Mophie’s Extendable MagSafe 3-in-1 Charging Stand Is 50 Percent Off

A Arm oficializou nesta quarta-feira (09/09) o lançamento da CSS for Mobile 2, uma nova plataforma projetada para equipar a próxima geração de smartphones. A novidade foi desenhada pela empresa para lidar com tarefas pesadas de inteligência artificial baseada em agentes e gráficos cada vez mais detalhados.
A arquitetura que combina CPU e GPU foca ainda em rodar inteligência artificial localmente nos celulares. Segundo a empresa, o novo sistema consumirá menos energia entregando o mesmo desempenho.
O destaque da plataforma é a nova GPU Mali G2-Ultra NX. De acordo com a Arm, esta é a primeira Unidade de Processamento Gráfico da linha a integrar aceleradores neurais dedicados. Esse design garante um desempenho maior para gráficos aprimorados, reconstruídos ou gerados por IA.
Na renderização tradicional, o ganho de performance é de 14% frente à geração anterior. O componente também estreia uma unidade de ray tracing de última geração, abrindo espaço para iluminação realista e mundos mais ricos nos jogos mobile.
A indústria já abraçou a ideia. Segundo a companhia, desenvolvedoras de motores gráficos e estúdios como Sumo Digital, Tencent Games, Unity China e NetEase já preparam a integração da tecnologia neural em jogos futuros, como Arena Breakout Infinite e Where Winds Meet.

Com a evolução da IA, o processador assume a função de “maestro” na plataforma. O executivo da Arm responsável pelo setor, Chris Bergey, explicou que a tecnologia atual exige a execução simultânea de aplicativos e a coordenação de diversos modelos de linguagem, tudo dentro dos rigorosos limites térmicos e de desempenho de um celular.
Para suportar essa carga, a Arm combina núcleos C2-Ultra, voltados para desempenho, e núcleos C2-Pro, que priorizam a eficiência energética, além de suportar computação de IA de baixa latência direto na CPU.

As melhorias impressionam no papel. Há um aumento prometido de 70% na velocidade de processamento de Modelos de Linguagem Pequenos (SLMs) e um desempenho de IA 1,7 vez superior ao do antigo C1-Ultra. Se os dados se comprovarem, o usuário terá um ganho de até 15% em performance de thread único (a velocidade com que um único núcleo do processador consegue executar a linha de instrução de um programa) com economia de energia de até 38%, conforme a Arm.
Para garantir que as fabricantes tirem proveito desse hardware rapidamente, a empresa destaca que a plataforma CSS for Mobile 2 já conta com suporte nativo a pacotes essenciais de desenvolvimento, como o Arm KleidiAI e o Neural Graphics Development Kit, agora localizados no novo Portal de IA da Arm.
Arm revela nova CPU e GPU para rodar IA e jogos no celular






O Google venceu um leilão de falência realizado nos Estados Unidos e adquiriu os dados corporativos da extinta companhia aérea Spirit Airlines. O acordo de US$ 10 milhões (cerca de R$ 52 milhões na cotação atual) transfere o acervo digital da empresa de aviação para a gigante das buscas.
O objetivo é utilizar o vasto histórico de comunicações operacionais e métricas de negócios para treinar modelos de linguagem e aprimorar produtos de inteligência artificial.
A aquisição engloba um volume gigantesco de documentação, mas a oficialização da compra ainda aguarda a aprovação final de um juiz federal. Segundo os autos do processo, a transferência inclui quase 100 milhões de e-mails corporativos, mais de 500 milhões de chats trocados via Microsoft Teams, agendas, auditorias financeiras e materiais de campanhas de marketing.
O Google também assumirá a posse de 30 milhões de linhas de código, metadados de desenvolvimento, modelos e algoritmos de software da companhia aérea, bem como dados detalhados sobre receita, métricas de operações de aeronaves e relatórios de produtividade de funcionários e de recursos humanos.

