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Celular barato com NFC: 7 modelos até R$ 1.500 que valem a pena em 2026

Galaxy A36, smartphone com suporte ao NFC
Samsung Galaxy A36 é um exemplo de smartphone acessível com suporte ao NFC (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Suporte à tecnologia Near Field Communication (NFC) não é algo restrito a smartphones de ponta: você pode encontrar um celular barato com NFC para fazer pagamentos por aproximação, sem ter que recorrer a modelos premium.

É verdade que nem todos os modelos básicos têm NFC. No entanto, há celulares no mercado com especificações menos exigentes e com preços acessíveis, e que ainda trazem suporte a essa tecnologia de pagamento sem contato.

Neste guia, o Tecnoblog apresenta sete celulares baratos com NFC por até R$ 1.500, incluindo aparelhos da Samsung, Motorola, Realme e Xiaomi.

Galaxy A17 5G


Prós
  • Tela Super AMOLED
  • Suporte a 5G
  • Três câmeras traseiras (principal de 50 MP)
Contras
  • Máximo de 8 GB de RAM
  • Estrutura em plástico
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O Galaxy A17 é um smartphone de entrada da Samsung, alimentado pelo chip Samsung Exynos 1330 e por 4 GB ou 8 GB de RAM. Essa combinação de hardware faz com que o aparelho seja mais indicado para tarefas simples do dia a dia como navegar na internet, mexer nas redes sociais e enviar e-mails.

O celular também conta com tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, armazenamento de 128 GB ou 256 GB, três câmeras na traseira (com direito a grande-angular de 50 MP), bateria de 5.000 mAh, e tecnologia NFC para pagamentos por aproximação.

Moto G35


Prós
  • Câmera traseira grava em 4K
  • Tela de 120 Hz
  • Suporte a 5G
  • Entrada P2 para fone de ouvido
  • Som estéreo
Contras
  • Tela IPS LCD (preto acinzentado)
  • 4 GB de RAM
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O Moto G35 é outro celular de entrada com NFC, com performance limitada a tarefas mais básicas devido ao system-on-a-chip Unisoc T760/T8100 combinado com apenas 4 GB de RAM.

Demais especificações incluem bateria com 5.000 mAh de capacidade, sistema de câmera principal formado por uma lente grande-angular (50 MP) e outra ultrawide (8 MP), suporte a 5G, armazenamento de 128 GB ou 256 GB, e tela IPS LCD de 6,72 polegadas.

Realme C75x


Prós
  • Tela com taxa de atualização de até 120 Hz
  • Compatível com carregamento rápido de 45 W
Contras
  • Sem suporte a 5G
  • Tela com resolução limitada a 720×1604 pixels
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O Realme C75x é uma versão mais modesta do C75 original, que apresenta especificações inferiores de hardware para atingir um preço mais acessível.

Falando da parte externa, o aparelho conta com uma tela IPS LCD de 6,67″ e com taxa de atualização de 120 Hz, além de uma única lente grande-angular de 50 MP na traseira aliada a sensores auxiliares. Também temos os selos IP68 e IP69 contra água e poeira e a certificação militar MIL-STD-810H para mais resistência.

Já na parte interna, o Realme C75x inclui o chipset Mediatek Helio G81 Ultra, 6 GB ou 8 GB de memória RAM, 128 GB de armazenamento interno, bateria de 5.600 mAh, e suporte à tecnologia NFC.

Moto G75


Prós
  • Desempenho equilibrado
  • Câmera com sensor Sony
  • Grava em 4K
  • 5 anos de atualização do Android
  • Certificado MIL-STD-810H
Contras
  • Tela LCD peca em contrastes
  • Tela com resolução Full HD+
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O Moto G75 é um smartphone intermediário da Motorola com foco em resistência: além da certificação militar MIL-STD-810H, o celular inclui proteção IP68 contra água e poeira, e tela IPS LCD de 6,78″ (com taxa de atualização de 120 Hz) reforçada com o Corning Gorilla Glass 5.

Em termos de hardware, temos o SoC Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3, 8 GB de memória RAM, 256 GB de armazenamento, bateria íon-lítio de 5.000 mAh, e duas lentes na traseira (grande-angular de 50 MP e ultrawide/macro de 8 MP). O aparelho também traz suporte ao NFC.

Galaxy A36


Prós
  • Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP com OIS
  • Suporte ao Galaxy AI
  • 6 anos garantidos de atualizações Android
Contras
  • Não oferece carregamento sem fio
  • Acabamento de plástico é frágil contra quedas
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O Galaxy A36 é um celular intermediário da Samsung com boa relação custo-benefício. Ainda que vendido a um preço mais acessível, ele traz especificações interessantes, como suporte a 5G, NFC e Bluetooth 5.4.

O SoC Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3 e as capacidades de RAM de 6 GB ou 8 GB conseguem lidar com tarefas intermediárias e jogos mais simples. E há versões com 128 GB ou 256 GB de memória interna.

