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Como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp pelo celular ou PC

Como recuperar mensagens do WhatsApp
Entenda como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Existem diferentes meios de recuperar mensagens apagadas do WhatsApp, como ler o histórico de notificações do Android. Outra solução é a extensão WA Web Plus no navegador Google Chrome, que dispensa a existência de uma cópia prévia, mas possui limitações de compatibilidade.

Já a restauração baseada em um backup oficial salvo na nuvem costuma ser o método mais eficaz e seguro, embora seja um processo mais trabalhoso. Essa técnica é o único caminho viável para donos de iPhone reverem conteúdos excluídos, exigindo a reinstalação do app para forçar a sincronização dos dados.

A seguir, conheça quatro meios práticos de recuperar mensagens apagadas do WhatsApp.

1. Acesse o histórico de notificações do smartphone 

Quem tem smartphones Samsung ou Motorola pode ler mensagens excluídas do WhatsApp acessando o histórico nativo do Android. Esse recurso atua como um registro do sistema operacional, mas infelizmente não está disponível para usuários de iPhone (iOS).

O processo é simples: abra as configurações do celular, toque em “Notificações” e selecione “Configurações avançadas”. Lá dentro, basta ativar o recurso “Histórico de notificações”, que funciona como um armazenamento temporário e seguro de todos os alertas recebidos.

Depois, veja a lista cronológica de dados e textos recebidos nas últimas 24 horas para localizar o ícone do WhatsApp. Vale dizer que a leitura do conteúdo apagado só é possível se essa função do Android já estiver habilitada no momento do envio.

Capturas de tela do sistema operacional Android em celular Samsung mostram como acessar a opção "Histórico de Notificações"
Acessando “Histórico de notificações” para ver mensagens do WhatsApp no celular Samsung (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Use a extensão WA Web Plus do Google Chrome

A extensão WA Web Plus, disponível para o Google Chrome, oferece uma solução prática e rápida para recuperar mensagens apagadas do WhatsApp. A ferramenta funciona como um plugin que adiciona novos recursos diretamente à interface do mensageiro no navegador.

Após instalar a extensão, abra o WhatsApp Web e clique no ícone de “+” verde ao lado da barra de endereços para abrir as configurações. Na aba privacidade, ative a opção “Restaurar mensagens de texto apagadas” para ativar o monitoramento de cache das conversas.

A partir daí, o script intercepta as atualizações e exibe o texto original riscado ao lado do aviso de exclusão. Embora eficiente, vale dizer que o recurso pode apresentar instabilidades e não processar todas as mensagens deletadas.

Captura de tela do navegador Google Chrome mostra um exemplo de uma mensagem restaurada com a extensão WA Web Plus no WhatsApp Web
A extensão WA Web Plus permite verificar os conteúdos que foram deletados no WhatsApp Web (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Restaure o backup de conversas do WhatsApp 

Atenção!

Esta ação exclui todas as mensagens e conversas recentes que ocorreram após o último backup automático. Por isso, é recomendado ter cautela ao utilizar esta técnica para não perder dados importantes.

Outro meio de restaurar mensagens apagadas do WhatsApp é forçar a leitura do backup salvo na nuvem. A estratégia serve tanto no Android, que utiliza o Google Drive, quanto no iPhone, que armazena os dados no iCloud.

O primeiro passo é checar nas configurações de conversas se o último backup automático aconteceu antes da exclusão do texto. Se a data for favorável, desinstale o aplicativo para limpar os dados locais e baixe-o novamente na Play Store ou na App Store.

Durante a nova validação do número, o sistema identificará a cópia de segurança salva nos servidores e sugerirá a sincronização de dados. Basta tocar em “Restaurar” para que o histórico e as mídias antigas sejam baixadas, trazendo as mensagens apagadas de volta.

imagem da tela de restauração de backup do whatsapp
Reinstalar o WhatsApp e forçar a restauração do backup pode ajudar a recuperar as mensagens antigas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Questione o autor da mensagem apagada 

Se os métodos anteriores não funcionarem, a alternativa mais simples e direta é questionar o próprio autor sobre a mensagem deletada no WhatsApp. Essa abordagem dispensa o uso de ferramentas digitais, dependendo somente da transparência do contato.

Embora pareça óbvia, a tática é a única infalível contra falhas de sincronização ou falta de backups salvos. No fim, a engenharia social mais eficaz para “decifrar” a mensagem apagada ainda é uma boa conversa.

imagem do whatsapp com uma perguntando à outra pessoa o conteúdo da mensagem excluída
Perguntar diretamente à pessoa sobre a mensagem excluída pode ser uma solução simples e prática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo recuperar mensagens apagadas do WhatsApp? 

