É preciso acessar as configurações do Windows 11 para iniciar o modo de segurança do sistema (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Usar o modo de segurança do Windows 11 é fundamental para diagnosticar problemas, já que ele executa o sistema operacional apenas com os drivers básicos para o funcionamento.
Para iniciar o Windows 11 no “Modo Seguro“, acesse as configurações do dispositivo, vá em ajustes do sistema e selecione a opção “Reinicialização avançada“, para abrir o ambiente de recuperação do Windows.
Também é possível entrar no modo de segurança pressionando “Shift” + botão “Reiniciar” na tela de login do PC. A seguir, veja o passo a passo com detalhes de como ativar o recurso no sistema operacional.
Como entrar no modo de segurança do Windows 11 pelas configurações
1. Acesse as configurações do Windows 11
Clique no ícone de configurações do Windows 11 para acessar a página de ajustes do sistema operacional. Você também pode pressionar o atalho “Windows + I” para abrir a página.
Acessando as configurações do Windows 11 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Vá em “Recuperação” na guia “Sistema” do Windows
Selecione a aba “Sistema” e procure pela opção “Recuperação“. Clique para exibir as opções de inicialização do Windows 11.
Clique em “Sistema” e vá em “Recuperação” nas configurações (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Inicie a recuperação avançada do sistema operacional
Em “Reinicialização avançada“, clique no botão “Reiniciar agora“. Você será redirecionado ao Ambiente de Recuperação do Windows 11 (WinRE) para entrar no modo de segurança do sistema operacional.
Reinicie o computador pelo botão de inicialização avançada (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
4. Selecione “Solução de problemas” no Ambiente de Recuperação do Windows (WinRE)
Quando o ambiente de recuperação for inicializado, escolha a opção “Solução de problemas“.
Vá até o menu “Solução de problemas” (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
5. Vá em “Opções avançadas”
Clique ou selecione o menu “Opções avançadas” para exibir novas opções de inicialização, incluindo o modo de segurança do Windows 11.
Entre em “Opções avançadas” para encontrar outras opções de reinicialização (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
6. Escolha “Configurações de Inicialização”
Selecione o o menu “Configurações de Inicialização“, caracterizado pelo ícone de engrenagem.
Escolha “Configurações de Inicialização” do Windows 11 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
7. Reinicie o Windows 11 para confirmar sua escolha
Uma série de informações sobre o procedimento serão exibidas na tela. Clique em “Reiniciar“.
Clique em “Reiniciar” pelo botão exibido na tela (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
8. Digite a senha de recuperação do BitLocker (caso necessário)
Alguns computadores podem estar protegidos pelo BitLocker, um recurso de segurança do Windows. Nesse caso, será necessário inserir a chave de recuperação da unidade.
Basta seguir as orientações exibidas pela Microsoft na tela para encontrar o seu código.
Insira a chave de recuperação do BitLocker, caso seja necessário (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
9. Inicie o Windows 11 em modo de segurança
Escolha como deseja habilitar o modo de segurança do Windows 11:
Pressione “F4” para iniciar o modo de segurança padrão;
Pressione “F5” para o habilitar modo de segurança com rede;
Pressione “F6” para entrar no modo de segurança com prompt de comando.
Pressione F4, F5 ou F6 para iniciar o Windows 11 em modo de segurança, de acordo com sua necessidade (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Como iniciar o Windows 11 em modo de segurança na tela de login
Você também pode acessar o Ambiente de Recuperação do Windows 11 (WinRE) a partir da tela de login do sistema operacional, caso não saiba da senha ou não se lembre do código de acesso.
Pressione o botão “Shift“, enquanto clica no menu “Reiniciar” para ativar o ambiente de recuperação, e, em seguida, iniciar o modo de segurança do Windows 11.
Segure “Shift” e clique em “Reiniciar” para acessar o Ambiente de Recuperação do Windows 11 (WinRE) (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O que acontece ao iniciar o Windows 11 em modo de segurança?
Entrar no modo de segurança do Windows 11 desabilita alguns drivers, recursos ou serviços disponíveis no PC, variando de acordo com as seguintes opções:
Modo de segurança: executa drivers básicos e arquivos essenciais para o funcionamento do sistema. É comum que ocorra mudanças na resoluções de vídeo e falta de conexão com a internet, devido à não inicialização dos drivers de rede;
Modo de segurança com rede: executa drivers básicos para a inicialização do Windows, incluindo drivers de rede que podem ser necessários para o diagnóstico e solução de problemas no sistema operacional;
Modo de segurança com prompt de comando: modo de segurança voltado para usuários avançados do Windows. Executa o CMD (Prompt de Comando) para resolução de problemas por meio de códigos.
Dá para entrar no modo de segurança do Windows 11 pelo boot?
Sim, pressionar a tecla “F8” durante o boot do Windows 11 pode inicializar o WinRE em alguns dispositivos — mas pode não funcionar em aparelhos mais modernos.
Nesse caso, você pode pressionar o botão “liga/desliga” por alguns segundos até o sistema operacional desligar, por algumas vezes.
Em alguns casos, essa reinicialização abrupta do Windows 11 irá abrir o ambiente de recuperação para iniciar o modo de segurança do sistema.
Tem como tirar o Windows 11 do modo de segurança?
Sim, reiniciar o Windows 11 deve remover o modo de segurança do sistema operacional.
Caso persista, pressione “Windows + R” para abrir o utilitário “executar“, digite “msconfig” e dê enter. Em seguida, desative a opção “Inicialização segura“, ou selecione “inicialização normal“, para tirar o Windows 11 do modo de segurança.
Selecione a opção “Inicialização normal” ao executar o comando “msconfig” no Windows 11 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Agentes de IA são usados para automatizar tarefas consideradas repetitivas, por exemplo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
IA agêntica é um sistema que permite utilizar agentes de IA treinados para realizar tarefas especificas de forma autônoma. Seu funcionamento é baseado no entendimento do contexto, planejamento das ações, execução de tarefas e análise de resultados, antes de concluir o objetivo solicitado pelo usuário.
Essa categoria de uso da inteligência artificial moderna é comum em eletrônicos que precisam entender todo o cenário em tempo real, antes de realizar ações, como veículos autônomos e dispositivos domésticos.
A seguir, conheça tudo sobre IA agêntica, seu funcionamento e os principais tipos de uso da tecnologia.
A inteligência artificial agêntica é um sistema autônomo que usa modelos de linguagem (LLMs) para executar proativamente tarefas solicitadas pelos usuários, sem a constante supervisão humana.
A IA agêntica analisa quais são os principais meios para a execução de uma tarefa complexa, realizando todo o processo automaticamente até sua conclusão.
Para que serve a IA agêntica?
A IA agêntica serve para automatizar processos que tenham muitas etapas intermediárias. Esse tipo de inteligência artificial recebe as primeiras instruções de usuários e realiza todas as etapas automaticamente, sem precisar da supervisão humana em cada ação.
Por exemplo: é possível solicitar para um agente de IA que ele faça a gestão e organização de compromissos de profissionais de uma empresa, ajustando horários de reuniões, resolvendo conflitos entre agendas e ajustando escalas automaticamente.
Ao utilizar conceitos de Machine Learning, a IA garante o aprendizado a partir de grandes volumes de dados. Dentro desse contexto, o Deep Learning usa redes neurais artificiais para identificar padrões complexos e processar as informações, auxiliando na tomada de decisão da IA.
Esse sistema permite receber objetivos e metas gerais, atuando no planejamento e execução de tarefas de forma autônoma e proativa, sem a necessidade de intervenção direta do usuário.
Um agente de IA opera no seguinte ciclo: percepção de contexto, planejamento, execução, análise de resultados, ajustes e conclusão do objetivo.
Diagrama explica as divisões entre Inteligência Artificial, Machine Learning e Deep Learning (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Dessa forma, você pode usar a IA agêntica como organizadora de viagens ou como secretária, que organiza reuniões com base na agenda dos funcionários, por exemplo.
Na execução de tarefas, a tecnologia usa recursos como APIs, bancos de dados integrados, sistemas operacionais e softwares corporativos para entender todo o contexto, realizar consultas e análises, além de planejar as ações que serão necessárias.
Apesar do desenvolvimento dos agentes de IA, é comum que essa tecnologia apresente algumas falhas de execução, necessitando da validação direta dos processos por um humano.
Quais são as características da IA agêntica?
Uma IA agêntica é caracterizada pelos seguintes comportamentos:
Adaptabilidade: um agente de IA é capaz de se adaptar a diferentes situações, de acordo com o grau de dificuldade da tarefa que precisa concluir, ou com a base de dados que tem à disposição. Assim, a IA agêntica analisa diferentes cenários possíveis, buscando os caminhos mais eficientes para a conclusão da tarefa;
Colaboração: tem a característica de atuar em colaboração com outros agentes de IA, dividindo tarefas e atividades complexas em subtarefas e delegando funções. Os agentes podem atuar como uma equipe coordenada para resolver problemas;
Proatividade: a IA agêntica é capaz de atuar proativamente após a definição de um objetivo pelo usuário. Ou seja, não é necessário ficar solicitando a realização de cada etapa de uma tarefa, como acontece na IA generativa;
Especialização: é possível configurar cada agente de IA para uma especialização, adquirindo conhecimentos técnicos específicos e utilizando ferramentas próprias para cumprir um objetivo. Dessa forma, a IA agêntica é capaz de se aprofundar no assunto, resolvendo solicitações de maneira precisa;
Interoperabilidade: uma IA agêntica pode se comunicar com diferentes ferramentas, sistemas operacionais, plataformas e softwares disponíveis para a realização de uma tarefa.
Veículo autônomo da Waymo usa IA agêntica (Imagem: Reprodução/Waymo)
Quais são os tipos de IA agêntica?
Os sistemas de IA agêntica podem ser divididos entre agêntica única, multiagente horizontal e multiagente vertical. O sistema único é o tipo mais simples de IA agêntica, onde um único agente planeja e executa as ações de forma centralizada.
Já o multiagente horizontal atua com vários agentes de IA no mesmo nível hierárquico, trabalhando em cooperação e de maneira paralela.
No sistema multiagente vertical, há uma hierarquia entre os agentes: supervisores, subordinados e agentes específicos para cada tarefa.
Também podemos classificar os tipos de agentes de IA a partir do seu grau de inteligência:
Agentes de reflexo simples: tipo básico de agente de IA que responde diretamente ao usuário com base em regras pré-estabelecidas. Essa categoria de agentes usa a lógica “if-else“, não sendo capaz de processar dados em linguagem natural. São úteis em conjunto com agentes mais avançados;
Agentes de reflexo baseados em modelos: versão avançada em comparação com o agente de reflexo simples. É capaz de armazenar informações específicas na memória para entender contextos e traçar planos de execução;
Agentes baseados em objetivos: agentes de IA que realizam ações com base no objetivo final determinado pelo usuário. São capazes de perceber o ambiente, atualizar informações, realizar comparações e executar o que for mais preciso para a realização de uma tarefa;
Agentes baseados em utilidade: IA agêntica que busca a máxima satisfação do usuário e orienta suas ações pela utilidade. São superiores aos agentes baseados em metas, pois são capazes de analisar qual o melhor caminho possível para execução da tarefa — e não apenas cumprir o objetivo;
Agentes de aprendizado: agentes de inteligência artificial que aprendem com suas próprias experiências anteriores, se desenvolvendo diariamente e melhorando o desempenho com o passar do tempo. É o nível mais inteligente de um agente de IA.
Quais são exemplos de aplicação da IA agêntica?
Os sistemas de IA agêntica podem ser usados nos seguintes nichos:
Assistentes virtuais: uso de assistentes virtuais como Google Assistant, Siri e Alexa para realizar automação de tarefas em smartphones, por exemplo. É possível agendar reuniões, integrar serviços e aplicativos e executar comandos de forma autônoma;
Mobilidade: uso da IA agêntica em serviços e empresas de mobilidade como Uber, Waymo e Tesla. Essa tecnologia permite o desenvolvimento de veículos autônomos capazes de entender o trânsito, planejar rotas e evitar colisões em tempo real;
Robótica: desenvolvimento de robôs industriais e domésticos, como robôs aspiradores, capazes de entender o ambiente, aprender com o contexto e executar tarefas autônomas;
Algoritmos de recomendação: serviços como Instagram, Spotify e Netflix podem usar agentes de IA para aprender com os dados de usuários, recomendando filmes, séries e músicas a partir dos interesses de cada um;
Jogos: uso de IA agêntica no desenvolvimento de personagens, criando jogos que se adaptam ao estilo de jogo do usuário;
Autonomia corporativa: é possível utilizar agentes de IA em tarefas consideradas repetitivas no mundo corporativo, como agendamento de reuniões, processos de RH e no atendimento ao cliente;
Cibersegurança: detecção, monitoramento e análises de ataques, otimizando servidores de forma personalizada e aprendendo com os padrões identificados, aumentando a segurança de uma rede;
Logística: uso de IA agêntica para otimizar fluxos logísticos, organizar estoques e planejar rotas inteligentes, em busca de economia e aumento de produtividade.
Agentes de IA não estão prontos para substituir trabalhadores (ilustração via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Quais são as limitações da IA agêntica?
Os sistemas de IA agêntica podem apresentar algumas limitações e deficiências:
Risco de alucinação: os agentes de IA ainda podem alucinar, inventando informações que podem ser prejudiciais de acordo com o uso, além de usar ferramentas de maneira inadequada apenas para realizar a tarefa solicitada, sem uma análise crítica;
Segurança: os agentes de IA podem ser alocados para realizar tarefas como excluir arquivos e enviar e-mails, o que pode criar problemas de segurança em organizações. Os sistemas de IA ainda não são considerados totalmente confiáveis para operar sem supervisão em tarefas críticas;
Dependência de estabilidade: os agentes de IA dependem de sistemas estáveis para que não haja falha de execução, principalmente ao usar APIs, bancos de dados e outras ferramentas que podem oscilar diariamente;
Consistência: os sistemas de IA agêntica ainda apresentam falta de consistência em projetos a longo prazo, principalmente em objetivos mais complexos. Essa tecnologia atua de forma melhor em projetos curtos e com tarefas bem definidas.
Qual é a diferença entre IA agêntica e IA generativa?
A IA agêntica usa alguns recursos de IA generativa para realizar etapas automaticamente após a definição de um projeto e da solicitação do usuário.
É possível automatizar fluxos de trabalho, além de cumprir tarefas consideradas repetitivas no ambiente corporativo em menos tempo que os humanos. A IA agêntica planeja e executa cada ação sem a intervenção do usuário.
Já a IA generativa é a tecnologia focada na criação de conteúdos a partir de uma base de dados e do aprendizado de máquina. Ferramentas como ChatGPT e Google Gemini são capazes de criar textos, gerar imagens e criar vídeos seguindo os comandos de prompt dos usuários.
Qual é a diferença entre IA agêntica e IA preditiva?
A IA agêntica é um tipo de inteligência artificial focada na execução automática de tarefas após a definição do projeto pelo usuário.
Essa tecnologia divide uma solicitação em subtarefas, avalia as possibilidades, seleciona as melhores ferramentas e analisa se o resultado foi o esperado para aquela demanda.
Qual é a diferença entre IA agêntica e agente de IA?
IA agêntica é toda a arquitetura técnica e conjunto de sistemas que permitem a atuação autônoma da inteligência artificial em seus produtos e no dia a dia.
Já os agentes de IA são as ferramentas usadas nesses sistemas agênticos, como um robô ou um assistente digital, que executam as ações propriamente ditas.
Um celular com 512 GB de armazenamento é ideal para usuários que utilizam as câmeras com frequência, seja para tirar muitas fotos ou gravar vídeos em alta resolução.
No entanto, muitos dispositivos com essa capacidade de armazenamento tem preço elevado no mercado. Por isso, o Tecnoblog reuniu sete smartphones vendidos no Brasil que custam menos de R$ 2.500.
A lista inclui modelos de Motorola, Xiaomi e Jovi, marcas com bom custo-benefício no varejo. Conheça as características de cada dispositivo e suas principais diferenças.
O Moto G15 é um dos smartphones mais baratos com 512 GB de capacidade. Apesar de ter apenas 4 GB de memória RAM, você pode expandi-la para até 12 GB via RAM Boost, recurso que usa o armazenamento para aumentar a memória de forma virtual.
O baratinho da Motorola ainda é compatível com pagamentos por aproximação via NFC e tem bateria de 5.200 mAh — que deve garantir até 40 horas de autonomia para uso geral, segundo divulgado pela fabricante.
Sua tela grande de 6,7″ tem resolução Full HD+ e brilho de até 1.000 nits, especificações consideráveis pelo baixo preço de mercado. Além disso, traz uma câmera dupla com sensor principal de 50 MP e ultrawide de 5 MP, capaz de registrar vídeos em Full HD @ 30 fps.
O Moto G15 é um celular de entrada voltado para uso diário, como acessar redes sociais, por exemplo. Então, não espere reproduzir jogos pesados com este dispositivo. O celular também não é compatível com redes 5G.
O Edge 60 Neo é um celular intermediário da Motorola disponível com 512 GB de armazenamento, além dos 12 GB de memória RAM, unindo alta capacidade para guardar arquivos e promessa de bom desempenho em multitarefas.
O dispositivo é compatível com apps de edição de foto e vídeo, ferramentas de IA e alguns jogos, graças ao chip MediaTek Dimensity 7400 de 4 nanômetros.
Além disso, o conjunto de câmeras permite tirar fotos em alta resolução: o Edge 60 Neo tem uma lente wide de 50 MP com sensor Sony e estabilização óptica, uma ultrawide de 10 MP voltada para fotos com grande campo de visão e uma lente telefoto (10 MP), com zoom óptico.
O aparelho ainda registra vídeos em 4K @ 30 fps com as câmeras traseiras e frontal. Dessa forma, você pode registrar uma série de vídeos em alta definição sem precisar se preocupar com a falta de armazenamento interno.
No geral, o Motorola Edge 60 Neo tem conexão 5G e tela de 6,36 polegadas com 120 Hz de taxa de atualização, ideal para maior fluidez das animações do sistema. A Motorola ainda garante que sua bateria de 5.000 mAh tem autonomia para até 44 horas de uso e carregamento rápido de 68 W com fio.
O Moto G86 é outro aparelho da Motorola disponível com 512 GB de armazenamento, mas com preço mais baixo que o Edge 60 Neo. Por se tratar de um dispositivo da linha Moto G, a proposta é oferecer um custo-benefício maior aos usuários, equilibrando uso diário e fotografia, sem elevar muito o preço.
O dispositivo suporta apps de edição e jogos com seu processador MediaTek Dimensity 7300 e 8 GB de memória RAM. No entanto, seu corpo todo de plástico pode desagradar usuários acostumados com modelos em alumínio ou traseira em vídro.
O Moto G86 entrega vídeos em 4K @ 30 fps com sua câmera principal de 50 MP, caso procure por um smartphone com bastante espaço interno para gravar vídeos em alta resolução.
Seu display com tecnologia pOLED tem brilho máximo de 4.500 nits e 120 Hz de taxa de atualização. Já a bateria tem 5.200 mAh de capacidade, além de também suportar carregamento rápido (30 W).
O Redmi Note 15 Pro é um celular da Xiaomi com boas especificações de tela e 512 GB de armazenamento.
O celular tem display com tecnologia AMOLED que entrega bons contrastes e cores vivas, segundo nossos testes. Além disso, foi possível notar uma boa fluidez nas animações, graças a taxa de atualização de 120 Hz, e um brilho máximo 3.200 nits que permite ler e assistir até mesmo sob a luz solar.
É possível gravar vídeos em resolução 4K @ 30 fps na câmera traseira, e em Full HD @ 60 fps com a lente frontal de 20 MP. O dispositivo traz ainda um sensor ultrawide de 8 MP para fotos com maior ângulo de visão. A presença de estabilização óptica de imagem (OIS) garante ainda fotos e vídeos mais estáveis.
No entanto, um dos principais pontos negativos do aparelho da Xiaomi é a presença de anúncios em excesso durante a navegação pelo sistema operacional.
O Poco X7 é um smartphone da Xiaomi que tem como diferencial a tela curvada nas laterais. Essa característica traz um aspecto diferente ao modelo, principalmente em conjunto com um display AMOLED de alta qualidade para cores e contrastes.
Sua taxa de atualização de 120 Hz também é um ponto positivo, oferecendo uma fluidez maior enquanto joga, além de resolução de 2712×1220 pixels e proteção de tela Gorilla Glass Victus 2 contra impactos.
O Poco X7 está disponível com 512 GB de armazenamento interno, além do processador MediaTek Dimensity 7300 Ultra, em versões com 8 GB ou 12 GB de RAM.
O design do dispositivo aparenta ter quatro câmeras traseiras, mas, na prática, são apenas três: grande-angular de 50 MP, ultrawide de 8 MP e lente macro de 2 MP.
Esse kit de câmeras permite gravar vídeos em resolução 4K @ 30 fps. Já a lente frontal de 20 MP é limitada a vídeos em Full HD @ 60 fps.
O Poco X7 Pro é outro celular da Xiaomi que pode valer a pena, caso busque por um aparelho com preço mais baixo e grande capacidade de armazenamento.
O celular é voltado para o público gamer, sendo vendido em opções com 8 GB ou 12 GB de memória RAM, o que pode influenciar no desempenho do dispositivo em jogos mais pesados.
Além disso, sua tela de 6,7 polegadas também tem tecnologia AMOLED e 120 Hz de taxa de atualização, ideal para uma maior fluidez enquanto joga.
Um ponto negativo do Poco X7 Pro são as câmeras: uma lente principal de 50 MP e uma ultrawide de apenas 8 MP — consideradas inferiores a outros modelos da mesma faixa de preço. O celular grava em resolução 4K @ 60 fps na câmera principal e também conta com estabilização óptica de imagem.
O dispositivo tem uma bateria de 6.000 mAh que favorece a experiência com jogos e ainda tem tecnologia de recarga rápida, com 90 W de potência. Assim como o Redmi Note 15 Pro, o sistema operacional também é o HyperOS.
O Jovi Y31 é um celular que chegou há pouco tempo no Brasil, tendo a capacidade de bateria como um dos pontos fortes do aparelho. O dispositivo tem 7.200 mAh de capacidade, que aguenta até 45 horas de reprodução de vídeo, segundo a fabricante, e com promessa de seis anos de durabilidade.
O celular da Jovi é o único da lista com processador Qualcomm: o Snapdragon 6s, dedicado a aparelhos de baixo custo. Além disso, conta com 8 GB de memória RAM e opções com 512 GB de armazenamento, ideal para quem não quer se preocupar com espaço interno.
Um dos focos da fabricante para o Y31 é a resistência. O Jovi Y31 tem certificações IP68, IP69 e IP69+, que fornece proteção contra imersão em água e poeira e altas temperaturas. O aparelho conta ainda com a certificação militar MIL-STD-810H para impactos.
No entanto, a tela em IPS LCD pode decepcionar, visto que tem resolução HD+ e brilho máximo de 1.000 nits, que pode impactar na visualização em ambientes mais claros.
O aparelho também tem uma única câmera traseira: uma lente grande-angular de 50 MP, enquanto o outro módulo se trata de um sensor de profundidade; a câmera frontal tem 32 MP.
Celular com 512 GB é bom?
Sim, pois oferece uma alta capacidade de armazenamento de arquivos. Celulares de marcas como Apple e Samsung priorizam esse alto armazenamento em modelos premium, consideravelmente mais caros que a média do mercado.
No entanto, empresas como Motorola e Xiaomi tem apresentado modelos mais baratos com 512 GB de armazenamento, com foco em usuários que desejam o básico de um smartphone, mas com mais capacidade.
Dessa forma, é importante checar e comparar especificações técnicas como memória RAM, processador e capacidade de bateria, para entender qual modelo é o ideal para seu perfil de uso.
O que é mais importante em um celular: armazenamento ou RAM?
O armazenamento é mais importante para usuários que não abrem mão de ter fotos e vídeos guardados no celular, além de pessoas que baixam muitos arquivos pesados diariamente, como PDFs, aplicativos e jogos.
Já a memória RAM é importante se você deseja um celular para ágil em multitarefas. Uma maior quantidade de RAM influencia na quantidade de aplicativos abertos simultaneamente e na fluidez do sistema operacional, além do desempenho em jogos em conjunto com a CPU.
Qual o melhor celular de 512 GB em 2026?
Apple e Samsung tem os melhores celulares com 512 GB de armazenamento no mercado brasileiro. No entanto, esses celulares considerados “topo de linha” apresentam preço elevado, em comparação com modelos acessíveis de marcas como Motorola e Xiaomi.
Um celular com 256 GB de armazenamento é uma boa opção para a maioria dos usuários, principalmente se você usa pouco a câmera para filmar em alta resolução ou tirar muitas fotos diariamente. Esses dispositivos são capazes de armazenar uma quantidade considerável de aplicativos e jogos, por exemplo.
Já os smartphones com 512 GB de armazenamento são recomendados para quem grava muitos vídeos para as redes sociais, já que a galeria é um dos principais responsáveis por ocupar o armazenamento interno.
Se você não quer se preocupar em ficar excluindo arquivos ou os enviando para a nuvem, essa capacidade de armazenamento é a ideal no dia a dia.
AirDrop no iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O AirDrop é uma tecnologia de compartilhamento de arquivos entre dispositivos Apple, e compatível com alguns aparelhos Android da linha Samsung Galaxy.
Para facilitar o processo de transferência de fotos ou vídeos, pode ser necessário alterar o nome de identificação do recurso, encontrando, assim, seu aparelho com mais facilidade no momento da conexão.
Basta acessar as configurações gerais do iOS ou macOS, selecionar a aba “Sobre” e trocar o nome vinculado ao dispositivo. Essa mudança também altera o nome em conexões Bluetooth, no Acesso Pessoal ou na identificação do dispositivo no iCloud.
Veja, a seguir, como trocar o nome do seu AirDrop e tire suas dúvidas sobre o recurso de compartilhamento da Apple.
Para trocar o nome do AirDrop, você precisa acessar o menu de ajustes do seu iPhone. Em seguida, vá até “Geral” para encontrar todas as configurações do seu celular.
Acesse “Ajustes” no iPhone e vá até “Geral” para alterar o nome do AirDrop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Vá até “sobre” para trocar o nome do AirDrop
Selecione a opção “Sobre” para verificar as informações do seu iPhone. Toque em “Nome” para trocar a identificação pessoal do dispositivo.
Em “Sobre”, selecione a aba “Nome” para fazer a alteração dos dados (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Altere o nome do AirDrop e verifique se a alteração foi realizada
Escreva o novo nome do AirDrop e toque no ícone azul de “check” para concluir o processo. Verifique se as alterações foram realizadas na aba “Nome“. O tutorial é similar em todas as versões modernas do iOS.
Faça a troca do nome do AirDrop, conclua o processo e verifique se as alterações foram realizadas (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Para mudar o nome do AirDrop no Mac, é necessário acessar as configurações do dispositivo. Clique para abrir a página de ajustes do sistema operacional.
Acesse as configurações do macOS pelo ícone de ajustes (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Vá até “Geral” no Mac para alterar o nome do AirDrop
No menu posicionado na lateral da página, escolha a opção “Geral” para acessar as configurações do Mac.
Selecione a opção “Geral” para acessar as configurações gerais do macOS (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Selecione a opção “Sobre” para abrir uma nova página
Abra a página “Sobre” para encontrar as informações sobre o Mac, incluindo o nome do dispositivo usado pelo AirDrop.
Vá até “sobre” para alterar o nome do AirDrop no Mac (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Altere o nome do AirDrop no macOS
Basta clicar no nome do dispositivo para mudar a identificação do AirDrop. O passo a passo é o mesmo em todas as versões modernas do macOS, incluindo distribuições de testes.
Clique no nome do dispositivo para alterá-lo (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O que acontece ao mudar o nome do AirDrop?
Mudar o nome do AirDrop altera a o nome de identificação do seu aparelho. Dessa forma, outra nomenclatura será exibida durante a transferência de arquivos pelo recurso ou via Quick Share.
Além disso, a mudança de nome também altera a identificação do seu aparelho em conexões Bluetooth, no Acesso Pessoal, ao procurar a localização do seu iPhone ou Mac, e na identificação do dispositivo no iCloud.
Por que não consigo mudar o nome do AirDrop?
A mudança de nome do AirDrop pode não ser concluída pelos seguintes motivos:
Nome diferente em “Meu Cartão”: pode ser necessário alterar as suas configurações pessoais na página de contatos do dispositivo. Para isso, vá até “Contatos” e toque em “Meu Cartão“. Altere seu nome na seção “Editar” e verifique se as alterações foram realizadas; pode ser necessário ativar o compartilhamento de nome e foto na seção, segundo relatos de usuários no Reddit.
Falta de reinicialização do sistema: em alguns casos, pode ser necessário reiniciar o iPhone ou Mac para que as alterações de nome do AirDrop tenham efeito;
Tempo de alteração nos servidores da Apple: a mudança de nome do AirDrop pode levar um tempo para surtir efeito devido à lentidão nos servidores usados pela Apple. Nesse caso, aguarde alguns instantes e verifique se a mudança foi realizada.
ARC Riders é um jogo de ação disponível para PC, Playstation e Xbox (Imagem: Divulgação/Epic Games Store)
ARC Raiders é um jogo de tiro em terceira pessoa desenvolvido pela Embark Studios, lançado em 2025 nas plataformas PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC.
O jogo tem dinâmicas baseadas em sobrevivência, onde é necessário coletar recursos e enfrentar ameaças para se defender. ARC Raiders pode ser jogado sozinho ou de forma cooperativa com amigos e outros jogadores do servidor, possibilitando a evolução de equipamentos e exploração de diferentes ambientes.
São 50 troféus disponíveis no jogo, mas jogadores de PlayStation podem conseguir o troféu extra “platina” ao alcançar todos os objetivos.
A seguir, saiba o que fazer para conquistar todos os troféus de ARC Raiders.
Retorne em segurança para Speranza pela primeira vez
Pipoco
Cause 1.000 de dano a inimigos ARC
Falha Mecânica
Atire no propulsor de uma Vespa até arrancá-lo
Autossuficiente
Instale uma estação na sua Oficina
As Amizades que Fazemos no Caminho
Retorne para Speranza com um Combatente que tenha encontrado
Saqueamento
Vasculhe 50 contentores de saque
Cruzando Limites
Nocauteie um Combatente
Voando Baixo
Alcance o nível 10
Portas Fechadas
Visite uma sala trancada nos Campos de Batalha da Represa, Cidade Soterrada ou Espaçoporto
Só Acaba Quando Termina
Retorne em segurança para Speranza enquanto estiver no chão
Acumulando Milhas
Retorne em segurança dos Campos de Batalha da Represa, Cidade Soterrada e Espaçoporto
Virou Fumaça
Retorne em segurança para Speranza por uma Escotilha de Combatente
Mandando Ver
Destrua 50 inimigos ARC
Armamento do Bom
Equipe duas armas de Nível II ou mais alto em uma rodada
Até Nunca Mais
Retorne em segurança para Speranza deixando um aliado do time para trás
Com a Corda Toda
Aprimore uma estação da Oficina para o nível 2
Tudo nos Trinques
Coloque 4 modificações em uma única arma
Rastros de Destruição
Destrua 100 inimigos ARC
Especialista em Armas
Aprimore uma arma até o Nível IV
Nasce uma Vendeta
Caia e sofra nocaute dentro de um ponto de retorno
Grande Bolada
Retorne para Speranza com 50.000 em saques
Implacável
Nocauteie 10 Combatentes
Aposentadoria
Alcance um valor total de saques de 1.000.000
Chumbo Pesado
Destrua um Fogueteiro
Sem Volta para Casa
Esteja na superfície quando a janela de segurança fechar
No Topo do Mundo
Chegue no topo das Torres de Lançamento no Espaçoporto
A Volta dos que Não Foram
Reviva um aliado do time dez vezes
Tiro de Longe
Acerte um alvo a mais de 250 metros de distância
Assumindo a Bronca
Destrua um Baluarte
Como um Disco Riscado
Dispare dois alarmes de carro na mesma rodada
Nos Segundos Finais
Retorne em segurança para Speranza faltando menos de 5 segundos na rodada
Mais Vale uma Granada na Mão
Derrube com uma granada um Combatente que tenha encontrado
Costurando Boca de Dedo-duro
Destrua um Dedo-duro com um Costurador
Escapista
Retorne em segurança para Speranza 100 vezes
Coração de Ouro
Receba 10 vezes um agradecimento em resposta direta a algo que tenha feito
Uma Mão Lava a Outra
Reviva com um Desfibrilador um Combatente que tenha encontrado
A Prática Leva à Perfeição
Visite o Campo de Treinamento
Dedicação ao Ofício
Aprimore cinco estações para o nível 3 ou mais alto
Três Coelhos com uma Cajadada Só
Destrua 3 inimigos ARC com uma única granada Matilha
Lenda de Speranza
Alcance o nível 75
De Pertinho
Nocauteie um Combatente com uma Ferramenta de Combatente
Estudo Comparativo
Use 4 armas diferentes para causar dano no Campo de Treinamento
Calça Mais Durável de Speranza
Deslize 80 metros sem parar
Linha, Anzol e Chumbo
Use uma Granada de Chamariz para fazer um drone atacar outro drone
Vai Ficar pra História
Destrua uma Rainha
Ponto Cego
Destrua uma Sentinela com uma Ferramenta de Combatente
Morte dos Céus
Cause 50 de dano a qualquer inimigo enquanto estiver em cima de um Fogueteiro
Entrega Surpresa
Seja atingido por uma Entrega de Suprimentos
Pela Ciência!
Aplique as condições gás, choque e queimadura ao mesmo tempo
Inimigo do Meu Inimigo
Derrube um Combatente que tenha encontrado com inimigos ARC atraídos por um Detector Dedo-duro
Senta que Lá Vem História (apenas no Playstation)
Colete todos os troféus
ARC Raiders tem 50 troféus disponíveis no jogo (Imagem: Divulgação/Embark Studios)
É possível obter os troféus bugados de ARC Raiders?
Sim, a desenvolvedora corrigiu os troféus “Linha, Anzol e Chumbo”, “Inimigo do Meu Inimigo” e “Pipoco”, segundo relatos de jogadores no Reddit.
Uma atualização de conteúdo foi disponibilizada pela Embark Studios para corrigir o problema nas conquistas. No entanto, usuários relatam a necessidade de iniciar uma nova campanha para que os troféus bugados possam ser conquistados.
Os DLCs de ARC Raiders incluem novos troféus?
Não, as DLCs de ARC Raiders apenas incluem novos ítens no jogo, como trajes, mochilas e acessórios para seu personagem, além de moedas que podem ser utilizadas nas partidas.
Lenovo Idea Tab: preço baixo por um hardware inferior compensa? (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O Lenovo Idea Tab é um tablet com tela de 11 polegadas que já vem acompanhado de capa, teclado e caneta. Lançado em outubro de 2025 por R$ 2.149, o aparelho já é encontrado a partir de R$ 1.700, e promete ser uma opção com bom custo-benefício para quem busca um tablet para estudo.
Mas será que o equilíbrio entre o hardware limitado e o preço compensa? Eu testei o Lenovo Idea Tab nos últimos dias, e conto a seguir o que você pode esperar deste dispositivo em termos de desempenho e recursos.
O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.
O Idea Tab foi cedido por empréstimo pela Lenovo e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.
O que vem na caixa do Lenovo Idea Tab?
Caixa do Lenovo Idea Tab (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O pacote do Lenovo Idea Tab é completo, o que representa um ponto positivo em relação ao Galaxy Tab A11 Plus. Além do tablet, a caixa inclui carregador de 20 W, cabo USB-A para USB-C, capa com teclado e a caneta Lenovo.
A caneta funciona com uma pilha AAAA. Esse é um ponto de atenção, já que esse padrão é menos comum que as pilhas AAA usadas em periféricos convencionais e em controles de smart TV, por exemplo, o que pode dificultar a reposição imediata.
Caneta do Lenovo Idea Tab precisa de pilha AAAA (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
A caixa ainda inclui o manual de instruções, Guia de Início Rápido e a chave para abertura da bandeja de cartão de memória.
Design e construção: tablet fino, leve e com visual premium
Parte traseira do Lenovo Idea Tab (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O design do Idea Tab surpreende positivamente por apresentar uma construção bem sólida em peça única de alumínio na cor cinza.
Temos os botões de volume na lateral, a entrada para cartão microSD, além do botão de Liga/Desliga e duas saídas de áudio no topo. A traseira do tablet conta com o nome da marca em baixo relevo espelhado, o que traz um aspecto premium para o modelo, além de uma seção retangular para a câmera de 8 MP.
Conector de cabo USB-C e saídas de áudio do Lenovo Idea Tab (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Na parte inferior do dispositivo, a Lenovo manteve a conexão P2 para fones de ouvido em uma das quinas, além da entrada USB-C para carregamento e outras duas saídas de áudio Dolby Atmos.
As dimensões e peso do Lenovo Idea Tab são:
Largura: 166,15 mm
Altura: 254,59 mm
Espessura: 6,99 mm
Peso: 480 gramas
Sem acessórios, o aparelho entrega boa ergonomia e é leve para transporte, inclusive com apenas uma mão.
No entanto, ao acoplar a capa e o teclado, o peso dobra, o que pode comprometer a mobilidade para quem pretende carregá-lo por longos períodos.
Vale ressaltar ainda que o tablet da Lenovo não tem resistência à submersão em água, apenas certificação IP52 que indica proteção contra respingos e poeira. Então é bom manter o tablet longe de piscinas para evitar acidentes.
Tela: alta resolução e 90 Hz de taxa de atualização
Tela do Lenovo Idea Tab oferece cores vivas em streaming (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
A tela é um dos pontos fortes do Idea Tab, entregando uma boa saturação de cores. O aparelho traz um painel WVA de 11 polegadas com resolução 2.5K (2.560 x 1.600 pixels) que, no geral, apresenta boa visualização em qualquer ângulo de visão em ambientes com pouca luz solar, e alta qualidade de imagem na reprodução de filmes e séries por streaming.
O tablet da Lenovo tem painel com brilho máximo de apenas 500 nits. Durante meus testes, isso foi suficiente apenas para uso em escritórios ou ambientes escuros, mas apresentou limitações de visibilidade sob luz solar direta, principalmente por conta dos reflexos que aparecem na tela.
Usando o Lenovo Idea Tab sob a luz do sol (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Esse número baixo de nits fez com que eu precisasse manter o brilho da tela sempre alto para conseguir uma boa visualização, principalmente em ambientes mais claros, onde exigiu o máximo de luminosidade.
Já a taxa de atualização de 90 Hz é outro ponto positivo do aparelho, garantindo uma fluidez satisfatória em animações do sistema e navegação em apps.
