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Melhor fone para academia em 2026: 10 modelos que resistem ao suor e barulho

JBL Endurance Zone tem certificação IP68 contra água e poeira (Imagem: João Vitor Cruz/Tecnoblog)

Um fone de ouvido para academia precisa ser estável durante os exercícios, ter resistência ao suor e oferecer recursos para reduzir o barulho do ambiente, entre outras características importantes.

Neste guia, o Tecnoblog selecionou 10 modelos de marcas como JBL, Anker, Samsung, Apple e QCY, incluindo fones intra-auriculares, open-ear e de condução óssea. Veja prós e contras de cada dispositivo.

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JBL Endurance Peak 4


Prós
  • IP68, com proteção contra poeira e água
  • ANC adaptativo e modos Ambient Aware/TalkThru
  • Até 48 horas de autonomia com o estojo
  • Bluetooth 5.4 e conexão multiponto
Contras
  • 10,5 g por fone, acima de modelos open-ear mais leves
  • Autonomia cai de 12 para 8 horas com o ANC ativado
  • Estojo pesa 80,5 g
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O JBL Endurance Peak 4 foi desenvolvido para atividades esportivas e usa ganchos para complementar a fixação das ponteiras. Cada fone pesa 10,5 g e a estrutura tem certificação IP68, que oferece proteção contra suor e poeira durante o uso.

O áudio é reproduzido por drivers dinâmicos de 10 mm e conta com cancelamento ativo adaptativo para te isolar do som ambiente. Em treinos em que é preciso acompanhar o que acontece ao redor, os modos Ambient Aware e TalkThru substituem o isolamento do ANC.

Com Bluetooth 5.4, conexão multiponto e seis microfones, o modelo também traz controles de equalização pelo aplicativo da marca. A bateria dura 12 horas com o ANC desligado ou oito horas com o recurso ativado. Somando as recargas do estojo, a autonomia total chega a 48 horas, segundo a JBL.

JBL Endurance Race 2


Prós
  • Suporte ao modo multiponto
  • Tem ANC ativo
  • Proteção IP68
  • Microfones com cancelamento de ruído
Contras
  • Não tem áudio de alta resolução
  • Sem suporte a áudio espacial
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O Endurance Race 2 traz um estabilizador que se apoia na parte interna da orelha para ajudar na fixação das ponteiras durante o treino. O sistema TwistLock promete manter o fone posicionado, enquanto a certificação IP68 protege contra poeira e água.

Os drivers dinâmicos têm 6,8 mm, o modelo combina ANC com Ambient Aware e TalkThru, permitindo reduzir os sons externos ou manter o som ambiente, e o aplicativo da JBL inclui seis ajustes de áudio para diferentes tipos de exercício. Ele conta ainda com quatro microfones, Bluetooth 5.3 e conexão multiponto.

É possível usar o Endurance Race 2 por 12 horas, ou até 48 horas considerando o estojo, com o ANC desligado. Com o cancelamento ativado, a reprodução de músicas chega a até 10 horas.

Anker Soundcore Sport X20


Prós
  • Possui cancelamento ativo de ruídos
  • Compatível com multiponto (Bluetooth 5.3)
  • Proteção IP68 contra água e poeira
  • Ganchos auriculares reforçam encaixe
Contras
  • Sem áudio de alta resolução
  • Não suporta áudio espacial
  • Ganchos auriculares não podem ser removidos
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O Sport X20 adota uma fixação diferente: os ganchos que envolvem a orelha podem ser estendidos em até 4 mm e girados em até 30 graus. Assim, é possível ajustar a posição do fone antes ou durante o uso, enquanto as ponteiras seguem em contato com o canal auditivo.

A resistência à água e poeira é indicada pela classificação IP68 e pela tecnologia SweatGuard, que protege os componentes internos contra corrosão e danos do suor durante o uso. Para chamadas, o conjunto traz seis microfones com processamento por inteligência artificial, além de Bluetooth 5.3, conexão multiponto e controles físicos.

Seu sistema acústico usa drivers dinâmicos de 11 mm e conta com cancelamento ativo de ruído, além de modo de transparência. Em uso normal, a fabricante informa até 12 horas de reprodução nos fones e 48 horas com o estojo. Com ANC, esses valores caem para sete e 28 horas, respectivamente.

AeroFit 2 Pro


Prós
  • Permite alternar entre formatos
  • Redução ativa de ruído
  • Suporte aos codecs LDAC, AAC e SBC
  • Bluetooth 6.1 e conexão multiponto
  • Carregamento sem fio do estojo
Contras
  • Autonomia é menor com a redução ativa de ruído
  • LDAC é compatível apenas com dispositivos Android
  • Estojo não possui certificação IP55
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O AeroFit 2 Pro permite de alternar entre dois formatos de uso: com uma configuração open-ear, que mantém o canal auditivo aberto, ou com um encaixe semi-intra-auricular para ativar a redução de ruído. Cada unidade pesa 10,4 g e tem certificação IP55 contra água e poeira.

O áudio fica a cargo de drivers de 11,8 mm, com suporte a áudio Hi-Res e aos codecs AAC, SBC e LDAC, sendo o último compatível com dispositivos Android. O modelo também conta com áudio espacial com rastreamento da cabeça, quatro microfones com processamento por IA, Bluetooth 6.1 e conexão multiponto.

A autonomia depende do formato escolhido: no modo open-ear, chega a sete horas por carga e 34 horas com o estojo; no modo com cancelamento de ruído, são cinco horas nos fones e 24 horas no total.

AirPods Pro 3


Prós
  • Cancelamento ativo de ruído aprimorado (ANC)
  • Recurso de Tradução ao Vivo
  • Inclui sensor de frequência cardíaca
  • Certificação IP57
  • Estojo compatível com USB-C
Contras
  • Autonomia com ANC inferior aos AirPods Pro 2
  • Experiência limitada em Androids
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O AirPods Pro 3 é voltado para quem treina usando iPhone ou Apple Watch, reunindo recursos voltados à atividade física, como um sensor capaz de medir a frequência cardíaca durante os exercícios. O modelo pesa 5,55 g por unidade e tem certificação IP57 tanto nos fones quanto no estojo.

Seu chip H2 é responsável pelo processamento de áudio com cancelamento ativo de ruído, Áudio Adaptativo, Modo Ambiente e Áudio Espacial personalizado com rastreamento dinâmico da cabeça. O fone utiliza Bluetooth 5.3.

A autonomia de bateria do fone da Apple chega a oito horas de áudio com ANC, mas cai para até 6,5 horas quando a medição de frequência cardíaca é utilizada durante exercícios. Com o estojo, são até 24 horas com o cancelamento ativado, e cinco minutos de carregamento fornecem cerca de uma hora de áudio.

Galaxy Buds 4 Pro


Prós
  • Alto-falante bidirecional e woofer aprimorado
  • Áudio 360 com gestos de cabeça
  • Possui ANC adaptativo
  • Modo Intérprete via Galaxy AI
  • Certificação IP57
  • Bluetooth 6.1
  • Peso de 5,1 g por fone
Contras
  • Codecs só para Galaxy S, Z e Tab S
  • Carregador sem fio vendido separado
  • Não conversa com iPhone
  • Autonomia de até 6h com ANC
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O Galaxy Buds 4 Pro tem formato intra-auricular, pesa 5,1 g por lado e conta com certificação IP57, protegendo contra poeira, suor e água, ideal para quem usa fones durante o treino. O modelo ainda traz sensores de pressão, proximidade, toque, movimento e captação da voz para mais acessibilidade.

A construção acústica do modelo traz dois drivers por lado — um woofer e um tweeter — com dois amplificadores dedicados. O Samsung Seamless Codec (SSC) suporta áudio de até 24 bits/96 kHz em dispositivos Galaxy, além da presença de ANC adaptativo, Áudio 360, LE Audio e Bluetooth 6.1.

Com o cancelamento de ruído ativado, a autonomia chega a seis horas nos fones e 26 horas considerando o estojo. Sem ANC, são até sete horas por carga e 30 horas no total.

Shokz OpenMove


Prós
  • Permite ouvir os sons externos durante a corrida
  • Peso de 29 g
  • IP55 contra poeira e respingos
  • Bluetooth 5.1 e dois microfones para chamadas
Contras
  • Autonomia de até 6 horas
  • Não possui ANC
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O OpenMove é um fone de condução óssea que transmite vibrações pela região próxima às têmporas, enquanto os ouvidos permanecem abertos. Para atividades em ambientes onde é importante perceber sons externos, esse formato evita o isolamento físico dos fones intra-auriculares.

Toda a estrutura pesa 29 g e utiliza Bluetooth 5.1 para a conexão sem fio, além da presença de dois modos de equalização, suporte a conexão multiponto e microfones com redução de ruído para chamadas. A classificação IP55 indica resistência a suor e respingos, mas não é destinada à imersão.

Durante o uso, a bateria oferece até seis horas de reprodução por carga e seu carregamento é feito por uma entrada USB-C.

JBL Endurance Zone


Prós
  • Certificação IP68 contra água, suor e poeira
  • Bateria que aguenta treino intenso
  • Design esportivo que prende bem nos ouvidos
Contras
  • Distorção perceptível com volume acima de 60%
  • Equalização peca nos médios, entregando som levemente abafado
  • Microfone capta muito ruído externo
  • Sem acabamento emborrachado em contato com a orelha
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O Endurance Zone pertence à categoria open-ear e posiciona os drivers próximos às orelhas, sem fechar o canal auditivo. A estrutura utiliza ganchos e foi projetada para manter o fone preso durante exercícios. Como o ouvido permanece aberto, os sons externos continuam audíveis sem depender de um modo de transparência.

Nos testes feitos pelo Tecnoblog, o fone de ouvido permaneceu na orelha em corridas e em exercícios de força, mas sua estrutura em plástico é menos confortável para quem treina por um período prolongado.

O Endurance Zone traz drivers dinâmicos de 18 mm, segundo a ficha técnica da JBL, e não há ANC por se tratar de um fone em formato aberto. Sua proteção IP68 cobre poeira e água e deu conta do recado em testes de imersão.

No geral, ele tem quatro microfones para chamadas, Bluetooth 5.3 e conexão multiponto para usar em mais de um dispositivo. A autonomia chega a 10 horas de reprodução nos fones, com a promessa de 32 horas de uso em conjunto com a case.

QCY T13 ANC


Prós
  • ANC de até 28 dB em um modelo de entrada
  • Modo de baixa latência de 68 ms
  • Carregamento rápido com 1h de reprodução após 5 minutos
  • Até 7h de reprodução nos fones com ANC desligado
Contras
  • Nível de ANC inferior ao de modelos mais avançados
  • Certificação IPX5
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O QCY T13 ANC é um fone intra-auricular que oferece ANC adaptativo, com redução de som ambiente de até 28 dB, de acordo com a marca. Há ainda modo de transparência, quatro microfones com cancelamento de ruído do ambiente para chamadas e Bluetooth 5.3, mas não oferece proteção contra poeira (IPX5).

A autonomia chega a sete horas nos fones com o ANC desligado e 30 horas considerando o estojo, segundo a QCY. Ao carregar o dispositivo, cinco minutos na tomada permitem aproximadamente uma hora de reprodução.

JBL Endurance Run 3 USB-C


Prós
  • Não precisa recarregar
  • Sistemas FlipHook e TwistLock para ajuste e estabilidade
  • Certificação IP65
  • Controle integrado com três botões e microfone
  • Áudio Hi-Res
Contras
  • Cabo pode limitar os movimentos
  • Não conta com cancelamento ativo de ruído
  • Depende de um aparelho com porta USB-C
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O Endurance Run 3 USB-C segue uma proposta diferente dos demais modelos deste guia: é um fone intra-auricular com fio, conectado diretamente à porta USB-C do aparelho. Ele tem um mecanismo que permite posicioná-lo dentro da orelha ou atrás dela para manter o conjunto estável durante os exercícios.

A proteção IP65 cobre poeira e água, o conjunto pesa 17,6 gramas e o driver dinâmico tem 8 mm. De acordo com a JBL, o fone traz certificação Hi-Res Audio, mas como a conexão é física, não há Bluetooth, bateria interna ou codecs sem fio.

O controle integrado possui três botões e um microfone, permitindo ajustar volume, reprodução e a equalização sem acessar o celular. As ponteiras magnéticas ajudam a organizar o cabo quando o fone não está sendo utilizado.

Como escolher o melhor fone de ouvido para academia em 2026?

A escolha de um fone para academia depende do formato do dispositivo, da resistência contra suor e dos recursos de som oferecidos. Vale observar os seguintes fatores:

  • Fixação: modelos intra-auriculares com ganchos ou com outros sistemas de estabilização tendem a ficar mais firmes durante exercícios com movimentos repetitivos ou maior impacto;
  • Resistência à água: a certificação IP indica o nível de proteção do fone contra partículas e líquidos. Para quem treina com frequência, vale priorizar modelos que tenham ao menos alguma proteção contra água, especialmente quando há maior exposição ao suor ou uso em ambientes externos;
  • Cancelamento de ruído: o ANC pode reduzir os sons de aparelhos, conversas e outros ruídos da academia, facilitando a concentração na reprodução. Já o modo de transparência permite ouvir o ambiente sem retirar os fones
  • Autonomia: considere quanto tempo o fone funciona por carga e quanto o estojo consegue fornecer nas recargas seguintes. Para quem treina frequentemente, também vale observar recursos de carregamento rápido;
  • Controles: a presença de comandos físicos ou por toque permitem pausar músicas, ajustar o volume e alternar recursos sem precisar interromper o exercício para pegar o celular.

Qual fone para academia tem o melhor custo-benefício?

O JBL Endurance Race 2 é um fone Bluetooth com bom custo-benefício, pois reúne recursos voltados aos exercícios — como certificação IP68, sistema de fixação e seis configurações de som — com preço acessível. Ele oferece ANC, modo transparência, conexão multiponto e até 12 horas de autonomia com o cancelamento desligado.

Vale a pena comprar fone de ouvido open-ear para academia?

Sim, mas apenas para quem prefere continuar ouvindo o som ambiente durante o treino, pois não há isolamento de ruído como nos modelos intra-auriculares. Essa categoria não é indicada para quem quer reduzir os barulhos da academia com ANC e ter a máxima qualidade sonora.

Qual certificação IP protege fones contra suor?

Não existe uma certificação IP específica para proteção contra suor, mas modelos com IPX4 ou superior oferecem proteção contra respingos de água, o que ajuda quem usa os acessórios em condições adversas.

Já para contar também com proteção contra poeira e outras partículas, é preciso escolher um modelo cuja classificação não tenha o “X”, indicando que há algum nível de proteção específico para partículas.

Qual fone não cai da orelha na academia?

Os modelos intra-auriculares esportivos com ganchos ou estabilizadores costumam oferecer maior fixação durante os movimentos. Essas estruturas complementam as ponteiras e ajudam a manter o fone posicionado, especialmente em exercícios com corrida ou mudanças frequentes de posição.

Melhor fone para academia em 2026: 10 modelos que resistem ao suor e barulho

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Selecionamos os melhores fones de ouvido Bluetooth e com fio para treino em academia; lista inclui modelos com ANC, certificação IP e bateria duradoura

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Fone de ouvido Anker Soundcore: 10 modelos para comprar em 2026

Imagem do fone Anker Soundcore Space One
Anker Soundcore Space One tem ANC e boa autonomia de bateria; confira outros fones de ouvido da marca que valem a compra (Imagem: reprodução/Soundcore)

O portfólio de fones de ouvido Anker reúne modelos para diferentes públicos e orçamentos. Fones Soundcore mais básicos não costumam trazer cancelamento ativo de ruído e focam na autonomia da bateria. Já modelos mais avançados têm ANC e especificações avançadas, como suporte a áudios de alta resolução.

Para te ajudar na escolha, o Tecnoblog selecionou 10 opções de fone de ouvido Anker Soundcore para comprar em 2026. Confira prós e contras de cada modelo antes de decidir qual é o melhor para seu dia a dia.

