O notebook Acer Aspire 16 está saindo por apenas R$ 4.047 no Pix com o cupom 300INFO no Magazine Luiza. A oferta representa um desconto de 39% sobre o preço de lançamento de R$ 6.599. E o notebook se destaca pelo processador Intel Core Ultra 5, que vem com NPU integrada para tarefas de inteligência artificial.
Notebook Acer Aspire tem Intel Core Ultra e RAM de 16 GB
Notebook Acer Aspire 16 (imagem: Divulgação)
O chip Intel Core Ultra 5 115U possui oito núcleos e dez threads, alcançando frequências de 4.2 GHz. O grande diferencial é a NPU Intel AI Boost, que processa tarefas de inteligência artificial localmente. Essa arquitetura garante agilidade em softwares modernos e otimiza o consumo energético da bateria.
A memória RAM de 16 GB LPDDR5 opera em 6400 MHz, garantindo multitarefa fluida e rápida. O SSD NVMe PCIe 4.0 carrega arquivos em segundos e oferece 512 GB de armazenamento. E embora foque mais em produtividade, o hardware deve executar jogos leves com estabilidade.
Para portabilidade para trabalho e estudos, o notebook da Acer se destaca pela bateria de aproximadamente 4.500 mAh com promessa de até oito horas de autonomia, segundo a fabricante. Além disso, o design é leve e compacto, pesando apenas 1,69 kg que serão fáceis de carregar na mochila ou maleta.
Para conferências e reuniões, a webcam captura imagens em Full HD com taxa de 60 quadros por segundo e redução de ruído temporal. E o sistema de áudio conta com dois alto-falantes estéreo de 2 Watts e microfones otimizados por inteligência artificial.
A tela de 16 polegadas utiliza proporção 16:10, oferecendo maior campo de visão vertical. O painel IPS possui resolução 1.920 x 1.200 pixels com tecnologia antirreflexo. E para digitação, o teclado membrana segue o padrão ABNT 2 e inclui bloco numérico dedicado.
A conectividade sem fio inclui Wi-Fi 6E de três bandas e Bluetooth 5.1 para conexões estáveis. E notebook vem com Windows 11 Home instalado de fábrica. Lembrando que com o cupom INFO300, o Acer Aspire 16 sai por apenas R$ 4.047 no Pix.
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Saiba como atua o padrão de texto para troca de dados na web (imagem: Reprodução/Crio.do)
O JSON é um formato de texto leve usado para a troca de dados entre sistemas e servidores. Criado pelo programador Douglas Crockford em 2001, o padrão surgiu como uma alternativa eficiente para aplicações web.
Sua estrutura organiza as informações em pares de chave-valor, facilitando a leitura humana e o processamento rápido por máquinas. Esse padrão usa chaves e colchetes para delimitar objetos e listas de forma simples.
Diferente do XML, que usa tags complexas e extensas, o JSON consome menos banda e recursos de processamento. Por ser independente de linguagem, tornou-se o padrão universal para APIs e bancos de dados modernos.
A seguir, conheça o conceito do padrão JSON, sua origem e funcionamento detalhado. Também saiba os pontos fortes e fracos do formato de intercâmbio de dados.
O JSON é um formato de texto leve para troca de dados entre sistemas, estruturado em pares chave-valor. Sua sintaxe simples permite que humanos leiam as informações facilmente, enquanto máquinas as processam com alta eficiência e baixo consumo de recursos.
Ele serve prioritariamente para comunicação entre servidores e aplicações via APIs, permitindo que diferentes tecnologias troquem dados sem incompatibilidades. Além disso, é o padrão para arquivos de configuração e armazenamento flexível em bancos de dados NoSQL, garantindo portabilidade e organização.
O que significa “JSON”?
JSON é a sigla para JavaScript Object Notation (Notação de Objeto JavaScript, em português), termo criado em 2001 pela State Software. O nome foi escolhido para evitar conflitos com padrões existentes e baseia-se na sintaxe de objetos de linguagem JavaScript para facilitar a comunicação em aplicações web.
JSON é usado para troca de informações ente servidores e aplicações via APIs (imagem: Cristopher Gower/Unsplash)
Qual é a origem do JSON?
O JSON foi idealizado pelo programador estadunidense Douglas Crockford em 2001 na State Software, visando substituir a complexidade do XML por um formato mais leve. Ele surgiu da necessidade de uma comunicação ágil e eficiente para o tráfego de dados em aplicações web.
O formato baseou-se na sintaxe de objetos do JavaScript para viabilizar a troca de informações entre servidores e clientes via HTTP. A primeira transmissão ocorreu em abril de 2001 na Califórnia, servindo originalmente a um projeto de jogo de cartas virtual.
