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Igual ao YouTube: Spotify prepara download de videoclipes para ver offline

O Spotify desenvolve uma opção para baixar clipes no app e reproduzi-los sem conexão com a internet, de acordo com o site Android Authority. O recurso pode ser exclusivo para assinantes do serviço Premium e acirraria a disputa entre o streaming e o YouTube.

Informações encontradas no código do app do Spotify para Android mencionam funções como “Baixar vídeo” ou “Remover vídeo baixado”. Não existem mais detalhes adicionais, mas é provável que funcione da mesma forma que as músicas: o usuário escolhe o que pode ser salvo e depois acessa o conteúdo apenas pelo aplicativo do serviço.

O suporte a videoclipes chegou ao Spotify somente em 2024. Por padrão, o app reproduz apenas o áudio, mas há um atalho para assistir aos vídeos quando disponíveis. Ainda não há previsão de lançamento do recurso de download.

Spotify

 

Spotify x YouTube

A reprodução offline de vídeos pode trazer uma grande vantagem ao Spotify na disputa com o YouTube, que tem os clipes como foco primário. Uma assinatura premium do streaming sueco já permite baixar músicas e podcasts, então a chegada dos clipes tiraria uma exclusividade do YT.

Vale reforçar que a assinatura do YouTube Premium garante reprodução sem anúncios e download de vídeos e músicas do YouTube Music. 

Você viveu a era pré-Spotify? Relembre como era a vida antes do streaming com mídia física, walkman e discman.

 

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DeepSeek cresce no mercado e lança nova IA para ameaçar ChatGPT e Claude

A empresa de IA chinesa DeepSeek lançou o novo modelo V4-Pro nesta quinta-feira (13) para bater de frente com ChatGPT e Claude. O lançamento ocorre no cenário em que a startup aumenta sua participação no mercado global pelo número de tokens.

O V4-Pro tem melhorias em tarefas agênticas e preserva o “raciocínio flexível” dos modelos de IA da empresa: pode fazer esforço menor para tarefas simples, aumentar o poder computacional em fluxos de agentes e operar em potência máxima para prompts mais complexos.

O novo modelo já está disponível no aplicativo e no site oficial do DeepSeek. Testes de benchmark publicados pela desenvolvedora colocam o lançamento em patamar parecido com grandes nomes do mercado, como Claude Fable 5 e o chinês Kimi K3.

deepseek

 

Uso do DeepSeek em alta

O lançamento acontece após o DeepSeek se tornar a segunda desenvolvedora do IA com maior volume de tokens usados em todo o mundo durante o mês de julho, segundo dados do AI Gateway Production Index, da Vercel. 

A empresa fica atrás apenas da Anthropic (criadora do Claude) em volume e tem quase o dobro do número do Google. Um dos possíveis motivos pela adesão é o custo-benefício, visto que a startup chinesa diminuiu os preços por milhão de tokens — e depois anunciou um aumento repentino

Vale ressaltar que o valor da operação é um grande atrativo das IAs chinesas, que ganham cada vez mais espaço no uso corporativo.

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Nova regra do YouTube tem "pegadinha" para canais antigos já monetizados

O YouTube atualizou as regras de monetização e vai exigir o dobro de visualizações para entrar no Programa de Parcerias da plataforma. A medida vale para novos canais que buscam o faturamento, mas existem algumas mudanças importantes para quem já ganha dinheiro com vídeos por lá.

Os ajustes começam a valer a partir de fevereiro de 2027. Porém, quem não aceitar os novos termos de serviço do YouTube Studio até 31 de janeiro de 2027 corre risco de perder a receita: o canal segue como participante no Programa de Parcerias, mas não recebe o repasse dos anúncios até ficar de acordo com as novas condições.

Além disso, existem novos termos para definir o que é um canal ativo e mudanças no faturamento via Shorts. Confira:

Ajustes para canais que já monetizam

O ponto mais importante é aceitar os termos para continuar com a monetização, mas o YouTube deixou outras “pegadinhas” que precisam de atenção. 

A primeira delas é o conjunto de requisitos para tornar um canal ativo no Programa de Parcerias. É necessário ter pelo menos um dos critérios:

  • Mil horas de exibição qualificadas nos últimos 365 dias ou;
  • 1 milhão de visualizações qualificadas do Shorts nos últimos 90 dias ou;
  • Dois vídeos longos ou cinco Shorts publicados a cada 90 dias.

Caso um canal não tenha atingido os requisitos, há um prazo de 90 dias para alcançar números de mil horas de exibição qualificada nos últimos 365 dias ou 1 milhão de visualizações qualificadas de Shorts nos últimos 90 dias. Ao atingi-los, o canal consegue ser mantido no programa.

Outra mudança envolve o Fundo para Criadores de Shorts, que repassa verba de anúncios exibidos nos vídeos verticais. Apenas canais com 10 milhões de visualizações qualificadas do Shorts nos últimos 90 dias terão acesso a essa fonte específica de faturamento (não muda a receita com vídeos longos, por exemplo.

Youtube

 

O que vai mudar na monetização do YouTube?

O Programa de Parcerias do YouTube aumentou as métricas necessárias para novos canais. A partir de 2027, será necessário acumular 8 mil horas de exibição qualificadas nos últimos 365 dias ou 20 milhões de visualizações qualificadas no Shorts nos últimos 90 dias para acessar o serviço de monetização.

A mudança dobrou o tempo mínimo necessário para ingressar no programa, que era de 4 mil horas para vídeos longos em um ano e 10 milhões de visualizações do Shorts em três meses.

 

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