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Anker Soundcore Liberty 5 NC


Prós
  • ANC adaptativo 3.0
  • Compatível com Hi-Res Audio Wireless
  • Suporte ao Dolby Audio
  • Proteção IP55
  • Conexão multiponto com LDAC ativado
  • Estojo com carregamento sem fio
Contras
  • Autonomia cai para 5 horas com Dolby Sound + ANC
  • Sem recursos de IA vistos na versão Pro e Pro Max
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O Anker Soundcore Liberty 5 NC é um fone intra-auricular projetado para áudios imersivos com menos interferências de sons externos. Sua cavidade acústica reduz as vozes humanas ao redor, enquanto o cancelamento ativo de ruído (ANC) adaptativo 3.0 ajusta o ANC a cada 0,3 s a fim de otimizar o isolamento.

A certificação de alta resolução sem fio (Hi-Res Audio Wireless) também oferece uma experiência sonora mais envolvente e detalhada em conexões Bluetooth 5.4. Já o suporte ao Dolby Audio otimiza a amplitude e clareza dos áudios.

Com driver de 9,2 mm, os fones pesam 4,6 g cada e ainda suportam multiponto mesmo com o LDAC ativado. A autonomia com ANC fica em 8h, mas pode chegar a 48h no modo transparência e com as recargas do estojo.

O fone também inclui versões Pro e Pro Max, que são mais caras, mas trazem diferenciais como Dolby Atmos, versão superior de ANC e mais microfones. No entanto, a versão base já oferece uma ótima experiência para a maioria dos usuários, representando melhor custo-benefício.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore Q31i


Prós
  • Tem cancelamento de ruído adaptativo
  • Bluetooth 6.0 com multiponto
  • Áudio de alta resolução com fio ou wireless
  • Ótima autonomia de bateria
  • Recurso de tradução em tempo real
Contras
  • ANC indisponível no modo com fio
  • Sem proteção IP
  • LDAC não suportado em conexões multiponto
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O Anker Soundcore Q31i tem design over-ear e drivers personalizados de 40 mm que atingem até 98 dB. O periférico (265 g) possui cancelamento ativo de ruído adaptativo de 37 dB, com quatro microfones para reduzir barulhos externos em tempo real.

A compatibilidade com áudio de alta resolução é um dos diferenciais, funcionando tanto no modo wireless (Bluetooth 6.0) quanto no modo cabeado. Também há suporte para recursos de inteligência artificial, como tradução em tempo real e redução de ruído para microfone em chamadas.

A autonomia da bateria se destaca, chegando a 50 horas (com ANC) e até 80 horas (sem ANC). Em contrapartida, o formato é over-ear e não há certificação IP contra água e poeira.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore Space One


Prós
  • ANC adaptativo
  • Hi-Res Audio com fio e sem fio
  • Compatível com conexão multiponto
  • Conchas com rotação para mais conforto
  • Autonomia de até 55 horas
Contras
  • Versão do ANC mais modesta
  • Sem certificação IP
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O Anker Soundcore Space One também é um fone over-ear com driver de 40 mm com ANC adaptativo. O sistema promete reduzir o ruído em até 98% e tem calibração automática para minimizar barulhos externos mesmo sem isolamento perfeito ao redor dos ouvidos.

Há algumas similaridades em relação ao modelo Q31i, como Hi-Res Audio com ou sem fio e suporte ao codec LDAC. Por outro lado, o Space One (265 g) foca em conforto ao trazer conchas com rotação de 8º para mais adaptabilidade de uso.

A bateria tem autonomia de até 40 horas com ANC ligado, mas pode chegar a 55 horas sem o cancelamento de ruído. Demais especificações incluem Bluetooth 5.3 e três microfones com IA para chamadas.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore P31i


Prós
  • ANC adaptativo de 52 dB
  • Bluetooth 6.1 com multiponto
  • Certificado Hi-Res Audio Wireless
  • Proteção IP55
Contras
  • Áudio espacial não funciona com LDAC ativado
  • Há queixas sobre mau desempenho do modo de tradução
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O fone intra-auricular Anker Soundcore P31i chega com otimizações interessantes em relação à geração anterior: o ANC adaptativo de 52 dB está três vezes mais potente para evitar barulhos externos que podem quebrar a imersão, e os drivers de 11 mm revestidos em titânio oferecem graves duas vezes mais profundos.

A compatibilidade com áudios de alta resolução sem fio garante sons mais detalhados em pareamento com Bluetooth 6.1. Já a autonomia da bateria chega a 10h (com ANC desativado), embora caia para 8h com o cancelamento de ruído ativado.

Os fones Soundcore P31i ainda têm proteção contra suor e chuvas mais leves, garantida pelo selo IP55.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore Space 2


Prós
  • Bateria duradoura
  • ANC adaptativo 3.0
  • Conexão multiponto com Bluetooth 6.1
  • Suporta recursos de IA
  • Tem detecção de uso
Contras
  • Sem proteção IP
  • Áudio 3D não pode ser usado junto do LDAC
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O Anker Soundcore Space 2 é uma ótima opção de over-ear para viajantes. Isso porque o fone conta com ANC adaptativo 3.0 projetado para lidar com barulhos de baixa frequência, como os ruídos de motores a jato. Seu design dobrável e peso de 264 g também facilitam a portabilidade em viagens.

Assim como o modelo antecessor, o Soundcore Space 2 tem driver de 40 mm e é compatível com áudio de alta resolução no modo com ou sem fio (via conexão Bluetooth 6.1). Ele também suporta ferramentas de IA a partir do app Soundcore.

A autonomia de bateria é um dos destaques, podendo durar 50 horas (com ANC) ou até 70 horas (sem ANC). Não há proteção IP e, por isso, é bom mantê-lo longe da água e poeira.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore Sport X20


Prós
  • Possui cancelamento ativo de ruídos
  • Compatível com multiponto (Bluetooth 5.3)
  • Proteção IP68 contra água e poeira
  • Ganchos auriculares reforçam encaixe
Contras
  • Sem áudio de alta resolução
  • Não suporta áudio espacial
  • Ganchos auriculares não podem ser removidos
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O Anker Soundcore Sport X20 é um fone intra-auricular leve (6,62 g cada) e voltado para esportistas. O periférico chega com cancelamento ativo de ruído adaptativo para minimizar barulhos externos que podem atrapalhar seus treinos.

Os drivers dinâmicos de 11 mm são empoderados pela tecnologia BassUp para impulsionar os graves. Já as hastes ajustáveis oferecem melhor encaixe diante das atividades físicas, apesar de não serem removíveis.

A bateria dura 7 horas (com ANC), mas você pode estender a autonomia para até 28 horas ao usar as recargas do estojo. A proteção IP68 é outro ponto positivo, suportando mergulhos de até 1,5 m por 30 minutos.

Codecs suportados: SBC e AAC

Anker Soundcore AeroClip


Prós
  • Design leve (6 g)
  • Compatível com som de alta resolução
  • Conexão multiponto (Bluetooth 5.4)
  • Proteção IP55
Contras
  • Sem cancelamento ativo de ruído
  • Design aberto tende a vazar som ao ambiente
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O Anker Soundcore AeroClip é um modelo open-ear. Seu design pode ser uma alternativa para quem não gosta de fones intra-auriculares ou over-ear. No entanto, o formato impede isolamentos mais eficientes do ambiente externo e, por isso, ele não conta com cancelamento ativo de ruído.

Em compensação, o fone traz drivers dinâmicos de 12 mm com a tecnologia Virtual Bass para graves mais presentes. E a certificação Hi-Res Audio Wireless garante qualidade mais elevada de som em conexões Bluetooth 5.4.

A proteção IP55 oferece resistência contra suor leve e chuva fraca. A bateria alcança uma autonomia de 8 horas, que pode chegar a 32 horas com as recargas do estojo.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore AeroFit 2


Prós
  • Suporta áudios de alta resolução
  • Ganchos de orelha ajustáveis
  • Proteção IP55
  • Estojo com recarga sem fio
Contras
  • Sem cancelamento ativo de ruído
  • Alta latência (até 200 ms)
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O Anker Soundcore AeroFit 2 também é um fone over-ear e, por isso, não possui cancelamento ativo de ruído. Seu design traz ganchos ajustáveis similares ao do Sport X20, embora a área do alto-falante fique sobre a orelha — sem entrar nos canais auditivos.

O fone (10 g cada) possui drivers de 20 mm com tecnologia BassTurbo para amplificar os graves da música. Ele também suporta o codec LDAC e áudios de alta resolução sem fio, com conexões Bluetooth 5.4.

São 10 horas de autonomia com uma única carga, mas a case (compatível com carregamento sem fio) oferece recargas para estender a duração até 42 horas. E o selo IP55 garante proteção contra chuvas leves e suor.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore Sleep A30


Prós
  • Sistema triplo de redução de ruído
  • Extermamente leve (apenas 3 g cada)
  • Design 3D ergonômico
  • Detecção de sono
  • Proteção IPX4
Contras
  • Custo elevado
  • Não suporta conexão multiponto
  • Não é compatível com áudios de alta resolução
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O Anker Soundcore Sleep A30 é um fone intra-auricular recomendado para uma noite de sono mais tranquila. Ele tem um sistema triplo de redução de ruído para atuar como substituto dos tampões de orelha, mas com o benefício de reproduzir músicas.

O periférico foca em leveza (apenas 3 g cada) e design 3D ergonômico para mais conforto durante o descanso. Por isso, não conta com recursos como áudio de alta resolução e conexão multiponto para o Bluetooth 5.3.

Outro destaque interessante é que o fone consegue detectar o sono e pausar a reprodução, garantindo mais autonomia para a bateria, que dura até 9 horas.

Codecs suportados: SBC e AAC

Anker Soundcore P20i


Prós
  • 22 predefinições de EQ (via app)
  • Controles de toque
  • Proteção IPX5
Contras
  • Sem ANC
  • Não suporta conexão multiponto
  • Não é compatível com Hi-Res Audio
  • Tem apenas dois microfones para chamadas
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O Anker Soundcore P20i é um fone intra-auricular básico para usuários menos exigentes. São apenas dois microfones para chamadas e não há suporte para cancelamento ativo de ruído.

O fone também traz um driver de 10 mm, e oferece 22 predefinições de equalização com o aplicativo para smartphone. Em contrapartida, ele não é compatível com multiponto e nem com áudios de alta resolução.

Ao menos, o modelo tem proteção IPX5 contra respingos e jatos d’água de baixa pressão. A duração da bateria alcança 10h30 e chega a 30h com as recargas do estojo.

Codecs suportados: não informado

Como escolher o melhor fone Anker em 2026?

Para escolher o melhor fone Anker, analise quais modelos oferecem especificações compatíveis com seu perfil de uso e orçamento. Vale considerar aspectos como:

  • Formato do fone: priorize formatos de fone (como over-ear, intra-auricular, entre outros) que se adequam às suas preferências e atividades.
  • Recursos oferecidos: especificações como áudio de alta resolução, ANC e conexão multiponto oferecem experiências mais completas; analise se elas fazem sentido para você e, caso contrário, foque em fones mais básicos.
  • Autonomia da bateria: dê preferência a fones com baterias mais duradouras para mais autonomia de uso; vale também focar em modelos com recargas mais rápidas.
  • Proteção contra água: caso vá fazer exercícios físicos com o fone, aposte em periféricos com proteção parcial ou completa contra água.
  • Preço do produto: reúna modelos que se encaixam no seu orçamento; depois, escolha aquele que melhor atende às suas necessidades.

Qual é o melhor fone Anker Soundcore para exercícios?

O Anker Soundcore Sport X20 é o melhor fone para corrida e exercícios da lista. Ele tem ANC adaptativo para reduzir ruídos externos que podem atrapalhar o treino, além de ganchos ajustáveis para reforçar o encaixe. E o fone ainda suporta mergulhos devido à proteção IP68.

Soundcore P ou Q: qual a diferença entre as linhas da Anker?

A linha P da Anker Soundcore reúne fones intra-auriculares, com ponteiras de silicone que entram no canal auditivo. O portfólio oferece tanto modelos padrão quanto versões mais básicas.

Já a linha Q engloba os fones de ouvido over-ear, com design de headphones. Os modelos possuem conchas que envolvem a orelha para otimizar o isolamento passivo, sendo maiores e mais pesados que os fones da linha P.

Fone de ouvido Soundcore é bom?

Sim. Os fones de ouvido Soundcore são renomados na indústria global, mesmo que a marca tenha pouco mais de 10 anos de história. Prova disso é que a empresa ficou em sexto lugar no ranking global de faturamento do mercado de fones wireless em 2025.

A marca Anker é confiável?

Sim. A Anker é uma empresa chinesa de hardware fundada em 2011, presente em mais de 147 países. Apesar do foco central em energia, a companhia atua no mercado de áudio sob a marca Soundcore, com portfólio amplo de fones de ouvido.

Anker vs JBL: qual marca de fones é melhor?

A JBL foi fundada em 1946 e possui maior tradição no mercado de áudio que a Anker, nascida em 2014. No entanto, o rótulo de “melhor marca” varia de pessoa para pessoa, de acordo com a variedade do portfólio e experiências individuais.

Mais importante que definir qual é a melhor marca é analisar qual das empresas oferece o fone mais adequado para você. A JBL é conhecida pela assinatura sonora encorpada, com graves presentes e ótima durabilidade, enquanto a Anker se destaca ao trazer um preço mais acessível junto a recursos avançados, resultando em um melhor custo-benefício para o usuário comum.

Fone de ouvido Anker Soundcore: 10 modelos para comprar em 2026

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Review do JBL Endurance Zone: resistência sem pesar no bolso

JBL Endurance Zone, fone open ear para treinos, em grama com cabo e estojo da case ao lado
JBL Endurance Zone é um fone open ear para treinos com promessa de resistência (imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O Endurance Zone é um fone de ouvido projetado para aguentar treinos pesados. Ele tem um encaixe open ear pensado para quem corre na rua, e promete resistência, por um preço não tão salgado. No Brasil, o dispositivo foi lançado por R$ 699 — no entanto, não é raro achar promoções na faixa dos R$ 450.

Mas como é o som do Zendurance Zone? Há algum comprometimento que a fabricante precisou fazer? Eu usei o Endurance Zone nos meus treinos e te conto a seguir se vale a pena comprar o fone da JBL.


Prós
  • Certificação IP68 contra água, suor e poeira
  • Bateria que aguenta treino intenso
  • Design esportivo que prende bem nos ouvidos
Contras
  • Distorção perceptível com volume acima de 60%
  • Equalização peca nos médios, entregando som levemente abafado
  • Microfone capta muito ruído externo
  • Sem acabamento emborrachado em contato com a orelha
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Assista ao review do Endurance Zone em vídeo no YouTube

Aviso de ética

O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.

O JBL Endurance Zone foi cedido por empréstimo pela JBL e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.

O que vem na caixa do Endurance Zone?

JBL Endurance Zone com cabo de carregamento USB-C e manual de instruções (que vêm na caixa), além da case de transporte e recarga (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Abrindo a caixa do Endurance Zone, você encontra a case, manuais, cabo USB-A para USB-C e os fones. Mas, como já é comum, sem adaptador de tomada.  Então você precisa usar o do seu celular ou de outro dispositivo para carregar.

Deisgn com cores diferentes do comum

Entrada USB-C da case do JBL Endurance Zone, vista na mão segurando o estojo
Entrada USB-C da case do JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

A case do Endurance Zone tem material em plástico com uma combinação de cores que chamam atenção: preto com acabamentos em verde, o que pode combinar com roupas esportivas. 

Opções de cores do fone JBL Endurance Zone em diferentes combinações: preto, azul, roxo e branco
Cores do JBL Endurance Zone (Imagem: reprodução / JBL)

Existem outros conjuntos de cores disponíveis em outros países, como branco com laranja, roxo com azul, preto com cinza, e azul com cinza, mas não encontrei à venda essas cores no Brasil.

Case do JBL Endurance Zone ao lado de outras cases de fones de ouvido
Case do JBL Endurance Zone ao lado de outras cases de fones de ouvido (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Apesar da case ser um pouquinho maior que a de outros modelos de fones, ela é leve, pesando 69 gramas. Tem entrada USB-C para carregar, indicador de LED para bateria e o encaixe dos fones é bem fácil.

O ponto de atenção fica para a dobradiça, que não parece tão reforçada. Vale cuidado na hora de abrir a case para evitar quedas com ela aberta.

Mão segurando a case aberta do JBL Endurance Zone, com os fones open ear abrigados no interior
Mão segurando a case aberta do JBL Endurance Zone mostrando os fones de ouvido (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Os fones em si também possuem detalhes em verde, têm 10,26 gramas por unidade, ou 20,52 gramas no conjunto, e o formato é open-ear, aquele que contorna a orelha. 