Embora cogitassem o nome JSML, a sigla JSON foi adotada para evitar disputas de marca e destacar sua independência da linguagem. Em 2002, o lançamento do site JSON.org consolidou sua especificação técnica e impulsionou seu uso global.
Como funciona o JSON?
O JSON estrutura dados como texto legível, facilitando o intercâmbio de informações entre sistemas. Ele usa objetos delimitados por chaves ({}) para pares chave-valor e colchetes ([]) para listas ordenadas de valores.
A sintaxe exige aspas duplas (“”) em chaves e strings, proibindo comentários ou vírgulas remanescentes ao final de coleções. Essa padronização rigorosa garante que os dados sejam interpretados corretamente por diferentes linguagens de programação.
Aplicações convertem objetos nativos em strings JSON para transmissão via APIs de forma leve e rápida. Esse fluxo otimiza a comunicação entre servidores e navegadores, permitindo atualizações dinâmicas de conteúdo sem recarregar a página.
Os códigos JSON trabalham com chaves, colchets e aspas duplas para organizar os dados (imagem: Reprodução/Rick Strahl)
Qual é o exemplo de um código JSON?
O JSON organiza dados em uma sintaxe de texto legível composta por pares de chave-valor e listas ordenadas para troca de informações. O exemplo abaixo ilustra o uso de objetos aninhados, matrizes e tipos como strings, números e booleanos de forma estruturada.
O JSON não é uma linguagem de programação, mas um formato de intercâmbio de dados baseado em texto. Ele atua exclusivamente na estruturação e transporte de informações entre sistemas, sendo incapaz de executar algoritmos ou cálculos.
O JSON é usado para estruturar e transportar informações entre sistemas, mas não atua como uma linguagem de programação (imagem: Arnold Francisca/Unsplash)
Quais são as vantagens do JSON?
Estes são os pontos fortes do formato JSON:
Leitura humana e simplicidade: a sintaxe de pares chave-valor é limpa e intuitiva, permitindo que desenvolvedores compreendam e editem dados rapidamente sem ferramentas auxiliares;
Baixo consumo de recursos: por ser um formato puramente textual e sem o excesso de tags do XML, ele reduz o uso de largura de banda e otimiza o armazenamento;
Alta velocidade de processamento: a estrutura simplificada permite que motores de busca e navegadores realizem a conversão (parsing) dos dados de forma quase instantânea;
Compatibilidade universal: funciona como um padrão agnóstico, sendo suportado nativamente por praticamente todas as linguagens de programação e APIs modernas;
Tipagem e estruturas complexas: suporta nativamente diversos tipos de dados (strings, números, booleanos) e permite a criação de hierarquias profundas por meio de arrays e objetos;
Integração direta com o código: os dados mapeiam-se perfeitamente para as estruturas de objetos das linguagens, facilitando a manipulação e o transporte de informações entre sistemas.
Quais são as desvantagens do JSON?
Estes são os pontos fracos do JSON:
Restrições de tipos de dados: suporta apenas tipos básicos, exigindo o uso de strings para datas ou dados binários, gerando inconsistências de conversão entre diferentes linguagens;
Ausência de comentários: a especificação proíbe anotações internas, dificultando a documentação de arquivos de configuração e a colaboração direta entre desenvolvedores no código;
Falhas de validação nativa: diferente do XML, não possui esquemas de validação integrados (como DTD), exigindo bibliotecas externas para garantir a integridade dos dados trafegados;
Ineficiência com dados binários: é ineficiente para arquivos grandes ou mídia, pois a codificação Base64 aumenta a dimensão dos dados em cerca de 33%, elevando o consumo de banda;
Riscos de segurança: o uso de funções parse inseguras em entradas não confiáveis pode permitir ataques de injeção de código ou vulnerabilidades de execução remota;
Escalabilidade organizacional: a falta de suporte a Namespaces ou gramáticas complexas dificulta a gestão de grandes volumes de metadados e a evolução de contratos em sistemas distribuídos.
O JSON se destaca pela simplicidade de leitura por humanos e máquinas, mas suporta apenas tipos básicos de dados (imagem: Ferenc Almasi/Unsplash)
Qual é a diferença entre JSON e TOON?
JSON é um formato leve de troca de dados baseado em texto, derivado do JavaScript, que usa pares de chave-valor e matrizes ordenadas para estruturação. É amplamente adotado em APIs e configurações devido à facilidade de leitura humana e ao suporte universal em diversas linguagens.
