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Logitech G PLAY 2026: empresa confirma novos mouses, teclados e o Yeti 2 a partir de outubro

A Logitech G reuniu a imprensa brasileira na manhã desta quarta-feira (23), na Login House XP, em São Paulo, para uma apresentação em primeira mão das novidades do Logitech G PLAY 2026 — evento global da marca que reúne lançamentos de hardware, software e experiências voltadas a gamers casuais, jogadores competitivos e criadores de conteúdo. O Olhar Digital acompanhou a apresentação e testou parte dos novos equipamentos no local.

Ao todo, a Logitech G apresenta 15 novos produtos nesta edição, além de novidades de software e recursos de personalização e integração do ecossistema da marca. Para o mercado brasileiro, a companhia confirmou uma seleção de nove lançamentos, com chegada às lojas a partir de outubro, e novidades adicionais previstas para novembro e dezembro.

Um evento pensado para reforçar o peso do Brasil no mapa da marca

O Logitech G PLAY 2026 aconteceu globalmente em 23 de setembro, com transmissão pelo canal Flow Games. Sob o conceito “The Road to the Breakthrough”, a marca reforçou o compromisso de ouvir a comunidade de jogadores e de conectar hardware, software, criadores e comunidade em um único ecossistema.

Apresentação produtos gamer logitech g 2026
Evento Logitech G PLAY 2026 – Divulgação / Olhar Digital

Durante a apresentação brasileira, executivos da Logitech G destacaram a relevância do país como mercado prioritário, já que de acordo com a Newzoo somos o terceiro maior mercado de consumo de games – com produtos passando por testes de qualidade conduzidos por jogadores profissionais e criadores de conteúdo brasileiros antes de chegarem às prateleiras, em um processo descrito como parte de um esforço conjunto com outros mercados internacionais para garantir o padrão dos lançamentos.

“O Brasil é um mercado muito importante para a Logitech G e estar próximo da comunidade é fundamental para entendermos o que os jogadores realmente buscam. Esses lançamentos mostram justamente essa preocupação em oferecer produtos para diferentes perfis, desde quem está evoluindo seu setup até quem busca o mais alto nível de performance competitiva. Nosso objetivo é trazer inovação, praticidade e tecnologia que façam sentido para o jogador brasileiro“, afirma Leandro Rocha, Gerente de Categoria de Gaming da Logitech G no Brasil.

Linha PRO ganha reforços para quem busca desempenho competitivo

A família PRO, desenvolvida em colaboração com atletas profissionais (hoje a marca trabalha com mais de 300 atletas e 44 equipes de esports ao redor do mundo), recebe três novos mouses.

O principal deles é o PRO X3 SUPERSTRIKE, que chega ao Brasil em outubro por R$ 1.299,90, nas cores preto e magenta. O modelo dá continuidade à tecnologia SUPERSTRIKE, construída sobre o sistema HITS: uma abordagem de clique que funciona de forma parecida a um teclado magnético, permitindo controlar a pressão exercida sobre o botão para acionar o comando, o que a marca descreve como o clique mais rápido da categoria atualmente no mercado. Segundo a Logitech G, foram nove meses de desenvolvimento para alcançar uma melhoria de 50% na eficiência energética do mouse, mantendo um chassi leve e equilibrado.

Completam a linha o PRO X SUPERLIGHT 2c SE e o PRO X SUPERLIGHT 2 DEX SE, ambos disponíveis nas cores preto, branco e magenta e com preço sugerido de R$ 699,90. Opções voltadas a jogadores que buscam alto desempenho em formatos mais compactos e personalizáveis.

O G502 X também ganha reforço, com duas novas opções de cor para o Brasil: preto e roxo, e branco e turquesa, por R$ 999,90.

Teclados e mousepad também recebem atualização

Na linha de teclados, o destaque é o PRO X2 RAPID, com chegada prevista para novembro por R$ 1.699,90, também nas cores preto, branco e magenta. O modelo usa switches magnéticos e a tecnologia Rapid Trigger, que permite ajustar o quanto uma tecla precisa ser liberada antes de acionar o próximo comando, recurso pensado para reduzir o tempo de resposta em jogos competitivos. A personalização pode ser feita pelo software G HUB ou diretamente no teclado, que conta com interface OLED e vem acompanhado de apoio de pulso (Palm Rest).

Já o G316 X 75 chega em outubro como opção de entrada no formato compacto 75%, nas cores preto e branco, por R$ 584,90 (R$ 496 no Pix). O lançamento dialoga com o perfil de consumo do mercado brasileiro: cerca de 80% dos teclados vendidos no país custam abaixo de R$ 500, em um mercado que ocupa a 9ª posição global em gastos com tecnologia para games. Sinal de que o público brasileiro joga bastante, mas prioriza custo-benefício na hora de montar o setup.

Completa o grupo de acessórios para setup competitivo o PRO X CONTROL, mousepad com dimensões de 400 x 460 mm, chegada prevista para novembro e preço sugerido de R$ 499,90. O produto usa tecido de malha para deslizamento omnidirecional, espuma Slimflex de 6 mm e base de alta aderência para manter a superfície estável durante o jogo.

Áudio: um microfone reformulado e um headset com foco em comunicação

Para criadores de conteúdo, streamers e podcasters, a Logitech G apresenta o Yeti 2, renovação do microfone mais conhecido da marca. O novo modelo chega ao Brasil em outubro, na cor preta, por R$ 999,90, com sensor de proximidade capaz de acompanhar a posição do usuário em três dimensões e ajustar automaticamente ganho, equalização e padrão de captação em tempo real — eliminando a necessidade de ajustes manuais constantes. O Yeti 2 também conta com redução de ruído por inteligência artificial, tela de LED colorida, integração com o G HUB, perfis de comunidade via Blue VO!CE e personalização de avatar.

Microfone Yeti 2 - Logitech G
Microfone Yeti 2 – Logitech G – Logitech / Divulgação

Na linha de headsets, o PRO X3 LIGHTSPEED chega em novembro por R$ 1.699,90, nas cores preto, branco e magenta. O modelo é voltado a jogadores competitivos e aposta em um microfone de 48 kHz para comunicação mais clara, além de opções avançadas de personalização de equalização para priorizar sons relevantes durante a partida.

ASTRO A50 X ganha edição especial em dezembro

Fecha o calendário do trimestre a nova edição do ASTRO A50 X, batizada de Mars Red, com chegada ao Brasil prevista para dezembro. O headset integra o ecossistema de áudio da Logitech G e é voltado a jogadores que transitam entre plataformas: a tecnologia PLAYSYNC permite alternar entre sistemas compatíveis, enquanto a conexão sem fio LIGHTSPEED garante liberdade de movimento durante o jogo. A Logitech G afirma que detalhes de disponibilidade, preço final e data exata de lançamento serão anunciados em breve.

Headset Astro A50x Mars Red
Headset Astro A50x Mars Red – Divulgação/Logitech

O que ainda não tem data confirmada no Brasil

Nem todas as novidades apresentadas no Logitech G PLAY 2026 têm cronograma fechado para o mercado brasileiro. Segundo a marca, no caso dos novos volantes para a linha de SIM Racing, a decisão de restringir o próximo lançamento a uma versão para PC — sem variante dedicada para consoles — reduz o custo de desenvolvimento em relação a produzir versões específicas para as duas plataformas.

Outro ponto em aberto é o layout dos teclados: atualmente, todos os modelos da linha chegam ao Brasil no padrão americano (US), mas a Logitech G estuda o desenvolvimento de uma versão em ABNT para o mercado nacional, sem promessa definida.

Testado em primeira mão: linha PRO em ação no Valorant

O Olhar Digital teve acesso a uma estação de testes com a linha PRO rodando Valorant. Na prática, o mouse se destacou pelo peso reduzido, o que facilita a movimentação, mas exige uma recalibração de quem está acostumado a periféricos mais pesados — a sensibilidade pode ser ajustada nas configurações, ajuste que não foi possível testar dentro do tempo disponível na demonstração. O teclado respondeu de forma suave ao toque, com boa resposta aos comandos durante as partidas. Já o headset entregou uma separação de áudio consistente: passos ao redor do jogador ficaram identificáveis por direção, sem que os disparos soassem estridentes.

Calendário de lançamento da Logitech G no Brasil

*Produtos desenvolvidos na Suíça.


Leia também: Logitech G Racing Series: a grande final que levou o Sim Racing brasileiro para a pista real

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Galaxy Tab S12 Ultra vaza em imagens e revela design ultrafino

O Galaxy Tab S12 Ultra apareceu em um novo vazamento que mostra com mais detalhes o possível design do próximo tablet premium da Samsung. Imagens compartilhadas pelo leaker Evan Blass exibem o aparelho de praticamente todos os ângulos e reforçam a aposta em um corpo ultrafino.

Os novos renders surgem após outros vazamentos anteciparem o visual da linha. Nas últimas semanas, tanto o Galaxy Tab S12+ quanto o Tab S12 Ultra já apareceram em imagens e tiveram parte das especificações reveladas.

Galaxy Tab S12 Ultra terá apenas 5,1 mm

Um dos principais destaques do Galaxy Tab S12 Ultra deve ser a espessura de apenas 5,1 mm. Apesar do corpo bastante fino e da tela grande, o tablet deve pesar 693 gramas.

As imagens mostram bordas discretas ao redor do display, além de um pequeno notch na parte superior. Na traseira, as câmeras ficam levemente projetadas em relação ao restante do corpo.

O modelo exibido por Blass aparece na cor cinza, mas a Samsung também deve oferecer uma versão prateada.

A S Pen também aparece ao lado do aparelho nos renders. O Galaxy Tab S12 Ultra terá suporte à caneta da Samsung, mas, segundo as informações vazadas, o acessório não será incluído na caixa.

Galaxy Tab S12 Ultra

Tela de 14,6 polegadas e bateria de 11.600 mAh

A ficha técnica vazada aponta para uma tela Dynamic AMOLED 2X de 14,6 polegadas, o que mantém a proposta de painel grande adotada pela Samsung em seus tablets Ultra.

O aparelho também deve contar com uma bateria de 11.600 mAh, com suporte a carregamento de 45 W pelo cabo.

No software, a expectativa é que o Galaxy Tab S12 Ultra saia de fábrica com o Android 17, acompanhado da interface One UI 9.

Outras informações sobre o Galaxy Tab S12+ e o próprio modelo Ultra, incluindo especificações e possíveis preços, também surgiram em vazamentos nos últimos dias.

Quando o Galaxy Tab S12 Ultra será lançado?

A expectativa é que a Samsung apresente o Galaxy Tab S12 Ultra em 7 de outubro. A data, porém, ainda deve ser tratada como rumor, já que a fabricante não confirmou oficialmente um evento para anunciar a nova geração de tablets.

Com isso, detalhes como preço, mercados em que o aparelho será vendido e configurações de memória e armazenamento ainda dependem do anúncio oficial.

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Novo Snapdragon para celulares top ganha versão ainda mais poderosa

A Qualcomm apresentou nesta terça-feira (22) sua nova geração de chipsets para celulares premium. Desta vez, a fabricante aposta em dois modelos: Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 e Snapdragon 8 Elite Gen 6, com novidades para inteligência artificial, jogos, câmeras e conectividade.

E pelo menos um celular já está confirmado com a nova plataforma. A Motorola revelou uma prévia do Motorola Signature 27, próximo top de linha da marca, que será equipado com o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6.

Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 é o mais poderoso

O Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 ocupa o topo do novo portfólio, e é descrito pela Qualcomm como sua plataforma móvel mais poderosa. O foco está principalmente no avanço da IA executada diretamente no celular, com suporte para agentes mais personalizados e capazes de se adaptar ao uso ao longo do dia.

Nos jogos, uma das principais novidades é o Adreno Neural Fusion. A tecnologia aplica inteligência artificial ao processamento gráfico para aprimorar os visuais e, segundo a Qualcomm, também ajudar a estender o tempo de jogo.

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 As câmeras também recebem novos recursos. A plataforma oferece suporte ao Advanced Professional Video, APV, além do Intelligent Pixel Control, que amplia a compreensão da cena pelo processamento de imagem e promete resultados mais naturais em fotos e vídeos.

Snapdragon 8 Elite Gen 6 mantém boa parte das novidades

Já o Snapdragon 8 Elite Gen 6 fica um degrau abaixo da versão Extreme, mas compartilha boa parte de sua arquitetura. O chipset usa processo de fabricação de 2 nanômetros e traz CPU Qualcomm Oryon personalizada, GPU Adreno com arquitetura renovada e NPU Hexagon.

A estratégia permite que a Qualcomm distribua os principais recursos da nova geração entre mais celulares premium, em vez de concentrá-los apenas no modelo mais poderoso.

Segundo a empresa, o Snapdragon 8 Elite Gen 6 terá acesso a muitos dos mesmos avanços de IA, jogos, processamento de imagem e conectividade oferecidos pelo Extreme.

Motorola Signature 27 estreia geração Extreme

A Motorola aproveitou o Snapdragon Summit para revelar os primeiros detalhes do Motorola Signature 27. O celular será equipado com o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6, a versão mais poderosa da nova geração.

Com a nova plataforma, a Motorola destaca recursos de IA executados no aparelho, melhorias para câmeras e jogos e avanços de conectividade 5G e Wi-Fi. O celular também terá um sistema com seis antenas, que, segundo a fabricante, pode dobrar as velocidades de download em determinadas condições.

O Signature 27 também estreia uma nova geração do sistema de refrigeração ArcticMesh, que combina gel térmico com diamante, metal líquido, malha de cobre e uma câmara de vapor 3D redesenhada.

Motorola Signature 27

Por enquanto, a Motorola apresentou apenas uma prévia do aparelho e deixou a revelação completa para outro momento.

Samsung, Xiaomi, OPPO e outras marcas também estão confirmadas

Além da Motorola, a Qualcomm confirmou que celulares com Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 e Snapdragon 8 Elite Gen 6 chegarão ao mercado por diversas fabricantes.

A lista inclui Honor, iQOO, Nubia, OnePlus, OPPO, REDMI, RedMagic, Samsung, vivo, Xiaomi e ZTE, além da própria Motorola. A Qualcomm, porém, não detalhou quais modelos usarão cada uma das duas versões.

Assim, por enquanto, o Motorola Signature 27 é um dos poucos aparelhos oficialmente associados a uma variante específica da nova geração, com a confirmação do Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6.

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Preço derreteu: Controle 8Bitdo Sn30 Pro por R$ 159 parcelado

Jogar no PC usando teclado e mouse nem sempre é a melhor experiência, especialmente em títulos de plataforma, luta ou corrida. Se você procura um controle de qualidade, com visual nostálgico e que entregue precisão, a Amazon fez a limpa no estoque e derrubou o preço do 8Bitdo Sn30 Pro USB Gamepad. O acessório, que costuma custar R$ 248,81, está saindo por apenas R$ 159,96 parcelado, uma oportunidade urgente para garantir o seu antes que a promoção acabe.

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Este controle chama a atenção logo de cara pelo seu visual inspirado no clássico Super Nintendo, trazendo uma dose deliciosa de nostalgia para a sua jogatina diária. Mas não se engane pela carinha dos anos 90: ele vem muito bem equipado com dois analógicos e botões de ombro extras, garantindo que você consiga jogar desde os clássicos de emuladores até os lançamentos em 3D mais recentes com facilidade.

A qualidade de construção é um ponto de destaque absoluto entre quem já comprou. Ele tem um acabamento firme e materiais de primeira linha, garantindo durabilidade mesmo naquelas sessões de jogo mais intensas, sem aquela sensação de plástico frágil. Além disso, por ser um modelo USB, a conexão é direta no PC, garantindo respostas rápidas e sem atrasos nos seus comandos.

Outro grande benefício direto é o seu formato compacto e confortável. Ele se adapta perfeitamente em mãos menores, sendo uma excelente opção de compra para crianças ou para quem sente desconforto e cansaço com os controles atuais, que costumam ser maiores e mais pesados. Tudo isso com um direcional em cruz (D-pad) excelente para executar golpes complexos em jogos de luta.

Vale a pena comprar o 8Bitdo Sn30 Pro USB Gamepad?

Para quem busca um controle versátil e bem construído para o PC, vale muito a pena aproveitar este desconto. Os compradores elogiam bastante a resistência do material e a ótima resposta nos mais variados gêneros de games.

Para fazer uma compra consciente, é preciso apenas ter em mente dois detalhes práticos: ele é cabeado (com um fio de 1,70m) e a pintura das letras nos botões segue o padrão da Nintendo. Como o PC costuma reconhecer o layout do Xbox, você precisará usar um pouco da memória muscular na hora de apertar o A, B, X e Y, mas nada que tire o brilho da experiência. Por esse preço promocional, é um acessório fantástico para ter na sua mesa. Aproveite agora!

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Xiaomi vai vender dois novos smartphones no Brasil

Redmi Note 17 Pro vem em quatro opções de cores (imagem: divulgação)
Resumo
  • Xiaomi prepara o lançamento de dois novos smartphones no Brasil: Redmi Note 17 Pro e Poco X8.
  • Os aparelhos foram certificados pela Anatel e têm características similares, incluindo tela AMOLED de 6,83″ e processador Snapdragon 6s Gen 4.
  • Os modelos devem ter baterias de 8.300 mAh ou 9.000 mAh em silício-carbono.

Mais um membro da família Redmi Note 17 recebeu a aprovação da Anatel: é o Redmi Note 17 Pro. O modelo é acompanhado na certificação pelo primo Poco X8, já que ambos compartilham muitas características em comum.

O Redmi Note 17 Pro usa os códigos de modelo 2607DRA18T e 2607DRA18G, enquanto o Poco X8 é o 2607DPC18G. O certificado foi emitido na última terça-feira (15/09) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), conforme revelam os documentos vistos em primeira mão pelo Tecnoblog.

Captura de tela do certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8
Certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Por dentro e por fora, os dois smartphones têm características quase idênticas:

Os modelos divergem em três aspectos:

  • O Poco X8 não possui IP, enquanto o Redmi Note 17 Pro tem IP68/69K (dependendo do mercado)
  • A sua segunda câmera traseira é uma mera câmera de 2 megapixels para detectar profundidade, já o Redmi Note 17 Pro usa uma ultrawide de 8 megapixels
  • O design, especialmente as cores e o formato da “ilha” das câmeras
Imagem de divulgação do Xiaomi Poco X8, mostrando suas três opções de cores
Poco X8 tem três opções de cores e design similar ao Redmi Note 17 Pro (imagem: divulgação)

Na caixa, ambos serão acompanhados de carregador de 67 Watts, modelos MDY-15-ET ou MDY-20-EV.

Os celulares também divergem em suas memórias: apenas o Redmi Note 17 Pro oferece opção de 512 GB de armazenamento em alguns países. A memória RAM pode ser de 6 GB, 8 GB ou 12 GB, dependendo de onde é vendido.

A certificação do Redmi Note 17 Pro vem para acompanhar os “irmãos menores” Redmi Note 17 4G e 5G, que já receberam a aprovação da agência. Apenas o Redmi Note 17 Pro Max, com especificações superiores e bateria de até 10.000 mAh, ainda não recebeu o aval.

Foto de certificação do carregador MDY-20-EV da Xiaomi
Carregador MDY-20-EV, uma das opções que virá na caixa do Poco X8 e Redmi Note 17 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Xiaomi vai vender dois novos smartphones no Brasil

Redmi Note 17 Pro vem em quatro opções de cores (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

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Anatel manda bloquear empresas após 4,3 milhões de ligações fraudulentas

Ilustração de uma mão segurando um smartphone. A tela exibe uma chamada recebida, com a identificação de golpe. Na parte inferior direita, o logo do "Tecnoblog" é visível.
Empresas falsificam identificador de chamadas para iludir consumidores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Anatel determinou o bloqueio de empresas que originaram 4,3 milhões de ligações fraudulentas com identificador falsificado, conhecido como spoofing. Duas empresas, ELO Contact Center Serviços S.A. e Voros Telecomunicações S/A, foram impedidas de originar chamadas.
  • A ELO encaminhou 1.758.179 chamadas com identificador falsificado por meio da rede da TIM, enquanto a Voros encaminhou 2.600.527 chamadas fraudulentas através das redes da Algar, Surf, Datora e Foco Telecom.
  • A Anatel também solicitou relatórios sobre 199 milhões de chamadas encaminhadas por TIM, Surf Telecom, Algar e Itelco, para identificar o real originador destas chamadas e tomar providências.

A Anatel deu um novo passo na luta contra ligações fraudulentas: ontem (16), a agência expediu seis despachos com medidas destinadas ao rastreio e bloqueio de empresas que originaram chamadas com identificador falsificado, mais conhecido pelo termo em inglês spoofing.

Somente uma das empresas fiscalizadas originou um total de 2,6 milhões de ligações assim, segundo a agência reguladora.

O que é spoofing?

Spoofing no contexto da telefonia é a prática de alterar o número que é exibido no identificador de chamadas, divergindo do número real da linha que originou a chamada.

O termo normalmente é utilizado quando tal alteração é feita com fins maliciosos e fraudulentos, já que há alguns usos legítimos para tal alteração, como em caso de empresas com diversos ramais, onde geralmente o identificador de chamadas será apresentado com o número da linha principal.

A prática é possível por que os protocolos e sistemas (especialmente o SS7) utilizados para chamadas de voz são antigos e foram desenvolvidos em uma era em que esse tipo de problema não foi imaginado, além de haverem muito menos empresas de telecom (no geral, monopólios e estatais), com mais confiança entre si.

É algo que o Origem Verificada pretende resolver, utilizando os protocolos STIR/SHAKEN para validar os dados de identificador de chamadas.

As medidas da Anatel

Na série de despachos, a agência determinou que duas empresas sejam impedidas de originar chamadas, além da produção de relatórios com dados completos sobre chamadas que a agência identificou como spoofing, como dados cadastrais e rotas.

As duas empresas que tiveram suas chamadas barradas são a ELO Contact Center Serviços S.A. e a Voros Telecomunicações S/A. Segundo a agência, um total de 1.758.179 chamadas com identificador falsificado foram encaminhadas pela Elo por meio da rede da TIM e um total de 2.600.527 chamadas fraudulentas foram encaminhadas pela Voros através das redes da Algar, Surf, Datora e Foco Telecom.

O bloqueio direcionado à Elo tem validade de um mês e o bloqueio direcionado à Voros não tem prazo final, já que a empresa estava atuando clandestinamente no setor de telefonia, de acordo com a agência. A Elo atuava na “venda de produtos e serviços da TIM”.

Em outra frente, a agência determinou a produção de relatórios sobre 199 milhões de chamadas encaminhadas por TIM, Surf Telecom, Algar e Itelco. No caso específico da operadora italiana, são ligações vindas do exterior para o Brasil, provenientes da americana US Matrix. O objetivo da agência é identificar o real originador destas chamadas para posteriores providências, como mais pedidos de bloqueios.

OperadoraChamadas spoofing encaminhadas
US Matrix via TIM33.226.903
Algar93.327.768
Itelco33.076.231
Surf39.928.700
Total199.559.602

Os números reais devem ser ainda maiores, já que a agência produziu os números a partir de amostras de uma hora por semana e apenas em rotas com 90% ou mais de chamadas com spoofing. A Anatel prevê que “o cenário efetivo pode ser substancialmente mais grave que aquele retratado pelos achados fiscalizatórios já consolidados”.

Quantidade de chamadas com spoofing encaminhadas pela Surf fiscalizadas pela Anatel (imagem: reprodução)

O caso da US Matrix é peculiar, já que a empresa exibe números de celulares brasileiros quando encaminha as chamadas do exterior para a rede da TIM.

É importante reforçar que isso não quer dizer que os recebedores destas chamadas sejam necessariamente clientes destas empresas, já que elas podem estar apenas executando interconexão, o que, na prática, permite o tráfego destas chamadas para outras empresas.

O que dizem as empresas?

A Algar declarou em nota ao Tecnoblog que está analisando tecnicamente o teor do despacho para adotar as providências cabíveis. “A companhia reitera seu compromisso com a segurança da informação, a qualidade dos serviços e o cumprimento rigoroso das regulamentações vigentes.”

Anatel manda bloquear empresas após 4,3 milhões de ligações fraudulentas

Criminosos criaram rede de celular para enviar SMSs golpistas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

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Primeiro iPhone dobrável da Apple é hype ou nicho?

Após anos de espera e especulações, a Apple finalmente apresentou o iPhone Duo, seu primeiro smartphone dobrável. Mas qual foi a primeira impressão sobre o produto? E será que o modelo realmente vale o hype? Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação, analisa.

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7 coisas que o iPhone Duo faz e que a Samsung não colocou no Galaxy Z Fold 8

A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável. O aparelho adota o formato de “passaporte”, com uma tela externa para o uso convencional e um painel maior que aparece quando o dispositivo é aberto. Com isso, a Apple entra diretamente na disputa com fabricantes que já estão há anos no segmento. Entre os principais concorrentes está o Galaxy Z Fold 8, atual dobrável no formato livro da Samsung.

Apesar da estreia tardia, o iPhone Duo chegou com algumas características que não estão disponíveis no rival sul-coreano. Curiosamente, a lista inclui até recursos que a própria Samsung já ofereceu em gerações anteriores, mas decidiu abandonar nos Fold mais recentes.

Há desde diferenças de resistência e câmeras até pequenos cuidados de software que aproveitam o formato dobrável. Confira 7 coisas que o iPhone Duo faz e o Galaxy Z Fold 8 não.

1 - Tela interna mais resistente a riscos

Um dos pontos que mais chamam atenção no iPhone Duo é a promessa de maior resistência a riscos na tela dobrável interna.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.56.35

A Apple não detalhou qual é o nível dessa proteção, então ainda será preciso esperar por testes práticos para entender o quanto o painel aguenta. Ainda assim, é um aspecto importante em dobráveis, já que telas flexíveis tradicionais são bem mais sensíveis e podem ficar marcadas apenas com a pressão da unha.

O Galaxy Z Fold 8 também recebeu melhorias de construção e durabilidade, mas não traz uma promessa equivalente de resistência a riscos no painel flexível.

2 - Suporte para Apple Pencil

O iPhone Duo também aproveita a tela interna maior para oferecer suporte para Apple Pencil, o que aproxima um pouco a experiência de um iPad mini.

Esse é justamente um recurso que a Samsung já ofereceu em seus dobráveis. O suporte para S Pen, porém, foi aposentado com o Galaxy Z Fold 6 e não voltou no Fold 8.

A ausência da caneta virou um dos pontos de reclamação entre usuários da linha. No iPhone Duo, a Apple estreia no segmento com uma função que a principal rival decidiu deixar para trás.

3 - Vira um relógio de cabeceira

Quando fica entreaberto sobre uma mesa, o iPhone Duo pode assumir a função de relógio de cabeceira, com as informações exibidas de uma forma adaptada à posição do aparelho.

A ideia não é inédita no mercado. Dobráveis de fabricantes como Honor, Motorola e Huawei também exploram esse tipo de uso quando ficam parcialmente fechados.

No Galaxy Z Fold 8, porém, não há uma experiência nativa equivalente. 

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4 - Câmera escondida embaixo da tela

O iPhone Duo também aposta em uma câmera escondida sob a tela interna, o que evita um recorte aparente no painel maior.

Neste caso, a situação é curiosa porque a Samsung foi uma das fabricantes que mais apostaram nessa tecnologia. Os Galaxy Z Fold usaram câmera sob o display até o Galaxy Z Fold 6.

A companhia abandonou a solução no Fold 7 e manteve essa decisão no Fold 8. Com isso, a Apple estreia seu dobrável com uma característica que já fez parte da identidade dos aparelhos da Samsung.

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 5 - Certificação IP68 contra poeira e água

Em resistência, o iPhone Duo também leva vantagem no papel graças à certificação IP68 contra poeira e água.

O principal diferencial está na proteção contra partículas sólidas. O Galaxy Z Fold 8 possui certificação IP48, portanto não alcança o mesmo nível de resistência contra poeira do aparelho da Apple.

Esse é um ponto especialmente importante em dobráveis, já que a dobradiça e outras partes móveis tornam a proteção contra pequenas partículas um desafio maior do que em celulares convencionais.

6 - Grava vídeos em 4K a 120 fps

Para quem usa o celular para vídeo, o iPhone Duo também oferece uma possibilidade que o Galaxy Z Fold 8 deixa de fora: gravação em 4K a 120 quadros por segundo.

A vantagem segue uma característica que já aparece em outros iPhones mais avançados. A Apple oferece uma taxa de quadros maior em 4K, o que dá mais liberdade para cenas em câmera lenta sem reduzir tanto a resolução.

No Galaxy Z Fold 8, a gravação chega a 4K a 60 fps ou 8K a 30 fps. Assim, o Samsung alcança uma resolução superior, mas não oferece a mesma combinação de 4K com 120 fps.

7 - Animação ao abrir e fechar a tela

A última diferença é bem mais estética, mas mostra o cuidado da Apple com a transição entre os dois formatos do iPhone Duo.

O iOS possui uma animação específica para a passagem entre a tela externa e a interna, baseada na identidade visual Liquid Glass. Ao abrir ou fechar o aparelho, o conteúdo recebe um efeito de transparência durante a troca entre os displays.

Isso não muda a funcionalidade do celular, mas deixa a transição mais natural e ajuda a dar continuidade ao que estava na tela. O Galaxy Z Fold 8 alterna normalmente entre os dois painéis, mas não possui um efeito visual semelhante.

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Touch ID está de volta: iPhone Duo ressuscita leitor de digitais da Apple

A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e aproveitou a estreia do novo formato para ressuscitar o Touch ID nos iPhones. O leitor de impressões digitais fica integrado ao botão lateral e pode autenticar o usuário tanto com o aparelho aberto quanto fechado.

O recurso não aparecia em um novo iPhone desde o iPhone SE de terceira geração, apresentado em março de 2022. Já na linha principal da marca, os últimos modelos com Touch ID foram o iPhone 8 e o iPhone 8 Plus, lançados em 2017.

Touch ID migra para o botão lateral

Nos iPhones antigos, o Touch ID ficava integrado ao botão de Início abaixo da tela. No iPhone Duo, a Apple adotou uma solução diferente e colocou o sensor biométrico diretamente no botão lateral.

Segundo a empresa, a posição permite uma autenticação fácil e consistente independentemente da forma de uso do dobrável. Além do Touch ID, proprietários de um Apple Watch também podem usar o relógio para desbloquear o iPhone Duo.

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A escolha faz sentido pelo formato do aparelho. Fechado, o iPhone Duo tem proporções semelhantes às de um passaporte, em uma proposta próxima de dobráveis como Galaxy Z Fold 8 e Huawei Pura X Max. A tela externa tem 5,4 polegadas, enquanto o painel interno chega a 7,6 polegadas.

Assim, o leitor lateral permanece acessível sem depender de qual tela está em uso. O botão convive ainda com o Camera Control, dedicado a atalhos da câmera.

O iPhone Duo terá pré-venda a partir de 16 de outubro, inclusive no Brasil, e chega às lojas em 23 de outubro. O aparelho será oferecido em versões de 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB. Os preços partem de R$ 21.999. 

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iPhone Duo: celular dobrável da Apple vai custar R$ 31 mil no Brasil

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) sua nova geração de celulares e confirmou os preços para o mercado brasileiro. O destaque fica para o iPhone Duo, primeiro dobrável da marca, que será vendido por a partir de R$ 21.999 no país, com a versão 2TB de espaço chegando a R$ 30.999.

Além dele, a fabricante também revelou os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, que chegam como os modelos tradicionais mais avançados da linha. Os preços começam em R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente.

iPhone Duo estreia formato dobrável na Apple

O iPhone Duo marca a entrada da Apple no mercado de celulares dobráveis com um formato de livro, semelhante ao adotado por aparelhos como o Galaxy Z Fold 8. O modelo possui uma tela externa para o uso convencional e um painel maior na parte interna, que amplia o espaço para aplicativos e multitarefa.

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Por dentro, o celular é equipado com o chipset A20 Pro e traz um sistema de câmeras com dois sensores traseiros de 48 MP. O formato dobrável ainda permite aproveitar a tela externa como visor ao usar as câmeras principais para selfies.

Outra mudança importante está na biometria. Em vez do Face ID, o iPhone Duo traz de volta o Touch ID, agora integrado ao botão lateral. O recurso não aparecia em um modelo principal da linha desde o iPhone 8.

