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Melhor iPad em 2026: qual modelo comprar?

Tablet Apple iPad mostrando a tela inicial com apps e widgets, em uma mesa com iluminação azul
iPad Air é o modelo intermediário da Apple (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Definir qual o melhor iPad exige analisar as especificações técnicas de cada versão. É importante verificar o modelo do processador (linhas A ou M), a compatibilidade com as versões do Apple Pencil e o suporte aos recursos de inteligência artificial da marca, fatores que determinam a vida útil do dispositivo.

  • Melhor escolha 1
    iPad Air (M4, 2026)
    Desempenho excepcional com chip M4 e 12 GB de RAM, tela Liquid Retina imersiva, conectividade Wi-Fi 7 e gravação em 4K.
  • 2
    iPad (A16) 128 GB
    Aproveite a tela generosa de 11 polegadas, design elegante e custo acessível.
  • 3
    iPad Pro (M5, 2025)
    Tela OLED de alto brilho, chip M5 para inteligência artificial, taxa de 120 Hz e conexão Thunderbolt 4.
  • 4
    iPad Mini (A17 Pro, 2024)
    Leve e potente, ideal para jogos e criatividade com Apple Pencil Pro e gravação em 4K.
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Se você precisa de um tablet para edição de vídeo, renderização ou projetos gráficos deve focar no iPad Pro. Já quem busca um aparelho para leitura, anotações de estudo e navegação pode achar o iPad 11 e o iPad Air ideais, pelo melhor custo-benefício.

A seguir, o Tecnoblog detalha os principais modelos de iPad do mercado, apresentando os prós e contras de cada um deles. Confira a lista antes de decidir qual atende às suas necessidades.

iPad Air (M4, 2026): melhor custo-benefício


Prós
  • Alto desempenho com chip M4
  • Tela Liquid Retina (11″ ou 13″)
  • Suporta Apple Pencil Pro e Magic Keyboard
  • Suporta Apple Intelligence
  • Suporta Stage Manager
  • Suporta monitor externo independente
  • Suporta monitor externo até 6K
  • Wi-Fi 7
Contras
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem tela OLED
  • Sistema de áudio inferior ao iPad Pro
  • Acessórios vendidos separadamente
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O iPad Air lançado em 2026 é a opção intermediária da Apple e tem o melhor custo-benefício em 2026. Equipado com o chip M4, o mesmo dos MacBook Air e iPad Pro anteriores, ele apresenta uma folga considerável de processamento em relação ao modelo de entrada (iPad 11).

Na prática, o hardware executa edições de vídeo e multitarefas pesadas sem travamentos, sendo ideal para estudantes e criadores de conteúdo.

O iPad Air tem opções de tela de 11 e 13 polegadas com tecnologia Liquid Retina, mantendo a taxa de atualização em 60 Hz, servindo como alternativa para quem precisa de potência sem pagar o preço da linha Pro.

iPad 11 (A16 Bionic, 2025): o menor preço


Prós
  • Tela grande (11″)
  • Design moderno
  • Suporta Magic Keyboard Folio
  • Câmera frontal boa para videochamadas
  • USB-C
  • Preço mais acessível
Contras
  • Tela de 60 Hz
  • Processamento mais modesto
  • Sem Apple Intelligence
  • Sem Apple Pencil Pro
  • Sem monitor externo independente (apenas espelhamento)
  • Sem Stage Manager
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O iPad 11 é um tablet de entrada da Apple lançado em 2025, indicado para quem busca uma opção com preço acessível. Seu destaque vai para a tela grande de 11 polegadas, confortável para leitura e escrita, e para o design moderno, com opções variadas de cores.

A compatibilidade com o Apple Pencil é limitada à primeira geração e ao Apple Pencil (USB-C) — ambos vendidos separadamente.

Além disso, o modelo traz um chip A16 Bionic, o mesmo presente nos iPhones 14 Pro, 14 Pro Max, 15 e 15 Plus, e por isso não é compatível com o Apple Intelligence, a suíte de IA da Apple. Ainda assim, o iPad 11 deve rodar de forma fluida aplicativos de redes sociais, streaming e produtividade.

iPad Pro (M5, 2025): para substituir o desktop


Prós
  • Tela Ultra Retina XDR OLED
  • 120 Hz ProMotion
  • Chip M5 focado em IA
  • Taxa de atualização até 120 Hz
  • Porta USB-C (Thunderbolt 4)
  • Compatível com Stage Manager
  • Monitor externo independente
  • Compatível com monitores até 6K
Contras
  • Preço mais alto
  • iPadOS limita o aproveitamento do hardware
  • Acessórios vendidos separadamente
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O iPad Pro (2025) é voltado ao público profissional, com o processador M5 — o chip mais potente da Apple. Ele é capaz de renderização 3D, edição de vídeo e desenvolvimento de software. Desse modo, o tablet pode funcionar como um substituto para o seu desktop.

Todos os modelos de Apple Pencil funcionam com o iPad Pro, e o dispositivo também é compatível com monitores externos 4K, 5K e 6K. Além disso, ao ativar o Stage Manager, é possível organizar a área de trabalho para lidar melhor com multitarefa.

Outro diferencial é a tela Ultra Retina XDR com tecnologia OLED e taxa de atualização ProMotion de 120 Hz, para máxima fidelidade visual.

iPad Mini (A17 Pro, 2024): para leitura e mobilidade


Prós
  • Design leve e portátil com tela de 8,3″
  • Bom desempenho em jogos com chip A17 Pro
  • Suporte ao Apple Intelligence
  • Compatibilidade com Apple Pencil Pro
Contras
  • Taxa de atualização fixa em 60 Hz
  • Sem suporte a teclados magnéticos oficiais
  • Sem Stage Manager
  • Sem monitor externo independente
  • Sem Magic Keyboard oficial
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O iPad Mini lançado em 2024 é a alternativa da Apple para quem busca portabilidade. O tablet é equipado com o chip A17 Pro, apresentado em 2023 na linha iPhone 15 Pro.

É um processador de geração anterior, mas que ainda apresenta desempenho acima do chip presente no modelo básico — além do suporte ao Apple Intelligence.

Sua tela Liquid Retina tem 8,3 polegadas, resolução de 2266 x 1488 pixels e 60 Hz de taxa de atualização. Ele não apresenta suporte ao teclado da Apple, então pode ser útil para consumo de mídia, leitura e reprodução de jogos.

Como escolher o melhor iPad em 2026?

A escolha do melhor iPad depende do seu orçamento e da forma como você pretende usar o tablet. Os principais pontos a se considerar são:

  • Processador: define o desempenho do iPad. Usuários comuns podem ficar satisfeitos com processadores da linha A, enquanto profissionais e consumidores mais exigentes devem optar por modelos com chip M.
  • Tela: modelos mais caros têm tela OLED, que oferece maior contraste e cores mais vivas; além disso, opte por um iPad com taxa de atualização de 120 Hz caso necessite de maior fluidez gráfica.
  • Acessórios compatíveis: para expandir a experiência de uso, verifique a compatibilidade do iPad desejado com acessórios oficiais, incluindo a geração do Apple Pencil, suporte ao Magic Keyboard e nível de compatibilidade com monitores externos.
  • Recursos: todos os iPads rodam o iPadOS, o sistema operacional da Apple para tablets, mas os recursos do sistema variam conforme o processador. Usuários avançados devem buscar suporte a funções como Stage Manager e ao Apple Intelligence.

Qual é a diferença entre o iPad e as versões Pro, Mini e Air?

As diferenças entre as linhas de iPad variam entre tela, processamento, acessórios compatíveis e recursos disponíveis, o que reflete do preço de cada produto.

  • iPad 11 – o iPad mais barato: indicado para quem deseja um tablet da Apple mais acessível para tarefas do dia a dia, como: navegar na internet, assistir a vídeos e séries, estudar, ler documentos e PDFs, utilizar aplicativos de produtividade. É a melhor opção para quem quer entrar no ecossistema da Apple sem pagar por recursos avançados.
  • iPad Air – o melhor custo-benefício: recomendado para usuários que precisam de mais potência para trabalho, estudos e criação de conteúdo. Ele traz bom desempenho e melhor experiência em multitarefa sem custar tanto como a linha Pro. É o modelo mais equilibrado da linha para a maioria dos usuários.
  • iPad Mini – foco em portabilidade: combina alto desempenho com um formato compacto. É um tablet é ideal para leitura de livros e PDFs, anotações rápidas, viagens, uso em deslocamentos, transporte em bolsas pequenas. Seu principal diferencial é a mobilidade, já que ocupa menos espaço e pesa menos que os demais modelos.
  • iPad Pro – máximo desempenho: o iPad Pro é o tablet mais avançado da Apple e atende usuários que precisam de recursos profissionais. Os destaques do modelo incluem: chip mais potente da linha, tela de alta qualidade, melhor suporte a acessórios, excelência para edição de vídeo e foto. Por outro lado, também é o iPad mais caro disponível no mercado.

Qual é o último iPad lançado?

O iPad Air com processador M4 foi o último modelo lançado pela Apple. O tablet foi anunciado no dia 2 de março de 2026 com preço sugerido de R$ 7.499, junto com o iPhone 17e.

Qual iPad suporta chip SIM?

Apenas os iPads Wi-Fi + Cellular têm suporte à rede móvel, exclusivamente por eSIM.

A Apple removeu completamente a entrada de chip físico em tablets lançados a partir de 2024. Ou seja, caso queira um modelo com entrada para chip SIM, terá que optar por um iPad lançado antes de 2024.

Qual iPad vem com caneta?

Nenhum. É necessário comprar o Apple Pencil separadamente para usar a caneta em um iPad.

Vale a pena comprar o Apple Pencil?

O Apple Pencil vale a pena para usuários que desejam usar o tablet como um caderno, para anotações. A versão de entrada (Apple Pencil com USB-C) tende a ser a mais vantajosa nesse caso, por custar menos.

Já profissionais encontram recursos avançados no Apple Pencil Pro, como detecção de aperto para abrir o menu de ferramentas, feedback tátil e maior precisão para desenhos com detecção de inclinação e pressão, além de pareamento e recarga magnéticos.

Melhor iPad em 2026: qual modelo comprar?

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Apple aumenta preços de MacBooks e iPads no Brasil

Fotografia colorida mostra um MacBook Neo de cor verde sobre uma bancada, em exposição.
MacBook Neo ficou mais caro no país (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple reajustou os preços de produtos no Brasil, como MacBook Neo, Air com chip M5 e novos iPads.
  • O MacBook Pro com chip M5 de 16 polegadas é um dos produtos que teve maior aumento de preço.
  • O CEO da Apple, Tim Cook, havia sinalizado que os preços subiriam devido ao aumento dos custos de memória e armazenamento.

A Apple reajustou os preços de parte de sua linha de produtos no Brasil. A alta ocorre no mundo todo e, por aqui, atinge as linhas mais recentes de Macs, iMacs, MacBooks e iPads, ao menos por enquanto. O MacBook Pro com chip M5 foi um dos mais afetados e ficou até R$ 5 mil mais caro.

Há poucos dias, o CEO Tim Cook já havia sinalizado que os preços subiriam, classificando o reajuste como “inevitável”. Segundo o executivo, a alta está ligada ao aumento dos custos de memória e armazenamento, pressionados pela forte demanda de IA. A escassez já afeta outras empresas do setor de tecnologia, com reflexos nos preços de PCs, consoles, smartphones e outros eletrônicos.

Os ajustes ocorreram após a Apple Store ter ficado temporariamente indisponível na manhã desta quinta-feira (25/06). A loja online voltou a funcionar já com os novos preços. Até o momento, iPhones e AirPods não foram afetados.

Quais os novos valores?

