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Garmin Forerunner 55 tem 47% OFF na melhor oferta que já vimos com cupom


Prós
  • Bateria para até 14 dias de autonomia
  • Monitoramento avançado de saúde e exercícios
  • Design compacto e confortável
Contras
  • Não possui suporte para NFC
  • Não tem conexão LTE
PIX
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O Garmin Forerunner 55 está com o melhor preço que já vimos em oferta no PayDay do Magalu. O smartwatch voltado principalmente para praticantes de corrida sai por R$ 1.172 no Pix com o cupom TOMA50. O valor representa um desconto de 47% em comparação ao preço original de R$ 2.199.

Garmin Forerunner 55 promete autonomia de até 14 dias e tem sistemas GNSS

Garmin Forerunner 55 no pulso
Garmin Forerunner 55 (foto: Divulgação)

O relógio inteligente da Garmin tem como diferencial a outros smartwatches a presença de múltiplos sistemas de navegação por satélite (GNSS), abrigando o mais comum GPS, mas também GLONASS e Galileo. Em tese, a combinação entre eles proporciona uma obtenção de dados de satélites mais rápida, segundo a Garmin. Fora uma precisão maior de obtenção de métricas.

O Garmin Forerunner 55 tem a capacidade de medir a frequência cardíaca em tempo real, o ritmo médio durante a corrida e recursos mais específicos como indicar o tempo de recuperação após o treino. Porém, não se limitada a esse esporte, sendo possível também monitoramentos para ciclismo, natação e entre outras modalidades.

Na parte da saúde, o wearable possui sensores nos quais possibilitam o acompanhamento do sono, da saúde geral da mulher e medições tanto do nível de hidratação como de estresse. A bateria promete resistir até 14 dias no modo Smartwatch, de acordo com a fabricante.

Mulher praticando corrida com um Garmin Forerunner no pulso.
Garmin Forerunner 55 tem várias funções úteis a quem pratica corrida (imagem: Divulgação)

Em termos de construção o smartwatch apresenta uma tela enxuta de 1,04 polegada, pulseira de silicone e vidro quimicamente reforçado sobre o painel. No geral, obtém o peso de apenas 37 gramas, considerado bem leve. Por fim, conta com o suporte a Bluetooth para ser pareado a um smartphone e resistência 5 ATM em água.

Você pode adquirir o Garmin Forerunner 55 com 47% de desconto por R$ 1.172 no Pix com o cupom TOMA50 na oferta de PayDay no Magazine Luiza.

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Garmin Forerunner 55 tem 47% OFF na melhor oferta que já vimos com cupom

Garmin Forerunner 55 (imagem: Divulgação)
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Satélite deve cair na Terra esta noite, segundo a NASA

Um satélite da NASA deve cair na Terra nesta terça-feira (10), após quase 14 anos em órbita. A espaçonave é a Van Allen Probe A, que pesa cerca de 600 kg. Ela foi lançada em agosto de 2012 ao lado de sua “irmã gêmea”, Van Allen Probe B, em uma missão científica voltada ao estudo dos cinturões de radiação que cercam o planeta.

Essas regiões, conhecidas como cinturões de Van Allen, concentram partículas energéticas presas pelo campo magnético da Terra. Elas são influenciadas pela atividade do Sol e podem afetar satélites, astronautas e sistemas tecnológicos usados no dia a dia, como comunicações, navegação e redes elétricas.

Em resumo:

  • Satélite Van Allen Probe A deve cair na Terra esta noite;
  • Missão estudou cinturões de radiação ao redor do planeta;
  • As duas sondas (A e B) superaram a duração prevista da missão;
  • Reentrada na atmosfera destruirá quase toda a espaçonave;
  • Risco de destroços atingirem pessoas é extremamente baixo.
Representação artística das sondas Van Allen nos cinturões de radiação da Terra. Crédito: NASA/Goddard

Sobre a missão Van Allen Probe

As duas sondas foram desativadas em 2019, após cumprirem seus objetivos científicos. Mas, mesmo inoperantes, continuaram orbitando o planeta. Segundo a Força Espacial dos Estados Unidos, a reentrada na atmosfera terrestre da Van Allen Probe A está prevista para ocorrer por volta das 20h45 de segunda-feira (9), no horário de Brasília, com margem de erro de até 24 horas.

