Visualização de leitura

Melhor iPad em 2026: qual modelo comprar?

Tablet Apple iPad mostrando a tela inicial com apps e widgets, em uma mesa com iluminação azul
iPad Air é o modelo intermediário da Apple (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Definir qual o melhor iPad exige analisar as especificações técnicas de cada versão. É importante verificar o modelo do processador (linhas A ou M), a compatibilidade com as versões do Apple Pencil e o suporte aos recursos de inteligência artificial da marca, fatores que determinam a vida útil do dispositivo.

  • Melhor escolha 1
    iPad Air (M4, 2026)
    Desempenho excepcional com chip M4 e 12 GB de RAM, tela Liquid Retina imersiva, conectividade Wi-Fi 7 e gravação em 4K.
  • 2
    iPad (A16) 128 GB
    Aproveite a tela generosa de 11 polegadas, design elegante e custo acessível.
  • 3
    iPad Pro (M5, 2025)
    Tela OLED de alto brilho, chip M5 para inteligência artificial, taxa de 120 Hz e conexão Thunderbolt 4.
  • 4
    iPad Mini (A17 Pro, 2024)
    Leve e potente, ideal para jogos e criatividade com Apple Pencil Pro e gravação em 4K.
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Se você precisa de um tablet para edição de vídeo, renderização ou projetos gráficos deve focar no iPad Pro. Já quem busca um aparelho para leitura, anotações de estudo e navegação pode achar o iPad 11 e o iPad Air ideais, pelo melhor custo-benefício.

A seguir, o Tecnoblog detalha os principais modelos de iPad do mercado, apresentando os prós e contras de cada um deles. Confira a lista antes de decidir qual atende às suas necessidades.

iPad Air (M4, 2026): melhor custo-benefício


Prós
  • Alto desempenho com chip M4
  • Tela Liquid Retina (11″ ou 13″)
  • Suporta Apple Pencil Pro e Magic Keyboard
  • Suporta Apple Intelligence
  • Suporta Stage Manager
  • Suporta monitor externo independente
  • Suporta monitor externo até 6K
  • Wi-Fi 7
Contras
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem tela OLED
  • Sistema de áudio inferior ao iPad Pro
  • Acessórios vendidos separadamente
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O iPad Air lançado em 2026 é a opção intermediária da Apple e tem o melhor custo-benefício em 2026. Equipado com o chip M4, o mesmo dos MacBook Air e iPad Pro anteriores, ele apresenta uma folga considerável de processamento em relação ao modelo de entrada (iPad 11).

Na prática, o hardware executa edições de vídeo e multitarefas pesadas sem travamentos, sendo ideal para estudantes e criadores de conteúdo.

O iPad Air tem opções de tela de 11 e 13 polegadas com tecnologia Liquid Retina, mantendo a taxa de atualização em 60 Hz, servindo como alternativa para quem precisa de potência sem pagar o preço da linha Pro.

iPad 11 (A16 Bionic, 2025): o menor preço


Prós
  • Tela grande (11″)
  • Design moderno
  • Suporta Magic Keyboard Folio
  • Câmera frontal boa para videochamadas
  • USB-C
  • Preço mais acessível
Contras
  • Tela de 60 Hz
  • Processamento mais modesto
  • Sem Apple Intelligence
  • Sem Apple Pencil Pro
  • Sem monitor externo independente (apenas espelhamento)
  • Sem Stage Manager
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O iPad 11 é um tablet de entrada da Apple lançado em 2025, indicado para quem busca uma opção com preço acessível. Seu destaque vai para a tela grande de 11 polegadas, confortável para leitura e escrita, e para o design moderno, com opções variadas de cores.

A compatibilidade com o Apple Pencil é limitada à primeira geração e ao Apple Pencil (USB-C) — ambos vendidos separadamente.

Além disso, o modelo traz um chip A16 Bionic, o mesmo presente nos iPhones 14 Pro, 14 Pro Max, 15 e 15 Plus, e por isso não é compatível com o Apple Intelligence, a suíte de IA da Apple. Ainda assim, o iPad 11 deve rodar de forma fluida aplicativos de redes sociais, streaming e produtividade.

iPad Pro (M5, 2025): para substituir o desktop


Prós
  • Tela Ultra Retina XDR OLED
  • 120 Hz ProMotion
  • Chip M5 focado em IA
  • Taxa de atualização até 120 Hz
  • Porta USB-C (Thunderbolt 4)
  • Compatível com Stage Manager
  • Monitor externo independente
  • Compatível com monitores até 6K
Contras
  • Preço mais alto
  • iPadOS limita o aproveitamento do hardware
  • Acessórios vendidos separadamente
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O iPad Pro (2025) é voltado ao público profissional, com o processador M5 — o chip mais potente da Apple. Ele é capaz de renderização 3D, edição de vídeo e desenvolvimento de software. Desse modo, o tablet pode funcionar como um substituto para o seu desktop.

Todos os modelos de Apple Pencil funcionam com o iPad Pro, e o dispositivo também é compatível com monitores externos 4K, 5K e 6K. Além disso, ao ativar o Stage Manager, é possível organizar a área de trabalho para lidar melhor com multitarefa.

