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Carteiras sugeridas para agosto

Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 11h35 - 13/08


ETF Strategy – BTG Pactual

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O BTG Pactual manteve a estratégia da carteira ETF Strategy inalterada para agosto. Apesar da melhora dos indicadores de atividade e inflação no Brasil, o banco avalia que os riscos relacionados à possível retomada do aperto monetário pelo Fed, aos impactos do El Niño e às incertezas fiscais ainda justificam uma postura defensiva. Assim, a alocação segue privilegiando títulos indexados à inflação de longo prazo, com posições neutras em renda variável, prefixados e pós-fixados.

BTG mantém alocação tática e reforça posição em inflação de longo prazo

A estratégia continua com sobrealocação em títulos públicos indexados ao IPCA de duration longa, diante dos prêmios ainda elevados, enquanto mantém exposição neutra em ações, renda fixa pós-fixada, prefixados e duration curta de inflação. Segundo o banco, o custo de aguardar novos dados econômicos antes de promover mudanças na carteira permanece baixo.

Carteira permanece sem alterações e mantém foco em diversificação

A carteira recomendada segue distribuída entre ETFs de renda fixa local, ações brasileiras e internacionais e crédito global. Entre as principais posições estão PACG11 (20%), SPXB11 (20%), DEBB11 (15%), LLFT11 (10%), PACC11 (10%), IBOB11 (10%) e HGBR11 (7,5%). O BTG destaca que a combinação busca equilibrar proteção e potencial de retorno em um ambiente ainda marcado por elevada incerteza macroeconômica.


10SIM – BTG Pactual

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O BTG Pactual manteve uma visão construtiva para a bolsa brasileira em agosto, mas ajustou a carteira 10SIM para um cenário eleitoral ainda incerto. Segundo o banco, boa parte do risco fiscal já está refletida nos preços dos ativos, enquanto o real segue menos sensível ao cenário. Diante disso, a estratégia foi aumentar a exposição a ativos que podem se beneficiar tanto de uma melhora quanto de uma deterioração do ambiente macro, reforçando posições ligadas ao câmbio, petróleo e serviços básicos.

Gerdau [#GGBR4] e Copasa [#CSMG3] entram; Ambev [#ABEV3] e Allos [#ALOS3] deixam a carteira

O BTG incluiu Gerdau [#GGBR4], elevando a exposição ao dólar e ao mercado norte-americano, onde espera manutenção de margens elevadas e demanda resiliente por aço. A Copasa [#CSMG3] também passa a integrar o portfólio após a privatização, com expectativa de ganhos operacionais sob a gestão da Equatorial e potencial para dividendos mais robustos. Para abrir espaço, Ambev [#ABEV3] e Allos [#ALOS3] foram retiradas da carteira.

Petrobras [#PETR4] ganha mais espaço; carteira reforça exposição a petróleo, câmbio e infraestrutura

O BTG elevou o peso de Petrobras [#PETR4] de 10% para 15%, destacando o forte momento operacional, a capacidade de capturar margens maiores no refino e um dividend yield estimado em cerca de 10% com o petróleo a US$ 70. A carteira passa a ter 35% de exposição a serviços básicos e infraestrutura (Axia, Eneva, Copasa e Motiva), 20% a empresas dolarizadas (Embraer e Gerdau), além de manter posições em Itaú [#ITUB4], Cury [#CURY3] e Totvs [#TOTS3], buscando um portfólio mais equilibrado para diferentes cenários macroeconômicos.


Carteira Recomendada FIIs – BTG Pactual

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O BTG Pactual promoveu um ajuste pontual em sua carteira recomendada de fundos imobiliários para agosto, reduzindo a exposição ao segmento de recebíveis e ampliando a participação em galpões logísticos. O banco destaca que a expectativa de cortes na Selic pode beneficiar os FIIs, mas avalia que a pressão sobre os juros longos e os riscos fiscais ainda exigem seletividade na alocação.

HGLG11 entra; KNIP11 tem posição reduzida

A principal mudança da carteira foi a redução da participação de KNIP11 em 3 pontos percentuais e a inclusão de HGLG11 com peso equivalente. Segundo o BTG, o ajuste busca otimizar a relação entre risco e retorno do portfólio, preservando uma visão positiva para o KNIP11, que segue entre as principais posições da carteira, ao mesmo tempo em que aproveita o desconto superior a 10% de HGLG11 em relação ao valor patrimonial e o potencial de distribuição extraordinária de rendimentos após a venda recente de um ativo.

Carteira amplia exposição a galpões e mantém foco em renda

Com a mudança, a carteira passa a contar com 17 fundos, dividend yield anualizado estimado em 12,4% e desconto médio próximo de 9% sobre o valor patrimonial. A exposição ao segmento de galpões logísticos aumentou de 22% para 25%, enquanto a participação em fundos de recebíveis foi reduzida de 50% para 47%, mantendo a estratégia voltada para geração de renda e diversificação entre diferentes segmentos do mercado imobiliário.


Carteira Dividendos – BTG Pactual

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O BTG Pactual promoveu duas alterações em sua Carteira Recomendada de Dividendos para agosto, reforçando o perfil defensivo do portfólio. O banco incluiu Compass (PASS3) e Engie (EGIE3), substituindo Caixa Seguridade (CXSE3) e Ambev (ABEV3). Segundo a casa, a estratégia continua focada em empresas com geração consistente de caixa, previsibilidade de resultados e potencial de distribuição de dividendos.

Compass [#PASS3] e Engie [#EGIE3] entram; Caixa Seguridade [#CXSE3] e Ambev [#ABEV3] deixam a carteira

A Compass passa a integrar a carteira por reunir ativos regulados de distribuição de gás, receitas indexadas à inflação e potencial de crescimento por meio da plataforma de infraestrutura da Edge. Já a Engie foi adicionada após a correção recente das ações, com o BTG destacando sua qualidade operacional, previsibilidade de fluxo de caixa e valuation atrativo. Para abrir espaço, saem Caixa Seguridade e Ambev.

Itaú, Petrobras e Vale seguem entre as principais apostas para dividendos

O BTG manteve posições em Itaú [#ITUB4], Petrobras [#PETR4], Vale [#VALE3], Bradesco [#BBDC4], Allos [#ALOS3], Copel [#CPLE6], TIM [#TIMS3], Cury [#CURY3], Copasa [#CSMG3] e Axia Energia [#AXIA3]. O banco continua destacando a combinação de geração robusta de caixa, valuations atrativos e potencial de dividendos elevados como os principais pilares da carteira.


Carteira Dividendos – Safra

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A Safra realizou três mudanças em sua carteira de dividendos para agosto. Saíram Caixa Seguridade (CXSE3), Telefônica Brasil (VIVT3) e Bradesco (BBDC4), enquanto entraram Aura Minerals (AURA33), Taesa (TAEE11) e Porto Seguro (PSSA3).

As alterações refletem a busca por empresas com maior potencial de geração de caixa e distribuição de dividendos. A Aura foi incluída pelo potencial de crescimento da produção e geração de caixa, a Taesa pela expectativa de retomada dos dividendos após o ciclo de investimentos e a Porto Seguro pela consistência operacional, rentabilidade elevada e valuation atrativo.

A carteira manteve 10 ações com peso igual de 10% cada e dividend yield estimado de 8,4%. Em julho, o portfólio avançou 0,45%, abaixo do IDIV (+3,00%) e do Ibovespa (+3,47%). Desde janeiro de 2020, a carteira acumula 89,6% de retorno, ligeiramente acima dos 88,3% do IDIV.


Carteira Top 10 ações – Safra

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A Safra realizou apenas uma alteração em sua Carteira Top 10 para agosto: retirou Bradesco (BBDC4) e incluiu Weg (WEGE3). A mudança reduz a exposição ao setor bancário, diante de um cenário mais desafiador para o crédito, e aumenta a participação em uma empresa que apresentou resultados acima das expectativas no 2T26.

A entrada da Weg reflete a expectativa de revisões positivas nas projeções, impulsionadas pela expansão da capacidade produtiva, novas fábricas e crescimento da demanda, especialmente em transmissão, distribuição de energia e data centers.

Em julho, a carteira avançou 0,47%, abaixo do Ibovespa (+3,47%). Desde sua criação, em janeiro de 2012, acumula 371,2% de retorno, ante 204,9% do Ibovespa, mantendo histórico consistente de superação do índice de referência.


Carteira Top 10 BDRs – Safra

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A Safra promoveu duas alterações em sua Carteira Top 10 BDRs para agosto: retirou Microsoft (MSFT34) e Charles Schwab (SCHW34), realizando lucros após a forte valorização das ações, e incluiu Alphabet (GOGL34) e Goldman Sachs (GSGI34). Além disso, elevou a participação em TSMC (TSMC34) e NextEra (NEXT34) e reduziu o peso de JP Morgan (JPMC34).

A entrada da Alphabet reflete a avaliação de que a recente correção abriu um ponto de entrada mais atrativo, sustentado pelo potencial de crescimento em inteligência artificial e computação em nuvem. Já o retorno do Goldman Sachs ocorre após uma queda das ações, mesmo com resultados sólidos, em meio à expectativa de retomada das atividades de investment banking, mercado de capitais e gestão de recursos.

Em julho, a carteira avançou 2,55%, superando o S&P 500 (-1,25%). Desde sua criação, em junho de 2015, acumula 764,7% de retorno, ante 524,8% do S&P 500, mantendo um histórico consistente de desempenho superior ao índice de referência.


Carteira BDR – Itaú

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O Itaú realizou duas alterações em sua Carteira BDR para agosto: retirou Goldman Sachs e Micron e incluiu Visa (VISA34) e Exxon Mobil (EXXO34). A estratégia busca ampliar a exposição a empresas com bom momento gráfico e potencial de valorização, mantendo ainda Coca-Cola, Eli Lilly e TSMC na composição.

A entrada da Visa reflete a expectativa de continuidade da tendência de alta e potencial de valorização de 12,9%, enquanto a Exxon Mobil foi incluída diante do cenário favorável para o setor de energia e de sua configuração técnica positiva.

Em 2026, a Carteira BDR acumula alta de 5,72%, acima do BDRX (+1,43%). Desde seu lançamento, em maio de 2021, registra valorização de 102,08%, praticamente em linha com o BDRX (+103,16%).


Top ações – XP

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Na atualização do mês, a XP promoveu uma ampla revisão na Carteira Top Ações. A casa aumentou a exposição a [#ROXO34], de 5,0% para 7,5%, projetando uma recuperação nos resultados do 2T26, e elevou [#GGBR4] de 5,0% para 10%, diante da expectativa de continuidade do forte momento operacional na América do Norte.

Além disso, a participação de [#EMBJ3] foi ampliada de 5,0% para 10%, sustentada por uma carteira de pedidos robusta. A exposição a [#PETR4] também dobrou, de 5,0% para 10%, para reforçar o peso do setor de óleo e gás, enquanto [#SBSP3] passou de 5,0% para 7,5%, com a expectativa de que a Sabesp seja uma das principais beneficiadas por uma retomada do fluxo de investidores estrangeiros.

Por outro lado, a [#B3SA3] foi retirada da carteira diante de um cenário mais desafiador para o mercado de capitais, pressionado pela perspectiva de juros elevados por mais tempo. A [#RENT3] também deixou o portfólio em um movimento tático, embora a XP mantenha visão positiva para a companhia. Já [#IGTI11] teve sua participação reduzida de 10% para 7,5%, como parte da estratégia de diminuir a exposição da carteira a empresas ligadas à economia doméstica.


Carteira Top Dividendos Plus - XP

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Na atualização do mês, a XP incluiu [#TEND3] e [#ENGI11] na Carteira Top Dividendos Plus. A casa destaca o dividend yield atrativo e a melhora nas expectativas dos analistas para ambas as companhias, com base nos dados da LSEG.

Por outro lado, [#PLPL3] e [#POMO4] foram retiradas do portfólio em função da redução do dividend yield esperado e da piora nas expectativas dos analistas, também segundo dados da LSEG.

Além disso, a XP reduziu a participação de [#ITSA4] e [#PETR4] de 15% para 10%, em um movimento voltado ao reequilíbrio da estratégia da carteira.


Carteira Top Ações Globais - XP

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Na atualização do mês, a XP aumentou a exposição às ações da [#MU] e [#UBER], ambas de 0% para 2,5%, reforçando o posicionamento da Carteira Top Ações Globais.

Para acomodar as novas posições, a gestora reduziu a participação de [#AMZN], de 5,0% para 2,5%, e de [#XOM], de 7,5% para 2,5%.

Em julho, a carteira teve retorno de 1,9%, superando o iShares MSCI ACWI ETF (ACWI), que recuou 0,3% no período.


Carteira Top Dividendos Globais - XP

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Na atualização do mês, a XP incluiu [#WFC], [#AVGO], [#PEP] e [#VZ] na Carteira Top Dividendos Globais. A participação de WFC passou de 0% para 5,0%, enquanto AVGO, PEP e VZ entraram com peso de 2,5% cada.

Para acomodar as mudanças, a gestora reduziu a exposição a [#MS], de 7,5% para 5,0%, [#GS], de 10,0% para 7,5%, e [#CEG], de 5,0% para 2,5%. Além disso, [#VOD] foi removida da carteira.

Em julho, a carteira avançou 4,6%, superando o iShares Select Dividend ETF (DVY), que registrou alta de 3,1% no período.


Carteira Fundamentalista de FIIs - XP

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Na atualização do mês, a XP reduziu a exposição aos fundos [#LVBI11] e [#PVBI11], ambos em 0,75 ponto percentual, como parte de um ajuste para diminuir a participação em fundos de tijolo com menor carrego e menos gatilhos de valorização no curto prazo.

Em contrapartida, a gestora ampliou a alocação em [#XPLG11] em 1,5 ponto percentual, destacando a qualidade do portfólio, a menor volatilidade e o maior potencial de geração de retorno do fundo.

Em julho, a Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários recuou 0,42%, ante queda de 0,32% do IFIX. No período, o portfólio entregou dividend yield mensal de 1,01%, equivalente a 12,2% anualizados, e acumula valorização de 12,2% nos últimos 12 meses, desempenho equivalente a 110% do IFIX.


Carteira Top Dividendos - XP

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Na atualização do mês, a XP reduziu a participação de [#CXSE3], de 7,5% para 5,0%, após a forte valorização recente das ações. A gestora segue positiva com a companhia, destacando a forte atividade comercial, a sinistralidade controlada e o benefício do ambiente de juros elevados, mas avalia que o valuation passou a oferecer menor margem de segurança.

Além disso, a exposição à [#CPLE3] foi reduzida de 15,0% para 10,0%, em um movimento de realização parcial de lucros após o bom desempenho do papel desde sua inclusão na carteira. A XP também vê um cenário de preços de energia mais pressionados no segundo semestre de 2026, diante dos possíveis impactos do El Niño sobre o regime de chuvas.

Por outro lado, a [#CSMG3] foi adicionada ao portfólio com peso de 7,5%. A casa destaca a visão construtiva para a execução da companhia sob a gestão da Equatorial, além do balanço enxuto e da ausência de restrições relevantes para distribuição de dividendos, fatores que devem sustentar dividend yields atrativos nos próximos anos.


Carteira Top Small Caps - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP incluiu [#SLCE3] e [#TUPY3] na Carteira Top Small Caps, ambas com peso de 5%. A casa vê um cenário mais favorável para os preços de soja e algodão, impulsionando a tese da SLC Agrícola, enquanto destaca uma perspectiva mais positiva para a recuperação do mercado de veículos pesados nos Estados Unidos e avanços em governança como fatores favoráveis para a Tupy.

Além disso, a exposição à [#ALUP11] foi ampliada de 5,0% para 12,5%, refletindo uma visão mais construtiva para ativos defensivos e resilientes.

Por outro lado, a [#POMO4] foi retirada da carteira devido à maior preocupação com a dinâmica de resultados da companhia. A XP também reduziu a participação de [#TTEN3] de 10% para 5%, diante de um cenário mais desafiador no curto prazo, embora mantenha uma visão positiva para a tese de longo prazo. Já [#VIVA3] teve seu peso reduzido de 10% para 5%, como parte da estratégia de diminuir a exposição a ativos domésticos e cíclicos.


Carteira Dividendos Gráfica – XP

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Na atualização de agosto, a Carteira Dividendos Gráfica realizou uma troca: [#AXIA3] foi retirada do portfólio e [#PRIO3] foi incluída.

A carteira é composta por 5 ativos, com peso de 20% cada, selecionados a partir das carteiras Top Dividendos e Top Dividendos Plus da XP. A estratégia busca retorno no médio prazo, utilizando exclusivamente análise técnica sobre os ativos selecionados.


Carteira Dividendos – Benndorf

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Na atualização da Carteira Benndorf Dividendos, [#AXIA3] foi incluída na carteira, enquanto [#FIQE3] também aparece entre as movimentações de compra. A estratégia mantém um perfil mais conservador, com foco principalmente em empresas de alta capitalização e objetivo de superar o IDIV no longo prazo.

Entre os ajustes de posição, a casa realizou aumentos em [#DIVO11] e [#SEER3], enquanto [#CXSE3] teve sua exposição reduzida. Os ajustes são justificados pela realização de lucros, adequação ao valuation e, principalmente, pelo alinhamento ao cenário técnico.


Carteira Small Caps Valorização – Benndorf

Confira a carteira completa

Na atualização da Carteira Benndorf Small Caps Valorização, [#DIRR3] foi incluída entre as compras, enquanto [#PLPL3] também aparece entre os ativos classificados para compra.

Entre os ajustes de posição, a casa realizou aumento em [#SEER3] e redução em [#FIQE3]. A estratégia tem perfil mais arrojado, com foco principalmente em small caps e busca por assimetrias de mercado, visando superar o índice SMLL no longo prazo.


Carteira FIIs Renda – Benndorf

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Na atualização de agosto da Carteira Benndorf FIIs – Renda, a casa aumentou a exposição a [#CDII11] em 2,0% e a [#BTCI11] em 2,5%, utilizando os recursos provenientes das reduções realizadas em outros fundos.

Por outro lado, as posições em [#RZAT11] e [#RZAK11] foram reduzidas em 2,5% e 2,0%, respectivamente. A decisão considera a precificação favorável desses fundos em relação aos pares e a expectativa de redução dos rendimentos nos próximos meses, o que pode elevar a volatilidade das cotas.

Segundo a casa, o aumento em [#BTCI11] reflete o perfil indexado ao IPCA, o risco moderado e a relevante reserva de resultados acumulados, características que favorecem a geração de renda e a estabilidade do portfólio.


Carteira FIIs Valorização – Benndorf

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Na atualização de agosto, a Carteira Benndorf FIIs – Valorização zerou a exposição ao MANA11 e reduziu as posições em RECR11 e XPML11, após a boa precificação desses fundos em relação aos pares e a consequente redução do potencial de valorização no curto prazo. No caso do XPML11, a expectativa de queda nos rendimentos distribuídos também pode pressionar a cotação nos próximos meses.