Existem alguns pontos que podem impedir a recuperação das mensagens apagadas do WhatsApp. Por exemplo:

  • Histórico de notificações inativo: a ferramenta nativa do Android só registra os alertas se estiver ligada antes do recebimento do texto. Caso o recurso de armazenamento temporário esteja desligado, o sistema simplesmente descarta os pacotes de dados;
  • Instabilidade em ferramentas externas: o WA Web Plus depende da leitura do cache do navegador em tempo real para interceptar a mensagem. Se houver oscilação na rede ou atualizações repentinas no código do WhatsApp, o processamento falha;
  • Janela de sincronização inválida: o ato de fazer backup do WhatsApp precisa ocorrer no intervalo entre o recebimento da mensagem e a exclusão pelo contato. Se a cópia for gerada após o cancelamento, o arquivo salvo registrará apenas o status de deletado;
  • Criptografia de ponta a ponta ativa: por questões de privacidade, o WhatsApp blinda o trânsito de informações com chaves de segurança exclusivas. Uma vez que o conteúdo é apagado da memória local do aparelho, os servidores da empresa perdem o acesso definitivo ao texto.

Posso restaurar uma mensagem apagada no WhatsApp pelo iPhone? 

Sim, usuários de iPhone podem recuperar a mensagem apagada no WhatsApp caso o backup automático no iCloud tenha sido feito após o envio e antes da exclusão. Para resgatar o conteúdo, basta desinstalar o app e reinstalá-lo para forçar a sincronização dos dados da nuvem.

Diferente do Android, o iOS não possui um histórico nativo de notificações para registrar os alertas recebidos no aparelho. Por isso, manter a cópia de segurança ativa nos servidores da Apple é a única garantia para reaver o histórico com o conteúdo excluído.

Consigo usar apps de terceiros para ver mensagens apagadas do WhatsApp? 

Sim, aplicativos de terceiros prometem recuperar mensagens apagadas por outra pessoa no WhatsApp ao interceptar o fluxo de notificações do Android. Para que essa leitura em tempo real funcione, o programa paralelo precisa estar instalado quando o texto é recebido.

O problema dessa varredura de dados é a segurança, já que as ferramentas exigem acesso total aos alertas e à tela do celular. Essa permissão invasiva expõe senhas e códigos bancários na memória temporária do app, além de ser um método inviável nas restrições do iPhone.

Embora salvem textos e mídias, esses aplicativos violam as diretrizes de privacidade do WhatsApp. Diante do risco de vazamento de informações para servidores desconhecidos, a recomendação é utilizar ferramentas nativas do sistema Android ou backups oficiais.

Qual é a diferença entre recuperar mensagens apagadas e conversas apagadas do WhatsApp? 

Recuperar mensagens apagadas do WhatsApp consiste em resgatar textos individuais ou mídias isoladas deletadas de um bate-papo. O foco desse processo é capturar pacotes de dados temporários no cache ou registros de notificações do sistema operacional, devolvendo o conteúdo específico à conversa.

Recuperar conversas apagadas do WhatsApp envolve trazer de volta todo o histórico de interações e a linha do tempo completa com um contato específico. Esse método exige a desinstalação do aplicativo para forçar o download e a sincronização do backup principal na nuvem.

Também posso recuperar conversas apagadas do WhatsApp? 

Sim, é possível resgatar chats inteiros e mídias deletadas ao restaurar o backup do WhatsApp armazenado nos servidores da nuvem. O sucesso do processo depende somente da cópia de segurança ter sido gerada em uma data antes da exclusão do bate-papo.

Caso o arquivo salvo seja mais recente e sem a conversa deletada, os dados desaparecerão permanentemente do backup. Para evitar essa perda de sincronização, a dica é configurar a rotina de salvamento automático para o modo diário.

Como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp pelo celular ou PC

Como recuperar mensagens do WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Samsung)

(Imagem: Reprodução/WhatsApp)

Reinstalar o WhatsApp e forçar a restauração do backup pode ajudar a recuperar as mensagens antigas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Perguntar diretamente à pessoa sobre a mensagem excluída pode ser uma solução simples e prática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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Google Drive adota IA do Gemini para organizar os seus arquivos

Google Drive (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Novidade exige assinatura dos planos Workspace ou Google AI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google liberou globalmente um recurso que utiliza o Gemini para analisar o espaço de armazenamento no Google Drive.
  • A ferramenta está disponível para os planos corporativos do Workspace e para assinantes dos planos de IA voltados ao consumidor.
  • Recurso só funciona em inglês.

