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Lenovo alerta: alta nos preços de memórias RAM e NAND veio para ficar

Ilustração de uma mão segurando dois pentes de memória RAM. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Lenovo alerta: alta nos preços de memórias RAM e NAND veio para ficar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Lenovo apontou em evento que escalada nos preços de chips DRAM e NAND representa um “novo normal”, ou seja, não tem previsão de recuo;
  • crescimento acelerado de aplicações de inteligência artificial eleva necessidade por data centers, fazendo demanda por componentes superar capacidade de produção;
  • companhias como Apple e Microsoft já repassam custos adicionais com memórias em produtos como notebooks e consoles, só para dar exemplos recentes.

Previsões anteriores dão conta de que a atual crise dos chips de memória RAM e armazenamento deve perdurar pelo menos até 2028. Mas a Lenovo dá a entender que o “RAMageddon”, como o cenário tem sido chamado, não tem data para chegar ao fim. Em outras palavras: os preços de módulos de DRAM e Flash NAND não devem voltar aos patamares de 2025.

A previsão nada otimista da Lenovo foi exposta no evento ISC 2026, focado em computação de alto desempenho. Um dos slides da apresentação da companhia mostra um gráfico com uma escalada de preços de chips DRAM e NAND ao lado de outro que sugere que estamos diante de um “novo normal”.

No decorrer da apresentação, a Lenovo deu a entender que os preços elevados que encontramos atualmente serão o patamar esperado para 2030, ou seja, não devemos esperar que haja uma melhora na relação oferta-demanda a ponto de os preços que encontrávamos até o ano passado voltarem a ser praticados.

Em evento, Lenovo sinalizou que preços altos de memórias são o novo normal
Em evento, Lenovo sinalizou que preços altos de memórias são o novo normal (imagem: reprodução/ComputerBase)

Por que os preços das memórias continuarão altos?

A essa altura, você já sabe que, no centro desta crise, está a demanda elevada por chips de memória RAM e armazenamento causada pelo crescimento acelerado de aplicações de inteligência artificial que, como tal, exigem ampliação ou construção de data centers.

O problema é que esse cenário não tem melhorado. A procura continua alta e a indústria enfrenta dificuldades para dar conta dos pedidos. De acordo com a Lenovo, o aumento da capacidade de produção e a construção de novas fábricas de memórias pouco contribuirão para diminuir a diferença entre o que é demandado e o que é oferecido, pelo menos no curto prazo.

Não é por acaso que há uma disputa pelas ações de fabricantes de memórias. Nesse sentido, a Micron alcançou um valor de mercado próximo a US$ 1,4 trilhão nesta semana. Apesar disso, a companhia já expressou ter dificuldades para atender à demanda por chips, com concorrentes como Samsung e SK Hynix também já tendo dado declarações semelhantes.

As consequências são sentidas em escala global. Só para citar exemplos recentes, a Apple aumentou os preços de MacBooks e iPads nesta semana por causa dos custos com memórias; o mesmo motivo tornará a linha Xbox mais cara a partir de agosto.

Com informações de Wccftech e ComputerBase

Lenovo alerta: alta nos preços de memórias RAM e NAND veio para ficar

Saiba como o dual channel ou single channel influenciam no desempenho de um computador (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em evento, Lenovo sinalizou que preços altos de memórias são o novo normal (imagem: reprodução/ComputerBase)
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Esta telinha extra vem da China e te ajuda a tirar fotos melhores

Montagem de uma mulher em um parque utilizando um Oppo Bubble na traseira de um smartphone. Ela tira uma selfie
Oppo Bubble permite tirar selfies com a câmera traseira (imagem: divulgação/Oppo)
Resumo
  • A Oppo lançou o acessório Oppo Bubble, uma pequena tela auxiliar que facilita tirar selfies com a câmera principal do celular.
  • O dispositivo foi homologado na Anatel e pode ser vendido no Brasil.
  • Ele funciona como um visor remoto e tem um botão físico para disparar a câmera.

A Oppo tem um novo acessório para quem já não se satisfaz com a qualidade da câmera frontal do celular: o Oppo Bubble, uma pequena tela que fica presa à traseira do smartphone e permite tirar selfies usando o conjunto principal de câmeras.

O Bubble funciona como um visor remoto, com design muito similar a uma solução do ano passado para iPhone 17 Pro. Ele conta com um botão físico que dispara a câmera remotamente, troca entre lentes e permite alternar entre vários modos de foto e vídeo.

