessoas pedindo por uma mudança estrutural e madura”.
  • Exportação de commodities: Ainda no governo de Alberto Fernández, antecessor de Milei, a Argentina começou um projeto de desenvolvimento de sua província de petróleo. Essa nova “veia exportadora” impulsiona sua balança comercial em dólar. “Isso pode dar mais artilharia para o país se defender de uma próxima crise cambial”, afirma.

    Vai sobrar dólar na Argentina, se as coisas continuarem na direção que estão indo. Isso é transformacional. Há algo estrutural acontecendo, que de fato cria um ambiente estrutural de investimentos”, conclui.

Se Milei eventualmente sair do poder, as perspectivas podem mudar?

“Se Milei perder as eleições [em 2027], não acho que a alternativa será alguém que vai jogar tudo o que foi feito fora. O kirchnerismo enfraqueceu muito”, afirma di Sora. Para o especialista, um possível substituto de Milei deve reconhecer a manutenção de, pelo menos, parte das reformas.

“Não importa se é de direita ou de esquerda: certos valores serão preservados, e então passamos a ter confiança de que esse projeto terá um payback em alguns anos”.

Para especialista, com o tempo, a Argentina carrega potencial de ‘multiplicar seu dinheiro por algumas vezes’

“Sempre que você olhar o múltiplo de uma empresa argentina, tem que pensar no potencial de crescimento que ela tem em um país que ficou parado no tempo por décadas”, afirma di Sora.

Especificamente na bolsa argentina, considerando as reformas econômicas em andamento, os ativos estão em níveis de desconto que carregam o potencial de recompensar investidores dispostos a se expor a esse mercado.  

“O valuation é espetacular. Se se minha tese estiver certa, estamos diante da possiblidade de multiplicar o dinheiro por algumas vezes. Não acho que é no curto prazo, mas também não sabemos exatamente quando pode acontecer”, afirma.

Porém, isso não exclui os riscos políticos e fiscais que já conhecemos. Com isso, o especialista não recomenda “entrar de cabeça”: “Investir na Argentina é como investir na Faixa de Gaza. Você não pode entrar de peito aberto, precisa de um colete à prova de balas.”

Como, então, investir no país com o melhor “colete à prova de balas” possível? Assista ao episódio para conhecer, na íntegra, as perspectivas do gestor. Basta clicar no vídeo abaixo:

O post Investir na Argentina? Estamos diante da chance de ‘multiplicar dinheiro’, segundo gestor; Veja destaques do último episódio do Empiricus PodCa$t apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Não é bitcoin: estas 5 criptomoedas baratas e desconhecidas podem ‘explodir’ nos próximos 12 meses; veja como acessar a lista

Uma lista de cinco criptomoedas pode ser o que faltava para que investidores comuns conquistem o primeiro milhão com ativos digitais. O responsável por “garimpar” essas moedas é Jader Nogueira, trader que já capturou lucros de até 130.000% — o equivalente a uma multiplicação de 1.300 vezes — no mercado de criptoativos.

Segundo ele, é possível buscar R$ 1 milhão com um aporte inicial relativamente baixo, de R$ 500 em cada uma das moedas — ou R$ 2,5 mil ao todo —, o que significa a um potencial de multiplicação por 400 vezes.

O número pode parecer um exagero à primeira vista, mas é condizente com outros lucros obtidos pelo especialista ao longo de sua jornada no mundo cripto. Entre eles estão ganhos de:

  • US$ 750 mil em 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas em uma única operação;
  • R$ 5,5 milhões em 90 dias;
  • R$ 4 milhões em 30 dias.

Apesar dos ganhos relevantes ao longo do tempo, o especialista afirma que as cinco moedas podem representar “o maior potencial da minha carreira”, nas palavras dele.

Ainda segundo ele, esses ativos são pequenos, completamente desconhecidos e totalmente fora do radar dos investidores.

É importante mencionar que investimentos como esse envolvem riscos e, por isso, o especialista não recomenda grandes aportes iniciais.

Ainda assim, uma quantidade relativamente baixa pode ser capaz de transformar a vida financeira de quem investir nessas moedas.

Isso porque, caso o Jader Nogueira esteja certo em suas estimativas de valorização, um investimento de:

  • R$ 2.500 pode virar até 1 milhão;
  • R$ 1.500 pode virar até R$ 600 mil;
  • R$ 500 pode virar até R$ 200 mil; e
  • R$ 100 pode virar até R$ 40 mil.

Nada mal, certo?

Quem é Jader Nogueira, o trader por trás da lista de cinco moedas?

O trader Jader Nogueira ficou conhecido no mercado de criptomoedas por se adaptar a cenários adversos e conseguir valorizações expressivas.

Em 2022, por exemplo, quando todos viram desespero, o trader viu oportunidade. Na ocasião, a criptomoeda terra luna (LUNA) despencou 99% em um dia, pegando investidores de surpresa e incinerando patrimônios.

Ao notar o movimento de venda de grandes investidores, incluindo a Binance, maior corretora cripto do mundo, Nogueira recomendou aos investidores que o acompanhavam na época que entrassem em uma posição short na moeda — no mercado, isso significa “operar vendido”, ou apostar na queda de um ativo.

Quem seguiu o conselho do trader pôde capturar um retorno de até 130.000%, ou uma multiplicação de até 1.300 vezes do valor investido —– muito acima das estimativas atuais do trader para a lista de cinco criptomoedas.

Fonte: Binance. Ganho do trader em maio de 2022. Retornos passados não garantem retornos futuros. Investimentos podem ocasionar perdas ao investidor.

O ganho obtido com a queda da terra luna foi capaz de transformar apenas R$ 770 em até R$ 1 milhão.

Embora esse tenha sido o maior trade de Jader Nogueira, em outras ocasiões ele foi capaz de garimpar valorizações de 16.000%, 32.000% e 60.000%.

Por conta do histórico, os investidores acompanham atentamente as recomendações de Jader Nogueira — e no caso da lista com as cinco moedas, não será diferente.

Até por isso, o trader a mantém guardada a sete chaves — afinal, quando ele tornar o nome dos ativos público, a chance de movimentação nos preços é grande.

Nogueira dará todos os detalhes do acesso às moedas em um evento online, que será realizado na segunda-feira (27), às 19h.

Retire seu ingresso grátis: trader vai liberar acesso aos ativos em evento online

A boa notícia é que os leitores do portal da Empiricus poderão participar do evento de maneira gratuita. Segundo Jader Nogueira, na ocasião ele dará mais detalhes sobre o investimento, explicará os motivos pelos quais esses ativos têm um potencial tão explosivo e tirará dúvidas sobre como investir em cada uma das moedas.

A ideia é que o acesso às criptomoedas seja feito de maneira simples, possibilitando que até mesmo pessoas que nunca investiram nesse mercado anteriormente tenham a chance de aproveitar a oportunidade.

Para se inscrever no evento que ocorre na próxima segunda-feira, às 19h, gratuitamente, basta clicar neste link ou no botão abaixo.

O post Não é bitcoin: estas 5 criptomoedas baratas e desconhecidas podem ‘explodir’ nos próximos 12 meses; veja como acessar a lista apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

BTG Pactual Logística (BTLG11) anuncia oferta de até R$ 2 bi e visa capturar valor no bom momento do setor logístico; saiba mais

Nesta sexta-feira (24), o BTG Pactual Logística (BTLG11) anunciou sua 16ª emissão de cotas, com o objetivo de captar R$ 1,6 bilhão por meio da emissão de 15,6 milhões de novas cotas, em uma oferta com possibilidade de distribuição adicional de até 25% (cerca de 3,9 milhões de cotas), totalizando potencialmente R$ 2,0 bilhões. A operação segue o rito da Resolução CVM 160 e é destinada a investidores em geral.

O preço da oferta foi fixado em R$ 102,51 por cota, desconto de aproximadamente 1% sobre a cotação atual. Vale destacar que a taxa de distribuição (3,74%) será integralmente arcada pela gestão e/ou parte indicada (por exemplo, potenciais vendedores de ativos-alvo).

O volume mínimo da oferta é de R$ 75 milhões; caso esse montante não seja atingido, a oferta poderá ser cancelada.

Conforme o cronograma divulgado pela gestão, o período de subscrição começa no dia 30 de abril, com término previsto para 26 de maio.

Os atuais cotistas terão direito de preferência na proporção de 29%, o que significa que, a cada 100 cotas detidas, poderão subscrever até 29 novas cotas, respeitando a regra de arredondamento. O prazo de negociação do direito de preferência se encerra em 11/mai, enquanto o prazo para exercício vai até 13/mai.

Para onde vão os recursos da captação do BTLG11?

A oferta tem como objetivo financiar a aquisição de ativos logísticos AAA em São Paulo, com foco em imóveis bem localizados e aderentes à estratégia histórica do fundo. O pipeline em diligência avançada contempla dois ativos no raio de 30 km da capital paulista, com volume estimado de aproximadamente R$ 550 milhões, mais de 50% da receita atrelada a inquilino AAA, ABL próxima de 150 mil m², cap rate superior a 9% e dividend yield inicial de dois dígitos.

Além disso, há uma operação BTS de e-commerce em São Paulo já performada, com volume estimado de R$ 150 milhões, cerca de 50 mil m² de ABL, 100% AAA e exposição integral ao segmento de e-commerce, também com cap rate acima de 9% e yield de dois dígitos.

O pipeline adicional em negociação é de aproximadamente R$ 1,55 bilhão, também composto por ativos AAA com rentabilidade de dois dígitos. Esse conjunto apresenta cap rate estimado ao redor de 9% e volume total próximo de 500 mil m² de ABL.

Setor de galpões logísticos atravessa fase importante

Conforme já pontuado em nossos relatórios anteriores sobre o segmento, o mercado de galpões logísticos atravessa uma fase relevante do ciclo, sustentado por uma combinação favorável entre demanda estruturalmente aquecida, oferta mais disciplinada e vacância em patamares reduzidos – os dados do 1T26 apontam para uma taxa de vacância de apenas 6,7% para ativos AAA em São Paulo. Esse equilíbrio tem reforçado o poder de barganha dos proprietários em localizações estratégicas, sobretudo em ativos premium, onde a escassez de áreas bem localizadas tende a preservar níveis elevados de ocupação e permitir maior resiliência dos aluguéis.

Apesar do aumento dos aluguéis nas últimas janelas, os preços reais ainda não parecem refletir integralmente o aumento do custo de reposição dos ativos, abrindo espaço para uma recomposição adicional ao longo dos próximos ciclos de revisão contratual. Nesse contexto, FIIs logísticos com portfólios bem posicionados, ativos de maior qualidade e exposição a mercados com baixa disponibilidade devem estar em melhor condição para capturar esse movimento, seja via renovação de contratos, revisionais ou novas locações em patamares mais elevados.

Com relação à oferta do BTLG11, aprofundaremos a análise nos próximos dias, com uma avaliação dos termos da oferta e uma recomendação objetiva sobre a participação, ou não, na emissão para os assinantes do Empiricus+.

O post BTG Pactual Logística (BTLG11) anuncia oferta de até R$ 2 bi e visa capturar valor no bom momento do setor logístico; saiba mais apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: manutenção do bloqueio no Estreito de Ormuz mantém petróleo em forte alta; o que esperar no pregão?

Os mercados globais iniciam a sexta-feira ainda sob influência do impasse no Oriente Médio, que deixou para trás a fase de negociações difíceis e passou a assumir contornos de conflito mais estruturado entre Estados Unidos e Irã.

O enfraquecimento do canal diplomático, a manutenção do bloqueio no Estreito de Ormuz e a retórica militar mais dura elevaram o prêmio de risco global, mantendo o petróleo em forte alta, com o Brent ao redor de US$ 107 por barril.

Donald Trump afirmou ter ordenado à Marinha americana que destrua embarcações envolvidas na instalação de minas na região, enquanto os Estados Unidos seguem interceptando petroleiros iranianos. Em paralelo, Israel e Líbano concordaram em estender o cessar-fogo por mais três semanas, embora a estabilidade regional permaneça frágil. Para os mercados, o principal efeito continua sendo a pressão inflacionária adicional e a maior sensibilidade dos ativos a qualquer nova manchete geopolítica.

· 00:51 — Comunicação desencontrada

No Brasil, o Ibovespa voltou a recuar e segue encontrando maior dificuldade nesta segunda metade de abril, especialmente depois de ter se aproximado da marca simbólica dos 200 mil pontos.

Em um ambiente mais desafiador no exterior, o petróleo subiu pelo quarto pregão consecutivo, com o Brent encerrando acima de US$ 105 por barril, enquanto as bolsas americanas interromperam a sequência de recordes.

Nesse contexto, o índice brasileiro caiu 0,78%, para a região dos 191 mil pontos, acumulando perda superior a 7 mil pontos em apenas seis sessões. O desempenho só não foi mais fraco porque empresas ligadas ao setor de óleo e gás ajudaram a amortecer parte das perdas. Ao mesmo tempo, o dólar voltou a superar R$ 5 e a curva de juros passou a incorporar prêmio adicional de risco, refletindo um ambiente mais cauteloso.

Sem uma agenda econômica doméstica mais robusta, o mercado deve continuar repercutindo as novas medidas anunciadas pelo governo para responder à alta dos combustíveis, cuja comunicação foi marcada por ruídos relevantes.

Inicialmente, ganhou força a expectativa de uma isenção imediata de tributos federais sobre a gasolina, o que provocou reação negativa imediata diante do temor fiscal. Posteriormente, o que de fato foi apresentado foi o envio ao Congresso de um projeto que permite utilizar receitas extraordinárias do petróleo, como royalties, dividendos e exportações, para financiar reduções temporárias de impostos sobre combustíveis.

A proposta prevê espaço potencial de queda de até R$ 0,68 por litro na gasolina, R$ 0,19 no etanol e postergação parcial no diesel, sendo que cada redução de R$ 0,10 na gasolina teria impacto estimado de R$ 800 milhões em dois meses. Ainda assim, o desenho levanta dúvidas sobre a previsibilidade da compensação fiscal e reforça a percepção de flexibilização adicional de regras já consideradas frágeis. Em última instância, medidas desse tipo tendem apenas a transferir parte da conta para frente, ampliando a necessidade de um ajuste fiscal mais consistente no próximo ano.

· 01:45 — Rali de semicondutores

Após renovarem máximas recentes, o S&P 500 e o Nasdaq recuaram na quinta-feira, pressionados por uma rodada mista de balanços corporativos e pela falta de avanços concretos nas negociações entre Estados Unidos e Irã. O Nasdaq caiu 0,9%, enquanto o S&P 500 cedeu 0,4%, com a Tesla em queda após resultados recebidos sem grande entusiasmo e outras big techs também pressionadas.

No segmento de software, números mais fracos de IBM e ServiceNow pesaram sobre o setor, reforçando que, mesmo em um ambiente ainda favorável para ações, o nível de exigência dos investidores segue elevado durante a temporada de resultados.

Na direção oposta, o setor de semicondutores continuou se destacando. A Texas Instruments disparou após divulgar resultados robustos, ajudando o índice SOX a alcançar nova máxima e a registrar a mais longa sequência de altas de sua história.

Depois do fechamento, a Intel reforçou esse movimento ao apresentar números muito acima do esperado, com melhora em receita, margens e guidance, impulsionada pelo desempenho em PCs e data centers. Ao mesmo tempo, Microsoft e Meta anunciaram novos cortes de pessoal, sinalizando que as gigantes de tecnologia seguem buscando maior eficiência operacional em meio à corrida por investimentos em inteligência artificial e à necessidade de preservar rentabilidade.

· 02:39 — Nada de novo no front?

Novos desdobramentos no Oriente Médio mantêm os mercados atentos ao Estreito de Ormuz e à fronteira entre Israel e Líbano. Mesmo sob um cessar-fogo formal, o Irã continua restringindo o tráfego em Ormuz, levando Donald Trump a declarar que autorizou as forças americanas a neutralizar embarcações que tentem instalar minas em uma das principais rotas marítimas do mundo.

Ao mesmo tempo, o presidente americano anunciou a extensão por mais três semanas da trégua entre Israel e Líbano, após nova rodada de negociações realizada na Casa Branca, enquanto o Pentágono convocou uma coletiva de imprensa para atualizar o quadro militar. Ainda assim, fontes próximas às conversas indicam que novas negociações presenciais entre Washington e Teerã seguem dificultadas pelo tom mais agressivo adotado por Trump.

Apesar da persistente tensão geopolítica, os mercados vêm reagindo de forma cada vez mais pragmática. Em vez de episódios prolongados de pânico, investidores têm tratado conflitos recentes mais como eventos recorrentes do que como choques permanentes, ajustando preços com rapidez a cada novo desdobramento.

Energia, cadeias globais de suprimentos e ativos de risco mostraram resiliência superior à esperada, ainda que a volatilidade se mantenha presente, naturalmente, enquanto famílias e empresas, especialmente nas economias desenvolvidas, iniciaram 2026 com balanços relativamente robustos, preparados para o tranco. Em síntese, o cenário atual reforça um novo regime de mercado: mais sensível a manchetes no curto prazo, porém também mais adaptável a crises geopolíticas do que em ciclos anteriores.

· 03:24 — Colocou medo na Casa Branca

O debate sobre regulação da inteligência artificial ganhou nova intensidade após a Anthropic anunciar o modelo Mythos, descrito como extremamente avançado na identificação de vulnerabilidades de software e potencialmente capaz de gerar riscos relevantes à infraestrutura crítica, como bancos, hospitais e sistemas sensíveis.

Diante desse potencial, a empresa optou por restringir voluntariamente o acesso inicial a um grupo seleto de companhias. Ainda assim, surgiram relatos de que o sistema já teria alcançado usuários não autorizados. O episódio parece ter provocado uma mudança de tom na Casa Branca: poucos dias após o anúncio, autoridades econômicas e regulatórias se reuniram para discutir eventuais impactos ao sistema financeiro, enquanto a Casa Branca passou a intensificar o diálogo com executivos do setor.

Até então, a postura do governo Trump vinha sendo amplamente favorável à desregulação, sob a lógica de acelerar o avanço das empresas americanas na disputa tecnológica com a China. Agora, contudo, ganha força um dilema mais complexo entre velocidade e segurança.

De um lado, os Estados Unidos buscam preservar sua liderança global em inteligência artificial; de outro, aumentam as preocupações com riscos cibernéticos, possíveis impactos sobre empregos e a crescente resistência política ao avanço desordenado da tecnologia. Para os investidores, a principal leitura é que a IA continua sendo um vetor estrutural de crescimento, mas o mercado pode passar a conviver cada vez mais com discussões sobre supervisão, exigências de segurança e eventuais limites regulatórios para modelos cada vez mais poderosos.

· 04:16 — Guinada japonesa

O Japão iniciou uma guinada histórica em sua política de defesa ao autorizar, pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, a exportação de armamentos letais, como mísseis, caças e navios de guerra. A medida, conduzida pela primeira-ministra Sanae Takaichi, busca revitalizar a indústria militar japonesa em um ambiente de ameaças crescentes vindas da China e da Coreia do Norte, ao mesmo tempo em que procura reduzir a dependência estratégica do país em relação aos Estados Unidos.

Em um contexto de forte demanda global por equipamentos de defesa, impulsionada pelos conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio, Tóquio tenta converter sua capacidade tecnológica em maior relevância geopolítica e econômica. Ainda assim, o movimento não é isento de resistência: enfrenta oposição de parte da sociedade japonesa e críticas de Pequim, que vê na iniciativa um possível afastamento do pacifismo que marcou o Japão no pós-guerra. Vivemos uma verdadeira nova corrida armamentista.

· 05:02 — Força operacional em momento favorável do setor

A Eneva divulgou uma prévia operacional bastante positiva para o 1T26, reforçando o momento favorável vivido por seus ativos de geração. O despacho médio de suas usinas alcançou 33%, frente a apenas 8% no mesmo período do ano anterior, enquanto a geração bruta somou 3,6 GWh, representando expressivo crescimento anual de 327%.

O principal destaque ficou com os ativos abastecidos por gás próprio, como o Complexo Parnaíba e Jaguatirica II, o que evidencia uma vantagem competitiva importante em momentos de maior necessidade de geração térmica. O desempenho reflete um ambiente setorial construtivo, marcado por clima mais seco no início do trimestre, limitações operacionais em fontes renováveis e maior demanda por energia nos horários em que a geração solar perde intensidade.

Mesmo com a recuperação recente dos reservatórios, o novo modelo de operação do sistema elétrico brasileiro passou a incorporar postura mais conservadora diante do risco hídrico, o que tende a sustentar preços de energia mais elevados e níveis mais consistentes de despacho térmico ao longo do tempo. Embora o complexo solar Futura 1 ainda enfrente restrições operacionais, seu peso dentro do resultado consolidado permanece limitado.

Além disso, a companhia encerrou o trimestre com reservas robustas de gás, em 47 bilhões de metros cúbicos, preservando relevante visibilidade operacional para os próximos anos. Em conjunto, a prévia reforça a qualidade de execução da Eneva, a resiliência de seu modelo integrado entre gás e energia e perspectivas construtivas para ENEV3, especialmente diante da entrada gradual de novos projetos em operação.

O post Ibovespa hoje: manutenção do bloqueio no Estreito de Ormuz mantém petróleo em forte alta; o que esperar no pregão? apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa em queda após ‘bater na trave’ dos 200 mil pontos: o que aconteceu? Veja análise de Matheus Spiess, da Empiricus

Depois de bater a máxima histórica intradia de 199 mil pontos no último dia 14 de abril, o Ibovespa fechou o pregão da última quarta-feira (22) em queda de 2%. A perda acumulada desde as máximas é de cerca de 3% e, até o fechamento desse texto, na tarde de quinta-feira (23), o índice negociava na casa dos 191 mil pontos.

A bolsa brasileira, até então, vinha sendo amplamente beneficiada pela grande entrada de fluxo estrangeiro, além do desempenho positivo de empresas de commodities, como a Petrobras (PETR4), em meio à alta do petróleo. Tudo isso no contexto da guerra no Oriente Médio, que completa dois meses ao final de abril.

Qual o gatilho, então, para essa queda brusca nos últimos dias? O que mudou ao olhar dos investidores? Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, propôs uma resposta nesta quinta-feira (23) no programa Giro do Mercado, do Money Times. Confira:

Saída de fluxo estrangeiro: analista explica movimento dos gringos para fora do Ibovespa nos últimos dias

“Essa correção foi paralela à saída de estrangeiros [da bolsa brasileira]. Eles ainda estão entrando em termos líquidos, mas nessa janela dos ‘quase 200 mil pontos’ até aqui, houve uma saída”, afirma o analista.

Ao mesmo tempo em que essa saída de capital é registrada por aqui, um outro fenômeno acontece no hemisfério norte: uma nova alta dos ativos de risco nos Estados Unidos.

“Vemos teses de tecnologia, que tinham ficado para trás, voltando para o patamar pré-conflito”, afirma o analista. “Em grande parte, pelo entendimento dos investidores de que há embasamento de resultados corporativos”.

A temporada de resultados do 1º trimestre (1T26) já está em andamento para as empresas norte-americanas, e mais de 80% dos resultados divulgados até ontem (22) haviam superado as estimativas do mercado, segundo Spiess.

Para o analista, a qualidade dessa temporada de resultados, somada a uma “revisão altista das expectativas de lucro” para muitas dessas empresas, é um dos principais motores de atração dos recursos de volta para os EUA.

Mas será que esse movimento é mais estrutural, ou apenas um ajuste tático?

“Acredito que até há estímulos para voltar a algumas teses de tecnologia que de fato ‘apanharam’ demais, mas o fato de termos saída de recursos estrangeiros do Brasil, com tanta força, no curto prazo, me parece mais tático: uma realização de lucros, um ajuste de posição. O que é natural, faz parte do jogo”, afirma.

Ibovespa passa por ‘janela’ de correção, mas pode seguir resiliente – veja dois motivos para isso

Nesse sentido, o analista lembra que o Ibovespa tem a “ressalva de uma resiliência adicional”, que pode continuar beneficiando o índice. Essa resiliência pode ser dividida em duas facetas:

  • Diversificação geográfica: para Spiess, o Brasil captura bem essa tese, não apenas por “estar barato”, mas também por estar em um “ponto nevrálgico” de se beneficiar do “novo ordenamento internacional” de diferentes formas;
  • Commodities: o Brasil é referência no assunto, e as principais empresas listadas em bolsa estão, de alguma forma, ligadas ao setor. “Quando temos uma alta do petróleo, Petrobras se beneficia, o real se beneficia. Tanto que vimos o dólar abaixo de R$ 5” recentemente, afirma.

Para o analista, o que vemos no Ibovespa agora é apenas uma “janela de mais correção”, especialmente para os ativos que vinham em forte alta. “Acredito que seja saudável esse processo de correção, para que não haja exageros no curtíssimo prazo”, conclui.

Mas, independentemente dos movimentos de curto prazo, no Ibovespa ou demais ativos, o que investidores devem manter em mente, no momento, são os impactos geopolíticos em suas decisões de investimento — que devem perdurar.

“O novo normal é um mundo que demanda que posições de caráter temático, geopolítico, sejam mantidas. A ideia é manter esses prêmios de risco na carteira e capturar os benefícios dessa exposição”, afirma Spiess. “Não é uma ‘coisa’ de sim ou não, mas de complementar a carteira que os investidores terão que se adaptar para ter consigo”.

Onde investir nesse cenário? Conheça carteira recomendada com ativos que capturam mudança de ordenamento global

Especialmente defendendo a vertente de proteção de portfólio e diversificação geográfica, Spiess agora está à frente de uma das mais novas carteiras recomendadas da Empiricus: a Megatendências.

O objetivo da carteira é trazer, por meio de ETFs e BDRs negociados na bolsa brasileira, uma exposição combinada a diversos tipos de ativos que capturem as principais tendências globais do momento.

“Trata-se de uma proposta que alia diversificação global a uma leitura estratégica dos grandes movimentos que devem influenciar os mercados nos próximos anos”, afirma o analista.

Por meio da Empiricus Megatendências, o investidor pode se expor “ao que realmente importa no mundo que está se formando”, segundo o analista, sem precisar passar pela complexidade de selecionar os ativos por conta própria.

Conheça tese completa da Empiricus Megatendências e saiba como investir de forma automática

Você pode acessar a tese completa da carteira Empiricus Megatendências gratuitamente, por meio do BTG Content — plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Clicando aqui, ou no botão ao final do texto, você realiza um cadastro na plataforma. Lá, você poderá não apenas conhecer a carteira na íntegra, mas também investir em todos os ativos recomendados de forma totalmente automática.

Selecionando a carteira na modalidade carteira automatizada, você poderá buscar retornos sem precisar comprar ou vender cada ativo individualmente, e contar com apoio profissional para o rebalanceamento, quando necessário.

A única coisa que você precisa fazer, para usufruir dessa funcionalidade, é um cadastro rápido, clicando no botão abaixo:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância ao risco (Suitability).

O post Ibovespa em queda após ‘bater na trave’ dos 200 mil pontos: o que aconteceu? Veja análise de Matheus Spiess, da Empiricus apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Em tempos de Ibovespa perto dos 200 mil pontos, Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global pode ‘blindar’ seu portfólio de ‘risco invisível’

Os investidores da Bolsa brasileira têm poucos motivos para reclamarem do ano até aqui. Apesar das incertezas que rondam o cenário geopolítico global, os ativos de risco domésticos parecem estar vivendo uma boa fase. No ano, o Ibovespa já valorizou 20% e, recentemente, chegou a tocar nos 198 mil pontos, renovando a máxima histórica.

Grande parte da disparada se deve ao fluxo de investidores estrangeiros. Só no primeiro trimestre foram R$ 50 bilhões aportados na B3. Além disso, analistas, economistas e especialistas apontam a queda da Selic e uma possível alternância no pêndulo político como gatilhos para o Ibovespa em 2026.

Diante desses fatores, muitos investidores estão aproveitando para “encher o carrinho” de ativos domésticos. De fato, o momento é realmente propício para investir na Bolsa brasileira. Contudo, existe um “risco invisível” para quem “entrar de cabeça” no IBOV.

Pensando nisso, a Empiricus Research, lançou a Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global. Trata-se de um portfólio que oferece uma forma simples, acessível e disciplinada de investir.

Como a Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global pode proteger o seu patrimônio do ‘risco invisível’?

Os investidores mais atentos certamente não querem ficar de fora do rali da Bolsa brasileira. Contudo, é preciso levar em consideração uma fonte de risco relevante: a falta de diversificação.

Muitos acreditam que, por possuir diferentes ativos no portfólio — como fundo imobiliário, títulos do tesouro, crédito privado e até um ou outro BDR — estão diversificando a carteira. Mas, na prática, a carteira continua exposta ao “risco invisível”.

Isso ocorre porque, se toda a alocação está em ativos domésticos, a carteira está exposta ao mesmo risco: o Brasil. Com isso, qualquer mudança no cenário local, como maior deterioração fiscal, reaceleração da inflação ou instabilidade política, tendem a afetar todo o portfólio ao mesmo tempo.

Foi justamente para ajudar o investidor a mitigar esse risco que a Empiricus criou uma carteira com foco em alocação estrutural global.

“A lógica central da estratégia é reduzir a dependência de um único país, uma única moeda e um único ciclo econômico. Em vez de concentrar risco no Brasil, a carteira combina blocos globais de renda fixa, ações, ouro e ativos alternativos, criando uma estrutura robusta para atravessar diferentes regimes de mercado”, explica Lais Costa, analista responsável pela carteira.

A Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global foi inspirada na série Os Melhores Fundos, também comandada pela analista, e adota as seguintes premissas:
  • diversificação entre classes de ativos;
  • diversificação geográfica;
  • diversificação cambial (exposição estrutural a moedas fortes);
  • simplicidade operacional e baixo atrito de execução.

O portfólio segue uma estratégia de alocação passiva e risco moderado. Ou seja, o objetivo é entregar um retorno semelhante ao benchmark, que neste caso é o IDCOTS (ICE U.S. Treasury Short Bond Index). Este índice de mercado monitora o desempenho de títulos públicos de curtíssimo prazo emitidos pelo Tesouro dos Estados Unidos.

Assim, a carteira reúne ações dos mercados norte-americano, europeu e japonês, títulos de renda fixa de diferentes regiões do mundo e ativos como metais, moedas e cripto para buscar o retorno esperado de Dólar + 3% ao ano, “em linha com a estratégia de alocação e risco”, pontua Lais Costa.

E você pode conhecer todas as recomendações de forma 100% gratuita, por meio do BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG Pactual — banco de mesmo grupo da Empiricus.

No Content, você pode ter acesso à carteira completa e conhecer a tese por trás de todas as 11 recomendações. Além disso, dentro da plataforma, é possível ser direcionado para investir no portfólio com apenas alguns cliques.

Isso porque o BTG Pactual disponibiliza a Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global automatizada.

Nessa modalidade, você investe nos ativos recomendados com um aporte único, e todas as alterações sugeridas por Lais Costa são realizadas de forma automatizada.

Ou seja, você não precisa se preocupar em comprar e vender os ativos, nem fazer o balanceamento e ajustes manualmente. Para conferir o relatório e saber mais sobre como investir na carteira de forma automatizada, o primeiro passo é criar uma conta gratuita no BTG Content.

Ao realizar o cadastro na plataforma de conteúdos gratuitos do BTG Pactual, poderá liberar o seu acesso à carteira automatizada de Alocação Estrutural Global, bem como uma série de materiais para te ajudar a tomar boas decisões de investimento.

Para diversificar o portfólio e ter acesso às principais recomendações do maior Banco de Investimentos da América Latina, clique no botão abaixo e siga as instruções:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

O post Em tempos de Ibovespa perto dos 200 mil pontos, Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global pode ‘blindar’ seu portfólio de ‘risco invisível’ apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Mercado hoje: Wall Street em alta, temporada de resultados, Estreito de Ormuz ‘paralisado’ e mais destaques desta quinta (23)

Os mercados globais iniciam a quinta-feira divididos entre o alívio vindo de Wall Street e a permanência de tensões geopolíticas relevantes no Oriente Médio. Estados Unidos e Irã seguem em impasse em torno do controle do Estreito de Ormuz, mantendo restrições ao tráfego marítimo mesmo sob um cessar-fogo prolongado.

O Irã apreendeu embarcações, elevou o tom de sua retórica e reforçou o uso da rota como instrumento de pressão, enquanto Washington aguarda, sem prazo definido, uma nova proposta de paz por parte de Teerã. Nesse contexto, o petróleo continua acima de US$ 100 por barril, o gás natural avança na Europa e os investidores permanecem atentos ao risco de um choque energético mais persistente, com potencial para pressionar a inflação global e reduzir o espaço para cortes de juros nas principais economias.

Ao mesmo tempo, as bolsas americanas seguem próximas de máximas históricas, sustentadas pela percepção de que Donald Trump não permitirá uma escalada descontrolada do conflito e também pelo início da temporada de balanços das empresas de tecnologia.

Ainda assim, o entusiasmo não é irrestrito. Tesla e IBM, por exemplo, divulgaram resultados relevantes, mas deixaram pontos de frustração em suas mensagens ao mercado, mostrando que, mesmo em um ambiente favorável, o nível de exigência dos investidores continua elevado. Também se observa uma certa rotação global de fluxos, com a bolsa americana voltando a se destacar, enquanto mercados que vinham liderando recentemente, como o Brasil, passam por uma acomodação mais natural após a forte valorização acumulada nos últimos meses.

· 00:55 — O debate da 6×1

Por aqui, o mercado local absorveu de forma intensa o ajuste represado após o feriado, com o Ibovespa recuando 1,65% e devolvendo o patamar dos 193 mil pontos, poucos dias depois de ter flertado com a marca simbólica dos 200 mil.

Desde então, observou-se uma recomposição de posições por parte de investidores estrangeiros, com realização parcial de lucros no Brasil e redirecionamento de recursos para ativos americanos que haviam ficado para trás no movimento recente.

Ainda assim, os fluxos líquidos seguem positivos para o mercado brasileiro, o que sugere mais uma rotação tática do que uma mudança estrutural de tendência. Vejo esse movimento como natural (e até saudável) após a velocidade da alta observada nos últimos meses. Ao mesmo tempo, o dólar permanece abaixo de R$ 5,00, sinalizando resiliência da moeda brasileira mesmo em um ambiente de petróleo acima de US$ 100 por barril.

Na agenda doméstica, a atenção se volta para o leilão do Tesouro Nacional de NTN-F e LTN, evento que pode gerar alguma volatilidade adicional na curva de juros. Também entram no radar o fluxo cambial semanal e a reunião do Conselho Monetário Nacional.

Amanhã, começa a temporada local de resultados corporativos, com divulgação da Usiminas. Em Brasília, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou a admissibilidade da PEC que prevê o fim da escala 6×1, proposta que agora segue para comissão especial.

O debate, no entanto, ainda parece superficial diante de um tema com potenciais impactos relevantes sobre setores intensivos em mão de obra e sobre a produtividade do país. Em uma economia que já cresce pouco em produtividade, com carência de capital e tecnologia, mudanças no mercado de trabalho exigiriam discussão mais ampla sobre modernização, qualificação e competitividade, e não apenas sobre redução de jornada de forma isolada. Corre-se o risco de perder ainda mais produtividade e de empobrecer o país, em termos relativos, no cenário global.

Do ponto de vista político, entretanto, tampouco é evidente que esse tipo de agenda produza o retorno eleitoral esperado. Em diversos países da América do Sul, temas como segurança pública, renda e custo de vida têm se mostrado mais centrais para o eleitorado do que mudanças trabalhistas. E o governo segue convivendo justamente com um desafio sensível: a inflação. Ocorre que o problema não se restringe aos combustíveis, pressionados pelo cenário geopolítico.

A América Latina ainda pode enfrentar impactos econômicos caso se confirme um El Niño forte no segundo semestre de 2026, elevando o risco de inflação e desaceleração econômica por meio de efeitos sobre agricultura e energia. Em outras palavras, o ambiente segue exigindo atenção redobrada tanto da política econômica quanto dos investidores.

· 01:44 — Impulso dos resultados

Os mercados americanos voltaram a subir com força, impulsionados pelo início consistente da temporada de balanços corporativos e retomada do apetite por risco após a volatilidade observada em março. Ontem, Dow Jones avançou 0,7%, enquanto S&P 500 e Nasdaq Composite renovaram máximas históricas, com ganhos de 1,0% e 1,6%, respectivamente.

A recuperação do S&P 500, de cerca de 12% desde o fim de março, remete a episódios como 2009 e 2020, quando as bolsas passaram a precificar melhora antes mesmo da normalização completa do cenário econômico. Ainda que, no curto prazo, os ativos permaneçam sensíveis a manchetes e oscilações de sentimento, o pano de fundo segue apoiado por lucros corporativos resilientes e pela percepção de que não há sinais claros de recessão iminente nos Estados Unidos.

No campo corporativo, o setor de tecnologia voltou a liderar o movimento. A Tesla superou as expectativas de receita e lucro, embora tenha sinalizado investimentos robustos de US$ 25 bilhões em veículos autônomos, robótica e inteligência artificial, com retorno financeiro ainda limitado no horizonte mais imediato.

Já a IBM também entregou resultados acima do esperado, com destaque para a aceleração da Red Hat e para o crescimento do segmento de software. Ainda assim, investidores seguem cautelosos diante das incertezas sobre como a inteligência artificial poderá redistribuir valor dentro do setor. Em síntese, a temporada de resultados começa de forma construtiva e reforça a leitura de que, mesmo com valuations exigentes em alguns segmentos, o principal suporte para as bolsas continua sendo a capacidade das empresas de expandir lucros ao longo do tempo.

· 02:31 — Tráfego paralisado

O tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz foi praticamente paralisado após ataques iranianos a embarcações comerciais e a apreensão de navios na região, elevando de forma significativa a tensão entre Estados Unidos e Irã.

O impasse se agravou depois do fracasso de uma nova tentativa de negociação, levando Donald Trump a prorrogar por tempo indeterminado o cessar-fogo firmado em abril, enquanto Washington segue aguardando uma proposta formal de Teerã. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos intensificaram o bloqueio naval e interceptaram superpetroleiros iranianos, enquanto o Irã continua utilizando Ormuz como instrumento de pressão diplomática. O resultado é uma disputa ainda controlada, mas sem solução clara no horizonte, em que nenhum dos lados parece disposto, por ora, a ser o primeiro a ceder.

Para os mercados, a consequência mais imediata é o aumento da incerteza global. O petróleo Brent permanece acima de US$ 100 por barril, pressionando as expectativas de inflação e reduzindo o espaço para cortes de juros nas principais economias.

No dia a dia da economia dos países ao redor do mundo, o encarecimento dos combustíveis pode afetar o consumo das famílias e limitar parte do entusiasmo recente das bolsas, que vinham renovando máximas históricas.

Além disso, o conflito já começa a gerar efeitos colaterais mais amplos, como a necessidade de apoio financeiro emergencial a países do Golfo, que recorreram a Washington em busca de linhas de liquidez em dólares. Em síntese, mesmo sem uma escalada militar aberta, a atual paralisia estratégica prolonga os custos econômicos do conflito e mantém os ativos financeiros altamente sensíveis a qualquer novo desdobramento geopolítico.

· 03:26 — A transformação tecnológica

Se os valuations atuais das gigantes americanas de inteligência artificial estiverem corretos, o mundo poderá estar diante de uma transformação profunda na lógica da economia global. Empresas como Nvidia, Microsoft, Alphabet e Amazon precisariam gerar, ao longo da próxima década, trilhões de dólares adicionais em receitas vindas do exterior, convertendo a IA em uma nova e poderosa fonte de exportação dos Estados Unidos.

Nesse contexto, o debate tradicional sobre até quando a economia americana conseguiria sustentar déficits externos perde parte da centralidade. A pergunta mais relevante passaria a ser outra: como o restante do mundo financiaria pagamentos recorrentes pelo uso de chips, infraestrutura em nuvem, modelos de linguagem e plataformas digitais controladas por um grupo pequeno de companhias americanas.

Em termos práticos, a próxima fase da globalização poderia ser menos centrada em manufatura e bens físicos, e muito mais ancorada na remuneração de propriedade intelectual, capacidade computacional e infraestrutura tecnológica.