A big tech pretende processar toda essa documentação para alimentar suas redes neurais com situações e resoluções do mundo corporativo real, já que modelos de IA atuais ainda enfrentam dificuldades em tarefas executivas. Experimentos recentes mostram essa limitação: a Anthropic, por exemplo, colocou seu modelo Claude para gerenciar uma máquina de vendas automatizada, mas o agente tomou uma série de decisões erradas e acabou gerando prejuízo.
A entrada do banco de dados de uma operação logística e corporativa complexa como a da Spirit Airlines oferece elementos valiosos sobre como uma grande empresa lida com fornecedores, gerencia crises e toma decisões de gestão.
Um porta-voz do Google confirmou o plano à agência Bloomberg: “Adquirimos parte de um conjunto de dados corporativos da Spirit Airlines que pode ser útil para aprimorar nossos produtos e modelos de IA”.
O contrato de venda proíbe a transferência de informações pessoais. Foram excluídos da compra cerca de 97,5 milhões de perfis de passageiros da Spirit Airlines, além de mais de 50 milhões de registros de membros do programa de fidelidade da companhia.
Os dados corporativos vendidos serão categorizados como “desidentificados”, assegurando que nenhum arquivo possa ser atrelado a um indivíduo específico. O contrato também exige que o Google concorde em não desenvolver ferramentas para tentar reidentificar os usuários.
A ruína da Spirit Airlines ocorreu após a empresa enfrentar duas recuperações judiciais em 2025, amargando perdas de US$ 257 milhões (R$ 1,3 bilhão), e um resgate governamental de US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões) negado por credores. Em maio deste ano, a companhia encerrou oficialmente suas operações. A Spirit nunca operou voos regulares de passageiros no Brasil.
Segundo o CEO Dave Davis, o serviço tornou-se insustentável devido à alta dos combustíveis impulsionada por conflitos geopolíticos entre EUA, Israel e Irã, selando o primeiro colapso de uma grande companhia aérea americana desde a quebra da Midway Airlines após os ataques de 11 de setembro de 2001.
Google paga US$ 10 milhões por dados de companhia aérea falida



A Valve revelou que enfrenta um cenário hostil para produzir as novas Steam Machines. Segundo a empresa, as fabricantes de memória RAM adotaram uma postura de “pegar ou largar” na venda dos componentes, barrando contratos de longo prazo e afetando a indústria de hardware para o consumidor final. O motivo dessa mudança já é conhecido: a prioridade do mercado é atender projetos de inteligência artificial.
Em entrevista ao canal Gamers Nexus, um representante da Valve detalhou a dinâmica agressiva dos fornecedores. Todo mês, os fabricantes disponibilizam uma cota de memória e um preço fixo, sem nenhuma margem para negociação. “É sim ou não. E se dissermos não, eles nunca mais falam com a gente”, relatou.
A falta de opções no mercado forçou a Valve a adaptar o seu novo dispositivo. A empresa afirmou que os primeiros lotes da Steam Machine serão enviados com apenas um pente de 16 GB de RAM.
Essa teria sido a saída encontrada para manter a produção dentro do que as fornecedoras permitem comprar mensalmente, sem comprometer o desempenho, conforme os testes da companhia.
O novo PC de sala da Valve começará a ser distribuido no dia 29/06. Os dispositivos chegam aos consumidores com o preço inicial de US$ 1.049 (cerca de R$ 5.400), valor que reflete essa dificuldade na fabricação.

O gargalo ocorre porque as gigantes da produção de DRAM, como a Samsung e a Micron, redirecionaram quase toda a sua infraestrutura para suprir a demanda de grandes clientes corporativos, como a OpenAI, que compra volumes massivos de memória. Na prática, é um modelo de negócios mais lucrativo do que fornecer peças para computadores pessoais e consoles.
A transição foi tão brusca que algumas fabricantes abandonaram a produção voltada ao mercado doméstico e outras, como a G.Skill, enfrentam dificuldades para manter suas linhas de produtos voltadas para o consumidor.
Como as gigantes da tecnologia continuam despejando investimentos recordes em data centers e a indústria não consegue suprir a atual demanda, a tendência é que computadores e videogames fiquem ainda mais caros no curto e médio prazo.
Valve diz que mercado de memória RAM ficou hostil para fabricantes de PCs