Outro diferencial é a tela Ultra Retina XDR com tecnologia OLED e taxa de atualização ProMotion de 120 Hz, para máxima fidelidade visual.

iPad Mini (A17 Pro, 2024): para leitura e mobilidade


Prós
  • Design leve e portátil com tela de 8,3″
  • Bom desempenho em jogos com chip A17 Pro
  • Suporte ao Apple Intelligence
  • Compatibilidade com Apple Pencil Pro
Contras
  • Taxa de atualização fixa em 60 Hz
  • Sem suporte a teclados magnéticos oficiais
  • Sem Stage Manager
  • Sem monitor externo independente
  • Sem Magic Keyboard oficial
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O iPad Mini lançado em 2024 é a alternativa da Apple para quem busca portabilidade. O tablet é equipado com o chip A17 Pro, apresentado em 2023 na linha iPhone 15 Pro.

É um processador de geração anterior, mas que ainda apresenta desempenho acima do chip presente no modelo básico — além do suporte ao Apple Intelligence.

Sua tela Liquid Retina tem 8,3 polegadas, resolução de 2266 x 1488 pixels e 60 Hz de taxa de atualização. Ele não apresenta suporte ao teclado da Apple, então pode ser útil para consumo de mídia, leitura e reprodução de jogos.

Como escolher o melhor iPad em 2026?

A escolha do melhor iPad depende do seu orçamento e da forma como você pretende usar o tablet. Os principais pontos a se considerar são:

  • Processador: define o desempenho do iPad. Usuários comuns podem ficar satisfeitos com processadores da linha A, enquanto profissionais e consumidores mais exigentes devem optar por modelos com chip M.
  • Tela: modelos mais caros têm tela OLED, que oferece maior contraste e cores mais vivas; além disso, opte por um iPad com taxa de atualização de 120 Hz caso necessite de maior fluidez gráfica.
  • Acessórios compatíveis: para expandir a experiência de uso, verifique a compatibilidade do iPad desejado com acessórios oficiais, incluindo a geração do Apple Pencil, suporte ao Magic Keyboard e nível de compatibilidade com monitores externos.
  • Recursos: todos os iPads rodam o iPadOS, o sistema operacional da Apple para tablets, mas os recursos do sistema variam conforme o processador. Usuários avançados devem buscar suporte a funções como Stage Manager e ao Apple Intelligence.

Qual é a diferença entre o iPad e as versões Pro, Mini e Air?

As diferenças entre as linhas de iPad variam entre tela, processamento, acessórios compatíveis e recursos disponíveis, o que reflete do preço de cada produto.

  • iPad 11 – o iPad mais barato: indicado para quem deseja um tablet da Apple mais acessível para tarefas do dia a dia, como: navegar na internet, assistir a vídeos e séries, estudar, ler documentos e PDFs, utilizar aplicativos de produtividade. É a melhor opção para quem quer entrar no ecossistema da Apple sem pagar por recursos avançados.
  • iPad Air – o melhor custo-benefício: recomendado para usuários que precisam de mais potência para trabalho, estudos e criação de conteúdo. Ele traz bom desempenho e melhor experiência em multitarefa sem custar tanto como a linha Pro. É o modelo mais equilibrado da linha para a maioria dos usuários.
  • iPad Mini – foco em portabilidade: combina alto desempenho com um formato compacto. É um tablet é ideal para leitura de livros e PDFs, anotações rápidas, viagens, uso em deslocamentos, transporte em bolsas pequenas. Seu principal diferencial é a mobilidade, já que ocupa menos espaço e pesa menos que os demais modelos.
  • iPad Pro – máximo desempenho: o iPad Pro é o tablet mais avançado da Apple e atende usuários que precisam de recursos profissionais. Os destaques do modelo incluem: chip mais potente da linha, tela de alta qualidade, melhor suporte a acessórios, excelência para edição de vídeo e foto. Por outro lado, também é o iPad mais caro disponível no mercado.

Qual é o último iPad lançado?

O iPad Air com processador M4 foi o último modelo lançado pela Apple. O tablet foi anunciado no dia 2 de março de 2026 com preço sugerido de R$ 7.499, junto com o iPhone 17e.

Qual iPad suporta chip SIM?

Apenas os iPads Wi-Fi + Cellular têm suporte à rede móvel, exclusivamente por eSIM.

A Apple removeu completamente a entrada de chip físico em tablets lançados a partir de 2024. Ou seja, caso queira um modelo com entrada para chip SIM, terá que optar por um iPad lançado antes de 2024.

Qual iPad vem com caneta?

Nenhum. É necessário comprar o Apple Pencil separadamente para usar a caneta em um iPad.

Vale a pena comprar o Apple Pencil?

O Apple Pencil vale a pena para usuários que desejam usar o tablet como um caderno, para anotações. A versão de entrada (Apple Pencil com USB-C) tende a ser a mais vantajosa nesse caso, por custar menos.

Já profissionais encontram recursos avançados no Apple Pencil Pro, como detecção de aperto para abrir o menu de ferramentas, feedback tátil e maior precisão para desenhos com detecção de inclinação e pressão, além de pareamento e recarga magnéticos.

Melhor iPad em 2026: qual modelo comprar?

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O que é Night Shift? Conheça o filtro de luz azul proprietário da Apple

Ilustração do recurso Night Shift no iPhone
Night Shift tem o propósito de tornar a visualização mais confortável aos olhos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Night Shift é um recurso da Apple que altera cores da tela de dispositivos elegíveis para tons mais quentes, com a missão de otimizar o conforto na visualização de conteúdos.