TOON é um formato projetado especificamente para modelos de linguagem (LLMs), visando a redução do consumo de tokens. Ele mantém a lógica estrutural do JSON, mas elimina redundâncias sintáticas para otimizar custos e velocidade em fluxos de Inteligência Artificial.
Qual é a diferença entre JSON e XML?
JSON é um padrão de intercâmbio de dados leve e textual, inspirado em objetos JavaScript, focado na simplicidade para leitura humana e processamento rápido por máquinas. Ele usa pares de chave-valor e colchetes para representar objetos, suportando tipos básicos como números e strings.
XML é uma linguagem de marcação baseada em tags personalizáveis para estruturar documentos hierárquicos complexos. Ele foca na representação detalhada dos dados e permite validações estritas por meio de esquemas, sendo amplamente usado em sistemas legados.
Qual é a diferença entre JSON e YAML?
JSON é um formato leve de troca de dados que usa chaves e colchetes para estruturar informações, priorizando a velocidade de processamento por máquinas. Sua sintaxe baseada em JavaScript garante compatibilidade universal, tornando-o padrão para comunicação em tempo real entre navegadores e APIs.
YAML é uma linguagem de serialização centrada na legibilidade, que usa a indentação de espaços para organizar dados de forma visual e limpa. Diferente do JSON, permite o uso de comentários e múltiplos documentos, sendo a escolha ideal para orquestração de servidores e arquivos de configuração.
Arduino Ventuno Q possui processador Dragonwing IQ-8275, GPU Adreno 623 e NPU Hexagon de 40 TOPS para IA;
placa inclui 16 GB de RAM LPDDR5, 64 GB de armazenamento eMMC expansível via M.2 NVMe, além de microcontrolador STM32H5;
lançamento é esperado para o segundo trimestre de 2026, mas ainda não há informação oficial sobre preço.
O segundo produto da Arduino desde a sua aquisição pela Qualcomm acaba de ser anunciado oficialmente. Trata-se da placa Arduino Ventuno Q, que traz 16 GB de memória RAM e 64 GB de armazenamento interno, e tem como foco aplicações que unem inteligência artificial com robótica.
Para tanto, a novidade foi equipada, também, com um processador Qualcomm Dragonwing IQ-8275 de oito núcleos. O chip conta ainda com GPU Adreno 623 e NPU Hexagon de 40 TOPS para execução de tarefas de IA.
Os 16 GB de RAM são do tipo LPDDR5. Já os 64 GB de armazenamento são do tipo eMMC e podem ser complementados via SSD graças a um slot M.2 NVMe.
O Arduino Ventuno Q conta ainda com um microcontrolador STM32H5. É neste ponto que o campo da robótica começa a ser explorado: o componente pode ser usado para controlar a velocidade de um motor ou a direção de um braço robótico, por exemplo.
Já o aspecto da IA pode ser tratado via Arduino App Lab, ambiente de desenvolvimento que facilita a criação ou aperfeiçoamento de soluções de inteligência artificial ao oferecer vários modelos pré-treinados para tarefas específicas, como reconhecimento de gestos ou rastreamento de objetos.
Por conta disso, o Arduino Ventuno Q pode ser empregado em projetos educacionais, maquinários de fábricas, controles de estoque, quiosques inteligentes e por aí vai.
Com o Ventuno Q, a IA finalmente pode sair da nuvem e chegar ao mundo físico. A plataforma possibilita a criação de máquinas que percebem, decidem e agem — tudo em uma única placa.
Nosso objetivo é tornar a robótica avançada e a IA de ponta acessíveis a todos os desenvolvedores, educadores e inovadores. O Ventuno Q é a evolução natural da missão do Arduino e um grande passo para levar a inteligência do mundo real a todos.
Fabio Violante, vice-presidente e gerente geral de Arduino na Qualcomm
Disponibilidade e preço do Arduino Ventuno Q
A Qualcomm promete lançar o Arduino Ventuno Q no segundo trimestre de 2026, mas ainda não há informação oficial sobre preço. A expectativa, porém, é a de que o dispositivo custe algo entre US$ 200 e US$ 300, ou seja, ele não será exatamente barato (sim, é provável que a atual crise da RAM afete o preço do produto).
Quem precisa de algo mais acessível pode recorrer ao Arduino Uno Q, que foi lançado logo após a aquisição da Arduino pela Qualcomm, no ano passado. O modelo custa a partir de US$ 44 (R$ 231 na conversão direta).
Netflix comprou empresa de IA de Ben Affleck (imagem: divulgação/Netflix)Resumo
Netflix adquiriu a InterPositive, startup de IA fundada por Ben Affleck, para aprimorar produção de filmes com ferramentas de colorização e efeitos visuais.