O MacBook Neo na versão de entrada, que custava R$ 7.299, deixou de ser vendido por esse preço, e o modelo mais barato agora sai por R$ 8.499 com 256 GB de armazenamento. Já a versão com 512 GB e Touch ID passa a custar R$ 9.699.

O mesmo com o MacBook Air com chip M5 de 13 polegadas. O modelo não tem mais a opção de R$ 13.999, começando a ser vendido por R$ 15.999. Já a versão de 15 polegadas ganhou um novo preço: R$ 17.999.

O preço inicial do iPad Air de 11 polegadas subiu de R$ 7.499 para R$ 9.999, enquanto o iPad Air de 13 polegadas passa a ter preço sugerido de R$ 12.999. 

Além disso, outras versões de produtos tiveram alteração nos preços, incluindo o MacBook Pro — com um dos maiores aumentos — e o iMac.

Confira a tabela com as alterações

ProdutoPreço anteriorPreço novo
MacBook Neo 256 GBR$ 7.299R$ 8.499
MacBook Neo 512 GBR$ 8.499R$ 9.699
MacBook Air M5 13″R$ 13.999R$ 15.999
MacBook Air M5 15″R$ 15.999R$ 17.999
MacBook Pro M5 14″R$ 20.999R$ 24.999
MacBook Pro M5 Pro 14″R$ 26.999R$ 30.999
MacBook Pro M5 Max 14″R$ 44.999R$ 49.999
MacBook Pro M5 Pro 16″R$ 33.999R$ 37.999
MacBook Pro M5 Max 16″R$ 47.999R$ 53.999
Mac Mini M4 R$ 9.899 (512 GB)R$ 9.499 (preço caiu, mas armazenamento foi reduzido para 256 GB)
Mac Mini M4 ProR$ 16.999R$ 17.999
Mac Studio M4 MaxR$ 25.999R$ 30.999
Mac Studio M3 UltraR$ 51.999R$ 66.999
iMac com 2 portas ThunderboltR$ 15.499R$ 17.999
iMac com 4 portas ThunderboltR$ 17.999R$ 19.999
iPad Air WiFi 11″ 128 GBR$ 7.499R$ 9.999
iPad Air WiFi 11″ 256 GB R$ 8.699R$ 11.199
iPad Air WiFi 11″ 512 GBR$ 11.099R$ 13.599
iPad Air WiFi 11″ 1 TBR$ 13.499R$ 17.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 128 GBR$ 9.499R$ 11.999
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 256 GBR$ 10.699R$ 13.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 512 GBR$ 13.099R$ 15.599
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 1 TBR$ 15.499R$ 19.199
iPad Air WiFi 13″ 128 GB R$ 9.999R$ 12.999
Pad Air WiFi 13″ 256 GBR$ 11.199R$ 14.199
iPad Air WiFi 13″ 512 GBR$ 13.599R$ 16.599
iPad Air WiFi 13″ 1 TBR$ 15.999R$ 20.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 128 GBR$ 11.999 R$ 14.999
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 256 GBR$ 13.199R$ 16.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 512 GBR$ 15.599  R$ 18.599
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 1 TBR$ 17.999 R$ 22.199
Tabela elaborada pelo Tecnoblog

Apple aumenta preços de MacBooks e iPads no Brasil

MacBook Neo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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O que é True Tone? Entenda a tecnologia usada nas telas de aparelhos da Apple

Mão segurando o iPhone 17e
Descubra como funciona os sensores que ajustam a temperatura de cor e brilho das telas dos dispositivos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O True Tone é uma tecnologia exclusiva da Apple que ajusta instantaneamente a temperatura de cor e o brilho da tela conforme o ambiente. Disponível em modelos recentes de iPhone e iPad, o recurso torna a experiência visual mais natural e reduz o esforço ocular.

O sistema funciona com sensores que analisam a iluminação ao redor, enviando dados para o processador calibrar o balanço de branco do display. Esse ajuste dinâmico alterna entre tons quentes ou frios de forma imperceptível, mantendo a fidelidade visual diante das variações de luz.

O recurso é recomendado para atividades do dia a dia, como leitura e navegação, priorizando o conforto em longos períodos de uso. Por outro lado, ele deve ser desativado durante tarefas profissionais que exigem precisão absoluta, como edição de fotos, vídeos e design gráfico.

A seguir, saiba mais sobre a tecnologia True Tune, seu funcionamento detalhado e quais dispositivos da Apple contam com essa função.

O que é True Tone?

True Tone é uma tecnologia da Apple que utiliza sensores de luminosidade para ajustar automaticamente a temperatura de cor e o brilho com base na luz do ambiente. Simulando o reflexo de uma folha de papel, o recurso deixa as imagens mais naturais e reduz o cansaço visual do usuário.

O que significa True Tone?

O termo “True Tone” foi criado pela Apple em 2016 para batizar a tecnologia de tela com a capacidade de exibir cores autênticas. A palavra “True” se refere à fidelidade e ao aspecto natural das imagens, enquanto o “Tone” remete ao tom de cor e ao balanço de branco.

A inspiração veio do comportamento das páginas impressas, que refletem a iluminação do ambiente sem distorcer as tonalidades. Durante o anúncio da tecnologia, a marca destacou que os sensores imitam essa dinâmica ao rastrear a temperatura de cor ao redor.

Duas telas comparando o ajuste do True Tone: tons mais frios à esquerda e mais quentes à direita conforme a iluminação
O True Tone ajusta os tons da tela de acordo com a iluminação ao redor (imagem: Reprodução/Apple)

Para que serve o True Tone?

O True Tone torna a leitura em telas mais confortável ao adaptar o brilho e a temperatura de cor da tela à luz ambiente. Ao suavizar o display de forma dinâmica, o recurso reduz o cansaço dos olhos causado pelo excesso de luz azul.

Essa tecnologia equilibra tons quentes e frios para simular o comportamento de uma folha de papel sob diferentes iluminações. O resultado é uma experiência visual mais natural para o usuário durante longas sessões de leitura e consumo de mídia.

Como funciona o True Tone

O funcionamento do True Tone no iPhone acontece em tempo real por meio de sensores de luz ambiente de quatro canais embutidos no aparelho. Esse conjunto analisa instantaneamente a iluminação ao redor, medindo tanto a intensidade do brilho quanto a temperatura de cor.

Os dados coletados são enviados ao processador, que recalcula e ajusta o balanço de branco do display a cada 30 milissegundos. Esse processamento dinâmico calibra a tela de forma imperceptível para o usuário, acompanhando qualquer mudança de luz.

Na prática, sob lâmpadas quentes de uma sala, a tela reduz a luz azul e assume tons mais amarelados. Já em ambientes abertos com luz do dia, o sistema adota tons mais frios para manter a fidelidade cromática.

Essa engenharia faz com que a tela Retina Display se comporte exatamente como uma folha de papel impresso sob qualquer iluminação. O resultado é uma visualização sempre natural que elimina o estresse visual causado por contrastes agressivos de luz.

Imagem mostra um iPhone 15 Pro Max sendo segurado em uma mão, exibindo um artigo do "Tecnoblog" sobre o lançamento do iPhone 15 e 15 Pro com USB-C. A tela do celular mostra a manchete "Apple lança iPhone 15 e 15 Pro com USB-C e dá adeus ao conector Lightning". Ao fundo, desfocado, observa-se uma multidão de pessoas em um ambiente interno com iluminação clara e paredes brancas. Outros smartphones são visíveis nas mãos de algumas pessoas na multidão.
O iPhone conta com sensores de luz ambiente que analisam a iluminação em volta para ajustar o balanço de branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Preciso ativar o True Tone?

Não é preciso ativar o True Tone, pois o recurso vem habilitado por padrão de fábrica nos dispositivos da Apple. O usuário é apresentado à tecnologia na configuração inicial do aparelho, sem a necessidade de qualquer ação manual imediata.

Caso a pessoa prefira o comportamento padrão do display, a função pode ser desativada ou reativada a qualquer momento. No iPhone ou iPad, basta acessar os ajustes do sistema, tocar na opção “Tela e Brilho” e alternar a chave seletora.

O True Tone gasta muita energia?

O True Tone não exige muita energia, apresentando um impacto na bateria de apenas 2% a 3% do consumo total do aparelho. Desativar o recurso gera um ganho de autonomia tão pequeno que chega a ser imperceptível na rotina diária de uso.

Esse gasto mínimo ocorre porque os sensores de luz e o algoritmo de ajuste são extremamente otimizados. Além disso, a tecnologia economiza energia em locais escuros ao reduzir o brilho da tela, compensando o processamento do balanço de branco.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O True Tone é recurso que vem ativado de fábrica, gastando pouca energia no seu funcionamento (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quais dispositivos são compatíveis com o True Tone?

O True Tone está presente na maior parte das telas modernas da Apple. Veja a lista de aparelhos compatíveis com a tecnologia:

  • iPhones: linhas iPhone 8 e posteriores (incluindo modelos Pro e Pro Max), além do iPhone SE (a partir da 2ª geração);
  • iPads: modelos padrão (9ª geração em diante), iPad mini (5ª geração em diante), iPad Air (3ª geração em diante) e todas as versões do iPad Pro;
  • Macs: notebooks MacBook Pro e MacBook Air lançados a partir de 2018, além dos computadores all-in-one iMac a partir do modelo de 2020;
  • Monitores: telas profissionais e dedicadas da marca, incluindo os modelos Apple Studio Display e Apple Pro Display XDR.

Existe True Tone para Android?

Não, o True Tone é uma tecnologia proprietária da Apple e exclusiva dos aparelhos da Maçã. Apesar disso, o ecossistema Android traz recursos semelhantes de marcas concorrentes que operam sob o mesmo princípio de adaptação ao ambiente.

Assim, os smartphones utilizam funções nativas como o Adaptive Tone do Google Pixel e o Adaptive Color Tone do Samsung Galaxy. Essas ferramentas usam os sensores para equilibrar o balanço de branco e ajustar os tons da tela de forma automática à iluminação ao redor.

iPad Mini em quatro cores: azul, roxo, estelar e cinza espacial
iPad Mini e outros modelos de tablets da Apple também contam com o recurso True Tone (imagem: divulgação/Apple)

Em quais casos o True Tone é indicado?

O True Tone é ideal para o uso cotidiano, priorizando o conforto visual em diferentes cenários de iluminação. Estas são algumas situações em que o recurso se torna um aliado:

  • Leitura e maratona de vídeos: reduz o cansaço visual ao suavizar o contraste da tela e as cores naturalmente durante o consumo prolongado de e-books, artigos ou vídeos;
  • Transição entre ambientes: ideal para quem se desloca constantemente, adaptando o display instantaneamente ao sair de um local fechado com lâmpadas quentes para um ambiente aberto sob a luz do dia;
  • Uso sob a luz solar: eleva a legibilidade ao ar livre, ajustando o balanço de branco para tons mais frios para combater reflexos e garantir nitidez da tela mesmo em locais abertos;
  • Escritórios com luz fluorescente: evita que o display exiba uma aparência excessivamente azulada ou opaca sob as lâmpadas frias de ambientes corporativos, mantendo uma neutralidade agradável;
  • Navegação noturna: minimiza a fadiga em locais escuros ao adotar tons mais quentes, diminuindo a emissão de luz azul que costuma prejudicar a qualidade do sono do usuário;
  • Redes sociais e uso casual: garante cores consistentes e realistas para usuários não profissionais durante a rolagem do feed, tornando a navegação diária muito mais confortável e fluida.

Quando devo evitar usar o True Tone?