Uma vez ativado, o Night Shift muda a temperatura das cores de maneira automática de acordo com as configurações. É possível deixar a funcionalidade ativada o dia todo, mas seu uso é recomendado entre o pôr do sol e o amanhecer.

Você pode encontrar o Night Shift em iPhones, iPads, iPods touch, Mac e Macbooks, desde que os modelos sejam compatíveis com o recurso.

A seguir, entenda melhor o que é o Night Shift e saiba como ele funciona em dispositivos da Apple.

O que é Night Shift?

Night Shift é um recurso proprietário da Apple que altera as cores da tela para tons mais quentes do espectro de maneira automática. A função está presente em aparelhos como iPhone, iPad e Mac.

O que significa Night Shift?

O termo “Night shift” significa “período noturno” ou “turno da noite”, em tradução livre. A definição ilustra o período mais recomendado para o uso do recurso da Apple, que é após o pôr do sol.

Para que serve o Night Shift?

O Night Shift tem a função de beneficiar a saúde do usuário ao adaptar as cores da tela para tons mais quentes, com o objetivo de tornar a visualização mais confortável principalmente em períodos noturnos.

Como funciona o Night Shift

O funcionamento do Night Shift combina elementos de software (do sistema operacional) e de hardware (telas compatíveis com o recurso). Mas para entender melhor o recurso, é preciso compreender a luz azul.

De dia, as telas de aparelhos eletrônicos costumam intensificar a emissão de luz azul para uma reprodução mais clara e nítida diante dos raios solares.

O problema é que alguns estudos apontam que a luz azul em excesso pode causar fadiga ocular e prejudicar a qualidade do sono, especialmente à noite — embora existam discordâncias sobre o quanto a luz azul pode ser prejudicial.

Ilustração de smartphone em ambiente escuro
Há estudos que mencionam que a luz azul em excesso pode prejudicar a saúde dos usuários (Imagem: Ron Lach/Pexels)

Por conta disso, o Night Shift funciona como um filtro de luz azul, adaptando as cores da tela para tons mais amarelados automaticamente após o pôr do sol para reduzir a emissão de luz azul.

De manhã, o recurso é desativado para não afetar a visibilidade da tela. Ao anoitecer, o Night Shift é ativado e fica ligado até a manhã seguinte.

Nas configurações do Night Shift, é possível agendar horários para a ativação do recurso, bem como ajustar a temperatura da cor (menos quente ou mais quente).

Preciso ativar o Night Shift?

Sim. Você pode ativar o Night Shift no iPhone, iPad ou iPod touch elegível ao abrir a Central de Controle, tocar e segurar o ícone de brilho e tocar no ícone de Night Shift até que ele apareça como “Ativado”.

Se preferir, é possível ativar o recurso nesses mesmos dispositivos ao acessar as configurações de tela e brilho do dispositivo, entrar na seção “Night Shift” e configurar o período e tons de cores.

Já em Macs ou Macbooks, você pode configurar o Night Shift ao abrir os “Ajustes de sistema”, acessar a guia “Monitores” e entrar na seção “Night Shift”.

O Night Shift ajuda a melhorar o sono?

Não necessariamente. Em sua página oficial, a Apple menciona que “a exposição a luzes azuis brilhantes à noite pode afetar os ritmos circadianos e causar dificuldades para dormir”.

E como o Night Shift atua como um filtro de luz azul, dá a entender que o recurso poderia melhorar o sono dos usuários.

Texto da Apple sobre o Night Shift
Artigo da Apple menciona pontos prejudiciais da luz azul (Imagem: Reprodução/Apple)

Contudo, um estudo de 2021 da Brigham Young University (BYU) constatou que o Night Shift não melhora o sono. Logo, não há como relacionar o Night Shift a um sono mais saudável.

Quais dispositivos são compatíveis com Night Shift?

O Night Shift é restrito a dispositivos da Apple, e está disponível nos seguintes aparelhos:

  • iPhone 5s ou posterior;
  • iPad (5ª geração e posterior), iPad Pro, iPad Air ou posterior e iPad mini 2 ou posterior;
  • iPod touch (6ª geração e posterior);
  • Macs lançados em 2012 ou posteriormente, com macOS Sierra 10.12.4 ou versão mais recente;
  • Macbooks com macOS Sierra 10.12.4 ou versão mais recente.

Qual é a diferença entre Night Shift e filtro de luz azul?

Night Shift é um recurso que adapta as cores da tela para tons mais quentes com a missão de melhorar o conforto visual. O Night Shift funciona como um filtro de luz azul, mas é uma funcionalidade proprietária da Apple.

Já filtro de luz azul refere-se a qualquer recurso ou serviço que tenha como objetivo reduzir a emissão de luz azul de um aparelho. Trata-se de um termo mais abrangente da tecnologia na saúde, que não é vinculado a nenhuma marca específica.

Qual é a diferença entre Night Shift e True Tone?

O Night Shift é um recurso focado na saúde do usuário, que modifica as cores da tela para tons mais quentes para tornar a exibição mais confortável. A funcionalidade é mais indicada para o período noturno.

Já o True Tone é um recurso que adapta a temperatura da cor de acordo com a luz ambiente. A função pode ser usada em qualquer período do dia, e foca na fidelidade de cores sob diferentes iluminações.