Esse cenário também carrega implicações políticas e econômicas relevantes. Para que o resto do mundo consiga pagar por esses serviços em larga escala, será necessário gerar renda por meio da venda de bens, serviços ou ativos, algo que entra em tensão com discursos protecionistas e com barreiras comerciais defendidas por parte do establishment americano.

Ao mesmo tempo, uma concentração tão expressiva de valor em poucas empresas levanta questões importantes sobre concorrência, regulação e equilíbrio geopolítico. Para o investidor, a principal mensagem é que o boom da inteligência artificial pode até parecer excessivo em alguns momentos no curto prazo, mas embute uma aposta estrutural de longo alcance: a de que a tecnologia americana se tornará um insumo cada vez mais indispensável ao funcionamento da economia global nas próximas décadas.

· 04:13 — Novo perigo para a OTAN

Enquanto a atenção dos mercados permanece voltada para a Terceira Guerra no Golfo, uma frente estratégica paralela ganha relevância no Atlântico Norte, onde OTAN e Rússia passam a reeditar, em nova escala e com tecnologia muito mais sofisticada, uma dinâmica que remete à antiga guerra antissubmarino da Guerra Fria.

Após anos de investimento, Moscou modernizou de forma relevante sua frota naval, incorporando submarinos nucleares mais avançados, fortemente armados e cada vez mais difíceis de rastrear, o que vem elevando a preocupação de membros da aliança atlântica, especialmente Reino Unido e Noruega.

Os Estados Unidos ainda preservam certa vantagem numérica sobre a Rússia nesse campo, mas enfrentam limitações industriais importantes para ampliar sua capacidade, em especial diante das dificuldades de produção e da escassez de mão de obra especializada. Isso ajuda a explicar por que o tema voltou a ganhar espaço nas discussões estratégicas do Ocidente: mais do que uma disputa militar convencional, trata-se de um embate em torno da proteção de rotas marítimas, cabos submarinos, infraestrutura energética e ativos críticos para o funcionamento da economia global.

Em outras palavras, o que está em curso no Atlântico Norte reforça que a competição geopolítica contemporânea vai muito além do Oriente Médio. Há uma reorganização mais ampla do equilíbrio de poder em andamento, envolvendo múltiplos teatros e diferentes formas de pressão estratégica. Para os mercados, esse tipo de movimento importa porque amplia o pano de fundo de incerteza global e reforça a necessidade de acompanhar não apenas os conflitos mais visíveis, mas também aqueles que avançam de forma silenciosa, porém cada vez mais relevante.

· 05:09 — Na era da IA, quem protege o sistema pode valer ouro

A rápida evolução dos agentes de inteligência artificial aplicados à programação trouxe questionamentos relevantes ao mercado sobre o futuro das empresas de software. No caso da cibersegurança, porém, os efeitos tendem a ser mais positivos do que negativos.

Ferramentas de “vibe coding”, capazes de criar aplicações a partir de comandos em linguagem natural, aceleram o desenvolvimento de soluções internas e reduzem barreiras técnicas, mas frequentemente também carregam vulnerabilidades importantes.

Em termos práticos, quanto maior a velocidade de criação tecnológica sem supervisão adequada, maior tende a ser a superfície de ataque. Isso amplia a demanda por testes de segurança, monitoramento contínuo e mecanismos de proteção em tempo real, favorecendo companhias especializadas no setor.

Além disso, a indústria de cibersegurança reúne barreiras competitivas relevantes, o que dificulta substituições simples por soluções genéricas baseadas em IA. Empresas e instituições possuem tolerância praticamente zero a falhas nessa área, já que um único incidente pode gerar perdas financeiras expressivas, danos reputacionais duradouros e interrupções operacionais severas.

Soma-se a isso o valor estratégico de bases proprietárias de dados construídas ao longo de anos, modelos treinados com trilhões de eventos reais e exigências regulatórias cada vez mais rigorosas, como o General Data Protection Regulation e diversas normas setoriais. Na prática, esse ambiente sugere que a inteligência artificial tende muito mais a complementar plataformas consolidadas do que a substituí-las.

Outro ponto construtivo para investimentos é que os gastos com cibersegurança dependem menos do número de funcionários e mais da complexidade dos ativos digitais que precisam ser protegidos. Mesmo que algumas empresas reduzam equipes em razão de ganhos de produtividade proporcionados pela IA, continuam crescendo o número de dispositivos conectados, workloads em nuvem, APIs, bases de dados e redes interligadas.

Mais do que isso, o avanço dos agentes autônomos de IA cria novos “trabalhadores digitais”, cada um exigindo identidade própria, supervisão e proteção. Em vez de encolher, portanto, a demanda estrutural por segurança digital tende a se expandir, reforçando a atratividade de longo prazo do setor.

Para investidores atentos a tendências estruturais, o segmento de cibersegurança oferece caminhos claros de exposição. ETFs como o Global X Cybersecurity ETF (BUG) e o First Trust Nasdaq Cybersecurity ETF (CIBR) reúnem empresas líderes em defesa digital, com receitas recorrentes, atuação global e crescente incorporação de inteligência artificial em seus modelos de negócio.

No Brasil, o BBUG39 surge como alternativa local de acesso ao tema. Ainda assim, vale a cautela: investimentos temáticos, por mais promissores que pareçam, devem ser tratados com parcimônia dentro da carteira. Uma alocação entre 1% e 2,5% do portfólio — e, no máximo, 5% somando todos os temas específicos — tende a ser mais do que suficiente para capturar o potencial de crescimento sem comprometer a diversificação. Segurança, afinal, também começa pela estratégia de alocação.

O post Mercado hoje: Wall Street em alta, temporada de resultados, Estreito de Ormuz ‘paralisado’ e mais destaques desta quinta (23) apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

O que está acontecendo com a Smart Fit (SMFT3)? Ações despencam 30% desde as máximas recentes – entenda motivos e se ainda vale investir

As ações da Smart Fit (SMFT3) não têm atravessado um bom momento. Desde a máxima mais recente, quando atingiu R$ 27,13 em 4 de dezembro de 2025, as ações despencaram 30%, cotadas a R$ 18,75 até o fechamento de segunda-feira (20).

O que está acontecendo? E mais, vale apostar na recuperação dos papéis da maior rede de academias da América Latina?

Para os analistas da Empiricus, o principal vetor de preocupação do mercado está na dinâmica competitiva.

“A expansão acelerada de academias por diferentes players traz potencial diluição da base de alunos por unidade madura, um ponto sensível em um modelo com forte alavancagem operacional. Menor densidade de membros tende a pressionar margens ao longo do tempo”, explicaram os analistas em relatório recente.

Diferentemente de ciclos anteriores, a rede tem enfrentado um ambiente competitivo mais estruturado, com operadores mais disciplinados. “Nesse contexto, os agregadores chamam atenção, com destaque para o Wellhub [antiga Gympass]”, apontam os analistas.

TotalPass x Wellhub

A Smart Fit é dona do TotalPass, um agregador com uma proposta semelhante à do Wellhub. Em termos gerais, ambas funcionam como uma espécie de “Netflix” de academias e serviços de bem-estar: por meio de uma assinatura, os clientes têm acesso a um portfólio de locais para se exercitar.

Mas por serem concorrentes, a Smart Fit deixa de aproveitar a base de membros da Wellhub, o que aumenta o risco de perda de clientes – tanto em termos de aquisição quanto de retenção dentro das academias.

“Por isso, historicamente, o TotalPass tem sido ofertado a preços mais baixos do que o acesso direto à rede, um subsídio por parte da Smart Fit. Ainda que a companhia esteja ajustando essa distorção, o aumento da participação do TotalPass na receita tende a pressionar o ticket médio e, consequentemente, as margens”, explicam os analistas da Empiricus.

Enquanto isso, movimentos da concorrente Wellhub, como a parceria com a rede Panobianco, tendem a reforçar a percepção de risco competitivo do mercado.

“Esse tipo de iniciativa pode se tornar uma pedra no sapato para a Smart Fit, ao acelerar o ganho de escala de concorrentes e aumentar a disputa por clientes, em especial em regiões já mais maduras”, afirmam os analistas.

No pain no gain? Vale apostar na ‘volta por cima’ das ações da Smart Fit?

Com a competitividade no setor pressionando os papéis, ainda vale a pena investir nas ações da Smart Fit?

Os analistas da Empiricus destacam que continuam a ver a companhia como a operadora mais eficiente e bem-posicionada do setor, ao combinar escala, disciplina de custos e capacidade de execução superiores. “São características que tendem a se destacar justamente em ambientes competitivos”.

Além disso, a Smart Fit mantém seu plano ambicioso de expansão, com a previsão de cerca de 340 novas academias para 2026.

“Soma-se a isso a estratégia de diversificação geográfica nos países em que já está consolidada e avanço em mercados onde tem baixa penetração, como Argentina, Marrocos, entre outros, que contribuem para mitigar riscos e ampliar o potencial de crescimento”.

No que diz respeito ao setor fitness, os analistas ainda veem baixa penetração e forte crescimento estrutural, o que dá espaço para expansão relevante no longo prazo.

“Mesmo que a empresa se expandisse somente com as unidades mapeadas hoje (1,5 mil academias), desconsiderando qualquer alavancagem operacional, ou seja, perpetuando as margens estáticas ao nível de hoje, ainda teríamos um preço-alvo de R$ 25 por ação, o que em nossa visão deixa o cenário assimétrico”.

Nesse sentido, mesmo com os riscos no radar, os fundamentos da companhia continuam sólidos e a ação negocia em um patamar considerado atrativo frente ao histórico e ao perfil de crescimento da tese, apontam os especialistas.

“Entendemos que a combinação de crescimento de receita, potencial de expansão de margens via eficiência e uma tese estrutural bem fundamentada sustentam a visão construtiva. Por 12,4 vezes lucros, a ação segue recomendada pela Empiricus”, concluem.

SMFT3 está entre as 10 ações recomendadas para comprar agora; veja gratuitamente as outras 9

Agora você sabe que a ação da Smart Fit continua sendo recomendada pelos analistas da Empiricus, mesmo com os riscos no radar.

O papel, inclusive, faz parte da carteira Empiricus Top Picks, que reúne as 10 ações mais atrativas para comprar no cenário atual.

A boa notícia é que você pode conhecer as outras 9 recomendações de maneira gratuita no BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Ao clicar neste link e realizar seu cadastro no Content, você terá acesso ao relatório da carteira Top Picks, com a tese de cada uma das ações e uma análise macroeconômica do cenário atual.

Também poderá, em poucos cliques, investir na carteira Top Picks de maneira automatizada. Ao optar por essa modalidade, todas as alterações propostas pelos analistas são realizadas de maneira automática, sem que você precise comprar ou vender os papéis manualmente.

O cadastro no BTG Content também permite que você acesse as diversas carteiras recomendadas disponíveis na plataforma.

Pronto para conhecer todos os conteúdos disponibilizados? Para isso, basta clicar aqui ou no botão abaixo e se cadastrar.

O post O que está acontecendo com a Smart Fit (SMFT3)? Ações despencam 30% desde as máximas recentes – entenda motivos e se ainda vale investir apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Lições da história recente sobre sorrir ou chorar no drawdown

Em meio ao (eterno?) impasse em relação ao Estreito de Ormuz, cabe a justa pergunta sobre se o drawdown da Guerra do Irã não foi superado rápido demais.

À medida que nos aproximamos do final de abril, praticamente todos os índices de ações relevantes do mundo estão empatados ou acima de suas máximas YTD pré-guerra.

Ou seja, deve ter menos a ver com exposição a oil & gas se tanto o Ibovespa (Brasil exportador de petróleo) quanto o Nikkei (Japão importador de petróleo) assumem máximas pontuações desde o início do ano, ainda que o primeiro esteja subindo mais do que o segundo.

Fonte: Bloomberg

O denominador comum talvez seja mesmo a realocação de dinheiro excessivo em EUA, agora buscando cestas diversificadas em outros mercados globais. Um pouco em Japão, um pouco em Brasil, um pouco em Coreia, e isso já basta para fazer uma tremenda diferença localmente.

Contudo, sem prejuízo dessa explicação de fluxo com um recorte em cross section, devemos reconhecer também um outro argumento, amparado em séries de tempo.

Se pensarmos bem, diante dos colapsos “modernos” desde o subprime em 2008, qual foi a função de reação mais racional face ao pânico inicial de um evento extremo?

Em todos esses casos marcantes para a nossa geração, passando inclusive pela pandemia, o investidor do buy & hold – e, sobretudo, o investidor marginal do buy the dip – foi amplamente remunerado pelo seu salto de fé na recuperação e posterior ascensão do mercado.

Isso posto, e isso vale para nós que visamos o médio e longo prazo: qual o embasamento que teríamos, agora, para ficar short ou mesmo reduzir sensivelmente a exposição a risco?

Não tenho dúvidas de que a postura pessimista em relação a incertezas globais é inteligente, charmosa e provocante; mas ela também pode custar caro demais.

O post Lições da história recente sobre sorrir ou chorar no drawdown apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ouro hoje: metal volta a subir após Trump prorrogar indefinidamente o cessar-fogo com o Irã 

Enquanto muitos brasileiros aproveitavam o feriado de Tiradentes, na última terça-feira (21), o presidente norte-americano Donald Trump anunciou uma extensão do acordo de cessar-fogo contra o Irã.

Segundo publicação feita na “Truth Social” — rede social de Trump — a ordem é que as Forças Armadas suspendam as ofensivas “até que os representantes iranianos cheguem a uma proposta unificada para negociar a paz”. Além disso, o presidente dos EUA determinou a manutenção do bloqueio marítimo no Estreito de Ormuz.

Diante da extensão do prazo a reação inicial do mercado até foi positiva. Contudo, nesta quarta-feira (22) o ouro voltou subir. Por volta das 11h, os contratos futuros do metal apresentavam uma valorização de mais de 1%, negociando a US$ 4.773,60 por onça-troy.

Segundo Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, “por mais que haja um cessar-fogo e a chance de uma escalada descontrolada esteja, neste primeiro momento, um pouco mitigada, o nervosismo do mercado prevalece”.

Trégua renovada, caos mantido: vale comprar ouro agora?

Spiess participou do Morning Call, programa diário no canal do YouTube do BTG Pactual, para falar justamente da reação do mercado a manutenção do acordo de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã.

O analista destaca que, o anúncio da trégua por tempo indefinido não trouxe nenhum acordo consistente a respeito do fim dos conflitos. E, mais importante, o Estreito continua bloqueado.

Este é justamente o principal ponto de “nervosismo” por parte do mercado. Vale lembrar que, desde que os EUA atacaram o Irã pela primeira vez — há oito semanas — o petróleo tipo brent voltou a negociar na casa dos US$ 100.

Além disso, Spiess destaca que as comunicações, tanto do Irã quanto dos EUA, são confusas, o que aumenta o sentimento de incerteza por parte do mercado. Ele ainda acrescenta que, este é mais um caso de “TACO trade”.

  • Entenda: “TACO” é a sigla que se refere à expressão “Trump always chickens out”. Em português, seria o mesmo que dizer que o presidente norte-americano sempre “amarela” ou “dá para trás” nas suas ameaças.

Essa postura — de fazer ameaças e depois voltar atrás — resulta em uma “perda gradual da eficácia das mensagens vindas da Casa Branca […] e dialoga com o dólar mais fraco ao redor do mundo”, pontuou o analista.

Assim, na visão de Matheus Spiess, a alta do ouro observada nesta quarta-feira (22) é um dos reflexos dessa busca do mercado por alternativas.

Durante o Morning Call, o analista lembrou que o metal faz parte das recomendações da casa. Contudo, não é o único ativo para quem busca diversificação global.

Ouro e mais 11 ativos: conheça a Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global

Mesmo com a prorrogação do cessar-fogo no Oriente Médio, a leitura por grande parte do mercado é de que “o conflito continua sem solução definitiva e ainda sujeito a novos episódios de instabilidade”, ressalta Spiess.

Nesse contexto, o dólar continua perdendo espaço como porto seguro global e, em paralelo, o ouro e outros ativos tendem a ganhar mais espaço. Assim, os analistas da Empiricus Research decidiram lançar uma nova carteira: a Empiricus Alocação Estrutural Global.

A estratégia central do portfólio é reduzir a dependência de um único país, uma única moeda e um único ciclo econômico. Para isso, a carteira combina blocos globais de renda fixa, ações, ouro e ativos alternativos, criando uma estrutura robusta para atravessar diferentes regimes de mercado.

E o mais importante: você pode investir globalmente de forma simples, acessível e disciplinada, por meio de ativos listados na B3.

Assim, além do ouro, este portfólio com outras 11 recomendações de ativos em bolsas da Europa, Japão e mercados Emergentes, para buscar a maior diversificação possível.

A boa notícia é que você pode conhecer todas elas de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia o acesso ao relatório completo por meio do BTG Content, plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Para acessar o BTG Content é muito simples: basta clicar neste link e seguir as instruções. Assim, em poucos passos vocêlibera o seu acesso gratuito à plataforma.

Ao se cadastrar, você ainda poderá conhecer uma forma de investir automaticamente na carteira com apenas alguns cliques.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

O post Ouro hoje: metal volta a subir após Trump prorrogar indefinidamente o cessar-fogo com o Irã  apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: Trump anuncia prorrogação do cessar-fogo no Oriente Médio, mas Estreito de Ormuz segue pressionado; veja destaques do dia

Donald Trump anunciou a prorrogação por prazo indeterminado do cessar-fogo com o Irã, em uma tentativa de preservar o canal diplomático e evitar a retomada imediata das hostilidades. Apesar da extensão da trégua, os Estados Unidos mantiveram o bloqueio naval aos portos iranianos e seguiram pressionando o Estreito de Ormuz, corredor estratégico para o fluxo global de petróleo.

O Irã, por sua vez, sinaliza disposição para retornar às negociações, mas condiciona avanços concretos a algum relaxamento dessas restrições. Dessa forma, embora a reação inicial dos mercados tenha sido positiva, permanece a leitura de que o conflito continua sem solução definitiva e ainda sujeito a novos episódios de instabilidade.

· 00:52 — Orçamento limitado

No Brasil, antes do anúncio de prorrogação do cessar-fogo, os mercados em Nova York passaram o dia reagindo ao impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã, movimento que também influenciou os ativos brasileiros mesmo durante o feriado local. O ETF iShares MSCI Brazil ETF (EWZ) recuou 1,22%, acompanhando perdas em ADRs relevantes, como Vale S.A., refletindo uma postura mais cautelosa por parte dos investidores globais.

Na direção oposta, Petrobras avançou cerca de 2%, beneficiada pela manutenção do petróleo próximo de US$ 100 por barril. O mercado ainda assimila a possibilidade de um choque de oferta mais persistente no setor de energia, o que pode gerar pressões adicionais sobre a inflação. Soma-se a isso o debate climático envolvendo o fenômeno El Niño, que também pode impactar preços no segundo semestre. Ainda assim, a trajetória-base segue apontando para continuidade do ciclo de cortes de juros no Brasil, embora possivelmente em ritmo mais moderado, como já sugerido pelo Banco Central do Brasil e pelo Boletim Focus.

Hoje, inclusive, começa o período de silêncio do Banco Central antes da próxima reunião de política monetária, na qual a expectativa predominante é de redução de 25 pontos-base na taxa Selic. Em um segundo momento, eventuais sinalizações eleitorais ou avanços fiscais poderiam abrir espaço para cortes adicionais.

Nesse contexto, a equipe econômica ligada a Flávio Bolsonaro discute um ajuste fiscal, como indicado pela Folha de S.Paulo, equivalente a 2 pontos do PIB, cerca de metade dos 4 pontos do PIB que parte dos especialistas considera necessários para estabilizar a dívida pública.

Entre as propostas estão mudanças nos pisos constitucionais de saúde e educação e alterações nas regras de reajuste de benefícios previdenciários e assistenciais. Estimativas mencionam economia potencial de até R$ 1,9 trilhão em dez anos, o que poderia aliviar a percepção de risco e contribuir para a queda dos juros longos, embora dependa de mudanças constitucionais e enfrente elevada resistência política.

Ao mesmo tempo, o Brasil ganha relevância estratégica no setor energético: com o petróleo em patamares elevados, a América do Sul poderia adicionar 2,1 milhões de barris diários até 2035, com destaque para Brasil, Guiana e Suriname. Trata-se de uma janela de oportunidade relevante para a região em um mundo que segue demandando segurança energética.

· 01:48 — Falou ao Congresso

Nos Estados Unidos, a combinação entre o alívio geopolítico no Oriente Médio e a divulgação de indicadores domésticos ainda consistentes ajudou a preservar o apetite por risco, levando o S&P 500 a renovar máximas recentes em meio à temporada de resultados corporativos.

Parte importante desse movimento reflete a percepção de que a economia americana segue crescendo, sem sinais evidentes de recessão no horizonte imediato, ao mesmo tempo em que a inflação, embora ainda resistente, deixou de mostrar deterioração adicional na margem. Ainda assim, o mercado parece já ter incorporado boa parte desse cenário mais favorável aos preços dos ativos, o que torna os próximos passos cada vez mais dependentes da agenda macroeconômica.

No campo da política monetária, os holofotes se voltaram para Kevin Warsh, indicado para liderar o Federal Reserve. Em audiência no Senado, Warsh procurou enfatizar sua independência em relação a Donald Trump e adotou um tom relativamente mais brando ao tratar da inflação, chegando inclusive a defender uma revisão das métricas utilizadas pelo banco central americano.

Na prática, o mercado interpretou sua postura como marginalmente mais dovish — isto é, mais inclinada a admitir cortes de juros no futuro — embora permaneçam dúvidas relevantes sobre sua autonomia e sobre eventual influência política em sua condução. Para as bolsas, qualquer sinalização de um Fed menos restritivo tende a favorecer especialmente empresas de tecnologia e setores mais sensíveis aos juros, ainda que a preservação da credibilidade institucional continue sendo elemento central dessa discussão.

Já os dados de vendas no varejo reforçaram a percepção de que o consumidor americano segue resiliente. O indicador cheio avançou 1,7% no mês, impulsionado em parte pela alta dos preços da gasolina, enquanto o núcleo também surpreendeu positivamente, revelando força disseminada entre diferentes segmentos do consumo.

O resultado sugere que a demanda das famílias continua oferecendo importante sustentação para a economia, beneficiada por um mercado de trabalho robusto, restituições de impostos e condições financeiras ainda administráveis.

Para a política monetária, contudo, isso traz um dilema: uma atividade mais firme reduz a urgência de cortes imediatos de juros. Para as ações, o efeito líquido permanece positivo no curto prazo, já que crescimento e lucros continuam prevalecendo, mas a atual temporada de resultados será decisiva para confirmar se o otimismo se sustenta.

· 02:36 — Para onde foi o acordo?

Donald Trump anunciou a prorrogação por prazo indefinido do cessar-fogo com o Irã, mesmo após o fracasso de uma nova rodada de negociações, ao mesmo tempo em que manteve o bloqueio no Estreito de Ormuz.

O episódio reforça a ambiguidade que marca o atual momento geopolítico: de um lado, Washington preserva canais diplomáticos e evita o rompimento total das conversas; de outro, continua recorrendo à pressão militar e econômica como instrumento para extrair concessões. Teerã, por sua vez, também sinaliza disposição para negociar, desde que haja algum alívio no bloqueio e redução do tom hostil por parte dos Estados Unidos.

Enquanto isso, o conflito já avança para sua oitava semana, mantendo relevantes os riscos para os preços de energia, para a dinâmica inflacionária e para o crescimento global. Ainda assim, Wall Street reagiu com relativa serenidade, sugerindo que parcela importante dos investidores segue apostando em algum tipo de distensão gradual mais à frente.

Apesar dessa resiliência observada nos mercados financeiros, a situação no terreno permanece sensível. Petroleiros ligados ao Irã continuam buscando formas de contornar as restrições americanas, embarcações foram alvo de ataques no Estreito de Ormuz e o petróleo voltou a superar a marca de US$ 100 por barril.

Em paralelo, a tensão regional ganhou um novo foco após Israel acusar o Hezbollah de violar o cessar-fogo no sul do Líbano, reacendendo o risco de abertura de uma segunda frente de conflito. Em resumo, a trégua permanece existente no plano formal, mas ainda distante de uma solução definitiva. O cenário mais provável continua sendo o de avanços limitados, recuos recorrentes e elevada volatilidade, embora cresçam gradualmente as chances de alguma acomodação mais consistente no médio prazo.

· 03:24 — Saída de um gigante

A Apple se prepara para uma transição relevante, com a saída de Tim Cook do comando da companhia e a ascensão de John Ternus, atual chefe de engenharia de hardware. A mudança simboliza o encerramento de um ciclo histórico: sob a liderança de Cook, a empresa ampliou de forma notável seu ecossistema, fortaleceu receitas recorrentes e consolidou-se como um dos maiores grupos de tecnologia do mundo, alcançando valor de mercado na casa dos trilhões de dólares.

Agora, o desafio da nova liderança será conduzir a Apple em um ambiente cada vez mais dominado pela inteligência artificial, justamente em um momento em que o mercado cobra da companhia uma resposta mais ambiciosa e competitiva nessa frente. Por isso, a transição será acompanhada de perto pelos investidores, especialmente à luz dos próximos resultados trimestrais e das eventuais novidades estratégicas em IA ao longo dos próximos meses.

· 04:19 — Onde está a Revolução Verde?

A chamada Revolução Verde ampliou fortemente a produção global de alimentos no século XX, mas também criou uma dependência estrutural de fertilizantes industriais, especialmente os nitrogenados, como ureia e nitrato de amônio. Como muitos desses insumos são produzidos a partir do gás natural, a agricultura moderna passou a depender diretamente da oferta de hidrocarbonetos.

Com a recente disparada dos preços de petróleo e gás em meio ao conflito entre EUA, Israel e Irã, além das interrupções no comércio global de fertilizantes, essa fragilidade voltou a ficar evidente. Os reflexos já aparecem nos preços: energia, alimentos e fertilizantes subiram de forma relevante, aumentando o risco de insegurança alimentar, sobretudo em países mais vulneráveis da África e da Ásia.

Ao mesmo tempo, o Oriente Médio tornou-se peça central dessa engrenagem. Grandes estatais de energia da região, como Saudi Aramco e Adnoc, usaram receitas bilionárias do petróleo para avançar na cadeia química e se transformar em importantes fornecedoras de amônia, matéria-prima essencial para fertilizantes.

Hoje, cerca de 30% das exportações globais de amônia saem do Oriente Médio, com forte dependência de países como Índia e Marrocos. Em outras palavras, parte relevante da produção de alimentos no Sul global depende diretamente da estabilidade geopolítica e energética do Golfo Pérsico, o que mostra como conflitos regionais podem rapidamente se transformar em pressão inflacionária e risco social no mundo.

· 05:05 — Parceria estratégica

A Amazon aprofundou de forma relevante sua parceria estratégica com a Anthropic, startup responsável pelo modelo de inteligência artificial Claude, ao anunciar um novo investimento de US$ 5 bilhões, montante que pode alcançar até US$ 20 bilhões ao longo do tempo. O movimento reforça a intensidade da disputa global pela liderança em IA e fortalece o posicionamento da AWS, divisão de computação em nuvem da companhia.

Em contrapartida ao capital e à infraestrutura disponibilizados pela Amazon, a Anthropic se comprometeu a consumir mais de US$ 100 bilhões em tecnologias da AWS nos próximos dez anos, incluindo chips proprietários Trainium, processadores Graviton e ampla capacidade de data centers. Além disso, clientes da AWS passarão a acessar a plataforma Claude diretamente dentro do ecossistema da Amazon, simplificando a adoção corporativa e ampliando a integração comercial.

Os números operacionais também impressionam. A Anthropic informou que sua receita anualizada já supera US$ 30 bilhões, evidenciando a velocidade com que a demanda por soluções de inteligência artificial vem se expandindo. Embora desafios naturais de infraestrutura, escalabilidade e capacidade acompanhem esse crescimento, o anúncio reforça que a corrida pela IA permanece em plena aceleração — e que a Amazon segue muito bem posicionada para capturar valor em múltiplas frentes: nuvem, chips proprietários, softwares corporativos e serviços.

Trata-se de um desenvolvimento estrategicamente relevante, pois consolida a Amazon não apenas como participante desse ciclo, mas como uma das principais plataformas habilitadoras da revolução tecnológica em curso. Em um ambiente no qual a demanda por processamento, armazenamento e modelos avançados tende a continuar crescendo, a companhia reúne escala, capacidade de investimento e ativos únicos para se beneficiar desse movimento por muitos anos.

Por isso, seguimos com visão construtiva para as BDRs AMZO34, como uma forma eficiente de exposição a uma das líderes globais da transformação impulsionada pela inteligência artificial.

O post Ibovespa hoje: Trump anuncia prorrogação do cessar-fogo no Oriente Médio, mas Estreito de Ormuz segue pressionado; veja destaques do dia apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

A partir de hoje (22): ‘Memebot Flash Million’ pode ajudar investidores em busca do milhão com criptomoedas; saiba como acessar

É hoje: nesta quarta-feira (22), a partir das 19h, uma nova chance de buscar lucros com criptomoedas estará disponível aos investidores. Esse é o horário em que os acessos ao Memebot Flash Million, ferramenta com objetivo de operar no mercado cripto em busca de até R$ 1 milhão em retornos, serão disponibilizados a qualquer interessado.

O objetivo do Memebot Flash Million pode parecer ambicioso, mas a premissa é simples: o mercado cripto, de forma geral, segue com preços em lateralização, mas isso não significa que não é possível buscar lucros “fora da curva”, como muitos já conseguiram anteriormente.

Nesse caso, o segredo está em detectar as assimetrias de mercado: oportunidades que abrem no curto prazo, em ativos específicos, em meio ao “sobe e desce”, e carregam potencial de recompensar o investidor que rastreá-las e utilizá-las ao seu favor.

Nem todo investidor tem o olho clínico, ou sequer o tempo hábil, para rastrear essas oportunidades quando surgem. Por isso, uma automação configurada com esse objetivo pode vir a calhar.

O Memebot foi criado a partir de pesquisas dos especialistas em criptoativos da Empiricus Research. Ou seja, estamos falando de profissionais que estudam esse mercado diariamente e identificam as principais tendências do momento.

Memebot Flash Million: como a ferramenta vai em busca de lucros com criptomoedas?

A ferramenta é especialista em memecoins: moedas de menor preço e valor de mercado que o bitcoin (BTC). Por meio desses ativos de alto potencial, é possível encontrar:

  • Chances de valorizações explosivas, de até 30.000%, por exemplo. O que é improvável de acontecer com criptomoedas maiores;
  • Menores preços a mercado, permitindo que o investidor possa começar com aportes financeiros de menor valor.

E como a ferramenta funciona? Bom, ela “escaneia” o mercado de criptomoedas 24 horas por dia, coletando dados e analisando as oportunidades abertas em meio à volatilidade dos ativos.

A cada 7 dias, a ferramenta seleciona a oportunidade de maior e melhor potencial a partir dos dados coletados e realiza uma operação em busca de altos retornos, de forma totalmente automática

Além disso, há um outro diferencial: a ferramenta está apta a operar com aportes a partir de R$ 3.500 – o que não é fácil de encontrar em operações de alto potencial de retorno no mercado tradicional. 

A configuração inicial do Memebot propõe 12 meses consecutivos de operações a cada 7 dias, buscando até R$ 1 milhão em retornos no acumulado desse período. Não é sempre que a chance de buscar lucros como esses, a partir de aportes financeiros mais baixos, aparece como agora.

Vale ressaltar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil. Especialmente tratando-se de memecoins, investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos, e retornos passados não são garantia de retornos futuros.

Apesar disso, também lembramos que essa é uma chance única de buscar retornos:

  • A partir de oportunidades identificadas com conhecimento profissional;
  • Com aportes financeiros iniciais relativamente baixos;
  • Sem precisar dedicar tempo e estudos às operações financeiras;
  • 24 horas por dia, independentemente do cenário geral de mercado.

Por isso, se você acredita que essa oportunidade pode fazer sentido, está convidado a conhecê-la ainda melhor.

Ainda dá tempo: reserve seu acesso ao Memebot Flash Million a partir desta quarta-feira (22)

Se você deseja conhecer o Memebot Flash Million de perto, está convidado a participar do evento online e gratuito que acontece a partir das 19h de hoje (22).

No evento, você poderá tirar possíveis dúvidas sobre o funcionamento, e entender se a ferramenta realmente faz sentido para você. Ao final, se desejar prosseguir, poderá receber seu acesso.

Basta clicar aqui, ou no botão abaixo, para reservar seu lugar gratuito na apresentação:

O post A partir de hoje (22): ‘Memebot Flash Million’ pode ajudar investidores em busca do milhão com criptomoedas; saiba como acessar apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Fundos imobiliários: BTLG11, XPLG11, VISC11, TRXF11 e mais FIIs trazem novidades aos cotistas; confira

Confira alguns dos principais destaques dos fundos imobiliários (FIIs) negociados no Ifix:

Alianza Trust Renda Imobiliária (ALZR11)

O fundo concluiu a aquisição de 100% do Edifício Corporativo Oscar Freire Office, conforme os termos acordados no MOU de 01/abril.

Bradesco Carteira Imobiliária Ativa (BCIA11)

Em termos de carteira, o fundo anunciou que aumentou de forma relevante a exposição a FIIs de CRI, que passaram de 34,2% PL para 41,1% PL, sendo os 58,9% restantes em fundos de tijolo.

BTG Pactual Logística (BTLG11)

O fundo informou o pagamento da última parcela referente à aquisição do portfólio prime de 13 ativos localizados no Estado de São Paulo, concluindo a quitação integral da operação por R$ 661,1 milhões.

Guardian Logística (GARE11)

O fundo informou atraso na divulgação das demonstrações financeiras referentes ao exercício de 2025. Segundo a administradora, a conclusão dos trabalhos está prevista para 31/mai, em função de revisões adicionais sobre laudos de avaliação dos imóveis e procedimentos complementares relacionados a fundos investidos sem auditoria independente.

Pátria Malls (PMLL11) e Vinci Shopping Centers (VISC11)

O PMLL11 assinou MOU para aquisição de participações em cinco shoppings detidos pelo VISC11, por aproximadamente R$ 257,1 milhões. A transação envolve 12% do Prudenshopping, 14% do Shopping Granja Vianna, 10% do Natal Shopping, 15% do North Shopping Maracanaú e 5% do Shopping Plaza Sul. O pagamento será dividido entre R$ 35 milhões à vista, R$ 167,1 milhões no fechamento (com possibilidade de compensação via subscrição de cotas) e R$ 55 milhões em duas parcelas de R$ 27,5 milhões em 12 e 18 meses, corrigidas pelo IPCA.

TRX Real Estate (TRXF11)

O fundo anunciou o início das obras de um imóvel logístico em Londrina (PR), locado para a Shopee na modalidade BTS, com contrato atípico de 10 anos. O investimento total é de aproximadamente R$ 135,5 milhões, dos quais cerca de R$ 25,2 milhões já foram desembolsados, sendo o restante pago conforme o avanço da obra, corrigido pelo INCC. A entrega está prevista para julho de 2027. Durante o período de construção, o fundo receberá uma renda mínima garantida equivalente a 9,5% a.a. sobre os valores investidos, além de contar com garantias para conclusão da obra.

XP Logística (XPLG11)

O fundo anunciou o encerramento da 9ª emissão de cotas, com a subscrição de 11,37 milhões de novas cotas, totalizando aproximadamente R$ 1,2 bilhão.

Adicionalmente, o fundo concluiu a aquisição de um portfólio logístico com seis ativos, totalizando aproximadamente R$ 919,1 milhões, sendo a maior parte do pagamento realizada via subscrição de cotas pelos vendedores no âmbito da 9ª emissão.

Os ativos somam cerca de 306 mil m² de ABL, com elevada ocupação e incluem um empreendimento em desenvolvimento (Piracicaba II), que contará com prêmios de locação pagos pelo vendedor até a estabilização. A gestão estima cap rate inicial de 10,6% para a transação, com potencial manutenção do patamar atual de rendimentos do fundo (R$ 0,82/cota).

O post Fundos imobiliários: BTLG11, XPLG11, VISC11, TRXF11 e mais FIIs trazem novidades aos cotistas; confira apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: mercados sob pressão com reviravoltas no conflito no Oriente Médio; o que esperar nesta segunda-feira (20)?

Os mercados iniciam a semana novamente sob pressão, após mais um fim de semana marcado por mensagens contraditórias e reviravoltas no conflito entre Estados Unidos e Irã, um retrato bastante fiel do vai e vem que já se esperava nas tentativas de negociação. Na sexta-feira, declarações mais otimistas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz e sobre possíveis avanços diplomáticos ajudaram a impulsionar os ativos de risco.

No entanto, esse alívio se mostrou rapidamente frágil diante de novos episódios de tensão, como ataques a embarcações, a apreensão de um navio iraniano pelos Estados Unidos e a retomada de restrições no estreito por parte de Teerã. Em termos práticos, isso reforça a leitura de que o processo de distensão tende a continuar sendo marcado por avanços parciais, recuos frequentes e elevada instabilidade, sem uma trajetória linear de normalização. Esse ambiente mantém a volatilidade elevada tanto nos preços do petróleo quanto nos mercados globais de forma mais ampla.

· 00:52 — Uma trégua imperfeita

Após um fim de semana marcado por forte deterioração geopolítica, os mercados iniciam a semana novamente sob pressão. O ataque da Marinha dos Estados Unidos a um navio cargueiro de bandeira iraniana no Golfo de Omã elevou de forma relevante as tensões com Teerã e recolocou em xeque a viabilidade de futuras negociações entre os dois países. Em paralelo, o Irã voltou a restringir o tráfego no Estreito de Ormuz, sob a alegação de que o bloqueio americano a embarcações ligadas ao país violava os termos do cessar-fogo. O reflexo foi imediato: petróleo e gás natural voltaram a disparar, enquanto as bolsas globais passaram a operar em tom mais defensivo, sinalizando um retorno claro da aversão a risco.

O pano de fundo, portanto, permanece extremamente frágil. Donald Trump retomou o tom de ameaça, indicando a possibilidade de novas ações militares caso as negociações fracassem, ao passo que o governo iraniano afirma não enxergar, neste momento, uma perspectiva clara para um acordo. Há expectativa em torno de uma eventual rodada de conversas no Paquistão, mas as mensagens contraditórias emitidas por ambos os lados apenas reforçam o grau de incerteza. Em termos práticos, o mercado volta a reprecificar o risco geopolítico, a inflação implícita e os possíveis impactos sobre as cadeias globais de energia, desmontando parte relevante do otimismo que havia começado a se formar ao fim da semana anterior.

  • ‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar

· 01:43 — A pausa é no calendário, não no risco

No Brasil, a semana será encurtada pelo feriado de amanhã, terça-feira (21 de abril), fator que tende a reduzir a liquidez dos próximos pregões e, consequentemente, aumentar a cautela dos investidores nesta segunda-feira. Em um ambiente global ainda marcado por forte volatilidade e sucessivas reviravoltas geopolíticas, é natural que parte do mercado prefira posições mais defensivas antes do fechamento prolongado (tem gente que não quer dormir comprada até quarta-feira).

Na agenda, os investidores começam a direcionar atenção para a próxima decisão de juros, marcada para o dia 29 de abril. A minha expectativa segue sendo de continuidade do ciclo de cortes da Selic, seguindo com ritmo mais moderado, com redução de 25 pontos-base, em uma trajetória ainda condicionada pelos impactos externos, especialmente os efeitos da crise no Oriente Médio sobre inflação de longo prazo e percepção de risco.

Ao mesmo tempo, Brasília volta a ganhar protagonismo. O governo prepara um pacote de medidas voltado ao enfrentamento do endividamento de famílias e empresas, com foco especial em pequenos e médios negócios e em novas linhas de crédito para o setor produtivo.

No campo político, também avança o debate em torno do fim da escala 6×1, tema que ganhou espaço recente na agenda pública por conta do calendário eleitoral. Em paralelo, pesquisas de opinião divulgadas nas últimas semanas vêm indicando desgaste do governo em diferentes regiões e segmentos relevantes do eleitorado, inclusive em bases historicamente mais favoráveis, como destacado em matéria do jornal O Globo.