O True Tone deve ser desativado em atividades que exigem precisão absoluta de cores. Alguns exemplos são:

  • Edição de fotos e vídeos: a alteração automática na temperatura de cor distorce as tonalidades originais da imagem, prejudicando a exatidão necessária para o tratamento profissional de arquivos;
  • Design gráfico e identidade visual: criar logotipos e materiais de marcas exige fidelidade cromática absoluta, algo que é afetado pelas compensações e calibrações dinâmicas que o recurso aplica na tela;
  • Desenvolvimento de interfaces (UI/UX): programadores e designers precisam visualizar aplicativos e sites exatamente como foram codificados, sem filtros de tela que mascarem a real aparência do software;
  • Trabalhos de color grading: a etapa de finalização de cores no cinema e no audiovisual exige um monitor de referência estático, totalmente livre de correções automáticas de iluminação;
  • Jogos de alta dinâmica (HDR): games de alto contraste dependem das cores vibrantes originais planejadas pelos desenvolvedores, que podem parecer lavadas ou opacas com o recurso ativado;
  • Análise de imagens médicas: profissionais de saúde que avaliam exames digitais, como tomografias e raios-X, necessitam da imagem bruta e sem filtros para evitar qualquer erro de diagnóstico.
Pessoa usando um MacBook em um ambiente de edição profissional, trabalhando em cores e imagens na tela
Os MacBooks e monitores da Apple também possuem o recurso True Tone, no entanto, é recomendado que ele seja desativado em trabalhos de edição profissional (imagem: Reprodução/Apple)

Qual é a diferença entre True Tone e Night Shift?

O True Tone é uma tecnologia dinâmica que utiliza sensores para ajustar, em tempo real, o balanço de branco e o brilho da tela à iluminação ao redor. O objetivo é fazer a tela parecer uma folha de papel, mantendo as cores naturais em qualquer ambiente.

O Night Shift é um recurso programável que aplica um filtro estático para mudar os tons da tela para cores mais quentes e amareladas ao anoitecer. Ativado por horário ou no pôr do sol, ele visa reduzir a luz azul para melhorar a qualidade do sono.

O que é True Tone? Entenda a tecnologia usada nas telas de aparelhos da Apple

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O True Tone ajusta os tons da tela de acordo com a iluminação ao redor (imagem: Reprodução/Apple)

Tela iPhone 15 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPad Mini é vendido em quatro cores: azul, roxo, estelar e cinza espacial (imagem: divulgação/Apple)

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Como baixar todas as fotos do iCloud no PC

Ilustração da sincronização das fotos com o iCloud
Usuário pode salvar fotos no iCloud para poupar espaço de armazenamento no aparelho (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Você pode baixar suas fotos do iCloud de duas formas diferentes no PC: diretamente pelo site do iCloud — que limita o download para até 1.000 arquivos, ou pelo aplicativo próprio do serviço de armazenamento no Windows. Essa segunda opção sincroniza suas fotos e vídeos diretamente no disco rígido.

Já usuários de Mac podem baixar todos os arquivos em alta definição pelo aplicativo Fotos. Nesse caso, é necessário escolher se deseja duplicar as fotos no disco ou otimizar o download, baixando os arquivos como uma “prévia”, em baixa definição. A seguir, conheça os detalhes de como baixar fotos e vídeos do iCloud.

Índice

Como baixar todas as fotos do iCloud pelo navegador

1. Acesse o iCloud.com

Acesso o site do iCloud no seu navegador de preferência e clique no botão “Iniciar sessão” para ter acesso às suas fotos e vídeos.

Tela inicial do iCloud no navegador, com botão “Iniciar sessão” destacado para fazer login e acessar as fotos
Tela de inicio do iCloud no navegador (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Faça login com sua conta

É necessário fazer login com e-mail ou número de telefone, e senha para acessar o serviço de armazenamento. Pode ser necessário permitir o acesso em um iPhone ou iPad para continuar.

Tela de login do iCloud no navegador com botão “Iniciar sessão” e opção “Iniciar sessão com o iPhone”
Tela de login do iCloud no navegador (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Abra a seção de fotos do iCloud

Após realizar o login, desça a tela e clique na seção de Fotos para visualizar todos os arquivos vinculados à sua conta do iCloud.

Seção de fotos no iCloud, com “Fotos” selecionada e contagem de fotos e vídeos exibida
Seção de fotos no iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Selecione as fotos que deseja baixar no PC

O iCloud para navegador permite que o usuário baixe até 1.000 fotos por vez no PC. Assim, clique fora da seção de fotos e arraste o mouse para selecionar os arquivos rapidamente.

Quando atingir o limite de 1.000 fotos ou vídeos, clique no ícone de nuvem para baixá-los do iCloud no PC.

Contagem de 999 itens selecionados no app Fotos do iCloud, indicando fotos escolhidas para download no PC
Opção que permite baixar até 1.000 fotos no iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como salvar todas as fotos do iCloud pelo iCloud para Windows

O usuário pode baixar todas as fotos do iCloud no Windows pelo app próprio para o sistema operacional. É necessário baixar e instalar o aplicativo via Microsoft Store para continuar.

1. Abra o app do iCloud para Windows

Após a instalação do iCloud para o Windows, faça login com sua conta e abra o aplicativo. A opção “Desativado” será exibida na seção “Fotos“, caso nunca tenha utilizado o app no PC. Clique para continuar.

Tela do app iCloud para Windows mostrando “Fotos do iCloud” como “Sem configuração” e “Desativado”
Aplicativo do iCloud para o Windows (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Ative a sincronização de fotos entre iCloud e Windows

Verifique onde as fotos do iCloud serão armazenadas no PC e clique na chave “Desativado” para ativar a sincronização do serviço.

Tela de ajustes do iCloud para Windows, com a chave de “Fotos do iCloud” em Desativado
Ative a chave para compartilhar suas fotos do iCloud no Windows (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Verifique o progresso de sincronização

Após ativar a sincronização, você pode verificar todo o processo de transferência de arquivos entre iCloud e Windows. Acesse a pasta mencionada pelo iCloud para encontrar suas fotos e vídeos.

Tela do app iCloud para Windows mostrando “Apps que Usam iCloud”, com “Fotos do iCloud” ativado
Acompanhe o progresso de sincronização de suas fotos no PC (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como baixar todas as fotos do iCloud pelo Mac

1. Abra as configurações do aplicativo “Fotos” no Mac

Acesse o aplicativo “Fotos” no seu Mac e clique em “Ajustes” para visualizar as opções, antes de baixar os arquivos.

Seção de ajustes no app Fotos para Mac (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

2. Escolha como deseja baixar as fotos do iCloud no Mac

Selecione a opção “iCloud” no topo da tela e escolha uma das opções exibidas:

  • Baixar Originais para este Mac: método que baixa todos as fotos e vídeos em alta resolução para o disco do Mac;
  • Otimizar Armazenamento do Mac: opção para quem tem pouco espaço disponível em disco. As fotos e vídeos serão armazenadas em baixa resolução, como uma prévia. O usuário precisará escolher qual arquivo baixar em alta resolução de forma manual.

O usuário também pode escolher baixar todas as fotos e vídeos para uma pasta específica. Nesse caso, todo o conteúdo será duplicado se a biblioteca do iCloud estiver sincronizada no Mac.

Opções no app Fotos do macOS após abrir Ajustes, com “Fotos do iCloud” selecionadas e alternativas de armazenamento
Opções exibidas no app Fotos após selecionar o menu de ajustes (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Baixar as fotos no PC mantém a qualidade original das imagens?

Sim, caso você baixe os arquivos pelo site do iCloud ou pela opção “Baixar Originais” no app Fotos do Mac.

Ao fazer o download pelo aplicativo do iCloud para o Windows, o serviço de armazenamento cria uma pasta específica no PC com os arquivos em miniatura.

Dessa forma, é necessário baixar os arquivos com alta resolução manualmente. O mesmo acontece com a opção “Otimizar Armazenamento” no Mac.

Tem como baixar mais de 1.000 fotos do iCloud de uma vez no PC?

Apenas pelo aplicativo do iCloud para o Windows, já que o site permite baixar até 1.000 fotos ou vídeos salvos no iCloud por vez. A sincronização de todos os arquivos de uma vez também acontece no Mac.

Onde ficam armazenadas as fotos baixadas do iCloud para Windows?

Você pode verificar o caminho exato de armazenamento no app do iCloud para o Windows, já que o sistema personaliza as pastas para cada PC. Antes de ativar a chave de sincronização dos arquivos, cheque o caminho exato em “Fotos do iCloud“.

Caminho da pasta onde o iCloud adicionará as fotos no PC (Cada PC terá um caminho diferente)
Cada PC terá um caminho diferente para acessar as fotos do iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Remover a sincronização com do iCloud com o Windows apaga as fotos no PC?

Sim, o aplicativo do iCloud removerá todas as fotos ou vídeos armazenados do Windows, ao interromper a sincronização entre os serviços, mas seus arquivos continuarão disponíveis para visualização na sua conta do iCloud.

Uma dica é salvar os arquivos em outra pasta do PC, antes de remover a sincronização.

Como baixar todas as fotos do iCloud no PC

Usuário pode salvar fotos no iCloud para poupar espaço de armazenamento no aparelho (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

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O que é Face ID? Saiba tudo sobre o sistema de reconhecimento facial da Apple

Ilustração do Face ID
Face ID confirma a identidade de usuários de aparelhos da Apple (Imagem: Reprodução/Apple)

Face ID é o sistema de reconhecimento facial da Apple, incorporado a iPhones e iPads. Ele é usado como um mecanismo de segurança para confirmar a identidade do usuário.

O Face ID depende de componentes de hardware para fazer mapeamentos e escaneamentos precisos de rostos. Enquanto isso, o sistema operacional e outros softwares processam os dados para validar (ou não) a identidade.

Com o Face ID, você consegue desbloquear iPhones e iPads, autorizar compras pelo aparelho ou executar comandos que exigem níveis altos de privilégios.

A seguir, entenda melhor o que é o Face ID, saiba como ele funciona e veja em quais dispositivos ele está presente.

O que é Face ID?

Face ID é um sistema de reconhecimento facial proprietário da Apple, que combina elementos de hardware e software. O sistema foi desenvolvido especialmente para produtos da maçã, como iPhones e iPads.

O que significa Face ID?

O termo “Face ID” pode ser traduzido como “identidade facial” ou “identidade por rosto”. A expressão combina “face” (traduzido como “rosto” ou “face”) e “ID”, que é a abreviação de “identidade” em inglês.

Para que serve o Face ID?

O Face ID tem a função de proteger informações de iPhones e iPads, atuando como um mecanismo de segurança para confirmar a identidade do usuário.

Assim como o código numérico e o Touch ID, o Face ID é usado para autenticação em dispositivos da Apple, seja para desbloquear o aparelho, executar comandos ou configurações, autorizar compras ou fazer pagamentos.

Como funciona o Face ID

O funcionamento do Face ID é baseado na combinação de elementos de hardware e software, que atuam em conjunto para a operação do sistema.

Para habilitar o mapeamento e leitura facial, o Face ID depende da câmera TrueDepth: um kit formado por câmera de selfie, projetor de pontos, além de sensor infravermelho, sensor de proximidade e sensores de iluminação.

Sensores da True Depth Camera
Componentes da câmera TrueDepth (Imagem: Reprodução/Apple)

Durante a configuração do Face ID, esses componentes trabalham em conjunto para projetar milhares de pontos invisíveis e criar um mapa de profundidade do rosto do usuário. Uma parte do Neural Engine do aparelho transforma esse mapa de profundidade em uma representação matemática, que fica salva internamente.

Então, toda vez que o sistema operacional exige uma confirmação de identidade, a câmera TrueDepth faz um novo escaneamento do rosto e o compara à representação matemática registrada anteriormente. A validação pode acontecer mesmo diante de mudanças visuais (como maquiagem) ou uso de acessórios como máscara e óculos.

