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Microsoft aumenta preço do Xbox e encerra vendas do console de 2 TB

Imagem mostra múltiplos consoles Xbox Series S brancos e um Xbox Series X preto, juntamente com seus respectivos controles sem fio, dispostos sobre um fundo verde brilhante. O Xbox Series X preto está no centro, em destaque, com um controle preto ao lado. O logo da Xbox é visível em cada console e controle. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Xbox Series X/S vão ficar mais caros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft anunciou um aumento global nos preços dos consoles Xbox, com reajustes de até US$ 150 a partir de agosto.
  • O Xbox Series S de 512 GB passará a custar US$ 499 e o Xbox Series X, com leitor de disco, sairá por US$ 799.
  • Empresa também descontinuará o modelo de 2 TB.

A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (25/06) um novo aumento global nos preços dos consoles Xbox. O reajuste começa a valer em 1º de agosto, com um acréscimo de US$ 100 nos modelos de 512 GB de armazenamento e de US$ 150 nas versões de 1 TB.

Em conversão direta pela cotação atual, os reajustes equivalem a cerca de R$ 519 e R$ 779, respectivamente. A Microsoft, porém, ainda não confirmou os preços no Brasil, de modo que os valores servem apenas como referência.

Além do aumento, a empresa decidiu descontinuar o modelo de 2 TB. A mudança ocorre menos de um ano após o último reajuste nos Estados Unidos, feito em outubro de 2025.

Com o reajuste, os preços sugeridos dos consoles Xbox ficam assim nos Estados Unidos, segundo o The Verge:

  • Xbox Series S de 512 GB: US$ 499,99
  • Xbox Series S de 1TB: US$ 599,99
  • Xbox Series X digital, sem leitor de disco: US$ 749,99
  • Xbox Series X com leitor de disco: US$ 799,99

Em comunicado, a Microsoft afirmou que passou os últimos meses negociando com fornecedores para tentar evitar o repasse ao consumidor, mas decidiu reajustar os preços por causa da alta nos custos de componentes.

O anúncio também coincide com o lançamento da pré-venda do GTA 6. O jogo deve movimentar a busca por Xbox e PlayStation 5 no mercado, já que é exclusivo de consoles e ainda não tem data para chegar aos PCs.

Crise de componentes afeta o preço

ilustração sobre memória UFS
Crise de chips de memória é culpada, mais uma vez, pelo aumento de preços (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A principal justificativa da Microsoft está nos custos de memória e armazenamento usados nos consoles. Segundo a empresa, os preços desses componentes subiram mais de 2,5 vezes e podem dobrar novamente até o segundo semestre de 2027.

A razão é a mesma pela qual a Apple também confirmou um novo reajuste hoje, assim como é, possivelmente, o motivo do aumento de preço do PlayStation 5, feito em março.

A alta pesa especialmente nos videogames porque consoles costumam ser vendidos com margens menores do que outros eletrônicos. Em alguns casos, a fabricante aceita ganhar pouco — ou até perder dinheiro — no hardware para compensar depois com jogos, serviços e assinaturas.

Para reduzir o impacto do aumento, a Microsoft diz que vai oferecer opções de financiamento sem juros em varejistas parceiros, como a Amazon nos Estados Unidos. A empresa também manterá a venda de consoles seminovos certificados, com desconto de até US$ 100 em relação ao preço sugerido na Microsoft Store.

Hardware segue em queda

Xbox fez 25 anos em 2026, com o anúncio de um console comemorativo (imagem: reprodução/Xbox)

O reajuste chega em um momento já difícil para o Xbox no varejo. No terceiro trimestre fiscal de 2026, encerrado em março, a receita com venda de consoles caiu 33% na comparação anual, segundo o balanço da Microsoft. A queda seguiu um recuo de 29% no primeiro trimestre, e de 32% no segundo.

Além disso, a divisão de games também sentiu o impacto: a receita total de jogos caiu 7%, enquanto conteúdo e serviços do Xbox recuaram 5%. Ainda assim, o Game Pass recebeu um reajuste para baixo em abril, quando ficou 36% mais barato.

