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Agora é possível conectar celulares Samsung a PCs de qualquer marca

Galaxy S25 FE segurado por uma mão com a tela pra cima e mostrando a home page do Tecnoblog.
Samsung Galaxy S25 FE (imagem ilustrativa: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • ferramenta Galaxy Connect, da Samsung, passou a funcionar em PCs com Windows 11 de outros fabricantes, incluindo Dell, HP, Lenovo e Asus, após atualização para versão 2.1.6.0;
  • Galaxy Connect permite conectar computador a celular ou tablet Samsung para transferir arquivos como textos, imagens e vídeos, controlar recursos no PC ou usar celular como segunda tela;
  • compatibilidade atual exige Windows 11 e processador Intel ou AMD de 64 bits com Bluetooth e Wi‑Fi ativados; não há compatibilidade com PCs baseados em Arm.

O Galaxy Connect é uma ferramenta que permite conectar um computador com Windows 11 a seu celular ou tablet Samsung. O problema é que o aplicativo só funciona com notebooks da própria marca. Bom, não mais: uma atualização liberou o Galaxy Connect para PCs de outros fabricantes.

A ferramenta é bastante útil, pois permite que você transfira textos, imagens, vídeos e outros tipos de arquivo entre seu celular/tablet e o computador, copiando de um e colando no outro.

Também é possível realizar ações como controlar recursos específicos de um dispositivo Galaxy no PC ou usar seu dispositivo móvel como uma segunda tela (o que é interessante principalmente para quem tem um tablet).

Até um passado recente, o Galaxy Connect só funcionava em laptops da família Galaxy Book. Talvez isso tenha contribuído para a ferramenta não ser tão popular quanto outros recursos do ecossistema móvel da Samsung.

Eis que, sem fazer alarde, a Samsung liberou uma versão do Galaxy Connect (2.1.6.0) que funciona com PCs de outros fabricantes, como Asus, Dell, HP, Lenovo e tantas outras, conforme reporta o Android Authority.

Mas existe uma limitação: pelo menos por ora, a ferramenta funciona apenas em computadores com Windows 11 que sejam comandados por processadores Intel ou AMD de 64 bits; não há compatibilidade com chips Snapdragon X ou outros baseados na arquitetura Arm.

Ferramenta Galaxy Connect
Ferramenta Galaxy Connect (imagem: reprodução/Microsoft Store)

Onde baixar o Galaxy Connect?

No PC, o Galaxy Connect pode ser baixado a partir da Microsoft Store. Além de ter um chip Intel ou AMD e rodar o Windows 11, o computador de destino deve ter Bluetooth e Wi-Fi ativados. Uma conta Samsung também pode ser exigida.

Mas fica o alerta: apesar da abertura para PCs de outras marcas, não há garantia de funcionamento. Na Samsung Community, por exemplo, há relatos de usuários que até conseguiram instalar o Galaxy Connect, mas não puderam fazer o computador reconhecer o celular Galaxy.

Para esses casos ou para quem tem dispositivos móveis de outras marcas, uma alternativa é o uso da ferramenta Vincular ao Celular (Phone Link), criada pela Microsoft e que oferece recursos parecidos.

Outra opção é o Samsung Flow, novamente, uma ferramenta que tem recursos parecidos. Nela, é possível fazer espelhamento de tela, por exemplo, mas não controlar recursos do celular no PC.

Agora é possível conectar celulares Samsung a PCs de qualquer marca

Samsung Galaxy S25 FE (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ferramenta Galaxy Connect (imagem: reprodução/Microsoft Store)
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A disputa de R$ 72 milhões entre Dell, Broadcom e mais empresas

Dell - prédio
Dell usa fim do contrato de distribuição como principal defesa (imagem: reprodução/Dell)
Resumo

A Dell Technologies formalizou um processo contra a VMware no Reino Unido, exigindo o pagamento de pelo menos 10 milhões de libras (cerca de R$ 72 milhões na cotação atual). A ação é o mais recente desdobramento de uma complexa batalha jurídica iniciada pela Tesco, a maior rede de supermercados britânica, contra a Broadcom – dona da VMware – e a revendedora Computacenter.

O caso expõe tensões decorrentes da mudança no modelo de negócios imposta pela Broadcom após adquirir a gigante de virtualização. O que começou como uma reclamação de contrato virou um “efeito dominó” jurídico envolvendo algumas das principais empresas de software.

Como a Dell foi parar no tribunal?

Para entender o papel da Dell no caso, é preciso olhar para a origem do conflito: o fim das licenças perpétuas. A Tesco alega que adquiriu licenças de software da VMware em 2021 com garantia de renovação de suporte. No entanto, após assumir o controle da empresa, a Broadcom eliminou essa modalidade, forçando a migração para assinaturas recorrentes (e mais caras). Sentindo-se lesada, a rede de supermercados processou a revendedora Computacenter e a Broadcom, pedindo mais de 100 milhões de libras em indenizações.

Nessa hora a Dell foi arrastada para a confusão. A Computacenter alega que não pode entregar o que as fabricantes se recusam a vender e processou seus fornecedores para se resguardar. A revendedora argumenta que, em 2021, a Dell – então distribuidora da VMware – enviou uma proposta que garantia preços e condições de suporte por longo prazo. Para a Computacenter, é a Dell que deve honrar essa oferta.

