Norton Coupon Codes: Up to 58% Off

Os sensores de smartphones funcionam como os sentidos do aparelho, captando estímulos físicos como luz, movimento e pressão do ambiente. Eles convertem esses dados em comandos digitais, permitindo que o software interaja de forma inteligente com o mundo real.
Esses componentes automatizam o brilho da tela, garantem o foco da câmera e viabilizam a segurança por biometria. Sem eles, por exemplo, o GPS perderia a precisão e funções de realidade aumentada não conseguiriam mapear o ambiente ao redor do usuário.
Nem todo celular traz um “pacote completo” de sensores, pois fabricantes reservam componentes avançados, como o barômetro, para modelos premium. Essa escolha estratégica visa equilibrar o custo de produção com o posicionamento de mercado de cada dispositivo.
A seguir, conheça os principais sensores encontrados em smartphones e as funcionalidades oferecidas por eles no dia a dia.
O acelerômetro é um sensor microeletromecânico (MEMS) que detecta variações de velocidade e orientação em três eixos espaciais. Ele monitora forças físicas e a gravidade para identificar se o aparelho está inclinado, em movimento ou em repouso.
Essa tecnologia automatiza funções como a rotação da tela, a contagem de passos e o controle por gestos em jogos. O chip converte vibrações e impactos em dados precisos, sendo essencial para detectar quedas e acionar sistemas de segurança.
Fisicamente, esse componente minúsculo é soldado à placa-mãe e posicionado próximo ao processador para agilizar a troca de informações. Ele opera de forma contínua sob o chassi do smartphone, consumindo o mínimo de energia.

O giroscópio é um sensor MEMS que mede a velocidade angular, captando com alta precisão como o aparelho rotaciona em seus próprios eixos. Ele atua em conjunto com o acelerômetro para mapear movimentos complexos de inclinação e rotação no espaço 3D.
Sua função é essencial para a estabilização óptica de vídeos, a navegação em realidade aumentada (RA) e a precisão em jogos de simulação. Ao cruzar dados com outros sensores, ele garante que a interface responda de forma fluida e imediata aos gestos do usuário.
Internamente, o chip de silício fica soldado à placa-mãe e estrategicamente próximo ao processador para reduzir o tempo de resposta. Localizado sob a carcaça, ele atua ininterruptamente para interpretar cada mudança de direção feita com o smartphone.

O barômetro é um chip MEMS que mede a pressão atmosférica ao detectar a força do ar sobre uma membrana microscópica interna. Esse sinal elétrico permite que o smartphone identifique mudanças sutis de altitude e variações climáticas com alta precisão técnica.
Sua utilidade abrange desde o rastreio de elevação em trilhas até a identificação de andares dentro de edifícios para serviços de localização. Ao monitorar tendências de pressão, o sensor também ajuda apps de clima a prever tempestades locais com rapidez.
Esse componente fica soldado à placa-mãe, integrado ao cluster de sensores de movimento no topo ou no meio do aparelho. Ele opera de forma oculta, correlacionando dados ambientais para otimizar o GPS e o monitoramento de atividades sem exigir intervenções do usuário.

O sensor de proximidade é um componente que detecta objetos próximos, como o rosto do usuário, sem necessidade de qualquer contato físico. Ele emite luz infravermelha ou utiliza campos capacitivos para medir o retorno de sinais e identificar obstáculos imediatos.
Sua função é, por exemplo, desligar a tela durante chamadas para evitar que o rosto acione comandos acidentais e economizar energia. Essa tecnologia também permite funções inteligentes, como silenciar alarmes ou atender ligações por meio de gestos simples.
Instalado no topo do celular, ele fica embutido na moldura superior, no “notch” ou posicionado ao lado da câmera de selfie. Em modelos modernos, o sensor pode estar oculto sob a tela, operando de forma invisível sempre que o aparelho é aproximado do ouvido.