Áudio: alto volume de som, mas com graves decepcionantes
Lenovo Idea Tab tem tecnologia de áudio Dolby Atmos (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Os alto-falantes do Lenovo Idea Tab entregam som bastante alto na reprodução de músicas, vídeos do YouTube ou filmes por streaming. Nas frequências mais baixas, porém, é clara a queda de potência e perda de presença.
O modelo apresenta uma leve distorção nos agudos com o volume máximo, deixando o som com um aspecto um pouco metálico em alguns momentos.
Câmeras: fotos e vídeos não são o foco do Idea Tab
Câmera traseira de 8 MP do Lenovo Idea Tab (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Assim como em outros tablets, a câmera não é o foco principal do modelo da Lenovo. O Idea Tab conta com uma câmera traseira básica de 8 MP que permite tirar fotos em resolução Full HD, e deve ser satisfatória para escanear documentos e fazer registros cotidianos.
As imagens até podem agradar em ambientes bem iluminados, mas capturas contra a luz ou em ambientes mais escuros expõem os problemas, com perda significativa de detalhes, nitidez e resolução.
Foto em dia ensolarado com Lenovo Idea Tab (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O HDR presente no dispositivo até tenta contribuir com uma melhor qualidade de imagem, mas acaba sendo imperceptível no resultado final.
O mesmo acontece quando utilizamos o zoom digital da câmera. Repare que a imagem abaixo ficou parecendo uma pintura a tinta, quase sem detalhe nenhum captado pela lente de 8 MP.
Zoom digital do Lenovo Idea Tab não é eficiente (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Tudo isso vale também para a câmera frontal de 5 MP, que é útil em videochamadas, mas não entrega nada muito além disso.
Outro detalhe importante é a falta do flash traseiro, enquanto a lente frontal tenta reproduzir o efeito via software. Isso faz com que o dispositivo não tenha uma lanterna, como acontece nos smartphones.
O Lenovo Idea Tab grava vídeos também em resolução Full HD, a 30 quadros por segundo. Como não possui estabilização óptica de imagem (OIS), qualquer movimentação com o braço é captada pela câmera, o que pode decepcionar alguns usuários.
Desempenho: não é um tablet para jogos, definitivamente
Lenovo Idea Tab tem modo de multitarefas que funciona bem (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O Idea Tab é equipado com o processador MediaTek Dimensity 6300 de oito núcleos e o modelo que testamos possui 8 GB de RAM, embora exista uma versão com 4 GB no mercado. Seu armazenamento interno é de 128 GB, expansível até 1 TB via cartão microSD.
O tablet apresentou bom desempenho em tarefas diárias para lazer e trabalho.
Durante meu tempo de uso, acessar redes sociais como WhatsApp, Instagram e serviços de streaming, como YouTube e Spotify não foi um problema, inclusive no modo multitarefa, que divide a tela em duas.
Também não tive problemas no uso básico de ferramentas de produtividade como o Google Docs, e em apps de inteligência artificial, como o Gemini.
No entanto, o Idea Tab sofre para executar jogos pesados, como Fortnite, por exemplo. A única forma que consegui uma taxa de quadros acessível foi reduzindo todas as configurações gráficas para o mínimo.
Lenovo Idea Tab sofre para reproduzir jogos como Fortnite (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Em jogos mais leves, como Asphalt Legends, a reprodução foi melhor, mas ainda com alguns leves travamentos. Definitivamente, esse não é um tablet para jogos.
Outro problema foi no uso de softwares de edição de vídeo, como o CapCut. Foi possível notar travamentos constantes, já que app exige muito do processador na edição e reprodução de vídeos, efeitos e filtros.
Podemos comprovar essa falta de potência ao realizarmos o teste de benchmark via Geekbench 6.
O Lenovo Idea Tab apresentou 779 pontos em Single-Core e 1945 pontos em Multi-Core, sendo inferior a smartphones como Galaxy S20 FE, um celular lançado em 2020, e ao Galaxy A54, lançado em 2023.
Resultado de benchmark do Lenovo Idea Tab (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
No Geekbench 6, o Single-Core Score mede o desempenho de apenas um núcleo do processador, mostrando como ele se sai em tarefas simples ou que não usam múltiplos núcleos. Esse resultado é importante para atividades do dia a dia, como abrir aplicativos, navegar na internet e executar programas menos otimizados.
Já o Multi-Core Score avalia o desempenho usando todos os núcleos e threads disponíveis ao mesmo tempo, indicando a capacidade total do processador em tarefas pesadas. Essa pontuação é relevante para edição de vídeo, renderização e outras atividades que conseguem dividir o trabalho entre vários núcleos da CPU.
Sistema e recursos: recursos de IA integrados e atualização até 2029
Lenovo Idea Tab tem recursos de IA integrados, como o Circle to Search, do Google (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O Idea Tab sai de fábrica com Android 16 e a interface personalizada da Lenovo, que traz alguns apps integrados e recursos de IA, como o Circle to Search.
Com ele, você pode circular qualquer elemento na tela para realizar buscas rápidas no Google, traduzir blocos de texto instantaneamente ou identificar objetos. Embora úteis, esses recursos apresentaram um tempo de resposta ligeiramente maior devido ao hardware limitado do aparelho.
O uso com a caneta também foi agradável, principalmente ao escrever e desenhar, já que eu pude encostar meu punho no aparelho sem problemas do tablet reconhecer como um toque adicional. O teclado também se comportou bem ao utilizar o Modo PC disponível no modelo.
Caneta do Lenovo Idea Tab apresenta boa responsividade durante o uso (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
No entanto, um ponto negativo é que o recurso “Levantar para ativar” da tela simplesmente não funcionou quando o tablet está na posição vertical, mas funcionando perfeitamente ao usar a biometria para desbloquear o aparelho na horizontal.
De acordo com a Lenovo, o Idea Tab terá atualizações de segurança até 2029, o que garante uma boa sobrevida ao produto.
Bateria: 8 horas de uso contínuo em streaming
Carregador do Lenovo Idea Tab (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O Lenovo Idea Tab tem bateria de 7.040 mAh, entregando uma boa autonomia durante meus testes.
Para uso direto, o aparelho suportou a reprodução de streaming por 8 horas contínuas, em YouTube e Spotify, com a configuração de tela sempre ligada, sem bloquear o dispositivo.
Para uso cotidiano, a bateria claramente é capaz de segurar carga por um dia inteiro — ou até mais, caso use o tablet por algumas horas por dia e o mantenha com a tela bloqueada no restante do período.
Já o tempo de recarga completa do aparelho com o adaptador de 20 W incluso na caixa foi de pouco mais duas horas.
Conectividade: o Idea Tab só funciona via Wi-Fi
Lenovo Idea Tab não tem suporte à dados móveis (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O tablet da Lenovo não é compatível com dados móveis, como 4G ou 5G, e NFC, para pagamentos por aproximação.
O aparelho só tem acesso à internet via Wi-Fi (dual-band). As especificações de conexões e conectividade incluem ainda Bluetooth 5.2, saída P2 para fones de ouvido e uma porta USB-C 2.0, o que limita a velocidade de transferência de dados via cabo quando comparada a padrões mais recentes.
Vale a pena comprar o Lenovo Idea Tab?
Sim, mas por um preço bem mais baixo que o valor de lançamento. O tablet da Lenovo entrega um conjunto honesto para quem busca produtividade no trabalho e estudo, graças à alta capacidade de bateria.
O grande atrativo é receber o kit completo de acessórios sem custo adicional, o que o torna competitivo frente a modelos da Samsung ou Apple onde esses itens são vendidos à parte.
Porém, se o seu foco é potência para jogos ou brilho de tela extremo, talvez ele não seja a primeira opção. Para o uso diário, é uma escolha equilibrada pelo preço atual, na faixa dos R$ 1.700.
Assim como em outros dispositivos, vale ficar de olho no Achados do Tecnoblog antes de fechar negócio. Nossa equipe está sempre atenta nas melhores ofertas de tablets, principalmente sobre o Idea Tab, pelo custo-benefício que entrega ao usuário.
Mas e você, o que achou? Me conta se você tá disposto a comprar um desses na Comunidade do Tecnoblog!
Testamos o tablet Lenovo com tela 2.5K que promete bom custo-benefício e traz acessórios de produtividade na caixa; veja os prós e contras do Lenovo Idea Tab
Quick Share em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O Quick Share é uma tecnologia presente em celulares Android que permite o rápido compartilhamento de arquivos entre smartphone e PC, além da compatibilidade com o AirDrop em celulares da Samsung.
A ferramenta usa Bluetooth Low Energy para encontrar dispositivos compatíveis e o Wi-Fi Direct para criar conexões P2P, permitindo a transferência de arquivos pesados rapidamente.
A seguir, conheça o Quick Share, suas aplicações e todo o funcionamento da tecnologia.
O Quick Share é uma ferramenta de transferência rápida de arquivos entre dispositivos Android, de Android para iPhone ou entre smartphone e PC.
A funcionalidade foi desenvolvida pela Samsung e passou a integrar oficialmente celulares Android após a unificação com o Nearby Share, do Google, em 2024.
O que significa “Quick Share”?
“Quick Share” é um termo em inglês que significa “Compartilhamento Rápido”, em tradução para o português.
O termo é uma marca comercial criada pela Samsung, mas que passou a fazer parte de smartphones de outras marcas após o Google assumir a distribuição da ferramenta no Android.
Para que serve o Quick Share?
O Quick Share serve para transferir arquivos, como fotos, vídeos e documentos entre dispositivos rapidamente, sem a necessidade de usar serviços de armazenamento em nuvem, por exemplo.
A ferramenta possibilita compartilhar arquivos pesados, como vídeos em 4K e fotos em formato RAW, sem compressão automática na maioria dos casos.
O Quick Share também é muito usado por profissionais de edição de imagens, pela facilidade de transferência entre celular e computador.
Como o Quick Share funciona?
O funcionamento do Quick Share é baseado no uso de duas ferramentas sem fio disponíveis no celular: o Bluetooth e o Wi-Fi Direct.
Ao usar o Quick Share para enviar um arquivo, o dispositivo emite um sinal via Bluetooth Low Energy para procurar e encontrar dispositivos visíveis.
O Bluetooth Low Energy é uma tecnologia que garante a conexão entre dispositivos por meio de sinais de rádio. Sua principal vantagem é o baixo consumo de energia, utilizando cerca de 10% da carga exigida pelos dispositivos que operam com o Bluetooth tradicional.
Compartilhamento de arquivos é feito via P2P (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Assim que a conexão com o outro dispositivo é feita, o Quick Share usa o Wi-Fi Direct para iniciar a transferência de arquivos, sem a necessidade de estar conectado à internet.
O Wi-Fi Direct é uma tecnologia de rede sem fio que permite a conexão direta entre dispositivos no formato P2P (peer-to-peer). Isso significa que eles se comunicam entre si por meio de ondas de rádio, sem depender de roteadores, por exemplo.
Quick Share funciona sem internet?
Sim, o Quick Share não depende de internet para transferir arquivos, já que é criada uma conexão local entre dois dispositivos via Wi-Fi Direct.
No entanto, caso opte pelo compartilhamento de um link ou de um QR Code, pode ser necessário se conectar à rede para baixar um arquivo dos servidores.
De acordo com a Samsung, é necessário que o Google Play Services do Android tenha a versão 26.11 ou superior instalada, além da última atualização do Quick Share pela Galaxy Store.
É esperado que, futuramente, o recurso de compartilhamento rápido de arquivos passe a identificar o AirDrop a partir de celulares Android de outras marcas.
Veja abaixo como ativar o recurso para transferir arquivos entre Android e iPhone/Mac:
É seguro usar o Quick Share?
O Quick Share é um método de compartilhamento considerado seguro, devido à criação de um canal criptografado durante a transferência.
Além disso, o usuário precisa confirmar que deseja receber uma transferência. Isso impede o recebimento de arquivos maliciosos ou de spam, por exemplo.
O Quick Share também permite alterar a visibilidade de um celular, controlando a exibição apenas para seus contatos ou seus dispositivos.
Quais são as vantagens do Quick Share?
O Quick Share apresenta as seguintes vantagens aos usuários:
Velocidade de transferência: o Quick Share usa Wi-Fi Direct para transferir os arquivos, tecnologia até quatro vezes mais rápida que o Bluetooth convencional;
Facilidade no uso: o Quick Share é uma ferramenta de compartilhamento com interface acessível e intuitiva, sendo nativa em aparelhos Android. Basta selecionar o arquivo que deseja transferir, selecionar o destinatário — que precisa estar visível –, e iniciar o compartilhamento;
Compartilhamento com múltiplos dispositivos: o Quick Share é compatível com diferentes sistemas operacionais, como iOS, macOS, Windows e ChromeOS, sendo possível transferir arquivos para vários dispositivos simultaneamente;
Mantém a qualidade dos arquivos: o Quick Share faz a transferência de arquivos sem compressão de dados, mantendo a qualidade original. A ferramenta é muita usada por profissionais de edição de imagem e vídeo;
Baixo consumo de energia: o Quick Share usa o Bluetooth Low Energy para encontrar aparelhos visíveis, recurso que gasta pouca bateria do dispositivo durante a transferência.
Quais são as desvantagens do Quick Share?
O recurso de compartilhamento sem fio do Android também tem algumas limitações:
Baixo alcance: por utilizar ondas de rádio, a distância entre dispositivos precisa ser curta para que a conexão seja feita e os arquivos sejam transferidos com rapidez;
Dependência de recursos sem fio: o Quick Share utiliza conexão Bluetooth e Wi-Fi Direct para funcionar. Ou seja, aparelhos que não possuem essas tecnologias não são compatíveis com a ferramenta;
Conflitos com rede Wi-Fi: o Quick Share pode desconectar seu dispositivo da rede Wi-Fi devido a interferência durante a transferência de arquivos, segundo relatos de usuários no Reddit.
Qual é a diferença entre Quick Share e Bluetooth?
O Quick Share é uma tecnologia de compartilhamento rápido que utiliza conexões Bluetooth e Wi-Fi Direct para transferir arquivos entre dispositivos compatíveis. Por conta disso, o recurso é capaz de compartilhar arquivos pesados em alta velocidade, já que é feita uma conexão P2P (peer-to-peer).
Já o Bluetooth é uma tecnologia com velocidade limitada para transferência de arquivos grandes, já que utiliza apenas ondas de rádio. O recurso é útil para conectar dispositivos, mas se torna falho na transferência de arquivos muito pesados.
Qual é a diferença entre Quick Share e AirDrop?
O Quick Share é uma tecnologia de compartilhamento de arquivos criada pela Samsung e adotada pelo Google em 2024. O recurso está presente em celulares Android e com computadores com Windows ou ChromeOS.
O funcionamento da tecnologia é similar ao do Quick Share, mas é restrito ao compartilhamento para dispositivos Apple, apesar do Quick Share possibilitar o compartilhamento de um Android para um iPhone.
O AirDrop pode funcionar só com Bluetooth, mas de modo limitado (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Qual é a diferença entre Quick Share e Nearby Share?
O Quick Share é uma ferramenta de compartilhamento rápido de arquivos que substituiu o Nearby Share em dispositivos Android. O recurso do Google tinha funcionamento similar ao da Samsung, tendo sido anunciado pela marca em 2020.
Porém, as duas empresas uniram as tecnologias em janeiro de 2024, mantendo o Quick Share como padrão no sistema operacional do Google.
É possível desativar o Quick Share?
Sim. Não é necessário manter o Quick Share ativo no Android. Você pode desativar a visibilidade do seu dispositivo na barra de notificações do sistema, selecionando a opção “Ninguém“, ao tocar no ícone do recurso.
Também é possível desativar permanentemente a visibilidade do seu celular em “Configurações” -> “Aparelhos conectados“. No entanto, não há problema em manter o recurso ativado, já que o Quick Share sempre exigirá sua autorização para receber arquivos de outras pessoas.
Galaxy A36 é um celular barato com câmera boa para comprar em 2026 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
Escolher um celular barato com câmera boa pode ser um tarefa difícil, já que os melhores recursos de fotografia estão presentes em smartphones mais caros e pouco acessíveis.
No entanto, marcas como Samsung, Motorola e Xiaomi oferecem aparelhos que podem satisfazer o usuário comum no dia a dia. São modelos que combinam ficha técnica básica ou intermediária com especificações atrativas para fotos e vídeos, como conjunto versátil de lentes e suporte a gravação em 4K.
A seguir, o Tecnoblog reúne seis celulares baratos e com câmera boa para te ajudar na decisão de adquirir um smartphone novo em 2026, e traz dicas sobre o que verificar na hora de comprar o produto.
O Redmi 15C é um celular barato da Xiaomi com uma câmera principal de 50 MP, especificação também encontrada em smartphones mais caros.
No entanto, carece de alguns recursos por ser um smartphone de entrada, se limitando ao HDR e Foco Automático que podem auxiliar na qualidade das imagens em algumas situações com iluminação irregular.
O celular da Xiaomi conta ainda com uma lente auxiliar de 0.3 MP — usada para efeitos de profundidade — e uma câmera frontal básica de 8 MP. Todo esse conjunto de lentes possibilita tirar fotos equilibradas, mas sem tanta nitidez em detalhes ao utilizar o zoom digital ou em ambientes noturnos.
Redmi 15C em quatro cores: Moonlight Blue, Mint Green, Midnight Gray, Twilight Orange (Imagem: Divulgação/Redmi)
O Redmi 15C é capaz de gravar vídeos em Full HD @ 30 fps, tanto na câmera traseira quanto na frontal, sendo um smartphone com ótimo custo-benefício para quem busca o básico de fotografia.
No geral, o aparelho ainda traz bateria de 6.000 mAh e tela com taxa de atualização de 120 Hz, especificações também encontradas em smartphones intermediários, por exemplo.
Especificações das câmeras do Redmi 15C
Lente grande-angular de 50 MP; tamanho do sensor: 1/2,76; abertura: f/1,8
Lente auxiliar de 0.3 MP; abertura: f/3,0
Câmera frontal (grande-angular) de 8 MP; tamanho do sensor: 1/4,0; abertura: f/2,0
O Moto G35 também é um celular barato para quem busca o básico em fotografia. O smartphone de entrada da Motorola tem duas câmeras na parte traseira: uma grande-angular de 50 MP e uma lente ultrawide de 8MP.
Esse conjunto oferece fotos e vídeos com boa definição em objetos mais próximos, deixando a desejar em detalhes mais afastados do sensor da câmera ultrawide de tamanho 1/4,0.
Já a câmera frontal de 16 MP tem abertura de lente menor que a principal, o que reduz a entrada de luz. Ainda assim, pode entregar bons resultados em condições favoráveis, mas tende a ter desempenho inferior à câmera principal em ambientes com pouca iluminação.
Diferente do Redmi 15C, o Moto G35 filma em resolução 4K na câmera traseira, enquanto a frontal garante registros em Full HD. O smartphone ainda suporta 5G e também tem tela com 120 Hz de taxa de atualização.
Especificações das câmeras do Moto G35
Lente grande-angular de 50 MP; abertura: f/1,8;
Lente ultrawide de 8 MP; tamanho do sensor: 1/4,0; abertura: f/2,2
Câmera frontal (grande-angular) de 16 MP; abertura: f/2,5;
Gravação de vídeo em 4K @ 30 fps na traseira e Full HD @ 30 fps na frontal
3. Galaxy A17 5G tem câmera com estabilização óptica de imagem (OIS)
O Galaxy A17 5G também é um smartphone baratinho com bom conjunto de câmeras. O modelo traz uma lente principal de 50 MP, uma ultrawide de 5 MP e uma lente macro de 2 MP, focada no registro de imagens de objetos mais próximos.
Mas o grande diferencial do Galaxy A17 é a estabilização óptica de imagem (OIS), que não está presente no Moto G35 e no Redmi 15C.
Esse tipo de estabilização é mais eficiente, e fundamental para evitar borrões, especialmente à noite ou em condições de baixa luz.
Galaxy A17 5G (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O celular da Samsung grava em Full HD a 30 quadros por segundo, o que pode decepcionar usuários que esperam por uma qualidade superior em vídeos.
Outras especificações incluem tela com tecnologia Super AMOLED, para cores vivas e bons contrastes, suporte a 5G e bateria de 5.000 mAh.
Especificações das câmeras do Galaxy A17 5G
Lente grande-angular de 50 MP; tamanho do sensor: 1/2,76; abertura: f/1,8
Lente ultrawide de 5MP; tamanho do sensor: 1/5,0; abertura: f/2,2
Lente macro de 2 MP; abertura: f/2,4
Câmera frontal (grande-angular) de 13 MP; tamanho do sensor: 1/3,1; abertura: f/2,0
O Redmi Note 15 é um celular da Xiaomi com câmera principal de 108 MP, o que pode permitir maior nível de detalhes em condições ideais de iluminação.
No entanto, mais megapixels por si só não garantem melhor qualidade de imagem, já que fatores como o tamanho do sensor, a abertura da lente e o processamento de imagem também têm grande influência no resultado final.
O sensor de tamanho 1/1,67 é um dos principais responsáveis pela melhora na qualidade das imagens, pois permite maior captação de luz, reduz o ruído e proporciona melhor desempenho em fotos noturnas.
Redmi Note 15 usa cores mais sóbrias (imagem: divulgação/Xiaomi)
Porém, o aparelho não tem estabilização óptica, sendo um ponto negativo em comparação com o Galaxy A17.
O Redmi Note 15 também conta com uma câmera auxiliar de 2 MP que ajuda a entender a distância entre os objetos, além de uma lente frontal de 20 MP. É possível gravar vídeos em Full HD @ 60 fps com a câmera principal, enquanto a frontal se limita a 30 quadros por segundo.
Outras especificações técnicas do smartphone da Xiaomi incluem: tela AMOLED, 6 GB de memória RAM e bateria de 6.000 mAh. No entanto, o Redmi Note 15 tem estrutura em plástico e proteção básica contra respingos d’água.
Especificações das câmeras do Redmi Note 15
Lente grande-angular de 108 MP; tamanho do sensor: 1/1,67; abertura: f/1,7
Lente auxiliar de 2 MP; abertura: f/2,4
Câmera frontal (grande-angular) de 20 MP; tamanho do sensor: 1/4,0; abertura: f/2,2
Gravação de vídeo em Full HD @ 60 fps na traseira e Full HD @ 30 fps na frontal
O Galaxy A36 é outro celular acessível da Samsung equipado com um conjunto equilibrado de câmeras traseiras. O modelo conta com uma lente principal de 50 MP, uma ultrawide de 8 MP e uma câmera macro de 5 MP para fotos em curta distância.
O aparelho também oferece estabilização óptica de imagem (OIS), recurso importante para fotos mais nítidas e vídeos mais estáveis.
Apesar de trazer resoluções maiores nas câmeras secundárias, isso não garante necessariamente uma qualidade superior, já que outros fatores como sensor e processamento também influenciam no resultado final.
Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Outro ponto positivo do smartphone é a possibilidade de gravar vídeos em 4K, recurso indisponível em outros celulares listados anteriormente neste guia, com exceção do Moto G35.
O smartphone conta ainda com uma tela AMOLED de 120 Hz, que proporciona cores mais vivas e navegação fluida. Por outro lado, possui estrutura em plástico e não oferece suporte a carregamento sem fio, recurso já presente em outros smartphones.
Especificações das câmeras do Galaxy A36
Lente grande-angular de 50 MP; tamanho do sensor: 1/1,96; abertura: f/1,8
Lente ultrawide de 8 MP; tamanho do sensor: 1/4,0; abertura: f/2,2
Lente macro de 5 MP; abertura: f/2,4
Câmera frontal (grande-angular) de 12 MP; abertura: f/2,2
Gravação de vídeo em Full HD @ 60 fps ou 4K @ 30 fps
Estabilização Óptica de Imagem (OIS)
6. Moto G86 tem câmera frontal com 32 MP e suporte a 4K
Moto G86 é um celular intermediário da Motorola com um conjunto equilibrado de câmeras e recursos mais avançados, em comparação com outros modelos mencionados anteriormente.
O aparelho conta com uma lente grande-angular de 50 MP, com abertura f/1,88, uma lente ultrawide que também funciona como macro de 8 MP e uma câmera frontal de 32 MP para selfies.
O dispositivo também traz estabilização óptica de imagem (OIS) na câmera principal, o que ajuda a reduzir tremidos e melhora a nitidez tanto em fotos quanto em vídeos, que podem ser gravados em 4K @ 30 fps e Full HD em até 120 fps, para recursos como câmera lenta.
A câmera frontal de 32 MP também entrega boas selfies, com suporte a gravação em 4K, sendo um diferencial que chama a atenção entre os celulares mais baratos.
No geral, o Moto G86 tem ainda tela pOLED com 120 Hz de taxa de atualização, garantindo boa fluidez e qualidade de exibição de imagens. Além disso, sua bateria tem capacidade de 5.200 mAh com carregamento rápido, além de suporte a 5G.
Especificações das câmeras do Moto G86
Lente grande-angular de 50 MP; tamanho do sensor: 1/1,95; abertura: f/1,88
Lente ultrawide/macro de 8 MP; abertura: f/2,2
Câmera frontal (grande-angular) de 32 MP; abertura: f/2,2
Grvação de vídeo em Full HD @ 120 fps ou 4K @ 30 fps
Estabilização Óptica de Imagem (OIS)
Bônus: iPhone 11
O iPhone 11 é um celular da Apple que pode ser encontrado na faixa dos R$ 1.500 no mercado de usados, podendo ser uma opção para quem prefere o ecossistema Apple.
Apesar das especificações parecerem muito inferiores na teoria, na prática o smartphone faz registros interessantes até mesmo em baixa luz, devido ao Modo Noite.
A câmera traseira é dupla, com lentes de 12 MP, sendo que a principal acompanha sensor de 1/2,55″ e tem abertura f/1,8. Já a secundária é voltada para o modo ultrawide, com ângulo de visão de 120º, abertura f/2,4 e sensor de 1/3,6″. A frontal também é uma câmera grande-angular de 12 MP.
O grande diferencial do iPhone 11 é a presença da estabilização óptica de imagem (OIS) e a possibilidade de gravar conteúdos em 4K @ 60 fps com as câmeras traseira e frontal, sendo superior a outros modelos mencionados neste guia.
Foto tirada com iPhone 11 à noite (Imagem: Paulo Higa / Tecnoblog)
A lente principal do dispositivo também suporta gravações em Full HD @ 240 fps, mais que o dobro de quadros por segundo em comparação com modelos da Samsung e Motorola, por exemplo.
Apesar de ter excelentes câmeras, o iPhone 11 é um celular lançado em 2019. Assim, versões com 64 GB ou 128 GB podem ser insuficientes para os dias atuais, além de que o aparelho deve perder o suporte de atualizações da Apple em breve.
Sim, mas apenas se você busca por um dispositivo para uso casual, como em redes sociais, que não exigem tanta qualidade de imagem.
Celulares mais baratos oferecem recursos limitados principalmente no uso com zoom, ao tirar fotos noturnas, em eventos ou ao gravar vídeos em movimento — já que muitos não oferecem estabilização óptica.
São os sensores e as lentes que garantem uma alta qualidade e nitidez de imagem em diferentes momentos do dia. Dessa forma, é importante ficar atento à ficha técnica do celular e não no número de megapíxels.
Sensores maiores recebem mais luz, oferecendo fotografias melhores. Além disso, procure saber se o dispositivo oferece estabilização óptica, já que ela também auxilia na qualidade da fotografia, e não apenas na gravação de vídeos.
O processamento de imagem via software também é responsável por boas fotografias. Empresas como Apple e Samsung são capazes de apresentar bons resultados, mesmo sem sensores tão grandes quanto os de alguns concorrentes.
Caso queira um celular com melhor câmera, será necessário investir um pouco mais em aparelhos topo de linha.
Qual o melhor celular custo-benefício para fotos?
O Galaxy A36 e o Moto G86 são os celulares com melhor custo-benefício para fotos casuais no segmento intermediário. Os smartphones trazem um conjunto equilibrado de câmeras, além de recursos avançados como a estabilização óptica de imagem e possibilidade de gravação de vídeos em 4K.
No entanto, caso queira um upgrade no kit de lentes e esteja buscando recursos profissionais, o Galaxy S25 FE conta com ficha técnica avançada que pode valer a pena o investimento. O smartphone da Samsung oferece zoom óptico e gravação em até 8K.
Samsung Galaxy S25 FE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Qual celular barato filma em 4K?
O Moto G35 é o celular mais barato capaz de filmar em resolução 4K. O dispositivo da Motorola permite gravar vídeos em alta resolução com a lente grande-angular de 50 MP.
Além disso, modelos como o Galaxy A36 e o Moto G86 também oferecem esse tipo de gravação. No entanto, são celulares com preço mais elevado em comparação com o Moto G35.
Qual celular barato é melhor para Instagram e redes sociais?
O Galaxy A17 é o melhor celular para redes sociais dentre os mais baratos do mercado.
O smartphone oferece recursos equilibrados para quem usa tira fotos e grava vídeos para o Instagram, além de especificações técnicas que garantem conectividade e autonomia de bateria.
Galaxy A17 5G (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O celular da Samsung suporta a conexão 5G, tem 5.000 mAh de capacidade de bateria, além de ser vendido com 8 GB de memoria RAM, superior a outros modelos da mesma faixa de preço.
Com tela AMOLED de 6,7 polegadas, o modelo tem três câmeras traseiras e recursos como a estabilização óptica de imagem (OIS), que aprimoram fotos e vídeos feitos como aparelho.
Celular barato com IA melhora mesmo as fotos?
A inteligência artificial pode melhorar fotos e vídeos em celulares baratos, mas o resultado também depende da capacidade de processamento e do hardware presente no aparelho.
Recursos de software apenas modificam a exibição das imagens, como no ajuste do HDR ou no clareamento de fotos escuras via modo noturno, por exemplo.
No entanto, a tecnologia presente no smartphone ainda é o principal fator para fotografias e vídeos em alta qualidade. Dessa forma, é importante saber se a câmera do celular é boa antes de comprar um produto que ofereça recursos de foto via inteligência artificial.
iPhone antigo ou Android barato: qual tira fotos melhores?
Depende do modelo de iPhone e da versão do Android. Por isso, é importante verificar a ficha técnica de cada aparelho e comparar os recursos oferecidos pelas fabricantes antes de comprar.
Se compararmos o iPhone 11 e o Galaxy A17, o modelo da Apple continua superior em qualidade de câmera, mesmo tendo cinco anos de diferença.
O iPhone 11 conta com sensor de melhor qualidade, estabilização óptica de imagem, processamento mais refinado e recursos avançados que ainda são excelentes, como HDR e modo noturno.
Isso significa que a foto será mais natural do que em modelos mais baratos do mercado, que dependem mais de processamento para compensar limitações do hardware.
Celular barato da Samsung ou Xiaomi: qual tem câmera melhor?
Os celulares baratos da Samsung têm melhores resultados em testes do que os celulares da Xiaomi, de acordo com o dados do DXOMark.
Os dispositivos da empresa sul-coreana equilibram melhor o jogo de câmeras, a presença de recursos de estabilização, a gravação de vídeos e o processamento de imagem, oferecendo melhor custo-benefício e resultados mais satisfatórios.
Conheça os celulares mais baratos de Samsung, Xiaomi e Motorola para quem não abre mão de boas fotos e vídeos no dia a dia; lista inclui aparelhos com suporte a 4K e OIS
Galaxy A36 é um celular barato com câmera boa para comprar em 2026 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
Redmi 15C em quatro cores: Moonlight Blue (azul), Mint Green (verde), Midnight Gray (cinza), Twilight Orange (laranja)
Galaxy A17 5G (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Redmi Note 15 usa cores mais sóbrias (imagem: divulgação/Xiaomi)
Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Samsung Galaxy S25 FE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
As abas verticais do Chrome permitem que o usuário mova as páginas do topo para a lateral do monitor, facilitando na organização e visualização das guias.
É necessário acessar a seção de testes do Google Chrome pela página “chrome://flags/#vertical-tabs” e habilitar o recurso. A ferramenta também pode ser desativada, caso o usuário não se acostume com a reorganização do navegador.
A seguir, veja o passo a passo de como ativar e desativar as abas verticais do Google Chrome e tire suas dúvidas.
1. Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” no Google Chrome e ative o recurso
Você precisa acessar a página “chrome://flags/#vertical-tabs” para ativar as abas verticais do navegador. O endereço é um painel oculto do navegador que permite ativar recursos de testes do Chrome.
Em “Vertical Tabs“, clique na opção exibida e selecione “Enabled“.
Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” no navegador para ativar as guias verticais (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Reinicie o navegador para habilitar as guias verticais do Chrome
Em seguinda, é necessário reiniciar o Google Chrome para que as alterações passem a ter efeito. Você pode clicar no botão “Reiniciar” ou fechar todas as abas do seu navegador manualmente.
O botão “Reiniciar” irá reabrir todas as suas guias abertas no momento da reinicialização.
Reinicie o Google Chrome para ativar o recurso (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Mude a visualização das abas com o botão direito do mouse
Assim que o Chrome estiver aberto novamente, clique em uma de suas guias com o botão direito do mouse e selecione a opção “Mostrar guias verticalmente“.
Ative as abas verticais ao clicar com o botão direito do mouse em uma guia do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
4. Ajuste o tamanho da guia vertical do Chrome
Todas as suas guias abertas serão redirecionadas para a lateral do seu monitor. É possível ajustar o tamanho da seção ao clicar e arrastar a borda para a direita ou esquerda, como preferir.
Ajuste o tamanho da guia vertical arrastando a borda (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
As guias verticais do Google Chrome podem exigir um período de adaptação ao recurso, visto que o navegador sempre exibiu suas páginas abertas no topo da tela.
Caso não se acostume, é possível desativar o recurso também na página de testes do Chrome. Veja como a seguir.
Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” para desativar as guias verticais do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Desabilite o recurso nas configurações do Chrome
Selecione a opção “Disabled” em “Vertical Tabs” para desabilitar o recurso e mover as abas do Google Chrome para o topo da tela.
Defina a opção como “Disabled” (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Reinicie o navegador para que as alterações entrem em vigor
Reinicie novamente o navegador para tirar as abas verticais do Google Chrome. O botão “Reiniciar” irá abrir novamente todas as suas guias.
Você precisa reiniciar o navegador para que o Chrome altere as configurações (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
4. Verifique se as abas verticais foram desativadas
Caso suas guias voltem ao topo da página, significa que o recurso foi desativado corretamente.
Verifique se as guias voltaram ao topo da página (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Posso configurar as guias verticais no Google Chrome para celular?
Não. O recurso de abas verticais do Google Chrome está disponível apenas para Windows, Mac, Linux e ChromeOS, de acordo com o Google. Isso significa que a funcionalidade não funciona em Android ou iOS.
Por que não consigo habilitar as abas verticais no Google Chrome?
A opção de abas verticais pode estar desabilitada pelos seguinte motivos:
Liberação gradual da ferramenta: a opção de guias verticais do Google Chrome é um recurso em teste no navegador, que pode estar sendo disponibilizado gradualmente aos usuários;
Recurso em teste desativado: o recurso de abas verticais pode estar desabilitado na página de testes do Google, o “chrome://flags”. Verifique se a ferramenta está devidamente ativada nas configurações do navegador.
Qual é a diferença entre as abas horizontais e verticais do Google Chrome?
As abas horizontais do Chrome são um padrão estabelecido pelo Google ao navegador web desde sua origem em 2008. As páginas ficam posicionadas no topo da tela e exibem o nome da página quando existem poucas guias abertas.
No entanto, com o acúmulo de páginas, o usuário pode se confundir e não encontrar determinadas abas durante o uso, já que os nomes são removidos.
Já as abas verticais do Chrome são um experimento de teste do navegador para atender a demanda de usuários que preferem esse estilo de uso — que, inclusive, já estava disponível em outros navegadores.
As guias verticais exibem o nome de todas as páginas abertas, mesmo com uma grande quantidade de abas abertas, sendo ideal para multitarefas e maior produtividade. No entanto, pode exigir um período maior de adaptação de usuários acostumados com as guias horizontais.
Consigo alterar a visualização de guias sem desativar as abas verticais do Chrome?
Sim. Ao ativar o recurso de abas verticais do Chrome em “chrome://flags/#vertical-tabs“, o navegador permite que você altere a forma de exibição das guias sem precisar desativar ou ativar novamente a funcionalidade.
Basta clicar com o botão direito do mouse em uma aba vertical e selecionar a opção “Mostrar guias horizontalmente“;
Altere a exibição das guias sem precisar desativar o recurso nas configurações do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Resident Evil 4 Remake é um jogo de sobrevivência lançado em 2023 que está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, PC, Xbox Series X/S, além de versões para dispositivos iOS e macOS.
O jogo permite desbloquear troféus ou conquistas ao completar tarefas específicas, como eliminar inimigos, evoluir armas e até completar a campanha principal no modo Profissional com a nota máxima.
São 39 troféus no jogo base de Resident Evil 4 Remake, mas jogadores de PlayStation podem conseguir um troféu a mais se completarem todas as conquistas. Também existem 7 troféus exclusivos para a DLC Separate Ways, necessários para concluir 100% do jogo.
A seguir, saiba o que fazer para conquistar todos os troféus de Resident Evil 4 Remake.
Resgate Ashley enquanto ela é levada por um inimigo
Chefão no Chão
Derrote Bitores Méndez
Atirador Amador
Conclua um jogo na galeria de tiro
Revolta Contra os Revoltantes
Destrua um Castelão Mecânico
Exagerado
Use um canhão para derrotar um fanático
Não, Valeu!
Derrote Ramón Salazar
Você Já Foi um Cara Legal
Derrote Jack Krauser
Você É Peixe Pequeno!
Derrote Osmund Saddler
Tapem os Olhos
Derrote 3 inimigos juntos com uma granada de atordoamento
Agente Promissor
Conclua a história principal no modo padrão ou superior
Obra Prima
Obtenha a melhoria exclusiva de uma arma
Dê Tchauzinho, Mão Direita
Derrote o Verdugo
Dois Insetos com Uma Bala Só
Mate dois parasitas dentro de um Regenerador com uma bala só
Avaliação Astuta
Venda um único tesouro por pelo menos 100.000 pesetas
Agente Proficiente
Conclua a história principal no modo Intenso ou superior
Fuga Suave
Fuja na moto aquática sem sofrer dano
Nem Ouviu Chegando
Derrote um Garrador usando apenas uma faca
Invasor
Obtenha todos os tesouros do mapa do tesouro da ilha em uma única jogada
Mandou Bem
Destrua 5 alvos na galeria de tiro com um disparo
Você Fala Demais!