A Valve finalmente revelou, nesta segunda-feira (22/06), os preços do PC compacto Steam Machine. O aparelho custará a partir de US$ 1.049 (cerca de R$ 5.400, em conversão direta) na versão básica, com SSD de 512 GB.
As primeiras unidades começarão a ser faturadas daqui a uma semana, em 29/06. A Valve abrirá uma lista de interesse e fará um sorteio para definir a ordem de compra dos usuários, em sorteio que ocorre na próxima quinta-feira, às 13h no horário de Brasília.
Quem se registrar depois desse prazo irá para o fim da fila. As autorizações de compra serão enviadas por e-mail a partir da data de lançamento. O PC chega em quatro pacotes:
Como nota o The Verge, a Steam Machine supera o preço de consoles nos EUA, como PS5 Digital (US$ 599,99), Xbox Series X (US$ 649,99) e PS5 Pro (US$ 899,99), embora o desempenho seja próximo ao do PS5.
A Steam Machine não tem previsão de lançamento oficial no Brasil e brasileiros não conseguem participar da lista de interesse. Ao acessar a página oficial do produto, a Steam exibe o aviso: “Este item não está disponível para compra na sua região”.
A situação repete o histórico da primeira Steam Machine, lançada em 2015, que nunca chegou oficialmente ao mercado nacional.

Segundo a Valve, o novo hardware tem mais de seis vezes a potência gráfica do Steam Deck, mirando jogos em 4K a 60 fps com ajuda do FSR, tecnologia de upscaling da AMD. Jogos otimizados para a plataforma acompanharão o selo Steam Machine Verified.
A nova Steam Machine foi anunciada em novembro de 2025 ao lado do Steam Controller e do headset Steam Frame. Na época, a Valve prometeu revelar preços e datas de lançamento no início desse ano.
O cronograma mudou por causa da alta nos preços e da baixa disponibilidade de componentes essenciais, especialmente memória RAM e chips de armazenamento. Em comunicado emitido em fevereiro, a empresa admitiu que a escassez no setor obrigou a revisão dos planos de preço e data de lançamento.
Valve revela preços da Steam Machine: a partir de US$ 1.049




Pesquisadores de Shenzhen, na China, produziram uma bateria de lítio e enxofre que pode ser uma nova solução para a indústria de drones, principalmente pensando em modelos mais robustos. O componente é capaz de controlar melhor a dissipação de energia, um dos grandes problemas da categoria. Segundo os cientistas, isso é possível por conta de uma nova estratégia molecular que também aumenta a eficiência do produto.
Os atuais drones comerciais em geral utilizam baterias de íon-lítio, com capacidade bem inferior. Enquanto a novidade permite uma eficiência de 549 Wh/kg, os componentes atuais têm uma média de 300 Wh/kg.

A principal dificuldade de estabilizar baterias de lítio e enxofre passa pela alta dissipação de energia, difícil de ser controlada com as tecnologias atuais. O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Tsinghua, produziu o componente utilizando um pré-mediador específico para o enxofre, ativado apenas quando o elemento entra em fase de reação eletroquímica.
Em outras palavras, esse aditivo garante que o transporte da carga elétrica ocorra de forma mais direcionada, evitando que a energia se perca em forma de calor. O trabalho acontece a nível molecular e, conforme divulgado pelo jornal China Daily, a resistência do produto é até 75% maior que baterias convencionais de lítio e enxofre. Nos testes, foram realizados 800 ciclos de carga e descarga, com 82% da capacidade original sendo mantida ao longo do processo.

A alta capacidade prometida por baterias de lítio e enxofre é interessante sobretudo para drones robustos, já que a proposta passa pelo alto desempenho por quilo transportado. Ainda assim, uma mudança nos drones comerciais também seria interessante. Outra vantagem interessante é o preço do componente, menor que as baterias de íon-lítio pois o enxofre custa menos.
Os pesquisadores também falaram sobre possíveis usos em drones de resgate, utilizados em situações de risco, além de modelos voltados para entrega de produtos e comida, que teriam uma produtividade maior. A tecnologia também será testada em outras reações, como em baterias de fluxo (reaproveitáveis), metal-lítio e em processos de reciclagem de componentes.
Os testes divulgados nesta semana foram feitos em laboratório. Até o momento não há nenhum relato de uso real dessa nova bateria de lítio e enxofre. Portanto, ainda não dá para prever se a tecnologia será, de fato, empregada a nível comercial, e tampouco se será algo viável nos drones que chegam às lojas.
Nova bateria criada na China pode dobrar tempo de voo de drones