O Time of Flight (ToF) é uma tecnologia que calcula a distância de objetos ao medir o tempo que um feixe de luz infravermelha leva para refletir neles. Esse sensor cria um mapa de profundidade preciso, transformando a velocidade da luz em dados tridimensionais em tempo real.
No smartphone, ele é fundamental para o desbloqueio facial seguro e para o posicionamento realista de elementos em realidade aumentada. Além disso, garante o foco automático ultrarrápido e o efeito bokeh em fotos, separando o primeiro plano do fundo com nitidez.
Geralmente, o ToF fica integrado aos conjuntos de câmeras, aparecendo como um pequeno círculo ou lente adicional na parte frontal ou traseira. Protegido sob o vidro do chassi, ele opera de forma invisível para alimentar o processador com informações espaciais detalhadas.

O LiDAR é uma tecnologia de detecção que usa pulsos de laser infravermelho para medir distâncias e mapear ambientes em três dimensões. Ele dispara feixes de luz que refletem nos objetos, permitindo que o processador reconstrua a geometria do espaço com precisão milimétrica.
Sua principal utilidade é aprimorar o foco automático em fotos noturnas e garantir efeitos de profundidade realistas no modo retrato. Além disso, o sensor é essencial para aplicativos de medição de ambientes e experiências imersivas em realidade aumentada.
Fisicamente, o LiDAR fica integrado ao módulo de câmeras traseiras, aparecendo como um pequeno círculo preto próximo às lentes. Ele opera de forma contínua e silenciosa, fornecendo dados espaciais de alta resolução para otimizar tanto o sistema quanto apps de fotografia e design.

O sensor de impressão digital é um módulo biométrico que mapeia as minúcias únicas da ponta do dedo para validar a identidade. Ele converte esse desenho em um modelo digital criptografado, comparando-o com os dados armazenados para autorizar o acesso.
Sua função vai muito além de desbloquear o aparelho, servindo para validar pagamentos e acessar aplicativos bancários sem digitar senhas. Em alguns dispositivos, o toque também permite alternar entre perfis de usuários ou confirmar compras em lojas virtuais.
A localização varia entre o botão de energia lateral, a traseira do aparelho ou sob a própria tela. O componente fica estrategicamente posicionado para o reconhecimento ocorrer naturalmente e ergonomicamente assim que o usuário segura o celular.

O infravermelho é uma radiação eletromagnética invisível que usa pulsos de luz para transmitir dados ou detectar a proximidade de objetos. No smartphone, esse sinal atua como um feixe de comunicação sem fio de curto alcance para interações contextuais e controle de periféricos.
Sua utilidade é transformar o celular em um controle remoto universal para TVs, projetores e ares-condicionados. Além disso, ele auxilia funções de segurança e economia de bateria, identificando quando o dispositivo está junto ao rosto do usuário.
O componente geralmente fica na borda superior do chassi, aparecendo como um pequeno ponto escuro ou oculto sob o acabamento. Embora seja imperceptível a olho nu, ele trabalha integrado ao conjunto frontal ou superior para garantir a emissão do sinal.

O sensor de luz ambiente é um pequeno fotodetector que mede a intensidade da luminosidade ao redor do usuário, traduzindo essa radiação em valores de lux. Ele funciona como os “olhos” do smartphone, informando ao sistema se o ambiente está na penumbra ou sob luz solar direta.
Este componente permite o ajuste automático do brilho da tela, garantindo conforto visual e prolongando a autonomia da bateria. Em modelos avançados, ele também adapta a temperatura das cores para reduzir a fadiga ocular conforme a iluminação local.
Localizado no topo do aparelho, o sensor de luminosidade fica embutido próximo ao alto-falante de chamadas ou integrado ao conjunto de câmera frontal. Em aparelhos modernos, ele pode ser escondido sob o próprio display, captando a luz externa de forma invisível por meio dos pixels.