Jogue uma granada dentro da boca de Ramón Salazar
Pau Para Toda Obra
Conclua todos os pedidos do Mercador
Bandido
Obtenha todos os tesouros do mapa do tesouro do vilarejo em uma única jogada
Proteção de Propriedade
Passe de ambos os segmentos de pista no túnel subterrâneo sem que os carrinhos sofram dano
Maratonista
Conclua a história principal em 8 horas
Desenrolar da Revolução
Destrua todos os Castelões Mecânicos
Agente Imbatível
Conclua a história principal no modo Profissional
Respeirando o Limite de Peso
Chegue ao topo da torre do relógio sem o elevador parar nem uma vez
Assaltante
Obtenha todos os tesouros do mapa do tesouro do castelo em uma única jogada
Mira Imbatível
Obtenha nota S em todos os jogos na galeria de tiro
Estranho Silencioso
Conclua a história principal sem falar com o Mercador nem uma vez
Frugal
Conclua a história principal sem usar itens de recuperação
Minimalista
Conclua a história principal usando só facas e pistolas — com exceção de batalhas que exigem armas específicas
Fanático por Armas
Obtenha todas as armas
Investigador Classe S+
Conclua a história principal no modo Intenso com nota S+
Missão Cumprida S+
Conclua a história principal no modo Padrão com nota S+
Tédio É de Matar (Apenas Playstation)
Obtenha todos os troféus
Resident Evil 4 Remake está disponível para consoles, PC e celular (Imagem: Reprodução/Capcom)
Conquistas e troféus da DLC Separate Ways de Resident Evil 4 Remake
Importante
A DLC deve estar devidamente baixada e instalada no seu dispositivo para que você consiga concluir os troféus e conquistas abaixo.
Troféu ou conquista
Ação ou ocorrência
Mata-Gigantes
Derrote El Gigante em Separate Ways
Te Manteve Ocupada
Derrote Pesanta em Separate Ways
Cansei de Pregadores
Derrote Osmund Saddler em Separate Ways
Espiã Capaz
Conclua Separate Ways no modo Padrão ou superior
Agente Experiente
Conclua Separate Ways no modo Intenso ou superior
A Missão Perfeita
Conclua Separate Ways no modo Profissional
Ada, a “S+”piã
Conclua Separate Ways no modo Profissional com nota S+
Outros guias de troféus da franquia Resident Evil
A franquia Resident Evil dispõe de diversos jogos com troféus e conquistas para quem busca a platina, a exemplo de Resident Evil 3.
O jogo está disponível para Playstation 4, Xbox One e Windows, e para PS5 e Xbox Series X/S via retrocompatibilidade. Em Resident Evil 3, o jogador deve superar desafios técnicos como finalizar a campanha nas dificuldades Pesadelo e Inferno, obter o Rank S, destruir todos os bonecos Charlie e completar a história sem abrir o baú de itens, por exemplo.
Dessa forma, o usuário explora todo o conteúdo oferecido pela Capcom nos títulos da famosa série de jogos de sobrevivência.
Servidores são usados para armazenar bancos de dados (imagem: Unsplash/Taylor Vick)
Os bancos de dados são estruturas que organizam um grande volume de dados de forma que possam ser acessados e alterados com eficiência a partir de comandos de um usuário.
Existe uma série de tipos de bancos de dados, indicados para diferentes usos práticos. Enquanto alguns modelos são úteis para lojas online, outros são usados para sistemas financeiros, por exemplo.
Uma database tem seu funcionamento baseado em três pilares: usuário, um sistema que gerencia esses dados, e um banco de dados, hospedado em um servidor. A seguir, conheça os tipos de bancos existentes e seu funcionamento na prática.
Banco de dados é uma database organizada por um sistema eletrônico, de modo os dados possam ser encontrados e alterados por um comando, quando necessário.
É possível adicionar, organizar e excluir informações de um banco de dados — geralmente por meio de linguagens de consulta, como SQL (Structured Query Language) –, já que o Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) permite a alteração constante desses dados.
Para que serve um banco de dados?
A principal funcionalidade de um banco de dados é armazenar qualquer tipo de informação em grande volume. Um e-commerce, por exemplo, tem um banco de dados de clientes cadastrados, além de organizar dados sobre estoque, que são alterados a partir da compra e venda de produtos.
Empresas do setor financeiro também mantêm um banco de dados atualizado sobre clientes, com informações sobre saldos, transações e empréstimos. O mesmo ocorre com serviços de streaming, que precisam atualizar constantemente o catálogo de filmes e séries, também armazenados nesse sistema.
Datacenter é usado para processar, armazenar e gerenciar grandes volumes de dados (imagem: divulgação/Odata)
Usar um banco de dados organizado permite gerenciá-los rapidamente, aumentando a acessibilidade e garantindo proteção, principalmente sobre informações consideradas sigilosas.
Quais são os principais tipos de bancos de dados?
Existem diferentes tipos de bancos de dados, classificados de acordo com seus modelos, estruturas de armazenamento e a forma de gerenciamento de informações:
Banco de dados relacional (SQL): um banco de dados relacional organiza dados em linhas e colunas baseadas em tabelas de chave primária e chave estrangeira. Ideal para dados estruturados que exigem consistência, integridade e transações confiáveis, como sistemas bancários e ERPs;
Banco de dados não relacional (NoSQL): um banco de dados não relacional organiza dados de forma flexível (semi-estruturados ou não estruturados), como documentos JSON, pares chave-valor ou grafos. Tipo de banco usado em e-commerce, já que apresenta uma grande variedade de produtos com atributos diferentes um do outro;
Banco de dados em memória: tipo de banco de dados que guarda dados na memória RAM de um dispositivo. Pode ser usado como banco principal ou como camada de cache;
Banco de dados de grafos: banco de dados focado no armazenamento de grafos, ou seja, relacionamentos entre entidades. É usado para mapear e consultar dados interconectados, como ocorre nos algoritmos de recomendação — o famoso “Pessoas que talvez você conheça” das redes sociais;
Banco de dados em tempo real: tipo de banco de dados que organiza e sincroniza dados em tempo real entre servidor e usuário, como em aplicativos de mensagens. Ao enviar uma mensagem no WhatsApp ou no Instagram, o banco de dados armazena e entrega a informação imediatamente;
Serviços de streaming usam banco de dados para armazenar filmes e séries (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)
Banco de dados em nuvem: um banco de dados em nuvem é otimizado para ser usado na web via Cloud Computing. Não é necessário ter um servidor físico, já que o banco pode ser comprado ou alugado como um serviço. É um tipo de banco de dados muito usado por serviços de streaming e sites;
Banco de dados colunar: banco de dados que organiza as informações em colunas e não em linhas. É muito usado por profissionais de Business Intelligence (BI) para análises de dados, como em relatórios de vendas, por exemplo;
Banco de dados de série temporal (TSDB): tipo de banco de dados usado para armazenar e organizar dados ao longo do tempo. É possível usar para analisar mudanças de comportamento e tendências. Sistemas de monitoramento cardíaco usam TSDB para registrar alterações na pulsação do coração, por exemplo;
Banco de dados distribuído (BDD): conjunto de bancos de dados localizados em diferentes locais, mas interconectados. Esse tipo de banco é necessário para garantir que os sistemas continuem funcionando no caso de falha de algum servidor específico;
Blockchain: tecnologia de registro digital que armazena informações em blocos interligados e protegidos por criptografia. Tem a vantagem de criar um histórico de transações que não pode ser alterado ou apagado, eliminando a necessidade de uma autoridade central de confiança, como acontece no Bitcoin.
Como funcionam os bancos de dados?
O funcionamento de um banco de dados ocorre por meio da interação em três camadas de acesso: o software usado pelo usuário, o Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) e um banco, hospedado em um servidor — que pode variar conforme a arquitetura.
O sistema recebe instruções a partir do que o usuário deseja e realiza mudanças nos dados presentes em um servidor.
Vamos usar um banco de dados de uma loja online para exemplificar o funcionamento da tecnologia:
O usuário faz um cadastro com seus dados em uma loja. O sistema usa o comando INSERT para registrar essas informações em uma tabela chamada “Clientes“.
Quando o mesmo busca por um celular, o sistema usa o comando SELECT para realizar uma busca na tabela “Produtos” e exibe todos os produtos com o nome “celular” cadastrados no banco de dados.
Ele decide adquirir o celular. Então, o Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) reduz o estoque para aquele produto com o comando UPDATE na tabela “Produtos“.
Dessa forma, se o dispositivo for a última unidade disponível no site, outro usuário não consegue comprar o mesmo celular, já que o estoque foi atualizado para 0 e não pode mais ser exibido na busca.
Empresas usam bancos de dados para cadastrar o estoque de dispositivos eletrônicos (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Quais são exemplos de bancos de dados?
Os bancos de dados mais famosos são:
Oracle Database: SGDB focado no ambiente corporativo. É usado por grandes empresas de tecnologia por oferecer suporte para altas cargas de trabalho, além de protocolos avançados de segurança;
MySQL: sistema de banco de dados SQL de código aberto. É amplamente utilizado em aplicações web devido a sua eficiência nas operações de leitura e gravação, além da facilidade de implementação em servidores;
Microsoft SQL Server: SGDB desenvolvido pela Microsoft. Tem maior integração com o Azure, plataforma de computação em nuvem da marca e inclui uma série de ferramentas para profissionais de BI;
MongoDB: o MongoDB é um sistema de banco de dados não relacional, que permite estrutura flexível de dados, sem esquema fixo, facilitando adaptações. Essa característica garante que a estrutura dos dados seja alterada de forma mais fácil e prática;
Redis: banco de dados NoSQL que armazena dados em memória. É frequentemente usado para dados em cache e como um gerenciador de mensagens, já que sua latência é mais baixa que os bancos que necessitam de registro em HD/SSD;
Google BigQuery:Data Warehouse analítico focado em consultas e análise de grandes volumes de dados. Foi projetado para analisar quantidades massivas de dados de forma ágil via SQL, não sendo recomendado para aplicações transacionais.
Quais aplicações usam bancos de dados?
Os bancos de dados podem ser usados em diversas aplicações do dia a dia:
Setor financeiro: sistemas bancários utilizam bancos de dados para armazenar informações de clientes, como saldos, histórico de transações, validação de compras no cartão de crédito, além da compra e venda de ações;
Lojas online: uso de banco de dados para controle de estoque, além do armazenamento de informações pessoais de clientes e na gestão de pedidos;
Redes sociais: as redes sociais utilizam bancos de dados para armazenar as informações de usuário, publicações, fotos, vídeos, conversas, etc. Fazem uso desses dados para alimentar os algoritimos de recomendação;
Serviços de streaming: gerenciam o catálogo de filmes, séries e documentários pelo banco de dados. Também registram o histórico de uso do usuário para fazer sugestões via algoritimo;
Medicina: gerenciam o histórico clínico de um paciente, além de todo o estoque de produtos, como remédios e ferramentas. Também usam o sistema de banco de dados para controle de leitos hospitalares e na escala de funcionários;
Logística: empresas de logística utilizam bancos de dados para controlar o monitoramento de veículos e entregas. Realizam o cadastro de cada produto que precisa ser transportado, além de atualizar seu status no sistema após a entrega;
Educação: uso de banco de dados para controle de alunos, documentos, notas, frequências escolares e planos de ensino.
Qual é a diferença entre banco de dados e planilhas?
Um banco de dados é uma base de informações que suporta milhares de registros com segurança e com melhor desempenho quando bem projetados. Além disso, o sistema permite que centenas de pessoas acessem as informações de forma simultânea.
Os bancos de dados também podem ser automatizados e têm regras pré-definidas, de modo que os dados sejam registrados, lidos ou apagados de forma padronizada, mitigando erros.
Já o uso de planilhas para registrar dados é utilizado principalmente quando o volume de dados é baixo, já que tem uma interface mais simples e menos segurança. Negócios ainda na fase inicial utilizam planilhas por conta da praticidade no uso de fórmulas mais simples.
Qual é a diferença entre banco de dados e Big Data?
Banco de dados é um sistema de gerenciamento de informações que permite acessar, registrar e remover dados de uma base a partir de regras pré-definidas.
Carregador Super Fast Charging da Samsung (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O carregamento rápido é uma tecnologia que utiliza diferentes protocolos, como USB Power Delivery e padrões proprietários, para aumentar a potência enviada ao dispositivo com segurança, reduzindo o tempo de recarga de um celular, tablet ou notebook.
Esse protocolo foi criado pelo USB-IF, um consórcio de empresas de tecnologia. Além disso, fabricantes também utilizam tecnologias com nomenclaturas próprias para seus dispositivos.
Enquanto algumas marcas focam em aumentar a potência de carregamento, outras priorizam a eficiência térmica e a durabilidade da bateria, equilibrando desempenho e segurança.
A seguir, entenda o funcionamento e quais são as principais tecnologias de fast charging de marcas como Samsung, Xiaomi, Motorola e OPPO.
O carregamento rápido é um conjunto de tecnologias que permite transferir energia rapidamente entre a fonte e um dispositivo, por meio de comunicação ativa entre carregador e aparelho para ajustar tensão e corrente de forma segura.
Assim, é possível diminuir o tempo conectado à tomada, além de aumentar a mobilidade do usuário, já que a bateria carrega de forma mais rápida que os métodos convencionais.
Esse processo é gerenciado pelos circuitos integrados de gerenciamento de energia (PMIC, na sigla em inglês), responsáveis por monitorar o estado de carga, regular a tensão e proteger o sistema em dispositivos eletrônicos com bateria.
Qual é o padrão universal de carregamento rápido?
O USB Power Delivery (USB-PD) é o padrão universal de carregamento rápido, desenvolvido pelo USB Implementers Forum — um consórcio sem fins lucrativos –, em 2012. A tecnologia é amplamente utilizada com conectores USB Tipo-C para fornecer alta potência aos dispositivos.
De acordo com a especificação 3.1, o Power Delivery é capaz de prover até 240 W de potência para diferentes dispositivos, como celulares, fones de ouvido ou notebooks. Esse padrão garante velocidade de carregamento superior aos métodos convencionais, mas exige aparelhos compatíveis com a tecnologia.
Carregador de 45 W da Xiaomi (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Quais são as tecnologias proprietárias de carregamento rápido?
Quick Charge, Super Fast Charging, HyperCharge, TurboPower, SuperDart, SuperCharge e VOOC são alguns exemplos de tecnologias de carregamento rápido.
Apesar do USB Power Delivery (USB-PD) ser o padrão universal, marcas de dispositivos eletrônicos criam suas próprias tecnologias com nomenclaturas diferentes. Conheça cada tecnologia proprietária a seguir:
Quick Charge
O Quick Charge é a tecnologia de carregamento rápido da Qualcomm, usada principalmente em dispositivos que utilizam processadores Snapdragon.
Pode ser encontrada também em powerbanks e carregadores veiculares, sendo uma das primeiras tecnologias a popularizar a variação de voltagem durante o carregamento. A tecnologia é compatível com diversas marcas de celulares e dispositivos.
Quick Charge 5+ recarrega 50% da bateria em 5 minutos com menos calor (imagem: reprodução/Qualcomm)
Super Fast Charging
O Super Fast Charging é a tecnologia de carregamento rápido da Samsung que funciona em smartphones da marca, como aparelhos da linha Galaxy. É uma variação do padrão USB-PD com PPS, operando em 25 W ou 45 W.
Um dos focos da Samsung é a priorização da vida útil da bateria. Dessa forma, o sistema é capaz de reduzir a velocidade de carga automaticamente, caso identifique aumentos repentinos de temperatura interna, além da proteção extra contra curto-circuitos.
Um dos modelos de carregador de celular da Samsung (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)
HyperCharge
HyperCharge é a tecnologia de carregamento rápido para celulares premium da Xiaomi, Redmi e Poco. O grande diferencial da marca chinesa é a potência fornecida e a velocidade de carregamento dos dispositivos.
O HyperCharge aproveita o uso de baterias de célula dupla nos smartphones. Dessa forma, o sistema de carregamento faz a divisão da corrente de entrada no dispositivo, enviando metade da corrente para cada célula de maneira simultânea.
Assim, é possível atingir até 120 W em modelos comerciais, enquanto potências maiores já foram demonstradas em protótipos. O sistema inclui mecanismos avançados para controle de temperatura.
Carregador HyperCharge da Xiaomi (imagem: divulgação/Xiaomi)
TurboPower
O TurboPower é a tecnologia de carregamento rápido da Motorola para smartphones da marca e tablets da Lenovo. Também compatível com o padrão USB Power Delivery, a tecnologia mantém alta potência durante a maior parte do carregamento e reduz gradualmente a velocidade conforme a bateria se aproxima de níveis mais altos.
Essa potência do TurboPower pode variar de acordo com celular. O Motorola Edge 50 Ultra, por exemplo, é compatível com 125 W. Já os celulares da linha Moto G alcançam 30 W de potência máxima de carregamento com fio.
Carregador TurboPower de 33 W (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
SuperDart
A tecnologia proprietária da Realme para carregamento rápido é chamada de SuperDart. O diferencial está no gerenciamento otimizado entre carregador e smartphone, reduzindo o aquecimento no dispositivo e permitindo uso mais confortável durante o carregamento.
De acordo com a Realme, a tecnologia pode alcançar até 125 W de potência, carregando de 0 a 100% em cerca de 20 minutos, com a evolução chamada de UltraDart.
Smartphone Realme e carregador com tecnologia SuperDart (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
SuperCharge
O SuperCharge é a tecnologia de carregamento rápido da Huawei. O sistema utiliza baixa tensão e alta corrente para fornecer energia a dispositivos como smartphones e notebooks, além do uso do protocolo proprietário SCP (Smart Charge Protocol) internamente.
Esse protocolo ajusta a tensão entre celular e carregador de forma contínua, modificando voltagem e corrente de maneira dinâmica. Assim, a tecnologia de carregamento rápido da Huawei detecta o nível da bateria e ajusta a potência em tempo real conforme a necessidade da bateria.
Carregador de 66 W da Huawei (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
VOOC
VOOC, ou Voltage Open Loop Multi-step Constant-Current Charging, é a tecnologia de carregamento rápido usado principalmente em smartphones da OPPO e marcas associadas, como OnePlus.
Essa tecnologia foi uma das primeiras a utilizar o carregamento de alta corrente, sendo licenciada para outras marcas como Realme (SuperDart), por exemplo. O sistema utiliza cabos e conectores modificados com pinos adicionais para suportar maior corrente.
Reno 14 F compatível com carregamento rápido VOOC (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Como funciona o carregamento rápido
O funcionamento do carregamento rápido se dá pela união de três fatores: potência, corrente e tensão. Na fase inicial, o sistema fornece alta corrente na bateria do dispositivo para acelerar o carregamento.
Após essa primeira fase, a corrente começa a cair para preservar a bateria, enquanto a tensão também pode ser ajustada dinamicamente, dependendo da tecnologia utilizada.
Ao atingir 100% de carga, o sistema diminui a corrente para níveis mínimos para que o dispositivo não superaqueça, mas mantendo o nível máximo de carga na bateria.
Todo esse gerenciamento é feito principalmente pelo PMIC, em conjunto com o carregador, controlando a energia de forma inteligente para não danificar o aparelho e manter a integridade física da bateria.
O que é preciso para usar o carregamento rápido?
É necessário ter dispositivo, carregador e cabo compatíveis para usar a tecnologia de carregamento rápido. Um celular precisa seguir o padrão USB Power Delivery, ou tecnologias proprietárias de outras marcas, por conta do chip PMIC presente nos aparelhos.
Esse sistema é o responsável por gerenciar a energia que chega do carregador, que também precisa ser compatível com a tecnologia para fornecer a potência necessária ao aparelho.
A presença de cabos mais resistentes também é fundamental, já que cabos USB-C comuns suportam até 3 A, enquanto cabos com identificação eletrônica (e-marker) podem suportar até 5 A.
Cabo USB-C oferece maior compatibilidade com o carregamento rápido (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)
Preciso ativar o carregamento rápido no meu smartphone?
Não. O carregamento rápido é ativado automaticamente ao conectar um carregador compatível na maioria dos dispositivos modernos.
Porém, em alguns celulares, é preciso acessar as configurações de bateria e ativar a chave “Carregamento rápido” ou “Carregamento acelerado”, como acontece em modelos da Samsung, Xiaomi e Motorola.
Quais são as vantagens do carregamento rápido?
Ter um celular com carregamento rápido oferece as seguintes vantagens:
Menor dependência de tomadas: o carregamento rápido permite que você utilize um dispositivo por mais tempo longe da tomada, já que a tecnologia diminui o período de carregamento para minutos, em vez de horas;
Recargas rápidas: o carregamento rápido possibilita que o usuário faça recargas pontuais. Mesmo com o celular descarregado, é possível usar o celular por horas com apenas minutos de carregamento;
Flexibilidade: o padrão de carregamento rápido permite que você use apenas um carregador compatível com a tecnologia para diferentes dispositivos, como celulares, tablets e notebooks.
Quais são as desvantagens do carregamento rápido?
O carregamento rápido também pode ter alguns desvantagens ao longo prazo:
Geração de calor: o carregamento rápido gera mais calor, podendo aquecer o dispositivo em dias mais quentes, principalmente se estiver usando o celular enquanto carrega;
Desgaste da bateria: o alto calor gerado pelo carregamento rápido pode acelerar o desgaste da bateria, principalmente em baterias de íon de lítio. Isso pode reduzir a vida útil do componente a longo prazo;
Dependência de tecnologia: para aproveitar a velocidade máxima, é necessário utilizar acessórios compatíveis, embora carregadores comuns ainda funcionem em velocidade reduzida. Dessa forma, é preciso que o usuário invista em componentes mais tecnológicos e que, consequentemente, são mais caros.
Carregamento rápido vicia a bateria?
Não, o que pode ocorrer é a degradação de bateria em razão dos ciclos de carregamento, processo que também ocorre no carregamento comum.
No entanto, o calor excessivo gerado pelo carregamento rápido pode acelerar as reações químicas em baterias de íon-lítio, o que pode levar à perda de capacidade de armazenamento de energia ao longo do tempo.
O termo “viciar” remete a baterias de níquel-cádmio, que não são mais utilizadas em smartphones atuais.
Qual é a diferença entre Power Delivery e tecnologias proprietárias de carregamento rápido?
O USB Power Delivery (USB-PD) é o padrão universal de carregamento rápido que serviu como base para o desenvolvimento de tecnologias proprietárias pelas empresas. O USB-PD prioriza a compatibilidade e o ajuste de tensão para alcançar diferentes potências de carregamento.
Já as tecnologias proprietárias de carregamento rápido são arquiteturas desenvolvidas pelas empresas de smartphones e tablets. Essas tecnologias possuem diferentes nomenclaturas e diferenciais específicos para cada modelo de smartphone.
Enquanto algumas marcas priorizam a segurança do dispositivo, outras buscam maior potência de carregamento por meio de mudanças de hardware.
Qual é a diferença entre carregamento rápido e carregamento por indução?
O carregamento rápido pode utilizar diferentes padrões para aumentar a potência entregue ao dispositivo, aumentando a voltagem ou a amperagem enviada ao aparelho para reduzir o tempo de recarga.
O sistema gerencia o fluxo de energia para abastecer a bateria rapidamente no início do ciclo sem comprometer a segurança. Esse processo permite que o usuário use o celular por horas com apenas alguns minutos na tomada.
O carregamento por indução funciona pelo envio de energia de uma base elétrica para o dispositivo via indução eletromagnética. O processo utiliza bobinas internas de cobre que convertem a corrente alternada em contínua, garantindo o carregamento da bateria por meio do contato com a superfície.
Mouses como o MX Master 3S permitem o ajuste de DPI via software (foto: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O DPI do mouse é uma medida que indica qual a resolução que o dispositivo alcança durante o uso. Ter um DPI mais alto significa que o cursor do periférico irá se deslocar com mais rapidez, mesmo movimentando pouco o mouse sobre a mesa ou mousepad.
Já ter um DPI mais baixo exige maior deslocamento físico para mexer o cursor, aumentando a precisão dos movimentos durante o uso, fundamental em alguns tipos de atividades e jogos eletrônicos, por exemplo.
A seguir, saiba o que é DPI, qual sua utilidade no dia a dia e como funciona a sensibilidade de um mouse.
DPI é a resolução que o sensor do mouse alcança durante o uso. A métrica define a relação entre o deslocamento do periférico sobre a superfície de contato e a movimentação do cursor do mouse na tela do computador.
Exemplo: se o mouse tiver apenas 1 de DPI e você o movimentar para a direita, o cursor correspondente no dispositivo irá se deslocar somente um pixel na tela.
Dessa forma, ter um mouse com maior DPI significa que o deslocamento correspondente será ainda maior, com menor movimentação física no contato com um mousepad ou outra superfície.
O que significa “DPI” do mouse?
DPI significa “Dots Per Inch”, ou “Pontos por Polegada” em tradução para o português. Refere-se a quantos pixels o cursor do mouse percorre na tela para cada polegada de movimentação do mouse.
Mouses gamers permitem mudar o DPI de acordo com a necessidade (foto: André Fogaça/Tecnoblog)
Para que serve o DPI do mouse?
O DPI serve como métrica entre a proporção do movimento físico do mouse e o deslocamento correspondente do cursor na tela do dispositivo.
Dessa forma, o mouse consegue se adaptar a diferentes resoluções, já que telas 4K, por exemplo, exigem um DPI maior para que o usuário faça menos deslocamento com a mão.
Além disso, a tecnologia serve para ajustar a rapidez do cursor em tarefas específicas. Jogadores profissionais de jogos eletrônicos utilizam mouses com DPIs variadas para ter maior agilidade ou controle em ações.
O mesmo ocorre com profissionais de design gráfico e edição de vídeo, que também ajustam o DPI principalmente no uso de diversas telas.
Como funciona o DPI do mouse?
DPI do mouse funciona a partir de um sistema de processamento digital. O laser do dispositivo ilumina o mousepad — ou qualquer outra superfície de contato — e um sensor CMOS registra uma série de imagens por segundo.
Na sequência, o processador digital faz a análise entre as imagens para detectar toda a movimentação do mouse.
Esse deslocamento é convertido em contagens de DPI, medindo as polegadas percorridas pelo mouse durante o uso. Em mouses com DPI mais alto, o registro da movimentação é mais sensível.
Já mouses com baixo DPI, a resolução é menor, necessitando de um deslocamento mais brusco do periférico.
É comum que as fabricantes de mouses ofereçam um botão para ajuste de DPI, para uso de acordo com a necessidade do usuário.
Abertura por onde o sensor do mouse registra as movimentações (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
É melhor ter o DPI do mouse alto ou baixo?
Depende do tipo de uso. Usuários que utilizam diversas telas — principalmente modelos com resolução 4K –, profissionais de design gráfico e de edição de vídeo, tendem a preferir mouses com DPI mais alto, para maior agilidade na execução de tarefas.
Porém, isso pode variar com a preferência de cada um, e ter um periférico que permite mudar essa sensibilidade do mouse com facilidade pode te ajudar no dia a dia.
Em jogos FPS, onde o controle sobre o cursor é fundamental, ter um DPI menor garante uma maior precisão dos movimentos, por exemplo.
Quais são as vantagens de um DPI do mouse alto?
Ter um DPI do mouse alto oferece as seguintes vantagens:
Eficiência ergonômica: ter um DPI alto exige menor esforço físico para movimentar o mouse, sendo útil em espaços pequenos;
Agilidade em multitarefas: um mouse com DPI alto facilita a transição entre tarefas, aumentando a produtividade no uso de diversos monitores;
Otimização em monitores 4K: monitores 4K são caracterizados pela alta densidade de pixels. Dessa forma, um mouse com maior DPI consegue ter cobertura total do cursor com menor esforço;
Maior performance em alguns jogos: em jogos do gênero RPG, MOBA, RTS ou MMO, ter um DPI alto pode oferecer um desempenho maior, já que diferentes comandos precisam ser executados na tela de forma ágil;
Quais são as vantagens de um DPI do mouse baixo?
Alguns usuários, porém, podem preferir mouses com DPI mais baixo pelos seguintes motivos:
Maior precisão: um DPI alto significa mais movimentação do cursor. Assim, tarefas e jogos que exigem alta precisão se tornam mais difíceis. Principalmente em jogos FPS, um DPI do mouse baixo garante alta precisão e desempenho, já que o controle sobre o cursor é maior;
Ausência do efeito “Jitter”: o efeito “Jitter” é um tremor ou instabilidade do cursor do mouse, mesmo com o periférico parado sobre a mesa. Esse problema é menos comum em dispositivos com DPI mais baixo, já que a sensibilidade dos sensores é menor;
Menor tempo de adaptação: mouses com DPI mais baixo são mais tradicionais no uso diário. Dessa forma, adquirir um periférico com essas características vai exigir quase nenhum período de adaptação, diferente de dispositivos com DPI mais alto;
Qual é a diferença entre DPI e sensibilidade do mouse?
DPI do mouse é a métrica usada para calcular a sensibilidade física do periférico, medindo a quantidade de pixels que o cursor se movimentou em razão do deslocamento físico na mesa ou touchpad.
Aumentar o DPI significa ter mais sensibilidade, já DPI mais baixo garante um cursor mais estável e preciso.
Já a sensibilidade do mouse é um recurso disponível no sistema operacional ou em jogos. Essa tecnologia funciona como um acelerador de cursor, aumentando ou diminuindo a movimentação via software, e não em hardware, como no caso do DPI.
Ambos podem ter o mesmo efeito resultante, porém, ajustar apenas a sensibilidade pode gerar atrasos e falhas na movimentação do cursor.
Qual é a diferença entre DPI do mouse e polling rate?
DPI do mouse é a resolução alcançada pelo hardware do periférico. Mouses com DPI mais alto registram mais informações da superfície e as transformam em deslocamento para o cursor, afetando a velocidade e a sua amplitude.
Já polling rate é a frequência na qual seu mouse se comunica com o PC. Essa taxa é medida em Hertz (Hz), determinando quantas vezes por segundo o dispositivo envia informações para a CPU.
Mouses comuns do dia a dia costumam ter polling rate de 125 Hz, já periféricos gamers podem ultrapassar a faixa dos 1.000 Hz.
Tem como descobrir qual o DPI do meu mouse?
Sim. Você pode encontrar as especificações de DPI de um mouse pelo modelo do periférico. Busque pelo seu mouse no site da fabricante e procure pelas informações técnicas do dispositivo.
Além disso, caso o aparelho tenha software para instalação no PC, é possível saber o DPI do mouse pelo aplicativo dedicado. Esse método é comum para mouses de marcas como Logitech, Razer, Corsair e HyperX, por exemplo, principalmente em modelos gamer.
NVMe é um protocolo de comunicação usado por SSDs para a interação com a CPU, além da transferência, leitura e armazenamento rápido de dados em comparação com o padrão SATA.
Tendo sido lançada oficialmente em 2011, a interface surgiu de um grupo de trabalho liderado pela Intel em 2009. A tecnologia é fundamental para eliminar as limitações encontradas no padrão SATA, já que oferece maior agilidade no processamento de tarefas em notebooks e computadores.
A seguir, entenda o que é NVMe, suas principais aplicações, além das vantagens e desvantagens do protocolo.
NVMe é um protocolo de comunicação otimizado para o acesso a dispositivos de armazenamento como os SSDs.
A interface lógica foi desenvolvida para ser uma alternativa mais rápida que o tradicional padrão SATA, usando o barramento PCI Express (PCIe).
O que significa “NVMe”?
NVMe significa Non-Volatile Memory Express, ou Memória Expressa Não Volátil, em tradução para o português.
Uma memória não volátil é um tipo de memória que armazena dados mesmo sem o fornecimento de energia. Já o nome “Express” indica que o protocolo usa o barramento PCIe na comunicação com a CPU para transmissão de dados.
Qual é a origem do NVMe?
O protocolo Non-Volatile Memory Express (NVMe) teve origem em 2009, com a criação de um grupo de trabalho liderado pela Intel e aderido por mais de 90 empresas de tecnologia, como Samsung, Seagate, Sandisk e Western Digital.
Na época, buscava-se por uma alternativa ao protocolo AHCI (Advanced Host Controller Interface), desenvolvido para discos rígidos (HDs), mas que não tinha mais a eficiência desejada.
Sede da Intel (Imagem: Coolcaesar / Wikimedia Commons)
A primeira versão do protocolo foi lançada em maio de 2011, sendo seguida de atualizações que adicionaram novos recursos de eficiência.
Comercialmente, os primeiros chips NVMe passaram a ser distribuídos em 2012, enquanto que a Samsung anunciou sua primeira unidade no ano seguinte.
Por que o NVMe é importante?
O NVMe tem como propósito maximizar velocidade, desempenho e a eficiência dos SSDs, eliminando as limitações do antigo padrão SATA.
Dessa forma, dispositivos compatíveis com o protocolo são capazes de ler e armazenar dados de forma mais rápida, acompanhando a evolução que os processadores (CPUs) tiveram com o passar do tempo.
O protocolo é importante pois permite a inicialização rápida do sistema operacional do PC, maior poder computacional na edição de fotos, vídeos e gerenciamento de Data Centers, multitarefas com responsividade, além da execução de jogos pesados sem travamentos.
SSDs NVMe também são mais compactos que os tradicionais SSDs ou HDs SATA de 2,5 polegadas, economizando espaço interno de um gabinete ou notebook, por exemplo.
Como funciona o protocolo NVMe?
O protocolo NVMe tem seu funcionamento baseado na execução de diversas solicitações ao mesmo tempo.
Diferentemente de tecnologias antigas — como o SATA, que executava uma tarefa por vez –, o NVMe é capaz de gerenciar mais de 60 mil listas de tarefas, sendo que cada lista pode suportar mais de 60 mil comandos. A título de comparação, o padrão AHCI suporta apenas uma fila de 32 comandos.
SSD Black NVMe da Western Digital (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Além disso, por utilizar o barramento PCI Express, a comunicação com a CPU não precisa passar pelo controlador da placa-mãe, reduzindo o tempo de resposta entre cada solicitação.
Dessa forma, o NVMe também consome menos energia, visto que exige menos esforço do hardware do dispositivo.
NVMe é compatível com qualquer placa-mãe?
Não, o padrão NVMe necessita de alguns requisitos físicos e de software para funcionar. Primeiramente, a placa-mãe precisa ter um slot M.2 que seja compatível com o protocolo NVMe.
Além disso, o conector M.2 também precisa seguir o padrão de encaixe Key M ou Key B+M. Caso o padrão de encaixe seja apenas Key B, a placa-mãe não será compatível com SSDs de tecnologia NVMe.
Outro problema de compatibilidade é em relação à versão do barramento PCIe. Um dispositivo NVMe 4.0 terá velocidade limitada pela placa-mãe, caso o slot seja de versão 3.0, por exemplo.
As placas-mãe também precisam ter o chipset compatível com o protocolo, visto que modelos antigos suportam apenas o padrão AHCI, feito para HDs convencionais.
Tem como saber se meu PC suporta NVMe?
Sim, é possível conferir a compatibilidade com o protocolo NVMe no manual da placa-mãe ou no site da fabricante do dispositivo. Para usar o protocolo, é necessário que a sua motherboard tenha slot M.2 compatível com tecnologia PCIe.
Algumas placas-mãe podem não ser compatíveis com NVMe (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Quais são as vantagens do NVMe?
Estes são os pontos fortes do protocolo NVMe em SSDs:
Capacidade de fila: o protocolo NVMe suporta mais de 60 mil filas de processamento, sendo que cada fila suporta mais de 60 mil comandos sem travamentos. Sendo assim, muito superior ao padrão SATA, capaz de enviar apenas 32 comandos em uma única fila por vez;
Alta taxa de transferência: a taxa de transferência de dados e a largura de banda são maiores em dispositivos compatíveis com NVMe, graças ao uso do barramento PCI Express. Com o protocolo, é possível ultrapassar a faixa dos 14.000 MB/s em gerações mais atuais, enquanto que o padrão SATA é limitado a 600 MB/s;
Redução de latência: o tempo que o sistema leva para processar as solicitações é menor com o protocolo NVMe. Em vez de usar o controlador da placa-mãe para traduzir essas solicitações, a comunicação é feita diretamente com a CPU via barramento PCIe;
Eficiência energética: em razão da sua velocidade no processamento de dados, o NVMe permanece mais tempo em estado de espera. Dessa forma, o protocolo garante uma maior eficiência energética nos dispositivos;
Quais são as desvantagens do NVMe?
O protocolo NVMe apresenta também algumas desvantagens:
Aumento de temperatura: taxas de transferência mais altas significam maior calor. Assim, SSDs NVMe necessitam de refrigeração extra para manter o alto desempenho e a durabilidade do dispositivo a longo prazo;
Compatibilidade: placas-mãe antigas apresentam falta de compatibilidade com o protocolo. Dessa forma, usuários que queiram investir em um SSD NVMe precisam obrigatoriamente trocar o componente principal do computador para utilizar a tecnologia;
Custo maior: o custo de fabricação de dispositivos NVMe são maiores que os tradicionais SATA, visto que apresentam tecnologias mais modernas. Assim, o custo para o consumidor é maior, principalmente em SSDs com mais espaço de armazenamento.
Qual é a diferença entre NVMe e SATA?
O padrão SATA opera sob o protocolo AHCI, o que limita sua taxa de transferência a 600 MB/s e restringe o processamento a uma única fila de 32 comandos.
Já a tecnologia NVMe opera via barramento PCIe em comunicação direta com a CPU, atingindo larguras de banda que superam 7.000 MB/s e suportando mais de 60 mil filas de comandos simultâneas.
Fisicamente, NVMe e SATA também apresentam diferenças: o padrão SATA é encontrado no formato de 2,5 polegadas com cabeamento ou em variantes M.2, enquanto o NVMe prioriza o encaixe M.2 direto para otimização de espaço e fluxo de ar.
O funcionamento do NVMe entrega milhões de IOPS (Operações de Entrada/Saída por Segundo) com latência reduzida, superando as 100.000 operações aleatórias do padrão SATA.
Assim, o NVMe estabelece-se como o padrão de referência para alta performance e longevidade, enquanto o SATA permanece como uma solução econômica para armazenamento de arquivos ou uso em sistemas legados.
SSD SATA tem tamanho maior (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Qual é a diferença entre NVMe e SSD?
NVMe é um protocolo de comunicação usado para otimizar a troca de informações entre sistema operacional e o hardware do SSD.
NVMe é a interface de comunicação usada em SSDs para a troca de informações com a CPU do computador. Um SSD NVMe necessita que a placa-mãe tenha um slot M.2 para o funcionamento.
Já NGFF (Next Generation Form Factor) é o nome técnico do padrão M.2. A especificação define a arquitetura, dimensões físicas, formato, interface de hardware e o padrão para conexão de SSDs.
Qual é a diferença entre NVMe e PCIe?