Logo da Dell
Antiga dona da VMware, Dell agora enfrenta a ex-subsidiária no tribunal (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Na ação recém-aberta, a gigante dos PCs sustenta que sua obrigação contratual se limitava a “comunicar à VMware qualquer solicitação de renovação”, e que essa responsabilidade dependia da companhia continuar sendo uma distribuidora autorizada. Como a Dell encerrou a parceria de distribuição com a VMware em janeiro de 2024, a empresa alega incapacidade técnica e legal de fornecer os softwares sem a cooperação da Broadcom.

Basicamente, a Dell – que agora exige indenização para cobrir eventuais perdas se o veredito for desfavorável – diz ao tribunal que se a Computacenter vencer a ação, a VMware deve pagar a conta.

Fim das licenças perpétuas e risco de desabastecimento

Tesco alerta que falta de suporte da VMware pode afetar abastecimento (imagem: reprodução)

A base da disputa é a decisão da Broadcom de encerrar o suporte a licenças antigas. Nos autos do processo, a Tesco afirma que o software da VMware é “essencial para as operações e a resiliência dos negócios”, gerenciando cerca de 40 mil cargas de trabalho em servidores. Isso inclui desde os caixas das lojas até a logística de fornecimento de alimentos em todo o Reino Unido e Irlanda.

O alerta da varejista é grave: sem as atualizações e o suporte contratado, pode haver interrupções no abastecimento de produtos alimentícios para milhões de consumidores.

A Broadcom, por sua vez, não parece disposta a recuar. A gigante dos chips sustenta que os produtos solicitados pela Tesco foram descontinuados e não são mais comercializados. A empresa argumenta ainda que não pode ser obrigada a dar suporte a softwares obsoletos e que tentou negociar um novo acordo de assinatura com a rede de supermercados, que teria ignorado as propostas.

O impasse criou uma situação inusitada, onde Tesco, Broadcom, Computacenter e Dell tentam empurrar a responsabilidade financeira uns para os outros.

A disputa de R$ 72 milhões entre Dell, Broadcom e mais empresas

Dell (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Notebooks mais fáceis de consertar voltam ao radar da indústria

Imagem mostra um notebook Lenovo Thinkpad desmontado em módulos
Design modular ganha força na CES 2026 (imagem: reprodução/Lenovo)
Resumo
  • Dell, HP e Lenovo apresentaram na CES 2026 notebooks que facilitam o reparo, reforçando uma tendência de maior modularidade.
  • Acer e Asus também adotam abordagens de design que facilitam reparos e manutenção.
  • Apple, por outro lado, segue o caminho do hardware integrado e espessura reduzida.

Durante a CES 2026, em Las Vegas, as principais fabricantes de PCs reforçaram uma tendência de mudança no desenvolvimento dos computadores: mais modularidade. Dell, HP e Lenovo apresentaram notebooks que facilitam a manutenção, atendendo uma demanda de consumidores por equipamentos que permitam trocar componentes para aumentar a vida útil.

Esse movimento marca uma virada na filosofia de design que dominou a indústria na última década. Em vez de peças soldadas e chassis colados, os novos modelos utilizam estruturas que permitem acesso rápido a teclados, baterias, módulos de memória e armazenamento.

Mais modularidade em 2026

Notebook fino visto de perfil, parcialmente aberto, apoiado sobre a palma de uma mão. O equipamento tem acabamento escuro e mostra a espessura reduzida da base e da tela. Na lateral, é possível ver portas de conexão. O fundo é liso, em tom azul-claro, destacando o design leve e minimalista do computador.
XPS 14 e 16 têm espessura de 13,4 mm (imagem: divulgação)

A Lenovo aproveitou o evento para introduzir o design modular Space Frame na linha ThinkPad X1 Carbon Gen 14 Aura Edition. Embora mantenha o visual característico da marca, a nova estrutura interna foi projetada para simplificar reparos e atualizações.

A Dell ressuscitou a linha XPS e revelou o XPS 14 e o XPS 16, com atualizações que seguem a mesma lógica, facilitando a troca de componentes que sofrem desgaste natural, como teclado e bateria, sem a necessidade de procedimentos complexos. A HP anunciou medidas na mesma linha.

Na CES, o vice-presidente e COO da Dell, Jeff Clarke, também admitiu que a IA não é um critério relevante para os consumidores na hora da compra. O posicionamento destoa da maioria das fabricantes de PCs hoje.

Essa tendência de modularidade é apoiada também pela Intel, que propôs recentemente uma nova arquitetura que divide a placa-mãe em módulos. O objetivo é permitir que usuários troquem apenas o módulo do processador ou de conectividade, reaproveitando o restante do chassi e periféricos.

Fabricantes como Acer e Asus também demonstram movimentos nesse sentido, mas com focos distintos. A Acer mantém a linha Vero, construída com plásticos reciclados e projetada para ser facilmente desmontada para reciclagem ou reparo.

Já a Asus, que investe fortemente em ultraportáteis com a linha Zenbook, tem implementado melhorias na acessibilidade interna, reduzindo o uso de adesivos em favor de parafusos convencionais e facilitando a abertura do chassi.

Apple segue caminho oposto

MacBook Pro com chip Apple M1 Max sobre uma mesa de madeira
MacBook Pro com chip Apple M1 Max (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)

A Apple vai por outro caminho e prefere manter sua estratégia de hardware integrado e espessura reduzida. A transição para os chips Apple Silicon (M1, M2 e sucessores), por exemplo, marcou o fim da RAM e do armazenamento expansíveis, componentes agora incorporados diretamente ao processador ou soldados à placa lógica.