O smartphone ainda apresenta tela Super AMOLED de 6,7 polegadas e com taxa de atualização de até 120 Hz, três lentes na câmera principal (incluindo grande-angular de 50 MP), compatibilidade com recursos de inteligência artificial e bateria de 5.000 mAh que pode durar até 29 horas em reprodução contínua de vídeo.

Redmi Note 15


Prós
  • Tela AMOLED
  • Câmera principal de 108 MP
  • Bateria de 6.000 mAh
  • Suporte a carregamento reverso
Contras
  • Estrutura em plástico
  • Não suporta 5G
  • Certificação IP64
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O Redmi Note 15 se destaca pela bateria de 6.000 mAh, que tem vida útil teórica de até seis anos e é compatível com carregamento reverso (18 W). Outro ponto forte do celular está no kit de câmera principal, que traz uma grande-angular de 108 MP, uma câmera de profundidade e sensores auxiliares.

O smartphone é alimentado pelo chip MediaTek Helio G100 Ultra, além de 6 GB ou 8 GB de RAM e até 512 GB de armazenamento. E o celular também inclui tela AMOLED de 6,77″ com taxa de atualização de até 120 Hz, suporte a tecnologia NFC, sensor infravermelho e certificação SGS.

Poco C85


Prós
  • Taxa de atualização de 120 Hz
  • Bateria de 6.000 mAh
  • Conector P2 para fones de ouvido
  • Suporte a carregamento reverso (10 W)
Contras
  • Tela IPS LCD
  • Pode engasgar com jogos e apps mais exigentes
  • Câmeras razoáveis
  • Resistência apenas IP64
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O Poco C85 é um smartphone de entrada, mas que consegue equilibrar preço acessível com desempenho interessante para tarefas mais básicas.

O celular conta com o chip Mediatek Helio G81 Ultra, combinado com 6 GB ou 8 GB de RAM, e 128 GB ou 256 GB de armazenamento. E dentre os destaques de hardware, está a bateria de 6.000 mAh, que promete autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo contínua.

Tela IPS LCD de 6,9 polegadas (com taxa de atualização de até 120 Hz), kit duplo de câmera (incluindo grande-angular de 50 MP), suporte ao NFC e Bluetooth 5.4 completam as especificações do smartphone.

É possível instalar NFC em celular que não tem?

Não de forma nativa. O Near Field Communication (NFC) é uma tecnologia dependente de hardware, que requer uma antena e um chip NFC instalados de fábrica no interior do dispositivo para funcionamento nativo. Portanto, é essencial que você confira a ficha técnica para saber se o celular tem NFC ou não antes de comprá-lo.

Até existem adaptadores NFC que podem funcionar em smartphones via cartão microSD ou USB OTG. Mas tenha em mente que se trata de uma “gambiarra”, com compatibilidade limitada e sem garantia de funcionamento. O método também não é prático, e exige que você carregue acessórios junto de seu celular.

O que pode substituir o NFC no celular?

A tecnologia Magnetic Secure Transmission (MST) da Samsung substitui o NFC em pagamentos por aproximação, ao emitir um sinal magnético que simula a tarja de um cartão físico. O único ponto é que o recurso é limitado a smartphones mais antigos da marca sul-coreana.

Compras com QR Code ou via Pix também são alternativas para pagamentos sem contato físico, embora exijam etapas manuais para concluir a operação. E você ainda pode colocar um cartão bancário contactless dentro da capinha de seu celular para pagar por aproximação.

Qual celular Xiaomi tem NFC?

Diversos celulares Xiaomi têm suporte à tecnologia NFC, incluindo modelos de entrada (como Poco C85 e Redmi 12), intermediários (a exemplo do Poco X7 Pro e Redmi Note 15 Pro) e os melhores celulares Xiaomi (como o Xiaomi 17 Ultra).

Mas é recomendável que você confira a ficha técnica e a versão do Xiaomi que está de olho, já que variantes vendidas no Brasil podem ter especificações diferentes dos modelos globais e vice-versa.

Todo celular 5G tem NFC?

Não necessariamente. NFC é uma tecnologia de transmissão de dados sem fio, usada principalmente em pagamentos por aproximação. Já 5G é a quinta geração de redes móveis, oferecendo velocidades mais rápidas para download e upload de dados. Ou seja, são tecnologias diferentes e com propósitos distintos.

E por não dependerem uma da outra, 5G e NFC podem ou não ser incorporados nos celulares, mediante escolha da fabricante. Logo, um smartphone pode ter suporte ao 5G, mas não vir com NFC, assim como um smartphone limitado apenas ao 4G pode ser compatível com a tecnologia NFC.