NVMe é o protocolo de transferência de dados desenvolvido para o uso de memórias não voláteis, substituindo o padrão AHCI dos tradicionais HDs SATA. Essa interface de comunicação se baseia no uso do barramento PCI Express para troca de informações entre dispositivos de armazenamento e o processador.
Já o PCI Express (PCIe) é o padrão de barramento físico e elétrico que conecta os componentes — não só o SSD — à placa-mãe.
M.2 é a mesma coisa que NVMe?
Não. M.2 é o conector físico de um dispositivo de armazenamento (SSD), enquanto que NVMe é o protocolo de comunicação que oferece alta velocidade na leitura e gravação de dados.
Uma placa-mãe com slot M.2 também suporta SSDs SATA, mais lentos que SSDs do tipo NVMe.
Backdoors são fundamentais para os hackers (Imagem: Compare Fibre/Unsplash)
Backdoor é uma “porta dos fundos” que permite a um invasor acessar o sistema operacional do computador, software ou servidor sem que os protocolos de segurança detectem sua presença.
Esse recurso é usado principalmente por criminosos para o vazamento de dados sigilosos, roubo de credenciais ou ataques coordenados em servidores. No entanto, profissionais de tecnologia também podem usar o recurso para fazer manutenção de dispositivos e programas que apresentam erros complexos.
A seguir, entenda em detalhes o que é backdoor, seu funcionamento e quais são os principais tipos. Explicaremos também como se proteger caso detecte uma invasão.
Backdoor é uma técnica que permite acessar um computador, rede, sistema operacional ou software sem precisar passar por protocolos de segurança, como criptografia ou autenticação. Esse método cria um ponto de acesso “invisível” que busca contornar módulos responsáveis pela validação de cada tentativa de acesso de um usuário.
A técnica pode ser usada por profissionais de manutenção e engenheiros de software na resolução de problemas complexos de sistemas, ou por usuários mal-intencionados que buscam invadir computadores sem autorização.
Como funciona um backdoor?
O backdoor funciona alterando códigos de registro de um software, sistema ou uma rede, permitindo a criação de um ponto de acesso remoto permanente. Esses códigos podem ser alterados pelo próprio usuário de forma involuntária, ao baixar e executar um arquivo infectado, por exemplo.
Em seguida, pelo backdoor, é feita a alteração de arquivos de configuração para que o ponto de acesso se mantenha ativo mesmo com a reinicialização do sistema operacional. O criminoso, então, se conecta remotamente à porta recém-aberta sem precisar passar por módulos de segurança ou criptografia.
Dessa forma, o invasor consegue alterar permissões do sistema operacional, garantindo privilégios de root ou administrador sem que o usuário saiba, já que o tráfego de sua conexão é mascarado por novos protocolos de rede.
Tendo acesso total, o criminoso pode instalar novos malwares, roubar dados sigilosos, manipular arquivos e até inutilizar softwares ou sistemas.
Quais são os tipos de backdoor?
É possível encontrar diferentes tipos de backdoor, tendo propósitos, métodos e objetivos diferentes. Alguns são escondidos em sites, outros em arquivos infectados, podendo enganar o sistema das seguintes formas:
Rootkits: os rootkits atuam no kernel do sistema operacional, utilizando técnicas para alterar dados e informações do núcleo, interceptando solicitações do sistema, ocultando arquivos e alterando chaves de registro. Os rootkits são projetados para serem invisíveis, tornando sua detecção extremamente difícil;
Bootkits: os bootkits são uma evolução dos rootkits, afetando o boot do sistema operacional. Podem desativar mecanismos de segurança antes da inicialização do kernel, sendo os primeiros comandos a serem executados pelo processador;
Cavalo de Troia: Cavalo de Troia é um trojan que tem um código malicioso inserido em um software legítimo, sendo indetectável por sistemas de segurança. É um dos tipos mais comuns, visto que podem estar disfarçados em jogos, arquivos ou softwares, executando funções silenciosas em segundo plano;
Backdoor de firmware e hardware: atua em controladores de disco do sistema, chips da placa-mãe, além de outras peças físicas do computador. Esse backdoor não pode ser removido pela formatação ou na alteração do sistema operacional;
Backdoor de rede: um backdoor de rede atua na exploração de protocolos de rede mal configurados, enviando comandos específicos para a abertura de portas de acesso remoto. São encontrados em roteadores e servidores, por exemplo, permitindo que o invasor se conecte através de portas ocultas e contornando firewalls de rede;
Backdoor administrativo: tipo de backdoor que permite o acesso a sistemas sem autorização por meio de contas de usuário inseridas no código-fonte por desenvolvedores ou profissionais de manutenção. É basicamente uma “senha secreta” que foi inserida por alguém sem consentimento do usuário;
Backdoor para cryptojacking: uso de poder de processamento do computador para a mineração de criptomoedas. Comandos são inseridos em softwares, que, ao serem instalados no computador, passam a utilizar o processamento de GPU e CPU para monetização, consumindo energia da vítima;
Cavalo de Troia é um exemplo de backdoor (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Quais são os riscos de um backdoor em computação?
Exposição a ataques: ter um backdoor instalado no computador permite que o invasor acesse seu dispositivo quando quiser;
Vazamento de dados: um backdoor pode realizar roubo de dados e o vazamento de informações sigilosas de empresas ou governos, por exemplo;
Espionagem: um hacker pode acessar seu sistema sem intenção de modificar configurações, instalar softwares ou roubar dados. Por serem indetectáveis, alguns tipos de backdoor permitem que o golpista apenas o observe durante dias, meses ou anos;
Movimentação Lateral: ao acessar um sistema via backdoor, o criminoso pode se “movimentar” em servidores, atingindo todos os dispositivos que estiverem conectados a uma mesma rede;
Controle total remotamente: a partir da instalação de um backdoor, o invasor pode ter controle total do sistema remotamente, podendo alterar configurações, desativar softwares de segurança e executar programas maliciosos sem a sua permissão.
Como se proteger contra um backdoor?
A melhor forma de se proteger de um ataque de backdoor é a identificação de atividades suspeitas e a prevenção. Realize auditorias de sistema e redes regularmente para verificar se há algum arquivo malicioso sendo executado em segundo plano.
É comum que um backdoor aumente o processamento de GPU, CPU ou tráfego de rede repentinamente. Assim, o uso de ferramentas de monitoramento é crucial para detecção. Outra maneira de se proteger desse tipo de ataque é verificando a existência de portas TCP/UDP abertas sem motivo.
Usuários avançados de tecnologia e cibersegurança também podem implementar soluções de EDR (Endpoint Detection and Response) e honeypots. Um EDR monitora os nós da rede em busca de comportamentos de persistência, comuns em backdoors. Ou seja, caso um arquivo malicioso tente alterar chaves de registro ou realizar a abertura de portas, o sistema irá bloquear a ação.
Já honeypot é um sistema desprotegido criado para funcionar como uma armadilha para invasores. Ao ter esse sistema invadido por uma porta oculta, o usuário é alertado sobre a possibilidade do sistema verdadeiro também ser comprometido, podendo interromper o acesso previamente.
É possível remover um backdoor no sistema?
Sim, mas o método varia de acordo com o tipo de backdoor. Em rootkits, é necessário executar ferramentas específicas para encontrar os arquivos maliciosos presentes no kernel do sistema operacional, já em bootkits é preciso usar o disco de recuperação do Windows ou Linux para reconstruir as instruções de boot do sistema.
No caso do Cavalo de Troia ou do criptojacking, o usuário deverá encontrar o arquivo malicioso e limpá-lo da memória do PC para que não inicialize novamente, fazendo a desinstalação, caso necessário.
Backdoors de hardware podem inutilizar componentes do PC (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Backdoor de firewall e hardware podem ser considerados os mais difíceis de remover, já que o invasor infectou chips internos e peças físicas. Em casos extremos, será necessário substituir os componentes.
Já em um backdoor de rede, reinicializar o servidor ou roteador — fazendo a alteração de credenciais — pode resolver o problema. Enquanto que, em um backdoor administrativo, o usuário deve verificar se existem usuários ocultos com permissão de acesso ao seu sistema operacional.
Backdoor é considerado um vírus?
Não, já que o vírus cria cópias de si mesmo para infectar outros arquivos, enquanto que o backdoor é apenas um caminho de acesso livre criado por um invasor. Ou seja, um criminoso pode usar um backdoor para atacar o sistema operacional com um vírus, ou usar um vírus para a criação de um backdoor.
Qual é a diferença entre backdoor e trojan?
Backdoor é um recurso que possibilita a invasão em um computador, infraestrutura, sistema ou programa malicioso ignorando barreiras de proteção, como autenticação e criptografia, por exemplo.
Já o trojan é uma modalidade de software malicioso que se mascara como um item legítimo para convencer o usuário a baixá-lo em seu aparelho. Ao ser acionado pelo indivíduo, ele permite monitorar o comportamento, subtrair informações e baixar outros vírus, embora não possua a capacidade de se propagar para os demais arquivos do sistema.
Qual é a diferença entre backdoor e malware?
O backdoor é uma funcionalidade que viabiliza o acesso a uma máquina, rede, sistema operacional ou aplicação burlando protocolos rígidos de segurança. É por meio de um backdoor que malwares são instalados em sistemas ou servidores para roubo de dados, por exemplo.
Malwares são programas mal-intencionados desenvolvidos para comprometer ou tirar proveito de um dispositivo ou infraestrutura digital. Suas atividades abrangem desde a subtração de informações até a paralisação de serviços, prejudicando os alvos de diferentes formas.
Hackers “black hat” são especializados em roubo de dados e informações sigilosas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Hacker é um entusiasta de tecnologia com conhecimento em sistemas e redes de computadores capaz de invadir sistemas, testar a segurança de dispositivos e até mesmo obter lucro com isso — no caso dos “hackers black hat”.
Porém, esse profissional também pode usar suas especializações em TI em prol da sociedade, seja para atuar no desenvolvimento de novas ferramentas ou para corrigir e aprimorar sistemas de segurança.
A seguir, conheça a diferença entre cada tipo de hacker, suas principais formas de agir e como proteger seus dispositivos eletrônicos ou sistemas.
Hacker é um profissional com especialização técnica em informática e linguagens de programação capaz de identificar e se aproveitar de brechas em sistemas operacionais ou redes de computadores.
Trata-se de um indivíduo com profundo conhecimento técnico que pode usar sua especialização para o bem: corrigir fragilidades e melhorar o desenvolvimento de sistemas de empresas e governos; ou para fazer o mal: encontrar vulnerabilidades em sistemas e invadir redes em busca de vantagens pessoais, como o roubo de dados, por exemplo.
O que significa “hacker”?
O termo hacker vem do verbo “to hack”, que tem diferentes significados de acordo com o contexto. Na tecnologia, o termo significa invadir ou acessar um sistema.
A palavra “hacker” tem origem na década de 1960, nos Estados Unidos, por estudantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) que faziam brincadeiras e trotes no campus.
Com o passar do tempo, o termo passou a ser associado aos profissionais de tecnologia que encontravam soluções técnicas criativas para problemas de hardware ou software.
O que faz um hacker?
As atividades de um hacker variam de acordo com o objetivo e especialização do profissional, veja abaixo:
Coleta de informações: hackers utilizam ferramentas específicas para coletar informações sobre o alvo em questão, antes de invadi-lo. São feitas varreduras de rede para identificar IPs, portas abertas e sistemas operacionais específicos do alvo, além da coleta de dados públicos como domínios e endereços de e-mail;
Engenharia reversa: hackers são capazes de analisar o código-fonte de um software para entender toda a estrutura do alvo. Dessa forma, podem usar ferramentas para alterá-lo e compilá-lo novamente para que possa ser executado pelos usuários. Assim, o software alterado pode ser usado pelas pessoas sem que elas saibam dessa mudança de código;
Testes de invasão (pentest): uma prática comum entre hackers éticos é a realização de testes de invasão. Pentest é a simulação de um ataque com o objetivo de gerar relatórios de segurança, apontando todos os problemas e fraquezas de uma empresa. Dessa forma, é possível conduzir uma investigação técnica e implementar novas barreiras de segurança, para quando houver um ataque real;
Análise de vulnerabilidades: hackers são capazes de conduzir análises de vulnerabilidades em códigos-fonte, desenvolvendo scripts e códigos maliciosos para se aproveitar das falhas encontradas. Assim, podem inserir comandos específicos para se aproveitar dessas brechas;
Auditoria de código: um hacker também tem especialização técnica para realizar auditorias de código para o bem ou para o mal. Uma análise detalhada é capaz de identificar vulnerabilidades, atuando em conjunto com desenvolvedores de software para a correção dos problemas em empresas de tecnologia, por exemplo;
Manutenção de privilégios em sistemas: ao invadir um sistema, um hacker pode alterar privilégios de segurança do sistema operacional para garantir controle total das informações;
Engenharia social: profissionais especializados em tecnologia podem manipular pessoas psicologicamente com o objetivo de induzi-las a executar arquivos maliciosos, como acontece no Phishing.
Hackers podem atuar em parceria com a lei (Imagem: Guilherme Reis / Tecnoblog)
Quais são os tipos de hacker?
Existem três principais tipos de hackers: white hat, grey hat e black hat. No entanto, é possível encontrar variações de acordo com o propósito do profissional:
White hat: hacker ético, ou hacker do bem. Atua de forma legalizada para identificar vulnerabilidades em redes e sistemas e corrigí-las. Usa métodos convencionais de hacking, mas apenas para proteger sistemas de empresas, por exemplo;
Black hat: criminoso especializado em tecnologia da informação que usa suas capacidades para obter lucro. Suas ações são ilegais, focadas em roubo de dados e interrupção de sistemas e serviços;
Grey hat: hacker que atua no meio termo entre legalidade e ilegalidade. Explora vulnerabilidades de maneira ilegal, mas sem causar danos ou obter lucro. Em muito dos casos, os hackers “grey hat” invadem servidores e apresentam suas falhas para os responsáveis em troca de benefícios próprios;
Red hat: hackers “red hat” utilizam técnicas de hacking para atacar hackers ilegais, os “black hats”. São considerados vigilantes da boa conduta na comunidade de TI;
Blue hat: hackers contratados por empresas para aprimorar a segurança de sistemas ou encontrar vulnerabilidades;
Green hat: hackers que ainda não têm experiência no ramo de atuação, mas que podem causar danos e, futuramente, ser uma ameaça maior;
Script Kiddie: usuários com desejo de aprender técnicas de hacking. Utilizam scripts e programas feitos por outros hackers para invadir sistemas;
Hacktivista: usuário ou grupo que utiliza técnicas de hacking para protestar contra governos, organizações ou partidos políticos. São responsáveis por vazar documentos governamentais e atacar instituições, por exemplo;
Hacker estatal: profissionais de tecnologia contratados e financiados por governos para espionagem, sabotagem e interferência em outros países;
Além disso, existem outros tipos de hackers especializados em roubo de criptomoedas, trapaças em jogos e até mesmo terrorismo.
Como os hackers invadem sistemas?
Hackers invadem sistemas usando técnicas e métodos que exploram as vulnerabilidades encontradas. O primeiro passo é realizar a coleta de dados e informações sobre o alvo — principalmente informações que sejam públicas ou dados pessoais que foram vazados por outros hackers.
Em seguida, o criminoso realiza uma análise de todas as vulnerabilidades encontradas naquela versão específica do sistema operacional do alvo. A partir daí, o hacker pode usar uma série de vetores para sobrecarregar o sistema, seja enviando uma grande quantidade de dados simultaneamente ou realizando a injeção de novos códigos via scripts personalizados.
Muitos hackers solicitam pagamento via criptomoedas (Imagem: Guilherme Reis / Tecnoblog)
Já em ataques de força bruta, o crime cibernético ocorre pelo uso de bilhões de combinações de login, quebrando a autenticação de um usuário que tenha uma senha fraca, por exemplo.
Hackers golpistas também podem explorar a fragilidade humana via engenharia social. Essa técnica é usada para manipular vítimas a fim de obter dados sensíveis. Em vez de atacar diretamente sistemas ou redes, golpes de engenharia social focam em enganar pessoas para facilitar a invasão ou roubo de credenciais.
Com o desenvolvimento de novas tecnologias, hackers se adaptam às barreiras de segurança, desenvolvendo diariamente novos métodos de invasão.
O que os hackers usam para hackear?
Hackers usam algumas ferramentas customizadas para facilitar e agilizar o processo de identificação de vulnerabilidades e invasão. Distribuições Linux personalizadas, softwares especializados para mapeamento de rede e exploração de falhas, além de processamento de GPU e CPU para ataques de força bruta são alguns exemplos.
Criminosos também usam hardwares específicos, como teclados personalizados para rápida digitação e roteadores modificados para criar pontos de acesso falsos e roubar credenciais. Exploits e malwares com diferentes propósitos também são exemplos de ferramentas usadas por hackers.
Além disso, o uso de gerenciadores de senha, como 1Password, permite armazenar suas credenciais com uma barreira maior de segurança, já que você evita repetir senhas em diferentes serviços.
Outra forma de se manter protegido é realizando atualizações de segurança em sistemas operacionais, como Windows, Mac, Android ou iPhone, ou de firmwares, como em roteadores. Essa gestão de patches permite corrigir vulnerabilidades encontradas pelos hackers, desativando toda a cadeia de ataque.
Não é crime ser hacker. No entanto, usar técnicas especializadas para invadir sistemas ou roubar informações pessoais, sim. De acordo com a Lei Carolina Dieckmann, a pena pode ser de um a quatro anos de reclusão, além de multa.
O artigo 154-A do Código Penal diz que é crime “Invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita.”
Qual é a diferença entre hacker e cracker?
A principal diferença entre hacker e cracker é sua motivação. O hacker é o profissional entusiasta de tecnologia com expertise em sistemas e redes, que tem como objetivo modificar funções específicas.
Na origem do termo, esse indivíduo seria responsável por resolver problemas complexos, compartilhar informações e contribuir com o desenvolvimento de softwares de código aberto. Porém, com o passar do tempo, o termo hacker acabou sendo usado para definir todos os profissionais, tanto “do bem” quanto “do mal”.
Já o cracker é o termo criado para distinguir hackers “do bem” dos hackers que atuam ilegalmente (black hat). Os crackers atuam para obter lucro financeiro, além de roubar dados e realizar espionagem. É comum também que sejam responsáveis pela pirataria de jogos eletrônicos.
Bateria de íons de lítio em celular (imagem: Unsplash/Tyler Lastovich)
As baterias de íon-lítio usam óxidos metálicos de lítio e grafite para a transferência de íons entre cátodo e ânodo. Essa movimentação é responsável por gerar energia que é armazenada pelo componente, sendo amplamente utilizada em dispositivos portáteis, como notebooks, celulares e wearables.
Esse tipo de bateria tem o funcionamento baseado em ciclos de carregamento, evitando o “vício” dos aparelhos eletrônicos. A tecnologia foi uma evolução às tradicionais baterias de níquel-cádmio que se degradavam de maneira mais agressiva, devido ao “efeito memória”.
A seguir, entenda como funciona a tecnologia das baterias li-ion, seu funcionamento e entenda o mito do “vício” em celulares e notebooks.
Bateria de íon de lítio (ou bateria li-ion) é um tipo de bateria recarregável que tem lítio como principal componente interno. Esse tipo de bateria é muito usado em dispositivos eletrônicos em razão de sua durabilidade, baseada em ciclos de carregamento.
Como o lítio é um material com alto potencial eletroquímico, é possível armazenar uma grande quantidade de energia sem que o peso do aparelho aumente de maneira incômoda para o usuário.
Como funcionam as baterias de íon-lítio?
As baterias de íon-lítio funcionam a partir do movimento de íons entre o cátodo e o ânodo. Quando uma bateria está com 0% de carga, todos os íons de lítio estão posicionados no cátodo de óxido metálico. Ao colocar para carregar, esses íons passam a se mover para o ânodo de grafite por meio de eletrólitos, fornecendo energia elétrica.
Assim que um dispositivo eletrônico atinge 100% de carregamento, o sistema de gerenciamento da bateria interrompe o fluxo de energia da tomada, fazendo com que os íons passem a se movimentar de volta para o cátodo, descarregando a bateria durante o uso.
Os coletores de corrente são os responsáveis por transformar toda essa energia química gerada para o hardware do dispositivo, de forma que os componentes internos passem a funcionar normalmente.
Quais são os componentes de uma bateria de íon-lítio?
Uma bateria li-ion é composta por quatro componentes principais: catodo, ânodo, eletrólito e um separador. No entanto, existem outros elementos fundamentais para o bom funcionamento do componente, como coletores de corrente e um sistema de gerenciamento de bateria. Veja a função de cada um deles abaixo:
Cátodo: eletrodo positivo composto por óxidos metálicos de lítio. O cátodo determina qual será a capacidade da bateria, além de ser o reservatório principal de íons de lítio enquanto a bateria está sem energia. Durante o carregamento do componente, esses íons são levados em direção ao ânodo;
Ânodo: eletrodo negativo (geralmente feito de grafite) que armazena íons de lítio enquanto a bateria tem carga. Quando você usa um dispositivo eletrônico com 100% de bateria, os íons vão sendo levados de volta para o cátodo até atingir 0%;
Eletrólito: meio condutor responsável pela transferência de íons entre cátodo <-> ânodo, além de atuar como isolante para elétrons;
Separador: componente responsável pela segurança do sistema da bateria. Geralmente é uma membrana que mantém ânodo e cátodo separados fisicamente, evitando, assim, explosões;
Coletores de corrente: responsáveis pela transferência de energia química liberada na reação cátodo-ânodo para os componentes elétricos do dispositivo. Os coletores são compostos por materiais de alta condutividade e estabilidade, como alumínio e cobre;
Battery Management System (BMS): sistema de monitoramento da bateria que controla temperatura, corrente e voltagem. O BMS é responsável por garantir que o componente se mantenha equilibrado, sem danificar o aparelho caso o carregamento seja feito por muito tempo, por exemplo.
Bateria de íon-lítio vicia?
Não. O “vício” de uma bateria refere-se ao “efeito memória” das baterias de níquel-cádmio. Durante os anos 60, sistemas orbitais operavam com células deste tipo que passavam por ciclos constantes de reabastecimento: a carga era elevada a 100% ao atingir o índice de 25%.
Após muito tempo de uso desse padrão, especialistas da General Electric (GE) constataram uma degradação na capacidade de energia que não era utilizada. Isso serviu de base para a disseminação global sobre a dependência de carga, sustentando a ideia de que o reabastecimento deve ocorrer apenas após o esgotamento total para evitar o “vício” do componente.
Vale destacar que esse problema só acontecia com as baterias de níquel-cádmio. As de íon-lítio funcionam de um jeito diferente e moderno, por isso elas não correm o risco de “viciar”.
Em smartphones, os ciclos de carga podem variar entre 1.000 e 2.000 ciclos, de acordo com a marca. Cada ciclo é contado apenas quando a bateria é descarregada 100%, como no gráfico abaixo:
As baterias de íon-lítio podem explodir?
Sim, embora seja raro. As explosões em baterias de íon-lítio ocorrem devido ao fenômeno chamado de “Fuga térmica”, no qual o superaquecimento do dispositivo gera reações químicas fora do padrão.
Impactos na estrutura da bateria, exposição prolongada ao calor intenso e o uso de carregadores não originais podem aumentar o risco das baterias de íon-lítio explodirem.
Quais são os tipos de bateria de íon-lítio?
Uma bateria de íon-lítio pode ter diferentes composições químicas, de acordo com a necessidade:
LCO (Óxido de cobalto e lítio): bateria com alta densidade energética muito usada em dispositivos menores, como celulares e notebooks. Tem vida útil menor que outros tipos de baterias de íon-lítio;
LMO (Óxido de manganês e lítio): bateria de íon-lítio com alta potência, mas que possibilita uma descarga de energia maior. Oxído de manganês e lítio são recomendados para veículos elétricos e ferramentas elétricas, por exemplo;
NMC (Óxido de níquel, manganês, cobalto e lítio): bateria de íon-lítio altamente recomendada para o setor automobilístico por ter maior equilíbrio entre vida útil, densidade e versatilidade, já que a proporção de cada elemento químico pode ser alterada de acordo com a necessidade.
LFP (Fosfato de ferro e lítio): tipo de bateria com segurança maior, visto que o risco de fuga térmica é menor. Tem durabilidade maior e também é altamente utilizada no setor automobilístico;
NCA (Óxido de níquel, cobalto, alumínio e lítio): tipo de bateria li-ion focada em desempenho, oferecendo maior autonomia e potência. Por se tratar de uma bateria com maior risco de problemas, exige um sistema de resfriamento mais controlado;
LTO (Titanato de lítio): tipo de bateria que altera o componente químico do ânodo — diferente das demais que alteram o cátodo. É uma evolução nas baterias de íon-lítio, já que é altamente durável e oferece um carregamento mais rápido.
Onde as baterias de íon-lítio são usadas?
As baterias de íon-lítio são amplamente utilizadas em eletrônicos de consumo, como smartphones, tablets, smartwatches, e outros wearables que permitem carregamento. Além disso, também são usadas em equipamentos portáteis, como ferramentas de diferentes indústrias.
Com o passar dos anos, esse tipo de bateria também chegou em veículos elétricos, como carros, bicicletas e patinetes.
Quais são as vantagens da bateria de íon-lítio?
Menor custo: as baterias de íon-lítio têm custo menor em comparação com as baterias de silício-carbono, por exemplo;
Baixa taxa de descarga: baterias de íons de lítio são mais eficientes enquanto estão descarregando, segurando cargas por tempos maiores em comparação com baterias de níquel. Isso permite ter um dispositivo carregado mesmo após semanas sem uso;
Ausência de efeito memória: tecnologias antigas (como níquel-cádmio) têm o chamado “efeito memória”. Assim, baterias li-ion podem ser carregadas em qualquer momento, funcionando por meio de ciclos de carregamento;
Maior ciclo de vida: alguns tipos de baterias de íon-lítio oferecem alto ciclo de vida, possibilitando o uso de eletrônicos por anos antes de realizar a troca por outro componente. Alguns modelos, inclusive, são usados em carros elétricos;
Carregamento rápido: a química presente nas baterias de íons de lítio permitem o carregamento rápido, já que a energia química gerada internamente permite que o componente absorva energia de forma eficaz;
Quais são as desvantagens da bateria de íon-lítio?
Exigência de sistemas de proteção: a instabilidade presente na bateria li-ion exige um sistema de gerenciamento de bateria interno para evitar problemas durante o uso. Esse sistema faz o monitoramento de voltagem, temperatura, evitando sobrecargas elétricas;
Sensibilidade a impactos: baterias de íon-lítio podem ser danificadas após impactos contundentes. Quedas de celulares e tablets podem danificar o componente, causando fuga térmica.
Degradação: baterias de íon-lítio acumulam nanocristais de sal com o passar do tempo, resultado das reações químicas entre cátodo e ânodo, aumentando a degradação das células;
Sensibilidade ao calor: altas temperaturas podem acelerar os processos químicos internos das baterias de íons de lítio. Dessa forma, a vida útil do componente pode ser reduzida, além da possibilidade de incêndios e explosões em casos extremos;
Qual é a diferença entre baterias de íon-lítio e baterias de silício-carbono?
A bateria de íon-lítio tem funcionamento baseado na migração de íons de lítio entre o cátodo de óxido metálico e ânodo de grafite para armazenar energia. É confiável para dispositivos como smartphones pelo alto ciclo de vida e baixa taxa de descarga, apesar de se degradar com o tempo pelo acúmulo de nanocristais de sal.
Já a bateria de silício-carbono utiliza composto sintético no ânodo, aumentando a absorção de íons pelo encapsulamento do silício pelo carbono. Esse tipo de bateria tem um controle maior da expansão volumétrica, resultando em maior densidade energética e taxa de carregamento.
Qual é a diferença entre baterias de íon-lítio e baterias de níquel-cádmio?
As baterias de íon de lítio funcionam a partir da movimentação de íons entre câtodo de óxido metálico e ânodo de grafite, resultando em energia que é armazenada pelo componente para o funcionamento de dispositivos eletrônicos portáteis.
Já as baterias de níquel-cádmio utilizam hidróxido de níquel e cádmio metálico como eletrodos. O funcionamento do sistema é feito por essa reação química. No entanto, muitas empresas as deixaram de usar em eletrônicos devido ao “efeito memória”, que memorizava índices de carga e reduzia a capacidade útil da bateria.
No entanto, você pode corrigir o problema configurando novas permissões no HD ou SSD em questão. Basta acessar as propriedades de segurança do disco, editar quais usuários terão acesso ao armazenamento e selecionar “Administradores“, “Usuários“, “Usuários autenticados” e “SISTEMA“.
Será necessário permitir “Controle total” das informações. Veja, a seguir, como corrigir o problema do Disco (C:) no Galaxy Book sem precisar esperar por uma atualização do Windows 11 ou por parte da Samsung.
Problema no app Samsung Galaxy Connect impede o acesso ao principal disco do Windows 11 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
1. Acesse as propriedades do disco (C:) no Windows 11
Abra a pasta “Este computador” no Windows 11, clique com o botão direito do mouse sobre o disco (C:) (ou outro que apresente o erro) e acesse as propriedades. Se preferir, pressione o atalho “Alt + Enter“.
Acessando as propriedades do disco (C:) (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Vá até a guia “Segurança” para editar as permissões de usuários
No menu de propriedades, vá até a aba “Segurança” e clique em “Editar“.
Acessando as configurações de segurança do disco (C:) (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Clique em “Adicionar” nas propriedades do disco (C:)
O Windows 11 abrirá um menu de permissões do disco. Clique em “Adicionar” para configurar novas permissões no sistema operacional.
Configurando novas permissões do disco (C:) no Windows 11 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
4. Selecione a opção “Avançado”
Em um novo menu, vá em “Avançado” para procurar por novos usuários. O sistema irá exibir novas configurações do disco (C:) do Windows 11.
Acessando novas configurações do disco (C:) (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
5. Vá em “Localizar agora” para identificar os usuários do Windows 11
Para identificar novos usuários que terão acesso ao disco (C:), clique em “Localizar agora“.
Menu que permite identificar novos usuários que terão acesso ao disco (C:) (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
6. Selecione os usuários que terão acesso ao disco (C:)
Assim que a lista de usuários aparecer, será necessário selecionar os seguintes para resolver o problema de acesso negado ao disco (C:):
Administradores;
Usuários;
Usuários autenticados;
SISTEMA.
Clique em cada um dos usuários separadamente e vá em “Ok” para adicionar na lista de permissões.
Selecionando usuários que terão acesso ao disco (C:) (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
7. Confirme a adição das permissões de usuários
Confirme novamente se todos os usuários citados no passo anterior foram adicionados na lista. Assim que finalizar, clique em “Ok” novamente para fechar o menu de permissões.
8. Permita “Controle total” para “Administradores”, “Usuários” e “SISTEMA”
Será preciso conceder acesso total para “Administradores“, “Usuários” e “SISTEMA“. Clique em “Controle total” e finalize o procedimento em “Aplicar“. Caso alguma nova janela seja exibida, será preciso confirmar as alterações.
Por que estou com acesso negado no Disco Local (C:)?
O problema de acesso negado no Disco Local (C:) acontece pela falta de permissões de usuários no armazenamento e leitura de arquivos do sistema operacional.
Quando o Windows 11 não reconhece que o usuário tem permissão para acessar o disco (C:), automaticamente o sistema bloqueia o acesso por motivos de segurança, protegendo os arquivos armazenados.
Esse bloqueio compromete o funcionamento de diversos aplicativos, visto que não é possível acessar o HD ou SSD em questão para ler ou gravar informações. A falha nas permissões tambem afeta a instalação de novos softwares no PC.
O problema no Disco Local (C:) é no Windows 11?
Não. De acordo com a Microsoft, a causa do problema está no aplicativo Samsung Galaxy Connect, que vem pré-instalado em alguns computadores da marca. Caso a hipótese seja confirmada, esse erro teria acontecido durante a configuração do sistema operacional pela Samsung, antes de os notebooks chegarem ao varejo.
Para evitar que o problema seja maior, a Microsoft removeu temporariamente o aplicativo Samsung Galaxy Connect da Microsoft Store.
A Samsung vai corrigir o problema do Disco Local (C:) no Galaxy Book?
O Tecnoblog entrou em contato com a Samsung para verificar se o problema será corrigido em atualizações futuras do aplicativo Samsung Galaxy Connect, provável causador do problema.
O FTP é um protocolo que permite o compartilhamento de arquivos entre dispositivo-servidor em rede local ou na web.
A tecnologia foi desenvolvida em 1971 e foi fundamental para o desenvolvimento da internet que conhecemos, visto que possibilitou a criação de sites e a transferência de informações de forma prática.
A seguir, entenda como funciona o Protocolo, sua origem e quais são as principais aplicações da tecnologia.
FTP é uma tecnologia que permite transferir arquivos em rede (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
FTP é um protocolo de rede que define regras para transferência de arquivos via internet ou em rede local. O Protocolo de Transferência de Arquivos (FTP) permite enviar e baixar arquivos entre cliente-servidor, sendo útil no gerenciamento de servidores ou de backups em sites da internet, por exemplo.
Além disso, esse protocolo é útil também na transferência de arquivos grandes entre usuários ou sistemas, visto que garante maior estabilidade e não impõe limites de tamanho.
O que significa FTP?
FTP significa “File Transfer Protocol”, ou Protocolo de Transferência de Arquivos, em tradução para o português.
Qual é a origem do FTP?
O FTP teve origem em 1971, pelo estudante de engenharia elétrica do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), Abhay Bhushan. O Protocolo foi criado ainda na ARPANET para permitir a transferência de arquivos de forma mais prática, na época, entre universidades e institutos de pesquisa.
O primeiro FTP operava sobre o NCP (Network Control Program), que era o protocolo de comunicação para redes de computadores da época, tendo maior foco em arquivos do que em rede.
Posteriormente, Jon Postel e Joyce K. Reynolds desenvolveram ainda mais a tecnologia, passando a utilizar TCP/IP como base da comunicação do FTP.
Essa transição aumentou a confiabilidade na transmissão de arquivos, implementou verificação de erros, além de separar a arquitetura em duas conexões distintas: porta 21 para o controle das informações e porta 20 para a transferência dos arquivos.
Abhay Bhushan criador do FTP (Imagem: Hagop’s Photography )
Como o FTP funciona?
O funcionamento do FTP é feito a partir da conexão entre cliente e servidor. O FTP usa um servidor como responsável por hospedar os arquivos. O cliente é o usuário que fará o acesso. A conexão é sempre autenticada com nome de usuário e senha, enquanto o servidor é geralmente acessado por um endereço de IP.
A partir daí, o cliente envia comandos ao servidor para movimentar arquivos. Caso use o modo ativo, quando um arquivo for transferido, o servidor abre uma conexão de volta para o dispositivo que fez a solicitação. Já no modo passivo, o cliente pede para o servidor abrir uma porta antes de fazer a transferência dessas informações.
Qual porta o FTP utiliza?
O FTP usa a porta 21 como padrão para a autenticação e controle de informações, como o envio de comandos ou a navegação entre pastas. A porta 20 do Protocolo é usada no modo ativo, sendo por onde o arquivo é transferido, de fato. Já no modo passivo as portas são dinâmicas, ou seja, mudam a cada uso.
Quais são os modos de operação do FTP?
O FTP opera em modo ativo e modo passivo. Conheça as peculiaridades de cada modo abaixo:
Modo ativo: o servidor abre uma conexão quando faz a solicitação para a transferência de arquivos a partir da porta 20. O cliente recebe a solicitação e inicia a conexão entre cliente-servidor. O modo ativo está sujeito a bloqueios de firewalls por questões de segurança, já que a conexão vem de fora para dentro do dispositivo do usuário;
Modo passivo: o cliente abre uma conexão e solicita a abertura de portas do servidor antes de iniciar a transferência dos arquivos. O servidor abre uma porta aleatória para receber a conexão, permitindo que o cliente se conecte para fazer a operação. Pelo modo passivo, é mais dificil que firewalls façam o bloqueio, visto que as conexões são iniciadas pelo cliente e não pelo servidor.
Quais são as aplicações do FTP?
O FTP tem diversas aplicações na internet. Conheça as principais.
Transferência de arquivos: o FTP permite transferir arquivos entre servidores e dispositivos, principalmente arquivos pesados;
Sistemas de segurança: câmeras de segurança usam a conexão FTP para enviar fotos e vídeos de forma automática para os servidores;
Backups: sistemas de automatização de backups usam a conexão FTP para enviar arquivos de forma ágil e prática, armazenando arquivos importantes automaticamente em servidores;
Atualização de dispositivos: equipamentos industriais, roteadores e outros dispositivos de conexão também podem usar o Protocolo de Transferência de Arquivos para enviar atualizações de firmware automaticamente;
Publicação de sites: desenvolvedores de websites utilizam a conexão FTP para enviar códigos de programação, bancos de dados e arquivos de mídia de forma ágil e automatizada;
Câmeras de vigilância são exemplos de uso do FTP (imagem: reprodução/Freepik/onlyyouqj)
Quais são as vantagens do FTP?
Apesar dos problemas de segurança, o FTP tem algumas vantagens em comparação com outros protocolos de transferência de arquivos:
Transferência de grandes volumes de dados: o FTP é um protocolo capaz de transferir arquivos pesados, além da possibilidade de enviar vários arquivos de uma vez;
Baixo processamento: o FTP exige pouco processamento para enviar e receber arquivos, diferente de outros protocolos, como SFTP;
Alta compatibilidade: o FTP é um dos protocolos mais universais existentes, devido ao seu tempo de uso. Dispositivos legados ou sistemas operacionais antigos podem ter melhor desempenho.
Quais são as desvantagens do FTP?
O FTP tem uma série de desvantagens que fazem seu uso ser desencorajado:
Falta de verificação de integridade: o FTP não é capaz de verificar a integridade dos arquivos transferidos. Ou seja, a conexão não reconhece e não garante que os arquivos enviados cheguem como deveria;
Baixa segurança: o FTP é um protocolo de baixa segurança, já que os dados enviados podem ser interceptados pela falta de criptografia. Dessa forma, senhas de acesso podem ser visualizadas por quem tiver acesso à rede;
Problemas de gerenciamento: o FTP pode ser um protocolo lento no envio de diversos arquivos simultaneamente, visto que a conexão necessita abrir e fechar portas individualmente para conclusão da operação.
É seguro usar FTP para transferir arquivos?
Não. O FTP não conta com uma série de padrões de segurança suportados pelos navegadores de internet modernos, embora seja possível implementar o protocolo SSL (FTPS) para prover conexões mais seguras.
Dessa forma, prioriza-se o uso de SFTP que executa sobre o protocolo Secure Shell (SSH).