Durante a descida, a maior parte da espaçonave deve se desintegrar ao atravessar a atmosfera. O atrito com o ar provoca temperaturas extremamente altas, capazes de destruir grande parte da estrutura do satélite. Ainda assim, alguns fragmentos podem sobreviver à reentrada.

Crédito: NASA / Goddard Space Flight Center Scientific Visualization Studio

Leia mais:

NASA garante: risco de alguém ser atingido por satélite é mínimo

Felizmente, o risco para a população é considerado muito baixo. De acordo com a NASA, a chance de alguém ser atingido por destroços é de aproximadamente 1 em 4.200. Esse cálculo leva em conta que cerca de 70% da superfície da Terra é coberta por oceanos. Por isso, a maior probabilidade é que eventuais fragmentos caiam no mar ou em regiões remotas e pouco habitadas.

A missão das sondas Van Allen deveria durar apenas dois anos, mas os equipamentos continuaram funcionando por muito mais tempo. A sonda B operou até julho de 2019, enquanto a sonda A seguiu ativa até outubro daquele ano.

Mesmo após o fim das operações, os dados coletados continuam sendo analisados por cientistas. As informações ajudam pesquisadores a compreender melhor o clima espacial e seus efeitos sobre satélites e tecnologias usadas na Terra.

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Missão SpIRIT chega ao fim após percorrer mais de meio bilhão de km pelo espaço  

Após 25 meses de atividade no espaço, a missão SpIRIT, da Austrália, foi oficialmente encerrada. O projeto marcou um avanço importante para o setor espacial do país. Liderado pela Universidade de Melbourne, em parceria com a Agência Espacial Italiana (ASI), o nanossatélite superou a expectativa inicial de operação, prevista para dois anos.

Pequeno, do tamanho de uma caixa de sapatos, e pesando 11,5 kg, o SpIRIT completou cerca de 16 mil voltas ao redor da Terra. Ao longo desse período, percorreu algo em torno de 690 milhões de quilômetros – o que é comparável à distância entre a Terra e Júpiter. O satélite enviou mais de 400 imagens ao planeta e registrou centenas de outras para pesquisas realizadas a bordo.

Representação artística do satélite SpIRIT, da Austrália, que percorreu 690 milhões de km ao redor da Terra antes de se aposentar. Crédito: Universidade de Melbourne

Em resumo:

  • Missão SpIRIT se encerra após 25 meses no espaço;
  • Satélite percorreu 690 milhões de quilômetros;
  • Projeto testou tecnologias espaciais australianas;
  • Instrumento HERMES estudou raios X e gama;
  • Dados e legado impulsionam futuras missões.

SpIRIT impulsiona tecnologia australiana

De acordo com um comunicado, a missão teve como principal objetivo testar tecnologias desenvolvidas na Austrália. O projeto demonstrou a eficiência de sistemas autônomos, comunicações avançadas e controle térmico em órbita. Além disso, contribuiu para fortalecer a indústria espacial local e ampliar a experiência técnica de pesquisadores e empresas do país.

Um dos destaques foi o instrumento HERMES, fornecido pela ASI, que permitiu a realização de estudos com raios X e raios gama, fenômenos associados a eventos extremos no universo, como a morte de estrelas massivas ou a fusão de estrelas de nêutrons. Apenas nos últimos meses de 2025, o satélite coletou mais de 180 horas de dados científicos.

Segundo a professora Michele Trenti, investigadora principal da missão, o projeto representa uma conquista relevante para a equipe e seus parceiros. Ela destaca o apoio das agências espaciais da Austrália e da Itália e defende que o legado do SpIRIT deve beneficiar futuras iniciativas científicas.