Qual é a diferença entre Night Shift e Modo Escuro?

Night Shift foca em adaptar as cores da tela para tons mais quentes. Já o Modo Escuro altera a interface do sistema e de aplicativos para o tema escuro, que usa o preto como cor predominante.

O que é Night Shift? Conheça o filtro de luz azul proprietário da Apple

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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iPad Pro de 13 polegadas atinge menor preço histórico com 61% OFF no Magalu


Prós
  • Tela OLED com ProMotion de 120 Hz
  • Chip M4 fornece alto desempenho
  • GPU com ray tracing
  • Gravação de vídeos em 4K
Contras
  • Modelo sem conectividade Cellular
  • Exige uso exclusivo de eSIM
  • Sem capa e caneta inclusos
PIX Cupom
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O iPad Pro de 13 polegadas está em oferta histórica encontrada no Magazine Luiza por R$ 6.272 no Pix com o cupom PEGA30. O modelo com chip M4 foi lançado pela Apple em 2024 por R$ 15.899, o que indica uma queda generosa de 61%. Para quem busca um tablet de alto desempenho, este nunca esteve tão barato como agora.

iPad Pro conta com chip M4 e tela OLED de 13″

iPad Pro
iPad Pro (2024) inaugurou o painel OLED para os tablets da Apple (imagem: Divulgação/Apple)

O iPad Pro de 2024 estreou no painel a tecnologia OLED, reconhecida por proporcionar maior ângulo de visão e reprodução de cores vibrantes através de materiais orgânicos autoemissores de luz. As cenas escuras notadamente atingem um preto mais denso.

A tela de 13 polegadas também apresenta resolução de 2.752 x 2.064 pixels, taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz e brilho máximo de 1.600 nits em conteúdos compatíveis com HDR.

O tablet com 256 GB de armazenamento possui chip M4 com CPU de 9 núcleos (sendo três de desempenho) e GPU deca-core com suporte a Ray Tracing, tecnologia responsável por proporcionar uma renderização gráfica mais realista. Além disso, é feito para Apple Intelligence. Em resumo, será possível executar tarefas exigentes e simultâneas em alta performance.

iPad Pro ganha tela OLED em 2024 (Imagem: Reprodução/Apple)
iPad Pro tem design ultrafino com espessura de 5,1 mm (Imagem: Reprodução/Apple)

A câmera grande-angular traseira de 12 MP, com abertura ƒ/1.8 e zoom digital de até 5X, registra vídeos em 4K no formato ProRes. Logo, fornece resultados para filmagens com grande nível de detalhes. A câmera frontal de 12 MP também traz recursos avançados como Modo Retrato com efeito bokeh e Controle de Profundidade.

O tablet compõe quatro alto-falantes e quatro microfones para possibilitar gravações de áudio e chamadas de vídeo. Para carregamento, possui uma porta Thunderbolt e inclui cabo USB-C e adaptador de energia de 20W. Em termos de autonomia, a bateria de lítio pode proporcionar até 10 horas de reprodução, segundo a Apple.

O iPad Pro apresenta conexões de Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3 e suporte a eSIM. Por meio do FaceID ainda é possível desbloquear a tela e realizar pagamentos via Apple Pay. Aproveite para garanti-lo pelo menor preço histórico por R$ 6.272 no Pix com o cupom PEGA30 no Magalu.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPad Pro de 13 polegadas atinge menor preço histórico com 61% OFF no Magalu

(imagem: Divulgação/Apple)

iPad Pro ganha tela OLED em 2024 (Imagem: Reprodução/Apple)
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iPad dobrável de 18 polegadas pode chegar em 2029

iPad rodando iPadOS 26, com várias janelas de diferentes tamanhos na tela
iPad dobrável continua em desenvolvimento nos bastidores da Apple, aponta rumor (imagem: reprodução/Apple)

A Apple estaria desenvolvendo um iPad dobrável de 18 polegadas, com previsão de lançamento para 2029. Segundo informações apuradas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, o projeto busca entregar uma tela de Mac, mas mantendo a portabilidade de um tablet. O cronograma de desenvolvimento, no entanto, teria sofrido atrasos por obstáculos técnicos associados ao peso do aparelho e à tecnologia do display.

Notícias do ano passado indicavam que a empresa havia pausado a iniciativa. Contudo, os novos rumores apontam que o projeto segue vivo, embora a meta original de lançamento tenha passado de 2028 para o final da década.

Como deve ser o iPad dobrável?

Quando fechado, o equipamento seria parecido com um MacBook, com exterior em alumínio e nenhuma tela externa. Ao ser desdobrado, ele atingiria proporções próximas às de um MacBook Air de 13 polegadas, só que operando pela tela sensível ao toque e sem um teclado físico integrado.

A ausência de teclas físicas tem gerado debates internos sobre a praticidade da digitação, um fator considerado crítico para a produtividade. Além disso, os protótipos atuais pesariam cerca de 1,6 kg. Isso tornaria o dispositivo bem mais pesado que os modelos atuais da linha iPad Pro, contrariando a premissa de ultraportabilidade dos tablets.

Apesar de Gurman afirmar que o dobrável é projetado como um “iPad puro” e não um dispositivo híbrido, as linhas entre os ecossistemas da Apple estão cada vez mais próximas. Rumores recentes apontam que o MacBook Pro de 2026 pode ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID. Com os Macs ganhando recursos de toque e os iPads ganhando telas de 18 polegadas, a estratégia da empresa parece ser unificar a experiência do usuário.