Eles ainda contam com LED de status de conexão Bluetooth, controles touch no logo da JBL e um total de 4 microfones para chamada — sobre os quais eu comento com mais calma daqui a pouco.

No geral, o design entrega uma proposta interessante e com combinação de cores diferente do comum.

O conforto no visual se traduz em conforto de uso?

Orelha usando o fone open-ear JBL Endurance Zone durante treino ao ar livre
Orelha com o fone de ouvido JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Os fones encaixam bem no ouvido desde que você ache a posição certinha. A haste principal é flexível e emborrachada, o que ajuda no encaixe em volta da orelha.

No entanto, a parte do fone que encosta na pele é feita de material duro, e isso pode gerar um desconforto pequeno, mas perceptível nos primeiros dias de uso.

Mão segurando o lado esquerdo do fone JBL Endurance Zone, mostrando o encaixe open-ear
Mão segurando o lado esquerdo do fone JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

No meu caso, depois de usar as primeiras vezes os fones, senti um desconforto leve justamente nas partes sem borracha. Então é um ponto para ficar atento se você é uma pessoa que tem pele mais sensível como a minha.

Apesar disso, nos dias seguintes, eu me acostumei e não percebi mais o desconforto. Além disso, o fone de ouvido permaneceu na orelha quando testei em corrida e com exercícios de força.

Resistência que chama atenção

O Endurance Zone tem um diferencial bem importante, a certificação IP68. Segundo a fabricante, os fones são à prova de água e poeira, suportando suor, chuva, água salgada e areia. Ou seja, pensados justamente para quem treina em condições mais adversas.

Testando a resistência IP68 do fone JBL Endurance Zone com água ao redor
Testando a resisência IP68 do fone de ouvido JBL Endurance Zone com água ao redor (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Só é preciso ter atenção aqui, porque o fone não é indestrutível. Segundo o manual, o produto suporta até 30 minutos a 1,5 m de profundidade. Além disso, a JBL menciona que ele funciona em alta umidade, altas temperaturas, operando até em 45 graus Celsius, e aguenta quedas altas.

Bem impressionante né? Mas o Endurance Zone funcionou na prática? 

Mergulhei na água…

Mão segurando o JBL Endurance Zone molhado em teste, com a água ao fundo (resistência IP68)
Mão segurando o JBL Endurance Zone molhado (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Pressionei o play no Spotify e mergulhei o Endurance Zone tocando música dentro de um pote. Para a minha surpresa, o som permaneceu tocando, sem pausar, mas ao retirar da água, o áudio ficou abafado.

Mãos secando o fone JBL Endurance Zone com papel toalha após teste com água
Mãos secando o JBL Endurance Zone com papel toalha (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Apenas depois de secar o fone bem e esperar cerca de 10 minutos, o áudio voltou a funcionar normalmente. Apesar do fone ter aguentado no teste contra água, ele não é indicado para exercícios de natação, no entanto, o Endurance Zone deve atender qualquer atleta que pratique outros esportes.

Conectividade

Conectando o JBL Endurance Zone via Bluetooth em um MacBook, com a opção na lista de dispositivos Bluetooth
Conectando o JBL Endurance Zone no MacBook via Bluetooth (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O Endurance Zone usa Bluetooth 5.3, e o pareamento é rápido mesmo estando um pouco mais longe do celular. Ele também tem suporte a conexão multiponto, para conectar em mais de um dispositivo ao mesmo tempo.

Vale dizer que, em alguns momentos, notei um atraso maior ao alternar a reprodução entre dois dispositivos, algo entre 15s, além de quedas bruscas na qualidade do áudio durante essa troca. Mas foi algo que aconteceu apenas duas vezes nos testes.

Recursos e funções extras

App JBL Headphones no celular (imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O Endurance Zone tem suporte ao JBL Headphones, um app auxiliar que dá pra configurar boa parte da experiência, começando pelo tempo de resposta.

Por padrão, o fone vem no modo áudio, que prioriza qualidade sonora, mas adiciona um leve atraso se você estiver assistindo vídeo. Para resolver isso, existe o modo vídeo, que reduz o delay entre o que você ouve e o que vê.

Na parte dos gestos, o touch funciona bem para pausar, trocar faixas ou até controlar o volume. Dá pra customizar? Sim, mas apenas entre dois conjuntos pré-programados para cada lado, ou desativar completamente os gestos.

Controles touch do fone de ouvido JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O que chama atenção por aqui é o modo PulseDry, que emite um som capaz de fazer os fones eliminarem a umidade mais rápido, caso você os molhe. 

Além disso, tem o modo relaxamento, que permite misturar até 5 sons naturais com timer configurável que pode te ajudar a dormir.

Perdeu os fones? O app também tem localizador que emite um som alto para você o achar.

O som do JBL Endurance Zone é bom?

Fone de ouvido JBL Endurance Zone na natureza (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O volume consegue chegar a níveis bem altos. Pra mim, em um ambiente calmo, 60% já é o máximo confortável antes de começar a incomodar.

Na equalização padrão, com o volume em 50%, o som sai nítido e claro, e dá pra distinguir voz de instrumento na maior parte do tempo. 

O problema é que falta um pouco de profundidade: nem a voz nem os instrumentos se destacam de forma marcante, o que é uma característica comum entre fones open-ear.

Foi aí que os perfis de equalização do app auxiliar ajudaram bastante. 

Equalizador do app JBL Headphones (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O perfil bass reforçou o grave em músicas com batida forte, mas deixou o som um pouco abafado. Já o perfil rock, foi o modo que eu preferi usar no dia a dia: ele funcionou melhor pra maioria das faixas, trazendo mais profundidade e destacando voz e instrumentos. 

Bem, o Endurance Zone já poderia vir da caixa com uma equalização mais interessante que a de fábrica, visto que o perfil de rock faz diferença, né?

JBL Endurance Zone ao lado do Spotify reproduzindo Brasa Church Music (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Agora, testando em volumes mais altos, as frequências das músicas ficam mais parecidas entre si, dificultando a separação vocal do instrumento. Você consegue notar isso justamente quando tá na rua precisa elevar o som para compensar o barulho externo.

Nesse departamento, o Endurance Zone entrega um áudio bem satisfatório em 50%, mas apenas quando configurado. No padrão de fábrica, ele não se diferencia muito de outros modelos open-ear do mercado. 

Cancelamento de ruído inexistente

Fones de ouvido JBL Endurance Zone na natureza (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Como o formato é open-ear, o cancelamento de ruído aqui é praticamente inexistente. Na prática, isso significa que com barulho externo ao redor, é necessário aumentar o volume para compensar a falta desse recurso.

Além disso, aqui tem bastante vazamento de som. Se você estiver treinando na academia, outra pessoa treinando ao seu lado pode conseguir ouvir a sua música. Em 50% já é possível notar o vazamento de som.

Os microfones servem para ligações?

Os 4 microfones presentes aqui funcionam para coisas rápidas, como mandar um áudio no WhatsApp ou uma ligação curta.

Nos meus testes na rua, atendi uma ligação, e nos primeiros segundos parecia tudo certo, até a pessoa do outro lado reclamar de ruídos em excesso durante a chamada.

Microfone do JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Já em ambiente calmo, dentro de casa, o resultado melhora, mas a voz pode ficar um pouco robótica.

No app JBL Headphones, dá pra configurar o microfone entre natural, potente ou brilhante. Não notei muita diferença entre natural e potente, mas o modo brilhante deixa o som menos abafado, ao custo de captar mais ruído do ambiente.

Bateria que aguenta treino intenso

Carregando a case do JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Em bateria, a JBL promete até 8 horas de reprodução, ou 32 horas somando com a case.

Testando aqui, sem colocar os fones na case, com o volume entre 50% e 65%, consegui cerca de 10 horas de reprodução continua com músicas no Spotify e usando em revisões de vídeo no trabalho.

Ou seja, a bateria é mais que o suficiente para a maioria das pessoas, mesmo quem treina intensamente por horas.

Vale a pena comprar o JBL Endurance Zone?

No geral, o Endurance Zone é uma opção interessante para quem treina em condições mais adversas, com chuva ou suor pesado, graças à certificação IP68. Ele não é o mais confortável da categoria, mas para treinos de até uma ou duas horas cumpre o propósito.

Mão segurando a case fechada do JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O preço oficial é R$ 699, mas não é raro achar promoções na faixa dos R$ 450. E falando em promoção, vale ficar de olho no Achados do Tecnoblog, por lá temos um time especializado que compartilha as melhoras ofertas de eletrônicos, viu?

Agora, eu não recomendaria o Endurance Zone pra ambientes barulhentos. Nos meus testes, com trânsito ao redor e ocasionalmente algumas pessoas tentando falar comigo, a experiência foi desorientadora e frustrante, sem conseguir prestar atenção direito nem na música nem no ambiente externo.

Case do Soundcore Liberty 4 NC ao lado da case do JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Caso seu treino envolva barulho, vale considerar modelos alternativos ou até intra-auriculares, como o Soundcore Liberty 4 NC, claro, ele não tem encaixe esportivo na orelha e nem a mesma proteção, mas o preço é menor, tem cancelamento de ruído ativo e microfone é um pouco melhor.

Agora me conta aí, você usaria o JBL Endurance Zone no seu treino? Deixe seu comentário na Comunidade do Tecnoblog!

Review do JBL Endurance Zone: resistência sem pesar no bolso

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Testamos o JBL Endurance Zone, fones de ouvido open ear com promessa de alta resistência a água e suor; conheça os prós e contras

JBL Endurance Zone é um fone open ear para treinos com promessa de resistência (imagem: João Vitor / Tecnoblog)

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Baixou mais: Soundbar JBL com subwoofer sem fio sai por 45% OFF na Amazon

R$ 1.469,0045% OFF

Prós
  • Potência de 110 W RMS
  • Subwoofer sem fio de 60 W e 6,5″
  • 5.3 para versatilidade
  • 3 Modos de som disponíveis
Contras
  • Sem Dolby Atmos
  • Número de entradas físicas limitado
Parcelado
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A Soundbar JBL SB180 está saindo por apenas R$ 806 no Pix na Amazon. O periférico com subwoofer incluso, potência de 110 W RMS e conexão Bluetooth para uma experiência sem fios recebe desconto de 45% sobre o preço original de R$ 1.469.

JBL SB180 tem subwoofer, alta potência e experiência sem fios

Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
Soundbar JBL SB180 tem potência de 110 Watts RMS e conectividade Bluetooth (imagem: Divulgação/JBL)

A soundbar SB180 da JBL possui áudio de alta imersão (sem Dolby Atmos) e qualidade quando pareada a uma TV, provida pela potência de 110 W RMS suficiente para preencher um ambiente de até 15 m². Seu corpo compacto de 92 cm de comprimento e 6,3 cm de altura a torna apta para ser instalada em qualquer lugar.

O subwoofer de 6,5″ com 60 W de potência é equipado com dois drivers do tipo racetrack de 45 × 100 mm. A caixa se conecta à soundbar sem fios via Bluetooth 5.3, assim, o processo de instalação é facilitado e a experiência sem fios com 2.1 canais se torna bastante agradável para assistir a filmes, séries e esportes.

Esta soundbar possui uma porta HDMI com suporte a ARC, que facilita a conexão com TVs e outros aparelhos, suportando tensões de 100 a 240 V. O periférico oferece os modos Cine, Music e News, oferecendo experiências que se adaptam ao tipo de conteúdo em execução.

A Soundbar JBL SB180 (apenas R$ 806 no Pix) permite parear o acessório a diversos outros gadgets, como smartphones e tablets, sem complicações graças ao suporte a Bluetooth.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Baixou mais: Soundbar JBL com subwoofer sem fio sai por 45% OFF na Amazon

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Como ativar o Bluetooth no Windows 11

O usuário pode ativar o Bluetooth do Windows nas configurações do sistema (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Para ativar o Bluetooth no Windows 11 seu dispositivo precisa ser compatível com a tecnologia e ter os drivers recentes instalados no sistema operacional. Dessa forma, basta acessar as configurações de Bluetooth do Windows e escolher um novo dispositivo para parear.

O usuário pode checar se o PC é compatível com a tecnologia no gerenciador de dispositivos do sistema. Caso não seja, é possível instalar um adaptador Bluetooth em uma das portas USB. A seguir, veja detalhes sobre a ativação da tecnologia sem fio no Windows 11 e tire suas dúvidas.

1. Acesse as configurações do Windows 11

Abra o menu de configurações do Windows 11 para acessar a seção dedicada ao Bluetooth no sistema operacional. Caso o ícone de engrenagem não esteja na barra de tarefas, abra o menu iniciar e procure por “Configurações“.

Você também pode pressionar o atalho “Windows + I” para abrir as configurações do sistema.

Seta vermelha apontando para o ícone do Windows na barra de tarefas (menu Iniciar)
Selecione o menu de configurações na área de trabalho do Windows 11 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Vá até o menu de Bluetooth do sistema

No menu lateral, procure por “Bluetooth e dispositivos“, caso seu PC seja compatível com a tecnologia. Clique para acessar as configurações.

Tela do Windows com o menu “Bluetooth e dispositivos” selecionado nas Configurações
Vá até o menu “Bluetooth e dispositivos” para ativar o Bluetooth no Windows 11 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Ative o Bluetooth

Clique na chave seletora para ativar o Bluetooth do Windows 11, necessário para parear um novo dispositivo.

Tela de configurações do Bluetooth no Windows com o botão “Adicionar dispositivo”, mostrando Bluetooth desativado e a opção para ligá-lo
Ative a chave seletora do Bluetooth (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Adicione novos dispositivos via Bluetooth

Após a ativação, clique em “Adicionar dispositivo“. O Windows 11 oferece duas opções ao usuário.

Tela do Windows “Bluetooth e dispositivos” com seta apontando para o botão “Adicionar dispositivo”
Escolha uma das opções para adicionar um novo dispositivo (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

5. Escolha a categoria de dispositivo que deseja adicionar

Um novo menu dedicado ao Bluetooth será exibido na tela. Escolha a categoria de dispositivo que deseja parear e clique para continuar.

Menu “Adicionar um dispositivo” com a opção Bluetooth destacada para emparelhar dispositivos no Windows
Defina o tipo de dispositivo que deseja se conectar via Bluetooth (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

6. Selecione o dispositivo para iniciar a conexão

Ative o pareamento Bluetooth do seu dispositivo — seja um fone de ouvido, caixa de som ou controle de videogame –, e aguarde até que ele seja exibido na lista. Selecione uma das opções para conectar os dois dispositivos.

Janela “Adicionar um dispositivo” do Bluetooth no Windows, com instruções para selecionar um dispositivo detectado
Selecione um dos dispositivos exibidos na lista para parear com o Windows 11 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Por que não consigo ativar o Bluetooth no Windows?

Os seguintes motivos podem impedir o funcionamento do Bluetooth no Windows:

  • Driver ausente ou corrompido: o Bluetooth precisa de um driver específico para funcionar corretamente. Esse software é responsável por fazer a comunicação entre o hardware e o sistema operacional. Caso o driver esteja ausente ou corrompido, não será possível ativar o Bluetooth do Windows, sendo necessário reinstalar o componente;
  • Problema com o hardware do Bluetooth: o sistema operacional pode não estar reconhecendo a placa física do Bluetooth em seu PC, seja por uma falha temporária ou problema técnico permanente no hardware. Nesse caso, o sistema entende que o dispositivo não é compatível com a tecnologia e não permite a ativação do recurso;
  • Falta de compatibilidade com a tecnologia: o Bluetooth só funciona em dispositivos compatíveis com a tecnologia. Por isso, caso a seção “Bluetooth” não esteja disponível nas configurações do Windows 11, é muito provável que o seu PC ou notebook não tenha suporte à tecnologia sem fio.

Dá para saber se meu PC tem Bluetooth?

Sim, basta acessar o gerenciador de dispositivos do Windows para saber se seu PC é compatível com Bluetooth. Abra o menu iniciar e procure por “gerenciador de dispositivos” na barra de busca.

Um ícone característico do Bluetooth será exibido na lista, caso seu PC ou notebook tenha suporte à tecnologia.

Gerenciador de dispositivos do Windows 11 mostrando a categoria Bluetooth
Gerenciador de dispositivos do Windows 11 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Por que o Bluetooth não aparece no gerenciador de dispositivos?