Se essa tendência persistir, como elucidado também pelo levantamento da Paraná Pesquisas, o cenário eleitoral tende a se mostrar mais competitivo adiante para a oposição, elemento que o mercado acompanha de perto por seus potenciais reflexos sobre expectativas econômicas, agenda fiscal (tema caro para os investidores locais) e trajetória dos ativos locais.

· 02:37 — Agenda intensa

Wall Street inicia a semana diante de uma agenda intensa, combinando balanços corporativos, indicadores macroeconômicos e novos desdobramentos geopolíticos, um conjunto de fatores que deve continuar definindo o tom dos mercados nos próximos dias.

A temporada de resultados começa a ganhar tração e pode ser decisiva para sustentar o rali observado nas últimas semanas. Até aqui, aproximadamente 88% das empresas do S&P 500 que já divulgaram seus números superaram as estimativas do mercado, um desempenho superior à média histórica.

Ainda assim, os testes mais relevantes estão logo adiante, com a divulgação dos resultados de gigantes como Tesla, Intel e outras empresas de tecnologia, que têm peso importante na direção dos índices. No campo macroeconômico, os investidores também acompanharão com atenção dados como vendas no varejo nos Estados Unidos, índices de atividade (PMIs), indicadores de confiança do consumidor e discursos de dirigentes do Federal Reserve, além da audiência de Kevin Warsh, o próximo Chair do Fed, no Congresso.

· 03:29 — Reembolso de grande proporção

O governo Trump iniciou o processamento dos pedidos de reembolso relacionados a tarifas consideradas inconstitucionais pela Suprema Corte, em um processo que deve ocorrer de forma gradual e que pode resultar na devolução de até US$ 127 bilhões a importadores americanos. Embora isso represente um alívio potencial para parte das empresas afetadas, é importante destacar que os reembolsos não serão automáticos: dependerão de solicitações formais e podem levar um tempo considerável até sua conclusão. Nesse intervalo, inclusive, já surgem agentes financeiros interessados em comprar esses créditos, tratando-os como uma nova frente de oportunidade.

Ao mesmo tempo, cresce a incerteza em torno da política comercial americana para os próximos meses: a Casa Branca dá sinais de que não pretende abandonar sua agenda protecionista, preparando novas tarifas para substituir parte das medidas que foram derrubadas judicialmente. A possibilidade de novas tarifas contra a China segue no radar, enquanto a renegociação do acordo comercial entre EUA, México e Canadá deve ganhar relevância até julho. Em outras palavras, mesmo com a devolução de recursos a algumas empresas, o pano de fundo permanece marcado por volatilidade, disputas estratégicas e potenciais impactos relevantes sobre cadeias globais de produção, custos corporativos e planejamento de investimentos.

· 04:18 — Uma pequena corrida para um robô, mas um grande salto para…

A tecnologia continua avançando em ritmo notável, e os desenvolvimentos recentes na China ajudam a dar concretude a essa transformação. Em uma meia maratona realizada em Pequim, um robô humanoide autônomo superou corredores humanos e estabeleceu um novo marco, evidenciando o grau de evolução já alcançado pela combinação entre robótica, sensores e inteligência artificial. Mais do que um episódio curioso, esse tipo de demonstração aponta para algo mais profundo: estamos entrando em uma nova etapa da automação, em que as máquinas deixam de se limitar à execução de tarefas repetitivas e passam a incorporar atributos como mobilidade, autonomia e capacidade de adaptação. Uma verdadeira revolução para a robótica.

Esse movimento tem implicações que vão muito além do campo experimental. À medida que robôs se tornam mais sofisticados e integrados à inteligência artificial, abre-se espaço para ganhos relevantes de eficiência, redução de custos e aumento de produtividade em setores como indústria, logística, saúde e serviços. Em outras palavras, a mudança tecnológica em curso não está mais restrita ao software ou ao processamento de dados: ela começa a ganhar corpo também no mundo físico, algo aguardado há anos. E isso reforça a percepção de que a combinação entre robótica e IA tende a se consolidar como um dos vetores mais transformadores da década.

· 05:06 — Agenda pró-cripto

A agenda pró-cripto de Donald Trump vem avançando em um ritmo mais lento do que o mercado imaginava inicialmente, o que ajuda a explicar parte da correção recente do Bitcoin desde sua posse. No centro das atenções está o chamado “Clarity Act”, projeto que busca estabelecer regras mais objetivas para o setor e transferir uma parcela relevante da supervisão regulatória para a CFTC. Essa mudança é vista como positiva, na medida em que pode ampliar a participação de investidores institucionais e facilitar o lançamento de novos produtos financeiros ligados a ativos digitais.

Embora o avanço desse processo ainda enfrente obstáculos políticos, calendário legislativo apertado e disputas entre bancos tradicionais e empresas do universo cripto, o ambiente regulatório continua evoluindo. Em paralelo, a SEC deve anunciar nas próximas semanas medidas de flexibilização e programas piloto que podem aproximar ainda mais o mercado cripto do sistema tradicional, incluindo iniciativas ligadas à negociação de ativos em blockchain e a novas estruturas de mercado.

Em outras palavras, embora o curto prazo ainda seja marcado por ruídos e volatilidade, os vetores estruturais permanecem favoráveis ao segmento. Maior clareza regulatória, avanço da adoção institucional e a integração crescente entre ativos digitais e o sistema financeiro tradicional tendem a fortalecer essa classe de ativos ao longo do tempo. Nesse contexto, soluções diversificadas como o ETF Empiricus Teva Criptomoedas Top 20 (CRPT11) ganham destaque como uma forma eficiente de capturar esse potencial, ao oferecer exposição ampla ao mercado cripto por meio de um único ativo negociado em bolsa.

O post Ibovespa hoje: mercados sob pressão com reviravoltas no conflito no Oriente Médio; o que esperar nesta segunda-feira (20)? apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Itaú (ITUB4), B3 (B3SA3), Gerdau (GGBR4) e mais: quem deve brilhar nos resultados do 1T26? Analista revela suas expectativas

Toda temporada de resultados traz consigo uma carga de expectativas dos investidores e analistas. Seja o lucro acima ou abaixo do esperado, uma variação de Ebitda não prevista ou um anúncio de dividendos “gordos”, sempre há oportunidade para os acionistas colherem bons frutos de acordo com seu posicionamento.

Para este primeiro trimestre de 2026 (1T26), há uma divisão grande entre quem pode performar bem ou quem já não se espera grandes números. Isso porque, apesar do Ibovespa estar navegando bem no período, existem vários fatores externos que puxam algumas empresas “para baixo”, enquanto alavancam o desempenho de outras.

Segundo o analista de ações da Empiricus Research, Ruy Hungria, os resultados do 1T26 ainda devem vir pressionados por juros elevados, próximo do que foi visto no 4T25. “O ambiente que deve continuar mostrando os diferenciais competitivos das companhias melhores posicionadas em cada setor”, comenta o analista.

Além disso, desde o dia 28 de fevereiro, o mercado financeiro vem acompanhando com atenção a escalada nos preços do petróleo, impulsionada pelas tensões envolvendo o conflito no Oriente Médio — e que trazem reflexos nas companhias brasileiras associadas à commodity.

A seguir, você confere a opinião do analista sobre o que esperar de alguns dos principais setores do mercado financeiro:

PETR4, VALE3 e GGBR4: blue chips vão brilhar no 1T26?

Entre os possíveis destaques positivos do 1T 2026, Hungriadestaca as companhias ligadas à escalada do petróleo,  “principalmente Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4), bem como distribuidoras de combustíveis que também seguem sendo ajudadas pela melhoria setorial após a operação Carbono Oculto”.

  • RELEMBRE: A operação Carbono Oculto foi uma operação da Receita Federal e do Ministério Público do Estado de São Paulo. O objetivo era atuar contra esquemas de fraudes e lavagem de dinheiro ligado ao setor de combustíveis.

No segmento de Mineração e Siderurgia, vale mencionar um ambiente ainda muito difícil para siderúrgicas, especialmente as com maior foco no Brasil, por conta dos elevados níveis de importação de aço chinês.

Segundo Hungria, a Gerdau (GGBR4) deve se sair melhor no relativo, dada a maior exposição ao mercado norte-americano. Enquanto isso, a Vale (VALE3) tende a ser ajudada pelas melhorias operacionais na divisão de metais básicos. 

Bancos no 1T26

O atual patamar de juros permanece pressionando as instituições financeiras brasileiras, tornando o panorama difícil para o crédito.

Contudo, “Itaú (ITUB4) e BTG Pactual (BPAC11)devem continuar apresentando resultados melhores que outros incumbentes, como Bradesco (BBDC4), Santander (SANB11) e principalmente Banco do Brasil (BBSA3), que deve seguir pressionado por perdas no agro”, afirma o analista.

Ainda no segmento financeiro, Hungria também chama a atenção para a B3 (B3SA3) que, assim como no 4T25, deve continuar se beneficiando do forte fluxo gringo. Para comparação, 62,1% do volume negociado na bolsa brasileira em março foi de capital estrangeiro. Além disso, o primeiro trimestre atingiu a melhor marca de capital externo desde 2022, somando um saldo líquido de R$ 53,8 milhões (ante R$ 65,3 milhões).

Utilities e telecom: ‘números devem vir sólidos’

Para o analista, outro setor que deve apresentar números sólidos de maneira geral é o de Utilities, “por depender pouco da atividade e dos juros e porque preços de energia elevados e recentes investimentos em saneamento devem ajudar.”

Há apenas uma ressalva: “a exceção fica para geradoras com foco em energia solar e eólica, que seguem sofrendo com as restrições de operação”, afirma Hungria. As restrições mencionadas pelo analista se referem ao curtailment, limitações de aproveitamento de energia renovável nas redes, de forma a desperdiçar energia limpa e prejudicar os geradores e os usuários dessas fontes.

Na mesma linha de Utilities, o analista afirma que as companhias de telecomunicações também devem reportar números sólidos, mostrando continuidade no crescimento apesar dos juros.

  • VEJA MAIS: Confira o calendário com as datas de divulgação dos resultados trimestrais de mais de 150 empresas brasileiras; clique aqui

Varejo, construtoras e agro: detratores à vista

Por outro lado, Hungria alerta que o ambiente macroeconômico deve continuar pesando sobre o varejo no 1T26, no mesmo ritmo do 4T25, especialmente em companhias que dependam mais de crédito e estejam expostas a clientes de menor poder aquisitivo.

As exceções, segundo o analista, são as varejistas farmacêuticas, alavancadas pelos remédios de emagrecimento, assim como alguns players que têm se destacado independente do contexto macro, como Track & Field (TFCO4) e Smartfit (SMFT3), por exemplo.

Já no setor das construtoras, as prévias já reportadas no início deste mês de abril começam a mostrar desaceleração no volume de vendas e de lançamentos de empreendimentos.

Entretanto, Hungria ressalta que os números dos players mais focados no segmento Minha Casa Minha Vida mostram que essas companhias devem continuar mais resilientes, especialmente quando comparadas as do média-alta renda.

Por fim, empresas vinculadas ao agronegócio também devem trazer números aquém do potencial, puxada pelos baixos preços dos grãos, como a soja e o milho.

Temporada de balanços do 1T26: quais ações comprar e vender?

Agora que você já está atualizado sobre as expectativas para as empresas brasileiras no 1T26, é hora de olhar para a carteira de ações com atenção para entender o como se posicionar.

Com a divulgação gradual dos balanços, ajustar a carteira manualmente pode ser trabalhoso e até ineficiente. Por isso, uma alternativa interessante pode ser investir de forma automatizada.

Pensando nisso, algumas das ações mais promissoras deste momento foram selecionadas para a carteira Empiricus Top Picks. O portfólio é formado por 10 ações de alto potencial, escolhidas com base em análise criteriosa de fundamentos e perspectivas para os próximos meses. 

Mas o diferencial não está apenas na seleção. Está na forma de investir. Isso porque a carteira está disponível em formato automatizado dentro da plataforma do BTG Pactual.

Na prática, isso significa que você pode investir em todo o portfólio com poucos cliques e acompanhar o rebalanceamento e a execução das ordens de forma integrada.

Para começar, clique no botão abaixo, faça seu cadastro gratuito e conheça a plataforma do BTG Pactual:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

O post Itaú (ITUB4), B3 (B3SA3), Gerdau (GGBR4) e mais: quem deve brilhar nos resultados do 1T26? Analista revela suas expectativas apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Bitcoin (BTC) em alta: a estratégia para buscar retornos acima da média com criptomoedas

Após cinco semanas ininterruptas de ameaças e recuos, o conflito no Oriente Médio aparenta já ter deixado seu pico para trás. O cenário-base agora é de normalização — ainda que sujeito a tropeços ao longo do caminho.

Sem esse fator exógeno pesando sobre os mercados e com uma economia norte-americana ainda resiliente, o capital está voltando a fluir para ativos de maior risco. No front institucional, grandes bancos passam a oferecer criptomoedas diretamente aos seus clientes — reforçando a maturidade e crescimento de demanda pelo setor.

Tudo isso está convergindo para uma tendência de alta do Bitcoin e do mercado como um todo.

Quem investe em cripto conhece bem a frustração: ver o mercado subir enquanto a carteira fica parada, presa em ativos que prometiam mas não entregaram. Nesta edição, aproveitamos o timing para mostrar como evitar exatamente isso — e como extrair o máximo deste momento por meio de uma estratégia simples, sistemática, que pode ser aplicada de forma automática e gratuita.

  • ‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar 

O que sustenta o novo movimento de alta

O momento atual pode ser resumido de forma simples: o dinheiro não sumiu — ele está voltando a se mover.

No macro, o debate deixou de ser sobre falta de liquidez e passou a ser sobre para onde ela está indo. As bolsas americanas voltaram a mostrar força nas últimas semanas, com recuperação relativamente rápida após o estresse de março, enquanto o crédito segue funcionando sem sinais de ruptura. Os spreads continuam longe de níveis típicos de estresse sistêmico, o que indica que o mercado não está precificando um cenário de deterioração econômica profunda.

Isso muda completamente a leitura. Quando a liquidez realmente desaparece, o mercado responde com desorganização e quedas abruptas, não é o quadro atual. O que vimos foi um movimento de cautela: o capital ficou temporariamente mais defensivo, em resposta ao conflito, mas sem sair do sistema. Com a estabilização do cenário, esse mesmo capital começa a se reposicionar de forma gradual, voltando a assumir risco e a buscar ativos sensíveis ao crescimento.

Com menos pressão no macro e o crédito ainda funcional, o incentivo para permanecer em posições excessivamente conservadoras (renda fixa) diminui. O resultado é um reposicionamento progressivo em busca de retorno e convexidade — e é justamente esse tipo de fluxo que historicamente sustenta movimentos mais consistentes em ativos como o Bitcoin.

Do lado institucional, o movimento acelerou de forma clara, com destaque para a entrada direta de grandes bancos e instituições na oferta de produtos ligados a cripto. O Morgan Stanley lançou o MSBT, seu ETF de Bitcoin à vista, que rapidamente se tornou um dos lançamentos mais bem-sucedidos da casa. O Goldman Sachs passou a estruturar produtos relacionados ao Bitcoin para clientes institucionais. A Charles Schwab — com mais de 30 milhões de clientes — liberou negociação direta de Bitcoin e Ethereum. E a NYSE (New York Stock Exchange) reforçou apoio à infraestrutura cripto.

Esse movimento faz diferença principalmente na distribuição. Quando essas instituições passam a oferecer cripto dentro das suas plataformas, o acesso deixa de ser nichado e passa a ser integrado ao sistema financeiro tradicional, ampliando de forma relevante o alcance e a demanda potencial pelo setor.

  • ‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar 

A diferença entre ganhos comuns e ganhos extraordinários

O Bitcoin acima dos US$ 75 mil chama atenção, mas não é onde está a principal assimetria. Em ciclos como o atual, o BTC tende a liderar o movimento, funcionando como porta de entrada de fluxo. À medida que o mercado ganha tração e a liquidez se espalha, o capital começa a buscar ativos com maior potencial de valorização relativa — e é nesse momento que surgem as distorções mais interessantes.

Dentro desse mercado correlacionado, existe uma camada de diferenciação que passa a ser determinante para o desempenho do portfólio. Algumas altcoins conseguem performar muito acima do Bitcoin. Um protocolo DeFi que começa a acumular receita real, uma rede de segunda camada com crescimento expressivo de usuários, um token de infraestrutura ligado ao boom de inteligência artificial. Esses catalisadores criam janelas de valorização que vão muito além do movimento geral do mercado — e é nesse tipo de dinâmica que o momentum se mostra uma das abordagens mais consistentes.

A lógica é respaldada por décadas de pesquisa: ativos que estão se valorizando tendem a continuar se valorizando. Quando uma altcoin mostra força relativa superior à do Bitcoin, algo muda na dinâmica daquele ativo. Pode ser um fundamento novo sendo precificado, uma narrativa ganhando tração — em muitos casos, é justamente essa combinação que sustenta o movimento.

Através de indicadores e modelos que ponderam quais fatores são mais eficazes em cada regime de mercado, uma carteira gerida com essa lógica observa quais ativos já estão subindo e com que intensidade — ajustando as posições de acordo. Para evitar que a volatilidade comprometa o capital nos momentos de estresse, a exposição total também é calibrada dinamicamente: mais conservadora quando há turbulência, mais aberta ao risco quando o ambiente melhora.

Em cripto, as narrativas surgem e desaparecem com velocidade. Projetos que parecem revolucionários podem passar meses andando de lado ou acumulando perdas — e, por isso, a disciplina se torna decisiva. Ao reduzir exposição em ativos que perdem força, a estratégia evita carregar posições em tendência de queda e limita drawdowns prolongados, um dos maiores destruidores de capital nesse mercado.

Se você já investe em cripto há algum tempo, provavelmente já passou por isso: segurar uma tese “promissora” enquanto o preço simplesmente não responde.

Em nossa leitura, momentum não é apenas uma ferramenta complementar, é uma das engrenagens centrais para navegar esse tipo de mercado com consistência.

Esse tipo de estratégia pode ser aplicado de diferentes formas. Para quem tem mais experiência, é possível construir e monitorar a carteira manualmente, mas exige tempo, disciplina e acompanhamento constante. Para quem está começando ou simplesmente não quer perder o timing, existe uma alternativa mais direta, a Empiricus Crypto Momentum: uma carteira gerida de forma automática e disponível com um clique, que atualmente está com uma performance duas vezes melhor do que o próprio BTC.

O post Bitcoin (BTC) em alta: a estratégia para buscar retornos acima da média com criptomoedas apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

‘Estratégia 20%’: como R$ 2,5 mil podem virar até R$ 1 milhão com apenas 5 ativos?

No mundo dos investimentos, existem diversas formas de alocar o capital. Algumas das mais conhecidas são as estratégias 80/20, 70/30 ou 60/40, que buscam equilibrar risco e retorno combinando diferentes classes de ativos. Esses modelos são amplamente utilizados por investidores que desejam construir patrimônio com consistência ao longo do tempo.

Mas, recentemente, uma nova abordagem começou a chamar a atenção. Trata-se da “estratégia 20%”, uma forma de alocação concentrada em uma única classe de ativos, que não busca apenas equilíbrio, mas sim assimetria.

Essa abordagem pode abrir espaço para algo incomum: a possibilidade de transformar cerca de R$ 2,5 mil em até R$ 1 milhão ao longo de um ciclo específico de mercado.

À primeira vista, pode parecer exagero. Mas há um detalhe importante: essa estratégia foi desenhada para um mercado em que movimentos de grande magnitude podem acontecer em curto espaço de tempo.

E agora, uma nova janela pode estar se formando e pode ser um bom momento para aplicar a “estratégia 20%” nesta lista de 5 ativos.

VEJA COMO BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO APLICANDO A ‘ESTRATÉGIA 20%’ NESTA LISTA DE 5 ATIVOS

Lista de 5 ativos + ‘estratégia 20%’: como essa combinação pode gerar retornos milionários?

Jader Nogueira, trader profissional e especialista em criptomoedas é quem está propagando a “estratégia 20%”.  Com quase uma década de experiência em ativos digitais, ele identificou um padrão claro: os maiores retornos não costumam vir dos ativos mais populares como o bitcoin (BTC) e o Ethereum (ETH), por exemplo.

Na verdade, o grande potencial de valorização desse mercado está naqueles ativos fora do radar da maioria dos investidores. Segundo Nogueira, são as moedas com baixo valor de mercado e fundamentos consistentes que carregam o potencial de atrair grandes fluxos de capital quando um novo ciclo de alta começa.

Assim, nocentro da chamada “estratégia 20%” estão 5 criptomoedas específicas. A proposta não é investir grandes quantias em um único ativo. Mas sim dividir um capital enxuto — cerca de R$ 2.500 — entre todas elas.

Na prática, isso representa um aporte inicial de R$ 500 em cada uma dessas cinco criptomoedas. Ou seja, aproximadamente 20% de um portfólio hipotético de R$ 2.500. É dessa divisão que surge o nome “estratégia 20%”.

A ideia é simples, enquanto a maior parte do seu patrimônio pode permanecer alocada em estratégias mais conservadoras ou equilibradas, uma fatia menor busca multiplicações de até 500x.

Afinal, o investimento em criptomoedas envolve riscos. Por isso é que a recomendação é começar com um montante inicial pequeno e deixar que o potencial das cinco moedas identificadas pelo especialista possa gerar retornos explosivos.

É exatamente esse tipo de abordagem que Jader vem aplicando ao longo da sua trajetória no mercado cripto. Com consistência, disciplina e foco em ativos de alto potencial, os resultados começaram a aparecer.

Em diferentes momentos, ele registrou ganhos expressivos:
  • US$ 750 mil em apenas 24 horas
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas em uma única operação
  • R$ 5,5 milhões acumulados em 90 dias
  • R$ 4 milhões conquistados em apenas 30 dias

É claro que retornos passados não garantem resultados futuros. Contudo, a escolha criteriosa das criptomoedas, atrelada a “estratégia 20%” na alocação do capital é a combinação capaz de fazer um aporte inicial de R$ 2,5 mil multiplicar até 500x, alcançando o R$ 1 milhão.

Agora, Jader afirma ter encontrado outras 5 criptomoedas com potencial de multiplicar o investimento, como foi com os exemplos citados acima. E mais: essa estratégia poderá ser executada de forma simples, apenas replicando automaticamente suas operações do trader.

Libere seu acesso à lista de 5 criptomoedas para investir com a ‘estratégia 20%’

Para apresentar a lista de 5 criptomoedas e como aplicar a “estratégia 20%” de forma detalhada, o especialista vai realizar um evento online e gratuito no dia 27 de abril.

  • Durante esse evento, ele vai mostrar:
  • Quais são as 5 criptomoedas selecionadas;
  • Por que elas atendem aos critérios da estratégia 20%;
  • E como utilizar uma ferramenta que permite replicar automaticamente suas operações.

Na prática, isso significa que mesmo investidores iniciantes podem aplicar a estratégia sem precisar acompanhar o mercado o tempo todo. Basta configurar a ferramenta para seguir as operações realizadas pelo trader.

Assim, se você quer entender como essa abordagem funciona na prática e avaliar se faz sentido incluir esse tipo de exposição na sua carteira, o próximo passo é participar do evento.

Para garantir sua vaga gratuita e conhecer as 5 criptomoedas da estratégia 20%, basta clicar no botão abaixo:

O post ‘Estratégia 20%’: como R$ 2,5 mil podem virar até R$ 1 milhão com apenas 5 ativos? apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Empiricus Megatendências: nova carteira visa capturar temas que moldam a economia global; conheça gratuitamente

A Empiricus acaba de lançar uma nova carteira com acesso gratuito para os investidores que desejam estar posicionados nos principais temas que moldam a economia global: a Empiricus Megatendências.  

O portfólio é comandado pelo analista macroeconômico da casa, Matheus Spiess. Segundo ele, o objetivo é identificar e capturar vetores de transformação tecnológicas, geopolíticas ou econômicas de longo prazo. 

Para viabilizar a abordagem, a carteira investe em fundos de índice (ETFs) e certificados de ETFs (BDRs de ETFs) listados na Bolsa brasileira, o que permite acessar a uma exposição diversificada de forma simplificada, eficiente e com maior praticidade no acompanhamento.  

O objetivo do produto é gerar um retorno, em reais, superior ao IDCOTS +2%. Esse índice representa o rendimento dos títulos públicos de curto prazo dos Estados Unidos — considerados uma referência global de retorno alternativo — mais um prêmio de 2%.  

“Vale destacar que a estratégia não está restrita a uma única classe de ativos. Isso permite a busca por oportunidades em diferentes mercados ao redor do mundo, sempre com o objetivo de gerar retorno absoluto. Nesse contexto, a utilização da taxa livre de risco americana acrescida de um prêmio faz sentido, pois está alinhada ao caráter global da estratégia e à taxa mínima de atratividade implícita nas teses exploradas”, explica Spiess.

Carteira também está disponível de forma automatizada 

Além de o investidor poder acessar a carteira de maneira gratuita e fazer os investimentos por conta própria, o novo portfólio também está disponível no modelo automatizado

Nessa modalidade, a execução, os rebalanceamentos e os ajustes passam a ser conduzidos de maneira automática. Assim, cabe ao investidor apenas investir o valor desejado e depois acompanhar os resultados, sem precisar fazer manualmente as alterações propostas pelo analista Matheus Spiess.  

QUERO CONHECER A CARTEIRA AUTOMATIZADA EMPIRICUS MEGATENDÊNCIAS

Spoiler: veja algumas das tendências da carteira de abril

Entre as escolhas do analista para a carteira, está o ETF de commodities CMDB11. O fundo tem como objetivo replicar o desempenho do Índice Teva Ações Commodities Brasil.  

Spiess explica que o objetivo do investimento é capturar o ciclo de commodities, que tende a ser favorecido em ambientes de inflação mais alta, crescimento global ou choques de oferta, como ocorre em cenários geopolíticos mais tensos, como é o caso. 

“Por concentrar empresas exportadoras e geradoras de caixa, o ETF também pode se beneficiar de movimentos de valorização do dólar e de alta nos preços internacionais das matérias-primas, funcionando como uma espécie de proteção natural em momentos de estresse”, complementa o analista. 

Outra tendência identifica por Spiess e levada à nova carteira é a de aumento dos gastos militares impulsionado pelo ambiente geopolítico fragmentado e pela crescente rivalidade entre grandes potencias, especialmente entre EUA e China.  

“Esse movimento tende a sustentar receitas e margens das empresas do setor ao longo do tempo, já que grande parte de seus contratos está atrelada a orçamentos públicos e programas de longo prazo. 

Em um cenário que muitos já descrevem como uma ‘nova Guerra Fria’, com expansão de investimentos militares e tecnológicos, o setor deixa de ser apenas uma aposta cíclica e passa a configurar uma tese estrutural de longo prazo”, afirma o analista.  

Neste contexto, a recomendação é BAER39, BDR listado na B3 que replica o desempenho do iShares U.S. Aerospace & Defense, fundo internacional gerido pela BlackRock que investe em um portfólio de empresas americanas do setor aeroespacial e de defesa – como fabricantes de aeronaves, sistemas militares e tecnologia de segurança.  

É claro que as duas tendências acima não são as únicas que compõem a carteira. O analista compilou investimentos que vão de inteligência artificial até o Urânio, passando pela Argentina de Javier Milei. 

Grátis: veja a carteira Empiricus Megatendências completa

A boa notícia é que a carteira pode ser acessada de maneira gratuita no BTG Content, plataforma de conteúdos do BTG Pactual.  

Para isso, basta se cadastrar neste link. Através dele, você também terá a opção de realizar o investimento na carteira automatizada, em que todas as alterações propostas por Spiess são feitas sem que o investidor precise fazer nada. 

Além da carteira de Megatendências, no Content você encontrará outros portfólios com diferentes temáticas e conteúdos que podem ajudar a fazer os melhores investimentos. 

Para acessar a carteira e o BTG Content, basta clicar aqui ou no link abaixo e fazer seu cadastro gratuito na plataforma.  

Bons investimentos! 

O post Empiricus Megatendências: nova carteira visa capturar temas que moldam a economia global; conheça gratuitamente apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Prévia da Eneva (ENEV3) no 1T26 reflete forte aumento na geração de energia com contexto mais favorável para despachos; confira análise

A Eneva (ENEV3) divulgou a prévia operacional do 1T26, com forte aumento na geração de energia frente ao 1T25. O padrão climático mais seco no início do trimestre, a continuidade das restrições operacionais de usinas renováveis por conta dos curtailments e a necessidade de suprimento de energia com queda da geração solar no fim do dia continuam contribuindo para despachos acima do que vimos nos anos anteriores.

Nesse contexto, o despacho médio das usinas da Eneva atingiu 33% no 1T26, ante 8% no ano anterior. A geração bruta chegou a 3,6 GWh, aumento anual de 327%, com grande destaque para as usinas que usam gás próprio como combustível (Complexo Parnaíba e Jaguatirica II).

Fonte: Companhia.

Vale notar que os reservatórios voltaram a se recuperar a partir de fevereiro, por outro lado, o novo modelo (Newave) adotado para gestão do Sistema Interligado Nacional (SIN) tem maior aversão ao risco de escassez hídrica, o que favorece níveis maiores de preços e despachos.

Eneva também enfrenta restrições, porém menos significativas

Se de um lado as termelétricas da companhia são ajudadas pelos curtailments, por outro o complexo solar Futura 1 segue com restrições e entregando energia abaixo de sua capacidade. No entanto, esse ativo é pouco representativo no consolidado.

A companhia também aproveitou para atualizar as suas reservas, que terminaram o trimestre em 47 bilhões de metros cúbicos, 0,5 bcm a menos que no fim de 2025, em função dos maiores níveis de despachos.

No geral, apesar de já esperado pelo mercado, Eneva apresentou números sólidos de geração. Dentro de um contexto setorial favorável e com vários novos projetos entrando em operação nos próximos anos, ENEV3 segue com recomendação de compra.

O post Prévia da Eneva (ENEV3) no 1T26 reflete forte aumento na geração de energia com contexto mais favorável para despachos; confira análise apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Vale (VALE3): prévia operacional reforça trajetória ascendente e deixa perspectivas positivas para os resultados do 1T26

A Vale (VALE3) reportou sua prévia operacional do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em linha com as expectativas do mercado, mostrando avanço de volumes e vendas tanto em minério de ferro como em metais básicos.

Em minério de ferro, a produção atingiu 69,7 milhões de toneladas (+3% vs 1T25), a maior para um primeiro trimestre desde 2018. O bom desempenho é resultado do aumento de 3,1 Mt no Sistema Sudeste, por conta do ramp-up de Capanema e forte desempenho de Brucutu, que mais do que compensaram o recuo já esperado no Sistema Norte.

Acompanhando a produção, as vendas cresceram 3,9% no período, para 68,7 milhões de toneladas, com grande destaque para finos. O preço de realização do minério de ferro aumentou 5,5%, para US$ 95,8/t, puxado pela valorização da commodity no período. O prêmio all-in atingiu US$ 6,2/t, ante US$ 4,8/t no 1T25, reflexo da estratégia comercial adotada pela Vale de oferecer um portfólio de produtos mais flexível e de acordo com as necessidades dos clientes.

Joia da coroa, Vale Base Metals continua a mostrar evolução

Na Vale Base Metals, a evolução mostrada nos últimos trimestres continuou no 1T26.

A produção de cobre atingiu 102,3 mil toneladas, alta anual de 12,5%, com contribuições positivas de Salobo e principalmente Sossego (+0,5 kt e +13,5 kt vs 1T25, respectivamente). As vendas atingiram 91,2 mil toneladas, alta de 11,4%, com destaque para o aumento de 48% nos preços de venda.

Já a produção de níquel aumentou 12,3%, para 49,3 mil toneladas, enquanto as vendas cresceram 15,2%. Os preços realizados atingiram US$ 17 mil/t, alta anual de 5%.

Apesar dos números relativamente em linha com as expectativas, o desempenho operacional da Vale apenas reforça a trajetória ascendente que temos observado nos últimos trimestres e deixa perspectivas positivas para os resultados completos, que serão divulgados no dia 28 de abril. VALE3 permanece com recomendação de compra na Empiricus Research.

O post Vale (VALE3): prévia operacional reforça trajetória ascendente e deixa perspectivas positivas para os resultados do 1T26 apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Pátria Malls (PMLL11) adquire participação em 5 shoppings do Vinci Shoppings (VISC11) e avança na ampliação do portfólio

O Pátria Malls (PMLL11) anunciou, durante o pregão da quinta-feira (16), a assinatura de um Memorando de Entendimentos para a aquisição de participações em um portfólio de cinco shoppings. Os imóveis, detidos pelo Vinci Shopping Centers (VISC11), totalizam aproximadamente R$ 257,1 milhões.

A transação envolve a compra dos seguintes ativos:

  • 12% do Prudenshopping, em Presidente Prudente (SP);
  • 14% do Shopping Granja Vianna, em Cotia (SP);
  • 10% do Natal Shopping, em Natal (RN);
  • 15% do North Shopping Maracanaú, em Maracanaú (CE);
  • 5% do Shopping Plaza Sul, em São Paulo (SP).

O pagamento da transação será realizado de forma escalonada. Em um primeiro momento, o fundo desembolsará R$ 35 milhões à vista, simultaneamente à celebração do compromisso de compra e venda das participações. Na sequência, haverá um segundo pagamento de R$ 167,1 milhões, também à vista no momento da assinatura do compromisso, sendo opcional ao PMLL11 quitar esse montante total ou parcialmente por meio de compensação com créditos decorrentes da subscrição de novas cotas. Por fim, o saldo remanescente de R$ 55 milhões será pago em duas parcelas iguais de R$ 27,5 milhões, com vencimento em 12 e 18 meses contados da celebração do compromisso, ambas corrigidas pelo IPCA.

A aquisição foi realizada a um preço médio de aproximadamente R$ 16,8 mil por m², com cap rate de 8% considerando o NOI dos últimos 12 meses, patamar moderado dado a qualidade dos ativos.

Considerando efeitos de parcelamento, o yield esperado é de 10,4% ao ano nos dois primeiros anos para o PMLL11 — período em que o pagamento será concluído — convergindo para cerca de 9,4% ao ano em regime de estabilidade, de acordo com os fundos.

Avaliação sobre a aquisição do PMLL11

Avaliamos que a transação está alinhada à estratégia do fundo e reforça a qualidade da tese, ao ampliar a exposição do PMLL11 a shoppings que apresentem indicadores operacionais superiores à média atual do portfólio, além de contribuir para o aumento de diversificação da carteira.

Por outro lado, temos olhar mais cético sobre os números da transação, em especial o cap rate. O movimento também demanda um acompanhamento mais próximo da gestão de caixa e das implicações de uma ampliação de portfólio via “troca de cotas”.

As cotas de PMLL11 seguem entre as recomendações da Empiricus.

O post Pátria Malls (PMLL11) adquire participação em 5 shoppings do Vinci Shoppings (VISC11) e avança na ampliação do portfólio apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Conheça a ‘Empiricus Crypto Momentum’, carteira recomendada com 10 criptomoedas para investir a partir de agora

Análise quantitativa, identificação de tendências e controle disciplinado de risco: para os especialistas da Empiricus Research, esses são os três principais pilares para decidir onde investir em criptomoedas agora.

É nesse contexto que a casa de análise apresenta a Empiricus Crypto Momentum, sua mais nova carteira recomendada, voltada exclusivamente para indicações em ativos digitais.

Atualmente, os mercados globais vivem uma fase de altas incertezas explicadas, principalmente, pelo conflito no Oriente Médio. Mesmo assim, o mercado de ativos digitais “vem demonstrando uma resiliência acima do esperado”, segundo os especialistas em relatório da última quarta-feira (15).

Isso porque as principais criptomoedas hoje estão cotadas a preços distantes dos vistos no rali de 2025, porém lateralizados – sem viés claro de alta ou baixa – pelo menos no médio prazo, segundo a Empiricus. O sustento de certa consolidação pós-rali é visto como positivo pela casa.

Especialmente no caso do Bitcoin, o comportamento da moeda “sugere uma absorção do choque recente e uma reorganização da dinâmica de mercado, abrindo espaço para uma reação mais forte em um eventual cenário de alívio macro”, afirmam.

Portanto, mesmo com os preços aparentemente “andando de lado”, é possível “capturar valor em um ambiente de retomada gradual”, dizem os especialistas. Para isso, propõem uma “postura seletiva”, com foco em ativos de maior qualidade e bem-posicionados em um potencial de alta, especialmente no viés da análise técnica.

O objetivo da nova carteira recomendada, como o nome já “entrega”, é apresentar os ativos que estejam em melhor momentum para investidores que se posicionarem a partir de agora.

Onde investir em criptomoedas agora? Conheça alguns dos ativos que compõem a Empiricus Crypto Momentum

A carteira recomendada traz uma seleção de 10 criptoativos para investir a partir de agora. Dentre eles, as 3 recomendações de maior peso estão concentradas em:

  • Bitcoin (BTC): Atualmente cotada na casa dos US$ 75 mil, a maior criptomoeda do mundo tem passado por um amplo processo de adoção institucional, com bancos iniciando suas reservas em bitcoin e grandes ETFs de bitcoin “comprando na baixa” nos Estados Unidos.

    Os ETFs de Bitcoin à vista registraram acúmulo de cerca de US$ 1,6 bilhão desde o início do conflito no Oriente Médio, “sinalizando melhora no sentimento institucional mesmo diante do ruído de curto prazo”, afirmam.
  • Ethereum (ETH): Atualmente cotada a cerca de US$ 2,3 mil, a Ethereum é a segunda maior criptomoeda do mundo em valor de mercado, ligada à uma blockchain de contratos inteligentes e aplicativos descentralizados, “consolidada como padrão de mercado devido a sua segurança comprovada e vasta comunidade de desenvolvedores”, afirmam.
  • Sky (SKY): Menos conhecido que o BTC e o ETH, o token Sky, antigo Maker, está ligado a um ecossistema que opera um protocolo de crédito colateralizado e stablecoins. Atualmente, possui um valor de mercado de cerca de US$ 1,7 bilhões.

    Stablecoins são criptomoedas atreladas à cotação do dólar, e consideradas por muitos especialistas como uma das próximas grandes tendências do mercado cripto.

Porém, vale lembrar que a carteira traz mais 7 outras teses, ligadas a diferentes setores cripto: desde teses expostas à inteligência artificial (IA) até uma indicação no mundo das memecoins. E se você deseja conhecer a carteira completa, temos uma boa notícia.

Empiricus Crypto Momentum: confira relatório completo e invista nas recomendações de forma automática

Em um só lugar, você pode conferir o relatório completo da Empiricus Crypto Momentum, e também investir em todas as recomendações da carteira de forma automatizada: estamos falando da plataforma online do BTG Pactual.

Clicando no link ao final do texto, você pode acessar as teses e, selecionando-as na modalidade carteira automatizada, buscar lucros sem precisar comprar ou vender cada ativo individualmente. Tudo ocorre de forma automática no sistema.

Especialmente se você também é um investidor de “primeira viagem”, que ainda está aprendendo a navegar pelos ativos digitais, essa é uma chance de começar de forma facilitada. O único que você precisa fazer é um cadastro rápido, com poucos cliques, clicando no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

O post Conheça a ‘Empiricus Crypto Momentum’, carteira recomendada com 10 criptomoedas para investir a partir de agora apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Feriado de Tiradentes: confira os horários da bolsa de valores, bancos e operações da Empiricus em 21 de abril

Tiradentes é um símbolo nacional em homenagem a um dos participantes da Inconfidência Mineira, que buscava a independência da capitania de Minas Gerais. O feriado anual é comemorado no dia 21 de abril e traz algumas alterações relevantes no funcionamento de diversos serviços, incluindo a Bolsa de Valores, bancos e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Abaixo, apresentamos um resumo sobre a programação de alguns dos principais serviços, junto com os canais de atendimento da Empiricus:

Bolsa de Valores – B3

Neste próximo dia 21 de abril, terça-feira de Tiradentes, não haverá negociação nos mercados de renda variável, incluindo ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos e outros ativos.

Contudo, as operações da B3 funcionarão normalmente na segunda-feira (20) e retornarão após o feriado, na quarta-feira (22), em horário regular das 10h às 17h.

  • VEJA TAMBÉM: Quer dominar o mercado financeiro em 2026? Conheça o Empiricus+, a plataforma mais completa de investimentos; saiba mais  

Bancos

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estabeleceu que não haverá atendimento ao público no dia 21. As compensações bancárias, como TEDs, não serão realizadas durante o feriado, mas o PIX funcionará normalmente 24 horas por dia.