O Japão já tem data para iniciar os testes operacionais com robôs humanoides em trabalhos manuais do aeroporto internacional de Haneda, o mais importante do país. Os modelos entram em ação a partir de maio por meio da companhia Japan Airlines em parceria com o GMO Internet Group. Os testes devem acontecer até 2028, com expectativa de diminuir o sacrifício humano em trabalhos pesados.
A princípio, os humanoides atuarão como apoio para a equipe responsável pelo carregamento de malas, e a iniciativa é apontada como uma possível solução para a baixa oferta de mão-de-obra no Japão. Em vídeos divulgados pela Japan Airlines, um robô da chinesa Unitree com cerca de 1,30 m aparece empurrando um container de carga e dando sinal de “ok” para a próxima fase da tarefa.
Os robôs humanoides realizarão trabalhos manuais pesados no setor de cargas do aeroporto Tóquio-Haneda, por onde circulam cerca de 60 milhões de pessoas a cada ano. Os dados levantados pela Organização Nacional de Turismo do Japão apontam mais de 7 milhões de turistas no país apenas nos dois primeiros meses de 2026, e a expectativa é de superar os mais de 47 milhões de visitantes do ano passado.
A proposta, portanto, é auxiliar os trabalhadores do setor de cargas para transportar malas, encomendas e mais itens que passam pelos terminais. Por enquanto não há informações quanto ao peso máximo sustentado pelas unidades, tampouco à autonomia de bateria de cada robô. Os humanoides também podem passar a realizar tarefas de limpeza, entre outras atividades. Vale lembrar que outras áreas do aeroporto também já contam com automações importantes.
Segundo o jornal The Guardian, serão necessários 6,5 milhões de novos trabalhadores estrangeiros atuando no Japão para dar conta da alta demanda de serviço. Enquanto isso, a força laboral só faz diminuir e o governo sofre pressão por conta da crescente imigração por lá.

Durante a CES 2026, diversas marcas aproveitaram para apresentar seus novos robôs humanoides, entre empresas de tecnologia e montadoras de automóveis, além de modelos voltados para atividades domésticas. Ao que parece, é uma tendência do mercado de tecnologia para os próximos anos.

Uma das marcas presentes na feira anual de Las Vegas foi a própria Unitree, que tem se destacado pela forte presença do robô G1 nas redes sociais. O influenciador brasileiro Lucas Rangel costuma publicar vídeos em que o humanoide dele aparece realizando atividades do dia a dia, como uma espécie de mascote. Ele corre, dança, dança, acena, entre outros gestos. O produto custa US$ 13,5 mil (cerca de R$ 66,5 mil em conversão direta).
Robôs humanoides são os novos “funcionários” de aeroporto no Japão





A forma como as guerras são travadas está passando por mudanças profundas. É o que aponta uma reportagem publicada pelo The New York Times neste sábado (07). O jornal destaca o uso de drones baratos e fabricados em massa. E como isso tem desafiado tecnologias militares tradicionais e caras.
As forças militares dos Estados Unidos utilizaram pela primeira vez em combate o LUCAS, drone desenvolvido pela startup SpektreWorks por meio de engenharia reversa. A operação, executada na última semana, mirou infraestruturas e sistemas de defesa aérea no Irã. E foi em resposta a ataques iranianos que atingiram aeroportos, hotéis e embaixadas em países do Golfo Pérsico, como Arábia Saudita, Bahrein e Emirados Árabes Unidos.
O uso do drone LUCAS reforça como o Pentágono passou a priorizar a produção em massa de armas baratas e descartáveis em vez de focar exclusivamente em tecnologias multibilionárias, segundo o jornal. Entenda abaixo os pontos centrais da reportagem:

