O Monitor Odyssey G5 27″ da Samsung está em oferta no Mercado Livre por R$ 1.074 no Pix. O valor encontrado é menor ao atual praticado na loja oficial e chega a ser 26% menor em relação ao preço de lançamento de R$ 1.449.
Para quem busca montar um setup gamer sem gastar muito, o gadget apresenta ficha técnica interessante.
Monitor Odyssey G5 tem resolução QHD e taxa de 165 Hz
Monitor Samsung Odyssey G5 possui design curvo (imagem: Divulgação)
O monitor da Samsung traz como duas das suas principais características a resolução QHD e a taxa de atualização de até 165 Hz. Ambas as especificações asseguram ao player uma jogatina com transições fluidas e imagens altamente nítidas, superior ao padrão Full HD tradicional.
O modelo apresenta um painel VA de 27 polegadas com curvatura de 1000R. Além de proporcionar uma estética diferente, fornece uma visão periférica melhor ao jogador; característica no qual pode ser encarada como uma vantagem competitiva em jogos de alto desempenho.
O suporte ao FreeSync sincroniza os frames da placa de vídeo com o display para reduzir o efeito de quebra ou atraso das imagens. Somado a tecnologia, o HDR10 proporciona aos gráficos cores mais vibrantes e uma experiência visual superior.
Por fim, o Monitor Odyssey G5 da Samsung de 27 polegadas proporciona tempo de resposta de 1 ms, além de entradas para HDMI 2.0 e Display Port 1.2. Você pode adquiri-lo por R$ 1.074 por Pix no Mercado Livre.
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Mecha Comet tem três acessórios que se encaixam na parte de baixo do aparelho (foto: divulgação)Resumo
O Mecha Comet é um computador de bolso com Linux, tela touch AMOLED de 3,92 polegadas, e acessórios modulares como teclado e joypad.
O projeto é aberto, permitindo modificações nos componentes, e está disponível no Kickstarter a partir de US$ 159.
O hardware inclui até 8 GB de RAM, até 128 GB de armazenamento, portas USB-C e HDMI, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4, e câmera de 8 MP.
Um novo projeto de hardware combina Linux, formato de smartphone, tela sensível ao toque e acessórios modulares. O Mecha Comet está disponível na plataforma de financiamento coletivo Kickstarter, com preços a partir de US$ 159 (aproximadamente R$ 830, em conversão direta).
O aparelho vem sendo desenvolvido desde 2021 pela startup Mecha Systems, que conta com 15 funcionários e está sediada no estado americano do Missouri.
Como é o Mecha Comet?
O Comet lembra um smartphone na altura e na largura, mas tem mais espessura (14 mm) e é mais pesado (225 g). A tela usa tecnologia AMOLED e tem formato quase quadrado, com 3,92 polegadas na diagonal. Ela é sensível ao toque, permitindo navegação.
O display fica na metade de cima do aparelho. Na metade de baixo, está uma das partes mais interessantes do Comet: um espaço para acoplar acessórios.
Inicialmente, há três possibilidades: teclado, joypad e placa com conector GPIO de 40 pinos. O projeto tem código aberto, então, teoricamente, outras pessoas poderão criar seus próprios módulos.
Tela AMOLED tem 3,92 polegadas (foto: divulgação)
Na parte de software, o Comet usa Linux 6.12 e sua própria distro, chamada Mechanix, baseada no Fedora 43. A interface é adaptada para a tela touch e lembra um pouco um smartphone, com tela de bloqueio, ícones grandes e teclado virtual.
Em hardware, ele vem com 2, 4 ou 8 GB de RAM; 64 ou 128 GB de armazenamento flash; CPU com quatro núcleos Cortex-A53 ou seis núcleos Cortex-A55; duas portas USB-C, uma porta HDMI e saída para fones de ouvido; bateria de 4.100 mAh; suporte a Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.4; câmera de 8 megapixels.
O que dá para fazer com o Mecha Comet?
Eu tive um breve contato com uma versão anterior do Mecha Comet durante a CES 2025. Naquela época, o sistema ainda tinha uma interface bem mais rudimentar, com acesso apenas ao navegador Chromium e a um terminal Linux. Os acessórios eram só mockups, sem funcionamento real.
Mecha Comet apresentado na CES 2025 foi refinado em revisões posteriores (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Um ano e três revisões depois, o time da Mecha mostra que o Comet já conta com um tocador de música, um bloco de notas e até um joguinho simples de corrida.
A verdade é que o aparelho tem pouca finalidade prática. A ideia, ao comprar um, é explorar o que dá para fazer com ele, construir módulos próprios, modificar componentes e desenvolver programas para a plataforma.
A campanha no Kickstarter já levantou mais de US$ 880 mil (R$ 4,6 milhões), bem acima da meta de US$ 50 mil (R$ 263 mil). A recompensa mais barata já está esgotada: era um Mecha Comet de 2 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, vendido a US$ 159. Se tudo sair como a Mecha Systems espera, logo veremos novos módulos e acessórios para o Comet criados pela própria comunidade.