O ator assumirá o cargo de consultor sênior na Netflix, e a equipe da InterPositive, composta por 16 pessoas, será incorporada à empresa.
Os termos financeiros do acordo não foram revelados.
Poucos dias após abandonar a compra da Warner Bros. Discovery, a Netflix anunciou outro investimento: a aquisição da InterPositive, startup de inteligência artificial fundada em 2022 pelo ator e cineasta Ben Affleck. O negócio, divulgado nesta quinta-feira (05/03), não teve os termos financeiros revelados.
Com a compra, a equipe inteira da empresa — 16 pessoas entre engenheiros, pesquisadores e profissionais criativos — passa a integrar a Netflix. Affleck, inclusive, assumirá o cargo de consultor sênior da plataforma. A Netflix não pretende comercializar as ferramentas no mercado, oferecendo-as apenas aos parceiros criativos.
O que faz a InterPositive?
Ao contrário de modelos de IAs generativas, como o Sora, da OpenAI, ou o Veo 3, do Google, a tecnologia da InterPositive não gera vídeos a partir de comandos de texto. O sistema aprende durante o uso e serve para refinar o material bruto gravado pelos estúdios.
Com isso, cineastas podem realizar tarefas como mixagem de cores, correção de iluminação, adição de efeitos visuais e reenquadramentos de planos, usando métodos já familiares a diretores e diretores de fotografia.
A empresa foi criada a partir da insatisfação do próprio ator com os usos de IA que começavam a aparecer em sets de filmagem.
Elizabeth Stone, diretora de produto e tecnologia da Netflix, ressaltou que a ferramenta não tem como objetivo tornar filmes mais baratos ou mais rápidos de produzir. “As ferramentas da InterPositive são projetadas para ajudar cineastas a produzir conteúdo de maior qualidade”, afirmou.
O que a Netflix diz sobre a compra
Netflix julga que tecnologia permite controle aos criadores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A Netflix costuma desenvolver tecnologia internamente, e a aquisição de uma startup é algo fora do padrão para a empresa. A diretora de conteúdo da plataforma, Bela Bajaria, disse em comunicado que a tecnologia da InterPositive dará aos parceiros “mais escolhas, mais controle e mais proteção para a visão deles”.
Em 2023, sindicatos de atores e roteiristas paralisaram as produções em uma greve histórica que tinha a regulação do uso de IA como um dos pontos centrais. O acordo firmado ao fim estabeleceu, entre outras coisas, que textos já produzidos não podem ser reescritos por ferramentas de IA e que a tecnologia não pode ser a fonte primária de roteiros, pontos que não são visados pela tecnologia (ao menos não publicamente) pela InterPositve.
Em vídeo de divulgação, Affleck tenta afastar as críticas sobre a expansão de uso de IA. Segundo ele, a tecnologia da InterPositive “não se trata de digitar algo em um computador e receber um filme pronto. Isso não é o que fazemos”.
Segundo a Bloomberg, estúdios como Walt Disney e Paramount Skydance também exploram aplicações da tecnologia.
InterPositive usa inteligência artificial para auxiliar cineastas em etapas como colorização e efeitos visuais. Ator assumirá cargo de consultor sênior na Netflix.
Netflix comprou empresa de IA de Ben Affleck (imagem: divulgação/Netflix)
Qualcomm anuncia novo chip premium dedicado a wearebles (imagem: divulgação/Qualcomm)Resumo
Snapdragon Wear Elite é o primeiro chip da linha Elite para vestíveis, com NPU dedicada para IA e arquitetura de 3nm, lançado pela Qualcomm no MWC 2026;
chip oferece suporte a IA com NPU Hexagon, permitindo modelos com até 2 bilhões de parâmetros, e promete melhorias significativas em desempenho de CPU e GPU em comparação ao Snapdragon W5+ Gen 2;
Samsung, Google e Motorola confirmaram suporte ao Wear Elite, com o próximo Galaxy Watch usando o chip e a Motorola integrando-o no “Project Maxwell”.
A Qualcomm anunciou o Snapdragon Wear Elite durante o MWC 2026, que ocorre em Barcelona. Esse é o primeiro chip da linha Elite — até então restrita a smartphones e notebooks Android de alto desempenho — voltado a vestíveis.
O chip é destinado principalmente a smartwatches, mas a Qualcomm mira outras categorias: pinos de IA, pingentes e óculos inteligentes sem tela. A empresa o chamou de “wrist plus” — algo além do pulso — e deixou claro que ele não substitui a linha W5 Plus, mas passa a existir como uma linha premium.