A Apple também adaptou o iOS para aproveitar a tela interna maior, com recursos próprios para multitarefa e aplicativos que usam melhor o espaço adicional oferecido pelo painel dobrável.

iPhone 18 Pro e Pro Max recebem melhorias de câmera e desempenho

Os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o formato tradicional da linha, mas receberam atualizações importantes no hardware. Os dois também usam o A20 Pro, acompanhado por um novo sistema de resfriamento por câmara de vapor.

A câmera principal de 48 MP agora conta com abertura variável, recurso que dá mais controle sobre a entrada de luz e a profundidade de campo. A Apple também reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica nesta geração.

O iPhone 18 Pro Max ainda ganhou atenção especial na autonomia. Segundo a fabricante, o modelo recebeu a maior evolução de bateria já feita em um iPhone, graças à combinação entre uma bateria maior e melhorias de eficiência do novo chipset.

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Preços dos novos iPhones no Brasil

Os três aparelhos começam em 256 GB e chegam a até 2 TB de armazenamento. Confira os preços oficiais:

Armazenamento iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max iPhone Duo
256 GB R$ 11.999 R$ 12.999 R$ 21.999
512 GB R$ 13.499 R$ 14.499 R$ 23.499
1 TB R$ 16.499 R$ 17.499 R$ 26.499
2 TB R$ 20.999 R$ 21.999 R$ 30.999

A diferença entre as versões mais baratas do iPhone 18 Pro e do iPhone Duo chega a R$ 10 mil. Já o dobrável com 2 TB custa R$ 30.999, quase R$ 9 mil a mais que sua configuração de entrada.

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Novo Apple Watch Ultra promete mais de 2 dias longe da tomada

A Apple apresentou o Apple Watch Ultra 4 com uma evolução importante na bateria. O novo relógio promete até 50 horas de autonomia no uso cotidiano, tempo suficiente para passar mais de dois dias longe da tomada. A duração pode ficar ainda maior com o Modo Pouca Energia, que amplia a estimativa para até 84 horas. A recarga também ficou mais rápida: segundo a Apple, 15 minutos na tomada acrescentam até 18 horas de uso.

Bateria foi pensada para treinos mais longos

A Apple também criou novos modos de treino para quem precisa registrar atividades por muitas horas sem abrir mão do GPS e do monitoramento cardíaco.

No Extended Workout, o Apple Watch Ultra 4 consegue acompanhar exercícios ao ar livre por até 25 horas, com GPS e leitura de frequência cardíaca ativos. Segundo a fabricante, isso representa um aumento de 25% em relação ao modelo anterior.

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Para alcançar essa autonomia, o relógio ativa o Modo Pouca Energia durante o exercício. Com isso, algumas métricas avançadas de corrida deixam de ficar disponíveis.

Como funciona o modo para ultramaratonas?

Para atividades ainda mais longas, há o Max Extended Workout. O recurso permite registrar corridas, caminhadas e trilhas por até 45 horas, tempo que, segundo a Apple, costuma ser suficiente para completar uma prova de 100 milhas, cerca de 161 km.

Mesmo nesse modo de economia mais agressivo, o relógio continua com o GPS ativo e registra a localização a cada segundo, o que permite manter um acompanhamento detalhado do percurso.

Em troca da autonomia maior, o Max Extended Workout desativa alertas e parciais do treino, além de deixar algumas métricas indisponíveis. O objetivo é priorizar o registro contínuo da atividade e evitar que o relógio fique sem bateria no meio de provas muito longas.

O Apple Watch Ultra 4 foi apresentado nesta quarta-feira (9) ao lado do Apple Watch Series 12 com "sensor mais preciso do mundo". 

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Shopee derruba preço do Galaxy Fit3 e pulseira inteligente sai por R$ 176

A Samsung Galaxy Fit3 voltou a aparecer em uma faixa de preço bastante agressiva. A smartband está disponível por R$ 176,32 na Shopee, com o cupom exclusivo C4N4LT3CH0909PB. A promoção é voltada para pagamento via Pix e pode ser uma alternativa interessante para quem quer acompanhar atividades físicas e indicadores de saúde sem investir em um smartwatch completo.

Com tela AMOLED de 1,6 polegada, bateria de até 13 dias e mais de 100 modalidades de exercícios, a Galaxy Fit3 reúne os recursos essenciais de uma pulseira inteligente em um corpo compacto. O modelo também monitora frequência cardíaca, oxigenação do sangue, sono e estresse, além de contar com resistência de 5 ATM e certificação IP68.

📱 Acompanhe o CT Ofertas no WhatsApp para receber uma curadoria de promoções de especialistas.

Galaxy Fit3 vale a pena?

A Galaxy Fit3 é voltada para quem procura uma forma simples de acompanhar a rotina de exercícios e alguns indicadores de bem-estar. A tela AMOLED de 1,6 polegada tem resolução de 256 x 402 pixels e permite visualizar métricas, notificações e controles diretamente no pulso. O corpo pesa apenas 18,5 gramas sem a pulseira, segundo a Samsung.

O conjunto de sensores inclui frequência cardíaca, acelerômetro, giroscópio, barômetro e sensor de luz, permitindo registrar atividades e acompanhar diferentes métricas. A pulseira também oferece recursos como detecção de quedas e chamada de emergência, além de monitoramento do sono.

A bateria de 208 mAh promete até 13 dias de uso, embora a autonomia real varie conforme os recursos ativados e o perfil de utilização. A proteção de 5 ATM e IP68 também torna o dispositivo adequado para acompanhar exercícios e contato cotidiano com água.

Um dos principais diferenciais aparece para quem já utiliza um celular Samsung Galaxy. A Fit3 pode funcionar como extensão do ecossistema, permitindo controlar músicas, acionar a câmera remotamente, sincronizar modos e até ajudar a encontrar o smartphone com o SmartThings Find.

Galaxy Fit 3

Por outro lado, a pulseira não possui GPS próprio e depende do smartphone pareado para registrar a localização de atividades externas. Além disso, a compatibilidade é restrita a celulares Android, o que elimina a Fit3 como opção para quem utiliza iPhone.

Por R$ 176,32, entretanto, essas limitações são compensadas pelo conjunto. A oferta é indicada principalmente para quem quer monitoramento básico de exercícios, sono e saúde, além de notificações no pulso, sem precisar pagar por um smartwatch mais completo.

Galaxy Fit3, Huawei Band 10 ou Xiaomi Smart Band 9?

A Huawei Band 10 é a concorrente mais próxima em preço. O modelo aparece atualmente por cerca de R$ 179 no Mercado Livre e oferece tela AMOLED de 1,47 polegada, 100 modos de treino, monitoramento de frequência cardíaca e SpO₂ e recursos avançados de acompanhamento do sono. A bateria pode chegar a 14 dias, dependendo do uso.

A Xiaomi Smart Band 9 aposta em uma tela AMOLED um pouco maior, de 1,62 polegada, brilho de até 1.200 nits e mais de 150 modalidades esportivas. O principal destaque é a autonomia de até 21 dias em uso típico, bem superior à anunciada pela Samsung.

A Huawei Band 10 leva vantagem para quem usa iPhone ou prioriza recursos de sono, enquanto a Xiaomi é mais interessante para quem quer autonomia prolongada e uma variedade maior de modalidades esportivas.

Já a Galaxy Fit3 é a escolha mais equilibrada nesta oferta, principalmente para usuários de celulares Samsung. Por menos de R$ 180, ela entrega tela AMOLED, mais de 100 exercícios, monitoramento de saúde, bateria de até 13 dias e integração com o ecossistema Galaxy. Para quem não precisa de GPS próprio ou de funções avançadas de smartwatch, é um pacote bastante competitivo.

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Notebook gamer Dell Alienware Intel Core 7 com preço no chão e cupom no Mercado Livre

Ninguém merece travar no meio daquela partida decisiva ou esperar minutos infinitos para renderizar um vídeo pesado. O notebook gamer Dell Alienware chega para acabar com esses engasgos, trazendo velocidade máxima para seus jogos e trabalhos do dia a dia.

A boa notícia é que essa potência de notebook baixou de preço no Mercado Livre, saindo pelo valor especial de R$6.091,20 aplicando cupom "OFFMELI" e pagando no Pix.

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Como é o notebook gamer Dell Alienware

O processador Intel Core 7 combinado com 16 GB de memória RAM garante força de sobra para qualquer tarefa. Isso significa abrir dezenas de abas, executar programas pesados de edição como Photoshop e Illustrator ou rodar os lançamentos mais exigentes sem perder velocidade.

A tela de alta definição entrega imagens nítidas com cores vivas e fidelidade incrível. É a escolha certa tanto para enxergar cada detalhe dos inimigos em jogos competitivos quanto para garantir a precisão de cor exigida em projetos visuais profissionais.

Notebook Gamer Dell Alienware, Intel Core 7

O visual chama atenção por ser fino e elegante, facilitando o transporte dentro da mochila sem o peso incômodo dos aparelhos antigos. O acabamento resistente mantém a estética impecável mesmo com o transporte constante no cotidiano.

Vale a pena comprar o notebook gamer Dell Alienware?

Com certeza vale a pena aproveitar essa oportunidade. Quem já comprou o modelo destaca a velocidade para rodar softwares pesados e o acabamento premium. Apesar de alguns usuários indicarem uma leve demora inicial na abertura de certos aplicativos no primeiro uso, a experiência geral no dia a dia supera esse ponto.

Notebook Gamer Dell Alienware, Intel Core 7

O modelo que custa R$ 6.155,20 está saindo por R$ 6.091,20 no Mercado Livre usando o cupom OFFMELI no pagamento via Pix. Por entregar alta velocidade e tela de nível profissional por esse valor, o investimento traz retorno imediato para suas jogatinas e rotina de trabalho.

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Preço derreteu: Monitor Samsung Odyssey G40 240Hz por menos de R$ 1000!

Se você está cansado de perder partidas porque a imagem da sua tela engasga nos momentos cruciais, essa oferta foi feita para você. O Mercado Livre derrubou o preço do Monitor Gamer Samsung Odyssey G40 de 27", e essa é a sua oportunidade de resolver a lentidão gráfica de uma vez por todas.

Com uma promoção agressiva, o valor caiu de indigestos R$ 1.819,00 para apenas R$ 972,25 no Pix com cupom. É uma janela de compra curtíssima para garantir uma enorme vantagem competitiva pagando muito pouco.

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Como é o Monitor Gamer Samsung Odyssey G40

Esqueça os rastros na tela e a imagem borrada durante a ação. A grande força deste equipamento está na taxa de atualização ultrarrápida de 240 Hz combinada ao tempo de resposta de 1ms. Na prática, isso significa que você vai reagir muito mais rápido que seus adversários em jogos de tiro ou corrida, enxergando cada movimento com uma clareza impressionante e livre de atrasos.

Monitor Gamer Samsung Odyssey G40 27

Além da velocidade extrema, o modelo entrega uma qualidade de imagem excelente em Full HD, preenchendo muito bem o painel espaçoso de 27 polegadas. As cores são vivas e o nível de contraste ajuda você a localizar adversários escondidos pelo mapa. O design moderno também inclui ajuste de altura, garantindo que você jogue ou trabalhe por horas a fio mantendo a postura correta e evitando as temidas dores no pescoço.

Para quem busca desempenho liso, o suporte às tecnologias G-Sync e FreeSync elimina aquelas quebras de quadro irritantes. Sendo bem transparente, vale notar que a troca de sinal entre dispositivos nas portas HDMI precisa ser feita manualmente, e suportes de braço mecânico de terceiros podem exigir adaptações. Detalhes pequenos se colocados lado a lado com a performance bruta e a fluidez que a tela entrega no dia a dia.

Vale a pena comprar o Monitor Gamer Samsung Odyssey G40?

Sim, a compra é uma decisão inteligente para quem precisa de um equipamento rápido e focado em desempenho. Os próprios compradores destacam o excelente custo-benefício e a experiência visual impecável que os 240 Hz proporcionam, mudando completamente a forma como você joga.

Levar uma tela com essa ficha técnica e de uma marca consolidada por menos de mil reais é algo muito raro. A oferta no Mercado Livre simplesmente esmaga o valor original e transforma esse monitor na escolha perfeita para atualizar o seu setup hoje mesmo. Não deixe para depois, pois o estoque promocional a esse preço pode acabar a qualquer segundo.

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iPhone 18 Pro fica 40% mais rápido e ganha bateria de Pro Max

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, celulares mais avançados no seu novo portfólio. A geração estreia o chipset A20 Pro de 2 nanômetros, traz câmera Fusion de 48 MP com abertura variável e adota uma Dynamic Island menor. Com o novo hardware, os iPhones deste ano ficaram 40% mais rápidos que o iPhone 17 Pro, segundo a Apple.

Os aparelhos também chegam com nova câmara de vapor, modem próprio C2 e iOS 27 com Apple Intelligence e Siri AI. O iPhone 18 Pro parte de US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 em conversão direta, enquanto o Pro Max começa em US$ 1.299, aproximadamente R$ 6.611.

A pré-venda começa em 12 de setembro, inclusive no Brasil, e as primeiras unidades chegam às lojas no dia 18 de setembro.

Câmera de 48 MP ganha abertura variável

Um dos principais destaques da nova geração está na câmera principal Fusion de 48 MP, que agora possui abertura variável entre f/1.8 e f/4. É a primeira vez que a Apple oferece controle de abertura física em um iPhone.

O mecanismo usa seis lâminas cortadas a laser e pode alterar automaticamente a abertura de acordo com a iluminação e a profundidade de campo necessária. O usuário também pode escolher manualmente entre quatro configurações pelo aplicativo Câmera.

A Apple afirma que o novo sensor melhora as fotografias em baixa luminosidade e entrega mais detalhes. Fotos de grupos também devem preservar melhor a nitidez de pessoas ou elementos posicionados mais ao fundo da cena.

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Uma nova etapa de fotografia computacional busca gerar imagens mais nítidas, enquanto os Photographic Styles recebem controles de textura e granulação para ampliar as possibilidades de personalização.

A Apple também destacou melhorias para fotografias sob luz solar intensa e no foco de assuntos em movimento. O recurso Focus Tracking acompanha o objeto durante a captura para ajudar a mantê-lo em foco em gravações de vídeo.

Pro Controls oferece mais ajustes manuais

Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max ganham uma nova interface Pro Controls dentro do aplicativo Câmera. A ferramenta concentra configurações usadas com frequência e amplia os controles manuais disponíveis para fotos e vídeos.

É possível alterar parâmetros como abertura da lente, velocidade do obturador, ISO e balanço de branco, além de consultar um histograma para verificar os níveis de exposição da cena.

Apple A20 Pro

A Apple também disponibilizará uma API para que desenvolvedores aproveitem o controle da abertura variável em aplicativos de terceiros.

Para vídeo, efeitos Cinematic poderão ser aplicados após a gravação em conteúdos capturados a até 60 fps. O modo Time-lapse passa a filmar em 4K com Dolby Vision HDR.

O Audio Mix também recebeu novos algoritmos para melhorar a qualidade das vozes e agora consegue isolar músicas presentes no áudio da gravação.

Apple Reference Image ajuda a identificar fotos alteradas

A Apple também apresentou o Apple Reference Image, novo recurso voltado à autenticidade das fotografias capturadas pelos iPhone 18 Pro.

No modo Reference, o novo sensor registra dados assinados durante a captura. O Private Cloud Compute usa essas informações para criar uma imagem de referência que não pode ser alterada.

Essa versão aparece no aplicativo Fotos ao lado da imagem principal e funciona como uma espécie de negativo digital, que permite comparar os dois arquivos para identificar possíveis edições.

A Apple também usará metadados e prepara suporte ao padrão SynthID para ajudar a identificar conteúdos criados ou modificados com inteligência artificial.

A20 Pro estreia processo de 2 nm

Os dois modelos chegam com o Apple A20 Pro, fabricado em processo de 2 nm. O chipset possui 50% mais largura de banda de memória que o A19 Pro e traz uma CPU de seis núcleos.

São dois novos núcleos de desempenho e quatro novos núcleos de eficiência, com Neural Accelerators integrados. Segundo a Apple, a CPU é até 20% mais rápida, e a companhia a destaca como a mais veloz já usada em um smartphone.

A GPU possui sete núcleos e oferece desempenho gráfico até 40% superior ao A19 Pro, com foco tanto em jogos quanto em tarefas mais pesadas de criação.

Já o Neural Engine usa uma arquitetura Dual 16-core, com 32 núcleos no total. Segundo a Apple, isso dobra a capacidade de processamento de inteligência artificial em relação ao A19 Pro.

Nova câmara de vapor melhora desempenho contínuo

Para controlar as temperaturas, a Apple reformulou o sistema de refrigeração dos novos iPhones. O A20 Pro usa um encapsulamento inspirado nos chips da linha M, com memória e silício posicionados lado a lado.

A mudança remove a memória do caminho térmico e permite que o chipset tenha contato direto com uma câmara de vapor de nova geração.

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 Segundo a companhia, o componente tem três vezes mais área que o sistema usado no iPhone 17 Pro. A combinação permite um ganho de até 40% no desempenho sustentado, o maior já registrado pela Apple em um iPhone.

iPhone 18 Pro estreia modem C2 e chip N1

Outra novidade está na conectividade. Os dois celulares usam o N1, novo chip sem fio desenvolvido pela Apple com suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread.

Eles também estreiam o modem C2, segunda geração do sistema celular próprio da companhia. A Apple promete uploads significativamente mais rápidos que no C1X e 15% menos consumo de energia. O componente adiciona suporte a 5G mmWave nos Estados Unidos.

Os recursos de conectividade via satélite continuam disponíveis quando não há cobertura de rede celular ou Wi-Fi. A Apple também prorrogou por mais um ano o acesso gratuito às funções de satélite para usuários elegíveis das linhas iPhone 14, 15 e 16.

Dynamic Island fica menor e mostra mais informações

A Apple reduziu o tamanho da Dynamic Island nos novos modelos, mas manteve o sistema Face ID para desbloqueio, autenticação de compras e acesso a aplicativos.

O espaço também ficou mais funcional e agora consegue mostrar até três Atividades ao Vivo simultaneamente.

Siri AI estreia integrada ao Apple Intelligence

Os iPhone 18 Pro chegam com o iOS 27, que traz a nova geração do Apple Intelligence e apresenta a Siri AI, uma reformulação da assistente virtual da companhia.

Segundo a Apple, a Siri recebe atualmente mais de 2,5 bilhões de solicitações por dia. A nova versão passa a usar contexto pessoal para procurar informações em mensagens, e-mails, fotos e outros dados do usuário.

A Siri AI também consegue interpretar o conteúdo exibido na tela e executar ações relacionadas a ele. Um modo dentro do aplicativo Câmera permite ainda perguntar sobre o que está diante do celular e realizar ações a partir dessas informações.

A assistente passa a trabalhar melhor com aplicativos de terceiros. Entre os exemplos mostrados estão enviar mensagens pelo WhatsApp, reproduzir audiobooks no Audible, mandar e-mails e criar listas de compras.

Também é possível escrever pedidos para a Siri e personalizar sua voz e entonação.

Apple Intelligence edita fotos e monitora páginas

O Apple Intelligence também recebe novas ferramentas. O Spatial Reframing permite alterar a composição de uma foto depois da captura, enquanto o Extend consegue expandir a imagem.

O Clean Up foi atualizado e o Image Playground passa a gerar imagens com aparência fotorrealista.

No Safari, o novo Notify Me consegue acompanhar mudanças em páginas e avisar sobre eventos como reposição de produtos em estoque ou quedas de preço.

Para preservar a privacidade, a Apple afirma que parte das tarefas de IA ocorre diretamente no aparelho. Recursos que precisam de mais processamento podem usar o Private Cloud Compute.

Siri AI chega em português em outubro

O Apple Intelligence estará disponível em 16 idiomas, incluindo português, com a chegada do iOS 27.

A nova versão do sistema será disponibilizada gratuitamente em 14 de setembro. A Siri AI estreia na mesma data em versão beta para aparelhos configurados em inglês.

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 O suporte a mais idiomas, como português, francês, japonês, coreano e espanhol chega em outubro.

O iOS 27 também amplia as opções de personalização do visual Liquid Glass e adiciona novos recursos de proteção infantil e controle parental.

Outra novidade é o iPhone Handoff, que permite alternar entre dois iPhones com o mesmo número em operadoras compatíveis.

Pro Max tem maior salto de bateria já feito pela Apple

A Apple afirma que o iPhone 18 Pro Max registra o maior aumento de autonomia já feito entre gerações de iPhone, graças às melhorias do A20 Pro e à adoção de uma bateria maior.

Nas versões vendidas exclusivamente com eSIM, o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas de reprodução de vídeo, enquanto o iPhone 18 Pro Max chega a 45 horas.

Esses aparelhos usam o espaço antes reservado ao cartão SIM físico para colocar uma bateria maior e oferecem duas horas adicionais de reprodução de vídeo.

As versões exclusivas com eSIM serão vendidas em mercados como Estados Unidos, Canadá, Japão e México. O Brasil não está na lista divulgada pela Apple.

No carregamento, o iPhone 18 Pro recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos pelo cabo ou em aproximadamente 30 minutos sem fio.

No Pro Max, cinco minutos de carga com fio oferecem cerca de sete horas de reprodução de vídeo. A Apple também estima até 30 horas de uso com uma carga completa em seu novo modelo de medição baseado em dados de utilização real.

Construção usa 40% de materiais reciclados

Segundo a Apple, os iPhone 18 Pro e Pro Max são produzidos com 40% de conteúdo reciclado no total.

A bateria usa 100% de cobalto reciclado, enquanto a estrutura possui 85% de alumínio reciclado. A companhia também afirma que 50% da energia usada na cadeia de fabricação vem de fontes renováveis, como solar e eólica.

As embalagens são produzidas integralmente com fibras e podem ser recicladas.

Quatro cores e até 2 TB de armazenamento

Os iPhone 18 Pro e Pro Max serão vendidos nas cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto). O tom Burgundy é a nova opção introduzida nesta geração.

Os dois modelos também terão as mesmas opções de armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB.

A Apple anunciou ainda novas capas Silicone, TechWoven e transparentes, além de carteiras FineWoven e alças Wrist Strap e Crossbody Strap.

Preço e disponibilidade

O iPhone 18 Pro parte de R$ 11.999 para a versão com 256 GB. Já o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 também com 256 GB.

Veja os preços oficiais no Brasil:

Armazenamento iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max
256 GB R$ 11.999 R$ 12.999
512 GB R$ 13.499 R$ 14.499
1 TB R$ 16.499 R$ 17.499
2 TB R$ 20.999 R$ 21.999

A pré-venda começa no sábado, 12 de setembro, em mais de 65 países e regiões, incluindo o Brasil. As primeiras unidades chegam às lojas na sexta-feira, 18 de setembro.

Outros 20 países e regiões recebem os aparelhos a partir de 25 de setembro.

Ficha técnica do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max

Característica iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max
Chipset Apple A20 Pro Apple A20 Pro
Processo 2 nm 2 nm
CPU 6 núcleos 6 núcleos
GPU 7 núcleos 7 núcleos
Neural Engine 32 núcleos 32 núcleos
Conectividade Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G
Modem Apple C2 Apple C2
Armazenamento 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
Câmera principal Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4 Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4
Sistema iOS 27 iOS 27
IA Apple Intelligence e Siri AI Apple Intelligence e Siri AI
Autonomia em vídeo com eSIM-only Até 36 horas Até 45 horas
Cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto) Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto)
Preço inicial US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 US$ 1.299, cerca de R$ 6.611
Pré-venda 12 de setembro 12 de setembro
Disponibilidade 18 de setembro 18 de setembro

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Derreteu o preço! Leve o Ryzen 5 8400F com 44% de desconto na Amazon

Quem monta um PC focado em jogos sabe que o processador dita o ritmo da máquina. Se o seu orçamento está apertado, mas você quer desempenho atualizado, essa é a sua chance. O processador AMD Ryzen 5 8400F acaba de atingir um valor histórico na Amazon, caindo de R$ 1.365,16 para incríveis R$ 759,99 no pagamento via PIX. É o momento exato para garantir o coração do seu novo setup sem estourar o limite do cartão.

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Como é o processador AMD Ryzen 5 8400F

O chip traz o poder da arquitetura Zen 4 da AMD, entregando velocidade de sobra para rodar os jogos mais recentes com fluidez. Como estamos falando de um modelo com a terminação "F", isso significa que ele não possui vídeo integrado. Na prática, você precisará de uma placa de vídeo dedicada no seu sistema. Isso é excelente para gamers, pois reduz o custo do processador e direciona todo o orçamento para o que realmente importa: a performance bruta em conjunto com a sua GPU.

Outro grande trunfo é a compatibilidade com as placas-mãe AM5. Adotar essa plataforma significa investir no futuro, garantindo suporte a memórias DDR5 ultrarrápidas e abre portas para futuros upgrades. Ele entrega ótima eficiência energética e trabalha em perfeita harmonia com o cooler original que já acompanha o produto, garantindo que o sistema rode frio nas partidas mais intensas.

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Ficha Técnica do AMD Ryzen 5 8400F:

  • Arquitetura: AMD Zen 4

  • Núcleos: 6

  • Threads: 12

  • Clock base: 4.2 GHz

  • Clock Max Boost: Até 4.7 GHz

  • Cache total (L2+L3): 22 MB

  • Soquete: AM5

  • Gráficos integrados: Não possui (exige placa de vídeo dedicada)

  • Cooler incluso: Sim (AMD Wraith Stealth)

Vale a pena comprar a CPU AMD Ryzen 5 8400F?

A aquisição do processador se apresenta como uma das mais inteligentes para quem está montando um PC do zero hoje. Você garante a entrada na nova geração de soquetes AM5 pagando preço de gerações passadas.

A sua maior preocupação será em garantir que seu computador tenha uma placa de vídeo e, se não for o caso, terá de garantir uma para que tudo funcione adequadamente - principalmente jogar, editar vídeos e realizar diversas atividades. Se a sua dor era justamente o alto custo de atualizar o setup para memórias mais rápidas, esse desconto resolve o seu problema. A promoção é agressiva e os estoques nessas condições costumam acabar rápido. Não perca tempo e garanta a base do seu novo computador.

Garanta seu AMD Ryzen 5 8400F em promoção na Amazon

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5 alternativas ao Galaxy S26 FE que você pode comprar agora

O Galaxy S26 FE chega com a proposta já conhecida da linha: entregar parte da experiência dos Galaxy S mais avançados por um preço menor. O modelo traz Exynos 2500 de 3 nm, 8 GB de RAM e versões com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento, além da tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas e 120 Hz.

Mas quem busca um celular nessa categoria não precisa necessariamente esperar pelo novo Samsung. Já existem no Brasil opções com bastante desempenho, boas câmeras e fichas técnicas competitivas, algumas delas com preços menores graças ao tempo de mercado.

A lista reúne dois grupos diferentes. Galaxy S25 e iPhone 16 são topos de linha e ficam acima da proposta do S26 FE em desempenho. Já Motorola Edge 70 Pro, Xiaomi 17T e POCO X8 Pro estão mais próximos do conceito de intermediário premium de alta performance.

1. Galaxy S25

O Galaxy S25 é provavelmente a alternativa mais lógica para quem pensa no S26 FE, mas prefere continuar dentro do ecossistema da Samsung. Apesar de ser um topo de linha de 2025, o tempo de mercado já ajudou a derrubar bastante seu preço, e a versão de 256 GB pode ser encontrada na faixa dos R$ 4 mil.

Galaxy S25

A principal vantagem está no desempenho. O S25 utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy e conta com 12 GB de RAM, enquanto o novo FE traz o Exynos 2500 com 8 GB. Na prática, há mais fôlego para jogos pesados, multitarefa e para manter uma boa performance por vários anos.

Ele também é uma opção interessante para quem prefere celulares compactos. Sua tela Dynamic AMOLED 2X tem 6,2 polegadas e 120 Hz, contra 6,7 polegadas no S26 FE. O aparelho ainda oferece câmera principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.

Se os dois aparecerem em uma faixa de preço parecida, o Galaxy S25 tende a ser a escolha mais interessante. Ele pertence a uma categoria superior e entrega hardware de flagship sem abrir mão dos principais recursos do ecossistema Galaxy.

2. Motorola Edge 70 Pro

O Motorola Edge 70 Pro entra na disputa como um dos modelos mais próximos da proposta tradicional da linha FE. Trata-se de um intermediário premium de alto desempenho que já tem venda oficial no Brasil e pode ser encontrado por cerca de R$ 3,3 mil em promoções.

Seu chipset é o MediaTek Dimensity 8500 Extreme, acompanhado por 12 GB de RAM física e opções com 256 GB ou 512 GB de armazenamento. A Motorola também oferece RAM Boost, mas a memória virtual não deve ser somada à quantidade de RAM física na comparação.

Motorola Edge 70 Pro

 O restante da ficha técnica ajuda bastante a justificar sua presença nesta lista. O Edge 70 Pro tem uma tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, resolução 1,5K e 144 Hz, além de bateria de 6.500 mAh com carregamento de 90 W.

As câmeras também chamam atenção. Além da principal e da ultrawide, o celular traz uma teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x. Isso faz dele uma opção equilibrada para quem não quer priorizar apenas desempenho, mas também bateria e fotografia.

3. iPhone 16

O iPhone 16 é a alternativa para quem vê o lançamento do S26 FE como uma oportunidade para considerar também uma mudança de plataforma. O celular da Apple é um topo de linha de 2024 e atualmente pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil na versão de 128 GB.

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 Seu principal argumento é o desempenho. O Apple A18 conta com CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e Neural Engine de 16 núcleos. Mesmo com uma geração a mais no mercado, o conjunto permanece bastante potente e coloca o iPhone 16 acima da proposta de um intermediário premium.

A maior concessão está na tela. O painel OLED tem apenas 6,1 polegadas e 60 Hz, uma diferença relevante diante dos 120 Hz oferecidos pelo Galaxy S26 FE. Em compensação, o iPhone traz câmera principal Fusion de 48 MP, ultrawide de 12 MP e um conjunto bastante competente para gravação de vídeos.

Há versões com 128 GB, 256 GB e 512 GB. Assim, ele passa a fazer bastante sentido principalmente quando seu preço fica próximo ao do novo FE. Nesse cenário, o consumidor troca algumas vantagens de tela e do Android pelo desempenho e pelo ecossistema da Apple.

4. Xiaomi 17T

O Xiaomi 17T é uma das opções mais recentes desta seleção e tem venda oficial no Brasil. A configuração nacional oferece 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, com preço oficial de R$ 8.699,99 e valor à vista de R$ 8.003,99 na loja da fabricante. No varejo, porém, já existem ofertas inferiores, por volta de R$ 4.000, para quem não se incomoda em importar.

O aparelho utiliza o MediaTek Dimensity 8500-Ultra, fabricado em 4 nm e com frequência de até 3,4 GHz. Ele trabalha com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1, uma combinação voltada a quem exige bastante do celular em jogos, multitarefa ou aplicativos mais pesados.

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 A tela AMOLED de 6,59 polegadas tem resolução 1,5K e taxa de 120 Hz. Já a bateria de silício-carbono oferece 6.500 mAh e carregamento de 67 W, uma vantagem importante para quem prioriza autonomia.

Outro destaque está nas câmeras desenvolvidas em parceria com a Leica. O conjunto inclui uma teleobjetiva com zoom óptico de 5x, algo pouco comum nesta categoria. Por isso, o Xiaomi 17T pode ser uma alternativa especialmente interessante para quem procura bastante armazenamento e maior versatilidade fotográfica.

5. POCO X8 Pro

O POCO X8 Pro é a opção mais indicada para quem quer colocar desempenho e preço no topo da lista de prioridades. O celular tem venda oficial no Brasil, mas também aparece no varejo por valores entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil, dependendo da configuração e da promoção.

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 Assim como o Xiaomi 17T, ele utiliza o Dimensity 8500-Ultra, com processo de fabricação de 4 nm e frequência máxima de 3,4 GHz. Há versões com 8 GB + 256 GB, 8 GB + 512 GB e 12 GB + 512 GB, com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1.

A ficha ainda inclui tela AMOLED de 6,59 polegadas, resolução 1,5K e 120 Hz, além de uma bateria de 6.500 mAh com carregamento de 100 W. Isso deixa o POCO especialmente bem servido para jogos e para quem passa bastante tempo longe da tomada.

O conjunto fotográfico é mais simples que o dos outros modelos desta lista. Ele traz uma câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com estabilização óptica e uma ultrawide de 8 MP, sem uma teleobjetiva dedicada. A compensação vem justamente do preço, da bateria e do alto desempenho pelo valor cobrado.