O pequeno aparelho é vendido na China por 499 iunaes, o que dá R$ 380 em conversão direta. Você compraria? O Tecnoblog apurou que o Oppo Bubble já está homologado na Anatel. Estamos em contato com a Oppo para saber mais sobre preço e data de lançamento.

Certificado de homologação do Oppo Bubble pela Anatel
Certificação do Oppo Bubble (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Na mesma ocasião, a empresa também certificou o ring light portátil Oppo MagFlash. É possível que os apetrechos sejam lançados com a linha Oppo Reno 16. Como noticiamos em primeira mão, a agência certificou um modelo que ainda não foi anunciado oficialmente lá fora.

Como o Oppo Bubble funciona

Imagem de um Oppo bubble cinza com um gatinho roxo
Oppo Bubble (imagem: reprodução/Oppo)

Apesar da popularização da câmera de selfie na década passada, você, assim como eu, deve ter reparado uma tendência entre os jovens de virar o celular e tirar selfies com os sensores principais. Com o Oppo Bubble, esse público pode tirar uma boa foto ou gravar um vídeo e ver a prévia em tempo real, assim como nas telas secundárias do Motorola Razr ou do Xiaomi 17 Pro.

A vantagem é que o Bubble também funciona a distância. O usuário pode carregar a telinha por até 10 metros e continuar vendo o que a câmera está captando.

O apetrecho inclui até um bichinho de estimação virtual que pode aparecer na interface e receber interações por toque. Suporta, também, carrosséis customizados, live photos e até vídeos curtos como papéis de parede.

Tela AMOLED e compatibilidade limitada

O Oppo Bubble é um aparelho bem completo para uma telinha auxiliar com cerca de 27 gramas. Ele usa um painel AMOLED sensível ao toque de 1,73 polegada, com resolução de 466 x 466 pixels e um brilho máximo no limite da boa visibilidade em ambientes externos: 600 nits.

Por dentro, traz o chip BES 2800, da chinesa Bestecnich, 4 GB de armazenamento interno, Bluetooth 5.2 e Wi-Fi. A bateria pode chegar a 23 horas em uso básico, segundo a marca.

A compatibilidade, no entanto, é limitada: ele só se conecta a alguns modelos da Oppo, como as linhas Reno 14, 15 e 16, e as famílias Find X8 e Find X9. Como nota o The Verge, nenhum celular da marca tem imãs na construção, por isso é necessário usar capinhas para fixação.

Oppo MagFlash também mira fotos e vídeos

Oppo MagFlash, um ring light portátil com iluminação para iluminar fotos e vídeos no celular
Oppo MagFlash (imagem: reprodução/Oppo)

Outro acessório homologado pela Anatel é o Oppo MagFlash, registrado sob o código 03243-26-14862. O corpo é parecido com o do Bubble, mas a proposta é ser um mini ring light para iluminar os registros. Ele tem uma compatibilidade mais ampla, funcionando também com dispositivos da Apple.

A iluminação varia de 200 lux a 2.200 lux, dependendo do modo escolhido. O acessório oferece luz quente, fria e mista, e o brilho pode ser ajustado manualmente em oito níveis.

Esta telinha extra vem da China e te ajuda a tirar fotos melhores

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Bubble e MagFlash são acessórios magnéticos que devem auxiliar fotógrafos e já podem ser vendidos no Brasil. Não há data oficial de lançamento por aqui.

(imagem: divulgação/Oppo)

Certificação do Oppo Bubble (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)
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O que é uma memória flash? Saiba os principais usos da tecnologia de armazenamento

Memória Flash
Há tipos diferentes de Memória Flash (Imagem: Unsplash / Jeremy Zero)

A memória flash é uma tecnologia de armazenamento não volátil que preserva dados sem depender de energia elétrica. Sua alta durabilidade e baixo consumo a tornam ideal para dispositivos portáteis, como smartphones e câmeras digitais.

O sistema utiliza células de memória com transistores de porta flutuante para reter cargas elétricas de maneira estável. Nesse processo, impulsos eletrônicos definem os estados binários, garantindo uma leitura de arquivos rápida e eficiente.

No cotidiano, a memória flash está presente em SSDs que aceleram computadores e em pen drives para transporte prático de arquivos. A ausência de peças móveis garante resistência contra impactos e um desempenho superior aos discos rígidos tradicionais (HDDs).