Suporte nativo à IA nos dispositivos
A principal novidade do Wear Elite é a inclusão de uma NPU Hexagon dedicada a processamento de IA. O componente, antes exclusivo de celulares e computadores, acompanha uma eNPU para tarefas de baixo consumo, como reconhecimento de palavras-chave e detecção de atividade.
A NPU Hexagon suporta modelos de IA com até dois bilhões de parâmetros rodando diretamente no dispositivo, sem depender de nuvem ou um smartphone vinculado. A Qualcomm estima até dez tokens por segundo e um tempo de respostas de 0,20 segundos, o que seria rápido o suficiente para interações de voz em tempo real.
Além disso, a empresa cita casos de uso como life logging com memória de contexto, assistência personalizada de saúde, transcrição, tradução e o que chama de digital proxy, que executa tarefas em nome do usuário.
Hardware e conectividade
Wear Elite é um chip pentacore com otimizações em conectividade (imagem: divulgação/Qualcomm)
Quanto ao desempenho do chip, a empresa afirma que houve um salto de até cinco vezes em performance de CPU em thread único e sete vezes mais na GPU em comparação ao Snapdragon W5+ Gen 2. O chip tem arquitetura de 3 nanômetros e traz uma configuração de cinco núcleos: um principal a 2,1 GHz e quatro de eficiência a 1,95 GHz. Inclui, também, a GPU Adreno A622, capaz de renderizar a 1080p e 60 fps.
Na bateria, a companhia promete 30% mais autonomia em relação à geração anterior e carregamento de 0 a 50% em cerca de dez minutos, graças ao suporte a 9 V de carga rápida. O chip deve chegar com otimização para o GPS, que passa a consumir 40% menos energia do que antes, de acordo com os dados da empresa.
Falando em GPS, o Wear Elite integra seis tecnologias de conectividade simultaneamente, incluindo 5G RedCap, Wi-Fi 6, Bluetooth 6.0, UWB, GNSS e NB-NTN, padrão que permite envio e recebimento de mensagens via satélite mesmo fora de cobertura celular, em parceria com a Skylo.
Além de Wear OS e Android, o chip também passa a suportar Linux, o que abre espaço para startups que queiram desenvolver dispositivos em sistemas proprietários.
Quais os primeiros aparelhos com Wear Elite?
Samsung, Google e Motorola já confirmaram suporte ao Wear Elite, e o próximo Galaxy Watch usará o chip, anunciou a companhia sul-coreana. O time de Wear OS do Google destacou que a plataforma entrega “a performance, vida de bateria e conectividade essenciais para a próxima geração” de dispositivos com o sistema. Já a Motorola sinalizou que usará o Wear Elite no “Project Maxwell”, conceito apresentado na CES.
Os primeiros aparelhos com Snapdragon Wear Elite devem chegar ao mercado nos próximos meses, segundo a Qualcomm.
AMD apresentou novos chips Ryzen AI 400 com NPUs de até 60 TOPS para notebooks durante a CES 2026;
Lnha Ryzen AI Max+ foi atualizada com chegada de dois modelos;
Outra novidade é o Ryzen 7 9850X3D, que estreia como nova opção de alto desempenho para desktops.
A AMD aproveitou a CES 2026 para anunciar uma nova leva de processadores. Os destaques vão para a série AMD Ryzen AI 400 e os novos Ryzen AI Max, que chegam para reforçar o portfólio da marca no segmento de PCs com recursos nativos para inteligência artificial.
Também há um novo chip de desktop para quem busca alto desempenho: o Ryzen 7 9850X3D.
Ryzen AI 400 chega com sete modelos
Os processadores Ryzen AI 400 são a continuação da linha Ryzen AI 300, introduzida em julho de 2024. A nova série mantém a arquitetura Zen 5 nas CPUs, mas traz algumas evoluções em relação à geração anterior, com as NPUs de até 60 TOPS (XDNA 2) aparecendo como os exemplos mais notáveis. As GPUs integradas têm arquitetura RDNA 3.5 e até 16 núcleos, vale destacar.