Fabricação e preço salgado

A tela OLED dobrável estaria sendo fabricada pela Samsung, com a Apple concentrando esforços de engenharia para minimizar o temido vinco central do display. A companhia deve utilizar o aprendizado da produção do aguardado iPhone dobrável — previsto para o final deste ano — para aperfeiçoar o tablet.

O custo de um painel flexível nessas proporções, no entanto, impactaria o bolso do consumidor. Estimativas apontam que ele poderia custar até três vezes mais que o atual iPad Pro de 13 polegadas, comercializado por US$ 1.299. Sendo assim, o valor final poderia alcançar US$ 3.900 (cerca de R$ 20.500 em conversão direta e sem impostos).

iPad dobrável de 18 polegadas pode chegar em 2029

Redimensionar janelas ficou mais fácil no iPadOS 26 (imagem: reprodução)
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Apple melhora Wi-Fi de Macs e iPads lançados nos últimos anos

MBP de 14 polegadas está entre os contemplados (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Apple lançou iPadOS 26.2 e macOS Tahoe 26.2, dobrando a largura de banda Wi-Fi para dispositivos compatíveis com Wi-Fi 6E.
  • A atualização permite que iPads e MacBooks alcancem 160 MHz em redes de 5 GHz, melhorando a transferência de dados e estabilidade em streaming.
  • Dispositivos compatíveis incluem iPad Pro com chip M4, iPad Air com chip M3, iPad Mini com chip A17 Pro, MacBook Pro com M2 a M5, e MacBook Air com M2 a M4.

A Apple liberou oficialmente nesta segunda-feira (5) as atualizações iPadOS 26.2 e macOS Tahoe 26.2, destinadas a otimizar o desempenho da conectividade sem fio em modelos selecionados de iPad e Mac. A mudança técnica, detalhada nos documentos de suporte, permite que dispositivos compatíveis com o padrão Wi-Fi 6E alcancem agora o dobro da largura de banda em redes de 5 GHz.

Anteriormente, esses aparelhos operavam limitados a canais de 80 MHz nessa frequência. Com o novo firmware, a largura de banda máxima suportada sobe para 160 MHz, igualando a taxa de transferência teórica encontrada nativamente no espectro de 6 GHz. Essa paridade técnica é uma boa notícia, uma vez que roteadores operando em 5 GHz ainda são maioria no mercado, em residências e escritórios, enquanto a infraestrutura para 6 GHz exige novos equipamentos.

Como a mudança impacta o cotidiano?

A expansão da largura de banda traz mais capacidade de tráfego de dados simultâneos entre o dispositivo e o ponto de acesso sem fio. Sob condições ideais, proprietários dos aparelhos atualizados notarão maior agilidade em tarefas pesadas, como a transferência de arquivos grandes via AirDrop e realização de backups e uploads na nuvem.

Além disso, a estabilidade em serviços de streaming de alta resolução (4K) e chamadas de vídeo é aprimorada devido ao aumento do teto de velocidade teórica suportada pelo hardware sem exigir a troca imediata dos roteadores.

Ilustração sobre Wi-Fi
Ajuste técnico iguala desempenho do Wi-Fi de 5 GHz ao padrão de 6 GHz (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Dispositivos compatíveis e exigências

A lista de aparelhos compatíveis abrange os lançamentos mais recentes da fabricante. No segmento de tablets, estão incluídos:

  • iPad Pro com chip M4
  • iPad Air com chip M3
  • iPad Mini com chip A17 Pro

O benefício também se estende aos notebooks:

  • MacBook Pro com M2 a M5
  • MacBook Air com chip M2 a M4

Contudo, a melhoria é condicionada à infraestrutura de rede local. Para que o ganho de velocidade seja efetivo, o roteador utilizado deve suportar canais de 160 MHz na faixa de 5 GHz. Caso o ponto de acesso opere limitado ao padrão de 80 MHz, o desempenho permanecerá inalterado.

Apple melhora Wi-Fi de Macs e iPads lançados nos últimos anos

MBP de 14 polegadas está entre os contemplados (imagem: divulgação)

Saiba como proteger sua rede Wi-Fi em casa ou no trabalho (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Apple lança chip M5 no MacBook e iPad, com preços a partir de R$ 12.499

Imagem ilustrativa com o logo do chip M5 da Apple
M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Apple lançou o chip M5 no iPad Pro e MacBook Pro de 14 polegadas, com preços a partir de R$ 12.499 e R$ 19.999, respectivamente.
  • O chip M5 possui CPU com até 10 núcleos, GPU com nova arquitetura de 10 núcleos e largura de banda de memória de até 153 MB/s.
  • O iPad Pro e o MacBook Pro mantêm o design anterior, mas têm melhorias em desempenho de IA, armazenamento e duração da bateria.

A Apple anunciou, nesta quarta-feira (15/10), o lançamento de seu novo chip M5, que fará sua estreia no iPad Pro (com preços a partir de R$ 12.499) e no MacBook Pro de 14 polegadas (preços a partir de R$ 19.999). O headset Vision Pro, que não é vendido oficialmente no Brasil, também ganhou uma versão atualizada com o componente.