A seguir, conheça o conceito de memória flash, como ela funciona detalhadamente e suas aplicações em dispositivos inseridos na nossa rotina. Também saiba os pontos fortes e fracos da tecnologia de armazenamento.

O que é uma memória flash?

A memória flash é um armazenamento não volátil que retém dados permanentemente sem necessidade de energia, sendo a base de SSDs e pen drives. Ela usa semicondutores para realizar leituras rápidas, permitindo que informações sejam apagadas em blocos e reescritas eletronicamente com alta durabilidade.

Para que serve uma memória flash?

A memória flash possibilita a execução de softwares e o registro instantâneo de mídias, substituindo discos rígidos por SSDs mais velozes. Em geral, ela atua no armazenamento de sistemas operacionais e arquivos em dispositivos móveis, câmeras e consoles de videogames.

No setor tecnológico, o armazenamento flash guarda firmwares em chips de BIOS e gerencia grandes volumes de dados em servidores de alta disponibilidade. A estabilidade mecânica permite o uso em ambientes críticos, como equipamentos hospitalares, automação industrial e sistemas aeroespaciais.

Imagem de um pen drive aberto exibindo os componentes de memória flash
Dispositivos como pen drives utilizam memória flash (imagem: Nrbelex/WikiMedia)

Como funciona uma memória flash?

A memória flash utiliza transistores de porta flutuante para reter elétrons permanentemente, mesmo sem alimentação elétrica. Os dados são armazenados como cargas presas em uma camada isolada que define os bits digitais.

Cada célula de memória opera via efeito de campo, onde a porta flutuante armazena a carga que altera o estado lógico da célula. Essa arquitetura é a base para o alto desempenho observado na memória UFS atual.

Durante a leitura, o sistema aplica uma tensão de controle para verificar se o canal interno permite a passagem de corrente. A presença ou ausência dessa condução elétrica determina se o valor armazenado é bit 0 ou 1.

Para gravar ou apagar, o fenômeno de tunelamento Fowler-Nordheim força elétrons por meio de uma barreira isolante de óxido. Esse processo modifica o estado da célula de forma estável, permitindo ciclos repetidos de escrita e limpeza.

Infográfico do funcionamento da memória flash
Esquema de funcionamento da memória flash (imagem: Reprodução/PiCockpit)

Quais são os principais usos de uma memória flash?

O armazenamento flash tem diversas aplicações nos setores de consumo, industrial e empresarial devido à velocidade, confiabilidade e não volatilidade. Estes são os principais exemplos no nosso dia a dia:

  • Dispositivos móveis: armazena o sistema operacional, aplicativos e mídias em smartphones e tablets, garantindo baixo consumo de energia e inicialização instantânea;
  • Computação e games: substitui HDDs por SSDs em PCs e consoles de videogame, reduzindo drasticamente o tempo de carregamento e a latência do sistema;
  • Armazenamento removível: viabiliza o transporte de dados em pen drives e cartões SD, sendo essencial para a expansão de memória em câmeras e consoles portáteis;
  • Eletrônicos e Internet das Coisas (IoT): armazena firmware e dados de sensores em smartwatches, termostatos e assistentes virtuais, permitindo atualizações de software seguras;
  • Indústria automotiva: suporta sistemas de infoentretenimento, mapas de navegação GPS e dados críticos de assistência ao condutor em veículos modernos;
  • Infraestrutura de TI: acelera servidores de bancos de dados e serviços em nuvem, permitindo o processamento de grandes volumes de informações em tempo real;
  • Sistemas embarcados: garante a operação de roteadores, switches e impressoras, armazenando as instruções de inicialização e configurações de rede permanentes;
  • Setor industrial e médico: opera em condições extremas de temperatura e vibração, equipando desde maquinário fabril até dispositivos de diagnóstico por imagem.

Memória flash é a mesma coisa que SSD?

Não, a memória flash é a tecnologia de armazenamento que retém dados sem energia. O SSD, por outro lado, é o dispositivo completo que usa os chips de armazenamento flash organizados em uma unidade funcional.

Enquanto a memória flash é o componente bruto, o SSD integra controladores avançados e firmware para gerenciar o fluxo de informações. Isso garante velocidade e durabilidade superiores às de dispositivos flash simples, como pen drives.

imagen de um SSD e outras unidades de armazenamento que utilizam memória Flash
SSDs e outras unidades de armazemato utilizam chips de memória flash para o funcionamento (imagem: Divulgação/Kingston)

Quais são os tipos de memória flash?