Por outro lado, a exposição ao CDII11 foi elevada de 11,5% para 15,5%, buscando reduzir a volatilidade da carteira e aumentar a indexação ao CDI no curto prazo. A posição em HGLG11 também foi ampliada após a venda de um ativo logístico elevar a geração de caixa e os rendimentos do fundo. Além disso, o JSAF11 teve sua participação aumentada devido ao elevado desconto sobre o valor patrimonial, à qualidade da carteira e ao nível de caixa de aproximadamente 26% do patrimônio.


Carteira FI-Infra – Benndorf

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Na atualização de agosto, a Carteira Benndorf FI-Infra reduziu as posições em IFRI11, BINC11 e BIDB11. No caso de IFRI11 e BINC11, a casa espera uma normalização dos rendimentos após o encerramento das ofertas, enquanto os dois fundos negociam com ágio sobre o valor patrimonial. Já no BIDB11, a redução reflete a avaliação de que o fundo está adequadamente precificado e possui baixa liquidez.

Por outro lado, a exposição ao CDII11 foi elevada, aproveitando o desconto sobre o valor patrimonial após a forte desvalorização no semestre e a expectativa de distribuição mensal próxima a R$ 1,00 por cota. Além disso, JURO11 e DIVS11 também tiveram suas posições ampliadas, diante dos descontos em relação ao valor patrimonial, que oferecem maior margem de segurança.


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Todas as sugestões de investimento da Expert XP

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Expert XP 2026: último dia tem João Fonseca, Lucas Braathen, CEOs e  influencers

1. Política monetária americana

Janet Yellen sustenta que a economia global ainda carrega os efeitos de choques sucessivos desde a pandemia, o que atrasa o retorno da inflação às metas dos bancos centrais. Ela cita pressões recentes ligadas à energia e mudanças na política comercial americana, somadas ao investimento pesado em IA e infraestrutura energética. Sem evidência clara de ganhos de produtividade que compensem esses efeitos, ela projeta inflação elevada no curto prazo, mas acredita que o Fed ainda tem espaço para adotar postura mais restritiva se as pressões se intensificarem.

Risco de dominância fiscal nos EUA está crescendo, diz Janet Yellen
  1. Revisão do arcabouço do Fed

Ela acredita que a participação de especialistas externos pode fortalecer a credibilidade das discussões e melhorar a comunicação do banco central com mercados e sociedade.

  1. Dólar e reservas internacionais

Yellen evita previsões diretas sobre câmbio, mas observa queda gradual da participação do dólar nas reservas internacionais. Ainda assim, ela mantém que nenhuma moeda alternativa viável existe hoje para substituir o dólar, dada a liquidez, a profundidade e a robustez dos mercados americanos.

  1. Risco fiscal das economias desenvolvidas

Yellen se mostra preocupada com a trajetória fiscal de várias economias desenvolvidas, sobretudo diante do envelhecimento populacional e das pressões crescentes sobre as contas públicas. Para ela, a sustentabilidade fiscal seguirá entre os principais desafios das próximas décadas, o que exige discussões mais sérias sobre planejamento de longo prazo e equilíbrio das contas.

  1. Bolsa brasileira e ciclo de reversão

    Risco de alta da inflação por conta do petróleo diminuiu e beneficia  bolsa”, diz André Lion, CIO da Ibiuna Investimentos

André Lion, João Luiz Braga e Octávio Magalhães convergem na leitura de que o pessimismo extremo, valuations mais baratos e o retorno de fluxo estrangeiro criam assimetria favorável para ações brasileiras, mesmo em ambiente macro ainda volátil. Fernando Ferreira aponta três sinais positivos, o retorno de fluxo em julho, o indicador de sentimento da XP em pessimismo extremo, nível que historicamente coincide com viradas de mercado, e a melhora da assimetria do Ibovespa. Braga cita o desinflacionamento confirmado pelo último IPCA como argumento a favor do ciclo de corte de juros.

  1. Conflito no Irã e petróleo

Jeferson Bittencourt (economista-chefe da ASA) destaca a dificuldade de projetar cenários envolvendo atores imprevisíveis, mas ainda espera alívio das tensões.

Parreiras argumenta que a estrutura de incentivos favorece nova tentativa de acordo, já que o Irã busca concessões usando sua influência sobre o Estreito de Hormuz enquanto Trump quer evitar tanto vitória iraniana quanto guerra prolongada.

Com o tempo, ele espera queda do petróleo à medida que o prêmio geopolítico se dissipa e o excesso de oferta fica mais evidente.

  1. Inteligência artificial e inflação

A fase inicial tende a ser inflacionária, dado o investimento pesado em energia, semicondutores, data centers e capacidade computacional, enquanto os efeitos de produtividade de longo prazo poderiam ser deflacionários.

Mariano Steinert (gestor e sócio fundador da Genoa Capital) afirma que os cerca de US$ 2 trilhões em investimento esperado parecem consistentes com a demanda, com risco maior vindo da infraestrutura insuficiente do que do excesso de capacidade.

  1. Ciclo global de juros e big techs

Participantes do painel com Walter Maciel (CEO da AZ Quest Investimentos), Daniel Dupont (gestor do Kapitalo NW3 Plus) e Bruno Marques (gestor multimercado da XP Asset) apontam que a combinação de crescimento acima do potencial, inflação acima da meta e choques simultâneos de oferta e demanda contribui para juros globais mais altos por mais tempo. Eles destacam a mudança no papel das grandes empresas de tecnologia, que passaram de geradoras de caixa a grandes consumidoras de capital com o investimento pesado em infraestrutura de IA.

  1. Bolsa global e ciclo de IA

Alastair Pang (Morgan Stanley)apresenta a visão mais construtiva, argumentando que a IA já gera retorno tangível sobre capital investido e deve ser vista como driver estrutural de produtividade, com benefícios se ampliando para bancos e saúde.

Gina Martin Adams (estrategista-chefe de mercado da HB Wealth) adota postura mais equilibrada, notando que só uma parcela menor das empresas está capturando retornos de fato, com sinais iniciais de pressão sobre o fluxo de caixa livre em alguns casos.

  1. América Latina e fluxos globais

Ana Reynal (Capital Group), Efrain Chavez (INCA Investments) e Seba Ramirez (LarrainVial Asset Management) convergem na leitura de que os fundamentos da América Latina melhoraram, mas essa melhora não se refletiu nos preços dos ativos.

Os fluxos de capital seguem concentrados na temática de IA em outras regiões, deixando a América Latina em posição de trade defensivo. Reynal cita MercadoLibre como ideia de maior convicção, Ramirez prefere Sabesp e utilities selecionadas, e a Argentina aparece como a oportunidade fora do consenso mais clara da região.

  1. Consolidação fiscal do governo brasileiro

Durigan reitera que o governo não pretende adotar controle de capitais no Brasil, após especulação recente do mercado sobre o tema. Ele cita ajuste fiscal estrutural de cerca de 2% do PIB nos últimos anos e afirma que a Lei Orçamentária Anual, prevista para até 31 de agosto, deve projetar superávit primário de 0,5% do PIB. Durigan também descarta banimento das apostas online e defende regulação semelhante à do tabaco.

  1. Regime global pós choques inflacionários

Andressa Castro (BNP Paribas Asset Management) argumenta que a inflação não é estruturalmente alta, mas os juros devem permanecer estruturalmente mais altos, já que trazer a inflação à meta é uma escolha do banco central com custo associado.

Ela cita quatro choques recentes de oferta, pandemia, guerra Rússia Ucrânia, tarifas e guerra do Irã, e aponta que a decisão do Fed sobre subir juros agora ou esperar até 2028 depende fortemente da guerra e de Kevin Warsh.

  1. Cenário eleitoral 2026

Felipe Nunes (Quaest) descreve o modelo de calcificação do eleitorado, com aproximadamente 35% para cada lado em um confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro, deixando o resultado nas mãos de independentes que hoje pendem levemente para Lula.

Cila Schulman levanta a hipótese de vitória de Lula no primeiro turno, argumentando que ele é o único nome à esquerda sem fragmentação de voto, enquanto eleitores que deixam Flávio Bolsonaro têm migrado para indecisos, votos brancos e nulos.

Antonio Lavareda contrapõe que Lula já chegou perto do resultado em 2006 e 2022 sem atingir o patamar necessário.

  1. Geopolítica, IA e alocação de portfólio

Bruno Cordeiro afirma que por cerca de 25 anos a geopolítica foi o input menos relevante nas decisões de investimento, cenário que já não existe mais, e espera acordo de paz entre Washington e Teerã em semanas.

Ruy Alves (Kinea Investimentos) descreve a IA como um grande truque de mágica, projetando que até o fim de 2027 o mundo terá nove vezes mais capacidade computacional do que teria sem ela, com o gargalo concentrado em semicondutores. Ele prefere se posicionar no próprio gargalo, citando TSMC e Micron, argumentando que o modelo de IA em si se torna commodity pela facilidade de replicação.

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Semana concentra o pacote completo para o Copom de 5 de agosto

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Panorama da Semana

Cenário global fica tenso, enquanto o Brasil segue no corte da Selic

O CPI de junho nos EUA veio abaixo do esperado, com núcleo estável no mês e alta de 2,6% em doze meses. À primeira vista parece bom, mas o Fed olha o PCE, não o CPI, e ali o quadro muda. A projeção é de núcleo do PCE subindo 0,22% no mês e mantendo 3,4% em doze meses, patamar que já roda acima do CPI há vários meses. Essa divergência incomoda o Fed.

O consumo americano segue resistente mesmo com o petróleo subindo por causa do conflito no Estreito de Ormuz. As vendas no varejo cresceram de novo em junho e os meses anteriores foram revisados para cima. O consumo real deve ter crescido perto de 2,5% ao ano no trimestre. O contraponto é a energia mais cara: o Brent de setembro foi de 72 para 88 dólares desde o início de julho e a gasolina nos postos americanos volta a rondar 4 dólares o galão.

Nos EUA, o discurso do Fed será o dado mais importante da semana. Warsh evitou qualquer sinalização no depoimento ao Congresso. Já Waller reconheceu motivos para otimismo na inflação, mas condicionou qualquer alívio a não repetição de dados aquecidos. Cook e Jefferson falaram no mesmo tom. No computo geral,o viés do Fed aponta para alta de juros, não corte, e o mercado já precifica mais de uma alta até o fim do ano.

Para a próxima semana o calendário americano é mais fraco, com destaque para os PMIs de julho na sexta. A expectativa é de melhora tanto na indústria quanto em serviços, com o índice composto no melhor nível desde o início de 2026.

No Brasil a semana concentra o pacote completo que vai municiar o Copom de 5 de agosto. O IPCA 15 de julho é o dado principal, com projeção de alta de 0,15% no mês, puxada (novamente) por alimentação no domicílio e parcialmente compensada por energia elétrica e passagens aéreas. Esse número, somado ao núcleo trimestral anualizado voltando para perto da meta, sustenta a leitura de desinflação em curso. Ao lado disso vêm o mercado de trabalho, com desemprego estável perto de 5,3% e geração de vagas formais ainda robusta, além das contas externas, do crédito e do resultado fiscal de junho.

A tarifa americana de 25% já está em vigor e o adicional de 12,5% sob a seção 301 foi confirmado em 23 de julho. O impacto agregado deve ficar contido, dado o peso baixo do comércio bilateral no PIB brasileiro e as isenções em vigor, mas o efeito setorial e o canal de confiança e prêmio de risco pesam mais em ano eleitoral. O governo respondeu com o Brasil Soberano III, linha de até R$18,5 bilhões via Tesouro e BNDES para setores expostos às tarifas e a segmentos como fertilizantes e minerais críticos. O que importa aqui não é o envelope anunciado, e sim a adesão efetiva e o quanto essa e outras linhas de crédito compensam, na margem, o aperto monetário em curso.

No campo eleitoral as pesquisas recentes mostram corrida polarizada mas agora com dispersão entre institutos que reflete mais diferença de metodologia e data de campo do que uma mudança de direção. A semana que vem traz possíveis divulgações de Jota, Nexus e AtlasIntel, além da janela de convenções partidárias até 5 de agosto, que deve definir chapas e coligações.

O viés para o Copom de agosto segue sendo corte de 25 pontos base, com comunicação condicional e sinal de que o espaço para continuar cortando depois de setembro é limitado. A política fiscal e de crédito continua sustentando a demanda e mantém o quadro inflacionário em um equilíbrio de juro alto por mais tempo, mesmo com a desinflação de curto prazo em curso.

Calendário da Semana


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Rentabilidade das principais classes

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De olho nos gráficos

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Panorama da Semana

A semana que passou trouxe alívio aos bancos centrais. Nos Estados Unidos, a fraqueza do mercado de trabalho reduziu as apostas em nova alta de juros. Na Zona do Euro, a inflação ao consumidor recuou, mas o Banco Central Europeu deve manter a postura conservadora. Por aqui, o Caged decepcionou, sem abalar a leitura de mercado de trabalho aquecido, enquanto a produção industrial de maio também decepcionou, ainda com crescimento relevante no acumulado do ano. O petróleo voltou aos patamares pré-conflito no Oriente Médio, mais um motivo para menos juros.

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Mas os próximos dias prometem ser mais decisivos. Nos Estados Unidos, a ata do FOMC trará pistas melhores sobre o ritmo de cortes de juros, justamente quando os dados de emprego já mudam a leitura sobre o Federal Reserve.

E, por aqui, porém, que a semana concentra a maior atenção. O IPCA de junho é o principal termômetro da economia brasileira, com expectativa de desaceleração puxada pelo arrefecimento nos preços de alimentos. O número deve calibrar as apostas sobre os próximos passos do Banco Central. Fecha o quadro o IGP-DI de junho, que a FGV deve divulgar em deflação, reflexo da queda nos preços de petróleo e derivados, movimento que dialoga diretamente com o fim da subvenção ao diesel anunciado na semana anterior.

Calendário da Semana


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Rentabilidade das principais classes

Fluxo de capital estrangeiro B3


De olho nos gráficos

Panorama do Ibovespa (IBOV)

O Ibovespa registrou um fechamento semanal importante, negociando praticamente nas máximas dos últimos cinco pregões. Para Filipe Borges, analista técnico da NMS Research, o movimento abre uma excelente oportunidade de compra caso o índice supere os 174.710 pontos. “A partir desse rompimento, vejo espaço para o mercado subir com alvo entre 184.000 e 188.600 pontos”, projetou. O ponto de atenção, segundo o analista, fica na perda dos 167.250 pontos.

Bitcoin (BTC)

O Bitcoin segue em tendência de baixa e ensaia um repique de curto prazo. Borges enxerga nesse movimento uma oportunidade na ponta vendedora. “Vejo uma região vendedora muito boa entre US$ 63 mil e US$ 65.500, uma vez que o ativo faz fundos nivelados na região dos US$ 57.600”, explicou. O stop da operação fica acima dos US$ 67.600. Enquanto o Bitcoin permanecer abaixo desse nível, o analista mantém viés baixista e projeta retorno às mínimas dos US$ 57.650 e, nos próximos um ou dois meses, queda abaixo dos US$ 50 mil.

Aura Minerals (AURA33)

A Aura Minerals voltou ao radar de Borges com uma oportunidade de compra. O ativo capturou liquidez abaixo dos R$ 100,00 e já retoma movimento ascendente, o que levou o analista a abrir posição no Follow Trade, seu serviço de copy de swing trade. “Vejo compra de Aura Minerals com primeiro alvo na região dos R$ 120,00 e depois nos R$ 130,00, que é o alvo final dessa operação”, afirmou. O ponto de atenção fica na perda dos R$ 100,00.

Caixa Seguridade (CXSE3)

A Caixa Seguridade se destaca dentro do fluxo comprador que beneficia o setor nas últimas semanas, figurando entre as ações com melhor entrega de alta no período. Borges ainda vê espaço para valorização e projeta alvo entre R$ 22,82 e R$ 22,85, com stop abaixo dos R$ 18,45. O analista, no entanto, faz uma ressalva importante para quem ainda está de fora do papel. “Não é recomendado comprar agora porque o stop está acima de 10% — aguarde um ponto de entrada melhor para que a gente tenha um risco-retorno favorável”, orientou Borges.


Conteúdos que prestam

Os primeiros a enriquecer sozinhos com IA aprenderam uma coisa

Há quinze anos, Marc Andreessen escreveu tese contraintuitiva na época: o software devora o mundo. O tempo provou razão profunda. O ensaio envelheceu virando raridade: previsão realizada tão completamente virou o próprio ar respirado hoje. Cada setor citado caiu na engrenagem. Setores fora da lista caíram junto..

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Carteiras sugeridas para julho

Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 16h30 - 03/07

Small Caps – BTG Pactual

Confira a carteira completa

O BTG Pactual promoveu duas mudanças na carteira de small caps de julho. Banco Inter [#INBR32] e Marcopolo [#POMO4] entram no portfólio, enquanto Banco Pine [#PINE4] e Grupo SBF [#SBFG3] deixam a seleção. Copasa [#CSMG3], Sanepar [#SAPR11], Smart Fit [#SMFT3], 3tentos [#TTEN3], Orizon [#ORVR3], Tenda [#TEND3], Pague Menos [#PGMN3] e Bemobi [#BMOB3] foram mantidas.

Banco Inter [#INBR32] e Marcopolo [#POMO4] reforçam a carteira

O BTG vê o Banco Inter [#INBR32] negociando com desconto após a queda de cerca de 40% no ano e avalia que os fundamentos permanecem sólidos, com balanço robusto e crescimento dos lucros. Já a Marcopolo [#POMO4] foi incluída pela expectativa de aceleração dos resultados nos próximos trimestres, apoiada pela melhora no mix de vendas, pelo contrato do Caminho da Escola e pelo valuation considerado atrativo.

Copasa [#CSMG3] segue como destaque; BTG mantém confiança nas demais posições

A Copasa [#CSMG3] continua entre as principais apostas após a conclusão da privatização, com expectativa de ganhos de eficiência sob a gestão da Equatorial. O BTG também manteve a confiança em empresas como Tenda [#TEND3], beneficiada pelo programa Minha Casa, Minha Vida, Smart Fit [#SMFT3], 3tentos [#TTEN3], Pague Menos [#PGMN3], Bemobi [#BMOB3], Orizon [#ORVR3] e Sanepar [#SAPR11], citando potencial de crescimento e valuations atrativos.


10SIM – BTG Pactual

Confira a carteira completa

O BTG Pactual adotou uma postura mais defensiva para a carteira de julho diante da perda de atratividade das ações brasileiras para investidores estrangeiros. O banco cita a inflação acima da meta, o espaço limitado para cortes da Selic, a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos e o aumento dos gastos públicos antes das eleições presidenciais de outubro como fatores que tornam o cenário mais desafiador. Apesar de os valuations seguirem atrativos, a casa optou por reduzir o risco do portfólio.