O magnetômetro é um sensor compacto que funciona como uma bússola digital, medindo a intensidade e a direção dos campos magnéticos em três eixos espaciais. Ele detecta o campo geomagnético da Terra, permitindo que o smartphone identifique com precisão para onde o norte aponta.
Ele é vital para aplicativos de mapas e navegação, garantindo que a direção exibida na tela acompanhe cada movimento do usuário em tempo real. O chip também auxilia o acelerômetro e o giroscópio na estabilização da orientação espacial, essencial para experiências de realidade aumentada.
Soldado à placa-mãe, o componente costuma ficar na metade superior do aparelho e afastado de interferências metálicas internas. Embora seja fisicamente inacessível, sua operação constante calibra o ícone de direção toda vez que um serviço de localização é ativado.

O termômetro consiste em pequenos sensores que monitoram o calor gerado pelos componentes internos do smartphone. Eles funcionam como um sistema de segurança térmica, medindo a temperatura da bateria e do processador em tempo real.
Sua função é evitar o superaquecimento, permitindo que o software reduza o desempenho ou interrompa o carregamento para proteger o hardware. Em smartphones específicos, sensores infravermelhos externos possibilitam a medição de temperatura de objetos ou da pele.
Esses componentes ficam distribuídos pela placa-mãe, estrategicamente posicionados próximos a pontos críticos de calor, como o chip de energia. Já o sensor de medição externa, quando presente, fica visível como um pequeno círculo adicional no módulo de câmeras traseiro.

O sensor de frequência cardíaca é um módulo óptico que usa fotopletismografia (PPG) para medir batimentos através do fluxo sanguíneo. Ele dispara luzes LED na pele e detecta variações de brilho para calcular o ritmo cardíaco em batimentos por minuto (BPM).
Presente em modelos mais antigos de celulares, ele se tornou um item comum em relógios inteligentes que monitoram desde atividades físicas e queima calórica até o disparo de alertas sobre arritmias. Os dados coletados permitem calcular zonas de intensidade e o nível de recuperação do corpo após exercícios intensos.
O sensor fica posicionado na parte traseira do hardware, em contato direto com o pulso, usando LEDs e fotodiodos protegidos por vidro ou cerâmica. Para garantir a precisão, esse arranjo deve ficar bem próximo da pele, permitindo que o sistema capture cada pulsação de forma contínua.

Nem todos os smartphones possuem os mesmos sensores, embora a maioria dos modelos modernos compartilhem um “kit básico” como acelerômetro, proximidade e bússola digital. Essa suíte padrão garante funções essenciais de navegação, orientação e economia de energia mesmo em celulares de entrada.
A diferença surge em dispositivos top de linha, que incorporam tecnologias avançadas como LiDAR, barômetros ou sensores ToF. Assim, o conjunto final de hardware é definido diretamente pela marca, o preço e a categoria do smartphone escolhido.
Para descobrir os sensores do smartphone, você pode instalar aplicativos de verificação técnica, como o CPU-Z, que detalha o funcionamento de cada componente integrado. Outra opção é digitar códigos de teste no discador para acessar menus de diagnósticos, permitindo verificar os sensores do dispositivo.
Consultar a ficha técnica oficial no site do fabricante ou nas páginas de produtos do Tecnoblog também é um caminho para checar rapidamente as especificações. Basta buscar pelo modelo exato e verificar as informações na seção “Sensores” para saber os componentes presentes no aparelho.
Os sensores dos celulares não são exclusivos, pois tecnologias como acelerômetros e giroscópios já equipam drones, videogames e sistemas automotivos há décadas. A grande inovação dos smartphones foi miniaturizar e integrar diversos componentes em um único dispositivo portátil.
O destaque é a fusão inteligente desses dados com o sistema operacional para oferecer funções como biometria e realidade aumentada. Enquanto outros eletrônicos de consumo usam os sensores para tarefas isoladas, o celular os conecta à internet e a aplicativos para oferecer uma experiência multifuncional.
Os sensores são fundamentais para tornar os smartphones verdadeiramente “inteligentes”, permitindo que o sistema interprete o ambiente e as ações do usuário. Sem essa fusão de dados, o dispositivo seria apenas uma tela estática, incapaz de reagir a estímulos do mundo físico.
Eles humanizam a experiência ao automatizar funções como o brilho adaptativo via sensor de luminosidade e a rotação da interface com acelerômetro e giroscópio. Além disso, garantem precisão em mapas ao usar o magnetômetro para orientar a direção exata.
A segurança do hardware também depende desses componentes, como os termômetros internos que monitoram o calor para evitar danos por superaquecimento. No fim, os sensores atuam como uma ponte essencial que traduz variáveis físicas em funcionalidades práticas e fluidas do software.
Conheça os sensores do seu celular e saiba para que são usados