Celular barato com NFC: 7 modelos até R$ 1.500 que valem a pena em 2026

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Alelo adiciona mais um tipo de cartão à Carteira do Google

Dois cartões Alelo Pod flutuam sobre um fundo roxo uniforme. O cartão superior, em orientação vertical, exibe um degradê do roxo ao azul-escuro. No topo, há o logotipo da "alelo" em um círculo verde, seguido pela palavra "pod" em letras minúsculas azul-claras. Abaixo, consta "UTILIZAR NA FUNÇÃO CRÉDITO" e o logotipo da "elo". Possui um chip prateado e o ícone de pagamento por aproximação. O cartão inferior é verde-água, contém ícones da Apple e Android, o texto "BAIXE O APP ALELO POD" e o número "4004-7733".
Alelo Pod se junta a outros cartões da marca a ter suporte ao Google Pay (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Alelo anunciou que o cartão Alelo Pod, de benefícios flexíveis, agora é compatível com a Carteira do Google.
  • O cartão pode ser usado para pagamentos por aproximação com smartphone ou smartwatch com NFC.
  • Para adicionar o Alelo Pod à Carteira do Google, basta seguir o passo a passo no app Meu Alelo.

A Alelo anunciou que seu cartão de benefícios flexíveis Alelo Pod agora é compatível com Carteira do Google. Com isso, os trabalhadores poderão fazer pagamentos por aproximação usando celulares com Android ou smartwatches com Wear OS, desde que tenham NFC.

Os cartões de alimentação e refeição da marca já ofereciam suporte à carteira digital do Android desde novembro de 2024. Agora, a funcionalidade chega ao Alelo Pod.

Esse cartão tem bandeira Elo e é aceito em maquininhas compatíveis com a bandeira. Ele também permite gastos em itens diversos com um saldo livre, como transporte, saúde e combustível, entre outros, de acordo com a autorização pelo RH da empresa. É um produto similar a soluções que surgiram no mercado nos últimos anos, como Flash e Caju.

Ilustração da carteira do Google
Carteira do Google está disponível em smartphones Android com NFC (imagem: divulgação)

“Com a novidade, o Alelo Pod amplia o uso do cartão em ambientes físicos e digitais, atendendo consumidores que já utilizam smartphone ou smartwatch como principal meio de pagamento. A iniciativa também reforça o avanço do Pod na digitalização da experiência do consumidor”, afirma Márcio Alencar, CEO da Alelo, em comunicado divulgado pela empresa.

O suporte a carteiras digitais já chegou aos cartões de várias empresas de benefícios. Flash, Caju, Swile, Pluxee (antiga Sodexo), iFood Benefícios e Ticket têm compatibilidade com Apple Pay ou Google Pay.

Como adicionar o Alelo Pod à Carteira do Google?

De acordo com a página de suporte da Alelo, este é o passo a passo para adicionar o cartão Alelo Pod à Carteira:

  1. Abra o app Meu Alelo.
  2. Selecione o cartão Alelo Pod a ser cadastrado; se houver dois ou mais, é necessário cadastrá-los separadamente.
  3. Toque em “Carteira Digital” e siga as verificações de segurança; se não houver um cartão virtual, ele será criado automaticamente.
  4. Toque em “Adicionar ao Google Pay”; o app abrirá a Carteira do Google.
  5. Leia e concorde com os Termos de Uso.

Alelo adiciona mais um tipo de cartão à Carteira do Google

Alelo Pod se junta a outros cartões da marca a ter suporte ao Google Pay (imagem: divulgação)

Carteiras digitais podem ser acessadas via app, site ou hardware (Imagem: Divulgação/Google)
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Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

Galaxy A37 já está homologado pela Anatel (arte: Vítor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Galaxy A37 foi homologado pela Anatel com código de modelo SM-A376B/DS.
  • O celular deve manter conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, além da bateria de 5.000 mAh.
  • O aparelho trará processador Exynos 1480 e GPU Xclipse 530, e poderá ser produzido na Coreia do Sul, Vietnã ou Brasil.

A Samsung continua preparando o terreno para renovar sua popular linha Galaxy A no Brasil: depois do A57, o Galaxy A37 foi homologado pela Anatel. O novo smartphone foi aprovado na última quinta-feira (05/03), com código de modelo SM-A376B/DS, segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Ao contrário do irmão maior, a certificação não revela nenhuma grande novidade: o celular deve manter a conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, como o antecessor.

Certificado de homologação do Galaxy A37 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria também não muda: são 5.000 mAh típicos, com o mesmo componente utilizado no A36, A56 e no vindouro A57 (EB-BA566ASY). Para recarregar a bateria, o A37 virá com o mesmo carregador que acompanhará o A57: o EP-TA200 de 15 W.

A principal mudança deve ficar no processador: sai o Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm e entra o Exynos 1480 da própria Samsung, que estreou em 2024 no Galaxy A55.

Mão segurando carregador de celular sobre fundo abstrato
Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O novo chip deve trazer um aumento de performance de CPU de cerca de 20% em relação ao A36, um aumento significativo. A GPU passa a ser a Xclipse 530, desenvolvida com tecnologia da AMD.

A quantidade de RAM não é revelada pela documentação, mas, considerando a crise atual, não há motivos para a Samsung alterar a quantidade para cima: o A36 é vendido hoje no Brasil em opções de 6 GB (com 128 GB de armazenamento) e 8 GB de RAM (com 256 GB de memória interna).