Eis os modelos da linha:
Modelo
Núcleos / Threads
Clock (boost)
Cache L2 + L3
NPU (TOPS)
Núcleos gráficos
Ryzen AI 9 HX 475
12 / 24
5,2 GHz
36 MB
60
16
Ryzen AI 9 HX 470
12 / 24
5,2 GHz
36 MB
55
16
Ryzen AI 9 465
10 / 20
5 GHz
34 MB
50
12
Ryzen AI 7 450
8 / 16
5,1 GHz
24 MB
50
8
Ryzen AI 7 445
6 / 12
4,6 GHz
14 MB
50
4
Ryzen AI 5 435
6 / 12
4,5 GHz
14 MB
50
4
Ryzen AI 5 430
4 / 8
4,5 GHz
12 MB
50
4
Aqui, o TDP varia entre 15 e 54 W. Todos os modelos são direcionados a notebooks e têm clock base de 2 GHz, com os chips “HX” se destacando por oferecerem alto desempenho.
Chip Ryzen AI 400 (imagem: divulgação/AMD)
Novos AMD Ryzen AI Max+ e Ryzen 9850X3D
Lançada há cerca de um ano para notebooks, a linha AMD Ryzen AI Max+ acaba de ganhar dois membros: os chips Ryzen AI Max+ 392 e Ryzen AI Max+ 388.
Como o foco desses processadores recai sobre aplicações avançadas, executadas via workstations, por exemplo, encontramos NPUs XDNA 2 de 50 TOPS e GPUs integradas RDNA 3.5 com até 40 núcleos por aqui.
Com os novos membros, a linha ficou assim:
Núcleos / Threads
Clock (boost)
NPU (TOPS)
Núcleos gráficos
GPU TFLOPS
Ryzen AI Max+ 395
16 / 32
5,1 GHz
50
40
60
Ryzen AI Max+ 392*
12 / 24
5 GHz
50
40
60
Ryzen AI Max+ 390
12 / 24
5 GHz
50
32
48
Ryzen AI Max+ 388*
8 / 16
5 GHz
50
40
60
Ryzen AI Max+ 385
8 / 16
5 GHz
50
32
48
*Modelos novos
Todos os modelos têm CPUs Zen 5 e suportam até 128 GB de memória RAM. O TDP pode chegar a 120 W.
Chip Ryzen AI Max (imagem: divulgação/AMD)
Ainda no campo do alto desempenho está o processador AMD Ryzen 7 9850X3D, que vem para ser uma opção intermediária, mas ainda avançada, na série Ryzen 9000. Não por acaso, a AMD afirma que a novidade consegue ter, em média, 27% mais desempenho em jogos em relação ao rival Intel Core Ultra 9 285K.
As principais características do Ryzen 7 9850X3D são estas:
8 núcleos e 16 threads (arquitetura Zen 5)
frequência máxima (boost) de 5,6 GHz
Cache L2 + L3 de 104 MB
TDP de 120 W
Convém relembrar que a série Ryzen 9000 é direcionada a desktops, conta com gráficos integrados RDNA 2 e, no caso dos modelos com final “X3D”, traz a tecnologia AMD 3D V-Cache, que aumenta a capacidade da memória cache.
Disponibilidade dos novos chips da AMD
De acordo com a AMD, fabricantes como Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo lançarão notebooks com os chips Ryzen AI 400 e os novos Ryzen AI Max ainda no primeiro trimestre de 2026.
O processador AMD Ryzen 7 9850X3D chegará às prateleiras no mesmo período, mas ainda não há informações oficiais sobre preços. Nos Estados Unidos, o modelo deve custar por volta de US$ 550 (R$ 2.970), porém.
Snapdragon X2 Plus (imagem: divulgação/Qualcomm)Resumo
Snapdragon X2 Plus é direcionado a notebooks com Windows 11, combinando custo-benefício com uma NPU de 80 TOPS para IA;
Novidade oferece até 35% mais desempenho de CPU e 43% mais eficiência energética em comparação à série Snapdragon X Plus (primeira geração);
São dois modelos: X2P-64-100 e X2P-42-100, ambos com suporte para 5G, Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4.
Entre os anúncios que a Qualcomm reservou para a CES 2026 está o chip Snapdragon X2 Plus, direcionado a notebooks com Windows 11 — aqueles classificados como Copilot+ PCs, para ser exato. A novidade se destaca por combinar uma NPU de 80 TOPS para execução de tarefas de IA com um custo mais acessível.
O Snapdragon X2 Plus chega quase 100 dias depois do anúncio dos chips Snapdragon X2 Elite e X2 Elite Extreme, que oferecem alto desempenho. A novidade vem para complementar a linha na forma de um SoC focado em custo-benefício.
Isso não quer dizer que a nova linha oferece baixo desempenho. Pelo contrário: a Qualcomm destaca que o Snapdragon X2 Plus tem até 35% mais desempenho de CPU em relação à série Snapdragon X Plus (primeira geração), bem como eficiência energética até 43% melhor. No quesito gráficos, o ganho de desempenho é de até 29%.