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Preço de smartwatch da Huawei derrete no Mercado Livre

Quem procura uma pulseira inteligente completa para exercícios e monitoramento de saúde pode aproveitar uma promoção forte no Mercado Livre. A HUAWEI Band 11 Pro está saindo por R$ 311,40 no PIX, após aplicação do cupom COMPRABOA, com frete grátis.

O anúncio mostra preço de referência de R$ 599. Considerando as reduções exibidas no carrinho, a economia chega a cerca de R$ 288, ou aproximadamente 48%. O modelo traz tela AMOLED de 1,62 polegada, corpo de alumínio, resistência 5 ATM, Bluetooth 6.0 e bateria de até 14 dias.

Vale a pena comprar a HUAWEI Band 11 Pro?

A HUAWEI Band 11 Pro chama atenção pela combinação de tela grande, corpo bastante leve e bateria prolongada. A tela é uma AMOLED de 1,62 polegada com resolução de 286 x 482 pixels e densidade de 347 ppi, oferecendo bastante espaço para visualizar métricas, notificações e informações durante os exercícios.

Mesmo com a tela relativamente grande, a pulseira continua bastante leve. O corpo pesa aproximadamente 18 gramas sem a pulseira e mede apenas 8,99 mm em seu ponto mais fino, características que ajudam principalmente durante exercícios e monitoramento do sono, quando um relógio maior pode incomodar.

A construção também sobe de nível em relação às smartbands mais baratas. A Huawei utiliza caixa em liga de alumínio, com opções em verde, azul e preto, e oferece versões com pulseiras de fluoroelastômero ou tecido.

Na parte de sensores, a Band 11 Pro possui uma IMU de nove eixos, formada por acelerômetro, giroscópio e magnetômetro, além de sensor óptico de frequência cardíaca e sensor de luz ambiente. O conjunto é utilizado para registrar exercícios e diferentes indicadores de bem-estar.

A autonomia é outro destaque. A Huawei informa até 14 dias no cenário de uso mais leve e cerca de oito dias em condições normais, com monitoramento contínuo de frequência cardíaca, TruSleep, SpO2, estresse e notificações ativados. Quem deixa a tela sempre ligada deve esperar uma redução significativa: nesse cenário, a estimativa oficial cai para até três dias.

HUAWEI Band 11 Pro

Também há proteção 5 ATM, permitindo utilizar a pulseira em atividades em águas rasas, como piscina. Isso não significa que ela seja adequada para mergulho, sauna, banho quente ou esportes com correnteza forte.

Por R$ 311,40, a Band 11 Pro também fica praticamente empatada com a Galaxy Fit3 e custa mais de R$ 200 menos que a Xiaomi Smart Band 10 Pro. A Xiaomi justifica parte da diferença com seu GNSS independente, recurso importante para quem quer registrar percursos sem levar o celular.

Comparativo

Característica HUAWEI Band 11 Pro Xiaomi Smart Band 10 Pro Samsung Galaxy Fit3
Preço R$ 311,40 R$ 524 R$ 313
Tela AMOLED 1,62" AMOLED 1,74" AMOLED 1,6"
Resolução 286 x 482 — 256 x 402
Brilho máximo 2.000 nits Até 2.000 nits Não informado
Peso do corpo Aprox. 18 g 21,6 g 18,5 g
Bateria máxima Até 14 dias Até 21 dias Até 13 dias
Uso típico Até 8 dias Até 15 dias Até 13 dias
GPS/GNSS integrado Não listado na ficha oficial Sim, 5 sistemas Não
Frequência cardíaca Sim Sim Sim
SpO2 Sim Sim Sim
Resistência à água 5 ATM 5 ATM 5 ATM + IP68
Bluetooth 6.0 5.4 5.3
Android e iPhone Sim Sim Android
Principal vantagem Preço e leveza GPS e autonomia Ecossistema Galaxy

Qual vale mais a pena?

A HUAWEI Band 11 Pro oferece o melhor equilíbrio nesta promoção. Por R$ 311,40, entrega tela AMOLED grande, caixa de alumínio, corpo de apenas 18 gramas, bateria que pode alcançar 14 dias e proteção 5 ATM. Para quem quer principalmente acompanhar exercícios, sono e métricas de bem-estar, é a opção mais atraente pelo preço.

A Xiaomi Smart Band 10 Pro é consideravelmente mais cara, mas possui um diferencial importante para esportistas: GNSS independente com GPS, GLONASS, Galileo, BeiDou e QZSS. Isso permite registrar percursos sem depender do GPS do smartphone. Ela também leva vantagem com tela de 1,74", brilho de até 2.000 nits e bateria anunciada de até 21 dias.

Já a Galaxy Fit3 custa praticamente o mesmo que a Huawei e pode fazer mais sentido para quem já utiliza um celular Samsung. Ela oferece tela AMOLED de 1,6", mais de 100 modalidades de exercício, proteção 5 ATM + IP68 e forte integração com o ecossistema Galaxy, mas depende do smartphone pareado para GPS.

Perguntas frequentes sobre a HUAWEI Band 11 Pro

A HUAWEI Band 11 Pro é boa?

Sim, principalmente considerando o preço desta promoção. Ela combina tela AMOLED de 1,62", corpo leve de alumínio, sensores para acompanhamento de exercícios e saúde, resistência 5 ATM e bateria que pode chegar a 14 dias.

Por pouco mais de R$ 300, o conjunto a coloca entre as opções mais completas da faixa de preço.

Quais são as especificações da HUAWEI Band 11 Pro?

A Band 11 Pro possui tela AMOLED de 1,62 polegada e resolução de 286 x 482 pixels, corpo de aproximadamente 18 g, Bluetooth 6.0 e resistência 5 ATM.

Os sensores incluem acelerômetro, giroscópio, magnetômetro, sensor óptico de frequência cardíaca e sensor de luz ambiente.

Quanto dura a bateria da HUAWEI Band 11 Pro?

A Huawei informa três cenários principais:

  • até 14 dias em uso leve;

  • até 8 dias em uso normal;

  • até 3 dias com Always-on Display ativado.

A autonomia real depende dos sensores, exercícios, notificações e frequência de uso da tela.

A HUAWEI Band 11 Pro é à prova d'água?

Ela possui certificação 5 ATM e pode ser utilizada em atividades em águas rasas, incluindo piscina.

A Huawei deixa claro, porém, que a classificação não significa que o aparelho possa ser utilizado a 50 metros de profundidade. Também não é recomendado usá-lo em mergulhos, saunas, banhos quentes ou situações com água em alta pressão.

A HUAWEI Band 11 Pro tem GPS integrado?

A ficha técnica oficial disponibilizada pela Huawei não lista GPS ou GNSS entre os sensores e conexões da Band 11 Pro. Por isso, não é seguro atribuir GPS independente ao modelo com base apenas em resultados de busca de terceiros.

Esse é um diferencial claro da Xiaomi Smart Band 10 Pro utilizada nesta comparação, cuja própria Xiaomi informa GNSS independente.

A HUAWEI Band 11 Pro tem NFC?

A ficha técnica oficial brasileira não lista NFC entre as formas de conectividade. Ela informa Bluetooth 6.0/BLE, portanto não convém comprar o modelo esperando realizar pagamentos por aproximação.

HUAWEI Band 11 Pro

HUAWEI Band 11 Pro ou Xiaomi Smart Band 10 Pro: qual é melhor?

A Xiaomi é mais completa para exercícios ao ar livre por possuir GNSS independente e bateria maior.

A Huawei ganha em custo-benefício: custa cerca de R$ 213 menos nesta comparação e ainda oferece tela AMOLED, caixa de alumínio, resistência 5 ATM e ampla autonomia.

HUAWEI Band 11 Pro ou Galaxy Fit3: qual vale mais a pena?

Como os preços estão praticamente empatados, a escolha depende principalmente do celular utilizado.

A Galaxy Fit3 é especialmente interessante para quem já está no ecossistema Samsung e oferece IP68 adicional. A Band 11 Pro funciona tanto com Android quanto com iPhone, usa Bluetooth 6.0 e tem uma proposta bastante leve para uso contínuo.

A HUAWEI Band 11 Pro funciona com iPhone?

Sim. A ficha oficial informa compatibilidade com iOS 13 ou posterior, além de Android 9 ou posterior.

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7 alternativas ao Redmi Note 17 Pro Max para quem quer bateria de 2 dias

O Redmi Note 17 Pro Max chamou atenção por apostar em uma bateria muito maior do que o padrão atual dos celulares. O modelo tem 9.210 mAh ou 10.000 mAh, de acordo com o mercado, e a Xiaomi fala em autonomia suficiente para até dois dias de uso.

O problema é que o aparelho ainda não tem lançamento confirmado no Brasil. Para quem precisa trocar de celular agora, porém, já existem alternativas vendidas oficialmente no país com baterias que partem de 6.000 mAh e chegam a impressionantes 10.001 mAh.

Infelizmente, não há modelos mais "tradicionais", como  Motorola e Samsung, mas ainda há boas opções para quem quer passar mais tempo longe das tomadas. Confira:

1. JOVI V70

O JOVI V70 é uma alternativa interessante para quem quer bastante bateria, mas também faz questão de câmeras mais avançadas. O intermediário premium com 8 GB de RAM e 256 GB já é encontrado por R$ 2.699 no Mercado Livre, bem abaixo do preço de lançamento.

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 Sua bateria BlueVolt possui 7.000 mAh e suporta carregamento rápido de 90 W. A JOVI não fala em dois dias completos de uso, mas divulga números expressivos: são até 43,8 horas de YouTube, 13 horas de Mobile Legends e 14% de carga restante após 16 horas de uso intenso no teste da marca.

O V70 ainda traz o MediaTek Dimensity 7360-Turbo, de 4 nm, com memória de 8 GB e armazenamento de 256 GB. A tela AMOLED de 6,83 polegadas tem taxa de 120 Hz, enquanto a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica reforça sua proposta mais premium. A proteção IP68 e IP69 completa o conjunto.

2. OPPO Reno16 5G

O OPPO Reno16 5G tem uma bateria menor que a de boa parte dos celulares desta lista, mas é o que traz a promessa mais direta para quem busca dois dias longe da tomada. Na loja oficial da marca, a versão com 256 GB custa por volta de R$ 4.499 à vista, e pode ser parcelado, com total de R$ 5.999 no prazo.

A capacidade é de 6.000 mAh, com suporte ao carregamento SUPERVOOC de 80 W. Segundo a OPPO, o Reno16 alcança 2,34 dias de uso nos testes da empresa e pode chegar a 60,24 horas de chamadas. Uma recarga completa leva aproximadamente uma hora com o carregador compatível.

OPPO Reno16

 O celular é um intermediário premium equipado com o Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento na configuração brasileira. Ele ainda oferece tela AMOLED de 6,32 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, telefoto de 50 MP, câmera frontal de 50 MP e proteção IP69K.

3. OPPO A6 Pro 5G

Para gastar menos dentro da linha da OPPO, o A6 Pro 5G aposta em autonomia e resistência. O intermediário era encontrado no Magalu por R$ 2.699 no Pix na versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

Oppo A6 Pro

Aqui, a bateria sobe para 7.000 mAh e mantém o carregamento SUPERVOOC de 80 W. A OPPO não divulga uma estimativa de dois dias de uso ativo, mas informa até 31 dias em standby. A carga vai de 1% a 50% em 26 minutos e chega a 100% em aproximadamente uma hora.

O desempenho fica por conta do MediaTek Dimensity 6300, um chipset intermediário com conectividade 5G. O A6 Pro também tem tela AMOLED de 6,57 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP e certificações IP66, IP68 e IP69 contra poeira e água.

4. JOVI T1 5G

O JOVI T1 5G chama atenção por oferecer bateria grande e desempenho intermediário por um preço consideravelmente menor que o V70. A versão com 8 GB de RAM e 256 GB aparecia por cerca de R$ 1.733 no Pix na loja da JOVI no Mercado Livre.

Sua bateria BlueVolt possui 6.500 mAh e aceita carregamento de 90 W. Nos testes da fabricante, o celular alcança 27,5 horas de YouTube, 12 horas de PUBG, 14 horas de navegação ou 23,5 horas de WhatsApp. Em outra simulação de 16 horas com jogos, vídeos e redes sociais, ainda sobra carga ao fim do período.

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O T1 usa o mesmo Dimensity 7360-Turbo de 4 nm do V70, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A tela AMOLED de 6,77 polegadas tem resolução Full HD+ e 120 Hz. A recarga também é rápida: segundo a marca, os 90 W levam a bateria de 1% a 100% em cerca de 52 minutos.

5. Realme P4 Power 5G

Entre todos os modelos desta lista, o Realme P4 Power 5G é o que mais chama atenção pela capacidade da bateria. O intermediário chega a superar até a versão de 10.000 mAh do Redmi Note 17 Pro Max, com 10.001 mAh. No Magalu, a versão de 8 GB e 256 GB é vendida por cerca de R$ 2.420 no Pix.

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A Realme promete até 32,5 horas de YouTube, 11,7 horas de PUBG e nada menos que 185,7 horas de reprodução no Spotify. Mesmo com 5% de carga, o modo de economia pode oferecer até 218 minutos de chamadas ou 46,8 horas em standby. O carregamento chega a 80 W.

O P4 Power usa o MediaTek Dimensity 7400 Ultra 5G e tem opções com até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento UFS 3.1. A tela AMOLED de 6,8 polegadas chega a 144 Hz e a câmera principal Sony de 50 MP possui OIS. Mesmo com a bateria enorme, o aparelho pesa cerca de 219 gramas e tem 9,08 mm de espessura.

6. Realme C85 Pro

O Realme C85 Pro é a opção mais simples da seleção e faz sentido principalmente para quem quer gastar pouco e colocar a autonomia acima do desempenho. O intermediário de entrada com 8 GB de RAM e 256 GB é encontrado no Magalu por cerca de R$ 1.575 no Pix.

Apesar do preço baixo, sua bateria possui 7.000 mAh. A Realme afirma que o celular mantém 50% da carga após 12 horas de uso intenso em seu teste. A marca também cita até 59 horas de chamadas, 16 horas de chat e 19 horas de vídeo online. O carregamento chega a 45 W.

Realme C85 Pro

Realme C85 Pro

O Snapdragon 685 deixa claro que o C85 Pro não busca competir com os aparelhos mais potentes desta lista e também limita o celular às redes 4G. Em compensação, ele oferece tela AMOLED de 6,8 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP, NFC e proteção elevada contra poeira e água.

7. POCO X8 Pro

Quem quer bateria de longa duração sem abrir mão de desempenho pode olhar para o POCO X8 Pro. O intermediário premium é um dos aparelhos mais potentes da lista, e a versão global com 8 GB de RAM e 256 GB aparece no KaBuM por cerca de R$ 2.389 no Pix. 

POCO X8 Pro

A bateria de silício-carbono tem 6.500 mAh, com carregamento HyperCharge de 100 W. A POCO divulga mais de nove horas de jogos, mais de 12 horas de chamadas de vídeo e mais de 20 horas em redes sociais. Uma recarga completa leva cerca de 48 minutos nos testes da fabricante.

Seu maior diferencial está no Dimensity 8500-Ultra, acompanhado por memória LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1. O celular ainda traz tela AMOLED 1,5K de 6,59 polegadas e 120 Hz, câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com OIS, conectividade 5G e proteção IP68.

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Da TV paga ao celular: Sky vai virar operadora com cobertura nacional

Conhecida principalmente pela TV por assinatura, a Sky agora quer ganhar espaço também no mercado de telefonia celular. A empresa ampliou a comercialização da Sky Móvel para todo o Brasil, com planos disponíveis tanto pela internet quanto em lojas físicas.

A expansão faz parte de uma estratégia mais ampla da Waiken ILW, dona da Sky e da Zaaz Telecom, para concentrar diferentes serviços de telecomunicações em seu portfólio. Além da TV paga, o grupo já atua com streaming, banda larga e, desde abril, telefonia móvel.

Segundo André Ribeiro, head da Sky Móvel, a adesão ao novo serviço já acompanha boa parte das contratações da empresa. Atualmente, seis em cada dez vendas da Sky também incluem um plano de celular.

Sky Móvel terá planos de até 50 GB

O catálogo da operadora é dividido em quatro opções, que começam em 6 GB de internet e chegam a 50 GB. Dependendo da franquia escolhida, a mensalidade fica entre R$ 29,90 e R$ 89,90.

Nos pacotes a partir de 15 GB, a Sky adiciona ligações e mensagens de texto sem limite. WhatsApp e Waze também podem ser usados sem consumir os dados contratados, enquanto a internet que sobrar em um mês fica disponível para o período seguinte.

Sky operadora

Também é possível migrar um número já existente para a Sky Móvel por meio da portabilidade. Quem já assina a TV pós-paga da empresa pode encontrar condições específicas ao reunir os serviços no mesmo pacote.

Para ampliar o alcance da operação, os chips estão distribuídos em mais de 1,2 mil lojas e pontos de atendimento ligados à Sky e à Zaaz Telecom. A empresa também mantém a venda pelos canais online.

Rede terá 4G e 5G, mas parceira não foi revelada

Embora a Sky Móvel passe a ser comercializada nacionalmente, isso não significa que a companhia tenha construído uma rede própria de antenas pelo país. A empresa informa que seus clientes terão conexão 4G e 5G, mas não revelou qual operadora fornece a infraestrutura por trás do serviço.

Também não foram apresentados detalhes sobre a abrangência efetiva do sinal em cada estado ou município. O anúncio, portanto, confirma a venda nacional dos planos, mas não permite comparar a cobertura da Sky Móvel com a das grandes operadoras brasileiras.

A telefonia da Sky estreou no fim de abril, inicialmente restrita aos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro. A empresa não informou quantos clientes conquistou desde então.

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Queima do Magalu tem Galaxy A57 com smartwatch quase de graça

Quem está de olho em um celular intermediário da Samsung pode aproveitar uma oferta especialmente agressiva no Magalu. O Galaxy A57 5G de 128 GB e 8 GB de RAM aparece em um kit com a Galaxy Fit3 por R$ 1.744 no PIX, após aplicação do cupom INFLU200, com frete grátis para regiões elegíveis.

A ideia de smartwatch “quase de graça” faz sentido porque o cupom sozinho retira R$ 200 do carrinho, valor próximo do que a Galaxy Fit3 costuma custar em promoções. O kit aparece inicialmente por R$ 2.160, cai para R$ 1.960 no cartão após o cupom e chega aos R$ 1.744 com o desconto adicional do PIX.

A condição fica ainda mais interessante quando comparada ao próprio Galaxy A57 vendido sozinho: na alternativa considerada nesta matéria, o celular avulso custa R$ 2.085, ou seja, R$ 341 a mais que o kit que já inclui a smartband.

Vale a pena comprar o Galaxy A57 com Galaxy Fit3?

O Galaxy A57 é um intermediário que tenta se aproximar dos celulares premium principalmente em tela, construção e suporte de software. Ele traz uma Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, combinação interessante tanto para vídeos quanto para jogos e navegação.

O aparelho também ficou bastante fino. São apenas 6,9 mm de espessura e 179 gramas, apesar da bateria de 5.000 mAh. A Samsung promete autonomia de até dois dias dependendo do padrão de utilização, e há suporte ao carregamento rápido de 45 W.

O conjunto fotográfico é formado por uma câmera principal de 50 MP com estabilização óptica, ultrawide de 12 MP e macro de 5 MP. Na frente há uma câmera de 12 MP, enquanto a traseira consegue gravar vídeos em resolução 4K.

Por dentro, o celular traz processador octa-core da Samsung, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento nesta configuração. O conjunto não pretende competir diretamente em desempenho bruto com aparelhos como o POCO X8 Pro, mas é suficiente para redes sociais, multitarefa, fotografia e boa parte dos jogos.

A construção também merece destaque. O Galaxy A57 traz estrutura metálica, proteção contra água e poeira e recursos como 5G, NFC, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0 e suporte a Dual SIM/eSIM.

E há a Galaxy Fit3 como bônus importante da promoção. A pulseira inteligente permite acompanhar exercícios, frequência cardíaca, sono e outras métricas, além de exibir notificações do celular. Como ela costuma aparecer próxima dos R$ 200 em boas promoções, o cupom de R$ 200 praticamente compensa o valor da smartband.

O que realmente torna o kit difícil de ignorar, porém, é o preço final: R$ 1.744 pelo Galaxy A57 + Fit3, enquanto o próprio A57 sozinho aparece por R$ 2.085 na alternativa desta comparação. Para quem já pretendia comprar um celular Samsung nessa faixa, o combo é claramente mais vantajoso.

Comparativo

Característica Galaxy A57 + Fit3 Galaxy A57 avulso POCO X8 Pro
Preço R$ 1.744 R$ 2.085 R$ 2.494
Smartband inclusa Galaxy Fit3 Não Não
RAM 8 GB 8 GB 8 GB
Armazenamento 128 GB 128 GB 256 GB
Tela Super AMOLED Plus 6,7" Super AMOLED Plus 6,7" AMOLED 1,5K 6,59"
Taxa de atualização 120 Hz 120 Hz 120 Hz
Processador Exynos 1680 Exynos 1680 Dimensity 8500-Ultra
Câmera principal 50 MP com OIS 50 MP com OIS 50 MP com OIS
Ultrawide 12 MP 12 MP 8 MP
Bateria 5.000 mAh 5.000 mAh 6.500 mAh
Carregamento 45 W 45 W 100 W
Proteção IP67 IP67 IP68
NFC Sim Sim Sim
Principal vantagem Preço + Galaxy Fit3 Comprar apenas o celular Desempenho e bateria

Qual vale mais a pena?

O kit com Galaxy A57 e Galaxy Fit3 é disparado o melhor negócio para quem pretende comprar o celular da Samsung. Além de custar R$ 341 menos que o A57 avulso usado nesta comparação, ainda acrescenta uma smartband que normalmente custa aproximadamente R$ 200.

O POCO X8 Pro é uma escolha melhor para quem prioriza desempenho. O Dimensity 8500-Ultra é mais potente, enquanto a bateria de 6.500 mAh, carregamento de 100 W e os 256 GB de armazenamento tornam o aparelho mais preparado para jogos e uso intenso. O problema é que ele custa R$ 750 a mais que o combo da Samsung.

Já comprar o Galaxy A57 sozinho por R$ 2.085 é difícil de justificar enquanto o kit do Magalu permanecer disponível por R$ 1.744. Como se trata essencialmente do mesmo smartphone sem a Galaxy Fit3, a oferta combinada é muito mais vantajosa.

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Perguntas frequentes sobre o Galaxy A57

O Galaxy A57 é bom?

Sim. O Galaxy A57 é um intermediário com características próximas de aparelhos mais caros, incluindo tela Super AMOLED Plus de 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, estrutura metálica, bateria de 5.000 mAh e proteção contra água e poeira.

Seu principal atrativo é o equilíbrio entre tela, câmera, acabamento e suporte prolongado de software, em vez de desempenho extremo para jogos.

Quais são as principais especificações do Galaxy A57?

O Galaxy A57 possui tela Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas e 120 Hz, 8 GB de RAM, opções de 128 GB ou 256 GB, bateria de 5.000 mAh e câmeras traseiras de 50 + 12 + 5 MP.

O aparelho também oferece 5G, NFC, Bluetooth 6.0 e carregamento rápido.

O Galaxy A57 tem NFC?

Sim. O Galaxy A57 possui NFC e pode ser utilizado para pagamentos por aproximação por meio de serviços compatíveis, além de outras funções que utilizem a tecnologia.

O Galaxy A57 tem Dual SIM?

Sim. O aparelho oferece suporte a Dual SIM e também trabalha com eSIM, dependendo da configuração utilizada. Isso permite manter mais de uma linha configurada no smartphone.

A bateria do Galaxy A57 dura quanto tempo?

A bateria possui 5.000 mAh, e a Samsung anuncia autonomia de até dois dias em determinadas condições de utilização. A duração real varia bastante conforme brilho da tela, 5G, jogos, câmera e outros recursos.

O Galaxy A57 é à prova d'água?

O aparelho possui certificação IP67, oferecendo proteção contra poeira e resistência à água dentro das condições de laboratório estabelecidas pela fabricante.

Isso não significa que o celular seja destinado ao uso submerso ou que a resistência permaneça inalterada durante toda a vida útil.

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Galaxy A57 ou POCO X8 Pro: qual é melhor?

O POCO X8 Pro é superior em desempenho, bateria e velocidade de carregamento, além de oferecer 256 GB na versão comparada.

O Galaxy A57 aposta mais em equilíbrio, integração com o ecossistema Samsung, câmera ultrawide de maior resolução e suporte de software. Com o kit a R$ 1.744 e Galaxy Fit3 inclusa, o Samsung leva vantagem em custo-benefício nesta promoção.

Galaxy A57 ou Galaxy A57 com Fit3: qual comprar?

Enquanto os preços desta matéria estiverem disponíveis, o kit com Galaxy Fit3 é claramente mais vantajoso. Ele custa R$ 1.744, contra R$ 2.085 do celular sozinho na alternativa comparada.

Além de economizar R$ 341, o comprador ainda recebe a Galaxy Fit3.

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Amazon derruba preço de GTA 6 para PS5 na pré-venda com cupom

O jogo mais esperado da década acabou de entrar em uma promoção imperdível que você não pode deixar passar. A Amazon baixou o preço da pré-venda do GTA VI para PS5, caindo de R$ 404,91 para apenas R$ 359,92 à vista ao ativar o cupom na página do produto. Se você quer garantir sua cópia física no dia da estreia pagando menos, a hora de agir é agora.

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Como é GTA 6

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Vale a pena comprar GTA 6 na pré-venda?

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Preço no chão: Mouse sem fio Redragon por apenas R$ 93 na KaBuM!

Cansado de fios enroscando na mesa bem na hora daquela jogada decisiva? A liberdade do setup sem fio nunca esteve tão barata. A KaBuM! cortou o preço do Mouse Gamer Sem Fio Redragon Invader Pro em mais de 60%. De R$ 235,28 originais, ele sai por incríveis R$ 93,07 no PIX com a aplicação de cupom de desconto. É o momento perfeito para dar aquele upgrade no seu PC pagando muito pouco antes que o estoque acabe.

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Como é o Mouse Gamer Redragon Invader Pro?

O Redragon Invader Pro entrega exatamente o que você precisa para jogar com conforto: liberdade total de movimentos. O fim dos cabos puxando na beirada da mesa significa reações mais rápidas e uma mira muito mais fluida nos jogos competitivos. Seu sensor de 10.000 DPI garante a precisão necessária para você não errar nenhum alvo, enquanto os 8 botões programáveis oferecem atalhos práticos tanto na gameplay quanto no trabalho do dia a dia.

Na parte física, o design deste modelo é ligeiramente mais compacto, sendo uma escolha perfeita para quem tem mãos pequenas ou prefere uma pegada mais ágil. O peso é muito bem distribuído, o que torna os movimentos agradáveis e evita o cansaço no pulso após horas de uso intenso na frente da tela.

Mouse Gamer Redragon Invader Pro

A bateria é outro ponto de destaque real para o uso diário. Se você prefere foco total e desliga a iluminação RGB, a carga do mouse pode durar mais de uma semana inteira. Mesmo com as luzes ligadas, você ainda garante vários dias de jogatina sem a preocupação de ter que conectar o cabo novamente. É o clássico e elogiado custo-benefício da Redragon na sua mesa.

Vale a pena comprar o Mouse Gamer Redragon Invader Pro?

Por menos de R$ 100, é raríssimo encontrar um mouse sem fio focado no público gamer que entregue essa mesma qualidade de construção. Ele resolve o problema da mesa bagunçada e ainda garante uma bateria de longa duração e cliques precisos.

O custo-benefício, que já era bom, ficou imbatível com a oferta. Como o valor derreteu de R$ 235 para apenas R$ 93,07, a promoção tem cara de queima de estoque e deve esgotar rápido. Essa é a sua melhor chance para cortar os fios do setup gastando o mínimo possível.

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Amazon Leo: roteador para internet via satélite é homologado no Brasil

Fotografia técnica de homologação de um roteador de cor branca. Ele exibe a gravação cinza "E1" na parte inferior direita de sua superfície; o aparelho está apoiado sobre uma mesa azul e posicionado ao lado de duas réguas milimetradas pretas dispostas em L à esquerda e à direita para medição de suas dimensões, trazendo o logotipo do "tecnoblog" impresso em branco no canto inferior direito.
Roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • O roteador para o serviço de internet via satélite Amazon Leo foi homologado pela Anatel.
  • O equipamento, com código de modelo L1LA10, oferece conectividade Zigbee, Bluetooth LE e Wi-Fi 6 de duas bandas.
  • A antena, no entanto, ainda não foi certificada pela agência.

O serviço de internet via satélite Amazon Leo deu mais um passo para seu lançamento comercial no Brasil: o roteador que será utilizado pelos clientes foi homologado pela Anatel na sexta-feira (14/08), segundo documentos obtidos pelo Tecnoblog em primeira mão.

A certificação vem bem a tempo, já que o lançamento comercial precisa acontecer no Brasil até dia 29 deste mês, a menos que a empresa solicite um novo adiamento à Anatel. O serviço foi testado em duas cidades brasileiras no ano passado.

Certificado de homologação do L1LA10, roteador do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O equipamento tem código de modelo L1LA10 e oferece conectividade Zigbee, Bluetooth LE (para conexão com o aplicativo, provavelmente) e Wi-Fi 6 de duas bandas.

Fotografia técnica de homologação de um roteador de cor branca. Ele exibe a gravação cinza "L3" na parte superior esquerda de sua superfície e as portas de conectividade; o aparelho está apoiado sobre uma mesa azul e posicionado ao lado de uma régua milimetrada preta para medição de suas dimensões, trazendo o logotipo do "tecnoblog" impresso em branco no canto inferior direito.
Traseira do roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na parte traseira, são três portas: uma RJ45 para conexão com a antena de satélite, outra RJ45 para uso cabeado da internet e uma entrada C6 para o cabo de energia elétrica.

De acordo com as fotos de certificação do FCC (Comissão Federal de Comunicações dos EUA), o L1LA10 aparenta ter em torno de 17 centímetros de largura e profundidade, o que o torna relativamente grande para um roteador. Ele também deve ser pesadinho: quase metade do volume interno é ocupado pela fonte de 140 Watts, e a estrutura interna é feita em metal.

Fotografia técnica de homologação de um roteador desmontado. O aparelho está apoiado sobre uma mesa azul e posicionado ao lado de uma régua milimetrada preta para medição de suas dimensões, trazendo o logotipo do "tecnoblog" impresso em branco no canto inferior direito.
Parte interna do roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O equipamento utiliza diversos chips da Qualcomm: QCA8081 para as portas Ethernet, QCN6112 como rádio de 5 GHz e o SoC IPQ5018, que é o “cérebro” do produto, contendo dois núcleos Cortex-A53 da ARM.

Ainda falta a homologação da antena, que a Amazon denomina ODU em sua documentação, sem revelar o que a sigla significa.

Imagem promocional mostra o receptor do Amazon Leo, antigo Projeto Kuiper
Receptor do Amazon Leo (imagem: divulgação/Amazon)

Mercado aquecido

O Amazon Leo entrará em um mercado que deve ganhar mais competição: hoje a Starlink reina quase sozinha no segmento de internet via satélites de órbita baixa (LEO), especialmente para pessoas físicas, mas a Eutelsat OneWeb também oferece seus serviços no Brasil, apenas para empresas. A chinesa SpaceSail também já obteve autorização para operar no país, algo que precisa ocorrer até 2028.

Estação do satélite da SpaceSail em um píer, com antena e equipamentos ao fundo
SpaceSail deve ser concorrente do Amazon Leo no futuro (imagem: reprodução/SapceSail)

A Starlink lidera o mercado brasileiro de internet por satélite, possuindo a maior clientela do segmento e sendo o 12º provedor de banda larga fixa do país. Em breve, a empresa também deve passar a oferecer serviço diretamente para smartphones em áreas remotas em parceria com a Vivo.

Esse é outro segmento do mercado em que a Amazon pretende competir. Para tanto, a companhia adquiriu a Globalstar por US$ 11,5 bilhões (cerca de R$ 57 bilhões), ganhando acesso à constelação existente de satélites e, mais importante, ao espectro e direitos de uso existentes.

O serviço de banda larga fixa por satélite deve ser vendido no Brasil pela Sky, já que ambas assinaram acordo para tal ainda em 2024.