Sabe aquela pasta do Google Drive cheia de documentos soltos que você sempre promete arrumar, mas nunca tem tempo ou paciência? O Google quer resolver esse problema. A empresa liberou globalmente um recurso que utiliza o Gemini para analisar o espaço de armazenamento e sugerir onde colocar cada arquivo.

A ferramenta “Organizar meus arquivos” estava em fase de testes desde outubro do ano passado, mas para um grupo restrito de usuários. Agora, o Google expandiu a novidade para os planos corporativos do Workspace e também para assinantes dos planos de IA voltados ao consumidor: Google AI Pro, Ultra, AI Pro para Educação e o plano de Acesso Expandido à IA.

O que a IA do Gemini pode fazer no Google Drive?

Interface do Drive com “Sugerir movimentação de arquivos”, permitindo renomear e desmarcar itens antes de mover em lote
Usuário pode renomear e desmarcar arquivos e pastas antes da transferência (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Para quem tem direito ao recurso, o ponto de partida é um novo atalho chamado “Sugerir movimentação de arquivos” (Suggest file moves), que aparece na raiz do “Meu Drive” ou dentro das pastas. Ao clicar nele, o Gemini abre uma interface que divide as recomendações em duas opções: mover arquivos soltos para pastas que já existem ou criar novas pastas para agrupar documentos parecidos.

Dentro desse painel de gerenciamento, a IA faz o trabalho pesado de análise. O Gemini mostra o arquivo selecionado, o destino sugerido e explica a lógica por trás da escolha. Para garantir o controle total da arrumação, a ferramenta traz filtros e ajustes manuais que servem para desmarcar arquivos específicos ou renomear as novas pastas sugeridas antes de confirmar a ação.

A transferência é feita em lote com apenas um clique. Caso o processo altere as permissões de acesso e privacidade de algum documento, o próprio Drive avisa o usuário e pede uma confirmação. Vale notar que, para o recurso aparecer, os administradores de TI das empresas precisam ativar o Gemini no Drive, e os usuários finais devem deixar os “recursos inteligentes” do Workspace habilitados nas configurações da conta.

Recurso só funciona em inglês

Apesar do lançamento global, o recurso chega com limitações. A ferramenta só funciona se a interface do Google Drive estiver configurada obrigatoriamente em inglês. Além disso, o Google abriu um período promocional que vai até o dia 15 de julho de 2026. Até lá, os usuários terão limites diários maiores para testar o recurso de organização. Após essa data, haverá uma cota máxima de uso.

A novidade chega em um momento de forte concorrência no setor de produtividade e nuvem. Ferramentas de terceiros já vinham ocupando esse espaço de organização automatizada. O rival Claude, modelo de IA da Anthropic, já consegue se conectar ao Google Drive via integrações externas e APIs para ler, catalogar e sugerir a arrumação de arquivos de forma bastante parecida.

Google Drive adota IA do Gemini para organizar os seus arquivos

Google Drive (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
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Samsung dá adeus ao OneDrive e prepara rival para Google Drive

Samsung Cloud deve voltar a ter armazenamento nas nuvens
Samsung Cloud deve voltar a ter armazenamento nas nuvens (imagem: reprodução/Samsung)
Resumo
  • Samsung Cloud deve voltar a oferecer armazenamento em nuvem com planos Premium de 50 GB, 200 GB e 2 TB;
  • indícios surgem após confirmação de que integração nativa entre app Galeria e OneDrive acabará em setembro de 2026;
  • valores do Samsung Cloud Premium são equivalentes aos do iCloud+, e próximos das opções oferecidas pelo Google One.

Nesta semana, a Microsoft confirmou que a Samsung encerrará a integração do OneDrive com dispositivos Galaxy. Coincidência ou não, vieram à tona fortes indícios de que, em breve, a companhia coreana lançará uma nova versão da plataforma Samsung Cloud, com opções de armazenamento nas nuvens que vão de 50 GB a 2 TB.

Talvez você se lembre que, em 2021, o Samsung Cloud deixou de armazenar e sincronizar arquivos do usuário usando servidores próprios. Como alternativa, a companhia passou a oferecer, em celulares e tablets Galaxy, sincronização nativa com o OneDrive para backup ou recuperação de fotos e vídeos.