Rumores indicam que o MacBook Pro de 2026 será ainda mais fino que os modelos atuais, possivelmente adotando telas OLED para economizar espaço interno, segundo o 9to5Mac. No passado, a busca incessante pela finura resultou em falhas de design, como o “teclado borboleta” de 2016, que se provou pouco confiável e de difícil substituição.

Para a empresa, a integração total permite um controle mais rígido sobre desempenho e design, mas o custo é a perda de autonomia do usuário. O reparo de um MacBook costuma exigir assistência técnica especializada e, em muitos casos, a troca de toda a placa-mãe, elevando drasticamente o custo do serviço.

Reparabilidade é importante para o consumidor brasileiro

Para o consumidor local, a possibilidade de investir em equipamentos que permitem atualizações e reparos mais acessíveis representa uma escolha lógica diante da realidade econômica.

Com a previsão de que notebooks e celulares fiquem até 20% mais caros em 2026, devido ao encarecimento global de semicondutores, o comprador brasileiro tende a priorizar o conserto em vez da substituição total do produto.

Além do fator econômico, há uma questão ambiental. Dados do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR) e da ONU indicam que o Brasil é o maior produtor de lixo eletrônico da América Latina, gerando mais de 2 milhões de toneladas anualmente. A facilidade de reparo ajuda a frear o descarte irregular.

Notebooks mais fáceis de consertar voltam ao radar da indústria

Design modular ganha força na CES 2026 (imagem: reprodução/Lenovo)

XPS 14 e 16 têm espessura de 13,4 mm (imagem: divulgação)

MacBook Pro com chip Apple M1 Max (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
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Dell admite que consumidores não estão interessados em AI PCs

Fotografia colorida mostra o executivo Jeff Clarke no centro de um palco, segurando um notebook aberto. Ele é um homem branco de cabelos curtos grisalhos e veste camiseta azul-marinho e calça jeans. Ao fundo, um telão exibe a imagem ampliada de dois notebooks prata que se cruzam, com a inscrição "XPS" visível em um deles. Em primeiro plano, silhuetas de pessoas na plateia levantam celulares para fotografar o momento. O ambiente tem iluminação clara e tons azulados.
Jeff Clarke listou desafios enfrentados pelo setor em 2025 (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Dell afirma que a inteligência artificial não é um critério relevante para consumidores.
  • O vice-presidente Jeff Clarke destaca a promessa não cumprida da IA e outros fatores, como tarifas de importação e a transição para o Windows 11, como desafios recentes.
  • Kevin Terwilliger, head de produtos, acredita que a IA pode confundir mais do que ajudar os consumidores na decisão de compra.

A Dell assumiu um posicionamento que destoa da maioria das fabricantes de computadores: a marca praticamente não está falando de inteligência artificial ao apresentar seus produtos. A mudança de postura, percebida na feira CES 2026, nos Estados Unidos, ocorre após meses de divulgação dos chamados AI PCs.

Para a empresa, a tecnologia ainda não levou ao crescimento esperado das vendas, o que sugere que ela não é tão relevante assim para os clientes. Kevin Terwilliger, head de produtos, acredita que a IA pode mais atrapalhar do que ajudar na hora de convencer o consumidor.

IA ainda não entregou o esperado, diz vice-presidente

Notebook fino visto de perfil, parcialmente aberto, apoiado sobre a palma de uma mão. O equipamento tem acabamento escuro e mostra a espessura reduzida da base e da tela. Na lateral, é possível ver portas de conexão. O fundo é liso, em tom azul-claro, destacando o design leve e minimalista do computador.
Novo XPS tem espessura de 13,4 mm (imagem: divulgação)

Isso ficou muito evidente durante o evento em que a companhia anunciou a volta do XPS e a entrada da marca Alienware em segmentos mais acessíveis.

Na ocasião, o vice-presidente e COO da companhia, Jeff Clarke, apontou a “promessa não cumprida da IA e a expectativa de que a IA vai aumentar a demanda por parte dos consumidores finais” como um dos fatores desafiadores do último ano.

O executivo também elencou as tarifas de importação, a transição lenta do Windows 10 para o Windows 11 e a crise da memória RAM como elementos que atrapalharam o setor ao longo dos últimos meses. Ironicamente, o preço da RAM disparou pela alta demanda do componente para a construção de data centers de IA.

IA não é critério para compra, afirma executivo

Clarke não é o único na Dell a olhar com desconfiança para a IA generativa. Terwilliger também tocou no assunto.

“Uma coisa que você nota é que a mensagem que estamos usando para nossos produtos não é AI-first”, explicou, em uma conversa virtual com jornalistas. “Então, é um pouco diferente de um ano atrás, quando estávamos totalmente dedicados aos AI PCs.”

Isso não significa que quem comprar um Dell não terá acesso ao Copilot ou a outras ferramentas do tipo — a empresa só não vai insistir nesse argumento, já que descobriu que os consumidores não estão interessados.

“Estamos muito focados em entregar recursos de IA nos dispositivos — tudo que estamos anunciando tem NPU — mas, ao longo do ano, descobrimos, especialmente de uma perspectiva do consumidor, que eles não estão usando a IA como critério na hora de comprar”, revela o executivo. “Na verdade, eu acredito que a IA mais confunde do que ajuda na hora de entender uma utilidade específica”.