O Bluetooth pode não aparecer no gerenciador de dispositivos do Windows pelo seguintes motivos:

  • Falta de compatibilidade: o Bluetooth só aparecerá no gerenciador de dispositivos se seu PC ou notebook for compatível com a tecnologia sem fio.
  • Problemas com o driver: caso o driver do Bluetooth esteja corrompido ou ausente, pode ser que o ícone da tecnologia sem fio não apareça na lista de dispositivos. Nesse caso, faça a reinstalação do software do Bluetooth no site da fabricante;
  • Falha no hardware: problemas com a placa de Bluetooth presente no seu dispositivo podem indicar ao sistema que o PC não é compatível com a tecnologia. Certifique-se que a placa esteja em funcionamento, caso contrário, o ícone não será exibido no gerenciador de dispositivos do Windows.

Tem como ativar o Bluetooth em um PC que não tem Bluetooth?

Sim, basta utilizar um adaptador Bluetooth em uma das portas USB do seu PC.

O acessório permite que o usuário adapte um dispositivo incompatível com a tecnologia sem precisar acessar o hardware do aparelho. Assim, é possível conectar diferentes dispositivos sem fio no computador.

Como ativar o Bluetooth no Windows 11

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Avião dá meia volta por causa de caixinha Bluetooth com nome suspeito

Alto-falante Bluetooth sobre mesa, com mão segurando smartphone próxima. Ao fundo um laptop e um copo d'água
Alto-falante com nome suspeito causa transtorno em voo (imagem: Burst/Pexels)
Resumo
  • Voo UA236 da United, que ia dos EUA à Espanha, voltou ao aeroporto de origem após um speaker Bluetooth mostrar o termo “bomb” no pareamento.
  • A tripulação pediu que todos os dispositivos Bluetooth fossem desligados, mas dois deles continuaram ativos, levando à decisão de voltar por questões de segurança.
  • O incidente ilustra a preocupação com eletrônicos em voos, especialmente aqueles com baterias de lítio, que podem causar incêndios ou interferências.

Uma única caixa de som Bluetooth a bordo de um voo nos Estados Unidos foi suficiente para mudar a rota do avião, que voltou ao aeroporto de origem por questões de segurança. O motivo não foi interferência de sinal ou bateria, mas o seu nome: ela mostrava um termo “de quatro letras” no pareamento – muito provavelmente “bomb”, bomba em inglês.

Diante disso, os pilotos da United seguiram os protocolos de segurança e retornaram. O voo UA236 saiu de Newark, nos EUA, no último sábado (30/05) rumo a Palma de Mallorca, na Espanha, e já sobrevoava o Oceano Atlântico quando a ameaça foi detectada.

Brincadeira de mau gosto

Avião saiu de Newark rumo à Espanha, mas precisou voltar por “brincadeira de mau gosto” (imagem: reprodução/The Verge)

Segundo relatos de passageiros no Reddit, a tripulação pediu que todos os dispositivos Bluetooth fossem desligados, insistindo ainda que dois deles seguiam com pareamento ativo mesmo após a solicitação. Alguém da equipe teria até mesmo falado que a “brincadeirinha” prejudicaria a todos.

E o prejuízo realmente foi chato: o avião precisou voltar para dar sequência às medidas de segurança. O Verge noticiou o caso e teve acesso a uma gravação feita pelo Controle de Tráfego Aéreo confirmando que o retorno a Newark seria necessário.

O áudio também explica os protocolos de segurança, que passam por uma inspeção completa da aeronave e a evacuação dos passageiros. Mas, no final das contas, uma coisa não foi confirmada: o nome da caixinha de som em si. Por toda a situação com “uma certo nome de quatro letras”, provavelmente se tratava de mesmo de “bomb”.

Atenção a eletrônicos na aviação

Power-banks têm sido o “alvo” da vez na aviação civil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Alguns eletrônicos não são bem-vindos na aviação civil, principalmente por conta das baterias de lítio. Em 2024, por exemplo, um incêndio causado pelo superaquecimento do componente em um notebook levou à evacuação de um avião no aeroporto de São Francisco, nos EUA. Essa preocupação é frequente para agências de aviação pelo mundo pelo menos desde a explosão de um Galaxy Note 7 em 2016, também nos Estados Unidos.

Outra situação semelhante envolveu a proibição de MacBooks Pro de 15 polegadas fabricados entre 2015 e 2017, justamente pelo risco de incêndio. Mais recentemente, os power banks também têm passado por restrições após uma medida da Organização Internacional de Aviação Civil.

Avião dá meia volta por causa de caixinha Bluetooth com nome suspeito

Latam orienta que power bank fique no bolsão de aeronave (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Copa do Mundo 2026: soundbar JBL SB180 sai com 39% OFF em até 12x na Amazon

R$ 1.469,0039% OFF

Prós
  • Potência de 110 W RMS
  • Subwoofer sem fio de 60 W e 6,5″
  • Bluetooth 5.3 para versatilidade
  • 3 Modos de som disponíveis
Contras
  • Sem Dolby Atmos
  • Número de entradas físicas limitado
Parcelado
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

A Soundbar JBL SB180 está em oferta por R$ 890 em até 12x sem juros na Amazon, um desconto de 39% em comparação ao preço original de R$ 1.469.

Este periférico possui 110 W RMS de potência e suporta Bluetooth para uma experiência sem fios, sendo uma boa opção de kit sonoro para acompanhar os jogos da Copa do Mundo FIFA 2026 com mais imersão.

JBL SB180 possui subwoofer sem fio e porta HDMI ARC

Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
Soundbar JBL SB180 tem potência de 110 Watts RMS e conectividade Bluetooth (imagem: Divulgação/JBL)

A soundbar SB180 da JBL promete entregar áudio com alta qualidade e imersão quando pareada a uma boa TV, graças à potência de 110 W RMS suficiente para cobrir um ambiente de até 15 metros quadrados. Com um corpo compacto de 92 cm de comprimento e 6,3 cm de altura, o periférico cabe em qualquer ambiente.

Seu subwoofer de 6,5″ e 60 W de potência, equipado com dois drivers do tipo racetrack de 45 × 100 mm, se conecta à soundbar sem fios via Bluetooth 5.3, o que facilita o processo de instalação. Ele reproduz graves profundos e agudos claros, para uma experiência de som em 2.1 canais interessante ao acompanhar a Copa do Mundo FIFA 2026.

Esta soundbar possui uma porta HDMI com suporte a ARC, facilitando a conexão com TVs e outros aparelhos. Além disso, suporta tensões de 100 a 240 V e possui os modos Cine, Music e News, oferecendo experiências adaptadas ao tipo de conteúdo em execução no momento. O suporte a Bluetooth permite parear o acessório a diversos outros gadgets, como smartphones e tablets, sem complicação.

A Soundbar JBL SB180 sai por R$ 890 em até 12x sem juros na Amazon, um abatimento de 39% sobre o valor de lançamento de um periférico indicado para quem deseja acompanhar aos jogos da Copa do Mundo FIFA 2026 e ter uma experiência sonora acima da média.

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Copa do Mundo 2026: soundbar JBL SB180 sai com 39% OFF em até 12x na Amazon

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Huawei FreeBuds 6 tem desconto generoso de 69% em até 12x de R$ 50,87 na Amazon

R$ 1.999,0069% OFF

Prós
  • Cancela ruídos do ambiente (ANC)
  • Resistente contra água e poeira
  • Bateria para até 36 horas
Contras
  • Conexão multiponto limitada a 2 dispositivos
Cupom Parcelado
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O Huawei FreeBuds 6 está saindo por apenas R$ 609,89 em até 12x sem juros aplicando o cupom POUPE15 na Amazon. E a oferta representa um desconto de 69% em relação ao preço original de R$ 1.999. Na ficha técnica dos fones, se destacam o cancelamento ativo de ruídos e a bateria de longa duração.

Huawei FreeBuds 6 é fone com ANC e bateria até 36 horas

Huawei FreeBuds 6 (Foto: Divulgação)
Huawei FreeBuds 6 (Foto: Divulgação)

Segundo a Huawei, com apenas uma recarga a bateria dos fones deve suportar até 36 horas de reprodução de músicas, quando somadas as autonomias de cada fone à da case. Para chamadas de áudio, esse número diminui um pouco, chegando até 19 horas. Mesmo assim, o fato praticidade graças à autonomia chama bastante a atenção.

Já em relação à imersão sonora, o maior destaque fica por conta do cancelamento de ruído ativo (ANC), que isola o usuário de ruídos externos que atrapalhem a concentração. Seja no deslocamento em lugares barulhentos ou até fazendo suas tarefas em cafés, por exemplo, tanto a experiência de áudio quanto o conforto são aprimorados.

Huawei FreeBuds 6 (imagem: Divulgação)
Huawei FreeBuds 6 (imagem: Divulgação)

Pensando no deslocamento em dias de chuva, inclusive, a durabilidade é outro ponto positivo do FreeBuds 6 graças à proteção IP54. Graças à essa certificação, os fones garantem resistência contra poeira (até certo ponto) e, principalmente, respingos de água.

Os fones são compatíveis com dispositivos Android, iOS e também Windows, via conectividade Bluetooth 5.2. Por fim, também chamam a atenção alguns recursos especiais, como a possibilidade de atender ou recusar chamadas com um movimento de cabeça.

Lembrando que, com o cupom POUPE15, o Huawei Free Buds 6 sai por apenas doze parcelas de R$ 50,87 na Amazon.

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Huawei FreeBuds 6 tem desconto generoso de 69% em até 12x de R$ 50,87 na Amazon

Huawei FreeBuds 6 (imagem: Divulgação)
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Galaxy Watch 8 (44 mm) cai 44% e tem menor preço do ano no Mercado Livre


Prós
  • Tela Super AMOLED com brilho de 3.000 nits
  • Integração com Galaxy AI e Gemini
  • Sensores de saúde aprimorados com recomendações
  • Construção com Cristal de Safira
  • Certificação IP68
Contras
  • Autonomia reduzida com GPS ativo
  • Não oferece conectividade LTE
PIX
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O Galaxy Watch 8 está com um desconto inédito de 44% pela versão Bluetooth de 44 mm no Mercado Livre. O relógio inteligente da Samsung custa R$ 1.799 no Pix, valor considerado o mais barato do ano, segundo a plataforma de monitoramento Zoom.

Galaxy Watch 8 traz tela Super AMOLED e integração de IA

Galaxy Watch 8 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy Watch 8 possui design circular arredondado (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartwatch conta com a integração tanto do Galaxy AI como do Google Gemini. Na prática, a inteligência artificial está presente na forma de assistente virtual para auxiliar em tarefas e também para fornecer métricas importantes sobre a saúde do usuário no dia a dia.

O sensor BioActive 2 tem a capacidade de realizar o monitoramento da frequência cardíaca, pressão arterial, SpO2, ECG e pela primeira vez medir os índices de antioxidantes; a depender do resultado, até recomenda refeições mais saudáveis.

O Galaxy Watch 8 em oferta apresenta uma caixa de 44 mm feita por alumínio Armor 2 e um design quadrado de cantos arredondados. A tela Super AMOLED mede 1,47 polegadas e conta com a proteção do vidro Cristal de Safira para oferecer maior resistência contra arranhões. Além disso, tem brilho intenso de até 3.000 nits.

Internamente, o processador Exynos W1000 (3 nm) junto a 2 GB de RAM fornece um desempenho sólido para a navegação entre os aplicativos; ainda traz armazenamento interno de 32 GB. A bateria de 425 mAh oferece suporte a carregamento rápido sem fio de 10 W.

O relógio inclui certificação IP68 e a militar MIL-STD-810H, assegurando uma resistência avançada. No mais, oferece suporte a GPS de dupla frequência (L1 + L5) que concede maior precisão a localização, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação.

O Galaxy Watch 8 BT (44 mm) sai por R$ 1.799 no Pix, o melhor preço do ano em oferta no Mercado Livre.

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Galaxy Watch 8 (44 mm) cai 44% e tem menor preço do ano no Mercado Livre

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Galaxy Watch 8 BT tem oferta inédita com pagamento no Pix no Mercado Livre. Smartwatch da Samsung traz tela Super AMOLED, certificação IP68 e integração de IA

Galaxy Watch 8 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Bluetooth SIG: conheça o grupo que supervisiona o padrão Bluetooth

Imagem mostra um padrão repetitivo de logos brancos do Bluetooth dispostos diagonalmente sobre um fundo roxo. Os logos são estilizados com formas geométricas angulares. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Saiba como o Bluetooth SIG atua na padronização da tecnologia de comunicação sem fio (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Bluetooth Special Interest Group (SIG) é a associação sem fins lucrativos que coordena a evolução técnica do padrão Bluetooth. A entidade gerencia o licenciamento da marca e estabelece as especificações que permitem a comunicação entre aparelhos.

O grupo é essencial para garantir a interoperabilidade entre bilhões de dispositivos de fabricantes distintos. Ao definir normas globais, o grupo sustenta o ecossistema da conectividade moderna, de smartphones a sensores de Internet das Coisas (IoT).

A certificação Bluetooth é obrigatória para qualquer produto que deseje usar legalmente o nome e o logotipo da tecnologia. Por meio de testes rigorosos, a associação assegura que o hardware respeite padrões globais de rádio e mantenha alta segurança.

A seguir, conheça mais sobre o Bluetooth SIG, sua história e empresas participantes. Também saiba como funciona o programa de certificação do grupo.

O que é Bluetooth SIG?

O Bluetooth Special Interest Group (SIG) é uma associação sem fins lucrativos que supervisiona a evolução técnica, o licenciamento de patentes e a padronização das normas Bluetooth. Ela garante a interoperabilidade entre dispositivos por meio de certificações rigorosas, além de gerenciar e proteger a marca.

Para que serve o Bluetooth SIG?

O Bluetooth SIG define e atualiza o Bluetooth Core Specification, estabelecendo padrões técnicos que permitem a comunicação padronizada e segura entre os aparelhos. A entidade também protege a marca, garantindo que o nome e logotipo sejam usados apenas em produtos que passem por testes rigorosos de conformidade.

Além de gerenciar o licenciamento do Bluetooth, a organização coordena grupos de empresas para inovar em novos recursos e expandir a interoperabilidade entre diferentes fabricantes. Esse processo de certificação de produto assegura que dispositivos de marcas distintas funcionem em harmonia, mantendo a integridade do ecossistema sem fio.

O que é Bluetooth Low Energy? (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Bluetooth SIG define os padrões que devem ser usados pelos os dispositivos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a história do Bluetooth SIG?

O Bluetooth SIG surgiu em 1998 por meio da parceria entre gigantes como Ericsson e Intel para unificar padrões de rádio. Essa união visava eliminar a dependência de cabos, criando uma linguagem universal de curto alcance para dispositivos móveis.

A associação teve um amplo crescimento e saiu de 5 membros fundadores para cerca de 400 empresas no primeiro ano, evidenciando o enorme interesse da indústria. O marco comercial ocorreu em 2000, quando o Ericsson T39 foi anunciado como o primeiro celular com a tecnologia.

A gestão do Bluetooth SIG evoluiu de uma “força-tarefa voluntária” para uma estrutura profissional e centralizada, estabelecendo a sede em Kirkland, Washington (EUA). Esse corpo técnico assegura até hoje a interoperabilidade rigorosa e a proteção da marca por meio de certificações obrigatórias.

Atualmente, com mais de 40 mil empresas associadas, o grupo lidera inovações em Internet das Coisas (IoT) e áudio de baixa energia (LE Audio). A inclusão de gigantes como Apple e Google no conselho garante que o Bluetooth permaneça como pilar da conectividade moderna.

imagem do celular Ericcson T39 com o fone de ouvido bluetooth
Ericsson T39 foi o primeiro celular com Bluetooth a ser lançado no mercado com a certificação do Bluetooth SIG (imagem: Reprodução/Vooner)

Quem criou o Bluetooth SIG?

O Bluetooth SIG foi fundado em maio de 1998 por cinco empresas promotoras: Ericsson, Intel, Nokia, Toshiba e IBM. No entanto, a base técnica surgiu em 1994 com Jaap Haartsen e Sven Mattisson, engenheiros da Ericsson que desenvolveram a tecnologia de conectividade de curto alcance.