Avatar digital é uma representação gráfica de uma pessoa em ambiente virtual. Em outras palavras, trata-se de um modelo visual que personifica alguém em meios digitais.
Os avatares têm a função de facilitar a identificação de uma pessoa no universo virtual, sem a necessidade de ver o nome de usuário ou dados pessoais dela. Eles também habilitam interações com outros usuários dentro do ambiente digital.
Avatares digitais são comuns em redes sociais (como Instagram e Facebook), em jogos eletrônicos e metaverso. Mas praticamente qualquer aplicação no mundo virtual pode incorporá-los ao seu ambiente.
A seguir, entenda melhor o que são avatares, para que servem e quais os principais tipos.
Avatar digital ou avatar virtual é uma representação gráfica do usuário ou de outra pessoa em ambiente virtual, a exemplo de redes sociais, jogos eletrônicos ou metaverso. Essa figura virtual costuma ser bidimensional (2D) ou tridimensional (3D), e ajuda a identificar o usuário em meios digitais.
“Avatar” vem do sânscrito (originalmente “avatāra”) e significa “descida do céu à Terra”. A expressão foi criada pelo hinduísmo para representar a encarnação ou manifestação física de uma divindade na Terra.
Acontece que o termo foi ressignificado em meados de 1980: o desenvolvedor de videogame Ricardo Garriott é apontado como o principal responsável por atrelar “avatar” ao ser espiritual de alguém em um mundo fictício — que no caso, era o jogo Ultima 4.
Com o tempo, a expressão foi usada para representar a personificação de uma pessoa em ambientes virtuais.
Um avatar tem a função de personificar alguém em ambiente digital por meio de uma representação gráfica. Isso ajuda, por exemplo, a reconhecer uma pessoa sem precisar ver o nome de usuário dela ou outros dados de identificação.
Além disso, os avatares digitais habilitam certos tipos de interação com terceiros nos meios virtuais: dependendo da aplicação em uso, só será possível conversar ou fazer gestos se ambos tiverem criado um avatar.

Os avatares digitais costumam ser vistos principalmente em:
Importante destacar que qualquer aplicação baseada em ambientes virtuais pode adotar avatares digitais, desde um simples sistema baseado em cadastros de usuários até um jogo de videogame.
Embora não exista uma classificação oficial, avatares digitais podem ser segmentados com base em suas dimensões gráficas, dinamismo e estética:

Avatar é uma representação gráfica de uma pessoa (real ou fictícia) em um ambiente virtual, podendo ser ilustrada visualmente em 2D ou 3D. Em outras palavras e de forma simplificada, avatares digitais são aqueles “bonequinhos” criados para representar você em redes sociais ou jogos eletrônicos.
Já a foto de perfil é a imagem escolhida para identificar o usuário. Fotos de perfil podem usar fotos reais, desenhos ou mesmo avatares digitais.
Avatares digitais são representações visuais que personificam algo ou alguém em um meio virtual. Avatares não existem no mundo real, e só aparecem em ambientes como internet e metaverso.
Já hologramas são imagens tridimensionais projetadas no mundo real. Eles são baseados na projeção de luz para ilustrar algo do mundo virtual em um espaço físico, sem depender de telas.
E apesar de serem diferentes, os elementos podem se complementar: você pode criar um avatar para um ambiente virtual, e depois projetar o holograma desse avatar no mundo real.
O que é um avatar digital? Entenda sua função em ambientes virtuais