Uma selfie da sonda SpIRIT em órbita sobre o Oceano Pacífico com as ilhas do Havaí ao fundo, 5 de agosto de 2025. Crédito: Universidade de Melbourne

O chefe da Agência Espacial Australiana (ASA), Enrico Palermo, avaliou que o impacto da missão vai além dos resultados técnicos. Para ele, o investimento ajudou a consolidar a posição da Austrália como parceira confiável em projetos espaciais internacionais. Já o líder da ASI, Teodoro Valente, ressaltou o avanço tecnológico alcançado com o desempenho do instrumento HERMES.

Diversas empresas australianas participaram do consórcio responsável pela missão. Entre elas, Inovor Technologies, Neumann Space, Nova Systems e SITAEL Austrália, que contribuíram com plataforma, sistema de propulsão, estação terrestre e engenharia de sistemas, respectivamente.

Leia mais:

Satélite apresentou falhas após 2 anos no espaço

Em janeiro, o satélite começou a apresentar falhas técnicas e perda intermitente de comunicação. Após análises, a equipe concluiu que não seria possível restabelecer contato estável, encerrando oficialmente a fase operacional em órbita.

A expectativa é que o SpIRIT reentre na atmosfera e se desintegre até agosto, sem gerar detritos espaciais. Agora, os pesquisadores concentram esforços na análise dos dados coletados e na publicação dos resultados. As experiências adquiridas servirão de base para o desenvolvimento de novas tecnologias espaciais australianas, incluindo aplicações em sensoriamento remoto e computação em órbita.

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Jeff Bezos quer lançar nada menos que 5.408 satélites ao espaço

Imagem de Jeff Bezos em frente de uma das capsulas da Blue Origin
Projeto de Bezos desafia domínio da SpaceX, de Elon Musk (imagem: reprodução/Bloomberg/Getty Images)
Resumo
  • Blue Origin planeja lançar 5.408 satélites em órbita baixa com o projeto TeraWave.
  • A megaconstelação de satélites é focada em data centers de IA, governos e grandes empresas, e deve competir com a Starlink.
  • O TeraWave oferecerá velocidades de até 6 Tb/s e não deve ser confundido com o Amazon Leo, que visa consumidores finais.

A Blue Origin, empresa aeroespacial fundada por Jeff Bezos, anunciou nessa quarta-feira (21/01) um plano para implantar uma constelação de 5.408 satélites em órbita terrestre baixa. Denominado TeraWave, o projeto visa estabelecer uma rede de comunicações de alta capacidade desenhada especificamente para atender data centers, agências governamentais e grandes corporações.

A iniciativa marca a entrada definitiva da companhia na disputa pela infraestrutura espacial, um setor atualmente liderado pela SpaceX. O início dos lançamentos está previsto para o último trimestre de 2027.

Não é o mesmo que o Amazon Leo (antigo Kuiper)

Diferente das iniciativas voltadas para o consumidor final, a arquitetura do TeraWave foi projetada para suportar tráfego pesado de dados. Segundo o comunicado oficial, a rede oferecerá velocidades de transferência de até 6 Tb/s em qualquer ponto da Terra. A Blue Origin estima que o serviço atenderá um grupo seleto de, no máximo, 100 mil clientes corporativos.

O projeto não deve ser confundido com o Amazon Leo (anteriormente Projeto Kuiper). Embora ambos tenham Bezos como figura central, as operações e os objetivos são diferentes.

O Amazon Leo é uma iniciativa da Amazon focada em internet banda larga para consumidores finais e pequenas empresas, competindo diretamente com os planos residenciais da Starlink.

Imagem de um foguete decolando
Lançamento de foguete com satélite do antigo projeto Kuiper (foto: divulgação)

Já o TeraWave é um projeto da Blue Origin, braço de exploração espacial de Bezos, focado puramente em infraestrutura de backbone (espinha dorsal da internet). A rede não será acessível a consumidores individuais; a empresa enfatiza que seus terminais e gateways são estritamente de “nível empresarial”.

