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Depois Daquele Ano equilibra romance juvenil e as dores da vida adulta

Após o sucesso de Off-Campus, o Prime Video segue apostando nas adaptações literárias. Adaptada do best-seller de Carley Fortune, a série Depois Daquele Ano (Every Year After) estreia nesta semana na plataforma de streaming com 8 episódios

Protagonizada por Sadie Soverall (Fate: A Saga Winx e Depois do Apocalipse) e Matt Cornett (High School Musical: The Musical: The Series), a trama se passa na cidade fictícia de Barry’s Bay, local onde, por seis anos e uma semana, Persephone (Percy) Fraser e Sam Florek passavam os verões juntos.
 

A princípio, a série parece ser bem clichê: melhores amigos de infância que se apaixonam, mas que por circunstâncias da vida acabam se separando. Mas, para quem espera encontrar um romance leve e fofo aqui, já aviso que Depois Daquele Ano  é uma daquelas histórias com muitas camadas. O modo como a narrativa é desenvolvida torna tudo muito real, porque ela fala de desentendimentos, medos, culpas, arrependimentos, desencontros e tudo aquilo que, de certo modo, faz parte da vida adulta.

Como não li o livro, não posso julgar até que ponto a adaptação foi fiel à obra na qual se baseia. Por isso, vou compartilhar com você as minhas impressões sobre a série sendo o meu primeiro contato com a história. Confira!

O reencontro e o peso de um passado mal resolvido

Já imaginou receber um telefonema de alguém do seu passado após dez anos e essa simples chamada fazer com que você precise encarar aquele lapso de momento no qual tomou uma decisão que se tornou o maior arrependimento da sua vida? É exatamente isso que acontece com Percy Fraser em Depois Daquele Ano .

Com um enredo que intercala entre o presente dos personagens e flashbacks que nos revelam como o relacionamento deles foi construído verão após verão, a série entrega drama e romance juvenil na mesma medida.

Acredito que um dos grandes diferenciais de Depois Daquele Ano  é que, embora ela não seja uma história pesada, igualmente não é tão simples. Mesmo os personagens coadjuvantes não estão ali só para servir de apoio para a trama principal; eles também têm seus dilemas, questões não resolvidas e sombras, e isso fez com que a série prendesse a minha atenção do primeiro até o último episódio.

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Sadie Soverall e Matt Cornett vivem os protagonistas Percy e Sam na adaptação literária Depois Daquele Verão do Prime Video. (Imagem: Amazon MGM Studios/Divulgação)

Porque, apesar de ser uma ficção, as histórias são muito reais, do tipo que pode acontecer comigo, com você ou com alguém próximo, e isso cria uma identificação instantânea, porque em nenhum momento a vida é romantizada aqui. Ela é retratada com seus altos e baixos, idas e vindas, recomeços e despedidas.

Da doçura do primeiro amor à dor da primeira desilusão

O início do relacionamento de Percy e Sam tem toda aquela doçura e inocência de quem está saindo da infância e entrando na adolescência, onde naturalmente tudo parece um pouco mais confuso. A amizade que começou à beira do lago a cada verão se tornava um vínculo mais forte e, inevitavelmente, se transformou em algo muito maior.

E como o primeiro amor é mágico, não é mesmo? Com todos aqueles novos sentimentos e descobertas que surgem com ele. Embora o medo de estragar a longa amizade existisse por parte de ambos, era perceptível que Percy estava mais disposta a correr o risco do que Sam para que o relacionamento deles acontecesse.

Um parêntese precisa ser aberto aqui, pois, apesar de a narrativa por parte da Percy focar mais na questão do relacionamento dela com o Sam, a história do protagonista masculino não gira somente em torno disso. Logo no primeiro episódio, é perceptível que a relação de Sam com o irmão mais velho, Charlie, interpretado por Michael Bradway (Chicago Fire), tem um papel importante no desenvolvimento do personagem.

O Charlie pode até ser considerado um protagonista não oficial, por assim dizer, pela sua importância tanto para o bem como para o mal na série. Ele meio que age como um agente do caos para tirar o irmão caçula de sua zona de conforto. 