Quais são os riscos do FTP?
O File Transfer Protocol oferece os seguintes riscos para quem o utiliza:
Vazamento de informações: como o FTP não possui nenhuma camada de segurança, qualquer dispositivo que esteja no caminho entre os arquivos que estão sendo transferidos podem interceptar as informações;
Injeção de malwares: o FTP não possui mecanismos para verificar a integridade dos arquivos transferidos. Dessa forma, um ataque Man-in-the-Middle (MITM) pode interceptar dados, modificar informações e inserir códigos maliciosos;
Roubo de identidade: para transferir arquivos via FTP é necessário digitar uma senha, que não é criptografada. Um invasor é capaz de conseguir acessar a rede e roubar as informações de acesso digitadas pelo usuário;
Descumprimento da LGPD: usar a conexão FTP para transferir arquivos de terceiros pode descumprir a Lei Geral de Proteção de Dados. O artigo 46 da Lei exige: “Os agentes de tratamento devem adotar medidas de segurança, técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão”;
Bounce Attack: o Bounce Attack em conexões FTP acontece quando um invasor usa um servidor vulnerável como intermediário para enviar dados para outro dispositivo.
Qual é a diferença entre FTP, FTPS e SFTP?
FTP significa File Transfer Protocol, ou seja, é um protocolo de transferência de arquivos usado para enviar e receber informações entre cliente-servidor.
Já FTPS é o mesmo protocolo, tendo uma camada de segurança adicional para proteger o sigilo e a integridade dos arquivos. No entanto, pode ser um pouco mais complexo de ser configurado, em comparação com o FTP comum.
O SFTP também é um protocolo de transferência de arquivos, mas baseado em SSH como canal de comunicação. Esse tipo de protocolo é amplamente usado em sistemas que exigem uma segurança ainda maior, apesar de ter um maior custo computacional.
Qual é a diferença entre FTP e TCP/IP?
O FTP é um protocolo de transferência de arquivos que usa o TCP/IP como base da comunicação para mover arquivos entre cliente e servidor.
Exemplo de um cabo de rede usado para conexão (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Uma rede de computador é uma tecnologia que permite o compartilhamento de informações entre usuários. É a partir dessas redes que dados são transmitidos entre cliente-servidor ou empresas armazenam informações que podem ser acessadas por funcionários, por exemplo.
Podemos dividir redes de computadores por tipos e categorias. Existem redes de alcance geográfico, outras que têm funcionalidades diferentes e até mesmo separá-las por arquitetura de desenvolvimento.
A internet é a principal rede WAN usada no mundo, por exemplo. A seguir, conheça detalhes sobre cada tipo de computer network e veja exemplos do dia a dia.
Redes de computadores são infraestruturas que possibilitam a troca de informações e conexão entre dispositivos variados, como celulares e servidores, por exemplo.
Utilizam meios físicos ou sem fio para a transferência de dados a partir de uma padronização de rede. As redes de computadores são usadas no dia a dia, desde infraestruturas pessoais até a conexão entre filiais de grandes empresas e cidades.
Quais são os tipos de redes de computadores?
As redes de computadores podem ser classificadas em três categorias: por alcance geográfico, por topologia ou arquitetura e por natureza ou funcionalidade. Cada tipo de rede de computador tem uma finalidade específica na sociedade.
Redes de alcance geográfico são classificadas de acordo com a distância física de cobertura. Topologia e arquitetura diz respeito à estrutura de organização da rede, já a divisão por funcionalidade classifica redes de computadores por propósito de uso.
Conexão WAN e LAN, exemplos de rede de alcance geográfio (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Alcance geográfico
As redes de computadores de alcance geográfico são aquelas que operam em diferentes distâncias, de acordo com a necessidade. Existem redes pessoais, locais, de longa distância e até usadas em grandes metrópoles. A internet que conhecemos é um exemplo de rede de longa distância, conectando diversos países de todo o mundo.
Topologia ou arquitetura
As redes de computadores também podem ser separadas por arquitetura, definindo a hierarquia e como os serviços são prestados. Podemos definir a interação cliente-servidor e P2P como redes de computadores desta categoria.
Natureza ou funcionalidade
Pode-se também dividir as redes de computadores por natureza ou funcionalidade. Redes intranet, extranet e internet são alguns dos exemplos de categorização. Também podemos incluir as VPNs e as SANs, usadas para armazenamento de grandes volumes de dados.
Quais são as redes de computadores baseadas em alcance geográfico?
As redes WAN, LAN, PAN, MAN e CAN são exemplos de redes de computadores de alcance geográfico. Cada um dos tipos é baseado no tamanho da operação, sendo algumas mais pessoais e locais, e outras mais amplas com alcance intercontinental. Conheça as peculiaridades de cada rede abaixo.
Wide Area Network (WAN)
A rede de longa distância (WAN), do inglês Wide Area Network, é uma tecnologia que conecta computadores em uma grande área de abrangência, como cidades, estados ou países. Esse tipo de rede faz a conexão de diversas redes locais (LAN), permitindo o compartilhamento de informações e dados entre dispositivos conectados.
As redes de longa distância surgiram em 1965, conectando computadores em dois estados dos Estados Unidos da América.
Com o passar do tempo, o crescimento das redes WAN se tornou fundamental para o compartilhamento de informações entre empresas de diferentes localidades, e usuários domésticos com computadores pessoais. Exemplos de rede WAN: internet, redes corporativas, caixas eletrônicos.
Local Area Network (LAN)
A rede de área local (LAN), do inglês Local Area Network, é uma tecnologia que conecta dispositivos em uma pequena área, como uma casa, apartamento ou edifício, por meio de fios. O funcionamento das redes LAN é feito por meio de roteadores ou switches, conectando computadores em uma mesma rede.
As primeiras redes de área local (LAN) foram desenvolvidas no final da década de 1970 para atender a necessidade de universidades e laboratórios de pesquisa. A tecnologia se popularizou e passou a ser utilizada no ramo empresarial e doméstico, para a troca de arquivos ou informações entre dispositivos de uma mesma localidade.
Personal Area Network (PAN)
A rede de área pessoal (PAN), do inglês Personal Area Network, é uma rede que permite conectar dispositivos que estiverem próximos um do outro, podendo ser com fio ou sem fio.
Diferente das redes de área local, as redes PAN não se conectam diretamente à internet. Porém, dispostivos dentro de uma rede PAN podem se conectar com redes LAN ou WLAN. Exemplos de rede PAN: Bluetooth, USB e Thunderbolt.
Metropolitan Area Network (MAN)
A rede de área metropolitana (MAN), do inglês Metropolitan Area Network, é uma tecnologia utilizada em grandes centros, como metrópoles, porém com área de abrangência menor do que as redes de longa distância (WAN).
O funcionamento das redes MAN é feito por diversas redes LAN conectadas, muitas vezes por cabos de fibra óptica. As redes MAN podem ser utilizadas para conectar escritórios de empresas em bairros ou cidades próximas, por provedores de internet local, além de centros universitários.
Campus Area Network (CAN)
A rede de área de campus (CAN), do inglês, Campus Area Network, é a infraestrutura que conecta uma série de redes locais (LAN) em uma área específica, como os campi universitários, industrias, corporações e até mesmo bases militares.
Esse tipo de rede usa conexão própria, possuindo todos os equipamentos necessários para funcionamento, sem depender de provedores externos.
Quais são as redes de computadores baseadas em topologia ou arquitetura?
Redes de característica cliente-servidor e P2P (Peer-to-peer) são exemplos de infraestruturas baseadas em arquitetura. Entenda as características de cada rede a seguir.
P2P
A rede P2P (peer-to-peer) é uma rede de computador na qual não existe uma hierarquia, visto que todos os dispositivos conectados são considerados pares, mantendo as mesmas responsabilidades e funcionalidades.
Cada computador é, ao mesmo tempo, cliente e servidor, aumentando a resistência a falhas, por exemplo. Tecnologias como torrent e blockchain, no uso de criptomoedas, são exemplos de redes P2P.
Cliente-servidor
Cliente-servidor é o modelo mais comum de rede de computador. Esse tipo de rede separa as responsabilidades, sendo o servidor o responsável por fornecer informações, serviços e aplicações.
Já o cliente é o dispositivo usado pelo usuário, como smartphones, tablets e PCs, que solicita as informações do servidor. Grande parte do que vemos na internet usa este modelo, seja no uso de redes sociais ou streaming de vídeo, por exemplo.
Quais são as redes de computadores baseadas em natureza ou funcionalidade?
Também é possível dividir as redes de computadores por funcionalidade, sendo algumas públicas, outras privadas e até mesmo usadas no armazenamento de informações como uma Storage Area Network (SAN), por exemplo.
Virtual Private Network (VPN)
Uma rede privada virtual (VPN), do inglês Virtual Private Network, é uma tecnologia de conexão que permite aos usuários acessarem redes privadas e compartilharem dados pela internet de forma segura.
Um dos principais propósitos das VPNs é permitir que colaboradores e dispositivos de uma empresa acessem a rede interna da sede de qualquer lugar do mundo. Isso é feito por meio da internet, sem a necessidade de uma conexão física dedicada entre os pontos de acesso.
Já no uso doméstico, a VPN costuma ser usada para acessar a internet por meio de uma rede diferente da usada normalmente. Esse tipo de conexão é útil para se conectar a servidores de VPN localizados em outros países, por exemplo.
Aplicativo de VPN para celular (Imagem: Divulgação/Surfshark)
Rede pública
Uma rede de computador pública é aquela na qual qualquer usuário pode se conectar, desde que esteja sem senha ou funcione por meio de cadastro prévio. As redes públicas são consideradas menos seguras do que as redes privadas, já que qualquer usuário pode ter acesso.
É comum que supermercados, shoppings e aeroportos ofereçam redes públicas para clientes. Alguns estabelecimentos, porém, exigem que o usuário faça o cadastro com dados pessoais para ter acesso à conexão.
Rede privada
Uma rede privada exige senha para ter acesso à conexão com a internet. Esse tipo de rede de computador é mais segura que as redes públicas, visto que é possível ter controle sobre quem acessa as informações, além do uso de protocolos adicionais de segurança. Wi-Fi doméstico, redes corporativas e VPNs são alguns exemplos de redes privadas.
Storage Area Network (SAN)
A rede de área de armazenamento, do inglês Storage Area Network, é uma tecnologia que permite armazenar dados em rede, conectando servidores, software e serviços de uma organização. Dessa forma, é possível ter um espaço dedicado a uma grande quantidade de dados, aprimorando o gerenciamento dessas informações.
O uso da rede SAN é comum em bancos de dados, sistemas empresariais como SAP e ERP, além de empresas de e-commerce.
Qual é a diferença entre as redes WAN, MAN e LAN?
A rede WAN é capaz de conectar diversas pessoas ao redor do mundo através da internet. Esse tipo de conexão é a que abrange uma maior área de conexão entre todas as redes existentes, sendo feita a partir de diversas redes LAN ou WLAN conectadas.
Uma rede LAN permite conectar apenas dispositivos que estejam sob uma mesma rede, seja com fio ou sem fio, como computadores, tablets ou smartphones.
Já uma rede MAN permite a conexão de aparelhos que estejam em uma área do tamanho de uma metrópole, como bairros e cidades.
Enquanto a rede WAN conecta pessoas em todo o mundo e a rede LAN conecta dispositivos sob uma mesma rede, a rede MAN é usada por empresas que possuem filiais próximas e provedores locais de internet, por exemplo.
Qual é a diferença entre rede pública e rede privada?
Rede pública é um tipo de rede de computador que pode ser acessada por qualquer usuário, sem a exigência de uma senha. Pela falta de necessidade de credenciais, sua segurança é menor em comparação com as redes privadas.
Já uma rede privada é aquela na qual o administrador consegue controlar quem tem acesso. Redes corporativas, domésticas ou servidores são exemplos de redes privadas, visto que exigem senha para ter acesso às informações.
Usar cheats em Stardew Valley é uma forma de evoluir rapidamente no jogo, acelerando a conquista de recursos, como dinheiro, itens e até mesmo evoluir sua casa para uma mansão, por exemplo.
Você pode também fazer personalizações, avançar no tempo e adicionar animais diretamente pelo chat do jogo, basta ativar o uso dos códigos nas configurações do seu save.
A seguir, veja como ativar os códigos em Stardew Valley e conheça todos os cheats disponíveis no jogo.
Stardew Valley é um jogo que simula a vida no campo (Imagem: Reprodução/ConcernedApe)
Para ativar os códigos em Stardew Valley é necessário ter o jogo instalado a partir da versão 1.6.9. Veja abaixo como usá-los no PC.
1. Acesse o arquivo do jogo no PC
É necessário acessar os arquivos de salvamento do Stardew Valley no computador pelo seguinte caminho:
Windows: %appdata%\StardewValley\Saves;
Mac: ~/.config/StardewValley/Saves
Acesse as pastas do jogo para ativar os códigos em Stardew Valley (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Abra o save da sua campanha pelo bloco de notas
Clique duas vezes no arquivo com o nome da sua fazenda no Stardew Valley para abrir. Selecione o bloco de notas e vá em “Só uma vez” para continuar.
Abra o save do jogo pelo bloco de notas (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Pressione “Ctrl + F” para encontrar um código específico
É necessário encontrar o comando “allowChatCheats“. Vá até “Localizar” e pesquise pelo código.
Procurando pela seção de ativação de códigos no bloco de notas (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
4. Ative os códigos em Stardew Valley
Assim que encontrar a seção, mude de “False” para “True“. Vá até “Arquivo” e salve para confirmar.
Alterando a linha de código em Stardew Valley para ativar os códigos no jogo (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
5. Abra o chat do jogo para usar os códigos em Stardew Valley
Volte ao jogo e abra o chat pressionando “T“. Na sequência, digite o código que deseja usar e pressione “Enter“.
Verifique se os códigos já podem ser usados no jogo (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O procedimento é similar em outros dispositivos, como Android ou iPhone. É necessário abrir o arquivo do jogo em algum gerenciador de arquivos de sua preferência, procurar pelo código “allowChatCheats” e mudar de “False” para “True”.
Caso não seja possível pelo smartphone, basta enviar o seu arquivo de salvamento para o computador, editá-lo, e adicioná-lo novamente na pasta raiz do jogo.
Já em consoles, ainda não é possível ativar os códigos de Stardew Valley.
Códigos de Stardew Valley
Os códigos de Stardew Valley seguem dois formatos principais:
Ações diretas: Ex: /money 500
Comandos de depuração: Ex: /debug [comando]
Você pode adicionar novos recursos financeiros, ítens importantes, fazer mudanças de tempo e até evoluir sua casa no jogo. Caso busque por algum código específico, basta pressionar “Ctrl + F” neste artigo para procurar.
Atenção!
Alguns comandos exigem que você insira um valor específico no lugar do “#”.
Exemplo: /money [#] -> /money 500
Veja, abaixo, todos os códigos de Stardew Valley.
Códigos de recursos
Código
Resultado
/gold
Adiciona 1.000.000 de ouro.
/money [#]
Define seu dinheiro para o valor exato inserido (não acumula).
/backpack 36
Atualiza a mochila para o tamanho máximo.
/debug newmuseumloot
Adiciona itens de museu não doados ao seu inventário.
/debug clear
Esvazia o inventário.
/debug setupbigfarm
Adiciona construções (coops, celeiros, estábulo, moinho, silo), animais, colheitas e ferramentas de produção à fazenda.
/debug cooking
Desbloqueia todas as receitas de culinária.
/debug crafting
Desbloqueia todas as receitas de fabricação.
/debug skullkey
Obtém a Chave de Caveira.
/debug specials
Adiciona itens especiais à sua carteira.
/debug clearspecials
Remove itens especiais da sua carteira.
/debug invincible
Ativa a invencibilidade.
/debug heal
Cura.
/debug energize
Ganha a energia total.
/debug walnut
Ganha Nozes Douradas.
/debug die
Morre.
Códigos de itens e objetos (por consulta)
Código
Resultado
/debug iq ALL_ITEMS
Abre uma janela com todos os itens do jogo.
/debug iq ALL_ITEMS (W)
Filtra por armas.
/debug iq ALL_ITEMS (T)
Filtra por ferramentas.
/debug iq ALL_ITEMS (BC)
Filtra por grandes itens.
/debug iq ALL_ITEMS (F)
Filtra por mobília.
/debug iq ALL_ITEMS (WP)
Filtra por papéis de parede.
/debug iq ALL_ITEMS (FL)
Filtra por pisos.
/debug iq ALL_ITEMS (B)
Filtra por sapatos.
/debug iq ALL_ITEMS (P)
Filtra por calças.
/debug iq ALL_ITEMS (S)
Filtra por camisetas.
/debug iq ALL_ITEMS (H)
Filtra por chapéus.
/debug iq ALL_ITEMS (TR)
Filtra por bugigangas.
Cheats de itens e objetos (por ID)
Use o comando /debug item [ID] [Quantidade] [Qualidade] para escolher a quantidade e a qualidade dos itens, sendo 0 (Base), 1 (Prata), 2 (Ouro), 4 (Irídio).
Sendo “388” o código da madeira e “999” a quantidade do item que deseja gerar no inventário. É possível encontrar os códigos de identificação nesta página. Veja, abaixo, códigos de itens comuns em Stardew Valley.
Pedra: 390
Madeira: 388
Madeira de Lei: 790
Argila: 330
Ervas daninhas: 0
Carvão: 382
Barra de Cobre: 334
Barra de Ferro: 335
Barra de Ouro: 336
Barra de Irídio: 337
Iniciador de Grama: 297
Cerca de Pedra: 323
Cerca de Madeira: 322
Portão: 325
Enxada de Irídio: (T)IridiumHoe
Machado de Irídio: (T)IridiumAxe
Picareta de Irídio: (T)IridiumPickaxe
Vara de Irídio: (T)IridiumRod
Regador de Irídio: (T)IridiumWateringCan
Códigos de tempo
Código
Resultado
/debug pausetime
Pausa ou retoma o tempo.
/debug time [Valor 0000]
Muda para uma hora específica (relógio de 24h).
/debug addhour
Adiciona uma hora.
/debug addminute
Adiciona 10 minutos.
/debug day [#]
Muda para o dia específico na estação.
Códigos de personalização
Código
Resultado
/debug dyepants
Abre a janela para mudar as cores das calças.
/debug dyeshirt
Abre a janela para mudar as cores das camisetas.
/debug customization
Abre a janela de criação de personagem.
/debug renovate
Abre a janela de renovação da Robin.
/debug houseupgrade [#]
Melhora a casa (valores de 0 a 3).
/debug wall [ID]
Substitui todos os papéis de parede.
/debug floor [ID]
Substitui todos os pisos.
Códigos de habilidades
Para aprimorar habilidades específicas em Stardew Valley, use o comando: /debug levelup [ID da Habilidade] [#]. Cada habilidade tem o seguinte código de identificação:
0 (Agricultura);
1 (Pesca);
2 (Coleta de alimentos);
3 (Mineração);
4 (Combate).
Cheats de animais
Código
Resultado
/debug befriend animals [Experiência]
Aumenta a afeição dos animais (máx. +1000).
/animal [Nome]
Gera um animal bebê específico (ex: Chicken, Cow, Dinosaur, Pig).
/growanimals
Faz todos os animais no mapa se tornarem adultos.
/catchallfish
Adiciona todos os peixes à coleção.
/clearfishcaught
Remove todos os peixes da coleção.
Cheats de pessoas
Código
Resultado
/debug friendall
Maximiza a amizade com todos os aldeões.
/dating [Nome do NPC]
Muda o status para namorado/a.
/marry [Nome do NPC]
Muda o status para marido/esposa.
/makeex [Nome do NPC]
Termina o relacionamento romântico.
/clearcharacters
Remove todos os NPCs do mapa atual.
Códigos de deslocamento
Código
Resultado
/warphome
Teletransporta o jogador para casa.
/warpshop [Nome do NPC]
Teletransporta para a loja do NPC.
/debug speed [#Velocidade] [#Duração]
Dá um bônus de velocidade por um tempo determinado em segundos.
Como ver ID de itens do Stardew Valley
Você pode acessar a página completa no GitHub feita pela comunidade do jogo para visualizar os códigos de identificação de todos os itens de Stardew Valley.
Além disso, o código /debug getindex [nome do item] busca o ID pelo nome do item. Exemplo: /debug getindex wood, fornecerá o código específico da madeira.
A seguir, conheça alguns IDs de itens famosos no jogo.
Item
ID
Pale Ale (Cerveja Amanteigada)
303
Papoula
376
Madeira de Lei
709
Bagre
143
Albacora
705
Esturjão
698
Beterraba
284
Achigã
136
Caviar
445
Argila
330
Cioba
150
Carpa da Meia-Noite
269
É permitido usar códigos em Stardew Valley?
Sim, Stardew Valley é um jogo eletrônico que permite o uso de códigos e cheats, assim como The Sims 4, GTA San Andreas e GTA 5, sem causar banimento dos jogadores. O uso dos códigos foi liberado pelo desenvolvedor do jogo na versão 1.6.9.
Data Mining é uma etapa da ciência de dados na qual se explora grandes volumes de dados em busca de insights valiosos para uma empresa, por exemplo.
Esse processo é importante para verificar padrões, prever comportamentos e transformar dados brutos em informações que possam ser importantes para o desenvolvimento de uma organização.
A mineração de dados é fundamental para diferentes áreas da sociedade, como a econômica, agricultura, saúde e serviços de telecomunicações. A seguir, entenda em detalhes o que é Data Mining, como funciona e suas aplicações.
Mineração de dados é uma etapa da ciência de dados (Imagem: Marko Ahtisaari/Flickr)
O Data Mining é o processo de exploração de grandes quantidades de dados em busca de padrões ou relações que podem ser transformadas em informações úteis para empresas e organizações.
Assim, a mineração de dados se torna essencial do ponto de vista de negócios, embora exija um grande conjunto de ferramentas dedicadas para a apropriada identificação dos dados desejados.
O que significa “Data Mining”?
Data Mining significa “Mineração de dados”, em tradução para o português. O termo se refere ao processo de verificação de grandes volumes de dados (Big Data), para verificar se existem padrões e correlações. Dessa forma, é possível transformar esses dados em informações valiosas para o crescimento de empresas e organizações.
Para que serve a mineração de dados?
O objetivo principal do Data Mining é transformar dados brutos em novos conjuntos de dados, de modo a identificar tendências e comportamentos.
Dessa forma, é possível definir estratégias comerciais para o crescimento de uma empresa, por exemplo, excluindo dados considerados inúteis daqueles que realmente impactam no negócio.
Com a mineração de dados, é possível analisar o comportamento passado dos consumidores para antecipar e prever cenários futuros.
Como funciona a mineração de dados?
O Data Mining é feito usando técnicas computacionais e ferramentas próprias para a transformação desses dados em informação útil para as empresas.
A mineração depende de dados previamente tratados, muitas das vezes pelo processo conhecido como ETL (Extract, Transform e Load) — ou Extrair, Transformar e Carregar, em tradução para o português.
Assim, transformar os dados importantes em informação é fundamental para ter uma visão mais ampla do que está ou não funcionando, de fato.
Power BI é uma ferramenta da Microsoft usada para visualizar dados tratados (Imagem: Divulgação/Microsoft)
O primeiro passo é extrair todos os dados necessários de diferentes fontes, como bancos de dados SQL, Data Lake ou Data Warehouse, por exemplo. Na sequência, o profissional envolvido na mineração precisa transformar esses dados brutos em informações que possam ser importantes para o negócio.
O último passo é carregar os dados relavantes em um novo repositório para que o Data Mining seja realizado, identificando padrões, classificando comportamentos de usuários e prevendo resultados.
São utilizadas ferramentas próprias como Python e algorítmos de Machine Learning, além do Microsoft Power BI ou Tableau para a descoberta de padrões, correlações e análise de dados. É importante aplicar algorítmos e técnicas de classificação para gerar insights e relatórios sobre o que esses dados dizem.
Quais são as principais técnicas de mineração de dados?
A mineração de dados exige que algumas das seguintes técnicas sejam aplicadas:
Associação: técnica de mineração de dados que se baseia na associação de um dado e outro. Mede qual a frequência e probabilidade de duas informações ocorrerem juntas, como a compra de dois itens. É usado para analisar dados de venda cruzada em marketplaces, por exemplo;
Agrupamento: técnica não supervisionada de mineração de dados que busca encontrar padrões. O algorítmo analisa os dados e faz o agrupamento de itens semelhantes, que diferem de outros grupos;
Classificação: técnica supervisionada de mineração de dados na qual o sistema faz a classificação de dados baseados em categorias já rotuladas previamente;
Regressão: técnica de mineração de dados usada para prever valores exatos. Útil para analisar variáveis e traçar uma linha de tendência;
Detecção de anomalias: técnica usada para detectar dados que fogem do comum em um conjunto de dados;
Análise de sequência: técnica para identificar padrões em determinado espaço de tempo;
Análise preditiva: técnica que envolve agrupamento, regressão e classificação em busca de identificar probabilidades futuras. Usa dados históricos para prever o que pode ocorrer baseado no que já aconteceu;
Árvore de decisão: técnica que separa os dados em formato de árvore, os dividindo em ramificações até a chegada em um resultado final;
Redes neurais e Deep Learning: técnicas que utilizam camadas de processamento de dados para identificar padrões. É uma evolução no Data Mining, visto que é capaz de processar uma grande quantidade de dados em tempo menor;
Redes neurais artificiais são modelos de machine learning (Imagem: BrianPenny/Pexels)
Quais são os exemplos de aplicações de Data Mining?
O Data Mining pode ser aplicado à grande maioria dos setores da sociedade. Veja abaixo exemplos de aplicações da mineração de dados:
Setor financeiro: uso de Data Mining para identificação de fraudes e análise de crédito, por exemplo;
Agricultura: detecção de pragas, previsão de produtividade em período de safra, zoneamento e análise climática;
Marketing e e-commerce: profissionais fazem mineração de dados para identificar padrões de consumo, segmentar clientes e aumentar vendas. Também é usado para fazer recomendações de produtos;
Medicina: uso de tecnologia para fazer diagnósticos, otimizar recursos de hospitais e fazer a previsão de doenças e tratamentos;
Seguradoras: análise de risco para definir valores de apólice aos contratantes;
Telecomunicações: uso da tecnologia para prever sobrecargas em servidores, demanda por novos serviços e analisar padrões de uso de rede por usuários;
Qual é a diferença entre Data Mining e Data Warehouse?
Data Mining é o processo de análise de grandes quantidades de dados que estão localizados em um Data Warehouse, ou em outras fontes de dados. O principal objetivo da mineração é obter insights para o desenvolvimento de um negócio ou organização.
Já o Data Warehouse é um sistema de armazenamento de dados. Agrupa dados de diferentes fontes de maneira padronizada para facilitar análises, visto que em um Data Warehouse todos os dados já passaram pelo processo de ETL (Extract, Transform e Load).
Tim Berners-Lee foi o criador da World Wide Web (WWW), além de outras tecnologias fundamentais para o desenvolvimento da internet que conhecemos.
O físico nasceu em Londres e atuou na Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN) nos anos 80, época na qual desenvolveu o primeiro servidor e página web baseada em texto.
Tecnologias como o HTTP, HTML, URL, além da fundação do W3C são algumas contribuições de Tim Berners-Lee para a sociedade. A seguir, conheça mais detalhes sobre a história do cientista da computação conhecido como “pai da web”.
Tim Berners-Lee é um físico e cientista da computação britânico conhecido como o “pai da web”, devido à criação da World Wide Web (WWW) e outras tecnologias (HTTP, HTML e URL).
Berners-Lee trabalhou no CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), além de ser professor no MIT. Em 1989, o cientista criou um sistema de gerenciamento de informações para que outros cientistas pudessem acessar documentos e informações do laboratório.
Posteriormente, desenvolveu o primeiro servidor, primeiro navegador e o primeiro site da web: https://info.cern.ch/
Tela do primeiro site criado na Web, usado no CERN (Imagem: Reprodução)
O físico britânico garantiu que a internet fosse gratuita e aberta a todos, deixando de patentear sua invenção. Além disso, fundou o W3C (World Wide Web Consortium) que garante toda a padronização da web que conhecemos.
Tim Berners-Lee foi condecorado com o título de “Sir” pela Rainha Elizabeth II em 2004, além de vencer o prêmio Turing em 2016, considerado o Prêmio Nobel da Computação. O físico lidera o projeto Solid, que busca permitir que os usuários voltem a ter controle total dos dados que estão nas mãos das big techs.
Onde Tim Berners-Lee nasceu?
Tim Berners-Lee nasceu em Londres, na Inglaterra, no dia 8 de junho de 1955. O britânico é filho de Conway Berners-Lee e Mary Lee Woods, também cientistas da computação.
Qual é a formação de Tim Berners-Lee?
Tim Berners-Lee formou-se em física pelo The Queen’s College, em Oxford, de 1973 a 1976. Na infância, o britânico estudou na escola primária Sheen Mount e na Emanuel School em Londres, de 1969 a 1973. Tim atuou como cientista da computação, além de ser docente no MIT.
The Queen’s College (Imagem: John Cairns)
Quais foram as criações de Tim Berners-Lee?
Conhecido como o “pai da internet”, Tim Berners-Lee contribuiu para o surgimento da web com as seguintes criações:
World Wide Web (WWW): Tim Berners-Lee criou a World Wide Web em 1989, enquanto trabalhava no CERN. A ideia do físico era criar um sistema de gerenciamento e compartilhamento de informações entre os cientistas do laboratório de partículas;
HTML (HyperText Markup Language): O HTML foi criado por Tim Berners-Lee em 1991 para resolver problemas de comunicação entre os cientistas do CERN. No entanto, foi adotado como padrão em páginas web com a popularização da internet;
HTTP (Hypertext Transfer Protocol): Tim Berners-Lee inventou o HTTP também na década de 90, com o objetivo de automatizar o compartilhamento de informações entre os cientistas da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN);
URL/URI: URL e URI foram criados por Tim Berners-Lee no início da década de 90 para que a web funcionasse. Dessa forma, o esquema de endereçamento baseado em links foi desenvolvido para que cada página tivesse um endereço único.
Primeiro navegador web: O WorldWideWeb foi o primeiro navegador web desenvolvido — renomeado para Nexus, posteriormente. Tim Berners-Lee programou o software em um computador NeXT. Tim também desenvolveu funcionalidades de edição para que qualquer pessoa pudesse editar uma página web.
Primeiro servidor: Tim Berners-Lee desenvolveu o primeiro servidor, o CERN httpd. Sua criação foi necessária para que os documentos do laboratório de partículas pudessem ser acessados por qualquer computador conectado. Antes, os arquivos ficavam isolados em computadores específicos;
W3C (World Wide Web Consortium): O W3C é uma organização internacional de padronização da rede, fundada por Tim Berners-Lee em outubro de 1994. O consórcio estabelece padrões técnicos fundamentais para diferentes navegadores e dispositivos, assegurando que o conteúdo digital seja interpretado de forma consistente em qualquer plataforma.
Por que Tim Berners-Lee criou a World Wide Web (WWW)?
A World Wide Web (WWW) foi criada para atender a uma demanda do CERN, o maior laboratório de física de partículas do mundo. Na época, era necessário o compartilhamento de informações e documentos entre cientistas do laboratório, de universidades e outros institutos ao redor do mundo.
Dessa forma, Tim Berners-Lee criou uma rede descentralizada de hipertexto para que os cientistas pudessem acessar os dados globalmente. A invenção do físico britânico criou todo um ecossistema digital, quebrando barreiras geográficas e permitindo a criação da web como conhecemos.
iPhone 15 tem câmera de 48 MP, tela OLED e chip A18
iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
O iPhone 15 é o smartphone de entrada da Apple que conta com duas câmeras traseiras, sendo a principal com 48 MP e a secundária uma ultrawide de 12 MP. O celular é capaz de gravar vídeos em 4K a 60 quadros por segundo até mesmo pela câmera frontal de 12 MP.
O telefone tem uma tela de 6,1 polegadas com tecnologia Super Retina XDR OLED, além da proteção Ceramic Shield contra impactos. O display do iPhone 15 traz brilho máximo de 2.000 nits e já oferece a Dinamic Island, que exibe notificações em tempo real aos usuários.
Por se tratar do modelo de entrada da Apple, o iPhone 15 tem desempenho inferior aos modelos Pro e Pro Max. Seu processador é um Apple A16 Bionic que garante boa otimização com 6 GB de memória RAM disponível. O modelo de 128 GB pode ser comprado na Black Friday do Mercado Livre por R$ 3.644,10 no Pix com cupom de R$ 250.
Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
O smartphone é equipado com uma bateria de 3.349 mAh, característica que pode exigir mais de uma carga por dia. Vale lembrar que a Apple não fornece o carregador do celular na caixa, sendo preciso comprá-lo separadamente.
O iPhone 15 é um celular leve, pesando cerca de 170 gramas em razão de sua estrutura de alumínio e vídro na parte traseira. Essa característica garante certificação IP68 de resistência a água, podendo resistir a mergulhos de até 3 metros de profundidade.
No quesito conectividade, o modelo traz conexão 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, NFC, sensor Face ID e suporte para eSIM. O iPhone 15 sai da caixa com o iOS 17 e receberá mais 5 grandes atualizações do sistema operacional.
O Galaxy S25 (128 GB) está em oferta na Black Friday do Mercado Livre. O celular top de linha da Samsung está sendo vendido por R$ 3.356,54 no Pix com cupom de R$ 300 de desconto no ato da compra. O valor atual representa uma redução de 52% do preço de lançamento de R$ 6.999.
Galaxy S25 tem tela AMOLED de 120 Hz e Snapdragon 8 Elite
Galaxy S25 possui tela de 6,2 polegas com resolução Full HD+ / (imagem: Thássius Veloso – Tecnoblog)
O Galaxy S25 é um smartphone premium da Samsung com tela de 6,2 polegadas com tecnologia AMOLED Dinâmico 2X, resolução de 1080×2340 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. Essas características representam alta fidelidade de detalhes na exibição de fotos, vídeos e jogos, principalmente pela fluidez oferecida pela taxa de atualização.
O celular tem acabamento em alumínio e traseira em vidro Gorilla Glass Victus 2, tecnologia que também está presente do display e que garante boa proteção contra quedas e arranhões. Com o Galaxy S25, o usuário tem alto desempenho em multitarefas e recursos de IA, graças ao processador Snapdragon 8 Elite e 12 GB de memória RAM.
As câmeras do smartphone garantem fotografias e vídeos em alta definição. O Galaxy S25 conta com três lentes traseiras: grande-angular de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP. Dessa forma, é possível gravar vídeos em 8K com a câmera principal e até 4K com a lente da câmera frontal.
Galaxy S25 (imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
Sua bateria de 4.000 mAh é um ponto negativo, em comparação com o modelo S25 Ultra. O celular suporta carregamento de 25 W, além de ser compatível com carregamento sem fio e reverso, de 15 W e 4,5 W, respectivamente.
O Galaxy S25 Ultra (512 GB) está disponível por R$ 5.538 no Pix com cupom LIGABLACK na Black Friday da Amazon. O celular top de linha da Samsung tem processador de alto desempenho, câmera de 200 MP e tela grande, sendo vendido com 57% de desconto no preço de lançamento (R$ 12.999).
Galaxy S25 Ultra tem chip para Galaxy AI e bateria de longa duração
Galaxy S25 Ultra se destaca pela câmera principal de 200 MP (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy S25 Ultra é um smartphone premium da Samsung equipado com quatro câmeras: grande-angular de 200 MP, ultrawide + macro de 50 MP, periscópio de 50 MP e teleobjetiva de 10MP.
Com esse conjunto de lentes, o usuário é capaz de realizar fotografias com zoom óptico de 5x, além de realizar gravações em até 8K. Já sua câmera frontal de 12 MP permite vídeos em 4K.
O celular traz um display de 6,9 polegadas com tecnologia AMOLED Dinâmico de 2X, além de resolução Quad HD e taxa de atualização de 120 Hz. Dessa forma, é possível ter imagens em alta definição, além de uma maior nitidez e fluidez nas animações. O recurso HDR10+ também está disponível, trazendo melhorias no brilho e as cores de fotos e vídeos.
Com o processador Snapdragon 8 Elite for Galaxy e 12 GB de memória RAM, o usuário terá acesso a todos os recursos de inteligência artificial do Galaxy AI, além do armazenamento de 512 GB, que oferece bastante espaço para fotos e videos em alta resolução.
A capacidade de bateria do Galaxy S25 Ultra também é um dos pontos positivos. O aparelho conta com 5.000 mAh de bateria com suporte para carregamento rápido de 45 W, permitindo ir de 0 a 65% em somente 30 minutos.
Na parte de conectividade, o smartphone premium tem conexão 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3, UWB e NFC para pagamentos por aproximação. O modelo vem de fábrica com Android 15, mas receberá atualizações do sistema operacional até 2032.
O Galaxy S25 Ultra pode ser comprado por R$ 5.538 no Pix com cupom LIGABLACK na Black Friday da Amazon. O smartphone tem estrutura de titânio e acabamento traseiro em vidro Gorilla Glass, criando uma proteção reforçada contra quedas e eventuais impactos. Ele traz ainda certificação IP68 de resistência à água e poeira.
O Galaxy Tab S10 FE Plus está sendo vendido com 54% de desconto na Black Friday do Magazine Luiza. O tablet da Samsung pode ser comprado por R$ 2.375 no Pix, sendo que o preço de lançamento do produto foi de R$ 5.299.
Tab S10 FE Plus tem tela de 13,1″ e 8 GB de RAM
O Galaxy Tab S10 FE Plus é um tablet com display IPS LCD de 13,1 polegadas que oferece uma taxa de atualização de 90 Hz. Apesar de não contar com uma tela AMOLED, o dispositivo é capaz de proporcionar uma boa experiência de uso em redes sociais, leitura e navegação web, principalmente pela resolução de 2.880 x 1.800 pixels.
Assim como em outros dispositivos, o processador Exynos 1580 permite um desempenho razoavel em aplicativos de trabalho e de estudo, junto com 8 GB de memória RAM, suficiente para alguns jogos. O Tab S10 FE Plus também possui slot para cartão microSD, caso queira expandir a capacidade de armazenamento de 128 GB.
O tablet oferece algumas ferramentas de inteligência artificial, como o Circule para Pesquisar e o Assistente Matemático, que estão disponíveis via Galaxy AI e que funcionam também com a caneta S Pen.
Galaxy Tab S10 FE Plus (imagem: Divulgação)
Outro ponto positivo do Tab S10 FE Plus é sua bateria de 10.090 mAh, que promete durar até mais de um dia de uso. O tablet da Samsung suporta carregamento de 45 W, apesar da presença de um carregador de somente 15 W na caixa.