Microsoft aumenta preço do Xbox e encerra vendas do console de 2 TB

Xbox Series X + Series S (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Entenda a importância do Armazenamento UFS para os dispositivos móveis modernos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

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Steam Deck OLED ficou até US$ 300 mais caro

Pessoa jogando no Steam Deck na rua, ilustrando o aumento de preço do Steam Deck OLED
Steam Deck ficou mais caro (imagem: divulgação)
Resumo
  • Steam Deck OLED da Valve teve um aumento de preço devido à escassez de memórias RAM.
  • A versão de entrada passou de US$ 549 para US$ 749 e a versão de 1 TB subiu para US$ 949.
  • Apesar de não ser vendido oficialmente no Brasil, o reajuste deve impactar consumidores que recorrem ao mercado cinza e à importação.

A Valve fez um reajuste salgado nos preços do Steam Deck OLED, com aumento de, pelo menos, US$ 200 (aproximadamente R$ 1.014, em conversão direta) na versão base. A opção mais robusta, com 1 TB de armazenamento, agora custa US$ 949 (R$ 4.814) — valor US$ 300 mais caro que os US$ 649 cobrados anteriormente.

O aumento afeta apenas a linha OLED, que voltou a aparecer em estoque no site do Steam. A versão com tela LCD segue fora de catálogo. Segundo a Valve, o motivo do aumento é a atual crise dos chips de memória RAM, que tem levado a uma série de movimentações no mercado.

O uso massivo dessas memórias em data centers de IA seria a principal causa dessa crise. Além de reajustes no Nintendo Switch 2 e até em celulares da Samsung, a escassez também afetou a produção de cartões de memória da Sony e o desenvolvimento do vindouro PlayStation 6.

Os novos preços ficaram assim:

  • Steam Deck OLED 512 GB: US$ 789 (antes custava US$ 549)
  • Steam Deck OLED 1 TB: US$ 949 (antes custava US$ 649)

Consumidor brasileiro também deve ser afetado

O Steam Deck e outros produtos da Valve não são vendidos oficialmente no Brasil, sendo necessário buscar opções de importação por aqui. No entanto, com o reajuste, o preço deve subir mesmo para quem recorre ao mercado cinza.

Com a expectativa de importação, o consumidor brasileiro pode considerar ao menos cerca de R$ 1 mil de diferença quando for comprar uma das duas opções oferecidas oficialmente pela Valve. Atualmente,  a versão com 512 GB sai por ao menos R$ 6.299 no e-commerce nacional. Já o Steam Deck OLED com 1 TB aparece em ofertas de R$ 6.749 e R$ 6.999, a depender do site.

Um ponto importante a se considerar nesses casos é que muitas lojas já têm o Steam Deck OLED em estoque, ou seja, importaram o produto antes do reajuste. É esperado que os efeitos do aumento não sejam imediatos para importação, mas acabam sendo inevitáveis.

Ilustração de uma plataforma de games no Steam Deck
Preços podem demorar a subir, mas reajuste deve ocorrer na importação (imagem: Kadyn Pierce/Unsplash)

Steam Deck OLED substituiu a versão LCD

Como lembra o The Verge, o modelo mais básico do Steam Deck, com tela LCD e armazenamento que começa em 64 GB, não aparece mais à venda oficialmente pela Valve. Isso significa que as opções disponíveis no varejo só terão reajustes condicionados pelo mercado, e não necessariamente pelo aumento da fabricante.

Aqui no Brasil, ainda é possível encontrar a opção mais simples do portátil sendo vendida no e-commerce e em sites de importação, com preços que partem dos R$ 4.750 com 256 GB. Outra opção é considerar produtos de segunda mão. Hoje é possível encontrar a versão com tela LCD e 1 TB de armazenamento saindo a R$ 3.690 em sites de compra e venda de usados.

O modelo LCD tem uma tela menor, de 7 polegadas e pode chegar a até 400 nits de brilho, rodando a 60 Hz. Já a versão OLED tem uma tela de 7,4 polegadas, com até 1.000 nits de brilho e 90 Hz. Ambos trazem processamento via APU AMD Ryzen.

