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Microsoft quer colocar Copilot até no Explorador de Arquivos

O logo do Microsoft Copilot, composto por quatro formas que se conectam, cada uma em uma cor vibrante (azul, ciano, amarelo e roxo), em um fundo de gradiente suave com as mesmas cores do logo. O logo está centralizado em um quadrado branco com bordas arredondadas. No canto inferior direito, a marca d'água "tecnoblog" é visível.
Copilot ganhou botão dedicado na versão de testes do Windows (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft pode integrar o assistente de IA Copilot no Explorador de Arquivos do Windows 11.
  • A funcionalidade está disponível em versões de testes do sistema e permite que o Copilot localize documentos sem a abrir subpastas manualmente.
  • Nos testes, administradores de TI agora conseguem remover o app Copilot de dispositivos corporativos.

Novos indícios encontrados em versões de teste apontam que a Microsoft realiza testes para chegar neste resultado. O botão identificado como “Chat with Copilot” aparece no código do sistema e indica a possível mudança na forma de interagir com o gerenciamento de documentos.

A funcionalidade foi divulgada pelo testador @phantomofearth no X. Segundo o TechRepublic, o recurso permitiria solicitar ao Copilot a localização de documentos, fotos ou tipos de arquivos específicos. Além disso, a ferramenta teria capacidade de navegar profundamente por diretórios, dispensando a abertura manual de subpastas.

IA para resolver problemas de busca?

Just a normal Windows 11 desktop screenshot, nothing to see here, keep scrolling. pic.twitter.com/EkxVf013JO

— phantomofearth ☃ (@phantomofearth) January 7, 2026

A busca nativa do Explorador de Arquivos é, historicamente, um dos pontos mais criticados do Windows. Usuários apontam lentidão, dependência de indexação que consome recursos do sistema e resultados muitas vezes imprecisos. A resposta da Microsoft às críticas pode ser a adoção de mais inteligência artificial.

Diferentemente da busca tradicional, que opera por correspondência de palavras-chave e metadados, o Copilot utilizaria a compreensão semântica para localizar arquivos. Isso permitiria entender o contexto de uma solicitação — como “encontrar o relatório que editei semana passada”, por exemplo, em vez de exigir o nome exato do arquivo.

Se concretizada, essa atualização poderia mitigar as limitações da busca do sistema. Ainda assim, mesmo com os benefícios teóricos, a estratégia de expansão agressiva de IA no Windows tem gerado críticas do outro lado.

Como lembra o TechRadar, uma parcela da comunidade apelidou essas constantes adições de IA como “Microslop” — termo pejorativo para descrever a inserção forçada de recursos de IA que acabam inflando o sistema operacional desnecessariamente.

Notebook com Windows 11 e Menu Iniciar aberto
Busca de arquivos por contexto pode aposentar a indexação (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Tentando equilibrar essa equação, a build de testes também traz uma novidade para o ambiente corporativo. Administradores de TI agora têm a opção de remover o aplicativo Copilot de dispositivos gerenciados, permitindo um controle maior sobre o que está instalado nas máquinas da empresa.

No entanto, essa flexibilidade parece mais restrita a cenários empresariais do que ao usuário doméstico. Por enquanto, a Microsoft não confirmou oficialmente quando, ou se, o recurso será liberado para o público geral.

Mais IA no ecossistema Microsoft

A descoberta no Explorador de Arquivos não é um evento isolado, mas parte de uma estratégia da Microsoft para posicionar o Windows 11 como um hub central de inteligência artificial.

O TechRepublic indica que, nessa toada, o próximo passo lógico da companhia seria a implementação dos chamados Agent Launchers (Iniciadores de Agentes). Essa nova estrutura permitiria que agentes de IA — desenvolvidos tanto pela Microsoft quanto por terceiros — fossem integrados às funções do Windows.

Ao contrário dos chatbots atuais, que reagem a comandos de texto em uma janela de bate-papo, esses agentes teriam autonomia para executar tarefas complexas em segundo plano. Seria possível, portanto, estabelecer um sistema para monitorar calendários, agregar dados de múltiplos aplicativos em um painel unificado e automatizar a coleta de informações, reduzindo o trabalho manual.