Uma descoberta surpreendente revelou que o oxigênio no fundo do mar é produzido sem a necessidade de luz solar ou fotossíntese. Cientistas identificaram nódulos polimetálicos que funcionam como baterias naturais, gerando eletricidade suficiente para quebrar moléculas de água. Esse fenômeno inédito desafia os conhecimentos biológicos e redefine nossa compreensão sobre a origem da vida na Terra.
De acordo com um estudo publicado pela Nature, pesquisadores observaram que nódulos minerais localizados na Zona Clarion-Clipperton, no Oceano Pacífico, liberam oxigênio de forma constante. Esse processo, batizado de “oxigênio negro”, ocorre a mais de 4 mil metros de profundidade, onde a luz solar jamais alcança a superfície terrestre.
A equipe liderada pelo professor Andrew Sweetman inicialmente acreditou que os sensores estivessem com defeito, tamanha era a improbabilidade do achado. No entanto, testes laboratoriais confirmaram que esses nódulos possuem uma carga elétrica de até 1,5 volts, o que é suficiente para realizar a eletrólise da água do mar.
📍 2013: Observação Inicial: O professor Andrew Sweetman detecta pela primeira vez níveis anômalos de oxigênio no solo oceânico escuro.
🧪 Validação em Laboratório: Experimentos rigorosos descartam interferência biológica e confirmam a origem geoelétrica do gás.
🌍 Publicação do Estudo: A comunidade científica internacional aceita a descoberta das “pedras elétricas” como uma nova fonte de vida.
Esses nódulos polimetálicos são compostos por misturas de metais como cobalto, níquel, cobre e manganês, que se acumulam ao longo de milhões de anos. A disposição desses materiais permite que eles atuem como uma bateria galvânica, criando um fluxo de elétrons capaz de sustentar a vida em ambientes extremos.
A descoberta sugere que a vida aeróbica na Terra pode ter começado de uma forma diferente do que imaginávamos anteriormente. Se o oxigênio pode ser gerado sem sol, as zonas abissais podem ser muito mais autossuficientes do que a ciência supunha até o presente momento em suas teorias tradicionais.

Até então, a ciência acreditava que quase todo o oxigênio da Terra era subproduto da fotossíntese realizada por plantas e algas. Este novo dado indica que o leito oceânico pode ter sido o berço de processos químicos que permitiram o surgimento de seres que respiram antes mesmo da luz solar se tornar o motor principal.
Além do impacto biológico, essa revelação traz um alerta importante para a indústria de mineração submarina, que visa extrair esses nódulos para baterias de veículos. Remover essas pedras pode significar o fim de um suprimento vital de ar para ecossistemas inteiros que ainda sequer foram totalmente catalogados pela humanidade.
| Característica | Oxigênio Fotossintético | Oxigênio Negro |
|---|---|---|
| Mecanismo | Conversão de luz solar | Eletrólise geoelétrica |
| Ambiente | Superfície e zonas iluminadas | Profundezas abissais escuras |
O interesse comercial nos metais contidos nos nódulos é altíssimo, visto que são essenciais para a transição energética global em curso. No entanto, a exploração desenfreada pode destruir “usinas” naturais que levaram milhões de anos para se formar e que agora sabemos serem essenciais para a oxigenação profunda.
Organizações ambientais e cientistas pedem uma moratória na mineração em águas profundas até que as consequências ecológicas sejam plenamente compreendidas. A interrupção desse fluxo de oxigênio poderia causar um colapso em cadeias alimentares que funcionam em um equilíbrio extremamente delicado e milenar.
Se o oxigênio pode ser gerado sem luz em planetas como a Terra, as chances de encontrar vida em luas geladas de Júpiter ou Saturno aumentam. Oceanos subterrâneos em outros mundos podem possuir processos geoelétricos semelhantes que sustentam organismos complexos no breu absoluto das profundezas espaciais.
O paradigma da “Zona Habitável” baseada apenas na distância de uma estrela está sendo questionado diante dessas evidências químicas. A geologia de um planeta pode ser tão importante para a manutenção da vida quanto a luz que ele recebe, abrindo novas portas para a exploração astrobiológica futura.
Leia mais:
O post Cientistas descobrem oxigênio sendo produzido no fundo do mar sem luz solar apareceu primeiro em Olhar Digital.