Apple M5

Quinta geração dos chips da linha M da Apple, o M5 é fabricado com processo de litografia de 3 nm e tem inteligência artificial e gráficos como focos.

A GPU tem uma nova arquitetura com dez núcleos e um acelerador neural em cada um deles. Segundo a empresa, isso permite um desempenho até quatro vezes superior ao do M4 em tarefas de IA destinadas à GPU.

Imagem ilustrativa do chip M5 com componentes separados
Apple afirma que núcleo de CPU do M5 é o mais rápido do mundo (imagem: divulgação)

O Neural Engine (nome que a Apple dá à sua NPU) continua com 16 núcleos e teve melhorias, mas a empresa não especificou em números o salto de desempenho. A promessa é que tarefas da Apple Intelligence, como o Image Playground, ficarão mais rápidas.

Na CPU, o M5 oferece até dez núcleos, sendo seis de eficiência e até quatro de performance. Segundo a Apple, o desempenho é 15% mais rápido que o do M4. Além disso, a companhia afirma que o chip tem o núcleo de CPU mais rápido do mundo.

Por fim, a largura de banda da memória foi aumentada para até 153 MB/s, o que dá 30% a mais que o M4 e mais que o dobro do M1. O M5 tem suporte para até 32 GB de RAM.

iPad Pro M5

O iPad Pro é um dos primeiros produtos da Apple a receber o M5. O design é o mesmo do modelo com M4, com opções em 11 e 13 polegadas, e as novidades estão todas do lado de dentro do aparelho.

A Apple diz que a nova versão do tablet tem desempenho de IA 3,5x melhor que o modelo do ano passado. As velocidades de leitura e gravação de memória também aumentaram, e o portátil oferece suporte a carregamento rápido, capaz de atingir 50% da bateria em cerca de 30 minutos.

iPad Pro com M5, teclado acoplado e rodando software de imagens
iPad Pro M5 promete desempenho melhor em tarefas de IA (imagem: divulgação)

Além do M5, o iPad Pro recebeu outros chips, como o modem C1X para dados móveis e o chip N1 para Wi-Fi, Bluetooth e protocolo Thread.

No Brasil, os preços começam em R$ 12.499 (versão de 11 polegadas, Wi-Fi, CPU de 9 núcleos, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento) e vão até R$ 31.599 (versão de 13 polegadas com vidro nano-texture, Wi-Fi + Cellular, CPU de 10 núcleos, 16 GB de RAM e 2 TB de armazenamento). As vendas ainda não começaram.

MacBook Pro 14 M5

Outro aparelho a receber o M5 nessa primeira leva é o MacBook Pro de 14 polegadas. Assim como no iPad, o design é o mesmo da geração interior, com as novidades apenas em especificações técnicas.

MacBook Pro 14 M5 rodando Cyberpunk 2077
Apple promete desempenho melhor em jogos no novo MacBook Pro (imagem: divulgação)

Entre as melhorias do M5, estão desempenho gráfico 1,6x mais rápido e taxa de quadros até 1,6x maior em games. O armazenamento também ficou mais rápido, e a bateria agora dura até 24 horas, de acordo com a empresa. Outra mudança é a opção de 4 TB de armazenamento, que antes era restrita a notebooks com o M4 Pro.

No Brasil, os preços do MacBook Pro 14 M5 começam em R$ 19.990 (16 GB de RAM, 512 GB de armazenamento) e podem chegar a R$ 40.999, excluindo acessórios e softwares adicionais. (32 GB de RAM, 4 TB de armazenamento e tela nano-texture).

Com informações da Apple

Apple lança chip M5 no MacBook e iPad, com preços a partir de R$ 12.499

M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)

Apple afirma que núcleo de CPU do M5 é o mais rápido do mundo (imagem: divulgação)

iPad Pro M5 promete desempenho melhor em tarefas de IA (imagem: divulgação)

Apple promete desempenho melhor em jogos no novo MacBook Pro (imagem: divulgação)
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Modelos de iPad: o que muda entre as linhas normal, Air, Pro e mini do tablet Apple

iPad Mini 6 (2021)
Saiba as diferenças entre os quatro modelos principais de tablet da Apple (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

A Apple oferece quatro modelos de iPad, cada um com foco em diferentes perfis de usuário. O iPad normal é a opção de entrada indicada para estudos e uso diário, enquanto o iPad Mini é ideal para quem busca máxima portabilidade e um dispositivo para leitura.

O iPad Air equilibra potência e design leve, sendo ideal para estudantes e profissionais que necessitam de mais desempenho em multitarefas e projetos criativos. Já o iPad Pro é o modelo mais avançado, dedicado a tarefas intensas como edição de vídeo e design gráfico.

A seguir, conheça as principais características de cada modelo de iPad. Também descubra quais modelos oferecem suporte ao Apple Intelligence e quais são as melhores opções para trabalho, estudos e de custo-benefício.

Quais são os modelos de iPad?

A Apple trabalha com quatro linhas principais de iPad: iPad normal, iPad Air, iPad Pro e iPad Mini. Cada série é projetada para atender necessidades específicas dos usuários, desde o uso básico e para estudos até tarefas profissionais e criativas mais exigentes.

iPad

O iPad normal é o tablet de entrada da Apple, trazendo um equilíbrio entre desempenho e preço acessível. É ideal para tarefas do dia a dia, como navegar na web, assistir a vídeos, estudar e rodar jogos simples, sem a necessidade dos recursos avançados dos modelos Air e Pro.

