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Metalúrgica Gerdau (GOAU4) lucra R$ 1,012 bilhão no 1T26, alta de 33,8% em doze meses

A Metalúrgica Gerdau (GOAU4) registrou lucro líquido de R$ 1,012 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 33,8% ante o mesmo período do ano passado.

Por sua vez, o Ebitda ajustado atingiu R$ 2,955 bilhões no período, valor 23,3% maior em relação ao mesmo trimestre de 2025.

Já a receita líquida da metalúrgica somou R$ 16,716 bilhões nos primeiros três meses de 2026, recuo anual de 1,7%. No período, a companhia somou vendas de aço de 2,811 milhões toneladas.

Endividamento

A dívida líquida da Gerdau chegou a R$ 8,218 bilhões ao final do primeiro trimestre deste ano, um aumento de 7,8% ante o registrado no intervalo em 2025. Dessa forma, a metalúrgica encerrou o trimestre com uma alavancagem de 0,73 vez no mesmo período, uma elevação ante a alavancagem de 0,04 vez do início de 2025.

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A Metalúrgica Gerdau registrou R$ 8 milhões de fluxo de caixa livre, revertendo o resultado negativo em R$ 1,255 bilhão do primeiro trimestre de 2025.

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Assaí (ASAI3) registra lucro líquido de R$ 86 mi no 1T26, queda anual de 46,7%

O Assaí (ASAI3) registrou lucro líquido de R$ 86 milhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 46,7% na comparação anual. O resultado do Assaí no 1T26 foi impactado por efeitos relacionados a créditos tributários de PIS/Cofins. Já o lucro líquido recorrente da companhia, que desconsidera itens não recorrentes, avançou 7% em relação ao mesmo período do ano anterior, para R$ 174 milhões. No trimestre, o lucro líquido contábil inclui impacto positivo de R$ 281 milhões referentes a novos créditos de PIS/Cofins.

A receita líquida somou R$ 18,6 bilhões no trimestre, alta de 0,5% na base anual. Segundo a companhia, o período foi marcado por “deflação simultânea em commodities essenciais”, como arroz, feijão, açúcar, leite e óleo de soja, o que impactou o desempenho das vendas. As vendas em mesmas lojas recuaram 0,9% no período. “Ao mesmo tempo, o endividamento das famílias brasileiras atingiu recordes históricos. Diante de tudo isso, manter a margem Ebitda estável é consequência de disciplina”, afirmou o presidente do Assaí, Belmiro Gomes.

Segundo ele, o resultado do Assaí decorre de gestão de preços, maturação das lojas, expansão dos serviços em loja, controle rigoroso de despesas abaixo da inflação e ganho de market share. O Ebitda ajustado totalizou R$ 1 bilhão no trimestre, avanço de 0,3% na comparação anual, com margem de 5,5%, estável em relação a igual período de 2025. A margem bruta atingiu 16,7%, alta de 0,3 ponto porcentual.

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De acordo com a empresa, o desempenho reflete a “maturação das lojas abertas nos últimos anos” e avanços na gestão de preços. As despesas com vendas, gerais e administrativas somaram R$ 2,1 bilhões, alta de 2,7% na comparação anual, “abaixo da inflação no período”, segundo a companhia. O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 564 milhões no trimestre, equivalente a 3% da receita líquida.

Segundo o Assaí, o desempenho teve impacto do aumento dos encargos sobre a dívida, em função da elevação do CDI médio no período. No final do período, a dívida líquida somava R$ 11,5 bilhões. A alavancagem caiu para 2,52 vezes, ante 3,15 vezes um ano antes, atingindo o menor nível desde o quarto trimestre de 2021. Contato:

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Gerdau (GGBR4): lucro tem alta de 33,6% e chega a R$ 1,013 bi no 1T26

A Gerdau (GGBR4) registrou lucro líquido de R$ 1,013 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 33,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2025. O Ebitda ajustado somou R$ 2,958 bilhões no período, avanço de 23,2% ante igual intervalo de 2025. Já a receita líquida foi de R$ 16,716 bilhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 3,8% frente na mesma base de comparação.

A companhia avalia que o período transcorreu em um cenário global volátil e desafiador, marcado por tensões geopolíticas que impactaram os mercados de commodities e as cadeias globais de suprimentos.

“Mesmo nesse contexto, registramos um Ebitda ajustado consolidado de cerca de R$ 3 bilhões no trimestre, com recuperação sequencial em todas as operações da companhia”, afirma a gestão em carta publicada junto aos números do trimestre da Gerdau.