Amazon Leo: roteador para internet via satélite é homologado no Brasil

Roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado de homologação do L1LA10, roteador do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Traseira do roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Parte interna do roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Receptor do Projeto Kuiper (imagem: divulgação/Amazon)
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Celular chinês promete design de "nave espacial", mas visual lembra a Nothing

A Tecno apresentou oficialmente o Pova 8 Pro, novo celular da marca chinesa que aposta em um visual descrito como inspirado em uma "nave espacial". A traseira traz uma matriz de luzes personalizável que acaba por lembrar a proposta visual popularizada pelos celulares da Nothing.

O aparelho também chega com foco em jogos, tela AMOLED de 144 Hz, chip MediaTek Dimensity 7400 Ultimate e uma bateria de 6.500 mAh. A estreia comercial está marcada para o dia 18 de agosto na Índia.

Design de "nave espacial" tem matriz de LEDs

O principal destaque visual do Tecno Pova 8 Pro fica na traseira. O módulo triangular de câmeras abriga o chamado Alive Matrix, um painel formado por Mini LEDs que pode exibir diferentes animações e informações.

A própria Tecno chama o conjunto de "design de nave espacial interestelar" e diz que buscou inspiração em espaçonaves. A combinação de iluminação com elementos tecnológicos aparentes, porém, segue uma linha que lembra bastante os celulares da Nothing e sua conhecida interface luminosa traseira.

O Pova 8 Pro será vendido nas cores branco, preto e verde. A Tecno também preparou uma edição limitada Tonino Lamborghini, com acabamento preto exclusivo. 

Tela de 144 Hz e chip extra para jogos

Na parte da frente, o celular tem uma tela HyperLux AMOLED de 6,78 polegadas, com resolução de 2644 x 1208 pixels e taxa de atualização de 144 Hz. O painel alcança pico de brilho de 4.500 nits e conta com proteção Gorilla Glass 7i.

A Tecno ainda promete resposta ao toque mesmo quando os dedos estão molhados ou com óleo. A taxa de amostragem instantânea chega a 2.800 Hz, característica que pode ajudar principalmente em jogos competitivos.

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Por dentro, o Pova 8 Pro usa o MediaTek Dimensity 7400 Ultimate, acompanhado por até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. Um chip gráfico P1 adicional fica responsável por recursos voltados aos jogos.

Com interpolação de quadros, alguns títulos podem alcançar até 144 fps. Segundo a Tecno, jogos de RPG chegam a até 90 fps, enquanto títulos dos gêneros FPS e MOBA podem alcançar os 144 fps.

Android 16 e três anos de atualizações de segurança

O celular sai de fábrica com a HiOS 16 baseada no Android 16. A Tecno promete duas grandes atualizações do sistema operacional e três anos de pacotes de segurança.

O software também inclui os recursos Tecno AI e a assistente digital Ella, além de ferramentas de inteligência artificial para produtividade e fotografia.

Outro destaque para jogos é o sistema de refrigeração com câmara de vapor de 5.000 mm². O aparelho ainda traz vibração 4D e alto-falantes estéreo com Dolby Atmos.

Câmera principal tem sensor Sony de 50 MP

O conjunto fotográfico traseiro é duplo. A câmera principal tem 50 MP, sensor Sony LYTIA 700C e estabilização óptica de imagem, enquanto a ultrawide possui 8 MP.

Para selfies e videochamadas, o Tecno Pova 8 Pro conta com uma câmera frontal de 13 MP.

Bateria tem 6.500 mAh

A bateria possui capacidade de 6.500 mAh e aceita carregamento de 45 W. O celular também oferece carregamento bypass, que envia energia diretamente ao aparelho durante o uso para reduzir o desgaste da bateria, além de recarga reversa com fio de 10 W.

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O pacote de recursos ainda inclui leitor de digitais sob a tela, NFC, infravermelho e um botão dedicado que pode abrir aplicativos ou executar ações configuradas pelo usuário.

O Pova 8 Pro também chama atenção pelas certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K contra água e poeira. Há suporte a áudio Hi-Res com e sem fio, além de 256 GB de armazenamento em nuvem gratuito por três anos.

Preço e disponibilidade

O Tecno Pova 8 Pro será lançado na Índia em 18 de agosto, com versões de 8 GB + 256 GB, 12 GB + 256 GB e 12 GB + 512 GB.

A fabricante ainda não revelou o preço do aparelho. Também não há informações sobre uma eventual chegada ao mercado brasileiro.

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Samsung trabalha em headphone premium para desafiar JBL e Apple; veja o que sabemos

A Samsung trabalha no desenvolvimento de um novo headphone premium com formato over-ear, que pode disputar espaço com modelos como o Apple AirPods Max e o JBL Tour One M3. O acessório foi encontrado em códigos do aplicativo Galaxy Wearable e, internamente, é chamado de Galaxy H1.

A descoberta confirma que a fabricante sul-coreana pretende ampliar sua linha de dispositivos de áudio para além dos Galaxy Buds. No entanto, o nome Galaxy H1 parece ser apenas uma identificação interna, então o produto provavelmente chegará ao mercado com outra nomenclatura.

Headphone da Samsung ainda está em fase inicial

As referências encontradas no Galaxy Wearable confirmam pelo menos a presença de conectividade Bluetooth, mas ainda não revelam detalhes sobre o hardware ou o design do headphone.

O estágio atual do projeto também indica que o lançamento ainda deve demorar. A expectativa inicial é que o acessório seja apresentado no começo de 2027, embora a Samsung ainda possa alterar seus planos até lá.

Headphone Samsung H1

A novidade aparece enquanto a empresa também prepara novos formatos para a família Galaxy Buds. Entre os projetos recentes estão um fone com suporte que prende ao redor da orelha e outro com construção no formato de "brinco"

O que esperar do Galaxy H1?

Até agora, não há especificações confirmadas além da conectividade Bluetooth. Ainda assim, considerando a proposta premium do acessório e os recursos já presentes no ecossistema Galaxy, algumas tecnologias são esperadas para o futuro headphone.

Entre elas estão Bluetooth 6.0, codec Samsung Seamless Codec UHQ, cancelamento adaptativo de ruído, modo de som ambiente e integração com assistentes de inteligência artificial.

Também é possível que o headphone tenha suporte ao Auto Switch, recurso que facilita a troca automática de áudio entre dispositivos Galaxy compatíveis.

Outro ponto esperado é uma autonomia consideravelmente maior que a dos Galaxy Buds. O formato over-ear oferece mais espaço interno para baterias maiores, mas a capacidade e a duração da carga ainda são desconhecidas.

Por enquanto, a Samsung não confirmou oficialmente a existência do produto. Mais informações sobre o possível Galaxy H1 devem surgir conforme o desenvolvimento avançar e o lançamento se aproximar.

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"iFood chinês" lança caixa para motoboy que esquenta comida no trajeto

A JD.com, gigante do e-commerce chinês que também atua no segmento de delivery, começou a usar uma nova caixa inteligente para entregadores que mantém a comida aquecida durante o trajeto. O equipamento X1 possui controle de temperatura e compartimentos separados para alimentos quentes e frios, e permite transportar os dois tipos de pedido ao mesmo tempo.

A novidade começou a ser adotada em maior escala na região de Yizhuang, em Pequim, que se tornou a primeira área da China com cobertura completa das novas caixas. As cidades de Suzhou, Jinhua e Suqian também já iniciaram a implementação da tecnologia.

Caixa mantém comida quente e bebida gelada

O principal diferencial da X1 é a divisão física do espaço interno em duas áreas independentes. O compartimento refrigerado trabalha com temperaturas entre -5 °C e 15 °C, enquanto a área destinada aos alimentos quentes permanece entre 40 °C e 55 °C.

Como cada parte possui seu próprio controle térmico, uma bebida gelada pode viajar na mesma caixa que uma refeição quente sem que um produto interfira na temperatura do outro.

JD.com X1 bag motoboy com aquecimento

A proposta tenta resolver justamente um dos problemas comuns das entregas de comida: a perda de temperatura durante o deslocamento entre o restaurante e o cliente, principalmente em trajetos mais longos.

Caixa também desinfeta o interior com luz UV

A JD.com também adicionou um sistema de desinfecção por luz ultravioleta dentro da X1. Segundo as informações divulgadas pela empresa, o recurso alcança uma taxa de esterilização de 99,99%.

A estrutura usa ainda um sistema de fechamento totalmente vedado. A proteção impede a entrada de poeira e ajuda a proteger os pedidos contra chuva e neve durante o transporte.

Outro detalhe curioso fica na parte externa. A caixa possui uma tela interativa na parte frontal, que pode exibir informações e conteúdos enquanto o entregador circula pelas ruas.

Os primeiros testes da X1 em situações reais foram concluídos em meados de julho. Agora, a JD.com avança para uma adoção em maior escala, com Yizhuang como primeira região de demonstração com cobertura completa do equipamento.

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Celular top da Sony mantém P2 e microSD — e está vendendo muito, diz marca

A Sony revelou que o Xperia 1 VIII registra vendas fortes mesmo após um aumento de preço. O topo de linha também preserva dois recursos cada vez mais raros no segmento premium: entrada P2 para fones de ouvido e suporte para cartão microSD.

Executivos da companhia falaram sobre o desempenho do celular em uma entrevista à imprensa japonesa. Segundo a Sony, além das vendas fortes, o Xperia 1 VIII também alcançou um nível bastante alto de satisfação entre os compradores.

O bom desempenho não se limita ao Japão. A Sony afirma que as vendas do aparelho na Europa também cresceram de forma significativa, resultado associado à expansão dos canais de venda direta ao consumidor.

Sony mudou bastante a câmera telefoto

Uma das principais mudanças do Xperia 1 VIII está no conjunto fotográfico. Para instalar um sensor telefoto maior, a Sony precisou redesenhar o módulo de câmeras e abrir mão do sistema de distância focal variável usado na geração anterior.

O Xperia 1 VII tinha uma lente capaz de variar entre 85 mm e 170 mm. No novo modelo, a empresa adotou uma lente fixa de 70 mm para evitar que o corpo do celular ficasse consideravelmente mais espesso com o sensor maior.

Em compensação, a resolução do sensor telefoto saltou de 12 MP para 48 MP. Com isso, o Xperia 1 VIII consegue oferecer um enquadramento equivalente a 140 mm com zoom sem perda de qualidade, segundo a Sony.

P2 e microSD viraram parte da identidade do Xperia

Enquanto outras fabricantes eliminaram esses recursos de seus celulares mais caros, a Sony não parece disposta a abandonar o slot para microSD e a conexão P2 de 3,5 mm.

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 A própria empresa afirma que o suporte para cartão de memória aparece entre os principais motivos de compra citados pelos clientes em suas pesquisas. Para a Sony, os dois recursos já se tornaram parte inseparável da identidade da linha Xperia.

A estratégia diferencia o Xperia 1 VIII de boa parte dos celulares premium atuais, que normalmente oferecem apenas armazenamento interno fixo e dependem de fones Bluetooth ou adaptadores USB-C para áudio com fio.

Xperia 1 VIII tem Snapdragon 8 Elite Gen 5 e até 16 GB de RAM

O Xperia 1 VIII é equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 5, atual chipset topo de linha da Qualcomm. A Sony oferece duas configurações: 12 GB de RAM com 256 GB de armazenamento ou 16 GB de RAM com 1 TB. Nos dois casos, o espaço pode ser expandido com cartões microSDXC de até 2 TB.

A tela é OLED de 6,5 polegadas, com proporção 19,5:9 e resolução Full HD+ de 1080 x 2340 pixels. O painel oferece taxa de atualização de 120 Hz, HDR, cobertura de 100% do DCI-P3, gradação de cores em 10 bits e recursos de imagem derivados das TVs Bravia da Sony.

Na traseira, o celular tem três câmeras. A principal usa um sensor Exmor T de 48 MP efetivos, com tamanho de 1/1,35", lente equivalente a 24 mm e abertura f/1.9. Já a telefoto tem 48 MP efetivos, sensor Exmor RS de 1/1,56", lente de 70 mm e abertura f/2.8.

A ultrawide também tem 48 MP efetivos, com sensor Exmor RS de 1/1,56", distância focal equivalente a 16 mm, abertura f/2.0 e campo de visão de 104°. Na frente, há uma câmera de 12 MP, com lente de 24 mm e abertura f/2.0.

O conjunto traseiro usa lentes Zeiss e oferece recursos como rastreamento em tempo real, foco nos olhos de pessoas e animais, disparos de até 30 fps e zoom híbrido de até 17,5x. Para vídeos, o Xperia 1 VIII grava em 4K HDR a até 120 fps, com estabilização óptica SteadyShot, S-Cinetone, rastreamento de objetos e modos profissionais.

A bateria tem 5.000 mAh, com carregamento rápido via USB Power Delivery, recarga sem fio Qi e carregamento reverso. A Sony promete autonomia de até dois dias e afirma que o sistema de proteção da bateria foi desenvolvido para preservar sua saúde por até quatro anos.

O Xperia 1 VIII sai de fábrica com Android 16. A política oficial prevê até quatro atualizações de versão do Android e seis anos de atualizações de segurança.

Preço e disponibilidade

O Xperia 1 VIII já está à venda no Reino Unido. Na loja oficial da Sony, a versão com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, na cor Graphite Black, custa £ 1.399, cerca de R$ 9.574 em conversão direta, sem considerar impostos ou outros custos de uma eventual importação.

Até o momento, não há informações sobre a chegada oficial do Xperia 1 VIII ao Brasil.

 

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Magalu dá R$ 500 de desconto em celular top da Samsung: S25 Edge de 512 GB

Quem procura um celular premium da Samsung com bastante armazenamento pode aproveitar uma oferta do Magalu. O Galaxy S25 Edge de 512 GB está saindo por R$ 3.999 no PIX, após aplicação do cupom TEL500. O desconto de R$ 500 é aplicado sobre o valor de R$ 4.499, fazendo o aparelho ficar praticamente no mesmo preço do Galaxy S25 convencional de 256 GB. A oferta ainda inclui frete grátis para algumas regiões.

Vale a pena comprar o Galaxy S25 Edge?

O Galaxy S25 Edge é uma opção interessante principalmente para quem procura um celular top de linha, mas não quer carregar um aparelho grande e pesado no bolso. O modelo se destaca pelo corpo bastante fino, com apenas 5,8 mm de espessura, além de pesar cerca de 163 gramas.

Mesmo com o perfil fino, a Samsung mantém especificações de categoria premium. O aparelho traz uma tela AMOLED de 6,7 polegadas com resolução QHD+ e taxa de atualização de 120 Hz, oferecendo mais espaço que o Galaxy S25 convencional para vídeos, jogos e navegação.

Por dentro, o S25 Edge utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy, acompanhado por 12 GB de RAM. É uma configuração preparada para aplicativos pesados, jogos e recursos do Galaxy AI, além de colocar o aparelho no mesmo patamar de desempenho dos demais integrantes premium da família S25.

S25 edge

A versão desta promoção também chama atenção pelos 512 GB de armazenamento interno. É o dobro do espaço oferecido pelo Galaxy S25 de 256 GB usado como alternativa neste comparativo, algo relevante para quem guarda muitos vídeos, fotos, jogos e aplicativos no celular.

Nas câmeras, o Galaxy S25 Edge aposta em um sensor principal de 200 MP, acompanhado por uma câmera ultrawide de 12 MP. Ele não possui o conjunto de quatro câmeras do S25 Ultra, especialmente as opções dedicadas ao zoom, mas ainda entrega um conjunto avançado para fotos e vídeos.

O preço torna a oferta especialmente interessante. Por apenas cerca de R$ 1 a mais que o Galaxy S25 de 256 GB considerado neste comparativo, o comprador leva o dobro de armazenamento, tela maior e o design ultrafino característico do Edge. Já o S25 Ultra de 512 GB custa aproximadamente R$ 2.800 a mais.

Comparativo

Característica Galaxy S25 Edge Galaxy S25 Ultra Galaxy S25
Preço R$ 3.999 R$ 6.799 R$ 3.998
Armazenamento 512 GB 512 GB 256 GB
Memória RAM 12 GB 12 GB 12 GB
Tela AMOLED 6,7" AMOLED 6,9" AMOLED 6,2"
Taxa de atualização 120 Hz 120 Hz 120 Hz
Processador Snapdragon 8 Elite for Galaxy Snapdragon 8 Elite for Galaxy Snapdragon 8 Elite for Galaxy
Câmera principal 200 MP 200 MP 50 MP
Conjunto traseiro Duplo Quádruplo Triplo
Destaque Design ultrafino + 512 GB Câmeras e recursos Tamanho compacto

Qual vale mais a pena?

O Galaxy S25 Edge de 512 GB é a escolha mais atraente desta comparação pelo preço atual. Por R$ 3.999,10, ele custa praticamente o mesmo que o Galaxy S25 de 256 GB, mas oferece o dobro de armazenamento, tela maior e câmera principal de 200 MP, além do corpo ultrafino.

O Galaxy S25 Ultra continua sendo a alternativa para quem prioriza câmeras, especialmente recursos de zoom, tela maior e o conjunto mais completo da geração. Porém, os R$ 6.799 cobrados pela versão de 512 GB representam uma diferença considerável.

Já o Galaxy S25 faz mais sentido para quem prefere um smartphone compacto. Entretanto, pelo preço informado de R$ 3.998, fica difícil escolhê-lo diante da promoção do S25 Edge, especialmente considerando os 512 GB de armazenamento oferecidos pelo modelo em oferta.

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Fone top com cancelamento de ruído aparece com preço no chão no Mercado Livre

Quem procura um fone sem fio premium com cancelamento de ruído pode aproveitar uma oferta do Mercado Livre. O HUAWEI FreeBuds Pro 5 está saindo por R$ 765,62, após aplicação do cupom TECHMECASA. A promoção reduz bastante o preço do fone, que aparece anunciado originalmente por R$ 1.699. Considerando os descontos indicados na oferta, a economia chega a aproximadamente R$ 950. Além disso, é possível pagar em até 15x sem juros de R$ 51,04 usando o cartão Mercado Pago.

Vale a pena comprar o HUAWEI FreeBuds Pro 5?

O HUAWEI FreeBuds Pro 5 é um fone sem fio premium da marca e chama atenção principalmente pela combinação de cancelamento ativo de ruído e recursos avançados de áudio. Isso coloca o modelo como alternativa aos principais fones premium da Samsung e da Apple, mas com uma diferença considerável de preço nesta promoção.

O cancelamento de ruído é um dos principais recursos para quem pretende usar o fone no transporte público, durante viagens ou em ambientes movimentados. A tecnologia trabalha para reduzir os sons externos e deixar músicas, podcasts e chamadas mais fáceis de ouvir sem depender apenas do aumento do volume.

A proposta premium também inclui foco na qualidade sonora e no uso cotidiano com celulares. O FreeBuds Pro 5 faz parte da linha mais avançada de fones TWS da HUAWEI, sendo indicado para quem procura um modelo mais completo do que os fones Bluetooth básicos encontrados na mesma faixa de preço desta promoção.

HUAWEI FreeBuds Pro 5

Outro diferencial importante neste caso é justamente o valor. Por R$ 765,62, o FreeBuds Pro 5 custa cerca de R$ 403 menos que o Galaxy Buds4 e aproximadamente R$ 1.334 menos que o AirPods Pro 3 nos preços considerados neste comparativo.

A possibilidade de parcelamento também torna a oferta mais interessante. Utilizando o cartão Mercado Pago, o preço promocional pode ser dividido em 15 parcelas sem juros de R$ 51,04, segundo as condições apresentadas pelo Mercado Livre. Para chegar ao valor anunciado, é necessário aplicar o cupom TECHMECASA, que oferece 10% de desconto dentro das regras da promoção.

Comparativo

Característica HUAWEI FreeBuds Pro 5 Samsung Galaxy Buds4 Apple AirPods Pro 3
Preço R$ 765,62 R$ 1.169 R$ 2.100
Categoria Premium Premium Premium
Formato Intra-auricular Intra-auricular Intra-auricular
Cancelamento ativo de ruído Sim Sim Sim
Áudio de alta qualidade Sim Hi-Fi Sim
Recursos de IA Recursos inteligentes Galaxy AI + Gemini Tradução ao Vivo
Ecossistema HUAWEI / multiplataforma Galaxy Apple
Destaque Preço e cancelamento de ruído Integração com Galaxy Integração com iPhone

Qual vale mais a pena?

O HUAWEI FreeBuds Pro 5 leva vantagem principalmente pelo preço. A R$ 765,62, o modelo permite entrar na categoria de fones premium com cancelamento ativo de ruído gastando consideravelmente menos que nas duas alternativas deste comparativo. O parcelamento em até 15 vezes sem juros também pesa a favor da promoção.

O Galaxy Buds4 custa mais, mas pode fazer sentido para quem já utiliza um celular Samsung e valoriza a integração com o ecossistema Galaxy, além dos recursos de Galaxy AI e Gemini.

Já o AirPods Pro 3 é a opção mais cara do comparativo, chegando a R$ 2.100. Seu principal apelo está para usuários de iPhone que querem aproveitar a integração com o ecossistema Apple e recursos como cancelamento ativo de ruído, medição de frequência cardíaca e Tradução ao Vivo.

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Xiaomi lança aquecedor de água para acabar com chuveiro elétrico

A Xiaomi lançou na China um novo aquecedor elétrico de água de 80 litros que surge como alternativa ao chuveiro elétrico tradicional. O Mijia Smart Electric Water Heater Pro armazena a água aquecida e promete abastecer vários banhos seguidos, com potência de 3.300 W.

Um dos principais destaques está na tecnologia de expansão dinâmica de capacidade. Segundo a fabricante, o reservatório de 80 litros consegue fornecer o equivalente a cerca de 1.120 litros de água quente, graças a um sistema que amplia em até 14 vezes o volume disponível para uso.

Aquecedor tem dois reservatórios

O novo aquecedor da Xiaomi utiliza um sistema de dois reservatórios com aquecimento rápido de 3.300 W. O usuário pode escolher entre usar apenas um deles ou os dois, de acordo com a quantidade de água necessária.

O modo de reservatório único atende usos rápidos, como pela manhã, enquanto o funcionamento com os dois compartimentos busca manter água quente disponível por mais tempo. A proposta é atender casas com várias pessoas ou até imóveis com mais de um banheiro.

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 A temperatura pode ser regulada entre 30 °C e 80 °C. O aparelho trabalha em 220 V e tem classificação IPX4 contra respingos de água.

Outro diferencial é o sistema que libera pequenas quantidades de estrôncio e zinco na água. A Xiaomi chama o recurso de “banho de água mineral” e afirma que a composição ajuda a reduzir os efeitos da água dura durante o banho.

Sistema promete reduzir formação de resíduos

A Xiaomi também adotou um sistema próprio de purificação para diminuir o acúmulo de resíduos dentro do aparelho. De acordo com a marca, a tecnologia atinge 98,3% de eficiência contra a formação de incrustações.

O conjunto ainda utiliza íons de prata e promete taxa antibacteriana de 99,99%. A fabricante afirma que isso reduz a necessidade de limpeza interna do reservatório e também elimina a troca periódica da barra de magnésio.

Apesar da capacidade de 80 litros, o aquecedor tem formato achatado para ocupar menos espaço na parede. Ele mede 890 x 607 x 357 mm, pesa 34 kg e tem apenas 357 mm de profundidade.

O produto também faz parte do ecossistema conectado da Xiaomi e aceita controle remoto e automações pelo sistema Xiaomi HyperOS Connect.

Preço e disponibilidade

O Mijia Smart Electric Water Heater Pro tem preço sugerido de ¥ 2.499, cerca de R$ 1.924 em conversão direta. Durante o lançamento, o aquecedor será vendido por ¥ 2.299, aproximadamente R$ 1.770.

Com o subsídio oferecido pelo governo chinês, o valor pode cair para ¥ 1.954,15, equivalente a cerca de R$ 1.505 na cotação atual.

A Xiaomi oferece cinco anos de garantia para o aparelho e promete a substituição gratuita do produto por até oito anos em caso de vazamento no reservatório. Até o momento, não há informações sobre lançamento em outros mercados.

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Robô aspirador “faz tudo sozinho” chega ao Brasil por R$ 6 mil

A Roborock ampliou sua presença oficial no Brasil com um portfólio de robôs aspiradores que custam a partir de R$ 2.439, e oferecem recursos como navegação a laser, desvio inteligente de obstáculos e limpeza úmida. O modelo mais completo disponível no país é o Roborock QR598, que custa R$ 6.049 e conta com uma base capaz de automatizar boa parte da manutenção do aparelho. 

A fabricante iniciou oficialmente sua operação brasileira em 2026, com distribuição liderada pela MDX. Os produtos vendidos oficialmente contam com 12 meses de garantia, assistência técnica autorizada e cobertura nacional de pós-venda.

A chegada ao Brasil amplia a atuação de uma marca que já está presente em mais de 170 países e comercializou mais de 15 milhões de unidades. Segundo dados da IDC citados pela fabricante, a Roborock foi a marca número 1 global em robôs de limpeza inteligente em 2025.

Robô mais completo praticamente cuida da própria limpeza

O principal destaque do portfólio brasileiro é o Roborock QR598, modelo mais vendido globalmente pela fabricante. O robô combina potência de sucção de até 8.000 Pa com navegação LiDAR e sensores para identificar obstáculos e adaptar seu trajeto durante a limpeza.

Para passar pano, o QR598 utiliza dois mops giratórios. A autonomia chega a 180 minutos, e o aparelho retorna automaticamente para a base quando precisa ser recarregado.

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 É justamente a base multifuncional que reduz a necessidade de intervenção durante o uso. O sistema realiza a coleta automática da sujeira aspirada e faz o gerenciamento dos reservatórios de água limpa e suja.

O QR598 tem preço sugerido de R$ 6.049 no mercado brasileiro.

Modelos mais baratos chegam a 10.000 Pa

A Roborock também trouxe ao país os modelos Q10VF e Q10VF+, que aumentam a potência de sucção para até 10.000 Pa. Ambos usam navegação LiDAR para mapear os cômodos e contam com tecnologia de desvio de obstáculos.

Outra diferença em relação ao QR598 está na passagem de pano. Em vez dos mops duplos giratórios, a dupla utiliza um sistema de vibração de alta frequência para ajudar a remover sujeiras do piso.

Os robôs também conseguem elevar automaticamente a mopa ao identificar diferentes superfícies e oferecem até 150 minutos de autonomia. O controle pode ser feito pelo aplicativo, com suporte adicional a assistentes de voz.

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A principal diferença entre os dois fica na estação de carregamento. O Q10VF utiliza uma base convencional e custa a partir de R$ 2.439, enquanto o Q10VF+ adiciona uma base com autoesvaziamento e tem preço inicial de R$ 3.299.

Roborock aposta no mercado brasileiro

Além dos recursos automatizados, os três modelos podem ser controlados pelo celular. O aplicativo permite programar tarefas, personalizar a limpeza e comandar os robôs remotamente.

A Roborock aposta no Brasil após consolidar sua atuação internacional e chega oficialmente ao país com uma estrutura própria de distribuição e pós-venda. Os modelos já são comercializados por varejistas nacionais e marketplaces.

 

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Monitor LG UltraGear 144 Hz com desconto e até 15x sem juros no Mercado Livre

Para quem deseja elevar o nível nas partidas competitivas de e-sports ou busca uma boa experiência de jogo sem estourar o orçamento, o LG UltraGear 24" se estabeleceu como uma das maiores referências do mercado. Unindo a velocidade da taxa de atualização de 144Hz à fidelidade de cores vibrantes do painel IPS, ele entrega o equilíbrio ideal de fluidez, nitidez e tempo de resposta rápido para títulos como Valorant, Counter-Strike 2 e League of Legends.

Se você estava esperando a oportunidade perfeita para dar um upgrade no seu setup parcelando suavemente, o Mercado Livre liberou uma condição imperdível. Utilizando o cupom TECHEMCASA, o monitor sai por apenas R$ 620,10, com o grande diferencial do parcelamento em até 15x de R$ 41,34 sem juros.

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Como é o monitor LG UltraGear 24"?

O LG UltraGear 24" foi desenvolvido com foco total no gamer competitivo. Sua tela de 23,8 polegadas conta com resolução Full HD (1920 x 1080) e painel IPS com suporte a HDR10 e 99% da cobertura de cores sRGB, garantindo imagens nítidas, contrastes bem definidos e ângulos de visão amplos de 178° sem distorções de cor. Para manter a gameplay competitiva sem rastros, ele entrega uma taxa de atualização de 144Hz combinada ao tempo de resposta de 1ms (MBR), eliminando o efeito de imagem borrada (blur) em cenas de ação rápida.

Além do painel de alta velocidade, o monitor é recheado de tecnologias proprietárias da LG para otimizar o desempenho visual. Ele conta com suporte ao AMD FreeSync e compatibilidade com NVIDIA G-Sync, sincronizando os quadros da placa de vídeo para evitar falhas de imagem (screen tearing). Os recursos Dynamic Action Sync (que reduz o atraso de entrada / input lag) e Black Stabilizer (que ilumina áreas escuras do mapa para você enxergar inimigos escondidos) completam o pacote, acompanhados por um design com bordas ultrafinas em três lados e furação VESA para fixação em suportes articulados.

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Especificações Completas:

  • Tamanho da Tela: 23,8 polegadas (design com bordas ultrafinas)
  • Resolução: Full HD (1920 x 1080)
  • Tipo de Painel: IPS (Antirreflexivo com 99% sRGB e HDR10)
  • Taxa de Atualização: 144 Hz
  • Tempo de Resposta: 1 ms (Motion Blur Reduction - MBR) / 5ms GtG
  • Sincronização de Imagem: Compatível com NVIDIA G-Sync e AMD FreeSync
  • Brilho: 250 cd/m²
  • Contraste Estático: 1000:1 (típico)
  • Recursos Gamer: Dynamic Action Sync, Black Stabilizer, Crosshair (mira fixa na tela) e Flicker Safe
  • Conectividade: 1x DisplayPort 1.4, 1x HDMI 2.0 e 1x Saída para fones de ouvido (3.5mm)
  • Ergonomia: Ajuste de inclinação (-5° a +15°) e furação VESA (100 x 100 mm)

Vale a pena comprar o monitor LG UltraGear 24"?

Analisando o histórico e as avaliações dos usuários, o veredito para o LG UltraGear 24" é um sim absoluto. Os compradores elogiam frequentemente o salto brutal de fluidez ao migrar de telas convencionais de 60Hz para 144Hz, além de destacarem a qualidade das cores do painel IPS em comparação com monitores mais baratos do tipo TN. A reputação da LG no controle de qualidade e na durabilidade do produto é um dos pontos mais citados por quem busca uma compra segura a longo prazo.

Nas seções de comentários das lojas, o único ponto de atenção lembrado pelos compradores diz respeito à base do monitor. Como é comum em modelos com foco em custo-benefício, a base de fábrica permite apenas o ajuste de inclinação (tilt), não possuindo regulagem de altura nativa. No entanto, os próprios usuários ressaltam que, por contar com furação padrão VESA 100x100mm, a instalação em um braço articulado resolve essa questão facilmente.

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Encha seu Kindle: promoção da Amazon dá centenas de livros gratuitos; veja lista

Quem gosta de ler pode aproveitar esta quinta-feira (13) para aumentar a biblioteca digital sem gastar nada. A Amazon realiza hoje uma nova edição do Encha Seu Kindle, campanha que coloca milhares de e-books gratuitos ou com preços promocionais por apenas 24 horas.

Entre as ofertas, há uma seleção de centenas de livros que podem ser comprados por R$ 0,00, incluindo romances, fantasia, suspense, ficção e outras categorias. A página da promoção consultada pelo Canaltech mostra diversos títulos efetivamente zerados, que podem ser adicionados à biblioteca permanentemente.

Como funciona o Encha Seu Kindle?

O Encha Seu Kindle é uma ação voltada à loja de livros digitais da Amazon. Na edição de 2026, são mais de 8 mil e-books gratuitos ou com desconto, segundo informações divulgadas sobre a campanha. A promoção dura 24 horas e inclui tanto autores independentes quanto títulos de editoras.

E não é necessário possuir um Kindle para aproveitar. A própria página da Amazon destaca que os livros também podem ser lidos utilizando o aplicativo gratuito do Kindle, disponível para smartphones e tablets.

No caso dos livros que aparecem por R$ 0,00, basta realizar a compra enquanto a promoção estiver ativa. Diferentemente de um empréstimo do Kindle Unlimited, o título adquirido fica associado à biblioteca da conta utilizada na compra.