Com essa mudança, o Samsung Cloud continuou existindo, mas como um mero serviço de sincronização e restauração de dados entre dispositivos (como quando você recupera dados de um smartphone antigo em um aparelho novo).

Eis que, nos últimos dias, usuários de contas Samsung passaram a ser avisados de que a mencionada integração com o OneDrive será mantida somente até 30 de setembro de 2026, como mostra a imagem a seguir:

Aviso de término de integração com o OneDrive em aparelhos Galaxy
Aviso de término de integração com o OneDrive em aparelhos Galaxy (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Note que ainda será possível usar o OneDrive para fazer backup de mídia em dispositivos Galaxy, desde que o usuário ative essa configuração no aplicativo do serviço. É o suporte direto ao OneDrive no app Galeria que deixará de existir, como a própria Microsoft explica.

Vem aí o Samsung Cloud Premium?

Provavelmente, sim. Os usuários Henrique Vitório e Igor Omena divulgaram no Threads imagens que mostram um tal de Samsung Cloud “Premium” com opções de armazenamento de até 2 TB, com preços já em reais:

  • 50 GB: R$ 5,90 por mês
  • 200 GB: R$ 19,90 por mês
  • 2 TB: R$ 66,90 por mês

Além de fotos e vídeos, o novo serviço também deverá permitir armazenamento de documentos, músicas e dados de aplicativos.

Porém, o novo Samsung Cloud ainda não é oficial. A novidade foi descoberta no app do serviço por Omena com a execução de um procedimento de exploração que envolve as ferramentas Shizuku e Root Activity Launcher.

Preços da Samsung Cloud Premium
Preços da Samsung Cloud Premium (imagem: Igor Omena/Threads)

Os supostos planos do Samsung Cloud são vantajosos?

Sim, mas não em todos os cenários. Observe a seguinte tabela comparativa (os preços não consideram descontos ou promoções):

 50 GB (mês)200 GB (mês)2 TB (mês)
Google OneR$ 4,50 (30 GB)R$ 14,99R$ 49,90
iCloud+R$ 5,90R$ 19,90R$ 66,90
Samsung CloudR$ 5,90R$ 19,90R$ 66,90

Note que os planos do Samsung Cloud têm os mesmos preços dos pacotes oferecidos pela Apple no iCloud+.

Com relação ao Google, é importante esclarecer que não existe opção de 50 GB, mas de 30 GB (Lite). Além disso, o plano convencional de 200 GB não é oferecido para todos os usuários. Existe um plano de 200 GB que custa R$ 24,99 mensais, mas que corresponde ao Google AI Plus, com recursos de inteligência artificial. Aliás, o plano de 2 TB também faz parte do Google AI Plus.

Quando o Samsung Cloud Premium será lançado?

Ainda não há essa informação, até porque o serviço não confirmado pela Samsung até o momento. O Tecnoblog pediu informações à companhia. O texto será atualizado se obtivermos retorno.

Samsung dá adeus ao OneDrive e prepara rival para Google Drive

Samsung Cloud deve voltar a ter armazenamento nas nuvens (imagem: reprodução/Samsung)

Aviso de término de integração com o OneDrive em aparelhos Galaxy (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Google lança IA que cria resumo matinal com informações importantes do dia

Alt text sugerido:

Imagem mostra um e-mail do Gmail com o assunto “CC Your day ahead”. No topo, aparece a mensagem “Morning, Elisa. Here’s your game plan for the day!”. O e-mail lista tarefas do dia, como “Pay the 0 daycare invoice”, “Swim meet is Sunday at 10am” e “Sign Leo’s field trip form”. Abaixo, há um aviso “FYI” com lembretes financeiros, incluindo “Your rent payment of ,500 is scheduled for tomorrow” e um convite para “Maya’s birthday party”.
CC usa Gemini e prepara usuário para o dia (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Google lançou o CC, um agente experimental que usa IA para gerar resumos diários com compromissos, tarefas e contas a pagar, usando dados do Gmail, Agenda e Drive.
  • O CC está em fase experimental e é liberado gradualmente nos EUA e Canadá para usuários com 18 anos ou mais, com prioridade para assinantes do Google AI Ultra e planos pagos.
  • O CC segue a ideia do ChatGPT Pulse da OpenAI, que organiza sugestões em cards usando o histórico de conversas e pode conectar aplicativos externos para incluir informações no resumo.