Ilustração do Face ID no iPhone
Face ID foi introduzido no iPhone X (Imagem: Reprodução/Apple)

Caso as representações coincidirem, o usuário ganhará acesso para prosseguir com as ações ou comandos. Do contrário, a pessoa terá que confirmar a identidade via código numérico.

O Face ID precisa de internet?

Não. O Face ID funciona de maneira offline e é dependente apenas da câmera TrueDepth do dispositivo e de softwares atualizados. Os mapeamentos de rostos também não precisam de internet, já que ficam salvos no hardware, e não na nuvem.

Quais dispositivos Apple têm Face ID?

O sistema Face ID da Apple está presente somente em alguns tipos de iPhone e em determinados modelos de iPad.

Quais modelos de iPhone têm Face ID?

O Face ID é oferecido em quase todos os modelos de iPhone lançados a partir do iPhone X, incluindo as versões da linha numérica, variantes Pro, Pro Max, Plus, mini, “e” e iPhone Air.

As exceções incluem os iPhones SE de segunda e terceira geração, que foram lançados após o iPhone X e não trazem suporte a esse sistema de biometria.

Existe Face ID para Android?

Não. Smartphones Android podem ter sistemas de reconhecimento facial similares ao do Face ID, mas é preciso lembrar que o Face ID é uma tecnologia proprietária da Apple Inc., que só está disponível em aparelhos da maçã.

O que dá pra fazer com o Face ID?

Você pode usar o sistema de reconhecimento do Face ID para:

  • desbloquear o dispositivo Apple;
  • colocar senha nos aplicativos do iPhone ou iPad;
  • baixar aplicativos da App Store;
  • fazer pagamentos via Apple Pay;
  • iniciar sessões em aplicativos;
  • executar determinadas configurações;
  • acessar pastas ou seções específicas.
Exemplos de uso do Face ID
Face ID é usado para confirmar diversas ações em iPhones e iPads (Imagem: Reprodução/Apple)

O Face ID é seguro?

Sim. O Face ID funciona com base em um modelo tridimensional criado a partir do mapeamento do seu rosto, e não pode ser burlado a partir de fotos, vídeos ou uso de máscaras para falsificar a identidade.

Além disso, a Apple afirma que a probabilidade de outra pessoa desbloquear seu iPhone protegido com Face ID é menor que 1 em 1.000.000.

As probabilidades só aumentam em casos de gêmeos idênticos ou envolvendo menores de 13 anos que ainda não desenvolveram características faciais: nessas situações, é recomendável usar códigos numéricos.

O Face ID pode parar de funcionar?

Sim. Há casos em que o Face ID para de funcionar, devido a software desatualizado ou complicações na câmera TrueDepth. Mas em algumas situações, reiniciar o iPhone ou limpar a tela pode solucionar o problema.

Qual é a diferença entre Face ID e Touch ID?

Face ID é o sistema de reconhecimento facial da Apple, que se baseia na confirmação de identidade a partir de um escaneamento tridimensional do rosto. O sistema está presente em determinados modelos de iPads e em iPhones mais recentes, e é considerado mais seguro que o Touch ID, seu “antecessor”.

Já o Touch ID é o sistema de biometria proprietário da Apple, responsável pela leitura da impressão digital. Esse sistema é considerado menos seguro que o Face ID, é popular nos iPads, e figura somente em modelos mais antigos e básicos de iPhones.

O que é Face ID? Saiba tudo sobre o sistema de reconhecimento facial da Apple

(Imagem: Reprodução/Apple)

(Imagem: Reprodução/Apple)
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Face ID não funciona? Veja 5 formas de resolver o problema no iPhone

imagem do um iphone com a tela Face ID
Saiba como corrigir eventuais problemas com o Face ID e usar o recurso de biometria do iPhone (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Face ID pode parar de funcionar no iPhone devido a fatores simples, como sujeira na câmera TrueDepth, películas desalinhadas ou até a necessidade de atualizações de software. Em outros casos, os registros de biometria corrompidos impedem o reconhecimento facial.

Para corrigir o Face ID com problema, o usuário pode reiniciar o dispositivo para eliminar bugs em segundo plano, limpar a área do sensor ou redefinir a biometria nos ajustes do sistema. Caso essas etapas não funcionem, pode existir um dano físico interno, sendo necessário buscar uma assistência técnica autorizada.

A seguir, veja algumas ações básicas que você pode fazer quando o Face ID não está funcionando corretamente.

1. Redefina o Face ID 

Redefinir o Face ID corrige falhas de reconhecimento facial porque apaga o mapeamento antigo, que pode estar desatualizado ou corrompido. Isso força o sensor TrueDepth a escanear o rosto novamente, adaptando a mudanças recentes no seu visual.

O processo reconstrói a biometria do zero e elimina erros acumulados no sistema operacional. Para fazer isso, acesse os “Ajustes” do iPhone, selecione “Face ID e Código” e digite a senha do aparelho.

Por fim, toque em “Redefinir Face ID” para limpar os registros antigos e vá em “Configurar Face ID”. Então, basta posicionar seu rosto no enquadramento da câmera e movê-lo lentamente em círculos.

Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos
Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Reinicie o seu dispositivo

Reiniciar o iPhone resolve problemas no Face ID ao limpar pequenos bugs e conflitos temporários do software que travam a autenticação. Esse processo simples é ideal quando aplicativos em segundo plano geram instabilidade no sistema.

Ao reiniciar, o dispositivo limpa a memória RAM e força o recarregamento do sensor TrueDepth do zero. Isso elimina os erros acumulados e faz com que o reconhecimento facial volte a operar corretamente.

Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID
Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Limpe a tela do seu iPhone

O acúmulo de sujeira e marcas de dedo na parte superior da tela pode obstruir os sensores do Face ID, impedindo o escaneamento facial. Isso ocorre porque a oleosidade ou poeira impedem que o iluminador e o projetor de pontos façam o mapeamento infravermelho do rosto.

A solução é higienizar o celular limpando a região da TrueDepth camera com um pano de microfibra macio e, se possível, levemente úmido com álcool isopropílico. Esse cuidado simples desobstrui os componentes ópticos e restabelece o uso da biometria no dispositivo.

Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Remova a película do seu iPhone

As falhas no reconhecimento facial muitas vezes acontecem porque películas grossas, trincadas ou desalinhadas cobrem o sensor TrueDepth. Modelos paralelos ou com filtro de privacidade costumam bloquear a luz necessária para a leitura da biometria.

O acessório danificado ou de tamanho errado obstrui fisicamente o projetor de pontos e a câmera infravermelha, impedindo o mapeamento do rosto. Nesses casos, o sistema do iPhone perde a precisão técnica e falha na autenticação.

Remover a proteção serve como um teste rápido de diagnóstico para isolar o problema e liberar a área óptica do aparelho. Se o desbloqueio voltar a funcionar imediatamente, basta substituir a película por um modelo totalmente compatível.

Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID
Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Verifique se há atualizações pendentes

Manter o sistema do iPhone desatualizado pode gerar bugs em segundo plano que afetam o funcionamento do Face ID. Erros crônicos no código do software costumam travar o reconhecimento facial e impedir o desbloqueio.

A própria Apple recomenda atualizar o iOS no iPhone para aplicar patches de correção que eliminam essas instabilidades conhecidas. Versões recentes do sistema operacional restauram a estabilidade dos drivers e garantem a comunicação perfeita com o hardware.

Para completar o processo, o ideal é reiniciar o smartphone logo após o término da instalação dos novos arquivos. Esse procedimento simples força uma inicialização limpa e normaliza o desbloqueio via Face ID.

Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID
Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que o Face ID não voltou a funcionar? 

Se você tentou os procedimentos básicos e o Face ID ainda não voltou a funcionar, o problema pode estar relacionado a barreiras físicas ou danos internos. As principais causas são:

  • Falha física no hardware: avisos permanentes de erro indicam que os componentes internos foram danificados por quedas ou impactos, exigindo reparo especializado em uma assistência técnica autorizada;
  • Bloqueio por capas ou acessórios: uma capa nova ou mal encaixada pode cobrir acidentalmente a parte superior do smartphone, obstruindo a visão dos sensores e impedindo o reconhecimento facial;
  • Interferência da película protetora: modelos trincados, desalinhados ou com filtro de privacidade bloqueiam a câmera TrueDepth, interrompendo o feixe infravermelho e impossibilitando a leitura da biometria;
  • Troca de tela recente: a substituição do display pode danificar ou desativar o sistema de segurança por falta de emparelhamento com o processador, sendo recomendado realizar o serviço em locais certificados.

O que significa “Face ID off” no iPhone?

A mensagem “Face ID off” indica que o sistema de reconhecimento facial do iPhone foi completamente desativado nas configurações do aparelho. Com o recurso desligado, o sensor TrueDepth deixa de escanear o rosto e os dados biométricos salvos ficam inativos.

A partir desse momento, o iOS passa a exigir obrigatoriamente a senha numérica para liberar o dispositivo e acessar todas as tarefas. Até que uma nova biometria seja cadastrada, todas as validações de segurança dependerão da digitação manual.

A troca da tela pode afetar o Face ID? 

Sim, a substituição da tela pode afetar o Face ID porque o sensor TrueDepth é extremamente sensível e pode sofrer danos físicos durante a desmontagem. Além disso, os componentes ópticos frontais são emparelhados de fábrica ao processador do iPhone por criptografia.

Se a troca do display quebrar esses filamentos ou for feita sem a transferência do chip original, a biometria é bloqueada por segurança. Para evitar dores de cabeça, o reparo deve ser realizado em assistências autorizadas ou especializadas com certificação da Apple.

Derrubar o celular pode danificar o Face ID? 

Sim, o impacto de uma queda pode quebrar o Face ID, trincando os componentes sensíveis da câmera TrueDepth. A pancada forte costuma rachar os prismas de vidro ou desalinhar o projetor de pontos, uma peça frágil que sai de posição facilmente.

Esse tipo de dano físico rompe as conexões elétricas internas e costuma disparar o aviso “Face ID off” no aparelho. Como o problema afeta o hardware e não o software, a biometria deixa de funcionar, exigindo um reparo técnico em laboratório.

A película de privacidade pode afetar o Face ID no iPhone? 

Sim, a película de privacidade pode atrapalhar o Face ID ao reduzir os feixes de luz que atravessam o vidro frontal. Esse bloqueio angular, projetado para escurecer a tela lateralmente, interfere diretamente na capacidade dos sensores TrueDepth de lerem os traços faciais.

O acessório diminui a precisão do mapeamento infravermelho e costuma fazer a biometria falhar constantemente. Para evitar o problema, o ideal é escolher modelos de alta qualidade ou que possuam um recorte físico vazado exatamente na área da câmera frontal.

Face ID não funciona? Veja 5 formas de resolver o problema no iPhone

Saiba como corrigir eventuais problemas com o Face ID e usar o recurso de biometria do iPhone (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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iPhone dobrável pode ter interface de iPad e reviver Touch ID

iPad Mini 6 (2021) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Rumor indica que primeiro dobrável da Apple focará em multitarefa (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple pode lançar seu iPhone dobrável até o fim de 2026, com uma interface semelhante à do iPad e Touch ID integrado ao botão lateral.
  • O design incluiria uma tela interna widescreen semelhante ao iPad mini e uma externa compacta, segundo os rumores.
  • A durabilidade dos painéis flexíveis seria um dos focos para competir no setor, com tecnologia para reduzir vincos e reforçar a dobradiça.

Já parece quase certo que a Apple trabalha em um iPhone dobrável. Agora, novas informações do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, indicam que o primeiro modelo pode chegar até o fim de 2026, com uma interface mais próxima da usada no iPad para facilitar o multitarefa e competir nesse segmento.