O aplicativo do Banco Itaú ficou fora do ar nesta manhã de sexta-feira (24/04). Clientes disseram que não era possível usar o app e reclamaram que não era possível concluir compras e fazer pagamentos usando Pix. O internet banking via web continuou funcionando, e cartões aparentemente não tiveram problemas.
Após a publicação deste texto, o Itaú enviou o seguinte comunicado:
O Itaú Unibanco informa que identificou uma instabilidade pontual na manhã desta sexta-feira (24), que impactou uma parcela de clientes para acesso ao app. O banco ressalta que a situação já foi regularizada e que o acesso a todos os clientes está retornando gradativamente. O Itaú pede desculpas aos clientes pelo inconveniente.
No X, a empresa enviou respostas às queixas, reconhecendo o transtorno e informando sobre os trabalhos em um reparo:
Olá! Já estamos cientes dessa falha no app e pedimos desculpas pelos possíveis transtornos causados.
— Itaú (@itau) April 24, 2026
O time responsável já está cuidando de tudo para realizar os ajustes necessários o quanto antes.
Qualquer dúvida envia uma mensagem via DM, tá?
Segundo o DownDetector, site que monitora a disponibilidade de serviços online, as reclamações começaram a surgir por volta de 9h, atingindo um pico por volta das 9h30. Às 10h, o número de relatos já era menor, mas ainda significativo. Poucos minutos depois, o acesso foi praticamente normalizado.

Os relatos sobre o problema foram compartilhados no X e nos comentários do post mais recente da instituição financeira no Instagram. Inicialmente, segundo os clientes, uma mensagem de erro aparecia. Depois, correntistas passaram a dizer que um aviso de senha incorreta impedia o login.
@itau pic.twitter.com/yo24hEYEeD
— Ithallo Kelwyn (@KelwynIthallo) April 24, 2026
desgraça itau minha senha não esta erradaaaaaaa
— joão vitor (@caprisongzzz) April 24, 2026
Itaú fora do ar: clientes ficaram sem acesso ao app na manhã desta sexta (24)




Correntistas do Nubank disseram que transferências via Pix enviadas para suas contas não apareciam em seus extratos, apesar de debitadas das contas de origem. O problema começou no meio da tarde desta quinta-feira (23/04), por volta das 16h45. Às 19h30, usuários ainda enfrentavam dificuldades. Às 20h45, o problema estava praticamente resolvido.
O Nubank entrou em contato com o Tecnoblog e enviou o seguinte comunicado:
“O Nubank informa que a instabilidade já foi integralmente solucionada.”
Segundo o DownDetector, site que monitora problemas em serviços online, foram mais de 300 reclamações no fim de tarde e mais de 500 no início da noite.

O Tecnoblog encontrou no X pelo menos 20 outros relatos de clientes com problemas no recebimento de pagamentos. Em posts recentes no Instagram, há correntistas indignados nos comentários.

meu pix pro nubank não caiu
— miloca (@anelimso) April 23, 2026
@nubank cadê meu dinheiro que fiz uma transferência Pix pra minha conta e até agora o dinheiro não caiu
— 𝑬𝒗𝒆𝒓𝒔𝒐𝒏 (@eversonmateusx) April 23, 2026
eu entrando a cada momento no nubank pra ver se meu pix ja caiu, MAS N CAIU AINDA
— sana (@_pjmxstars) April 23, 2026
eu to entrando em desespero!!!! e se a nubank tiver me assaltado???????
Aparentemente, o problema não afetou outras funcionalidades da conta e do cartão. A questão ficou restrita ao Nubank: testamos o Pix em outros bancos, como C6 e XP, e não houve dificuldades.
Nubank volta a receber Pix após instabilidade nesta quinta (23)