Ambev [#ABEV3] entra; Localiza [#RENT3] e Equatorial [#EQTL3] deixam a carteira

O BTG retirou Localiza [#RENT3] e Equatorial [#EQTL3] da 10SIM para reduzir a exposição a empresas de fluxo de caixa de longo prazo. No lugar, a Ambev [#ABEV3] retorna ao portfólio, trazendo um perfil mais defensivo, apoiado em balanço sólido, geração consistente de caixa, dividend yield estimado em 7,5% e um portfólio de marcas que o banco considera difícil de ser replicado pelos concorrentes.

Allos [#ALOS3] volta e Cury [#CURY3] ganha mais espaço; Petrobras [#PETR4] é mantida

A Allos [#ALOS3] retorna à carteira com peso de 5%, destacada pelo modelo de negócios previsível, proteção contra a inflação, dividend yield de 13% e taxa interna de retorno real de 13%. O BTG também elevou a participação da Cury [#CURY3] de 5% para 10%, reforçando a exposição ao segmento de habitação popular. A Petrobras [#PETR4] foi mantida como proteção para uma eventual deterioração do cenário no Oriente Médio, com potencial de dividend yield de cerca de 11% em 2026 mesmo considerando o petróleo a US$ 70. Eneva [#ENEV3], Axia [#CXSE3], Motiva [#MOTV3], Itaú [#ITUB4], Embraer [#EMBR3] e Totvs [#TOTS3] completam a carteira.


Carteira Top Ações Globais - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP aumentou a participação de Microsoft de 5,0% para 7,5%, aproveitando a recente queda das ações, que tornou o valuation mais atrativo sem alteração dos fundamentos da companhia.

Em contrapartida, reduziu a exposição a Baidu de 5,0% para 2,5%, diante do aumento do risco regulatório para empresas chinesas ligadas à inteligência artificial nos EUA e de uma dinâmica operacional mais desafiadora para a companhia.


Carteira Top Dividendos Globais - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP aumentou a participação de AbbVie de 2,5% para 5,0% e de Lockheed Martin de 2,5% para 5,0%, refletindo a visão positiva para ambas as companhias. A gestora destaca o potencial de crescimento da AbbVie, apoiado por aquisições estratégicas, e as perspectivas favoráveis para a Lockheed Martin diante do aumento dos gastos globais com defesa.

Por outro lado, a exposição à Newmont foi reduzida de 5,0% para 2,5%, em razão da ausência de gatilhos de curto prazo para uma valorização do ouro. Já Dell foi removida da carteira, com a posição reduzida de 2,5% para 0%, após a forte valorização acumulada das ações e a conclusão do processo de realização de lucros.


Carteira Fundamentalista de FIIs - XP

Confira a carteira completa

Na atualização de julho, a XP reduziu a alocação em MCCI11 de 10,0% para 9,0%, LVBI11 de 10,5% para 10,0% e PVBI11 de 8,5% para 8,0%. Em contrapartida, aumentou a exposição a XPLG11 de 8,0% para 9,0% e HGBS11 de 8,0% para 9,0%.

Segundo a casa, os ajustes buscam reduzir a exposição a fundos de tijolo com menor carrego e menos gatilhos de valorização no curto prazo, ao mesmo tempo em que ampliam a participação em fundos com portfólios de maior qualidade, menor volatilidade e maior potencial de valorização.


Carteira Top Dividendos - XP

Confira a carteira completa

A XP elevou a participação de AXIA3 de 5,0% para 12,5% por enxergar potencial de entrada de fluxo estrangeiro para o setor elétrico brasileiro. A gestora também aumentou o peso de CXSE3, de 5,0% para 7,5%, citando o bom momento operacional da companhia e o benefício dos juros elevados sobre o resultado financeiro.

Na revisão de julho, AXIA7 e ENGI11 deixaram a carteira. Segundo a XP, a Energisa tem maior sensibilidade ao cenário macroeconômico e às taxas de juros.


Carteira Top Ações - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP adicionou a Rede D’Or [#RDOR3] ao portfólio. A gestora destaca a liderança da companhia no setor de saúde, projetando expansão gradual de margem com a maturação de ativos e resiliência trazida pela SulAmérica no curto prazo.

Além disso, a exposição à Orizon [#ORVR3] foi elevada de 2,5% para 5,0%. A casa avalia que o mercado ainda não precificou totalmente a criação de valor da transação com a Vital, que consolidou a empresa como a maior plataforma de valorização de resíduos da América Latina.

Por outro lado, a Copel [#CPLE3] foi removida da carteira após forte rali recente. O movimento reflete a realização de lucros, já que a contratação das hidrelétricas Foz do Areia e Segredo foi precificada, deixando a relação risco-retorno mais equilibrada.


Carteira Top Small Caps - XP

Confira a carteira completa

A XP aumentou a participação de BMOB3 de 7,5% para 10%, destacando os múltiplos atrativos, o crescimento de dois dígitos no segmento de Payments + SaaS e a forte geração de caixa da companhia.

A gestora também elevou o peso de ECOR3 para 5,0%, citando o valuation descontado após o desempenho abaixo dos pares no ano. Já AURA33 foi retirada da carteira para realização de lucros, após a forte valorização das ações.


Carteira Top Dividendos Plus - XP

Confira a carteira completa

Na atualização de julho, a XP aumentou a participação de ITSA4 e PETR4 para 15% cada, refletindo o dividend yield atrativo e a melhora nas expectativas dos analistas, segundo dados da LSEG.

Em contrapartida, reduziu a exposição a PLPL3 e POMO4, diante da queda no dividend yield esperado e da piora nas projeções dos analistas, também com base nos dados da LSEG.


Carteira Multiestratégia – NMS

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A Carteira Multiestratégia da NMS foi mantida sem alterações para junho. A estratégia busca superar o CDI no longo prazo por meio de uma alocação diversificada entre renda fixa, renda variável, ativos globais, criptomoedas e investimentos alternativos. Para isso, utiliza ETFs listados na B3, oferecendo eficiência, liquidez e exposição a diferentes classes de ativos em um único portfólio.


NMS Estratégia Global

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A carteira é voltada para investidores com perfil moderado a agressivo que buscam diversificação internacional e exposição ao mercado americano por meio de ações, ETFs e ADRs. O objetivo é oferecer um portfólio equilibrado, com rebalanceamentos periódicos para otimizar os retornos no médio e longo prazo.

Na última atualização, a gestão substituiu GOOG por ASML, ampliando a exposição à companhia holandesa do setor de semicondutores.


Carteira Smart Allocation – NMS

Confira a carteira completa

A carteira passou por ajustes na última atualização, com a retirada de AZIN11 e o aumento da exposição a PPEI11, PFIN11 e CPTI11. Voltada para investidores que buscam rentabilidade com risco moderado, a estratégia tem como objetivo superar o IMA-B no médio e longo prazo por meio de uma alocação focada em renda fixa e fundos incentivados.


Carteira Smart FIIs – NMS

Confira a carteira completa

Na última atualização, a gestão reduziu a exposição a PVBI11 e VGIR11, enquanto aumentou as posições em GARE11 e MCCI11.

A Carteira é voltada para investidores que buscam renda passiva e valorização patrimonial por meio de fundos imobiliários. A estratégia utiliza análise fundamentalista e diversificação entre segmentos e regiões, com o objetivo de superar o IFIX no médio e longo prazo.


Carteira Max SmallCaps – NMS

Confira a carteira completa

A Carteira Max SmallCaps passou por novos ajustes, com a entrada de JHSF3 no lugar de VULC3. Além disso, a gestão aumentou a exposição a MDNE3 e POMO4, enquanto reduziu as posições em AURA33, ORVR3 e BRBI11.


Carteira Max Dividendos – NMS

Confira a carteira completa

A Carteira Max Dividendos passou por ajustes pontuais, com aumento das posições em PASS3 e TIMS3 e redução da exposição a BBSE3 e AXIA3.

A estratégia é voltada para investidores que buscam rentabilidade aliada à geração de renda passiva por meio de dividendos. O portfólio reúne empresas com histórico de distribuição consistente de proventos e geração previsível de caixa, com o objetivo de superar o Ibovespa no médio e longo prazo.


Carteira Max Ações – NMS

Confira a carteira completa

Na última atualização, a carteira trocou CEAB3 e MELI34 por BPAC11, EQTL3 e PETR4. Também reduziu a exposição em SAUD3, AXIA3, AURA33 e INBR32, enquanto aumentou a posição em BBDC4.

A Carteira Max Ações é voltada para investidores que buscam rentabilidade no longo prazo por meio de uma seleção diversificada de ações, baseada na estratégia do Tripé do Valor. O objetivo é superar o Ibovespa no médio e longo prazo, combinando empresas grandes, pagadoras de dividendos e small caps de diferentes setores.


Estratégia Renda Turbinada – NMS

Confira a carteira completa

A Estratégia Renda Turbinada da NMS combina ações e fundos imobiliários em uma alocação equilibrada de 50% para cada classe de ativo. O objetivo é unir geração de renda passiva recorrente, potencial de valorização patrimonial e diversificação, por meio de empresas maduras pagadoras de dividendos e FIIs de alta qualidade.

A estratégia busca oferecer pagamentos frequentes de proventos e maior eficiência tributária, com foco em retornos consistentes no médio e longo prazo.


Estratégia Barbell – NMS

Confira a carteira completa

A Estratégia Barbell da NMS combina segurança e potencial de crescimento ao dividir a carteira entre empresas maduras e pagadoras de dividendos (80%) e small caps com maior potencial de valorização (20%). Inspirada na teoria de Nassim Taleb, a estratégia busca equilibrar geração de renda, menor volatilidade e exposição a oportunidades de retorno mais elevado no longo prazo.

A seleção é baseada em fundamentos, priorizando empresas sólidas e excluindo companhias em situação de estresse financeiro.


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Braskem [#BRKM5]: O que a proteção judicial e o rebaixamento do rating relevam

As ações da Braskem já acumulam queda de 16,34% em apenas três dias de negociação, após a notícia de que a companhia obteve na Justiça de São Paulo o deferimento de um pedido de Tutela de Urgência Cautelar, garantindo uma blindagem jurídica de 60 dias contra execuções e cobranças de seus credores financeiros. A medida protetiva visa assegurar um ambiente de imunidade para que a petroquímica conduza um processo de mediação e reestruture sua estrutura de capital.

O movimento preventivo, contudo, disparou uma reação imediata das agências de classificação de risco Fitch e S&P Global Ratings, que revisaram as notas de crédito globais da companhia para as categorias C e D, respectivamente, reforçando a percepção de elevado risco de inadimplência e a necessidade de reestruturação da dívida.

A mecânica da Recuperação Judicial

O mecanismo acionado pela Braskem está amparado na Lei de Recuperação Judicial e suspende temporariamente a antecipação de vencimentos de dívidas enquanto durarem as negociações coletivas perante a Câmara Wind de Mediação. Segundo comunicados emitidos pela companhia, o escopo da ação é estritamente financeiro. Na prática, as obrigações operacionais correntes com fornecedores, clientes e prestadores de serviço permanecem fora do guarda-chuva jurídico e continuam sendo honradas normalmente.

O tamanho do desequilíbrio patrimonial da petroquímica justifica as medidas jurídicas adotadas. Na prática, o mercado atribui hoje à companhia um valor de mercado significativamente inferior ao seu passivo financeiro, evidenciando o desafio da reestruturação. De acordo com Reydson Matos, estrategista de ações da NMS Research, a Braskem está avaliada pelo mercado em cerca de R$ 4,90 bilhões, mas carrega um passivo total acumulado na casa dos R$ 54 bilhões.

“Quem analisa as ações da Braskem hoje observa um Enterprise Value (valor de firma) em que a dívida supera em mais de dez vezes o seu valor de mercado líquido (Market Cap)”, pontua o estrategista.

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Os fatores por trás da deterioração financeira

O ingresso com a tutela de urgência ocorreu após o esgotamento das métricas de liquidez da empresa, afetada por um ciclo severamente deprimido nas margens petroquímicas globais e pelas provisões bilionárias remanescentes vinculadas ao desastre geológico de Alagoas. Em relatório distribuído ao mercado, a Benndorf Research pondera que, embora a companhia tenha optado por uma abordagem preventiva e negociada em vez de uma recuperação judicial tradicional, o anúncio foi recebido de forma negativa pelos analistas por confirmar que a pressão financeira atingiu um ponto crítico. A Benndorf reiterou a necessidade de cautela, reforçando que não recomenda exposição aos ativos e emissões de dívida da companhia.

Para as mesas de operação, analistas avaliam que uma das alternativas consideradas pelo mercado seria uma reestruturação semelhante à observada em empresas como Light, Gol e Azul, envolvendo uma conversão parcial de dívida em capital. O equacionamento de um passivo dessa magnitude poderia ampliar significativamente o número de ações em circulação. Na avaliação de Matos, o investidor focado no longo prazo precisa estar ciente de que o patrimônio líquido atual é substancialmente menor que as obrigações, e o processo de equalização pode resultar em uma diluição agressiva dos acionistas minoritários. Embora os dados de tela não identifiquem os participantes diários, gestores consultados indicam que o fluxo vendedor recente tem sido dominado por estratégias long & short e fundos multimercados com viés tático de curto prazo.

O que monitorar a partir de agora?

No horizonte de curto prazo, o mercado acompanha o andamento das reuniões com os comitês de bancos e detentores de títulos, além da possibilidade de a Braskem estender pedidos de proteção semelhantes a jurisdições estrangeiras para blindar ativos no exterior.

Os próximos 60 dias tendem a ser decisivos para definir se a companhia conseguirá construir um acordo consensual com os credores ou se precisará recorrer a instrumentos mais amplos de reestruturação previstos na Lei de Recuperação Judicial. Até lá, Reydson Matos projeta que o papel deve continuar operando sob forte volatilidade nas cotações, refletindo as incertezas sobre o plano de capitalização final.

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Caged, Jolts e Payroll darão mais fôlego para inflação

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Panorama da Semana

Nos EUA, quase metade dos dirigentes já cogita subir juros em 2026, virada impensável em março, deixando o mercado refém de sinais vindos do dados da próxima semana. A maioria dos votantes ainda fala para manutenção, enquanto outros cobram alta de juros, criando um comitê dividido.

A trégua no Golfo Pérsico trouxe alívio. O petróleo recuou rápido, mas a gasolina não acompanhou o ritmo, e esse descompasso atrasa o respiro que consumidores americanos esperavam na inflação ao consumidor.

Semana curta nos EUA, com mercados fechados na sexta pelo feriado de 4 de julho. Destaque para o relatório de emprego de junho na quinta, com projeção de 125 mil vagas e desemprego estável em 4,3%, dado que pode definir o rumo do debate sobre alta de juros antes de setembro. Antes disso, JOLTS e confiança do consumidor na terça, seguidos por ISM industrial e gastos com construção na quarta, quando Warsh fala em Sintra com baixa expectativa de sinalização relevante.

No Brasil, o Copom entregou comunicação confusa. A ata e o relatório trimestral confirmam o ciclo de calibragem, mantendo a porta aberta para mais um corte de 25 pontos, mas o próprio banco central reconhece que dados podem interromper essa trajetória a qualquer momento. A revisão para cima do crescimento, somada à inflação correndo acima da meta, comprime o espaço de manobra da autoridade monetária justamente quando a proximidade eleitoral começa a pesar nas contas públicas.

O IPCA-15 trouxe alívio enganoso. Boa parte da surpresa positiva veio do seguro veicular, componente volátil, enquanto bens industriais continuam pressionando o núcleo da inflação. O mercado de trabalho aperta devagar, sustentando serviços em nível desconfortável para quem busca convergência rápida à meta.

No Brasil, crédito, CAGED e produção industrial revelam se a desaceleração resiste à pressão fiscal que cresce conforme as eleições de outubro se aproximam.

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Rentabilidade das principais classes

Fluxo de capital estrangeiro B3


De olho nos gráficos

Ibovespa [IBOV]

O Ibovespa teve uma boa semana, fechando próximo às máximas, na região dos 174 mil pontos — patamar que já havia atuado como resistência em outras ocasiões. Segundo Filipe Borges, analista técnico da NMS Research, o suporte está agora bem consolidado na região dos 166.800 pontos, e o mercado segue de lado desde o início de junho. "Precisamos esperar o rompimento desses pontos para novas posições", afirmou. O analista revela que já encerrou operações compradas abertas durante essa lateralização e prefere aguardar novas oportunidades com mais qualidade técnica antes de voltar a operar. Para Borges, o rompimento dos 174.700 pontos é o gatilho a ser observado. "Esse rompimento abre espaço para altas até a região dos 181 mil a 183 mil pontos", projetou.

Bitcoin

O Bitcoin mantém a tendência de baixa e, na leitura de Borges, ainda há espaço para novas quedas nas próximas semanas. "A perda dos US$ 58 mil abre espaço para quedas entre US$ 51 mil e US$ 49.500", alertou o analista. Ele já projeta, no entanto, onde pode estar a melhor oportunidade de entrada no ciclo atual. "Entre US$ 49 mil e US$ 38 mil, vejo a melhor região para começar a montar posição no Bitcoin visando o médio e longo prazo", disse Borges.

Eneva [ENEV3]

A Eneva chama atenção pela movimentação de alta que vem se formando no gráfico. Segundo Borges, o ativo desenha um pivô de alta, com confirmação no rompimento dos R$ 28,20. “O alvo está entre R$ 34,00 e R$ 36,30, o que representa um upside entre 24% e 36% na operação”, afirmou o analista, que estabelece o stop da operação abaixo dos R$ 23,40.

Relatórios da semana

O TradeNews separa pra você os relatórios mais interessantes que nossa equipe viu nesta semana:

Bemobi [BMOB3] - XP Research

A XP Research reiterou a recomendação de COMPRA para a Bemobi (BMOB3) com preço-alvo de R$ 31,00 (potencial de alta de 35%), fundamentada na expansão de sua plataforma de pagamentos e no pioneirismo estratégico ao integrar Inteligência Artificial no centro do seu modelo de negócios. Enquanto o mercado foca em produtividade corporativa de curto prazo, a Bemobi se destaca por desenhar uma estratégia de longo prazo voltada para a melhoria na qualidade de decisões e evolução de barreiras competitivas (moats).

Confira o relatório completo

WEG [WEGE3] - XP Research

A casa enxerga os Sistemas de Armazenamento de Energia em Baterias (BESS) como uma rota sólida de crescimento para a WEG (WEGE3), embora alerte que a forte expansão da capacidade produtiva na China deve intensificar a concorrência global e pressionar as margens de lucro desse segmento. As conclusões derivam de um mapeamento setorial realizado durante viagem recente à Ásia.