Alimentados pelos chips da série A da Apple, os dispositivos trazem especificações robustas que o tornam uma escolha sólida para a maioria dos usuários. As últimas gerações do iPad trouxeram uma tela ampla Liquid Retina e câmeras frontal e traseira de 12 MP para fotos e vídeos chamadas.

A versão padrão do iPad é recomendada para uso doméstico, estudos e produtividade leve. Embora não inclua recursos avançados como telas ProMotion ou chip da série M, ele entrega uma experiência de tablet premium e é a porta de entrada para o ecossistema Apple.

ipad
iPad “normal” é a opção de entrada para tarefas simples do dia a dia (imagem: Divulgação/Apple)

iPad Air

O iPad Air é a opção de tablet intermediário da Apple, posicionando-se entre o iPad normal e o iPad Pro. Ele apresenta recursos avançados, alto desempenho e design premium a um preço mais acessível, garantindo capacidade superior para multitarefas.

A linha se destaca por usar chips da série M da Apple, os mesmos dos computadores Mac, assegurando a performance em aplicativos mais exigentes e tarefas complexas. O tablet ainda tem um corpo fino e leve em alumínio e a tela imersiva Liquid Retina de 11 ou 13 polegadas.

É o tablet ideal para estudantes e profissionais criativos que precisam de mais potência, mas sem o investimento do modelo Pro. Além disso, a compatibilidade com a Apple Pencil Pro e o Magic Keyboard transforma o iPad Air em uma ferramenta versátil para produtividade e criação de conteúdo.

iPad Air com chip M3 em várias cores
iPad Air usa chips da série M da Apple para maior desempenho (imagem: divulgação/Apple)

iPad Pro

O iPad Pro é o tablet mais avançado da Apple, projetado para tarefas profissionais, criativas e de alta produtividade. Capaz de substituir um notebook em vários cenários, é a escolha ideal para trabalhos exigentes, como design gráfico, edição de vídeo e renderização 3D.

O amplo poder do dispositivo vem dos chips da série M, dos computadores Mac, que garantem alto desempenho e recursos avançados de Inteligência Artificial. As versões atuais apresentam telas OLED Ultra Retina XDR de 11 ou 13 polegadas para uma experiência visual imersiva e com cores precisas.

Além do suporte a Apple Pencil Pro e o Magic Keyboard, a porta Thunderbolt amplia a versatilidade do tablet ao permitir se conectar a monitores externos. Assim, o iPad Pro é a ferramenta ideal para profissionais criativos, editores e designers que buscam a portabilidade de um tablet e a ampla potência de um PC.

Pessoa usando um iPad com teclado para editar uma arte digital em um aplicativo de design gráfico. A imagem na tela mostra uma figura feminina estilizada com elementos coloridos e futuristas em um cenário natural. Ao fundo, há um monitor exibindo a interface do iPadOS em modo tela cheia.
iPad Pro é ideal para tarefas mais exigentes, como edição de imagem e design gráfico (imagem: Reprodução/Apple)

iPad Mini

O iPad Mini é o modelo mais compacto da Apple, oferecendo a experiência completa do iPad em um formato com máxima portabilidade. É a escolha ideal para quem precisa de um dispositivo potente e versátil que seja fácil de transportar e manusear com uma só mão.

Os dispositivos da linha adotam geralmente os chips avançados da série A Pro da Apple, garantindo um desempenho robusto para multitarefas e aplicativos mais pesados. As versões mais recentes adotam uma tela Liquid Retina com cores vivas e detalhes nítidos, além das câmeras frontal e traseira de 12 MP.

Em essência, o iPad Mini é um tablet extremamente portátil para leitura, jogos casuais, anotações rápidas e consumo de mídia. A combinação de poder e tamanho o torna um companheiro digital eficiente para quem está sempre em movimento.

iPad Mini 2024 tem chip A17 Pro (imagem: divulgação/Apple)
iPad Mini 2024 tem um design mais compacto que os outros modelos da Apple (imagem: divulgação/Apple)

Qual é a diferença entre iPad, iPad Air, iPad Pro e iPad Mini?

Essas são as principais diferenças entre iPad normal, Mini, Air e Pro baseado nos últimos modelos disponíveis no mercado:

iPad (11ª Geração – 2025)iPad Mini (7ª Geração – 2024)iPad Air (7ª Geração – 2025)iPad Pro (7ª Geração – 2024)
TelaLiquid Retina de 11 polegadasLiquid Retina de 8,3 polegadasLiquid Retina de 11 ou 13 polegadasUltra Retina XDR de 11 ou 13 polegadas
Processador e DesempenhoA16A17 Pro (Alto desempenho)M3 (Desempenho potente)M4 (Máximo desempenho)
Armazenamento128 GB, 256 GB e 512 GB128 GB, 256 GB e 512 GB128 GB, 256 GB, 512 GB e 1 TB256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB
Peso480 gramas295 gramas460 gramas450 gramas
Câmeras (Traseira)12 MP (Grande Angular)12 MP (Grande Angular)12 MP (Grande Angular)12 MP (Grande Angular)
Câmeras (Frontal)12 MP (Horizontal e Center Stage)12 MP (Center Stage)12 MP (Horizontal e Center Stage)12 MP (Horizontal e Center Stage)
SegurançaTouch ID no botão superiorTouch ID no botão superiorTouch ID no botão superiorFace ID
Bateria (internet e vídeos no Wi-Fi)Até 10 horas Até 10 horasAté 10 horasAté 10 horas
Apple IntelligenceNãoSimSimSim
Suporte a Apple PencilApple Pencil (1ª Geração)Apple Pencil ProApple Pencil ProApple Pencil Pro
Suporte a MagicKeyboardMagic Keyboard FolioMagic Keyboard Magic Keyboard para iPad AirMagic Keyboard para iPad Pro
PreçoMais acessívelIntermediárioIntermediário AltoMais Alto

Qual é o modelo de iPad com melhor custo-benefício?