A chegada do iPhone Fold aconteceria sete anos após a sul-coreana Samsung apresentar a primeira geração da linha Galaxy Fold. Para compensar a entrada tardia na categoria, a Apple teria concentrado seus esforços na otimização do software para telas maiores e correção de falhas estruturais.

Como seria a interface do iPhone dobrável?

Os rumores indicam um novo smartphone da Apple com uma tela interna de tamanho próximo ao de um iPad mini antigo, adotando um formato widescreen quando aberto.

Esse design se distanciaria das proporções mais estreitas adotadas no recente Galaxy Z Fold 7, aproximando-se mais do visual e usabilidade do Google Pixel Fold original. A tela externa possuiria dimensões equivalentes às de um iPhone de tamanho compacto.

Apesar da semelhança visual com os tablets da companhia, o aparelho executaria a versão padrão do iOS, e não o sistema iPadOS. Na prática, o dispositivo não suportaria, por exemplo, o sistema de múltiplas janelas simultâneas presente no recente iPadOS 26.

Por outro lado, a Apple estaria reformulando seus principais programas nativos do iOS para incluir barras laterais na borda esquerda da tela, aproveitando o espaço do painel expandido. O sistema também permitiria a exibição de dois aplicativos lado a lado. Segundo Gurman, os desenvolvedores ganhariam ferramentas para adaptar aplicativos de iPhone à nova interface no modo paisagem.

iPhone Fold pode ter tela de proporções semelhantes às de um iPad mini (imagem: divulgação/Apple)

Touch ID de volta

Uma das alterações mais significativas de hardware seria a remoção do Face ID. O painel frontal do iPhone dobrável seria fino demais — a espessura lembraria dois “iPhone Air” unidos — para acomodar o complexo conjunto de sensores exigidos para o reconhecimento facial.

A solução da Apple, segundo Gurman, seria integrar o Touch ID ao botão lateral de energia. Esta mudança marcaria o primeiro lançamento de um iPhone com biometria digital desde o iPhone SE de terceira geração, lançado em 2022.

A tela externa também exibiria novidades. O clássico entalhe em formato de pílula daria lugar a um pequeno recorte circular para a câmera frontal, o conhecido “furo na tela”. Mesmo com essa alteração física, o software manteria a interface Dynamic Island ativa para a visualização de alertas do sistema e atividades em segundo plano.

Vale notar que esse mesmo design com furo na tela deve chegar a uma versão com tela touch do MacBook Pro ainda este ano.

Para o display interno principal, a empresa teria testado tecnologias de câmeras ocultas sob a tela. No entanto, a ideia teria sido descartada devido à baixa qualidade fotográfica. A traseira do smartphone, por sua vez, acomodaria duas câmeras, oferecendo um sensor a menos que as lentes triplas da linha Pro.

Durabilidade e preço alto

A durabilidade dos painéis flexíveis teria sido um dos principais empecilhos do projeto. A fabricante teria avaliado que os vincos na área de dobra são a maior deficiência dos dobráveis atuais.

Para contornar o problema, a Apple teria optado por uma tecnologia inédita que reduz a marca central de forma considerável. O esforço da engenharia também envolveria reforçar o mecanismo de dobradiça para aumentar o limite de aberturas e fechamentos antes de apresentar falhas.

Mesmo com um conjunto de câmeras mais modesto, o preço de lançamento do aparelho poderia ficar na casa dos US$ 2.000 (cerca de R$ 10,4 mil em conversão direta, sem impostos). Ou seja, se o produto realmente chegar ao mercado, não deve ser barato.

iPhone dobrável pode ter interface de iPad e reviver Touch ID

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Rumores indicam que a Apple prepara um iPhone dobrável com tela interna nos moldes do iPad mini. Modelo pode trazer leitor de digital de volta.

iPad Mini 6 (2021) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
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MacBooks com chip M5 são homologados pela Anatel

MacBook Pro com M5 Max (imagem: divulgação/Apple)
Resumo
  • Anatel homologou os MacBooks Air e Pro com chip M5 e o iPad Air com processador M4 para venda no Brasil.
  • O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max custa entre R$ 47.999 e R$ 90.399, enquanto os MacBooks Air de 13 e 15 polegadas custam R$ 13.999 e R$ 15.999, respectivamente.
  • Os iPads Air com processador M4, modelos A3459 a A3462, variam de R$ 7.499 a R$ 17.999.

Foi rápido: a Apple anunciou na semana passada os novos MacBooks Air e Pro com chips M5, e eles já podem ser vendidos no Brasil, após serem certificados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na sexta-feira (06/03).

Com a certificação, chegam ao país o Macbook Pro de 16 polegadas com o M5 Max (modelo A3429); MacBook Air de 15 polegadas com M5 (A3448) e MacBook Air de 13 polegadas (A3449), também com M5.

O que eles têm de novo?

Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max é o mais potente entre eles, contando com o novo chip de 18 CPUs e GPU em duas opções: 32 e 40 núcleos.

Também é o mais caro entre as novidades, custando a partir de R$ 47.999 e podendo ir até R$ 90.399 na especificação com tela Nano Texture, 128 GB de RAM e 8 TB de armazenamento.

Ilustração dos chips M5 Pro e M5 Max
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)

Os MacBooks Air com M5 custam bem menos: no site oficial, o modelo de 13 polegadas parte de R$ 13.999 e o de 15 polegadas, de R$ 15.999. Ambos vêm com 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.

Para completar os lançamentos, ainda faltam as certificações dos novos MacBook Pro de 14 polegadas com M5 Pro e Max, o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro e o novo MacBook Neo.

Preços dos novos MacBooks

  • MacBook Air M5 13″: R$ 13.999
  • MacBook Air M5 15“: R$ 15.999
  • MacBook Pro M5 Pro 14″: R$ 26.999
  • MacBook Pro M5 Max 14″: R$ 44.999
  • MacBook Pro M5 Pro 16″: R$ 33.999
  • MacBook Pro M5 Max 16″: R$ 47.999

iPad Air também está homologado

iPad Air com M4 mostrando janelas com uma videochamada, um app de anotações e um app de design gráfico
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)

Já a nova linha de iPads Air com processador M4 está completa: os modelos A3459, A3460, A3461 e A3462 estão homologados. Eles correspondem, respectivamente, aos iPad Air de 11 polegadas (Wi-Fi e 5G) e aos iPad Air de 13 polegadas (Wi-Fi e 5G).

Os modelos começam em R$ 7.499 (11 polegadas com 128 GB) e vão até R$ 17.999 (13 polegadas com 1 TB de armazenamento).

Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13″ com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

MacBooks com chip M5 são homologados pela Anatel

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Apple recebeu autorização para vender MacBook Air e MacBook Pro com chip M5 no Brasil. Novo iPad Air com processador M4 também foi certificado pela agência.

Certificado Anatel do MacBook Pro de 16" com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)

Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13" com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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iPad dobrável de 18 polegadas pode chegar em 2029

iPad rodando iPadOS 26, com várias janelas de diferentes tamanhos na tela
iPad dobrável continua em desenvolvimento nos bastidores da Apple, aponta rumor (imagem: reprodução/Apple)

A Apple estaria desenvolvendo um iPad dobrável de 18 polegadas, com previsão de lançamento para 2029. Segundo informações apuradas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, o projeto busca entregar uma tela de Mac, mas mantendo a portabilidade de um tablet. O cronograma de desenvolvimento, no entanto, teria sofrido atrasos por obstáculos técnicos associados ao peso do aparelho e à tecnologia do display.

Notícias do ano passado indicavam que a empresa havia pausado a iniciativa. Contudo, os novos rumores apontam que o projeto segue vivo, embora a meta original de lançamento tenha passado de 2028 para o final da década.

Como deve ser o iPad dobrável?

Quando fechado, o equipamento seria parecido com um MacBook, com exterior em alumínio e nenhuma tela externa. Ao ser desdobrado, ele atingiria proporções próximas às de um MacBook Air de 13 polegadas, só que operando pela tela sensível ao toque e sem um teclado físico integrado.

A ausência de teclas físicas tem gerado debates internos sobre a praticidade da digitação, um fator considerado crítico para a produtividade. Além disso, os protótipos atuais pesariam cerca de 1,6 kg. Isso tornaria o dispositivo bem mais pesado que os modelos atuais da linha iPad Pro, contrariando a premissa de ultraportabilidade dos tablets.

Apesar de Gurman afirmar que o dobrável é projetado como um “iPad puro” e não um dispositivo híbrido, as linhas entre os ecossistemas da Apple estão cada vez mais próximas. Rumores recentes apontam que o MacBook Pro de 2026 pode ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID. Com os Macs ganhando recursos de toque e os iPads ganhando telas de 18 polegadas, a estratégia da empresa parece ser unificar a experiência do usuário.

Fabricação e preço salgado

A tela OLED dobrável estaria sendo fabricada pela Samsung, com a Apple concentrando esforços de engenharia para minimizar o temido vinco central do display. A companhia deve utilizar o aprendizado da produção do aguardado iPhone dobrável — previsto para o final deste ano — para aperfeiçoar o tablet.

O custo de um painel flexível nessas proporções, no entanto, impactaria o bolso do consumidor. Estimativas apontam que ele poderia custar até três vezes mais que o atual iPad Pro de 13 polegadas, comercializado por US$ 1.299. Sendo assim, o valor final poderia alcançar US$ 3.900 (cerca de R$ 20.500 em conversão direta e sem impostos).

iPad dobrável de 18 polegadas pode chegar em 2029

Redimensionar janelas ficou mais fácil no iPadOS 26 (imagem: reprodução)
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iPad Air de 11″ com Apple M3 tem melhor oferta desde dezembro no Magalu


Prós
  • Chip de alto desempenho Apple M3
  • Suporte ao Apple Intelligence
  • Tela Liquid Retina de 11 polegadas com True Tone
  • Câmera frontal de 12 MP com recurso Center Stage
Contras
  • Armazenamento de apenas 128 GB
  • Somente 10 horas de autonomia
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPad Air (128 GB) está disponível por R$ 5.559,90 no Pix no Magazine Luiza. O tablet da Apple com tela Liquid Retina de 11 polegadas e o poderoso chip Apple M3, lançado originalmente por R$ 7.499, recebe um desconto de 25% nesta oferta.

iPad Air traz tela de 11 polegadas, câmeras de 12 MP e autonomia de até 10 horas

iPad Air com chip M3 em várias cores
iPad Air com chip M3 promete alto desempenho em diferentes tarefas (imagem: Divulgação/Apple)

O iPad Air tem tela Liquid Retina de 11 polegadas com revestimento antirreflexo, oferecendo uma ampla área para trabalho e entretenimento. O painel ainda conta com os recursos True Tone e brilho de 500 nits, reproduzindo imagens nítidas e com maior conforto para os olhos.

Com suporte ao Apple Intelligence, o tablet usa o chip de alto desempenho Apple M3 combinado com 8 GB de RAM. Entretanto, o modelo possui somente 128 GB de armazenamento interno, o que deve exigir o uso do serviço iCloud para ampliar a memória e sincronizar os arquivos na nuvem.

Outro destaque do iPad Air é a câmera frontal de 12 MP com recurso Center Stage, ideal para chamadas de vídeo ao manter o usuário sempre no centro da tela. Já a câmera traseira adota um sensor grande-angular de 12 MP com zoom digital de até 5x e registra vídeos em 4K.

iPad Air M2 (imagem: Divulgação/Apple)
iPad Air traz suporte ao Apple Intelligence e terá até 5 grandes atualizações do iPadOS (imagem: Divulgação/Apple)

O tablet da Apple tem apenas 6,11 mm de espessura e pesa 460 gramas, ideal para o transporte em bolsas e mochilas. O modelo ainda conta com uma autonomia de até 10 horas para navegação na internet via Wi-Fi.