Para colocar os 5.408 satélites em órbita, a Blue Origin dependerá do sucesso do seu foguete reutilizável, o New Glenn. O veículo de lançamento pesado já realizou dois voos, mas a empresa ainda enfrenta o desafio de escalar a cadência de lançamentos para cumprir o cronograma agressivo de 2027.

Hegemonia da SpaceX e data centers no espaço

O anúncio chega em um momento em que a indústria aeroespacial busca soluções para a demanda computacional da inteligência artificial. O processamento de modelos de IA em larga escala exige energia massiva em terra, levando o setor a considerar a construção de data centers no espaço como uma alternativa viável a médio prazo.

A apresentação do TeraWave intensifica a competição pelo controle dessa infraestrutura fora da atmosfera. Atualmente, a SpaceX, de Elon Musk, mantém a hegemonia com a rede Starlink, que soma cerca de 10.000 satélites e mais de 6 milhões de clientes em 140 países — atendendo desde usuários domésticos até, via Starshield, agências de segurança nacional dos EUA.

Jeff Bezos quer lançar nada menos que 5.408 satélites ao espaço

Lançamento de foguete com satélite do Projeto Kuiper (foto: divulgação)
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Starlink libera internet de graça na Venezuela

Foto em preto e branco de Elon Musk, ao lado da marca da Starlink. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog"
SpaceX, de Elon Musk, liberou reativação de antenas sem custo na Venezuela (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Starlink está oferecendo internet gratuita na Venezuela após operação militar dos EUA, que resultou na captura de Nicolás Maduro.
  • O serviço gratuito visa fornecer conectividade emergencial devido a interrupções em energia elétrica e telecomunicações.
  • Usuários com equipamentos Starlink podem reativar o serviço sem custo, e a medida vale até 3 de fevereiro.

A Starlink iniciou nesta segunda-feira (05/01) uma oferta de acesso gratuito aos seus serviços em território venezuelano. A decisão da subsidiária de internet via satélite da SpaceX, liderada por Elon Musk, ocorre na esteira da operação militar realizada pelos Estados Unidos no último sábado (03/01), que resultou na captura de Nicolás Maduro.

Segundo o comunicado oficial da Starlink, o objetivo é fornecer conectividade emergencial à população e empresas locais após relatos de interrupções nos serviços de energia elétrica e redes de telecomunicações convencionais em diversas regiões do país. A empresa afirma que está aplicando créditos de serviço em contas cadastradas na Venezuela até o dia 3 de fevereiro de 2026.

A provedora também informou que usuários que possuam o equipamento necessário (antena e roteador), mas que haviam pausado ou cancelado suas assinaturas, podem reativar o sinal sem custos durante este período de instabilidade política e técnica.

Como funciona o acesso à Starlink?

imagem da antena da starlink ao lado de uma pessoa com um celular na mão em um ambiente externo
Provedora aplica créditos em contas ativas e inativas (imagem: divulgação/Starlink)

A infraestrutura da Starlink é composta por uma constelação de satélites em órbita terrestre baixa (LEO). Diferente dos satélites geoestacionários tradicionais, que operam a cerca de 35 mil quilômetros de altitude, os equipamentos da SpaceX orbitam a aproximadamente 550 km.

Essa proximidade permite que o sinal seja distribuído com baixíssima latência e de forma independente das redes terrestres de fibra óptica ou torres de telefonia celular, que costumam ser os primeiros alvos de falhas em cenários de conflito ou colapso energético.

Embora o mapa oficial de disponibilidade da Starlink ainda liste a Venezuela como uma região onde o serviço estará disponível “em breve”, a conectividade já é tecnicamente viável no país por meio de planos de roaming e terminais importados de outros mercados.

Na prática, a oferta beneficia os usuários que já possuem o kit de antena da marca em solo venezuelano. No momento, a SpaceX afirma que não há um cronograma para a venda direta e oficial de equipamentos no país, mas diz monitorar as condições regulatórias e os requisitos de suporte.