Dell admite que consumidores não estão interessados em AI PCs

XPS 14 e 16 têm espessura de 13,4 mm (imagem: divulgação)
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Alienware aposta em notebooks discretos para ir além do público gamer

Imagem promocional mostra dois notebooks Alienware flutuando lado a lado em um cenário escuro com tons de azul e roxo, que lembra uma paisagem futurista sob um céu estrelado. Ambos estão abertos, com telas exibindo um fundo abstrato luminoso e o logotipo Alienware. Os modelos têm design fino, cores sóbrias e teclados visíveis; um deles destaca um touchpad com efeito iridescente.
Notebooks ainda não têm data para chegar (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Alienware lançará dois novos notebooks em 2026: um modelo ultra-fino de 17 mm e um modelo de entrada mais acessível, ambos com design discreto e sem luzes chamativas.
  • O modelo ultra-fino terá opções de tela de 14 e 16 polegadas, sendo 51% menor em volume que o Area-51 de 16 polegadas, com hardware eficiente para jogos e projetos criativos.
  • Na CES 2026, a Alienware anunciou novas configurações para os notebooks Aurora e Area-51, incluindo telas OLED antirreflexo e processadores Intel Core Ultra 200HX, além de novidades para o desktop Area-51 com processadores AMD.

A Alienware, submarca da Dell voltada a jogos, anunciou dois novos notebooks gamers — mas eles não querem ser tão gamers assim. Um modelo é ultra-fino, com 17 mm de espessura. Já o outro é uma opção de entrada, mais barata. Em comum, eles terão um visual mais discreto que o encontrado normalmente nos produtos da marca, com cores sóbrias e sem luzes chamativas.

Por enquanto, os dois novos notebooks “gamers, mas não tanto” ainda não têm data de lançamento, nem preço, nem mesmo nome — tudo que sabemos é que eles chegarão até o fim do ano.

Como serão os novos notebooks da Alienware?

Notebook da Alienware flutua em um cenário digital com céu estrelado e ondas em tons de azul e roxo. O aparelho está parcialmente aberto, destacando o design ultrafino, o teclado com iluminação discreta e um grande touchpad com acabamento iridescente. A tela exibe uma arte abstrata em tons de azul, reforçando a proposta de visual mais sóbrio e moderno.
Ultrafino terá opção de 16 polegadas (imagem: divulgação)

O laptop gamer ultra-fino terá espessura de cerca de 17 mm. Ele virá em opções com telas de 14 e 16 polegadas. O modelo de 16 polegadas deve ter volume 51% menor que o Area-51 de 16 polegadas.

Segundo a empresa, o objetivo não é ter o mesmo desempenho de um produto da linha Area-51, mas, ainda assim, entregar um hardware com boas capacidades para games, combinando CPUs eficientes e placas gráficas dedicadas da Nvidia.

A ideia é que o notebook ultra-fino seja um produto versátil, combinando desempenho para jogos, portabilidade e suporte a projetos criativos — basicamente, um computador para trabalhar em grande parte do tempo e jogar nas horas vagas.

Notebook da Alienware aparece flutuando em um cenário digital com fundo escuro e iluminação azulada. O equipamento está aberto, revelando um teclado sem luzes chamativas e um touchpad amplo, com design simples. A tela mostra uma imagem abstrata em tons de azul, sugerindo um notebook gamer com aparência mais discreta e foco em uso cotidiano.
Novo modelo de entrada será mais barato que notebooks atuais da Alienware (imagem: divulgação)

O outro produto da Alienware é um notebook de entrada, visando um público maior. Assim como o ultra-fino, ele não terá um desempenho de Area-51, mas a Dell promete seguir o padrão da marca nos aspectos mais importantes, como qualidade de construção, projeto térmico e performance.

O que mais a Alienware anunciou?

A empresa aproveitou a CES 2026 para apresentar novas opções de configuração para produtos atuais. Os notebooks Aurora e Area-51 de 16 polegadas passarão a contar com telas OLED antirreflexo.

Eles e o Alienware 18 Area-51 também passarão a contar com processadores Intel Core Ultra 200HX e placas gráficas Nvidia GeForce RTX 50 Series. Quem também tem novidades é o desktop Area-51, que passa a contar com processadores AMD como opção.

Já a Dell, dona da marca Alienware, teve no retorno do XPS sua principal notícia. O nome havia sido aposentado na CES 2025, mas a empresa reconheceu o erro e lançou novos notebooks dessa linha.

Alienware aposta em notebooks discretos para ir além do público gamer

Notebooks ainda não têm data para chegar (imagem: divulgação)

Ultrafino terá opção de 16 polegadas (imagem: divulgação)

Novo modelo de entrada será mais barato que notebooks atuais da Alienware (imagem: divulgação)
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Dell recua e traz de volta nome XPS um ano após aposentadoria

Parte traseira de um notebook fechado, vista em close, com acabamento escuro e fosco. No centro da tampa aparece o logotipo “XPS” gravado de forma discreta. À esquerda, é possível ver parcialmente a dobradiça e a borda do equipamento, sugerindo um design fino e minimalista.
Marca XPS virá na tampa do notebook (imagem: diulgação)
Resumo
  • A Dell relançou a linha XPS como submarca, com os modelos XPS 14 e XPS 16, após críticas à mudança de nomes em 2025.
  • Os novos notebooks XPS possuem design premium, com espessura de 14,6 mm e peso de 1,36 kg (XPS 14) ou 1,63 kg (XPS 16), prometendo até 27 horas de bateria.
  • Eles incluem processadores Intel Core Ultra Series 3, placa gráfica Intel Arc, opções de tela Tandem OLED ou LCD 2K, e webcam 4K.

A Dell reverteu parcialmente uma mudança feita em seu portfólio ao longo de 2025. Após aposentar vários nomes, a empresa “ressuscitou” a linha XPS. Ela passará a ter um destaque maior, funcionando como uma submarca, com seu próprio logo na tampa dos notebooks.