Também similar ao irmão maior, o A37 poderá ser produzido na Coreia do Sul, Vietnã ou no Brasil (em Manaus e Campinas). Ele deve chegar em quatro cores: awesome charcoal (cinza/preto), awesome graygreen (cinza esverdeado), awesome lavender (violeta) e awesome white (branco).

Mão segurando celular
Galaxy A55 inaugurou o SoC Exynos 1480 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quando estará disponível?

Ainda não temos informações sobre a data de lançamento e preços. Para comparação, o Galaxy A36 chegou ao Brasil por R$ 2.699 na versão de 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento.

Hoje, é possível encontrar o modelo no varejo por preços em torno dos R$ 1.500 ou menos em promoções.

Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

Galaxy A37 já está homologado pela Anatel (arte: Vítor Pádua/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Galaxy A37 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

Galaxy A55 tira fotos de até 50 megapixels (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Número de vítimas de ransomware cresceu 40% em 2025, diz relatório

Notebook com símbolos de segurança no entorno
Malware que usa IA para gerar novas instruções pode se tornar um problema nos próximos anos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O número de vítimas de ransomware cresceu 40% em 2025, com a consolidação do ransomware-as-a-service e a proliferação de ferramentas EDR killers.
  • A Eset destacou o uso de IA generativa para criar códigos durante ataques, com o PromptLock como exemplo de ransomware gerado por IA.
  • Novas ameaças incluem o aumento do CloudEyE/GuLoader, ataques usando NFC e golpes de investimento da campanha Nomani.

A empresa de cibersegurança Eset divulgou seu mais recente relatório de ameaças, com as tendências observadas ao longo do segundo semestre de 2025. O crescimento do ransomware é um dos principais pontos: os pesquisadores dizem que o número de vítimas já superou o do ano passado, mesmo antes do fim do ano, e projetam que os dados devem apontar um crescimento de 40% na comparação com 2024.

O documento, intitulado “Eset Threat Report S2 2025”, também destaca o uso de inteligência artificial generativa durante ataques, a rápida rotatividade de ameaças no malware-as-a-service, a ascensão do NFC como alvo e a evolução dos golpes de investimento.

Ransomware continua crescendo

Principal pesadelo de departamentos de TI e empresas, o ransomware dá sinais de que não vai embora tão cedo. Segundo a Eset, além do crescimento no número de vítimas, o segundo semestre foi marcado pela consolidação do ransomware-as-a-service, em que os desenvolvedores alugam seus softwares maliciosos.

A empresa também aponta a proliferação de EDR killers, como são chamadas as ferramentas para desativar soluções de detecção.

Uso de IA durante ataques

Ilustração com o texto "AI" ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
Inteligência artificial é usada para gerar desde material para golpes até códigos de malware (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Eset incluiu em seu relatório o uso de inteligência artificial generativa de forma dinâmica como uma das novidades observadas nos últimos meses. Basicamente, o malware recorre a modelos de linguagem para gerar novos códigos durante o ataque.

A empresa destaca a detecção do PromptLock como o primeiro ransomware do tipo, em agosto de 2025. Poucos dias depois, veio a confirmação de que o programa foi criado como prova de conceito por pesquisadores da Universidade de Nova York para fins acadêmicos — algo de que a Eset já suspeitava.

O tema despertou atenção de muita gente ao longo do ano, mas ainda há controvérsias. Em novembro de 2025, o Google disse ter encontrado cinco famílias de malware que usam a IA dessa forma. Pesquisadores independentes, porém, se mostraram céticos, apontando que os softwares detectados não são capazes de causar danos em condições reais.

Novas ameaças em alta

A Eset notou que duas das principais ameaças listadas no primeiro semestre de 2025 praticamente sumiram dos sistemas de detecção da empresa: o Lumma Stealer e o HTML/FakeCaptcha. Enquanto isso, o CloudEyE/GuLoader, oferecido por criminosos como malware-as-a-service, disparou nas listas dos pesquisadores.

Além dessa rápida rotatividade, novas formas de ataque foram notadas, como ameaças que usam o chip NFC de celulares. Outra tendência são os golpes de investimento da campanha Nomani, que intensificaram o uso de IA para produzir materiais publicitários e sites de phishing em maior volume e com qualidade superior.

Número de vítimas de ransomware cresceu 40% em 2025, diz relatório

Roteadores foram comprometidos pela botnet AyySSHush (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Inteligência artificial (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Não é só no Brasil: Suíça também investiga Apple por NFC no iPhone

Ilustração mostra um iPhone com a opção de pagamento do aproximação ativada
Apple é alvo de nova investigação sobre pagamento por aproximação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Comissão de Concorrência da Suíça investiga as condições impostas pela Apple para liberar o NFC do iPhone a terceiros.
  • O órgão quer saber se essas condições restringem a concorrência no mercado de pagamentos, criando barreiras na concorrência com o Apple Pay.
  • No Brasil, o Cade também investiga a Apple por possíveis práticas anticompetitivas relacionadas ao NFC.