Conectividade em zonas de instabilidade

A movimentação na Venezuela replica estratégias adotadas pela SpaceX em outros cenários de crise global. Em 2022, a empresa enviou milhares de terminais para a Ucrânia após a invasão russa, garantindo comunicação essencial para civis e operações de infraestrutura crítica. Recentemente, o serviço também foi utilizado de forma não oficial no Irã para contornar bloqueios governamentais.

O Departamento de Defesa dos EUA, que possui contratos formais com a SpaceX para operações internacionais, não comentou oficialmente se houve coordenação para a liberação do sinal na Venezuela. A Starlink, por sua vez, afirmou que continuará monitorando a evolução das condições no país.

Starlink libera internet de graça na Venezuela

Elon Musk é o acionista controlador da Starlink (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Divulgação/Starlink)
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China é capaz de bloquear sinal da Starlink, dizem cientistas

Foto em preto e branco de Elon Musk, ao lado da marca da Starlink. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog"
Elon Musk é o acionista controlador da Starlink (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Cientistas chineses afirmam que a China é tecnicamente capaz de bloquear a rede Starlink em Taiwan.
  • A operação usaria drones de guerra eletrônica para criar um “escudo eletromagnético”.
  • O estudo sugere que uma rede aérea de supressão, com drones espaçados entre 5 e 10 quilômetros, pode saturar receptores terrestres e impedir a comunicação via satélite.

Pesquisadores da Universidade de Zhejiang e do Instituto de Tecnologia de Pequim (BIT) concluíram que a China é tecnicamente capaz de bloquear o acesso à rede Starlink em toda a ilha de Taiwan.

Em estudo recente publicado no periódico Systems Engineering and Electronics, os autores indicam que a operação exigiria o desdobramento de uma grande frota de drones de guerra eletrônica para criar um “escudo eletromagnético”, visando neutralizar a comunicação via satélite em cenários de conflito.

Como funcionaria o escudo eletromagnético?

A simulação utilizou dados reais da Starlink para modelar um bloqueio total sobre os 36 mil km² do território taiwanês. O estudo, divulgado pelo South China Morning Post, descreve uma estratégia de interferência distribuída para superar a arquitetura da SpaceX.

Diferente de satélites geoestacionários fixos, a constelação de Elon Musk é móvel e composta por milhares de unidades em órbita baixa, o que a torna naturalmente resistente a bloqueios convencionais.

O maior desafio técnico é o “salto” de sinal. Os terminais em terra alternam conexões entre satélites em segundos, criando uma malha difícil de romper. Para superar essa redundância, a equipe liderada por Yang Zhuo propôs criar uma rede aérea de supressão.

Imagem da antena da starlink ao lado de uma pessoa com um celular na mão em um ambiente externo
Frota de drones criaria “escudo” capaz de neutralizar a Starlink (imagem: divulgação/Starlink)

Na simulação, uma grade de bloqueadores virtuais foi posicionada a 20 quilômetros de altitude. Esses dispositivos, embarcados em drones espaçados entre 5 e 10 quilômetros uns dos outros, formariam um “tabuleiro de xadrez” sobre a zona de operação.

O objetivo seria saturar os receptores terrestres com ruído, impedindo o downlink (comunicação do satélite para o usuário). A eficácia depende da sincronização desses nós para anular a capacidade dos terminais de discriminar o sinal legítimo.

Guerra na Ucrânia acendeu alerta

Imagem mostra o logo da Starlink ao lado de uma antena. Na parte inferior direta, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Algoritmos anti-interferência da Starlink são sigilosos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A pesquisa é motivada pelo uso bem-sucedido da Starlink na Ucrânia, em meio à guerra com a Rússia, algo que a China considera uma ameaça crítica no cenário de tensão geopolítica e possível conflito.

Contudo, a estratégia enfrentaria resistência: Taiwan já investe em defesa antidrone e possui uma indústria capaz de desenvolver respostas à interferência de espectro.