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Os investimentos em Capex no período somaram aproximadamente R$ 1,1 bilhão, 23% do total projetado para o ano. Do montante investido no trimestre, 43% foram destinados à Manutenção e 57% destinados à Competitividade. A companhia diz ainda que 84% do Capex investido foi direcionado às operações no Brasil.

A posição de caixa da companhia encerrou o trimestre com R$ 5,6 bilhões disponíveis, resultando em uma Dívida líquida de R$ 8,2 bilhões no período e um indicador Dívida líquida/Ebitda em 0,74 vez, mantendo um patamar financeiro “bastante confortável”, na visão da companhia

Companhia aprova cancelamento de 7,380 milhões de ações PN e 225 mil ON, sem redução capital

O conselho de administração da Gerdau aprovou o cancelamento de 225 mil ações ordinárias e de 7,380 milhões de ações preferenciais da companhia, sem valor nominal e sem redução do valor do capital social.

Dessa forma, o capital social da Gerdau passou a ser dividido em 717.138.819 ações ordinárias e 1.268.017.330 ações preferenciais, ambas sem valor nominal.

Gerdau anuncia dividendos

Os conselhos de administração da Gerdau e Metalúrgica Gerdau aprovaram a antecipação do pagamento do dividendo mínimo obrigatório. A Gerdau pagará o total de R$ 354,1 milhões, equivalente a R$ 0,18 por ação ordinária e preferencial e ADRs. Já o valor a ser pago pela Metalúrgica Gerdau é de R$ 105,9 milhões, correspondente a R$ 0,08 por ação ordinária e preferencial.

Terão direito a receber os proventos os acionistas que estiverem na base das companhias até o dia 13 de maio, enquanto no caso de detentores de ADRs da Gerdau, até o dia 15 de maio. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir do dia 14 de maio.

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O pagamento dos dividendos da Gerdau será no dia 9 de junho, os da Metalúrgica, no dia 10 do mesmo mês, e dos detentores de ADRs da Gerdau, no dia 16.

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Robôs dominam mais da metade das negociações na B3; o que isso muda para quem investe?

Robôs negociando na Bolsa de Valores parece coisa de roteiro de ficção científica. Fora das telas do cinema, porém, essa já é a realidade do mercado financeiro brasileiro há pelo menos uma década, e os especialistas avisam: a tendência é aumentar. Em poucos anos, algoritmos, sistemas computacionais que compram e vendem ativos em frações de segundo, passaram de curiosidade tecnológica a protagonistas das negociações.

Levantamento de estrategistas consultados pelo E-Investidor aponta que, em 2010, o HFT (negociação de alta frequência) respondia por apenas 0,57% do volume financeiro na B3 (B3SA3). Em 2015, já eram quase 14%. Hoje, estimativas do setor apontam cerca de 35% do volume no mercado à vista e mais de 50% nos contratos futuros.

Para ter dimensão, nos Estados Unidos esse tipo de estratégia responde por algo entre 60% e 70% do volume em ações, segundo dados fornecidos por analistas. O Brasil, dizem eles, ainda está alguns degraus abaixo, mas a direção é a mesma.

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“A B3 mantém, desde 2010, um programa de incentivo tarifário para operadores de alta frequência, com descontos regressivos por volume. O movimento foi estimulado pelo desenho da Bolsa, e o fluxo hoje é majoritariamente estrangeiro: investidores de fora respondem por 61,2% do volume negociado em 2026, quase todo via mesas algorítmicas de bancos globais”, diz Marcos Valadão, da Armada Asset.

Em nota, a B3 disse que não dispõe de um dado consolidado sobre a quantidade de robôs ou sistemas algorítmicos que operam hoje na Bolsa. “Isso porque cada investidor ou participante do mercado decide, na sua própria infraestrutura, se envia ordens manualmente, ordem a ordem, ou por meio de algoritmos, e essa escolha não é identificada individualmente pela B3”, afirmou.

Rápido demais para o humano acompanhar

A mudança no perfil de quem opera alterou também o ritmo com que os preços se movem. Quando a maioria das ordens vinha de humanos, uma notícia ruim levava tempo para ser digerida. Hoje, um algoritmo lê o mesmo dado em milissegundos e já reagiu antes que qualquer investidor consiga abrir o home broker. Ciclos que antes duravam semanas se comprimem em horas.

E quando muitos sistemas respondem ao mesmo sinal ao mesmo tempo, o efeito pode ser tão intenso quanto uma manada humana, só que mais rápido e sem uma manchete clara para explicar. Pesquisadores de mercado chamam esse fenômeno de correlação sistêmica, e ele está por trás de alguns dos episódios de volatilidade mais abruptos dos últimos anos, aqueles em que a Bolsa despencou sem motivo aparente.