O atendimento ao público deverá seguir normalmente na segunda-feira (20) nas localidades onde não há feriado estadual ou municipal nem ponto facultativo. O mesmo vale para as agências dos Correios. O atendimento será retomado normalmente na quarta-feira (22).

O pagamento de boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefone, entre outros) com vencimento nos dias sem compensação bancária poderão ser pagos, sem multas, no dia útil seguinte (22 de abril).

O atendimento das agências bancárias também deve retomar normalmente na quarta-feira (22) nas cidades e municípios sem demais feriados ou ponto facultativo.

Canais de atendimento da Empiricus Research

Os canais da Empiricus também terão o funcionamento alterado durante o feriado de Tiradentes.Não haverá expediente no dia 21 de abril.

Para falar com a Central de Relacionamento da Empiricus, você pode optar entre o contato via telefone, WhatsApp ou e-mail, informados a seguir:

  • Telefone: 4003-3118 (sem DDD)
  • Telefone: 4003-5651 (sem DDD)
  • E-mail: relacionamento@empiricus.com.br
  • WhatsApp: +55 11 94294-9778

Caso precise falar com nossa equipe, estaremos disponíveis a partir do dia 22 de abril, das 8h às 18h, e teremos o maior prazer em ajudá-lo(a)!

O post Feriado de Tiradentes: confira os horários da bolsa de valores, bancos e operações da Empiricus em 21 de abril apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: alívio no cenário geopolítico, repercussão do relatório operacional da Vale (VALE3), IPG-M e mais destaques desta sexta (17)

Após semanas marcadas por elevada tensão, o cenário geopolítico começa a apresentar sinais iniciais de alívio. O cessar-fogo entre Israel e Líbano, aliado à expectativa de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã, contribui para uma redução do prêmio de risco e para a construção de um ambiente mais favorável aos mercados.

Ainda assim, é importante reconhecer que essa melhora ocorre sobre bases ainda frágeis. A trégua segue sendo interpretada com cautela, diante do histórico recente de instabilidade e da ausência de avanços concretos em direção a um acordo mais abrangente.

Nesse contexto, os bancos centrais mantêm uma postura prudente, como várias vezes comentado nas reuniões de primavera do FMI e do Banco Mundial desta semana, sinalizando que ainda é prematuro incorporar eventuais efeitos de segunda e terceira ordem da guerra sobre inflação e atividade no longo prazo.

Com uma agenda macroeconômica relativamente esvaziada, o foco dos investidores se desloca para o noticiário corporativo, com destaque para o setor de tecnologia, que tem liderado o movimento recente de valorização. Ainda assim, esse otimismo convive com sinais pontuais de excesso, como episódios de valorização mais especulativa, o que reforça a importância de uma abordagem mais seletiva.

Em síntese, embora o mercado encontre suporte no curto prazo a partir do alívio geopolítico e de uma temporada de resultados consistente (apesar do desempenho ruim das ações de Netflix nesta manhã), o pano de fundo ainda exige cautela, uma vez que o equilíbrio atual pode se mostrar mais sensível a novos choques do que aparenta à primeira vista.

· 00:53 — As próximas etapas

No Brasil, a agenda do dia é relativamente esvaziada, com destaque para a repercussão do relatório operacional da Vale e para a divulgação do IGP-M do segundo decênio de abril, que surpreendeu de forma significativa, ao registrar alta de 2,64%, bem acima dos 0,95% da primeira leitura do mês e dos 0,52% observados em março.

Esse avanço reforça a percepção de pressões inflacionárias ainda presentes e ajuda a contextualizar o tom mais duro (hawkish) recente de Paulo Picchetti, do Banco Central. Nesse sentido, ganha importância a fala do presidente do BC, Gabriel Galípolo, que participa hoje das reuniões de primavera do FMI e do Banco Mundial, em Washington. Seguimos avaliando que o ciclo de cortes de juros deve ser mantido, mas em um ritmo mais moderado, com reduções de 25 pontos-base ao longo dos próximos meses.

Paralelamente, o quadro fiscal volta a ganhar protagonismo. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, também em agenda em Washington, pode trazer novas sinalizações sobre a resposta do governo aos impactos da guerra sobre o comércio global, especialmente após a regulamentação, pelo Conselho Monetário Nacional, de linhas de crédito de R$ 15 bilhões dentro do Plano Brasil Soberano, operadas pelo BNDES e direcionadas a exportadores, setores estratégicos e empresas mais expostas ao cenário externo.

Essas medidas se somam a outras iniciativas com evidente componente político, em um contexto de queda de popularidade captado por pesquisas recentes. Entre elas, destacam-se a discussão sobre a redução da taxação de importações de até US$ 50, ainda cercada de divergências internas, o endurecimento do discurso contra apostas esportivas e a tentativa de avançar com o fim da escala 6×1. Ao mesmo tempo, o PLDO de 2027 foi recebido com ceticismo pelo mercado, sobretudo pela meta de superávit primário de 0,5% do PIB (R$ 73,2 bilhões), cuja viabilidade depende, em grande medida, de exclusões permitidas pelo arcabouço fiscal, como precatórios e determinados gastos sociais, o que reduz a percepção de esforço fiscal efetivo. Sabemos que é nosso calcanhar de Aquiles para 2027.

Ainda assim, gradualmente, o mercado começa a incorporar um novo vetor: a possibilidade de uma inflexão no pêndulo político nas eleições deste ano. Esse fator já começa a entrar no radar do investidor estrangeiro, que, além de ter participado do rali recente dos ativos locais, mesmo após a leve correção dos últimos pregões, natural e até saudável, passa a olhar para o Brasil sob uma ótica mais estrutural.

Não por acaso, começam a surgir relatórios internacionais destacando o país como uma espécie de “novo ouro”, em alusão tanto ao movimento recente da commodity quanto à combinação de ciclo de queda de juros, potencial rali eleitoral e valuations ainda atrativos. Esse interesse externo, até aqui concentrado sobretudo via ETFs, o que ajuda a explicar a maior concentração do movimento em empresas de grande capitalização e alta liquidez, pode entrar em uma nova fase. À medida que o cenário evolua, a próxima etapa do ciclo tende a abrir espaço para uma rotação em direção a ativos de menor capitalização, ampliando o espectro de oportunidades dentro do mercado brasileiro.

  • Memebot Flash Million’: ferramenta monitora criptomoedas 24 horas por dia em busca das melhores oportunidades de lucros; clique para conhecer

· 01:49 — Plano de emergência

A Netflix divulgou um resultado forte no primeiro trimestre, superando as expectativas de lucro e receita. Ainda assim, a reação do mercado foi negativa diante de um guidance mais fraco para o segundo trimestre, pressionado por fatores não recorrentes e por uma dinâmica de amortização mais intensa. A mensagem que fica é conhecida, mas sempre importante de reforçar: no mercado acionário, mais do que o resultado recém-entregue, é a perspectiva futura que determina o comportamento dos preços. Quando a trajetória à frente perde força, mesmo números robustos no presente podem não ser suficientes para sustentar a valorização do ativo. É o que estamos vendo hoje.

Ao mesmo tempo, começa a ganhar relevância um tema mais estrutural e potencialmente mais delicado: o aperto nas condições do mercado de crédito privado nos Estados Unidos. Grandes bancos de Wall Street vêm restringindo linhas, elevando o custo de alavancagem e reavaliando garantias, o que tem forçado gestores a ajustar portfólios em um ambiente que já convive com saídas de capital. Trata-se de uma mudança relevante de regime. Um mecanismo que, nos últimos anos, ajudou a impulsionar retornos elevados passa agora a exibir sinais mais claros de desgaste, sugerindo um ambiente menos permissivo e mais seletivo para a tomada de risco.

Esse pano de fundo dialoga com um alerta mais amplo feito por Henry Paulson, ex-secretário do Tesouro americano, que defendeu a necessidade de um plano emergencial para lidar com um eventual estresse no mercado de Treasuries. Caso esse risco venha a se materializar, as implicações podem ser particularmente graves, dada a centralidade da dívida pública americana no funcionamento do sistema financeiro global. Ainda assim, no curto prazo, os mercados seguem demonstrando resiliência. O Nasdaq engatou uma das suas maiores sequências de alta em décadas, enquanto outros índices voltaram a renovar máximas, apoiados por uma temporada de resultados corporativos sólida e por sinais recentes de alívio geopolítico.

O ponto de atenção é que esse rali convive com uma dose relevante de complacência. Parte dos investidores pode estar subestimando tanto os efeitos defasados dos choques mais recentes quanto os riscos associados à recomposição das cadeias globais, ao aperto no crédito e ao próprio funcionamento de engrenagens importantes do sistema financeiro. Em outras palavras, o ambiente atual combina força tática nos preços com fragilidades estruturais que seguem presentes no pano de fundo. É justamente por isso que o momento parece exigir mais disciplina, seletividade e sobriedade do que entusiasmo irrestrito.

· 02:32 — Um novo cessar-fogo

O cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano trouxe algum alívio ao cenário geopolítico, mas ainda é interpretado como uma trégua pontual e de caráter essencialmente tático, inserida em um contexto mais amplo de negociações incertas entre Estados Unidos e Irã e de tensões persistentes envolvendo o Hezbollah e a região estratégica do Estreito de Ormuz.

Embora o discurso mais otimista de Donald Trump e a possibilidade de novas rodadas de diálogo contribuam para sustentar uma leitura um pouco mais construtiva no curto prazo, a falta de avanços concretos mantém o mercado em postura cautelosa, com níveis elevados de incerteza quanto à evolução do conflito e seus potenciais impactos sobre o fornecimento global de energia.

· 03:25 — Um longo caminho até o acordo

Líderes árabes e europeus avaliam que um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã pode levar cerca de seis meses para ser efetivamente construído, o que tem reforçado a defesa pela extensão do atual cessar-fogo ao longo desse período. Em paralelo, iniciativas como a trégua entre Israel e Líbano e as discussões em torno da reabertura do Estreito de Ormuz buscam mitigar riscos mais imediatos, especialmente diante dos impactos sobre o mercado de energia e do risco crescente de desorganização nas cadeias globais, com potenciais reflexos até mesmo sobre a segurança alimentar.

Em essência, o que se desenha é um processo de normalização gradual, mas longe de ser linear. O caminho tende a ser marcado por momentos de tensão, idas e vindas nas negociações, episódios de escalada e uma retórica ainda mais dura. Ainda assim, à medida que os incentivos para a estabilização se consolidam, a tendência ao longo do tempo é de convergência para um ambiente mais previsível e menos conflituoso, ainda que esse percurso exija paciência e leitura cuidadosa dos desdobramentos.

· 04:11 — O lugar da China

Após o fracasso das negociações entre Estados Unidos e Irã, Xi Jinping passou a ocupar, de forma mais evidente, o centro das articulações diplomáticas globais, recebendo diversas lideranças e reforçando a percepção de que Pequim pode exercer um papel estabilizador em um ambiente internacional cada vez mais fragmentado.

Ainda que a China sinalize disposição para contribuir com propostas de paz e ampliar sua influência, sua atuação segue marcada por cautela, privilegiando movimentos graduais e, muitas vezes, mais simbólicos do que efetivamente interventivos. Trata-se de um equilíbrio entre projetar liderança global e evitar os riscos de um envolvimento direto em conflitos complexos, o que mantém em aberto não apenas sua capacidade, mas sobretudo sua real disposição de assumir um protagonismo mais decisivo.

Paralelamente, a guerra no Oriente Médio vem sendo absorvida pela China com relativa resiliência, contrariando parte das expectativas iniciais. Esse desempenho reflete tanto avanços estruturais em sua segurança energética, com maior diversificação de fontes, estoques estratégicos e expansão da produção doméstica, quanto a própria estratégia de longo prazo de Xi, que prioriza estabilidade e evita movimentos precipitadamente arriscados. Além disso, o conflito traz efeitos indiretos que, em certa medida, favorecem o país, como o fortalecimento de cadeias produtivas integradas, o impulso à demanda por tecnologias ligadas à transição energética e ganhos geopolíticos decorrentes do desgaste militar e reputacional dos EUA.

Ainda assim, o quadro não é isento de riscos: uma eventual prolongação do conflito pode pressionar o crescimento chinês, sobretudo via energia e comércio global, o que ajuda a explicar a preferência de Pequim por uma solução negociada. Em síntese, a China emerge, até aqui, como uma beneficiária relativa desse contexto, não por confronto direto, mas por uma condução pragmática, que busca preservar estabilidade enquanto amplia sua influência no redesenho da ordem global.

· 05:03 — Conheça a nova carteira Empiricus Alocação Estrutural Global

Chegou à plataforma do BTG Pactual a carteira automatizada Empiricus Alocação Estrutural Global, uma solução pensada para o investidor brasileiro que busca diversificação internacional de forma simples, transparente e eficiente, com aplicação mínima de R$ 15 mil. A proposta da carteira é funcionar como uma base estrutural de longo prazo, combinando exposição global em diferentes classes de ativos, como renda fixa, ações, ouro e alternativos, por meio de BDRs de ETFs listados na B3.

A alocação é composta por renda fixa global (Treasuries e crédito corporativo), ações globais (EUA, Europa, Japão e emergentes), ouro, imobiliário global (REITs) e criptoativos. Entre os principais benefícios, estão a diversificação global, a transparência sobre os ativos, a eficiência de custos e os rebalanceamentos mensais, que mantêm a alocação alinhada à proposta original ao longo do tempo.

O portfólio é inspirado na Carteira Global Geral da série Melhores Fundos, que apresenta histórico desde março de 2021 e acumulou retorno próximo de Dólar + 4.5% ao ano até março de 2026. Se você busca uma forma prática de investir no exterior com mais equilíbrio e robustez, a carteira já está disponível para aplicação.

O post Ibovespa hoje: alívio no cenário geopolítico, repercussão do relatório operacional da Vale (VALE3), IPG-M e mais destaques desta sexta (17) apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

IGP-10 sobe 2,94% em abril, como mais um sinal de alta inflacionária: veja como se posicionar diante de janela de ‘superciclo de commodities’

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) surpreendeu em abril ao registrar alta de 2,94%, revertendo a queda de 0,24% observada em março e sinalizando uma mudança relevante na trajetória recente dos preços. No acumulado do ano, o índice sobe 2,57%, enquanto em 12 meses avança 0,56%.

Além do IGP-10, a projeção para outros indicadores vem sendo revisada. O Boletim Focus desta segunda-feira (13), por exemplo, apontou deterioração nas expectativas de inflação, com a estimativa para o IPCA de 2026 subindo para 4,71%.

Além do preço do petróleo, os desdobramentos da guerra no Oriente Médio impactam toda a cadeia produtiva de forma abrangente. O combustível que abastece veículos, no frete que encarece o transporte de mercadorias, na logística dos supermercados e, ao fim, nos alimentos. Também alcança os fertilizantes, elevando o custo da produção agrícola e pressionando ainda mais os preços ao consumidor.

O analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, contudo ressalta que não enxerga este como um evento conjuntural, mas estrutural:

“Sempre que a oferta de energia é pressionada, o mercado reage e reage rápido, de forma desproporcional. Cai oferta, o preço dispara e o impacto se espalha, reorganizando todo o mercado. O que começa num ponto específico no mapa termina afetando a economia inteira”, comenta o analista.

Diante de um evento que muda o regime dos mercados, Spiess destaca que ativos ligados à economia real devem sair favorecidos, em especial, as commodities.

Entenda o “superciclo de commodities” esperado por analista

Neste momento, o Estreito de Ormuz passa por dias agitados de “abre e fecha”. Na instabilidade do canal, por onde circula mais de 20% do petróleo consumido globalmente, o analista enxerga uma janela de oportunidade para um possível “superciclo de commodities”.

“Em termos históricos, as commodities seguem relativamente baratas frente a outras classes de ativos, o que reforça a leitura de que podemos estar diante do início de um novo ciclo de valorização, e, portanto, de uma oportunidade relevante de posicionamento em um ambiente global mais inflacionário e instável”, conclui.

Além disso, Spiess ressalta que uma resolução do conflito não implicaria no retorno do cenário ao que os investidores viveram nas primeiras décadas deste século. Para ele, “o pano de fundo segue marcado por tensões geopolíticas, reorganização de cadeias globais e disputas entre grandes potências”.

Por isso, o analista detectou um investimento que ele chamou de “obrigatório para o panorama global.

Nesse ativo, o investidor “não se expõe apenas ao potencial de valorização das commodities, mas também ao fluxo de caixa gerado por companhias que operam nesses segmentos, muitas das quais ainda negociam a múltiplos atrativos”, explica.

Analista detecta investimento “obrigatório” e melhor que o petróleo para se posicionar

No total, o investimento de que Spiess está falando conta com 30 companhias que estão preparadas para capturar o ciclo explicado pelo analista. São ações ligadas a setores como petróleo, mineração, celulose e agronegócio.

Ou seja, com uma única alocação, o investidor consegue acessar um pacote diversificado ligado diretamente a esse tipo de cenário. “São justamente esses setores que tendem a ganhar força em momentos como esse que estamos vivendo”, ressalta Spiess.

O investidor pode adquirir a exposição a todos esses segmentos e garantir uma carteira mais diversa através de um único ativo, um ETF que está sendo lançado pelo BTG Pactual.

Para saber mais sobre qual é este ativo, além dos motivos pelos quais ele pode ganhar mais força agora e como acessá-lo, é só clicar no botão abaixo e conferir mais detalhes sobre o “investimento obrigatório”:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability). Os Exchange Traded Funds (ETFs) são fundos de investimento que buscam refletir o desempenho de um índice de referência. Embora negociados em bolsa como ações, os ETFs apresentam riscos específicos, tais como variações no valor das cotas, diferença entre o desempenho do ETF e do índice (“tracking error”), liquidez variável no mercado secundário, e, quando aplicável, riscos associados à exposição internacional, cambial ou setorial. ETFs que utilizam derivativos, replicação sintética, alavancagem ou estratégias ativas podem apresentar riscos adicionais, que devem ser compreendidos previamente pelo investidor. A rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. A negociação de cotas em bolsa pode ocorrer por valores superiores ou inferiores ao valor patrimonial das cotas (NAV). Aspectos tributários podem variar conforme o tipo de ETF, a jurisdição do índice de referência e o perfil do investidor. O BTG Pactual não se responsabiliza pela decisão de investimento nem por eventuais impactos decorrentes de informações incompletas, imprecisas ou não atualizadas utilizadas no processo decisório do investidor

O post IGP-10 sobe 2,94% em abril, como mais um sinal de alta inflacionária: veja como se posicionar diante de janela de ‘superciclo de commodities’ apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Trader que acertou aposta de 130.000% lança nova lista de 5 criptomoedas para buscar até R$ 1 milhão em 12 meses

Se você navega pelo mercado de criptomoedas, já deve ter ouvido falar em Jader Nogueira. O trader e especialista em operações com ativos digitais que já capturou lucros de até 130.000% neste mercado.

Agora, Jader está de olho em 5 criptomoedas. São elas que, segundo sua análise, podem arrebatar um investimento inicial de R$ 2,5 mil e transformar em até R$ 1 milhão ao longo dos próximos 12 meses.

Pode soar como exagero de início. No entanto, movimentos desse tipo já aconteceram diversas vezes no mercado de criptomoedas. O próprio histórico de Nogueira traz resultados expressivos com ativos digitais:

  • US$ 750 mil em apenas 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas em uma única operação;
  • R$ 5,5 milhões em 90 dias;
  • R$ 4 milhões em apenas 30 dias.

Segundo o trader, um novo ciclo com esse nível de potencial pode estar se iniciando agora. Ao longo de sua trajetória, ele refinou sua metodologia para identificar projetos ainda pouco conhecidos, mas com grande capacidade de valorização.

Conheça a história da Terra Luna e como investidores já conseguiram lucros de potencial milionário

Algo parecido aconteceu em 2022, quando a popular criptomoeda Terra Luna despencou 99% em apenas um dia, pegando muitos investidores de surpresa. Para Jader, entretanto, a notícia ruim se transformou eu uma oportunidade. Ele já estava acompanhando a moeda e reparou no movimento de venda de grandes investidores, incluindo a Binance, maior corretora do mundo.

Diante desse cenário, Jader avisou sua comunidade, explicou a leitura dos dados e indicou uma estratégia clara: entrar vendido em Luna. O resultado virou case no mercado cripto. A operação gerou um retorno de cerca de 130.000%, multiplicando o capital inicial em 1.300 vezes.

Fonte: Binance

Na mesma toada da LUNA, neste momento, 5 criptomoedas específicas estão fazendo os olhos do trader brilhar. Isso porque ele acredita potencial delas de multiplicar o capital investido em até 500 vezes. Além disso, a estratégia pode ser aplicada de forma simples, por meio da replicação automática de suas operações.

O próprio trader pretende investir o capital disponível em sua conta neste mês nessa oportunidade, diante do potencial que enxerga. E mais: sua intenção é compartilhar essa estratégia com o maior número possível de investidores, permitindo que outras pessoas também participem dessa possível valorização.

Entenda estratégia por trás das 5 moedas no radar do trader

Após anos acompanhando e analisando esse mercado, Jader afirma ter identificado um padrão recorrente: os maiores retornos costumam surgir de projetos ainda pequenos, pouco conhecidos, mas com grande margem de crescimento. E é justamente esse tipo de ativo que, segundo ele, está surgindo agora.

De acordo com Jader Nogueira, trata-se de uma oportunidade rara, com potencial para multiplicar o capital investido em até 500 vezes (ou 50.000%) ao longo dos próximos 12 meses.

O especialista destaca que as cinco criptomoedas selecionadas compartilham duas características principais:

  • Baixo valor de mercado atualmente, o que abre espaço para forte valorização;
  • Possibilidade de atrair grandes volumes de capital com o início de um novo ciclo de alta.

Nesse cenário, ele afirma que investir cerca de R$ 500 em cada uma dessas moedas já pode ser suficiente para buscar resultados expressivos, como a construção de um patrimônio significativo ao longo do tempo.

Ainda assim, é importante considerar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil e complexo. Resultados passados não garantem desempenhos futuros, e todo investimento envolve riscos.

Por isso, para quem deseja aproveitar esse tipo de oportunidade, preparação e a tomada de decisão consciente são fundamentais.

Contudo, o investidor que deseja ter esta oportunidade precisa se preparar o quanto antes – e uma oportunidade para fazer isso sob boas orientações está chegando.

Inscrições abertas: participe do projeto com 5 moedas para buscar até R$ 1 milhão

De olho na janela de oportunidade para entrar nos ativos em tempo e capturar boas valorizações, o trader decidiu fazer um evento de lançamento especial.

No encontro, no dia 27 de abril, Jader vai explicar como funciona a sua estratégia e tirar dúvidas dos interessados. O evento acontece de forma 100% online e gratuita, em parceria com a Opt.me, frente de desenvolvimento em tecnologia da Empiricus.

Lá, investidores vão entender como podem ter o acesso à lista com as 5 moedas que podem valorizar até 50.000% o valor aplicado.

O post Trader que acertou aposta de 130.000% lança nova lista de 5 criptomoedas para buscar até R$ 1 milhão em 12 meses apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Onde investir com o Ibovespa perto dos 200 mil pontos? Prio (PRIO3), Vale (VALE3), Nubank (ROXO34) e mais 7 ações que ainda carregam potencial

O Ibovespa tem navegado bem os mares turbulentos ocasionados pelo conflito no Oriente Médio. O principal índice da Bolsa brasileira avança 5,5% em abril e atingiu a máxima histórica nominal acima dos 198 mil pontos.

A alta é sustentada pelo fluxo estrangeiro relevante. Apenas no mês de abril, mais de R$ 14 bilhões entraram na renda variável local até o fechamento de mercado de terça-feira (14). Em 2026, o número se aproxima de R$ 70 bilhões. Para efeito de comparação, no ano passado inteiro o fluxo gringo entrante foi de R$ 25,4 bilhões.

Apesar da notícia ser boa para quem está posicionado na Bolsa brasileira, um questionamento pode surgir: ainda é possível buscar lucros relevantes?

Para a Empiricus, a resposta é sim, mas com uma ponderação: “o contexto exige muita seletividade de empresas”.

Isso porque, ao mesmo tempo que a bolsa já não é mais uma barganha como antes, algumas ações ainda carregam muito potencial.

Nesse sentido, a carteira Top Picks foi montada para selecionar 10 ações brasileiras que os analistas da casa veem possibilidade de retornos consistentes e que tenham um nível de risco adequado.

VALE3 tem ‘joia da coroa’ com muito potencial para destravar

Uma das ações recomendadas é a Vale (VALE3). Segundo os analistas, a companhia apresentou resultados sólidos no 4T25, tem mostrado simplificação nas operações e ainda se beneficia do minério de ferro acima dos US$ 100 por tonelada.

De acordo com eles, a queda de –6% da ação em março foi de maneira injustificada, dada a resiliência nos preços do minério e o desconto de múltiplo exagerado para seus pares estrangeiros.

O analista Ruy Hungria afirma que a mineradora brasileira negocia a 4,5 vezes Ebitda, enquanto suas concorrentes australianas entre 6 e 7 vezes. “A Vale segue descontada e mostra uma evolução bem melhor que elas nos últimos trimestres”.

Nas palavras de Hungria, a companhia tem como “joia da coroa” a Vale Base Metals.

“É uma vertical que lida com a questão de metais básicos, materiais muito importantes na transição energética e que deveriam ter um valuation de 8 ou 9 vezes Ebitda, e atualmente a Vale inteira está avaliada em 4,5 vezes Ebitda. Mostra que hoje o mercado só precifica o negócio de minério de ferro e não precifica a Vale Base Metals, que tende a destravar cada vez mais valor nos próximos anos”, afirmou.

Além disso, é uma empresa com receita dolarizada, o que pode ser bom em um momento de incerteza ocasionada pelo conflito no Oriente Médio. Ao mesmo tempo, é uma ação que se beneficia do fluxo estrangeiro para a Bolsa brasileira, já que é a empresa de maior peso do Ibovespa — índice que os gringos olham primeiro ao investir no Brasil.

Por fim, mas não menos importante, destaca-se a já conhecida capacidade da empresa de gerar caixa e pagar proventos. Os analistas da casa estimam um dividend yield de 9% para 2026.

Prio (PRIO3): outra empresa de commodities recomendada

Outra companhia de commodities recomendada pelos analistas é a Prio (PRIO3), maior produtora independente de óleo do Brasil.

A companhia disparou 50% em 2026, até o fechamento de mercado da última quarta (15), e pode não parar por aí, segundo os analistas da casa.

O primeiro fator é macroeconômico. A guerra no Oriente Médio tem impulsionado as commodities de energia e, consequentemente, aumenta a receita da empresa.

No entanto, o lado microeconômico da empresa também tem contribuído para o otimismo dos analistas.

A companhia passou a explorar o campo de Wahoo no último mês, um momento muito esperado pelos entusiastas da tese e que deve adicionar cerca de 40 mil barris de óleo por dia (boe/d) à produção da Prio ao longo de 2026.

O campo de Peregrino, adquirido pela companhia, também deve acrescentar mais 55 mil boe/d no ano.

No primeiro trimestre de 2026, a Prio, já ajudada pelos dois campos destacados acima, reportou uma produção de 155 mil barris por dia, número 42% maior em relação ao mesmo período de 2025. Caso tudo ocorra como o esperado, este número deve crescer nos próximos trimestres.

Segundo os analistas da Empiricus, à medida que isso ocorrer os custos de extração serão diluídos, melhorando a rentabilidade e a geração de caixa da companhia.

Nubank (ROXO34): potencial de crescimento e valuation ainda atrativo

Embora não seja uma ação listada na Bolsa brasileira, outra empresa recomendada para comprar neste momento é o Nubank, através do BDR ROXO34.

Trata-se de uma das maiores fintechs do mundo, com mais de 120 milhões de clientes e presença no Brasil, México e Colômbia.

Na visão dos analistas, o banco tem potencial de penetração na América Latina ainda elevado, dado ao modelo de baixo custo e alta escalabilidade.

No México, por exemplo, o Nubank alcança 13% da população adulta e 25% das emissões de cartão. Mas pelo fato de o país ainda usar muito dinheiro em cédulas, o potencial de ganhar mercado ainda é grande.

“Uma vez acertado o modelo de crédito no México, a fintech está pronta para acelerar o crédito no país. A empresa iniciou operações nos EUA, começando pelos brasileiros que residem por lá, para se expandir posteriormente, adotando o modelo da América Latina”, destacaram os analistas em relatório.

Além disso, a tese é sustentada por pilares como:

  • A expansão dos produtos: além do sucesso com o Pix Financing, produto com alta margem e bom engajamento de 40% dos clientes de cartão, o banco pretende acelerar o crédito consignado de funcionários públicos; e
  • A performance superior de crédito: diferente do setor financeiro, a companhia tem sido pouco afetada pelo aumento na inadimplência nos últimos meses por suas frequentes revisões de políticas de crédito feitas por IA e Open Finance.

Sobre este último ponto, os analistas destacam que isso permite que o banco seja mais preciso no crédito à baixa renda e aumente limites onde há potencial.

Por fim, as ações ainda negociam a valuation atrativos. “Com um ROE de 28% e uma expansão de lucros de 40% esperada para 2026, a ação, mesmo com a valorização nos últimos 3 anos, negocia a um Preço/Lucro de 20,8 vezes, abaixo da média de 28,3 vezes desse período”, escreveram os analistas.

Grátis: veja a carteira completa de Top Picks da Empiricus Research

Essas são apenas três das 10 recomendações feitas pelos analistas da Empiricus para investir agora, com o Ibovespa perto dos 200 mil pontos.

A boa notícia é que o acesso a essa carteira pode ser feito de graça, através do BTG Content, a área de conteúdos do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina.

Além das ações recomendadas, você também terá a opção de investir de forma automática no portfólio, sem necessidade de operar manualmente as mudanças que ocorrem na carteira.

Para ter esses e outros benefícios, basta clicar aqui ou no botão ao final da matéria e se cadastrar no BTG Content. Fique tranquilo, em nenhum momento você será cobrado pelos conteúdos — mas poderá lucrar muito com todo o material disponibilizado.

Bons investimentos!

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

O post Onde investir com o Ibovespa perto dos 200 mil pontos? Prio (PRIO3), Vale (VALE3), Nubank (ROXO34) e mais 7 ações que ainda carregam potencial apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Calendário do 1T26: veja quando Vale (VALE3), Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3) e mais de 150 companhias vão divulgar balanços trimestrais

A temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) está chegando. Em meio a um início de ano embalado por movimentos mistos e uma carga elevada de fatores externos impactando o mercado brasileiro, o Ibovespa tem atravessado a turbulência e renovado máximas históricas.

Agora, o que muitos investidores querem saber é o que esperar dos balanços trimestrais do 1T26.

“No geral, esperamos resultados ainda pressionados por juros elevados (em linha com o que foi observado no 4T25), e um ambiente que deve continuar mostrando os diferenciais competitivos de companhias bem posicionadas em cada setor”, comenta o analista de ações da Empiricus Research, Ruy Hungria.

O analista também afirma que os destaques positivos do trimestre estarão nas companhias ligadas à escalada do petróleo, como as produtoras da commodity, bem como distribuidoras de combustíveis que “seguem sendo ajudadas pela melhoria setorial após a operação Carbono Oculto”. Nominalmente, Hungria cita a Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3) como highlights.

Além delas, empresas do setor financeiro, de utilities e telecom devem reportar bons números, apesar de pressões específicas, como a inadimplência no agro pesando sobre alguns “bancões”, como Bradesco (BBDC4), Santander (SANB11) e principalmente Banco do Brasil (BBAS3).

Na ponta oposta, empresas vinculadas ao próprio segmento do agronegócio devem mostrar números ainda pressionados, assim como o varejo, perpetuando o cenário do 4T25.

“Especialmente em companhias que dependam mais de crédito e estejam expostas a clientes de menor poder aquisitivo. Por outro lado, varejistas farmacêuticas (por conta dos remédios de emagrecimento) devem ser destaques positivos”, explica o analista.

Para não perder o desenrolar da temporada, a seguir você confere o calendário do 1T26 completo:

Agenda de resultados do 1T26: Semana 1 (de 20 a 24/04)

Empresa Ticker Data Horário de divulgação  Teleconferência Relatório de Produção e Venda 
Usiminas USIM5 24/04/26 Não informado Não informado  

Agenda de resultados do 1T26: Semana 2 (de 27/04 a 01/05)

Empresa Ticker Data Horário de divulgação  Teleconferência 
Assaí ASAI3 27/04/26 Após o fechamento  28/04/26, às 11h 
Gerdau GGBR4 27/04/26 Após o fechamento  28/04/26, às 12h 
Gerdau Metalúrgica GOAU4 27/04/26 Após o fechamento  28/04/26, às 12h 
Neoenergia NEOE3 28/04/26 Não informado 29/04/26 
Hypera HYPE3 28/04/26 Após o fechamento  29/04/26, às 11h 
Vale*VALE3 28/04/26 Após o fechamento  29/04/26, às 11h 
WEG WEGE3 29/04/26 Antes da abertura 30/04/26, às 11h 
Motiva  MOTV3 29/04/26 Não informado 30/04/26 
Santander SANB11 29/04/26 Não informado 29/04/26 
Multiplan MULT3 29/04/26 Não informado 30/04/26 
Iochpe Maxion MYPK3 29/04/26 Não informado 30/04/26 
Suzano SUZB3 29/04/26 Após o fechamento 30/04/2026, às 10h 
Irani RANI3 30/04/26 Antes da abertura 30/04/26, às 12h 

*Relatório de produção da Vale é divulgado no dia 16/04/26, após o fechamento do mercado.

Agenda de resultados do 1T26: Semana 3 (de 04 a 08/05)

Empresa Ticker Data Horário de divulgação  Teleconferência 
ISA Energia ISAE4 04/05/26 Após o fechamento  05/05/26, às 14h 
Log Comm. Prop. LOGG3 04/05/26 Após o fechamento  05/05/26, às 10h 
Marcopolo POMO4 04/05/26 Antes da abertura 05/05/26, às 11h 
BB Seguridade BBSE3 04/05/26 Após o fechamento  05/05/26 
Pague Menos PGMN3 04/05/26 Não informado 05/05/26 
Odontoprev ODPV3 04/05/26 Não informado 05/05/26 
Hidrovias do Brasil HBSA3 04/05/26 Não informado 05/05/26 
IRB (Re) IRBR3 04/05/26 Não informado 05/05/26 
Ambev ABEV3 05/05/26 Não informado Não informado 
Vulcabras VULC3 05/05/26 Não informado 05/05/26 
Tim TIMS3 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 10h 
GPA PCAR3 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 9h 
Iguatemi IGTI11 05/05/26 Não informado 06/05/26 
Itaú ITUB4 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 10h 
Prio PRIO3 05/05/26 Não informado 06/05/26 
RD Saúde RADL3 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 10h 
C&A Modas CEAB3 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 11h 
Tenda TEND3 05/05/26 Não informado 06/05/26 
Copel CPLE6 05/05/26 Não informado 06/05/26 
Pagbank PAGS 05/05/26 Após o fechamento 12/05/26 
Banco BMG BMGB4 05/05/26 Após o fechamento 06/05/26 
Intelbras INTB3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Bradesco BBDC4 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Klabin KLBN11 06/05/26 Antes da abertura 07/05/26, às 11h 
Aura Minerals AURA33 06/05/26 Após o fechamento  07/05/26, às 9h 
Brava Energia  BRAV3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Axia Energia (ex-Eletrobras) AXIA3 06/05/26 Não informado Não informado 
Minerva BEEF3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Totvs TOTS3 06/05/26 Após o fechamento  07/05/26, às 11h 
Vibra VBBR3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
CSU Digital CSUD3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Guararapes GUAR3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Lavvi LAVV3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
CBA CBAV3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Anima ANIM3 06/05/26 Após o fechamento  07/05/26, às 9h 
Cogna  COGN3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Smart Fit SMFT3 06/05/26 Não informado 07/05/2026, às 11h 
Espaçolaser ESPA3 06/05/26 Após o fechamento 07/05/2026, às 10h 
Mater Dei MATD3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Mills MILS3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Frasle Mobility FRAS3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Auren AURE3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
CSN  CSNA3 06/05/26 Após o fechamento  07/05/26 
CSN Mineração CMIN3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Taesa TAEE11 06/05/26 Após o fechamento 5/7/2026 – 11h 
Ultrapar UGPA3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Moura Dubeux MDNE3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Mercado Livre MELI34 07/05/26 Não informado Não informado 
Méliuz CASH3 07/05/26 Após o fechamento  08/05/26 
Engie Brasil EGIE3 07/05/26 Após o fechamento  08/05/26, às 11h 
Petz PETZ3 07/05/26 Após o fechamento  08/05/26, às 12h 
Fleury FLRY3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Lojas Renner LREN3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Magazine Luiza MGLU3 07/05/26 Após o fechamento 08/05/26 
PetroReconcavo RECV3 07/05/26 Após o fechamento 08/05/26 
Vivara VIVA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
ABC Brasil ABCB4 07/05/26 Não informado Não informado 
BR Partners BRBI11 07/05/26 Não informado 08/05/2026, às 15h 
Alpargatas ALPA4 07/05/26 Após o fechamento 08/05/2026, às 9h 
Alupar ALUP11 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Grendene GRND3 07/05/26 Após o fechamento 08/05/2026, às 10h30 
M. Dias Branco MDIA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Azzas 2154 AZZA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Sabesp SBSP3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
B3 B3SA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
EcoRodovias ECOR3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Porto Seguro PSSA3 07/05/26 Antes da abertura 07/05/2026, às 9h 
Allos ALOS3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Hapvida HAPV3 07/05/26 Não informado 5/8/2026 – 9h 
Randoncorp RAPT4 07/05/26 Não informado 5/8/2026 – 11h 
Cemig CMIG4 07/05/26 Não informado Não informado 
Eztec EZTC3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Localiza RENT3 07/05/26 Após o fechamento 5/8/2026 – 11h 
LWSA LWSA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Yduqs  YDUQ3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Oncoclínicas ONCO3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
JHSF JHSF3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Rumo  RAIL3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Camil CAML3 07/05/26 Não informado  08/05/26 
Kepler Weber KEPL3 08/05/26 Após o fechamento  11/05/26, às 10h 
Fertilizantes Heringer FHER3 08/05/26 Não informado 11/05/26 
Embraer EMBR3 08/05/26 Não informado Não informado 
Paranapanema PMAM3 08/05/26 Não informado 11/05/26 

Agenda de resultados do 1T26: Semana 4 (de 11 a 15/05)

Empresa Ticker Data Horário de divulgação  Teleconferência 
Vivo VIVT3 11/05/26 Antes da abertura 11/05/26, às 10h 
Energisa ENGI11 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Petrobras PETR4 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Direcional DIRR3 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Itaúsa ITSA4 11/05/26 Não informado Não informado 
Natura NATU3 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Grupo SBF SBFG3 11/05/26 Após o fechamento 12/05/2026, às 11h 
MRV MRVE3 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Track&Field TFCO4 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Braskem BRKM5 12/05/26 Não informado 13/05/26 
BTG Pactual BPAC11 12/05/26 Antes da abertura 12/05/26 
Cury CURY3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
Enjoei ENJU3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
JBS JBSS3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
Bemobi BMOB3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
Dasa DASA3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
Caixa Seguridade CXSE3 13/05/26 Não informado 14/04/26 
SLC Agrícola SLCE3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Boa Safra SOJA3 13/05/26 Não informado 14/05/2026, às 14h 
Movida MOVI3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
CVC Brasil CVCB3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Vamos VAMO3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Melnick MELK3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Banco do Brasil BBAS3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Equatorial EQTL3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Rede D’or RDOR3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Oi OIBR3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Multilaser MLAS3 13/05/26 Não informado 14/04/26 
Americanas AMER3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Grupo Casas Bahia BHIA3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Positivo POSI3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Cruzeiro do Sul Educacional CSED3 13/05/26 Não informado  
Ser Educacional SEER3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Raízen – 4T25/26 RAIZ4 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Sanepar SAPR11 14/05/26 Após o fechamento 15/05/2026, às 9h 
Tupy TUPY3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Grupo Toky  TOKY3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Automob AMOB3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Bradespar BRAP4 14/05/26 Não informado Não informado 
CPFL Energia CPFE3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Cyrela CYRE3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Grupo Mateus GMAT3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Agrogalaxy AGXY3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
3Tentos TTEN3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Unipar UNIP3 14/05/26 Não informado 15/05/2026 – 14h 
MBRF MBRF3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Nubank ROXO34 14/05/26 Não informado 14/05/26 
Cosan CSAN3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Banrisul  BRSR6 14/05/26 Não informado  Não informado 
Azul AZUL4 14/05/26 Não informado  Não informado  
Copasa CSMG3 15/05/26 Não informado 22/04/26  
Simpar SIMH3 15/05/26 Não informado 18/05/26 

Quais ações investir em plena temporada de balanços do 1T26?