A escala da operação chinesa varia conforme a potência do equipamento. No cenário ideal, com transmissores de alta potência (400 W/26 dBW) e antenas de precisão, seriam necessários 935 nós de interferência.

Porém, custos e logística favorecem um cenário com drones menores e de menor consumo. Nessa configuração mais realista, a frota necessária para manter o bloqueio subiria para cerca de 2 mil aeronaves.

A análise ainda destaca que a cobertura da Starlink é complexa e os dados são preliminares. Como a SpaceX mantém sigilo sobre algoritmos anti-interferência e padrões de radiação, o resultado real pode diferir da simulação.

China é capaz de bloquear sinal da Starlink, dizem cientistas

Elon Musk é o acionista controlador da Starlink (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Divulgação/Starlink)

Antena Starlink (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Telebras e SES fazem acordo para uso de satélites no Brasil

Cápsula espacial Crew Dragon da SpaceX em órbita, servindo como uma imagem ilustrativa de um satélite moderno
Cápsula espacial em órbita (imagem ilustrativa: divulgação/SpaceX)
Resumo
  • Telebras e SES, operadora global de satélites, assinaram um memorando para explorar tecnologias de órbita média no Brasil.
  • A parceria será testada durante a COP30 em Belém (PA), com foco em redes de backup para segurança e comando do governo.
  • O acordo não exige investimentos imediatos, mas visa preparar parcerias futuras e conectar áreas isoladas até 2027.

A Telebras e a SES, operadora global de satélites com sede em Luxemburgo, assinaram um memorando para explorar tecnologias de órbita média (MEO) no Brasil. O objetivo é fortalecer a infraestrutura de conectividade para operações governamentais, segurança pública e ampliação do acesso à internet em regiões mais remotas.

A parceria foi firmada nessa quarta-feira (05/11) e vai incluir provas de conceito durante a COP30 em Belém (PA), com redes de backup para equipes de segurança e comando do governo federal.

Segundo o TeleSíntese, o acordo amplia a colaboração entre as empresas no programa GESAC, que já utiliza o satélite SES-17 para levar banda larga a áreas isoladas.

Agora, a Telebras vai avaliar a constelação MEO da SES, capaz de oferecer maiores velocidades de conexão com uma menor latência, essencial para aplicações em telemedicina, monitoramento ambiental e redes móveis privadas.

Por que satélites de órbita média são estratégicos?

Com menos satélites em órbita comparado aos sistemas de baixa altitude (LEO), a tecnologia MEO reduz lixo espacial, consumo de combustível e emissões.

A Telebras destacou que a infraestrutura aproveitará os teleportos já existentes da estatal, para evitar novas construções em áreas sensíveis.

“Esta parceria alinha soberania digital, eficiência técnica e responsabilidade ambiental.”
– André Leandro Magalhães, presidente da Telebras

Enquanto a indústria de smartphones explora satélites para conexão 5G, a exemplo dos rumores do iPhone 18 Pro em 2026, a parceria entre Telebras e SES prioriza infraestrutura soberana para operações críticas, sem depender de redes terrestres.

Antena de internet via satélite posicionada no telhado de uma casa
Acordo entre as empresas não prevê investimentos imediatos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

COP30 servirá de laboratório

Durante a conferência climática em Belém (PA), técnicos das duas empresas instalarão uma rede temporária para validar a capacidade de transmissão de dados em alta velocidade.

O sistema vai oferecer suporte a operações de segurança e transmissão de imagens em tempo real, simulando cenários de emergência com redes 4G/5G privadas e Wi-Fi de alta capacidade.

Os resultados dos testes devem definir onde serão instaladas estações terrestres (gateways) operadas pelo Brasil, assegurando que informações sensíveis, como dados de segurança pública, saúde e monitoramento ambiental, sejam processadas e armazenadas dentro do país, sem depender de infraestrutura estrangeira.

O acordo assinado entre Telebras e SES não exige investimentos imediatos, mas prepara o caminho para parcerias comerciais nos próximos anos.