Quem faz parte do Bluetooth SIG?

A organização Bluetooth SIG reúne mais de 40 mil empresas, divididas entre membros Adotantes, Associados e Promotores. Quem controla o Bluetooth SIG é o conselho de Promotores, que inclui gigantes como Apple, Google, Intel e Ericsson, liderando o desenvolvimento técnico e estratégico do padrão.

Enquanto Associados influenciam especificações em grupos de trabalho e acessam rascunhos antecipadamente, Adotantes focam na implementação e licenciamento da tecnologia. Essa estrutura hierárquica assegura a interoperabilidade e a evolução contínua do padrão de comunicação sem fio entre dispositivos de diferentes fabricantes.

Quanto custa se tornar membro do Bluetooth SIG?

A adesão ao Bluetooth SIG exige o registro como membro e o pagamento de taxas de licenciamento que variam entre US$ 8 mil e US$ 12 mil, dependendo do nível da empresa. Esse investimento garante a interoperabilidade do dispositivo e o direito legal de usar as marcas registradas da tecnologia no mercado.

O que é Bluetooth? (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Empresas fabricantes de diferentes setores da tecnologia são membros do Bluetooth SIG (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como funciona o programa de certificação do Bluetooth SIG?

O programa do Bluetooth SIG garante a conformidade técnica e concede o direito legal de uso da marca mundialmente. No Brasil, a certificação Bluetooth internacional é um pré-requisito essencial para o processo de homologação obrigatória feito pela Anatel.

O fluxo começa com a filiação da fabricante à organização e o registro do produto no portal oficial mediante o pagamento de taxas. Após o cadastro, laboratórios credenciados realizam testes rigorosos de radiofrequência e protocolos de comunicação para garantir a total interoperabilidade do hardware.

A submissão exige o envio de relatórios técnicos para auditoria e aprovação final dos especialistas do conselho SIG. Uma vez validado, o dispositivo recebe o QDID, identificador que atesta que o design respeita os padrões globais de rádio.

Produtos que usam módulos pré-certificados seguem um processo simplificado, muitas vezes concluído em apenas 24 horas. Já implementações personalizadas demandam testes completos, estendendo o cronograma de desenvolvimento para até 8 semanas.

Lista de dispositivos que recebem certificação do bluetooth sig
Acessórios de smarthome, chipsets, dispositivos de IoT, dispositivos móveis, sistemas automativos e de saúde devem ter o QDID do Bluetooth SIG (imagem: Reprodução/Bluetooth SIG)

Qual é a diferença entre Bluetooth SIG e Bluetooth LE?

Bluetooth SIG é uma organização que supervisiona o desenvolvimento das especificações técnicas, o licenciamento de marcas e a certificação de conformidade global. Ela funciona como um consórcio de empresas que assegura a interoperabilidade entre dispositivos de diferentes fabricantes por meio de normas rigorosas.

Bluetooth LE (Low Energy) é uma variante do protocolo de curto alcance projetado para operar com baixo consumo de energia em comunicações. Diferente do Bluetooth Classic, ele é otimizado para dispositivos de IoT e vestíveis que transmitem pequenos pacotes de dados intermitentemente.

Qual é a diferença entre Bluetooth SIG e Wi-Fi Alliance?

Bluetooth SIG é uma organização sem fins lucrativos que detém a marca e define as especificações técnicas do Bluetooth, gerenciando o licenciamento e os processos de qualificação. Diferente de outros órgãos, ele não apenas certifica, mas desenvolve diretamente o padrão para garantir a conexão entre dispositivos de diferentes marcas.

Wi-Fi Alliance é uma associação global que certifica a interoperabilidade de dispositivos baseados nos padrões IEEE 802.11, garantindo que operem corretamente entre si. Seu foco é a conformidade rigorosa e o fortalecimento da marca Wi-Fi no mercado, impulsionando a adoção de novas gerações como o Wi-Fi 7.

Bluetooth SIG: conheça o grupo que supervisiona o padrão Bluetooth

Bluetooth (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que é Bluetooth Low Energy? (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que é Bluetooth? (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Soundbar JBL SB180 tem 42% OFF na melhor oferta registrada

R$ 1.469,0042% OFF

Prós
  • Potência de 110 W RMS para sala de estar
  • Subwoofer sem fio de 60 W e 6,5″
  • Conectividade Bluetooth 5.3 para versatilidade
  • 3 Modos de som disponíveis
Contras
  • Sem Dolby Atmos
  • Número de entradas físicas limitado
PIX
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Para quem está de olho a hora é agora: a Soundbar JBL SB180 está saindo por R$ 849 no Pix. A oferta no Mercado Livre concede 42% de desconto e de quebra, a melhor já encontrada pelo time de Achados. Encontrada atualmente por R$ 1.469 na loja oficial, tem potência de 110 W para amplificar a experiência sonora.

JBL SB180 possui subwoofer sem fio e conexão HDMI ARC

Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)

Essa Soundbar da JBL entrega uma potência de 110 Watts RMS ao longo dos seus 92 cm de largura e 6,3 cm de altura. O subwoofer sem fio de 6,5″ e 60 W de potência promete proporcionar graves profundos, digno de uma experiência sonora vista em cinemas. Além disso, utiliza dois drivers do tipo racetrack de 45×100 mm para reproduzir médios e agudos com clareza.

Projetada com 92 cm de largura e 6,3 cm de altura, não necessita de cabos para ser conectada, possibilitando maior comodidade para instalação e um visual clean. A conectividade de Bluetooth 5.3 garante conexões estáveis e sem atrasos perceptíveis das músicas. A Soundbar também inclui HDMI ARC, facilitando a conexão com a TV.

O equipamento conta com modos Cine, Music e News, entregando versatilidade e uma experiência adaptada conforme o conteúdo. O guia do Tecnoblog destrincha tudo o que é necessário saber antes de adquirir uma e ajuda a entender que o modelo SB180 da JBL cobre sem dificuldades ambientes maiores que 15 m².

A Soundbar JBL SB180 suporta tensões de 100 V até 240 V e você pode levar por R$ 849 no Pix em oferta no Mercado Livre. Aproveite a oportunidade, haja vista com a Copa do Mundo 2026 batendo na porta para obter uma experiência sonora verdadeiramente de estádio de futebol.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Soundbar JBL SB180 tem 42% OFF na melhor oferta registrada

Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
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Motorola prepara chegada do Moto Tag 2 ao Brasil

Moto Tag 2 da Motorola na cor Pantone Arabesque (imagem: divulgação/Motorola)
Resumo
  • O Moto Tag 2, com código XT2561-1, foi homologado pela Anatel em 12 de fevereiro e mantém o design anterior com novas cores e mais recursos, incluindo Bluetooth 6.0 e UWB.
  • O rastreador é compatível com a rede de localização do Google e possui proteção IP68, superior à do modelo anterior.
  • O lançamento no Brasil está previsto para 10 de março, com preço de 39 euros, aproximadamente R$ 240.

Começo de ano movimentado para a Motorola. A empresa de Chicago agora prepara a chegada da nova geração do Moto Tag ao mercado brasileiro, depois de certificar vários smartphones e até um fone de ouvido. O rastreador digital Moto Tag 2 (código de modelo XT2561-1) foi homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações em 12 de fevereiro, segundo documentos obtidos pelo Tecnoblog.

O rastreador mantém o design já conhecido, mas vem em duas novas cores da Pantone (Arabesque, um laranja, e Laurel Oak, um cinza esverdeado) e com mais recursos: agora ele utiliza Bluetooth 6.0 com Channel Sounding, que permite localização mais precisa. O aparelho também possui UWB, que aumenta a precisão de localização, similar ao oferecido pelos rivais AirTag (Apple) e Galaxy SmartTag (Samsung).

Certificado de homologação da Moto Tag 2 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Moto Tag 2 segue compatível com a rede de localização do Google, disponível pela ferramenta Encontre Meu Dispositivo. Uma melhoria em relação ao modelo anterior é o grau de proteção contra água, que passou de IP67 para IP68, indicando uma resistência maior à submersão.

O acessório foi anunciado no início de janeiro, durante a feira CES 2026, e é vendido por 39 euros, pouco menos de R$ 240 em conversão direta. Para comparação, o modelo atual é comercializado por R$ 299 no site da Motorola ou ao redor de R$ 250 à vista em outros varejistas.

O produto deve ser lançado em 10 de março, junto do Motorola Signature e outros acessórios, como o Moto Sound Flow, que também possui UWB e está homologado pela Anatel.

Galaxy SmartTag 2 é o principal concorrente no mundo Android (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola prepara chegada do Moto Tag 2 ao Brasil

Moto Tag 2 da Motorola (imagem: divulgação/Motorola Mobility)

Certificado de homologação da Moto Tag 2 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Galaxy SmartTag 2 (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)
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Galaxy Buds Core recebe 33% de desconto em oferta na Amazon

R$ 349,0033% OFF

Prós
  • Cancelamento ativo de ruído (ANC)
  • Bateria para até 35 horas de áudio
  • Proteção IP54 contra água e poeira
  • Design ergonômico
  • Bluetooth 5.4
Contras
  • Não possui áudio 360
  • Sem suporte a assistente Bixby
Parcelado
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Em busca de um fone de ouvido que entregue custo-benefício? O Galaxy Buds Core está à venda por R$ 234 em até 6x sem juros na Amazon. A oferta concede uma economia de 33% no preço final comparado ao de lançamento de R$ 349.

Galaxy Buds Core tem Bluetooth 5.4 e Cancelamento de Ruído

Uma mão segura um estojo de fones de ouvido sem fio de cor branca, que está aberto e revela dois fones também brancos. O logotipo "tecnoblog" está no canto inferior direito, em branco.
Samsung Galaxy Buds Core (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Cancelamento Ativo de Ruído (ANC) utiliza os seis microfones integrados para anular sons externos indesejados no dia a dia. O recurso para isolamento acústico se mostra útil em transportes coletivos, para reuniões em locais públicos ou locais com som alto, como academias.

A versão do Bluetooth 5.4 entrega estabilidade de conexão, baixa latência e ainda oferece eficiência energética. Além disso, os fones de ouvido intra-auriculares utilizam os codecs AAC, SBC e Scalable Codec da Samsung que proporcionam boa reprodução de som.

O Galaxy Buds Core também tem como destaque os as funcionalidades inteligentes do Galaxy AI. Entre elas, a possibilidade de utilizar o Intérprete em Tempo Real. A função permite o diálogo entre usuários falantes de idiomas diferentes por meio da inteligência artificial que capta a voz e reproduz o áudio no idioma desejado.

Imagem mostra Galaxy Buds Core nas cores preto e branco fora dos cases.
Galaxy Buds Core foi lançado nas cores preto e branco (imagem: divulgação/Samsung)

Para quem busca autonomia prolongada, os fones sem fio da Samsung entregam. De acordo com a empresa, a bateria entrega um tempo de uso máximo de 35 horas. Só que com a função ANC ativada, o período cai para 20 horas. O carregamento ocorre via porta USB-C no estojo.

O wearable foca em ergonomia ao apresentar um design com ponteiras de borracha (e tamanhos diferentes inclusos na caixa), abas de silicone para melhor fixação e um peso leve com apenas 5,3 gramas cada um. Por fim, a certificação IP54 entrega proteção contra poeira e respingos d’água.

Você pode garantir o Galaxy Buds Core com 33% de desconto, por R$ 234 em até 6x sem juros em oferta na Amazon.

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Galaxy Buds Core recebe 33% de desconto em oferta na Amazon

Samsung Galaxy Buds Core (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Buds Core (imagem: divulgação/Samsung)
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Google Pixel sofre bug no Wi-Fi e Bluetooth após atualização

Smartphone Google Pixel 10 na cor cinza prateada em fundo escuro, exibindo a parte traseira do aparelho com o módulo de câmera oval e a letra G do Google, ao lado dos textos "Google" e "Pixel 10"
Google Pixel 10 está entre os modelos afetados (imagem: divulgação)
Resumo
  • A atualização de janeiro de 2026 para o Google Pixel causou falhas de Wi-Fi e Bluetooth.
  • Google orienta usuários a contatar o suporte técnico, mas ainda não há correção oficial.
  • Tentativas comuns de solução não resolvem o problema, mas um usuário conseguiu resolver reinstalando manualmente a mesma versão.

Usuários relatam que a atualização de janeiro de 2026 para a linha Google Pixel está causando problemas de Wi-Fi e Bluetooth em diversos aparelhos. Os relatos começaram a surgir nos últimos dias em fóruns oficiais do Google e no Reddit, e citam modelos como Pixel 8 Pro, Pixel 10 e Pixel 10 Pro XL.

O update foi lançado na semana passada, sem indicações de problemas. No entanto, relatos de que o Wi-Fi parou de funcionar, sem buscar redes disponíveis, começaram a se acumular. Outros usuários apontam que o Bluetooth se recusa a ligar. Há ainda casos isolados envolvendo problemas com a câmera.

Google orienta contato com o suporte

Até o momento, não existe uma correção oficial para os problemas relatados. O Google não se pronunciou publicamente sobre os casos. No Reddit, a empresa orientou usuários a entrar em contato com o suporte.

Tentativas comuns de solução, como reiniciar o aparelho, resetar as configurações de rede ou iniciar no modo de segurança, não resolvem a situação. Um usuário relatou que o problema persistiu mesmo após restauração de fábrica.

O 9to5Google cita, contudo, que um usuário conseguiu resolver o bug reinstalando manualmente a mesma versão do sistema por meio de comandos ADB.

Problema já afetou modelos antigos

Proprietários de Pixel 8 Pro já enfrentavam problemas semelhantes há meses, de acordo com publicações no Reddit. A situação parece ter se agravado com a atualização mais recente, atingindo também os modelos mais novos da linha.

A atualização anterior apresentou casos isolados de falhas com Wi-Fi e Bluetooth, mas o número de relatos aumentou consideravelmente nesta versão.

Vale lembrar que aparelhos da linha Pixel não são vendidos oficialmente no Brasil.

Google Pixel sofre bug no Wi-Fi e Bluetooth após atualização

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Soundbar JBL SB180 tem menor preço em meses com 37% OFF em oferta

R$ 1.469,0037% OFF

Prós
  • Potência de 110 W RMS para sala de estar
  • Subwoofer sem fio de 60 W e 6,5″
  • Conectividade Bluetooth 5.3 para versatilidade
  • 3 Modos de som disponíveis
Contras
  • Sem Dolby Atmos
  • Número de entradas físicas limitado
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

A Soundbar JBL SB180 está saindo por apenas R$ 920 no Pix no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 37% em relação ao preço atual de R$ 1.469 na loja oficial da JBL. A soundbar é uma boa opção para quem pretende receber amigos e família em casa para assistir à Copa do Mundo 2026, com potência de 110 W.

Soundbar JBL SB180 se destaca em potência e conectividade

Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)

A Soundbar JBL em oferta conta com uma potência de 110 Watts RMS, que segundo nosso guia de como comprar uma soundbar, é suficiente para cobrir ambientes até maiores que 15 m², como a sala de estar de uma casa, por exemplo.

Já o subwoofer sem fio com driver de 6,5 polegadas e 60 W de potência deve proporcionar graves profundos e potentes, ampliando a experiência sonora em filmes e músicas. Sua conexão sem fio elimina a necessidade de cabos extras, oferecendo mais liberdade para posicioná-lo onde preferir, sem comprometer a qualidade do áudio.

A JBL SB180 ainda oferece conectividade versátil, incluindo Bluetooth 5.3, permitindo a reprodução sem fio de músicas de smartphones, tablets e laptops. E possui entrada óptica e HDMI ARC, facilitando a conexão com sua TV e garantindo uma instalação simplificada e uma experiência de áudio sem complicações.

Por fim, o modelo de soundbar conta com três modos de som para oferecer experiências personalizadas conforme o conteúdo. E em promoção no Mercado Livre, o preço cai para R$ 920, sendo uma boa aquisição para somar à experiência com a TV de casa na Copa do Mundo 2026, especialmente se você pretende receber amigos ou família para assistir junto aos jogos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Soundbar JBL SB180 tem menor preço em meses com 37% OFF em oferta

Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
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Sony lança fones de ouvido com o peculiar design “open-ear”

Fones "open-ear" LinkBuds Clip
Fones “open-ear” LinkBuds Clip (imagem: reprodução/Sony)
Resumo
  • Fones LinkBuds Clip da Sony possuem design “open-ear”, em formato de ‘C’, padrão que vem ganhando força na indústria;
  • Novos fones oferecem até 9 horas de autonomia, três modos de reprodução sonora e conectividade Bluetooth 5.3;
  • Disponíveis em várias cores, os fones têm preço sugerido de US$ 229,99 nos EUA.