Confira o relatório completo

Construtoras - Safra

O monitor mensal do Banco Safra aponta resiliência no mercado de crédito habitacional focado na baixa renda (FGTS) e um desempenho recorde no segmento de média e alta renda (SBPE) em abril e maio, a despeito do patamar ainda elevado de endividamento das famílias. O relatório destaca o impacto regulatório positivo das novas regras do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) e sinaliza a possibilidade de novos cortes de juros subsidiados no curto prazo.

Confira o relatório completo

Setor Externo Brasileiro - BTG Pactual

O BTG Pactual avalia que o financiamento externo do Brasil permanece confortável e que o país detém uma vantagem relativa frente a outros mercados emergentes, atraindo capital estrangeiro para a renda fixa, puxado por um forte superávit comercial que continua desacelerando o déficit em conta corrente. Apesar do cenário de captação favorável, o banco adverte que as perspectivas para a moeda brasileira tornaram-se menos benignas diante de pressões contínuas no setor de serviços.

Confira o relatório completo


Conteúdos que prestam

MEMOLOGY

RIP Greenspan

Final dos anos 1990, Wall Street tentava prever a direção dos juros pelo tamanho da pasta de Alan Greenspan. Pasta maior sinalizava mudança. Ele precisaria mais documentos para justificar. Perguntado se o “Indicador da Pasta” tinha fundamento, Greenspan respondeu: “Nenhum, o volume dependia só de minha mulher ter preparado meu lanche naquele dia.”

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A Wendy’s tentou emplacar uma campanha de short squeeze na própria ação com a campanha “Save Wendy’s”, disparando em tudo que é tipo de rede.

Mal sabiam que o algoritmo das plataformas está vacinado com isso e identifica pump and dump rapido.

Saudade GameStop.

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Carteiras sugeridas para junho

Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 15h00 - 30/06

Carteira Top ações – XP

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A carteira Top Ações passa a incluir ORVR3 (2,5%), refletindo uma visão positiva sobre o potencial de criação de valor da transação entre Orizon e Vital, que ainda não estaria totalmente precificado pelo mercado.

Também houve aumento de B3SA3, de 5,0% para 7,5%, diante da expectativa de maior tração no mercado de capitais, diversificação de receitas e crescimento dos lucros. RENT3 teve sua participação elevada de 7,5% para 10%, apoiada por fundamentos sólidos, melhora operacional e valuation atrativo. Já TOTS3 ganhou mais espaço na carteira após a recente correção das ações.

Para acomodar as mudanças, PETR4 foi reduzida de 10% para 5%, mantendo uma visão construtiva para a companhia. RADL3 deixou a carteira devido à busca por nomes com melhor momentum de resultados, embora a tese de longo prazo permaneça positiva.


Carteira Top Small Caps - XP

Confira a carteira completa

A carteira passou por ajustes com a inclusão de CEAB3 e ECOR3, aumento da participação em CURY3 e retirada de PGMN3 e MILS3.

A posição em CURY3 foi elevada de 10% para 12,5%, diante da maior convicção na tese, sustentada pela resiliência operacional, vendas robustas, boa velocidade de vendas e consistente geração de caixa.

ECOR3 entrou com peso de 2,5%, principalmente pelo valuation atrativo. Na avaliação da casa, as preocupações do mercado com o capex parecem excessivas diante dos mitigadores existentes.

MILS3 foi retirada após a forte valorização desde sua inclusão e diante do anúncio de um potencial processo de OPA. Já a troca de PGMN3 por CEAB3 reflete a preferência pelo setor de vestuário neste momento do ciclo, com a C&A podendo se beneficiar de uma eventual redução das tensões comerciais globais, além de perspectivas favoráveis para margens e para a temporada de inverno.


Carteira Top Dividendos – XP

Confira a carteira completa

A XP passou a incluir AXIA3, com peso de 5%, após a recente correção das ações tornar o valuation mais atrativo. A expectativa de maior alocação de investidores estrangeiros em Brasil e um possível cenário de El Niño forte no segundo semestre, favorecendo o consumo e os preços de energia, também sustentam a tese para a companhia.

Em contrapartida, SANB11 foi retirada da carteira. Apesar da visão positiva para os fundamentos do banco, apoiada por uma originação de crédito mais conservadora, melhora da margem financeira e ganhos de eficiência, fatores de curto prazo ainda devem limitar o desempenho das ações.


Carteira Top Dividendos Plus – XP

Confira a carteira completa

A construtora Direcional [#DIRR3] passa a integrar o grupo dos 10 nomes recomendados pela XP, ocupando a vaga deixada por Caixa Seguridade [#CXSE3]. Segundo a equipe de análise, a substituição foi baseada em dados de consenso da LSEG, que indicam um dividend yield mais atrativo e melhora nas expectativas dos analistas para a Direcional. Já a Caixa Seguridade foi retirada da seleção após a redução do rendimento esperado com dividendos e a piora das projeções de mercado.


Carteira Fundamentalista de FIIs – XP

Confira a carteira completa

Para junho, a XP reduziu a alocação em LVBI11 e PVBI11 em 0,5 ponto percentual cada, enquanto aumentou a exposição a XPLG11 e HGBS11 na mesma proporção. Segundo a gestora, os ajustes buscam diminuir a participação em fundos de tijolo com menor carrego e menos gatilhos de valorização no curto prazo, ampliando a exposição a portfólios de maior qualidade, menor volatilidade e com maior potencial de geração de valor nos próximos meses.


Carteira Top Ações Globais – XP

Confira a carteira completa

A carteira permaneceu inalterada para junho. Segundo a XP, os fundamentos dos ativos selecionados seguem sólidos e as posições continuam alinhadas às perspectivas para o período. Apesar do desempenho relativo negativo no último mês, impactado pela menor exposição ao setor de tecnologia em meio ao rali das ações ligadas ao segmento de memória, a equipe mantém confiança na composição atual do portfólio.


Carteira Top Dividendos Globais – XP

Confira a carteira completa

A carteira foi mantida sem alterações para junho. Após um mês positivo, impulsionado principalmente pela maior exposição aos setores de Tecnologia, por meio da Dell, e Materiais Básicos, com destaque para a BHP, a XP optou por preservar a composição atual do portfólio. Segundo a equipe de análise, os fundamentos dos ativos seguem sólidos e continuam alinhados às perspectivas para o encerramento do segundo trimestre de 2026.


Carteira Fundos Listados Renda Total – XP

Confira a carteira completa

Para junho, a XP promoveu ajustes na carteira, reduzindo as posições em HFOF11 e RZAG11, enquanto ampliou a exposição a RBRX11 e RBRR11. Segundo a gestora, as mudanças buscam aumentar a participação em ativos mais defensivos, que combinam perspectivas favoráveis para distribuição de rendimentos com preços de negociação considerados atrativos.


Carteira Recomendada FIIs: Ganho de Capital – XP

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Para junho, a XP retirou HFOF11 da carteira e aumentou a exposição a PCIP11 e XPCI11. Segundo a casa, o movimento busca elevar a alocação em fundos de recebíveis que ainda negociam a preços atrativos e oferecem carrego interessante, além do potencial de maiores rendimentos em um cenário de inflação mais elevada no curto prazo.


Carteira Dividendos Gráfica – XP

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A Carteira Dividendos Gráfica da XP foi mantida sem alterações para junho. Composta por cinco ativos de peso igual, a seleção utiliza exclusivamente análise técnica aplicada aos papéis das carteiras Top Dividendos e Top Dividendos Plus, com o objetivo de superar o desempenho do Ibovespa no médio prazo.


Carteira Multiestratégia – NMS

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A Carteira Multiestratégia da NMS foi mantida sem alterações para junho. A estratégia busca superar o CDI no longo prazo por meio de uma alocação diversificada entre renda fixa, renda variável, ativos globais, criptomoedas e investimentos alternativos. Para isso, utiliza ETFs listados na B3, oferecendo eficiência, liquidez e exposição a diferentes classes de ativos em um único portfólio.


NMS Estratégia Global

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A carteira é voltada para investidores com perfil moderado a agressivo que buscam diversificação internacional e exposição ao mercado americano por meio de ações, ETFs e ADRs. O objetivo é oferecer um portfólio equilibrado, com rebalanceamentos periódicos para otimizar os retornos no médio e longo prazo.

Na última atualização, a gestão substituiu GOOG por ASML, ampliando a exposição à companhia holandesa do setor de semicondutores.


Carteira Smart Allocation – NMS

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A carteira passou por ajustes na última atualização, com a retirada de AZIN11 e o aumento da exposição a PPEI11, PFIN11 e CPTI11. Voltada para investidores que buscam rentabilidade com risco moderado, a estratégia tem como objetivo superar o IMA-B no médio e longo prazo por meio de uma alocação focada em renda fixa e fundos incentivados.


Carteira Smart FIIs – NMS

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Na última atualização, a gestão reduziu a exposição a PVBI11 e VGIR11, enquanto aumentou as posições em GARE11 e MCCI11.

A Carteira é voltada para investidores que buscam renda passiva e valorização patrimonial por meio de fundos imobiliários. A estratégia utiliza análise fundamentalista e diversificação entre segmentos e regiões, com o objetivo de superar o IFIX no médio e longo prazo.


Carteira Max SmallCaps – NMS

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A Carteira Max SmallCaps passou por novos ajustes, com a entrada de JHSF3 no lugar de VULC3. Além disso, a gestão aumentou a exposição a MDNE3 e POMO4, enquanto reduziu as posições em AURA33, ORVR3 e BRBI11.


Carteira Max Dividendos – NMS

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A Carteira Max Dividendos passou por ajustes pontuais, com aumento das posições em PASS3 e TIMS3 e redução da exposição a BBSE3 e AXIA3.

A estratégia é voltada para investidores que buscam rentabilidade aliada à geração de renda passiva por meio de dividendos. O portfólio reúne empresas com histórico de distribuição consistente de proventos e geração previsível de caixa, com o objetivo de superar o Ibovespa no médio e longo prazo.


Carteira Max Ações – NMS

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Na última atualização, a carteira trocou CEAB3 e MELI34 por BPAC11, EQTL3 e PETR4. Também reduziu a exposição em SAUD3, AXIA3, AURA33 e INBR32, enquanto aumentou a posição em BBDC4.

A Carteira Max Ações é voltada para investidores que buscam rentabilidade no longo prazo por meio de uma seleção diversificada de ações, baseada na estratégia do Tripé do Valor. O objetivo é superar o Ibovespa no médio e longo prazo, combinando empresas grandes, pagadoras de dividendos e small caps de diferentes setores.


Estratégia Barbell – NMS

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A Estratégia Barbell da NMS combina segurança e potencial de crescimento ao dividir a carteira entre empresas maduras e pagadoras de dividendos (80%) e small caps com maior potencial de valorização (20%). Inspirada na teoria de Nassim Taleb, a estratégia busca equilibrar geração de renda, menor volatilidade e exposição a oportunidades de retorno mais elevado no longo prazo.

A seleção é baseada em fundamentos, priorizando empresas sólidas e excluindo companhias em situação de estresse financeiro.


Estratégia Renda Turbinada – NMS

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A Estratégia Renda Turbinada da NMS combina ações e fundos imobiliários em uma alocação equilibrada de 50% para cada classe de ativo. O objetivo é unir geração de renda passiva recorrente, potencial de valorização patrimonial e diversificação, por meio de empresas maduras pagadoras de dividendos e FIIs de alta qualidade.

A estratégia busca oferecer pagamentos frequentes de proventos e maior eficiência tributária, com foco em retornos consistentes no médio e longo prazo.


Carteira Mensal Capita – Inter

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Para junho, o Inter promoveu ajustes pontuais em sua carteira, com a saída de EcoRodovias, Localiza, SMAC11 e Berkshire Hathaway, e a entrada de Itaúsa, WEG, Nvidia e IVVB11. A substituição de Berkshire por Nvidia reflete uma aposta tática no tema de inteligência artificial, enquanto a inclusão do IVVB11 amplia a diversificação internacional e a exposição ao dólar.

A casa mantém uma postura cautelosa diante das incertezas globais e da saída de capital estrangeiro da bolsa brasileira, priorizando ativos com fundamentos sólidos e potencial de geração de valor no longo prazo.


Carteira Small Caps – Inter

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A Carteira Small Caps do Inter busca identificar empresas brasileiras com alto potencial de valorização no médio e longo prazo, combinando análise fundamentalista e técnica. A seleção prioriza companhias com bons fundamentos, perspectivas de crescimento, geração de caixa, valuation atrativo e posicionamento competitivo, além de sinais gráficos favoráveis.

A estratégia mantém um perfil dinâmico, focado em empresas menos exploradas pelo mercado e com potencial de crescimento acima da média, preservando a diversificação entre diferentes setores da economia.


Carteira Blue Chips – Inter

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A Carteira Blue Chips do Inter é composta por empresas líderes de seus setores, com negócios consolidados, forte geração de caixa e maior previsibilidade de resultados. A seleção combina análise fundamentalista e técnica, priorizando companhias com liderança de mercado, solidez financeira, potencial de valorização e sinais gráficos favoráveis.

A estratégia tem perfil mais equilibrado e resiliente, focada em empresas de grande capitalização e ampla diversificação setorial, buscando reduzir riscos e gerar retornos consistentes no longo prazo.


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Nvidia fecha semana histórica de balanços nos EUA

Agenda da semana (18 a 22 de maio)

A semana de 18 a 22 de maio será marcada por indicadores de inflação e atividade econômica nas principais economias globais, além de eventos ligados ao setor de inteligência artificial. Nos Estados Unidos, o mercado acompanhará a ata da última reunião do Federal Reserve, os resultados da Nvidia e os dados de confiança do consumidor. Na Ásia, os destaques serão os números de atividade da China e os indicadores de inflação e crescimento do Japão.

Segundo Leandro Manzoni, analista de economia do Investing.com, a agenda internacional deve concentrar as atenções dos investidores diante da combinação entre inflação elevada, juros altos e incertezas sobre o ritmo da economia global. A leitura da ata do Fed deve mostrar divisões internas sobre o futuro da política monetária americana, enquanto o balanço da Nvidia será visto como um termômetro da demanda por inteligência artificial e investimentos em data centers.

No Brasil, os principais eventos serão a divulgação do IBC-Br de março e o novo Boletim Focus. O mercado também seguirá atento às expectativas para a Selic em 2026, em meio à pressão inflacionária causada pela alta do petróleo e ao debate sobre os impactos fiscais do cenário eleitoral.


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Rentabilidade das principais classes

Fluxo de capital estrangeiro B3


De olho nos gráficos

Ibovespa [IBOV]

O Ibovespa encerrou mais uma semana pressionado e fechou próximo das mínimas recentes, segundo avaliação de Filipe Borges. O analista destacou que o índice entrou na faixa entre 180,5 mil e 175 mil pontos, considerada uma possível região de compra, mas afirmou que ainda falta um sinal mais claro de reversão. “Agora a gente precisa ver um sinal de reversão para pensarmos em compras”, disse. Borges alertou que, caso o Ibovespa perca os 175 mil pontos, o mercado pode acelerar as perdas em direção à região entre 166 mil e 168 mil pontos.

Petrobras [PETR4]

Para Petrobras, Borges avalia que o papel segue lateralizado, com suporte em R$ 43,60 e resistência próxima dos R$ 50,00. Segundo ele, o próximo movimento mais forte dependerá do rompimento de uma dessas faixas. “A perda do suporte abre espaço para quedas até R$ 38,00”, afirmou. Já um rompimento dos R$ 50,00 pode levar as ações para a região de R$ 56,70. O analista também recomenda cautela para investidores que acompanham a alta do papel desde os R$ 30,00. “Minha indicação é retirar o capital alocado e deixar apenas o lucro obtido”, acrescentou.

Vale [VALE3]

Na visão de Borges, Vale segue consolidada em um triângulo, com suporte em R$ 78,00 e resistência próxima de R$ 90,00. Para novas compras, o analista prefere aguardar um rompimento da tendência de baixa. “Se Vale subir de forma muito esticada até R$ 88 ou R$ 89, eu não sou comprador”, disse. Segundo ele, uma nova estrutura de alta poderia abrir espaço para um movimento em direção à faixa entre R$ 105 e R$ 110.

Bitcoin

No mercado de criptomoedas, Borges afirmou que o Bitcoin fechou a semana com sinal técnico negativo e que não vê oportunidade de compra no curto prazo. “Quem comprou abaixo dos US$ 75 mil deveria colocar o lucro no bolso e aguardar novas oportunidades”, afirmou. O analista vê espaço para novas correções e avalia que a criptomoeda pode voltar para abaixo dos US$ 70 mil, com possibilidade de testar a região entre US$ 55 mil e US$ 45 mil nos próximos meses.

Relatórios da semana

O TradeNews separa pra você os relatórios mais interessantes que nossa equipe viu nesta semana:

Cenário Macro: Desequilíbrios mais persistentes – Santander

Impactado por um choque de petróleo mais prolongado, o Santander elevou a projeção do câmbio para R$ 5,40/US$ até o fim de 2026. A instituição alerta que, embora as commodities deem suporte ao real no curto prazo, a consequente pressão sobre os custos domésticos exigirá uma taxa Selic alta por mais tempo.

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Banco do Brasil (BBAS3): 1T26 fraco e guidance reduzido – BTG Pactual

Fruto de um primeiro trimestre abaixo do esperado, o Banco do Brasil teve seu guidance de lucro para 2026 cortado em 17% pelo BTG Pactual. O novo intervalo estimado (R$ 18 a R$ 22 bilhões) reflete o forte peso do custo de crédito e da inadimplência nos segmentos de consumo e agronegócio.

Confira o relatório completo

Market Overview – BTG Pactual

Dados de inflação acima do esperado nos EUA (CPI em 3,8%) azedaram o humor do mercado cripto, provocando uma queda de 1,65% na capitalização global e trazendo o Bitcoin de volta à faixa de US$ 80 mil. Em contrapartida, o relatório destaca a força das stablecoins na América Latina, cujo volume transacionado saltou 89%.

Confira o relatório completo

Food & Beverages: Brazil Food Inflation – Banco Safra

A aceleração da carne bovina contra o recuo das demais proteínas no IPCA de abril trouxe perspectivas mistas do Banco Safra para as empresas de alimentos. O cenário de preços descolados beneficia diretamente os frigoríficos Minerva e JBS, enquanto a desaceleração da cerveja residencial indica neutralidade para a Ambev.

Confira o relatório completo


MÍDIAS DA SEMANA

O experiente Jeffrey Currie, da Goldman Sachs, alerta para um superciclo de commodities em curso. Enquanto o capital corre para IA e tecnologia, a demanda explosiva dos hyperscalers por energia, cobre e moléculas colide com choques de oferta

Divulgação do nosso Estratégia Nomos de Maio.🔗 Leia o relatório completo

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NACHO trade é a aposta de que o Estreito de Hormuz não reabre

Copa do Mundo 2026: passagem, hotel e ingresso para o trader que operar melhor.