A Apple voltou ao centro de um debate antitruste — desta vez, na Suíça. A Comissão de Concorrência do país europeu abriu uma investigação preliminar para avaliar se as regras definidas pela fabricante do iPhone no uso do NFC estão em conformidade com a legislação.

O NFC é a tecnologia para pagamento por aproximação. Segundo a comissão, há dúvidas sobre os termos comerciais da Apple para o acesso de terceiros a esse recurso, como os emissores de cartões. As eventuais taxas cobradas pela Apple seriam um obstáculo para que serviços de pagamento concorram em pé de igualdade com o Apple Pay no iOS.

O que a autoridade suíça quer descobrir?

Segundo o 9to5Mac, o órgão responsável afirmou que está analisando “se os termos e condições da Apple para conceder acesso podem levantar preocupações em relação à lei da concorrência”. A instituição também destacou que busca entender “se outros provedores de aplicativos de pagamento móvel podem competir efetivamente com o Apple Pay para pagamentos sem contato com dispositivos iOS em lojas”.

A liberação do chip NFC — usado para recursos como pagamentos sem contato, chaves digitais, bilhetes e documentos — passou a ocorrer por meio da NFC & SE Platform API. Essa interface permite que apps de terceiros reproduzam parte das funções do Apple Wallet.

Ilustração mostra três iPhones com a Apple Wallet aberta, com cartões de bancos brasileiros
Comissão suíça investiga condições do Apple Pay (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

No entanto, para acessar o NFC e o Secure Element, os desenvolvedores precisam assinar um acordo comercial com a Apple e “pagar as taxas associadas”, segundo os termos da própria empresa.

Agora, as autoridades querem avaliar se esses requisitos criam barreiras excessivas para a concorrência. A comissão informou que está recolhendo informações de empresas do setor e que mantém conversas com a Apple durante esse processo.

Apple é alvo de inquérito no Cade por NFC

Há tempos a Apple enfrenta acusações sobre essas possíveis barreiras no NFC. No Brasil, o Cade abriu um inquérito, que ainda está em curso, para apurar a conduta da empresa. O Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apontaram possíveis práticas anticompetitivas da empresa.

No final de novembro, o PicPay também criticou a forma como a Apple oferece o pagamento por aproximação nos iPhones. A fintech alega que o acesso é dificultado por meio de obrigações onerosas aos emissores de cartões. Esse seria o motivo da empresa não oferecer o Pix por aproximação no iOS, mas disponibilizar a função no Android.

Não é só no Brasil: Suíça também investiga Apple por NFC no iPhone

Capa - Apple Pay (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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PicPay culpa Apple por falta de Pix por aproximação no iPhone

Apple Pay habilita pagamento via NFC (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O PicPay critica a Apple por impor obrigações onerosas que impedem a oferta do Pix por aproximação no iPhone, ao contrário do Android.
  • A Apple é acusada de criar dificuldades para emissores de cartões e carteiras digitais, impondo prazos, formas de pagamento e padrões técnicos.
  • O PicPay e outras entidades afirmam que a Apple cobra taxas por transação, dificultando a implementação de soluções como o Pix.

O PicPay criticou a forma como a Apple oferece o pagamento por aproximação nos iPhones. De acordo com a fintech, a empresa da maçã detém amplo poder econômico em mercados relevantes, de modo a impor obrigações onerosas aos emissores de cartões e às carteiras digitais. Isso impediria a oferta do Pix por aproximação, ao contrário do que ocorre no Android.

A manifestação do PicPay ocorre no inquérito administrativo 08700.002893/2025-17 do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A autarquia federal avalia se a Apple age de maneira a impedir a competição no setor de pagamentos, com foco especial no NFC do iOS. A mais recente movimentação foi uma contribuição do PicPay para a discussão. O documento foi enviado em 8 de outubro e divulgado em 21 de novembro.

Quais as críticas do PicPay?

No documento, o PicPay afirma que o NFC é a tecnologia para pagamentos por aproximação com maior escala e mais casos de uso. Dá para usar em smartphones, relógios e pulseiras, por exemplo. Além dos pagamentos, também viabiliza funções de transporte público, controle de acesso, identificação pessoal, passaporte eletrônico e marketing interativo.

O PicPay afirma que não há barreiras para que um banco ofereça ferramentas de pagamento nas carteiras digitais Google Pay e Samsung Wallet (ambos no Android). Por sua vez, o ambiente da Apple estaria repleto de dificuldades. Por exemplo, a Apple faria a imposição de prazos e formas de pagamento, obrigações acessórias e padrões técnicos de implementação. “Há uma clara assimetria”, conclui a fintech.

PicPay oferece cartões de crédito, mas não o Pix por aproximação no iOS (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

De acordo com o PicPay, outras carteiras digitais não cobram taxas por transação, observação que se repete nas colocações do Nubank, Mercado Pago, Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e associação Zetta, que representa iFood, 99 Pay, Cora, Agibank, Caju e RecargaPay, entre outros.

