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Este é o novo controle da Microsoft para Xbox Cloud Gaming

Imagem mostra quatro controles Xbox, de cor preta e branca e menores que os modelos tradicionais
Fotos do novo controle da Microsoft para Xbox (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • Tecnoblog divulga os primeiros dados e imagens do novo controle da Microsoft.
  • O acessório para Xbox Cloud Gaming está em desenvolvimento, com design compacto, bateria interna recarregável e conectividade por Bluetooth e Wi-Fi 6.
  • O controle possui porta USB-C, botão para pareamento ou troca de modos, área para indicadores luminosos, bumpers e gatilhos tradicionais, e bateria de 500 mAh.
  • A Microsoft planeja oferecer o controle em duas opções de cores, incluindo branca, com previsão de lançamento ainda não confirmada.

Um novo controle para Xbox está em processo de desenvolvimento e pode ser lançado num futuro breve. Ele seria focado nos jogadores do Xbox Cloud Gaming, serviço de jogatina em nuvem da Microsoft. O Tecnoblog obteve imagens e detalhes em primeira mão do novo aparelho, que oferece design compacto, bateria interna recarregável, Bluetooth e uma novidade: conectividade por Wi-Fi.

As fotos externas revelam um design mais enxuto, similar a controles como o HyperX Clutch Tanto e o SN30 Pro da 8BitDo. Ele traz os mesmos botões de um controle tradicional de Xbox. Ainda não temos a confirmação sobre o lançamento do produto. Por ora, a impressão é de que a própria Microsoft deseja entrar na seara dos controles compactos.

Imagem mostra a frente de um controle Xbox de cor branca, menor que os modelos tradicionais
Dispositivo segue design compacto (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Imagem mostra a frente de um controle Xbox de cor preta, menor que os modelos tradicionais
Controle 2147 da Microsoft (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na parte superior do controle é possível ver a porta USB-C; um botão ainda misterioso, provavelmente para pareamento ou troca de modos; uma suposta área para indicadores luminosos (provavelmente para diferenciar entre Xbox tradicional e Xbox Cloud Gaming); bumpers; e gatilhos tradicionais.

A documentação obtida pelo Tecnoblog revela que o controle virá com bateria de 500 mAh e que, na parte de conectividade, utiliza Bluetooth e Wi-Fi 6 (restrito a 20 MHz de banda). O chip utilizado para tal é o RTL8730E da Realtek, com dois núcleos ARM Cortex-A7 de 1,2 GHz.

A Microsoft deve oferecer o controle em duas opções de cores, já que um modelo na cor branca também foi fotografado.

Não há previsão de quando o novo controle será lançado, seja no Brasil ou no exterior. Ainda não há indícios do modelo na FCC, a equivalente à Anatel nos Estados Unidos.

Elite Controller Series 3 também surge na Anatel

Assim como o modelo compacto, o possível sucessor do Elite Controller Series 2 também foi homologado pela Anatel com suporte a Wi-Fi 6 e Bluetooth. A documentação não revela qual chip será utilizado, mas é provável que a Microsoft adote o mesmo RTL8730E.

Imagem mostra a frente de um controle Xbox de cor preta
Xbox Elite Controller 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O design está mais refinado, mas a personalização extensiva permanece, com D-Pad, triggers e paddles intercambiáveis e ajustáveis.

Os botões já conhecidos do controle do Xbox agora aparecem acompanhados por dois novos comandos na parte inferior, entre os grips e ao lado da entrada P2 de 3,5 mm.

Imagem mostra a parte inferior de um controle Xbox de cor preta
Xbox Elite Controller 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Pelas imagens, os componentes lembram rodas de rolagem, possivelmente pensadas para simuladores de voo — como controle de aceleração — ou para jogos que exigem ajustes contínuos, mas mantêm a mesma posição por longos períodos.

A documentação também confirma que o botão de troca de modo entre “local” e “nuvem” chegará ao novo controle topo de linha da Microsoft.

Imagem mostra o manual do novo controle Xbox
Manual do novo controle revela o botão de pareamento (imagem: Everton Favretto)

O controle mantém a bateria recarregável e removível do Elite Series 2, mas está menor, com apenas 1.528 mAh (o Elite 2 tem 2.050 mAh).

Assim como o irmão menor, o novo Series 3 usa parafusos Torx T6, indicados no compartimento da bateria.

Imagem mostra a traseira de um controle Xbox de cor preta
Xbox Elite Controller 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Também não temos previsão de quando esse novo modelo será lançado e nem por quanto será comercializado. Mas, para comparação, o Elite Controller 2 é vendido hoje na faixa dos R$ 1.400 reais no varejo.