A Telebras espera que a tecnologia se torne, até 2027, essencial para conectar escolas, postos de saúde e operações de segurança em regiões onde cabos de fibra ainda não chegam.

Telebras e SES fazem acordo para uso de satélites no Brasil

Cápsula espacial Crew Dragon da SpaceX em órbita, servindo como uma imagem ilustrativa de um satélite moderno (Imagem: SpaceX/Divulgação)
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iPhone 18 Pro pode estrear conexão 5G via satélite

Imagem mostra um close-up na tela do iPhone 12, com foco na conexão 5G
Nova tecnologia superaria os atuais limites de conexão via satélite (imagem: James Yarema/Unsplash)
Resumo
  • O iPhone 18 Pro pode ter conexão 5G via satélite em 2026, eliminando a dependência de torres terrestres.
  • A Apple pode colaborar com a SpaceX para viabilizar a tecnologia com ajuda da Starlink, segundo o site The Information.
  • Outros rumores sugerem que o lançamento dos modelos premium aconteceria em 2026, enquanto os modelos de entrada chegariam em 2027.

A Apple pode trazer suporte completo à internet 5G via satélite no futuro iPhone 18 Pro. A função permitiria aos dispositivos acessar redes 5G sem depender de torres terrestres, garantindo internet mesmo em áreas sem cobertura de celular ou Wi-Fi.

Segundo o site The Information, os primeiros a receber a tecnologia seriam os modelos premium de 2026: além do iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e o possível iPhone dobrável. Atualmente, não há nenhum serviço que ofereça internet 5G via satélite diretamente para um smartphone.

Os serviços de satélite que operam nos iPhones a partir do 14 usam a rede da Globalstar, mas apenas para SOS de Emergência, app Buscar, mensagens limitadas e assistência em viagem.

De forma semelhante, o serviço “T-Satellite” da T-Mobile nos EUA, baseado na rede Starlink da SpaceX, restringe-se a mensagens de texto, sem acesso a dados de internet. O site sugere que, a longo prazo, os iPhones poderão atingir internet 5G via satélite diretamente.

Acordo entre Apple e SpaceX pode viabilizar o projeto

Os rumores sugerem que um acordo entre a Apple e a SpaceX, de Elon Musk, poderia “voltar a ser discutido”, apesar de um relacionamento historicamente difícil entre as duas empresas. Há poucos meses, o bilionário processou a big tech e a OpenAI por suposto favorecimento na App Store.

Contudo, o The Information destaca que a SpaceX já adicionou suporte ao mesmo espectro de rádio usado pela Apple em seus recursos de satélite atuais. Além disso, o site lembra que o presidente da Globalstar, Jay Monroe, teria discutido a venda da empresa, e seu último relatório trimestral alertou que a perda de um grande cliente, como a Apple, teria um “impacto adverso” nas finanças.

A intenção da Apple de oferecer suporte completo à internet 5G via satélite em 2026 também sugere uma expansão da capacidade de rede — algo que a Starlink, da SpaceX, poderia fornecer.

Foto em preto e branco de Elon Musk, ao lado da marca da Starlink. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog"
Apple pode usar Starlink para expandir capacidade de rede (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 18 base só em 2027?

Segundo o analista Ming-Chi Kuo, conhecido por vazar informações da Apple, a empresa teria planejado lançar a próxima geração de iPhones em duas fases. A primeira, em setembro de 2026, incluiria os modelos premium — iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e o suposto iPhone dobrável, além de uma possível segunda geração do iPhone Air.

Já a segunda fase, prevista para março de 2027, contemplaria os modelos de entrada, como o iPhone 18 padrão e um possível iPhone 18e. Se o rumor da internet 5G via satélite se confirmar, a funcionalidade seria inicialmente exclusiva das versões premium.

iPhone 18 Pro pode estrear conexão 5G via satélite

iPhone 12 conectado no 5G (imagem: James Yarema/Unsplash)

Elon Musk é o acionista controlador da Starlink (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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