Os Estados Unidos criaram um sistema de ataque chamado LUCAS (sistema de combate não tripulado e barato). O ponto mais curioso é que o LUCAS é uma cópia “reversa” do drone iraniano Shahed.
Militares americanos perceberam que o drone do Irã era tão simples, barato e eficaz que decidiram fabricar sua própria versão para atacar alvos justamente no Irã e sobrecarregar suas defesas aéreas.
O drone iraniano Shahed tornou-se uma arma temida. Ele foi usado para atacar aeroportos, arranha-céus e embaixadas em países do Golfo Pérsico, como Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.
A guerra está mudando de estilo, aponta o New York Times. E esse novo estilo pende mais para a rapidez de inovação do Vale do Silício do que para a burocracia tradicional do Pentágono.
Algumas cifras dão uma ideia disso. Enquanto um drone LUCAS ou Shahed custa U$ 35 mil, um míssil de cruzeiro Tomahawk custa cerca de US$ 2,5 milhões (R$ 13 milhões).
Além disso, é muito caro se defender desses drones. Para você ter ideia, um único tiro para derrubar um Shahed pode custar até US$ 3 milhões (R$ 16 milhões). Como são pequenos e lentos, eles muitas vezes “enganam” os radares, que confundem os drones com pássaros ou aviões civis.
O conflito entre Irã e nações do Golfo é visto como uma evolução do que já acontece na Ucrânia.
De um lado, a Rússia agora possui suas próprias fábricas de drones estilo Shahed e fez melhorias que foram compartilhadas de volta com o Irã.
De outro, a Ucrânia tornou-se a maior especialista do mundo em derrubar esses drones. O país usa desde metralhadoras até sensores acústicos que “ouvem” o barulho de motor de cortador de grama que os drones fazem.

A reportagem do NYT indica que o uso dessas armas só vai aumentar. Isso porque: 1) O governo dos EUA destinou US$ 1,1 bilhão (R$ 6 bilhões) para um programa que visa construir milhares desses drones de ataque; e 2) O próximo passo é usar a inteligência artificial (IA) para tornar esses drones ainda mais independentes e eficazes, permitindo que voem em “enxames” ou acompanhem aviões de caça pilotados por humanos.
O post Como o novo drone dos EUA ‘copiado’ do Irã está mudando a guerra apareceu primeiro em Olhar Digital.

Quem não via a hora de botar as mãos em uma nova Steam Machine vai ter que exercer a paciência: a linha deveria ser lançada oficialmente neste início de 2026, mas vai atrasar por conta do atual cenário de escassez de memória RAM e de chips de armazenamento de dados.
O hardware padrão da nova Steam Machine inclui uma CPU AMD com arquitetura Zen 4, uma GPU AMD com arquitetura RDNA 3, 16 GB de memória DDR5 e SSD com armazenamento de 512 GB ou 2 TB.
A nova Steam Machine foi anunciada em novembro de 2025 ao lado do joystick Steam Controller e do headset de realidade virtual Steam Frame. Os preços e as datas oficiais de lançamento deveriam ser informados agora, neste começo de ano, mas a própria Valve admitiu que a crise das memórias RAM forçou uma mudança de planos:
Quando anunciamos esses produtos em novembro, o nosso plano era de anunciar os preços e datas de lançamento no início de 2026 (ou seja, agora). Mas a escassez de memória e armazenamento que está afetando todo o setor, sobre a qual você já deve ter ouvido falar, se intensificou rapidamente desde então.
A disponibilidade limitada e os preços cada vez maiores desses componentes essenciais nos levaram a rever os nossos planos de preços e lançamento (especialmente os da Steam Machine e do Steam Frame).
Mais ou menos. A escassez de memórias RAM e de chips de armazenamento tem causado aumentos expressivos nos custos desses componentes. Para piorar a situação, a tendência de aumento de preços ainda não passou. É por essa razão, provavelmente, que a Valve ainda não definiu uma data de lançamento.
Contudo, a companhia informou que ainda tem planos de lançar a nova Steam Machine no primeiro semestre de 2026, o mesmo valendo para o Steam Controller e o Steam Frame.