Este é o novo controle da Microsoft para Xbox Cloud Gaming

Fotos do Controle 2147 da Microsoft (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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EUA proíbem venda de roteadores estrangeiros no país

Ilustração mostra um roteador branco com o símbolo do Wi-Fi ao centro, em cor azul. O fundo da imagem é verde. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Decisão da FCC restringe venda de roteadores estrangeiros nos EUA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • FCC proibiu a venda e importação de roteadores estrangeiros nos EUA, citando riscos à segurança nacional.
  • Medida deve afetar a oferta de equipamentos, pois a maioria dos roteadores usados nos EUA é produzida no exterior.
  • A regra considera “produto estrangeiro” qualquer dispositivo com etapas de produção fora dos EUA, impactando a disponibilidade dos dispositivos.

Uma nova decisão da Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês) deve mudar o cenário do mercado de internet doméstica nos Estados Unidos. A agência, equivalente à Anatel no Brasil, determinou a proibição da venda e importação de roteadores fabricados fora do país, alegando riscos à segurança nacional.

A medida tem amplo alcance, já que a maioria dos equipamentos utilizados por consumidores americanos é produzida no exterior. Além disso, a regra pode ter reflexos indiretos para brasileiros que costumam viajar aos EUA e trazer roteadores na volta, já que a disponibilidade de modelos no país tende a ser reduzida.

Por que os roteadores foram alvo da restrição?

A decisão segue uma linha semelhante a ações recentes do governo americano envolvendo dispositivos eletrônicos. No ano passado, drones estrangeiros também passaram por restrições após serem classificados como potenciais ferramentas de vigilância.

Segundo o órgão regulador, roteadores produzidos fora dos Estados Unidos representam vulnerabilidades relevantes. A agência afirma que esses dispositivos “representam riscos inaceitáveis para a segurança nacional dos Estados Unidos ou para a segurança e proteção de cidadãos americanos”.

A justificativa inclui dois pontos principais: o risco de falhas na cadeia de suprimentos e possíveis brechas de cibersegurança. As autoridades avaliam que esses dispositivos poderiam ser explorados para comprometer infraestruturas críticas ou causar danos diretos a usuários.

O alerta ganhou força após a descoberta de ataques recentes envolvendo milhares de roteadores comprometidos por botnets. Modelos de marcas conhecidas, como Asus, Cisco, D-Link e Linksys, foram citados entre os alvos.

O que muda para consumidores e mercado?

A regra é abrangente porque considera como “produto estrangeiro” qualquer dispositivo que tenha etapas relevantes de produção fora dos EUA, incluindo fabricação, montagem, design ou desenvolvimento. Isso amplia significativamente o número de equipamentos afetados.

Na prática, empresas até podem tentar provar que seus produtos são seguros para obter exceções. Ainda assim, a tendência é que esse processo seja difícil de viabilizar no curto prazo.

Apesar da proibição, o uso de roteadores já adquiridos continua permitido. Ou seja, consumidores nos EUA não precisarão substituir imediatamente seus aparelhos atuais.

O impacto mais imediato deve ocorrer na oferta de novos dispositivos. Como a produção local ainda não atende à demanda, provedores de internet podem enfrentar dificuldades para fornecer equipamentos a novos clientes. Isso pode gerar atrasos ou limitar opções para quem pretende contratar ou trocar de serviço.

EUA proíbem venda de roteadores estrangeiros no país

Roteador Wi-Fi (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Starlink é autorizada a pôr mais 7.500 satélites em órbita

Starlink (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Starlink é autorizada a pôr mais 7.500 satélites em órbita (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • FCC autorizou SpaceX a lançar 7.500 satélites Starlink de segunda geração, totalizando 15.000 satélites do tipo para sua operação;
  • Satélites podem ser posicionados em altitudes entre 340 km e 485 km, reduzindo o risco de colisão e latência nas conexões;
  • SpaceX solicitou operar quase 30.000 satélites, mas FCC está liberando autorizações gradualmente.

A FCC (Comissão Federal de Comunicações), órgão dos Estados Unidos equivalente à Anatel, autorizou a SpaceX a colocar 7.500 satélites Starlink de segunda geração em órbita. Com isso, a companhia de Elon Musk passa a ter autorização para operar 15.000 unidades do tipo para seu serviço de internet.

Embora a nova autorização permita à Starlink expandir a capacidade de suas operações em escala global, a FCC espera que a media beneficie os Estados Unidos, especificamente:

O presidente Trump está restaurando a liderança tecnológica dos Estados Unidos. E esta autorização da FCC é um divisor de águas para viabilizar serviços de próxima geração.

Ao autorizar 15.000 novos e avançados satélites, a FCC deu sinal verde para a SpaceX fornecer capacidades de banda larga via satélite sem precedentes, fortalecer a concorrência e ajudar a garantir que nenhuma comunidade seja deixada para trás.