O debate sobre o impacto desse domínio das máquinas na formação de preços ainda divide o mercado. Para alguns, o processo segue eficiente, já que algoritmos também incorporam informações reais, como balanços, dados macroeconômicos e fluxo de caixa. Outros veem com ceticismo: o predomínio de estratégias de curtíssimo prazo pode distorcer os sinais de preço, enquanto o “humor” do mercado, antes guiado por expectativas e confiança, cede espaço a uma dinâmica mais fria e opaca.

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“O mercado, de forma geral, avalia esse movimento como positivo do ponto de vista de eficiência: há ganho de liquidez, redução de spreads e maior velocidade de incorporação de informações nos preços. Por outro lado, cresce também a preocupação com efeitos colaterais, especialmente em eventos de estresse”, explica Lucas Girão, economista e especialista em investimentos.

Quando o algoritmo some, o problema começa

A volatilidade que se observa hoje na B3 não é um ruído de adaptação que vai desaparecer com o tempo, afirmam os especialistas. Ela tem forma, endereço e horário. Os algoritmos entregam liquidez quando é lucrativo entregá-la e somem quando o custo sobe. Em dias de estresse, o spread abre, a seleção adversa dispara e o formador de mercado racional recua, só que agora ele recua em milissegundos, não em minutos.

O episódio mais citado por analistas para ilustrar esse mecanismo é o Flash Crash de maio de 2010, quando o índice Dow Jones despencou 9% e se recuperou em menos de 20 minutos após uma única ordem automatizada de 75 mil contratos do E-mini, um derivativo de índice americano.

Pesquisa de Kirilenko publicada no Journal of Finance em 2017 mostrou que os sistemas de HFT (negociação de alta frequência) não foram o gatilho, mas acumularam inventário e venderam de forma agressiva no pior momento, amplificando a queda. “Volatilidade intradia de cauda hoje é estruturalmente maior num mundo algorítmico. Volatilidade do dia a dia pode até ser menor. O mercado ficou mais eficiente em dia comum e mais frágil em dia ruim, o que não é contradição alguma, é efeito direto do desenho”, avalia Valadão.

A Bolsa brasileira sempre foi sensível ao humor externo, mas a entrada de fundos sistemáticos estrangeiros elevou esse grau de dependência. Na prática, decisões do Federal Reserve ou dados fracos da indústria europeia passam a afetar os preços na B3 quase em tempo real, antes mesmo da leitura completa por analistas locais. Com isso, fatores domésticos, como resultados corporativos e a perspectiva fiscal, perdem peso no curto prazo, pressionados por fluxos automatizados que reagem de forma simultânea a sinais globais.

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Quando muitos sistemas leem o mesmo gatilho ao mesmo tempo, a correlação sistêmica não distingue Petrobras, por exemplo, de índice europeu. “O ruído de curto prazo está mais algorítmico, mas a direção de longo prazo ainda é, em grande medida, humana. Decisões baseadas em fundamentos, alocação estratégica e leitura macro continuam sendo determinantes para tendências mais duradouras”, observa Girão.

Segundo especialistas, o avanço das máquinas não mudou a lógica do mercado, mas a divisão de trabalho. Em ativos líquidos, o preço intradiário é quase todo sistemático, enquanto mid e small caps seguem mais dependentes da análise humana, já que o volume não justifica a estrutura de HFT.

“No intradiário de ativos líquidos, o preço é quase 100% sistemático. Em horizontes mais longos, a tese ainda é humana. A diferença é que hoje a pessoa física também tem inteligência artificial ao seu alcance, o que reequilibra parte do jogo”, diz Bruno Meazzini, diretor de tecnologia e cofundador da BlackBots Tecnologia.

O humor tem novo endereço

O humor do mercado não desapareceu com a chegada dos algoritmos. O que mudou foi quem o carrega, conforme especialistas. Cada modelo reflete as apostas de quem o programou, e quando milhares deles leem o mesmo sinal e reagem juntos, o movimento que se vê na tela não tem rosto nem nome para explicar. “O humor não saiu, foi codificado. Quando milhares de modelos convergem para a mesma tese, eles deslocam preço juntos. O humor do mercado hoje está no posicionamento agregado dos sistemáticos e na calibração dos fatores. Apenas mudou de endereço”, diz Valadão.