Tanto que é justamente Charlie que percebe que entre Sam e Percy há algo a mais do que apenas uma amizade. Ele é o tipo de personagem que em diversas situações me deixou dividida, pois, ao mesmo tempo que o Charlie é carismático e divertido, ele também tem aquela pose típica de bad boy que não leva nada e nem ninguém a sério e, sinceramente, personagens assim estão longe de ser os meus favoritos.

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O personagem Charlie, interpretado por Michael Bradway, tem um papel importante no arco dos protagonistas. (Imagem: Amazon MGM Studios/Divulgação)

Acredito que é justamente essa dualidade e por ele não ser alguém tão  linear, que Charlie acaba se destacando na série. Percy e Sam são, até certo ponto, constantes, ambos com uma personalidade mais introvertida e reservada, fato pelo qual os dois se tornam melhores amigos. Entretanto, conforme crescem, Percy vai adquirindo uma intensidade que Sam nem sempre consegue acompanhar. É nesse limiar de final de adolescência que os primeiros encontros e desencontros dos dois começam, e é aí que Charlie demonstra uma maturidade e sensibilidade que me surpreenderam.

Longe de mim defender o Charlie, porque sim, ele errou e errou feio. Mas o Sam como protagonista, ao menos na série, não me cativou. Achei o personagem  um tanto apático, do tipo que sempre precisa de um empurrão de alguém para agir.

Além disso, apesar de não ter sido muito retratado na série, fica evidente que o Charlie foi o grande suporte da mãe, Sue (Elisha Cuthbert, de 24 Horas), antes de sua partida, que é justamente o motivo pelo qual Percy volta para Barry’s Bay e se reencontra com Sam.

Mas o reencontro deles, ao contrário do que se espera, não é nada romântico. Há uma tensão subentendida, culpas e mágoas de ambas as partes que me fizeram perguntar o que poderia ter acontecido há uma década para que aquela amizade tão linda e o amor dessem lugar a uma frieza educada e dolorosa.

Percy se sente culpada por um ato impulsivo, motivado pelo que na época ela julgou como rejeição por parte de Sam. A personagem sabe que, por mais que os dois ainda tenham sentimentos um pelo outro, eles não podem ficar juntos sem que o passado seja revelado, e essa revelação que pode destruir muito mais do que o futuro da relação dos dois.

E é nesse ponto que a história fica tão humana e real. Afinal, relacionamentos são complicados? Sim. Tudo poderia ter sido resolvido com uma boa conversa? Quem sabe? Percy foi precipitada em seu julgamento e acabou errando, mas e o Sam? Será que se, talvez, ele tivesse sido mais sincero e deixado claro o que era prioridade naquela época da sua vida, o afastamento teria sido tão traumático e deixado as coisas mal resolvidas?

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A trama de Depois Daquele Verão intercala linhas temporais para revelar os segredos do passado e as mágoas do presente. (Imagem: Amazon MGM Studios/Divulgação)

Era óbvio que ele estava mais focado nos seus estudos do que no namoro, então por que não conversar para encontrar uma solução com a Percy que causasse o mínimo de mágoa possível? Sam, por medo de ferir os sentimentos da namorada, também acabou gerando anos de dor e arrependimentos para os dois.

O papel da amizade como um respiro necessário na narrativa

Em meio a todo o drama de Percy e Sam, a série ainda consegue abordar a importância e o papel da amizade, tanto na adolescência como na vida adulta. Delilah (Abigail Cowen, de Amor e Redenção) se torna a melhor amiga da protagonista durante os verões em Barry’s Bay e com isso passa a ser parte do grupo formado com Sam e Charlie.

Extrovertida e namoradeira, Delilah é o completo oposto de Percy e, por esse motivo mesmo, com as diferenças, a união delas se torna o porto seguro em diversas ocasiões, apesar de terem passado dez anos afastadas. É muito bonito ver Percy apoiando Delilah nos momentos em que ela mais precisava de um abraço amigo.