Agora que você já sabe quando as empresas brasileiras divulgam os resultados do 1T26, é natural surgir a dúvida: como agir com seus investimentos à medida que esses números começam a sair?

A verdade é que tentar reagir balanço a balanço, ajustando a carteira manualmente, pode ser trabalhoso e, muitas vezes, ineficiente. Por isso, uma alternativa cada vez mais adotada é investir de forma estruturada e automatizada.

Pensando nisso, algumas das ações mais promissoras deste momento foram selecionadas para compor a carteira Empiricus Top Picks. O portfólio é formado por 10 ações brasileiras de alto potencial, escolhidas com base em análise criteriosa de fundamentos e perspectivas para os próximos meses.

Mas o diferencial não está apenas na seleção. Está na forma de investir.

Se você quiser acessar todas as recomendações sem ter que executar ordens manualmente, a carteira está disponível em formato automatizado dentro da plataforma do BTG Pactual.

Na prática, isso significa que você pode investir em todo o portfólio com poucos cliques e, a partir daí, o processo de alocação, rebalanceamento e execução das ordens acontece de forma integrada. Vale ressaltar que essas alterações sempre estarão baseadas nas decisões das mentes por trás da carteira, os analistas da Empiricus Research.

Para começar, clique no botão abaixo, faça seu cadastro gratuito e conheça a plataforma:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

O post Calendário do 1T26: veja quando Vale (VALE3), Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3) e mais de 150 companhias vão divulgar balanços trimestrais apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Vale (VALE3) recupera perdas de março na B3: veja 5 motivos para comprar ações agora, segundo analista

A Vale (VALE3) foi uma das empresas prejudicadas na B3 em março, em meio à aversão ao risco que acometeu o mercado. Em um mês negativo para a bolsa como um todo, com o Ibovespa fechando em queda de 0,9%, as ações da mineradora acumularam queda de 6% – cotadas a R$ 82,48 no último pregão do mês.

Porém, para Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, a queda da Vale, especificamente, foi “injustificada”, e as ações podem continuar “destravando valor” aos investidores.

Inclusive, no pregão da última quarta-feira (15), fechamento desse texto, as ações encerraram cotadas a R$ 88,44, recuperando por completo as perdas de março – o que corrobora a tese de investimentos.

Porém, será mesmo que as ações podem continuar subindo? Para quem deseja entender se “vale a pena” investir em Vale (VALE3) agora, Ruy Hungria dá 5 motivos pelos quais as ações seguem em suas recomendações de compra.

Veja 5 motivos para investir na Vale (VALE3) agora, segundo analista

Ruy Hungria reforça sua recomendação para VALE3 baseada em alguns pontos. Dentre eles, estes cinco principais:

1. Minério de ferro em alta

Em meio à guerra no Oriente Médio, o petróleo não é o único ativo cujo preço foi às alturas: o minério de ferro também segue negociado acima dos US$ 100 por tonelada. Inclusive, há analistas que preveem um possível novo “boom das commodities” pós-conflito.

Segundo o analista, entre os produtores de minério de ferro, a Vale está entre aqueles com os menores custos. A alta da commodity, consequentemente, pode beneficiar a empresa de forma mais direta.

2. Receita em dólar

“Investir em VALE3 também representa uma forma de dolarização da carteira, dado que seus produtos são precificados em moeda forte”, afirma o analista.

Dessa forma, o investidor pode diversificar seus investimentos para além do real brasileiro, mesmo sem sair da B3. “Isso acaba sendo bom nesse momento de incerteza”, afirma.

3. ‘Joia da coroa’ pouco conhecida

Poucos investidores conhecem a Vale para além da “capa”. Porém, Hungria destaca o papel da subsidiária a qual chama de “joia da coroa” das operações: a Vale Base Metals, especializada em cobre, níquel e outros metais básicos – materiais essenciais na temática da transição energética.

Para o analista, a Vale Base Metals está precificada abaixo do que deveria. “Deveria ter um valuation de 8 ou 9 vezes seu Ebitda, mas hoje a Vale inteira está avaliada em 4,5x o Ebitda”, afirma. “O mercado hoje não precifica a Vale Base Metals, que tende a destravar cada vez mais valor nos próximos anos”.

4. Bom momento operacional

“A companhia tem entregado resultados sólidos nos últimos trimestres, que reforçam o bom momento operacional”, afirma Hungria, que prossegue:

“A nova gestão conseguiu colocar a companhia em uma fase mais previsível, com maior estabilidade operacional e disciplina de alocação de capital. Esse novo momento se traduz em maior visibilidade de resultados, forte geração de caixa e foco em retorno ao acionista”.

5. Valuation descontado em relação às concorrentes

Avaliada em 4,5x o valor da firma sobre o Ebitda, a Vale está em um valuation abaixo de suas principais concorrentes, as mineradoras australianas, que estão negociadas a “6 ou 7 vezes o Ebitda”, segundo Hungria.

Com isso, o analista aponta que “a Vale segue descontada e demonstrando uma evolução muito melhor do que elas nesses últimos trimestres”, o que abre uma oportunidade para quem deseja buscar uma valorização das ações.

Tudo isso contribui para a atratividade dos papéis, que carregam um dividend yield potencial em torno de 9% aos acionistas em 2026, sustentado por dividendos recorrentes e outras distribuições adicionais.

Porém, em nome da diversificação, VALE3 não é a única recomendação do analista para investir no momento.

É preciso ter uma cesta com ações variadas, que entreguem um bom equilíbrio entre risco e retorno, especialmente em um momento de alta volatilidade nos mercados, como o atual.

“Seguimos construtivos com os ativos brasileiros, mas entendemos que o contexto ainda exige muita seletividade de empresas”, afirma.

Com isso, Vale (VALE3) foi selecionada para compor a edição de abril da carteira Empiricus Top Picks, com 10 ações brasileiras de alto potencial para investir no momento.

Invista nas recomendações da Empiricus Top Picks de forma automática com o BTG Pactual

Se você deseja conhecer a carteira Empiricus Top Picks na íntegra, com todas as 10 ações recomendadas para investir no momento, temos uma boa notícia.

Você pode investir na carteira completa de forma automatizada, por meio da plataforma online do BTG Pactual.

Selecionando a Empiricus Top Picks na modalidade “carteira automatizada” no BTG, você pode investir em todas as recomendações de uma vez, sem precisar comprar ou vender ação por ação. Tudo acontece de forma automática no sistema.

Para começar, o único que você precisa fazer é clicar no botão abaixo, e seguir as instruções na tela:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

O post Vale (VALE3) recupera perdas de março na B3: veja 5 motivos para comprar ações agora, segundo analista apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: mercados operam em viés positivo com expectativa de avanço nas negociações no Oriente Médio; veja destaques do dia

O ambiente global segue sustentado por um viés mais construtivo, com o S&P 500 renovando máximas históricas diante da expectativa de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, incluindo a possível extensão do cessar-fogo, o que também contribui para a estabilização do petróleo na faixa de US$ 96, bem abaixo dos picos recentes; ao mesmo tempo, os mercados globais operam em alta moderada, liderados pela Ásia, impulsionados por dados mais fortes da China (PIB de 5% no 1T26) e pela recuperação de índices como Nikkei (Japão) e Kospi (Coreia do Sul).

Ainda assim, o cenário permanece complexo, com tensões geopolíticas envolvendo o Estreito de Ormuz e possíveis impactos nas relações entre EUA e China, enquanto dados econômicos mistos, como consumo mais fraco na China e inflação mais elevada na Europa, e a agenda relevante nos EUA, incluindo indicadores de atividade e discursos do Fed, mantêm os investidores atentos aos próximos desdobramentos.

· 01:57 — Dados mistos de atividade

No Brasil, depois de uma sequência expressiva de altas, o Ibovespa finalmente passou por uma leve correção no pregão de ontem. Esse tipo de ajuste faz parte do processo e, longe de comprometer a tendência, costuma ser necessário para dar mais sustentação e saúde a um movimento positivo mais prolongado. No câmbio, o dólar parece ter encontrado um piso na região de R$ 4,99, embora o vetor externo continue apontando para uma fraqueza mais estrutural da moeda americana.

Na agenda doméstica, o mercado absorve a divulgação do IBC-Br de fevereiro. Após dados mais fracos de serviços e varejo, a proxy do PIB calculada pelo Banco Central veio ligeiramente acima do esperado, embora ainda mostre uma desaceleração em relação a janeiro. Em outras palavras, os indicadores seguem transmitindo sinais mistos. Ainda assim, esse quadro não deve alterar de forma relevante a trajetória da política monetária. A tendência é que o Banco Central siga com o ciclo de cortes da Selic, mas em um ritmo mais gradual do que se imaginava anteriormente, provavelmente com ajustes de 25 pontos-base.

  • Memebot Flash Million’: ferramenta monitora criptomoedas 24 horas por dia em busca das melhores oportunidades de lucros; clique para conhecer

· 01:46 — Novo recorde

Nos Estados Unidos, o mercado acionário segue em forte momento, com o S&P 500 avançando 0,8% e registrando seu quinto recorde do ano, enquanto o Nasdaq subiu 1,6% e alcançou a melhor sequência em mais de dois anos, refletindo um ambiente de otimismo sustentado pela percepção de que o conflito no Golfo Pérsico está próximo do fim e pelo bom desempenho corporativo, com destaque para resultados acima do esperado de grandes bancos, como Bank of America e Morgan Stanley, além de revisões positivas de projeções por parte de mais da metade das empresas.

Ainda assim, apesar do impulso técnico e do suporte dos balanços, o cenário segue carregado de incertezas relevantes, incluindo a fragilidade do cessar-fogo, riscos geopolíticos, pressões domésticas como preços elevados de energia, tensões comerciais e até ruídos institucionais envolvendo o Federal Reserve, o que mantém parte dos investidores em postura cautelosa, mesmo diante da continuidade do rali.

· 02:39 — O tortuoso caminho para a paz

Teerã e Washington caminham para uma possível retomada das negociações e extensão do cessar-fogo, mas o cenário geopolítico segue longe de estabilização, especialmente após a decisão de Donald Trump de intensificar a pressão ao restringir o tráfego iraniano no Estreito de Ormuz, movimento que eleva o risco de disrupções mais amplas no fluxo global de energia.

O Irã já sinalizou que pode reagir caso o bloqueio persista, inclusive ameaçando ampliar as restrições em rotas estratégicas da região, o que evidencia o caráter frágil e potencialmente volátil da trégua atual. Ainda assim, a simples ausência de uma escalada imediata tem sido suficiente para sustentar uma leitura mais construtiva no curto prazo, embora o pano de fundo permaneça delicado e altamente dependente dos próximos passos diplomáticos.

· 03:24 — Uma estranha mudança de estratégia

A Allbirds anunciou uma mudança radical de estratégia, abandonando o foco em calçados sustentáveis para se reposicionar como uma empresa de infraestrutura de inteligência artificial. A proposta envolve captar cerca de US$ 50 milhões, mudar o nome para NewBirdAI e investir na compra de GPUs para alugá-las a empresas do setor. A reação do mercado foi imediata: as ações chegaram a disparar mais de 800% em um único dia, refletindo o entusiasmo dos investidores com qualquer exposição ao tema de IA, mesmo em companhias sem histórico no segmento.

Apesar da euforia, a iniciativa levanta dúvidas relevantes. A Allbirds não possui experiência na nova área e o volume de investimento é pequeno frente aos bilhões que players estabelecidos estão alocando no setor. Ainda assim, o movimento ilustra uma tendência mais ampla: empresas em dificuldades tentando se reposicionar para capturar o boom da inteligência artificial, repetindo dinâmicas já vistas em ciclos anteriores, como internet e criptomoedas. Em um ambiente de forte apetite por crescimento, o mercado parece disposto a premiar narrativas, ainda que, em alguns casos, a execução permaneça uma incógnita.

· 04:11 — Avanço nos números

Com a manutenção do cessar-fogo no Oriente Médio e a expectativa de novas negociações entre Estados Unidos e Irã, a atenção dos investidores começa a se deslocar da geopolítica para fundamentos mais construtivos, como resultados corporativos e o avanço da inteligência artificial.

Nesse contexto, os números da TSMC reforçaram essa mudança de foco: a companhia reportou crescimento expressivo de lucro e elevou suas projeções, sinalizando que a demanda por IA segue robusta mesmo em meio às tensões globais. O movimento impulsionou as bolsas asiáticas, com destaque para Taiwan e Coreia do Sul, que passaram a liderar os ganhos recentes, refletindo o protagonismo do setor de tecnologia.

Esse reposicionamento do mercado sugere uma volta do apetite por risco, com investidores voltando a olhar além do conflito e enxergando oportunidades em ativos que foram penalizados no período de maior incerteza. Episódios recentes, como fortes altas em ações ligadas à narrativa de IA, reforçam esse ambiente mais construtivo, ainda que com traços de maior especulação. A leitura predominante é que, desde que o cessar-fogo se sustente, há espaço para continuidade da recuperação dos mercados, embora o cenário ainda dependa da evolução das negociações e dos riscos associados ao fornecimento global de energia.

· 05:08 — Os principais temas do mundo

Inauguramos ontem uma nova carteira automatizada concebida para capturar, de maneira prática e eficiente, os principais temas que hoje moldam a economia global. A carteira Empiricus Megatendências foi estruturada para acompanhar vetores de transformação de longo prazo, movimentos que transcendem oscilações conjunturais e têm potencial de redefinir mercados, setores e geografias inteiras ao longo do tempo.

A estratégia parte da identificação dessas grandes mudanças, sejam elas tecnológicas, geopolíticas ou econômicas, para construir uma alocação coerente em temas, regiões e segmentos com maior potencial de valorização estrutural. Tudo isso é implementado por meio de ETFs e BDRs negociados na bolsa brasileira, o que permite ao investidor acessar, em um único portfólio, uma exposição global, diversificada e de fácil execução.

O objetivo da estratégia é claro: buscar, em reais, um retorno superior ao IDCOTS +2%, uma referência internacional baseada na taxa livre de risco americana acrescida de um prêmio adicional. Para isso, a carteira adota uma abordagem de retorno absoluto, sem se limitar a uma única classe de ativos ou a um único cenário macroeconômico.

Na prática, isso significa combinar exposições a ações, renda fixa, commodities e criptoativos, distribuídas entre diferentes geografias, de modo a ampliar as fontes de retorno e reduzir a dependência de um único país, moeda ou ciclo econômico. Trata-se, portanto, de uma proposta que alia diversificação global a uma leitura estratégica dos grandes movimentos que devem influenciar os mercados nos próximos anos.

Ao optar pela versão automatizada da Megatendências, o investidor não acessa apenas uma tese de investimento, mas também uma solução completa de implementação e acompanhamento. A execução, os rebalanceamentos e os ajustes necessários ao longo do tempo passam a ser conduzidos de forma disciplinada, sistemática e profissional, preservando a coerência da estratégia mesmo em um ambiente global mais dinâmico e incerto. Em outras palavras, a carteira transforma a complexidade de investir em tendências estruturais globais em uma solução simples, acessível e alinhada aos objetivos de longo prazo, oferecendo uma forma eficiente de manter o portfólio exposto ao que realmente importa no mundo que está se formando.

O post Ibovespa hoje: mercados operam em viés positivo com expectativa de avanço nas negociações no Oriente Médio; veja destaques do dia apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Nova ordem mundial: ‘em tempos de mudanças estruturais este investimento é obrigatório’, diz analista

O início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, despertou a atenção do mundo para um ponto específico do mapa: o Estreito de Ormuz. Esta faixa marítima — de aproximadamente 30 quilômetros — é responsável pelo escoamento de cerca de 20% do consumo mundial de óleo.

O fechamento dessa rota crucial gerou um novo choque energético. O preço do barril de petróleo (brent e WTI) voltou a disparar, chegando a US$ 120 no momento mais crítico do conflito. Esse fator trouxe um grande impacto sobre toda a cadeia produtiva global.

Matheus Spiess, analista macroeconômico da Empiricus Research, aponta que, em cenários de choque no petróleo, o mercado reage de forma previsível. Ele lembra que, entre 1970 e 1980, o mundo enfrentou situações semelhantes.

O resultado foi uma valorização superior a 1.000% com o preço da commodity saltando dos US$ 4 para US$ 36 em uma década. Esse comportamento já está se repetindo. No início do ano, o petróleo estava na casa dos US$ 70, mas em alguns momentos chegou aos US$ 120.

Contudo, a crise atual é mais grave do que em 1973, 1979 e 2022 — no estouro da guerra entre Rússia e Ucrânia — juntas, segundo dados da Agência Internacional de Energia (AIE).  Assim, a projeção é de que a commodity possa subir mais, chegando aos US$ 150 e até US$ 200.

“Quando o cenário muda, o desempenho dos investimentos muda junto. Alguns ativos começam a se destacar, outros ficam para trás. O pior é que a maioria das pessoas percebem tarde demais o que aconteceu”, afirma.

Por isso, recentemente, a Empiricus recomendou aos seus assinantes um investimento “obrigatório” para atravessar o cenário que, segundo especialistas, é só o começo de uma grande mudança na ordem mundial.

CONHEÇA O INVESTIMENTO ‘OBRIGATÓRIO’ PARA O ATUAL CENÁRIO GLOBAL

Porque ter este investimento na carteira, mesmo se a guerra terminar amanhã?

Para alguns pode parecer que a crise energética desencadeada pelo conflito no Oriente Médio é algo pontual, mas segundo o analista da Empiricus, trata-se de uma mudança estrutural.

Ele explica que, antes mesmo do conflito, já estava acontecendo um movimento reorganização das cadeias globais, mais investimento em infraestrutura e pressão inflacionária persistente.

Matheus chama atenção que o mundo está mais instável, fragmentado e dependente de recursos reais. Características que observamos em todas as mudanças de ordem global ao longo da história. A guerra apenas acelerou esse movimento.

Assim, o analista avalia que, mesmo que o conflito no Oriente Médio termine amanhã, existem outras tensões no ambiente geopolítico que podem “estourar” a qualquer momento. E nesse cenário de mudança global, os “ativos vencedores” também devem mudar.

INVESTIMENTO ‘OBRIGATÓRIO’: VEJA COMO SE POSICIONAR EM ‘ATIVOS VENCEDORES’

Quais ativos tendem a ganhar nesse novo cenário e como se posicionar?

Matheus explica que esses “ativos vencedores” são aqueles ligados à economia real. Ele aponta que, nos últimos anos, essa classe estava com os preços bastante comprimidos.

Contudo, historicamente, sempre que o mundo passa por esses cenários de crise e mudança estrutural, eles são os primeiros a disparar por quatro motivos principais:

  • Aumento do custo de produção: fica mais caro plantar e colher alimentos, bem como minérios;
  • Preço com logística e frete sobem: além de maior custo com diesel, esse cenário pode resultar em seguros mais caros e pagamento de pedágios;
  • Setores pressionados pela substituição de produtos: o encarecimento de itens básicos faz a demanda por produtos alternativos crescer, gerando desequilíbrio de oferta e demanda;
  • Fator financeiro: além de toda a mudança na cadeia produtiva, nesse cenário, os investidores correm para ativos reais fazendo com que os preços subam ainda mais.

Matheus aponta que, dentre os ativos reais mais procurados pelo mercado, o ouro e a prata já estão subindo há algum tempo. Agora, o petróleo também entrou em um ciclo de valorização.

Assim, os próximos ativos que deveriam entrar nesse ciclo são as commodities agrícolas. Diante de todo esse cenário, para os analistas da Empiricus a recomendação é clara: é hora de se posicionar em commodities.

Nesse sentido, a casa está recomendando um investimento “obrigatório”. Trata-se de um produto preparado para “surfar” o novo “boom” das commodities.

CONHEÇA O INVESTIMENTO ‘OBRIGATÓRIO’ QUE PODE CAPTURAR O ‘BOOM’ DAS COMMODITIES

Um único investimento, 25 ativos para ‘surfar’ o ‘boom’ das commodities

Na visão dos analistas da Empiricus Research, uma boa maneira de se expor ao potencial novo “boom” das commodities é investir nas empresas que operam nesses setores.

Dessa forma, é possível capturar o movimento de valorização sem precisar investir em cada um desses ativos separadamente, muito menos montar uma carteira complexa.

É justamente nesse ponto que se encontra o investimento “obrigatório”, recomendado pela Empiricus. Por meio desse ativo o investidor estará exposto à 25 ativos do setor de commodities, alocadas nos segmentos:

  • Óleo e gás;
  • Biocombustíveis e energia;
  • Mineração e siderurgia;
  • Agro e alimentos; e
  • Papel e celulose.

Para se ter uma ideia, nos últimos 12 meses esse ativo entregou uma valorização de mais de 40% para os investidores. É claro que, retornos passados, não são garantia de retornos futuros.

Contudo, em momentos com o que estamos vivendo agora, são justamente esses segmentos que tendem a ganhar força.

Por isso, se você quer expor parte da sua carteira ao possível próximo “boom” das commodities, este ativo pode ser o melhor caminho. A Empiricus preparou um vídeo explicando em mais detalhes como se posicionar nesse cenário por meio desse investimento “obrigatório”

Assista agora e saiba como se preparar para o próximo “boom” das commodities:

O post Nova ordem mundial: ‘em tempos de mudanças estruturais este investimento é obrigatório’, diz analista apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Matando a sede com a metade cheia do copo

Quem em sã consciência diria, a esta altura do campeonato, que estaríamos com o Ibovespa pegando embalo para ultrapassar os 200 mil pontos?

E quem acreditaria em um dólar abaixo de R$ 5,00?

A surpresa não vem apenas da ausência de boas notícias domésticas que justifiquem tamanhas benesses; a surpresa vem de como essas benesses nasceram de fontes de incerteza globais.

O mercado brasileiro voltou a chamar atenção dos investidores gringos – primeiro devido ao trauma com a Trumponomics, e depois devido à nossa vantagem comparativa em petróleo mediante a Guerra do Irã.

A priori, parece meio imoral tirar proveito de duas circunstâncias tão nefastas. A verdade nua e crua, porém, é que não temos nada a ver com suas causalidades; fomos apenas arrastados pela correnteza.

Essa aparente passividade não constitui necessariamente um demérito: os ciclos de mercado vêm e vão; as vezes estamos no lugar errado, como estivemos nas últimas duas décadas, e às vezes nos encontramos no lugar certo, quase sem querer.

A falta de um “esforço próprio” (e.g. ajuste fiscal) não implica, de forma alguma, que o movimento corrente carece de lastro.

Os ativos dentro de um portfólio diversificado não são premiados pelos seus melhores esforços (isso deriva do asset picking), mas sim pelas suas características mais bem adaptadas aos novos tempos (asset allocation).

É claro que, idealmente, a combinação do melhor esforço com a melhor característica resultaria em retornos extraordinários sob um alto grau de confiança. Contudo, seria também pedir demais; por ora, podemos matar a sede simplesmente com a metade cheia do copo.

Aliás, para nós, a consistência do fluxo gringo rumo à Bolsa local a despeito de eventuais milagres endógenos apenas atesta sua força. Que bom que não dependemos especificamente do acerto de um político brasileiro, ou de uma temporada modelo de resultados trimestrais.

Empiricamente, essa força será (ou não) comprovada pelo tamanho da pernada que ainda nos espera.

E se tomarmos por base uma referência simples, podemos contar com uma reprecificação legítima pela frente.

O EWZ – análogo a um Ibovespa em dólares – ainda está cerca de 60% abaixo do all time high de maio de 2008 (102,21). Sob essa ótica, as próximas resistências se situam em 48,50 (jan/2020) e 79,00 (abr/2011), funcionando como etapas intermediárias nesse processo de recuperação. A conferir!

O post Matando a sede com a metade cheia do copo apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: dólar abaixo dos R$ 5, desaprovação de Lula em alta, indefinição entre EUA e Irã e mais destaques desta quarta (15)

Os Estados Unidos e o Irã avançam na tentativa de organizar uma nova rodada de negociações antes do término do atual cessar-fogo, possivelmente no Paquistão, em um contexto ainda delicado, marcado pelo impasse no Estreito de Ormuz e seus efeitos diretos sobre o fornecimento global de energia.

Em paralelo, iniciativas diplomáticas adicionais, como a retomada de conversas diretas entre Israel e Líbano, algo que não ocorria desde 1993, reforçam a leitura de um esforço mais amplo de desescalada regional.

Ainda assim, o processo apresenta limitações relevantes, o que reduz a probabilidade de uma solução rápida e abrangente. O pano de fundo, portanto, continua frágil, mas já exibe sinais iniciais de distensão que contribuem para ancorar expectativas mais construtivas. Essa mudança de percepção tem se refletido nos mercados, com destaque para a queda recente do petróleo, que se afastou dos níveis mais elevados e passou a aliviar parte das pressões inflacionárias.

· 00:52 — Recorde atrás de recorde

No Brasil, o Ibovespa voltou a renovar sua máxima histórica de fechamento, encerrando aos 198.657 pontos, após ter superado, ao longo do pregão, a marca dos 199 mil pontos. Nos últimos cinco pregões, o índice acumulou uma alta expressiva de cerca de 10.500 pontos, sustentada por um volume robusto de R$ 32,6 bilhões e por um fluxo estrangeiro relevante, com entrada de R$ 2,4 bilhões em um único dia, R$ 14 bilhões no mês de abril e aproximadamente R$ 70 bilhões no acumulado do ano.

Em paralelo, o dólar recuou 0,07%, fechando a R$ 4,9934, o menor patamar desde março de 2024. Ainda que haja a percepção de que a moeda americana tenha espaço limitado para novas quedas (possivelmente até a região de R$ 4,80), a bolsa brasileira pode seguir avançando. No entanto, as próximas etapas desse movimento dependerão não apenas da continuidade do fluxo estrangeiro, mas também da trajetória dos juros e do cenário fiscal, ambos fortemente influenciados pelo ambiente político.

Do lado monetário, a apreciação cambial contribui para aliviar pressões inflacionárias, mas os dados recentes de inflação ainda não colocam o Banco Central em uma posição confortável para acelerar o ciclo de cortes de juros. Nesse contexto, os indicadores de atividade ganham protagonismo. A divulgação das vendas no varejo de fevereiro, após dados mais fracos do setor de serviços, passa a ser particularmente relevante: números abaixo do esperado dessa manhã sustentam a expectativa de novos cortes, ainda que em ritmo mais moderado, como ajustes de 25 pontos-base.

No campo político, a dinâmica eleitoral também ganha importância crescente. Pesquisa recente da Genial/Quaest indica aumento da desaprovação do governo, que passou de 49% para 52% desde janeiro, enquanto a aprovação recuou de 47% para 43%, em linha com outras sondagens recentes.

Esse movimento altera a leitura de cenário e pode elevar a probabilidade de um rali eleitoral com viés mais favorável ao mercado. Em resposta, o governo enviou ao Congresso, em regime de urgência, um projeto que prevê o fim da escala 6×1, com adoção do modelo 5×2 e redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem corte de salários.

Ainda assim, permanecem dúvidas relevantes quanto à viabilidade da proposta, seus impactos sobre custos e produtividade, bem como sua efetiva capacidade de conversão eleitoral. De forma mais ampla, observa-se, no Brasil e em outras economias, uma perda de eficácia da política pública tradicional no pós-pandemia como instrumento de fortalecimento político de governos incumbentes.

  • ‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar

· 01:45 — Próximo da máxima

O ambiente recente de mercado tem sido caracterizado por um otimismo cauteloso, sustentado principalmente pela expectativa de avanço nas negociações geopolíticas e pelo recuo do prêmio de risco associado ao conflito no Oriente Médio.

Esse pano de fundo tem favorecido os ativos de risco, com recuperação consistente das bolsas americanas (o S&P 500 acumulando ganhos relevantes e o Nasdaq exibindo uma sequência prolongada de altas), além da correção nos preços do petróleo, que contribuiu para aliviar parte das pressões inflacionárias.

Soma-se a esse cenário o início da temporada de resultados corporativos, com grandes bancos apresentando números robustos, o que reforça a percepção de resiliência da economia americana, ainda que em meio a um conjunto crescente de riscos no horizonte.

No campo macroeconômico, os dados de inflação trouxeram sinais mistos. Embora o índice de preços ao produtor (PPI) tenha surpreendido positivamente no dado cheio, sugerindo alguma desaceleração, a composição do indicador revelou pressões ainda persistentes, especialmente no setor de serviços.

Essa leitura qualitativa aponta para um processo desinflacionário mais gradual e menos linear do que o desejado, ainda distante de uma convergência tranquila para a meta. Como consequência, as expectativas de política monetária permanecem mais restritivas por um período prolongado, com a retomada do ciclo de cortes de juros sendo postergado, enquanto os investidores acompanham atentamente novos sinais vindos do Federal Reserve, como o Livro Bege e os discursos de seus dirigentes.

· 02:37 — Nova rodada de negociações

A perspectiva de uma nova rodada de negociações entre Estados Unidos e Irã tem contribuído para sustentar um viés mais construtivo nos mercados, mesmo em meio a um ambiente ainda marcado por tensões relevantes.

Declarações de Donald Trump indicando possível avanço diplomático no curto prazo ajudaram a ancorar parte do otimismo dos investidores. Ainda assim, o cenário permanece cercado de incertezas, sobretudo em função do impasse no Estreito de Ormuz, que continua pressionando o fornecimento global de energia.

Em paralelo, iniciativas como a reabertura de canais de diálogo entre Israel e Líbano sinalizam uma tentativa mais ampla de contenção do conflito, embora o processo siga frágil, sujeito a retrocessos e sem uma solução definitiva no horizonte.

Sob a ótica dos mercados, predomina, ao menos por ora, uma postura de otimismo. Após semanas de volatilidade elevada, os principais índices globais conseguiram recuperar as perdas iniciais associadas ao conflito, refletindo a percepção de que uma escalada mais severa pode ser evitada.

Ainda assim, trata-se de um equilíbrio delicado: o desfecho das negociações permanece incerto, e fatores como eventuais restrições prolongadas no fluxo de petróleo têm potencial para alterar rapidamente o cenário. Em síntese, os investidores seguem apostando em uma solução negociada, mas mantêm um nível elevado de atenção diante da possibilidade de novos choques no curto prazo.

· 03:24 — Atritos com Sua Santidade

A primeira viagem oficial do Papa Leão XIV à África, que a princípio se desenhava como uma agenda apenas religiosa, passou a carregar implicações políticas mais amplas após as críticas públicas de Trump às posições do pontífice sobre o conflito no Oriente Médio.

O episódio acrescentou uma camada adicional de tensão a uma visita que já era, por si só, historicamente relevante. Isso porque o cronograma inclui países de peso estratégico, como a Argélia, que busca ampliar sua projeção econômica e diplomática, especialmente em um contexto de crescente importância energética, ao mesmo tempo em que o Vaticano procura aprofundar sua presença em um continente que concentra um dos ritmos mais acelerados de crescimento da população católica.

Ao mesmo tempo, o episódio ajudou a revelar uma mudança no perfil público do próprio Papa. Antes percebido como uma figura mais reservada, Leão XIV passou a adotar um discurso mais assertivo contra a guerra e contra os excessos do poder, o que o colocou em rota de atrito com o presidente americano.

Esse embate ganha contornos ainda mais sensíveis ao atingir uma base relevante dentro dos próprios Estados Unidos, especialmente entre eleitores católicos (o catolicismo tem crescido nos EUA e chamado a atenção da Igreja). Em um ambiente político já polarizado, esse tipo de tensão tende a gerar ruído adicional, com potencial de impactar a percepção de parte do eleitorado às vésperas das eleições de meio de mandato.

· 04:11 — Revisando o crescimento

As reuniões do FMI trouxeram um tom mais cauteloso para a leitura da economia global. O Fundo revisou a projeção de crescimento para 3,1%, incorporando os efeitos do conflito no Oriente Médio, sobretudo por meio da alta dos custos de energia e da piora na confiança. Mesmo no cenário-base, a expectativa já é de desaceleração, acompanhada de uma inflação global mais pressionada. Caso o petróleo permaneça em patamares elevados por mais tempo, os riscos aumentam de forma relevante, e, em cenários mais adversos, o mundo pode se aproximar de uma recessão.

Nesse contexto, o Brasil surge como uma exceção relativamente positiva no curto prazo, com revisão da projeção de crescimento para 1,9%, favorecido principalmente pela alta das commodities. Ainda assim, esse quadro não elimina as limitações impostas por um ambiente internacional mais frágil, que tende a restringir um avanço mais robusto da atividade.

Em outras palavras, o país se beneficia de vetores externos específicos, mas continua parcialmente dependente deles. A diferença é que o Brasil conta hoje com alguns amortecedores importantes, como reservas internacionais elevadas e um regime de câmbio flutuante, que ajudam a absorver choques e tornam a economia relativamente mais resiliente em um cenário global mais instável.

· 05:09 — O devido dimensionamento

A recente divulgação dos números da Starlink ajuda a dimensionar, com maior clareza, o potencial econômico da internet via satélite. Em 2025, a operação gerou US$ 11,4 bilhões em receita e US$ 7,2 bilhões em EBITDA, com uma margem expressiva de 63%, consolidando-se, na prática, como o principal motor de rentabilidade da SpaceX. Em contraste, os demais segmentos da companhia, como o negócio de lançamentos espaciais e as iniciativas em inteligência artificial, ainda apresentam resultados significativamente mais modestos, ou mesmo negativos.

Em outras palavras, o valor estratégico da empresa está cada vez mais concentrado na infraestrutura de conectividade global, um mercado com características de escala, recorrência e alto potencial de crescimento.

É justamente essa assimetria que ajuda a explicar o movimento recente da Amazon, que anunciou a aquisição da Globalstar por US$ 11,6 bilhões, em uma investida clara para acelerar sua entrada nesse segmento. Mais do que um movimento isolado, essa decisão reflete uma tendência mais ampla no setor de tecnologia: grandes plataformas, antes concentradas em nichos bem definidos, passam a expandir seus modelos de negócio para capturar novas avenidas de crescimento, especialmente em áreas estratégicas como infraestrutura digital, conectividade e dados, mercados que tendem a concentrar valor ao longo do tempo.

Do ponto de vista de investimento, essa dinâmica ganha especial relevância. A entrada da Amazon nesse mercado não apenas valida o potencial econômico da conectividade via satélite, como também reforça sua estratégia de longo prazo baseada na expansão de seu ecossistema e na captura de oportunidades estruturais. Nesse contexto, as BDRs de Amazon (AMZO34) se destacam como uma ferramenta eficiente de diversificação internacional, oferecendo ao investidor exposição a uma companhia com forte capacidade de execução, liderança tecnológica e posicionamento privilegiado em tendências que devem moldar o crescimento global nos próximos anos.

O post Ibovespa hoje: dólar abaixo dos R$ 5, desaprovação de Lula em alta, indefinição entre EUA e Irã e mais destaques desta quarta (15) apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

‘Quem entende de macro, pode se posicionar bem’ com criptomoedas em alta ou baixa, diz especialista – e uma ferramenta pode ajudar

Com a recente lateralização do mercado de criptomoedas, é possível que muitos investidores não estejam otimistas para buscar lucros com ativos digitais. Especialmente tratando-se de um mercado conhecido por proporcionar retornos assimétricos.

As principais moedas do mercado têm sofrido com a aversão ao risco em meio aos conflitos no Oriente Médio e, mesmo com o bitcoin (BTC), ethereum (ETH) e solana (SOL) apresentando um acumulado positivo nos últimos 7 dias, o veredito ainda não é de total ânimo. Como registrado no índice “fear and greed” (“medo e ganância”) do portal CoinMarketCap, que aponta para um sentimento neutro de mercado:

Fonte: CoinMarketCap, consultado em 14/04/2026 às 14h30

Porém, há profissionais do mercado que enxergam o momento sob uma ótica diferente. Para Valter Rebelo, head de ativos digitais da Empiricus Research, se o assunto é buscar lucros, o preço visto na tela da corretora pode ser até indiferente em alguns casos.

Quem ‘entende’ o que está acontecendo, pode se posicionar bem na alta ou na queda, segundo especialista

“Nós queremos estar certos sobre a direção do preço, e queremos nos posicionar de acordo. Quem entende muito de macro pode se posicionar bem, independentemente se o preço vai para cima ou para baixo”, afirma.

Para além de apenas comprar um ativo e esperar por uma possível valorização, o mercado permite a busca por lucros também em caso de queda, com operações short (“operar vendido”): “Se eu tenho um sinal técnico de que o bitcoin está perdendo tendência, posso apostar em um movimento de baixa, e ‘entrar short’”.

Mas, nesse caso, estamos falando de operações de maior nível de complexidade, especialmente para investidores pessoa física “de primeira viagem”.

Além disso, “entender muito de macro” – dos fenômenos geopolíticos e de mercado, e saber tomar decisões estratégias a partir disso – exige sagacidade e bastante experiência, até mesmo para quem já trabalha na área.

Mas isso não significa que investidores menos experiência precisam, obrigatoriamente, “ficar de fora” de oportunidades “escondidas” que o mercado cripto segue oferecendo até mesmo quando o cenário macro é menos favorável.

A chave está em seguir recomendações de especialistas, que já vivem do mercado diariamente. E no caso de Valter Rebelo e seu time da Empiricus, os especialistas foram ainda além.

Memebot: conheça ferramenta que busca lucros com criptomoedas independentemente do cenário macro

Além das recomendações periódicas enviadas aos assinantes da Empiricus, as pesquisas desenvolvidas pelos especialistas da casa foram utilizadas para originar ferramentas automáticas de trading em criptomoedas.

Uma delas é o Memebot Flash Million, que disponibilizará uma nova leva de acessos a interessados em utilizá-la a partir da próxima quarta-feira (22).

O Memebot Flash Million é uma automação configurada a partir das pesquisas dos especialistas da Empiricus. A premissa é buscar assimetrias de mercado: janelas de oportunidade com alto potencial de geração de lucros, independentemente do cenário macro.

Como o próprio nome já diz, o Memebot é especialista em memecoins, funcionando da seguinte forma: a ferramenta “escaneia” o mercado 24 horas por dia, para entender as oportunidades abertas no curto prazo em meio à volatilidade das moedas.

Com a análise 24/7 dos dados coletados, a ferramenta filtra a oportunidade de maior e melhor potencial que tiver encontrado, e realiza uma operação direcionada de forma totalmente automática a cada 7 dias.

Inicialmente, o Memebot é configurado para funcionar “direto” durante 12 meses, com o objetivo de buscar até R$ 1 milhão em retornos no acumulado desse período.

Memecoins não têm fundamento, mas você pode ganhar dinheiro com isso, se entender como o preço se movimenta. Simplesmente olhamos para os números, entendemos como o fluxo se comporta, e vemos a probabilidade de ganhar dinheiro. É uma ciência”, afirma Rebelo.

Vale ressaltar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil, especialmente tratando-se de memecoins. Retornos passados não são garantia de retornos futuros, e investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

“Nosso objetivo é conseguir capturar essa assimetria de mercado, mas principalmente, o direcionamento para os clientes, quando eles entram, é gerenciamento de risco”, afirma Heloísa Mendonça, especialista em criptoativos da Empiricus.

Porém, ao mesmo tempo que é necessário correr mais riscos, há o alto potencial de retorno, que dificilmente é encontrado em investimentos mais tradicionais.

“Vai ser extremamente volátil, mas pode fazer sentido. Se você quiser buscar uma assimetria muito grande no portfólio, você precisa tomar um pouco mais de risco, mas sempre respeitando o seu perfil e tolerância”, afirma a especialista.