A variedade é grande. Na seleção gratuita consultada pelo Canaltech aparecem principalmente romances, mas também há obras de fantasia, suspense e outras categorias. A página permite ainda filtrar os resultados por gênero para facilitar a busca.

Centenas de livros grátis para colocar no Kindle

A lista abaixo reúne mais de 70 títulos que apareciam por R$ 0,00 na página da Amazon consultada durante a promoção. Segundo a Amazon, são centenas de opções distintas. Como os preços podem ser alterados, vale conferir o valor antes de concluir cada compra.

  1. Garotos Mortos Não Contam Segredos — Mark Miller;

  2. Desenfreados – Parte II — Kelly M.;

  3. William Belinni: O Alfa da Máfia — Bárbara Maia;

  4. Retalhos: Saga – Fragmentados — Alana R. Pereira;

  5. O Jogo do Amor — Andresa Rios;

  6. Todas as Nossas Mentiras — Tatiane Biasi;

  7. ALEC: O Passado Não Está Morto — Scarllet JF;

  8. Um Encontro Inesperado com um Viúvo Recluso — Bárbara Maia;

  9. Manuscrito: Saga – Fragmentados — Alana R. Pereira;

  10. Love in the Dark – Parte II — Ellie Morgan;

  11. O Experimento do Amor — Sophia Gama;

  12. O Código do Amor — Andresa Rios;

  13. Grávida do Mafioso Viúvo e Possessivo — Bárbara Maia;

  14. Ísis – Romance Sáfico — Lena M.;

  15. Cálice de Sangue — Rose Oliveira;

  16. Noah Callahan: Desejo Ilícito — Mayara Dias;

  17. Love in the Dark — Ellie Morgan;

  18. Atração Fatal — Maeve Burns;

  19. Lobo Rei (Lua Vermelha Livro 1) — Ewah Dimitrowah;

  20. Nossa Última Jogada — Jéssica Luiz;

  21. Amor & Vingança — Bia Carvalho;

  22. Projeto Verão — Manu Macedo;

  23. Nadia Keane: A Maldição de Olho... — Ana Jeckel;

  24. De Repente, Casada! — Luciane Rangel;

  25. Prometida a Viktor — Rafaela Perver;

  26. Acordei Noiva do Meu Chefe Canalha — Luciane Rangel;

  27. Sua Vez, Mamãe! — Raquel Figueiredo;

  28. Meu Chefe é um Lobisomem — Bruna Catein;

  29. Damon: Dívidas de Sangue e Honra — Bianca S.;

  30. Haunted Hearts — Camila Koengkan;

  31. Entregue ao Seu Beijo — Cristiane Dias;

  32. Cláusula da Paixão — Madu Oliveira;

  33. Minha Única Exceção — Annica Rocha;

  34. Amor e Sombras — Patrícia Criado;

  35. Quando Você Desapareceu — Letícia Cozeniosqui e Sandra Manuela;

  36. Quer Apostar? (Em Jogo Livro 1) — Júlia Duarte;

  37. Nadia Keane 4: A Caverna de Mil-Sóis — Ana Jeckel;

  38. Jogo de Obsessão — Dani Nascimento;

  39. Nós que Ficamos — Renata Machado;

  40. Filhos do Poder – Governador — Renata Alves;

  41. Contra Todas as Regras — Luana A. Martins;

  42. Enroscados: Um Fake Dating — Michaelly Amorim;

  43. Nadia Keane 3: A Corrida das Ilhas — Ana Jeckel;

  44. Contrato de Guardanapo — Gabriela Graber;

  45. Nadia Keane 2: Adentrando o Mar — Ana Jeckel;

  46. Garoto Ipanema — Manu Barbosa;

  47. Sob a Lua Crescente — Lu Ferreira;

  48. 24 Horas de Amor — Mateus L. P. Santos;

  49. SIX: Cuidado com o que deseja — Scarllet JF;

  50. Playboy: O Vigarista Apaixonado — Bruna Chiaretti;

  51. Entre Flores e Livros — Mari Munhoz;

  52. Sob a Aurora de Sangue — A. Z. Florence;

  53. O Portal: Filha de Anandi — Amandeep AMR e Ana de Mendonça;

  54. Mauricinhos Não Se Apaixonam — Ivy Lamar, PI.GGH e outros;

  55. Apaixonada por Eles — Ariana Taffer;

  56. Aliança: Parte 1 — Mayh Angeli, Yurieem e outros;

  57. Seduzida pelo Meu Chuveiro — Loretta Lins;

  58. Juntos em Família — J. A. Schmidt;

  59. Stupid Wife: Lembre-se de Nós — S. Editora Euphoria;

  60. Desastre de Natal — Ariana Taffer;

  61. Te Amo em Segredo — Jeine Drigues;

  62. Um Cowboy Para Chamar de Meu — Bruna Thomaz;

  63. Aliança: Parte 2 — Mayh Angeli, Yurieem e outros;

  64. Malicious — Sam Bennet;

  65. Mulheres que Inspiram — Rafael Arrais, Natalia Bemfeito e outros;

  66. Amor por Aposta — Giselle Maren;

  67. Our Ruin — Sinner Petrova;

  68. Vale das Memórias — Gabriela Graber;

  69. O Som do Passado — Mateus L. P. Santos;

  70. A Última Pintora — Aline Pisani;

  71. Amor em Campo — Giulia Brumatti;

  72. Dark Wish (Série Dark Livro 1) — Sinner Petrova;

  73. O Presente que Faltava — Cristiane Dias;

  74. Xeque-Mate — Evelin Sousa;

  75. Grávida e Rejeitada pelo Magnata — Cristiane Dias.

Vale a pena aproveitar?

Para quem já usa Kindle, a principal vantagem é bastante simples: os títulos que aparecem por R$ 0,00 não exigem investimento para serem adicionados à biblioteca. Isso permite experimentar autores e gêneros diferentes sem precisar decidir antecipadamente se vale a pena pagar por cada obra.

A promoção também pode ser interessante para quem ainda não possui um leitor eletrônico. Como a Amazon permite utilizar o aplicativo Kindle gratuitamente, os livros podem ser lidos em outros dispositivos compatíveis, sem que seja necessário comprar um Kindle apenas para participar da campanha.

Vale ficar atento, porém, ao preço mostrado na página de cada livro. O Encha Seu Kindle acontece apenas durante esta quinta-feira (13) e reúne tanto títulos completamente gratuitos quanto obras apenas descontadas, inclusive e-books vendidos a partir de R$ 0,90.

Por isso, quem encontrar algum livro interessante na seleção gratuita deve conferir se a página ainda mostra R$ 0,00 e adicioná-lo à biblioteca enquanto a promoção estiver vigente. Depois do encerramento da campanha, os preços podem retornar aos valores normais.

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Centro-Oeste ganhará nova operadora de celular

Mão segurando celular com logotipo da operadora sobre fundo laranja
Brisanet irá oferecer serviço móvel na região Centro-Oeste (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A cearense Brisanet expandirá sua cobertura de telefonia móvel para cidades pequenas de Goiás e Mato Grosso do Sul ainda este ano.
  • A Brisanet iniciará sua oferta de planos móveis no Centro-Oeste no dia 26 deste mês, começando por cidades pequenas com menos de 30 mil moradores.
  • A empresa é a quarta maior operadora de banda larga fixa do país e tem 2,8% de participação no mercado, com mais de 1 milhão de clientes móveis.

Até o fim do mês, os moradores dos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul ganharão uma nova operadora de telefonia móvel, a cearense Brisanet. Segundo reportagem do Teletime, a oferta iniciará no dia 26, daqui a duas semanas, e começará por cidades pequenas, com menos de 30 mil moradores.

A Brisanet não é novata no setor: com a atuação focada em estados do Nordeste até então, ela é hoje a quarta maior operadora de banda larga fixa do país, com 2,8% de participação, atrás apenas do trio Claro, Vivo e Nio. No móvel, a empresa iniciou a atuação em 2023 na região Nordeste, após adquirir a licença do espectro de 3,5 GHz (banda n78) e 2.300 MHz (banda 40/n40) no leilão de 2021, onde outras empresas também adquiriram licenças (nacionais ou regionais).

Em maio, a Brisanet e as outras entrantes (Unifique, Amazônia 5G e Iez!) também adquiriram licenças para a faixa de 700 MHz, permitindo mais capacidade e cobertura e aumentando suas obrigações de cobertura.

Até o momento, a Brisanet é, de longe, a maior das três entrantes do móvel, com pouco mais de 1 milhão de clientes, comparados aos quase 338 mil clientes da Unifique e a quantidade desconhecida da Iez! (que não reportou clientes até junho para a Anatel).

Oferta em parceria com provedores regionais

Ao contrário do que a Brisanet faz em sua região de origem, a oferta dos planos móveis no Centro-Oeste deve acontecer através de outros provedores regionais. É uma estratégia que tem sido replicada pelas outras duas entrantes (Unifique e Iez!), além de diversas das MVNOs.

Superficialmente, a estratégia faz sentido, ao aproveitar a presença já existente dos provedores nestas cidades, além de reduzir a despesa com marketing da Brisanet. Segundo a empresa, em cidades maiores de 20 mil habitantes, a venda ficará por conta da própria Brisanet.

Hoje, os planos móveis da Brisanet começam em R$ 29,99 (nos primeiros 12 meses) com 20 GB e vão até R$ 59,99. Em locais sem cobertura própria, os celulares Brisanet se conectam à rede da TIM, mas o consumo em roaming é menor do que o permitido na rede própria. A empresa também oferece 5G FWA por R$ 129,90 com 500 GB ou 1 TB por 179,90.

Obrigações de cobertura explicam expansão

Operadoras regionais e suas áreas de cobertura (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A expansão da Brisanet para o Centro-Oeste é fácil de explicar: em 2021, ela também adquiriu a licença para ofertar telefonia 5G na região.

As primeiras obrigações de cobertura dos dois leilões (2021 e 2026) estão batendo na porta: até o dia 31 de dezembro, ela precisa cobrir 30% das cidades de até 30 mil habitantes com 5G em sua área de cobertura, além de cobrir 100% dos trechos ainda não cobertos da BR-101 em sua área de cobertura e 20% de uma lista de localidades não-cobertas com 4G.

Serão 62 cidades goianas e 53 cidades sul-matogrossenses cobertas, com um investimento de R$ 100 milhões, além de mais 115 cidades no ano de 2027.

José Roberto Nogueira é fundador e CEO da Brisanet (foto: divulgação)

O CEO Roberto Roberto Nogueira afirmou ao Teletime que considera cobrir todas as cidades de até 30 mil habitantes do Nordeste e Centro-Oeste até 2029, um ano antes do prazo imposto às empresas do setor.

Por ora, não é possível esperar ofertas muito agressivas nesta expansão: a Brisanet quer aumentar seu ARPU (renda média por usuário) do segmento móvel, dos atuais R$ 20 para R$ 30 no ano que vem. A ideia de rentabilizar mais a clientela é uma tendência no setor: grandes empresas já vem aplicando ao lançar novos planos com valores iniciais de R$ 30 ou superiores.

Centro-Oeste ganhará nova operadora de celular

Brisanet (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Operadoras que adquiriram o espectro de 700 MHz (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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A próxima disputa do varejo será pela preferência das máquinas

O e-commerce que conhecemos foi desenhado para um consumidor paciente. Alguém disposto a buscar, comparar, abrir abas, ler avaliações, abandonar carrinhos, receber anúncios e voltar dias depois. Esse consumidor ainda existe, mas sua centralidade começa a ruir. A nova fronteira do varejo digital não será definida apenas por quem atrai mais visitantes, compra mais mídia ou reduz mais atrito no checkout. Será definida por quem consegue ser escolhido por agentes de inteligência artificial capazes de interpretar intenção, comparar alternativas e executar partes cada vez maiores da compra. 

A mudança parece sutil porque surge dentro de interfaces familiares. O usuário pergunta, recebe opções, confirma uma compra. Mas, por baixo da superfície, o comércio deixa de ser uma sequência de cliques humanos e passa a operar como uma rede de decisões mediadas por sistemas. Em setembro de 2025, a OpenAI anunciou o Instant Checkout no ChatGPT. Começou com vendedores da Etsy nos Estados Unidos e previu integração com mais de um milhão de lojistas da Shopify. Também informou que mais de 700 milhões de pessoas usam o ChatGPT semanalmente. O dado importante vai além do volume de usuários e alcança o deslocamento. A conversa, antes restrita à descoberta, entra no território da transação. 

A diferença entre chatbot e agente, portanto, é menos estética do que executiva. O chatbot responde. O agente persegue um objetivo. Ele pode buscar, comparar, priorizar, acionar ferramentas, registrar preferências, reduzir opções e encaminhar uma decisão. No e-commerce, isso muda a natureza da competição. A marca não fala mais apenas com uma pessoa sujeita a impulso, status, layout e repetição publicitária. Ela passa a ser avaliada por um intermediário que tende a decompor a oferta em preço, prazo, disponibilidade, reputação, avaliações, política de devolução e adequação ao pedido. 

É por isso que a inteligência artificial no varejo não deve ser tratada como uma camada de atendimento. Segundo a McKinsey, 88% dos respondentes em sua pesquisa global disseram que suas organizações já usam IA regularmente em pelo menos uma função. Há adoção suficiente para criar pressão competitiva, mas maturidade insuficiente para transformar processos. A empresa que confunde uso pontual com capacidade instalada pode se sentir moderna enquanto permanece operacionalmente lenta. 

No varejo, essa distância entre entusiasmo e execução fica ainda mais crítica. A Salesforce, em levantamento com 8.350 consumidores e 1.700 decisores do varejo em 21 países, afirma que 75% dos varejistas consideram agentes de IA essenciais para competir dentro de um ano. Diz também que 39% dos consumidores e 54% da geração Z já usam IA para descoberta de produtos, e que 63% da geração Z demonstra interesse em agentes comprando itens em seu nome. Aponta uma mudança comportamental difícil de ignorar, pois parte relevante dos consumidores já aceita a IA como filtro de compra. 

Agentes podem resolver dúvidas complexas, acompanhar pedidos, processar devoluções, sugerir combinações de produtos, ajustar ofertas, identificar rupturas de estoque, monitorar concorrentes e acionar fluxos logísticos. Mas o impacto mais profundo é menos visível, pois eles comprimem a jornada. Se o consumidor delega comparação e triagem, desaparecem etapas em que marcas e varejistas costumavam influenciar a escolha. Menos navegação significa menor exposição a banners, a vitrines percorridas, a pageviews e a oportunidades de persuasão. Para o retail media, a pergunta incômoda é simples. O que acontece com um modelo baseado em atenção quando a atenção é substituída por delegação? 

A objeção séria é que agentes ainda erram, dependem de permissões, enfrentam barreiras de integração e podem gerar riscos de privacidade, fraude, discriminação, manipulação ou opacidade. Essa objeção procede. O erro está em concluir que, por serem imperfeitos, eles permanecerão periféricos. Toda infraestrutura estratégica começa limitada, cara, incompleta e sujeita a governança. O que separa líderes de retardatários não é a ausência de cautela; é a capacidade de transformar cautela em método, com métricas, responsáveis, limites, auditoria e integração real aos sistemas do negócio. 

Agentes de IA não devem ser avaliados apenas como redução de custo. O ganho real está em redesenhar a decisão comercial. A próxima vantagem competitiva virá da capacidade de tornar dados, processos, pagamentos, atendimento, catálogo e governança legíveis para agentes. A loja que não puder ser compreendida por eles será invisível em parte crescente da decisão. A marca que depender apenas de seduzir olhos humanos descobrirá que a nova vitrine talvez não tenha tela, banner ou corredor. Terá critérios. 

O varejo digital foi construído para disputar atenção. O comércio agêntico será elaborado para disputar confiança, contexto e execução. A questão não é se agentes de IA substituirão o consumidor. O consumidor continuará decidindo o que importa, mas delegará cada vez mais o trabalho de chegar até lá. E, quando a delegação virar hábito, a empresa que ainda estiver otimizando apenas cliques perceberá tarde demais que perdeu o momento decisivo da compra. Não o pagamento, o anúncio ou a visita ao site. Mas sim o instante crucial em que uma máquina escolheu quais marcas mereciam ser vistas. 

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Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil

Suposto design do Galaxy Z Fold 8 Wide: smartphone dobrável com duas câmeras traseiras e tela interna aberta
Suposto design do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: reprodução/Ice Universe)
Resumo
  • Galaxy Z Fold 8 Wide foi homologado pela Anatel e pode ser lançado no Brasil.
  • Smartphone terá conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC e carregamento sem fio reverso, com bateria de 4.660 mAh.
  • Samsung deve lançar o dobrável junto com o Flip 8 e o Fold 8 Ultra, em evento previsto para julho.

A trifecta de dobráveis da Samsung para 2026 está completa: o Galaxy Z Fold 8 Wide está homologado pela Anatel. O novo dobrável da fabricante sul-coreana deve ser uma segunda opção na linha Fold 8, oferecendo uma tela de proporção mais larga, como o nome indica.

O smartphone tem o código de modelo SM-F971B e sua homologação foi emitida na quarta-feira (24/06).

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide
Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na conectividade, o Fold 8 Wide será igual ao irmão maior: 5G, Wi-Fi 7 de três bandas, Bluetooth, NFC, UWB e carregamento sem fio reverso.

As baterias, também homologadas, são os modelos EB-BF971DAY e EB-BF972DAY, com capacidades nominais de 2.267 e 2.393 mAh, somando 4.660 mAh nominais.

A capacidade se alinha com os rumores e vazamentos do Z Fold Wide, que indicaram capacidade típica de 4.800 mAh. Para recarga, uma surpresa: o carregador incluso na caixa será de 45 W, modelo EP-TA845.

Segundo o leaker Ice Universe, o Fold 8 Wide terá uma câmera a menos que o modelo Ultra, abrindo mão da teleobjetiva.

A fabricação do Fold 8 Wide fica a cargo de cinco fábricas da Samsung, como de costume: duas no Vietnã, uma na Coreia do Sul, além das duas fábricas da empresa no Brasil (em Manaus e Campinas).

Quando chegam?

A expectativa é de que o Galaxy Z Fold 8 Wide, além do Flip 8 e do Fold 8 Ultra, sejam lançados em um vindouro Galaxy Unpacked previsto para o dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento, no qual também devem ser revelados os novos modelos de smartwatch da empresa sul-coreana, já certificados aqui.

Para comparação, o Galaxy Z Fold 7 foi lançado no início de julho de 2025 durante um evento em Nova York, nos EUA. No Brasil, o modelo chegou no fim do mesmo mês pelo valor de R$ 14.599, mas pode ser encontrado hoje no varejo brasileiro em torno dos R$ 9 mil, ou até menos em promoções.

Mas, prepare o bolso: a Samsung aumentou os valores até dos intermediários devido à escassez de memórias.

Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil

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Galaxy Z Fold 8 Wide foi homologado pela Anatel e já pode ser comercializado no país. Certificação completa a nova geração de dobráveis da fabricante sul-coreana.

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Samsung já tem outro dobrável homologado no Brasil

Dois smartphones dobráveis parcialmente dobrados sobre uma mesa
Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 ganharão sucessores em breve (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung obteve homologação na Anatel para o Galaxy Z Fold 8 Ultra, que já pode ser vendido no Brasil.
  • O smartphone terá bateria de 5.000 mAh, 600 mAh maior que a do antecessor, e deve ser equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 5.
  • O lançamento do Galaxy Z Fold 8 Ultra pode ocorrer em julho, durante um evento Galaxy Unpacked.

Nem demorou muito: após certificar o Galaxy Z Flip 8, o Galaxy Z Fold 8 também está homologado no Brasil. O novo smartphone dobrável em formato de livro da Samsung tem o código de modelo SM-F976B e recebeu o documento na última sexta-feira (19/06). Rumores e vazamentos apontam que ele o smartphone deverá se chamar Galaxy Z Fold 8 Ultra.

O documento, no entanto, não traz nenhuma revelação inesperada: o celular terá 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, carregamento sem fio reverso, NFC e UWB, características já presentes no modelo atual.

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8
Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Infelizmente, o restante da documentação ainda não está disponível na Anatel para confirmar quais acessórios serão inclusos na caixa do Fold 8. É provável que ele venha com o mesmo carregador de 25 W que acompanhará o Flip 8, modelo EP-TA800.

O Galaxy Z Fold 8 deverá utilizar as baterias EB-BF976DAY e EB-BF977DAY, com capacidades nominais de 2.369 mAh e 2.485 mAh, respectivamente, totalizando 4.854 mAh nominais. Provavelmente, ele será vendido como 5.000 mAh típicos, um aumento de 600 mAh em relação ao Z Fold 7. Ambas já estão certificadas pela Anatel.

O que mais muda?

Além da bateria maior, a principal novidade deve ficar no interior do aparelho, com um novo SoC: tipicamente os Galaxy Fold usam o chip topo de linha da Qualcomm, portanto o Fold 8 Ultra deverá vir com o Snapdragon 8 Elite Gen 5.

Há expectativa de que o novo modelo venha com uma camada mais espessa de vidro ultra-fino para reduzir o vinco formado pela tela dobrável.

O smartphone também deve chegar acompanhado de um segundo dobrável, o Galaxy Z Fold 8 Wide, que deve oferecer um formato mais “achatado” e com tela mais larga (como o nome indica). Este modelo, contudo, ainda não foi certificado pela Anatel.

Quando vou poder comprar?

A expectativa é de que o Galaxy Z Fold 8 Ultra, além do Flip 8 e do Fold 8 Wide, sejam lançados em um vindouro Galaxy Unpacked previsto para o dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento, no qual também devem ser revelados os novos modelos de smartwatch da coreana, já certificados aqui.

Para comparação, o Galaxy Z Fold 7 foi lançado no início de julho de 2025 durante um evento em Nova York, nos EUA. No Brasil, o modelo chegou no fim do mesmo mês pelo valor de R$ 14.599, mas pode ser encontrado hoje no varejo brasileiro em torno dos R$ 9.000, ou até menos em promoções.

Espere um preço ainda maior, já que a Samsung aumentou os valores até dos intermediários devido à escassez de memórias.

Samsung já tem outro dobrável homologado no Brasil

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Galaxy Z Fold 8 Ultra agora pode ser vendido no país, junto com o Flip 8. Modelo terá bateria maior que a do antecessor.

Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 foram lançados na Samsung Unpacked (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Exclusivo: Galaxy Z Flip 8 se aproxima do lançamento no Brasil

Smartphone dobrável flip semiaberto sobre uma mesa
Galaxy Z Flip 7 ganhará sucessor em breve (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Galaxy Z Flip 8 foi homologado pela Anatel e pode ser vendido no Brasil.
  • O dobrável terá suporte a 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC e carregamento reverso, e as baterias somam 4.174 mAh.
  • O lançamento do Galaxy Z Flip 8 é esperado em um Galaxy Unpacked em julho, junto com os novos Fold 8.

A Samsung começa a preparar o terreno para o lançamento dos novos dobráveis de 2026. O Galaxy Z Flip 8 recebeu homologação da Anatel na quarta-feira (17/06), por solicitação da filial brasileira da firma coreana.

Segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog, o novo dobrável flip da Samsung tem o código de modelo SM-F776B, se alinhando perfeitamente com a lógica usual de códigos de modelo da fabricante (o Flip 7 usa o código SM-F766B).

Certificado de homologação do Galaxy Z Flip 8
Certificado de homologação do Galaxy Z Flip 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que o Galaxy Flip 8 vai oferecer?

Na conectividade, nada muda: o Flip 8 tem suporte a 5G, Wi-Fi 7 de três bandas (2,4, 5 e 6 GHz), Bluetooth, NFC e carregamento reverso.

Falando em carregamento, é algo que também não deve mudar: as duas baterias (EB-BF776BAY e EB-BF777DAY) somam 4.174 mAh nominais, exatamente a mesma capacidade nominal do antecessor.

A única mudança nelas é que a bateria “principal” está maior (3.024 mAh), e a bateria na parte superior encolheu (1.150 mAh), indicando mudanças no layout interno do Flip 8.

Para recarregar as baterias, o Flip 8 continua com o carregador de 25 W na caixa, modelo EP-TA800, já fornecido com os dobráveis da Samsung desde o Flip 4, além da linha S.

Imagem mostra o carregador Samsung, de cor preta, com o selo da Anatel
Carregador Samsung EP-TA800 (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Então, o que mudará?

A documentação de certificação não revelou nada realmente novo ou inesperado. No departamento de rumores e vazamentos, a expectativa também é de poucas novidades: SoC novo, como esperado, e melhorias na dobradiça e tela para reduzir o vinco no AMOLED dobrável.

Segundo o GSMArena, o Flip 8 receberá o chip Exynos 2600 em alguns mercados e um chip da Qualcomm em outros, sem especificar de qual chip se trata — potencialmente o Snapdragon 8 Elite Gen 5 ou apenas o 8 Gen 5.

Se a informação se concretizar, o modelo brasileiro virá com o chip da Qualcomm, que tende a ser preferido por entusiastas e consumidores.

E quando chega?

A expectativa é de que o Galaxy Z Flip 8, além dos dois novos Fold 8, sejam lançados em uma vindoura Galaxy Unpacked no dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento. O evento também deve anunciar os novos modelos de smartwatch da coreana, também já certificados aqui.

O Galaxy Z Flip 7 foi lançado no início de julho de 2025 durante um evento em Nova York, nos EUA. No Brasil, o modelo chegou no fim do mesmo mês pelo valor de R$ 8.199, mas pode ser encontrado no varejo hoje na faixa de preço dos R$ 5.500.

Exclusivo: Galaxy Z Flip 8 se aproxima do lançamento no Brasil

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Dobrável da Samsung foi homologado na Anatel e já pode ser vendido no país. Modelo é esperado para o fim de julho.

Galaxy Z Flip 7 vermelho infelizmente não vem para o Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Galaxy Z Flip 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador Samsung EP-TA800 (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Samsung já pode vender o Galaxy A27 no Brasil

Galaxy A27 em ilustração promocional, com câmera traseira tripla
Galaxy A27 está a caminho do Brasil (imagem: reprodução/Samsung Magazine)
Resumo
  • O Galaxy A27 foi homologado na Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • Celular terá 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC.
  • Ainda não há data de lançamento ou preço divulgados para o mercado nacional.

Foi rápido: o novo Galaxy A27 surgiu na República Tcheca na semana passada, sorrateiramente, e agora já está aprovado para venda no nosso país. O Tecnoblog obteve os documentos de certificação do aparelho, com homologação emitida na terça-feira (16/06), cujo código de modelo é SM-A276B/DS.

A certificação não chega a surpreender. Em maio, a Samsung brasileira já havia deixado escapar a existência do modelo na página do Samsung Wallet.

Certificado de homologação da Anatel para o Galaxy A27 (SM-A276B/DS) com emissão em 16/06/2026
Certificado de homologação do Galaxy A27 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Sabemos que o modelo será oferecido lá fora em opções de 6 ou 8 GB de RAM, 128 ou 256 GB de memória interna e com o SoC Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm.

Se o chip for o mesmo para o modelo vendido na América Latina, se trata de um grande upgrade em relação ao antecessor, que veio com o Exynos 1280, processador que estreou com o Galaxy A53, de 2022. Porém, a certificação não nos permite confirmar esse detalhe.

No Brasil, o modelo virá com o o carregador EP-TA200 de meros 15 W, que a Samsung inclui em modelos mais baratos há anos, apesar de suportar recarga de até 25 W. A inclusão deste modelo de carregador também implica na inclusão de um cabo USB-A para USB-C na caixa.

Mão segurando carregador de celular sobre fundo abstrato
Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

A bateria também é um ponto em que a Samsung decidiu reaproveitar partes existentes: o componente, modelo EB-BA166ASY, é o mesmo utilizado no Galaxy A16, com 5.000 mAh. Não é algo incomum, considerando que até mesmo o Galaxy A57 reaproveita a bateria do antecessor.

Na parte de conectividade, os documentos corroboram o que já sabíamos graças aos vazamentos e à Samsung da República Tcheca: o modelo tem 5G, Wi-Fi 5 e Bluetooth. A certificação também confirma que o modelo tem NFC — pelo menos na versão homologada aqui, algo que ainda não estava claro mas era esperado pela faixa de preço e a presença no antecessor.

A fabricação do Galaxy A27 ficará a cargo de cinco fábricas da Samsung: duas no Vietnã, uma na Coréia e as duas usuais no Brasil, em Campinas e Manaus.

Quando e quanto?

Linha Galaxy A27 5G
Galaxy A27 5G virá em quatro opções de cores (imagem: reprodução/Samsung)

Ainda permanece o mistério de quando será o lançamento do Galaxy A27. O modelo ainda não recebeu anúncio oficial e as páginas dele no site tcheco foram removidas.

Segundo o GSMArena, o smartphone será vendido em países da Zona do Euro a partir de 350 euros (6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento), um aumento de 50 euros em relação ao preço de lançamento do A26. O modelo de 8/256 GB subiu mais ainda: 70 euros, e deverá ser vendido por 439 euros (cerca de 2.610 reais)

No Brasil, o A26 foi lançado no ano passado apenas na opção de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento por R$ 2.299. Hoje, ele pode ser encontrado no varejo em torno dos R$ 1.500.

Para comparação, os irmãos A37 e A57 chegaram ao Brasil com preços de lançamento cerca de 600 reais maiores que os antecessores.

Samsung já pode vender o Galaxy A27 no Brasil

Certificado de homologação do Galaxy A27 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog
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WhatsApp: texto de visualização única está a caminho

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
Função está em teste (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp está desenvolvendo um recurso para envio de mensagens de texto que podem ser vistas apenas uma vez, semelhante ao que já existe para voz, vídeos e fotos.
  • A função foi identificada em versões de teste para Android e iOS, permitindo que os usuários enviem textos que desaparecem após a primeira visualização, com indicadores específicos no chat.
  • O recurso inclui proteções como a impossibilidade de encaminhar, copiar ou capturar a tela da mensagem, características já presentes em outros tipos de mídias de visualização única no aplicativo.

O WhatsApp deve lançar um novo recurso com o envio de mensagens de texto temporárias, similar ao que já é possível fazer no aplicativo com voz, vídeos e fotos. A presença da função foi vista pelo site WABetaInfo em builds de teste para os sistemas Android e iOS.

Funciona assim: após digitar a mensagem, basta manter pressionado o botão de enviar até que surja a opção “Send as view once” (Enviar como visualização única, em tradução livre).

Após ser vista, a mensagem aparece no chat apenas com o indicador de mensagem única (o ícone com o número 1 e o círculo parcialmente tracejado, já utilizado pelo WhatsApp) e a indicação de que se tratava de uma mensagem neste formato.

Mensagens de texto de visualização única no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)

No iPhone, o recurso foi visto na build 26.24.10.16, que está disponível no TestFlight. Ele ainda não foi liberado para o público em geral.

A nova função também virá com outras proteções: não será possível encaminhar, copiar ou tirar screenshot da tela com a mensagem, da mesma forma que já acontece com fotos, voz e vídeos do tipo.

Quando a função chega oficialmente?

Ainda não sabemos. Os testes no TestFlight indicam que o desenvolvimento está em fase avançada, apontando para um lançamento no futuro próximo. O fato dele já existir nas compilações de ambos os sistemas operacionais também é um bom sinal.

Em outros mensageiros, o envio único geralmente está restrito a mídias (imagens, áudios e vídeos) ou exige a ativação de um modo separado (como no Telegram) que afeta todas as mensagens trocadas a partir daquele momento.

WhatsApp: texto de visualização única está a caminho

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mensagens de texto de visualização única no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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Terceira maior empresa de banda larga fixa vai entrar na telefonia móvel

Imagem mostra possíveis cartões SIM da Nio repetidos, com chip e logotipo. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Nio deve lançar serviço móvel em breve (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Nio fechou contrato com a Surf Telecom para oferecer telefonia móvel aos seus clientes de internet fixa.
  • A parceria com a Surf Telecom, uma das maiores MVNO/MVNEs do Brasil, visa fidelizar clientes e diversificar a operação da Nio.
  • A companhia possui cerca de 3,5 milhões de clientes de banda larga fixa e ainda não definiu um prazo para o lançamento do serviço móvel.

Mais uma operadora de internet fixa decidiu entrar no mercado de telefonia móvel: a Nio, terceira maior do setor, que resultou da venda da carteira de clientes de fibra da Oi para a V.tal no ano passado. E, de forma similar a companhias como a Sky, ela assinou contrato com a Surf Telecom, uma das maiores MVNO/MVNEs do Brasil.