Os episódios que melhor ilustram o que acontece quando esse desenho é testado não faltam. Em 2013, a conta da Associated Press no X foi hackeada e publicou um tuíte falso sobre uma explosão na Casa Branca. Em três minutos, o Dow Jones perdeu o equivalente a US$ 136 bilhões, depois que algoritmos de processamento de linguagem natural (PLN) venderam antes que qualquer humano fosse checar a fonte.

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Para Girão, em situações de estresse os algoritmos tendem a piorar o problema. Quando o mercado começa a cair com força, os sistemas programados para evitar perdas param de comprar e vendem o que têm. Menos compradores, mais vendedores, queda maior. O que era para ser um amortecedor vira um acelerador.

O que sobra para o investidor individual nesse mercado é uma pergunta que os especialistas respondem com menos hesitação do que se poderia esperar. Tentar competir em velocidade ou frequência com mesas algorítmicas de bancos globais não é questão de preparo, é assimetria estrutural, avalia Valadão.

Mais de 80% dos fundos ativos de longo prazo perdem do próprio benchmark no mundo todo, segundo dados citados pelos especialistas. Se gestores profissionais com equipe dedicada não conseguem bater o índice de forma consistente, o investidor que tenta operar trade no home office está num jogo que não foi desenhado para ele.

O caminho, segundo Valadão, passa por entender o negócio, comprar barato, carregar por anos e reinvestir dividendos. Meazzini observa que hoje qualquer investidor consegue conversar com um modelo de inteligência artificial, filtrar notícias, ler balanços, construir cenários e identificar padrões, tudo o que antes exigia uma mesa inteira.

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“Faz mais sentido alongar o horizonte, já que fundamentos ainda funcionam no médio e longo prazo, e adotar métodos sistemáticos de baixa frequência, com apoio de IA para disciplina e backtests. Reduzir exposição à renda variável é um falso conforto”, orienta Meazzini.

“O ponto central é entender que o jogo ficou mais rápido e eficiente, e que competir no curto prazo contra máquinas tende a ser menos vantajoso do que jogar um jogo diferente, o de longo prazo”, completa Girão.

 

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Dasa (DASA3): prejuízo sobe 13,9% no 4T25 e fica em R$ 948 milhões

A rede de diagnósticos Dasa (DASA3) reportou prejuízo líquido de R$ 948 milhões no quarto trimestre de 2025, 13,9% maior que o prejuízo de R$ 832 milhões registrado um ano antes. No acumulado do ano, a empresa acumula prejuízo de R$ 1,135 bilhão, ante R$ 1,196 bilhão anotado em 2024.

O resultado negativo foi influenciado principalmente por efeitos não recorrentes, como o impacto contábil do desinvestimento de ativos, em especial a venda do Hospital São Domingos, e pela equivalência patrimonial da Rede Américas, além de ajustes contábeis decorrentes da reorganização societária.

O Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda) foi negativo em R$ 111 milhões no trimestre, ante resultado positivo de R$ 403 milhões no mesmo período de 2024. No acumulado do ano, o Ebitda da companhia totalizou R$ 2,026 bilhões, queda de 17,7% frente 2024.

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A receita líquida somou R$ 1,828 no trimestre, avanço anual de 2,5%. Em todo o ano de 2025, o indicador foi de R$ 7,789, crescimento de 6,9% em relação a 2024. Por sua vez, a receita bruta totalizou R$ 2,492 bilhões no quarto trimestre, queda de 39% em relação ao apurado um ano antes. No consolidado de 2025, a receita bruta somou R$ 12,247 bilhões, recuo de 27% na base anual, refletindo a desconsolidação de ativos e mudanças no perímetro operacional.

A dívida líquida financeira após aquisições a pagar e antecipação de recebíveis totalizou R$ 5,416 bilhões ao final de 2025, queda de 46% em comparação com igual período de 2024. A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, ficou em 2,67 vezes, redução de 1,41 vez na mesma base de comparação.

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Petz (AUAU3) registra prejuízo de R$ 8,7 milhões no 4T25, redução de 79,7% em um ano

A Petz (AUAU3) registrou prejuízo líquido de R$ 8,7 milhões no quarto trimestre de 2025, uma redução de 79,7% em relação a igual período do ano anterior, em um trimestre marcado por melhora operacional e menor impacto de itens não recorrentes.

As informações apresentadas pela empresa referem-se exclusivamente à operação da Petz, sem considerar a fusão com a Cobasi. Ao considerar os ajustes, que excluem efeitos extraordinários e contábeis, a companhia apurou lucro líquido de R$ 25,9 milhões no período, alta de 15,7% na base anual, refletindo ganhos de eficiência e maior diluição de despesas com o avanço da receita.