“O próprio Banco Central depara-se atualmente com entraves para implementar sua agenda regulatória e dar amplo acesso às modalidades disponíveis do Pix, com cumprimento aos requisitos regulatórios, por conta dessas limitações e particularidades estabelecidas pela Apple.”

– PicPay, em resposta ao Cade

Apple afirma não possuir posição dominante

Em outras ocasiões, a defesa da Apple argumentou que o iPhone representa uma parcela pequena do mercado de smartphones (cerca de 10%) e que não possui posição dominante no Brasil. Também sustenta que terceiros podem se integrar à plataforma NFC & SE, que permitiria, por exemplo, o Pix por aproximação, desde 2024. É cobrada uma taxa pelo uso da tecnologia. Os valores não foram divulgados.

PicPay culpa Apple por falta de Pix por aproximação no iPhone

Capa - Apple Pay (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

PicPay oferece cartões de crédito, mas não o Pix por aproximação no iOS (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Black November: Nintendo Switch Lite sai 41% mais barato no Mercado Livre


Prós
  • Roda jogos do Switch no modo portátil
  • Tela com recurso touchscreen
  • Design leve de 277 g
Contras
  • Não tem controles Joy-Con
  • Sem suporte para jogar na TV
PIX Cupom
R$ 200 OFF SWITCH LITE R$ 1.113,21  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Nintendo Switch Lite está com 41% de desconto e sai por R$ 1.113 no Pix em oferta de Black November do Mercado Livre. Para chegar ao preço, resgate o cupom disponível na vitrine denominado “R$ 200 OFF Switch Lite”. O console portátil chegou ao Brasil há alguns anos por R$ 1.899.

Switch Lite possui tela de 5,5″ e bateria para até 7 horas

Nintendo Switch Lite em ação (Imagem: Melissa Cruz Cossetti/Tecnoblog)
Nintendo Switch Lite possui tela touchscreen (Imagem: Melissa Cruz Cossetti/Tecnoblog)

O Nintendo Switch Lite conta com tela LCD e sensível ao toque de 5,5 polegadas, com resolução de 1.280 x 720 pixels e densidade de 267 ppi. Diferentemente do Nintendo Switch, não possui controles Joy-Con desacopláveis, mas roda jogos no modo portátil do irmão mais avançado.

O console portátil vem equipado pelo processador Tegra X1 da Nvidia e por 32 GB de armazenamento interno, expansível para até 2 TB por haver um slot para cartão microSDHC ou microSDXC. Em termos de contrução, possui acabamento em plástico com peso de aproximadamente 277 g.

A bateria de 3.570 mAh oferece uma autonomia que varia entre 3 a 7 horas, segundo a Nintendo. Por exemplo, o tempo estimado para jogar The Legend of Zelda: Breath of the Wild é de um período em torno de quatro horas. A recarga do dispositivo pode ser feita por carregador USB-C.

Mão segurando Nintendo Switch Lite com traseira para cima mostrando logotipo do Nintendo Switch ao centro
Nintendo Switch Lite (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

O Nintendo Switch Lite por R$ 1.113 no Pix com o cupom de R$ 200 OFF da página traz suporte a Wi-Fi, Bluetooth 4.1 e NFC. Também há entrada para fones de ouvido no padrão de 3,5 mm e alto-falante estéreo.

Black Friday 2025 em 10 dias

A Black Friday em 2025 acontece no dia 28 de novembro, exatamente daqui a 10 dias. Confira aqui no Achados, cupons e ofertas antecipadas com até 64% de desconto da Black November.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Black November: Nintendo Switch Lite sai 41% mais barato no Mercado Livre

Nintendo Switch Lite (Imagem: Melissa Cruz Cossetti/Tecnoblog)

Nitendo Switch Lite (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)
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Android pode repetir iPhone e ganhar envio fácil de contato

Dois iPhones virados para cima, na mão de usuários. Eles se aproximam, com a parte superior voltada, um contra o outro. Na tela de ambos, aparecem cartões de contato, com fotos grandes e informações.
NameDrop tenta facilitar compartilhamento de contatos no iPhone (imagem: divulgação/Apple)
Resumo
  • O Google está desenvolvendo um recurso para Android que permite compartilhar contatos via NFC, semelhante ao NameDrop da Apple, introduzido no iOS 17.
  • A análise do código do Google Play Services v25.44.32 beta revelou referências à troca de contatos por NFC, mas o recurso ainda está em fase inicial de desenvolvimento.
  • O Android Beam, que permitia transferência rápida de contatos por NFC, foi removido em 2019, sendo substituído pelo Quick Share, que não possui essa funcionalidade.

O Google está trabalhando para incluir no Android uma forma de compartilhar contatos com smartphones próximos usando NFC. Os indícios ainda são vagos, mas o recurso pode se parecer com o NameDrop, presente no iPhone desde o iOS 17.