Os primeiros modelos desse retorno são o XPS 14 e o XPS 16, vendidos nos Estados Unidos a partir desta terça-feira (06/01), com preços a partir de US$ 1.649. Ainda não há informações sobre o lançamento no Brasil.

Opções mais básicas e baratas desses dois notebooks devem chegar em fevereiro, além de uma alternativa do XPS 14 com Ubuntu 24.04. Também está previsto o lançamento do XPS 13 ainda em 2026, mas sem data nem preços divulgados.

Por que o XPS voltou?

Notebook fino visto de perfil, parcialmente aberto, apoiado sobre a palma de uma mão. O equipamento tem acabamento escuro e mostra a espessura reduzida da base e da tela. Na lateral, é possível ver portas de conexão. O fundo é liso, em tom azul-claro, destacando o design leve e minimalista do computador.
XPS 14 e 16 tem espessura de 14,6 mm (imagem: divulgação)

Em janeiro de 2025, a Dell anunciou uma grande remodelação de seu catálogo de notebooks e desktops, deixando de usar nomes antigos, como Inspiron, XPS, Latitude e Precision, entre outros. No lugar, haveria apenas as linhas Dell (uso pessoal), Dell Pro (profissional) e Dell Pro Max (topo de linha), cada uma delas com versões Plus e Premium. O XPS, portanto, passaria a se chamar Dell Premium.

A Dell disse que o objetivo era simplificar, mas a mudança foi bastante criticada. Alguns previram que seria difícil explicar que o Dell Pro é um modelo para o trabalho, mas não necessariamente melhor que um Dell. A possibilidade de nomes como Dell Pro Premium e Dell Pro Max Plus também teve uma repercussão negativa.

Um ano depois, a Dell admite que errou. Uma correção de rota foi anunciada nessa segunda-feira (05/01), com o retorno da linha XPS, agora como submarca.

Kevin Terwilliger, head de produtos da empresa, conta que a decisão foi baseada no feedback de consumidores, parceiros e marcas. Além disso, dados de pesquisas na web coletados do Google e do próprio site da Dell mostraram que o nome XPS era mais forte do que a companhia imaginava.

Agora, o portfólio da Dell deve contar com Dell e Dell XPS para uso cotidiano, Dell Pro para escritório, Dell Pro Precision para alta performance e Dell Pro Rugged, Essential e Education para finalidades específicas — além, claro, da marca Alienware para games.

Como são os novos notebooks XPS?

Eles seguem a tradição de design premium e compacto, com 14,6 mm de espessura e 1,36 kg (XPS 14) ou 1,63 kg (XPS 16). Com base nesses números, a empresa diz que o XPS 14 é mais compacto que o MacBook Air 13. E apesar das dimensões reduzidas, a Dell promete que os aparelhos são capazes de ficar 27 horas longe da tomada.

Na parte de desempenho, os novos XPS vêm com processadores Intel Core Ultra Series 3 e placa gráfica integrada Intel Arc. A Dell promete desempenho até 78% melhor em tarefas de inteligência artificial, além de experiências Copilot+ PC no Windows 11. Segundo a empresa, as ventoinhas dos novos XPS são maiores e mais finas, ajudando no fluxo de ar e no resfriamento.

Dois notebooks da linha XPS aparecem parcialmente sobrepostos, ambos abertos. O modelo à frente mostra a tela ligada com uma imagem abstrata colorida e uma janela de aplicativo aberta, com o título “Social” no topo e miniaturas de fotos abaixo. O teclado é amplo e sem destaque para bordas. O notebook ao fundo mostra a parte traseira da tela e a base, ambos em acabamento escuro, destacando o design fino e premium.
Opções com 14 e 16 polegadas chegam em janeiro aos Estados Unidos (imagem: divulgação)

Os novos modelos XPS contam com opção de tela Tandem OLED e borda infinita. A outra alternativa é um display LCD com resolução 2K. Ele tem taxa de atualização variável, que vai de 1 Hz a 120 Hz.

O teclado conta com teclas de função completas, e o touchpad tem limites visuais, para facilitar o uso. Os novos XPS contam ainda com webcam 4K. A empresa também promete mais durabilidade, com teclados facilmente removíveis e portas USB-C modulares, o que deve ajudar na hora do conserto.

Dell recua e traz de volta nome XPS um ano após aposentadoria

Marca XPS virá na tampa do notebook (imagem: diulgação)

XPS 14 e 16 tem espessura de 13,4 mm (imagem: divulgação)
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Xepa de Natal: Notebook Dell Inspiron 15 cai 26% em oferta na Amazon

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O notebook Dell Inspiron 15 I15-I1300-A30P está saindo por R$ 2.969,10 no Pix em promoção na Amazon. É um desconto de 26% em relação ao preço de lançamento (R$ 3.999). Esse laptop se destaca por ter um bom custo-benefício, com preço acessível e poder de processamento.

Dell Inspiron 15 tem design ergonômico, Intel Core i5 e tela Full HD

O notebook tem na tela um de seus principais pontos fortes. O painel WVA conta com resolução Full HD, ângulo de visão mais amplo e cores com mais saturação. Um diferencial é a taxa de atualização de 120 Hz — com ela, rolar páginas e assistir transições se torna uma experiência mais suave e agradável.