O Google anunciou, nesta terça-feira (16/12), o CC, um agente experimental que usa inteligência artificial para gerar um resumo do dia. A ideia é que, logo pela manhã, você receba no seu email uma lista de informações importantes.

Segundo a empresa, o resumo “Seu dia seguinte” inclui os compromissos do dia, tarefas importantes, atualizações e até mesmo contas a pagar. O CC pode ainda preparar rascunhos de emails (mas não pode enviá-los) e mostrar links da agenda.

E para dar instruções ao assistente, basta escrever um email para ele, com lembretes, compromissos ou informações importantes. Dá até para copiá-lo em uma conversa para obter um resumo do que foi discutido. O endereço do assistente é [seu-username]+cc@gmail.com.

O CC usa o modelo Gemini como base. Para conseguir realizar todas essas tarefas, ele precisa acessar o Gmail, a Agenda e o Google Drive, além de coletar informações da internet.

Por enquanto, o CC está em fase experimental, como parte do programa Google Labs. O agente está sendo liberado gradualmente para usuários nos Estados Unidos e no Canadá com 18 anos ou mais. Interessados devem se inscrever na lista de espera — assinantes do Google AI Ultra e de planos pagos terão prioridade.

Google CC segue os passos do ChatGPT Pulse

A ideia de usar IA generativa para criar um resumo do dia não é inédita. Em setembro de 2025, a OpenAI anunciou o ChatGPT Pulse, que tem uma proposta parecida.

O robô usa o histórico de conversas para organizar sugestões em cards, que são exibidos na manhã seguinte. Entre as possibilidades, estão sugestões de jantar, ideias de treinos ou acompanhamento de temas profissionais.

Também dá para conectar aplicativos externos para que essas informações sejam incluídas no resumo. Ao conectar a Google Agenda, por exemplo, o Pulse pode propor reuniões, lembrar de aniversários ou indicar locais a visitar nas próximas viagens. Outra forma de usar o assistente é fazer pedidos diretos, como recomendar eventos locais às sextas.

Com informações do Google e do The Verge

Google lança IA que cria resumo matinal com informações importantes do dia

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CC usa o Gemini e dados do Gmail, Agenda e Drive para criar lista de compromissos, tarefas importantes, atualizações e até contas a pagar.

CC usa Gemini e prepara usuário para o dia (imagem: divulgação)
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Google Drive lança novo visualizador de PDFs

Ilustração mostra quatro logos do Google Drive formando uma espiral horizontal. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Google Drive recebe atualização no visualizador de PDF (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google Drive lançou um novo visualizador de PDFs com layout mais limpo e funções de IA.
  • A atualização melhora a reprodução de vídeos, permitindo busca em transcrições e localização de palavras-chave no player.
  • A nova interface estará disponível para contas pessoais do Google e para clientes do Google Workspace.

O Google Drive atualizou a interface de visualização de arquivos na web, aposentando o antigo layout frequentemente criticado por ser pouco prático. A novidade traz um design mais limpo e recursos focados em produtividade, facilitando a navegação em documentos extensos e o consumo de mídia pelo navegador.

Após a chegada de um resumo de conteúdo nas pastas usando inteligência artificial, a mudança agora resolve o problema em relação à leitura de PDFs, uma das queixas mais antigas dos usuários.

Com isso, o novo visualizador introduz uma barra lateral dinâmica que exibe o índice do documento (se houver) e miniaturas de visualização de cada página — elementos presentes há algum tempo até mesmo em leitores nativos de navegadores.

Captura de tela de um documento do Diário Oficial da União aberto na ferramenta de visualização de PDF do Google Drive
Novo leitor de PDFs do Google Drive (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Com isso, o Drive elimina a necessidade de passar muito tempo rolando em arquivos longos para encontrar trechos específicos, permitindo saltar diretamente para a seção desejada.

A reformulação também ajustou a barra de ferramentas e o menu de arquivos, tornando os botões mais intuitivos e o layout geral menos poluído. No lado direito, a ferramenta apresenta uma aba de resumo feito automaticamente com o Gemini.

De acordo com o Android Central, a nova interface também se integra aos resumos de áudio gerados pelo Gemini, lançado há um mês, e permite ouvir ou ler os overviews criados pela IA diretamente no painel lateral. A funcionalidade, no entanto, só funciona em documentos em inglês.