Você já ouviu falar de fones de ouvido abertos, ou fones open-ear? O conceito não é novo, mas vem ganhando força nos últimos anos. Um sinal recente vem de um lançamento da Sony: os fones LinkBuds Clip, que se destacam pelo design inusitado e pelas cores pouco convencionais.

Como o próprio nome indica, os fones LinkBuds Clip têm formato de clipe, ou de ‘C’. Para serem usados, eles devem ser fixados à lateral das orelhas em vez de serem posicionados dentro delas, como nos fones intra-auriculares comuns.

Entre as vantagens dessa abordagem está o conforto maior, afinal, o usuário não fica com o canal auditivo “tampado”. Além disso, o formato de clipe tende a causar menos incômodo em relação a fones auriculares ou intra-auriculares, especialmente durante o uso por tempo prolongado.

Para facilitar a fixação dos fones por usuários que têm orelhas pequenas, a Sony incluiu na linha LinkBuds Clip uma pequena almofada de silicone opcional no arco de cada fone que facilita os ajustes.

O módulo que fica na parte interna da orelha contém o alto-falante em si. Já o módulo que fica atrás da orelha abriga a bateria do fone. Sobre esse aspecto, a Sony fala em autonomia de até 9 horas de reprodução (uma hora a mais em relação à geração anterior), ou de até 37 horas considerando a capacidade de recarga oriunda do estojo dos fones.

O que mais os fones LinkBuds Clip oferecem?

No aspecto sonoro, os fones LinkBuds Clip oferecem três modos principais de reprodução: um geral, outro que reforça vozes, e um terceiro que reduz vazamentos de som, o que pode ser útil para evitar que uma pessoa ao seu lado ouça o que você está ouvindo.

A conectividade é feita via Bluetooth 5.3, havendo suporte para os codecs Bluetooth SBC e AAC (mas não para o codec LC3).

Sobre as cores, há a tradicional opção em preto ou, para quem preferir algo diferente, opções em verde claro, lavanda e bege.

Fones LinkBuds Clip na cor lavanda
Fones LinkBuds Clip na cor lavanda (imagem: reprodução/Sony)

Em tempo, vale destacar que o conceito de fones open-ear foi introduzido na Sony em 2022, quando os primeiros modelos LinkBuds foram lançados. Outras marcas também já exploram a ideia, a exemplo da Bose com os fones Ultra Open Earbuds e da Huawei com os fones FreeClip.

Nos Estados Unidos, os fones LinkBuds Clip estão à venda com preço sugerido de US$ 229,99 (R$ 1.225, na conversão direta). Não há informação sobre lançamento oficial no Brasil.

Sony lança fones de ouvido com o peculiar design “open-ear”

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Novos fones de ouvido "abertos" da Sony possuem formato de clipe para maior conforto. Novidade promete até 9 horas de autonomia e suporta Bluetooth 5.3.

Fones "open-ear" LinkBuds Clip (imagem: reprodução/Sony)
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Anatel e Receita apreendem quase meio milhão de produtos em Santa Catarina

Galpão de armazenamento com dezenas de caixas e fardos envoltos em plástico, empilhados sobre pallets. Três homens, de costas, usam camisetas pretas com a inscrição “Fiscalização Federal Anatel” e observam a carga. Em primeiro plano, caixas menores numeradas; ao fundo, volumes maiores organizados em fileiras, indicando apreensão de mercadorias.
Volume apreendido é o maior desde o início de parceria entre Anatel e Receita (imagem: divulgação)
Resumo
  • Anatel e Receita apreenderam 473.500 itens irregulares no Porto de Imbituba, divididos em dois contêineres.
  • Operação é a maior apreensão de produtos não homologados desde o início da parceria entre Anatel e Receita.
  • Ações visam garantir segurança das redes e impedir entrada de produtos não conformes no mercado.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Receita Federal apreenderam 473.500 itens irregulares no Porto de Imbituba, em Santa Catarina. Entre os produtos, estavam fones de ouvido, carregadores de celular, caixas de som e projetores Bluetooth.

Os equipamentos estavam distribuídos em dois contêineres. No primeiro, eram 130 mil unidades de 16 modelos distintos. No segundo, quase 350 mil de 10 modelos. Eles foram retidos no recinto alfandegário do porto.

Maior operação da história da parceria

Logotipo da Anatel com cidade no fundo
Anatel diz que ação visa garantir segurança do consumidor (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo a agência, a operação divulgada nesta quarta-feira (17/12) é a maior apreensão de produtos não homologados já registrada desde o início da parceria entre os dois órgãos. A inspeção foi solicitada por auditores da Receita e conduzida pela equipe de fiscalização da Anatel/SC.

A operação faz parte do Plano de Ação de Combate à Pirataria da Anatel. De acordo com as autoridades, já foram apreendidos, no total, aproximadamente 9 milhões de equipamentos em diversas fiscalizações.

Edson de Holanda, conselheiro da Anatel, ressalta a escolha pela fiscalização nos portos, onde as apreensões são mais expressivas. “Isso ocorre porque os volumes envolvidos são significativamente maiores, o que permite ações de fiscalização com alto impacto”, explica.

“Temos conseguido barrar cargas irregulares ainda na entrada do país, impedindo que produtos não conformes cheguem ao mercado nacional e gerem riscos ao consumidor, à concorrência leal e à arrecadação”, completa Holanda.

Anatel diz que combate à pirataria é questão de segurança

Em comunicado, a agência afirma que ações desse tipo visam “garantir a segurança das redes, proteger a integridade do ecossistema de telecomunicações e, principalmente, assegurar que apenas equipamentos devidamente homologados sejam disponibilizados ao consumidor brasileiro”.

Gesiléa Fonseca Teles, superintendente de fiscalização da Anatel, enfatiza que produtos como fones de ouvido e carregadores piratas representam riscos de choques elétricos e explosões, podendo expor até mesmo crianças e adolescentes.

Com informações da Anatel

Anatel e Receita apreendem quase meio milhão de produtos em Santa Catarina

Anatel exigirá 4G para homologar equipamentos móveis (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Galaxy Buds Core tem 39% OFF após sucesso na Black Friday


Prós
  • Cancelamento ativo de ruído (ANC)
  • Bateria para até 35 horas de áudio
  • Proteção IP54 contra água e poeira
  • Design ergonômico com ponteiras de diferentes tamanhos
  • Bluetooth 5.4
Contras
  • Não possui áudio 360
  • Sem suporte a assistente Bixby
PIX Cupom
R$ 70 OFF NA PáGINA R$ 214,05  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Buds Core está saindo por apenas R$ 214 no Pix aplicando o cupom de R$ 70 OFF que aparece na página da Amazon. O fone da Samsung foi um dos sucessos da Black Friday 2025 no Achados do TB, custando pouco menos de R$ 200 na ocasião. E a oferta atual, apesar de ser não histórica, traz um bom desconto de 39%.

Na ficha técnica dos fones, a presença do cancelamento de ruído ativo e a conexão Bluetooth mais moderna são destaques.

Galaxy Buds Core tem ANC e Bluetooth 5.4

Uma mão segura um estojo de fones de ouvido sem fio de cor branca, que está aberto e revela dois fones também brancos. O logotipo "tecnoblog" está no canto inferior direito, em branco.
Samsung Galaxy Buds Core (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy Buds Core é um modelo de fones de ouvido sem fio que se destaca pelo cancelamento ativo de ruído (ANC) e a conectividade Bluetooth v5.4. O ANC proporciona uma experiência sonora imersiva, bloqueando sons indesejados e permitindo que você se concentre totalmente na música ou chamadas.

A versão mais recente do Bluetooth, por sua vez, garante conexões rápidas e estáveis, aumentando a qualidade da transmissão sem interferências. O design dos fones da Samsung também é compacto e leve, com cada fone pesando apenas 5,3 gramas, o que contribui para um conforto prolongado.

O case de carregamento tem capacidade para até 20 horas de reprodução com o ANC ativado e até 35 horas com ele desativado, oferecendo uma autonomia sólida para longas jornadas de uso. Lembrando que o Galaxy Buds Core em oferta sai por apenas R$ 214 no Pix, mas é necessário aplicar o cupom de R$ 70 que aparece na página.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Buds Core tem 39% OFF após sucesso na Black Friday

Samsung Galaxy Buds Core (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Aquário expande portfólio de caixas de som com linhas Hype e Space

Cinco jovens em poses de dança energética, vestindo roupas casuais, em um estúdio com iluminação de gradiente vibrante de laranja, rosa e azul. No centro da composição, há uma caixa de som portátil preta da marca Aquario, com luzes LED internas pulsando em tons de vermelho e rosa na grade frontal. A cena ilustra o uso da caixa de som em uma festa ou evento.
Aquário investe em sistemas de áudio portáteis com linhas Hype e Space (imagem: divulgação/Aquário)
Resumo
  • A Aquário lançou as linhas Hype e Space de caixas de som, focando em portabilidade e alta potência.
  • A linha Hype inclui modelos como HP-250 (250W), HP-480 (480W) e HP-900 (900W), com recursos como Bluetooth, rádio FM e função TWS.
  • A linha Space oferece modelos SP-550 (550W), SP-750 (750W) e SP-2200 (2200W), com design LED RGB e conectividade Bluetooth 5.2.

O mercado de áudio portátil cresceu nos últimos anos e, hoje, com a diversificação dos modelos, o consumidor busca soluções para momentos diferentes: caixas compactas, que vão bem no uso diário, e modelos maiores para momentos em casa e até alta potência para animar uma festa.

De olho nesses cenários, a Aquário, marca brasileira já consolidada no mercado de tecnologia, está expandindo sua presença no segmento de áudio com duas novas linhas de caixa de som, Hype e Space, projetadas para diferentes perfis de uso.

As linhas têm uma caixa de som para cada cenário, oferecendo desde modelos compactos focados em portabilidade, como a Hype 250, até soluções de alta potência para festas, como a Space 2200. A escolha entre elas depende da necessidade de potência e do tipo de evento.

Hype: portabilidade com recursos para festas

Três caixas de som de festa (party boxes) da marca Aquario em tamanhos diferentes, dispostas em um estúdio com iluminação de fundo em gradiente vibrante de azul, roxo e rosa. O modelo de caixa de som central e maior exibe um logo 'A' iluminado em branco neon no centro do woofer. O texto estilizado "HYPE" está sobreposto na imagem.
Hype foca em portabilidade e versatilidade para social e lazer (imagem: divulgação/Aquário)

A linha Hype, primeira a ser lançada pela marca, é focada na versatilidade para eventos sociais e lazer e, também, na facilidade de transporte. Todos os modelos da linha compartilham recursos pensados para o uso prático, como bateria recarregável, Bluetooth, rádio FM, iluminação LED e funções como equalizador, gravação de voz e prioridade para o microfone.

Hype 250 (HP-250)

O ponto de partida da família é a Hype 250, o modelo mais compacto e leve da linha, com 2,5 kg. Ela foi projetada com foco claro em portabilidade, trazendo uma alça fixa superior que facilita o transporte.

É a solução para ambientes menores ou reuniões em casa, mas já vem preparada para a função karaokê, incluindo uma entrada P10 para microfone. A caixa também tem conectividade via Bluetooth.

Especificações técnicas (HP-250):

  • Potência: 250W RMS
  • Woofer: 1x 8 polegadas
  • Tweeter: 1x 1.5 polegadas
  • Bateria: até 4h de duração (recarga em 3-4h)
  • Entradas: 1x P10 (microfone), USB, MicroSD, AUX
  • Função TWS: Sim (pareamento com outra HP-250)

Hype 480 (HP-480)

Subindo na família, a Hype 480 (HP-480) eleva a potência para 480W RMS e aumenta o impacto dos graves com um woofer de 12 polegadas.

Como é um modelo mais pesado (6,5 kg), o design já incorpora uma alça retrátil e rodas, facilitando o transporte. O grande diferencial deste modelo para eventos sociais é a conectividade: além do Bluetooth, ele amplia as entradas para dois microfones P10 e sua função TWS é flexível, permitindo o pareamento com o modelo superior, a HP-900.

Especificações técnicas (HP-480):

  • Potência: 480W RMS
  • Woofer: 1x 12 polegadas
  • Tweeter: 1x 1.5 polegadas
  • Bateria: até 4h de duração (recarda em 4-5h)
  • Entradas: 2x P10 (microfone), USB, MicroSD, AUX
  • Função TWS: Sim (pareamento com HP-480 ou HP-900)

Hype 900 (HP-900)

No topo da linha Hype está a Hype 900 (HP-900), um modelo projetado para festas maiores, entregando 900W RMS através de um woofer de 15 polegadas.

Mantendo o design com alça retrátil e rodas, seu principal diferencial está no painel de conexões, que é o mais completo: são três entradas P10, sendo duas para microfone e uma dedicada para guitarra.

Outro recurso notável é a inclusão de uma entrada de alimentação externa de 12Vdc, permitindo que a caixa seja ligada a uma bateria externa, por exemplo.

Especificações técnicas (HP-900):

  • Potência: 900W RMS
  • Woofer: 1x 15 polegadas
  • Tweeter: 1x 1.5 polegadas
  • Bateria: até 4h de duração (recarda em 5-6h)
  • Entradas: 3x P10 (2x microfone), USB, MicroSD, AUX
  • Função TWS: Sim (pareamento com HP-480 ou HP-900)

Linha Space traz potência e estilo para grandes eventos

Exibição de três caixas de som portáteis da marca Aquario com luzes LED. O conjunto é composto por dois modelos maiores e um modelo compacto, todos com a grade frontal em preto. As luzes circulares dos woofers estão acesas em um tom de azul neon. O fundo escuro possui uma faixa de luz colorida (rosa, roxo e azul) e a palavra "SPACE" estilizada no topo.
Linha Space traz estilo e potência pensados para festas e eventos (imagem: divulgação/Aquário)

A linha Space é a aposta mais recente da Aquário no segmento de áudio, com um portfólio focado em entregar alta potência e um design com iluminação LED RGB, incluindo efeitos strobe, pensados para festas e eventos. Lançada neste ano com a Space 750, a linha ganhou mais dois modelos em novembro, Space 550 e 2200.

Space 750 (SP-750)

A Space 750 (SP-750) entrega 750W RMS de potência, e seu áudio é construído com um sistema de woofer duplo de 8 polegadas e um tweeter de 1.5″.

O design já é voltado para eventos, incluindo alça retrátil e rodas para transporte, e o painel de conexões oferece entradas P10 para microfone e para guitarra.

Especificações técnicas:

  • Potência: 750W RMS
  • Woofer: 2x 8 polegadas
  • Tweeter: 1x 1.5 polegadas
  • Bateria: Até 3h de duração
  • Entradas: P10 (2x Mic, 1x Guitarra), USB, MicroSD, AUX
  • Função TWS: Sim (pareamento com outra SP-750)

Space 550 (SP-550)

Com os lançamentos de novembro, a Aquário ampliou a linha em duas direções. Para quem busca uma opção mais compacta dentro da série Space, a Space 550 (SP-550) oferece 550W de potência em um corpo mais leve, com 4,5 kg.

Seu som vem de um woofer de 8 polegadas e um tweeter de 1.5″, mantendo a iluminação RGB com strobe e a bateria de até 3 horas, e tem uma conexão P10, apenas para microfone.

Especificações Técnicas (SP-550):

  • Potência: 550W
  • Woofer: 1x 8 polegadas
  • Tweeter: 1x 1.5 polegadas
  • Bateria: Até 3h de duração
  • Entradas: 1x P10 (Microfone), USB, MicroSD, AUX
  • Função TWS: Sim (pareamento com SP-550 e outras da Aquário)

Space 2200 (SP-2200)

No outro extremo, o lançamento da Space 2200 (SP-2200) posiciona a marca no segmento de alta performance. É o modelo mais potente de todo o portfólio da Aquário, uma torre que entrega 2200 W. Para isso, ela utiliza dois woofers de 10 polegadas e um tweeter de 1.5″.