Falando em conexões, o dispositivo oferece Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3 e uma porta USB-C para recarga ou transferência de dados. Na parte de software, ele vem de fábrica com o iPadOS 26 e deve receber cerca de 5 grandes atualizações do sistema operacional.

Fechando o pacote, o iPad Air (R$ 5.559,90 no Pix) traz uma série de apps pré-instalados, como o FaceTime, Apple TV e GarageBand. Vários outros softwares também podem ser baixados por meio da App Store da Apple.

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iPad Air de 11″ com Apple M3 tem melhor oferta desde dezembro no Magalu

Novo iPad Air com chip M3 (imagem: divulgação/Apple)

iPad Air M2 (imagem: Divulgação/Apple)
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iPhone 17e pode ser lançado nas próximas semanas

Celulares vistos de frente e de costas
iPhone 17e deve chegar em breve (imagem: divulgação)
Resumo
  • O iPhone 17e deve ser lançado no começo deste ano, com chip A19, suporte ao MagSafe e modems proprietários para conectividade.
  • Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, o modelo seguirá o mesmo preço do antecessor: US$ 599.
  • Apple também pode lançar novos iPads e MacBooks com processadores atualizados nas próximas semanas.

A Apple se prepara para lançar o iPhone 17e neste começo de ano, dando início ao ciclo de produtos de 2026. O aparelho, que substituirá o iPhone 16e, deve trazer mudanças pontuais de hardware, incluindo a adoção do mesmo chip da linha principal, suporte ao MagSafe e a transição para chips próprios de conectividade.

De acordo com o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a nova versão está em fase final de preparação e deve manter o preço atual de US$ 599 nos Estados Unidos. No Brasil, o iPhone 16e chegou em fevereiro do ano passado, custando a partir de R$ 5.799.

Além do iPhone 17e, a Apple também planeja anunciar novos iPads, Macs e atualizações de software nas próximas semanas.

Quais as novidades?

Segundo a reportagem, o iPhone 17e marca a transição do modelo de entrada da linha para o chip A19, aproximando-o ao desempenho da geração principal do iPhone 17. O vazamento não detalha, entretanto, se o chip manterá as mesmas especificações de GPU em relação às versões mais caras.

Apesar de uma possível diferença no chip, o dispositivo deve corrigir um dos pontos negativos da geração passada ao incluir o MagSafe, introduzido lá no iPhone 12, o que amplia a compatibilidade com acessórios da empresa.

Por dentro, o iPhone 17e deve dar continuidade ao uso de modems proprietários para 5G, Wi-Fi e Bluetooth. Segundo Gurman, os componentes serão os mais recentes fabricados pela Apple. O portal 9to5mac indica que o jornalista faz referência ao modem C1X — evolução do C1, introduzido no iPhone 16e — e um novo chip de rede chamado N1. Ambos foram usados na família iPhone 17 e no iPhone Air.

Não há menção a mudanças no conjunto de câmeras, no tamanho da tela ou no design em relação ao iPhone 16e. Rumores recentes, entretanto, apontam que a empresa pretende manter uma única câmera e adotar a Dynamic Island, que faz parte do design mais recente dos iPhones desde o 14 Pro.

Preço igual ao iPhone 16e

Segundo Gurman, a Apple pretende manter o preço do iPhone 17e nos Estados Unidos em US$ 599, repetindo a estratégia adotada na geração anterior. A empresa deve manter o aparelho como a opção mais acessível entre os iPhones vendidos oficialmente. Com isso, o objetivo seria voltar o dispositivo a mercados emergentes e ao segmento corporativo.

Apesar disso, vale lembrar que, mesmo com preços estáveis nos Estados Unidos, os aparelhos da Apple costumam chegar ao Brasil mais caros todos os anos. Desde 2023, a Apple só apresentou um iPhone mais caro no país de origem: no ano passado, a versão Pro subiu de US$ 999 para US$ 1.099.

Por aqui, a correção é anual: a versão base, por exemplo, saiu de R$ 7.299 no iPhone 15 para R$ 7.799 no iPhone 16 e R$ 7.999 no iPhone 17, um aumento que se repete em todos os modelos.

Apple prepara mais novidades

Marca da Apple
Apple prepara lançamentos do primeiro semestre (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Além do iPhone 17e, a Bloomberg afirma que a Apple prepara uma série de outros anúncios para as próximas semanas. Entre eles estão novos iPads, incluindo atualizações para o iPad de entrada e para o iPad Air, que devem receber novos processadores, enquanto o iPad Mini deve migrar para uma tela OLED.

Já para a linha Mac, a Apple pode lançar novos MacBook Pro de 14 e 16 polegadas com chip M4 por volta da semana de 2 de março, seguidos por uma atualização do MacBook Air com processador M5. Gurman ainda menciona um projeto de MacBook de baixo custo, com tela menor que 13 polegadas e chip de iPhone para competir com Chromebooks.

A agenda inclui atualizações de software, como uma primeira versão beta do iOS 26.4 para desenvolvedores já em 23 de fevereiro.

iPhone 17e pode ser lançado nas próximas semanas

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Sucessor do iPhone 16e é esperado com chip A19 e MagSafe. Apple também deve anunciar novos iPads e MacBooks.

iPhone 16e conta com processador Apple A18 (imagem: divulgação)

Apple (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Stremio lança app completo para iOS, mas ele não está na App Store

Imagem horizontal com fundo preto e elementos gráficos lineares em degradê. Do lado esquerdo, linhas finas partem de um ponto inferior e se abrem em leque nas cores roxo e rosa. Do lado direito, um padrão similar de linhas em tons de laranja e amarelo irradia para as bordas. No centro, entre os dois feixes, há três elementos brancos alinhados verticalmente: o ícone do Stremio (um quadrado inclinado com um triângulo de "play" no centro), o texto "Stremio for iOS" e o logotipo da Apple.
Stremio foi removido da App Store, mas tenta retorno (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Stremio lançou um aplicativo completo para iOS, disponível via sideloading, permitindo streaming de torrents sem add-ons.
  • O aplicativo não está na App Store devido às regras da Apple contra pirataria, exigindo instalação direta com um arquivo IPA.
  • O Stremio Lite foi removido da App Store em janeiro de 2026, provavelmente por políticas contra pirataria, mas uma nova versão está aguardando aprovação.

O serviço de streaming de torrents Stremio lançou um app completo para iPhones e iPads. No entanto (e como era de se esperar), ele não está disponível na App Store da Apple. O software precisa ser baixado e instalado diretamente no dispositivo, processo também conhecido como sideloading.

Antes disso, o Stremio chegou a oferecer, na loja oficial da Apple, um aplicativo Lite para iPhones e iPads. Para seguir as normas da Apple contra pirataria, ele vinha sem o servidor de torrents. Por isso, precisava de add-ons para funcionar como a versão padrão do app.

Como é o novo Stremio para iOS?

A nova versão tem mais recursos que a Lite anteriormente disponível na App Store. Ela se equipara ao Stremio para Android, podendo fazer streaming de torrents sem componentes adicionais.

Por outro lado, o login com Apple ID e o Handoff (para continuar tarefas em outros dispositivos) estão desativados, já que não podem ser usados em apps instalados via sideloading.

Arte com o logotipo da Apple em diferentes gradientes de cores, incluindo tons de azul, roxo, rosa, laranja e amarelo, sobre um fundo preto. Os logos estão levemente inclinados, criando uma sensação de movimento. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Apple removeu Stremio Lite da loja de apps (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Stremio está disponível para download em um arquivo IPA, como são chamados os pacotes de aplicativos do iOS. Instalar um arquivo desses, porém, não é uma tarefa tão simples.

Ao contrário do Android, do Google, que aceita instalação direta de arquivos baixados, o sistema da Apple é bastante fechado para esse tipo de procedimento. Basicamente, para fazer isso, é necessário usar um computador e programas adicionais. Ter uma conta de desenvolvedor (que custa US$ 99 anuais) também ajuda.

Vale dizer que, tanto no Android quanto no iOS, o sideloading é um processo mais perigoso que a instalação pela loja oficial. Apps baixados diretamente não passam pelos mesmos processos de revisão das plataformas das grandes empresas, o que representa um risco maior de segurança.

O que aconteceu com o Stremio Lite?

O Stremio Lite foi removido da loja em meados de janeiro de 2026. Apesar de não haver uma explicação oficial, a resposta é bastante óbvia: políticas contra pirataria. Por mais que não viesse com o recurso de download de torrents, a Apple pode ter considerado que essa era a finalidade do app, o que violaria suas regras.

De acordo com o texto publicado no blog do projeto, uma nova versão Lite do app foi enviada e está aguardando resposta.

Stremio lança app completo para iOS, mas ele não está na App Store

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Apple lança assinatura de aplicativos de criatividade

Imagem de divulgação mostra alguns ícones de apps da Apple em um fundo preto. Na parte superior, está escrito "Creator Studio", ao logo do logo da Apple, uma maçã mordida
Apple expande portfólio de serviços pagos com o Creator Studio (imagem: divulgação)
Resumo
  • Apple lançou o Creator Studio, um plano de assinatura com os apps de criação da empresa.
  • O pacote inclui Final Cut Pro, Logic Pro e Pixelmator Pro para Mac e iPad, além de Motion, Compressor e MainStage para Mac.
  • No Brasil, o preço será de R$ 39,90 mensais, disponível para contratação em 28 de janeiro; estudantes e educadores têm preços reduzidos.

A Apple anunciou nesta terça-feira (13/01) o Creator Studio, uma nova assinatura que concentra os principais aplicativos de criação da empresa. A proposta é oferecer ferramentas profissionais para vídeo, áudio e design por um valor mensal mais acessível, todas disponíveis no mesmo pacote, ampliando o alcance para criadores independentes, estudantes e profissionais que já usam Mac, iPad e iPhone.

O serviço estará disponível na App Store em 28 de janeiro, com a possibilidade de um mês de teste gratuito. No Brasil, a assinatura vai custar R$ 39,90 por mês ou R$ 399 por ano. Estudantes e educadores pagam valores reduzidos: R$ 14,90 por mês ou R$ 149 anuais.

O que vem no Apple Creator Studio?

Captura de tela do site da Apple mostra os valores da mensalidade do Apple Creator Studio no Brasil
Assinatura custará R$ 39,90 por mês (imagem: reprodução)

O pacote dá acesso aos programas Final Cut Pro, Logic Pro e Pixelmator Pro, tanto no Mac quanto no iPad. Já o Motion, o Compressor e o MainStage ficam restritos ao Mac.

Além disso, a Apple incluiu recursos inteligentes e conteúdos premium nos aplicativos Keynote, Pages e Numbers, disponíveis no iPhone, iPad e Mac. O Freeform também receberá esses novos recursos posteriormente.

Segundo a empresa, a ideia é integrar criação visual, edição de áudio e produção gráfica em um fluxo contínuo. No comunicado oficial, o vice-presidente sênior de software e serviços de internet da Apple, Eddy Cue, afirmou que essa é uma maneira “flexível e acessível de começar a usar uma coleção poderosa de aplicativos criativos”.

Apesar do foco na assinatura, a Apple mantém a opção de compra avulsa no Mac. Final Cut Pro, Logic Pro, Pixelmator Pro, Motion, Compressor e MainStage continuam disponíveis como pagamento único na Mac App Store. No iPad, porém, esses aplicativos passam a existir apenas dentro do plano.

Apple vs Adobe vs Affinity

Imagem mostra um Macbook Pro e um iPad em um fundo de cor preta
Apple Creator Studio reforça a estratégia de integração (imagem: divulgação)

A comparação com a Adobe é inevitável, já que a dona do Photoshop e Illustrator abandonou licenças perpétuas em 2013 e migrou totalmente para assinaturas. A Apple entra na competição por receitas recorrentes, mas, por enquanto, adota uma abordagem mais flexível, sem eliminar o modelo tradicional no Mac.