Notebook Dell Inspiron 15
Notebook Dell Inspiron 15 (imagem: Divulgação/Dell)

Outro ponto interessante do modelo é a preocupação com a ergonomia. A tampa é ligeiramente protuberante, o que significa que o notebook fica levemente inclinado quando aberto. Assim, a digitação é mais confortável, e a tela fica um pouco mais alta, ajudando na postura.

Entrando nas especificações do hardware, o Dell Inspiron 15 vem com processador Intel Core i5-1334U, com 10 núcleos e 4,6 GHz de clock máximo, o que ajuda a concluir com rapidez tarefas do dia a dia. A GPU integrada Intel UHD lida bem com edições básicas de imagens e vídeos, mas não é indicada para jogos pesados ou softwares com gráficos complexos.

Inspiron 15 3000 na cor preta (imagem: divulgação/Dell)
Dell Inspiron 15 na cor preta (imagem: divulgação/Dell)

Completando, temos um SSD de 512 GB, que consegue entregar um bom espaço para armazenar documentos, fotos, vídeos e programas, além de contar com boa velocidade de acesso. Além disso, há 8 GB de RAM DDR4, o suficiente para rodar de modo eficiente tarefas em paralelo. O Dell Inspiron 15 dá ainda a possibilidade de expandir a RAM, com um segundo slot para mais 8 GB.

O notebook da Dell conta ainda com bateria de 41 Wh, com promessa para autonomia de 9h. Nas laterais, há portas HDMI, USB-C para dados e duas USB-A. Ele conta também com webcam HD, microfone e som estéreo. E para finalizar, vem com o sistema Windows 11 Home instalado.

O Dell Inspiron 15 está em promoção na Amazon, sendo vendido por R$ 2.969,10 no Pix, um desconto de 26% em relação ao seu lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Xepa de Natal: Notebook Dell Inspiron 15 cai 26% em oferta na Amazon

Notebook Dell Inspiron 15 (imagem: Divulgação/Dell)

Inspiron 15 3000 na cor preta (imagem: divulgação/Dell)
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Dell e Lenovo preparam aumento de preços devido à alta da memória RAM; veja datas

Ilustração de uma mão segurando dois pentes de memória RAM. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Aumento nos valores da cadeia de produção devem impactar preços a partir deste mês (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Dell e Lenovo devem aumentar os preços devido à escassez de componentes e alta demanda de memórias RAM por servidores de IA.
  • HP, LG e Samsung também revisarão preços de tablets e PCs com IA devido ao impacto nos custos de memória.
  • Dell prevê aumento de 15% a 20% nos preços a partir de dezembro, enquanto Lenovo deve ajustar preços em 1º de janeiro de 2026.

Grandes fabricantes de computadores estão se preparando para elevar os preços dos produtos devido ao aumento nos custos de componentes de memória. Os primeiros reajustes já devem impactar o mercado entre o final deste ano e o início de 2026.

Segundo fontes da indústria, ouvidas pelo portal especializado em pesquisa de mercado Trend Force, Dell e Lenovo já começaram a notificar clientes sobre as mudanças.

O aumento de preços é atribuído à escassez de suprimentos e à demanda por servidores de inteligência artificial, que consomem grandes quantidades de memória DRAM de alto desempenho.

Com a prioridade das fabricantes de chips voltada para o setor, o segmento de PCs convencionais e notebooks enfrenta um “aperto” no fornecimento e, consequentemente, custos mais altos. O valor de componentes, como memórias DDR5, saltou cerca de 70% em relação ao ano passado.

Quando os aumentos na Dell e Lenovo chegam?

Ilustração com o logo da Dell ao centro, cercada por dois computadores da fabricante. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog".
Dell pode subir valores já em dezembro (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

De acordo com as fontes, a Dell emitiu um alerta de aumento de preços e a expectativa é que os valores subam entre 15% e 20%, com a possibilidade das novas tabelas entrarem em vigor já neste mês.

O movimento corrobora declarações recentes de executivos da empresa. Em novembro, o COO da Dell, Jeff Clarke, afirmou à Bloomberg que “nunca viu os custos de chips de memória subirem tão rápido”, destacando que as despesas estavam escalando em todas as linhas de produtos da marca.

Foto de um PC ThinkStation P348 preto
Lenovo mudará preços a partir da virada do ano (foto: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A Lenovo, por sua vez, adotou um cronograma ligeiramente diferente, mas com o mesmo objetivo. A fabricante chinesa começou a informar seus parceiros comerciais que todas as cotações e preços atuais expirarão em 1º de janeiro de 2026.

Em comunicado, obtido pelos analistas através de fontes do setor, a empresa citou dois fatores principais para a decisão: a intensificação da escassez de memória e a rápida integração de tecnologias de IA, que exigem hardware mais robusto.

A recomendação da Lenovo aos clientes é antecipar os pedidos para garantir os valores atuais e evitar custos adicionais no próximo ano.

PCs com IA devem sofrer grande reajuste

Imagem de divulgação mostra recursos de um PC com IA da Microsoft
PCs com IA serão particularmente afetados (imagem: divulgação/Microsoft)

Os preços elevados do componente devem impactar mais empresas, como HP, LG e Samsung. As três companhias também já estariam revisando os preços dos produtos para o próximo ano, incluindo tablets e PCs com IA.

Esses dispositivos focados em IA, relembra o jornal sul-coreano Chosun, devem ser ainda mais afetados pelos preços das memórias. Isso porque a configuração mínima de RAM de PCs focados em inteligência artificial é 16 GB e prioriza-se o uso de SSDs de alto desempenho.