Outros personagens que chamam a atenção são a Chantal (Aurora Perrineau, de Westworld) e Jordie (Joseph Chiu, de Rua do Medo: Rainha do Baile). Chantal é a melhor amiga de Percy no presente e sabe o segredo carregado de culpa que a protagonista traz como bagagem do passado e que, no momento, tem suas próprias dúvidas sobre o futuro que escolheu.

A personagem logo é inserida no antigo ciclo de amizades de Percy e é nítida a química dela com Jordie, melhor amigo de Sam, já nas primeiras cenas deles juntos. Jordie tem um papel relativamente pequeno aqui, mas gostei de como, em algumas circunstâncias, ele é aquela pessoa que chama os outros à razão.

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O elenco secundário da nova série do Prime Video traz profundidade e um respiro necessário para o drama central da história. (Imagem: Amazon MGM Studios/Divulgação)

Delilah, Chantal e Jordie desempenham bem o papel de trazer um respiro à narrativa, além de colaborar para que a história tenha mais profundidade sem que fique focada apenas no relacionamento dos protagonistas, o que considerei um ponto positivo na produção.

Fotografia e trilha sonora como um elemento à parte

Depois Daquele Ano  se destaca em dois pontos que sempre me chamam a atenção, seja em séries ou filmes: fotografia e trilha sonora. A escolha da belíssima região da Colúmbia Britânica, no Canadá, presenteia o telespectador com imagens magníficas que passam muito aquela sensação de dias ensolarados e radiantes de verão.

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A belíssima fotografia na Colúmbia Britânica ajuda a construir a atmosfera nostálgica dos dias ensolarados da juventude dos personagens. (Imagem: Amazon MGM Studios/Divulgação)

Os tons das cenas mais claros e vibrantes quando os verões passados eram mostrados, e os tons mais escuros e frios dos dias atuais, ajudaram a criar um excelente contraste de tempo e fase da vida dos personagens, dando o toque de ingenuidade e maturidade certo que as cenas pediam.

A trilha sonora é composta por aquelas músicas perfeitas para se pegar um carro e cair na estrada, e acho que as escolhas por parte da produção casaram muito bem com a série.

Final impactante e ganchos para uma possível segunda temporada

Embora ainda não se tenha a confirmação da segunda temporada, o final da primeira deixa fortes indícios de que sim, ela pode vir. O episódio oito termina com várias perguntas sem respostas e sem um final definitivo para os protagonistas, além de uma última cena bem impactante.

Admito que fiquei em choque com aqueles minutos finais e já estou ansiosamente aguardando pela próxima temporada da série.

Depois Daquele Ano é uma série madura que, com muita sensibilidade, mostra que relacionamentos são imperfeitos e que amizades verdadeiras, mesmo com a distância e o tempo, não mudam. Estou bem curiosa agora para ler o livro que deu origem à série.

E você, já leu o livro e está ansioso para assistir à adaptação? Ou vai querer se surpreender com Depois Daquele Ano , a nova série do Prime Video, assim como eu? Conta para a gente aqui nos comentários ou nas redes sociais do Minha Série. Estamos no Threads, Instagram, TikTok e no WhatsApp. Até a próxima!

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Das Cinzas ao Trono, novo c-drama da Netflix, chega de mansinho e conquista público

Sem nenhuma grande divulgação, o c-drama Das Cinzas ao Trono (Ashes to Crown) chegou ao Top 10 na Netflix Brasil. Protagonizado por Chen Duling (Fangs of Fortune e Till The End Of The Moon) e Zhou Yiran (Generation to Generation), o drama histórico de romance e fantasia reforça que, depois do sucesso dos k-dramas no país, as produções chinesas também estão caindo no gosto do público por aqui.  

O c-drama foi lançado em 2 de junho simultaneamente com a Youku, uma das maiores plataformas de streaming de vídeo e entretenimento do país asiático (popularmente conhecida como o YouTube chinês), batendo todos os recordes de audiência de 2026 até o momento.