GIF de criação de um áudio baseado em um PDF
Ferramenta gera áudio com resumo feito por IA (imagem: reprodução/Google)

Busca Inteligente em vídeos

Além dos documentos de texto, a atualização trouxe melhorias para a reprodução de vídeos. A ferramenta agora conta com um recurso de busca em transcrições integrado ao player.

Ao digitar uma palavra-chave na barra de pesquisa do visualizador, o sistema localiza o termo na transcrição do vídeo e permite que o usuário pule exatamente para o ponto em que a palavra foi dita.

O recurso deve economizar tempo para quem utiliza o Drive para revisar gravações de reuniões ou aulas, evitando a necessidade de caçar trechos manualmente na barra de progresso.

Segundo o cronograma do Google, a novidade já está sendo distribuída para usuários no ciclo de Lançamento Rápido. Para domínios configurados no Lançamento Agendado, a atualização começará a aparecer a partir de quinta-feira (11/12). A mudança abrange tanto contas pessoais do Google quanto clientes do Google Workspace.

Google Drive lança novo visualizador de PDFs

Google Drive (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Novo leitor de PDFs do Google Drive (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/Google)
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Google Drive agora usa IA para mostrar resumos das pastas

Ilustração mostra o logo do Google Drive, nas cores verde, amarelo, azul e vermelho. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Google integrou o Gemini ao Drive (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google Drive passou a usar a IA Gemini para gerar resumos automáticos do conteúdo das pastas.
  • O recurso deve exibir resumos do que há dentro das pastas sem a necessidade de abrir cada um dos documentos.
  • Por enquanto, a novidade está disponível apenas em inglês e já é acessível para usuários de organizações com Lançamento Rápido.

O Google lançou ontem (02/12) um novo recurso no Drive que utiliza o Gemini para gerar resumos automáticos sobre o conteúdo de cada pasta. A novidade aparece como uma evolução dos antigos “lembretes” exibidos no topo da página, trazendo agora uma visão geral dos arquivos armazenados.

Segundo o comunicado, a ideia é que a IA ajude usuários a entender rapidamente o que há dentro das pastas, sem precisar abrir cada um dos documentos. Para quem trabalha com muitos arquivos e versões, o recurso atua como um atalho de organização, oferecendo ainda um painel lateral para análises mais profundas.

Como funcionam os resumos do Gemini no Drive?

Assim que o usuário abre uma pasta, o Drive passa a exibir a seção “Insights do Gemini”, que apresenta um resumo automático do conteúdo baseado nos arquivos presentes ali. Esse painel substitui a antiga área de sugestões rápidas, ampliando sua função: em vez de apenas indicar ações, ele antecipa informações relevantes sobre os documentos.

Ao clicar em “Explorar com o Gemini”, o usuário será levado ao painel lateral, onde pode visualizar um resumo mais extenso e seguir fazendo perguntas adicionais sobre a pasta. Essa interface é a mesma que já aparece em outras partes do Workspace — como Docs, Sheets e Slides — e funciona como uma central de consulta.

É possível, por exemplo, pedir explicações sobre o teor dos arquivos ou identificar o que mudou desde a última visualização. O painel também conta com botões de avaliação para que o usuário indique se o resumo foi útil, permitindo que o sistema ajuste futuros resultados.

Gif mostra o novo recurso de resumos de IA no Google Drive
Recurso atua como um atalho de organização nas pastas do Google Drive (gif: reprodução/Google)

Já está disponível?

Por enquanto, o recurso está disponível apenas em inglês. Usuários de organizações cujo administrador de TI escolheu a opção de Lançamento Rápido já começaram a receber a função. O restante terá o recurso distribuído de forma estendida a partir de terça-feira (09/12).

Para empresas, administradores do Workspace precisam habilitar a personalização padrão dos recursos inteligentes no console de administração. Para quem já usa essas funções, os resumos aparecem ativados por padrão — mas podem ser recolhidos manualmente. Também é possível desativar tudo em definitivo ao desligar os recursos inteligentes, ainda que isso limite outras funções do Gemini no Drive.

A novidade chega para assinantes do Google Workspace Business Standard e Plus, Enterprise Standard e Plus, além de usuários com Google One AI Premium e Google AI Pro para estudantes.

Com informações do Android Police

Google Drive agora usa IA para mostrar resumos das pastas

Google Drive (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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NotebookLM: IA do Google para estudos acaba de ficar mais inteligente

NotebookLM agora funciona com a Deep Research
NotebookLM agora funciona com a Deep Research (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Deep Research chega ao Google NotebookLM para permitir pesquisas detalhadas e organizadas;

  • Serviço também melhora compatibilidade com Google Sheets, PDFs, DOCX e imagens;

  • Novidades estão disponíveis para todos os usuários, inclusive no Brasil.