Existem dois tipos principais de memória flash, diferenciados pela forma como os dados são acessados e armazenados:

  • NAND: focada em alta densidade e armazenamento de massa, organiza os dados em blocos para oferecer grande capacidade a baixo custo. É a tecnologia padrão para SSDs, pen drives e cartões de memória, sendo ideal para gravação rápida de arquivos;
  • NOR: prioriza o acesso aleatório rápido e a leitura individual de bytes, permitindo que o processador execute códigos diretamente da memória. É usada para armazenar firmwares, BIOS e sistemas embarcados, onde a integridade e a velocidade de leitura são críticas.

Quais são as vantagens da memória flash?

Estes são os pontos fortes da tecnologia de memória flash:

  • Alto desempenho: proporciona taxas de transferências elevadas e latência mínima ao eliminar a busca mecânica de dados. Isso resulta em inicializações instantâneas e maior agilidade no multitarefa;
  • Retenção não volátil: preserva as informações armazenadas permanentemente mesmo após o desligamento da fonte de energia. É a base confiável para o armazenamento de firmwares e arquivos pessoais em longo prazo;
  • Baixo consumo energético: opera com demanda elétrica reduzida por não precisar alimentar motores ou peças giratórias. Essa eficiência é vital para estender a autonomia de dispositivos móveis e vestíveis;
  • Resistência mecânica: suporta quedas, vibrações e variações térmicas melhor que os HDDs devido à sua composição de estado sólido. Garante integridade dos dados em cenários de uso intenso ou mobilidade constante;
  • Design compacto: apresenta alta densidade de armazenamento em dimensões reduzidas, permitindo designs ultrafinos. Facilita a integração em circuitos complexos, como placas-mãe de smartphones e IoT;
  • Operação silenciosa: funciona em absoluto silêncio, eliminando o ruído característico de rotação e leitura de discos magnéticos. Melhora a experiência do usuário em ambientes que exigem concentração ou discrição.

Quais são as desvantagens da memória flash?

Estes são os pontos fracos da memória flash:

  • Custo por capacidade elevado: o valor por GB é mais alto que os HDDs tradicionais, tornando o armazenamento de massa em larga escala extremamente caro;
  • Ciclos de escrita limitados: cada célula suporta um número finito de ciclos de gravação e limpeza, resultando em desgaste físico e eventual falha sob uso intenso;
  • Escrita mais lenta que a leitura: as operações de gravar ou apagar dados são tecnicamente mais complexas e lentas do que a leitura, exigindo o gerenciamento de blocos inteiros para modificar dados;
  • Erros de interferência de leitura (Read Disturb): leituras excessivas em uma mesma célula podem causar flutuações de voltagem em células vizinhas, gerando erros de bit e corrupção de dados próximos;
  • Vulnerabilidade a danos externos: embora resistentes a choques físicos e vibrações, os dados podem ser corrompidos ou perdidos devido à exposição ao calor extremo, campos magnéticos ou danos físicos estruturais.
imagem de unidades do Samsung Galaxy S26, S26 Plus e S26 Ultra
Smartphones modernos, como a série Samsung Galaxy S26, utiliza memória flash para o armazenamento de dados (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre memória flash e HD?

Memória flash é uma tecnologia que armazena dados eletricamente em células de memória, sem depender de partes móveis para o funcionamento. Essa ausência de mecânica garante velocidades de transferência altíssimas, operação silenciosa e grande resistência a quedas ou vibrações.

Disco rígido (HDD) é um armazenamento composto por pratos magnéticos que giram em alta velocidade enquanto uma agulha lê e grava as informações na superfície. Devido ao processo mecânico, é mais lento e frágil do que a memória flash, mas permanece como a opção mais econômica para o armazenamento de grandes volumes de dados.

Qual é a diferença entre memória flash e memória RAM?

Memória flash é um armazenamento não volátil que retém dados permanentemente por meio de transistores, mesmo sem energia elétrica. É a tecnologia base de SSDs e pen drives, focada em guardar arquivos e softwares a longo prazo.

Memória RAM é um componente volátil de alta velocidade que armazena temporariamente apenas os dados que o processador está usando no momento. Ela prioriza a agilidade na execução de tarefas ativas, mas todos os dados são apagados ao desligar o aparelho.

Qual é a diferença entre memória flash e memória ROM?

Memória flash é um armazenamento não volátil que permite a leitura, escrita e exclusão de dados salvos eletricamente em blocos. Sua flexibilidade e velocidade a tornam ideal para dispositivos modernos, como SSDs, cartões de memória e pen drives.