O iPad normal é o tablet da Apple com o melhor custo-benefício, oferecendo um excelente equilíbrio entre preço, desempenho e tamanho de tela. Ele é recomendado para tarefas como navegar na internet, assistir a vídeos, ler e-books e realizar tarefas leves de produtividade.

No entanto, o iPad Mini pode ser uma alternativa com ótimo custo-benefício se a pessoa busca por mais portabilidade. O dispositivo compacto é fácil de transportar e tem bom desempenho para consumo de mídia e anotações rápidas.

Qual modelo de iPad é melhor para estudar?

O iPad Air é o modelo de tablet ideal para estudantes que buscam alto desempenho e recursos avançados. Devido aos chips da série M da Apple, a linha oferece potência superior combinado com uma tela maior e suporte à Apple Pencil Pro para multitarefas e aplicativos mais exigentes.

Por outro lado, o iPad normal se destaca por ser uma opção mais acessível para estudos. Ele oferece excelente desempenho para a maioria das atividades educacionais, como pesquisa e leitura, sendo especialmente recomendado para crianças e adolescentes.

iPad Air 5 (Apple M1) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
iPad Air pode ser uma opção para estudos devido à tela mais ampla e suporte para apps mais exigentes (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Qual modelo de iPad é melhor para trabalhar?

O iPad Pro é o modelo ideal para profissionais criativos como designers, editores de vídeo e ilustradores. Os chips da série M da Apple combinados com telas Liquid Retina ou Ultra Retina XDR e o suporte à Apple Pencil garantem desempenho superior em softwares pesados e precisão absoluta.

O modelo também é a melhor escolha para quem busca um dispositivo compacto para produtividade e multitarefa. Com opções de tela de 11 ou 13 polegadas e suporte ao Magic Keyboard, o iPad Pro se transforma em um pequeno notebook capaz de gerenciar projetos, escrever e-mails e editar documentos em qualquer lugar.

Quais modelos de iPad têm suporte ao Apple Intelligence?

Estes são os modelos e gerações de iPad que possuem suporte aos recursos de inteligência artificial Apple Intelligence:

  • iPad Mini: 7ª geração (2024);
  • iPad Air: 5ª geração (2022), 6ª geração (2024) e 7ª geração (2025);
  • iPad Pro: 5ª geração (2021), 6ª geração (2022) e 7ª geração (2024).

Quais modelos de iPad não recebem mais suporte da Apple?

É essencial saber quais iPads não recebem mais suporte antes de escolher um tablet da Apple. Veja os modelos e gerações que não terão mais atualizações do sistema operacional iPadOS:

  • iPad: 4ª geração (2014) e antecessores;
  • iPad Air: 2ª geração (2014) e antecessores;
  • iPad Pro: 2ª geração (2017) e antecessores;
  • iPad Mini: 4ª geração (2015) e antecessores.
iPad Air M2 (imagem: Divulgação/Apple)
iPads muito antigos podem deixar de receber suporte da Apple (imagem: Divulgação/Apple)

Qual é a diferença entre os modelos de iPad e os tablets da Samsung?

O iPad é uma série de tablets da Apple conhecida pelo hardware otimizado, interface intuitiva e integração com o ecossistema Apple. Seu foco está em oferecer uma experiência premium e de alto desempenho com o sistema operacional iPadOS para entretenimento, estudos e tarefas de criatividade e produtividade. 

Os tablets da Samsung utilizam o sistema operacional Android, permitindo maior personalização e flexibilidade. A marca se destaca pela ampla variedade de modelos e preços, atendendo diferentes necessidades e orçamentos, além de incluir acessórios como a caneta S Pen na caixa.

Qual é a diferença entre os modelos de iPad e os tablets da Xiaomi?

O iPad é uma linha de tablets da Apple, que utiliza o sistema iPadOS. Eles são famosos pela integração com o ecossistema Apple, o hardware premium e a vasta biblioteca da App Store com aplicativos de alta qualidade otimizados especificamente para esses dispositivos.

Os tablets da Xiaomi usam o sistema Android, para maior flexibilidade de personalização e acesso aos aplicativos da Google Play Store. Geralmente, eles são dispositivos que focam em oferecer alto desempenho e recursos premium a um preço acessível, representando um forte custo-benefício no mercado.

Modelos de iPad: o que muda entre as linhas normal, Air, Pro e mini do tablet Apple

(imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Novo iPad Air com chip M3 (imagem: divulgação/Apple)

Design do iPad Pro 2024 (Imagem: Reprodução/Apple)

iPad Mini 2024 tem chip A17 Pro (imagem: divulgação/Apple)

iPad Air de 5ª geração veio com chip Apple M1 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
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