A Adobe ainda é líder no segmento profissional, mas perdeu popularidade desde a chegada da Affinity. Em novembro, em meio ao crescimento da rival do Canva no Brasil, a Adobe reduziu os preços do Creative Cloud por aqui.

A Apple parece ter percebido o cenário de disputa e decidiu entrar na briga. Outro ponto relevante do novo plano de assinatura é a chegada do Pixelmator Pro ao iPad pela primeira vez, após a aquisição do aplicativo pela empresa em 2024. A versão foi redesenhada para uso com toque e Apple Pencil.

Os apps Pages, Numbers e Keynote continuam gratuitos em suas funções básicas, mas novos templates, bibliotecas de mídia e recursos baseados em inteligência artificial agora ficarão restritos aos assinantes do Apple Creator Studio.

Apple lança assinatura de aplicativos de criatividade

Apple lança Apple Creator Studio (imagem: divulgação/Apple)

(imagem: reprodução)

Apple lança Apple Creator Studio (Imagem: Divulgação/Apple)
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Esquenta Black: iPad (256 GB) tem oferta em até 10x com cupom exclusivo


Prós
  • Chip Apple A16 Bionic e RAM de 6 GB
  • Tela grande de 11 polegadas
  • Armazenamento de 256 GB
  • Câmera traseira filma em 4K
Contras
  • Acesso à internet somente via Wi-Fi
Cupom Parcelado Exclusivo Amazon Prime
PRIME300OFF R$ 4.944,90  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPad lançado 2025 com 256 GB está saindo por apenas R$ 4.945 parceláveis em até 10x sem juros com o cupom PRIME300OFF na Amazon. A oferta com desconto de 13% (referência: R$ 5.699) é exclusiva para assinantes Amazon Prime. A ficha técnica com RAM de 6 GB, chip A16 e tela de 11″ destaca o tablet da Apple para trabalho e estudos.

iPad A16 tem tela de 11 polegadas e RAM de 6 GB

iPad rodando iPadOS 26, com várias janelas de diferentes tamanhos na tela
Redimensionar janelas ficou mais fácil no iPadOS 26 (imagem: reprodução)

A tela de 11″ e o chip Apple A16 Bionic com 6 GB de RAM são os dois principais destaques do iPad (2025). O display do tipo Liquid Retina tem brilho típico de 500 nits e resolução de 2.360 x 1.640 pixels. Isso garante boa visibilidade mesmo em ambientes claros e um espaço confortável para leitura, desenho e edição de documentos.

O processador A16 Bionic oferece desempenho suficiente para tarefas de trabalho ou estudo no tablet, além de edição de vídeo, jogos com gráficos complexos e uso multitarefa com vários apps em tela dividida. A presença de 6 GB de RAM ajuda a manter o desempenho fluido no iPadOS, especialmente ao alternar entre aplicativos.

A construção inclui laterais de alumínio e compatibilidade com Apple Pencil, que é vendida separadamente. O iPad possui câmera traseira de 12 MP e câmera frontal ultrawide de 12 MP com campo de visão de 122°, ideal para videochamadas. O sistema de áudio tem alto-falantes estéreo, mas não há conector de fones de 3,5 mm.

O iPad (11ª Geração) de 256 GB por R$ 4.945 em até 10x com cupom PRIME300OFF tem conectividade Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e porta USB-C 2.0. A bateria suporta recarga rápida de 45 W. O tablet pesa 477 g e tem apenas 7 mm de espessura, mantendo a portabilidade sem abrir mão do desempenho.

Quando é a Black Friday 2025?

Em 2025, a Black Friday será no dia 28 de novembro. Até lá, descontos históricos de até 64% em celulares, TVs, notebooks e outros eletrônicos de consumo já chamam bastante a atenção nas campanhas de Black Friday antecipada do varejo. Logo, vale a pena conferir e aproveitar antes que acabem as promoções.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Esquenta Black: iPad (256 GB) tem oferta em até 10x com cupom exclusivo

Redimensionar janelas ficou mais fácil no iPadOS 26 (imagem: reprodução)
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Apple lança chip M5 no MacBook e iPad, com preços a partir de R$ 12.499

Imagem ilustrativa com o logo do chip M5 da Apple
M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Apple lançou o chip M5 no iPad Pro e MacBook Pro de 14 polegadas, com preços a partir de R$ 12.499 e R$ 19.999, respectivamente.
  • O chip M5 possui CPU com até 10 núcleos, GPU com nova arquitetura de 10 núcleos e largura de banda de memória de até 153 MB/s.
  • O iPad Pro e o MacBook Pro mantêm o design anterior, mas têm melhorias em desempenho de IA, armazenamento e duração da bateria.

A Apple anunciou, nesta quarta-feira (15/10), o lançamento de seu novo chip M5, que fará sua estreia no iPad Pro (com preços a partir de R$ 12.499) e no MacBook Pro de 14 polegadas (preços a partir de R$ 19.999). O headset Vision Pro, que não é vendido oficialmente no Brasil, também ganhou uma versão atualizada com o componente.

Apple M5

Quinta geração dos chips da linha M da Apple, o M5 é fabricado com processo de litografia de 3 nm e tem inteligência artificial e gráficos como focos.

A GPU tem uma nova arquitetura com dez núcleos e um acelerador neural em cada um deles. Segundo a empresa, isso permite um desempenho até quatro vezes superior ao do M4 em tarefas de IA destinadas à GPU.

Imagem ilustrativa do chip M5 com componentes separados
Apple afirma que núcleo de CPU do M5 é o mais rápido do mundo (imagem: divulgação)

O Neural Engine (nome que a Apple dá à sua NPU) continua com 16 núcleos e teve melhorias, mas a empresa não especificou em números o salto de desempenho. A promessa é que tarefas da Apple Intelligence, como o Image Playground, ficarão mais rápidas.

Na CPU, o M5 oferece até dez núcleos, sendo seis de eficiência e até quatro de performance. Segundo a Apple, o desempenho é 15% mais rápido que o do M4. Além disso, a companhia afirma que o chip tem o núcleo de CPU mais rápido do mundo.

Por fim, a largura de banda da memória foi aumentada para até 153 MB/s, o que dá 30% a mais que o M4 e mais que o dobro do M1. O M5 tem suporte para até 32 GB de RAM.

iPad Pro M5

O iPad Pro é um dos primeiros produtos da Apple a receber o M5. O design é o mesmo do modelo com M4, com opções em 11 e 13 polegadas, e as novidades estão todas do lado de dentro do aparelho.

A Apple diz que a nova versão do tablet tem desempenho de IA 3,5x melhor que o modelo do ano passado. As velocidades de leitura e gravação de memória também aumentaram, e o portátil oferece suporte a carregamento rápido, capaz de atingir 50% da bateria em cerca de 30 minutos.

iPad Pro com M5, teclado acoplado e rodando software de imagens
iPad Pro M5 promete desempenho melhor em tarefas de IA (imagem: divulgação)

Além do M5, o iPad Pro recebeu outros chips, como o modem C1X para dados móveis e o chip N1 para Wi-Fi, Bluetooth e protocolo Thread.

No Brasil, os preços começam em R$ 12.499 (versão de 11 polegadas, Wi-Fi, CPU de 9 núcleos, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento) e vão até R$ 31.599 (versão de 13 polegadas com vidro nano-texture, Wi-Fi + Cellular, CPU de 10 núcleos, 16 GB de RAM e 2 TB de armazenamento). As vendas ainda não começaram.

MacBook Pro 14 M5

Outro aparelho a receber o M5 nessa primeira leva é o MacBook Pro de 14 polegadas. Assim como no iPad, o design é o mesmo da geração interior, com as novidades apenas em especificações técnicas.

MacBook Pro 14 M5 rodando Cyberpunk 2077
Apple promete desempenho melhor em jogos no novo MacBook Pro (imagem: divulgação)

Entre as melhorias do M5, estão desempenho gráfico 1,6x mais rápido e taxa de quadros até 1,6x maior em games. O armazenamento também ficou mais rápido, e a bateria agora dura até 24 horas, de acordo com a empresa. Outra mudança é a opção de 4 TB de armazenamento, que antes era restrita a notebooks com o M4 Pro.

No Brasil, os preços do MacBook Pro 14 M5 começam em R$ 19.990 (16 GB de RAM, 512 GB de armazenamento) e podem chegar a R$ 40.999, excluindo acessórios e softwares adicionais. (32 GB de RAM, 4 TB de armazenamento e tela nano-texture).

Com informações da Apple

Apple lança chip M5 no MacBook e iPad, com preços a partir de R$ 12.499

M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)

Apple afirma que núcleo de CPU do M5 é o mais rápido do mundo (imagem: divulgação)

iPad Pro M5 promete desempenho melhor em tarefas de IA (imagem: divulgação)

Apple promete desempenho melhor em jogos no novo MacBook Pro (imagem: divulgação)
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iPad (128 GB) com Apple A16 fica 29% mais barato antes do Dia das Crianças


Oferta encerrada 🙁
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O iPad de 11ª Geração (128 GB) está saindo por apenas R$ 3.202 no Pix na Amazon. A oferta representa um desconto de 29% sobre o preço do tablet lançado em março de 2025, que é uma boa opção de presente para o Dia dos Pais. Apresentando boas configurações para desenho e estudos, como chip Apple A16 e a tela grande de 11 polegadas.

iPad (2025) tem chip A16 e tela de 11 polegadas

iPad nas cores azul, rosa, amarela e prateada
iPad atualizado traz chip A16 e até 512 GB de armazenamento (imagem: reprodução/Apple)

Equipado com o chip Apple A16 Bionic e 6 GB de RAM, o iPad (2025) oferece desempenho sólido para quem estuda e desenha. A fluidez do sistema permite usar apps como Procreate, tomar notas com stylus e alternar entre tarefas com agilidade, mesmo com múltiplos aplicativos abertos.

A tela Liquid Retina de 11 polegadas com resolução de 1.640 x 2.360 pixels oferece espaço e definição adequados para estudos e desenhos infantis. O brilho típico de 500 nits facilita o uso em ambientes internos bem iluminados, enquanto o suporte à caneta proporciona uma experiência interativa para escrita e ilustração.

O tablet ainda traz câmera traseira de 12 MP com gravação em 4K e câmera frontal ultrawide de 12 MP, ideais para videoaulas, chamadas e gravação de trabalhos escolares. O som estéreo integrado melhora a clareza em aulas online, enquanto a câmera traseira pode digitalizar textos e documentos com boa nitidez para estudos.

Por fim, a bateria do iPad (128 GB) por R$ 3.202 em oferta possui 28,93 Wh e suporta carregamento rápido de 45W, oferecendo autonomia suficiente para um dia de estudos ou atividades criativas. A conectividade inclui Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3, garantindo acesso estável a aulas online, compartilhamento de arquivos e uso de acessórios sem fio.

Quando é o Dia das Crianças?

O Dia das Crianças é em 12 de outubro, próximo domingo. E tablets para estudos ou desenho como o iPad padrão em promoção são uma boa opção de presente para a data. Porém, é bom não demorar muito para comprar, tanto para não perder o desconto, quanto para garantir que o produto chegue a tempo na sua casa.

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iPad (128 GB) com Apple A16 fica 29% mais barato antes do Dia das Crianças

iPad atualizado traz chip A16 e até 512 GB de armazenamento (imagem: reprodução/Apple)
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Modelos de iPad: o que muda entre as linhas normal, Air, Pro e mini do tablet Apple

iPad Mini 6 (2021)
Saiba as diferenças entre os quatro modelos principais de tablet da Apple (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

A Apple oferece quatro modelos de iPad, cada um com foco em diferentes perfis de usuário. O iPad normal é a opção de entrada indicada para estudos e uso diário, enquanto o iPad Mini é ideal para quem busca máxima portabilidade e um dispositivo para leitura.