Memória ROM é um armazenamento não volátil no qual os dados são gravados permanentemente durante a fabricação para conter instruções essenciais de inicialização (BIOS/Firmeware). Diferente da flash, em sua forma tradicional, ela não pode ser modificada ou apagada pelo usuário após a produção.

O que é uma memória flash? Saiba os principais usos da tecnologia de armazenamento

Dispositivos como pen drives utilizam memória flash (imagem: Nrbelex/WikiMedia)

(imagem: Reprodução/PiCockpit)

(imagem: Divulgação/Kingston)

S26 Ultra é o maior dos modelos da linha Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Google lança Gemini 3 Flash e atualiza Modo IA da busca com novo modelo

Imagem de fundo abstrato em cores vibrantes, com predominância de tons de azul, verde, vermelho e amarelo, dispostos em faixas verticais e em gradientes suaves. No centro, o texto branco em destaque é "Gemini 3", precedido pelo logotipo do Gemini, que é um losango multicolorido em forma de estrela. No canto inferior direito, o texto secundário diz "tecnoblog".
Google Gemini 3 Flash é alternativa mais leve da família de modelos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançou o Gemini 3 Flash, que é três vezes mais rápido que o 2.5 Pro e quase tão eficaz quanto o 3 Pro em testes de benchmark.
  • O Gemini 3 Flash será o modelo padrão do Modo IA da busca do Google, oferecendo respostas rápidas ou raciocínio complexo.
  • O custo do Gemini 3 Flash é de US$ 0,50 por milhão de tokens de entrada e US$ 3 por milhão de tokens de saída, mais caro que o 2.5 Flash, mas mais barato que o 2.5 Pro.

O Google anunciou, nesta quarta-feira (17/12), a chegada do Gemini 3 Flash, versão mais leve e rápida da elogiada família Gemini 3. Segundo a empresa, essa variante consegue entregar com mais velocidade resultados de qualidade próxima à opção mais avançada.

No comunicado divulgado, o Google diz que o Gemini 3 Flash é até três vezes mais rápido que o 2.5 Pro, em testes do benchmark Artificial Analysis. Ao mesmo tempo, o 3 Flash supera o 2.5 Pro em exames de conhecimento científico (GPQA Diamond) e raciocínio acadêmico (Humanity’s Last Exame). O 3 Flash fica próximo até mesmo do 3 Pro no teste MMMU Pro, que envolve compreensão multimodal e raciocínio.

Gemini 3 Flash está nos apps e na busca

O novo modelo será disponibilizado a partir desta quarta (17/12) globalmente. Ele substituirá o 2.5 Flash nos apps do Gemini. O Gemini 3 Flash funciona em dois modos, a critério do usuário, com respostas rápidas ou com raciocínio complexo.

O Google afirma ainda que, graças às melhorias na compreensão multimodal, é possível obter respostas melhores em perguntas envolvendo imagens, áudio, vídeo e texto.

O Gemini 3 Flash também passará a ser o modelo padrão do Modo IA da busca do Google. A empresa promete que, graças às capacidades aprimoradas de raciocínio, a ferramenta poderá entender as nuances das perguntas dos usuários.

“Ele considera cada aspecto da sua pesquisa para entregar respostas profundas, abrangentes e visualmente compreensíveis, recorrendo a informações locais em tempo real e links úteis da web”, diz a companhia em seu comunicado.

Google promete custo menor para desenvolvedores

Para uso através de APIs e ferramentas para desenvolvedores, o Gemini 3 Flash custa US$ 0,50 por milhão de tokens de entrada e US$ 3 por milhão de tokens de saída (R$ 2,76 e R$ 16,54, respectivamente, em conversão direta nos valores atuais).

Isso é mais caro que seu antecessor, 2.5 Flash, que cobrava US$ 0,30 (R$ 1,65) por milhão no input e US$ 2,50 (R$ 13,79) por milhão no output. No entanto, o Google aponta que o 3 Flash é um bom substituto até mesmo para o 2.5 Pro, que custava US$ 1,25 (R$ 6,28) no input e US$ 10 (R$ 55,15) no output, o que significa uma economia considerável.

Google lança Gemini 3 Flash e atualiza Modo IA da busca com novo modelo

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Versão Flash é três vezes mais rápida que o 2.5 Pro e entrega resultados próximos aos do 3 Pro. Apps do Gemini também recebem update.

Google Gemini 3 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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