Brendan Carr, presidente da FCC

Além de elevar o total de satélites autorizados, a FCC autorizou a Starlink a posicioná-los em órbitas mais baixas, dentro de faixa de altitude entre 340 km a 485 km. Historicamente, os satélites da companhia operam em altitudes próximas a 550 km.

A nova faixa de altitude é considerada mais segura por, entre outros motivos, reduzir o risco de colisão entre os satélites. Outro benefício esperado é o da redução dos níveis de latência nas conexões à internet.

De modo complementar, a FCC autorizou os satélites de segunda geração da Starlink a operarem nas frequências das bandas Ku e Ka, bem como o uso das bandas V, E e W, com frequências mais altas.

Antena Starlink Mini ao lado de um cachorro pequeno
Antena Starlink Mini (imagem: divulgação/SpaceX)

SpaceX quer operar quase 30.000 satélites

A SpaceX pediu autorização para operar uma constelação de quase 30.000 satélites. Mas a FCC vem fornecendo autorizações de modo gradual: “adiaremos a autorização dos 14.988 satélites Starlink de segunda geração propostos ainda restantes, incluindo os satélites para operações acima de 600 km”, explicou o órgão.

Esse não chega a ser um problema para a SpaceX, afinal, os satélites Starlink entram em operação de modo progressivo.

A companhia tem até novembro de 2027 para colocar em operação 7.500 satélites de primeira geração. Sobre os satélites de segunda geração, metade das unidades já autorizadas devem estar em funcionamento até dezembro de 2028. A outra metade tem dezembro de 2031 como prazo de operação.

Estima-se que, atualmente, a Starlink opere com pouco mais de 9.000 satélites.

Starlink é autorizada a pôr mais 7.500 satélites em órbita

Starlink irá fornecer sinal para celulares da T-Mobile nos EUA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Carregador Samsung no estilo MagSafe é aprovado na Anatel

Conceito de carregador magnético produzido pela Samsung (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O carregador sem fio Samsung EP-P2900, homologado pela Anatel, suporta 25 W com padrão Qi2.
  • O design do EP-P2900 é redondo e magnético, similar ao MagSafe da Apple.
  • O carregador será produzido no Vietnã e deve ser lançado com a linha Galaxy S26 em 2026.

A Samsung continua preparando o lançamento da linha Galaxy S26 no Brasil: desta vez, um novo carregador sem fio foi homologado pela Anatel. O dispositivo, com código de modelo EP-P2900, deve suportar carregamento sem fio de 25 W utilizando o padrão Qi2, segundo o site WinFuture, que revelou a existência do modelo.

Durante os ensaios, o carregador de parede utilizado para alimentar o EP-P2900 foi o EP-T4511, na versão USB-C de 45 W, já utilizado pela Samsung e incluso em alguns notebooks da empresa.

Certificado de homologação do carregador EP-P2900
Certificado de homologação do carregador EP-P2900 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A documentação não deixa explícito se o acessório virá na caixa do produto, o que abre a possibilidade de não vir na caixa do smartphone, algo que já acontece com os atuais carregadores sem fio da Samsung.

O modelo deve ter um design redondo, similar ao MagSafe da Apple (que deu origem ao padrão Qi2) e conter ímãs para se prender à traseira do aparelho. Este modelo também está certificado no FCC, com o nome de Magnet Wireless Charger, que entrega a existência dos ímãs.

O carregador será produzido no Vietnã, em fábricas da própria Samsung e da empresa Haem Vina.

EP-P2900 deve ter formato circular, similar ao MagSafe do iPhone (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregamento mais rápido no S26

A homologação de novos carregadores, mais rápidos que os utilizados desde a linha Galaxy S10, lançada em 2019, parece indicar que a fabricante coreana finalmente deverá adotar carregamento mais veloz, um pedido antigo de clientes fiéis.

Outros fabricantes, especialmente os chineses, têm adotado velocidades de carregamento cada vez mais altas e também a nova tecnologia de baterias com ânodos de silício-carbono, que permite componentes com maior densidade energética.

Close-up da parte traseira de um smartphone Motorola Edge na cor Verde Sálvia/Cinzento, com acabamento texturizado e o logo da Motorola ao centro. O módulo de câmera quadrado exibe quatro lentes com anéis de destaque em tom Cobre/Laranja. O telefone está sobre uma superfície bege rústica, com um pedaço de tecido verde-acinzentado e um objeto dourado em segundo plano, e um cabo de carregamento conectado à parte inferior.
Motorola Edge 70 tem bateria com ânodos de silício-carbono e carregamento de até 68 Watts (imagem: divulgação/Motorola)

Não há previsão nem preços para o novo carregador, mas ele provavelmente será lançado juntamente da linha Galaxy S26, prevista para os primeiros meses de 2026.