Por causa da demanda maior do que a oferta. A implementação acelerada de aplicações de IA tem feito empresas do setor investirem na ampliação ou construção de data centers de tal forma que começou a faltar módulos de RAM no mercado. Como a Valve deixou claro, o problema também atinge o fornecimento de SSDs.
A Valve está longe de ser a única companhia a lidar com essa situação. Só para dar um exemplo, a linha Raspberry Pi teve um aumento expressivo de preços justamente por conta da crise do segmento de memória RAM.
Valve adia Steam Machine por causa da crise de memória RAM




O bom velhinho mandou avisar: ainda dá tempo de pedir o Nintendo Switch OLED neste Natal! O console híbrido que foi sucesso de vendas na Black Friday 2025 está com 29% de desconto no Mercado Livre, saindo por R$ 1.919 com o cupom VEMCOMTUDO. A promoção é válida para pagamentos via Pix.

Projetado para funcionar com a TV, em modo semiportátil e de forma completamente portátil, o Nintendo Switch OLED é uma ótima opção para jogar com amigos ou individualmente. O console tem tela OLED de 7 polegadas que oferece cores mais vivas em relação ao modelo padrão (com tela LCD). Além disso, ele traz um suporte mais amplo e ajustável.
Outro destaque do Nintendo Switch OLED é a porta LAN integrada à dock para conectar o console diretamente à sua rede de internet via cabo, o que permite reduzir a latência para partidas online e conectar vários Switches na mesma rede local para jogos offline.

O bundle do Nintendo Switch OLED em promoção com 29% OFF no Mercado Livre traz ainda o download do jogo completo Super Mario Bros. Wonder e 3 meses de assinatura individual do Nintendo Switch Online.
O serviço dá acesso ao catálogo de jogos de Super Nintendo (SNES) e do Nintendinho (NES) no Switch, incluindo títulos como Donkey Kong Country 3, The Legend of Zelda: A Link to the Past, Super Mario World, Super Mario Kart, The Legend of Zelda, entre outros.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Chega pro Natal: Nintendo Switch OLED tem 29% OFF no Mercado Livre




O Nintendo Switch está saindo por apenas R$ 1.472 no Pix com o cupom NATALINA no Mercado Livre. A oferta faz parte da campanha 12.12 de Natal da varejista, e é uma ótima oportunidade para comprar o console com desconto impressionante (48% sobre o lançamento por R$ 2.999).

No bundle em promoção, o console da Nintendo ainda acompanha o jogo Mario Kart 8, sendo um presente de Natal completo para fãs da franquia. Além disso, o presenteado ainda recebe três meses do Nintendo Switch Online para poder jogar online com os amigos, além de ter acesso a uma biblioteca games clássicos do Super Nintendo e Nintendinho.
Além das partidas online, os modos de jogo versáteis do Nintendo Switch são um grande destaque para compradores. É possível jogar no modo portátil, com os controles acoplados e utilizando a tela de 6,2 polegadas do console com resolução até 720p. Aqui, a leveza e portabilidade se destacam para viagens, por exemplo.
Outra possibilidade é jogar com o console conectado à TV, elevando a resolução da imagem para 1080p e utilizando os Joy-Cons desacoplados. Assim, é possível jogar tanto sozinho quando acompanhado. O mesmo vale para o modo semiportátil, ideal para jogatinas em grupo quando não há uma TV disponível.

Lembrando que, em oferta no Mercado Livre, o Nintendo Switch com Mario Kart 8 e 3 meses de assinatura do Nintendo Switch Online inclusa sai por apenas R$ 1.472 no Pix com o cupom NATALINA. Um valor que ainda representa menos da metade do preço do Nintendo Switch 2, então vale bastante a pena.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
12.12 de Natal: Nintendo Switch despenca 51% em oferta no Mercado Livre





É oficial: Asus e Microsoft revelaram os preços dos novos portáteis ROG Xbox Ally no Brasil. A versão padrão custará R$ 5.998, enquanto o ROG Xbox Ally X, mais robusto, chega por R$ 9.998.
Como noticiamos aqui no Tecnoblog, os consoles foram homologados pela Anatel entre o fim de outubro e começo de novembro. Ambos poderão ser adquiridos em pré-venda a partir desta sexta-feira (21/11), às 10h (horário de Brasília). Eles serão vendidos no site da Asus e nos varejistas parceiros Amazon e Mercado Livre.
A linha combina o hardware da família ROG com o Windows 11, em uma nova interface desenvolvida pelo Xbox para portáteis, e chega oficialmente ao país cinco meses depois de ser anunciada.
A nova versão do console é também uma resposta direta ao sucesso da Valve com o Steam Deck. Há alguns dias, a dona do Steam revelou sua nova Steam Machine, que gerou um frisson na comunidade gamer.