O aparelho não conta com tecnologia NFC, mas oferece certificação IP68 para resistência contra poeira e imersão em água por 1,5 metro, além de um design fino com apenas 6 mm de espessura.
Tablet da Samsung de 128 GB tem 55% de desconto e cupom disponível em oferta de Black Friday do Magalu. Dispositivo tem tela de 13,1", 8 GB de RAM e bateria de 10.090 mAh
O Motorola Edge 60 Neo está 46% mais barato na promoção de Black Friday do Mercado Livre. O smartphone por R$ 3.499 pode ser adquirido por R$ 1.889 no Pix, aplicando o cupom de R$ 300 de desconto no ato da compra. Lançado em 2025, o celular apresenta três câmeras traseiras e recursos de inteligência artificial.
Edge 60 Neo possui Moto AI e câmera com zoom óptico
O Motorola Edge 60 Neo é um smartphone equipado com três câmeras: uma lente grande-angular de 50 MP, uma teleobjetiva de 10 MP e outra ultrawide/macro de 13 MP. Assim, o celular é capaz de capturar imagens com zoom óptico de 3x, além de gravar vídeos em 4K tanto com as câmeras traseiras quanto com a frontal, de 32 MP.
Um dos diferenciais do Edge 60 Neo é a memória RAM de 12 GB ideal para multitarefas, mas que pode chegar a 24 GB por meio do RAM Boost. Seu processador é um MediaTek Dimensity 7400 que não decepciona em tarefas diárias, jogos intermediários e ferramentas de inteligência artificial, como o Moto AI.
Assim, o usuário tem acesso a recursos como “Anote Aí”, “O que rolou?”, “Guarde para Depois”, além de funcionalidades que potencializam o resultado final de suas fotografias.
A tela do Motorola Edge 60 Neo tem 6,4 polegadas de tamanho, tecnologia POLED e taxa de atualização de 120 Hz, que garante maior fluidez nas animações do display. Sua resolução é de 1.200 × 2.670 pixels e com brilho máximo de 3.000 nits, que funciona bem em ambientes mais claros.
A bateria de 5.200 mAh suporta carregamento de até 68 W, com promessa pela Motorola de uso para o dia inteiro com apenas sete minutos de recarga. Já em conectividade, traz Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC, para pagamentos por aproximação
O Motorola Edge 60 Neo de 256 GB por R$ 1.889 no Pix com o cupom inclui as certificações IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H que indicam uma forte resistência contra água e poeira. O smartphone sai de fábrica com o sistema Android 15 e promessa de quatro anos de atualizações pela fabricante.
O Galaxy S24 Ultra (256 GB) está sendo vendido por R$ 4.019 em até 12x sem juros com cupom AEBRBF20 no AliExpress. A oferta representa o menor preço histórico do smartphone, anunciado pela Samsung por R$ 9.999. O Galaxy S24 Ultra é um celular top de linha com câmera de 200 MP e tela AMOLED de 6,8 polegadas.
Galaxy S24 Ultra tem chip premium e bateria que carrega rápido
O Galaxy S24 Ultra é um smartphone que conta com quatro câmeras traseiras: grande-angular de 200 MP, periscópio de 50 MP, teleobjetiva de 10 MP e uma ultrawide + macro de 12 MP. Dessa forma, o usuário consegue realizar fotografias com zoom híbrido de 100x, além da possibilidade de gravar vídeos em 8K.
O smartphone da Samsung permite também gravações em 4K com a câmera frontal de 12 MP e HDR10+, que melhora aspectos visuais de fotos e vídeos. Sua tela conta com tecnologia AMOLED Dinâmico 2X, resolução Quad HD e taxa de atualização de 120 Hz, proporcionando imagens mais nítidas que os modelos convencionais.
Seu foco em desempenho é justificado pela presença de um processador Qualcomm Snapdragon 8 Gen 3 e 12 GB de memória RAM. Dessa forma, é necessário uma bateria com maior capacidade: são 5.000 mAh, compatível com carregamento rápido de 45 W, que permite que o dispositivo vá de 0 a 65% de carga em somente 30 minutos na tomada.
Galaxy S24 Ultra tem quatro câmeras traseiras (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A oferta de R$ 4.019 em até 12x sem juros é o menor preço histórico do Galaxy S24 Ultra já registrado pelo Tecnoblog. O celular também oferece conexão 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação.
Além disso, o smartphone receberá 7 grandes atualizações do sistema operacional até 2031, de acordo com a Samsung.
O ponto negativo do aparelho é seu peso de 232 gramas, mas que é justificado pela presença de componentes mais parrudos e sua estrutura de titânio e vidro traseiro. Oferecendo uma proteção avançada para eventuais acidentes, ele traz certificação IP68 de resistência à água e poeira.
Galaxy S25 FE tem câmera de 50 MP e bateria de longa duração
O smartphone intermediário-premium da Samsung conta com uma câmera principal de 50 MP, além de outras duas câmeras traseiras: uma ultrawide de 12 MP e outra teleobjetiva de 8 MP. Além disso, tem zoom óptico de 3x e capacidade de filmar em até 8K. A câmera frontal de 12 MP possui estabilização digital de imagem (EIS) e grava vídeos em 4K.
O dispositivo leva tela de 6,7 polegadas — maior que o S25 convencional — com tecnologia AMOLED Dinâmico 2X e taxa de atualização de 120 Hz. Dessa forma, é possível ter imagens detalhadas e animações com fluidez, combinadas com maior brilho e contraste de cor devido ao recurso HDR10+.
A bateria de 4.900 mAh também é um atrativo do Galaxy S25 FE, sendo superior ao antigo S24 FE (4.700 mAh). O celular suporta carregamento rápido de 45 W, apesar de incluir um carregador de somente 25 W na caixa.
Samsung Galaxy S25 FE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Seu processador é um Exynos 2400 que funciona com 8 GB de memória RAM. Assim como os atuais smartphones da Samsung, o Galaxy S25 FE é compatível com os recursos de inteligência artificial do Galaxy AI, permitindo editar fotos, vídeos e usá-lo como um assistente pessoal no dia a dia.
O smartphone pesa 190 gramas, tem estrutura de alumínio e traseira de vidro Gorilla Glass Victus+ com proteção contra quedas e eventuais impactos. Na oferta de Black Friday do Mercado Livre, o Galaxy S25 FE de 256 GB pode ser adquirido por R$ 3.125 no Pix com o cupom C3POM4AQU1.
No mais, o celular tem conexão 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Em razão da política de atualizações da Samsung, é possível ter suporte para updates de segurança e de novos recursos por até sete anos após a data de lançamento.
Saiba o que muda entre cada dispositivo premium da Samsung (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Galaxy S24 e o Galaxy S25 são dois smartphones premium da Samsung que apresentam características semelhantes, como design, tela e jogo de câmeras. No entanto, o modelo mais atual da empresa sul-coreana trouxe vantagens no desempenho do smartphone, introduzindo o chip Snapdragon 8 Elite.
Dessa forma, o Galaxy S25 apresenta algumas vantagens, principalmente em jogos pesados, aplicativos de edição e recursos de inteligência artificial. Já o Galaxy S24 é voltado para quem busca um celular ainda atual e de alto desempenho, mas com melhor custo-benefício.
A seguir, o Tecnoblog te explica quais são as diferenças entre os dois smartphones da Samsung.
Ficha técnica: Galaxy S24 vs Galaxy S25
Samsung Galaxy S24
Samsung Galaxy S25
Lançamento
Janeiro de 2024
Janeiro de 2025
Preço de lançamento
a partir de R$ 5.999
a partir de R$ 6.999
Tela
6,2″ AMOLED Dinâmico 2X, resolução de 1080 x 2340 pixels (FHD+) e taxa de atualização máxima de 120 Hz
6,2″ AMOLED Dinâmico 2X, resolução de 1080 x 2340 pixels (FHD+) e taxa de atualização máxima de 120 Hz
Processador
Exynos 2400 de 10 núcleos. GPU Samsung Xclipse 940 e NPU AI Engine
Qualcomm Snapdragon 8 Elite de 8 núcleos. GPU Adreno 830 e NPU Qualcomm Hexagon
Memória RAM
8 GB
12 GB
Armazenamento
128 GB, 256 GB ou 512 GB
128 GB, 256 GB ou 512 GB
Câmeras traseiras
Câmera grande angular de 50 MP (f/1.8), Câmera ultra-wide de 12 MP (f/2.2), Câmera teleobjetiva de 10 MP (f/2.4)
Câmera grande angular de 50 MP (f/1.8), Câmera ultra-wide de 12 MP (f/2.2), Câmera teleobjetiva de 10 MP (f/2.4)
Câmera frontal
Câmera grande angular de 12 MP (f/2.2)
Câmera grande angular de 12 MP (f/2.2)
Vídeo em até
Até UHD 8K @ 30 fps
Até UHD 8K @ 30 fps
Biometria
Reconhecimento facial e impressão digital na tela
Reconhecimento facial e impressão digital na tela
Bateria
4.000 mAh
4.000 mAh
Sistema de fábrica
One UI 6.1 baseado no Android 14
One UI 7 baseado no Android 15
Conectividade
5G, 4G, 3G, 2G, Wi-Fi 6e, Bluetooth 5.3, NFC e PC Sync
5G, 4G, 3G, 2G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4, NFC e PC Sync
Resistência à água
Sim, IP68 (profundidade máxima de um metro e meio por até 30 minutos)
Sim, IP68 (profundidade máxima de um metro e meio por até 30 minutos)
Dimensões
147 x 70,6 x 7,6 mm (A x L x E)
146,9 x 70,5 x 7,2 mm (A x L x E)
Peso
167 g
162 g
Cores
Violeta, creme, preto, cinza, verde, azul, laranja
Azul gelo, azul-marinho, prata, verde-menta, preto azulado
Qual é a diferença entre o Galaxy S24 e o Galaxy S25?
1. Design e construção
O Galaxy S24 é um smartphone premium da Samsung que tem as seguintes dimensões: 147 mm de altura, 70,6 mm de largura e 7,6 mm de espessura. O celular pesa 167 gramas, tem estrutura de alumínio e vidro traseiro em Gorilla Glass Victus 2, além de proteção IP68 para resistência à água e poeira.
Já o Galaxy S25 é um pouco mais leve que seu antecessor, pesando 162 gramas e sendo mais fino que o S24. O celular tem 146,9 mm de altura, 70,5 mm de largura e 7,2 mm de espessura, além de também ter corpo de alumínio e vidro Gorilla Glass Victus 2 na traseira. Os smartphones da Samsung estão disponíveis nas seguintes cores:
Galaxy S24: Violeta, creme, preto, cinza, verde, azul, laranja
Galaxy S25: Azul gelo, azul-marinho, prata, verde-menta, preto azulado
Galaxy S25 (Foto: Thássius Veloso / Tecnoblog)
2. Tela
O Galaxy S24 e Galaxy S25 apresentam as mesmas especificações de tela. Ambos os modelos contam com display de 6,2 polegadas com tecnologia AMOLED Dinâmico 2X, resolução de 1080 x 2340 pixels e taxa de atualização em 120 Hz.
Uma alta taxa de atualização proporciona uma experiência mais agradável em jogos, já que as imagens exibidas na tela terão uma fluidez maior, em comparação com modelos de 60 Hz.
Os celulares também trazem recursos que melhoram os aspectos visuais, como HDR10+ e Vision Booster, que mapeia os tons exibidos no display para maior uma visibilidade contra a luz. O HDR é uma tecnologia usada para melhorar aspectos visuais, sendo usado com frequência em filmes e séries para reproduzir uma maior gama de cores e nível de contraste.
Além disso, tanto o Galaxy S24 quanto o Galaxy S25 tem brilho máximo de 2.600 nits e tela com proteção Gorilla Glass Victus 2. Dessa forma, é possível ter uma alta visibilidade da tela em ambientes claros e proteção contra quedas e arranhões.
Galaxy S24 é o caçula da família S24, com apenas 6,2 polegadas (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
3. Processador e memória RAM
O Galaxy S24 é um smartphone equipado com processador Exynos 2400 de dez núcleos, que pode atingir velocidade máxima de até 3,2 GHz, além de GPU Xclipse 940 e uma NPU AI Engine. O celular tem 8 GB de memória RAM e é vendido em três opções de armazenamento: 128 GB, 256 GB e 512 GB.
Já o Galaxy S25 é um celular com processador Qualcomm Snapdragon 8 Elite, que pode atingir velocidade de até 4,47 GHz. O aparelho tem uma GPU Adreno 830 e uma NPU Qualcomm Hexagon, além de ter mais memória RAM que seu antecessor: 12 GB. O smartphone da Samsung também está disponível com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento.
Apresentação do Snapdragon 8 Elite no Galaxy S25 (Imagem: Divulgação/Qualcomm)
A principal diferença entre os dois smartphones é no desempenho, visto que o processador Snapdragon é mais poderoso e eficiente que a CPU Exynos. Além disso, o adicional de 4 GB de memória RAM do Galaxy S25 é fundamental para melhor execução de multitarefas, jogos pesados e recursos de inteligência artificial no próprio aparelho.
Segundo dados do AnTuTu Benchmark, o Galaxy S24 obteve 1.874.588 de pontuação, contra 2.664.921 do Galaxy S25. Essa pontuação representa a performance geral do aparelho após uma série de testes para medir o desempenho em diferentes áreas, como CPU, GPU e memória RAM.
4. Câmeras
O Galaxy S24 e o Galaxy S25 também são semelhantes no jogo de câmeras. Os smartphones trazem uma câmera grande-angular de 50 MP, uma câmera ultrawide de 12 MP e outra teleobjetiva de 10 MP. O usuário consegue gravar vídeos com resolução de até 8K a 30 quadros por segundo.
O mesmo acontece com a câmera frontal dos smartphones, já que os dois modelos contam com uma lente grande-angular de 12 MP que permite gravar em 4K a 60 quadros por segundo.
De acordo com a Samsung, a única diferença nesse quesito está no processamento das imagens. Com uma nova geração do ProVisual Engine, o software busca melhorar a qualidade de fotos tiradas em ambientes escuros usando inteligência artificial.
Galaxy S25 tem câmera tripla com sensor de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
5. Bateria e carregamento
O Galaxy S24 e o Galaxy S25 oferecem bateria de 4.000 mAh, assim como 25 W de potência máxima de carregamento, capaz de carregar 50% da bateria em 30 minutos. Ambos os modelos também são compatíveis com carregamento sem fio e reverso em outros dispositivos.
No entanto, o fato do Galaxy S25 possuir um processador Snapdragon 8 Elite faz ele ser um celular com maior eficiência energética durante o uso diário. De acordo com testes do PhoneArena, o Galaxy S24 tem estimativa de 16 horas de navegação com uma única carga, enquanto o Galaxy S25 é capaz de suportar mais de 18 horas de uso.
A principal diferença está na versão do Wi-Fi e do Bluetooth. Enquanto o Wi-Fi 6E do Galaxy S24 permite velocidades de até 9,6 Gb/s, o Wi-Fi 7 do S25 pode chegar a até 46 Gb/s.
Já o Bluetooth 5.4 presente no Galaxy S25 melhora aspectos da versão 5.3 (Galaxy S24), como a conectividade entre dispositivos com baixo consumo de energia.
7. Android e recursos
O Galaxy S24 é um smartphone que tem o Android 14 e interface One UI 6.1 como sistema operacional. Já o Galaxy S25 vem com o Android 15 e One UI 7 instalados. Segundo a Samsung, os smartphones receberão sete anos de atualização de segurança e de novos recursos, a partir da data de lançamento.
Dessa forma, os dois celulares são compativeis com os recursos de inteligência artificial oferecidos pela empresa sul-coreana. O usuário pode editar imagens, transcrever conversas, além de usar as ferramentas de tradução e interpretação de outros idiomas.
Galaxy S24 ou S25: qual smartphone comprar?
Decidir entre o S24 e o S25 vai depender das suas necessidades e do preço encontrado no varejo brasileiro, já que o diferencial dos modelos é seu desempenho, mas com outras características iguais, como tela e câmeras.
O Galaxy S24 é um celular da Samsung com design premium que oferece desempenho superior a outros modelos do mercado, além de bom conjunto de câmeras e capacidade de bateria. O smartphone é capaz de executar tarefas do dia a dia e jogos sem travamentos, além de ser compatível com tecnologias atuais, como 5G, NFC e Wi-Fi 6e.
O preço do Galaxy S24 também é uma vantagem em relação ao seu sucessor, podendo ser encontrado por a partir de R$ 2.998*.
Já o Galaxy S25 traz tecnologias mais atuais que garantem um desempenho mais alto, principalmente nos recursos de IA. A eficiência dos chips internos também permite ter um ganho extra de bateria durante o uso. O smartphone tem evoluções no Wi-Fi e Bluetooth, mas que podem ser imperceptíveis no dia a dia.
No entanto, a Samsung não apresentou melhorias significativas no conjunto de câmeras e na qualidade da tela, o que pode fazer muitas pessoas preferirem o modelo que estiver mais barato no mercado. O Galaxy 25 pode ser encontrado no varejo brasileiro por a partir de R$ 3.999*.
* Os preços foram consultados em 25 de novembro de 2025 e estão sujeito à variação conforme disponibilidade no varejo.
Quais são as vantagens do Samsung Galaxy S24?
A principal vantagem do Galaxy S24 é seu custo-benefício:
Custo-benefício: o Galaxy S24 tem características iguais ao Galaxy S25, mas com preço relativamente mais baixo. Isso é importante para aqueles usuários que não desejam um celular com desempenho muito acima da média, mas que preza por fotos e vídeos de alta qualidade, já que o conjunto de câmeras e a tecnologia de tela são as mesmas.
Quais são as vantagens do Samsung Galaxy S25?
O Galaxy S25 apresenta vantagens no desempenho, consumo de bateria e nos recursos adicionais:
Desempenho: o Galaxy S25 é superior em desempenho, graças ao processador Snapdragon 8 Elite e os 12 GB de memória RAM. Essas características fazem o smartphone da Samsung ser um dos mais rápidos do mercado, de acordo com testes do AnTuTu Benchmark;
Consumo de bateria: o Galaxy S25 tem a mesma capacidade de bateria do Galaxy S24, mas é mais eficiente em razão da CPU. Dessa forma, é possível usar o aparelho por mais tempo com uma única carga;
Recursos extras: o Galaxy S25 traz recursos adicionais em razão de ser o sucessor do S24. O modelo traz Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4, além de ferramentas de IA de fábrica com o Android 15 e a interface One UI 7.
Vale a pena trocar o Galaxy S24 pelo S25?
Decidir pela troca do Galaxy S24 pelo S25 depende dos interesses do usuário e do orçamento disponível. Se o consumidor deseja um celular mais poderoso para os próximos anos, além de um pouco mais de capacidade de bateria, a troca é válida. A linha S25 contempla os melhores celulares da Samsung, tendo o S25 Ultra como modelo principal.
No entanto, caso queira uma evolução nas tecnologias de foto, vídeo ou tela, a troca pode não fazer sentido, visto que a Samsung não apresentou melhorias significativas no Galaxy S25. O design dos celulares também é semelhante, apresentando variações de cor e pequenas diferenças no peso.
A capa do Galaxy S24 serve no Galaxy S25?
Sim, mas com pequenos problemas de ajustes. A capa do Galaxy S24 pode encaixar no Galaxy S25 devido ao design semelhante entre os dois smartphones.
Porém, os modelos apresentam dimensões diferentes, principalmente na espessura. Dessa forma, é provável que algumas capas do Galaxy S24 não se ajustem como o esperado no Galaxy S25.
O Huawei Watch GT 6 Pro está com o menor preço desde o seu lançamento por R$ 2.499. O relógio inteligente sai por R$ 1.799 no Pix na oferta de Black Friday do Mercado Livre, totalizando 28% de desconto no preço final.
Huawei GT 6 Pro traz corpo em titânio e tela AMOLED
Huawei GT 6 Pro faz o monitoramento de dados durante exercícios físicos (imagem: Divulgação)
O smartwatch da Huawei é um dos dispositivos mais resistentes do mercado, graças a sua caixa em liga de titânio.
O dispositivo traz ainda uma coroa giratória e botão lateral, além de uma tela com tecnologia AMOLED de 1,47 polegadas, resolução de 466 x 466 pixels e brilho máximo de 3.000 nits, que oferece boa visibilidade em locais com luz solar direta.
Com o Huawei Watch GT 6 Pro, o usuário consegue fazer o monitoramento da oxigenação do sangue, frequência cardíaca, temperatura corporal e ECG com aferição de sinais cardíacos.
O dispositivo conta com sistema operacional HarmonyOS 6.0 que garante total integração com Android e iPhone, diferente do que ocorre com os smartwatches de Apple e Samsung.
Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: Divulgação)
O aparelho também é resistente à água e poeira, graças a certificação IP69 capaz de suportar pressão de 5 ATM e até 40 metros de profundidade.
De acordo com a Huawei, o Watch GT 6 Pro é um wearable voltado para práticas esportivas devido à sua autonomia de bateria de até 40 horas no modo esporte. Para uso diário, o smartwatch é capaz de ficar 21 dias ligado com uma única carga.
O relógio inteligente também conta com GPS multibanda, Bluetooth 6.0 e NFC. Você pode adquirir o Huawei Watch GT 6 Pro por R$ 1.799 no Pix e garantir 28% de desconto na oferta de Black Friday do Mercado Livre.
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A Black Friday 2025 acontece no próximo dia 28. No entanto, o Tecnoblog acompanha de perto todas as ofertas disponíveis no varejo brasileiro desde o início da Black November. Siga os canais oficiais do Achados para não perder nenhuma oportunidade.
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O Galaxy Watch 8 LTE (40 mm) está disponível por R$ 1.889 no Pix na Black Friday da Amazon. O smartwatch da Samsung tem conexão celular própria, permitindo realizar chamadas ou usar dados móveis sem a presença de um smartphone. Atual lançamento da empresa sul-coreana, está com 43% de desconto sobre o preço de lançamento (R$ 3.299).
Galaxy Watch 8 tem sensores inteligentes e integração com Gemini
O Galaxy Watch 8 LTE é um smartwatch da Samsung que oferece um design mais fino em comparação com o modelo anterior (Galaxy Watch 7). O dispositivo tem 8,6 mm de espessura, formato quadrado, mas com cantos arredondados. O display possui tecnologia Super AMOLED e brilho máximo de 3.000 nits, ideal em ambientes mais claros.
Além disso, o relógio inteligente traz o sistema Wear OS 6 com One UI 8 Watch, oferecendo integração com o Gemini, a inteligência artificial do Google. Dessa forma, é possível executar tarefas mais complexas diretamente do smartwatch, como encontrar lugares e enviar mensagens para outras pessoas.
O Galaxy Watch 8 LTE também dispõe de sensores de pressão arterial, ECG, temperatura corporal, de oximetria e monitoramento de sono. Este último é capaz de entender o ciclo circadiano do usuário e fazer recomendações sobre o melhor horário para dormir.
Galaxy Watch 8 vem nas cores Grafite e Prata (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartwatch traz um processador Exynos W1000, 2 GB de memória RAM e 32 GB de armazenamento. Sua bateria também teve melhorias em relação ao Watch 7, tendo capacidade de 435 mAh e suporte a carregamento rápido sem fio de 10 W.
Além disso, o dispositivo da Samsung tem GPS de dupla frequência, certificação IP68 e padrão militar MIL-STD-810H como especificações de resistência. O modelo pode ser adquirido na Black Friday da Amazon por R$ 1.889 no Pix.
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A Black Friday em 2025 será no dia 28 de novembro, última sexta-feira do mês. Enquanto isso, acompanhe a cobertura do Achados com as melhores ofertas da Black November.
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Smartwatch da Samsung está em oferta na Black Friday da Amazon. Dispositivo apresenta tela Super AMOLED, bateria de 435 mAh, integração com Gemini e novo design.
Galaxy Watch 8 vem nas cores Grafite e Prata (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 16 de 256 GB está 40% mais barato que o preço original de R$ 8.599 no Esquenta Black Friday da Amazon. O celular top de linha da Apple está sendo vendido por R$ 5.193 no Pix, utilizando o cupom SMART200 no aplicativo da loja, e tem como destaques o processador A18 e o display OLED de 6,1 polegadas.
iPhone 16 tem tela OLED e chip de alto desempenho
O iPhone 16 é um smartphone premium da Apple que oferece uma tela de 6,1 polegadas com tecnologia Super Retina XDR OLED e resolução de 2.556 x 1.179 pixels.
O celular suporta tecnologias como HDR10 e Dolby Vision, que oferecem melhorias em imagens, vídeos, filmes e séries, principalmente em aplicativos de streaming. Além disso, seu display com tecnologia Ceramic Shield garante proteção contra quedas e arranhões.
O iPhone 16 também entrega boa visibilidade de tela em dias mais claros, graças ao brilho máximo de 2.000 nits.
Seu processador é um Apple A18 de 3 nanômetros que promete alto desempenho em multitarefas e jogos pesados, visto que a CPU é composta por seis núcleos de até 4.04 GHz de velocidade, além da GPU de cinco núcleos e 8 GB de memória RAM.
iPhone 16 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Já em relação às câmeras, o iPhone 16 conta com uma lente principal grande-angular de 48 MP com estabilização óptica e possibilidade de gravar videos em 4K a 60 quadros por segundo.
A câmera secundária do smartphone é uma ultra-angular de 12 MP, enquanto a câmera frontal é uma lente grande-angular de 12 MP que possui sensor 3D para o Face ID. O iPhone 16 não tem lente teleobjetiva.
A capacidade de bateria do smartphone da Apple é de 3.561 mAh, já compatível com o USB-C e MagSafe. O celular pode ser usado para pagamentos por aproximação em razão da presença da tecnologia NFC. O iPhone 16 conta também com Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.3 para conexões com outros dispositivos.
O aparelho ainda oferece certificação IP68, fornecendo proteção contra poeira e possibilidade de imersão a 6 metros em água por até 30 minutos. Você pode adquirir o iPhone 16 (256 GB) por R$ 5.193 no Pix, no Esquenta Black Friday da Amazon, utilizando o cupom SMART200 via aplicativo.
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A Black Friday 2025 acontece no próximo dia 28. No entanto, o Tecnoblog acompanha de perto todas as ofertas disponíveis no varejo brasileiro desde o início da Black November. Siga os canais oficiais do Achados para não perder nenhuma oportunidade.
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iPhone 16 de 256 GB está em oferta no semana da Black Friday da Amazon. Celular da Apple traz tela OLED de 6,1 polegadas, chip A18 e câmera principal de 48 MP com OIS
iPhone 16 na Apple Store (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Veja todas as diferenças entre os modelos da Samsung (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Galaxy S24 e o Galaxy S24 FE são dois smartphones premium da Samsung que se diferenciam principalmente em câmeras, capacidade de bateria e tamanho da tela — o que tem impacto direto no preço de lançamento dos produtos.
Por outro lado, os celulares têm semelhanças na tecnologia de tela, versão do sistema e quantidade memória RAM, entre outros pontos da ficha técnica.
A seguir, o Tecnoblog te explica como isso é possível e quais são as diferenças entre os dois smartphones da Samsung.
6,2″ AMOLED Dinâmico 2X, resolução de 1080 x 2340 (FHD+) e taxa de atualização máxima de 120 Hz
6,7″ AMOLED Dinâmico 2X, resolução de 1080 x 2340 (FHD+) e taxa de atualização máxima de 120 Hz
Processador
Exynos 2400 de 10 núcleos. GPU Samsung Xclipse 940 e NPU AI Engine
Exynos 2400e de 10 núcleos. GPU Samsung Xclipse 940 e NPU AI Engine
Memória RAM
8 GB
8 GB
Armazenamento
128 GB, 256 GB ou 512 GB
256 GB ou 512 GB
Câmeras traseiras
Câmera grande angular de 50 MP (f/1.8), Câmera ultra-wide de 12 MP (f/2.2), Câmera teleobjetiva de 10 MP (f/2.4)
Câmera grande angular de 50 MP (f/1.8), Câmera ultra-wide de 12 MP (f/2.2), Câmera teleobjetiva de 8 MP (f/2.4)
Câmera frontal
Câmera grande angular de 12 MP (f/2.2)
Câmera grande angular de 10 MP (f/2.4)
Vídeo em até
Até UHD 8K @ 30 fps
Até UHD 8K @ 30 fps
Biometria
Reconhecimento facial e impressão digital na tela
Reconhecimento facial e impressão digital na tela
Bateria
4.000 mAh
4.700 mAh
Sistema de fábrica
One UI 6.1 baseado no Android 14
One UI 6.1 baseado no Android 14
Conectividade
5G, 4G, 3G, 2G, Wi-Fi 6e, Bluetooth 5.3, NFC e PC Sync
5G, 4G, 3G, 2G, Wi-Fi 6e, Bluetooth 5.3, NFC e PC Sync
Resistência à água
Sim, IP68 (profundidade máxima de um metro e meio por até 30 minutos)
Sim, IP68 (profundidade máxima de um metro e meio por até 30 minutos)
Dimensões
147 x 70,6 x 7,6 mm (A x L x E)
162 x 77,3 x 8 mm (A x L x E)
Peso
167 g
213 g
Cores
Violeta, creme, preto, cinza, verde, azul, laranja
Azul, grafite, cinza e verde
Qual é a diferença entre o Galaxy S24 e o Galaxy S24 FE?
1. Design e construção
O Galaxy S24 é um celular premium da Samsung com estrutura de alumínio e a parte traseira em vidro. O smartphone pesa 167 gramas e tem as seguintes dimensões: 147 mm de altura, 70,6 mm de largura e 7,6 mm de espessura.
O aparelho conta com proteção IP68 de resistência à água e poeira e está disponível nas cores violeta, creme, preto, cinza, verde, azul e laranja.
Design do Galaxy S24 (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Já o Galaxy S24 FE também é um smartphone considerado premium que apresenta estrutura de alumínio e vidro na parte posterior. O celular pesa 213 gramas e tem dimensões maiores que o modelo convencional da Samsung, em razão do tamanho de sua tela.
O Galaxy S24 FE tem 162 mm de altura, 77,3 mm de largura, 8 mm de espessura e está disponível em azul, grafite, verde e cinza.
Além do tamanho, a principal diferença entre os modelos é a proteção da parte traseira. Enquanto o Galaxy S24 tem vidro em Gorilla Glass Victus 2, o Galaxy S24 FE traz a versão antecessora da tecnologia e um pouco menos resistente contra quedas: o Gorilla Glass Victus+.
Galaxy S24 FE é maior que o S24 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Os smartphones também trazem recursos que melhoram os aspectos visuais, como HDR10+ e Vision Booster, tecnologia que faz o mapeamento de tons para maior visibilidade contra a luz.
Esses recursos garantem uma boa exibição de fotos, filmes e séries, principalmente ao acessar aplicativos de streaming. Além disso, a taxa de atualização em 120 Hz proporciona uma boa experiência em jogos, com maior fluidez na animação dos personagens.
Galaxy S24 é o caçula da família S24, com apenas 6,2 polegadas (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A principal diferença entre os dois celulares da Samsung é o tamanho do display. O Galaxy S24 tem tela de 6,2 polegadas, já o painel do Galaxy S24 FE é maior: 6,7 polegadas. Por conta disso, a densidade de pixels do modelo S24 FE é menor, o que pode impactar na visibilidade de detalhes pequenos exibidos na tela.
O brilho máximo dos displays também é diferente. Enquanto o Galaxy S24 atinge pico de 2.600 nits, o modelo FE chega apenas a 1.900 nits. Essa diferença é perceptível ao usar o celular em ambientes mais claros, com a versão padrão do smartphone oferecendo melhor visibilidade.
No mais, as tecnologias de proteção de tela são as mesmas da parte traseira de cada smartphone: o Galaxy S24 usa Gorilla Glass Victus 2 e o Galaxy S24 FE, Gorilla Glass Victus+.
Galaxy S24 FE (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
3. Processador e memória RAM
O Galaxy S24 tem um processador Exynos 2400 de 10 núcleos — que pode atingir até 3,2 GHz de velocidade — acompanhado de uma GPU Xclipse 940 e uma NPU AI Engine. O smartphone é vendido com 8 GB de memória RAM em três versões: 128 GB, 256 GB e 512 GB.
Já o Galaxy S24 FE vem com um Exynos 2400e, também de 10 núcleos, mas com velocidade máxima de 3,1 GHz. Essa pequena redução na velocidade do clock, segundo a Samsung, otimiza a dissipação de calor no S24 FE, que tem sistema de resfriamento mais simples. O aparelho também conta com uma GPU Xclipse 940 e NPU AI Engine.
Assim como a versão padrão do smartphone, o modelo S24 FE tem 8 GB de RAM e pode ser encontrado também com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento.
Tela de início do Galaxy S24 FE (Imagem: Giovanni Santa Rosa / Tecnoblog)
O desempenho dos dois celulares da Samsung é semelhante, com uma leve vantagem para o Galaxy S24. De acordo com o AnTuTu Benchmark, o Galaxy S24 obteve 1.874.588 na pontuação de desempenho, contra 1.862.822 do Galaxy S24 FE.
Essa diferença pode ser imperceptível para uso diário, mas representa um ganho extra de desempenho em atividades pesadas, como jogos, aplicativos de edição de vídeo e ferramentas de inteligência artificial.
4. Câmeras
O Samsung Galaxy S24 oferece aos usuários um kit com três câmeras para uso distindo: uma câmera grande-angular de 50 MP, uma câmera ultrawide de 12 MP e outra teleobjetiva de 10 MP. Em vídeos, é possível chegar a resolução de até 8K a 30 quadros por segundo.
Já o Galaxy S24 FE também traz as câmeras grande-angular de 50 MP e ultrawide de 12 MP. Porém, o celular conta com uma lente teleobjetiva de 8 MP, inferior ao modelo padrão da Samsung.
Kit de câmeras do Galaxy S24 (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Apesar da leve diferença, isso significa que o Galaxy S24 tira fotos de pessoas ou objetos distantes com maior resolução, principalmente com zoom aplicado, segundo os testes feitos pelo DxOMarK.
O mesmo acontece com a câmera frontal dos smartphones. O modelo padrão da linha S24 oferece uma câmera grande-angular de 12 MP, enquanto o S24 FE tem uma lente de apenas 10 MP. Ambos os aparelhos permitem gravar videos em 4K a 60 quadros por segundo com a câmera frontal.
5. Bateria e carregamento
O Galaxy S24 é um smartphone que tem 4.000 mAh de capacidade de bateria e potência máxima de carregamento de 25 W, que permite carregar 50% da bateria em 30 minutos. O celular é compatível com carregamento sem fio e reverso.
Já o Galaxy S24 FE dispõe de uma bateria de 4.700 mAh de capacidade, com a mesma potência de carregamento: 25 W. O aparelho traz as mesmas tecnologias do modelo comum.
Essa diferença de bateria permite ao usuário três horas a mais de reprodução de músicas, mas apresenta o mesmo desempenho na reprodução de vídeos: entre 28 e 29 horas, de acordo com a Samsung.
Apesar do Galaxy S24 FE ter bateria maior ao ouvir músicas, a tela menor do Galaxy S24 compensa a capacidade de bateria ao assistir filmes e séries, por exemplo.
O Galaxy S24 e o Galaxy S24 FE saem de fábrica com o Android 14 e a interface One UI 6.1. De acordo com a Samsung, os smartphones terão suporte para atualizações até 2031, na versão 21 do Android. Ou seja, são sete anos de updates de segurança e de novos recursos, a partir da data de lançamento.
One UI 8 é compatível com os dos smartphones da Samsung (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Os celulares premium da Samsung têm suporte a recursos de inteligência artificial, com o Galaxy AI. Dessa forma, é possível editar imagens, vídeos e até transcrever conversas com a IA da marca.
Os smartphones também são compatíveis com o recurso de tradução simultânea em chamadas, intérprete de outros idiomas, além do assistente de navegação na web.
Galaxy S24 ou S24 FE: qual smartphone comprar?
Decidir entre o S24 e S24 FE vai depender especialmente do preço encontrado para cada aparelho, visto que eles têm configurações semelhantes.
O Galaxy S24 é um smartphone premium da Samsung que se destaca pela qualidade da tela, que conta com tecnologia AMOLED, além da taxa de atualização de 120 Hz.
Seu conjunto de câmeras também oferece fotografias e gravação de vídeos em alta qualidade. O celular permite pagamentos por aproximação e pode ser encontrado no varejo por a partir de R$ 2.998*.
O Galaxy S24 FE também é um smartphone premium e pode ser considerado um dos melhores celulares da Samsung, mas oferece desempenho um pouco inferior comparado ao modelo padrão. O celular também vêm com três câmeras traseiras, mas com a lente teleobjetiva com menos megapixels.
O Galaxy S24 FE tem melhor custo-benefício, já que traz boa capacidade de bateria, carregamento rápido e tela maior que a versão tradicional. O Galaxy S24 FE pode ser comprado por a partir de R$ 2.698*.
* Os preços foram consultados em 19 de novembro de 2025 e estão sujeito à variação conforme disponibilidade no varejo.
Quais são as vantagens do Samsung Galaxy S24?
O Galaxy S24 leva vantagem em qualidade de imagem, resistência, câmeras e desempenho:
Densidade de pixels maior: o Galaxy S24, por ter uma tela menor, oferece uma densidade de pixels maior. Isso pode impactar na visualização de detalhes pequenos exibidos na tela;
Brilho maior: o Galaxy S24 tem pico de brilho máximo de 2.600 nits, contra 1.900 nits do modelo S24 FE, o que significa uma melhor visualização de imagens em ambientes claros;
Tela mais resistente: o Galaxy S24 conta com tecnologia Gorilla Glass Victus 2, que dispõe de uma maior resistência contra quedas que o modelo S24 FE.
Processador mais potente: o Galaxy S24 é equipado com processador mais poderoso que a linha FE, de acordo com dados do AnTuTu Benchmark;
Câmeras teleobjetiva e frontal: o Galaxy S24 oferece mais megapixels nas câmeras teleobjetiva e frontal, preservando mais detalhes em fotografias e vídeos.
Quais são as vantagens do Samsung Galaxy S24 FE?
O Galaxy S24 FE da Samsung se destaca em tamanho de tela, bateria e preço. São vantagens:
Tela maior: o Galaxy S24 FE tem tela de 6,7 polegadas, maior que o modelo comum. Isso pode ser um fator decisivo para usuários que desejam um celular com essas características;
Maior capacidade de bateria: o Galaxy S24 FE também oferece mais capacidade de bateria (4.700 mAh), principalmente para o streaming de músicas;
Preço mais baixo: o Galaxy S24 FE é vendido por um preço mais baixo no varejo brasileiro, tendo um melhor custo-benefício aos consumidores.