Dois modelos compõem a linha. O mais avançado é o X2P-64-100, que tem dez núcleos de CPU, seis dos quais são de alto desempenho (Prime). Eis os principais atributos de cada modelo:
X2P-64-100
X2P-42-100
Núcleos Prime / Performance
6 / 4
6 / 0
Frequência máxima
4 GHz
4 GHz
GPU
Adreno de 1,7 GHz
Adreno de 0,9 GHz
NPU
Hexagon de 80 TOPS
Hexagon de 80 TOPS
Memória
Até 128 GB de LPDDR5x
Até 128 GB de LPDDR5x
Largura de memória
152 GB/s
152 GB/s
Cache
34 MB
22 MB
Como dá para notar, as principais diferenças entre ambos os modelos estão no número de núcleos de CPU e na GPU mais potente da versão mais avançada.
Em comum, os dois novos chips oferecem suporte para conectividade 5G, Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4 ou LE.
Repare também que, na nova geração, a NPU é mais avançada: assim como os modelos X2 Elite, são 80 TOPS de desempenho por aqui (contra 45 TOPS no Snapdragon X Plus de primeira geração).
Principais características do Snapdragon X2 Plus (imagem: divulgação/Qualcomm)
Disponibilidade dos chips Snapdragon X2 Plus
De acordo com a Qualcomm, fabricantes de computadores lançarão notebooks Copilot+ baseados nos chips Snapdragon X2 Plus durante o primeiro semestre de 2026.
Movimento ocorre em meio à acirrada disputa de mercado com a Affinity (imagem: reprodução)Resumo
Adobe reduziu os preços do Creative Cloud no Brasil, com descontos de até 37%.
A redução de preços contrasta com aumentos anteriores e mira a competição com a Affinity, adquirida pelo Canva em 2024.
Recentemente, a Adobe integrou a IA generativa Adobe Firefly em todos os planos e aposta na segurança do recurso para uso comercial.
A Adobe revisou a tabela de preços do Creative Cloud para o mercado brasileiro, reduzindo o valor das assinaturas de seus principais softwares de criação. A novidade vale para novos assinantes e abrange aplicativos individualmente e pacotes de softwares.
Os novos valores já aparecem na página oficial. Os planos com desconto ficaram assim:
Adobe Photoshop, Illustrator e Premiere Pro: de R$ 104 para R$ 65 por mês cada (37% de desconto).
Adobe Lightroom: de R$ 50 para R$ 34 por mês (32% de desconto).
Adobe Creative Cloud para estudantes e professores, que oferece acesso a todos os aplicativos do ecossistema: de R$ 95 para R$ 80 por mês (15,7% de desconto).
Esse último já era oferecido com redução, mas considerando o preço cheio de R$ 214, o abatimento total agora chega a 62%.
Por que a Adobe baixou os preços?
A medida é um contraponto aos aumentos recentes realizados pela Adobe (o último deles em julho deste ano). Entre 2022 e 2024, a empresa elevou os preços em diversas regiões, incluindo o Brasil, citando a adição de recursos de inteligência artificial e ferramentas de colaboração.
No horizonte, a Adobe também mirou na sua rival mais robusta: a Affinity. A Adobe ainda lidera o segmento profissional, mas a concorrente vem ganhando espaço.
O Canva adquiriu essa empresa em março de 2024, e combinou o seu alcance massivo com as ferramentas profissionais da suíte Affinity (Photo, Designer e Publisher). As soluções e usabilidade são semelhantes às da Adobe. Há algumas semanas, a Affinity anunciou um novo aplicativo:
Aposta em inteligência artificial
Outro pilar da nova estratégia da Adobe é a integração massiva da IA generativa Adobe Firefly em todos os planos. A empresa cita a tecnologia como diferencial competitivo contra ferramentas gratuitas ou mais baratas que não possuem o mesmo nível de integração no fluxo de trabalho.
Um ponto defendido pela companhia é a garantia de que a IA da Adobe é segura para uso comercial. Isso significa que os modelos foram treinados em banco de dados de imagens cujos direitos pertencem à Adobe ou são de domínio público, protegendo empresas e usuários de processos por violação de direitos autorais — uma preocupação cada vez maior no setor.
Nitro V 16 promete alto desempenho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)Resumo
A Acer anunciou novos notebooks das linhas Aspire, Swift, Nitro e Predator, com preços de R$ 5.000 a R$ 25.000, disponíveis na Acer Store em datas variadas até 2026.
Modelos Aspire e Swift incluem CPUs Intel Core Ultra e GPUs Intel, enquanto modelos Nitro e Predator utilizam GPUs NVIDIA GeForce RTX.