Qual é a trama de Das Cinzas ao Trono?

Adaptado do romance Chu Hou, da escritora Xi Xing, a obra conta a história de Chu Zhao (Chen Duling), a filha de um importante general (Jiang Kai) que, contrariando a vontade do pai, se casa com Xiao Xun (Wang Ruichang, de The Eternal Love). Mas logo o conto de fadas da protagonista se torna um pesadelo. Chu Zhao é traída pelo marido e passa a ser usada como um peão no poder político do palácio. 

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Estrelado por Chen Duling e Zhou Yiran, o c-drama Das Cinzas ao Trono, está disponível na Netflix e na plataforma chinesa Youku. (Fonte: Youku/Divulgação)

Só que, quando tudo parece perdido, Chu Zhao recebe a oportunidade de mudar o seu destino. Ela então se alia a Xie Yan Lai (Zhou Yiran), um general em ascensão e filho ilegítimo de uma poderosa família. Juntos, eles vão enfrentar inimigos perigosos e conspirações com um único objetivo: reescrever as próprias histórias.   
 

Ritmo mais dinâmico para atender o público global

Com produção executiva de Yan Bei (Blossoms in Adversity), o drama busca fugir um pouco da estrutura convencional das produções chinesas, conhecidas por terem arcos com desenvolvimentos mais longos. A própria Yan Bei comentou que a opção de condensar a narrativa foi uma tentativa de adaptar a trama para os padrões atuais de consumo dos streamings pelo público global.
 

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A produção de Das Cinzas ao Trono apostou em um ritmo mais dinâmico para se adaptar a trama da história ao mercado global de streaming. (Fonte: Youku/Divulgação)

Depois dos k-dramas: a consolidação das produções chinesas no Brasil

Das Cinzas ao Trono não é o primeiro c-drama a ficar entre as séries mais vistas na Netflix no Brasil em 2026. Recentemente tivemos o sucesso estrondoso de Em Busca do Jade (Pursuit of Jade), protagonizado por Zhang Linghe e Tian Xiwei, que também rapidamente conquistou o público tanto aqui como na China. 

O c-drama Das Cinzas ao Trono conta com um total de 24 episódios, com média de 40 minutos cada, e nove já estão disponíveis na Netflix. Ou seja, já dá para começar a maratonar neste final de semana. 

Se você já começou a assistir ao dorama ou se ele está na sua watchlist, compartilhe aqui conosco nos comentários e nas redes sociais do Minha Série. Estamos no Threads, Instagram, TikTok e no WhatsApp. Até mais!

© Youku/Divulgação

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Gold Land: Park Bo Young brilha em novo thriller eletrizante no Disney+

Como uma telespectadora assídua de doramas, admito que meus gêneros favoritos são o bom e velho romance clichê, dramas emocionantes e fantasias épicas. Por isso, Gold Land, o K-drama que estreia no Disney+ nos próximos dias, me pareceu uma ótima oportunidade de sair da minha zona de conforto e me aventurar em um thriller.

Protagonizado pela atriz Park Bo Young (conhecida por papéis em Uma Seul Desconhecida e Uma Dose Diária de Sol), a artista já demonstra uma versatilidade incrível logo no primeiro episódio. Embora seja famosa por papéis mais doces, aqui ela encara uma estética sombria que combina muito bem com a trama.    

Os episódios iniciais do novo dorama trazem um equilíbrio interessante entre mistério, ação, romance e drama, o que considerei um ponto alto, já que indica uma construção de personagens profunda e cheia de nuances.  

Assisti aos dois primeiros episódios e compartilho agora com você as minhas impressões.

 

Um mistério que começa na estrada

O K-drama começa com Kim Hee Joo (Park Bo Young) em uma ligação telefônica no mínimo intimidante enquanto dirige por uma estrada escura e chuvosa. Toda a narrativa do primeiro episódio gira em torno desses minutos iniciais, servindo como uma excelente introdução para a história. Afinal, com quem a protagonista estava falando? Ela está fugindo de algo ou de alguém? Se sim, por que está fugindo? Essas foram as perguntas que me fiz durante o episódio inteiro.