Por que o Galaxy S24 FE é mais barato?
O Galaxy S24 FE foi lançado com menor preço em relação ao Galaxy S24 por conta da estratégia da Samsung de disponibilizar um celular premium com melhor custo-benefício.
Dessa forma, a empresa sul-coreana reduz o custo de alguns componentes internos e oferece algumas características superiores ao S24 — como tela maior e mais capacidade de bateria —, para que o preço final ainda seja mais baixo.
O que significa o “FE” do Samsung Galaxy S24 FE?
FE é a sigla para Fan Edition, e entre os celulares Samsung está sempre atrelada a um modelo de preço mais acessível da linha Galaxy S. O Galaxy S24 FE é o modelo Fan Edition da linha Galaxy S24, lançada em 2024.
Entenda as diferenças entre os dois smartphones da Xiaomi (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Poco X7 e Poco X7 Pro são dois smartphones intermediários da Xiaomi, mas voltados para públicos diferentes. O modelo X7 apresenta vantagens em alguns aspectos, como a resistência da tela, o kit de câmeras e o design mais leve.
Enquanto que o Poco X7 Pro é voltado para usuários que desejam alto desempenho com bom custo-benefício.
Os smartphones trazem algumas características em comum, como a resolução da tela, o tipo de display e a proteção contra água e poeira. A seguir, o Tecnoblog te explica as diferenças entre o Poco X7 e o Poco X7 Pro, da Xiaomi.
Câmera grande-angular de 50 MP (f/1,5), Câmera ultrawide de 8 MP (f/2,2) Câmera macro de 2 MP (f/2,4)
Câmera grande-angular de 50 MP (f/1,5), Câmera ultrawide de 8 MP (f/2,2)
Câmera frontal
Câmera grande-angular de 20 MP (f/2,2)
Câmera grande-angular de 20 MP (f/2,2)
Vídeo em até
Até 4K @ 30 fps
Até 4K @ 60 fps
Biometria
Impressão digital, reconhecimento facial
Impressão digital, reconhecimento facial
Bateria
5.110 mAh
6.000 mAh
Sistema de fábrica
Android 14, Xiaomi HyperOS
Android 15, Xiaomi HyperOS
Conectividade
5G, 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC
5G, 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 6 e NFC
Resistência à água
Sim, IP68 (profundidade máxima superior a 1 metro)
Sim, IP68 (profundidade máxima superior a 1 metro)
Dimensões
162,3 x 74,4 x 8,6 mm
160,8 x 75,2 x 8,3 mm
Peso
190 g
198 g
Cores
Prata, verde e preto
Preto, verde, amarelo, edição especial (Iron Man)
Qual é a diferença entre o Xiaomi Poco X7 e o Poco X7 Pro?
1. Design e construção
O Poco X7 é um smartphone da Xiaomi vendido nas cores prata, verde e preto. As versões em prata e verde têm estrutura toda de alumínio, enquanto o modelo preto traz alumínio nas laterais e couro na traseira.
O dispositivo pesa 190 gramas, tem 162,3 mm de altura, 74,4 mm de largura e espessura de 8,6 mm. Além disso, o smartphone conta com proteção IP68 de resistência à água e poeira.
Poco X7 da Xiaomi conta com uma câmera principal de 50 MP, uma lente ultra-angular de 8 MP, uma macro de 2 MP e uma câmera frontal de 20 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Já o Poco X7 Pro tem estrutura toda de plástico e está disponível em quatro versões: preto, verde, amarelo e uma edição especial (Iron Man). A versão Pro do smartphone da Xiaomi é um pouco mais pesada que a modelo comum (198 gramas), mas tem a espessura um pouco menor (8,3 mm).
O Poco X7 Pro tem ainda 160,8 mm de altura e 75,2 mm de largura, contando também com proteção IP68, que garante profundidade superior a um metro embaixo d’água.
2. Tela
O Poco X7 e o Poco X7 Pro são dois smartphones da Xiaomi com tela de tecnologia AMOLED de 6,67 polegadas, resolução de 1220 x 2712 pixels, 120 Hz de taxa de atualização e recursos como o HDR10+, que aprimora a qualidade de vídeos e fotos durante o uso.
Essas características podem ser úteis em apps de streaming, e também em jogos, já que a taxa de atualização é um diferencial em relação à modelos de smartphones de outras marcas. Telas de 120 Hz tendem a oferecer uma experiência de jogo com mais fluidez durante a reprodução de vídeos ou animações na tela.
No mais, o brilho máximo da tela do Poco X7 Pro é maior, chegando a pico de 3.200 nits, enquanto o modelo base alcança somente até 3.000 nits. Essa leve diferença é relevante ao usar o celular sob luz solar direta, oferecendo melhor visibilidade.
As principais diferenças entre os celulares são a estrutura e a resistência do display. O Poco X7 tem tela levemente curvada e proteção Corning Gorilla Glass Victus 2, enquanto o modelo Pro é equipado com display tradicional e tecnologia Corning Gorilla Glass 7i.
A tela AMOLED de 6,7 polegadas do Poco X7 é a mesma do modelo mais premium, mas com um brilho máximo menor, de 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Gorilla Glass Victus 2 é uma das principais proteções do mercado de smartphones garantindo resistência contra quedas em superfícies como concreto, por exemplo. A tecnologia está presente em diversos dispositivos considerados premium.
Já o Gorilla Glass 7i é uma proteção intermediária da Corning, que oferece resistência contra quedas e arranhões, mas sem a total efetividade da versão Victus 2.
3. Desempenho
O Poco X7 é um smartphone intermediário que conta com processador MediaTek Dimensity 7300-Ultra, de oito núcleos, GPU Mali-G615 MC2 e NPU MediaTek 655, de sexta geração.
Enquanto que o Poco X7 Pro traz o Mediatek Dimensity 8400 Ultra como CPU, Mali-G720 MC7 de GPU e uma NPU de oitava geração: MediaTek NPU 880.
Poco X7 Pro é voltado para desempenho (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
O fato de o Poco X7 Pro ter chips mais atuais que o modelo convencional faz com que o celular leve vantagem em atividades mais exigentes, como jogos pesados e apps de edição.
Segundo informações do AnTuTu Benchmark, o Poco X7 garantiu 704.404 em pontuação, enquanto a versão Pro chegou ao índice 1.704.330, após testes de desempenho.
Já as especificações de memória RAM e armazenamento são iguais: os dois aparelhos estão disponíveis em versões com 8 GB ou 12 GB de memória RAM, além de armazenamento em 256 GB ou 512 GB.
4. Câmeras
O Xiaomi Poco X7 é um smartphone com três câmeras traseiras: câmera grande-angular de 50 MP, ultrawide de 8 MP e uma lente macro de 2 MP, podendo fazer gravações em ate 4K a 30 quadros por segundo.
O Xiaomi Poco X7 Pro tem somente duas câmeras na parte de trás: uma câmera grande-angular de 50 MP e uma câmera ultrawide de 8MP, deixando de fora a lente macro, que permitiria tirar fotos de objetos próximos com alta definição e nitidez. Porém, uma vantagem do modelo Pro é gravar imagens em 4K a 60 quadros por segundo.
Poco X7 Pro tem somente duas câmeras traseiras (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
Já a câmera frontal dos dispositivos é a mesma: uma câmera grande-angular de 20 MP, que permite fazer vídeos em qualidade Full HD (60 fps).
5. Bateria e carregamento
O Poco X7 é um modelo de smartphone da Xiaomi com bateria de 5.110 mAh e potência máxima de carregamento de 45 W. De acordo com a empresa chinesa, o aparelho aguenta até 15 horas de reprodução de vídeos com uma única carga, podendo ser carregador totalmente em 52 minutos.
Já o Poco X7 Pro é um dispositivo que oferece bateria de 6.000 mAh e potência de carregamento de 90 W, o dobro do modelo comum. Dessa forma, a Xiaomi garante que o aparelho suporta mais de 20 horas de reprodução de vídeos.
Essa diferença na potência máxima de carregamento da bateria faz com que o Poco X7 Pro seja totalmente carregado mais rápido, em torno de 42 minutos.
A única diferença entre os dispositivos é a versão do Bluetooth. Enquanto o Poco X7 tem Bluetooth 5.4, o Poco X7 Pro traz uma versão mais recente do procoloco de conexão sem fio: Bluetooth 6.0. Essa atualização garante uma conexão mais rápida com outros aparelhos, além de uma precisão de centímetros durante o uso.
A economia de bateria, redução de latência e o aumento da confiabilidade durante a transmissão de dados são algumas das características da versão 6.0 do Bluetooth.
7. Sistema e recursos
O Poco X7 é um smartphone que roda a versão 14 do Android, com a interface Xiaomi HyperOS, que modifica alguns elementos da versão base do sistema operacional. Segundo a empresa chinesa, o aparelho é capaz de executar recursos de inteligência artificial, como remover objetos de fotografias e editar vídeos com mais facilidade.
O Poco X7 Pro também executa o HyperOS, mas já com Android 15 e a versão 2.0 instalada de fábrica. O celular também oferece funções de inteligência artificial, porém, com alguns adicionais proporcionados pelo processador mais atual, como o modo IA Super Cinema e IA Call Boost.
O aspecto negativo fica por conta da política de atualizações da Xiaomi, que garante suporte para apenas três anos de updates de segurança ou adição de novos recursos.
Xiaomi HyperOS é a evolução da MIUI (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Ao optar por comprar um celular da Poco, é importante verificar a procedência da loja e do dispositivo. Os dois modelos são vendidos oficialmente pela Xiaomi no Brasil, em parceria com a DL — distribuidora da empresa chinesa no país.
No entanto, os preços são mais elevados do que os encontrados no varejo brasileiro, em razão dos impostos de importação. Além disso, existem muitos modelos Xiaomi sendo importados de forma ilegal no Brasil, vendidos por terceiros sem garantia ou nota fiscal, geralmente com preços mais baixos.
Assim, o usuário pode adquirir um aparelho sem suporte oficial da marca ou loja, podendo ter prejuizo em caso de mau funcionamento.
Poco X7 ou Poco X7 Pro: qual celular Xiaomi comprar?
O Poco X7 é um smartphone intermediário da Xiaomi com foco no uso diário, como acessar redes sociais, aplicativos de streaming e uso fotográfico, em razão da variedade de câmeras disponíveis.
O aparelho oferece boa capacidade de bateria, carregamento rápido, além das tecnologias 5G e NFC, para pagamentos por aproximação. O smartphone da Xiaomi pode ser encontrado por a partir de R$ 1.538* no varejo brasileiro.
Já o Xiaomi Poco X7 Pro é um celular intermediário que traz características premium, principalmente para usuários que desejam um smartphone com bom custo-benefício para rodar jogos. Seu processador é poderoso, mas também pode gastar mais bateria, caso use aplicativos pesados por muito tempo.
O Poco X7 Pro tem preço um pouco mais alto que o modelo comum, custando a partir de R$ 1.849* no mercado brasileiro.
*Os preços foram verificados em 11 de novembro de 2025 e estão sujeitos a alteração conforme disponibilidade no varejo.
O Poco X7 oferece as seguintes vantagens ao consumidor:
Tela mais resistente: o Poco X7 tem display com proteção Gorilla Glass Victus 2 que protege até mesmo em quedas no concreto. A tecnologia é superior ao Gorilla Glass 7i do Poco X7 Pro;
Câmera extra: o Poco X7 oferece três câmeras traseiras, incluindo uma lente macro e 2 MP, ideal para foto de objetos pequenos ou próximos. Já o Poco X7 Pro traz somente uma câmera grande-angular e outra ultrawide;
Peso menor: o Poco X7 é mais leve que o Poco X7 Pro. A versão comum pesa 190 gramas, contra 198 gramas do modelo profissional.
Quais são as vantagens do Poco X7 Pro?
O Poco X7 Pro leva vantagens nos seguintes aspectos:
Processador mais potente: o Poco X7 Pro é focado no alto desempenho, principalmente para jogos. Dessa forma, CPU, GPU e NPU são mais atuais que o modelo convencional e com desempenho maior, de acordo com a pontuação do AnTuTu Benchmark;
Maior taxa de quadros em vídeos: o Poco X7 Pro grava vídeos em 4K em até 60 quadros por segundo. O Poco X7 grava na mesma resolução, porém somente a 30 fps;
Maior brilho máximo de tela: o Poco X7 Pro tem brilho máximo de tela que chega a 3.200 nits, contra 3.000 do modelo padrão. Essa diferença é importante principalmente em ambientes mais claros;
Capacidade de bateria e carregamento mais rápido: o Poco X7 Pro suporta mais de 20 horas de reprodução de vídeos com uma única carga, além de carregar totalmente em menos tempo;
Bluetooth mais recente: o smartphone da Xiaomi é equipado com Bluetooth 6.0, que traz melhorias em comparação com a versão 5.4;
Também existem outras formas de verificar se seu smartphone é original ou não. Você pode acessar o site oficial da Xiaomi e conferir a autenticidade do IMEI ou do número de série do aparelho.
O usuário também consegue saber se o aparelho é autentico verificando o sistema operacional instalado no celular, ou via código de segurança, disponibilizado em alguns modelos Xiaomi.
Entenda as diferenças entre os dois smartphones da Xiaomi (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A tela AMOLED de 6,7 polegadas do Poco X7 é a mesma do modelo mais premium, mas com um brilho máximo menor, de 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Xiaomi HyperOS é a evolução da MIUI (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy A36 e o Galaxy A56 são smartphones intermediários da Samsung que diferem em preço, design, processamento e câmeras. Apesar disso, os modelos são similares em tela, bateria e conectividade, o que pode gerar dúvida na hora de escolher qual celular comprar.
Neste comparativo, o Tecnoblog explica em detalhes o que muda entre os celulares Samsung. Veja a análise antes de decidir qual aparelho mais vale a pena de acordo com as suas necessidades e com quanto você pretende pagar.
Câmera grande-angular de 50 MP (f/1,8), Câmera ultrawide de 8 MP (f/2,2), Câmera macro de 5 MP (f/2,4)
Câmera grande-angular de 50 MP (f/1,8), Câmera ultrawide de 12 MP (f/2,2), Câmera macro de 5 MP (f/2,4)
Câmera frontal
Câmera grande-angular de 12 MP (f/2,2)
Câmera grande-angular de 12 MP (f/2,2)
Vídeo em até
Até 4K @ 30 fps
Até 4K @ 30 fps
Biometria
Impressão digital (óptico sob a tela)
Impressão digital (óptico sob a tela)
Bateria
5.000 mAh
5.000 mAh
Sistema de fábrica
Android 15, One UI 7
Android 15, One UI 7
Conectividade
5G, 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC
5G, 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC
Resistência à água
Sim, IP67 (profundidade máxima de um metro por até 30 minutos)
Sim, IP67 (profundidade máxima de um metro por até 30 minutos)
Dimensões
162,9 x 78,2 x 7,4 mm
162,2 x 77,5 x 7,4 mm
Peso
195 g
198 g
Cores
Violeta, Preto, Branco, Verde
Cinza, Preto, Verde, Rosa
Qual é a diferença entre o Galaxy A36 e o Galaxy A56?
1. Design e construção
O Samsung Galaxy A36 tem moldura em plástico, além do vidro em Corning Gorilla Glass Victus+ presente na parte de trás. Já o Galaxy A56 também traz vidro Corning Gorilla Glass Victus+ na traseira, mas se difere pelo acabamento em alumínio, capaz de dissipar melhor o calor gerado pelo processamento interno.
Outra consequência da construção em plástico do Galaxy A36 é o peso menor (195 gramas) em relação ao Galaxy A56 (198 gramas). Eles também se diferem nas opções de cores disponíveis:
Galaxy A36: violeta, preto, branco e verde.
Galaxy A56: cinza, preto, verde e rosa.
Os dois celulares têm certificação IP67 de resistência à água e poeira, podendo suportar até 1 metro de profundidade por 30 minutos.
Samsung Galaxy A56 tem acabamento em alumínio (foto: Ana Marques / Tecnoblog)
2. Tela
O Galaxy A36 e o Galaxy A56 contam com tela de 6,7 polegadas, tecnologia Super AMOLED, resolução de 1080 x 2340 pixels e 120 Hz de taxa de atualização. Essas especificações garantem imagens de alta definição, cores vibrantes e maior fluidez durante o uso.
A única diferença entre os modelos é a presença do HDR10+ no Galaxy A56. O recurso aprimora a qualidade visual de fotos e vídeos, principalmente ao usar serviços de streaming. A tecnologia não está presente no Galaxy A36.
Galaxy A36 e Galaxy A56 têm tela Super AMOLED de 6,7 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
3. Processador e memória RAM
O Galaxy A36 é um smartphone com SoC Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3 (4 nm), que traz GPU Adreno 710, e está disponível em versões com 6 GB ou 8 GB de memória RAM.
Já o Galaxy A56 tem processador Samsung Exynos 1580 (4 nm) e 8 GB de memória RAM. A GPU do aparelho é Xclipse 540, que conta com tecnologia AMD RDNA, conjunto de chips mais atual que o modelo da Qualcomm presente no A36.
Essa diferença faz com que o Galaxy A56 tenha vantagem em desempenho e eficiência energética, principalmente em comparação com o Galaxy A36 de 6 GB de RAM, o que tende a impactar na autonomia de bateria e na execução de apps mais exigentes, como jogos.
Em nossos testes, o Galaxy A56 conseguiu rodar liso até jogos como Call of Duty: Mobile e Genshin Impact, em máxima qualidade gráfica:
4. Câmeras
O Galaxy A36 é equipado com três câmeras traseiras: grande-angular de 50 megapixels, ultrawide de 8 MP e uma lente macro com sensor de 5 MP. Já a câmera frontal tem uma lente grande-angular e sensor de 12 MP.
O Galaxy A56 tem um jogo de câmeras semelhante, mas o sensor principal de 50 MP é maior, o que tende a entregar imagens com menos ruído. Já a câmera ultrawide do A56 tem 12 MP, o que possibilita a captura de mais informações ao tirar uma foto, melhorando a nitidez e a qualidade final de imagens com ângulo mais aberto.
A capacidade de gravação de vídeo do Galaxy A36 e do Galaxy A56 é a mesma: até 4K, a 30 quadros por segundo.
Câmeras do Galaxy A56 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)
5. Bateria e carregamento
Os smartphones Galaxy A36 e Galaxy A56 têm bateria de 5.000 mAh, e a Samsung promete até 29 horas de reprodução de vídeo.
Na prática, os dois devem resistir bem a um dia de trabalho longe das tomadas. Já para tarefas mais exigentes (como jogos e uso de câmera), o A56 deve entregar autonomia ligeiramente menor, devido ao chip com maior potencial de consumo de energia.
Vale ressaltar que essa “desvantagem” do A56 também está atrelada a um melhor desempenho nessas tarefas, o que pode acabar compensando, a depender do seu perfil de uso.
Além disso, tanto o Galaxy A36 quanto o A56 têm suporte a carregamento rápido de até 45 W. Entretanto, o carregador que vem na caixa de ambos os celulares é de 15 W. Nenhum dos modelos têm suporte para carregamento sem fio.
6. Conexões e conectividade
O Galaxy A36 e o Galaxy A56 têm praticamente as mesmas especificações de conectividade. Os dois modelos suportam redes 5G, conexões Wi-Fi 6 e pagamentos por aproximação via NFC. A única diferença é na versão do Bluetooth disponibilizado pela Samsung: enquanto o Galaxy A56 vem com Bluetooth 5.3, o Galaxy A36 é equipado Bluetooth 5.4.
A versão mais atual tem potencial para oferecer uma leve vantagem em eficiência e conectividade, no entanto, essa diferença pode ser imperceptível para a maioria dos usuários.
7. Android e recursos
O Galaxy A36 e o Galaxy A56 são smartphones da Samsung que saem de fábrica com o Android 15 e a interface One UI 7. De acordo com a Samsung, os dois modelos terão seis anos de atualizações do sistema (até o Android 21).
É possível usar o Galaxy AI para pesquisar no Google, remover objetos em imagens, além de sugestões que a tecnologia pode fazer ao usuário durante o uso.
Galaxy A36 ou Galaxy A56: qual smartphone comprar?
O Galaxy A36 é um smartphone intermediário lançado pela Samsung por R$2.699. No entanto, é possível encontrar ofertas a partir de R$ 1.476,72*, sendo um dos celulares com melhor custo-benefício do mercado, em razão das tecnologias de tela, câmera e capacidade de bateria presentes no aparelho.
O Galaxy A56 também é um dispositivo intermediário, mas anunciado pela Samsung por R$ 2.999, e que pode ser comprado por a partir de R$ 1.792*.
Essa diferença de preço é justificada pela presença de um processador mais poderoso, câmeras ligeiramente melhores e um design considerado premium, em razão do acabamento de alumínio e traseira de vidro.
Em resumo, o Galaxy A56 é mais indicado para quem pretende executar tarefas mais exigentes sem engasgos e deseja gastar menos de R$ 2 mil em um celular Samsung. Já o A36 é para quem deseja ainda mais economia, mas não abre mão de boas fotos e fará uso de tarefas mais básicas no dia a dia.
*Os preços foram verificados em 06 de novembro de 2025 e estão sujeitos a alteração conforme disponibilidade no varejo.
Quais são as vantagens do Samsung Galaxy A36?
O Galaxy A36 é um smartphone intermediário que se destaca pela qualidade de tela, autonomia de bateria e suporte a redes 5G a um preço acessível. As vantagens do A36 incluem:
Tela grande: O Galaxy A36 traz uma tela grande de 6,7″ com tecnologia Super AMOLED, que entrega boa experiência para visualizar filmes, séries e jogos.
Autonomia de bateria: O Galaxy A36 tem bateria de 5.000 mAh e pode passar um dia longe das tomadas sem grandes problemas;
Menor peso: o Galaxy A36 é um pouco mais leve que o Galaxy A56, podendo ser um diferencial para usuários que desejam um aparelho com essas características;
Preço mais baixo: o Galaxy A36 custa menos do que o Galaxy A56, já que abre mão de um processador mais potente, do design premium e de alguns atributos de câmera.
Câmeras: o Galaxy A56 traz câmera principal com sensor maior, o que deve proporcionar imagens com cores melhores e menos ruído; além de uma câmera ultrawide com sensor de maior resolução, que pode oferecer imagens amplas com maior nitidez;
Processador mais potente: a principal diferença entre os dois modelos da linha A da Samsung é a presença do processador Samsung Exynos 1580, mais atual que o modelo Snapdragon 6 Gen 3 e que oferece potência maior durante o uso. Além disso, a presença de uma GPU Xclipse 540 também garante melhor desempenho em jogos;
Design premium: o Galaxy A56 é um smartphone com traseira de vidro e acabamento de alumínio, mesmas características dos celulares da Samsung considerados premium;
Tela com HDR10+: a tela do Galaxy A56 tem suporte ao HDR10+, que oferece efeitos visuais melhores em filmes e séries disponíveis em aplicativos de streaming.
Comparativo mostra diferenças entre Galaxy A56 e Poco X7 Pro (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)
O Samsung Galaxy A56 e o Xiaomi Poco X7 Pro são celulares intermediários premium que se diferenciam em design, processamento, câmeras e autonomia de bateria. Portanto, decidir qual é o melhor celular requer identificar suas necessidades, e entender qual modelo oferece as melhores especificações e recursos para o seu perfil de uso.
Em comum, os dois smartphones têm tela grande, com tecnologia AMOLED, taxa de atualização de até 120 Hz, suporte a redes 5G e resistência à água.
A seguir, veja o que muda entre o Galaxy A56 e o Poco X7 Pro, e descubra qual celular é o mais recomendado para o seu dia a dia.
Câmera grande-angular de 50 MP (f/1,8), Câmera ultrawide de 12 MP (f/2,2) e Câmera macro de 5 MP (f/2,4)
Câmera grande-angular de 50 MP (f/1,5), Câmera ultrawide de 8 MP (f/2,2)
Câmera frontal
Câmera grande-angular de 12 MP (f/2,2)
Câmera grande-angular de 20 MP (f/2,2)
Vídeo em até
Até 4K @ 30 fps
Até 4K @ 60 fps
Biometria
Impressão digital (óptico sob a tela)
Impressão digital, reconhecimento facial
Bateria
5.000 mAh
6.000 mAh
Sistema de fábrica
Android 15, One UI 7
Android 15, Xiaomi HyperOS 2
Conectividade
5G, 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC
5G, 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 6 e NFC
Resistência à água
Sim, IP67 (profundidade máxima de um metro por até 30 minutos)
Sim, IP68 (profundidade máxima superior a 1 metro)
Dimensões
162,2 x 77,5 x 7,4 mm
160,8 x 75,2 x 8,3 mm
Peso
198 g
198 g
Cores
Cinza, preto, verde, rosa
Preto, verde, amarelo, edição especial (Iron Man)
Qual é a diferença entre o Galaxy A56 e o Poco X7 Pro?
1. Design e construção
A principal diferença no design entre Galaxy A56 e Poco X7 Pro é o tipo de material usado na fabricação do dispositivo. O smartphone da Samsung tem acabamento de metal e uma placa de vidro na traseira, enquanto o modelo da Xiaomi tem estrutura toda de plástico.
Dessa forma, usuários acostumados com o design de um smartphone premium podem preferir o modelo da Samsung.
Traseira de vidro do Samsung Galaxy A56 na cor cinza (foto: Ana Marques / Tecnoblog)
Além disso, a espessura do Galaxy A56 é um pouco menor do que a do Poco X7 Pro, apesar do peso ser o mesmo (198 g). No mais, os dois dispositivos possuem certificação de resistência à água e estão disponíveis em quatro cores diferentes:
Galaxy A56: Cinza, Preto, Verde e Rosa;
Poco X7 Pro: Preto, Verde, Amarelo e edição especial (Iron Man).
Design do Poco X7 Pro (imagem: Reprodução/Xiaomi)
2. Tela
O Galaxy A56 e o Poco X7 Pro têm especificações de display semelhantes, como a tela de 6,7 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz, que oferece uma sensação de fluidez maior durante o uso. Recursos como HDR10+ também estão disponíveis em ambos os aparelhos.
A principal diferença é na resolução: o Xiaomi Poco X7 Pro tem uma tela com resolução mais alta, 1220 x 2712 pixels, contra 1080 x 2340 pixels do Galaxy A56, o que tende a melhorar a definição das imagens exibidas.
3. Processador e memória RAM
O Galaxy A56 traz o processador Exynos 1580, um chip intermediário, fabricado em litografia de 4 nanômetros, e que aliado à boa otimização da One UI e a 8 GB de memória RAM, entrega bom desempenho para tarefas cotidianas.
Nos testes do Tecnoblog, o A56 deu conta de múltiplos apps abertos em segundo plano e rodou sem engasgos jogos exigentes em máxima qualidade gráfica, como Call of Duty: Mobile e Genshin Impact. Assista ao review completo do Galaxy A56:
No entanto, o Poco X7 Pro é especificamente voltado para alto desempenho, e traz um processador ainda mais potente, o MediaTek Dimensity 8400 Ultra. Esse SoC é capaz de executar jogos exigentes e aplicativos mais pesados de edição, apesar do maior gasto energético.
Além disso, a Xiaomi disponibiliza o Poco X7 Pro em versões de 8 GB e 12 GB de RAM, o que amplia a capacidade de manter vários apps abertos simultaneamente, para consumidores mais exigentes.
4. Câmeras
O Galaxy A56 entrega um conjunto de câmeras melhor do que o Poco X7 Pro, apesar de nenhum dos dois smartphones ser referência nesse quesito.
O celular da Samsung se destaca na câmera frontal por permitir gravar em 4K @ 30 fps, enquanto o da Xiaomi chega apenas a Full HD (1080p) @ 30 fps.
Câmeras do Samsung Galaxy A56 (foto: Ana Marques/Tecnoblog)
Na traseira, o Galaxy A56 e o Poco X7 Pro têm uma lente principal de 50 megapixels com estabilização óptica de imagem (OIS), e os resultados de cores e controle de exposição são bons para o segmento nos dois casos.
Mas o Poco X7 Pro tem uma vantagem na câmera principal: a gravação em 4K até 60 fps, enquanto o Galaxy se limita a 4K a 30 fps.
Além disso, os dois têm câmera ultrawide de 12 MP com abertura de lente f/2.2. No entanto, o sensor da Samsung é maior, e deve entregar menor ruído em ambientes onde a iluminação não é adequada.
Essa câmera macro não está disponível no Poco X7 Pro. E o jogo de câmeras do smartphone da Xiaomi tem lentes mais abertas, o que gera um foco mais curto e menor nitidez em fotos de paisagens e em grupo. Já a câmera frontal do celular da Xiaomi é superior no quesito megapixels.
Em gravações de vídeo, o Poco X7 Pro é capaz de gravar em resolução 4K a 60 fps, superior ao oferecido pela Samsung que permite filmar apenas a 30 quadros por segundo nessa mesma resolução.
5. Android e interface
Os dois smartphones saem de fábrica com o Android 15, mas com diferenças de interface em cada modelo. A Samsung personaliza o sistema operacional do Google com a One UI 7, entregando uma experiência fluida e agradável no Galaxy A56, com suporte ao Galaxy AI (recursos de inteligência artificial da marca).
Já a Xiaomi traz o HyperOS 2, que conta com mais aplicativos instalados de fábrica e também tem recursos de IA integrados.
Sistema operacional do Poco X7 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Para alguns usuários, pode ser incômoda a experiência mais “poluída” da interface no Poco X7 Pro, já que a desinstalação de alguns desses apps não é permitida.
Além disso, a Samsung oferece até seis atualizações de versão do Android para o Galaxy A56 ao longo dos anos, enquanto a Xiaomi garante suporte para apenas três.
6. Bateria e carregamento
Por se tratar de um dispositivo com processador mais exigente, o Poco X7 Pro traz uma bateria com maior capacidade (6.000 mAh), além de um carregamento mais rápido.
Os dois dispositivos têm autonomia de bateria para mais de 20 horas de reprodução de vídeo, de acordo com as fabricantes. No entanto, é provável que o usuário consiga usar o Poco X7 Pro por mais tempo no dia, em comparação com o Galaxy A56.
O smartphone da Xiaomi vem acompanhado de um carregador de 90 W, enquanto o da Samsung suporta recarga de até 45 W, mas acompanha um carregador de 15 W na caixa.
Essa vantagem do Poco X7 Pro garante ao usuário um carregamento extremamente rápido, atingindo 100% em torno de 42 minutos plugado na tomada.
Já o Galaxy A56 carrega de 0% a 100% em 1 hora e 50 minutos com o carregador de 15 W, segundo testes do Tecnoblog.
Galaxy A56 possui novo One UI 7 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Galaxy A56 ou Poco X7 Pro: qual smartphone comprar?
O Galaxy A56 é a melhor opção para os usuários que já estão acostumados com o ecossistema da Samsung. O dispositivo traz boas especificações para uso diário, como acessar redes sociais, plataformas de streaming e até jogos exigentes. O smartphone também conta com câmeras melhores do que o smartphone da Xiaomi e tem design mais elegante.
Já o Poco X7 Pro é uma opção mais avançada em termos de processamento, ideal para usuários que desejam jogar na maior parte do tempo ou utilizar outros apps exigentes, como os de edição de vídeos. O aparelho traz especificações mais poderosas, como processador e uma opção com 12 GB de memória RAM, mas peca em alguns aspectos, como sistema operacional e jogo de câmeras.
O Galaxy A56 se destaca principalmente pelo design, câmeras e pela interface da Samsung:
Design premium: o Galaxy A56 tem construção de metal e vidro, enquanto o Xiaomi Poco X7 Pro é feito de plástico;
Câmera Macro: a câmera adicional do Galaxy A56 permite tirar fotos detalhadas objetos próximos;
Nitidez maior em fotografias: a abertura das lentes do smartphone da Samsung é menor, o que possibilita mais foco e nitidez em fotografias em grupo ou de paisagens;
Sistema operacional: a One UI da Samsung tem uma interface mais limpa e menos aplicativos pré-instalados do que o sistema operacional da Xiaomi. Esses apps podem causar problemas na experiência do usuário.
Quais são as vantagens do Xiaomi Poco X7 Pro?
O Xiaomi Poco X7 Pro é superior em poder de processamento e autonomia de bateria. Os destaques são:
Processador mais potente: o smartphone da Xiaomi traz um processador mais potente, que garante boa taxa de quadros durante jogos pesados, por exemplo;
Opção com mais memória RAM: o Poco X7 Pro pode ser adquirido na versão com 12 GB de memória RAM, enquanto o Galaxy A56 está disponível apenas em 8 GB;
Carregamento rápido: o smartphone da Xiaomi vem acompanhado de um carregador de 90 W de potência que permite carregar todo o dispositivo em até 42 minutos.
Maior resolução de tela: o Poco X7 Pro tem uma tela com resolução superior ao smartphone da Samsung. Assim, imagens, vídeos e jogos tendem a parecer mais nítidos durante o uso do aparelho.
Qual é a melhor marca: Xiaomi ou Samsung?
A escolha de uma marca na hora de comprar um smartphone depende das necessidades do usuário. A Samsung é uma marca que valoriza a confiabilidade dos aparelhos e a experiência dos usuários, muito em razão do suporte estendido de atualizações de software, em comparação com a Xiaomi. Não à toa, a sul-coreana tem diversos modelos na lista de celulares com melhor custo-benefício.
Já a Xiaomi se destaca por smartphones com alto poder de fogo e preços agressivos, especialmente ao se considerar a importação via mercado cinza. É comum que a marca inclua componentes premium em aparelhos intermediários, como é o caso do Poco X7 Pro, que tem foco em desempenho por um preço acessível.
No entanto, o suporte técnico e garantia da marca no Brasil podem ser um problema para aparelhos comprados fora da distribuidora oficial (DL), que geralmente têm menor custo.
Comparativo mostra diferenças entre Galaxy A56 e Poco X7 Pro; saiba qual é o melhor em processador, bateria, câmeras e mais
Comparativo mostra diferenças entre Galaxy A56 e Poco X7 Pro (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)
Traseira do Samsung Galaxy A56 na cor cinza (foto: Ana Marques / Tecnoblog)
Celulares Poco X7 Pro (imagem: reprodução/Xiaomi)
Câmeras do Samsung Galaxy A56 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)
A tela AMOLED de 6,7 polegadas do Poco X7 é a mesma do modelo mais premium, mas com um brilho máximo menor, de 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy A56 possui novo One UI 7 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Computadores All-in-One têm os componentes integrados ao monitor (Imagem: Divulgação/Multilaser)
Os computadores All-in-One são dispositivos que funcionam como desktops e notebooks, mas que são caracterizados pela integração entre monitor e componentes internos. Essa categoria de dispositivos é voltado para usuários que precisam de um PC, mas que não têm muito espaço físico para alocar um desktop.
Como os componentes ficam atrás do display, o desempenho pode não ser suficiente pra executar jogos pesados, mas é útil para tarefas do dia a dia, tanto para trabalho quanto para estudos.
A seguir, conheça detalhes sobre os All-in-One e veja as diferenças para os PCs tradicionais.
O All-in-One é uma categoria de computadores caracterizada pela integração de todos os componentes de hardware em uma só estrutura. Dessa forma, componentes como o processador (CPU), memória RAM e sistemas de armazenamento ficam integrados junto ao monitor, sem a necessidade de um gabinete próprio.
Para que serve um computador All-in-One?
Os computadores All-in-One são voltados a tarefas de produtividade, navegação na internet, chamadas de vídeo e uso corporativo ou educacional.
Esse tipo de computador garante maior organização em escritórios pequenos, já que todos os componentes presentes em um gabinete convencional estão localizados na própria estrutura do monitor.
Quando surgiram os computadores All-in-One?
Os primeiros computadores All-in-One surgiram no final da década de 1970 e início dos anos 1980, com modelos como o Commodore PET e o TRS-80 Model III, que já integravam o monitor e o hardware na mesma estrutura.
No entanto, a popularização dessa categoria só aconteceu nos anos 2000, com o lançamento do iMac G3, pela Apple. Diversas empresas passaram a produzir computadores All-in-One com o passar do tempo, como Dell, HP, Lenovo e Asus.
All-in-One Commodore PET (Imagem: Reprodução / All Pyrenees)
Como funciona um computador All-in-One?
O funcionamento do PC All-in-One é o mesmo do desktop convencional, mas com todos os componentes do gabinete integrados ao monitor. É possível acessar sites, usar ferramentas de produtividade e de edição, além de executar jogos leves.
Uma placa-mãe compacta é utilizada na estrutura interna, de forma que memória RAM, processador, armazenamento e placa de vídeo fiquem posicionados logo atrás da tela do dispositivo. Com isso, recursos como refrigeração e gerenciamento térmico precisam ser mais eficientes para evitar problemas de desempenho.
Além disso, todas as entradas para periféricos também estão integradas, sendo possível utilizar mouses, teclados, fones de ouvido e portas USB, além de outros eletrônicos de consumo.
Quais são as vantagens de um All-in-One?
Os computadores tudo-em-um oferecem as seguintes vantagens:
Design compacto: uma das principais características dos PCs All-in-One é o design compacto. Diferentemente dos desktops convencionais, não é necessário ter um espaço próprio para o gabinete no escritório, já que o dispositivo funciona somente com o monitor, mouse e teclado;
Eficiência energética: os computadores All-in-One são estruturados de forma semelhante aos notebooks. Por isso, a eficiência energética é fundamental para seu funcionamento, visto que as peças estão todas agrupadas em um espaço menor;
Tela maior: o posicionamento da placa-mãe atrás do monitor necessita que as telas dos computadores tudo-em-um sejam maiores que as de notebooks convencionais. É possível encontrar modelos com displays de 20 a 30 polegadas;
Menor uso de cabos: usuários de All-in-One não precisam de espaço para os cabos que ligam o monitor ao gabinete. Dessa forma, o ambiente fica mais organizado, principalmente se os periféricos como mouse e teclado forem sem fio.
Quais são as desvantagens de um All-in-One?
Apesar das vantagens, essa categoria de dispositivos tem os seguintes pontos negativos:
Baixo desempenho: alguns modelos All-in-One de entrada podem ter problemas de desempenho em razão da organização das peças internas. O pouco espaço interno faz com que as fabricantes utilizem componentes de baixo consumo energético, mas com menor desempenho, de modo a evitar superaquecimento do dispositivo;
Dificuldade de upgrade: muitos modelos de PC tudo-em-um não oferecem a possibilidade de upgrade dos componentes internos, uma das principais características do desktop. Isso ocorre pois algumas peças podem estar soldadas à placa-mãe;
Maior custo de manutenção: por se tratar de um dispositivo compacto, a manutenção em caso de problemas pode ser mais cara, em comparação com notebooks ou desktops.