Um dos grandes diferenciais da ferramenta é, também, a capacidade de operar a partir de aportes iniciais relativamente baixos: começando com R$ 3.500, a ferramenta já pode operar em busca dos retornos milionários.

Para um investidor comum, que não dispõe do tempo hábil para estudar o mercado e saber exatamente onde e quando investir, não é frequente a chance de buscar lucros com uma ferramenta:

  • 100% automática;
  • Especialista em operações complexas com criptomoedas;
  • Configurada para buscar lucros de até R$ 1 milhão;
  • Capaz de operar a partir de aportes iniciais de menor valor.

E é por isso mesmo que novos acessos ao Memebot estão sendo disponibilizados. Mas mesmo que você não tenha certeza de que a ferramenta faz sentido para você, ainda pode conhecê-la melhor gratuitamente.

Encontro marcado: receba mais detalhes sobre o Memebot Flash Million na próxima quarta-feira (22)

Para novos interessados no Memebot Flash Million, novos acessos serão liberados a partir da próxima quarta-feira (22).

Nesse dia, às 19h, todos os interessados estão convidados a participar de um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada em mais detalhes.

Durante o evento, você pode tirar potenciais dúvidas e, assim, decidir se a ferramenta faz sentido para o seu momento como investidor. Os novos acessos só serão liberados após o evento, para quem realmente desejar prosseguir.

Para garantir seu lugar no evento, basta se inscrever clicando no botão abaixo:

O post ‘Quem entende de macro, pode se posicionar bem’ com criptomoedas em alta ou baixa, diz especialista – e uma ferramenta pode ajudar apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Memecoins ‘vão virar pó’? Entenda opinião de especialista e como se posicionar com estratégia nesse mercado

As memecoins são encaradas como uma classe um pouco “controversa” dentro do universo das criptomoedas. Isso acontece porque esses ativos, baseados em piadas da internet (os chamados memes), não possuem os fundamentos clássicos e as utilidades das criptos tradicionais, como bitcoin (BTC) e ethereum (ETH).

Segundo Heloisa Mendonça, especialista em ativos digitais da Empiricus Research, há exemplos dessas moedas associadas à imagem de figuras como Trump ou até mesmo de animais, que conseguiram reunir grupos bastante expressivos ao seu redor.

Um dos exemplos citados, a Dogecoin (DOGE) residia no top 10 de maior valor de mercado entre as principais criptomoedas no momento que esta matéria era escrita, na manhã de terça-feira (14).

“Em contrapartida, a gente também tem milhares que eventualmente vão virar pó”, salienta Mendonça.

Por que investir em memecoins pode ser atrativo?

Heloisa Mendonça, que acumula 6 anos de experiência analisando os criptoativos e entendendo a forma de operar nesse mercado, aponta que as memecoins tendem a ter um comportamento extremamente volátil e um risco elevado. Apesar disso, ainda vale a pena investir, dentro de certos parâmetros:

“São ativos que fazem sentido ter uma pequena exposição dentro do seu portfólio de cripto, se você tiver um perfil mais sofisticado, para gerar uma assimetria de mercado”, comenta.

Ela inclusive comenta como, através da estratégia para investir em criptomoedas, uma automação foi desenvolvida pela equipe da Empiricus Research com foco exclusivo nesse mercado.

O nosso objetivo é conseguir capturar essa assimetria. Nosso principal direcionamento para os clientes é justamente sobre o gerenciamento de risco. Tudo tem um risco. Então, se você quiser buscar uma assimetria muito grande no portfólio, você precisa tomar um pouco mais de risco, mas sempre respeitando o seu perfil de tolerância”, explica Mendonça.

Além disso, na visão dos especialistas da casa, investir em memecoins é como uma “conta de engenheiro”.

Eu não julgo as memecoins. A maioria deve ir para zero, mas dá para ganhar dinheiro se entender como o preço se movimenta. É esse o ponto. A gente olha para os números, entende como que o fluxo se comporta e vê a probabilidade de ganhar dinheiro com os ativos”, comenta o especialista de criptomoedas da Empiricus, Valter Rebelo.

Como Mendonça e Rebelo destacam, o mercado das memecoins tem um potencial de trazer lucros bem valiosos – se o investidor souber quando e em quais ativos investir. Essa detecção, entretanto, não é uma tarefa fácil, ainda mais considerando o cenário de conflitos geopolíticos que abala diversas camadas da economia.

Por isso, em um mercado que funciona 24 horas por dia como o de criptomoedas, às vezes as oportunidades vão surgir em horários que podem ser inconvenientes – no meio da madrugada, ou durante o horário de trabalho, por exemplo.

Para os investidores que estão em busca de lucros no mercado cripto, mas não dispõem de tempo hábil para acompanhar o mercado e identificar a hora de investir, a automação que Heloísa Mendonça mencionou pode propor uma solução – mais detalhes sobre ela são apresentados a seguir.

Conheça o Memebot Flash Million: automação com foco no primeiro milhão com criptomoedas

O Memebot Flash Million é uma ferramenta alimentada com algoritmos desenvolvidos pelos experts da Empiricus. De forma totalmente automatizada, o robô “trabalha” buscando oportunidades de retornos de até R$ 1 milhão aos seus usuários no mercado cripto, em um período de 12 meses.

Focada nas memecoins, com a automação, o investidor está diante de dois fatores que favoráveis:

  • Chances de valorizações explosivas, de até 30.000%, por exemplo;
  • Menores preços a mercado, permitindo que o investidor possa começar com aportes financeiros de menor valor.

A cada 7 dias, o Memebot seleciona a operação mais promissora da vez, e trata de realizá-la de forma automática. Da parte do investidor, basta apenas entrar com os aportes financeiros e “dar o aceite” na ferramenta.

Vale lembrar que essa poderá ser uma chance única de buscar retornos:

  • A partir de oportunidades identificadas com conhecimento profissional;
  • Com aportes financeiros iniciais relativamente baixos, a partir de R$ 3.500;
  • Sem precisar dedicar tempo e estudos às operações financeiras;
  • 24 horas por dia, independentemente do cenário geral de mercado.

E se você deseja saber mais sobre como o Memebot Flash Million pode funcionar na sua rotina, está convidado a conhecer a ferramenta no próximo dia 22 de abril.

22 de abril: reserve sua vaga no lançamento do Memebot Flash Million

Para quem ficou interessado, no dia 22 de abril, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, o time da Empiricus vai sediar um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre o sistema que já entregou lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

O post Memecoins ‘vão virar pó’? Entenda opinião de especialista e como se posicionar com estratégia nesse mercado apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Cyrela (CYRE3): prévia do 1T26 reflete desaceleração em lançamentos e vendas em cenário pressionado; ainda dá para investir?

A Cyrela (CYRE3) divulgou, nesta segunda-feira (13), a prévia operacional referente ao 1T26, com desaceleração no ritmo de lançamentos e vendas, conforme esperado.

No período, os lançamentos totalizaram R$ 2,4 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), sendo R$ 1,75 bilhão na participação da companhia (%CBR ex-permuta). O volume representa uma retração de 50% em relação ao 1T25 e de 46% frente ao trimestre anterior.

Cyrela faz 12 lançamentos no trimestre

Ao todo, foram lançados 12 empreendimentos no trimestre, com participação média de 73%, levemente inferior aos períodos comparativos recentes.

Apesar do volume significativo de projetos de alto padrão, a distribuição demonstra elevada participação nas faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida (MCMV), na ordem de 40% do VGV lançado.

As vendas líquidas contratadas atingiram R$ 2,94 bilhões, leve queda de 3% em relação ao 1T25 e de 12% frente ao 4T25. Considerando apenas a participação da companhia (%CBR ex-permuta), as vendas somaram R$ 2,16 bilhões, com crescimento de 2% na comparação anual.

Em termos de composição, 54% das vendas vieram de unidades em construção, 37% de lançamentos e 9% de estoque pronto.

A métrica de Vendas Sobre Oferta (VSO) foi de 16% no período, majoritariamente sustentada pelos projetos do segmento econômico. O indicador ficou em 45,8% na janela de 12 meses, abaixo do patamar observado no 1T25 (52,6%) e praticamente estável em relação ao 4T25 (45,2%). Já a VSO de lançamentos foi de 45% no trimestre, evidenciando boa absorção dos novos projetos.

Ambiente desafiador para construtoras

Em um contexto de menor volume de lançamentos no trimestre, a retração já era esperada, refletindo uma base comparativa mais elevada e um ambiente mais desafiador no segmento de média e alta renda — inclusive, há um sinal amarelo para o volume de estoque disponível na cidade de São Paulo.

Ainda assim, a Cyrela segue apresentando indicadores operacionais saudáveis, com vendas resilientes e boa velocidade de absorção no segmento econômico. Negociando a um múltiplo P/B de aproximadamente 1 vez para 2026, as ações CYRE3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

O post Cyrela (CYRE3): prévia do 1T26 reflete desaceleração em lançamentos e vendas em cenário pressionado; ainda dá para investir? apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Mercado hoje: Ibovespa perto dos 200 mil pontos, dólar em baixa, indefinição no Oriente Médio e mais

Os mercados globais iniciaram a semana fortemente influenciados pelo cenário geopolítico, com o fracasso inicial das negociações entre Estados Unidos e Irã e a implementação do bloqueio no Estreito de Ormuz elevando os riscos sobre o fluxo global de energia e pressionando os preços do petróleo.

Ainda assim, a rápida retomada das conversas e as sinalizações de disposição para um acordo ajudaram a melhorar o sentimento dos investidores, permitindo um recuo do petróleo para abaixo de US$ 100 por barril e impulsionando as bolsas ao redor do mundo, com ganhos relevantes na Ásia, na Europa e nos futuros americanos. Nesse contexto, o mercado passou a tratar o conflito como potencialmente contido, ainda que os testes à efetividade do bloqueio e o nível elevado de tensão mantenham o cenário sensível.

· 00:59 — Depois da quarta máxima seguida

Por aqui, o mercado segue impulsionado por uma combinação de fatores favoráveis, ainda que não isenta de nuances importantes. O Ibovespa renovou, pela quarta sessão consecutiva, sua máxima de fechamento, superando o patamar dos 198 mil pontos, em um movimento amplamente sustentado pelo fluxo estrangeiro, que continua direcionando recursos para o Brasil.

Esse pano de fundo também se reflete no câmbio: em meio a um dólar globalmente mais fraco, após um período de fortalecimento em março, preços elevados de petróleo, diferencial de juros ainda bastante atrativo e a crescente discussão em torno de um possível rali eleitoral, que ganha contornos mais firmes, a moeda americana recuou para o menor nível desde março de 2024.

Na agenda, o dia traz a divulgação de dados de serviços e o envio do PLDO de 2027, que deve confirmar a meta de superávit primário de 0,5% do PIB.

Ainda assim, o ambiente político adiciona uma camada relevante de incerteza ao cenário. A recente deterioração da popularidade do presidente Lula, evidenciada pela pesquisa Datafolha divulgada no fim de semana, reacende o debate sobre o cenário eleitoral e seus possíveis desdobramentos para os ativos (chance da eleição de um projeto pró-mercado).

Esse quadro tende a se tornar ainda mais sensível caso a inflação continue pressionada, como já sugerem as revisões altistas recentes do Boletim Focus para o IPCA. As iniciativas em discussão pelo governo, como medidas voltadas à redução do endividamento das famílias e o fim da escala 6 por 1, surgem como tentativas de recomposição de apoio, mas, ao menos por ora, seu potencial de impacto sobre a percepção do eleitorado e, consequentemente, sobre o cenário político mais amplo, parece limitado. Os sinais do rali eleitoral começam a ganhar força no horizonte…

  • Memebot Flash Million’: ferramenta monitora criptomoedas 24 horas por dia em busca das melhores oportunidades de lucros; clique para conhecer

· 01:43 — Sinais de oportunidade

Os mercados americanos vêm demonstrando resiliência mesmo diante do choque geopolítico recente. Apesar do impacto inicial provocado pelo bloqueio no Estreito de Ormuz, o mercado rapidamente passou a olhar além do conflito, em linha com um comportamento já relativamente comum em episódios desse tipo, como comentamos aqui: a reação inicial costuma ser mais aguda, mas, na ausência de uma deterioração mais profunda e duradoura, os preços tendem a se recompor com rapidez.

Nesse caso, a melhora do sentimento também foi favorecida pelo recuo das expectativas de inflação de curto prazo, com a taxa implícita de dois anos caindo para algo próximo de 2,94%, ante 3,38% anteriormente, enquanto as expectativas de longo prazo permaneceram relativamente estáveis, ao redor de 2,34%.

Em termos práticos, isso sugere que o mercado continua atribuindo ao Federal Reserve capacidade de manter a inflação sob controle, mesmo em um ambiente ainda cercado por ruídos geopolíticos. Não por acaso, o S&P 500 já recuperou integralmente as perdas registradas desde o início do conflito, reforçando a leitura de que, até aqui, o choque tem sido tratado mais como um evento de curto prazo do que como uma ruptura estrutural do cenário.

Na agenda, o foco dos investidores se divide entre a divulgação do PPI de março, o início da temporada de balanços do primeiro trimestre de 2026 e as falas de dirigentes do Federal Reserve, que podem ajudar a calibrar melhor as perspectivas para juros e atividade. Nesse contexto, ganham destaque os resultados de JPMorgan Chase, Wells Fargo, Citigroup e BlackRock, que devem oferecer sinais importantes não apenas sobre o desempenho corporativo, mas também sobre crédito, mercado de capitais e confiança empresarial.

Ao mesmo tempo, chama atenção o comportamento das chamadas ações de crescimento secular, que seguem mais de 20% abaixo de suas máximas após uma compressão relevante de múltiplos. Hoje, esses papéis negociam próximos dos níveis de valuation mais baixos em uma década, apesar de ainda apresentarem crescimento superior à média do mercado. Isso sugere uma assimetria mais interessante à frente, sobretudo se o pano de fundo de juros se tornar menos adverso. Ainda assim, trata-se de uma oportunidade que exige seletividade.

· 02:38 — A maior disrupção da história

Os mercados reagiram de forma relativamente positiva aos desdobramentos recentes no Oriente Médio, mesmo diante da escalada provocada pelo bloqueio naval dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz, uma medida que eleva de maneira relevante o risco de interrupções no fluxo global de energia.

Isso porque, apesar do aumento da tensão, marcado por ameaças mútuas entre EUA e Irã e por episódios que colocam à prova a efetividade do bloqueio, os investidores passaram a concentrar sua atenção nas sinalizações de retomada do diálogo, com discussões em andamento para uma nova rodada de negociações antes do término do cessar-fogo temporário.

Esse viés mais construtivo contribuiu para uma melhora no sentimento dos mercados, refletida no recuo do petróleo para abaixo de US$ 100 por barril, na recuperação das bolsas globais e no alívio observado tanto no dólar quanto nas curvas de juros.

Ainda assim, o pano de fundo permanece bastante sensível e exige cautela. Dados recentes indicam que os ataques à infraestrutura e as restrições no Estreito de Ormuz já resultaram em uma perda de aproximadamente 10,1 milhões de barris por dia na oferta global, a maior disrupção já registrada, com o fluxo na região tendo recuado de mais de 20 milhões de barris por dia em fevereiro para cerca de 3,8 milhões no início de abril.

Além disso, a projeção de excedente global de petróleo para 2026 foi significativamente revisada, passando de 2,46 milhões para apenas 410 mil barris por dia, o que evidencia um mercado estruturalmente mais apertado. Nesse contexto, a normalização do fluxo por Ormuz permanece como variável central para aliviar as pressões sobre preços e atividade, mantendo os mercados em um equilíbrio delicado entre o risco de nova escalada e a expectativa de avanço diplomático, dinâmica que tende a sustentar níveis elevados de volatilidade no curto prazo.

· 03:26 — Na outra frente do conflito

Líbano e Israel iniciam negociações diretas pela primeira vez em décadas, em um movimento historicamente relevante, mas que já nasce cercado por obstáculos. De um lado, o Líbano defende que qualquer avanço nas conversas passe, antes de tudo, por um cessar-fogo.

De outro, Israel mantém como exigência central o desarmamento do Hezbollah. O impasse se torna ainda mais delicado porque o grupo, apoiado pelo Irã e ainda com capacidade militar ativa, rejeita por completo qualquer entendimento construído nessas negociações, mesmo em meio ao aumento da pressão que vem sofrendo tanto no campo militar quanto no ambiente político interno libanês.

Nesse contexto, o cenário permanece marcado por elevada incerteza. Persistem riscos relevantes tanto de escalada militar quanto de desestabilização política dentro do próprio Líbano, enquanto eventuais caminhos de acomodação, como uma redução do apoio iraniano ao Hezbollah, ainda parecem pouco prováveis no curto prazo.

Ao mesmo tempo, Donald Trump tenta avançar na frente diplomática, embora enfrente pressões domésticas e mantenha um discurso por vezes ambíguo, o que reforça a percepção de um ambiente geopolítico fragmentado, com baixa convergência entre os atores envolvidos e resolução ainda difícil no horizonte mais próximo.

· 04:17 — Encontros de Primavera

As Reuniões de Primavera do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional começaram em Washington sob a influência direta da guerra no Irã, que volta a pressionar os custos de energia e torna ainda mais complexas as projeções para inflação e crescimento global.

Nesse ambiente, os debates tendem a se concentrar em temas centrais como dívida soberana, mobilização de capital privado e os efeitos da inteligência artificial sobre produtividade e desigualdade, sempre com um desafio de fundo cada vez mais evidente: como gerar empregos em escala em um mundo mais endividado, mais fragmentado e mais sujeito a rupturas geopolíticas.

Soma-se a isso a crescente preocupação com a escassez de água, que deixa de ser tratada apenas como uma questão de infraestrutura e passa a ser vista como um eixo econômico estratégico, com impactos diretos sobre crescimento, segurança alimentar, energia e mercado de trabalho. Nesse tema, o Brasil reúne condições particularmente favoráveis para contribuir de forma relevante no cenário global.

· 05:04 — A Frota Dourada

Os Estados Unidos estão avançando com uma agenda mais assertiva de reindustrialização militar, com planos de expandir de forma relevante sua capacidade naval e reduzir a dependência estratégica em relação à China.

A proposta da chamada “Frota Dourada” contempla o desenvolvimento de uma nova geração de navios de guerra (maiores, mais rápidos e tecnologicamente mais avançados), além da retomada de investimentos em estaleiros e na produção doméstica, como resposta ao atual déficit de embarcações. Mais do que um esforço pontual de modernização, esse movimento sinaliza uma mudança estrutural de postura: trata-se de reconstruir, em escala, a capacidade industrial militar, em um contexto de competição geopolítica crescente e cada vez mais centrada em poder, tecnologia e autonomia estratégica.

Em paralelo, a pressão sobre empresas de defesa para priorizarem investimentos em produção e capacidade instalada, em detrimento da distribuição de capital aos acionistas, reforça a leitura de que o foco passa a ser velocidade, escala e prontidão operacional. Essa combinação de gasto público, direcionamento industrial e senso de urgência aponta para algo mais amplo: o início de uma nova corrida armamentista, inserida em uma dinâmica de “Guerra Fria 2.0”, na qual Estados Unidos e China disputam não apenas influência global, mas também liderança tecnológica e superioridade militar. Nesse ambiente, é razoável esperar a multiplicação de iniciativas semelhantes ao redor do mundo, com impactos relevantes sobre cadeias industriais, inovação e alocação de capital em nível global.

Para o investidor, as implicações desse cenário são diretas. Em um mundo mais instável e marcado por orçamentos militares estruturalmente mais elevados, o setor de defesa tende a deixar de ser apenas uma oportunidade tática e passa a se consolidar como uma tese estrutural de longo prazo.

Nesse contexto, ETFs temáticos focados em aeroespacial e defesa, como os já mencionados Select STOXX Europe Aerospace & Defense (EUAD), o Global X Defense Tech (SHLD) e o First Trust Indxx Aerospace & Defense (MISL), surgem como instrumentos para capturar essa tendência por meio de uma exposição diversificada. No Brasil, o iShares U.S. Aerospace & Defense ETF (BDR: BAER39) cumpre papel semelhante, oferecendo acesso ao tema de forma simples e acessível.

Ainda assim, a disciplina na alocação permanece essencial. Por se tratar de um setor inerentemente volátil e sensível a ciclos políticos e orçamentários, a recomendação é que essas posições sejam dimensionadas de forma equilibrada dentro da carteira — tipicamente entre 1% e 2,5% por ativo, com um limite agregado próximo a 5% para o tema. Essa abordagem permite ao investidor participar do potencial estrutural da tese, ao mesmo tempo em que preserva uma gestão de risco adequada, compatível com a natureza e a volatilidade do setor.

O post Mercado hoje: Ibovespa perto dos 200 mil pontos, dólar em baixa, indefinição no Oriente Médio e mais apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

RECR11, KNCR11, BRCO11 e mais: 5 FIIs em destaque essa semana; confira

Confira alguns dos principais destaques dos fundos imobiliários (FIIs) negociados no Ifix:

BRCO11 – Bresco Logística

O fundo celebrou aditivo ao contrato de locação do ativo Bresco Simões Filho com a Pague Menos, prorrogando o prazo por mais 10 anos (até abr/2036). O aluguel foi reajustado em +9,1%, com desconto temporário de R$ 1,50/m² nos primeiros 12 meses e atualização anual pelo IPCA. Em caso de rescisão antecipada, foi estabelecida multa equivalente a 6 aluguéis, proporcional ao prazo remanescente. O contrato representa 2,2% da ABL do fundo e o ativo permanece com vacância zero.

KNCR11 – Kinea Rendimentos

O fundo realizou novos investimentos em CRIs no montante de R$ 320,5 milhões. Os principais destaques incluem: (i) R$ 190,5 milhões no Ed. Passeio Paulista (CDI + 1,71%), ativo AAA com alta ocupação (95%) e garantias robustas; (ii) R$ 79,3 milhões em operação ligada ao BH Shopping (CDI + 1,65%), com bom histórico operacional e de ocupação; e (iii) R$ 45,5 milhões no CD Santana de Parnaíba (CDI + 1,65%), galpão logístico AAA 100% locado. Adicionalmente, o fundo investiu R$ 5,2 milhões em CRI da Crediblue (taxa prefixada de 15%), com lastro pulverizado em home equity e estrutura com subordinação.

KNIP11 – Kinea Indices de Precos 

O fundo realizou novos investimentos em CRIs no montante de R$ 234,9 milhões, com taxa média de IPCA + 8,95% a.a. Os principais destaques incluem: (i) R$ 54,7 milhões em operação atrelada ao BH Shopping (IPCA + 8,92%), com garantias robustas e exposição a ativo de alta qualidade; (ii) R$ 52,5 milhões em CRI da Creditas (IPCA + 9,47%), com lastro pulverizado em home equity; e (iii) R$ 46,3 milhões em operação com Cyrela/Magik (IPCA + 8,50%), com garantia corporativa.

RBVA11 – Rio Bravo Renda Varejo

O fundo anunciou a venda do imóvel Senador Queiroz (SP) por R$ 10,5 milhões (R$ 7.256/m²), com lucro líquido de R$ 3,6 milhões (R$ 0,02/cota), equivalente a 63% acima do custo de aquisição. A operação foi estruturada com o pagamento de R$ 5,0 milhões à vista e o restante parcelado em 6 pagamentos, com garantia via alienação fiduciária do imóvel. A TIR da transação foi de 15,4% a.a. ao longo de 14 anos.

RECR11 – Rec Recebiveis Imobiliarios

O fundo aprovou sua 13ª emissão de cotas, com volume inicial de R$ 409,9 milhões, ao preço de R$ 89,00 por cota, através da subscrição de 4,6 milhões de novas cotas, sem cobrança de taxa de distribuição primária. A oferta poderá ser reduzida via distribuição parcial, com montante mínimo de R$ 30 milhões, sem previsão de lote adicional. Os atuais cotistas terão direito de preferência com fator de proporção de 0,1742.

O post RECR11, KNCR11, BRCO11 e mais: 5 FIIs em destaque essa semana; confira apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Mesmo no ‘pior cenário possível’ para a Selic, essa ação brasileira pode continuar destravando valor, segundo analista

O ciclo de cortes na taxa Selic, amplamente esperado pelo mercado, começou na última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), em 18 de março. Porém, a trajetória final desse ciclo pode tomar uma forma diferente em relação às expectativas iniciais.

Até meados de fevereiro, a maior parte do mercado precificava uma taxa Selic terminal de 12% ao ano em 2026. Agora, com a guerra no Oriente Médio trazendo maior pressão inflacionária, as expectativas foram deterioradas.

“Se começamos o ano com uma perspectiva de ver a Selic em 12% no fim de 2026, agora esse número já foi revisado para 13,5%-13,75%, e pode subir mais a depender da extensão do conflito”, afirma Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, em relatório do último dia 1º de abril.

Historicamente, uma piora nas perspectivas de juros pode assustar investidores na bolsa de valores. Isso porque empresas de maior alavancagem financeira podem sentir um impacto direto dos juros altos em suas dívidas, deteriorando seus resultados e levando investidores a questionar o valuation das ações.

Parte da queda de 0,9% do Ibovespa no acumulado do mês de março foi reflexo desse maior sentimento de aversão ao risco em geral.

Porém, isso não significa, exatamente, que o momento é de zerar posições em ações, mas sim selecionar bem em quais investir.

“Continuar com uma carteira conservadora não é a palavra certa, mas sim com papéis que são sólidos, que não tem uma alavancagem alta, que não são totalmente dependentes do crédito”, afirma o analista.

Em participação no Empiricus PodCa$t do dia 4 de abril, o analista apontou algumas de suas recomendações para o momento. Dentre elas, uma ação que pode se destacar daqui para a frente– independentemente dos rumos da taxa de juros.

Essa ação pode entregar bons resultados mesmo com juros altos ou baixos, segundo analista

A ação recomendada pelo analista fechou o mês de março em queda de 5%. Mas já voltou a subir nas últimas semanas e pode continuar gerando valor, na visão do analista. Isso porque a ação pode até mesmo se beneficiar de juros mais altos em 2026.

“É um papel que nós conhecemos a gestão, que consegue navegar bem tanto com juros altos quanto com juros baixos. […] Mesmo se tivermos um pior cenário possível de Selic, a ação vai conseguir se dar bem com isso”, afirma.

O segredo está em seu setor de atuação. A empresa é um dos principais nomes do mercado quando o assunto é concessão de crédito, o que a mantém bem-posicionada em tempos de Selic de dois dígitos – já que o repasse de juros aos clientes acaba se tornando mais alto.

Além do “know-how absurdo” em concessão de crédito, segundo o analista, a empresa também tem aumentado “cada vez mais” sua diferença de rentabilidade frente aos concorrentes.

Sendo assim, por que a queda recente na bolsa? Hungria explica que, enquanto o fundamento da tese “não piorou tanto assim”, as ações foram prejudicadas pela pressão vendedora da bolsa em março.

“Se o cenário [macro] melhorar, obviamente não vai subir mais do que uma ação que é muito exposta [ao crédito], muito endividada. Mas vai subir, e estamos tranquilos de que vamos ‘pegar’ a alta bem, sem fazer loucuras”, afirma.

No momento, o valuation da ação está em 2,5x o seu valor patrimonial. Segundo Hungria, esse é um prêmio em relação aos concorrentes, mas “amplamente justificado pela rentabilidade superior e a consistência na execução”.

Pela visão construtiva, o papel foi selecionado pelo analista para compor a carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as 10 ações brasileiras mais promissoras do momento. Além dela, outros 9 nomes que podem gerar caixa “performar bem mesmo em um cenário difícil”, segundo o analista, fazem parte da seleção.

Invista nas recomendações da Empiricus Top Picks de forma automática; saiba como

Você acabou de ler uma “amostra” de uma recomendação de investimento direcionada para o momento atual de mercado, de acordo com Ruy Hungria, da Empiricus.

E a boa notícia é que você pode investir na carteira Empiricus Top Picks, com as 10 ações recomendadas pelo analista, de forma automatizada, na plataforma online do BTG Pactual.

Selecionando a Empiricus Top Picks na modalidade carteira automatizada no BTG, você pode surfar o potencial das ações mais promissoras do mês, sem precisar comprar ou vender uma por uma – tudo ocorre de forma automática no sistema.

Dessa forma, você não precisa estudar a fundo as teses de mercado ou buscá-las manualmente na corretora.

Para começar, o único que você precisa fazer é um cadastro rápido, com poucos cliques, clicando no botão abaixo.

O post Mesmo no ‘pior cenário possível’ para a Selic, essa ação brasileira pode continuar destravando valor, segundo analista apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Axia (AXIA3) e outras 9 ações para comprar nesta semana, segundo a Empiricus Research

A Axia (AXIA3) está entre as ações recomendadas pela Empiricus Research para comprar nesta semana. A companhia vive um momento decisivo com mudança relevante em sua estrutura, que pode funcionar como gatilho para valorização no curto e médio prazo.

Recentemente, os acionistas aprovaram a migração da empresa para o Novo Mercado — o mais alto nível de governança da B3. A operação envolve a conversão das ações preferenciais (AXIA5/AXIA6) em ordinárias (AXIA3).

O processo de conversão será feito em uma relação 1 para 1,1, incorporando um prêmio de aproximadamente 10% para compensar o diferencial de dividendos hoje pago pelas ações preferenciais.

Na avaliação da Empiricus, essa simplificação tende a melhorar a percepção do mercado e ampliar o interesse dos investidores pela tese.

Mudança na Axia (AXIA3) pode destravar valor, na visão de analistas

Para Matheus Spiess, analista macroenômico da Empiricus Research, a mudança reforça a tese que levou a Axia a ser uma das recomendações da semana da casa. Segundo ele, a migração ao Novo Mercado vai além de uma reorganização societária e posiciona a empresa em um novo patamar dentro do mercado brasileiro.

Na visão do analista, a iniciativa torna a estrutura acionária mais simples e transparente, o que facilita o entendimento da tese e “amplia de maneira significativa o conjunto de investidores elegíveis a comprar os papéis”, pontua.

Spiess também chama atenção para o maior alinhamento entre acionistas após a aprovação da proposta. Um fator positivo, visto que tende a reduzir ruídos e aumentar a previsibilidade das decisões corporativas ao longo do tempo.

“Trata-se de um movimento construtivo”, resume o analista, destacando a combinação de melhora de governança, potencial aumento de liquidez e redução de riscos percebidos.

Esses fatores ajudam a explicar por que a Axia está entre as recomendações da Empiricus Research para esta semana, mas não são os únicos.

Mais três motivos para comprar Axia (AXIA3) esta semana

A casa também destaca outros vetores que reforçam o momento da companhia. O primeiro deles é a transformação operacional em curso após a privatização.

A empresa, que hoje é a maior do setor elétrico da América Latina, vem executando uma agenda consistente de eficiência, com redução de endividamento, corte de custos, venda de ativos não estratégicos e uma operação mais enxuta.

Outro ponto importante está no cenário de preços de energia. Gargalos na transmissão e condições menos favoráveis nos reservatórios têm sustentado preços mais elevados — um ambiente que favorece diretamente a companhia, que tem mantido parte relevante de sua produção exposta ao mercado para capturar essa valorização.

Por fim, o valuation segue como um diferencial relevante. Atualmente os papéis são negociados a 7,8 vezes valor da firma sobre Ebitda (EV/Ebitda), múltiplos considerados atrativos dentro do setor. Assim, o valor descontando, combinado com ganhos de eficiência e modernização dos ativos, corroboram o potencial de valorização.

Diante desse conjunto de fatores, os analistas reforçaram a recomendação de compra da Axia (AXIA3) nesta semana.

Mas Axia (AXIA3) não é a única: confira outras 9 indicações da Empiricus para investir agora

A carteira Top Picks, concentra as 10 ações com maior potencial no momento, na visão da Empiricus Research. Os analistas selecionaram um grupo de empresas consideradas de qualidade, que estão sendo negociadas com desconto em relação ao seu valor potencial, abrindo uma janela interessante para quem busca ganhos já nas próximas semanas.

Entre as recomendações mais recentes, além da Axia (AXIA3), os analistas selecionaram outros 9 papéis que você pode investir de forma automatizada.

Isso porque a carteira Top Picks já está disponível na plataforma do BTG Pactual. No banco, os investidores conseguem investir no portfólio completo, com as 10 ações recomendadas com poucos cliques.

Com isso, você não precisa se preocupar em ajustar posições ou executar ordens. Todo o rebalanceamento é feito automaticamente, seguindo as atualizações dos analistas.

Para quem quer aproveitar as oportunidades desta semana — incluindo a tese da Axia —, essa pode ser uma forma simples e eficiente de se posicionar. Para isso, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

O post Axia (AXIA3) e outras 9 ações para comprar nesta semana, segundo a Empiricus Research apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Oriente Médio: gestores da Faria Lima não acreditam que conflito dure mais de 6 meses, aponta pesquisa; veja expectativas econômicas

O conflito no Oriente Médio entre Estados Unidos, Israel e Irã não deve durar mais de seis meses. Essa opinião é a predominante entre 30 gestores de multimercados que somam mais de R$ 160 bilhões de patrimônio líquido em suas estratégias da classe.

Para os especialistas entrevistados na pesquisa proprietária da série Os Melhores Fundos de Investimento, da Empiricus Research, as opiniões sobre os impactos que o conflito pode ter na economia ainda estão divididas.

“Enquanto 50% espera uma resolução relativamente rápida, com normalização dos preços de energia, a outra metade projeta um conflito mais prolongado, ainda que sem disrupções mais severas”, comenta o analista da Empiricus, Alexandre Alvarenga.

O analista também explica que, por ora, não há uma percepção relevante dos gestores sobre escaladas estruturais do conflito, com uma leitura predominante de que o choque deve permanecer contido no curto prazo – conforme ilustra o gráfico abaixo:

Além disso, os gestores também encaram os impactos inflacionários como temporários. Nesse ponto, 64% das respostas enxergam um efeito concentrado em 2026, com uma parcela menor (32%) vendo efeitos se estendendo para 2027, enquanto poucos gestores (5%) consideram um cenário de inflação persistentemente mais elevada.

Ademais, a pesquisa também abordou questões do cenário e sentimento macroeconômico.

Piora na inflação e aversão a risco protagonizam sentimentos dos multimercados

No Brasil, Alvarenga relata uma melhora na percepção para o crescimento econômico, enquanto a leitura para inflação demonstrou uma piora em relação ao mês anterior, com o recente choque de commodities. Já o fiscal segue como principal ponto de preocupação, com deterioração adicional na percepção.

Nos Estados Unidos, o sentimento para crescimento e inflação também apresentaram piora relevante, assim como o cenário fiscal.

“No cenário global, a escalada geopolítica se consolidou como principal driver de mercado, elevando a volatilidade e trazendo o choque de energia para o centro das discussões sobre inflação e política monetária”, sintetiza o analista.

Entre as aplicações, a pesquisa indicou destaque em posições aplicadas em juros nominais e reais, além do viés comprado em real e em Bolsa. Para Alvarenga, o resultado reflete o diferencial de juros e uma leitura ainda construtiva para ativos domésticos. “Vale destacar que essa exposição — especialmente em juros — foi a principal detratora para a indústria no mês de março”, relembra o analista.

Nos Estados Unidos, por sua vez, notou-se uma mudança relevante no posicionamento em juros, com migração para posições aplicadas ao longo da curva. Ademais, o dólar mantém leitura negativa frente a outras moedas e a Bolsa americana mantém o viés positivo.

No cenário global, o analista nota a permanência do viés positivo para ativos de risco fora dos Estados Unidos, com destaque para Bolsas de mercados desenvolvidos e emergentes. O ouro também manteve sua posição de ativo de proteção e as commodities ganharam relevância, “tanto como hedge quanto como fonte de retorno em um ambiente de restrição de oferta”, comenta.

Empiricus+: saiba como transformar a visão dos gestores em oportunidades de investimento

Ainda no relatório, Alvarenga atesta que março foi um mês importante para os multimercados, freando o otimismo que era acompanhado desde o início do ano com a classe para fluxo e desempenho.

Agora que você está atualizado sobre a trajetória e estratégia de diversas gestoras para o mês de abril, chegou a hora de transformar essas recomendações em oportunidades de investimentos.

Para isso, quero te apresentar uma novidade da Empiricus: o Empiricus+. Com ele, você tem acesso às principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.

Para ajudar o investidor a ficar por dentro das principais notícias de geopolítica e empresas, a assinatura da Empiricus+ conta também com:

  • Carteiras de ações, fundos de investimento, renda fixa, trading e outros;
  • Lives e podcasts com os analistas;
  • Plantão de dúvidas para assinantes;
  • Tutoriais com o passo a passo para investir, da forma mais simples possível.

Os planos estão com o valor promocional de 12x de R$ 14,90 (para assinatura anual) ou R$ 19,90 por mês (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.

Para liberar o seu acesso a Empiricus+ agora, basta clicar no botão abaixo:

O post Oriente Médio: gestores da Faria Lima não acreditam que conflito dure mais de 6 meses, aponta pesquisa; veja expectativas econômicas apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Gerdau (GGBR4) fazem parte do ‘investimento obrigatório’ em tempos de conflito no Oriente Médio

A essa altura, não é nenhuma novidade que o conflito no Oriente Médio tem ditado o rumo dos mercados globais. Isso se deve, principalmente, aos seus efeitos sobre as commodities, com mais destaque para o petróleo.

A região abriga o Estreito de Ormuz, rota marítima por onde transita cerca de 20% da produção global de hidrocarbonetos. O fechamento do Estreito pelo Irã representa um choque na oferta e, consequentemente, eleva os preços da commodity.

Até o último domingo (12), o tipo brent do petróleo apresentava alta de 66% em 2026, cotado na casa dos US$ 103 por barril.

Naturalmente, as empresas petroleiras da bolsa brasileira têm se beneficiado desse movimento. Veja as valorizações em 2026, até o fechamento de sexta (10):

  • Petrobras (PETR3): 65%
  • PRIO (PRIO3): 63%;
  • Brava Energia (BRAV3): 29%;
  • PetroReconcavo (RECV3): 26%.

Além de PETR4, PRIO3 e demais petroleiras, cenário deve beneficiar outras empresas de commodities

Mas para o analista Matheus Spiess, da Empiricus, essa dinâmica não deve beneficiar apenas as empresas do setor energético.

As expectativas de inflação também ficaram elevadas e reforçam um movimento mais amplo: a retomada das commodities como um todo.

“As restrições ao fluxo de petróleo, derivados, fertilizantes e outros insumos estratégicos pressionam cadeias globais de suprimento e elevam o risco de um choque de oferta relevante, possivelmente um dos mais significativos da história recente”, explica.

Mesmo em um cenário de eventual normalização, continua o analista, “o pano de fundo global segue marcado por um mundo mais fragmentado, com conflitos mais frequentes e cadeias produtivas mais vulneráveis. Esse ambiente tende a sustentar pressões sobre as commodities, especialmente em um contexto de reorganização produtiva que exige mais investimento em infraestrutura, energia e matérias-primas”.

Conheça o ‘investimento obrigatório’ para o cenário atual

Nesse contexto, o analista destaca um “investimento obrigatório” para o cenário atual. Trata-se de um fundo negociado em bolsa que, além das petroleiras, tem em sua composição outras empresas de commodities, como Vale (VALE3) e Gerdau (GGBR4).

No total, o investimento conta com 30 companhias que estão preparadas para capturar o ciclo explicado pelo analista, ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio.

Segundo Spiess, ao fazer parte desse “investimento obrigatório”, o investidor “não se expõe apenas ao potencial de valorização das commodities, mas também ao fluxo de caixa gerado por companhias que operam nesses segmentos, muitas das quais ainda negociam a múltiplos atrativos”.

“Em termos históricos, as commodities seguem relativamente baratas frente a outras classes de ativos, o que reforça a leitura de que podemos estar diante do início de um novo ciclo de valorização, e, portanto, de uma oportunidade relevante de posicionamento em um ambiente global mais inflacionário e instável”, conclui.

Para saber mais sobre qual é este investimento, os motivos pelos quais ele pode ganhar mais força agora e como acessá-lo, é simples: basta clicar neste link ou no botão abaixo.

O post Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Gerdau (GGBR4) fazem parte do ‘investimento obrigatório’ em tempos de conflito no Oriente Médio apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: colapso nas negociações entre EUA e Irã inauguram nova fase do conflito; o que esperar dos mercados nesta segunda (13)?