O Tecnoblog averiguou a informação diretamente em documentos regulatórios. Apesar das tratativas avançarem, não há um prazo para que o serviço móvel da Nio faça sua estreia no país. A companhia foi procurada e este texto será atualizado quando recebermos uma resposta.

Ideia começou em 2025

Chip/SIM card completamente branco sobre fundo azul, felpudo
Nio quer diversificar negócios com entrada na telefonia móvel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A ideia de oferecer telefonia móvel para os clientes da fibra não é nova: em entrevista ao Teletime no ano passado, o CEO Marcio Fabbris afirmou que tinha interesse em proporcionar o serviço móvel para a carteira de clientes. Mais recentemente, em entrevista ao UOL Tilt, Fabbris confirmou a existência de tratativas com operadoras e MVNEs (Mobile Virtual Network Enablers).

A Nio possui cerca de 3,5 milhões de clientes, segundo dados submetidos em abril à Anatel. Isso faz dela a terceira maior empresa de banda larga fixa do Brasil, com 6,3% do mercado.

Surf Telecom é figurinha carimbada no setor de MVNOs

Captura de tela do contrato entre Surf Telecom e Nio
Contrato de credenciamento de MVNO da Nio com a Surf Telecom (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A escolha da Surf Telecom é ao mesmo tempo esperada e curiosa. Atualmente, ela é a maior empresa do ramo focada em clientes pessoa física, o que faz sentido. Por outro lado, já esteve envolta em controvérsias e falhas técnicas.

A prestadora é fornecedora do serviço móvel para empresas como o Correios Celular, a já mencionada Sky, as Lojas Pernambucanas, Carrefour, Uber e diversos provedores pequenos, seja diretamente ou por meio da Tá Telecom.

A Nio e sua controladora V.tal assinaram contratos de credenciamento com a Surf no último dia 10/06. A documentação ainda depende de homologação da Anatel e o acordo ainda não está plenamente vigente.

Também não espere preços incríveis, já que o CEO da empresa afirmou que essa não era a sua intenção.

Dito isso, a oferta similar da Sky é interessante: ela oferece 15 GB por R$ 15 para clientes que também possuam o serviço de TV por assinatura pós-pago. Já o plano de 50 GB sai por R$ 40. Todos esses valores dobram após 12 meses e, além disso, parte da franquia só vale em caso de portabilidade.

Planos do Sky Móvel para clientes de TV pós-paga: 15GB, 30GB, 50GB e 6GB
Planos do Sky Móvel para clientes de TV pós-paga (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Objetivo é fidelizar cliente e diversificar a operação

Oferecer serviço móvel, geralmente através de MVNO, é uma estratégia que vem sendo utilizada por diversos provedores regionais para segurar clientes.

Por exemplo, os três provedores que atendem minha cidade oferecem, além de banda larga fixa, chips de telefonia móvel. A Unifique o faz por meio de sua rede própria e roaming, enquanto os outros dois adotam MVNOs.

Esse tipo de oferta abre mais uma fonte de renda para os provedores, apesar de ser algo relativamente pequeno perto da receita com banda larga fixa.

A tática é utilizada para desincentivar o cancelamento do serviço, já que, para trocar de empresa, a pessoa precisará mudar tanto seu contrato fixo quanto móvel, além de correr o risco de perder descontos do combo.

E a Nio está precisando desta salvaguarda: a empresa perdeu em torno de 700 mil clientes nos últimos 12 meses.

Terceira maior empresa de banda larga fixa vai entrar na telefonia móvel

Nio deve lançar serviço móvel em breve (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Chip branco (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Contrato de credenciamento de MVNO da Nio com a Surf Telecom (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Planos do Sky Móvel para clientes de TV pós-paga (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Smartphone com enorme bateria de 8.000 mAh passa na Anatel

Realme C100x com carregamento reverso, exibido com dois smartphones na praia
Realme C100x oferece carregamento reverso (imagem: divulgação)
Resumo
  • Realme C100x foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O smartphone tem bateria de 8.000 mAh, mas ficha técnica básica.
  • O modelo tem SoC Unisoc T7250, até 256 GB de memória interna e tela IPS de 6,8 polegadas.
  • Ainda não há data ou preço do Realme C100x no Brasil.

Smartphones com baterias enormes continuam se multiplicando: o Realme C100x, com 8.000 mAh de capacidade, foi aprovado pela Anatel na segunda-feira (08/06), conforme a documentação visualizada pelo Tecnoblog em primeira mão.

O destaque do modelo é realmente a bateria grande, já que suas especificações são básicas: SoC Unisoc T7250, 128 ou 256 GB de memória interna (expansíveis com microSD), 4 ou 6 GB de RAM e tela IPS de apenas 1.570 x 720 pixels com 6,8 polegadas.

O Realme C100x tem conectividade 4G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC e câmera principal de 50 megapixels, além de um LED RGB na traseira para notificações.

Certificado de homologação da Anatel do Realme C100x, com dados de identificação e validade
Certificado de homologação do Realme C100x (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

No Brasil, acreditamos que ele será oferecido na opção de 8 GB de RAM com 256 GB de memória interna, conforme a etiqueta que consta na sua certificação.

São especificações bem similares ao irmão Realme C100i, mas com algumas diferenças: a bateria é maior, a câmera traseira tem maior resolução e o novo modelo também oferece mais memória interna, além do NFC. As opções de cores também são diferentes entre os modelos.

A bateria tem código de modelo BLPD45 e utiliza ânodos de silício-carbono, tecnologia que tem se popularizado em smartphones para aumentar a densidade energética, utilizada principalmente pelas fabricantes chinesas como um diferencial.

Para recarga, o Realme C100x virá com carregador de 45 W. Também na caixa virá uma capinha protetora, cabo USB, manuais e a ferramenta para ejetar a gaveta de chip.

Imagem mostra uma bateria BLPD45 da Realme para o smartphone Realme C100x
Bateria BLPD45 da Realme (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Ele poderá ser montado na fábrica chinesa da Realme ou pela Digitron em Manaus (AM), o que abre a possibilidade de incentivos fiscais para reduzir seu preço.

Quando chega?

O Realme C100x ainda não tem previsão de venda no Brasil, mas não deve demorar e nem vir caro. Na Colômbia, o modelo é vendido por 950 mil pesos, cerca de R$ 1.400 reais em conversão direta.

Por lá, o aparelho é comercializado em duas opções de cores: Golden Coast, um tipo de dourado, e Deepblue Tides, azul-marinho.

Smartphone com enorme bateria de 8.000 mAh passa na Anatel

Realme C100x (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Realme C100x (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Bateria BLPD45 da Realme (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Fala AI: nova IA da Anthropic reduz dois meses de trabalho a um dia

A Anthropic lançou hoje o Claude Fable 5, seu modelo de inteligência artificial mais avançado disponível ao público geral. Segundo comunicado oficial, ele supera qualquer versão anterior da empresa.

A desenvolvedora também liberou o Claude Mythos 5 para um grupo restrito. Quais são os principais destaques dessas novas ferramentas? E quais os riscos?

Este é o tema da coluna Fala AI desta semana, com Roberto Pena Spinelli, físico pela USP, com especialidade em Machine Learning por Stanford e pesquisador na área de Inteligência Artificial.

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Nintendo Direct Junho 2026: muitos trailers, poucos anúncios inéditos e Zelda no grand finale

Pokémon Pokopia, Kingdom Hearts 4, Final Fantasy XIV e uma enxurrada de versões Nintendo Switch 2 Edition completam o pacote

Com o final de semana recheado de eventos de games e anúncios de concorrentes, a Nintendo realizou a Nintendo Direct Junho 2026 nesta terça-feira (9), uma apresentação de cerca de 50 minutos que não começou com grandes emoções — mas guardou a melhor carta para o final.

Primeiros destaques da Nintendo Direct Junho 2026

Alguns destaques iniciais vão para Onimusha: Way of the Sword, da Capcom, que traz um gráfico bonito e aparenta ter movimentações de golpes de espada bem fluidas. O jogo chega ao Nintendo Switch 2 em 25 de setembro de 2026, com pré-venda começando hoje.

One Piece: Grand Gourmet é um jogo de gerenciamento de restaurante em pixel art (da Kairosoft, conhecida pelos seus jogos de gestão em estilo retrô) que conta com mais de 400 personagens da obra e aventuras para coletar os ingredientes dos pratos. Para quem é fã da série, pode não ser o estilo favorito de jogo, mas promete conquistar um público mais casual. Chega em 23 de outubro de 2026 para Nintendo Switch e Switch 2.

Pokémon Pokopia — atualização gratuita e expansão paga

O primeiro título do qual se esperavam novidades foi Pokémon Pokopia, que recebe uma atualização gratuita em agosto de 2026 com uma área no fundo do mar — usando o novo movimento Mergulho (Dive), será possível plantar, construir e expandir cidades debaixo d’água.

Também foi anunciado o Passe de Expansão (DLC paga), que já está à venda hoje na Nintendo eShop e será dividido em três partes: a primeira, Bubbly Basin, chega também em agosto de 2026 com uma nova cidade subaquática, móveis, roupas e novos Pokémon; a segunda e a terceira partes ainda não têm data anunciada — mais detalhes serão revelados ao longo do ano.

DK Challenge começa hoje (09 de junho)

Para incentivar o uso do Nintendo Switch Online, a partir de hoje (09) acontece o DK Challenge, evento por tempo limitado em que os jogadores podem encarar desafios nos jogos clássicos do Donkey Kong disponíveis no catálogo Nintendo Classics, pontuar e ganhar cartas digitais colecionáveis. Quem tem Donkey Kong Bananza também entra na brincadeira, com desafios extras (incluindo desafios criados pelos desenvolvedores). O acesso é pelo app do Nintendo Switch Online no menu do Switch 2.

Ainda sobre Donkey Kong: a DLC paga de Bananza, DK Island & Emerald Rush, recebe uma colaboração por tempo limitado com Super Mario Bros., dividida em quatro ondas (a primeira começa hoje). Sim, você poderá jogar com o Donkey Kong e a Pauline vestidos de Mario e Luigi, além de itens clássicos como moedas, super cogumelos e blocos “?”.

Nintendo Switch 2 Edition e ports

Muitos dos trailers foram de edições atualizadas para o Nintendo Switch 2 de jogos já conhecidos. Seguem alguns destaques:

  • Devil May Cry 5: Devil Hunter Edition — com conteúdo extra, a partir de 23 de junho, com pré-venda hoje — trailer
  • Xenoblade Chronicles — os três primeiros jogos ganham Nintendo Switch 2 Editions: Definitive Edition (digital disponível hoje), Xenoblade Chronicles 2 em 30 de julho e Xenoblade Chronicles 3 em 3 de dezembro; as versões físicas chegam em 30/07, 01/10 e 03/12 — trailer
  • Warhammer 40.000: Space Marine 2 — nas férias de final do ano
  • Metal Gear Solid: Master Collection Vol. 2 (inclui MGS4, Peace Walker e Ghost Babel) — 27 de agosto
  • Rise of the Tomb Raider: 20 Year Celebration — disponível hoje — trailer
  • Fitness Boxing 3: Your Personal Trainer — 16 de julho
  • Final Fantasy XIV Online — estreia no Switch 2 em agosto de 2026, com período de acesso antecipado de cerca de um mês (não exige assinatura do Nintendo Switch Online)
  • Kingdom Hearts Collection [I~III] — as três coletâneas (HD 1.5+2.5 ReMIX, HD 2.8 Final Chapter Prologue e KH III + Re Mind) chegam ao Switch 2 em 8 de outubro, com bundle reunindo tudo; demo gratuita de Kingdom Hearts III + Re Mind disponível hoje

E uma novidade que merece destaque próprio: Nintendo Switch Sports Resort, novo jogo da série de esportes com 12 modalidades (incluindo queda de braço de polegar, skate com controles de mouse e arco e flecha), chega exclusivamente ao Switch 2 em 22 de outubro, com pré-venda hoje.

Outros nomes grandes

  • Jujutsu Kaisen Rumble: Survivaton — dos criadores de Vampire Survivors (poncle) com a Shueisha Games, é um “Survivors Royale” em que até 8 jogadores competem online, com mais de 20 personagens da série. Chega ainda em 2026. — trailer
  • Star Fox — Fox McCloud está de volta em um novo jogo cinematográfico da franquia, exclusivo do Switch 2, em 25 de junho; demo gratuita disponível hoje na eShop — trailer
  • Xenoblade Genesis — novo jogo da série, exclusivo do Switch 2, com lançamento previsto para 2027 — trailer
  • Dragon Quest Monsters: The Withered World — aventura para transformar monstros em amigos, chega para Switch e Switch 2 em 3 de dezembro de 2026 (também sai para PS5, Xbox Series e PC) — trailer
  • Kingdom Hearts 4 — o retorno de Sora e companhia em uma nova aventura, confirmado para o Nintendo Switch 2 no dia 1 de lançamento do jogo (a data ainda não foi anunciada) — trailer
  • Hello Kitty Party Land — party game com mais de 40 minijogos, jogos de tabuleiro e mais de 140 personagens da Sanrio, para Switch e Switch 2 em 29 de outubro — trailer
  • Splatoon Raiders — a aventura single-player do universo Splatoon ganhará uma Nintendo Direct dedicada em 30 de junho — trailer

A cereja do bolo: o remake de Zelda — Ocarina of Time

Depois de muitos rumores e muita expectativa do público, chegou o tão esperado anúncio — inclusive, comentei isso na minha análise sobre a trajetória do aniversário do Nintendo Switch 2. Prometido ainda para 2026 (sem data específica), o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time chegará exclusivamente ao Switch 2.

O teaser traz um visual mais realista do que o original — e Ocarina of Time é um dos títulos favoritos do público. Esse remake com certeza ajudará nas vendas do console, que deram uma estagnada recentemente (mas, depois do quanto vendeu de forma rápida no lançamento, é compreensível).

Resumo geral da Nintendo Direct Junho 2026

Para alguns, a apresentação foi fraca: muitos títulos menores, vários third-parties anunciando apenas adaptações para o Switch 2 e muitos jogos já existentes em outras plataformas recebendo ports tanto para o Nintendo Switch quanto para o Switch 2. Para uma “live em ano de aniversário”, realmente foi pouco explosiva. Porém, o catálogo tem aumentado bastante com jogos para todos os gostos, o que é positivo. Os grandes blockbusters devem demorar mais pela complexidade dos ports, e alguns são limitados pelo hardware do console, que exige muitas adaptações gráficas e de jogabilidade.

Para os nintendistas que amam os exclusivos, o anúncio de Zelda pode ter valido a Direct inteira. Para quem já tem outros consoles, talvez não tenha sido tão empolgante.

Você confere todos os jogos já disponíveis e as demos anunciadas na loja oficial da Nintendo.

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Galaxy A55 do Brasil recebe atualização da One UI

Mão segurando smartphone em frente a parede com grafitti
Galaxy A55 recebe One UI 8.5 (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • A Samsung iniciou a distribuição da One UI 8.5 baseada no Android 14 para o Galaxy A55 no Brasil, além de outros modelos, como o Galaxy A35 e a linha Galaxy Tab S9.
  • A One UI 8.5 traz melhorias como um filtro de chamadas reforçado por IA, integração do Bixby com o Perplexity AI, resolução automática de equações matemáticas no Samsung Notes e novos efeitos visuais.
  • A atualização já está disponível para download para os Galaxy S23, Galaxy Z Flip 5, Galaxy Z Fold 5 e outros modelos mais recentes.

A atualização para a One UI 8.5 continua: a Samsung passou a oferecer a nova versão de seu sistema para o Galaxy A55, além do irmão A35 e mais alguns celulares. O novo software se baseia no Android 16, assim como a versão anterior (8.0), mas aplicando o QPR2 (Quarterly Platform Release), que trouxe correções e melhorias, além de outras melhorias aplicadas pela sul-coreana.

Além dos dois aparelhos da linha A de 2024, a atualização também já está também para os seguintes aparelhos:

  • Galaxy A17 (4G e 5G)
  • Toda linha Galaxy Tab S9 (exceto FE)
  • Galaxy Tab S9 FE 5G
  • Galaxy Tab S9 FE Plus 5G
  • Galaxy M35
  • Galaxy M55
  • Galaxy Tab A11 (Wi-Fi e 4G Enterprise Edition)
  • Galaxy Tab A11+ 5G
Mão segurando smartphone na tela de boas vindas, sobre uma mesa que também tem uma caixa e um notebook
Galaxy A17 também está recebendo a nova versão da One UI 8.5 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que a One UI 8.5 traz de novo?

A nova versão da interface traz um conjunto de mudanças discretas, mas ainda assim relevantes. Entre os principais recursos, estão:

  • filtro de chamadas reforçado por IA;
  • Bixby com integração aos recursos de IA do Perplexity AI;
  • ferramenta no Samsung Notes capaz de resolver equações matemáticas automaticamente;
  • novos efeitos visuais e navegação mais fluida na interface;
  • widget de alarme integrado à Now Bar;
  • IA para ocultar dados sensíveis em fotos, como números de documentos;
  • sistema que identifica e silencia aplicativos com excesso de notificações.

Nem todos os novos recursos estão disponíveis, especialmente em aparelhos mais antigos da linha A, com processadores mais fracos. Geralmente as novidades de IA tendem a ser deixadas de lado ou reduzidas nestes modelos.

Outra novidade da One UI 8.5 é a adição de inteligência artificial à Área de Transferência Inteligente, oferecendo opções de resumo de texto, tradução e pesquisa ao teclado Samsung.

Área de Transferência Inteligente (imagem: divulgação/Samsung)

Quais aparelhos já receberam a One UI 8.5?

Além dos novos modelos contemplados, a atualização já está disponível para download para as seguintes séries e modelos de smartphones Galaxy:

  • Galaxy S23, Galaxy S24 e Galaxy S25
  • Galaxy Z Flip 5 até Z Flip 7
  • Galaxy Z Fold 5 até Z Fold 7
  • Galaxy A36 e A56
  • Modelos 5G da linha Tab S11
  • Modelos 5G da linha Tab S10, inclusive modelos FE
  • Modelos Wi-Fi e 5G do Tab S10 Lite
  • Galaxy Tab Active 5 5G

Além disso, os Galaxy S26, A37 e A57 já saem da caixa com o novo software desde seu lançamento.

Modelos ainda não contemplados pela atualização devem receber o novo software nos próximos dias e semanas.

Galaxy A55 do Brasil recebe atualização da One UI

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Samsung libera nova versão de sistema para diversos smartphones e tablets.

Galaxy A55 (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Galaxy A17 5G (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Área de Transferência Inteligente (imagem: divulgação)
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Projeto de R$ 20 milhões leva internet a locais esquecidos pelas operadoras

Martelo de leiloeiro e mapa do Brasil contendo a bandeira nacional e duas torres de celular. Fundo azul com ondas em verde
Leilão da Seja Digital levará cobertura 4G ou 5G a até 120 localidades (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Cerca de 120 localidades brasileiras sem acesso aos serviços de telefonia poderão receber o 4G/5G num prazo mais breve do que o originalmente previsto. O Ministério das Comunicações viabilizou a liberação de R$ 20 milhões para um leilão reverso, marcado para 16 de junho, com o objetivo de expandir a conectividade ainda este ano em seis estados: Amapá, Bahia, Maranhão, Paraíba, Paraná e Pernambuco. Todas elas são contempladas pelas obrigações do leilão do 5G que ocorreu em 2021.

O objetivo é antecipar a cobertura em até quatro anos, já que as últimas obrigações venceriam no fim de 2030. O movimento ocorre em conjunto com a Anatel e a Associação Administradora do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (também conhecida pela marca Seja Digital).

Este já é o quarto leilão reverso do tipo. Ao todo, foram movimentados R$ 270 milhões. O dinheiro não sairá dos cofres públicos, mas da verba destinada pelas operadoras para a limpeza da faixa de 700 MHz, conforme estabelecido no leilão de 2014.

Como assim “leilão reverso”?

O objetivo do leilão é cobrir até 120 localidades pelo menor valor. Portanto, vence a prestadora que oferecer o menor lance para uma determinada região. Cada participante só poderá oferecer um lance por localidade e não haverá chance para uma contraproposta.

Esta é a lista de localidades, em ordem alfabética, segundo a Seja Digital.

LocalidadeMunicípioEstado
AgricolândiaGovernador Eugênio BarrosMA
Agrovila do PA AR-2RodelasBA
Agrovila do PA AquariusSanta Maria da Boa VistaPE
Agrovila do PA AR-8 AraticumRodelasBA
Agrovila do PA CedroTartarugalzinhoAP
Agrovila do PA MaracáMazagãoAP
Agrovila do PA Maria PretaAraçagiPB
Agrovila do PA Oziel Pereira ou BamerindusPiçarraPA
Agrovila do PA PedrasSão João do SoterMA
Agrovila do PA Quilombola BavieraAragominasTO
Agrovila do PA Quilombola PacovalAlenquerPA
Agrovila do PA Terra LivreSão José do BelmontePE
Agrovila do PA TuiuêManacapuruAM
Água Branca do CajariLaranjal do JariAP
Aldeia Indígena Campina dos ÍndiosMangueirinhaPR
Aldeia Indígena FaxinalCândido de AbreuPR
Aldeia Indígena Kaigang IIpuaçuSC
Aldeia Indígena PoçoGlóriaBA
Aldeia Indígena Reserva do ApucaraninhaTamaranaPR
Alto CastelinhoVargem AltaES
AlvoradaUruaráPA
AngaíFernandes PinheiroPR
BananeirasAreia de BaraúnasPB
Barra do FariasBrejo da Madre de DeusPE
Barra NovaBarra do ChoçaBA
Belo Monte do ParáNovo RepartimentoPA
Bom JesusJunco do SeridóPB
Bom JesusSão José de PiranhasPB
BuritizalMacapáAP
Cabeceira da JiboiaVitória da ConquistaBA
Cacimba NovaBodocóPE
CacimbinhaSão João do TigrePB
Campo AlegreParanãTO
Capim GrossoCanindé de São FranciscoSE
Carmo do MacacoariItaubalAP
Casinha do HomemSanta CruzPB
Centro dos CarlosJoão LisboaMA
Centro dos FirminosCarrasco BonitoTO
Chã do Conselho 1PaudalhoPE
Comunidade Quilombola BoqueirãoTupanatingaPE
Comunidade Quilombola Raimundo SuAlcântaraMA
Comunidade Quilombola Tabuleiro dos NegrosPenedoAL
Comunidade UrucuritubaAutazesAM
CondeixaSalvaterraPA
Corre ÁguaMacapáAP
CorumbazulBuriti AlegreGO
CreporizãoItaitubaPA
CuricacaItaubalAP
Curral NovoÁguas BelasPE
FreguesiaMacapáAP
GameleiraMogeiroPB
Granja Getúlio VargasPalmares do SulRS
Gravatá dos GomesPoçãoPE
GuruporaCutiasAP
Horizonte AlegrePedraPE
IauretêSão Gabriel da CachoeiraAM
ImbiaçabaSanta InêsPR
ItamatatubaMacapáAP
JarilândiaVitória do JariAP
JatobáSão José do BelmontePE
JerimumTaquaritinga do NortePE
Jirau do ItiúbaSão BrásAL
JuáPaulo AfonsoBA
JussiaraKaloréPR
JuverlândiaPraia NorteTO
Lagoa de ForaDormentesPE
Lagoa de JucáAlcantilPB
Lagoa do FélixSapéPB
Lagoa do FélixMariPB
Lamarão do PasséSão Sebastião do PasséBA
Limão do CuruáMacapáAP
MacedôniaMacapáAP
MandiocabaParanavaíPR
ManiaçuCaetitéBA
MaravilhaLondrinaPR
MarinhoBoqueirãoPB
MarizaSão Pedro do IvaíPR
Matinha IBom LugarMA
MimosoSão Francisco do MaranhãoMA
Ouro VerdeSengésPR
PacaréRio TintoPB
ParatiCedralMA
Pau FerroSalgueiroPE
Pelo-SinalSolidãoPE
PilõesTriunfoPB
Pimenta 1São Bento do UnaPE
PirauáNatubaPB
Pitombeira de DentroSantana dos GarrotesPB
Porto São JoséSão Pedro do ParanáPR
PortugalBacuriMA
PurupuruCareiroAM
ReunidasAragominasTO
Riacho FechadoTacaimbóPE
Santa Luzia do PacuíMacapáAP
Santa Luzia do PicuíPicuíPB
Santa ZéliaAstorgaPR
SantanaBarra de SantanaPB
Santiago do IguapeCachoeiraBA
São JoãoAnanásTO
São João da MataGovernador Luiz RochaMA
São JoséIlhéusBA
São Pedro de AlcântaraSanto Antônio de PáduaRJ
São SebastiãoVitória da ConquistaBA
São Tomé do PacuíMacapáAP
Sede-GuaraniMamborêPR
Serra do CabralMogeiroPB
TaciateuaSanta Maria do ParáPA
Tará VelhoVenturosaPE
Terra Nova do PiquiriAssis ChateaubriandPR
Terra Preta do LimãoBarreirinhaAM
Trapiche ou Vila ParaísoMacaéRJ
Três VendasCampos dos GoytacazesRJ
TriânguloDom PedroMA
Una de São JoséPedras de FogoPB
VarzinhaSerra TalhadaPE
Vila AparecidaRiachão do JacuípeBA
Vila de Volta GrandeRio NegrinhoSC
Vila do EngenhoItacoatiaraAM
Vila Gabriel PassosNanuqueMG
Vila UniãoBuriti do TocantinsTO
Tabela elaborada pelo Tecnoblog a partir de dados da Seja Digital

Caso não haja recurso suficiente para todas as 120 localidades, as ofertas serão classificadas por menor valor e IDH do município. Em caso de empate, o prazo de implantação também será levado em conta.

Projeto de R$ 20 milhões leva internet a locais esquecidos pelas operadoras

Leilão de 700 MHz ocorrerá dia 30 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Este é o novo controle da Microsoft para Xbox Cloud Gaming

Imagem mostra quatro controles Xbox, de cor preta e branca e menores que os modelos tradicionais
Fotos do novo controle da Microsoft para Xbox (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • Tecnoblog divulga os primeiros dados e imagens do novo controle da Microsoft.
  • O acessório para Xbox Cloud Gaming está em desenvolvimento, com design compacto, bateria interna recarregável e conectividade por Bluetooth e Wi-Fi 6.
  • O controle possui porta USB-C, botão para pareamento ou troca de modos, área para indicadores luminosos, bumpers e gatilhos tradicionais, e bateria de 500 mAh.
  • A Microsoft planeja oferecer o controle em duas opções de cores, incluindo branca, com previsão de lançamento ainda não confirmada.

Um novo controle para Xbox está em processo de desenvolvimento e pode ser lançado num futuro breve. Ele seria focado nos jogadores do Xbox Cloud Gaming, serviço de jogatina em nuvem da Microsoft. O Tecnoblog obteve imagens e detalhes em primeira mão do novo aparelho, que oferece design compacto, bateria interna recarregável, Bluetooth e uma novidade: conectividade por Wi-Fi.

As fotos externas revelam um design mais enxuto, similar a controles como o HyperX Clutch Tanto e o SN30 Pro da 8BitDo. Ele traz os mesmos botões de um controle tradicional de Xbox. Ainda não temos a confirmação sobre o lançamento do produto. Por ora, a impressão é de que a própria Microsoft deseja entrar na seara dos controles compactos.

Imagem mostra a frente de um controle Xbox de cor branca, menor que os modelos tradicionais
Dispositivo segue design compacto (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Imagem mostra a frente de um controle Xbox de cor preta, menor que os modelos tradicionais
Controle 2147 da Microsoft (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na parte superior do controle é possível ver a porta USB-C; um botão ainda misterioso, provavelmente para pareamento ou troca de modos; uma suposta área para indicadores luminosos (provavelmente para diferenciar entre Xbox tradicional e Xbox Cloud Gaming); bumpers; e gatilhos tradicionais.

A documentação obtida pelo Tecnoblog revela que o controle virá com bateria de 500 mAh e que, na parte de conectividade, utiliza Bluetooth e Wi-Fi 6 (restrito a 20 MHz de banda). O chip utilizado para tal é o RTL8730E da Realtek, com dois núcleos ARM Cortex-A7 de 1,2 GHz.

A Microsoft deve oferecer o controle em duas opções de cores, já que um modelo na cor branca também foi fotografado.

Não há previsão de quando o novo controle será lançado, seja no Brasil ou no exterior. Ainda não há indícios do modelo na FCC, a equivalente à Anatel nos Estados Unidos.

Elite Controller Series 3 também surge na Anatel

Assim como o modelo compacto, o possível sucessor do Elite Controller Series 2 também foi homologado pela Anatel com suporte a Wi-Fi 6 e Bluetooth. A documentação não revela qual chip será utilizado, mas é provável que a Microsoft adote o mesmo RTL8730E.

Imagem mostra a frente de um controle Xbox de cor preta
Xbox Elite Controller 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O design está mais refinado, mas a personalização extensiva permanece, com D-Pad, triggers e paddles intercambiáveis e ajustáveis.

Os botões já conhecidos do controle do Xbox agora aparecem acompanhados por dois novos comandos na parte inferior, entre os grips e ao lado da entrada P2 de 3,5 mm.

Imagem mostra a parte inferior de um controle Xbox de cor preta
Xbox Elite Controller 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Pelas imagens, os componentes lembram rodas de rolagem, possivelmente pensadas para simuladores de voo — como controle de aceleração — ou para jogos que exigem ajustes contínuos, mas mantêm a mesma posição por longos períodos.

A documentação também confirma que o botão de troca de modo entre “local” e “nuvem” chegará ao novo controle topo de linha da Microsoft.

Imagem mostra o manual do novo controle Xbox
Manual do novo controle revela o botão de pareamento (imagem: Everton Favretto)

O controle mantém a bateria recarregável e removível do Elite Series 2, mas está menor, com apenas 1.528 mAh (o Elite 2 tem 2.050 mAh).

Assim como o irmão menor, o novo Series 3 usa parafusos Torx T6, indicados no compartimento da bateria.

Imagem mostra a traseira de um controle Xbox de cor preta
Xbox Elite Controller 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Também não temos previsão de quando esse novo modelo será lançado e nem por quanto será comercializado. Mas, para comparação, o Elite Controller 2 é vendido hoje na faixa dos R$ 1.400 reais no varejo.

Este é o novo controle da Microsoft para Xbox Cloud Gaming

Fotos do Controle 2147 da Microsoft (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Anatel recebe aval para concluir o leilão dos 700 MHz

Martelo de leiloeiro e mapa do Brasil contendo a bandeira nacional e duas torres de celular. Fundo azul com ondas em verde
Leilão de 700 MHz ocorreu em 04/05 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recebeu o aval definitivo para concluir o novo leilão de faixas de 700 MHz, realizado há dez dias. Diversas organizações tentavam invalidar o resultado, mas um magistrado da 5ª Turma do TRF-1 negou o pedido e permitiu tanto a homologação quanto a assinatura das outorgas.

A Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) havia entrado com um pedido no judiciário para impedir “atos de adjudicação, homologação e assinatura dos Termos”. Nela, estão as prestadoras Claro, TIM e Vivo.

Layout da banda 28 do 3GPP no Brasil, incluindo o espectro licitado no dia 4 (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mais uma derrota para o trio nacional

Espectro de Unifique e Consórcio Amazônia 5G são parte da controvérsia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Não é a primeira vez que o leilão é questionado. A TelComp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas) e a Acel já haviam apresentado recursos ao Conselho Diretor da Anatel e depois ingressaram no Judiciário, tanto que o leilão, marcado originalmente para 30/4, acabou sendo adiado.

Outro ponto de controvérsia são as transferências de licenças de 3,5 GHz. A Ligga (que adquiriu espectro no PR) pretende transmitir as faixas para a Unifique, enquanto a Sercomtel (que adquiriu licença para o estado de São Paulo e Região Norte) pretende transferi-las ao Consórcio Amazônia 5G.

A cláusula 7.1 do edital de 2021 que proíbe a transferência caso as obrigações de cobertura não estejam cumpridas integralmente. A Anatel aprovou os movimentos, mas a Acel defende a tese de que ainda falta concluir certos compromissos que ainda estão por vencer. Os prazos começam a expirar neste ano e vão até o fim de 2029.

Uma das associadas da Acel é a Sercomtel, empresa do fundo Bordeaux (de Nelson Tanure, investigado no caso do Banco Master), que vendeu seu espectro para a Unifique e o Consórcio Amazônia 5G. Ela será prejudicada caso a Acel tenha êxito.