Uma das ferramentas de IA mais interessantes do Google acaba de ficar mais… interessante. Funcionando como um caderno inteligente de notas, o NotebookLM agora é compatível com a Deep Research, recurso criado originalmente para o Gemini que funciona como um assistente pessoal de pesquisa.

Para completar, o Google está adicionando ao NotebookLM compatibilidade com o serviço Planilhas Google (Google Sheets), bem como integração com arquivos DOCX ou PDF armazenados diretamente no Google Drive.

Por que a integração do NotebookLM com a Deep Research é relevante?

O NotebookLM é um serviço lançado pelo Google em 2023 que usa inteligência artificial generativa para ajudar o usuário a organizar, resumir e acessar informações, funcionando como um caderno digital e inteligente de notas.

A ferramenta é útil para estudantes ou para quem trabalha com uma grande variedade de informações, por exemplo. As utilidades do NotebookLM aumentam à medida que o Google acrescenta recursos ao serviço, a exemplo da função que gera resumos em vídeo (até então, os resumos eram gerados apenas em texto e áudio).

Nesse sentido, a Deep Research chega para permitir que o usuário tenha uma espécie de agente no NotebookLM capaz de fazer pesquisas que produzem resultados detalhados e organizados, como o próprio Google explica:

A Deep Research pega a sua pergunta, cria um plano de pesquisa e navega por centenas de sites para você, refinando a busca à medida que aprende. Em poucos minutos, ela gera um relatório organizado, aprofundado e baseado em fontes confiáveis.

Os conteúdos gerados via Deep Research ainda podem ser refinados com fontes adicionadas pelo usuário. Depois disso, o usuário pode resumir os resultados em texto, áudio ou vídeo, conforme a sua necessidade ou conveniência.

Vale relembrar que, entre o conteúdo complementar que pode ser adicionado, agora estão arquivos PDF e DOCX armazenados no Google Drive, bem como imagens que o usuário tem em seu computador ou dispositivo móvel.

Deep Research no Google NotebookLM
Deep Research no Google NotebookLM (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A Deep Research já está disponível no NotebookLM?

Sim, para todos os usuários, inclusive no Brasil. Para acessar a novidade, basta abrir ou criar um caderno no NotebookLM e ir em “Pesquise novas fontes na web”. Por fim, clique ou toque no botão mais abaixo para selecionar entre “Pesquisa rápida” (tradicional) e “Deep Research” (o novo recurso).

NotebookLM: IA do Google para estudos acaba de ficar mais inteligente

NotebookLM agora funciona com a Deep Research (imagem: reprodução/Google)
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Google Gemini agora pode acessar seu Gmail, Drive e Chat nas pesquisas

Marca do Gemini em cores claras, num fundo azul. Na parte superior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
Assistente de pesquisa do Gemini agora pode usar Gmail e Drive como fontes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Deep Research do Gemini agora acessa Gmail, Google Drive, Google Docs e Google Chat para gerar relatórios de pesquisa.
  • A ferramenta combina dados pessoais com resultados da web para gerar análises mais completas.
  • Por enquanto, o recurso está disponível para PCs, mas deve ser liberado para smartphones e tablets em breve.

A ferramenta Deep Research do Gemini, voltada para geração de relatórios detalhados de pesquisas, agora pode acessar dados do Gmail, Google Chat e Google Drive (incluindo Docs, Planilhas, Slides e PDFs), além de resultados da web. O recurso, por enquanto, está disponível apenas para a versão desktop.

A atualização permite combinar dados pessoais com resultados da web para gerar análises mais completas e contextualizadas. Segundo o comunicado do Google, o recurso deve ser liberado para smartphones e tablets nos próximos dias.

Como funciona na prática?

Ao selecionar a opção de “Deep Research” no menu de ferramentas do Gemini, o usuário define quais fontes usar, incluindo as buscas na internet, e-mails, arquivos do Drive ou conversas do Chat. É possível selecionar quantas fontes quiser.

A IA então processa esses documentos internos e cruza essas informações com dados coletados em uma pesquisa ampla na internet. O resultado é um relatório detalhado que pode ser exportado para o Google Docs ou convertido em um podcast gerado por IA.