As informações surgiram a partir de uma análise do código do Google Play Services v25.44.32 beta, feita pelo site Android Authority. A publicação encontrou trechos que se referem a “atividade de troca de contatos” e “gesto de troca”. Essas partes também apontam para um “formato de troca de dados por NFC”.

Dois screenshots mostram uma interface do Android para troca de contatos por aproximação. À esquerda, a tela exibe “Unknown” e a frase “Share your contact info”, com itens selecionáveis como “My photo”, “N/A Mobile” e “N/A Email”, além dos botões “Receive only” e “Share”. À direita, outra tela mostra “Unknown” e “Contact received”, com campos de telefone e email e o botão “Save”.
Telas do compartilhamento rápido já existem, mas não funcionam (imagem: reprodução/Android Authority)

O Android Authority conseguiu executar manualmente uma dessas atividades. Na tela do sistema, surge um pop-up para compartilhar seu contato ou receber o contato de outra pessoa, podendo salvá-lo na agenda.

Nada disso funciona, o que confirma que se trata de um recurso ainda nas primeiras fases de desenvolvimento. Também não se sabe como será o processo. É só aproximar? Tem que fazer mais alguma coisa? Vai ter outro método? O Android Authority nem mesmo descarta o uso de outras formas de conexão, como Bluetooth.

NameDrop do iPhone chegou em 2023

Uma ferramenta de compartilhamento de contatos por aproximação remete ao NameDrop, da Apple, que é uma extensão do AirDrop.

Desde o iOS 17, é possível colocar lado a lado dois dispositivos da marca para ativar o AirDrop, o que permite transferir informações e arquivos. Assim, também dá para usar o NameDrop: os usuários podem enviar instantaneamente uma espécie de cartão de visitas digital, com informações como nome, telefone, email e até mesmo foto.

O NameDrop gerou certa polêmica quando autoridades policiais dos Estados Unidos passaram a recomendar que pais desativassem o recurso nos iPhones das crianças, temendo que pessoas mal-intencionadas roubassem dados. Vale dizer que o envio do contato só acontece após confirmação do usuário.

A transferência rápida de contatos por NFC no Android não chega a ser uma novidade: ela já existia no Android Beam, lançado em 2011, que também funcionava ao colocar dois aparelhos lado a lado.

O Android Beam foi removido do Android em 2019. No lugar dele, o Google adotou o Nearby Share, que mais tarde seria unido com o Quick Share, da Samsung. Essa nova ferramenta, porém, não conta com esse recurso de aproximação.

Com informações do Android Authority e do 9to5Google

Android pode repetir iPhone e ganhar envio fácil de contato

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Código do Google Play Services traz referências a troca de contatos por NFC. Apple oferece recurso do tipo desde 2023.

NameDrop irá facilitar compartilhamento de contatos no iPhone
(Imagem: Divulgação/Apple)

Telas do compartilhamento rápido já existem, mas não funcionam (imagem: reprodução/Android Authority)
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NFC ganha atualização que quadruplica o alcance dos dispositivos

NFC em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
NFC vai permitir pagamentos sem contato com distâncias maiores (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • O NFC Forum lançou o Certification Release 15 (CR15), quadruplicando o alcance de leitura de 5 mm para 20 mm em dispositivos NFC.
  • O CR15 introduz o Operating Volume 20 (OV20), melhorando a eficiência de comunicações NFC em smartphones, wearables e dispositivos inteligentes.
  • O novo padrão, desenvolvido com empresas como Apple e Google, mantém compatibilidade retroativa, garantindo interações seguras e intuitivas.

A entidade global responsável por definir os padrões da tecnologia Near Field Communication (NFC) anunciou o Certification Release 15 (CR15), uma atualização que promete melhorar a forma como dispositivos se conectam por aproximação. A nova especificação amplia em quatro vezes o alcance de leitura, passando dos atuais 5 mm para até 20 mm, e deve facilitar o uso do recurso em smartphones, relógios inteligentes e outros aparelhos compatíveis.

O CR15 define um novo programa de certificação que garante que os produtos sigam as especificações técnicas do NFC Release 15, lançado no início de 2025. Com isso, fabricantes poderão testar e certificar dispositivos que operem com o novo alcance estendido, tornando as interações por aproximação mais práticas e menos dependentes de um alinhamento preciso entre os aparelhos.

O que muda com o NFC CR15?

A principal novidade do CR15 é a introdução do Operating Volume 20 (OV20), um novo parâmetro que permite comunicações confiáveis a até 20 mm de distância. Isso representa um avanço significativo em relação ao padrão anterior, o OV5, e pode tornar a tecnologia NFC mais eficiente em situações do dia a dia, como o desbloqueio de portas inteligentes, pagamento por aproximação e bilhetagem digital em transportes públicos.