Como o próprio juiz do caso destaca, o atraso nas assinaturas causaria atraso na expansão da cobertura móvel, principalmente em localidades remotas e rodovias, que são alvos dos compromissos de cobertura.

Anatel recebe aval para concluir o leilão dos 700 MHz

Leilão de 700 MHz ocorrerá dia 30 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Layout da banda 28 do 3GPP no Brasil, incluindo o espectro licitado hoje (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Áreas adquiridas pela Unifique e o Consórcio Amazônia 5G (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Vivo X300 Ultra: Jovi deve lançar smartphone com kit fotográfico no Brasil

Modelo conta com câmera teleobjetiva de 200 MP e lentes extras opcionais (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Jovi X300 Ultra, topo de linha da fabricante chinesa, foi homologado pela Anatel e deve ser lançado no Brasil em breve.
  • O smartphone possui lente principal e teleobjetiva de 200 MP e ultrawide de 50 MP, além de um kit de acessórios fotográficos com lente extensora.
  • O preço deverá ser alto, já que o modelo será fabricado na China e não terá incentivos fiscais.

O smartphone Vivo X300 Ultra, modelo de ponta da fabricante chinesa, tem grandes chances de desembarcar em breve no Brasil. A subsidiária local, batizada de Jovi, realizou a homologação do produto junto à Anatel na última sexta-feira (08/05), o que permite a venda em nosso território.

O Tecnoblog já havia adiantado, ainda em janeiro, a possibilidade de o modelo vir ao país, quando a fabricante obteve a homologação do carregador de 100 W e da bateria. Agora, podemos confirmar que se trata do Jovi X300 Ultra, já que o número de modelo J2510 e o nome comercial surgiram na lista de dispositivos certificados do Android.

Certificado de homologação do Jovi X300 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Smartphone com kit fotográfico

O celular se destaca pelas especificações poderosas e excelentes câmeras: tanto a lente principal quanto a teleobjetiva tem 200 megapixels, enquanto a ultrawide oferece 50 megapixels.

Além dos 3,7x de zoom já embutidos, a fabricante oferece um kit de acessórios com capa, adaptadores para lentes, grip com controles, suporte para tripé e uma lente extensora de 200 ou 400 mm, adicionando 2,35 x ou 4,7 x de zoom.

O grip inclui bateria adicional de 2.300 mAh e também já está homologado pela Anatel, indicando que a Jovi deve oferecer o kit no Brasil.

Acessórios do kit fotográfico do X300 Ultra (imagem: divulgação)

Especifiações topo de linha

O restante das especificações também é topo de linha: o X300 Ultra usa o SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5 combinado a 12 ou 16 GB de RAM e 256 GB até 1 TB de memória interna.

Seu display AMOLED possui taxa de atualização variável até 144 Hz e suporta HDR10+ e Dolby Vision, com alta densidade de pixels (510 pontos por polegada, resolução de 1.440 x 3.168 pixels).

A conectividade é de ponta: 5G, Wi-Fi 7 (inclusive de 6 GHz), Bluetooth, NFC e até infravermelho para uso como controle remoto.

A bateria é a já homologada BB57X, com 6.600 mAh. Ela utiliza ânodos de silício-carbono, permitindo que o X300 Ultra mantenha espessura de 8,5 mm.

Para recarregar, o Jovi X300 Ultra virá com carregador de 100 W na caixa, que também já está homologado, além de aceitar recarga sem fio e oferecer carregamento sem fio reverso.

Bateria BB57X do X300 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Quanto vai custar?

O Jovi X300 Ultra não deve sair barato: ele já é vendido na Europa por 1.999 euros, mais de R$ 11.500 reais em conversão direta. Por ser fabricado na China, não receberá incentivos fiscais.

O conjunto de acessórios fotográficos com a lente de 400 mm custa 599 euros (R$ 3.450).

O X300 Ultra deverá ter um irmão menos caro: o Jovi X300 FE. O nome já consta da lista de dispositivos certificados do Bluetooth SIG, mas ainda não foi homologado no Brasil.

Vivo X300 Ultra: Jovi deve lançar smartphone com kit fotográfico no Brasil

Vivo X300 Ultra oferece câmera teleobjetiva com 200 MP e lentes extras opcionais (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Jovi X300 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Imagem mostra o Xiaomi 17T. A fotografia é um close-up nas câmeras.
Câmera teleobjetiva do Xiaomi 17T deve receber upgrade (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • Xiaomi 17T passou na Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • Celular terá câmera melhorada e possível bateria de 6.500 mAh.
  • O aparelho será fabricado na China e seu lançamento é esperado para maio.

O Xiaomi 15T vai receber um sucessor em breve: o Xiaomi 17T passou na Anatel e está a caminho do Brasil. O novo smartphone topo de linha vinha aparecendo em vazamentos, e seu lançamento é esperado para maio. O modelo foi homologado com o código 2602DPT53G a pedido da DL, que representa a fabricante no país.

A documentação não deixa espaço para dúvidas, já que nela consta o nome comercial “Xiaomi 17T”. Ela também revela o design do aparelho, com fotos externas.

Imagem mostra o celular Xiaomi 17T em homologação na Anatel, com etiquetas de identificação na parte traseira
Xiaomi 17T consta na certificação da Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O design não muda muito em relação ao antecessor: visualmente a principal diferença está no flash, que deixa a localização no “cooktop” e passa a ficar logo ao lado do módulo das câmeras.

Apesar dos rumores apontarem que as câmeras se manterão similares, é possível notar nas imagens que o Xiaomi 17T possui uma teleobjetiva diferente, provavelmente utilizando uma lente periscópica com um zoom maior, como o Xiaomi 15T Pro já oferece.

Por dentro, é esperado um SoC Dimensity 8500, que é ligeiramente melhor que o 8400 Ultra do 15T. O smartphone deve chegar já com Android 16. O certificado também revela a presença de Wi-Fi 6 (sem 6 GHz), Bluetooth, 5G e NFC, características esperadas de um modelo dessa faixa de mercado.

Imagem mostra um carregador branco, com a descrição "67 W" desenhada na parte lateral
Carregador Xiaomi MDY-15-ET de 67 W (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na caixa do modelo vendido oficialmente no mercado brasileiro virá o carregador MDY-15-ET, de 67 Watts. Ele recarregará a bateria BM6U, de 6.360 mAh nominais — capacidade que se alinha com os 6.500 mAh típicos que os rumores e vazamentos apontam, com um aumento de 1.000 mAh em relação ao Xiaomi 15T.

Segundo a documentação, o smartphone será fabricado na China. Além disso, ele deverá ter um irmão maior, o Xiaomi 17T Pro, com especificações superiores, mas que ainda não está certificado no Brasil.

Quando chega?

Não temos previsão de quando exatamente será o lançamento, nem valores. Para comparação, o Xiaomi 15T chegou por aqui em outubro de 2025, custando R$ 7.499.

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

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Queremos incomodar a Apple e a Samsung, diz presidente da Motorola

Tecnoblog entrevistou Rodrigo Vidigal, country manager da Motorola Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Motorola, comandada pelo presidente Rodrigo Vidigal, mira os clientes de Apple e Samsung dispostos a gastar cerca de R$ 8 mil a R$ 10 mil, com produtos como o Motorola Signature.
  • O Signature oferece uma combinação de hardware de ponta, preço competitivo e atributos como cores especiais, visando diferenciar-se no mercado.
  • A empresa busca aumentar sua presença no segmento de luxo com parcerias com marcas como Bose, Swarovski e Pantone.

A Motorola quer mais. Depois de vender muito Moto G, do segmento básico, e Motorola Edge, da categoria premium, agora a companhia tenta conquistar o chamado ultra premium – estão de olho no cliente disposto a gastar algo na faixa dos oito, quase dez mil reais. Querem brigar com a Apple e a Samsung, conforme admite o presidente da companhia, Rodrigo Vidigal, em entrevista exclusiva ao Tecnoblog.

Ele considera que o recém-lançado Motorola Signature tem uma combinação única de hardware e preço, além de contar com atributos que a diferenciam, como as cores especiais. “Me desculpem as feias, mas beleza é fundamental”, dispara o executivo. E de fato, o produto fez bonito: levou nota 8,9 no nosso review completo.

Nesta conversa, também tratamos da escassez de chips de memória (spoiler: com possível aumento nos preços dos smartphones ainda neste semestre), a sempre polêmica política de atualizações de Android e a presença na Copa do Mundo. Confira a seguir. Os trechos foram editados para dar mais clareza e fluidez.

Concorrência e relação com o consumidor

Thássius Veloso – De que forma vocês vão competir com Apple e Samsung, as duas primeiras colocadas no segmento ultra premium?

Rodrigo Vidigal (Motorola) – Com a combinação de hardware, software e experiência de pós-venda com concierge. Esse consumidor realmente busca muita qualidade de câmera e a gente traz o produto com a melhor nota do Brasil no DxOMark. Temos o melhor preço, com processador de última geração, a melhor tela, todo o sistema de entretenimento da Bose. A gente traz um ecossistema muito forte e um produto que realmente entrega o que há de mais avançado.

Qual será o papel do concierge?

A gente vai ter um atendimento ultra premium em todos os sentidos. Se ele tiver alguma necessidade de hardware ou software, vai poder resolver isso rapidamente, com respostas de até duas horas, de uma maneira que não existe hoje no mercado.

Nós estamos numa sala com as marcas do Gorilla Glass, Polar, Bose, Alcantara, Swarovski e Pantone estampadas nas paredes. Empresas rivais da Motorola não costumam se associar a tantos parceiros. Vocês não teriam condições de fazer todos esses projetos sozinhos?

Nenhum fabricante consegue fazer tudo sozinho, seja carro, computador ou qualquer outra categoria. A nossa proposta é trazer esses componentes premium sob a visão da Motorola para entregar a melhor experiência. Eu poderia comprar um componente genérico, mas eu prefiro trazer peças de ponta, como na parceria com a Sony para as câmeras. Estamos na Formula 1, que não deixa ninguém entrar se não for de ponta. Isso também nos ajuda a crescer no segmento B2B. Empresas da América Latina que não compravam nossos produtos passaram a adquirir Moto G e Edge.

O cliente chega ao ponto de venda falando “eu queria ver o Swarovski”?

O consumidor brasileiro hoje faz muita comparação. Ele olha, começa a conhecer um produto, compara, vê que esse aqui tem um acabamento melhor, tem Swarovski, uma câmera de ponta. Ninguém sabe o que é Alcantara, mas quando ele vê essa marca, vai atrás, chega na loja e pergunta pro vendedor. Temos todo um trabalho de comunicação. Colocar esses elementos é um baita diferencial, que tem nos feito crescer.

A gente traz tudo integrado, desde a parte técnica até o estilo. Como dizia o poeta: me desculpem as feias, mas beleza é fundamental. Isso passa também pelo fone de ouvido, outro objeto de desejo. A gente começa a criar uma conversa que antes não existia.

Você diria que está roubando usuários de iPhone com isso? 

Ainda é mais Android. 

Mais Samsung, então?

No Brasil sim. São muitos mercados, então depende da participação.

Tem empresa que caminha para a premiunização e abre mão da cartela de clientes que conquistou com produtos básicos e intermediários. Existe algum risco disso acontecer com a Motorola? 

Não acho que a gente tenha demonstrado isso. É um crescimento sólido: lançamos o Edge sem abrir mão do Moto G. Com o Signature, agora eu entro num outro segmento do qual não estava participando.

Então tudo isso me ajuda a ter escala, melhores custos e a trazer saúde financeira, para eu poder também investir mais no mercado. A ideia é obviamente crescer e ter uma complementaridade, não uma canibalização do portfólio. A própria chegada dos acessórios, como fone de ouvido, relógio e smart tag, amplia esse ecossistema.

Crise da memória e celulares mais caros

De que forma a escassez dos chips está impactando vocês?

A causa é conhecida: inteligência artificial e ampliação de data centers, associados a uma capacidade de produção limitada e concentrada em poucos fabricantes globais de memória.

Nós entedemos que essa limitação não causará impacto no grupo da Lenovo e Motorola, pois somos um dos maiores compradores do mundo e temos uma relação de longo prazo com esses fornecedores, inclusive para atender a PCs e servidores.

Não tem como escapar da alta de preços. O nosso desafio é mitigar esse impacto e tentar repassar o mínimo possível para o usuário final.

O vice-presidente sênior da Samsung me disse que os preços de smartphones poderiam subir 20%. Vocês também estão fazendo essa conta? 

Essa é uma conta complicada de fazer. A gente buscou se antecipar a esse movimento para atrasar ao máximo o repasse. Ele seria imediato se eu estivesse comprando apenas memória nova, mas estou tentando diluir esse aumento de custo com base numa estratégia de supply chain global, dada a força do nosso grupo.

Em que momento essa decisão foi tomada? 

No ano passado, à medida que a gente começou a ver que a crise ia de fato acontecer. Estamos no mercado global e também fabricamos servidores, por exemplo. Conseguimos identificar esses movimentos e nos preparar, enquanto outras marcas demoraram mais para reagir.

Os celulares vão ficar mais caros no primeiro semestre?

Talvez ocorra um pouco de aumento, mas não da ordem de 50%, como temos visto no preço de memória. A crise impacta principalmente os produtos de entrada porque os grandes fabricantes de memória estão com capacidade limitada. Eles focam nos modelos mais caros pois os baratos representam uma margem de lucro menor.

O perfil do consumidor Motorola

Quais as principais maneiras para o consumidor adquirir um telefone Motorola?

A gente tem desde o financiamento tradicional; parcelamento no cartão de crédito sem juros em 12, 18, até 24 vezes; as ofertas de pós-pago com operadoras; o trade-in; e o nosso próprio financiamento, uma solução que a gente oferece pro varejo com juro mais baixo que o do banco.

Qual a relevâcia do trade-in? 

Não é a principal forma de adquirir nossos produtos porque muitos consumidores passam o telefone antigo para alguém da família. Acaba sendo mais uma opção, mas não é nem de longe a mais utilizada. As vendas com acessórios ou com plano pós-pago são muito fortes, assim como o financiamento.

Quais são os pacotes mais populares?

O mais popular é fone de ouvido Moto Buds, pela qualidade da Bose e pelo fato de não ter outros produtos dessa marca no país. O som é impecável e existe a facilidade de conexão: você abre e já conecta. Isso tem ajudado a vender muito não só para clientes da nossa base, mas para usuários de smartphones da concorrência.

Esse interesse te surpreendeu?

Me surpreendeu. A gente sabia que seria muito forte para nossa base, até que começamos a ver clientes de outras marcas procurando o produto. Tem sido uma surpresa muito positiva. 

Qual é a importância de associar Lenovo e Motorola a eventos como Formula 1 e Copa do Mundo?

Demonstra o apetite em crescer no mercado mundial. Todas as empresas na Formula 1 são de extrema qualidade. O público vê isso e associa a performance, design, inovação. No caso da Copa, estamos falando do maior evento do mundo, capaz de agregar a maior quantidade de pessoas. Se eu tenho um terço do mercado, ainda tenho dois terços para conquistar. Nós vamos falar com um cliente que não estava vendo o nosso produto.

Cadê os brand lovers?

A consultoria Omdia soltou o balanço de maiores vendedores de celular do Brasil: Samsung (40%), Motorola (24%), Xiaomi (16%), Apple (7%) e Realme (6%). Eu postei isso nas minhas redes sociais e repercutiu bastante principalmente com consumidores surpresos com a relevância da Motorola, em segundo lugar. Por que dessa surpresa?

No Brasil, a gente tinha 10% do mercado em 2010 e aumentamos para 30% hoje. A nossa participação vem crescendo.

Eu não tô falando de vendas, mas sim de percepção de marca. Cadê os brand lovers da Motorola? 

Antes, eu tinha um brand lover limitado aos segmentos de entrada (com Moto G) e mass premium (com Edge). Se eu não estava presente no ultra premium, nunca seria lembrado. Agora, com o Signature, nós estamos trazendo uma proposta muito competitiva para que olhem para a Motorola também neste segmento. Eu não estava participando dessa festa e agora entro meio de penetra para disputar e incomodar (risos).

Me valendo aqui da liberdade poética, eu diria que Motorola é visto como “celular de tiozão”. Como conquistar as novas gerações?

Ninguém tem a  estratégia de cores como a Motorola. Te falo de coração, quando a gente fechou a parceria com a Pantone, eu olhei e pensei “caramba!”, pois não tinha ideia do alcance. No ano passado, a Pantone utilizou o nosso escritório para fazer um fórum e deu para ver o nível da discussão, de inteligência de mercado, para identificar padrões.

Eles avaliam as preocupações das pessoas e como as cores têm influência na vida delas. E a partir daí, você tem tendências que são utilizadas pela indústria inteira. Eu lancei o verde no ano passado com o Razr 60 Ultra e um ano depois isso começou a chegar aos produtos mais de entrada. Eu consigo impactar o jovem que está ligado nisso. Cerca de 35% da nossa venda hoje é para este público.

Quanto era antes? 

Era 20%. Hoje, mais da metade das nossas vendas vão para o público feminino. Era 45% e agora chega a 55%. No passado, a maioria dos produtos era cinza, preto ou dourado. Agora, dois terços são coloridos. Nenhum fabricante tem isso.

Os consumidores vão na loja querendo conhecer os aparelhos, o que tem de câmera, memória ou bateria. Eles também pedem para ver o acabamento, a cor. Isso não existia na nossa indústria, somente para roupa ou tênis.

Atualizações de Android

Faz sentido lançar um novo smartphone anualmente para cada linha? No caso de Moto G, às vezes são dois por ano.  

Faz porque a gente vive de movimentar o consumidor. Então é necessário para trazer inovação como ferramenta também de estilo.

Nem tudo é tão inovador assim, vai…

Mas aí, de novo, eu acho que a Motorola tem um lugar diferente. A gente tá evoluindo a tecnologia e também o design. Quando a gente fala de evolução de design, o usuário final tem muita evolução. Quais smartphones você vê com Swarovski?

Você colocaria a cor do ano na categoria de inovação? Porque nem todo mundo enxerga dessa forma… 

Se o consumidor enxerga, é o que interessa pra gente. Se o consumidor entende que é importante ter a cor do ano, Cloud Dancer, pois o mundo está muito tenso, com muita guerra, eu começo a ter um canal de comunicação com ele. Nem todo mundo quer falar só de spec.

Por que dá para colocar sete anos de atualizações no Signature, mas são no máximo três nas outras linhas?

Existem algumas limitações de memória ou de processador, e a gente quer garantir sempre a melhor experiência quando você faz o upgrade. Sabemos que o cliente de produtos de entrada fica em média três anos. Se eu trago pra ele uma atualização maior do que esse tempo, não necessariamente gera valor. Temos que entender o que o consumidor realmente valoriza.

Mão segurando celular Motorola Signature mostrando a tela
Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

E por que oferecer isso justamente para o ultra premium, que costuma ficar com o aparelho por um ano e meio, bem menos do que os sete anos?

Tem ainda questões associadas a hardware e performance que viabilizam os sete anos de evolução. Posso fazer essa promessa de até sete anos, pois vai continuar evoluindo. Mas no segmento ultra premium, isso tem um efeito mais de marketing do que de utilização.

Eu noto que os telefones têm ganhado mais elementos de software próprios. Começa com o Hello Moto e começam a surgir coisas novas, como a tela de configurações diferente. Não tá chegando na hora da Motorola dar um nome a esse sistema, assim como o HyperOS (Xiaomi) e a One UI (Samsung)?

A gente tem o Android como nosso sistema operacional base e algumas camadas de customização que nós desenvolvemos para tornar o visual mais fácil. A nossa preocupação é dar ferramentas para facilitar a migração e o início do cadastro do usuário. Então a gente entende que no momento isso não é importante.

Queremos incomodar a Apple e a Samsung, diz presidente da Motorola

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Rodrigo Vidigal abre o jogo sobre o momento da fabricante no Brasil, com aumento de participação de mercado e forte presença nas operadoras.

(imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Nova marca de celulares deve estrear no Brasil

Nothing Phone 4a está a caminho do Brasil (imagem: divulgação)
Resumo
  • Nothing homologou o Phone (4a) na Anatel com o código de modelo A069.
  • O modelo tem bateria de 5.080 mAh e suporta recarga de 50 W por USB-PD.
  • A fabricação será feita na China; o preço e a data de venda no Brasil ainda não foram informados.

Mais uma marca de smartphones deve entrar no mercado brasileiro: a Nothing, que homologou o Phone (4a) na Anatel. A empresa, fundada por Carl Pei — também conhecido por criar a marca OnePlus (da Oppo) —, obteve a certificação na quinta-feira passada (02/04).

O pedido foi feito pela New Paths Representação Comercial, empresa que atua como intermediária em processos de homologação. Infelizmente, isso dificulta identificar quem será responsável pela importação e venda do Nothing Phone no Brasil.

A fabricante é conhecida pelo estilo minimalista dos seus modelos e também por ser contra lançar celulares todo ano. Segundo o CEO, a empresa prefere esperar até que um novo produto represente um avanço real.

Certificado de homologação do Nothing Phone 4a (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria do Phone (4a) também já foi certificada, com o código de modelo NT07A. Ela tem 5.080 mAh, como a versão vendida na maioria dos mercados, e não a bateria de 5.400 mAh do modelo vendido na Índia.

Para recarga, você que se vire: o Nothing Phone (4a) não deve vir com carregador na caixa, nem mesmo no Brasil. Ele aceita recarga de 50 W por USB-PD.

Bateria do Nothing Phone 4a (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A fabricação será feita na China, o que deve elevar o valor no varejo, já que não poderá usufruir dos benefícios fiscais de produtos montados por aqui.

O Nothing Phone (4a) foi lançado no exterior no início do mês de março com características intermediárias, como o SoC Snapdragon 7s Gen. Outras características miram mais acima, como o conjunto de câmeras traseiras triplo que inclui uma teleobjetiva periscópio com 3,5x de zoom, geralmente vista apenas em aparelhos topo de linha.

Nothing Phone 4a na cor azul (imagem: divulgação)

O modelo se destaca mesmo pelo design: a traseira é translúcida, revelando partes do interior do aparelho, e possui uma série de 7 indicadores com LEDs. São seis brancos, que podem indicar notificações, carga da bateria e muito mais, e um vermelho, que indica quando a câmera está em uso.

O Nothing Phone (4a) também tem um irmão maior, o Nothing Phone (4a) Pro, com tela maior e melhor, construção superior, SoC ligeiramente melhor e que troca a barra de LEDs por uma “mini tela” de 137 LEDs. Este modelo não está certificado no Brasil.

Quanto vai custar?

Não temos informações sobre quando e por quanto o Nothing Phone (4a) será vendido no Brasil. Para comparação, ele é vendido no Reino Unido por 349 libras esterlinas, cerca de R$ 2.400 em conversão direta.

Nova marca de celulares deve estrear no Brasil

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Fabricante de celulares Nothing homologou o Phone (4a) na Anatel. Empresa foi fundada por Carl Pei, cofundador da marca OnePlus, da Oppo.

Nothing Phone 4a (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Nothing Phone (4a) (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Nothing Phone 4a azul (imagem: divulgação)
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Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento

Motorola Razr Fold em exposição em Barcelona (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Motorola Razr Fold recebeu homologação da Anatel em 7 de 2026, com código XT2651-1. O modelo já pode ser vendido no Brasil.
  • O aparelho tem 5G, Bluetooth, NFC, Wi-Fi 7, UWB, carregamento sem fio reverso e suporte à Moto Pen Ultra. Ele usa duas baterias, com 5.760 mAh nominais, e traz carregador de 90 W na caixa.
  • O Razr Fold custa 1.999 euros e 1.799 libras. A Motorola prevê venda no Brasil ainda neste semestre.

Agora vai: o Motorola Razr Fold passou pela homologação na Anatel e já pode ser vendido no Brasil. O smartphone dobrável foi foi anunciado durante a CES 2026 e deve competir diretamente com o Galaxy Z Fold 7, da Samsung, oferecendo alguns recursos a mais.

O modelo foi certificado com o código de modelo XT2651-1 na última terça-feira (7), conforme os documentos visualizados pelo Tecnoblog. Este código de modelo está associado ao codinome Horizon26, segundo o leaker Evan Blass, e condiz com o processo de homologação nos Emirados Árabes Unidos.

A documentação confirma características de um telefone topo de linha, como esperado: conectividade 5G, Bluetooth, NFC, Wi-Fi 7 de três bandas, UWB e carregamento sem fio reverso. Na caixa, o Razr Fold virá com o carregador MC-907 de 90 Watts, capacidade maior do que o Razr Fold é capaz de aceitar (80 Watts).

Certificado de homologação do Razr Fold da Motorola
Certificado de homologação do Razr Fold da Motorola (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Carregador Motorola MC-907 de 90 W durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

No smartphone estão duas baterias (SH29 e SH31) com capacidades nominais de 2.820 e 2.940 mAh, somando 5.760 mAh nominais. Parece lógico assumir que se tratam de baterias que somam 6.000 mAh típicos, a capacidade divulgada pela Motorola para o Razr Fold.

O Razr Fold suporta o uso de caneta stylus (Moto Pen Ultra), acessório que a concorrente sul-coreana removeu no Galaxy Z Fold 7. O Razr Fold também possui grau de proteção contra líquidos superior ao concorrente: IPX9 versus o IP48 do Fold 7 (no entanto, o produto Samsung oferece alguma proteção contra ingresso de poeira).

Moto Pen Ultra (imagem: divulgação)

O smartphone não deve ser barato: ele será vendido por 1.999 euros no velho continente, 1.799 libras no Reino Unido, valores que, em conversão direta, ficam na faixa dos R$ 12 mil por aqui.

Esperamos que a venda do modelo inicie em breve: já há um cadastro de interesse no site da fabricante e a Motorola já informou no passado que pretende vendê-lo ainda neste semestre.

Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento

Motorola Razr Fold (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Razr Fold da Motorola (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador Motorola MC-907 de 90 W durante sua certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Moto Pen Ultra (imagem: divulgação)
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Xiaomi prepara dois smartphones básicos para o mercado brasileiro

Redmi A7 Pro tem bateria de 6.000 mAh (imagem: divulgação)
Resumo
  • Anatel homologou os smartphones Redmi A7 Pro e Poco C81 para venda no Brasil.
  • O Redmi A7 Pro possui tela IPS de 6,9 polegadas, 4 GB de RAM, câmeras de 13 MP e 8 MP, e bateria de 6.000 mAh.
  • O Poco C81 ainda não foi anunciado, mas terá design em dois tons e características similares ao Redmi A7 Pro.

Redmi A7 Pro e Poco C81 já podem ser vendidos no Brasil. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) expediu a certificação dos dois modelos ontem (02/04), liberando a comercialização e uso dos dois celulares em território nacional. O documento foi solicitado pela DL, que representa a Xiaomi no país.

Eles têm códigos de modelo 25128RN17L e 25128PC17 (Redmi A7 Pro e Poco C81, respectivamente) e foram homologados em conjunto, indicando que terão características similares — algo bastante comum entre as fabricantes chinesas de celulares, especialmente a Xiaomi. São características básicas, o que os posiciona como smartphones de entrada.

Certificado da Anatel dos celulares Redmi A7 Pro e Poco C81 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Redmi A7 Pro foi anunciado oficialmente pela Xiaomi na última quarta-feira (01/04). Suas especificações incluem:

  • Tela IPS de 6,9 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz;
  • Resolução de apenas 1.600 x 720 pixels;
  • SoC Unisoc T7250 com meros 4 GB de RAM (64 ou 128 GB de armazenamento);
  • Câmera traseira principal de 13 megapixels e frontal de 8 megapixels;
  • Bateria de 6.000 mAh com carregamento de 15 W;
  • E conectividade de apenas 4G, Bluetooth e Wi-Fi 5, mas sem NFC.

Tudo isso rodando o HyperOS 3 da Xiaomi, baseado no Android 16.

Redmi A7 Pro tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

Já o Poco C85 ainda não foi anunciado, mas não deve divergir muito em suas características. Graças às fotos da certificação, sabemos que ele terá um design com pintura em dois tons na traseira, tradicional da linha Poco, e uma das cores deve ser uma espécie de verde ou azul metálico.

Os modelos serão fabricados pela Xiaomi na China e virão com o carregador MDY-18-EG de 15 W na caixa.

Poco C81 durante o processo de certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Quando chega?

Ainda não temos informações sobre data de lançamento ou valores no Brasil, mas o Redmi A7 Pro é vendido por 129 euros na Alemanha e na Espanha, em torno de R$ 780 em conversão direta.

O modelo deve competir com celulares básicos como o Galaxy A07 e o antecessor A06, além de rivais de outras fabricantes.

Xiaomi prepara dois smartphones básicos para o mercado brasileiro

Redmi A7 Pro (imagem: divulgação)

Certificado Anatel dos Redmi A7 Pro e Poco C81 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Redmi A7 Pro tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

Poco C81 durante o processo de certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Motorola homologa outro celular misterioso no Brasil com bateria de 5.200 mAh

Moto G67
Moto G67 pode ganhar irmão em breve (imagem: reprodução/Motorola)
Resumo
  • O modelo XT2621-5 da Motorola foi homologado pela Anatel, mas os detalhes sobre o novo aparelho ainda são escassos.
  • Ele aparenta ser uma variação dos Moto G67 e G77, com 5G, Wi-Fi 5, NFC e Bluetooth e bateria de 5.200 mAh.
  • A fabricação ocorrerá na Motorola de Wuhan, China, ou na Flex de Jaguariúna (SP), excluindo a unidade de Manaus.

Pois é, de novo: a Motorola Mobility obteve a homologação de mais um smartphone sobre o qual não temos detalhes claros. O modelo XT2621-5 teve seu certificado emitido pela Anatel na última segunda-feira (23/03), conforme os documentos visualizados pelo Tecnoblog.

Ele deve ser uma variação dos Moto G67 e G77, que estão certificados com os códigos de modelo XT2621-1 e XT2621-3. A documentação possui muitas características em comum: a presença de 5G, Wi-Fi 5, NFC e Bluetooth.

Certificado de homologação do Motorola XT2621-5 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Mas, não se anime. Não se trata do Moto G67 Power. A bateria e o carregador inclusos são os mesmos que acompanham os Moto G67 e G77: bateria SP52 de 5.200 mAh típicos e carregador MC-337L de 33 W.

Carregador Motorola MC-337L (imagem: divulgação)

A única diferença relevante entre as certificações dos irmãos Moto G67 e G77 e este novo modelo está nas unidades fabris. Os modelos já lançados podem ser fabricados em três locais, mas o XT2621-5 será fabricado em apenas duas das fábricas: Motorola de Wuhan, na China, ou pela Flex de Jaguariúna (SP), no Brasil, dispensando a unidade manauense.

Não fica claro se o novo smartphone será uma mera revisão de um dos modelos existentes (novamente, Moto G67 ou G77) ou se estamos falando de um novo modelo com muitas características em comum, mas com SoC diferente. Uma possibilidade seria o Moto G57, mas ele foi certificado em outros países como XT2537-2.

Motorola homologa outro celular misterioso no Brasil com bateria de 5.200 mAh

O Moto G67 (imagem: reprodução/Motorola)

Certificado de Homologação do Motorola XT2621-5 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Realme P4 Power, com bateria de powerbank, agora pode ser vendido no Brasil

Imagem promocional mostra um smartphone em um fundo preto, com a parte da bateria destacada com uma arte que ilustra a capacidade de 10.001 miliampere-hora
Realme P4 Power tem bateria de 10.001 mAh (imagem: divulgação)
Resumo
  • Realme P4 Power foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O celular possui bateria de 10.001 mAh e carregador de 80 W.
  • Ele será fabricado na China ou em Manaus e virá com NFC.

Agora vai: o Realme P4 Power, anunciado no final de janeiro na Índia, já pode ser vendido no Brasil. A certificação do smartphone, com código de modelo RMX5107, foi emitida pela Anatel na segunda-feira (23/03), conforme documentos vistos pelo Tecnoblog.

O modelo se destaca pela enorme bateria (que a Realme chama de Titan), com capacidade de 10.001 mAh típicos (9.900 nominais), inserida num smartphone que possui meros 9,1 milímetros de espessura, graças ao uso de ânodos de silício-carbono. O componente tem código de modelo BLPE07 e também já foi aprovado pela agência reguladora.

Imagem mostra um documento de certificação da Anatel
Certificado de homologação do Realme P4 Power (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Para recarregar tamanha bateria, a caixa (que também terá cabo USB, capinha, ferramenta para abrir a bandeja de chip e manuais) inclui o carregador VCB8OABH de 80 W. Este carregador também é utilizado por modelos da Oppo, dona da Realme.