Captura de tela da interface do Google Gemini. No topo, lê-se "Olá,". No campo de busca, estão ativas as palavras-chave "Deep Research" e a versão "2.5 Flash". Abaixo do campo, há dois botões: "Fontes" (selecionado) e "Arquivos". Um menu suspenso aberto no lado esquerdo mostra as opções de fonte de pesquisa, com "Google Pesquisa" marcado, e as demais opções desmarcadas: "Gmail", "Drive" e "Chat". O logo do "Tecnoblog" está no canto inferior direito.
Recurso permite combinar fontes de pesquisa (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Foco em produtividade corporativa

A novidade mira especialmente profissionais que dependem de visão geral sobre dados e informações complexas. O Google cita casos práticos como exemplos:

“Agora você pode iniciar uma análise de mercado para um novo produto ao permitir que o Deep Research analise os documentos iniciais de brainstorming da sua equipe, as conversas por e-mail relacionadas e os planos de projeto. Ou você pode criar um relatório sobre um produto concorrente que cruza dados públicos da web com suas estratégias, planilhas de comparação e conversas da equipe.”

O Google tem expandido cada vez mais em seus serviços a presença e as funcionalidades da IA Gemini. Recentemente, a companhia anunciou o uso do modelo como copiloto no Google Maps, permitindo que motoristas relatem incidentes ou agendem compromissos por comando de voz.

Além disso, o Google tem feito testes internos para incluir o Nano Banana e o Deep Search diretamente na interface inicial do Chrome.

Google Gemini agora pode acessar seu Gmail, Drive e Chat nas pesquisas

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
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Google lança plano mais barato com IA avançada no Brasil; saiba o preço

Marca do Gemini em cores claras, num fundo azul. Na parte superior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
AI Plus inclui limites maiores e modelos mais avançados do Gemini (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançou o plano AI Plus no Brasil por R$ 24,99 mensais, com seis meses promocionais a R$ 12,50 por mês. O plano oferece 200 GB de armazenamento e 200 créditos de IA mensais.
  • O AI Plus inclui recursos aprimorados do Nano Banana, maior acesso ao Veo 3 Fast, integração do Gemini com Gmail, Docs e Planilhas, e maior capacidade de análise no NotebookLM.
  • Diferenças entre AI Plus e AI Pro incluem armazenamento (200 GB vs. 2 TB), créditos de IA (200 vs. 1.000), e recursos premium do Google Meet e agendamento no Google Agenda, que são exclusivos do AI Pro.

O Google anunciou, na terça-feira (07/10), a chegada do plano AI Plus no Brasil, com preço de R$ 24,99 mensais. O lançamento conta ainda com seis meses promocionais no valor de R$ 12,50 por mês.

O pacote é consideravelmente mais barato que o AI Pro, que custa R$ 96,99 por mês e era, até então, o plano mais acessível. Por outro lado, o AI Plus tem 200 GB de armazenamento e 200 créditos de IA mensais, contra 2 TB e 1.000 créditos do AI Pro.

O que o AI Plus inclui?

Segundo o Google, seu novo pacote acessível vem com as seguintes ferramentas.

  • Recursos aprimorados do Nano Banana (editor e gerador de imagens) no app do Gemini.
  • Maior acesso ao Veo 3 Fast (gerador de vídeos) no app do Gemini.
  • Gemini integrado a Gmail, Docs, Planilhas e mais.
  • Maior capacidade de análise no NotebookLM.
  • 200 GB de armazenamento para Fotos, Drive e Gmail.
  • Compartilhamento com até cinco membros da família.

Quais são as diferenças entre o AI Plus e o AI Pro?

O Google oferece uma tabela comparativa com o que cada um de seus planos inclui. Para facilitar, vamos desconsiderar o AI Ultra, que é de um nível totalmente diferente, custando R$ 1.209,90 mensais.

Vale notar que o Google distingue algumas características como “mais” e “superior”, sem descrever as diferenças ou limites.

RecursoAI PlusAI Pro
Armazenamento200 GB2 TB
Modelos mais avançados do GeminiMaisSuperior
Deep ResearchMaisSuperior
Upload de arquivosMaisSuperior
Tokens na janela de contexto128K1 milhão
Créditos de IA mensais2001.000
Whisk Animate com Veo 3MaisSuperior
JulesLimitadoAmpliado
Gemini Code Assist e CLI do GeminiLimitadoSuperior
Recursos premium do Google MeetNão inclusoIncluso
Agendamento de horários no Google AgendaNão InclusoIncluso

Com informações do Google

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