O iPad Air equilibra potência e design leve, sendo ideal para estudantes e profissionais que necessitam de mais desempenho em multitarefas e projetos criativos. Já o iPad Pro é o modelo mais avançado, dedicado a tarefas intensas como edição de vídeo e design gráfico.

A seguir, conheça as principais características de cada modelo de iPad. Também descubra quais modelos oferecem suporte ao Apple Intelligence e quais são as melhores opções para trabalho, estudos e de custo-benefício.

Quais são os modelos de iPad?

A Apple trabalha com quatro linhas principais de iPad: iPad normal, iPad Air, iPad Pro e iPad Mini. Cada série é projetada para atender necessidades específicas dos usuários, desde o uso básico e para estudos até tarefas profissionais e criativas mais exigentes.

iPad

O iPad normal é o tablet de entrada da Apple, trazendo um equilíbrio entre desempenho e preço acessível. É ideal para tarefas do dia a dia, como navegar na web, assistir a vídeos, estudar e rodar jogos simples, sem a necessidade dos recursos avançados dos modelos Air e Pro.

Alimentados pelos chips da série A da Apple, os dispositivos trazem especificações robustas que o tornam uma escolha sólida para a maioria dos usuários. As últimas gerações do iPad trouxeram uma tela ampla Liquid Retina e câmeras frontal e traseira de 12 MP para fotos e vídeos chamadas.

A versão padrão do iPad é recomendada para uso doméstico, estudos e produtividade leve. Embora não inclua recursos avançados como telas ProMotion ou chip da série M, ele entrega uma experiência de tablet premium e é a porta de entrada para o ecossistema Apple.

ipad
iPad “normal” é a opção de entrada para tarefas simples do dia a dia (imagem: Divulgação/Apple)

iPad Air

O iPad Air é a opção de tablet intermediário da Apple, posicionando-se entre o iPad normal e o iPad Pro. Ele apresenta recursos avançados, alto desempenho e design premium a um preço mais acessível, garantindo capacidade superior para multitarefas.

A linha se destaca por usar chips da série M da Apple, os mesmos dos computadores Mac, assegurando a performance em aplicativos mais exigentes e tarefas complexas. O tablet ainda tem um corpo fino e leve em alumínio e a tela imersiva Liquid Retina de 11 ou 13 polegadas.

É o tablet ideal para estudantes e profissionais criativos que precisam de mais potência, mas sem o investimento do modelo Pro. Além disso, a compatibilidade com a Apple Pencil Pro e o Magic Keyboard transforma o iPad Air em uma ferramenta versátil para produtividade e criação de conteúdo.

iPad Air com chip M3 em várias cores
iPad Air usa chips da série M da Apple para maior desempenho (imagem: divulgação/Apple)

iPad Pro

O iPad Pro é o tablet mais avançado da Apple, projetado para tarefas profissionais, criativas e de alta produtividade. Capaz de substituir um notebook em vários cenários, é a escolha ideal para trabalhos exigentes, como design gráfico, edição de vídeo e renderização 3D.

O amplo poder do dispositivo vem dos chips da série M, dos computadores Mac, que garantem alto desempenho e recursos avançados de Inteligência Artificial. As versões atuais apresentam telas OLED Ultra Retina XDR de 11 ou 13 polegadas para uma experiência visual imersiva e com cores precisas.

Além do suporte a Apple Pencil Pro e o Magic Keyboard, a porta Thunderbolt amplia a versatilidade do tablet ao permitir se conectar a monitores externos. Assim, o iPad Pro é a ferramenta ideal para profissionais criativos, editores e designers que buscam a portabilidade de um tablet e a ampla potência de um PC.

Pessoa usando um iPad com teclado para editar uma arte digital em um aplicativo de design gráfico. A imagem na tela mostra uma figura feminina estilizada com elementos coloridos e futuristas em um cenário natural. Ao fundo, há um monitor exibindo a interface do iPadOS em modo tela cheia.
iPad Pro é ideal para tarefas mais exigentes, como edição de imagem e design gráfico (imagem: Reprodução/Apple)

iPad Mini

O iPad Mini é o modelo mais compacto da Apple, oferecendo a experiência completa do iPad em um formato com máxima portabilidade. É a escolha ideal para quem precisa de um dispositivo potente e versátil que seja fácil de transportar e manusear com uma só mão.

Os dispositivos da linha adotam geralmente os chips avançados da série A Pro da Apple, garantindo um desempenho robusto para multitarefas e aplicativos mais pesados. As versões mais recentes adotam uma tela Liquid Retina com cores vivas e detalhes nítidos, além das câmeras frontal e traseira de 12 MP.

Em essência, o iPad Mini é um tablet extremamente portátil para leitura, jogos casuais, anotações rápidas e consumo de mídia. A combinação de poder e tamanho o torna um companheiro digital eficiente para quem está sempre em movimento.

iPad Mini 2024 tem chip A17 Pro (imagem: divulgação/Apple)
iPad Mini 2024 tem um design mais compacto que os outros modelos da Apple (imagem: divulgação/Apple)

Qual é a diferença entre iPad, iPad Air, iPad Pro e iPad Mini?

Essas são as principais diferenças entre iPad normal, Mini, Air e Pro baseado nos últimos modelos disponíveis no mercado:

iPad (11ª Geração – 2025)iPad Mini (7ª Geração – 2024)iPad Air (7ª Geração – 2025)iPad Pro (7ª Geração – 2024)
TelaLiquid Retina de 11 polegadasLiquid Retina de 8,3 polegadasLiquid Retina de 11 ou 13 polegadasUltra Retina XDR de 11 ou 13 polegadas
Processador e DesempenhoA16A17 Pro (Alto desempenho)M3 (Desempenho potente)M4 (Máximo desempenho)
Armazenamento128 GB, 256 GB e 512 GB128 GB, 256 GB e 512 GB128 GB, 256 GB, 512 GB e 1 TB256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB
Peso480 gramas295 gramas460 gramas450 gramas
Câmeras (Traseira)12 MP (Grande Angular)12 MP (Grande Angular)12 MP (Grande Angular)12 MP (Grande Angular)
Câmeras (Frontal)12 MP (Horizontal e Center Stage)12 MP (Center Stage)12 MP (Horizontal e Center Stage)12 MP (Horizontal e Center Stage)
SegurançaTouch ID no botão superiorTouch ID no botão superiorTouch ID no botão superiorFace ID
Bateria (internet e vídeos no Wi-Fi)Até 10 horas Até 10 horasAté 10 horasAté 10 horas
Apple IntelligenceNãoSimSimSim
Suporte a Apple PencilApple Pencil (1ª Geração)Apple Pencil ProApple Pencil ProApple Pencil Pro
Suporte a MagicKeyboardMagic Keyboard FolioMagic Keyboard Magic Keyboard para iPad AirMagic Keyboard para iPad Pro
PreçoMais acessívelIntermediárioIntermediário AltoMais Alto

Qual é o modelo de iPad com melhor custo-benefício?

O iPad normal é o tablet da Apple com o melhor custo-benefício, oferecendo um excelente equilíbrio entre preço, desempenho e tamanho de tela. Ele é recomendado para tarefas como navegar na internet, assistir a vídeos, ler e-books e realizar tarefas leves de produtividade.

No entanto, o iPad Mini pode ser uma alternativa com ótimo custo-benefício se a pessoa busca por mais portabilidade. O dispositivo compacto é fácil de transportar e tem bom desempenho para consumo de mídia e anotações rápidas.

Qual modelo de iPad é melhor para estudar?

O iPad Air é o modelo de tablet ideal para estudantes que buscam alto desempenho e recursos avançados. Devido aos chips da série M da Apple, a linha oferece potência superior combinado com uma tela maior e suporte à Apple Pencil Pro para multitarefas e aplicativos mais exigentes.

Por outro lado, o iPad normal se destaca por ser uma opção mais acessível para estudos. Ele oferece excelente desempenho para a maioria das atividades educacionais, como pesquisa e leitura, sendo especialmente recomendado para crianças e adolescentes.

iPad Air 5 (Apple M1) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
iPad Air pode ser uma opção para estudos devido à tela mais ampla e suporte para apps mais exigentes (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Qual modelo de iPad é melhor para trabalhar?

O iPad Pro é o modelo ideal para profissionais criativos como designers, editores de vídeo e ilustradores. Os chips da série M da Apple combinados com telas Liquid Retina ou Ultra Retina XDR e o suporte à Apple Pencil garantem desempenho superior em softwares pesados e precisão absoluta.

O modelo também é a melhor escolha para quem busca um dispositivo compacto para produtividade e multitarefa. Com opções de tela de 11 ou 13 polegadas e suporte ao Magic Keyboard, o iPad Pro se transforma em um pequeno notebook capaz de gerenciar projetos, escrever e-mails e editar documentos em qualquer lugar.

Quais modelos de iPad têm suporte ao Apple Intelligence?

Estes são os modelos e gerações de iPad que possuem suporte aos recursos de inteligência artificial Apple Intelligence:

  • iPad Mini: 7ª geração (2024);
  • iPad Air: 5ª geração (2022), 6ª geração (2024) e 7ª geração (2025);
  • iPad Pro: 5ª geração (2021), 6ª geração (2022) e 7ª geração (2024).

Quais modelos de iPad não recebem mais suporte da Apple?

É essencial saber quais iPads não recebem mais suporte antes de escolher um tablet da Apple. Veja os modelos e gerações que não terão mais atualizações do sistema operacional iPadOS:

  • iPad: 4ª geração (2014) e antecessores;
  • iPad Air: 2ª geração (2014) e antecessores;
  • iPad Pro: 2ª geração (2017) e antecessores;
  • iPad Mini: 4ª geração (2015) e antecessores.
iPad Air M2 (imagem: Divulgação/Apple)
iPads muito antigos podem deixar de receber suporte da Apple (imagem: Divulgação/Apple)

Qual é a diferença entre os modelos de iPad e os tablets da Samsung?

O iPad é uma série de tablets da Apple conhecida pelo hardware otimizado, interface intuitiva e integração com o ecossistema Apple. Seu foco está em oferecer uma experiência premium e de alto desempenho com o sistema operacional iPadOS para entretenimento, estudos e tarefas de criatividade e produtividade. 

Os tablets da Samsung utilizam o sistema operacional Android, permitindo maior personalização e flexibilidade. A marca se destaca pela ampla variedade de modelos e preços, atendendo diferentes necessidades e orçamentos, além de incluir acessórios como a caneta S Pen na caixa.

Qual é a diferença entre os modelos de iPad e os tablets da Xiaomi?

O iPad é uma linha de tablets da Apple, que utiliza o sistema iPadOS. Eles são famosos pela integração com o ecossistema Apple, o hardware premium e a vasta biblioteca da App Store com aplicativos de alta qualidade otimizados especificamente para esses dispositivos.

Os tablets da Xiaomi usam o sistema Android, para maior flexibilidade de personalização e acesso aos aplicativos da Google Play Store. Geralmente, eles são dispositivos que focam em oferecer alto desempenho e recursos premium a um preço acessível, representando um forte custo-benefício no mercado.

Modelos de iPad: o que muda entre as linhas normal, Air, Pro e mini do tablet Apple

(imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Novo iPad Air com chip M3 (imagem: divulgação/Apple)

Design do iPad Pro 2024 (Imagem: Reprodução/Apple)

iPad Mini 2024 tem chip A17 Pro (imagem: divulgação/Apple)

iPad Air de 5ª geração veio com chip Apple M1 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
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