Microsoft quer colocar Copilot até no Explorador de Arquivos

Microsoft Copilot (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Notebook com Windows 11 e Menu Iniciar aberto (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
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Windows 11 vai permitir que IAs acessem seus arquivos pessoais

Logotipo do Windows 11
Recurso permite que agentes de IA acessem pastas do sistema (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Windows 11 testa um novo recurso que permite que IAs de terceiros acessem arquivos locais.
  • Segundo a Microsoft, o acesso será opcional e exigirá permissão do usuário, com processamento local para garantir segurança.
  • A empresa planeja integrar novos recursos de IA no Explorador de Arquivos, e as primeiras novidades devem chegar em breve.

A Microsoft está testando um novo recurso no Windows 11 que permite que apps de IA de terceiros acessem arquivos e pastas pessoais. Segundo a empresa, a iniciativa procura aumentar a produtividade dos usuários, eliminando a necessidade de upload manual de documentos para plataformas na web.

O recurso possibilitará ações como resumir documentos, criar apresentações e até desenvolver sites a partir de arquivos locais. Atualmente, a integração de inteligência artificial no sistema operacional é restrita.

O usuário dispõe de funções mais limitadas, como desfocar fundos de imagens no aplicativo Fotos ou remover elementos no Paint. Com o novo recurso, há uma mudança estrutural: em vez de redirecionar para softwares da Microsoft, o Explorador de Arquivos servirá como uma ponte para agentes de IA externos.

Como fica a privacidade?

Captura de tela da interface do Windows 11 mostrando uma caixa de diálogo centralizada onde o aplicativo de IA Claude pede permissão para acessar o conector do Explorador de Arquivos. As opções disponíveis para o usuário são "Sempre permitir", "Permitir uma vez" e "Agora não".
Pop-up no Windows 11 solicita autorização para o Claude acessar dados locais (imagem: reprodução/Windows Latest)

O recurso será opcional e aplicativos como o Claude, do exemplo acima, devem solicitar autorização prévia para ler o conteúdo das pastas. De acordo com a Microsoft, a diferença desse sistema é o tratamento dos dados: quando a IA acessa o Explorador de Arquivos, o processamento ocorre localmente, sem que os arquivos sejam enviados para servidores na nuvem.

A empresa defende que o processo é seguro, uma vez que o Explorador atua somente compartilhando o conteúdo com o aplicativo instalado. Um exemplo seria um usuário solicitar a criação de um site usando o Manus AI. O agente, com a devida permissão, localizaria sozinho fotos relevantes no dispositivo sem que o usuário precisasse especificar nomes de arquivos, processaria o conteúdo e encaminharia os dados para a criação da página web.

Outro cenário de uso envolve a produtividade. O Claude, por exemplo, poderia ler uma pasta de documentos e, com base neles, gerar uma apresentação em PowerPoint, tudo sem alternar entre janelas.

Captura de tela do aplicativo Claude no Windows 11. A conversa exibe etapas de "Ler arquivo" e um texto onde a IA confirma ter encontrado arquivos do projeto "InfraMod 2025". Abaixo, vê-se a execução de comandos de código para instalar a biblioteca python-docx e gerar um novo documento.
Claude deve conseguir ler arquivos do Windows 11 (imagem: reprodução/Windows Latest)

Quando a novidade chega para todos?

A Microsoft deve disponibilizar em breve alguns novos recursos de IA no Explorador de Arquivos, especificamente ligados ao Copilot e Microsoft 365 para resumo de documentos. Contudo, a data para a integração completa de agentes de terceiros permanece indefinida. Por ora, o recurso está em fase de ajustes.

Como lembra o Windows Latest, a base técnica para essa integração é o MCP (Model Context Protocol), um protocolo de código aberto projetado para conectar modelos de IA a serviços e aplicativos. Curiosamente, a OpenAI, parceira estratégica da Microsoft, ainda não confirmou suporte oficial ao novo recurso do Windows 11.