As principais diferenças entre os portáteis estão no hardware. O ROG Xbox Ally, vendido na cor branca, é o modelo oferecido como custo-benefício. Ele vem equipado com chip AMD Ryzen Z2 A, 16 GB de memória RAM, 512 GB de armazenamento e bateria de 60 Wh, pesando 670 gramas.
Já o ROG Xbox Ally X, de cor preta, é o modelo para entusiastas. O console traz Ryzen AI Z2 Extreme, 24 GB de RAM, 1 TB de armazenamento e pesa 715 gramas. Também oferece suporte a Thunderbolt 4 em uma das portas USB-C.
A primeira versão do ROG Ally X foi lançada pela Asus em 2023, ainda sem a parceria com a Microsoft. O dispositivo chegou ao país por R$ 7.999, e nós fizemos um teste completo do produto:
Microsoft e Asus revelam preços dos novos portáteis no Brasil





A Valve foi um dos assuntos da última semana devido ao anúncio da nova Steam Machine, PC gamer que tem a proposta de oferecer uma experiência similar ou superior às dos consoles. O anúncio foi seguido de desconfianças sobre o desempenho da máquina, mas a empresa garante: a Steam Machine é mais rápida do que 70% dos PC para jogos atuais.
Uma das razões para as desconfianças está no chip gráfico da novidade: trata-se de uma GPU feita sob medida pela AMD, que tem a arquitetura RDNA 3 como base e que traz 8 GB de memória GDDR6.
Estima-se que o desempenho desse chip é equivalente ao da GPU Radeon RX 7600, que consegue rodar determinados jogos a 1080p de modo satisfatório, por exemplo, mas está longe de ser topo de linha.
Contudo, em entrevista recente ao canal e podcast Adam Savage’s Tested, Yazan Aldehayyat tratou de enfatizar que a Steam Machine oferece desempenho suficiente para a execução satisfatória de todos os jogos disponíveis na plataforma Steam. Aldehayyat é engenheiro de hardware na Valve.
O executivo também deu a seguinte declaração: “a Steam Machine é igual ou superior [em desempenho] a 70% dos PCs que as pessoas têm em casa”. É uma forma que o engenheiro encontrou de dizer que a novidade não é a mais poderosa do mercado, mas que irá atender à maioria dos usuários.
É claro que a Steam Machine poderia ter um conjunto de hardware mais potente. Mas, durante a entrevista, Aldehayyat explicou que a Valve se preocupou em encontrar um equilíbrio entre desempenho e custo, de forma que podemos esperar que a Steam Machine chegue com um preço competitivo às prateleiras.
Em outras palavras, a Steam Machine foi projetada com foco em uma parcela ampla de jogadores, e não em entusiastas que não se importam de desembolsar muito dinheiro para ter uma máquina parruda para jogar.

Além de uma GPU com arquitetura RDNA 3 e 8 GB de VRAM, a nova Steam Machine conta com uma CPU, também feita sob medida pela AMD, que traz seis núcleos e arquitetura Zen 4. 16 GB de memória DDR5 e SSD com até 2 TB também fazem parte do hardware do equipamento. O sistema operacional é o SteamOS 3, baseado na distribuição Arch Linux.
De acordo com a Valve, esse conjunto é capaz de rodar jogos em resolução 4K e 60 fps. É claro que os testes independentes é que confirmarão (ou refutarão) esse cenário.
A expectativa é a de que a nova Steam Machine chegue ao mercado no início de 2026. Os preços sugeridos ainda não foram revelados.
Steam Machine supera desempenho de 70% dos PCs, afirma Valve





A Valve anunciou, nesta quarta-feira (12/11), a nova Steam Machine — seu “console” para jogos. Na prática, o dispositivo é um PC voltado para games, que combina a flexibilidade do computador com a praticidade dos consoles, rodando o SteamOS.
A nova Steam Machine será comercializada em duas versões, com SSD NVMe de 512 GB ou 2 TB. Além do hardware principal, a empresa revelou o novo Steam Controller e o Steam Frame, headset de realidade virtual. Todos os dispositivos estão previstos para 2026, ainda sem preços divulgados.