O efeito cascata é tanto que prejudicará até mesmo fornecedoras de processadores, como Intel, AMD e Qualcomm. As empresas pretendiam expandir o fornecimento de CPUs para AI PCs, mas devem desacelerar a produção de chips com a queda na quantidade de produtos.

Dell e Lenovo preparam aumento de preços devido à alta da memória RAM; veja datas

Saiba como o dual channel ou single channel influenciam no desempenho de um computador (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Dell (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ThinkStation P348 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

IA do Windows 11 lê o conteúdo na tela do computador (imagem: divulgação/Microsoft)
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Dell revela que transição para o Windows 11 está muito lenta

Imagem digital de fundo que mescla tons de azul escuro e marinho. No centro, sobreposto a um padrão abstrato de ondas ou tecido em relevo, está o logotipo do sistema operacional Windows 11: um quadrado formado por quatro janelas quadradas de cor azul-clara luminosa. O logo do "Tecnoblog" aparece no canto superior direito.
Windows 11 levou quatro anos atingir 50% dos PCs (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Resumo
  • O Windows 11 enfrenta adoção lenta, com 10 a 12 pontos percentuais atrás do Windows 10 no mesmo período do ciclo de vida.
  • Cerca de 500 milhões de PCs não atendem aos requisitos do Windows 11, impactando a transição e o crescimento do mercado de PCs.
  • Usuários consideram alternativas como o Linux, com o Zorin OS 18 ganhando popularidade após o fim do suporte ao Windows 10.

A transição do mercado de PCs para o Windows 11 vai demorar para ser concluída. Essa é a avaliação de Jeffrey Clarke, COO da Dell. Em uma chamada com investidores, o executivo também previu que as vendas de computadores da marca não devem crescer no ano que vem.

Clarke apresentou dados que embasam seus comentários. Um deles é a comparação entre as taxas de adoção do Windows 11 e do Windows 10 logo após o fim do suporte da geração anterior. Colocando esses números lado a lado, o Windows 11 está entre 10 e 12 pontos percentuais atrás do que o Windows 10 estava neste mesmo momento do ciclo de vida.

Jeff Clarke, COO da Dell, no palco do Dell World Technologies
Jeff Clarke, COO da Dell, no palco do Dell World Technologies 2023 (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O COO ainda comentou que existem cerca de 500 milhões de PCs que não contam com os requisitos técnicos para rodar o Windows 11. Por isso, Clarke acredita que o mercado de PCs ainda vai florescer, apesar do crescimento abaixo de 10% da Dell no último ano e da previsão de que não haja crescimento no ano que vem.

Windows 11 enfrenta dificuldades desde o lançamento

O mais recente sistema operacional da Microsoft chegou ao mercado em 2021 e esteve envolvido em polêmicas desde então. Uma das primeiras foi a exigência do módulo de segurança TPM 2.0, um recurso até então pouco presente nos PCs.

A incompatibilidade com máquinas antigas e a falta de atrativos para a migração fizeram com que o Windows 11 levasse mais de quatro anos até representar a maioria da base instalada de computadores.

Monitor exibindo o Windows 10
Após fim do suporte, Windows 10 permanece em mais de 40% dos PCs (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Essa demora ganhou contornos críticos nos últimos meses: o Windows 10, preferido de muitos usuários, chegou ao fim do suporte. Isso significa que ele não receberá mais atualizações, nem mesmo correções de segurança e bugs.

Somado a isso, muitos consumidores estão incomodados com as mudanças recentes no Windows 11. Entre os alvos das críticas, estão a adoção generalizada de ferramentas de inteligência artificial e as novas barreiras para a instalação do sistema sem uma conta Microsoft.

Chegou a hora do Linux?

Com o Windows 10 sem suporte e o Windows 11 dependendo de upgrades de hardware, alguns usuários estão recorrendo ao Linux para manter suas máquinas funcionando e atualizadas.

Gerenciador de arquivos do Zorin OS 18
Gerenciador de arquivos do Zorin OS 18 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Algumas equipes perceberam a oportunidade e estão pensando justamente nesse público. O Zorin OS 18, por exemplo, é uma distribuição de Linux com visual bastante familiar para quem migra do Windows 10, além de integração com o OneDrive e uso de web apps para facilitar a troca.

Essa versão foi lançada em 14 de outubro, na mesma data em que o Windows 10 perdeu seu suporte. Segundo os desenvolvedores, o sistema foi instalado em aproximadamente 780 mil computadores com Windows ao longo das cinco primeiras semanas.

Com informações do Register

Dell revela que transição para o Windows 11 está muito lenta

Windows 11 (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Jeff Clarke, COO da Dell, no palco do Dell World Technologies 2023 (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Windows 10: veja como ativar o suporte estendido da Microsoft (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Gerenciador de arquivos do Zorin OS 18 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Linhas de notebook Dell: saiba a diferença entre Dell, Dell Pro e Dell Pro Max

Ilustração de notebooks da Dell
Portfólio de notebooks da Dell conta com quatro linhas ao todo (Imagem: Divulgação/Dell)

A Dell possui um portfólio de notebooks formado pelas linhas Dell, Dell Pro, Dell Pro Max e Dell Alienware. Cada uma das séries foca em usos e públicos diferentes.

A linha Dell foca em atividades básicas de uso diário, e pode ser usada para estudos, trabalho e jogos. Já a série Pro é especificamente voltada para o segmento empresarial, com foco em produtividade e segurança.

Os modelos de notebook Dell Pro Max são indicados para cargas complexas de trabalho, como renderização e modelagem. A Dell Alienware fecha o portfólio da marca, com laptops voltados para o público gamer.