O P4 Power não abre mão de um chip decente, mesmo com uma bateria grande: ele utiliza o SoC Dimensity 7400 Ultra da MediaTek, fabricado no processo de 4 nm da TSMC e com desempenho adequado para a faixa intermediária.

Imagem mostra a bateria do Realme P4 Power sobre uma mesa
Bateria do Realme P4 Power durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

São 8 ou 12 GB de RAM e 128 ou 256 GB de memória interna, duas câmeras traseiras (50 e 8 megapixels), câmera frontal de 16 megapixels e tela AMOLED com taxa de atualização de 144 Hz. Tudo isso rodando o Android 16 (com atualizações prometidas até o Android 20) e com peso de 219 gramas.

Imagem mostra a traseira do P4 Power da Realme. O celular é da cor laranja
Realme P4 Power na cor Flash Orange durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Curiosamente, a certificação brasileira conta com a presença de NFC, recurso que não está presente no modelo indiano. A certificação também revela que ele será fabricado pela Realme na China ou pela Digitron em Manaus (AM).

Qual o preço?

Na Índia, o modelo é vendido a partir de 26.499 rúpias, quase R$ 1.500 em conversão direta. No Brasil, continuamos sem previsão de lançamento ou valores oficiais, mas a fabricante já indicou que lançará o modelo em nosso país.

Realme P4 Power, com bateria de powerbank, agora pode ser vendido no Brasil

Certificado de homologação do Realme P4 Power (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Realme P4 Power na cor Flash Orange durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Cidade brasileira entrega experiência de smart city sem sensores e surpreende turistas

Singapura gastou US$ 73 bilhões construindo uma smart city. São Bento do Sapucaí já tinha uma — só não colocou placa.

O conceito de cidade inteligente, popularizado por consultorias e governos ao redor do mundo, define como ideal um ambiente onde qualidade do ar, mobilidade, bem-estar e uso espontâneo de espaços públicos funcionam de forma integrada. São Bento do Sapucaí entrega isso a partir de R$ 120 a diária.

Não há sensores de IoT nas trilhas nem dashboards municipais monitorando o fluxo do comércio local. Mas os dados chegam de qualquer jeito: o Google Maps já indexou cada mirante, o AllTrails mapeou cada subida do Pico do Baú e o Instagram geolocaliza milhares de registros por mês. A cidade não precisou se tornar tecnológica. A tecnologia foi até ela.

O que os dados de turismo e planejamento urbano mostram sobre a cidade?

De acordo com informações da Secretaria de Turismo de SP, o turismo em São Bento do Sapucaí cresce ano a ano, impulsionado pelas trilhas, mirantes e eventos culturais. Pesquisas indicam que a maioria dos visitantes busca experiências de natureza, ecoturismo e aventura, mostrando a importância de planejar acessos, sinalização e infraestrutura para manter a cidade funcional e atrativa.

O turismo sustentável também incentiva negócios locais, preservação ambiental e pequenas melhorias urbanas que tornam a cidade mais organizada sem perder o charme.

A cidade com a vista mais bonita da Serra da Mantiqueira que encanta turistas
O Pico do Baú oferece uma das vistas mais impressionantes do Sudeste – Créditos: depositphotos.com / MaRabelo

Por que São Bento do Sapucaí é considerada a cidade com a vista mais bonita?

A cidade chama atenção pelo cenário natural, com montanhas, vales e o famoso Pico do Baú, que oferece um panorama de tirar o fôlego. Cada trilha e mirante revela novas perspectivas, perfeitas para fotos, contemplação e conexão com a natureza.

Além do visual, a paisagem influencia a vida urbana: ruas estreitas, comércio local e cafés aproveitam o entorno natural, criando uma experiência única de cidade pequena com alma de natureza.

Leia também:

Como a rotina e os hábitos urbanos se beneficiam do entorno natural?

Morar ou visitar São Bento do Sapucaí significa ter a natureza como extensão do cotidiano. Caminhadas matinais, trilhas curtas e o ar fresco fazem parte da rotina de quem valoriza bem-estar e qualidade de vida.

Em comparação com cidades grandes, o ritmo mais tranquilo permite que moradores e turistas aproveitem espaços públicos, cafés e pequenos mercados com menos pressa e mais atenção aos detalhes.

A cidade com a vista mais bonita da Serra da Mantiqueira que encanta turistas
Natureza, trilhas e arquitetura criam um ritmo urbano tranquilo – Créditos: depositphotos.com / PedroTruffi

Quanto custa visitar ou morar em São Bento do Sapucaí?

Além do visual incrível, o custo de vida e turismo na cidade é relativamente acessível, principalmente em comparação a capitais ou destinos de serra mais famosos. Confira um resumo:

✨ Custos médios ✨

1
A hospedagem diária costuma variar entre R$ 120 e R$ 250.
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2
A alimentação em restaurante tem preços médios entre R$ 25 e R$ 60.
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3
O transporte local é básico, com uso comum de carro ou moto.
⬇
4
As atividades guiadas custam em média entre R$ 50 e R$ 150 por trilha.

Esses valores tornam a cidade atraente para turistas e residentes que buscam natureza e conforto sem preços exorbitantes.

Como São Bento do Sapucaí se conecta às tendências urbanas e turísticas?

A cidade vem explorando turismo de experiência e sustentabilidade, valorizando trilhas, mirantes e pequenas iniciativas de ecoturismo urbano. Esse movimento integra bem-estar, inovação e preservação ambiental, criando um modelo de cidade inteligente em harmonia com a natureza.

São Bento do Sapucaí mostra que planejamento, cultura e contato com o entorno natural podem transformar a experiência urbana, fazendo com que cada visita ou dia vivido ali seja memorável. Viver ou visitar a cidade é perceber como cidades menores podem ensinar sobre equilíbrio entre vida urbana e natureza, trazendo bem-estar, cultura e aventura de forma leve e prazerosa.

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Cheirinhos naturais ativam o cérebro e transformam o ambiente sem usar tecnologia

Perfumar a casa sem química pesada e ainda cuidar da mente parece sonho, mas dá pra fazer com plantas, ervas e especiarias que a gente já conhece. Esse aromatizador natural simples, dura dias e cria um clima de bem-estar que se sente no corpo inteiro. Estudos feitos por pesquisadores da UNIRIO e publicadas na revista cientifica Research, Society and Development explicam os efeitos dessa opção.

Por que aromas naturais das plantas fazem tão bem para a saúde?

Uma pesquisa conduzida por pesquisadores da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e publicada na revista científica Research, Society and Development analisou os efeitos da aromaterapia na saúde mental. O estudo aponta que a inalação de óleos essenciais naturais, como os de lavanda e frutas cítricas, pode contribuir para a redução da ansiedade, melhora do humor e sensação de relaxamento, graças à ação direta dos aromas sobre áreas do cérebro ligadas às emoções.

Como um aromatizador natural melhora o bem-estar no dia a dia?

Em casa, ele transforma o ambiente em poucos minutos. No trabalho, ajuda a criar uma sensação de foco e leveza. Em quartos, contribui para um clima mais relaxante e acolhedor.

Além disso, usar aromas naturais reduz a exposição a fragrâncias sintéticas, o que pode ser um alívio para quem sente dor de cabeça, irritação respiratória ou desconforto com cheiros artificiais.

Plantas e ervas podem perfumar a casa e acalmar a mente com esse aromatizador natural
Usar ervas frutas e especiarias cria bem-estar sem química pesada – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)

De que forma ervas e especiarias atuam no corpo e na mente?

Quando inalamos aromas naturais, o sistema olfativo envia sinais diretos ao cérebro, especialmente às áreas ligadas às emoções. Por isso, certos cheiros trazem calma quase imediata.

Plantas como alecrim, lavanda, canela e cravo liberam óleos essenciais naturais durante a infusão, ajudando a criar um ambiente mais equilibrado, agradável e mentalmente confortável.

Leia também:

Fazer aromatizador natural é caro ou acessível para qualquer pessoa?

A boa notícia é que é simples, barato e perfeito até para quem nunca cuidou de plantas. Com poucos itens, já dá para montar um aromatizador que dura dias.

Veja um esquema básico de custo e facilidade:

Aromatização Natural
🌿

Alecrim ou hortelã

Aromatização fresca e herbal, ótima para cozinha e sala.

Custo: baixo Dificuldade: muito fácil Aroma: 2 a 3 dias
🧡

Cravo e canela

Perfil quente e aconchegante — perfeito para dias frios.

Custo: baixo Dificuldade: fácil Aroma: 3 a 5 dias
🍊

Casca de laranja/limão

Cítrico limpo e leve, excelente para renovar o ambiente.

Custo: quase zero Dificuldade: muito fácil Aroma: 2 a 4 dias
🔥

Água + fogo baixo

Base do método: aqueça lentamente para liberar os aromas dos ingredientes.

Custo: — Dificuldade: muito fácil Aroma: —
Plantas e ervas podem perfumar a casa e acalmar a mente com esse aromatizador natural
Aromas de plantas atuam diretamente no cérebro e ajudam a reduzir ansiedade – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)

O aromatizador natural faz parte do futuro do bem-estar verde?

Cada vez mais pessoas buscam casas com mais natureza, mesmo em espaços pequenos. Aromatizadores naturais entram nessa tendência de biofilia, que conecta saúde mental e ambientes verdes.

Jardinagem terapêutica, hortas em casa e o uso consciente de plantas mostram que bem-estar não precisa ser caro nem complicado. É sobre voltar ao simples, ao natural e ao que faz sentido para o corpo e a mente. Cuidar das plantas, do ar da casa e dos cheiros ao redor é uma forma suave de autocuidado. Pequenos rituais verdes deixam o dia mais leve, equilibrado e cheio de vida.

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Ciência explica por que seu espelho mancha mesmo depois de limpar do jeito certo

Pesquisadores precisaram estudar a física das gotas para descobrir o que qualquer um com um espelho manchado já sabe: o problema não é a sujeira — é a ciência da secagem.

Limpar espelhos e vidros parece simples, mas basta um movimento errado para surgirem manchas, marcas e aquele efeito embaçado irritante. A boa notícia é que existe um jeito certo e ele envolve menos produto, mais técnica e alguns truques que surpreendem, como mostram o estudo “Droplet Removal by Capillary Lifting” publicado na arXiv preprint.

Estudos explicam por que a técnica e a secagem evitam manchas em vidros

Pesquisas sobre interação entre líquidos e superfícies lisas, como o estudo Droplet Removal by Capillary Lifting (Sun et al., 2025), mostram que a remoção eficiente de gotas depende da tensão superficial e da forma como o líquido é espalhado e retirado. Esses achados ajudam a entender por que soluções adequadas e secagem imediata reduzem marcas, já que evitam o acúmulo irregular de resíduos e a formação de manchas durante a evaporação.

O que a física chama de “remoção capilar de gotas”, a dona de casa chama de “pano seco no final”. Mas agora tem equação explicando por quê.

Por que espelhos e vidros mancham mesmo após a limpeza?

A curiosidade começa quando o vidro parece limpo, mas seca todo marcado. Isso acontece porque resíduos de produto, gordura invisível e até minerais da água ficam na superfície após a evaporação.

Outro detalhe pouco conhecido é que o excesso de produto piora o resultado. Quanto mais líquido aplicado, maior a chance de ele secar de forma irregular e deixar rastros.

Esse truque simples evita manchas ao limpar vidros e espelhos
Técnica correta e secagem imediata evitam manchas em vidros e espelhos – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)

Como esse problema aparece no dia a dia sem a gente perceber?

Banheiros embaçados, janelas com marcas de dedo e espelhos opacos são sinais clássicos de limpeza feita do jeito errado. Muitas vezes, o pano está sujo ou a secagem não foi completa.

A luz natural ou artificial revela tudo. O vidro até parece limpo de frente, mas basta mudar o ângulo para enxergar manchas que passam despercebidas na hora.

Leia também:

Quais curiosidades e truques fazem toda a diferença?

Alguns detalhes simples mudam completamente o resultado final. Antes de aplicar qualquer mistura, entender esses pontos ajuda a evitar erros comuns e melhorar o acabamento.

Veja curiosidades rápidas que fazem diferença real:

  • Papel-toalha pode soltar fiapos; panos de microfibra são mais eficazes
  • Limpar em movimentos verticais de um lado e horizontais do outro ajuda a identificar manchas
  • Água morna potencializa a ação do álcool ou vinagre
  • Secar logo após limpar é mais importante do que esfregar muito
Esse truque simples evita manchas ao limpar vidros e espelhos
Excesso de produto é o principal vilão das marcas em superfícies de vidro – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)

Por que vale a pena aprender o jeito certo de limpar vidros e espelhos?

Além de economizar tempo e produto, a técnica correta reduz retrabalho e frustração. Um vidro limpo de verdade melhora a iluminação, a sensação de organização e até o humor.

Saber esses detalhes transforma uma tarefa comum em algo rápido e eficiente. É aquele tipo de conhecimento simples que melhora o dia sem esforço extra. Pequenos truques do cotidiano mostram como aprender coisas novas pode ser leve, útil e até divertido. Às vezes, a diferença está só em mudar o jeito de fazer.

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Motorola homologa celular misterioso no Brasil

Motorola (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Motorola deve lançar novo smartphone no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Motorola homologou na Anatel o modelo XT2607-1, com bateria de 6.500 mAh e carregador de 90 W.
  • Pouco se sabe sobre o aparelho, mas, segundo a certificação, ele vem com 5G, Bluetooth, NFC, carregamento sem fio e Wi-Fi 6E.
  • O smartphone será fabricado na China e no Brasil, e pode integrar a linha Edge 70.

A firma de Chicago não para. Desta vez, a Motorola Mobility homologou o XT2607-1, um smartphone sobre o qual pouco sabemos.

O documento, visualizado pelo Tecnoblog, foi expedido pela Anatel na quarta-feira (18/03), por solicitação da filial brasileira da companhia.

O que sabemos sobre o XT2607-1?

Certificado de homologação do XT2607-1 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Já se sabe que o codinome do aparelho é Terrain26, graças ao tradicional leaker Evan Blass. Ele divulgou uma lista de nomes obtida em uma página de suporte da Lenovo, dona da Motorola, mas não revelou qual será o nome comercial do modelo.

A homologação brasileira revela mais alguns detalhes: o modelo tem 5G, Bluetooth, NFC, carregamento sem fio e Wi-Fi 6E. A presença de Wi-Fi de 6 GHz implica que o modelo deve ser de gama intermediária para cima, mas não um aparelho topo de linha, já que modelos high-end costumam ser lançados com Wi-Fi 7.

Certificado de conformidade do XT2607-1 revela presença de Wi-Fi 6E (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O documento também revela a bateria: ele virá com o componente denominado ST65, fabricado pela ATL. E, como o nome indica, ela tem 6.500 mAh típicos (6.325 mAh nominais).

Bateria ST65, utilizada no XT2607-1 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O componente tem cerca de 6,5 cm por 9,5 cm e aparenta ser bem fino, apesar da construção com duas células, o que parece indicar o uso de ânodos de silício-carbono, algo que a Motorola tem adotado em vários de seus modelos recentes. Essa bateria recarregará com um carregador de 90 W, o mesmo utilizado pelo Signature.

O smartphone será fabricado na fábrica da Motorola em Wuhan, na China, e na fábrica da Flex em Jaguariúna (SP), no Brasil.

Pelas características, deve se tratar de mais um membro da família Edge 70. Recentemente, a Motorola lançou o Edge 70 e os irmãos Edge 70 e 70 Plus por aqui, mas os Edge 60 Pro e Neo ainda não têm sucessor — nem mesmo no exterior.

Motorola homologa celular misterioso no Brasil

Motorola (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Certificado de homologação do XT2607-1 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado de conformidade do XT2607-1 revela presença de Wi-Fi 6E (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

Razr 60 Ultra aberto no formato de tenda e apoiado sobre mesa. A tela externa tem um contorno colorido, indicando a ativação da Moto AI.
Motorola Razr 60 Ultra vai ganhar sucessor em breve (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Razr 70 Ultra da Motorola foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • Com o código de modelo XT2655-1, ele mantém conectividade 5G, Bluetooth, Wi-Fi 7, NFC e UWB.
  • As baterias do Razr 70 Ultra têm capacidade total de 4.800 mAh, indicando um aumento de 300 mAh em relação à versão anterior.

A Motorola Mobility continua investindo em seus smartphones dobráveis. Depois da homologação do irmão menor da linha Razr 70 em janeiro, e do anúncio do Razr Fold no começo deste mês, o Razr 70 Ultra também foi homologado. Com código de modelo XT2655-1, ele teve seu certificado aprovado pela Anatel na última quinta-feira (12/03), conforme a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Certificado de homologação do Razr 70 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A documentação não revela grandes mudanças: ele permanece com conectividade 5G, Bluetooth, Wi-Fi 7 de três bandas, NFC e UWB, características já presentes no Razr 60 Ultra.

As baterias têm códigos de modelo SS37 e SS13, com 3.635 mAh e 1.165 mAh, somando 4.800 mAh nominais. Provavelmente, serão anunciadas como tendo 5.000 mAh típicos.

Ou seja, um aumento de 300 mAh em relação à versão atual, indicando que, ao contrário de vários modelos já lançados pela Motorola, o Razr 70 Ultra ainda não recebeu baterias de silício-carbono.

Na caixa vendida no Brasil, o Razr 70 Ultra virá com o carregador MC-687N, melhor conhecido pelo seu nome comercial de TurboPower 68 W, também o mesmo que já acompanha o Razr 60 Ultra.

Razr 70 na certificação do TENAA chinês (imagem: reprodução/Gizmochina)

O design deve se manter semelhante ao atual. Sabemos que o design do Razr 70 não mudou muito, conforme revelado por sua certificação chinesa, e não há razão para crer que o Razr 70 Ultra diverja.

A linha Razr 60 foi certificada em março do ano passado, e foi lançada aproximadamente um mês depois, em abril, o que pode indicar que o lançamento da nova linha não deve demorar. E provavelmente por um bom motivo: a fabricante detém cerca de metade do mercado de dobráveis nos EUA e na América Latina, segundo a consultoria IDC.

Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

Motorola Razr 60 Ultra (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Razr 70 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Exclusivo: Sky assina contrato de operadora virtual com a Surf Telecom

Imagem com um fundo vermelho vibrante. Em primeiro plano, um smartphone moderno com bordas finas exibe uma tela vermelha com o logotipo branco da empresa "SKY" no centro. Duas torres de telecomunicação estão desfocadas em ambos os lados, com ondas de sinal de celular em arcos amarelos.
Sky quer lançar operadora virtual no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Bruno Andrade/Tecnoblog)
Resumo
  • Sky assinou um contrato de operadora virtual com a Surf Telecom e submeteu à Anatel para homologação.
  • A empresa planeja entrar no mercado de telefonia móvel no Brasil e iniciar operações em até 180 dias após a assinatura.
  • Iniciativa faz parte da estratégia da controladora Waiken de diversificar negócios no Brasil.

A Sky, segunda maior operadora de TV paga tradicional (e maior entre as que prestam o serviço por satélite), pretende entrar no ramo de telefonia celular no Brasil. Um contrato de MVNO (operadora virtual) com a Surf Telecom foi assinado e submetido para homologação da Anatel, segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Sabíamos do interesse desde novembro do ano passado, quando o presidente da empresa, Darío Werthein, revelou detalhes junto com o anúncio da nova holding Waiken ILW. O contrato, no entanto, é o primeiro passo concreto para a realização desse plano.

A Surf Telecom atua no setor de MVNOs desde que lançou a Correios Celular em 2017, após vencer a licitação para oferecer o serviço para a estatal. A empresa também fornece infraestrutura e operação como MVNO e MVNE (Mobile Virtual Network Enabler) para diversas marcas, incluindo Carrefour, Uber, provedores regionais e outras companhias.

Contrato de MVNO entre Surf Telecom e Sky (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A assinatura do contrato não quer dizer que a Sky já pode vender o seu serviço de telefonia móvel. O acordo ainda precisa ser homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações, que pode solicitar ajustes no contrato — especialmente se identificar a ausência de cláusulas obrigatórias no documento.

O contrato foi submetido para avaliação da Anatel no dia 29 de janeiro, o que se alinha com a previsão feita em novembro por Werthein, de que o lançamento ocorreria ainda no primeiro trimestre deste ano.

O documento assinado pela Sky obriga o início da operação em 180 dias após a assinatura do contrato, prazo que pode ser alterado por comum acordo entre ambas as empresas. O grupo que controla a Sky, vale lembrar, já oferece telefonia móvel em sua operação colombiana, com a marca DirecTV.

MVNO faz parte de estratégia de diversificação

A vindoura MVNO não é a única investida da Waiken ILW/Werthein no Brasil. A empresa adquiriu os provedores regionais Zaaz e Proxxima, passando a entrar no mercado de banda larga fixa com rede própria, além de ter repassado os clientes da Sky Fibra para a Flix, saindo do mercado de banda larga via redes neutras.

A TV por assinatura tradicional continua o maior em número de clientes para a empresa, mas vem perdendo terreno: a Sky passou de um pico de 5,7 milhões de assinaturas em abril de 2015 para pouco mais de 2 milhões em janeiro deste ano.

Decodificador do Claro TV+ Box com controle remoto
Claro TV+ Box é uma das opções de IPTV que concorrem com a Sky (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

A pirataria e a concorrência com serviços de streaming (como o Claro TV+ e Netflix) são fatores cruciais dessa queda, além da relevância declinante da TV tradicional, que também vem perdendo canais com a preferência das empresas de conteúdos pelos próprios serviços de streaming.

No horizonte da Sky também está outra aliança estratégica: a empresa será a parceira brasileira que venderá o serviço de internet via satélites de órbita baixa (LEO) da Amazon, o Amazon Leo.

Exclusivo: Sky assina contrato de operadora virtual com a Surf Telecom

Sky pode lançar operadora virtual no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Bruno Andrade/Tecnoblog)

Contrato de MVNO entre Surf Telecom e Sky (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Claro TV+ Box é uma das opções de IPTV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)
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MacBook Neo é homologado para venda no Brasil

Fotografia colorida mostra um MacBook Neo de cor verde sobre uma bancada, em exposição.
MacBook Neo é o novo laptop de entrada da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • MacBook Neo e MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro foram homologados pela Anatel e podem ser vendidos no Brasil.
  • O Neo vem com SoC A18 Pro, mesmo do iPhone 16 Pro, e custa a partir de R$ 7.299.
  • Já o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro tem GPU de 20 núcleos, largura de banda de memória de 307 GB/s e custa R$ 33.999.

A Apple tem pressa: pouco mais de uma semana após o anúncio, o novo MacBook Neo, laptop de entrada da fabricante americana, foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no país.

Ele tem o código de modelo A3404 e consta na agência com status “Homologação Emitida”, mas infelizmente ainda não é possível acessar a documentação. No site oficial da Apple no Brasil, o Neo custa a partir de R$ 7.299.

Imagem mostra quatro Macbooks Neo, nas cores branco, rosa, amarelo e azul escuro. O fundo da imagem é branco
MacBook Neo tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

O MacBook Neo vem com o SoC A18 Pro da Apple, já utilizado no iPhone 16 Pro e Pro Max, lançados no final de 2024. O laptop será comercializado em opções com 256 GB de armazenamento ou 512 GB de armazenamento e leitor de digitais Touch ID.

Ambos os modelos vêm com 8 GB de RAM e estão disponíveis em quatro cores: prateado, blush (rosa claro), amarelo-cítrico ou índigo (azul escuro).

Mais um MacBook Pro a caminho

Imagem mostra um certificado de homologação da Anatel
Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Como noticiamos na segunda-feira (09/03), vários dos MacBooks com os novos chips M5 foram homologados, mas ainda faltavam três com esta linha de SoCs. Agora só faltam dois: o MacBook Pro de 16 polegadas com chip M5 Pro (modelo A3428) também foi homologado pela Anatel.

A diferença para o seu irmão mais potente fica na GPU, na largura de banda da memória e na capacidade de codificação e decodificação de vídeo ProRes: o M5 Max é oferecido em opções de GPUs de 32 e 40 núcleos com dois motores de vídeo ProRes e larguras de banda de memória de 460 e 614 GB/s.

Já o M5 Pro possui “apenas” 20 núcleos em sua GPU, um motor de conversão de vídeo ProRes e largura de banda de memória de 307 GB/s. Tudo isso tem seu preço: o MacBook Pro de 16 polegadas mais barato (com o M5 Pro) custa R$ 33.999 no site da empresa.

MacBook Neo é homologado para venda no Brasil

MacBook Neo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(imagem: divulgação)

Certificado de homologação do MacBook Pro de 16" com M5 Pro (imagme: Everton Favretto/Tecnoblog)
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MacBooks com chip M5 são homologados pela Anatel

MacBook Pro com M5 Max (imagem: divulgação/Apple)
Resumo
  • Anatel homologou os MacBooks Air e Pro com chip M5 e o iPad Air com processador M4 para venda no Brasil.
  • O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max custa entre R$ 47.999 e R$ 90.399, enquanto os MacBooks Air de 13 e 15 polegadas custam R$ 13.999 e R$ 15.999, respectivamente.
  • Os iPads Air com processador M4, modelos A3459 a A3462, variam de R$ 7.499 a R$ 17.999.

Foi rápido: a Apple anunciou na semana passada os novos MacBooks Air e Pro com chips M5, e eles já podem ser vendidos no Brasil, após serem certificados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na sexta-feira (06/03).

Com a certificação, chegam ao país o Macbook Pro de 16 polegadas com o M5 Max (modelo A3429); MacBook Air de 15 polegadas com M5 (A3448) e MacBook Air de 13 polegadas (A3449), também com M5.

O que eles têm de novo?

Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max é o mais potente entre eles, contando com o novo chip de 18 CPUs e GPU em duas opções: 32 e 40 núcleos.

Também é o mais caro entre as novidades, custando a partir de R$ 47.999 e podendo ir até R$ 90.399 na especificação com tela Nano Texture, 128 GB de RAM e 8 TB de armazenamento.

Ilustração dos chips M5 Pro e M5 Max
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)

Os MacBooks Air com M5 custam bem menos: no site oficial, o modelo de 13 polegadas parte de R$ 13.999 e o de 15 polegadas, de R$ 15.999. Ambos vêm com 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.

Para completar os lançamentos, ainda faltam as certificações dos novos MacBook Pro de 14 polegadas com M5 Pro e Max, o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro e o novo MacBook Neo.

Preços dos novos MacBooks

  • MacBook Air M5 13″: R$ 13.999
  • MacBook Air M5 15“: R$ 15.999
  • MacBook Pro M5 Pro 14″: R$ 26.999
  • MacBook Pro M5 Max 14″: R$ 44.999
  • MacBook Pro M5 Pro 16″: R$ 33.999
  • MacBook Pro M5 Max 16″: R$ 47.999

iPad Air também está homologado

iPad Air com M4 mostrando janelas com uma videochamada, um app de anotações e um app de design gráfico
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)

Já a nova linha de iPads Air com processador M4 está completa: os modelos A3459, A3460, A3461 e A3462 estão homologados. Eles correspondem, respectivamente, aos iPad Air de 11 polegadas (Wi-Fi e 5G) e aos iPad Air de 13 polegadas (Wi-Fi e 5G).

Os modelos começam em R$ 7.499 (11 polegadas com 128 GB) e vão até R$ 17.999 (13 polegadas com 1 TB de armazenamento).

Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13″ com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

MacBooks com chip M5 são homologados pela Anatel

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Apple recebeu autorização para vender MacBook Air e MacBook Pro com chip M5 no Brasil. Novo iPad Air com processador M4 também foi certificado pela agência.

Certificado Anatel do MacBook Pro de 16" com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)

Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13" com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

Galaxy A37 já está homologado pela Anatel (arte: Vítor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Galaxy A37 foi homologado pela Anatel com código de modelo SM-A376B/DS.
  • O celular deve manter conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, além da bateria de 5.000 mAh.
  • O aparelho trará processador Exynos 1480 e GPU Xclipse 530, e poderá ser produzido na Coreia do Sul, Vietnã ou Brasil.

A Samsung continua preparando o terreno para renovar sua popular linha Galaxy A no Brasil: depois do A57, o Galaxy A37 foi homologado pela Anatel. O novo smartphone foi aprovado na última quinta-feira (05/03), com código de modelo SM-A376B/DS, segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Ao contrário do irmão maior, a certificação não revela nenhuma grande novidade: o celular deve manter a conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, como o antecessor.

Certificado de homologação do Galaxy A37 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria também não muda: são 5.000 mAh típicos, com o mesmo componente utilizado no A36, A56 e no vindouro A57 (EB-BA566ASY). Para recarregar a bateria, o A37 virá com o mesmo carregador que acompanhará o A57: o EP-TA200 de 15 W.

A principal mudança deve ficar no processador: sai o Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm e entra o Exynos 1480 da própria Samsung, que estreou em 2024 no Galaxy A55.

Mão segurando carregador de celular sobre fundo abstrato
Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O novo chip deve trazer um aumento de performance de CPU de cerca de 20% em relação ao A36, um aumento significativo. A GPU passa a ser a Xclipse 530, desenvolvida com tecnologia da AMD.

A quantidade de RAM não é revelada pela documentação, mas, considerando a crise atual, não há motivos para a Samsung alterar a quantidade para cima: o A36 é vendido hoje no Brasil em opções de 6 GB (com 128 GB de armazenamento) e 8 GB de RAM (com 256 GB de memória interna).

Também similar ao irmão maior, o A37 poderá ser produzido na Coreia do Sul, Vietnã ou no Brasil (em Manaus e Campinas). Ele deve chegar em quatro cores: awesome charcoal (cinza/preto), awesome graygreen (cinza esverdeado), awesome lavender (violeta) e awesome white (branco).

Mão segurando celular
Galaxy A55 inaugurou o SoC Exynos 1480 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quando estará disponível?

Ainda não temos informações sobre a data de lançamento e preços. Para comparação, o Galaxy A36 chegou ao Brasil por R$ 2.699 na versão de 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento.

Hoje, é possível encontrar o modelo no varejo por preços em torno dos R$ 1.500 ou menos em promoções.

Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

Galaxy A37 já está homologado pela Anatel (arte: Vítor Pádua/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Galaxy A37 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

Galaxy A55 tira fotos de até 50 megapixels (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone 17e passa pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil

Quatro iPhones 17e lado a lado, parcialmente sobrepostos. Os três primeiros estão virados para trás e são das cores preto, branco e rosa. O quarto, também rosa, está virado para frente.
Cor rosa é uma das novidades da família iPhone 17e (imagem: divulgação)
Resumo
  • O iPhone 17e foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O modelo traz o processador Apple A19, armazenamento inicial de 256 GB e MagSafe.
  • O aparelho mantém as dimensões do 16e, mas adiciona uma nova cor e vidro Ceramic Shield.

Nem demorou: o novo iPhone 17e, lançado na última segunda-feira (02/03), já pode ser vendido no Brasil. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou o smartphone na última terça-feira (03/03). O aparelho será vendido no Brasil a partir de R$ 5.799, e a pré-venda começa na próxima segunda-feira (09/02).

Certificado de homologação do iPhone 17e (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O aparelho que será vendido por aqui tem o código de modelo A3634. Um detalhe curioso da certificação é o número Anatel, que tem 25 como dígitos centrais (que se referem ao ano), indicando que o processo de homologação do iPhone 17e iniciou ainda no ano passado. Infelizmente, não tivemos acesso ao restante da documentação para corroborar esta informação.

O iPhone 17e traz como principais novidades em relação ao antecessor 16e: o novo processador/SoC Apple A19, mais rápido; mais memória interna (a partir de 256 GB); carregamento sem fio MagSafe; uma opção extra de cor (rosa-pálido); proteção de tela com a nova geração do vidro Ceramic Shield.

O restante das especificações permanece igual ao 16e — até mesmo as dimensões.

Dois iPhones 17e sobrepostos. O de cima é rosa e está com a tela virada para baixo, mostrando sua única câmera traseira. O de baixo é preto e está com a tela virada para cima, mostrando o notch na tela.
Câmera única e notch continua presentes na linha de entrada da Apple (imagem: divulgação)

iPhone 17e passa pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil

Cor rosa é uma das novidades da família iPhone 17e (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do iPhone 17e (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Câmera única e notch continua presentes na linha de entrada da Apple (imagem: divulgação)
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