Nacho Trade

Wall Street inventou mais um acrônimo para traduzir o mercado: NACHO, sigla para “Not A Chance Hormuz Opens” (nenhuma chance de Hormuz reabrir). Popularizado pelo colunista da Bloomberg Javier Blas, o termo reflete o ceticismo crescente de que os esforços diplomáticos consigam resolver o impasse entre EUA e Irã sobre o estreito

O Brent ainda opera acima dos US$ 100, mais de 38% acima dos níveis anteriores ao conflito. O NACHO trade aposta que seguradoras não cobrirão navios no Estreito, que o petróleo seguirá caro, sustentando a inflação e impedindo o Fed de cortar juros. O JP Morgan alerta (gráf abaixo) que os estoques comerciais globais devem atingir níveis críticos de estresse operacional em meados de junho.

Reflexos para o Brasil

Petróleo persistentemente alto favorece a Petrobras e o saldo comercial brasileiro no curto prazo. Para o Copom, petróleo caro é pressão inflacionária direta via combustíveis e frete, reduzindo o espaço para cortes na Selic.

Quem perde com o NACHO na B3

O NACHO trade tem vítimas na bolsa brasileira. Aviação lidera os prejudicados. GOL e Azul absorvem o choque do querosene com balanços já fragilizados. O varejo alavancado, como Magazine Luiza, sofre com a Selic bloqueada pela inflação do petróleo. Incorporadoras como MRV e Cyrela perdem com o crédito imobiliário mais caro. Frigoríficos pagam mais pelo frete global.

Agenda da semana (10 a 15 de maio)

A próxima semana será marcada pela divulgação de dados de inflação no Brasil, nos Estados Unidos e na China, além do encontro entre o presidente americano, Donald Trump, e o líder chinês Xi Jinping, em Pequim.

Os investidores também acompanham a reta final da temporada de balanços no Brasil, com resultados de empresas como Petrobras, Banco do Brasil, BTG Pactual, Natura e Nubank.


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Rentabilidade das principais classes

Fluxo de capital estrangeiro B3


De olho nos gráficos

Ibovespa [IBOV]

O Ibovespa entrou em um movimento corretivo após atingir a primeira região de “order block” destacada na semana passada, sem passar por uma realização mais consistente anteriormente. Para Filipe Borges, analista técnico da NMS Research, o cenário ainda aponta para espaço adicional de queda no curto prazo. “Acredito que ainda nos próximos dias poderemos ver o mercado mais para baixo, entre 180,5 mil e 175 mil pontos”, afirmou. Segundo ele, o momento favorece operações mais defensivas e atenção para papéis com viés vendedor. “Estou de olho nas ações que apresentam uma característica mais vendedora para aproveitar essas movimentações”, disse.

Bitcoin

No mercado de criptomoedas, Borges avalia que o Bitcoin segue pressionado no gráfico semanal, mesmo após uma recuperação recente em formato de canal de alta moderada. O analista destaca que o movimento atual repete padrões observados em ciclos anteriores após fortes quedas. “O candle atual remete mais a uma fraqueza no movimento de alta”, afirmou. Com isso, ele não recomenda novas compras nos níveis atuais e orienta investidores que entraram abaixo de US$ 75 mil a proteger ganhos. “Sugiro apertar o stop ou até colocar o lucro no bolso, porque ainda vejo maior probabilidade de o Bitcoin testar a faixa entre US$ 62 mil e US$ 60 mil nas próximas semanas”, avaliou.

Petrobras [PETR4]

As ações da Petrobras entraram em consolidação após a forte valorização registrada no início do ano. Borges lembra que já monitorava uma possível realização abaixo da faixa de R$ 46,00 e afirma que o papel não conseguiu sustentar novas máximas recentes. “Já são seis semanas de consolidação, e vejo maior probabilidade de a Petrobras voltar a cair e corrigir”, disse. Na avaliação do analista da NMS Research, o ponto de entrada mais atrativo para compra estaria entre R$ 38,00 e R$ 35,00. “Para quem aproveitou a alta recente, entendo que existem oportunidades com uma relação risco-retorno melhor neste momento”, acrescentou.

Banco do Brasil [BBAS3]

No caso do Banco do Brasil, Borges vê continuidade do movimento de baixa após a correção observada nos últimos meses. O analista aponta que a região entre R$ 21,00 e R$ 21,50 concentra uma importante área de suporte, mas alerta para a formação de liquidez excessiva no patamar. “Temos muitos fundos nivelados nessa faixa, o que representa uma construção de liquidez muito forte”, explicou. Para ele, a melhor região para observar oportunidades de compra estaria entre R$ 20,50 e R$ 19,70. Borges também recomenda cautela para quem já está posicionado no papel. “Abaixo de R$ 21,60, eu sairia da posição e aguardaria oportunidades melhores”, concluiu.

Relatórios da semana

O TradeNews separa pra você os relatórios mais interessantes que nossa equipe viu nesta semana:

Cenário Macro: Maio de 2026 - BTG Pactual

O BTG Pactual projeta um cenário externo desafiador com o petróleo acima de US$ 100/barril, mas vê o Brasil bem posicionado devido ao seu superávit comercial recorde. A projeção para o câmbio foi revisada para R$ 4,90/US$, refletindo melhores termos de troca e um diferencial de juros favorável, enquanto o déficit primário deve se manter estável em 0,4% do PIB.

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Brazil & LatAm Equity Strategy: It's a Long Way to The Top - Itaú BBA

O Itaú BBA mantém recomendação Overweight para o Brasil, com um preço-alvo que sugere retorno total de 20% ao ano, apoiado em valuation atraente (9,1x P/L) e crescimento de lucros em setores domésticos e financeiros. Entre as principais escolhas (top picks) estão Equatorial, Axia Energia e Multiplan, com foco em empresas de alta qualidade e ativos de infraestrutura.

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Capital Goods: WEG - Banco Safra

O Banco Safra atualizou as estimativas para a WEG [WEGE3] com um novo preço-alvo de R$ 53,60, mantendo a recomendação Neutra devido ao crescimento limitado no curto prazo e múltiplos considerados justos. O relatório destaca um corte nas projeções de receita e lucro após um 1T26 mais fraco e analisa os impactos potenciais de novas tarifas de importação nos EUA.

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Raio-XP Brasil: Maio 2026 - XP Investimentos

A XP elevou o valor justo do Ibovespa para 205 mil pontos ao final de 2026, fundamentada na melhora da dinâmica de lucros das empresas brasileiras. Apesar da correção recente causada pela rotação global para tecnologia e IA, a corretora segue construtiva com o Brasil e atualizou suas carteiras incluindo nomes como TOTS3 e GGBR4.

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MÍDIAS DA SEMANA

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Carteiras sugeridas para maio


O Seleção Trader é uma competição gratuita de simulação de operações que vai reunir traders de todo o Brasil em uma disputa por um prêmio inédito: uma viagem completa para assistir a um jogo das Oitavas de Final da Copa do Mundo 2026, no BC Place, em Vancouver, no Canadá.

Passagens internacionais, quatro dias de hospedagem em hotel de alto padrão com tudo incluso, ingressos oficiais e logística completa, o time campeão não precisa se preocupar com nada além de operar bem.

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Carteira Max Ações – NMS Research

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A NMS Research realizou ajustes pontuais em sua Carteira Max Ações, encerrando a posição em #AZZA3 e adicionando a Odontoprev [#ODPV3]. Além disso, a casa optou por reduzir levememente a exposição em #CXSE3 e #AXIA3. O portfólio, que busca superar o Ibovespa no médio e longo prazos, segue a metodologia do "Tripé do Valor", equilibrando Large caps, pagadoras de dividendos e Small caps.


Carteira Renda Total – XP

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A XP promoveu mudanças táticas em sua Carteira Renda Total para maio, com destaque para a inclusão do #KNRI11 (+3,0%). A equipe de análise também ampliou as posições em #RBRX11, #VISC11 e #RBRR11, enquanto reduziu a exposição em fundos como #HFOF11 e #RZAG11. O objetivo é reforçar a participação em ativos com perfil defensivo e carrego atrativo, reduzindo o peso naqueles que já atingiram preços esticados.


Radar de Preferências – Itaú BBA

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Para o mês de maio, o Itaú BBA promoveu quatro alterações estratégicas em seu Radar de Preferências. No setor de Construção Civil, a Moura Dubeux [#MDNE3] entra no lugar da Cyrela [#CYRE3]. Em Bens de Capital, a Marcopolo [#POMO4] substitui a WEG [#WEGE3], enquanto no setor de Consumo, a Panvel [#PNVL3] ocupa a vaga da Vivara [#VIVA3]. Por fim, a Gerdau [#GGBR4] passa a integrar a lista no lugar da Vale [#VALE3], reforçando as 20 melhores ideias de investimento da casa para o período.


Carteira de Ganho de Capital – XP

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Focada em oportunidades de valorização, a carteira de FIIs da XP para maio ampliou a exposição ao #VISC11 (+1,0 p.p.) em detrimento do #HFOF11. Segundo a análise, o fundo de shoppings apresenta uma assimetria positiva no curto prazo e potencial de elevação de rendimentos via ganhos de capital na reciclagem de ativos. No último ano, a carteira acumula uma valorização de 17,9%, superando tanto o IFIX quanto o CDI no período.


Carteira Dividendos – Santander

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O Santander atualizou sua Carteira Dividendos para maio com a inclusão da Vibra [#VBBR3]. Em contrapartida, deixam o portfólio os ativos BTG Pactual [#BPAC11], Vivo [#VIVT3], Alupar [#ALUP11], Copel [#CPLE6], Vale [#VALE3] e Cury [#CURY3]. A estratégia foca em empresas de baixa volatilidade e baixo endividamento, buscando superar o Ibovespa no longo prazo através da combinação de proventos atrativos e ganho de capital.


Carteira Viva de Renda com FIIs - XP

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A casa manteve a carteira inalterada para o mÊs de maio. O portfólio, desenhado para investidores com maior tolerância ao risco, utiliza modelos estatísticos para identificar ativos com baixa volatilidade no pagamento de proventos, liquidez elevada e crescimento de patrimônio líquido. A estratégia foca na potencialização da renda mensal através de uma alocação dinâmica entre os segmentos de papel, tijolo, híbridos e fundos de fundos (FoFs).


Top Dividendos Plus – XP

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A incorporadora Plano & Plano [#PLPL3] passa a integrar o grupo dos 10 nomes recomendados pela XP, ocupando a vaga deixada pela Cyrela [#CYRE3]. Segundo a equipe de análise, a troca foi fundamentada em dados de consenso da LSEG, que apontam um dividend yield mais atrativo e uma melhora nas expectativas para a Plano & Plano, enquanto a Cyrela apresentou deterioração nas projeções de rendimento e nas avaliações de mercado.


Top Ações Globais – XP

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A XP optou por não realizar mudanças em sua carteira Top Ações Globais para o mês de maio. A decisão fundamenta-se na solidez dos ativos selecionados, que apresentaram um desempenho expressivo de 7,8% em abril. Embora o resultado tenha ficado ligeiramente abaixo do índice de referência (iShares MSCI ACWI ETF), os analistas acreditam que o portfólio atual segue alinhado com as perspectivas para o cenário internacional, mantendo os fundamentos das teses de investimento originais.


Top Dividendos Globais – XP

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A estratégia de dividendos internacionais da XP para maio traz como principal novidade a inclusão da Lockheed Martin [#LMT], com peso de 2,5%. A corretora identifica um ponto de entrada atrativo após a ação retornar aos múltiplos de 2025. O movimento busca captar o aumento estrutural nos gastos militares globais, intensificado pelos conflitos recentes no Oriente Médio e na América do Sul, que fortalecem o setor de defesa. A carteira, que seleciona ativos listados nos EUA com distribuição contínua de proventos, mantém uma exposição geográfica diversificada, destinando 27,5% à Europa e 5,0% à Ásia-Pacífico.

Realização de lucros em Dell e desempenho superior

Para acomodar a nova posição, a XP reduziu a fatia da Dell [#DELL] para 2,5%. A decisão reflete uma realização parcial de lucros após o papel disparar 67,3% em 2026, com os analistas avaliando que a relação risco-retorno tornou-se menos favorável após o rali. Em termos de performance, o portfólio global superou significativamente seu benchmark (iShares Select Dividend ETF) em abril, registrando alta de 5,5% contra 2,7% do índice de referência. Atualmente, a carteira mantém posições acima da média em Materiais, Financeiro e Saúde.


Carteira Fundamentalista de FIIs – XP

Para o mês de maio, a equipe de análise da XP promoveu uma reciclagem estratégica em sua carteira recomendada de fundos imobiliários. O movimento central foi a redução da alocação em fundos de papel, como CPTS11, MCCI11 e RBRR11, visando capturar novas oportunidades em ativos reais. Com os recursos liberados, a corretora incluiu o KNRI11 e o HGBS11 no portfólio, reforçando a exposição a tijolo com foco em ativos de alta qualidade, baixa volatilidade e fundamentos sólidos. Além disso, a posição no KNCR11 foi ampliada em 2,0 pontos percentuais.


Top Small Caps – XP

A XP renovou sua seleção de Small Caps para maio com as entradas de Alupar [#ALUP11] e BR Partners [#BRBI11]. No movimento de saída, a Inter [#INBR32] e a Direcional [#DIRR3] deixaram o portfólio. A corretora justificou a retirada da Direcional, somada à redução de peso na Cury [#CURY3], como uma estratégia para diminuir a exposição ao segmento de baixa renda no curto prazo, citando um cenário de maior incerteza e riscos setoriais crescentes para as construtoras residenciais.

Marcopolo e 3tentos ganham espaço na estratégia

Buscando uma postura mais defensiva, a XP elevou as participações de Marcopolo [#POMO4] e 3tentos [#TTEN3]. A fabricante de ônibus é vista como um ativo resiliente, com margens saudáveis no exterior que protegem os resultados contra revisões negativas do setor. Já a 3tentos permanece como a principal escolha da casa no agronegócio. Além disso, a Bemobi [#BMOB3] teve seu peso aumentado, enquanto a Aura Minerals [#AURA33] sofreu nova redução para realização de lucros após a recente valorização das ações.


Carteira Top Dividendos - XP

A XP promoveu uma troca estratégica no setor de óleo e gás em sua carteira de dividendos, inserindo a PRIO [#PRIO3] com peso de 5%. A petroleira é vista como o veículo ideal para capturar o ciclo de alta da commodity, dado o seu recorde de produção, o que deve impulsionar o retorno via dividendos e recompras. Para abrir espaço para o novo papel, a exposição em Petrobras [#PETR4] foi levemente reduzida para 10%. A B3 [#B3SA3] também perdeu participação no portfólio, que agora busca nomes com maior capacidade de geração de caixa imediata e distribuição de lucro recorde.


Carteira Top Ações - XP

A XP Investimentos atualizou sua carteira recomendada com as entradas de Gerdau [#GGBR4], Embraer [#EMBR3] e Totvs [#TOTS3]. No caso da Gerdau, o banco vê um momentum operacional sólido na América do Norte e melhora de rentabilidade no Brasil. Já a Embraer entra para aproveitar uma oportunidade de valuation, após a ação performar abaixo de seus pares globais. Para abrir espaço, a Aura Minerals [#AURA33] foi removida para realização de lucros.

A corretora também promoveu ajustes técnicos de exposição. O peso da Lojas Renner [#LREN3] foi reduzido de 10% para 5%, visando diminuir a presença no setor de varejo. A B3 [#B3SA3] também teve sua fatia cortada no portfólio. As mudanças refletem uma busca por ativos com geração de caixa resiliente e maior proteção em setores industriais e de tecnologia.


Small Caps - BTG Pactual | Maio

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O BTG Pactual atualizou sua carteira de Small Caps para maio com a inclusão de Bemobi [#BMOB3] e Sanepar [#SAPR11]. As ações entram no portfólio nos lugares de GPS [#GGPS3] e C&A [#CEAB3], que foram retiradas nesta revisão. Segundo o banco, a Bemobi apresenta uma combinação rara de crescimento de dois dígitos, rentabilidade e retorno ao acionista, sendo negociada a múltiplos atrativos (12x lucro 2026). A expectativa é de que a companhia reporte crescimento superior a 15% no primeiro trimestre, impulsionada pelos segmentos de Pagamentos e SaaS.

Potencial de valorização da Sanepar supera 50%

A inclusão da Sanepar é fundamentada pelo baixo valuation, com a ação negociada a 0,8x EV/RAB. O BTG destaca que o papel teria um potencial de re-rating superior a 50% caso passasse a ser negociado a 1x o valor da sua base de ativos regulatórios. Analistas do banco apontam que o principal gatilho para 2026 será político, com a corrida pelo governo estadual podendo reacender discussões sobre maior eficiência operacional ou privatização.


10SIM – BTG Pactual | Maio

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O BTG Pactual optou por manter a carteira 10SIM praticamente inalterada para o mês de maio. O banco reitera que o mercado brasileiro segue atrativo para o capital estrangeiro, sustentado por valuations baixos (P/E projetado de 8,8x) e pelo papel do país como exportador líquido de petróleo, o que oferece proteção contra conflitos no Oriente Médio. A casa destaca ainda que, apesar da redução no ritmo de queda dos juros, o Brasil mantém uma trajetória clara de cortes no curto prazo.

Totvs [#TOTS3] entra no lugar de Itaú [#ITUB4]

A Totvs [#TOTS3] é a única novidade do portfólio neste mês, substituindo o Itaú [#ITUB4]. Após uma queda de 25% no ano devido a temores globais sobre o impacto da IA, o BTG vê a ação negociada próxima ao piso histórico de valuation (15x P/E 2027). O banco acredita que desenvolvedoras de ERP estão protegidas pela relação profunda com seus clientes. Para viabilizar a entrada, o Itaú foi removido em uma movimentação tática para reduzir a exposição a grandes bancos.

Foco em juros e exposição bancária restrita ao Nubank [#ROXO34]

Com a saída do Itaú, o Nubank [#ROXO34] passa a ser o único representante do setor financeiro na carteira, com 10% de peso. A estratégia geral permanece equilibrada, mas com foco em teses sensíveis à queda de juros, destinando 25% do portfólio para empresas de fluxo de caixa de longa duração, representadas por Localiza [#RENT3] e Motiva [#MOTV3].

Manutenção em Commodities, Utilities e Real Estate

O banco manteve 15% de exposição em Petróleo e Gás via Petrobras [#PETR4]. No setor de energia, Axia [#AXIA3] e Eneva [#ENEV3] somam 20% da carteira. O segmento imobiliário e de shoppings segue com 10%, distribuídos entre Cury [#CURY3] e Allos [#ALOS3], enquanto a Embraer [#EMBR3] garante a exposição industrial e cambial com 10%.