Um dos primeiros pontos positivos de Gold Land é a construção do enredo. Gosto muito de produções que usam o flashback como recurso narrativo e Gold Land acertou em cheio nisso. Logo nas primeiras cenas você já desenvolve uma certa empatia pela personagem, que é apresentada como apenas uma jovem trabalhadora tentando sobreviver na cidade grande.  

 

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Com 10 episódios, o novo thriller coreano do Disney+ já desponta como um dos grandes destaques do ano. (Fonte: Divulgação/Reprodução).

Hee Joo trabalha na segurança de um aeroporto internacional e namora o copiloto Lee Do Kyung, interpretado por Lee Hyun Wook (A Rainha que Coroa). Logo que ele aparece em cena, já dá para perceber que esse relacionamento trará problemas para ela, o que se confirma rapidamente. Na tentativa de escapar de um grupo de agiotas liderados por Park Ho Cheol (Lee Kwang Soo, de Descendentes do Sol), Do Kyung acaba colocando a namorada em perigo.

A cena final revela o motivo da fuga de Hee Joo e apresenta pequenas pistas de sua infância pobre, talvez para justificar suas escolhas futuras. Isso traz para a trama um debate moral interessante sobre o que é certo ou errado quando se encontra, por acaso, algumas barras de ouro.

Entre agiotas e o passado: a jornada de Hee Joo

No segundo episódio, Hee Joo precisa lidar com os desdobramentos da bagunça em que o namorado a colocou. Fiquei me perguntando se ele realmente gosta dela ou se está apenas se aproveitando de sua ingenuidade. Não que ela seja a mocinha ingênua clássica, mas é perceptível que Do Kyung consegue manipulá-la de certa forma.

Com os contrabandistas na cola do casal e a polícia envolvida, Hee Joo traça um caminho arriscado para ajudar o namorado, o que a leva de volta à cidadezinha onde nasceu. O roteiro volta a usar flashbacks para contextualizar a relação complicada da protagonista com sua mãe, Yeo Sun Ok, vivida pela atriz Moon Jung Hee (Minha Adorável Boxeadora), que trabalha em uma loja de penhores.

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Em Gold Land, Park Bo Young surpreende os fãs ao deixar de lado os papéis doces para encarar uma protagonista complexa e sombria. (Fonte: Reprodução/Divulgação)

Outro personagem que chamou minha atenção e me deixou com uma pulga atrás da orelha foi o detetive Kim Jin Man, interpretado por Kim Hee Won (Meu Amor das Estrelas). Algo me diz que o arco dele será muito interessante para descobrir se ele está realmente do lado da lei. 

Enquanto as peças do quebra-cabeça de Gold Land se organizam, Hee Joo pode acabar se aliando a um inimigo para conseguir o dinheiro necessário. Mesmo não sendo o membro mais esperto do grupo de agiotas, Jang Wook (Kim Sung Cheol) ainda representa um perigo para ela e para as barras de ouro. Ver Kim Sung Cheol como um agiota perigoso e um tanto atrapalhado é um contraste excelente para quem se lembra dele como o doce Kim Ji-woong de Nosso Eterno Verão. 
 

Meu veredito inicial

Dirigido por Kim Seong Hun e roteirizado por Hwang Joyoon, Gold Land apresenta um começo promissor, com uma protagonista complexa e um enredo que promete não subestimar o espectador. Estou curiosa para ver se Hee Joo vai se deixar corromper pelo poder do dinheiro e se meu faro de detetive de final de semana está aguçado em relação aos demais personagens. 

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Para quem não dispensa um bom suspense, Gold Land é a estreia que não pode faltar na lista de maratonas do mês. (Fonte: Reprodução/Divulgação)

Com 10 episódios, Gold Land estreia no Disney+ no dia 29 de abril. Se você ama um bom thriller, esse novo dorama é uma opção imperdível. Para mais dicas de filmes, séries e animes, siga o Minha Série no Instagram. Até a próxima!

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