Windows 11 vai permitir que IAs acessem seus arquivos pessoais

Windows 11 (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Pop-up de segurança do Windows 11 solicita autorização explícita do usuário para que o aplicativo Claude acesse o Explorador de Arquivos e seus dados locais (imagem: reprodução/Windows Latest)

Interface do Claude demonstrando a leitura de arquivos de projeto locais e a execução automática de código Python para criar um novo documento de resumo executivo (imagem: reprodução/Windows Latest)
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Explorador de Arquivos do Windows 11 pode ficar mais rápido e simples

Windows 11
Windows 11 recebeu novidades nos canais Dev e Beta (ilustração: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Resumo
  • O Explorador de Arquivos do Windows 11 tem um novo menu de contexto mais simples, com opções agrupadas em submenus para gerenciar arquivos e armazenamento em nuvem.
  • A Microsoft implementou um pré-carregamento em segundo plano para abrir a ferramenta mais rapidamente.
  • A build 26220.7271 (KB5070307) do Windows 11 inclui outras novidades, como a experiência Xbox em tela cheia e a restauração point-in-time.

A versão mais recente do Windows 11 traz duas mudanças para o Explorador de Arquivos (File Explorer): um menu de contexto mais simples e um pré-carregamento para deixar a ferramenta mais rápida.

As novidades fazem parte da compilação 26220.7271 (KB5070307), liberada para participantes do programa Insider inscritos nos canais Dev e Beta. Elas podem sofrer mudanças até o lançamento para o público geral, que não tem previsão para acontecer.

Como é o novo menu de contexto?

A Microsoft reorganizou as opções do menu de contexto do Explorador de Arquivos, aquele que aparece quando você clica com o botão direito do mouse.

Ações como girar imagem, colocar como plano de fundo do desktop e comprimir em arquivo ZIP agora estão agrupadas em um submenu para gerenciar arquivos. De modo semelhante, para manter um arquivo no dispositivo ou liberar espaço, o usuário precisará ir até o submenu do armazenamento em nuvem.

Alguns itens foram reordenados, deixando ações de abrir arquivos ou pastas mais próximas, bem como tarefas relacionadas ao envio para outros dispositivos.

Comparação do menu de contexto do Explorador de Arquivos do Windows 11. À esquerda, com o selo “Before”, o menu aparece longo, com várias opções listadas separadamente. À direita, com o selo “After”, o menu está mais compacto e organizado, com itens agrupados em submenus como “Manage file”, que reúne opções como “Compress to…”, “Copy as path”, “Rotate right”, “Rotate left” e “Set as desktop background”. A imagem mostra miniaturas de fotos selecionadas ao fundo.
Menu de contexto pode ficar menor futuramente (imagem: divulgação)

Usuários reclamam há tempos dos menus de contexto do Windows 11, apontando que eles são muito longos, pouco práticos e ocupam muito espaço na tela.

Vale dizer que essas mudanças do File Explorer ainda não usam o formato “split” apresentado pela Microsoft para o WinUI — isso poderia deixar a lista ainda mais enxuta.

Comparação entre dois menus de contexto do Windows. À esquerda, o menu antigo exibe uma lista longa de opções, incluindo “Open with Photos”. À direita, o novo modelo mostra “Open with Photos” como item principal, com um submenu lateral agrupando opções como “Paint”, “Paint 3D” e “Snipping Tool”, reduzindo o tamanho da lista.
Solução “split”, destinada a desenvolvedores independentes, “esconde” opções menos usadas ao lado de ações padrão (imagem: reprodução/Microsoft)

Como o Explorador de Arquivos vai ficar mais rápido?

A Microsoft também está testando um pré-carregamento do File Explorer em segundo plano. A ideia é abrir a ferramenta em menos tempo.

A novidade vem ativada por padrão, mas é opcional e pode ser desligada. Como todo app em segundo plano consome recursos do computador, pode ser que essa solução deixe o sistema um pouco mais lento. Vamos aguardar para ver como isso funciona na prática.

Quais são as outras novidades no Windows 11?

A build 26220.7271 (KB5070307) trouxe várias mudanças interessantes:

  • Experiência Xbox em tela cheia para computadores.
  • Restauração point-in-time, que promete ser flexível e rápida na hora de reverter alterações que causaram problemas na máquina.
  • Ferramenta de ditado fluido, capaz de corrigir gramática e entender palavras que faltaram em tempo real.
  • Opção para continuar a ver no computador as páginas e os documentos do Microsoft 365 abertos em um celular Android.
  • Botão para desinstalar apps diretamente da Microsoft Store.