De acordo com a Valve, a nova linha é uma evolução natural do Steam Deck, com foco em compatibilidade total com a biblioteca Steam. Todos os jogos que funcionam no portátil também rodarão automaticamente na Steam Machine.
Essa será a segunda versão da Steam Machine. A primeira, lançada em 2015, fez bastante barulho, mas não emplacou. Na época, a Valve firmou parceria com cerca de 15 fabricantes — entre elas Alienware e Asus —, que lançaram modelos com diferentes configurações de hardware.

Agora, a nova Steam Machine traz chips AMD Zen 4 e RDNA 3, além de 16 GB de memória RAM DDR5. O processador tem seis núcleos, chega a 4,8 GHz e consome até 30 W.
Já a GPU, baseada na arquitetura “Navi 33”, conta com 28 unidades de computação, 8 GB de VRAM GDDR6 e TDP de até 130 W.
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Valve mira guerra dos consoles e anuncia nova Steam Machine


A Realme anunciou oficialmente o lançamento do Realme 15 Pro Game of Thrones Limited Edition, uma versão especial com design e acessórios inspirados no universo da série da HBO. Somente 5 mil unidades do smartphone serão comercializadas em todo o mundo. No Brasil, ele chega pelo preço sugerido de R$ 5.999.
A edição especial faz parte da família Realme 15, que também será lançada no país. Os aparelhos unem especificações robustas, como baterias de 7.000 mAh e telas de até 144 Hz, com recursos integrados de inteligência artificial.
Lançada em 2011, Game of Thrones se tornou um fenômeno cultural. Encerrada em 2019, a série já gerou duas séries derivadas, e elementos como os brasões das casas seguem inspirando produtos licenciados.

A edição especial do Realme 15 Pro traz, já na caixa, uma porção de referências à série (especialmente à Casa Targaryen), baseada no baú de ovos de dragão de Daenerys Targaryen, incluindo textura amadeirada, bordas metálicas e os brasões de nove grandes casas de Westeros.
Aberta, a embalagem apresenta uma miniatura do Trono de Ferro e um mapa do continente em que se passa grande parte da série. Dentro da caixa, acompanha um ejetor de cartão SIM no formato do broche da Mão do Rei, cartões postais e adesivos.
Já o aparelho tem acabamento traseiro que imita couro, com o brasão da Casa Targaryen em relevo no centro. A cor muda de preta para vermelha quando exposta a temperaturas de 44º C ou mais. Reforçando o apreço pela Casa Targaryen (que protagoniza as duas séries derivadas, Casa do Dragão e O Cavaleiro dos Sete Reinos), até mesmo o leitor de impressão digital exibe o brasão da família.

O conjunto de câmeras é protegido por um vidro com outros brasões gravados, enquanto um detalhe dourado de garras de dragão contorna o módulo.
No software, essa edição do Realme 15 Pro segue a temática, com papéis de parede, ícones e animações personalizadas. O sistema de câmera também inclui dois filtros exclusivos, chamados “Northland” e “Kingdom”, e comando personalizado para transformar fotos em versão medieval por IA.
Por dentro, o aparelho mantém as configurações da versão Pro padrão. O celular é equipado com uma tela OLED de 6,8 polegadas com taxa de atualização de 144 Hz e bordas curvas. O desempenho é responsabilidade do processador Snapdragon 7 Gen 4, em conjunto com 12 GB de memória RAM e 512 GB de armazenamento.
A autonomia é um dos pontos principais da linha, trazendo uma bateria tem 7.000 mAh compatível com carregamento rápido de 80 W. O smartphone sai de fábrica com Android 15 e certificações IP68 e IP69, de resistência contra água — inclusive quente — e poeira.
A edição limitada do Realme 15 Pro Game of Thrones estará disponível no país “em breve”, segundo a fabricante. O celular será vendido na loja oficial da Realme no Mercado Livre e nas lojas físicas da Fast Shop pelo preço de R$ 5.999.
Com informações de Android Central e GSMArena
Realme 15 ganha versão baseada em Game of Thrones