Steam Deck OLED ficou até US$ 300 mais caro

(Imagem: Kadyn Pierce/Unsplash)
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Brasil começa a testar Alexa mais inteligente, turbinada por IA

Amazon prepara lançamento da Alexa+ no país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Amazon iniciou os testes da Alexa+ no mercado brasileiro.
  • Programa beta visa receber feedback e refinar a experiência de uso da assistente mais inteligente.
  • A Alexa Plus utiliza inteligência artificial generativa para realizar tarefas mais sofisticadas, como manter conversas por mais tempo e responder a perguntas elaboradas.
  • A assinatura mensal da Alexa Plus nos Estados Unidos custa US$ 19,90, isento para assinantes do Prime.
  • Não há informações sobre o preço no Brasil.

A Amazon confirmou com exclusividade ao Tecnoblog que iniciou os testes da Alexa+ no mercado brasileiro. Por ora não há previsão de lançamento definitivo da tecnologia, que prevê uma assistente muito mais esperta, agora turbinada por tecnologias de inteligência artificial.

De acordo com a empresa, um pequeno grupo de clientes foi convidado para participar do beta. Este período será usado para receber feedback e refinar a experiência de uso. Eu acrescento: é um movimento mais do que bem-vindo, já que, nos últimos anos, a Alexa tem perdido qualidade, segundo 100% das pessoas com quem eu converso.

Eu estive em Nova York para o lançamento da novidade, em fevereiro de 2025. De lá para cá, cerca de 1 milhão de clientes dos Estados Unidos passaram a contar com a Alexa Plus. A expansão para outros países e idiomas, no entanto, tem sido mais limitada.

Programa beta com seleto grupo

De acordo com as informações divulgadas pela Amazon no ano passado, a Alexa+ se vale de inteligência artificial generativa para realizar tarefas mais sofisticadas. Ela é capaz de manter conversas por mais tempo.

Por exemplo, você pode fazer uma pergunta elaborada sobre um determinado filme, pois a assistente será capaz de responder.

A então diretora da Alexa, Mara Segal, contou que o usuário poderia compartilhar receitas, emails, documentos e muito mais diretamente com a assistente digital. “Ela se lembra, resume, e te diz o que falta ser feito.” Em outras palavras, é como ter um ChatGPT ou Gemini diretamente no Echo Dos ou aparelho similar.

A empresa não quis revelar qual LLM seria usado no serviço. Os executivos explicaram que as consultas poderiam ser direcionadas a modelos diferentes, a depender do que o consumidor deseja fazer.

Programa beta começa no Brasil

Mulher usando o sistema Alexa+ em um tablet, enquanto toma café, em campanha para o Beta no Brasil
Programa beta não cobra assinatura (imagem: reprodução/Panorama Tecnológico)

Por enquanto existem poucos relatos públicos de clientes que entraram no seleto grupo de testadores no país. O convite chega por email e depois por notificação no app da Alexa. “Você receberá uma notificação quando a experiência de teste em português (Brasil) estiver disponível para você”, informa a mensagem, segundo um print divulgado pelo site Panorama Tecnológico.

O youtuber Rodrigo Moreira relatou que ficou impressionado com a capacidade de compreensão de comandos mais sofisticados e longos. Num vídeo, ele diz quais luzes de casa devem ficar acesas ou apagadas, e a Alexa Plus consegue realizar a ação de forma imediata.

Qual o preço da Alexa+ no Brasil?

Toda a tecnologia e conveniência por trás da Alexa+ dependem de uma assinatura, que está fixada em US$ 19,90 por mês nos Estados Unidos. Dá cerca de R$ 100 em conversão direta. Assinantes do Prime ficam isentos.

As comunicações por aqui não dão nenhuma pista de quanto o serviço pode custar. Os participantes do beta não estão pagando por ele. Já em resposta ao Tecnoblog, a Amazon não deu detalhes sobre a futura assinatura, limitando-se a dizer que o objetivo é tornar o serviço “disponível em todos os lugares onde nossos clientes estão”.

Você aposta em qual cifra? Conte-me nos comentários.

Brasil começa a testar Alexa mais inteligente, turbinada por IA

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Amazon inicia programa beta com consumidores locais. Preço é mantido em sigilo.