Com informações da Microsoft e do Neowin

Explorador de Arquivos do Windows 11 pode ficar mais rápido e simples

Windows 11 (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Menu de contexto pode ficar menor futuramente (imagem: divulgação)

Com novos controles, opções menos usadas podem ficar "escondidas" sob ações padrão (imagem: reprodução/Microsoft)
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OneDrive pode ganhar app no Windows 11 integrado ao Copilot; veja imagens

Arte com o logo do OneDrive. Na parte inferior direita, a marca do "tecnoblog".
Microsoft ainda não anunciou oficialmente o aplicativo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O OneDrive pode ganhar um novo app dedicado no Windows 11, centralizando funções de organização, edição e visualização de arquivos.
  • Segundo o Windows Central, a interface inclui menus arredondados, efeitos de transparência e modos de galeria e arquivos.
  • O app também deve integrar o Copilot, permitindo abrir um chat para perguntas e resumos de documentos.

O OneDrive pode ganhar um aplicativo exclusivo no Windows 11. Diferente da integração já existente no Explorador de Arquivos e no app Fotos, o app centralizaria funções de organização, edição e visualização de arquivos em um só lugar. Segundo o Windows Central, a novidade vazou em servidores da própria Microsoft, mas ainda não foi anunciada oficialmente.

No primeiro acesso, o programa deve abrir a biblioteca de fotos armazenadas na nuvem. A interface traz menus arredondados, efeitos de transparência e opções para alternar entre dois modos: o de galeria, voltado para imagens e vídeos, e o de arquivos, semelhante ao painel já disponível no site do OneDrive.

Essa estrutura sugere que a empresa pode unificar em um único app recursos que hoje estão espalhados em diferentes áreas do sistema.

Quais seriam as novidades do app do OneDrive?

Captura de tela mostra nova versão do aplicativo do OneDrive, com galeria reformulada.
Versão inclui aba de galeria reformulada (imagem: reprodução/Windows Central)

O app do OneDrive chama atenção por incluir uma aba de galeria reformulada. Além da visualização tradicional, há botões dedicados a seções como Álbum, Pessoas, Favoritos e o recurso Momentos — já conhecido dos usuários de celular.

Essa função exibe automaticamente fotos tiradas em anos anteriores na mesma data, criando uma espécie de retrospectiva personalizada.

Captura de tela mostra nova versão do aplicativo do OneDrive, com opção de edição de fotos
App deve permitir a edição de fotos (imagem: reprodução/Windows Central)

Outro ponto observado pelo site é a presença de ferramentas básicas de edição, parecidas com as do app Fotos, e uma barra de menus flutuante que surge ao selecionar imagens.

Captura de tela mostra nova versão do aplicativo do OneDrive, com integração ao Copilot
OneDrive deve ganhar integração direta com o Copilot (imagem: reprodução/Windows Central)

Embora o gerenciamento de arquivos seja idêntico ao do site do OneDrive, a principal diferença está na integração com o Copilot: ao passar o mouse sobre documentos, surge a opção de abrir um chat para fazer perguntas, pedir resumos ou gerar FAQs sem abrir o arquivo.

Por que um novo app?

Captura de tela mostra nova versão do aplicativo do OneDrive, com galeria reformulada.
Galeria reformulada traria seções como Álbum, Pessoas e Momentos (imagem: reprodução/Windows Central)

A estratégia da Microsoft ainda não é totalmente clara, já que usuários do Windows 11 conseguem acessar o OneDrive por meio do Explorador e do aplicativo Fotos. Especialistas sugerem que a empresa pode estar mirando quem prefere uma experiência unificada em vez de depender de diferentes aplicativos do sistema.

O desempenho, no entanto, pode ser um diferencial. Apesar de ser baseado na web, o Windows Central menciona que o novo app roda de forma fluida e mais integrada do que outras soluções semelhantes, como o Outlook. Esse detalhe pode ajudar a justificar a aposta em um app separado.

Com informações do TechRadar e do Windows Central

OneDrive pode ganhar app no Windows 11 integrado ao Copilot; veja imagens

Microsoft está há dez meses sem corrigir um bug no OneDrive (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nova versão do OneDrive inclui uma aba de galeria reformulada (imagem: reprodução/Windows Central/Microsoft)

Microsoft prepara app dedicado do One Drive (imagem: reprodução/Windows Central)

(imagem: reprodução/Windows Central)
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