Relatório Mensal de Alocação referente ao mês de Abril/26

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Ibovespa rumo aos 200k pontos

Terça-feira, faremos mais uma atualização mensal comentando nossa posicionamento macro, renda fixa e ações. Eu, Diogo Carneiro, head de produtos e Max Bohm, head de ações no nosso canal Nomos no Youtube. Entre no link e ative o sininho.

O real vive momento favorável.

O dólar abaixo de R$ 5,10, os R$ 50 bilhões de fluxo estrangeiro acumulados na B3 em 2026 e o Brasil como maior destino de capital externo entre os emergentes.

O pano de fundo é a combinação de dois fatores que raramente aparecem juntos. De um lado, o dólar enfraquece por ruídos institucionais nos EUA: dúvidas sobre a independência do Fed, volatilidade política, fiscal estressado e um presidente que explicitamente prefere o câmbio mais fraco.

De outro, o Brasil reúne um perfil difícil de encontrar em outros emergentes: superávit comercial, intensivo em commodities, exportadores de petróleo, juros reais entre os mais altos do mundo e distância segura dos focos de conflito geopolítico.

A guerra não foi um percalço no fluxo estrangeiro. Em março ainda registramos fluxo positivo, ainda que em menor intensidade. Com o cessar-fogo, a lógica que vinha sendo construída vai ganhar impulso. Os analistas internacionais voltaram a olhar para o Brasil. O resultado aparece no câmbio antes da bolsa, justamente porque a exposição ao petróleo no Ibovespa amortece o rali relativo dos índices de renda variável.

Há, porém, um elemento que separa a apreciação atual daquela de 2022. Naquela vez, o real subia porque as commodities subiam com a invasão da Ucrânia. Agora, o movimento é diferente. O dólar que cede ante emergentes em geral, e o real que lidera dentro desse grupo pela soma do fluxo positivo com a desvalorização acumulada desde a pandemia.

Nossos modelos de fair value apontam para algo entre R$ 4,50 e R$ 5,00, intervalo que o câmbio começa a explorar pela primeira vez em anos. O argumento de desvalorização encontrou catalisadores suficientes.


Agenda da semana (13 a 17 de abril)

O Ibovespa encerrou a semana em alta de 4,9% em reais e 7,8% em dólares, fechando aos 197.325 pontos, renovando máximas históricas e se aproximando da marca de 200.000 pontos.

A semana traz dados relevantes de atividade na China: PIB do 1º trimestre, produção industrial, vendas varejistas e desemprego de março. Na Europa, saem o CPI da Zona do Euro (março) e o PIB do Reino Unido (fevereiro). Nos EUA, destaque para o PPI de março e o relatório mensal da IEA.

No Brasil, o foco recai sobre indicadores de atividade. As vendas varejistas devem subir pelo segundo mês seguido (+1,0% no varejo ampliado), sustentadas pelo mercado de trabalho aquecido e maior concessão de crédito. Serviços devem crescer 0,5%. O IBC Br deve avançar 0,3%.

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Rentabilidade das principais classes


De olho nos gráficos

Ibovespa [IBOV]

O Ibovespa mantém trajetória de alta e renovou máximas históricas ao longo da semana, operando próximo dos 197 mil pontos e se aproximando do patamar de 200 mil pontos. Segundo Filipe Borges, analista técnico da NMS Research, o movimento ainda pode se estender. “Vejo espaço para o índice buscar entre 205 mil e 210 mil pontos”, afirma. Ele pondera, no entanto, que a região dos 200 mil pontos pode funcionar como resistência de curto prazo. “Esse nível tem um peso mais psicológico do que técnico, com investidores aguardando para realizar lucros”, diz. O suporte mais relevante, de acordo com o analista, está em 180,6 mil pontos.

Azzas [AZZA3]

As ações da Azzas intensificaram o movimento de queda e registraram recuo de cerca de 10% na sessão, com rompimento de mínimas recentes. Borges aponta que o ativo segue pressionado no curto prazo. “O próximo alvo está em R$ 19,26, mas o movimento principal pode levar o papel para a faixa entre R$ 16,60 e R$ 14”, afirma. Para o analista, o cenário ainda não indica reversão. “Não vejo ponto de compra no momento. Para quem está vendido, a recomendação é manter a posição diante da probabilidade de novas quedas”, acrescenta.

Itaú [ITUB4]

O Itaú Unibanco segue em tendência de alta após o alívio recente no cenário externo, sustentando-se próximo das máximas em torno de R$ 46,35. Borges projeta continuidade do movimento. “O próximo alvo está em R$ 49,15, com suporte relevante abaixo de R$ 42,13”, afirma. Ele destaca que o setor bancário pode se beneficiar de medidas em discussão pelo governo. “A liberação do FGTS para quitação de dívidas tende a reduzir a inadimplência, o que melhora os resultados dos bancos e favorece a valorização das ações”, diz.

Casas Bahia [BHIA3]

Já os papéis da Casas Bahia apresentam sinais de fraqueza, com formação de topos descendentes e perda de força compradora. Segundo Borges, o ativo pode entrar em um ciclo mais acentuado de queda. “Os compradores não conseguem mais sustentar o preço, e o fluxo vem diminuindo”, afirma. Ele alerta para o rompimento de suporte em R$ 2,65. “Abaixo desse nível, o papel pode buscar entre R$ 1,80 e R$ 1,20”, diz. O analista recomenda cautela aos investidores. “Para quem está posicionado, faz sentido avaliar a saída e migrar para ativos com melhor tendência no curto prazo”, conclui.

Relatórios da semana

O TradeNews separa pra você os relatórios mais interessantes que nossa equipe viu nesta semana:


MÍDIAS DA SEMANA

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PRIO [PRIO3] em um momento especial

CALL ESPECIAL DAQUI A POUCO! Você foi convidado para participar do webinar do TradeNews, com Beto Saadia e analistas Nomos, sobre os desdobramentos da guerra nos investimentos.

O call será às 15h30. Não perca essa oportunidade!

Entre aqui: participar do webinar



Por Max Bohm

Depois de um longo inverno, podemos falar que os astros estão se alinhando para Prio [PRIO3].

A empresa sofreu por dois anos com a demora na aprovação de suas aquisições pelo Ibama dada a greve que o órgão federal enfrentou em 2024/2025. Esse fato impossibilitou a empresa de expandir o seu potencial produtivo nos últimos anos, mesmo tendo feitos importantes movimentos estratégicos.

Nos últimos 6 meses, as coisas começaram a mudar. A companhia realizou compras oportunísticas de campos maduros de petróleo; o Ibama avançou nas aprovações; e mais recentemente com a escalada do conflito entre Irã e EUA, o petróleo superou os US$ 100, tendo se valorizado mais de 45% no último mês.

Esse cenário pode fazer a PRIO entregar um crescimento de geração de caixa operacional expressivo em 2026, já que a empresa deve atingir uma produção total de 200 mil barris por dia (hoje 150 mil) e possui um dos menores custos de extração de petróleo e gás (lifting cost) da indústria (US$ 12/13).

Ou seja, nos próximos meses veremos a companhia expandindo suas operações e vendendo mais petróleo a um preço bem mais alto. Isso é margem na veia de PRIO3.

Os astros estão tão alinhados que o management já fala em distribuição de dividendos em 2027, posto que a alavancagem financeira vai ter uma redução com a geração de caixa e abrirá espaço para uma maior remuneração aos acionistas.

Falando de valuation, ao olharmos 2027 quando a empresa terá a sua capacidade produtiva máxima, a empresa negocia abaixo de 4,0x EV/EBITDA – múltiplo descontado em relação às empresas internacionais de petróleo que negociam a uma média de 6,0x EV/Ebitda.

Com petróleo acima de US$ 80 no médio prazo e a empresa entregando expansão de Ebitda nos próximos trimestres, enxergamos a PRIO3 alçando voos maiores, podem chegar em níveis mais próximos de R$ 80 (upside de 25%).

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Carteiras de março: confira a atualização das principais casas para o mês

O post será atualizado à medida que novas divulgações estiverem disponíveis

Small Caps - BTG Pactual | Março

Confira a carteira completa

O BTG Pactual atualizou a carteira de Small Caps para março com uma mudança. Smart Fit [#SMFT3] passou a integrar o portfólio do mês. Segundo o banco, a ação combina crescimento consistente de receita, ganho de alavancagem operacional e negocia a 13 vezes o lucro estimado para 2026. A casa projeta expansão média de 32% ao ano no lucro por ação entre 2025 e 2028.

Permanecem na carteira Aura [#AURA33], Copasa [#CSMG3], Sanepar [#SAPR11], GPS [#GGPS3], 3tentos [#TTEN3], Pague Menos [#PGMN3], C&A [#CEAB3], Tenda [#TEND3] e Vitru [#VTRU3].Em contrapartida, Inter [#INBR32] deixou o portfólio.

10SIM – BTG Pactual | Março

Confira a carteira completa

O BTG Pactual atualizou a carteira 10SIM de março após mais um mês de forte entrada de capital estrangeiro e alta do Ibovespa. Segundo o banco, as ações brasileiras negociam próximas da média histórica, o que reforça a busca por papéis com valuation atrativo, liquidez e gatilhos específicos. Em meio ao conflito no Irã, a casa manteve a exposição a petróleo e ouro, por meio de Aura [#AURA33] e PetroRio [#PRIO3].

Motiva [#MOTV3] entra com TIR real de 11%; Raia [#RADL3] sai

A Motiva [#MOTV3] passa a integrar o portfólio. O BTG destaca que a companhia reorganizou o portfólio em 2025 e está preparada para um pipeline robusto de novos projetos e reciclagem de capital. O banco estima TIR real de 11% para a ação. Para abrir espaço, a Raia [#RADL3] foi retirada, após forte valorização e negociação a 28 vezes o lucro estimado para 2026.

Menor peso em Nubank [#ROXO34]

O BTG reduziu a fatia de Nubank [#ROXO34] de 15% para 10%, após resultados abaixo do esperado. A carteira segue com exposição relevante a bancos por meio de Itaú [#ITUB4], enquanto Stone [#STOC31] complementa a posição no setor financeiro com 5%.

Mais utilities; Axia [#AXIA3] sobe para 15%

A exposição ao setor de utilities subiu de 20% para 25%. A participação de Axia [#AXIA3] aumentou de 10% para 15%, enquanto Eneva [#ENEV3] foi mantida. No consumo, a Allos [#ALOS3] permanece na carteira por mais um mês.

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Além da guerra, agenda cheia

A semana de 1º a 6 de março será crucial para a economia brasileira e americana, com a divulgação de dados importantes que influenciarão os mercados. O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no quarto trimestre de 2025 e os dados do mercado de trabalho de janeiro estarão no centro das atenções. Leandro Manzoni, economista do Investing, destaca que “as expectativas são altas, especialmente após os sinais contraditórios recentes do mercado de trabalho nos EUA, onde o Federal Reserve indica uma estabilização”.

No Brasil, os investidores estarão atentos à prévia da inflação, enquanto a Opep se reunirá no domingo para discutir a produção de petróleo. “Com o preço do barril acima de US$ 70, é esperado um aumento na oferta em abril”, acrescenta Manzoni. Além disso, a divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de janeiro poderá revelar uma recuperação nas vagas formais após o tombo de dezembro.

Os dados econômicos dos EUA incluirão o relatório de empregos não agrícolas (payroll), cuja expectativa é de geração de 60 mil novas vagas. “Esse indicador é fundamental para avaliar a saúde do mercado de trabalho americano e suas implicações para a política monetária do Fed”, conclui o analista.

Principais classes de ativos

De olho nos gráficos

Ibovespa [IBOV]

O Índice Bovespa apresentou um movimento lateral nesta semana, mantendo a mesma tendência de alta observada na semana anterior. Segundo Filipe Borges, analista técnico da NMS Research, “o mercado continua com topos e fundos ascendentes”, embora se perceba uma desaceleração nesse movimento de alta. “Ainda acredito que, mesmo com essa formação, o mercado deve se direcionar para os 195, quiçá 200 mil pontos nos próximos dias”, acrescenta. O suporte mais relevante permanece em 183.555 pontos, com o alvo projetado para os 200 mil pontos.

Vulcabras [VULC3]

Em relação à Vulcabras, a análise é positiva, com a operação na ponta compradora em um gráfico semanal. O ativo fechou mais uma semana em alta, embora não tenha oscilado significativamente. “O fechamento acima do da semana passada caracteriza uma continuação do movimento de alta”, observa Borges. A resistência mais próxima está em R$ 20,18; superando esse patamar, o analista acredita que “podemos ver uma grande aceleração no ativo, com um alvo principal entre R$ 23,30 e R$ 25,00”.

Orizon [ORVR3]

A Orizon também é uma boa opção para Swing Trade, com a ação próxima do ponto de entrada a R$ 74,50. “Para quem estiver de fora, vale a pena considerar a entrada”, recomenda Filipe Borges. A resistência seguinte está em R$ 77,00, e, caso essa barreira seja rompida, ele projeta alvos entre R$ 83,00 e R$ 86,00. O ativo apresenta uma formação sólida tanto no gráfico diário quanto no semanal, “capturando liquidez dos fundos e mostrando excelente movimentação para os próximos dias”, explica. O rompimento de R$ 75,70 abrirá espaço para buscar a máxima em R$ 77,00, com a expectativa de alcançar entre R$ 82,00 e R$ 86,00. O stop deve ser posicionado abaixo de R$ 68,50.

Desktop [DESK3]

Por outro lado, a Desktop (DESK3) segue uma tendência baixista no gráfico diário, após o rompimento de uma cunha ascendente. “Observamos uma aceleração na queda, seguida de uma correção até a região entre R$ 16,00 e R$ 17,00”, informa Borges. Ele destaca que a operação na ponta vendedora foi iniciada a R$ 14,99 e está “muito alinhada para continuar caindo”. Recentemente, a empresa estava em negociação com a Claro, mas uma nova informação revelou que essa negociação está travada, “o que indica uma grande dificuldade para um desfecho positivo”, afirma. A meta de lucro na ponta vendedora é de 40%, com o alvo projetado entre R$ 9,00 e R$ 7,80. Para quem já possui posição em DESK3, o último suporte válido para manutenção da operação é até R$ 12,00. “Abaixo disso, não faz sentido manter a operação vendedora”, conclui Borges.

Relatórios da semana

O TradeNews separa pra você os relatórios mais interessantes que nossa equipe viu nesta semana:

Aura Minerals - JP Morgan

O JP Morgan iniciou a cobertura da Aura Minerals [AURA33] com recomendação Overweight (equivalente compra). Para o banco, a companhia combina três vetores difíceis de encontrar simultaneamente no setor de mineração: forte exposição ao ouro, crescimento acelerado de produção e geração robusta de caixa com disciplina de capital.

A tese é direta: a Aura oferece uma forma alavancada e ainda descontada de capturar um ciclo estruturalmente positivo para o ouro.

Confira o relatório completo

Saúde | O fim da escala 6x1 - BTG Pactual

O BTG Pactual analisou os impactos de uma eventual mudança na legislação trabalhista brasileira, que visa reduzir a jornada semanal de 44 horas e encerrar o regime 6x1. O banco estima que empresas de saúde como Rede D’Or [#RDOR3], Hapvida [#HAPV3], Fleury [#FLRY3], Dasa [#DASA3] e Mater Dei [#MATD3] poderiam sofrer um impacto negativo entre o baixo e o médio dígito único (1% a 5%) no EBITDA.

Confira o relatório completo

Precificando Resíduos, Destravando Valor: Um Deep-Dive em Vital e Orizon Pós-Aquisição - XP

A XP atualizou as estimativas para a Orizon e definiu novo preço-alvo, após analisar em detalhes a aquisição da Vital. A casa calcula que a operação gerou cerca de R$ 3 bilhões em valor para os acionistas, considerando expansão de projetos de biometano já anunciados, monetização parcial de créditos de carbono e potencial de ganho acima das obrigações regulatórias no contrato da Ecourbis. A XP também revisou premissas, com leve alta na projeção de crescimento real de longo prazo de volumes e de tarifa de destinação de resíduos, além de ajuste na curva de créditos de carbono.

Confira o resultado completo

LatAm Equity Strategy: Argentina - Itaú BBA

“Mensagem principal: Levemente positiva. Realizamos uma videoconferência com Claudio Maulhardt, Gestor de Portfólio da Copernico Capital / Galileo, para discutir riscos e oportunidades no mercado de ações argentino. Claudio possui vasta experiência na gestão de fundos de ações focados na Argentina ao longo de diversos ciclos econômicos”, informou o Itaú BBA.

Confira o relatório completo

Pesquisa com assessores XP

Uma pesquisa recente da XP indica um aumento nas alocações em ações, embora o apetite por risco tenha diminuído. A intenção de reduzir a exposição a ações subiu para 9%, enquanto 33% planejam aumentar essa alocação. O sentimento em relação ao mercado acionário melhorou ligeiramente, passando de 7,0 para 7,2 em uma escala de 0 a 10. A renda fixa continua sendo a classe de ativos preferida, com 46% mostrando interesse em ações. As principais preocupações permanecem em torno de riscos fiscais, instabilidade política e riscos geopolíticos. As carteiras de ações dos clientes acompanharam a recente alta do Ibovespa, com 42% dos assessores relatando desempenho em linha com o índice. Essa é uma prévia dos resultados completos do relatório.

Confira a pesquisa completa

Ouro: Tese de investimento e alocação estratégica - BTG Pactual

O ouro valorizou mais de 60% em dólares ao longo de 2025, atingindo novas máximas históricas acima de US$ 5.000 por onça troy, e já acumula alta de 20% em 2026. Neste relatório, analisamos os fatores estruturais por trás dessa performance e avaliamos o papel do metal precioso como componente de alocação estratégica em portfólios diversificados.

Confira o relatório completo

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Melhores conteúdos para o feriado

O carnaval está chegando e com ele um fim de semana prolongado. Como equilíbrio é parte fundamental da existência humana, para que não vivam apenas de folia, a Equipe TradeNews separou os melhores conteúdos para não permitir que seus neurônios atrofiem no bloco, ou no scroling. Juntamos indicações dos integrantes do nosso time e também de personagens respeitados do Mercado Financeiro. Confira:

1. A mentalidade de um dos maiores gênios do Mercado Financeiro | Second Level - Diogo Carneiro Head de Produtos - Nomos

Se você trabalha com investimentos, gere o seu próprio patrimônio ou simplesmente busca entender por que o cenário para os fundos multimercados mudou tanto, o episódio “A Mentalidade de um dos Maiores Gênios do Mercado Financeiro”, do podcast Second Level com Rui Alves (Kinea), é uma recomendação obrigatória.

Diferente de conversas técnicas que ficam presas em projeções de PIB ou inflação, este papo é uma aula de filosofia aplicada à sobrevivência no mercado.