O colapso das negociações entre Estados Unidos e Irã inaugura um novo estágio de escalada no Oriente Médio, marcado pelo anúncio de bloqueio aos portos iranianos e pela ameaça de restrições no Estreito de Ormuz, um dos principais corredores do comércio global de energia. A medida eleva de forma significativa o risco de interrupções no fluxo de petróleo e derivados, e, ainda que parte do mercado a interprete como instrumento de pressão diplomática, seus efeitos já são concretos: o petróleo voltou a superar a marca de US$ 100 por barril, os mercados globais operam sob pressão e o ambiente de aversão a risco se intensificou, refletindo a maior probabilidade de um confronto direto e de um choque energético mais amplo.

Apesar de algum ceticismo inicial quanto à duração dessa escalada, o cenário permanece delicado. O Irã adota um tom mais duro, condicionando qualquer avanço nas negociações a concessões relevantes, enquanto divergências entre países ocidentais dificultam a construção de uma resposta coordenada. Nesse contexto, a geopolítica retoma protagonismo como principal vetor de preços no curto prazo, com implicações diretas sobre inflação, atividade econômica e estabilidade financeira global. Em um ambiente mais volátil e com menor margem de atuação por parte dos bancos centrais, determinados ativos passam a ganhar relevância estratégica nas carteiras, funcionando, na prática, como posições quase “obrigatórias” para navegar esse novo regime de mercado, marcado por maior fragmentação global.

· 00:54 — O impacto estrangeiro

Por aqui, seguimos, em grande medida, refletindo os movimentos do cenário externo. Até o fim da semana passada, esse pano de fundo vinha sendo, inclusive, favorável aos ativos locais: o Ibovespa encerrou a sexta-feira acima dos 197 mil pontos, renovando seu terceiro recorde consecutivo na semana e acumulando alta de 4,93%, enquanto o dólar voltou a se aproximar do nível de R$ 5,00, com queda de cerca de 1% no período. No entanto, à medida que o ambiente global volta a incorporar o risco de uma nova escalada no Oriente Médio, esses ventos tendem a mudar de direção, e o mercado pode passar a sentir de forma mais evidente os efeitos adversos desse novo contexto.

Ainda assim, há elementos que oferecem alguma camada de resiliência ao mercado doméstico. A composição do Ibovespa, fortemente exposta a commodities, tende a amortecer parte dos impactos, sobretudo em um cenário de petróleo mais elevado, que contribui para a melhora da balança comercial e, por consequência, dá suporte ao câmbio. O contraponto, no entanto, vem pela via inflacionária: a alta de energia e insumos pressiona os preços e reintroduz o risco de desaceleração econômica, mantendo o ambiente sensível ao delicado equilíbrio entre atividade e inflação. Nesse contexto, ganha relevância o acompanhamento da agenda doméstica, com destaque para a participação de Gabriel Galípolo no evento do FMI e do Banco Mundial, nos EUA, além dos dados de serviços, varejo e IBC-Br ao longo da semana, especialmente após a divulgação recente de indicadores de inflação mais pressionados.

No campo político, o cenário também adiciona uma camada adicional de incerteza. As pesquisas mais recentes indicam deterioração na popularidade do governo, com sinais de maior competitividade de nomes da oposição em simulações eleitorais. Ainda que seja cedo para conclusões mais definitivas, movimentos nessa direção podem, ao longo do tempo, alimentar a percepção de uma possível inflexão do pêndulo político em direção a uma agenda mais pró-mercado, reformista e fiscalista, uma hipótese que parece ainda pouco refletida nos preços dos ativos brasileiros.

· 01:43 — Aguardando o início da temporada de resultados

A semana nos Estados Unidos tem início com a abertura da temporada de balanços do primeiro trimestre de 2026, liderada pelos grandes bancos, em um contexto já pressionado pela escalada geopolítica e pela forte alta do petróleo. Os mercados começam reagindo de forma mais cautelosa, com queda nos futuros, refletindo a deterioração das expectativas inflacionárias, intensificada por dados recentes, como um CPI mais elevado, e pelo impacto direto da energia sobre os preços. Ao mesmo tempo, os investidores acompanham de perto indicadores como o PPI e o Livro Bege, ambos nesta semana, em busca de sinais mais claros sobre o ritmo da atividade econômica e os próximos passos da política monetária. Nesse ambiente, o Federal Reserve permanece distante de um ciclo de cortes de juros, com as expectativas já deslocadas para 2027 e condições financeiras ainda em terreno restritivo.

Apesar desse pano de fundo mais desafiador, as projeções de lucros das empresas americanas seguem fortes, com destaque para o setor de energia, favorecido pela valorização do petróleo, e para tecnologia, que começa a apresentar níveis de valuation mais atrativos após as quedas recentes. Ainda assim, observa-se uma desconexão no curto prazo entre o desempenho esperado dos lucros e o comportamento das ações, com investidores adotando uma postura mais cautelosa, especialmente diante das incertezas sobre o retorno dos investimentos em inteligência artificial. Nesse contexto, a temporada de balanços ganha relevância como possível catalisador para reduzir essa divergência e ajudar a reancorar as expectativas.

· 02:38 — Nova escalada?

A escalada no Oriente Médio entra em um novo patamar após a decisão dos Estados Unidos de bloquear os portos iranianos e ameaçar restringir o tráfego no Estreito de Ormuz, na esteira do fracasso das negociações com o Irã durante o final de semana. A medida eleva de forma significativa o risco de confronto direto, sobretudo diante da reação firme de Teerã e do reforço da presença militar americana na região. Na prática, o que antes era percebido principalmente como um foco de tensão geopolítica passa a produzir efeitos mais concretos sobre os mercados, com forte alta do petróleo e uma piora visível no apetite global por risco, ao contrário do que vimos na semana passada.

Esse movimento também amplia a probabilidade de uma disrupção mais prolongada nas cadeias globais de energia e de insumos, com potencial para pressionar tanto a inflação quanto a atividade econômica em diferentes países. Embora ainda exista alguma margem para uma eventual retomada das negociações, a dinâmica atual aponta para um ambiente mais instável, mais volátil e mais suscetível a choques adicionais. Nesse contexto, decisões políticas e militares voltam a exercer influência direta sobre o comportamento dos ativos, reforçando a percepção de que o mercado entrou em uma fase mais sensível à geopolítica e menos apoiada apenas em fundamentos tradicionais. Em momentos como esse, a disparada do petróleo tende a produzir efeitos em cadeia sobre diferentes classes de ativos, alterando preços relativos, expectativas macroeconômicas e fluxos de capital. Por isso, alguns investimentos passam a assumir um papel particularmente relevante em carteira, funcionando quase como posições “obrigatórias” em cenários de conflito, justamente por sua maior capacidade de capturar essa nova dinâmica de mercado.

· 03:25 — Ruptura na democracia mais “iliberal” da Europa

A derrota de Viktor Orbán após 16 anos no poder marca uma inflexão relevante na trajetória política da Hungria, com a vitória de Péter Magyar e a provável formação de uma supermaioria parlamentar. O novo líder sinaliza uma agenda de mudanças profundas, que inclui o avanço de medidas anticorrupção, a revisão de estruturas institucionais e uma reaproximação mais clara com a União Europeia. Esse movimento também implica uma reorientação no posicionamento internacional do país, reduzindo o alinhamento observado nos últimos anos com Vladimir Putin e Donald Trump, e reposicionando a Hungria de forma mais consistente dentro do eixo ocidental.

Do ponto de vista geopolítico, os desdobramentos são relevantes. A saída de Orbán tende a destravar pautas importantes no âmbito da União Europeia, incluindo o avanço de apoio financeiro à Ucrânia, o que fortalece a posição de Volodymyr Zelenskyy em meio ao conflito com a Rússia, que vinha sendo beneficiada pelo conflito entre EUA e Irã. Ainda assim, apesar do alívio inicial em Bruxelas e Kiev, o cenário permanece desafiador: a guerra segue em curso, as pressões sobre energia persistem e o ambiente político europeu continua fragmentado. Nesse contexto, a mudança na Hungria deve ser entendida como parte de um quadro mais amplo e ainda complexo.

Sob uma perspectiva institucional, a derrota de Orbán representa um marco importante após anos de desgaste democrático, mas também inaugura uma fase de maior complexidade. O governo de Magyar deverá enfrentar o chamado “dilema pós-populista”, nas palavras de Yascha Mounk, preservando as regras vigentes, mas convivendo com estruturas influenciadas por aliados do antigo regime, ou promovendo rupturas mais profundas, correndo o risco de fragilizar as próprias instituições que busca fortalecer. Em última instância, o episódio reforça uma leitura mais cautelosa: a saída de um líder populista não encerra o processo, mas apenas inaugura uma etapa longa, gradual e, por natureza, incerta de reconstrução democrática.

· 04:17 — Retornaram bem

O retorno da missão Artemis II representa um marco relevante ao levar astronautas a distâncias inéditas da Terra, mas seu significado vai além do avanço científico: trata-se de um sinal claro de reativação da competição espacial em um ambiente geopolítico cada vez mais tensionado entre Estados Unidos e China. De um lado, Washington acelera seu cronograma para levar a missão Artemis IV à superfície lunar até 2028; de outro, Pequim avança de forma consistente com o objetivo de colocar seus próprios astronautas na Lua até 2030, sustentada por progressos relevantes em estações espaciais e missões robóticas cada vez mais sofisticadas.

Nesse contexto, a exploração espacial volta a ganhar contornos estratégicos típicos de uma nova “Guerra Fria 2.0”, na qual tecnologia, prestígio e projeção de poder caminham lado a lado. Esse ambiente tende a estimular não apenas a intensificação dos investimentos governamentais, mas também o avanço de iniciativas privadas, ampliando o ecossistema do setor. Entre elas, ganha destaque a possibilidade de um IPO da SpaceX ainda este ano, que pode se consolidar como um marco financeiro dessa nova fase — e um indicativo de que a corrida espacial contemporânea será, cada vez mais, compartilhada entre Estados e mercado.

· 05:04 — Novo mercado

A aprovação da migração da Axia para o Novo Mercado marca um avanço relevante na trajetória da companhia, tanto sob a ótica societária quanto na forma como o mercado tende a percebê-la. A proposta envolve a conversão das ações preferenciais (AXIA5/AXIA6) em ações ordinárias (AXIA3), na proporção de 1 para 1,1 — relação que incorpora o prêmio associado ao diferencial de aproximadamente 10% nos dividendos hoje conferido às PNs. Mais do que uma simples reorganização técnica, a iniciativa posiciona a empresa no mais elevado nível de governança da B3, eliminando a estrutura com múltiplas classes de ações e, com isso, ampliando de maneira significativa o conjunto de investidores elegíveis à tese, em especial os institucionais, frequentemente restritos a companhias com estrutura acionária mais transparente.

Além disso, o fato de a proposta ter sido aprovada com o apoio abrangente dos acionistas reforça o alinhamento de interesses entre as diferentes partes, reduzindo potenciais fricções e contribuindo para maior previsibilidade nas decisões corporativas, incluindo a distribuição de dividendos. Em paralelo, a migração também representa um passo importante na consolidação do processo de privatização da companhia, que ao longo dos últimos anos foi alvo de questionamentos recorrentes, mas que agora parece avançar de forma mais definitiva. Trata-se de um movimento construtivo para as ações de AXIA6, ao reunir melhora de governança, potencial aumento de liquidez e redução de riscos percebidos, fatores que, juntos, tendem a favorecer uma reprecificação mais gradual, porém consistente, ao longo do tempo.

O post Ibovespa hoje: colapso nas negociações entre EUA e Irã inauguram nova fase do conflito; o que esperar dos mercados nesta segunda (13)? apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

É hoje: robô quer rastrear lucros de até 4.900% com criptomoedas – mesmo com o mercado em baixa

O SOROS, ferramenta automática de operações com criptomoedas baseada em estratégia da Empiricus Research, é relançada ao mercado nesta segunda-feira (13) – agora com uma novidade que pode atrair ainda mais os investidores.

Em meio a um cenário de incertezas nos mercados globais, que levou o universo cripto a um período de baixa, a ferramenta foi aprimorada. Nesta nova fase, suas configurações foram ajustadas para buscar retornos que podem chegar a até 500 vezes o valor investido, independentemente da direção do mercado, seja em alta ou em queda.

Investidores que já quiserem reservar seu acesso à nova versão da ferramenta podem deixar seus nomes na lista de espera, clicando aqui.

SOROS quer atuar na alta ou na baixa das criptomoedas, com ‘microciclos’ de oportunidade, segundo especialista

Com os correntes conflitos geopolíticos, a pressão inflacionária e o sentimento de aversão ao risco, os investidores passaram a “evitar” as criptomoedas, o que levou o mercado a um bear market.

Entretanto, para o head de pesquisa em ativos digitais da Empiricus Research, Valter Rebelo, “dentro de um grande ciclo do mercado de ativos digitais, temos microciclos de alta, queda ou neutralidade, geralmente de 30 dias cada”.

Detectar esses microciclos, e quais oportunidades mais se destacam em cada um deles, é uma missão que cabe aos profissionais com experiência na área. Afinal, com toda sua complexidade, não é todo o investidor que consegue interpretar o cenário do criptomercado sozinho.

Foi nessa toada que Rebelo e sua equipe desenvolveram o S.O.R.O.S. (sigla para Sistema Otimizado de Risco, Operações e Sinalização). O robô, lançado em 2025, é classificado atualmente como o principal sistema de identificação de ativos digitais da América Latina.

Pensando justamente em unir a expertise profissional e o interesse de muitos investidores na busca por lucros, Rebelo e seu time trabalharam para reprogramar o robô SOROS de acordo com as novas “marés” do mercado.

A grande virada de chave agora é que, mesmo quando o mercado de criptomoedas estiver “andando de lado” sem tendência clara de alta ou de baixa, a nova configuração do SOROS muda de estratégia. Daí, o robô passa a buscar renda em dólar em caso de tendência de neutralidade nos mercados, sem janelas de oportunidade de lucros explosivos.

Se você quer entender melhor como o SOROS funciona, mas sem assumir compromissos financeiros por enquanto, um evento especial foi preparado para tirar todas essas dúvidas.

Lançamento gratuito e online do SOROS nesta segunda-feira (13); veja como participar

No próximo dia 13 de abril, a partir das 19h, Valter Rebelo e o time de ativos digitais da Empiricus te convidam para um evento online e gratuito, no qual a nova versão do SOROS será apresentada.

Por meio do evento, você poderá tirar suas dúvidas e, se desejar prosseguir, no final, poderá solicitar seu acesso ao sistema. Vale lembrar que a ferramenta opera para identificar as oportunidades mais promissoras de lucros no mercado de criptomoedas, além de oferecer:

  • Análise em tempo real de mais de 300 ativos digitais;
  • Realocação 100% automática, 24 horas por dia;
  • Chances de buscar lucros “fora da curva”;
  • Caixa dolarizado com rendimento em caso de lateralização de tendências.

Se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o SOROS.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la. O registro inicial é gratuito:

O post É hoje: robô quer rastrear lucros de até 4.900% com criptomoedas – mesmo com o mercado em baixa apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Criptomoedas: como lucrar em qualquer cenário de mercado

Depois de cinco semanas de conflito entre ameaças e recuos, chegou o anúncio que o mercado aguardava. Na última terça-feira, Donald Trump declarou pelas redes sociais um cessar-fogo entre os EUA e o Irã, mediado por Paquistão e China. O Estreito de Ormuz, a passagem por onde circula cerca de um quinto de todo o petróleo do mundo, seria reaberto.

Ainda que frágil, o mercado recebeu a notícia com otimismo. Bolsas americanas subiram, criptoativos foram junto, o petróleo e o dólar recuaram. O acordo tem asteriscos — horas depois, Israel atacou o Líbano em larga escala, o Hezbollah respondeu e o Irã acusou violação — mas ainda assim sinaliza um caminho, ainda que tortuoso, rumo à normalização.

Nesta edição, destrinchamos o que esse cessar-fogo significa para os ativos de risco, como está se refletindo no regime macro e encerramos com o que importa para o portfólio neste momento: como gerar retorno quando o mercado não escolhe uma direção.

De olho nos últimos acontecimentos

Após semanas operando comprimido na região dos US$ 68 mil, o Bitcoin testa as proximidades dos US$ 72 mil com o anúncio do cessar-fogo.

O nível dos US$ 68 mil segue como o principal ponto de referência técnica no curto prazo. Enquanto o BTC se mantiver acima dessa faixa, o viés é de recuperação. O que torna o momento mais complexo é que o próximo gatilho não está no gráfico, está nos desdobramentos do acordo.

Fonte: Empiricus Cripto

O gráfico combina três elementos: a evolução recente do preço, um cone de volatilidade baseado nos últimos 30 dias, que projeta as faixas prováveis de negociação no curto prazo, e o perfil de mercado, que mostra onde houve maior concentração de volume, indicando os níveis de suporte e resistência mais relevantes.

O que chama atenção é a baixa densidade de volume entre os US$ 68 mil e a faixa dos US$ 80 mil. Isso significa menos resistência intermediária e, na prática, potencial para deslocamentos mais rápidos de preço nessa direção, caso o cenário externo seja mantido. Ou seja, do lado técnico, um leve viés de alta.

Análise macro

O ponto de partida é entender em qual regime os ativos estão operando. A inflação atual não é consequência de demanda aquecida, é um choque de oferta vindo da energia. Petróleo caro por conta do conflito encarece custos, pressiona a inflação de curto prazo e tira o Federal Reserve da jogada: sem espaço para cortar juros, o banco central mantém a postura dura.

Os dados de inflação de março, divulgados na sexta-feira (10/04), ilustram bem essa tensão. A inflação cheia, que inclui energia e alimentos, acelerou de forma expressiva, refletindo diretamente o choque do petróleo. Já o núcleo da inflação, o core, que exclui esses componentes voláteis e mede se o choque está se espalhando para salários e serviços, veio mais comportado do que o esperado. Por ora, o fogo ficou contido. Mas um mês não é tendência, os próximos releases vão dizer se isso se sustenta ou se os custos de energia começam a migrar para o resto da economia.

Do lado do crescimento, os sinais recentes apontam para resiliência. O mercado de trabalho surpreendeu positivamente, e os spreads de crédito, a diferença entre os juros que empresas pagam para se financiar e os títulos do governo, usada como termômetro da saúde financeira do setor privado, voltaram a cair. Quando os spreads recuam, o mercado está sinalizando que não vê risco sistêmico no horizonte, nos afastando do cenário de estagflação. A leitura mais precisa é de desaceleração sem ruptura.

Esse ambiente quebra uma das correlações mais antigas da lógica de investimento, a ideia de que, quando ações caem, os títulos de renda fixa sobem e amortecem o tombo. Em 2022, isso deixou de funcionar pela primeira vez em décadas. Ações caíram. Bonds também caíram. Os prejuízos nos portfólios tradicionais chegaram a ser comparáveis aos de 2008, não porque houve uma crise financeira, mas porque a inflação forçou os juros para cima, e juros altos derrubam o preço dos títulos. O ativo que deveria proteger virou mais um vetor de perda. Hoje, a lógica é semelhante.

A grande questão, em resumo, é que, se a inflação permanecer controlada, ou seja, se o núcleo não se disseminar de forma mais persistente pela economia, os ativos de risco encontram espaço para reagir. Isso ocorre porque o ambiente de liquidez, embora pressionado, segue suficientemente acomodativo para sustentar o crescimento, evitando um aperto mais severo das condições financeiras.

Ações e criptoativos, que são altamente sensíveis a liquidez e apetite a risco, tendem a capturar esse movimento. Não porque o ruído macro tenha desaparecido, mas porque a economia continua avançando e o sistema ainda tem capacidade de absorver choques. Nesse contexto, quando o mercado percebe que o pessimismo se deslocou além do necessário, os movimentos de reversão tendem a ocorrer de forma rápida e desproporcional.

Como gerar retorno quando o mercado não decide

Acima, descrevemos um cenário com potencial de desfecho mais otimista — impulsionado pelo cessar-fogo e pelos sinais de resiliência econômica. Mas nada está decidido. Apesar de estarmos numa posição melhor do que algumas semanas atrás, ainda estamos num momento de indecisão.

Muito ruído, pouca direção, esse é o ambiente que mais testa o investidor. E também o que mais traz prejuízo para quem não tem estratégia. A boa notícia é que, com a abordagem certa, ainda é possível ganhar dinheiro nesse tipo de cenário.

O primeiro passo é ter caixa. Não como falta de posicionamento, mas como ferramenta ativa. Caixa é a capacidade de agir quando os outros estão paralisados e em momentos de ruído elevado, essa optionalidade vale muito.

O segundo é olhar para as altcoins com mais critério do que o habitual. Nesse contexto, o que interessa são ativos que estão formando estrutura própria, ou seja, que conseguem fazer máximas e mínimas progressivamente mais altas independente do movimento do Bitcoin. Quando uma moeda performa dessa forma num ambiente adverso, ela está sinalizando força relativa.

Além disso, faz sentido manter exposição a ativos com perfil de proteção. O ouro é um ótimo exemplo, ainda mais num ambiente em que a inflação pressiona e os títulos de renda fixa deixam de cumprir o papel de hedge, o metal precioso historicamente retoma relevância como reserva de valor.

E para quem opera com mais sofisticação, vale lembrar que cenários de queda também geram oportunidade. Através do mercado de futuros, é possível montar posições vendidas, os chamados shorts. Se trata de ter ferramentas para capturar retorno em qualquer direção.

Consolidar tudo isso em uma estratégia coerente não é simples e é justamente o que o SOROS, nosso sistema proprietário de alocação, busca fazer. O modelo opera em qualquer regime: captura alta quando o mercado sobe, protege o portfólio via shorts quando o mercado cai e, mesmo quando o dinheiro está em caixa, gera yield dolarizado, ou seja, o capital parado continua trabalhando, gerando renda em dólar enquanto aguarda o próximo movimento. Num ambiente como o atual, em que nada está decidido, ter uma estratégia que funciona nas três situações deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade.

Por isso, nesta segunda-feira, vamos lançar uma versão atualizada do Soros 50X. Um sistema pensado para identificar ativos que podem ganhar na alta e na baixa… e quando o mercado estiver lateralizado, rentabilizar o caixa em dólar.

Para saber como testar, basta se cadastrar gratuitamente aqui.

O post Criptomoedas: como lucrar em qualquer cenário de mercado apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Dividendos da semana: Lojas Renner (LREN3), Rede Energia (REDE3) e Vivo (VIVT3) pagam proventos em 13 e 14 de abril

Nessa semana, três ações da bolsa brasileira têm proventos programados para serem pagos aos seus acionistas: Lojas Renner (LREN3), Rede Energia (REDE3) e Telefônica/Vivo (VIVT3).

No caso de REDE3, a empresa pagará dividendos; já para LREN3 e VIVT3, estamos falando de juros sobre capital próprio (JCP). A diferença entre as duas modalidades de pagamento faz a diferença para o investidor.

Isso porque JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte, enquanto os dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

Além disso, um outro detalhe que não deve fugir ao investidor é a “data com”, ou data de corte: apenas acionistas que detinham posição nos papéis até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos.

Preparamos um calendário completo com todos os pagamentos previstos para a semana. Veja a seguir.

Dividendos da semana: confira ações que pagam proventos a partir de 13 de abril

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
Rede EnergiaREDE3Dividendo0,113/04/202617/03/2026
Lojas RennerLREN3JCP0,22214/04/202624/03/2026
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,07414/04/202611/04/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,07714/04/202625/08/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,06114/04/202623/06/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,10214/04/202625/07/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,15414/04/202622/05/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,12414/04/202622/09/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,10614/04/202624/11/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,11814/04/202627/10/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,10914/04/202629/12/2025

Onde investir para buscar dividendos? Confira ações indicadas no Empiricus+

Se você ainda não sabe em quais ações investir para buscar dividendos em 2026, pode conferir as recomendações mais promissoras do momento pelo Empiricus+.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming“, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

E você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso. Basta clicar no botão abaixo para liberar seu acesso:

O post Dividendos da semana: Lojas Renner (LREN3), Rede Energia (REDE3) e Vivo (VIVT3) pagam proventos em 13 e 14 de abril apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Criptomoedas: o ‘apocalipse’ está chegando? Empiricus PodCa$t deste sábado (11) discute o que esperar dos ativos digitais

Em 2025, o mercado de criptomoedas passou por um rali histórico, no qual o bitcoin (BTC) chegou à máxima de US$ 126 mil.  

Hoje, o cenário virou: os preços estão longe dos vistos no ano passado, e o foco está na guerra no Oriente Médio. Enquanto investidores buscam por proteção para suas carteiras, as criptomoedas ainda tentam “se encontrar”.

Além disso, uma notícia chamou a atenção na semana passada: uma nova descoberta na área de computação quântica, que coloca o futuro dos criptoativos em dúvida.  

Será que pior já passou, ou o mercado cripto “perdeu o chão”?  No Empiricus PodCa$t deste sábado (11), Heloísa Mendonça e Valter Rebelo, especialistas em ativos digitais da Empiricus Research, discutem as perspectivas do mercado. Confira:

‘Apocalipse’ nas criptomoedas: computação quântica coloca futuro cripto em dúvida

No último dia 1º de abril, um paper publicado pelo Google em parceria com a Fundação Ethereum trouxe à tona uma descoberta que coloca o futuro das criptomoedas sob escrutínio.

Segundo o paper, é possível que, até 2029, já seja possível a criação de computadores quânticos potentes o suficiente para quebrar a criptografia de carteiras na blockchain – se o sistema de segurança atual não for atualizado a tempo.

Com isso, carteiras de grande proporção e mais antigas – como a de Satoshi Nakamoto, criador do bitcoin – estão entre as mais vulneráveis.

“Inevitavelmente, até 2029 ou 2030, os bitcoins de Satoshi serão movimentados”, afirma Valter. Caso a carteira do criador do BTC seja ‘hackeada’, cerca de US$ 70 bilhões em BTC estarão em risco.

O quão sensível isso realmente será para o bitcoin e todas as demais criptomoedas? Será que o mercado poderá se sair ‘vencedor’ nessa mudança iminente?

Enquanto isso, por que o bitcoin (BTC) caiu desde a máxima histórica em outubro?

O bitcoin (BTC) já vinha em queda antes do início do conflito no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. Para além da geopolítica, Heloísa Mendonça comenta que o mercado cripto testemunhou investidores de longo prazo liquidando suas posições em BTC após a moeda ultrapassar o patamar psicológico dos US$ 100 mil no ano passado.

“Não é exatamente uma falta de convicção do mercado, mas o investidor quer aproveitar os seus lucros”, afirma Heloísa.

Já Valter Rebelo também traz outra perspectiva: “Muitos que compraram bitcoin em 2009 ou 2010 tinham uma perspectiva mais idealista, um movimento mais anárquico. Quando os Estados Unidos começaram a institucionalizar o bitcoin, criou-se a narrativa de que a moeda foi ‘cooptada’”, levando investidores mais antigos a vender.

‘A dinâmica do investidor mudou muito’: Perfil dos compradores de criptomoedas é outro

Em contrapartida, enquanto uns realizam lucros, há um outro grupo de investidores comprando: os institucionais. Segundo Valter, entre 2024 e 2025, o mercado institucional em cripto cresceu mais de 100%, enquanto no varejo (investidores pessoa física), a expansão foi de cerca de 30%.

“Varejo é o fluxo ‘menos informado’, que observa ruídos achando que é sinal”, afirma. “A pessoa física precisa prestar atenção nisso: em como tomar uma decisão marginalmente mais informada”, ao invés de comprar ou vender baseando-se em notícias pontuais.

Com isso, o especialista propõe a pergunta: “O que o institucional está vendo que o varejo não está vendo?”

Assista ao episódio na íntegra para conferir as respostas a essa e outras perguntas:

O post Criptomoedas: o ‘apocalipse’ está chegando? Empiricus PodCa$t deste sábado (11) discute o que esperar dos ativos digitais apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Weg (WEGE3): Empiricus reforça recomendação de compra; veja dois motivos para investir na ação 

Ibovespa segue renovando máximas. Nesta sexta-feira (10), o principal índice da bolsa brasileira chegou a tocar nos 197 mil pontos, por volta das 11h da manhã. Nesse cenário, a Empiricus Research aproveitou para reforçar a recomendação de Weg (WEGE3).  

De acordo com os analistas da casa, além do cenário interno, uma decisão recente do presidente norte-americano, Donald Trump pode beneficiar as ações da companhia.  

Quais são os principais motivos para investir na Weg? 

Neste momento a combinação de dois fatores podem impulsionar as ações da Weg na bolsa. O primeiro deles esta mais ligado ao ambiente macroeconômico doméstico. Por aqui, o clima segue positivo para os ativos de riscos, apesar das incertezas causadas pelo conflito no Oriente Médio. 

Os analistas da Empiricus explicam que isso se deve ao fluxo de capital estrangeiro que segue migrando dos Estados Unidos, bem como um dólar mais fraco. Nesta sexta (10) a moeda chegou aos R$ 5, o patamar visto há mais de um ano. Esse ambiente, favorece os ativos de mercados emergentes como o Brasil.  

Ainda no ambiente doméstico, o ciclo de cortes de juros pode seguir impulsionando a bolsa. Eles avaliam que, apesar da alta de 0,88% registrada no IPCA de março, a Selic deve continuar em trajetória de queda.  

O segundo fator é mais ligado a tese da própria Weg.

Trata-se de uma medida assinada recentemente por Donald Trump que reduz as tarifas de importação sobre equipamentos industriais e de rede com alta intensidade metálica. Este é justamente o setor em que a companhia concentra grande parte do seu portfólio.  

 A nova regra tem como objetivo fortalecer a indústria americana ao reduzir as tarifas para uma faixa entre 15% e 25% até 2027. Contudo, empresas globais bem posicionadas — como é o caso da Weg — tendem a ser beneficiadas.  

Os analistas lembram que a companhia já havia sido favorecida pelas tarifas recíprocas do Brasil, que recuaram de 50% para 10%. Assim, tanto o ambiente doméstico, quanto a decisão de Trump podem “se traduzir em ganho adicional de rentabilidade para as ações da Weg (WEGE3).  

Por esse motivo, os analistas da Empiricus aproveitaram para reforçar a recomendação de compra do papel. Atualmente, a Weg está presente na carteira “As Melhores Ações da Bolsa”, mas ela não é a única. 

WEGE3 e mais 10 recomendações para começar a investir hoje 

Além da Weg (WEGE3) você pode conhecer todas as recomendações da série “As Melhores Ações da Bolsa”, por meio do Empiricus+, a nova assinatura “streaming” da maior casa de análise independente do país.  

Por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.  

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensais (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.  

Para liberar o seu acesso a Empiricus+ e a todas as recomendações da série agora mesmo, basta clicar no botão abaixo: 

O post Weg (WEGE3): Empiricus reforça recomendação de compra; veja dois motivos para investir na ação  apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Direcional (DIRR3) reporta prévia do 1T26 ‘sem surpresas’ e com solidez no ritmo de vendas; é hora de investir?

Na noite de ontem (9), a Direcional (DIRR3) divulgou a prévia dos resultados operacionais do 1T26, com números praticamente em linha com o esperado.

Os lançamentos do trimestre totalizaram um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,0 bilhão (R$ 862 milhões na % Direcional), representando crescimento de 12% em relação ao 1T25. O mix seguiu concentrado na marca Direcional (70%), enquanto a Riva respondeu por 30% do volume lançado.

Vendas da Direcional sobem quase 20% na base anual

As vendas líquidas atingiram R$ 1,6 bilhão (R$ 1,4 bilhão na % Companhia), avanço de 19% na comparação anual e de 4% frente ao 4T25, marcando o maior patamar já registrado para um primeiro trimestre. No acumulado de 12 meses, as vendas somam R$ 6,4 bilhões, crescimento de 7% na base anual.

A velocidade de vendas (VSO) foi novamente um destaque, atingindo 24% no trimestre, avanço de 250 bps em relação ao 4T25 e o maior nível já observado para um 1T. O desempenho foi equilibrado entre as duas marcas, com VSO de 24% na Direcional e de 23% na Riva.

O nível de estoque permanece controlado, com VGV total de R$ 5,2 bilhões (R$ 4,3 bilhões na % Direcional), sendo apenas 3% composto por unidades concluídas, o que reforça a qualidade do portfólio e reduz riscos de pressão comercial.

De olho em DIRR3 após prévia do 1T26

No trimestre, a companhia apresentou geração de caixa operacional positiva de R$ 13 milhões, embora o consumo contábil tenha sido de R$ 76 milhões, impactado por efeitos não operacionais ligados à amortização de recebíveis — este pode ser um ponto de monitoramento para a performance do papel no pregão de hoje (10).

De forma geral, a prévia do 1T26 reforça a solidez operacional da Direcional. Os números de lançamentos vieram marginalmente (-4%) inferiores às nossas projeções, mas o ritmo de vendas permanece saudável.

Apesar da recente volatilidade no setor decorrente de mudanças na distribuição de recursos do FGTS, seguimos vendo a companhia bem posicionada para capturar a demanda no segmento econômico, com execução consistente ao longo do ciclo. Negociando a um múltiplo P/L de 7 vezes para 2026, as ações de DIRR3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

  • Quer dominar o mercado financeiro em 2026? Conheça o Empiricus+, a plataforma mais completa de investimentos; saiba mais

O post Direcional (DIRR3) reporta prévia do 1T26 ‘sem surpresas’ e com solidez no ritmo de vendas; é hora de investir? apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: negociações entre EUA e Irã no Paquistão, IPCA e mais destaques desta sexta (10)

Os mercados globais caminham para o fim de semana em tom de cautela, à espera das negociações entre Estados Unidos e Irã no Paquistão, em um ambiente ainda marcado por incertezas relevantes.

Embora haja sinais pontuais de distensão, incluindo uma retórica mais conciliadora por parte de Donald Trump, persistem dúvidas quanto à efetividade do cessar-fogo, especialmente diante da continuidade dos conflitos no Líbano e da manutenção das restrições no Estreito de Ormuz, que segue operando com tráfego significativamente reduzido. Esse contexto reforça a leitura de um alívio apenas parcial do risco geopolítico, mantendo os investidores atentos e sensíveis a qualquer eventual deterioração nas negociações.

Nos ativos, esse pano de fundo se traduz em um comportamento mais ambíguo: as bolsas apresentam desempenho misto ao redor do mundo, o petróleo segue volátil, ainda abaixo dos níveis mais críticos, mas pressionado pelas incertezas em torno da oferta, e o dólar exibe força moderada. Ao mesmo tempo, o foco dos investidores se volta para dados econômicos relevantes, em especial a inflação nos Estados Unidos, que deve refletir o impacto recente da alta dos preços de energia.

Em paralelo, a China começa a dar sinais de saída de seu período de deflação industrial, impulsionada justamente pelo encarecimento da energia, o que evidencia como o conflito já se dissemina para além da geopolítica, afetando a dinâmica econômica global.

· 00:52 — Uma inflação nada agradável

No Brasil, o Ibovespa renovou ontem sua máxima histórica, superando os 195 mil pontos, ainda impulsionado pelo alívio no cenário geopolítico e pelo fluxo estrangeiro direcionado a mercados emergentes.

Em paralelo, o dólar voltou a recuar, atingindo o menor patamar desde abril de 2024, ao redor de R$ 5,06. Esse movimento reflete um ambiente global mais favorável aos ativos de risco, especialmente em economias emergentes, como o Brasil, em um contexto de fraqueza da moeda americana.

No campo doméstico, o destaque ficou por conta da inflação de março, que, como antecipado, veio acima do esperado. O IPCA acelerou de 0,70% em fevereiro para 0,88% em março, superando a expectativa do mercado, que girava em torno de 0,77%. Com isso, a inflação acumulada em 12 meses voltou a ultrapassar o nível de 4%, alcançando 4,14%.

O dado é negativo para quem esperava uma retomada mais agressiva do ciclo de cortes de juros pelo Banco Central ao longo do ano. A Selic deve, sim, continuar em trajetória de queda, mas em um ritmo mais gradual do que se projetava anteriormente, o que tende a ser mais construtivo para o real, embora menos favorável para o desempenho das ações no curto prazo.

Ainda assim, não se trata de um cenário de ruptura. A inflação segue pressionada, sem dúvida, refletindo tanto fatores domésticos, como a condução fiscal, quanto choques externos, especialmente associados à guerra no Oriente Médio.

Mesmo assim, ainda há espaço para algum grau de flexibilização monetária ao longo do tempo. A presença de um calendário eleitoral no horizonte também pode influenciar a dinâmica, sobretudo se houver sinais de maior disciplina fiscal, o que poderia contribuir para uma melhora nas expectativas de inflação.

No âmbito das políticas públicas, o governo intensificou medidas para mitigar os impactos da alta do petróleo, combinando ações de curto prazo para suavizar pressões sobre preços e setores mais sensíveis. No entanto, a suspensão judicial do imposto sobre exportação de petróleo adiciona uma camada extra de incerteza fiscal, enquanto propostas voltadas à redução do endividamento das famílias, incluindo o uso de recursos do FGTS, ainda dependem de aprovação.

Em conjunto, o cenário segue marcado por um equilíbrio delicado entre estímulos de curto prazo, desafios fiscais e a necessidade de ancorar expectativas.

· 01:47 — O impacto começa a aparecer

Nos Estados Unidos, os dados mais recentes apontam para uma economia que começa a exibir sinais mistos. De um lado, o mercado de trabalho ainda demonstra resiliência, com os pedidos recorrentes de auxílio-desemprego recuando para os níveis mais baixos em quase dois anos.

De outro, o consumo das famílias segue enfraquecido: os gastos avançaram de forma praticamente marginal, refletindo o impacto de uma inflação ainda elevada e persistente. Esse arrefecimento da demanda, vale notar, já vinha se desenhando antes mesmo da escalada recente das tensões no Oriente Médio, sugerindo que o consumidor americano começa a sentir de forma mais clara o peso de um ambiente de preços mais pressionado.

Nesse contexto, o foco do mercado se desloca naturalmente para a inflação, com a divulgação do CPI de março, que deve capturar de maneira mais evidente o impacto da alta recente da gasolina. As expectativas apontam para uma aceleração relevante no índice, com avanço mensal expressivo e manutenção da inflação em patamar acima da meta do Federal Reserve.

Ao mesmo tempo, cresce a preocupação com o poder de compra das famílias, uma vez que a elevação de preços, especialmente em itens essenciais como energia e alimentos, tende a exigir ajustes adicionais no padrão de consumo. Assim, a leitura predominante é de uma economia que segue em funcionamento, mas com sinais crescentes de perda de fôlego, em meio a pressões inflacionárias persistentes e a incertezas sobre os próximos passos da política econômica

· 02:31 — Avanços tímidos, mas na direção correta

O cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã segue frágil e cercado de incertezas às vésperas de negociações decisivas no Paquistão. Embora haja sinais pontuais de avanço diplomático, como a mudança de tom de Donald Trump e uma disposição mais visível para o diálogo, permanecem divergências relevantes entre as partes.

Israel continua atuando militarmente no Líbano (pelo menos há agora um aparente sinal de disposição de conversar entre as partes), enquanto o Irã mantém exigências duras, entre elas a interrupção completa das ofensivas e a preservação de seu controle sobre o Estreito de Ormuz, que, na prática, continua fechado ou operando sob severas restrições. Esse quadro deixa claro que, embora exista espaço para negociação, a construção de uma paz mais duradoura ainda está longe de estar assegurada.

Do ponto de vista macro, os efeitos da guerra já se fazem sentir e tendem a persistir por algum tempo. O fluxo de petróleo segue comprometido, com o tráfego no Estreito de Ormuz muito abaixo dos níveis normais, o que mantém pressão sobre os preços de energia e afeta cadeias produtivas relevantes, como as de fertilizantes e eletricidade.

Mesmo com algum alívio recente nos mercados, a leitura predominante ainda é de cautela, uma vez que o risco de nova escalada continua elevado. Instituições como o FMI já começam, inclusive, a incorporar perdas mais permanentes em suas projeções para o crescimento global, reforçando a percepção de que, mesmo diante de avanços diplomáticos, o impacto econômico desse conflito não será dissipado rapidamente.