A seguir, confira toda a linha de notebooks da Dell e conheça suas principais características.

Quais são as linhas de notebook Dell?

A Dell agora tem um portfólio de notebooks formado por três linhas principais: Dell, Dell Pro e Dell Pro Max. Todas as séries incluem aparelhos com recursos de inteligência artificial, e variantes para diferenciação de modelos.

A marca também conta com a Alienware, que é uma subsidiária e linha destinada ao público gamer.

Confira abaixo as características das linhas de notebook Dell.

Dell

Dell agora é a linha mais básica da marca, que incorporou as antigas linhas Dell Inspiron, Dell XPS e Dell Vostro. A série tem a melhor relação custo-benefício em notebooks da marca, foca na simplicidade de tarefas diárias, e é recomendada para estudos, jogos e trabalho.

A variante Plus apresenta modelos de notebook Dell com otimização de performance da IA, visuais mais elegantes (em alumínio), e versões 2 em 1 para uso no modo tablet.

Já a versão Premium dá continuidade à antiga série XPS, e oferece os laptops com IA mais finos e leves da linha Dell.

Linha Dell de notebooks
Dell é a linha mais básica do portfólio de laptops da marca (Imagem: Reprodução/Dell)

Dell Pro

A linha Dell Pro é voltada para produtividade a nível profissional, incluindo recursos de gerenciamento e de segurança exigidos no segmento corporativo. E além de um visual moderno com materiais duráveis e mais confiáveis, a série se destaca por apresentar os menores e mais leves laptops da categoria.

Ao todo, a linha inclui quatro variantes:

  • Dell Pro Essential: laptops empresariais com recursos essenciais de segurança e gerenciamento.
  • Dell Pro: notebooks da Dell com boa durabilidade, portabilidade e recursos de IA, para garantir produtividade e segurança robusta.
  • Dell Pro Plus: aparelhos com performance escalável, experiências de conectividade e colaboração, e design elegante em alumínio; personalizável para atender a diferentes demandas profissionais.
  • Dell Pro Premium: família com design e mobilidade premium, desenvolvida para uso portátil e silencioso; telas nítidas e baterias com boa capacidade são destaques da categoria.

Vale destacar que a linha Dell Pro dá continuidade ao legado das antigas séries Dell Latitude e Dell OptiPlex.

Linha Dell Pro
Dell Pro é a série mais indicada para o mercado corporativo (Imagem: Reprodução/Dell)

Dell Pro Max

Já a Dell Pro Max reúne os notebooks de alto desempenho da marca, representando a antiga linha Precision. Com processadores de ponta e placas de vídeo dedicadas, os laptops da série são capazes de lidar com tarefas pesadas, como animação e renderização, inferências de IA ou mesmo ajustes de modelos de linguagem.

A versão padrão oferece desempenho essencial para tarefas empresariais e ferramentas de design de nível básico. Já a variante Dell Pro Max Plus reúne os aparelhos mais escaláveis e otimizados para cargas de trabalho com IA, enquanto a família Dell Pro Max Premium oferece design robusto, alto desempenho e chassi reduzido.

Linha Dell Pro Max
Dell Pro Max é composta por notebooks que lidam com tarefas complexas de trabalho (Imagem: Reprodução/Dell)

Dell Alienware

Por fim, a Dell Alienware apresenta laptops voltados para o público gamer. Os aparelhos da linha vêm com ótimas configurações de hardware (incluindo CPUs de alta performance e placas de vídeo dedicadas), sistemas de resfriamento otimizados, design premium, teclados iluminados, além de telas de até 240 Hz.

Os modelos de notebook Alienware Aurora focam em versatilidade e recursos essenciais para jogos, enquanto a categoria Area-51 entrega máxima performance para o público gamer.

Linha Dell Alienware
Alienware é a linha da Dell voltada para o público gamer (Imagem: Divulgação/Dell)

O notebook Vostro ainda é vendido pela Dell?

Não. A linha Vostro deixou de ser vendida em 2024, quando foi incorporada pela série Inspiron (que agora foi absorvida pela linha Dell). Logo, a Dell não comercializa mais notebooks sob a nomenclatura Vostro.

Qual é a diferença entre os notebooks Dell, Dell Pro e Dell Pro Max?

A diferença entre as linhas Dell, Dell Pro e Dell Pro Max envolvem públicos-alvo distintos e recursos voltados para finalidades específicas. Essas peculiaridades podem fazer a diferença na hora de escolher um notebook da marca.

A linha Dell reúne notebooks intermediários, focados na simplicidade e tarefas básicas do dia a dia. Em outras palavras, a série oferece notebooks para estudar, trabalhar (atividades básicas) e para jogos leves

Já a Dell Pro apresenta notebooks para trabalho remoto ou presencial, uma vez que a linha é voltada para o segmento empresarial. A linha conta com recursos de IA para aumentar a produtividade, além de ferramentas para reforçar a segurança de dados.

Por fim, a Dell Pro Max é a melhor opção para quem lida com tarefas robustas, como renderização e modelagem 3D. Para lidar com isso, os laptops são equipados com CPUs potentes, placas de vídeo dedicadas, e boas especificações dos demais hardwares.

Linhas de notebook Dell: saiba a diferença entre Dell, Dell Pro e Dell Pro Max

(Imagem: Divulgação/Dell)

(Imagem: Reprodução/Dell)

(Imagem: Reprodução/Dell)

(Imagem: Reprodução/Dell)

(Imagem: Divulgação/Dell)
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