2. Duas apostas da Hix Capital. Gestora compartilha a tese de Eneva e Orizon - Equipe TradeNews

A HIX Capital identifica uma disparidade histórica no Ibovespa: enquanto os índices gerais ensaiam recuperação, empresas voltadas ao mercado doméstico — como as de Software e Varejo — seguem negociando a múltiplos drasticamente baixos. O destaque da carta semestral é o foco em ativos que operam abaixo de suas médias de preço/lucro de dez anos, sinalizando uma janela de entrada rara para o investidor de longo prazo que busca valor além das grandes commodities.

A gestora aprofunda o otimismo em dois nomes específicos: Eneva (ENEV3) e Orizon (ORVR3). Na Eneva, o trunfo é o modelo único gas-to-wire, que une a segurança da receita fixa à nova competitividade em leilões de reserva de capacidade. Já na Orizon, a tese central é a liderança absoluta no setor de resíduos pós-aquisição da Vital, transformando o lixo em ativos valiosos como o biometano. São duas escolhas que exemplificam a estratégia da HIX: buscar fluxo de caixa robusto em setores com barreiras de entrada e potencial de consolidação.


3. 10 motivos pelos quais este é o pior inverno cripto de todos os tempos | Joe Weisenthal - Equipe TradeNews

O mercado cripto já enfrentou quedas maiores em termos percentuais, mas Joe Weisenthal e Tracy Alloway (Bloomberg Odd Lots) argumentam que o cenário atual é o mais desolador de todos. O motivo? A perda de narrativa. No passado, o Bitcoin era a promessa para tempos de inflação e desconfiança nas moedas estatais; hoje, com o dólar sob estresse, o capital tem migrado para o ouro, não para o BTC. Além disso, a "fuga de cérebros" para o setor de Inteligência Artificial e a obsolescência de mineradores — que agora preferem transformar seus galpões em data centers de IA — criam um esvaziamento de propósito que o setor nunca viu.

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4. How WhatsApp took over the global conversation. A plataforma tornou-se tecnologia mundial. Qual nossa responsabilidade nela? - Equipe TradeNews

O que começou como uma tentativa frustrada de Jan Koum para mostrar se os amigos estavam "na academia" ou "dormindo" transformou-se na ferramenta de comunicação mais poderosa do planeta. Hoje, com mais de 3 bilhões de usuários, o WhatsApp não é apenas um app de mensagens; em países como Brasil, Índia e Quênia, ele é descrito como uma "tecnologia de vida", servindo para coordenar desde governos nacionais até compras de supermercado e socorro em desastres. A reportagem revela que a simplicidade do app — sem anúncios (até recentemente), sem jogos e focado na identidade real do usuário — foi o que permitiu que ele superasse o SMS e se tornasse o padrão global.

O texto resgata o conceito antropológico de Bronisław Malinowski para explicar que o WhatsApp é, antes de tudo, uma "arquitetura de presença". Muitas vezes, as mensagens não transmitem ideias, mas apenas o conforto de saber que o outro está lá.

Confira o texto completo

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5. Software vs. AI. Ações de software enfrentam forte pressão recente, reflexo de temores sobre codificação via IA - Equipe TradeNews

Enquanto o mercado precifica o fim do software (o chamado "SaaSpocalypse"), a Vision Investing propõe uma visão mais pragmática: não estamos vendo a morte do setor, mas sim uma seleção natural impulsionada pela IA. A tese central é que o mercado está reagindo de forma indiscriminada a uma queda iniciada em outubro de 2025, ignorando que softwares de missão crítica e sistemas deterministas (onde o erro não é uma opção) continuam protegidos e fundamentais.


  1. A Fórmula Mágica de Joel Greenblatt para Bater o Mercado de Ações | Joel Greenblatt - Marco Saravalle, CIO da MSX Invest

Muitas vezes, a simplicidade é a forma mais sofisticada de investir. É essa a premissa de "A Fórmula Mágica", de Joel Greenblatt, obra recomendada por Marco Saravalle (CIO da MSX Invest). O livro é um guia direto para o Value Investing, ensinando como bater o mercado focando em apenas dois pilares: comprar empresas excelentes (com alto retorno sobre capital) a um preço atrativo Embora o nome pareça promessa de enriquecimento rápido, o autor deixa claro que o sucesso exige a disciplina de manter a estratégia mesmo quando o mercado testa a paciência do investidor.

“Acho que o livro é muito bom. São conceitos relativamente simples, embora tenha esse esse nome bem chamativo. São conceitos que o investidor vai usar sempre. Sempre, ciclo de alto, ciclo de baixa, todas as empresas… Principalmente, de uma forma bem resumida”, resumiu Marco.

Onde encontrar


7. Mundo fraturado: Reflexões sobre a crise da ordem liberal | Diogo Ramos Coelho - Leandro Manzoni, Economista do Investing.com

Se o final do século XX foi marcado pela ideia do “Fim da História” e o triunfo das democracias liberais, o cenário atual é de fragmentação e incerteza. Recomendado pelo economista Leandro Manzoni (Investing.com), o livro Mundo Fraturado, do diplomata Diogo Ramos Coelho, é um guia essencial para decifrar as fissuras que estão redesenhando o mapa global. A obra conecta pontos complexos — como a rivalidade EUA-China, a guerra na Ucrânia e a ascensão de líderes populistas — para explicar como o livre-mercado e as instituições internacionais estão reagindo a forças que desafiam a globalização como a conhecemos.

O grande diferencial desta recomendação é a capacidade do autor de traduzir o “jargão diplomático” em uma linguagem direta para o investidor e o leitor leigo. Ramos Coelho utiliza uma abordagem interdisciplinar que une economia, história e política para mostrar que os riscos contemporâneos, como o protecionismo e a desigualdade de renda, não são eventos isolados, mas sintomas de uma crise estrutural. Para quem busca entender a volatilidade dos mercados internacionais além do gráfico do dia, esta leitura oferece a base necessária para compreender as disputas geopolíticas que definirão o fluxo de capitais nos próximos anos.

Onde encontrar


8. Building an AI-powered automated trading system from scratch: making ClawdBot(OpenClaw) your trading brain - Michael Garcia, Especialista de Projetos e Inovação da Nomos

A fronteira final do investimento quantitativo não é apenas automatizar ordens, mas automatizar a própria tomada de decisão. Este projeto propõe a criação de um sistema onde a IA não é apenas um assistente, mas o "cérebro" da operação. A arquitetura apresentada resolve o maior medo dos investidores — o risco de alucinação da IA — ao separar as funções em duas camadas: o ClawdBot (Cérebro), responsável pela análise de dados e notícias, e a Plataforma FMZ Quant (Mãos), que executa as ordens sob rigorosas travas de controle de risco e monitoramento em tempo real.

Confira o conteúdo completo


9. Pare de perder dinheiro: o vídeo que todo jogador deveria ver - Erik Pajunk, Head da Mesa Trader da Nomos e Nomos Sports

Acumular uma fortuna é apenas metade do desafio; a outra metade, muito mais difícil, é não deixá-la evaporar. Eric Pajunk, Head da Mesa Trader da Nomos e Nomos Sports, especialista em investimentos para atletas de alta performance, traz um choque de realidade: estatísticas mostram que até 78% dos jogadores da NFL quebram apenas dois anos após a aposentadoria. O problema raramente é o baixo salário, mas a incapacidade de controlar o gasto e a falta de distinção entre patrimônio imobilizado (casas e cavalos) e patrimônio gerador de renda.

Como o próprio Pajunk define:

“O que separa quem acumula de quem perde tudo pode ser resumido em uma só palavra: gasto. Não é o quanto você ganha, é o quanto você consegue não gastar de forma inconsequente.”

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Carteiras de fevereiro: confira a atualização das principais casas para o mês

O post será atualizado à medida que novas divulgações estiverem disponíveis

Max Small Caps - NMS Research

A carteira Max Small Caps promoveu mudanças em sua composição para o mês de fevereiro. O portifólio gerido por Max Bohm, analista da NMS Reserch, retirou a Oceanpact [OPTC3] em detrimento da entrada de Vulcabras [VULC3] e Armac [ARML3].

Composição da carteira Max Small Caps [Fonte: NMS Research]

Onde Investir em Renda Fixa Internacional - XP

Confira a carteira completa

A estratégia de Renda Fixa Internacional da XP para fevereiro de 2026 prioriza ativos com prêmios de retorno entre 4,5% e 5,0% ao ano em dólar, focando em um prazo médio de 4 a 5 anos. A recomendação combina títulos soberanos (Treasuries) de curto prazo com emissões privadas (Corporate Bonds) para equilibrar a volatilidade e diversificar o portfólio global, reduzindo a exposição ao risco-país brasileiro.

Composição da carteira [Fonte: XP Research]

Carteira Dividendos Gráfica - XP

Confira a carteira completa

A nova atualização da Carteira Técnica de Dividendos foca em ativos com tendência de alta confirmada e projeções otimistas via médias móveis de 21 e 200 dias. Para este ciclo, a seleção é composta por Santander [SANB11], Itaú Unibanco [ITUB4], Petrobras [PETR4], Telefônica Brasil [VIVT3] e Energisa [ENGI11], todos com peso igual de 20%. Destaque para o setor bancário e de energia, com projeções que buscam alvos como R$ 42,15 para SANB11 e R$ 59,00 para ENGI11.

Composição da carteira [Fonte: XP Research]

Carteira de Ganho de Capital - XP

Confira a carteira completa

A XP ampliou sua exposição em lajes corporativas e recebíveis para fevereiro, elevando em 1,0% as posições no Tellus Properties [TEPP11], JS Real Estate [JSRE11] e Pátria Crédito Imobiliário [PCIP11]. Para viabilizar os novos aportes, o gestor reduziu a participação no Hedge Top FOF [HFOF11] (-2,0%) e no Bresco Logística [BRCO11] (-1,0%), focando em ativos com descontos atrativos e potencial de valorização.

Destinada a investidores de renda variável, a estratégia busca superar o IFIX no longo prazo através de uma seleção de 14 ativos. O desempenho recente reforça a tese: em janeiro, a carteira subiu 3,61% contra 2,27% do índice, acumulando alta de 34,4% nos últimos 12 meses. Com um dividend yield anualizado de 10,5%, a composição atual prioriza fundos com perspectivas de melhora na distribuição de rendimentos e preços convidativos.

Carteira Renda Total - XP

Confira a carteira completa

A Carteira Renda Total da XP reforçou sua exposição em lajes corporativas e fundos de papel defensivos para fevereiro, ampliando em 1,0% as posições em Tellus Properties [TEPP11], JS Real Estate [JSRE11] e Kinea Crédito Imobiliário [KNCR11], além de 0,5% no Capitânia Securities [CPTS11] e Mauá Capital Recebíveis [MCCI11]. Em contrapartida, reduziu a alocação no Riza Agro [RZAG11] (-2,0%), Hedge Top FOF [HFOF11] (-1,0%) e FGMA Agro [FGAA11] (-1,0%), realizando lucros em ativos já bem precificados.

Com perfil moderado, a estratégia busca superar o IMA-B 5+ combinando FIIs, Fiagros e FI-Infras. Em janeiro, a carteira subiu 3,7% frente aos 0,84% do benchmark, gerando um dividend yield anualizado de 12,3%. Os ajustes atuais visam capturar o carrego atraente de recebíveis e o potencial de valorização do setor de escritórios.

Carteira Top 5 - Itaú BBA

Confira a carteira completa

O Itaú BBA renovou a maioria de sua carteira de maior convicção com três substituições estratégicas: entram Eneva [ENEV3], Axia [AXIA3] e Embraer [EMBR3] nas vagas de Equatorial [EQTL3], Bradesco [BBDC4] e Suzano [SUZB3]. A entrada da Eneva [ENEV3] foca no despacho elevado de termelétricas e no leilão de reserva de capacidade, enquanto a Axia [AXIA3] é impulsionada pela alta nos preços de energia e dividendos projetados acima de 10%. Já a Embraer [EMBR3] substitui a Suzano como tese de descorrelação doméstica, apoiada por ciclos positivos em defesa e aviação comercial.

As mudanças visam capturar catalisadores de curto prazo e resultados operacionais robustos em setores resilientes. A Eneva [ENEV3] destaca-se como a maior operadora privada de gás onshore, a Axia [AXIA3] (ex-Eletrobras) apresenta avanços em governança e a Embraer [EMBR3] possui gatilhos concretos, como a certificação da EVE até o fim de 2026.

Carteira Dividendos - Itaú BBA

Confira a carteira completa

A seleção de proventos do banco ganha o reforço da Axia [AXIA3] e da Cury [CURY3], que entram nos lugares de Copel [CPLE6] e Caixa Seguridade [CXSE3]. A Axia [AXIA3] foi escolhida pela expectativa de fluxos generosos de caixa e yield médio superior a 10% nos próximos cinco anos. No setor de construção, a Cury [CURY3] assume o posto por sua forte geração de caixa e eficiência no programa Minha Casa Minha Vida, com dividendos estimados em 9% para 2026.

A estratégia foca em empresas com alta capacidade de execução e fundamentos favoráveis em seus nichos. Enquanto a Axia [AXIA3] se beneficia da alavancagem controlada e preços de energia, a Cury [CURY3] se destaca pela velocidade de vendas e dominância nas regiões metropolitanas de SP e RJ.

[Fonte: Itaú BBA]

Carteira Small Caps - Itaú BBA

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A Carteira Small Caps passa por uma rotação setorial completa com as entradas de BR Partners [BRBI11], Panvel [PNVL3] e Iguatemi [IGTI11], substituindo Vivara [VIVA3], Grupo SBF [SBFG3] e Ecorodovias [ECOR3]. O BR Partners [BRBI11] entra para capturar a retomada de fusões e aquisições, a Panvel [PNVL3] aproveita o bom momento do varejo farmacêutico e a Iguatemi [IGTI11] é selecionada pela gestão ativa de aluguéis e benefícios potenciais da reforma tributária.

As novas escolhas buscam aproveitar tendências macroeconômicas específicas, como o fim de patentes de medicamentos para emagrecimento (impulsionando a Panvel [PNVL3]) e a eficiência tributária em shoppings de alta renda. O portfólio reforça a aposta em nomes que lideram seus segmentos com operações consistentes e escala regional.

Carteira Max Ações - NMS Research

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A casa realizou uma reformulação relevante, destacando-se a saída da Metalúrgica Gerdau [GOAU4] (-5%) para a entrada da Moura Dubeux [MDNE3] (+6%). O gestor também promoveu ajustes finos para reequilibrar o risco, com reduções de 1% em C&A Modas [CEAB3], Localiza [RENT3], Inter & Co [INBR32] e Iguatemi [IGTI11], além de 3% na Plano & Plano [PLPL3], enquanto elevou em 1% a exposição em Caixa Seguridade [CXSE3], Itaúsa [ITSA4], XP Inc [XPBR31] e Azzas 2154 [AZZA3], com aporte adicional de 2% na Axia [AXIA3].

[Fonte: NMS Research]

Carteira Smart Allocation - NMS Research

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A Carteira Smart Allocation da NMS Research reduziu em 5% sua posição no Kinea Infraestrutura [KDIF11], direcionando esse capital para o aumento do peso no Fator IFIX [BRZP11].

Smart FIIs - NMS Research

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A Carteira Smart FIIs da NMS Research atualizou sua composição com a redução de 3% no VBI Prime Offices [PVBI11], redirecionando o capital para o aumento de 1% no Capitânia Securities [CPTS11] e 2% no Vinci Logística [VILG11]. As movimentações visam ajustar o equilíbrio entre renda de títulos e ativos reais no portfólio.

Estratégia Global - NMS Research

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Na atualização mais recente, a gestora promoveu uma mudança estratégica visando o setor de semicondutores, com a saída da Alphabet Inc. [GOOGL] para a entrada da ASML Holding [ASML], que passa a deter um peso de 8% na carteira.

A Estratégia Global da NMS Research é desenhada para investidores de perfil moderado a agressivo que buscam crescimento e diversificação no mercado americano. Composta por uma seleção de 15 a 20 ativos entre ações, ETFs e ADRs, a carteira foca no equilíbrio entre risco e retorno para horizontes de médio e longo prazo.

[Fonte: NMS Research]

Carteira Viva de Renda com FIIs - XP

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A Carteira Viva de Renda com FIIs da XP renovou sua estratégia para fevereiro de 2026, focando no aumento de exposição aos segmentos de Tijolo e FoF em detrimento de Papel e Híbridos. O portfólio registrou as entradas de Valora Hedge Fund [VGHF11], JS Real Estate [JSRE11], BTG Pactual Terras Agrícolas [BTHF11], Kinea Crédito Imobiliário [KNCR11], Kinea Securities [KNSC11], Bresco Logística [BRCO11] e Vinci Logística [VILG11], enquanto Guardian Logística [GARE11] e Riza Terrax [RZTR11] foram removidos. A movimentação busca otimizar os dividendos mensais através de critérios quantitativos, priorizando ativos com baixa volatilidade e alta liquidez para investidores que aceitam maior risco em busca de renda superior.

Com modelos estatísticos calibrados pela performance histórica, a carteira entregou um retorno de 23,6% nos últimos 12 meses, superando os 21,3% do IFIX. Além da valorização, a estratégia garantiu um dividend yield de 13,3% no período, consolidando-se como uma alternativa eficaz para maximizar o fluxo de caixa. Ao ajustar a alocação entre as diferentes classes de fundos imobiliários, a XP aproveita o cenário macroeconômico para potencializar o crescimento patrimonial e a recorrência dos proventos pagos aos cotistas.

Carteira Top Dividendos - XP

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A atualização da Carteira Top Dividendos da XP para fevereiro de 2026 foca na captura de valor através de commodities e na retomada do mercado financeiro nacional. Com esse objetivo, a exposição em Petrobras [PETR4] subiu para 12,5%, ajustando a participação no setor de Óleo & Gás, ao mesmo tempo em que a B3 [B3SA3] teve seu peso elevado para 12,5%, aproveitando o cenário de juros baixos e o contínuo ingresso de capital externo. Para equilibrar esses aumentos, a Energisa [ENGI11] teve sua fatia reduzida para 5% e a Copasa [CSMG3] foi removida da seleção, permitindo a realização de lucros após a forte alta recente e reduzindo o peso do setor de Utilidade Pública diante da menor atratividade atual dos prêmios de risco.

Mantendo o rigor na escolha de empresas maduras com gestão de excelência, a carteira prioriza papéis que garantam um fluxo recorrente de proventos e apresentem resiliência operacional. Os resultados recentes comprovam o sucesso dessa tese, com a carteira registrando alta de 13,8% em janeiro de 2026, superando os 12,6% do Ibovespa. No histórico de longo prazo, a estratégia acumula uma rentabilidade de 328,7%, mais que o dobro dos 149,3% do índice de referência, reforçando sua eficiência como uma alternativa defensiva e rentável para o investidor focado em dividendos.