· 03:29 — Sinais de turbulência

Líderes de grandes bancos de Wall Street foram convocados para uma reunião urgente com Jerome Powell e Scott Bessent após o surgimento de preocupações com um novo modelo de inteligência artificial desenvolvido pela Anthropic.

Batizado de Mythos, o sistema é considerado tão avançado que a própria empresa decidiu restringir seu acesso a um grupo muito seleto de companhias, diante do risco de que possa ser utilizado para identificar falhas em sistemas digitais e até viabilizar ataques cibernéticos. O objetivo das autoridades é claro: garantir que o sistema financeiro esteja preparado para esse novo ambiente, reforçando suas defesas antes que tecnologias semelhantes se tornem mais amplamente disponíveis.

E não se trata de um risco abstrato: em poucas semanas, o modelo foi capaz de identificar milhares de vulnerabilidades, incluindo falhas antigas e até brechas em sistemas historicamente considerados altamente seguros, além de apresentar indícios de contornar suas próprias salvaguardas.

O ponto mais profundo, porém, vai além da cibersegurança tradicional. Boa parte da segurança digital que sustenta o sistema financeiro global, de transações bancárias a comunicações criptografadas, se apoia em problemas matemáticos considerados, até hoje, extremamente difíceis de resolver, como a fatoração de números muito grandes em seus componentes primos, um tema que tangencia discussões fundamentais da teoria dos números, incluindo a Hipótese de Riemann.

Em termos simples, esses sistemas funcionam porque “quebrar o código” é, na prática, inviável. Mas se modelos de IA avançarem a ponto de reduzir significativamente essa barreira, seja acelerando soluções, seja explorando vulnerabilidades de forma inédita, podemos estar diante de um verdadeiro ponto de inflexão. Não apenas ataques mais sofisticados, mas a necessidade de repensar, na base, os protocolos de segurança que sustentam a economia digital. Em outras palavras, a próxima disrupção da inteligência artificial pode não estar apenas na produtividade — mas na própria definição do que hoje entendemos como segurança.

· 04:15 — Abordagem política

Para Xi Jinping, os Estados Unidos passam a emitir sinais cada vez mais ambíguos. Por um lado, seguem demonstrando uma capacidade militar impressionante, com alto grau de integração tecnológica e operacional entre diferentes frentes, o que naturalmente impõe respeito e até certa admiração do ponto de vista estratégico.

Por outro, expõem fragilidades relevantes em momentos de estresse econômico e geopolítico, seja pela dependência de minerais críticos, pela sensibilidade a choques energéticos ou, sobretudo, pela crescente divisão política interna. Essa combinação de força externa com vulnerabilidades domésticas tende a ser central na leitura de Pequim, influenciando diretamente o cálculo chinês em temas sensíveis como Taiwan, que permanece como uma linha vermelha para o regime.

Sobre esse tema, a atuação recente da China indica uma estratégia mais sutil e calibrada. Ao dialogar com figuras da política taiwanesa, mais precisamente o atual partido de oposição (pró-China), e defender publicamente a cooperação e a estabilidade, Pequim busca sinalizar que ainda existe espaço para uma reunificação pacífica, desde que conduzida sob seus próprios termos.

Esse movimento também funciona como um recado indireto aos Estados Unidos: a China é capaz de avançar diplomaticamente e moldar o ambiente político regional sem necessariamente recorrer ao confronto direto. No pano de fundo, o que emerge é um mundo mais fragmentado e competitivo, no qual a disputa entre grandes potências não desaparece, mas passa a se manifestar de forma mais intermitente, alternando momentos de tensão com episódios de distensão, sem uma resolução definitiva.

· 05:03 — Um céu mais limpo

Nos últimos dias, Donald Trump assinou uma medida que reduz as tarifas de importação sobre equipamentos industriais e de rede com alta intensidade metálica, justamente o núcleo do portfólio da WEG. Pelas novas regras, essas tarifas passam a variar entre 15% e 25% até 2027, representando uma redução relevante frente aos 50% anteriormente praticados.

A iniciativa tem como objetivo fortalecer a indústria americana, mas, na prática, também beneficia empresas globais bem posicionadas nesse segmento. Vale lembrar que a WEG já havia sido favorecida anteriormente pela redução das tarifas recíprocas aplicadas ao Brasil, que recuaram de 50% para 10%, contribuindo para mitigar os impactos sobre suas operações internacionais.

Do ponto de vista histórico, a companhia demonstrou resiliência ao atravessar o período de tarifas mais elevadas sem deterioração relevante de seus resultados, apoiada principalmente por sua capacidade de repasse de preços e por sua diversificação geográfica.

Ao longo do ano passado, inclusive, realizou ajustes de preços com o objetivo de proteger margens diante do aumento de custos. Agora, com a redução das tarifas, parte desse movimento pode se traduzir em ganho adicional de rentabilidade, ainda que de forma gradual e compartilhada com outros players do setor. Nesse contexto, a WEGE3 segue se destacando como uma empresa de alta qualidade, com execução consistente e presença global relevante, configurando-se como uma alternativa interessante para complementar carteiras de ações brasileiras com exposição a crescimento estrutural e resiliência operacional.

O post Ibovespa hoje: negociações entre EUA e Irã no Paquistão, IPCA e mais destaques desta sexta (10) apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa ao vivo: bolsa brasileira bate os 195 mil pontos; veja 10 ações para comprar agora

Contrariando o cenário macroeconômico instável, o Ibovespa segue renovando máximas. Na tarde desta quinta-feira (09) o principal índice da bolsa brasileira chegou aos 195 mil pontos. E no acumulado da semana, o IBOV já registra uma alta de 4%. 

A disparada acontece em um contexto adverso para os ativos de risco. O conflito no Oriente Médio impacta as perspectivas de juros e ciclo corte da Selic. E apesar do anúncio do cessar-fogo temporário, na terça-feira (7), os ataques de Israel ao Líbano e a manutenção do fechamento do Estreito de Ormuz revelaram a fragilidade do acordo deixando os mercados globais menos otimistas.  

Assim, a resiliência do índice brasileiro chama atenção. Contudo, para Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, o desempenho do Ibovespa mesmo diante de toda essa turbulência é uma sinalização clara de que “não será preciso muito esforço para o IBOV alcançar a tão sonhada marca dos 200 mil pontos”. 

Segundo Hungria, três pilares reforçam o viés construtivo para a bolsa brasileira e esta 10 ações são as mais preparadas para “surfar” esse momento, segundo o analista.  

Três pilares sustentam o Ibovespa rumo aos 200 mil pontos 

Assim como em outros mercados ao redor do mundo, a bolsa brasileira não está totalmente imune aos impactos do conflito no Oriente Médio. Contudo, Ruy explica que este não é o único fator que influencia o comportamento do Ibovespa neste momento.  

Há algum tempo o analista defende que existem três pilares que sustentam o rali da bolsa brasileira. O primeiro deles é a queda dos juros. Embora a escalada do preço do petróleo causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz possa aumentar a inflação ao redor do mundo, por aqui a expectativa ainda é de um ciclo de cortes da Selic em 2026.  

Focus desta semana aponta que o mercado segue projetando uma taxa de juros de 12,5% este ano. Na prática, isso representa a possibilidade de uma redução de 2,25 pontos percentuais na Selic, atualmente em 14,75% ao ano.   

Outro pilar apontado pelo analista é o trade eleitoral. Nos últimos dias, as pesquisas de intenção de voto passaram a apontar possibilidade de empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro.  

Nesse contexto, a possível vitória de um candidato mais a direita é algo que anima o mercado. Na visão de muitos investidores, com Flávio Bolsonaro na presidência o país adotaria uma postura mais ortodoxa em relação à política fiscal e demais questões econômicas.  

Por fim, Hungria aponta que o terceiro pilar que sustenta o desempenho da bolsa brasileira é a continuidade de fluxo de capital estrangeiro. O ambiente de dólar mais fraco tem impulsionado a rotação de capital dos EUA para outros mercados estrangeiros. No caso do Brasil, o analista destaca que ainda temos um “trunfo” que é o valuation descontado das ações.  

De acordo com o analista, apesar da alta recente, algumas ações ainda negociam com múltiplos abaixo da média histórica

Nesse sentido, ele recomendou 10 ações para investir agora. 

Trata-se de papéis de qualidade que estão com desconto em seu preço, abrindo uma ótima janela para quem deseja se posicionar.  

E você pode conhecer todas essas recomendações de forma 100% gratuita.  Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia o acesso gratuito à carteira Top Picks. Para acessar, basta clicar neste link e realizar o seu cadastro. 

O post Ibovespa ao vivo: bolsa brasileira bate os 195 mil pontos; veja 10 ações para comprar agora apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Dólar em queda: ‘não vejo a cotação abaixo de R$ 5′, diz analista que recomenda se posicionar na moeda agora

Desde a quarta-feira (8), o dólar começou a recuar em relação ao real, tendência que se manteve até o fechamento deste texto, na tarde de quinta-feira (9). Na mínima intraday da quinta-feira, a cotação chegou a atingir R$ 5,06, o menor nível em dois anos.

De maneira geral, um câmbio mais baixo pode ser explicado pela maior oferta da moeda em solo nacional. O que explica esse maior fluxo de dólar em solo brasileiro agora, e até onde a queda da moeda pode ir?

Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, comentou o assunto na edição de quinta-feira (9) do programa Giro do Mercado, do Money Times. Confira:

Coincidência? Dólar em queda é concomitante às máximas históricas do Ibovespa nesta semana

Antes de abordar especificamente a cotação do dólar, é preciso relembrar os eventos que a acompanham. Em especial, os fatores que atraem o fluxo de investimentos estrangeiros para o Brasil no momento.

A tendência de queda coincide com a maior volatilidade das tensões da guerra do Oriente Médio. Na noite de terça-feira (7), os Estados Unidos anunciaram um cessar-fogo, que não foi totalmente confirmado por todas as partes envolvidas no conflito. 

Vale lembrar que o conflito no Oriente Médio está associado a fatores como:

  • Alta do preço do petróleo;
  • Maior sentimento de desconfiança dos investidores com a economia dos Estados Unidos, e
  • Pressão inflacionária ao redor do mundo, com a disrupção na cadeia de suprimentos.

Todos esses pontos convergem para o maior interesse do investidor estrangeiro em migrar parte do portfólio para o Brasil, que é um grande exportador de petróleo e outras commodities como a soja, por exemplo – refletindo também nas empresas representantes do setor na B3.

“Como o Brasil tem um mercado muito ‘pesado’ em commodities, os investidores estão buscando alternativas para se posicionar devido ao preço do petróleo, que não vai voltar aos níveis do começo de ano”, afirma Pacheco.

Segundo o analista, é provável que o barril de petróleo seja negociado na casa dos US$ 80 mesmo em um cenário de arrefecimento dos conflitos no Oriente Médio.

“Com isso, teremos as empresas de commodities entregando melhores resultados. E a bolsa brasileira, querendo ou não, tem esse peso importante”. Como principais exemplos, Pacheco cita Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), grandes conhecidas dos investidores.

Carry trade: o fator dos juros que continua a atrair fluxo estrangeiro para os ativos brasileiros

Além de ser um nome de peso para commodities, um outro fator que pode jogar “a favor” da entrada de fluxo estrangeiro no Brasil são os juros altos.

Para Pacheco, se os EUA optarem por interromper seu ciclo de corte de juros em meio às incertezas geopolíticas, é provável que o ciclo de cortes na Selic também seja interrompido no Brasil, mantendo os juros nos dois dígitos por aqui.

Esse cenário favorece o chamado carry trade: se o ambiente nos EUA acabar não favorecendo os ativos de risco por lá, o investidor pode “pegar seus recursos na moeda americana, investir no Brasil [a juros altos] e, com isso, se proteger da variação cambial”, segundo o analista.

“Quando calculamos a diferença do juro brasileiro para o americano, aqui [o juro] é muito alto, e ainda muito atrativo para o investidor”, conclui.

Até onde o dólar pode cair? Para analista, preço abaixo de R$ 5 é improvável

“Não sei se veremos [o dólar] abaixo de R$ 5”, afirma Pacheco. “Há muito tempo é falado que um ‘dólar de equilíbrio’ pode estar entre R$ 4,50 e R$ 4,80, mas toda vez que chega perto disso, ‘alguma coisa estoura’”.

Nesse caso, o analista dá um “conselho” a investidores que ainda não carregam posições em moeda forte ou ativos internacionais no momento, por estarem à espera de uma queda ainda maior do dólar: a indicação é começar o quanto antes.

“Para quem não tem nenhuma posição em dólar hoje, eu não esperaria muito mais para começar a montar”, afirma.

Pacheco indica que, no momento, o dólar um pouco mais baixo não é a única vantagem. “Penso não apenas no câmbio em si, mas também em encontrar oportunidades ‘lá fora’ com patamares de preço muito interessantes”, conclui.

No caso, para o analista, há ações internacionais de qualidade e descontadas no momento, o que pode abrir janelas de oportunidade para quem se posicionar a partir de agora.

Como montar uma carteira ‘dolarizada’? Conheça as recomendações de Enzo Pacheco para o momento

Enzo Pacheco é responsável pelas principais recomendações de ativos internacionais da Empiricus Research.

E se você é um dos investidores que deseja saber mais sobre como e onde investir em ativos internacionais, as indicações do analista estão disponíveis no Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

Essa é a sua chance de conhecer de perto as recomendações profissionais que podem moldar suas decisões de investimento.

E você ainda tem direito a 7 dias de acesso gratuito, para testar a plataforma sem compromisso. É só clicar no botão abaixo para começar:

O post Dólar em queda: ‘não vejo a cotação abaixo de R$ 5′, diz analista que recomenda se posicionar na moeda agora apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Moura Dubeux (MDNE3): prévia do 1T26 reflete foco em crescimento com oito novos projetos; confira análise

Nesta segunda-feira (6), a Moura Dubeux (MDNE3) divulgou a prévia operacional do 1T26, com números que reforçam o sólido ciclo de crescimento.

No período, a companhia lançou oito projetos, totalizando aproximadamente R$ 1,3 bilhão em VGV (% MDNE), sendo cerca de 65% no regime de condomínio e 35% em incorporação. No total, o montante é 218% superior à comparação anual.

Vale citar que foram lançados dois projetos da marca Ún1ca, que ingressou como sócia em duas SPEs que integram a joint venture com a Direcional (DIRR3).

As vendas líquidas somaram cerca de R$ 1,02 bilhão no trimestre, aproximadamente 86% acima do 4T25, refletindo o maior volume de lançamentos no período. Um ponto positivo foram os distratos, que totalizaram apenas 4,1%.

Projetos da Moura Dubeux no início de 2026

Em geral, os projetos apresentaram boa absorção, sustentada pela dinâmica positiva de vendas no Nordeste (principal mercado de atuação da companhia), resultando em um VSO de lançamentos de 41,5% no período. No total do trimestre, a VSO foi de 21,4%.

Em relação ao portfólio, a Moura Dubeux manteve a estratégia de expansão do landbank, com novas aquisições ao longo do trimestre, reforçando sua capacidade de crescimento para os próximos ciclos. Com isso, a companhia reportou consumo de caixa de R$ 120 milhões no período, volume superior a estimativa do mercado.

Prévia do 1T26 de MDNE3: acima do esperado

De forma geral, a prévia do 1T26 reforça o momento de crescimento da Moura Dubeux, com lançamentos acima do esperado. De forma geral, os números vieram satisfatórios, mas a queima de caixa e a participação da companhia nos projetos do segmento econômico foram pontos de atenção.

Em nossa visão, a companhia segue bem posicionada para capturar a demanda no Nordeste, além de avançar em novas frentes de crescimento, incluindo projetos voltados ao programa Minha Casa Minha Vida em parceria com a Direcional.

Negociando a um múltiplo P/L de 5 vezes para 2026, as ações de MDNE3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

O post Moura Dubeux (MDNE3): prévia do 1T26 reflete foco em crescimento com oito novos projetos; confira análise apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Quem investiu ‘esperando por uma Selic a 9% ao ano’, agora precisa dar um ‘cavalo de pau’ na carteira, segundo analista

“Quem ‘pulou na água de vez’ achando que a Selic chegaria a 9% no fim do ano, teve que dar um “cavalo de pau” na carteira, e deve ter sofrido bem em março”. Quem afirma é Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research.

A fala do analista se refere aos investidores em ações brasileiras que, nesse início de ano, posicionaram suas carteiras de acordo com o cenário visto até então: otimismo à espera do início do ciclo de cortes de juros no país.

Com reduções na taxa Selic contratadas pelo Banco Central ao longo de 2026, o Ibovespa renovou máximas históricas na reta final de 2025, refletindo o ânimo do mercado.

Em meio à toada positiva, é possível que muitos investidores pessoa física tenham optado por comprar ações sem, necessariamente, considerar que algo poderia mudar.

Hoje, o panorama econômico é completamente diferente daquele visto no início do ano, e muitas carteiras de investimento montadas três meses atrás podem precisar de uma revisão – isso se esperavam por cortes de juros mais agudos.

Na edição do Empiricus PodCa$t do último sábado (4), Ruy Hungria foi convidado para discutir o que está acontecendo, e o que isso significa para os investidores. Confira:

‘Cavalo de pau’ na carteira de investimentos?

Até o final de fevereiro, ativos brasileiros surfavam uma onda de otimismo, enquanto boa parte do mercado apostava em uma Selic terminal de cerca de 12% ao ano em 2026, o que implicava em um ciclo de cortes de 3 pontos percentuais no total.

E é quando entra a guerra no Oriente Médio, que mudou completamente a narrativa. O conflito elevou os preços do petróleo, impactando a cadeia global de suprimentos, e impulsionando pressões inflacionárias ao redor do mundo – inclusive para o Brasil.

Com isso, a Selic terminal em 2026, que era esperada em torno de 12% a.a., agora já começa a ser projetada em 13,5% ou 13,75% ao ano, segundo os analistas da casa, sugerindo menor magnitude nos cortes de juros.

Tudo isso pode impactar nos ativos de risco, especialmente ações de empresas mais sensíveis aos juros altos. E aqui entra a fala anterior de Ruy Hungria: o investidor que foi “com tudo” em papéis mais cíclicos, agora, precisa repensar seus planos.

Porém, esse não foi o caso entre as carteiras recomendadas da Empiricus. “Nos últimos meses, por mais que tenhamos tido essa melhora de perspectiva [econômica], nós nunca fomos totalmente agressivos no sentido de apostar em queda de juros”, afirma o analista.

Entre as recomendações da casa para o mês de abril, Hungria explica que foi necessário rever algumas teses que eram mais expostas aos juros, mas sem fazer uma mudança completa.

“Não foi um ‘cavalo de pau’. Não mudamos totalmente as carteiras, porque as carteiras já eram bastante sólidas”, afirma. “Nós já vínhamos em uma abordagem de colocar ‘só o pezinho na água’. […] Sempre com muita diligência, sem fazer loucura. Foi assim que construímos nossas carteiras e o bom desempenho delas, inclusive”.

Qual o “segredo” para selecionar as melhores ações mesmo sem saber o que esperar da economia? O analista explica:

“A nossa estratégia, nos últimos meses, foi continuar com uma carteira de papéis sólidos, que não tem alavancagem alta e não são totalmente dependentes do crédito, porque conhecemos como as coisas funcionam por aqui. Sabemos que o Brasil é cheio de surpresas”.

Quais as principais ações recomendadas para investir no momento?

Durante o episódio, o analista mencionou três ações em especial que figuram entre as recomendações da Empiricus para o mês.

  • Itaú (ITUB4)

Itaú (ITUB4) “é um papel que consegue navegar bem com juros altos ou baixos, tem um know-how de concessão de crédito ‘absurdo’, e tem aumentado cada vez mais sua diferença para os concorrentes em termos de rentabilidade”, afirma Hungria.

Segundo o analista, mesmo se tivermos “um pior cenário possível de Selic”, essa é uma ação que deve se beneficiar, devido à natureza do seu negócio ligada ao crédito.

  • Petrobras (PETR4)

Com a alta dos preços do petróleo, a Petrobras (PETR4) foi um dos destaques do mês passado, tendo fechado março em alta de 18% na B3.

Hungria acredita que os preços do barril de petróleo não devem mais retornar aos patamares pré-guerra no Oriente Médio (cerca de US$ 50) daqui para a frente, o que deve continuar beneficiando os papéis da petroleira brasileira. Por isso, segue construtivo na recomendação.

“Não ter uma exposição ao petróleo no momento pode acabar se tornando ruim” para o investidor, afirma o analista.

  • Vale (VALE3)

Hungria comenta que a Vale (VALE3) é uma tese que “acabou se desconectando do preço do minério de ferro”, que subiu no mês de março em meio aos conflitos geopolíticos. Além disso, a receita da empresa é dolarizada, o que “acaba sendo bom nesses momentos de incerteza”.

Por último, a Vale Base Metals, divisão que cuida de metais básicos como cobre, níquel e cobalto, essenciais na transição energética, é a “joia da coroa” e está em um valuation abaixo do que deveria, para o analista. Todos esses fatores contribuem para a atratividade das ações, que seguem recomendadas pela casa.

Empiricus+: em um único lugar, conheça as principais recomendações de investimento para esse mês

Essas três ações citadas são apenas uma pequena fração das dezenas de recomendações que a Empiricus traz aos investidores para esse mês.

E se você deseja conhecer todas as indicações de perto, temos uma boa notícia: elas estão disponíveis para você por meio do Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

Essa é a sua chance de conhecer de perto as recomendações profissionais que podem moldar suas decisões de investimento.

E você ainda tem direito a 7 dias de acesso gratuito, para testar a plataforma sem compromisso. É só clicar no botão abaixo para começar:

O post Quem investiu ‘esperando por uma Selic a 9% ao ano’, agora precisa dar um ‘cavalo de pau’ na carteira, segundo analista apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Quais ações ‘gringas’ comprar em meio ao conflito no Oriente Médio? Empiricus atualiza carteira internacional para abril; confira

O desempenho das bolsas globais nas últimas semanas tem sido fortemente influenciado pelo conflito no Oriente Médio. A cada sinal de arrefecimento ou intensificação no combate, os mercados reagem quase que instantaneamente.

Em meio às idas e vindas de Donald Trump e retóricas agressivas de todos os países envolvidos, como posicionar a parcela internacional da carteira de investimentos? Para responder a essa pergunta, a Empiricus acaba de atualizar a carteira de BDRs para abril.

Disparada do petróleo favorece setor energético — mas não só ele

Um dos focos do mercado no Oriente Médio é o Estreito de Ormuz, local pelo qual transita cerca de 20% da produção global de hidrocarbonetos. Com o fechamento do estreito, o petróleo disparou e chegou a perto dos US$ 120 por barril no início do mês — quase o patamar atingido no início da guerra entre Rússia e Ucrânia, em 2022.

Os tipos WTI e Brent da commodity encerraram março na casa dos US$ 100, uma valorização de 65% em relação ao início de 2026.

Fonte: Bloomberg e Empiricus

Em um cenário como este, era natural esperar que o setor energético fosse o grande destaque do primeiro trimestre, afirma o analista Enzo Pacheco, da Empiricus.

Mas além desse, outros setores mais defensivos também se destacaram, como o de Utilities, Materiais Básicos e Bens de Consumo. Segundo Pacheco, isso é explicado pelas preocupações acerca do impacto no poder de compra ao redor do mundo.

Na ponta negativa, ficaram as teses ligadas a crescimento ou expectativa de corte de juros. “Setores como Consumo Discricionário, Tecnologia e Financeiro, vistos com bons olhos até pouco tempo, ficaram nas últimas posições no trimestre”, destaca o analista.

Isso porque a perspectiva para a política monetária nos EUA piorou com todos os eventos ocorridos em março.

“A decisão tomada pelo Federal Reserve de manter a taxa de juros inalterada no intervalo entre 3,5% e 3,75% era amplamente esperada, mas a dissidência de apenas um membro do FOMC sinalizou uma menor disposição do BC americano em retomar os cortes no futuro próximo”, afirma Pacheco.

A percepção foi confirmada, ainda, pela falta de definição sobre o conflito no Oriente Médio e o impacto nos preços das commodities. “A curva de juros americana, que antes precificava de dois a três cortes até o fim do ano, passou a manter a taxa de juros nos níveis atuais pelo menos até meados de 2027”, completa o analista.

Nesse cenário, como montar a carteira internacional? 

Em meio ao cenário turbulento, o analista atualizou a carteira internacional da Empiricus Research para abril.

Deixaram o portfólio os papéis da Amazon (B3: AMZO34 | NYSE: AMZN), Alibaba (B3: BABA34 | NYSE: BABA) e Novo Nordisk (B3: N1VO34 | NYSE: NVO).

A saída da Alibaba se deu pela falta de gatilhos neste mês. “Mesmo os bons números do primeiro trimestre, no qual a companhia reportou crescimento de três dígitos no segmento de computação em nuvem, foram insuficientes para dar ânimo nos investidores”, explica.

Já no caso da Amazon, o analista entende que outras teses entre as big techs “estejam mais bem vistas pelos investidores, principalmente pela posição da companhia de comprometer seus fluxos de caixa no curto prazo com o objetivo de aumentá-los no futuro”, disse.

Por fim, a Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, “continua sofrendo desde o início de 2026 com o aumento da concorrência e eficácia menor do que a esperada de medicamentos em fase de tese”, justifica Pacheco.

Para o analista, as saídas abriram espaço para “teses de melhor relação risco-retorno”.

Bem-vindas, Netflix, Nvidia e SLB

Nesse sentido, entraram na carteira as ações da Netflix (B3: NFLX34 | Nasdaq: NFLX), Nvidia (B3: NVDC34 | Nasdaq: NVDA) e SLB (B3: S1LB34 | NYSE: SLB).

“As novas adições buscam aproveitar níveis de preços importantes em algumas das principais empresas de tecnologia do mundo, assim como expor a carteira ao setor de Energia”, disse o analista.

Sobre a Netflix, o analista destaca a forte queda de mais de 30% que a ação sofreu desde o final de 2025, quando anunciou a aquisição da WarnerBros Discovery — no fim, no negócio não se concretizou.

“A decisão de sair do negócio, ao final de fevereiro, fez com que a ação recuperasse parte do valor. Entretanto, segue longe de suas máximas, e entendo que a divulgação de resultados possa servir de gatilho para apresentar novos ganhos”, afirmou.

No caso da Nvidia, a entrada na carteira se deve ao anúncio da empresa de que espera reportar receitas de mais de US$ 1 trilhão entre 2025 e 2027. Segundo o analista, isso significaria algo como US$ 500 bilhões de vendas somente no próximo ano — um crescimento de 60% em relação ao esperado para 2026.

“Passando a não apenas vender chips isolados, mas uma infraestrutura completa de IA, a empresa se posiciona no centro dessa nova onda tecnológica, capturando a crescente demanda por computação. Dessa forma, junto a um bom momento técnico, a companhia passa a integrar a carteira”, afirmou.

Por último, mas não menos importante, a alocação em SLB é fundamentada na “manutenção do preço do petróleo em níveis superiores ao observado no começo do ano, aliado a uma possível resolução dos conflitos no Oriente Médio que pode impulsionar a demanda por serviços de manutenção e expansão das atividades de upstream”, começa Pacheco.

“Neste contexto, a maior fornecedora global desse tipo de serviço tende a ser a principal beneficiada, dado seu histórico consolidado, expertise técnica e ampla gama de soluções”, conclui.

Grátis: acesse à carteira internacional da Empiricus completamente atualizada para abril

Agora você sabe três ações que compõem o portfólio internacional de abril da Empiricus Research. Mas não precisa parar por aqui.

Isso porque a Empiricus disponibilizou a carteira completa, com uma análise do cenário macroeconômico, de maneira 100% gratuita. Para isso, basta fazer seu cadastro no site da casa de análise.

Assim você ficará por dentro dos pesos de cada uma das 10 ações recomendadas, bem como suas teses e os motivos macroeconômicos que justificaram a escolha pelos ativos.

Vale destacar que todas as ações recomendadas também têm BDRs disponíveis na Bolsa brasileira. Ou seja, não é necessário abrir uma conta no exterior para investir nos ativos.

Para conferir todo esse material como uma cortesia da Empiricus Research, basta clicar neste link ou no botão abaixo e se cadastrar para ter acesso a este e outros conteúdos.

Não se preocupe, em nenhum momento você será cobrado para acessar às informações — mas pode ganhar, e muito, ao investir nas recomendações da casa. Bons investimentos!

O post Quais ações ‘gringas’ comprar em meio ao conflito no Oriente Médio? Empiricus atualiza carteira internacional para abril; confira apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Ibovespa hoje: ameaças de Trump ao Irã trazem cautela aos mercados; veja o que esperar desta terça (7)

Todas as atenções estão voltadas para o prazo final imposto por Donald Trump, que condiciona qualquer acordo à reabertura do Estreito de Ormuz até o fim desta terça-feira, sob a ameaça explícita de ataques à infraestrutura iraniana.

O ultimato eleva o nível de tensão em um momento já delicado, marcado pela continuidade dos confrontos e pela ausência de um desfecho claro nas negociações. Trata-se de mais um prazo autoimposto pelo governo americano, o que reforça a imprevisibilidade do cenário e mantém os investidores diante de múltiplos caminhos possíveis, que vão desde uma eventual descompressão até uma escalada mais ampla do conflito.

Nos mercados, a proximidade desse deadline já se traduz em maior cautela. Embora as negociações sigam em curso, a incerteza ainda predomina, deixando os agentes altamente sensíveis ao fluxo de notícias. Mesmo considerando o histórico recente de adiamento de prazos, o risco de novos danos à infraestrutura, com potencial de prolongar a desorganização do mercado de petróleo, mantém o ambiente pressionado, com os mercados, mais uma vez, operando sob a lógica de esperar por maior clareza.

E os ataques realizados na madrugada de hoje às instalações militares na Ilha de Kharg, um hub logístico crucial para o escoamento de petróleo iraniano que já comentei neste espaço, pouco contribuem para o avanço do diálogo entre as partes e reforçam a aversão ao risco nos mercados nesta manhã de terça-feira.

· 00:52 — Combustível caro, conta fiscal mais cara ainda

No Brasil, seguimos acompanhando de perto o noticiário geopolítico, especialmente em um dia de agenda doméstica mais esvaziada, sendo o principal destaque da semana, do ponto de vista de dados, a divulgação do IPCA de março na sexta-feira.

Nesse contexto, ganha relevância o pacote anunciado pelo governo Lula para mitigar os efeitos da alta dos combustíveis. Trata-se de um conjunto amplo de medidas que combina subsídios e desonerações com o objetivo de conter o repasse inflacionário, incluindo subvenções ao diesel (tanto importado quanto nacional), incentivos ao gás de cozinha e alívio ao setor aéreo, além da oferta de crédito. O custo estimado desse pacote pode chegar superar a marca de R$ 30 bilhões.

A estratégia oficial parte do pressuposto de que esse impacto fiscal será compensado pelo aumento de arrecadação decorrente da própria alta do petróleo, por meio de royalties, impostos e participações especiais, potencialmente somando até R$ 40 bilhões, além de medidas adicionais, como a elevação de tributos sobre cigarros.

Ainda assim, a viabilidade desse equilíbrio levanta questionamentos, especialmente em um contexto de ano eleitoral, no qual há maior propensão à adoção de medidas voltadas ao curto prazo, como forma de conter a queda de popularidade, evidenciada por pesquisas recentes, como a Ipsos-Ipec do final de semana, entre outras. Esse movimento tende a pressionar ainda mais um quadro fiscal já fragilizado, dificultando o cumprimento das metas fiscais. Em última instância, isso eleva o custo do ajuste que se desenha como inevitável nos próximos anos, especialmente a partir de 2027.

· 01:47 — Tentando separar o joio do trigo

Nos Estados Unidos, os mercados iniciaram a semana em alta moderada, apoiados por dados econômicos mais favoráveis, com destaque para o relatório de emprego da última sexta-feira, que veio mais forte do que o esperado (afastando o medo de recessão), mas seguem operando em compasso de espera diante da guerra com o Irã e do prazo estabelecido pelo governo americano para um possível acordo.

O ambiente segue sendo de cauteloso: há algum alívio nos preços, mas os investidores continuam atentos ao risco de mudanças de narrativa. Ao mesmo tempo, o posicionamento em ações se tornou mais leve, refletindo a redução recente de exposição, embora ainda sem sinais de capitulação mais ampla por parte do mercado.

Nesse contexto, a agenda americana da semana ganha importância adicional e deve ajudar a calibrar o humor dos investidores. O foco recai sobre o início da temporada de balanços, os dados de bens duráveis e, sobretudo, a divulgação do índice de inflação (CPI), que tende a ser a primeira leitura mais completa dos efeitos do choque energético recente sobre os preços. Além disso, indicadores de expectativas de inflação e discursos no Federal Reserve entram no radar em um momento no qual o mercado busca responder a uma pergunta central: até que ponto a economia americana continua resiliente em meio a um ambiente potencialmente inflacionário?

· 02:31 — Negociação aos 45 do segundo tempo

O presidente Donald Trump intensificou a pressão sobre o Irã ao condicionar qualquer acordo à reabertura do Estreito de Ormuz dentro de um prazo definido, elevando o tom das ameaças e mencionando a possibilidade de ataques à infraestrutura crítica do país se não houver algum acordo até a noite de hoje.

Apesar de indicar que as negociações avançam, as exigências permanecem rígidas, enquanto o Irã demonstra resistência a propostas temporárias e mantém suas ações militares na região. Em paralelo, a Organização das Nações Unidas alertou para o risco de violação do direito internacional diante de eventuais ataques a alvos civis, ao mesmo tempo em que busca viabilizar uma resolução mais branda no Conselho de Segurança para garantir a navegação na região, ainda sujeita a possíveis vetos de países como Rússia e China.

Nos mercados, esse ambiente se traduz em uma combinação de tensão e incerteza. O petróleo voltou a subir ontem em meio à volatilidade, enquanto as bolsas perderam fôlego diante da proximidade do prazo imposto e da ausência de maior clareza sobre um desfecho. Ainda assim, a continuidade das negociações, mediadas por países como Egito, Paquistão, Turquia e Omã, sustenta a expectativa de um eventual cessar-fogo, ainda que temporário, o que ajuda a evitar movimentos mais abruptos nos ativos. Em síntese, o cenário segue instável, com os mercados oscilando entre a perspectiva de avanço diplomático e o risco concreto de uma nova escalada do conflito.

· 03:26 — Problemas com crédito

Em sua carta anual aos acionistas, Jamie Dimon destacou um conjunto de riscos relevantes para a economia global, que vão desde tensões geopolíticas até inflação persistente, passando por fragilidades no mercado de crédito privado e limitações no arcabouço regulatório.

Na sua avaliação, a inflação pode se consolidar como o principal desafio do ano caso desacelere de forma mais lenta do que o esperado, pressionando tanto as taxas de juros quanto o preço dos ativos. Ao mesmo tempo, ele chama atenção para uma mudança de comportamento dos investidores, que começam a retirar recursos do crédito privado, uma classe de ativos estruturalmente menos líquida, o que já gera sinais de estresse e dinâmicas que, ainda que incipientes, lembram movimentos típicos de corrida por liquidez, como já discutimos por aqui.

Apesar desse pano de fundo mais desafiador, o crédito privado, ao menos por ora, não configura um risco sistêmico, sobretudo em função de seu tamanho relativamente menor quando comparado a outros mercados.

Ainda assim, vale o alerta para a deterioração gradual dos padrões de concessão de crédito, o que pode amplificar perdas em um eventual ciclo adverso. Episódios recentes envolvendo a Blue Owl Capital ilustram bem esse momento mais sensível, com queda expressiva das ações e restrições a resgates diante do aumento da demanda por liquidez. Em síntese, o cenário não aponta para uma crise iminente, mas revela um ambiente mais frágil, em que a combinação de menor liquidez, ajustes estruturais e riscos macroeconômicos exige uma postura mais atenta e criteriosa por parte dos investidores.

· 04:13 — Preocupação eleitoral

Os republicanos conquistaram em 2024 o controle simultâneo da Casa Branca e do Congresso, o que lhes permitiu avançar de forma mais coordenada em sua agenda política. Esse cenário, no entanto, pode começar a se reverter já nas eleições de meio de mandato de 2026. As projeções atuais apontam para uma probabilidade elevada de os democratas retomarem o controle da Câmara dos Representantes, dado que necessitam de um número relativamente pequeno de cadeiras e contam com vantagem nas pesquisas, além de um histórico que favorece o partido fora do poder nesses ciclos eleitorais.

Mesmo considerando possíveis ajustes distritais que possam suavizar perdas republicanas, o cenário-base ainda sugere uma mudança de controle na Câmara, ainda que com alguma margem para variações ao longo da campanha.

Por outro lado, o Senado apresenta uma dinâmica distinta, com os republicanos em posição mais confortável para preservar a maioria. Isso se deve ao fato de que a maior parte das cadeiras em disputa está localizada em estados tradicionalmente conservadores, restando poucos casos efetivamente competitivos.

Nesse contexto, o desfecho mais provável é o de um Congresso dividido, com democratas controlando a Câmara e republicanos mantendo o Senado. Esse arranjo tende a exigir maior grau de negociação bipartidária para a aprovação de medidas legislativas e pode intensificar disputas institucionais, especialmente caso o Executivo busque ampliar sua margem de atuação sobre o orçamento (já muito apertado). Como resultado, o ambiente político-fiscal nos Estados Unidos tende a se tornar mais complexo, com potenciais implicações para a previsibilidade das políticas públicas nos próximos anos.

· 05:07 — Um orçamento de trilhão

Os gastos militares globais seguem em trajetória de expansão, refletindo um ambiente geopolítico progressivamente mais tensionado. A China, por exemplo, multiplicou seu orçamento de defesa por 13 vezes nas últimas três décadas e continua elevando seus investimentos, enquanto o Oriente Médio ampliou seus gastos para cerca de 4,3% do PIB, movimento impulsionado sobretudo por Israel após os ataques de 2023.

Na Europa, países liderados pela Alemanha aceleram seus orçamentos em ritmo recorde, em resposta tanto às tensões com a Rússia quanto à menor previsibilidade do apoio americano. Esse processo não ocorre de forma isolada: outras economias relevantes, como a Índia, também avançam em seus programas militares, reforçando uma tendência global clara de rearmamento e modernização das forças de defesa.

Ainda assim, nenhum país se aproxima da escala dos Estados Unidos. Em 2025, Washington destinou cerca de US$ 921 bilhões à defesa, praticamente o equivalente à soma dos 14 maiores orçamentos seguintes, e já sinalizou a intenção de elevar esse montante para US$ 1,5 trilhão em 2027, um salto de 44% que, se aprovado, representará o maior nível de gasto militar da história moderna.

Esses recursos devem ser direcionados à recomposição de estoques, expansão da frota naval e desenvolvimento de sistemas avançados, como a chamada “Cúpula Dourada” de defesa antimísseis, além de potencialmente se somarem a outros US$ 200 bilhões relacionados ao conflito com o Irã. Em síntese, embora o rearmamento seja um fenômeno global, os EUA seguem operando em uma liga própria, consolidando sua liderança absoluta em capacidade militar e investimento em defesa.

Para o investidor, a implicação desse cenário é relativamente direta. Em um mundo mais instável e marcado por orçamentos militares estruturalmente mais elevados, o setor de defesa deixa de ser apenas uma oportunidade cíclica e passa a se afirmar como uma tese estrutural de longo prazo.

Nesse contexto, ETFs temáticos focados em aeroespacial e defesa, como o Select STOXX Europe Aerospace & Defense (EUAD), o Global X Defense Tech (SHLD) e o First Trust Indxx Aerospace & Defense (MISL), surgem como instrumentos eficientes para capturar essa tendência por meio de uma exposição diversificada.

No Brasil, o iShares U.S. Aerospace & Defense ETF (BDR: BAER39) cumpre papel semelhante, oferecendo acesso a esse tema de forma simples e acessível. Ainda assim, a disciplina na alocação permanece fundamental: posições individuais entre 1% e 2,5% da carteira, com limite agregado próximo a 5% para o tema, ajudam a equilibrar o potencial de retorno com uma gestão de risco adequada, respeitando tanto o caráter estrutural da tese quanto a volatilidade inerente ao setor.

O post Ibovespa hoje: ameaças de Trump ao Irã trazem cautela aos mercados; veja o que esperar desta terça (7) apareceu primeiro em Empiricus.

  •