Dispositivo All-in-One da Dell (Imagem: Divulgação/Dell)
Um computador All-in-One é bom para jogos?
Não. Os computadores All-in-One são voltados para produtividade, estudos ou trabalho, devido às limitações de hardware.
Os usuários podem executar jogos leves, mas sem grande foco em desempenho, já que dispositivos para jogos necessitam de processadores (CPU) de alto desempenho e placas de vídeo (GPU) dedicadas. Existem modelos de alto desempenho com GPUs dedicadas, mas são exceções e geralmente custam mais caro do que desktops equivalentes.
Além disso, o sistema de refrigeração de um All-in-One também possui estrutura compacta, o que limita o desempenho gráfico.
É possível fazer upgrade nos componentes de um All-in-One?
Sim, mas com limitações. Os PCs All-in-One têm grande parte dos componentes fixados na placa-mãe, o que impossibilita upgrades.
Entretanto, alguns modelos podem oferecer a possibilidade de atualizações em dispositivos de armazenamento — como HDs e SSDs –, e na memória RAM.
Qual é a diferença entre All-in-One e desktop?
Um All-in-One é uma categoria de computadores caracterizados pela integração entre os componentes internos e o monitor. Assim, o usuário não precisa ter espaço dedicado ao gabinete, já que as peças estão alocadas atrás da tela.
Esse dispositivo é voltado para uso diário, sem grandes exigências gráficas e também impossibilita grande parte dos upgrades de componentes.
Já o desktop é o modelo convencional de computador, composto por gabinete, monitor e periféricos separados. Os desktops permitem personalização e reparo individual das peças, o que aumenta a durabilidade e reduz custos de manutenção.
Qual é a diferença entre All-in-One e notebook?
O All-in-One é um PC com tela integrada que oferece todos os componentes necessários para o uso em um só dispositivo (o monitor). O computador tem tela maior do que os notebooks tradicionais, em razão da placa-mãe posicionada atrás do display.
Já o notebook é um dispositivo portátil, que também integra todos os componentes de hardware em um único corpo. O All-in-One precisa estar sempre conectado à energia, enquanto o notebook possui bateria integrada, o que garante mobilidade e uso fora da tomada.
O notebook é um All-in-One?
Tecnicamente, não. Embora ambos integrem todos os componentes de hardware em um só corpo, o notebook pertence à categoria de computadores portáteis, enquanto o All-in-One é uma variação de desktop fixo.
Ferramentas de desenvolvimento auxiliam no desenvolvimento de software e aplicativos (Imagem: Unsplash)
As ferramentas de desenvolvimento são programas usados na criação de softwares e aplicativos, seja para celular ou PC.
Essas ferramentas podem ser divididas em diferentes tipos, cada uma com um papel diferente no desenvolvimento de um software. IDEs (Ambiente de Desenvolvimento Integrado), bibliotecas, ferramentas de testagem e de hospedagem são alguns dos exemplos usados por desenvolvedores.
A seguir, veja detalhes sobre as ferramentas de desenvolvimento e conheça programas usados por devs na criação de softwares.
Ferramentas de desenvolvimento são programas usados por desenvolvedores e profissionais de tecnologia na criação de novos softwares, aplicativos, sites, servidores ou sistemas.
Essas ferramentas são desenvolvidas por empresas ou comunidades e permitem também testar, depurar e manter apps e softwares atualizados em diversos sistemas, seja na internet, em computadores ou smartphones.
Para que servem as ferramentas de desenvolvimento?
As ferramentas de desenvolvimento servem para agilizar e aumentar a produtividade dos desenvolvedores no ambiente de trabalho. Com as ferramentas, os profissionais de tecnologia são capazes de criar novos códigos, controlar as versões do projeto, realizar testes e automatizar tarefas repetitivas.
Dessa forma, é possível que um projeto seja realizado por equipes, o que aumenta a produtividade e reduz o tempo de desenvolvimento.
Tela de desenvolvimento de software no Visual Studio Code (Imagem: Divulgação/Microsoft)
Quais são os exemplos de ferramentas de desenvolvimento?
Existe uma série de ferramentas de desenvolvimento que podem ser agrupadas em categorias. Conheça os principais exemplos de softwares ou aplicativos disponíveis aos desenvolvedores.
Ambientes de Desenvolvimento Integrado (IDEs): softwares que reúnem todas as ferramentas necessárias para o desenvolvimento de um aplicativo, como editores de código, compiladores e ferramentas de execução. Ex.: Visual Studio Code, Android Studio, Eclipse;
Controladores de versão: ferramentas que registram todas as mudanças no código feitas por desenvolvedores. São essenciais para o desenvolvimento de projetos colaborativos. Ex.: Git, GitHub;
Ferramentas de build: recursos que automatizam tarefas de compilação de código de forma autônoma, garantindo a possibilidade de realizar testes e atualizações. Ex.: Gradle, Maven;
Ferramentas de teste: programas usados por profissionais de tecnologia na testagem de código, verificação de bugs e análises de desempenho em sistemas. Ex.: Selenium, Cypress, TestComplete;
Bibliotecas: as bibliotecas e os frameworks são conjuntos de códigos já desenvolvidos que podem ser implementados no desenvolvimento de software e aplicativos, aumentando a produtividade. Ex.: React, Django e Laravel;
Gerenciadores de dependências: ferramentas usadas para gerenciar bibliotecas externas de um projeto. Ex.: npm, pip;
Ferramentas de integração e entrega contínua (CI/CD): ferramentas que auxiliam na integração dos códigos, garantindo agilidade e segurança em atualizações. Ex.: Jenkins, Travis CI;
Ferramentas de hospedagem: sistemas usados por desenvolvedores para publicar e executar aplicativos ou softwares em servidores, sejam locais ou em nuvem. Ex.: AWS, Microsoft Azure, Vercel, HostGator;
Ferramentas de monitoramento: softwares que permitem monitorar o desempenho das aplicações desenvolvidas. Permitem detectar e solucionar problemas. Ex.: Datadog, Google Cloud Monitoring;
Gerenciadores de projetos: ferramentas disponíveis em software ou web que oferecem a possibilidade de gerenciar projetos de desenvolvimento, mantendo a organização das equipes envolvidas. Ex.: Jira, Asana, Trello;
Ferramentas de design: softwares usados por profissionais de design na criação de interfaces gráficas e protótipos de aplicativos. Ex.: Figma, Sketch.
Ferramentas de Inteligência Artificial: softwares baseados em IA que auxiliam desenvolvedores em diversas etapas do desenvolvimento de um sistema. Ex.: OpenAI Codex, Claude AI;
Tela de desenvolvimento de código no OpenAI Codex (Imagem: Divulgação/OpenAI)
Quais são as vantagens das ferramentas de desenvolvimento?
As ferramentas de desenvolvimento oferecem as seguintes vantagens aos profissionais de tecnologia:
Aumento da produtividade: ferramentas de desenvolvimento podem aumentar a produtividade do profissional de TI, visto que tarefas repetitivas podem ser automatizadas;
Auxílio na manutenção de código: a evolução dos softwares de desenvolvimento permite detectar erros em tempo real, além de organizar a estrutura do código, facilitando sua manutenção;
Maior colaboração: ferramentas de desenvolvimento são úteis para equipes de TI, visto que permitem que várias pessoas trabalhem simultaneamente no código;
Agilidade: ferramentas de hospedagem em nuvem oferecem maior agilidade aos profissionais na implementação do código;
Garantia de qualidade: inúmeras ferramentas de desenvolvimento são capazes de identificar erros, problemas de compatibilidade e até realizar sugestões, garantindo a qualidade final do projeto.
Quais são as limitações das ferramentas de desenvolvimento?
Apesar das vantagens oferecidas pelos softwares de desenvolvimento, essas ferramentas também apresentam as seguintes limitações:
Dificuldade de aprendizado: ferramentas de desenvolvimento são complexas, visto que foram criadas para profissionais de TI. Dessa forma, desenvolvedores iniciantes podem enfrentar dificuldades no uso;
Custos: parte das ferramentas de desenvolvimento exige que o usuário assine planos para liberar acessos, o que pode ser um problema em projetos independentes.
Consumo de recursos: desenvolver softwares ou aplicativos exige computadores que suportem as ferramentas de desenvolvimento, já que consomem grande quantidade de memória e processamento;
Qual é a diferença entre ferramentas de desenvolvimento e ferramentas de edição?
As ferramentas de desenvolvimento são softwares usados por profissionais de tecnologia na criação de novos aplicativos, sites, sistemas ou servidores. Esses programas incluem uma série de recursos que permitem realizar a criação do código, manutenção, acompanhamento e testes.
Qual é a diferença entre ferramentas de desenvolvimento e ferramentas de produtividade?
As ferramentas de desenvolvimento são programas que oferecem diversos recursos usados por desenvolvedores na criação de aplicativos. Já as ferramentas de produtividade são softwares usados para aumentar a produtividade de usuários no ambiente de trabalho.
Ambas ferramentas podem ser usadas em conjunto, principalmente em empresas de desenvolvimento de software, já que a produtividade é um fator importante na criação de software e aplicativos.
Aplicativo móvel do CapCut consegue transformar vídeos e fotos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
As ferramentas de edição são programas voltados para a manipulação de arquivos digitais, como imagens, documentos, vídeos e gravações de áudio.
Cada um desses softwares de edição conta com recursos específicos que permitem modificar arquivos de diferentes formatos, como os aplicativos de edição de imagem (Photoshop, Canva), apps de edição de vídeo, como o CapCut, e programas de edição de texto, como o Google Docs.
A seguir, conheça os principais tipos de ferramentas de edição e veja exemplos de softwares disponíveis no mercado.
Ferramentas de edição são softwares e aplicativos criados por empresas ou comunidades open source que permitem manipular arquivos digitais, como imagens, vídeos, áudios e textos.
Esses programas oferecem uma série de recursos internos que visam facilitar a edição de cada tipo de arquivo, como realizar cortes em vídeos e manipular imagens, por exemplo.
Para que servem as ferramentas de edição?
As ferramentas de edição servem para facilitar o trabalho de profissionais envolvidos no ambiente digital, como designers, editores de áudio e vídeo e redatores de texto, por exemplo, deixando-os mais profissionais.
Essas ferramentas de edição passaram a ser utilizadas em todo o mundo a partir do surgimento dos primeiros computadores. É possível fazer desde ajustes simples (como brilho e contraste em imagens) até manipulações complexas (como renderização de vídeo, mixagem de áudio ou diagramação de textos).
Quais são os tipos de ferramentas de edição?
É possível dividir as ferramentas de edição entre os seguintes tipos:
Ferramentas de edição de imagem:softwares que permitem criar imagens, modificar arquivos já existentes, corrigir fotografias, além da criação de artes visuais. Exemplos: Adobe Photoshop, Adobe Illustrator, GIMP, Figma, Canva, entre outros;
Ferramentas de edição de vídeo: ferramentas que oferecem recursos aos usuários que permitem a modificação de arquivos de vídeo gravados por câmeras ou celulares. É possível fazer cortes, adicionar elementos e criar novos vídeos. Exemplos: CapCut, DaVinci Resolve, Adobe Premiere, entre outros;
Ferramentas de edição de áudio: softwares ou aplicativos que disponibilizam ferramentas de gravação de som, edição e ajustes de trilhas de áudio, além do tratamento dos arquivos, como a remoção de ruídos e equalização. Exemplos: Audacity, Garageband e Adobe Audition, entre outros;
Ferramentas de edição de texto: programas de computador ou celular que possibilitam a edição de documentos e arquivos de texto. Exemplos: Microsoft Word, Google Docs, entre outros.
Ferramenta de edição de vídeo em um MacBook (Imagem: Divulgação / Apple)
Quais são as vantagens das ferramentas de edição?
As ferramentas de edição oferecem as seguintes vantagens aos usuários:
Profissionalização do conteúdo: usar ferramentas de edição favorece a criação de conteúdo profissional, visto que é possível editar imagens, vídeos e textos brutos e transformá-los em arquivos que podem ser usados no ambiente profissional;
Possibilidade de exploração da criatividade: as ferramentas de edição oferecem uma série de recursos internos que possibilita a exploração da criatividade pelo usuário. Dessa forma, cada uso passa a ser singular e gera um resultado único;
Compatibilidade de formato: ferramentas de edição são compatíveis com diferentes formatos de arquivos, ampliando o suporte ao usuário;
Economia de tempo: alguns recursos disponíveis em softwares de edição foram criados para economizar tempo na manipulação de arquivos, principalmente ao editar vídeos e áudios.
Quais são as limitações das ferramentas de edição?
É possível encontrar limitações em algumas ferramentas de edição, como, por exemplo:
Necessidade de aprendizado: usuários que nunca tiveram contato com ferramentas de edição podem ter problemas com o aprendizado, devido à quantidade de recursos disponíveis;
Necessidade de assinatura: a grande maioria de aplicativos de edição são pagos, ou oferecem recursos limitados no plano gratuito;
Limitações de software: algumas ferramentas de edição apresentam limitações quando comparadas com modelos mais completos. Um aplicativo de edição para celular pode não ter os mesmos recursos dos softwares avançados disponíveis para PC, por exemplo;
Baixa compatibilidade com dispositivos modestos: celulares ou computadores modestos podem apresentar problemas de compatibilidade e travamentos ao usar ferramentas de edição. Dessa forma, alguns softwares podem exigir componentes mais poderosos para funcionar;
Dependência de internet (em alguns casos): algumas ferramentas de edição funcionam de forma online. Dessa maneira, quando há queda de internet ou problemas com servidores, o usuário não consegue utilizar a ferramenta.
Qual é a diferença entre ferramentas de edição e ferramentas de desenvolvimento?
As ferramentas de edição são programas ou aplicativos que permitem a modificação de arquivos de áudio, texto, imagem ou vídeo, de modo a deixá-los mais profissionais. Essas ferramentas permitem realizar ajustes em mídias pelo celular ou computador, antes de publicá-los em redes sociais, por exemplo.
Já as ferramentas de desenvolvimento são softwares dedicados à criação de novos aplicativos, sites ou soluções via código, como Visual Studio, Git, entre outros. Essas ferramentas são utilizadas por profissionais de tecnologia em todo o mundo para criar, testar e manter programas em funcionamento.
Qual é a diferença entre ferramentas de edição e ferramentas de produtividade?
As ferramentas de edição são aplicativos utilizados por usuários na manipulação de arquivos de mídia como imagens, textos e vídeos por exemplo. Esses software oferecem uma série de ferramentas internas que permitem realizar ajustes, correções e cortes no arquivo bruto e transformá-los em projetos finais.
Já as ferramentas de produtividade são plataformas voltadas para ajudar pessoas em tarefas repetitivas do dia a dia, reduzindo o tempo gasto e aumentando a produtividade do usuário.
É possível planejar atividades, armazenar arquivos importantes em pastas, controlar o tempo gasto em cada tarefa, além de facilitar a comunicação com outras pessoas.
Notebook Asus com sistema operacional Windows 11 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A Asus tem as seguintes linhas de notebook em seu portfólio: Vivobook, Zenbook, ExpertBook, ProArt Studiobook, ROG e TUF Gaming, além da linha tradicional da Asus. Os notebooks da marca são voltados para diferentes tipos de público, que variam de acordo com o modelo do dispositivo.
Algumas linhas da Asus são para uso diário, produtividade e edição de documentos online, e outras para profissionais que necessitam de alto processamento gráfico. Além disso, a Asus conta com duas categorias especializadas para o público gamer.
A seguir, confira detalhes sobre cada modelo de notebook da Asus e suas diferenças.
A linha tradicional de notebooks Asus é composta por modelos mais simples, voltados para o uso diário, seja para acessar redes sociais, sites, editar documentos online e para estudar.
Os dispositivos da linha padrão da marca contam com especificações básicas e são focados em ergonomia e portabilidade, pesando pouco na mochila durante o transporte, por exemplo.
Dessa forma, os notebooks da categoria podem ser úteis para usuários que desejam um dispositivo para estudos ou trabalho, desde que não haja tanta exigência gráfica e visual.
Notebook Asus M515 (Imagem: Divulgação/Asus)
Asus Vivobook
A linha de notebook Vivobook da Asus é uma categoria intermediária da empresa que oferece dispositivos que vão de modelos básicos até versões avançadas com foco em desempenho e design.
A principal característica dos notebooks Vivobook é o design, aliado à especificações técnicas superiores ao modelo convencional da marca. Dessa forma, a Asus consegue unir portabilidade, design moderno e alto desempenho em uma mesma linha de notebooks.
É possível encontrar modelos com características modestas e preço mais baixo, mas também produtos com processadores intermediários, alta quantidade de memória RAM e SSD, além de display de alta resolução.
Além disso, a Asus também disponibiliza versões com processador Snapdragon — que inclui recursos otimizados para inteligência artificial — e placas de vídeo da linha GeForce RTX, que possibilita a execução de jogos pesados.
Asus Vivobook 16 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Asus Zenbook
O Zenbook é o modelo de ultrabooks da Asus. Os dispositivos disponíveis nessa categoria são voltados para uso profissional, devido às suas especificações técnicas avançadas, como alta quantidade de memória RAM, processador Intel ou AMD de última geração e SSD que oferece bastante espaço de armazenamento.
Além disso, a tela dos notebooks Zenbook é de alta resolução e com alta taxa de atualização, ideal para profissionais de design e edição de vídeos.
Os dispositivos também são preparados para uso de IA e oferecem modelos 2 em 1, que podem se transformar em tablet ou em outro monitor, como o Asus Zenbook Duo.
Esse modelo traz uma tela sensível ao toque e um teclado, que pode ser removido, transformando a base do notebook em outra tela de alta definição e também touchscreen — o que também aumenta o preço final do produto.
Zenbook A14 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Asus ExpertBook
O Asus ExpertBook é o modelo empresarial de notebooks da marca. De acordo com a Asus, essa categoria de dispositivos é voltado para pequenas e médias empresas, já que oferece recursos extras de segurança e design ainda mais leve.
Os componentes internos dos notebooks da linha ExpertBook são semelhantes aos Zenbooks: processadores de última geração e de alto desempenho, grande quantidade de RAM e armazenamento, além de display de alta resolução. No entanto, o grande diferencial é seu design, com alguns modelos pesando menos de 1 kg.
Asus ExpertBook é o modelo empresarial da marca (Imagem: Divulgação/Asus)
Asus ProArt Studiobook
O Asus ProArt Studiobook é o modelo de notebook da Asus voltado para profissionais de arte e design. O grande diferencial da categoria é o alto desempenho gráfico e a fidelidade de cores do display, devido à presença de GPU dedicada e tela OLED com resolução superior a alguns modelos de notebooks da linha ExpertBook e ZenBook.
Nas especificações técnicas, o ProArt Studiobook traz processador top de linha, além de memória RAM de até 64 GB e SSD de até 8 TB de armazenamento. Em razão desses componentes internos, o preço é elevado, sendo uma das linhas mais caras da marca.
Asus ProArt Studiobook (Imagem: Divulgação/Asus)
Asus TUF Gaming
A linha de notebooks TUF Gaming da Asus é a categoria de notebooks gamers de entrada da marca. Os dispositivos oferecem ao consumidor especificações técnicas que permitem executar jogos, porém, sem elevar tanto o preço — em comparação com os modelos Asus ROG.
É possível encontrar dispositivos com características mais simples capazes de rodar jogos com qualidade gráfica inferior, mas sem problemas de desempenho. No entanto, a Asus também oferece modelos da linha TUF Gaming com especificações técnicas avançadas e preço mais alto.
Linha de notebooks Asus TUF Gaming (Imagem: Divulgação/Asus)
Asus ROG
Os notebooks Asus ROG (Republic of Gamers) fazem parte da linha de dispositivos gamers da empresa taiwanesa. A categoria de dispositivos é voltado para usuários que desejam alto desempenho gráfico, principalmente em jogos mais pesados, sem abrir mão da portabilidade.
Os modelos ROG contam com display com alta taxa de atualização e resolução, a fim de uma experiência sem travamentos durante o jogo. A linha de dispositivos também traz GPUs dedicadas, como as placas de vídeo da série RTX da Nvidia.
Asus ROG Strix Scar (Imagem: Divulgação/Asus)
Qual é a diferença entre o Asus Vivobook e Asus Zenbook?
O Asus Vivobook é uma linha de notebooks intermediários da marca. Os dispositivos oferecem o meio termo em especificações técnicas, trazendo algumas características avançadas e outras um pouco mais simples, mantendo design e portabilidade para uso diário.
Já o Asus Zenbook é a linha de ultrabooks da empresa. Dessa forma, o aparelho é voltado para profissionais avançados que desejam alto desempenho gráfico e de processamento. A Asus oferece modelos Zenbook já preparados para uso de IA e tela sensível ao toque, principalmente em notebooks que podem se transformar em tablet.
Qual modelo de notebook Asus tem melhor custo-benefício?
O Vivobook é o modelo de notebook da Asus com melhor custo-benefício. Os dispositivos da linha Vivobook oferecem especificações técnicas que buscam atendem à maior parte do público, mantendo a média de preço do mercado e sem perder no design.
É possível escolher modelos de notebook com alta quantidade de memória RAM, armazenamento em SSD e processadores AMD ou Intel Core de última geração com média de preço equivalente aos notebooks da linha tradicional da Asus.
Qual modelo de notebook Asus tem led no teclado?
As linhas Asus Vivobook, Asus Zenbook, Asus ExpertBook, Asus ROG e Asus TUF Gaming contêm notebooks com led no teclado. Os dispositivos gamers da Asus oferecem iluminação RGB, enquanto os outros modelos de notebook contêm iluminação convencional.
O notebook da Asus é melhor que o notebook da Samsung?
Não necessariamente. Para verificar se um Notebook da Asus é melhor que o da Samsung é preciso levar em consideração uma série de fatores, como: processador (CPU), quantidade de memória RAM, armazenamento, se há placa de vídeo (GPU) dedicada e qualidade do display, por exemplo.
Além disso, notebooks com especificações técnicas atuais e mais poderosas tendem a ter um preço mais alto. No entanto, os notebook da Samsung oferecem melhor integração para quem possui um smartphone da linha Galaxy, que pode ser interessante para alguns usuários.
O notebook da Asus é melhor que o notebook da Lenovo?
Determinar se um notebook da Asus é melhor que da Lenovo varia de acordo com a linha de notebooks e suas especificações técnicas. A Lenovo também oferece uma série de modelos de notebook voltados para diferentes tipos de público, abrangendo desde dispositivos de entrada até modelos poderosos voltados para o público gamer.
Para verificar se um modelo é melhor que o outro é preciso encontrar a faixa de preço que o usuário pode pagar, e fazer a comparação dos componentes internos dos dispositivos.
O notebook da Asus é melhor que o notebook da Positivo?
Alguns modelos de notebook da Asus são mais poderosos que os notebooks da Positivo, em razão do tipo de público para qual é voltado. A Positivo oferece linhas de laptops de entrada e intermediários, mais voltados para uso diário e tarefas profissionais que não exigem tanto poder de hardware.
Já a Asus tem em seu portfólio modelos de notebook profissionais, que contam com placa de vídeo dedicada para maior processamento gráfico.
Linha de tablets da Lenovo também conta com versões Plus (Imagem: Divulgação/Lenovo)
O Tab, IdeaTab e K11 são os modelos de tablet da Lenovo disponíveis no Brasil, que oferecem diferentes especificações técnicas. Alguns apresentam grande quantidade de memória RAM e armazenamento, além de tela com resolução superior ao Full HD.
No entanto, outros tablets contam com componentes mais simples, buscando ter preço mais acessível. A seguir, veja as principais diferenças entre os modelos de tablet da Lenovo.
De acordo com a Lenovo, três linhas de tablets estão disponíveis no Brasil: Lenovo Tab, Lenovo IdeaTab e Lenovo K11, sendo que os dois primeiros modelos também contam com a versão Plus, que oferece algumas melhorias.
Além disso, a Lenovo disponibiliza o tablet gamer Lenovo Legion Tab em outros países, porém, não há previsão de chegada ao Brasil.
Cada uma das linhas traz características únicas, sendo voltadas para públicos diferentes. Veja mais detalhes abaixo.
Lenovo Tab
O Lenovo Tab é o tablet mais simples da empresa chinesa sendo vendido no Brasil. O modelo é voltado para usuários que desejam um dispositivo para navegar na internet, usar redes sociais e aplicativos como streaming de áudio e música, já que suas especificações técnicas são menos potentes.
O dispositivo conta com tecnologia de tela mais simples que a concorrência. Além disso, a linha Lenovo Tab traz processadores MediaTek, que são considerados inferiores aos modelos Snapdragon em termos de desempenho.
No mais, a linha Tab traz recursos comuns em tablets como câmera frontal e traseira, além de suporte a chip de operadora (em alguns modelos) e capacidade de bateria limitada, em comparação com as outras linhas.
A Lenovo também conta com o modelo Tab Plus em seu portfólio. Nesse caso, o dispositivo oferece especificações superiores ao modelo comum, como maior quantidade de memória RAM, de armazenamento e display com resolução maior.
Lenovo Tab (Imagem: Divulgação/Lenovo)
Lenovo IdeaTab
O IdeaTab é uma linha de tablets da Lenovo com algumas evoluções em comparação com o modelo Lenovo Tab. O dispositivo também conta com processador MediaTek, porém, mais potente que a linha anterior.
Além disso, a Lenovo oferece tela com resolução superior à linha Tab, incluindo maior taxa de atualização, que oferece uma imagem mais nítida, melhor visibilidade em ambientes claros e cores mais consistentes.
Já o modelo IdeaTab Plus tem tela maior, processador MediaTek ainda mais potente e o grande diferencial: o dobro de capacidade de bateria que o Lenovo Tab. Essa linha de tablets é voltada também para estudantes e profissionais, trazendo recursos de IA do Google e sistemas de reconhecimento facial.
Lenovo IdeaTab (Imagem: Divulgação/Lenovo)
Lenovo Tab K11
O tablet K11 é o modelo intermediário na linha de tablets da Lenovo. Apesar de oferecer bateria superior aos modelos da linha Lenovo Tab, o aparelho conta com tela de qualidade inferior aos dois modelos citados anteriormente. O dispositivo também oferece menor quantidade de memória RAM, porém, com armazenamento superior ao Lenovo Tab padrão.
O Lenovo Tab K11 também é voltado para estudantes, usuários que desejam acessar redes sociais e aplicativos de streaming, tendo preço mais baixo que o Lenovo IdeaTab e mais alto que o Lenovo Tab. O modelo não conta com versão Plus.
Lenovo K11 (Imagem: Divulgação/Lenovo)
Lenovo Legion Tab
O Legion Tab é o modelo de tablet da Lenovo voltado para o público gamer. O dispositivo conta com recursos específicos para quem deseja um tablet para jogos, como tela com taxa de atualização de maior frequência, além de resolução superior, em comparação com os modelos convencionais da marca.
O Lenovo Legion Tab também tem a presença do processador Snapdragon, que oferece desempenho superior aos tablets com CPU MediaTek. Além disso, o sistema conta com grande quantidade de memória RAM e traz recursos de resfriamento para que o tablet não superaqueça enquanto joga. O Legion Tab não tem previsão de chegada ao Brasil.
Lenovo Legion Tab (Imagem: Divulgação/Lenovo)
Qual é a diferença entre os tablets Tab e IdeaTab da Lenovo?
As diferenças entre o Lenovo Tab e o Lenovo IdeaTab estão nas especificações técnicas. O modelo IdeaTab oferece processador de alto desempenho, maior quantidade de memória RAM e de armazenamento.
Além disso, a linha de tablets conta com tela de alta resolução — em comparação com o Lenovo Tab — e maior capacidade de bateria.
No entanto, os preços são bem diferentes. Enquanto o Lenovo Tab é um tablet de entrada, voltado para usuários que desejam o básico, a linha IdeaTab é mais cara, justamente pelos upgrades apresentados.
Qual é o tablet da Lenovo com melhor custo-benefício?
O Lenovo Tab é o tablet com melhor custo-benefício da Lenovo, visto que tem preço bem abaixo do da concorrência na hora de escolher um tablet. Os aparelhos oferecem o básico para usuários que nunca tiveram acesso a esse tipo de dispositivo, sem exagerar no preço.
É possível encontrar os tablets da Lenovo com preços a partir de R$ 900, podendo variar de acordo com a presença de acessórios como caneta e teclado.
Quais tablets da Lenovo vêm com caneta?
A Lenovo confirmou ao Tecnoblog que todos os modelos de tablet são compatíveis com caneta. No entanto, a presença do acessório nos tablets depende do pacote vendido pela empresa no varejo brasileiro.
Alguns tablets são vendidos com caneta já inclusa, porém, também é possível comprar modelos sem a presença do acessório. Dessa forma, é preciso verificar no ato da compra se o modelo que você está comprando vem com caneta ou não.
Os tablets da Lenovo vêm com teclado?
A maioria dos tablets da Lenovo não vêm com teclado incluso, com exceção de alguns pacotes vendidos no varejo que já contam com a presença do acessório.
Assim, é necessário conferir antes de comprar se o modelo em questão já conta com teclado. Do contrário, é preciso adquirir o acessório separadamente no site da Lenovo.
Quais são os concorrentes da linha de tablets da Lenovo?
A Lenovo concorre no mercado nacional de tablets com Samsung, Motorola e Xiaomi. A Samsung conta com tablets na mesma faixa de preço que o Lenovo Tab, podendo trazer características superiores em alguns aspectos, como a integração com o ecossistema Galaxy.
Galaxy Book 5 Pro tem versões com tela de 14 polegadas e 16 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A Samsung conta com diversas linhas de notebook em seu portfólio. Alguns modelos são voltados para o uso diário, como o Galaxy Book e Galaxy Book Go, e outros para uso profissional, como a linha Galaxy Book Pro e Galaxy Book Ultra.
As principais diferenças entre os dispositivos estão nas especificações técnicas. Enquanto alguns modelos contam com processadores de alto desempenho, ampla memória RAM e grande capacidade de armazenamento, outros trazem componentes mais modestos sem foco em desempenho.
A seguir, veja quais são todos os modelos de notebook da Samsung e as diferenças entre eles.
A Samsung disponibiliza os seguintes modelos de notebook aos usuários: Galaxy Book, Galaxy Book Pro, Galaxy Book Ultra, Galaxy Book Edge, Galaxy Book 360, Galaxy Book Go e Galaxy Chromebook. Confira detalhes sobre cada linha de notebook a seguir.
Galaxy Book
O Galaxy Book é o modelo padrão de notebooks da Samsung. O dispositivo busca equilíbrio entre preço e desempenho aos usuários que desejam ter um notebook Galaxy. É comum que o Galaxy Book seja equipado com processador Intel Core i3, i5 ou i7, além da presença de um SSD que pode variar de tamanho.
Esse dispositivo é voltado para usuários que desejam um notebook para tarefas do dia a dia, como estudos ou trabalho, e que buscam a portabilidade de um laptop. Além disso, o grande diferencial do Galaxy Book é a integração com o ecossistema Galaxy, que permite conectar outros dispositivos da marca com os notebooks mais facilmente.
O Galaxy Book vem equipado com Windows, display de alta definição e memória RAM que começa em 8 GB.
Notebooks da Samsung oferecem integração entre os dispositivos da marca (Imagem: Divulgação/Samsung)
Galaxy Book Pro
O Galaxy Book Pro é o notebook da Samsung voltado para usuários que desejam desempenho mais alto em comparação com o modelo convencional. O dispositivo é recomendado para profissionais, com algumas versões sendo equipadas com a linha de processadores Intel Core Ultra 7, que tem foco em inteligência artificial.
Além disso, o Galaxy Book Pro oferece tecnologia de tela superior ao Book tradicional, com display AMOLED de 14 polegadas, tela sensível ao toque e taxa de atualização de 120 Hz. O dispositivo também é mais leve e traz recursos adicionais como teclado retroiluminado e webcam de alta resolução.
Linha de notebooks da Samsung tem foco em Inteligência Artificial (Foto: Katarina Bandeira/Tecnoblog)
Galaxy Book Ultra
O Galaxy Book Ultra é um modelo de notebook da Samsung que traz ainda mais potência que o Galaxy Book Pro.
Algumas versões do laptop contam com processador Intel Core Ultra 7 ou 9 de última geração, e ainda traz consigo uma placa de vídeo dedicada da linha GeForce RTX, da Nvidia. Isso sem se tornar pesado demais em comparação com outros modelos da marca.
A tela do Galaxy Book Ultra também teve um upgrade em relação ao modelo Pro, sendo AMOLED de 16 polegadas, sensível ao toque e com taxa de atualização de 120 Hz. Por se tratar de um modelo top de linha da Samsung, o dispositivo oferece uma grande quantidade de memória RAM, podendo chegar a 32 GB.
Galaxy Book 4 Ultra é o mais robusto da nova linha de notebooks da Samsung (Foto: Katarina Bandeira/Tecnoblog)
Galaxy Book Edge
O Galaxy Book Edge é uma linha premium de notebooks da Samsung que conta com um processador Qualcomm Snapdragon, possibilitando executar tarefas locais de inteligência artificial. Dessa forma, é possível usar todos os recursos disponíveis no Galaxy AI, além de fazer parte do programa Copilot+.
Em razão da presença de um chip ARM como processador, o notebook da Samsung garante maior eficiência energética que os processadores Intel Core, elevando a autonomia de bateria. O dispositivo conta com Wi-Fi 7, 16 GB de memória RAM, SSD e todos os recursos oferecidos pelo ecossistema Galaxy.
Galaxy Book 4 Edge rodando o Paint com a ferramenta de IA CoCreator (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Galaxy Book 360
O Galaxy Book 360 é o notebook flexível da Samsung que permite virar um tablet durante o uso. O modelo é um dos mais leves da linha Galaxy e conta com tela sensível ao toque menor que os notebooks convencionais da Samsung.
Por conta do design 2 em 1, o Galaxy Book 360 é compatível com a S Pen, útil para designers e editores audiovisuais. Já nas especificações gerais, o desempenho tende a ser inferior aos modelos Pro e Ultra. Isso ocorre pois a empresa procura atender outro tipo de público, e não aqueles que buscam por um notebook com alto desempenho.
Galaxy Book 360 tem design 2 em 1 (Foto: Katarina Bandeira/Tecnoblog)
Galaxy Book Go
O Galaxy Book Go é um notebook de entrada da Samsung voltado para produtividade em razão das suas especificações técnicas. O modelo tem preço mais baixo que os outros notebooks da linha Galaxy, já que traz um processador Snapdragon de baixo consumo, baixa quantidade de memória RAM e armazenamento de 128 GB.
O dispositivo é voltado para quem procura um notebook da Samsung para uso do dia a dia, sem a necessidade de exigir tanto do processamento e da parte gráfica. Por conta disso, sua autonomia de bateria tem média superior aos outros modelos da marca.
Galaxy Book Go é um notebook de entrada da Samsung (Imagem: Divulgação/Samsung)
Galaxy Chromebook
O Galaxy Chromebook é um notebook da Samsung que utiliza o Chrome OS como sistema operacional, em vez do Windows. O dispositivo é voltado para uso doméstico, principalmente para acesso à internet, web apps e edição de documentos nos serviços Google.
O notebook da Samsung tem especificações ainda mais modestas que os outros modelos da linha Galaxy: tela de 11 polegadas, processador Intel Celeron, 4 GB de memória RAM e pouquíssimo espaço de armazenamento (32 GB).
Galaxy Chromebook vem equipado com Chrome OS (Imagem: Divulgação/Samsung)
Qual é a diferença entre Galaxy Book Pro e o Galaxy Book Ultra?
O Galaxy Book Pro é um notebook top de linha da Samsung que oferece recursos para profissionais, como CPU de alto desempenho, tela com alta taxa de frequência, além de outras especificações técnicas com foco em uso profissional. No entanto, sua limitação é a presença de uma placa de vídeo compartilhada da Intel.
Já o Galaxy Book Ultra também é um notebook top de linha da Samsung, porém, equipado com uma placa de vídeo dedicada. O dispositivo conta com a linha GeForce RTX como GPU, buscando atender usuários mais exigentes de desempenho gráfico, como gamers e profissionais de edição de vídeo.
Qual é a diferença entre o Galaxy Book e o Galaxy Book Go?
O Galaxy Book é um notebook intermediário da Samsung. O modelo conta com processadores Intel Core i3, i5 ou i7, amplo armazenamento e memória RAM expansível, assim como acontece com notebooks de outras marcas.
O dispositivo pode ser usado tanto para uso diário, por profissionais e até mesmo para quem busca um laptop para jogos.
Já o Galaxy Book Go é um notebook de entrada da Samsung voltado para usuários pouco exigentes. O dispositivo traz processador Snapdragon, menor quantidade de memória RAM e pouco armazenamento. Seu uso é indicado para quem busca um laptop compacto para acesso à internet e edição de textos.
Qual é o modelo de notebook da Samsung com melhor custo-benefício?
O Galaxy Book convencional é o modelo de notebook da Samsung com melhor custo-benefício. O dispositivo vem equipado com processadores Intel Core, boa quantidade de memória RAM e bastante espaço de armazenamento pelo preço cobrado.
Além disso, ao escolher o notebook padrão da linha Galaxy, os usuários tem acesso aos recursos de integração entre Windows e o smartphone da marca.
Qual modelo de notebook da Samsung é bom para estudar?
Os notebooks Galaxy Book, Galaxy Book Go e Galaxy Chromebook são os modelos voltados para estudantes.
Os dispositivos contam com preço mais baixo em razão das configurações mais simples, quando comparados com os das linhas Pro e Ultra, que podem ser usados no ambiente profissional.
Quais são os recursos disponíveis nos notebooks da Samsung?
Galaxy AI: modelos com CPU compatíveis com inteligência artificial são capazes de executar tarefas disponíveis no Galaxy AI, como Windows Recall, legendas em tempo real, assistentes de escrita e edição de imagens;
Samsung Notes: aplicativo de notas da Samsung que permite usar o dedo ou uma caneta compatível para digitar ou desenhar;
Quick Share: ferramenta que permite transferir arquivos de forma rápida entre dispositivos Samsung e Windows;
Link to Windows: possibilita conectar o Samsung Galaxy ao Windows de forma espelhada. É possível responder mensagens, ver notificações e até usar os apps do celular no PC;
Integração com dispositivos Galaxy: os notebooks Galaxy oferecem suporte ao ecossistema da Samsung, o que permite usar o celular ou tablet como uma extensão do computador.
Samsung Knox: recurso de segurança da Samsung que protege os dispositivos da marca contra ameaças;
Tecla de atalho para IA: modelos compatíveis com inteligência artificial possuem um botão de atalho no teclado para fácil acesso ao Copilot, da Microsoft.