[Fonte: XP Research]

Carteira Top Small Caps - XP

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A Carteira Top Small Caps XP passou por mudanças relevantes em fevereiro, com ajustes de peso, entradas e saídas para reposicionar o portfólio. A XP reduziu a participação de Aura [AURA33] de 12,5% para 10%, após a forte valorização da ação em janeiro e desde sua inclusão na carteira. Ao mesmo tempo, incluiu 3Tentos [TTEN3], com peso de 10%, citando expectativas de ganho de participação em insumos agrícolas, recuperação de margens industriais, aumento de escala em trading e avanço das operações de etanol de milho.

O portfólio também elevou a exposição a Cury [CURY3], de 7,5% para 12,5%, diante de perspectivas positivas para construtoras focadas no segmento de baixa renda e de valuation considerado atrativo. Em sentido oposto, a XP reduziu Marcopolo [POMO4] de 7,5% para 5%, diante de um cenário de demanda doméstica mais fraca em 2026 e menor espaço para revisões de lucro. Vivara [VIVA3] e Vulcabras [VULC3] foram retiradas da carteira para reduzir a exposição ao varejo, enquanto Pague Menos [PGMN3] entrou com peso de 10%, com expectativa de ganhos de produtividade, menor pressão competitiva e benefícios de tendências estruturais no setor farmacêutico.

Carteira ESG - XP

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A Carteira ESG XP segue sem alterações em fevereiro e mantém as 10 ações selecionadas com base em critérios ambientais, sociais e de governança, combinados a fundamentos considerados sólidos pelo time de Research da XP. O portfólio tem como objetivo superar o desempenho do índice B3 ISE1 no longo prazo e passa por revisões mensais, com possibilidade de ajustes conforme a avaliação dos analistas.

Top Ações - XP

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A Carteira Top Ações XP passou por ajustes para fevereiro com foco em ampliar a exposição ao setor de commodities. A XP incluiu Petrobras [PETR4], com peso de 5%, para reduzir a posição abaixo do neutro em Óleo e Gás. Para abrir espaço na alocação, a casa retirou Gerdau [GGBR4] do portfólio, citando preocupações com a dinâmica operacional no Brasil, apesar do bom desempenho da companhia nos Estados Unidos.

A carteira reúne as principais recomendações do time de Research da XP e tem revisão mensal, com possibilidade de mudanças a cada período. O objetivo é superar o desempenho do Ibovespa no longo prazo, com foco em visão de longo prazo, diversificação setorial, valuation atrativo e perspectivas de crescimento. Em janeiro, a carteira registrou retorno de 12,3%, abaixo do avanço de 12,6% do Ibovespa.

Composição da carteira Top Ações [Fonte: XP Research]

Carteira de Alocação PJ - XP

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Para a Carteira de Alocação PJ, a estratégia de Renda Fixa foca na preservação de capital e captura de prêmios em prazos intermediários. Os ativos Pós-fixados continuam como pilar central devido aos juros reais elevados, mas a recomendação é de cautela no crédito privado, priorizando emissores de alta qualidade e liquidez. Nos títulos atrelados à Inflação, a casa mantém exposição neutra, concentrando-se em vencimentos intermediários com duration de seis anos para equilibrar o carrego real atrativo com uma volatilidade moderada, evitando os riscos da ponta longa da curva.

Já nos Prefixados, a exposição permanece acima do nível neutro, com a duration elevada de três para quatro anos neste mês. A aposta baseia-se no potencial de fechamento dos juros futuros, sustentada pela melhora na inflação corrente e um câmbio mais estável. Embora o cenário fiscal ainda gere prêmios de risco nos vértices mais longos, a XP identifica uma oportunidade tática nos vencimentos médios, onde a convergência das expectativas de inflação pode favorecer a valorização dos papéis.

[Fonte: XP Research]

Carteira Alocação PF - XP

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A estratégia de alocação da XP para Renda Fixa mantém o foco na otimização da relação risco-retorno, com destaque para a atratividade dos ativos Pós-fixados. Com retornos reais elevados e spreads de crédito apertados, a recomendação é de cautela, priorizando a qualidade dos emissores e a liquidez. Já no segmento de Inflação, a casa adota uma postura neutra, concentrando-se em vencimentos intermediários com duration média de seis anos. Essa escolha visa capturar juros reais robustos e potencial de valorização, evitando a volatilidade excessiva das taxas de longo prazo.

Nos ativos Prefixados, a XP elevou a exposição para um nível acima do neutro, estendendo a duration de três para quatro anos. A mudança aposta no fechamento adicional das taxas de juros futuros, impulsionado por uma inflação corrente mais controlada e um câmbio comportado. Embora o cenário fiscal ainda exija atenção e gere prêmios de risco nos vértices longos, a análise identifica oportunidades nos prazos intermediários, onde o equilíbrio entre carrego e risco de marcação a mercado mostra-se mais favorável para o investidor.

Carteira Top Dividendos Plus - XP

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A seleção da Carteira Top Dividendos Plus para este mês foca em equilibrar o retorno imediato via proventos com a solidez dos fundamentos. A estratégia, que seleciona os 10 nomes mais consistentes entre Ibovespa, IBrX 100 e Small Caps, prioriza ativos com alta recorrência de pagamentos e boas perspectivas de crescimento. A principal movimentação é a inclusão do Bradesco [BBDC4], impulsionada por um dividend yield atrativo e pela revisão positiva nas expectativas de crescimento por parte dos analistas (LSEG).

Em contrapartida, a PetroReconcavo [RECV3] deixou o portfólio no período. A exclusão reflete a deterioração no consenso das recomendações de mercado, conforme apontado pelos dados da LSEG, sinalizando um cenário de menor previsibilidade para a petroleira no curto prazo. Com esse ajuste, a carteira busca manter a qualidade do carrego e a resiliência do portfólio diante das oscilações do mercado local.

Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliário - XP

A XP anunciou ajustes na sua Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários para fevereiro, priorizando ativos defensivos para superar o IFIX no longo prazo. O movimento principal consistiu na redução da exposição ao setor logístico, com cortes em BTLG11 e BRCO11, além da saída total de KNSC11. A estratégia foca em realizar lucros em ativos já bem precificados, redirecionando o capital para fundos de papel com rendimentos mais atrativos e maior proteção.

As novas alocações reforçam as posições em KNCR11 e MCCI11, além de marcar a inclusão do fundo de shopping HSML11, escolhido por seu preço descontado e solidez operacional. Com as mudanças, a carteira mantém uma diversificação estratégica liderada por Recebíveis (43%), seguidos por Logística (20%) e Shoppings (11,5%), consolidando um perfil focado em geração de renda e resiliência patrimonial.

[Fonte: XP Research]

Top Ações Globais - XP

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A carteira Top Ações Globais XP passou por ajustes estratégicos focados em assimetria de valor e resiliência setorial. No segmento de tecnologia, o rali da ASML motivou um rebalanceamento em favor da TSMC, que apresenta um valuation mais atrativo na cadeia de inteligência artificial. Paralelamente, a exposição à China foi ajustada com a redução de Baidu e aumento de Alibaba, após a convergência de fundamentos eliminar a vantagem relativa que antes favorecia a primeira.

No campo defensivo, a gestão reduziu a exposição em bens de consumo, setor pressionado por tarifas e pela migração do consumidor americano para produtos mais baratos. Em contrapartida, houve um reforço em Utilidades Públicas com a inclusão da Exelon; a escolha prioriza a baixa volatilidade do ativo para enfrentar o cenário de juros longos elevados, garantindo maior estabilidade ao portfólio frente à dinâmica de mercado atual.

[Fonte: XP Research]

Top Dividendos Globais - XP

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A XP promoveu ajustes na carteira Top Dividendos Globais no setor financeiro, com foco no segmento de atuação das instituições e não na exposição geográfica. A casa reduziu a posição em HSBC e elevou a participação em US Bancorp.

Segundo a XP, o movimento busca maior alinhamento ao benchmark da estratégia, o iShares Select Dividend ETF, que tem maior peso em bancos regionais dos Estados Unidos. A mudança também contribui para elevar o dividend yield total da carteira, atualmente em 2,6%.

[Fonte: XP Research]

Small Caps - BTG Pactual | Fevereiro

O BTG Pactual atualizou a carteira de Small Caps para fevereiro com a inclusão de Vitru [#VTRU3] e C&A [#CEAB3]. Segundo o banco, as mudanças buscam capturar oportunidades em empresas com valuation atrativo e gatilhos operacionais, em um cenário ainda marcado por forte fluxo de recursos para ações brasileiras.

Permanecem no portfólio Aura [#AURA33], Inter [#INBR32], Copasa [#CSMG3], Sanepar [#SAPR11], GPS [#GGPS3], 3tentos [#TTEN3], Pague Menos [#PGMN3] e Tenda [#TEND3]. Já Unifique [#FIQE3] e Vivara [#VIVA3] deixaram a carteira após a revisão mensal.

[Fonte: BTG Pactual]

10SIM – BTG Pactual | Fevereiro

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O BTG Pactual atualizou a carteira 10SIM para fevereiro, mantendo a estratégia geral, mas com ajustes pontuais diante do forte fluxo de capital estrangeiro para mercados emergentes. Segundo o banco, as entradas elevaram as avaliações do Ibovespa para patamares mais próximos da média histórica, o que levou a casa a buscar ações ainda com preços atrativos ou gatilhos específicos de valorização.

Axia entra no lugar da Equatorial; Rede D’Or sai, Localiza ganha peso

O BTG manteve a exposição a utilities em 20%, mas substituiu a Equatorial por Axia, mantendo a Eneva na carteira. A casa avalia que a Axia se beneficia do atual cenário de preços mais elevados de energia. Após forte desempenho, a Rede D’Or deixou o portfólio. Para preservar a exposição a empresas de fluxo de caixa de longo prazo, o banco aumentou o peso da Localiza para 15%, ante 10%.

Stone entra; PRIO substitui Embraer

A carteira ampliou a exposição ao setor financeiro. A Stone entrou com peso de 5%, apoiada em valuation considerado atrativo e na expectativa de pagamento relevante de dividendos após a venda da Linx. Os bancos seguem com 25% da carteira, com aumento da participação do Nubank para 15% e redução do Itaú para 10%. A Embraer saiu após forte valorização e foi substituída pela PRIO, que, segundo o BTG, negocia com elevado fluxo de caixa livre projetado para 2026. A Aura foi mantida, preservando a exposição a ativos dolarizados.

Allos substitui Cyrela; Raia completa a carteira

No setor imobiliário, a Cyrela deixou a carteira após a alta recente das ações. O BTG incluiu a Allos, operadora de shoppings, citando valuation atrativo e projeção de dividend yield de dois dígitos em 2026. A Raia Drogasil permanece entre as dez ações selecionadas para o mês.

Demais posições são mantidas

Além de Eneva, Axia, Localiza, Nubank, Itaú, Stone, PRIO, Aura, Allos e Raia Drogasil, o banco destaca que a composição segue equilibrada entre setores domésticos, exportadores e empresas com geração recorrente de caixa, em um cenário ainda sustentado pelo fluxo de investidores estrangeiros.

[Fonte: BTG Pactual]

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Carteiras de janeiro: confira a atualização das principais casas para o mês

O post será atualizado à medida que novas divulgações estiverem disponíveis

Calendário da Semana

No cenário internacional, a agenda dos Estados Unidos trará os principais indicadores de mercado de trabalho de dezembro, com ênfase ao Payroll e à taxa de desemprego.

Na China, serão conhecidos os índices de inflação ao consumidor e ao produtor do último mês.

No Brasil, o protagonista da próxima semana será o IPCA de dezembro e, por consequência, o fechamento anual do índice.

Rentabilidade das principais classes de ativos em 2025

Ativos reais lideraram com folga. Ouro assumiu protagonismo, impulsionado por busca global por proteção, juros reais menores e ruído geopolítico persistente. Bolsa brasileira entregou desempenho expressivo, com Ibovespa, small caps e ações de dividendos surfando combinação rara de corte de juros, reprecificação de risco local e retorno do investidor estrangeiro.

Carteira Top Dividendos - XP

A XP promoveu mudanças na Carteira Top Dividendos para janeiro de 2026, com a retirada de AXIA3 após a valorização recente das ações, que já incorporou os anúncios de distribuição de dividendos e o cenário de preços mais altos de energia no longo prazo.

No lugar, a casa aumentou a exposição a CPLE3, elevando o peso de 10% para 15%. A decisão considera a queda recente do papel, o histórico consistente de pagamento de dividendos e a melhora nos resultados operacionais. A migração para o Novo Mercado também elevou a liquidez e os padrões de governança da companhia, o que pode ampliar o interesse de investidores estrangeiros. A XP estima uma TIR de 9,4% para a ação.

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Carteira Top Small Caps - XP

A Carteira Top Small Caps da XP passou por ajustes para janeiro de 2026, com redução de CURY3, de 10% para 7,5%, em movimento de realização de lucros após a recente valorização das ações. A casa segue com visão positiva para a companhia no longo prazo.

Ao mesmo tempo, a XP elevou a participação de POMO4, de 5% para 7,5%, citando um cenário operacional mais favorável em 2026, sobretudo no mercado externo, além de dividend yield atrativo e valuation descontado.

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Carteira Top Ações - XP

A XP realizou ajustes na Carteira Top Ações para janeiro de 2026, com foco em realização de lucros e reforço em teses com melhor assimetria. A principal mudança foi a saída de Axia [#AXIA3], após a valorização recente do papel já refletir os anúncios de dividendos e o cenário de preços de energia no longo prazo.

Em seu lugar, a corretora incluiu Sabesp [#SBSP3], com peso de 5%, destacando a revisão tarifária anunciada em dezembro como um evento relevante de redução de risco, além da melhora operacional desde a privatização. A XP também reduziu a participação em Cyrela [#CYRE3], de 10% para 5%, em movimento de realização de lucros, e elevou o peso de Mercado Livre [#MELI34], de 5% para 10%, avaliando a recente fraqueza do papel como oportunidade de compra.

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Carteira de Alocação PF - XP

Com a Selic ainda em patamar elevado e a inflação mostrando sinais de maior controle, a XP manteve em janeiro de 2026 uma estratégia de alocação para pessoa física focada em capturar retorno real na renda fixa, com ajustes pontuais no perfil de risco.

Na renda fixa pós-fixada, a recomendação segue acima do nível neutro. A XP avalia que os ativos atrelados ao CDI continuam oferecendo retorno real acima da média histórica, mas alerta para a necessidade de cautela em emissões de crédito privado, diante de uma relação risco-retorno menos atrativa para alguns emissores.

Para a renda fixa indexada à inflação, a alocação permanece neutra, com duration média próxima de seis anos. Apesar da compressão dos spreads ao longo de 2025, os retornos nominais seguem elevados, sustentando o carrego. A casa reforça a importância de seletividade, priorizando emissores de melhor qualidade e fundos com gestão ativa.

Nos prefixados, a XP mantém recomendação acima da neutra. A expectativa é de ganhos adicionais com marcação a mercado caso a inflação siga comportada e as expectativas permaneçam ancoradas. A orientação é concentrar a exposição em títulos de duration intermediária, ao redor de três anos, para mitigar riscos fiscais e a volatilidade associada ao cenário eleitoral.

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Small Caps - BTG Pactual

A carteira de Small Caps do BTG para janeiro conta com duas novidades. Sanepar [#SAPR11] e Pague Menos [#PGMN3] passaram a integrar o portfólio. Em contrapartida, Eztec [#EZTC3] e Track&Field [#TFCO4] deixaram a carteira. As demais posições foram mantidas.

Sanepar e Pague Menos entram
Segundo o BTG, a Sanepar negocia a múltiplos baixos e apresenta potencial relevante de reprecificação, especialmente diante do cenário político de 2026, que pode destravar ganhos de eficiência ou avanços em direção à privatização. Já a Pague Menos foi incluída após melhora do momento operacional, com revisão positiva de estimativas, ganhos de eficiência e expectativa de desempenho acima do setor farmacêutico.

Quem permanece na carteira
Aura, Copasa, GPS, 3tentos, Vivara, Tenda, Unifique e Inter seguem no portfólio. O banco destaca que as empresas mantidas apresentam fundamentos sólidos, gatilhos relevantes para os próximos trimestres e bom equilíbrio entre crescimento, rentabilidade e valuation.

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Top ações globais - XP

A XP Investimentos promoveu ajustes na carteira Top Ações Globais para janeiro de 2026, com foco em reduzir a exposição ao setor industrial e ampliar a aposta em comunicações. A principal mudança foi a saída de Lockheed Martin [#LMT], cuja posição foi zerada, e o aumento do peso de Disney [#DIS].

No setor industrial, a XP retirou a Lockheed Martin após um período de correções no segmenvato de defesa e aliação de que o nível atual de preços oferece mais riscos do que gatilhos claros de valorização, apesar da alta registrada pelo papel em dezembro.

Já em comunicações, a corretora elevou a participação da Disney, destacando a recuperação recente das ações e a avaliação de que a empresa segue negociando a múltiplos atrativos. O streaming continua como principal vetor de crescimento, enquanto os negócios de mídia tradicional e parques seguem como suporte de resultados.

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Top dividendos globais - XP

A XP manteve inalterada a carteira Top Dividendos Globais para janeiro de 2026, após um mês de desempenho positivo. Em dezembro, a estratégia avançou 2,6%, superando em 316 pontos-base o iShares Select Dividend ETF, que recuou no período. A avaliação é de que os fundamentos seguem sólidos para o início do ano.

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10SIM - BTG Pactual

O BTG Pactual atualizou a carteira 10SIM para janeiro, com ajustes voltados a um início de 2026 positivo, mas marcado por maior volatilidade. A casa avalia que o ciclo de queda de juros no Brasil deve sustentar o desempenho das ações no curto prazo, mesmo com política monetária mais estável nos EUA e aumento das incertezas políticas ao longo do primeiro trimestre.

Raia e Itaú entram; Smartfit e Copel saem

O banco aumentou a exposição ao setor financeiro para 25%, com o retorno do Itaú [#ITUB4], com peso de 15%. O Nubank [#ROXO34] foi mantido, mas teve participação reduzida para 10%. No varejo, a Raia Drogasil [#RADL3] entrou na carteira no lugar da Smartfit [#SMFT3]. A Copel [#CPLE6] deixou o portfólio para acomodar as mudanças.

Mais proteção com Aura; Direcional sai

Buscando maior equilíbrio, o BTG elevou a exposição a exportadoras para 15% com a inclusão da Aura [#AURA33], produtora de ouro, com peso de 5%. A Embraer [#EMBJ3] segue na carteira. Para a entrada da Aura, a Direcional [#DIRR3] foi excluída e a exposição ao setor de habitação caiu para 10%, com Cyrela [#CYRE3] mantida.

Demais posições são mantidas

A carteira segue com 20% alocados em utilities, com Eneva [#ENEV3] e Equatorial [#EQTL3], e outros 20% em empresas de fluxo de caixa mais longo, como Localiza [#RENT3] e Rede D’Or [#RDOR3].

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