“Ampliar o alcance das conexões sem contato NFC foi uma das principais prioridades definidas no Roteiro Quinquenal do NFC Forum. A CR15 dará um sinal de confiança aos fabricantes de dispositivos e às partes interessadas de que os dispositivos que operam dentro do alcance de leitura estendido de 20 mm funcionarão conforme o esperado”, afirmou Mike McCamon, diretor-executivo do NFC Forum.

Segundo o fórum, o novo padrão foi desenvolvido em parceria com grandes empresas do setor tecnológico — entre elas Apple, Google, Huawei, NXP Semiconductors, Sony e Infineon —, que compõem o conselho da organização. O objetivo é garantir que os dispositivos certificados mantenham compatibilidade retroativa, funcionando normalmente com produtos mais antigos, e que as interações continuem intuitivas e seguras.

Por que essa mudança é importante?

NFC 15 amplia distância para até 2 cm
NFC 15 amplia distância para até 2 cm (imagem: reprodução/NFC Forum)

Hoje, o NFC é essencial para funções cotidianas como pagamentos móveis, chaves digitais e autenticações rápidas, mas seu alcance limitado exige que os dispositivos estejam quase em contato físico. Com o CR15, a tecnologia se torna mais tolerante a pequenas distâncias e ângulos, o que deve melhorar a experiência do usuário – especialmente em smartphones, smartwatches e dispositivos vestíveis.

A atualização mantém o compromisso com a segurança, uma das principais vantagens do NFC em relação a tecnologias de maior alcance, como o Bluetooth. O contato mais próximo ainda é essencial para evitar interceptações, mas a ampliação para 20 mm traz mais conveniência sem comprometer a proteção dos dados.

O programa de testes e certificação já está disponível, e os primeiros aparelhos com suporte ao novo padrão devem começar a aparecer nos próximos meses. Ainda não há confirmação sobre quando Apple, Google ou outras fabricantes devem adotar oficialmente a especificação, mas todas fazem parte do NFC Forum e participaram do desenvolvimento do CR15.

NFC ganha atualização que quadruplica o alcance dos dispositivos

NFC em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

NFC 15 amplia distância para até 2 cm (imagem: reprodução/NFC Forum)
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Galaxy S25 com chip Snapdragon 8 Elite tem 48% OFF no Mercado Livre


Prós
  • Desempenho de ponta com Snapdragon 8 Elite e 12 GB de RAM
  • Tela LTPO AMOLED Dinâmico 2x e taxa de atualização de 120 Hz
  • Câmera tripla e filmagens em 8K
  • Atualizações de software até Android 22
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Capacidade de bateria de 4.000 mAh
  • Memória interna não expansível
PIX
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O Samsung Galaxy S25 de 256 GB está disponível por R$ 3.872 no Pix em oferta no Mercado Livre, com 48% de desconto em relação ao preço original de R$ 7.499. O smartphone é um topo de linha que carrega componentes premium e garantia de sete atualizações de sistema Android.

S25 tem Snapdragon 8 Elite e tela AMOLED de 120 Hz

Mão segurando Galaxy S25 com tela ligada mostrando perfil do Tecnoblog no TikTok
Galaxy S25 possui resolução Full HD+ e brilho de até 2.600 nits / (imagem: Thássius Veloso – Tecnoblog)

A tela de 6,2 polegadas usa tecnologia LTPO AMOLED Dinâmico 2X e trabalha com taxa de atualização variável de até 120 Hz, garantindo menor consumo energético e experiência fluida de navegação. O suporte a HDR10+ garante as imagens cores mais vivas e contraste aprimorado.

O Galaxy S25 é equipado pelo chipset Snapdragon 8 Elite, um dos mais ágeis da Qualcomm. O processador com CPU octa-core e GPU Adreno 830 entrega desempenho de alto nível para tarefas simples até as mais exigentes e em jogos com maior definição gráfica. Os 12 GB de RAM permitem navegação sem engasgos.

O conjunto de câmeras traseiras inclui a principal de 50 MP com estabilização óptica, uma teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x e a ultrawide de 12 MP para fotos de grupos e paisagens. O trio é capaz de filmagens com qualidade profissional em 8K, enquanto o sensor frontal de 12 megapixels em 4K.

Mão segurando o Galaxy S25, mostrando a traseira com as câmeras
Câmeras traseiras são separada e dispostas na vertical (imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

A bateria de 4.000 mAh suporta carregamento rápido de 25 W, alcançado 50% em 30 minutos. Em conectividade apresenta NFC para pagamentos por aproximação, Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4 que asseguram conexões rápidas e estáveis.

O Samsung Galaxy S25 é resistente à água e poeira por conta da certificação IP68 e tem proteção Gorilla Glass Victus 2 na frente e atrás assegurando maior proteção a quedas e arranhões. A versão de 256 GB sai em oferta por R$ 3.872 no Pix.

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Galaxy S25 com chip Snapdragon 8 Elite tem 48% OFF no Mercado Livre

Galaxy S25 possui tela de 6,2 polegas com resolução Full HD+ / (imagem: Thássius Veloso - Tecnoblog)

Galaxy S25 (imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
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