O Ebitda ajustado atingiu R$ 88,7 milhões no trimestre, crescimento de 6,5%, com margem de 9,3% sobre a receita líquida, praticamente estável na comparação anual. Segundo a companhia, o desempenho reflete uma evolução operacional sustentada, com equilíbrio entre crescimento das vendas e controle de custos.

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A receita líquida somou R$ 951,5 milhões entre outubro e dezembro, avanço de 8,3% ante o quarto trimestre de 2024, impulsionada principalmente pelo desempenho do canal B2C e pela expansão do digital, que segue ganhando participação no mix. No acumulado de 2025, a Petz registrou lucro líquido de R$ 49,2 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 27,5 milhões observado em 2024.

Na mesma base, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 76,7 milhões, alta de 22,2%, indicando avanço mais consistente do resultado recorrente. O Ebitda ajustado anual somou R$ 312,2 milhões em 2025, crescimento de 12,4% em relação ao ano anterior, com margem de 8,7%, em um movimento sustentado por alavancagem operacional, maturação das lojas e disciplina na gestão de despesas.

No resultado financeiro, a Petz no 4T25 registrou despesa de R$ 7,6 milhões no quarto trimestre, ante perda de R$ 28,6 milhões um ano antes, beneficiada pela menor pressão de efeitos não recorrentes. A operação de swap da dívida 4131 gerou impacto negativo de R$ 1,6 milhão no período, sem efeito caixa, abaixo da perda de R$ 19,5 milhões registrada no quarto trimestre de 2024.

A Petz encerrou o trimestre com caixa líquido de R$ 160,7 milhões, revertendo a posição de dívida líquida de R$ 88,6 milhões observada um ano antes. A variação positiva de R$ 249,3 milhões foi impulsionada principalmente pela geração de caixa operacional e pela maior eficiência na gestão do capital de giro. Os investimentos somaram R$ 28,8 milhões no quarto trimestre, queda de 36% na comparação anual.

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Em 2025, o capex totalizou R$ 124,3 milhões, recuo de 21,5%. Segundo a companhia, o movimento reflete uma alocação mais estratégica de recursos, alinhada à busca por eficiência operacional e geração de caixa.

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B3 (B3SA3) aprova pagamento de R$ 372,5 milhões em JCP; veja valor por ação

O conselho de administração da B3 (B3SA3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor de R$ 372,5 milhões, correspondentes a valor bruto de R$ 0,07434043 por ação (líquido de R$ 0,06133086 por papel).

O cálculo levará em consideração a posição acionária da próxima terça, 31, sendo que os títulos serão negociados “ex-JCP” a partir de 1º de abril. O pagamento será realizado em 13 de abril.

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Ser Educacional (SEER3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 74,6 milhões no 4T25

A Ser Educacional (SEER3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 74,6 milhões no quarto trimestre de 2025, revertendo prejuízo de R$ 30,2 milhões anotado em igual intervalo do ano anterior. No acumulado do ano, a empresa registrou lucro de R$ 214,4 milhões, ante prejuízo de R$ 1,162 milhão um ano antes.

Com ajustes, o lucro da Ser Educacional foi de R$ 76,9 milhões, alta de 112,1% em relação ao observado um ano antes. Em 12 meses, o lucro ajustado da Ser foi de R$ 239,3 milhões, alta de 141,7%, na base anual de comparação.

O desempenho positivo foi impulsionado pelo crescimento da base de alunos de Ensino Híbrido e pela captação recorde em cursos de Medicina, após a expansão de vagas credenciadas. Além disso, a companhia focou na otimização operacional e disciplina financeira, o que resultou em forte geração de caixa e redução consistente do endividamento.

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No quarto trimestre da Ser Educacional do 4T25, a receita líquida da companhia totalizou R$ 572,9 milhões, crescimento anual de 9,4%. Considerando o consolidado de 2025, a cifra foi de R$ 2,216 bilhões, aumento de 11,9% em relação a 2024.

A empresa apresentou desempenho misto em suas linhas de negócio. Nas mensalidades de Ensino Híbrido, houve aumento de 12,3% na receita líquida trimestral. Já no Ensino Digital, houve uma retração de 7,0% no mesmo período.

O Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 150,4 milhões no quarto trimestre, alta de 22,8%. No acumulado do ano, o Ebitda ajustado da empresa totalizou R$ 559,6 milhões, avanço de 27,8% em relação a 2024.

Ao final de 2025, a dívida líquida da Ser Educacional somava R$ 504,7 milhões, diminuição de 29,8% ante o apurado um ano antes.

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