Este modelo também conta com as entradas P10 para microfone e guitarra e utiliza a versão mais recente do Bluetooth (5.2).

Especificações Técnicas (SP-2200):

  • Potência: 2200W
  • Woofer: 2x 10 polegadas
  • Tweeter: 1x 1.5 polegadas
  • Bateria: Recarga em 5–7h (duração não informada na ficha)
  • Entradas: 3x P10 (2x Mic, 1x Guitarra), USB, MicroSD, AUX
  • Bluetooth: 5.2
  • Função TWS: Sim (pareamento com SP-2200 e outras da Aquário)

Preço e disponibilidade

Caixa de som portátil da marca Aquario com rodas e alça de transporte, posicionada em um deck de madeira em uma área externa. O painel frontal da caixa de som está iluminado com luzes LED em cores vibrantes, com predominância de amarelo neon e magenta, formando um design retangular interno. Ao lado da caixa, há uma cadeira de vime com almofadas brancas.
Aquário disponibiliza aparelhos no próprio site (imagem: reprodução/Aquário)

As caixas de som das linhas Hype e Space já estão disponíveis nos canais de venda da empresa. No site oficial da marca, os preços promocionais são:

  • Hype 250 (HP-250): R$ 289,90
  • Hype 480 (HP-480): R$ 629,90
  • Hype 900 (HP-900): R$ 899,90
  • Space 550 (SP-550): R$ 629,90
  • Space 750 (SP-750): R$ 869,90
  • Space 2200 (SP-2200): R$ 1.490,00

O catálogo completo, com todas as especificações de cada modelo, está disponível na página oficial da Aquário.

Aquário expande portfólio de caixas de som com linhas Hype e Space

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Rival brasileiro do Flipper Zero arrecada mais de R$ 800 mil no Kickstarter

Alt text sugerido:

Mão segura um dispositivo eletrônico roxo, portátil, com tela colorida e botão circular tipo joystick. Na tela aparece a interface “WiFi Analyzer”, com gráficos em formato de picos multicoloridos e indicação de rede. A pessoa usa uma pulseira vermelha no pulso, e o fundo é um piso cinza desfocado, em ambiente interno.
High Boy é roxo e tem tamanho portátil (imagem: divulgação)
Resumo
  • O High Boy, criado por quatro estudantes brasileiros, arrecadou mais de R$ 800 mil no Kickstarter, superando em vinte vezes a meta inicial de US$ 7 mil.
  • O aparelho, inspirado no Flipper Zero, possui Wi-Fi integrado e é open source, com foco na comunidade latino-americana.
  • A Anatel pode apresentar desafios regulatórios, mas a High Code está preparando um setor jurídico para lidar com isso em 2026.

O High Boy é um aparelho para explorar (e hackear) diversas formas de conexão sem fio, como Wi-Fi e Bluetooth. Idealizado por quatro estudantes brasileiros, o produto tem inspiração no Flipper Zero, que ficou famoso por clonar NFC e RFID — e acabou proibido pela Anatel.

O aparelho está em fase de arrecadação na famosa plataforma Kickstarter. Até agora, ele tem feito sucesso, com mais de US$ 150 mil arrecadados (cerca de R$ 806 mil, em conversão direta). Isso representa um valor vinte vezes maior que a meta dos criadores, que era de US$ 7 mil (R$ 37 mil).

O grupo fundou a empresa High Code. Apesar de serem quatro brasileiros, a companhia tem sede em Montana, nos Estados Unidos, para viabilizar a logística internacional.

No Kickstarter, o aparelho é vendido com 25% de desconto e sai por US$ 120 (aproximadamente R$ 645). O prazo estimado para entrega é julho de 2026.

High Boy quer ser melhor que o Flipper Zero

Ainda que o aparelho laranjinha, que ficou famoso em 2022, seja a principal referência, o grupo brasileiro quer que o High Boy seja melhor que o Flipper Zero.

Dispositivo eletrônico branco e laranja Flipper Zero sobre mesa clara, cercado por ferramentas e componentes eletrônicos, como chaves de fenda, cabos coloridos, placas de circuito e um lápis. Na tela laranja aparece um desenho de golfinho, além do indicador de bateria “100%”. O nome “FLIPPER” está impresso na lateral, e há um cartão microSD parcialmente inserido.
Flipper Zero ficou conhecido como “Tamagotchi” hacker (imagem: divulgação)

Joje Mendes, da High Code, explica ao Tecnoblog que há três diferenças importantes entre os produtos. O primeiro item é o Wi-Fi integrado, que funciona tanto em 2,4 GHz quanto em 5 GHz — no Flipper Zero, isso depende de um módulo vendido separadamente.

Outro ponto é a comunidade, com foco no público latino-americano, especialmente brasileiro. “Mas abraçaremos todo mundo que quiser entrar na comunidade, não importa de onde”, diz Mendes. Para isso, o High Boy será open source.

Por fim, o grupo quer implementar a tecnologia LoRa, que tem longo alcance e é usada na Internet das Coisas, um recurso que o Flipper Zero não tem.

Mendes garante que não se trata de um produto projetado por outra empresa e apenas revendido, sendo a filosofia open source de hardware e software uma prova disso. “Publicamos todo o esquema elétrico da placa (PCBs) e código-fonte”, explica.

Na ficha de especificações técnicas, o High Boy lista NFC, RF sub-GHz, Bluetooth Low Energy (BLE), infravermelho e Wi-FI, além de entrada para cartões microSD e acessórios GPIO. E assim como o Flipper Zero, que usa um golfinho na interface, o aparelho brasileiro terá seu mascote: um polvo roxo chamado Octobit.

Dispositivo eletrônico roxo apoiado sobre superfície azul, cercado por placas de circuito verde. A tela exibe uma interface em preto e branco com ilustração de um polvo e o nome “OCTOBIT”, além de ícones e indicador de bateria “100%”. O aparelho tem botão direcional circular e um botão menor ao lado, com acabamento fosco e levemente gasto.
Octobit é o mascote da interface (imagem: divulgação)

E a Anatel?

O Flipper Zero caiu em desgraça com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Ela considerou que Flipper Zero poderia ser usado para fins ilícitos e facilitaria a ocorrência de crimes. O órgão regulatório barrou encomendas do produto, apreendeu cargas e mandou de volta aos remetentes. Além disso, a agência se recusou a certificar o aparelho.

E não foram só as autoridades brasileiras que se posicionaram contra o Flipper Zero. O Canadá baniu o aparelho, e a Amazon proibiu as vendas do aparelho.

Print do site do Flipper Zero. Informa que "infelizmente, nossos distribuidores ainda não enviam o Flipper Zero para o Brasil. Tente outros países".
Loja oficial informa que Flipper Zero não pode ser enviado para o Brasil (imagem: reprodução/Tecnoblog)

Mendes diz que há um setor jurídico trabalhando para lidar com essa parte regulatória no início de 2026 — até porque o foco da High Code é o mercado nacional.

“Nós vetamos e desincentivamos qualquer uso ilegal ou irregular do High Boy”, explica Mendes. “O nosso foco é na educação e na tecnologia open source.”

Rival brasileiro do Flipper Zero arrecada mais de R$ 800 mil no Kickstarter

Flipper Zero (Imagem: Reprodução / Flipper Zero)

Octobit é o mascote da interface (imagem: divulgação)

Loja oficial informa que Flipper Zero não pode ser enviado para o Brasil (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)
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QCY H3S aposta em até 102h de uso, Bluetooth 6.0 e cancelamento de ruído extremo

Close-up de estúdio dos fones de ouvido QCY H3S brancos/creme estilo over-ear, suspensos em um fundo cinza e azul claro, com iluminação suave. O foco está nos detalhes da concha auditiva e da alça, enfatizando a cor e o acabamento do fone.
QCY H3S chega ao Brasil (imagem: divulgação/QCY)
Resumo

A QCY está renovando sua linha de headphones com um modelo que chama a atenção. O novo QCY H3S chega ao mercado apostando alto em autonomia e isolamento, prometendo até 102 horas de bateria e um sistema de cancelamento de ruído capaz de reduzir sons externos em até 56 dB.

O fone também investe em qualidade sonora para o público exigente, trazendo um sistema de drivers duplos e suporte a áudio de alta resolução sem fio, posicionando-se como uma opção robusta tanto para entretenimento quanto para a produtividade diária.

Design e conexão

Design preza pelo uso prolongado (imagem: divulgação/QCY)

A construção do novo H3S prioriza a ergonomia para o uso prolongado. O modelo pesa apenas 240 gramas, uma marca leve para a categoria over-ear, e adota um design dobrável que facilita o transporte em mochilas ou bolsas.

A marca fugiu da tendência por controles touch e apostou em botões físicos, com teclas dedicadas para ajuste de volume, alternância de modos de cancelamento de ruído e um botão multifuncional para gerenciar a reprodução.

A estrutura foi desenhada para distribuir a pressão de forma uniforme na cabeça, visando evitar desconforto após horas de uso contínuo.

Por dentro, a atualização de hardware é marcada pela adoção do padrão Bluetooth 6.0. A nova versão do protocolo traz vantagens como:

  • Estabilidade de conexão: a nova versão busca garantir um sinal mais robusto, minimizando quedas ou picotes no áudio.
  • Baixa latência: o fone atinge uma latência de cerca de 60ms, essencial para manter a sincronia perfeita entre áudio e imagem em jogos e vídeos.  
  • Conexão multiponto: o recurso permite manter o fone pareado a dois dispositivos simultaneamente, facilitando a alternância entre o áudio de um notebook e uma chamada no celular sem esforço manual.

Ainda assim, para quem prefere uma conexão física, a QCY manteve a versatilidade com suporte para uso via cabo USB-C.

Áudio de alta resolução

etrato de close-up de uma jovem mulher com maquiagem marcante, usando fones de ouvido QCY H3S pretos estilo over-ear, sobre um fundo branco. Ela segura as laterais dos fones com as mãos, sugerindo imersão no áudio ou ajuste do dispositivo.
QCY H3S foca em qualidade de reprodução (imagem: reprodução/QCY)

Seguindo para a qualidade de som, a QCY implementou no H3S uma arquitetura interna que difere da maioria dos headphones da categoria. O modelo utiliza um sistema de drivers duplos em cada concha:

  • Uma unidade maior, de 40 mm, dedicada à reprodução de graves médios
  • Um tweeter separado de 13 mm focado exclusivamente nos agudos.

O objetivo da separação é entregar um som mais detalhado, já que ao dividir as tarefas o fone evita que um único componente fique sobrecarregado tentando reproduzir graves profundos e agudos cristalinos ao mesmo tempo.

Para garantir que o sinal de áudio chegue com qualidade aos drivers, o H3S conta com a certificação Hi-Res Audio Wireless e suporte ao codec LDAC. A tecnologia permite a transmissão de áudio via Bluetooth com uma taxa de bits superior aos codecs padrão, preservando mais detalhes da gravação original.

Além disso, a QCY trabalha com um algoritmo de som espacial 360º para criar uma experiência de áudio imersiva.

O controle da experiência é feito pelo app da QCY, em que é possível personalizar a equalização ou alternar entre modo de áudio otimizados para cenários específicos, como jogos, cinema ou música.

Cancelamento de ruído profundo

Jovem mulher sorrindo, usando fones de ouvido QCY H3S brancos em um ambiente externo e urbano, com carros brancos e motocicletas desfocados ao fundo. Ela toca o fone de ouvido direito, destacando o uso dos fones de ouvido com cancelamento de ruído (ANC) para focar em ambientes movimentados.
Cancelamento de ruído chega a 56 dB (imagem: divulgação/QCY)

Outro grande destaque do H3S é a capacidade de isolamento. A QCY equipou o modelo com um sistema de Cancelamento Ativo de Ruído (ANC) adaptativo que promete atenuar até 56 dB de sons externos, ou seja, pode bloquear desde o barulho constante de motores no trânsito até o burburinho de um escritório movimentado.

O usuário pode alternar entre cinco modos de cancelamento, ajustando o nível de silêncio conforme o ambiente, ou ativar o modo de transparência para conversar sem tirar os fones.

Microfones com IA

Microfones trazem IA para isolamento de voz e clareza (imagem: divulgação/QCY)

Para as chamadas, a aposta é na clareza da voz. O H3S utiliza um conjunto de sete microfones gerenciados por Inteligência Artificial e inclui três microfones dedicados exclusivamente a cortar o ruído do vento.

Trabalhando com um algoritmo de rede neural (DNN), o sistema isola a voz de quem fala, limpando interferências do ambiente para garantir que a comunicação flua bem mesmo em locais abertos.

Bateria

Vista de cima (flat lay) de uma mesa de madeira rústica, exibindo os fones de ouvido QCY H3S pretos ao lado de um prato com uma torrada com manteiga e temperos, um pastel ou doce, e um copo de chá gelado. A imagem sugere a durabilidade da bateria para uso casual e em cafés.
QCY garante mais de dois dias de uso com ANC ativado (imagem: divulgação/QCY)

A autonomia de energia acompanha as especificações robustas. Equipado com uma bateria de 750 mAh, o H3S promete até 102 horas de reprodução contínua com o cancelamento de ruído desligado.

Mesmo com o recurso ANC ativado, a duração estimada permanece alta, chegando a cerca de 58 horas de uso.

Quando a energia acaba, o sistema de carregamento rápido garante até 7 horas de reprodução após apenas 10 minutos na tomada.

Disponibilidade

O QCY H3S já pode ser adquirido no Brasil através das lojas oficiais da marca. O modelo está disponível no AliExpress e na Shopee.

QCY H3S aposta em até 102h de uso, Bluetooth 6.0 e cancelamento de ruído extremo

QCY H3S chega ao Brasil (imagem: divulgação/QCY)

Design preza pelo uso prolongado (imagem: divulgação/QCY)

QCY H3S foca em qualidade de reprodução (imagem: reprodução/QCY)

Cancelamento de ruído chega a 56 dB (imagem: divulgação/QCY)

Microfones trazem IA para isolamento de voz e clareza (imagem: divulgação/QCY)

QCY garante mais de dois dias de uso com ANC ativado (imagem: divulgação/QCY)
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O que é tag rastreador? Veja como funciona o dispositivo portátil de localização

Apple AirTag (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Saiba como os tags de localização podem ser um acessório bastante útil na sua rotina (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

O tag rastreador, também conhecido como tag de localização, é um pequeno gadget projetado para prevenir a perda de objetos. Ele ajuda no monitoramento e localização de itens pessoais, bagagens, veículos ou até mesmo pets.

O funcionamento de um tag se baseia na emissão de um sinal via Bluetooth ou GPS, captado por smartphones ou outros dispositivos conectados nas proximidades. Esses dados são enviados para um app específico no celular do usuário, mostrando a localização em tempo real ou a última posição geográfica.

As principais vantagens de usar o tag de localização são a facilidade e a rapidez para encontrar itens perdidos, proporcionando tranquilidade ao usuário. No entanto, a precisão do monitoramento e o alcance limitado pode ser uma eventual desvantagem do gadget.

A seguir, entenda o que são os tags rastreadores, seu funcionamento e como podem ser úteis no dia a dia. Também saiba os pontos fortes e fracos desse dispositivo de localização.

O que é tag rastreador?

Um tag de localização é um pequeno dispositivo que usa tecnologias de comunicação sem fio, como Bluetooth ou GPS, para transmitir a localização a um aplicativo ou rede de dispositivos. Ele permite que usuário rastreie e monitore a posição de itens anexados ao tag em um mapa disponível em um app dedicado.

Para que serve o tag rastreador?

O tag rastreador, como o AirTag da Apple ou o Android Tag, possibilita monitorar a localização de bens pessoais, auxiliando na recuperação de objetos perdidos. Ele permite que o usuário visualize a posição exata e em tempo real do item por meio de um aplicativo dedicado no celular.

Empresas também usam esses gadgets para rastrear frotas ou equipamentos alugados, fornecendo atualizações contínuas de localização. Essa função é essencial para detectar movimentos ou alterações de rota inesperadas, aumentando a segurança e a gestão de ativos.

Samsung Galaxy SmartTag (Imagem: Divulgação/Samsung)
Um tag localizador pode ajudar na recuperação de objetos extraviados, como malas de viagem (Imagem: Divulgação/Samsung)

Como funciona um tag rastreador

O tag rastreador funciona emitindo um sinal Bluetooth para estabelecer a comunicação com o aplicativo de localização instalado no celular do usuário. Se o item estiver a curta distância, o software permite acionar o tag para emitir um som, facilitando a localização imediata.