Carregador Samsung no estilo MagSafe é aprovado na Anatel

Certificado de homologação do carregador EP-P2900 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

EP-P2900 deve ter formato circular, similar ao MagSafe do iPhone (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola garante até quatro anos de atualização do Android (imagem: divulgação/Motorola)
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“Anatel dos EUA” vaza segredos do iPhone 16e sem querer

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
FCC expõe informações que deveriam ser mantidas em segredo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A FCC, equivalente à Anatel dos EUA, divulgou um documento de 163 páginas contendo segredos do iPhone 16e.
  • A Apple pediu sigilo das informações em 2024, mas o material traz esquemas elétricos e informações confidenciais, que podem beneficiar concorrentes.
  • O órgão ainda não se pronunciou sobre o vazamento, que pode ter resultado de erro humano ou falha no sistema.

A Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos publicou um documento de 163 páginas com esquemas elétricos e confidenciais do iPhone 16e. O arquivo, aparentemente divulgado sem querer, foi descoberto no banco de dados público da agência reguladora nesta segunda-feira (29/09), ignorando um pedido da própria Apple para manter o material em segredo.

O documento em questão, um arquivo PDF técnico, expôs segredos dos modelos A3212, A3408, A3409 e A3410 e foi publicado no site da FCCID, que monitora os registros feitos pelo órgão equivalente à Anatel dos EUA.

Apple pediu sigilo

Três aparelhos iPhone 16e, sendo um de frente, mostrando o notch da tela, e dois de traseira, mostrando as cores preto e branco
Segredos de engenharia do iPhone 16e foram expostos em documento oficial (imagem: divulgação/Apple)

Além dos esquemas, foi localizada uma carta da Apple, datada de 16 de setembro de 2024, endereçada diretamente à FCC. No ofício, a empresa solicita tratamento confidencial para vários anexos relacionados ao processo de certificação do equipamento.

A companhia justifica o pedido afirmando que os documentos contêm “segredos comerciais e proprietários” que, se divulgados, poderiam fornecer a concorrentes uma “vantagem injusta”.

A carta da Apple distinguia dois níveis de confidencialidade. A empresa solicitou sigilo “por tempo indeterminado” para materiais mais críticos, que não são revelados mesmo após o lançamento do produto. Esta categoria inclui: diagramas de blocos, de esquemáticos elétricos, descrições técnicas, especificações do produto, informações sobre a localização das antenas, procedimentos de ajuste e a descrição de segurança do software.

Um segundo nível, de “confidencialidade de curto prazo”, foi solicitado para outros itens, como fotografias externas e internas do dispositivo, imagens da configuração de teste e manual do usuário. Para estes, a Apple solicitou um sigilo de 180 dias após a data da concessão da autorização do equipamento, um procedimento padrão que visa proteger a aparência e funcionalidades do produto até o seu anúncio oficial.

Vale mencionar que o processo de certificação junto à FCC é uma etapa obrigatória para qualquer dispositivo com capacidade de comunicação sem fio, como Wi-Fi e redes celulares, antes que possa ser comercializado no mercado norte-americano.

A agência avalia, por exemplo, se o hardware cumpre as normas de radiofrequência e segurança. Para isso, as fabricantes são obrigadas a submeter documentação técnica aprofundada.

“Mapa do tesouro”

Homem usando celular
Vazamento representa risco competitivo para a Apple (imagem: divulgação/Apple)

Segundo o Apple Inside, o vazamento dos esquemas elétricos representa a falha mais grave. Para o consumidor final, os esquemas possuem pouca ou nenhuma utilidade. No entanto, para concorrentes no setor de tecnologia e fabricantes de smartphones, o documento funciona como um “mapa do tesouro” da engenharia da Apple.

A posse desses esquemas pode permitir que rivais estudem as soluções de design da Apple, acelerando o desenvolvimento de produtos. O vazamento também expõe inovações patenteadas e pode até abrir caminho para disputas legais sobre propriedade intelectual.

Até o momento, a FCC não emitiu nenhum comunicado oficial sobre a divulgação aparentemente indevida nem removeu o arquivo de seu banco de dados público.

A causa provável para o incidente é falha humana ou configuração incorreta no sistema de gerenciamento de documentos da agência. Não há indícios de que a publicação tenha sido uma ação intencional.

“Anatel dos EUA” vaza segredos do iPhone 16e sem querer

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Documento de 163 páginas da FCC detalha engenharia do aparelho, dando a concorrentes acesso a segredos comerciais.

iPhone 16e é o iPhone mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16e reaproveita design do iPhone 14 (imagem: divulgação)

iPhone 16e: novo celular “acessível” da Apple custa a partir de R$ 5.799 (imagem: divulgação)
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