Amazon prepara lançamento da Alexa+ no país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Samsung aumenta preços de celulares na Índia

Imagem mostra mão segurando celular Samsung Galaxy A56, exibindo a parte de trás do aparelho na cor cinza; ao fundo, mesa de trabalho desfocada
Fabricante aplicou novos valores para modelos como Galaxy A56 (foto: Ana Marques/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung aumentou os preços dos modelos Galaxy A56, A36 e F17 na Índia.
  • O Galaxy A56 teve um aumento de 2 mil rupias, o A36 de 1.500 rupias e o F17 de 1.000 rupias.
  • No Brasil, a Samsung pode aumentar os preços em 10% a 20% devido à pressão nos custos de insumos.

A Samsung oficializou, nesta segunda-feira (05/01), um reajuste nos preços dos smartphones das linhas Galaxy A e Galaxy F no mercado indiano. O aumento já está valendo e atinge as variantes dos modelos Galaxy A56, Galaxy A36 e Galaxy F17.

A decisão da fabricante sul-coreana ocorre em um cenário de elevação nos custos de componentes em todo o setor de tecnologia, gerando expectativas sobre movimentos semelhantes em outros mercados. No Brasil, o vice-presidente sênior da Samsung, Gustavo Assunção, já havia nos revelado com exclusividade uma previsão de aumento.

Novos preços no mercado indiano

A informação dos novos valores surgiu em uma postagem no X/Twitter feita pelo leaker Abhishek Yadav. Depois, a Samsung realmente oficializou o aumento de preços por lá.

O Galaxy A56, modelo mais robusto entre os afetados, sofreu um acréscimo de 2 mil rupias (cerca de R$ 119) em todas as suas configurações. As versões ficaram assim:

  • 12 GB de RAM + 256 GB de armazenamento: de 44.999 para 46.999 rupias (R$ 2.824)
  • 8 GB + 256 GB: agora por 43.999 rupias (R$ 2.644)
  • 8 GB + 128 GB: subiu para 40.999 rupias (R$ 2.464)

No caso do Galaxy A36, o aumento foi fixo em 1.500 rupias (R$ 89). A variante com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento agora custa 38.499 rupias (R$ 2.313).

Já o Galaxy F17 5G, focado em custo-benefício, teve um acréscimo de 1.000 rupias (R$ 59), com o modelo de entrada (4 GB/128 GB) partindo de 15.499 rupias (R$ 931).

E o Brasil?

Imagem mostra close na tela do celular Samsung Galaxy A56, exibindo ícones de aplicativos
Reajuste atinge todos os modelos A56, A36 e F17 (foto: Ana Marques/Tecnoblog)

O movimento observado na Ásia acende o alerta para os consumidores brasileiros. No mês passado, o VP da Samsung no Brasil, Gustavo Assunção, já havia sinalizado ao Tecnoblog que os eletrônicos da marca podem ficar entre 10% e 20% mais caros no país devido à pressão nos custos de insumos.

Historicamente, a Índia antecipa tendências que também chegam ao ocidente. Se a projeção de alta se concretizar por aqui, a competitividade da linha Galaxy A — uma das mais vendidas da marca — pode ser colocada à prova em um segmento no qual o preço é um grande fator de decisão de compra.

Por que os celulares estão ficando mais caros?

A revisão de preços atinge a indústria de semicondutores em 2026. Analistas apontam que o custo de fabricação de processadores, módulos de memória e painéis de display registrou altas consecutivas. A crise de memórias RAM, com a escassez no mercado, é um dos grandes motivos.

Até o momento, a Samsung não confirmou se a linha Galaxy S25 ou os dobráveis Galaxy Z Fold 7 e Flip 7 passarão por correções imediatas, mas a expectativa é que os novos lançamentos de 2026 cheguem às prateleiras com valores reajustados.

Samsung aumenta preços de celulares na Índia

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Reajustes atingem modelos das linhas Galaxy A e F. Movimento ocorre em meio à alta global no custo de componentes e acende alerta para o Brasil.

Traseira do Samsung Galaxy A56 na cor cinza (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Apps no Samsung Galaxy A56 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)
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