Caso o item esteja fora do alcance do Bluetooth, o tag de rastreamento usa a rede de dispositivos compatíveis próximos para indicar a localização. Os celulares de outros usuários, que também tenham o app de localização, captam o sinal de forma anônima e retransmitem os dados de localização para um servidor na nuvem.

Essa rede de localização, descentralizada e colaborativa, permite que o proprietário veja a última localização conhecida do tag em um mapa no aplicativo. O sistema funciona como uma ampla rede de rastreamento coletivo, aproveitando a densidade de dispositivos para cobrir grandes áreas.

Embora o Bluetooth seja o principal meio de comunicação, existem outras tecnologias que podem ser integradas aos tags. A rede UWB (Ultra-Wideband) e, em alguns casos, o sistema de posicionamento global (GPS), oferecem maior precisão e capacidade de rastreamento em distâncias maiores.

Apple AirTag (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Dispositivos como o AirTag da Apple permitem localizar os tags usando um app dedicado (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Tags de localização precisam de manutenção?

Sim, os rastreadores smart tag requerem uma manutenção periódica para um funcionamento contínuo e eficaz. Modelos de tags Bluetooth, por exemplo, necessitam de substituição de bateria a cada um ou dois anos para manter o dispositivo ativo e a conectividade.

Além disso, são necessários um reset e um novo emparelhamento caso o tag localizador mude de dono ou for removida da sua faixa de rede original. Manter o software do gadget ou aplicativo de localização atualizados também é essencial para garantir a transmissão dos dados eficiente e a precisão da localização.

Em quais casos usar um tag de rastreamento?

Um tag localizador pode ser empregado em diversas situações onde a segurança, recuperação de bens ou monitoramento de localização é crucial. Por exemplo:

  • Itens de alto valor: usados em bens caros, como notebooks, equipamentos fotográficos, instrumentos musicais ou bicicletas, para facilitar a recuperação rápida em caso de furto ou perda;
  • Itens de uso diário com risco de perda: fixada em objetos pequenos e fáceis de perder ou serem esquecidos, como chaves, carteiras, mochilas ou até mesmo controles remotos;
  • Malas de viagens e bagagens: ajuda a acompanhar a localização exata de malas despachadas, fornecendo tranquilidade ao viajante e agilizando a localização em caso de extravio pela companhia aérea;
  • Coleira de animais de estimação: monitoram a localização de cães e gatos em tempo real, fornecendo segurança aos tutores caso o pet fuja ou se perca;
  • Pessoas em situações de vulnerabilidade: utilizadas para rastrear crianças ou idosos com condições médicas (como Alzheimer), sempre com consentimento e transparência, garantindo a segurança e o cuidado do indivíduo;
  • Aplicações policiais e jurídicas: usada por autoridades para monitoramento eletrônico de indivíduos em regime de prisão domiciliar, fiança ou liberdade condicional, conforme as determinações legais;
  • Veículos, frotas e máquinas: empregados na logística e construção para rastrear veículos de entrega, caminhões ou equipamentos pesados, otimizando rotas e garantindo a segurança patrimonial;
  • Controle de estoque e suprimentos críticos: em ambientes hospitalares ou de logística especializada, ajudam a rastrear a localização de medicamentos, equipamentos ou suprimentos de alto valor e urgência;
  • Alertas de emergência e SOS: modelos mais avançados incluem um botão de emergência que, ao ser acionado, envia a localização em tempo real para contatos de confiança ou serviços de socorro.
Moto Tag (imagem: divulgação/Motorola)
Um tag pode ser fixado em bolsa ou chaveiros para facilitar a localização de itens pessoais (imagem: Divulgação/Motorola)

Quais são as vantagens de um tag rastreador?

Um tag de rastreamento oferece uma série de benefícios que vão além da simples localização, abrangendo segurança, conveniência e otimização de processos:

  • Localização de itens perdidos: permitem localizar rapidamente objetos extraviados, como chaves, mochilas, bolsas e carteiras, aumentando significativamente a conveniência e economizando tempo no cotidiano;
  • Segurança e recuperação: facilitam a recuperação de ativos de alto valor, incluindo veículos, bicicletas ou equipamentos de trabalho, em caso de roubo, e frequentemente emitem alertas de movimento ou remoção não autorizada;
  • Monitoramento de pessoas e pets: possibilitam o acompanhamento em tempo real de crianças, idosos ou animais de estimação, garantindo que permaneçam em áreas seguras ou enviando notificações imediatas se saírem de um perímetro predefinido;
  • Coleta de dados e análise de rotas logísticas: alguns modelos avançados registram dados de trajetória e histórico de localização, permitindo a análise de rotas e padrões de uso para otimizar caminhos ou identificar gargalos logísticos;
  • Gestão eficiente de ativos empresariais: otimizam a logística e a eficiência operacional de negócios ao fornecer a localização exata de frotas, ferramentas, mercadorias ou equipamentos em campo, melhorando o controle do inventário.

Quais são as desvantagens de um tag de localização?

Um tag localizador, embora úteis para encontrar objetos perdidos, apresentam certas desvantagens que devem ser consideradas:

  • Fragilidade ou perda: são pequenos e sujeitos a danos ou podem se soltar do item que rastreiam se não forem fixados corretamente, tornando o investimento em rastreamento inútil;
  • Preocupações com a privacidade: usuários podem sentir que seus movimentos estão sendo monitorados constantemente, o que é visto como uma invasão de privacidade significativa;
  • Risco de uso indevido (Stalking): a tecnologia de um rastreador smart tag pode ser usada para perseguição (stalking), assédio ou vigilância não autorizada de indivíduos, criando sérios problemas de segurança e éticos;
  • Vulnerabilidade dos dados: alguns rastreadores podem ter protocolos de segurança fracos, tornando potencialmente os dados de localização acessíveis a hackers ou terceiros mal-intencionados;
  • Alcance limitado e imprecisão: modelos baseados em Bluetooth têm um alcance restrito e deixam de ser rastreados se estiverem isolados, enquanto tags de GPS podem não obter sinal claro devido a interferências, resultando em posicionamento impreciso;
  • Dependência da comunidade/redes de terceiros: o rastreamento de tags Bluetooth, como AirTags, depende da rede de dispositivos de outros usuários ativos por perto, o que falha em áreas remotas ou pouco povoadas.
Apple AirTag (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Os tags rastreadores podem ser fixados em diferentes objetos, conforme a necessidade do usuário (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Existem alternativas aos tags rastreadores?

Sim, existem alternativas aos tags rastreadores, muitas delas já presentes em eletrônicos de consumo comuns. Por exemplo, os celulares têm apps nativos de localização, como “Encontrar Meu” da Apple ou “Encontrar meu Dispositivo” do Android, que permitem o rastreamento direto de um aparelho ou compartilhamento de localização entre contatos.

Outras tecnologias de rastreamento incluem o uso de microchips de localização e sensores UWB (Ultra-Wideband). Esses métodos, geralmente incorporados em dispositivos, oferecem diferentes níveis de precisão, sendo bem úteis em ambientes internos onde o GPS pode não ter o melhor desempenho.

Qual é a diferença entre um tag rastreador e tag NFC?

Um tag rastreador usa tecnologias como Bluetooth ou GPS para acompanhar a localização de itens a longas distâncias. O objetivo é monitorar o movimento ou a posição de um objeto em uma área maior, diferentemente da comunicação de curto alcance.

Um tag NFC adota um tipo de Radiofrequência (RFID) que opera em um alcance muito curto, de pouco centímetros, e requer proximidade física para a comunicação. Ele é usado para aplicações com tecnologia NFC (Near Field Communication), como pagamentos por aproximação ou controle de acesso.

O que é tag rastreador? Veja como funciona o dispositivo portátil de localização

Apple AirTag (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Samsung Galaxy SmartTag (Imagem: Divulgação/Samsung)

Apple AirTag (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Apple AirTag (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
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Black November: Nintendo Switch Lite sai 41% mais barato no Mercado Livre


Prós
  • Roda jogos do Switch no modo portátil
  • Tela com recurso touchscreen
  • Design leve de 277 g
Contras
  • Não tem controles Joy-Con
  • Sem suporte para jogar na TV
PIX Cupom
R$ 200 OFF SWITCH LITE R$ 1.113,21  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Nintendo Switch Lite está com 41% de desconto e sai por R$ 1.113 no Pix em oferta de Black November do Mercado Livre. Para chegar ao preço, resgate o cupom disponível na vitrine denominado “R$ 200 OFF Switch Lite”. O console portátil chegou ao Brasil há alguns anos por R$ 1.899.

Switch Lite possui tela de 5,5″ e bateria para até 7 horas

Nintendo Switch Lite em ação (Imagem: Melissa Cruz Cossetti/Tecnoblog)
Nintendo Switch Lite possui tela touchscreen (Imagem: Melissa Cruz Cossetti/Tecnoblog)

O Nintendo Switch Lite conta com tela LCD e sensível ao toque de 5,5 polegadas, com resolução de 1.280 x 720 pixels e densidade de 267 ppi. Diferentemente do Nintendo Switch, não possui controles Joy-Con desacopláveis, mas roda jogos no modo portátil do irmão mais avançado.

O console portátil vem equipado pelo processador Tegra X1 da Nvidia e por 32 GB de armazenamento interno, expansível para até 2 TB por haver um slot para cartão microSDHC ou microSDXC. Em termos de contrução, possui acabamento em plástico com peso de aproximadamente 277 g.

A bateria de 3.570 mAh oferece uma autonomia que varia entre 3 a 7 horas, segundo a Nintendo. Por exemplo, o tempo estimado para jogar The Legend of Zelda: Breath of the Wild é de um período em torno de quatro horas. A recarga do dispositivo pode ser feita por carregador USB-C.

Mão segurando Nintendo Switch Lite com traseira para cima mostrando logotipo do Nintendo Switch ao centro
Nintendo Switch Lite (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

O Nintendo Switch Lite por R$ 1.113 no Pix com o cupom de R$ 200 OFF da página traz suporte a Wi-Fi, Bluetooth 4.1 e NFC. Também há entrada para fones de ouvido no padrão de 3,5 mm e alto-falante estéreo.

Black Friday 2025 em 10 dias

A Black Friday em 2025 acontece no dia 28 de novembro, exatamente daqui a 10 dias. Confira aqui no Achados, cupons e ofertas antecipadas com até 64% de desconto da Black November.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Black November: Nintendo Switch Lite sai 41% mais barato no Mercado Livre

Nintendo Switch Lite (Imagem: Melissa Cruz Cossetti/Tecnoblog)

Nitendo Switch Lite (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)
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Windows 11 vai permitir áudio em dois dispositivos Bluetooth ao mesmo tempo

Galaxy Buds 2 Pro (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)
Fones Galaxy Buds 2 Pro são compatíveis com o compartilhamento de áudio do Windows 11 (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft iniciou testes de compartilhamento de áudio Bluetooth no Windows 11;

  • Recurso usa tecnologia Bluetooth LE Audio e permite som em dois dispositivos simultaneamente;

  • Novidade está em teste em alguns PCs Copilot+; chegada à versão final do sistema pode ocorrer em 2026.

A Microsoft começou a testar uma função no Windows 11 que permite o compartilhamento do áudio do computador entre dois dispositivos Bluetooth, ao mesmo tempo. A novidade pode funcionar com fones de ouvido, headsets, caixas de som e até aparelhos auditivos.

O compartilhamento de áudio pode ser útil, por exemplo, para que duas pessoas assistam a um filme no notebook durante uma viagem de avião, com cada uma delas usando seus próprios fones de ouvido.

Para permitir que o fluxo de áudio seja direcionado a dois dispositivos distintos de modo simultâneo, o Windows 11 faz uso da tecnologia Bluetooth LE Audio, que é focada justamente em dispositivos sonoros e permite transmissões via broadcast (para mais de um aparelho ao mesmo tempo).

Isso significa que o compartilhamento de áudio só funciona com dispositivos compatíveis com esse padrão, a exemplo de fones como Samsung Galaxy Buds 2 Pro, Galaxy Buds 3 Pro e Sony WH-1000XM6.

Para iniciar o procedimento, basta emparelhar dois dispositivos sonoros compatíveis com Bluetooth LE Audio ao computador e, na área de configurações rápidas, ativar o modo de compartilhamento de áudio.

Compartilhamento de áudio no Windows 11
Compartilhamento de áudio no Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Quando o compartilhamento de áudio chegará à versão final do Windows 11?

Ainda não há data para isso, mas é bastante provável que a liberação da novidade para a versão final do Windows 11 seja feita somente em 2026.

Por ora, o compartilhamento de áudio Bluetooth está disponível nos canais Dev e Beta do programa de testes Windows Insider para Windows 11, a partir da compilação 26220.7051 do sistema operacional.

A Microsoft explica que, no momento, apenas os seguintes computadores Copilot+ são compatíveis com o recurso:

  • Surface Laptop com chip Qualcomm Snapdragon X (13,8 e 15 polegadas)
  • Surface Laptop for Business com chip Qualcomm Snapdragon X (13,8 e 15 polegadas)
  • Surface Pro de 13 polegadas com chip Qualcomm Snapdragon X
  • Surface Pro for Business de 13 polegadas com chip Qualcomm Snapdragon X

Outros notebooks Surface, bem como modelos Samsung Galaxy Book mais recentes ganharão compatibilidade em breve. A Microsoft espera que mais computadores recebam suporte ao recurso em etapas futuras. A companhia só não dá certeza sobre isso porque a compatibilidade depende do envolvimento dos fabricantes.

Windows 11 vai permitir áudio em dois dispositivos Bluetooth ao mesmo tempo

Galaxy Buds 2 Pro (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Compartilhamento de áudio no Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)
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Galaxy Buds Core com ANC em oferta por menos de R$ 290 no Mercado Livre


Prós
  • Cancelamento de ruído ativo (ANC)
  • Permite tradução simultânea
  • Bateria para até 35 horas de áudio
  • Proteção IP54 contra água e poeira
Contras
  • Sem áudio 360
  • Não tem suporte a carregamento sem fio
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Buds Core, mais recente fones de ouvido Bluetooth lançado pela Samsung, está em promoção no Mercado Livre por R$ 289 no Pix com o cupom CHEGOUPROMO. A oferta concede 17% de desconto sob o valor original de R$ 349. O dispositivo promete boa autonomia e traz recurso de cancelamento ativo de ruído.

Galaxy Buds Core possui ANC e longa bateria

Uma mão segura um estojo de fones de ouvido sem fio de cor branca, que está aberto e revela dois fones também brancos. O logotipo "tecnoblog" está no canto inferior direito, em branco.
Samsung Galaxy Buds Core é vendido na cor branco e preto (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os fones de ouvido sem fio trazem Cancelamento Ativo de Ruído (ANC), função que ajuda a melhorar a experiência de som ao reduzir ruídos externos, como em ambientes movimentados. Integrado com Galaxy AI, o recurso de intérprete em tempo real permite a tradução simultânea de outro idioma sem precisar olhar o celular.

O Galaxy Buds Core oferece autonomia de até 35 horas de uso com ANC desligado, segundo a Samsung. Com o recurso ativado a duração é reduzida para 20 horas. O estojo possui bateria de 500 mAh e pesa 31,2 g, enquanto cada fone 65 mAh e 5,3 gramas.

Em termos de design, o wearable foi projetado com pontas de silicone ajustáveis ao ouvido e hastes de apoio para que permaneça estável durante o uso. A área de superfície sensível ao toque permite controlar músicas e gerenciar ligações recebidas.

Imagem destaca a haste de apoio do Galaxy Buds Core e como o fone fica posicionado no ouvido.
Galaxy Buds Core tem design ergonômico com fácil encaixe aos ouvidos (imagem: divulgação/Samsung)

O Galaxy Buds Core em oferta por R$ 289 no Pix com o cupom CHEGOUPROMO possui seis microfones e utiliza Bluetooth 5.4, oferecendo emparelhamento rápido e conexão estável a dispositivos. Além disso, a certificação IP54 confere a ele resistência contra água e poeira.

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Galaxy Buds Core com ANC em oferta por menos de R$ 290 no Mercado Livre

Samsung Galaxy Buds Core (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Buds Core (imagem: divulgação/Samsung)
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