Os notebooks apresentam características como telas OLED e Mini LED, sistemas de refrigeração avançados, teclados retroiluminados RGB, e armazenamento SSD de até 1 TB.
A Acer anunciou nesta terça-feira (18/11) a chegada de novos notebooks das linhas Aspire, Swift, Nitro e Predator, com preços que vão de R$ 5.000 a R$ 25.000.
Os computadores contam com CPUs da Intel e, em alguns modelos, GPUs da Nvidia. O início das vendas varia de produto a produto, com alguns já disponíveis nas lojas e outros com lançamento previsto para 2026.
Estes são os modelos apresentados pela Acer, com as especificações que a marca destacou.
Acer Aspire 16 AI
CPU Intel Core Ultra
GPU integrada Intel Graphics
Windows 11 Home
Até 16 GB de RAM
Até 1 TB de armazenamento
Autonomia de bateria de 8 horas
Dobradiça de 180 graus
Preço sugerido: R$ 5.000
Já disponível exclusivamente na Acer Store
Acer Aspire 14 AI
CPU Intel Core Ultra 7 (série 2)
GPU Intel Arc Graphics 140V
Tela WUXGA com sRGB100%
Copilot+ PC
Preço sugerido: R$ 14.000
Disponível na Acer Store a partir de novembro
Acer Swift 16
Swift 16 aposta em leveza mesmo com tela grande (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
CPU Intel Core Ultra 7 256V (8 núcleos)
GPU integrada Intel Arc Graphics 140V
Tela OLED touchscreen de 16 polegadas
Copilot+ PC
Até 512 GB de armazenamento SSD
Autonomia de bateria de até 10 horas
Design ultraleve e ultrafino em metal
Leitor biométrico integrado
Preço sugerido: R$ 12.000
Disponível na Acer Store a partir de 2026
Acer Nitro V16
CPU Intel Core 7 240H (10 núcleos)
GPU NVIDIA GeForce RTX 5050 com 8 GB de memória dedicada
Tela de 16 polegadas
Memória RAM DDR5
Até 1 TB de armazenamento SSD
Windows 11
Duas ventoinhas com modos variados de rotação
Áudio DTS X: Ultra
Teclado retroiluminado
Preço sugerido: R$ 12.000
Disponível na Acer Store a partir de dezembro
Predator Helios 18
Predator é a linha gamer da Acer (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
CPU Intel Core Ultra 9 275HX (24 núcleos)
NPU Intel AI Boost
GPU NVIDIA GeForce RTX 5080 com 16 GB de memória dedicada
Tela Mini LED de 18 polegadas com 250 Hz
Duas ventoinhas AeroBlade de 6ª geração, metal líquido e cinco dissipadores vetoriais
Teclado retroiluminado RGB com switches mecânicos antitravamento
Áudio DTS X: Ultra
Até 1 TB de armazenamento SSD
Quatro slots para memória RAM
Portas USB-C Thunderbolt 5
Windows 11
Preço sugerido: R$ 25.000
Já disponível exclusivamente na Acer Store
Predator Helios Neo 16
CPU Intel Core Ultra 7 255HX (20 núcleos)
NPU Intel AI Boost integrada
GPU NVIDIA GeForce RTX 5070 com 8 GB de memória GDDR7
Tela WQXGA de 16 polegadas com 240 Hz, cobrindo 100% DCI-P3
Sistema de refrigeração com duas ventoinhas, metal líquido e cinco dissipadores vetoriais
Memória RAM DDR5
Até 512 GB de armazenamento SSD
Windows 11
Áudio DTS X: Ultra
Teclado retroiluminado RGB com 4 zonas
Leitor de cartão microSD
Preço sugerido: R$ 14.000
Disponível na Acer Store a partir de novembro
Predator Triton 14 AI
CPU Intel Core Ultra 9 288V (8 núcleos)
NPU Intel AI Boost
GPU NVIDIA GeForce RTX 5070
Tela OLED touchscreen de 14 polegadas com 120 Hz
Sistema de refrigeração avançado: duas ventoinhas AeroBlade 6ª geração, pasta térmica de grafeno e cinco dissipadores vetoriais
8 GB de memória GDDR7
Memória RAM DDR5
Até 1 TB de armazenamento SSD
Teclado com iluminação RGB por tecla
Áudio DTS X: Ultra
Portas Thunderbolt 4
Windows 11
Preço sugerido: R$ 25.000
Disponível na Acer Store a partir de 2026
Acer TravelMate P6
Modelo TravelMate é voltado ao mercado corporativo (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)