Microsoft prepara melhorias para o Windows 11 com foco em agilidade; Explorador de Arquivos e área de configurações estão entre os recursos beneficiados;
atualizações otimizam ainda consumo de memória RAM em processos de segundo plano;
parte das mudanças deve ser liberada oficialmente a partir de maio de 2026.
A Microsoft tem planejado e lançado atualizações para o Windows 11 direcionadas a recursos do sistema (como o Menu Iniciar) e a aplicativos nativos (como o Bloco de Notas). Mas a leva mais recente de updates foca em aspectos tão ou mais importantes: desempenho e estabilidade.
Não que a Microsoft já não tenha trabalhado com esses parâmetros. Mas, agora, parecer haver mais ênfase nisso. Apuradas pelo Windows Latest, as tais atualizações dizem respeito às versões mais recentes do Windows 11 nas canais Release Preview, Beta, Dev e Canary para quem participa do programa de testes Windows Insider.
Em linhas gerais, os usuários dessas versões podem esperar que o Explorador de Arquivos abra e exiba informações mais rapidamente. Ainda não dá para dizer que o carregamento da ferramenta ficou mais rápido do que no Windows 10, mas usuários mais detalhistas poderão notar algum ganho de desempenho.
Outro aprimoramento vem da área Configurações, que demorava para mostrar os aplicativos instalados no sistema operacional devido à necessidade de compilar essa lista, trazer ícones correspondentes e calcular o espaço de armazenamento ocupado por cada um. Esse processo ficou mais ágil, beneficiando principalmente quem conta com muitos apps instalados.
Da minha parte, tenho boas expectativas com relação à inicialização. A Microsoft dá a entender que aprimorou o carregamento de aplicativos que inicializam junto com o Windows 11, de modo que você possa ter acesso mais rápido aos recursos do sistema após uma reinicialização.
Nesse sentido, também merece menção a otimização do consumo de memória RAM em determinados mecanismos que rodam em segundo plano. Por exemplo, você já deve ter percebido queda de desempenho no computador quando o Windows Update está baixando atualizações; a partir de agora, esse problema será menos perceptível (tomara!).

Depende de cada recurso. Os ajustes no Explorador de Arquivos, na inicialização e no gerenciamento de memória devem ser liberados a partir de maio, pois chegaram ao canal Release Preview (o último antes da liberação oficial).
Já o aprimoramento da área Configurações está no canal Dev, portanto, deve levar um pouco mais de tempo para ser liberado massivamente. Mas não muito: vale relembrar que a Microsoft pretende melhorar diversos parâmetros do Windows 11 até o fim de 2026; isso também deve valer para parâmetros de desempenho.
Ainda no que diz respeito às mudanças mais recentes, também podemos esperar por:
Bônus: também pode esperar por mais mudanças no Menu Iniciar do Windows 11, embora não necessariamente ligadas ao desempenho.
Se essas e as demais alterações serão suficientes para diminuir as queixas relacionadas ao Windows 11, é cedo para dizer. Mas fiquemos de olho.
Windows 11 finalmente começa a receber atualizações de desempenho




Depois de uma série de testes, a Microsoft implementou um novo Menu Iniciar no Windows 11 durante o fim de outubro de 2025. Mas não pense que as mudanças pararam por aí: a companhia vem trabalhando em mais ajustes no componente, desta vez para deixá-lo ainda mais personalizável.
Pelo menos é o que fontes próximas à Microsoft revelaram ao Windows Central. De acordo com elas, o Menu Iniciar está sendo retrabalhado com base no WinUI 3, uma estrutura de criação de interface de usuário voltada a aplicativos para Windows que oferece benefícios como padronização visual e renderização de alto desempenho.
Na prática, podemos esperar por recursos como a possibilidade de ativar ou desativar segmentos específicos do Menu Iniciar a partir das configurações do sistema, quase como se esses elementos fossem moduláveis. Hoje, você pode decidir o que aparece na área Recomendações ou desativar o painel lateral, por exemplo, mas não vai muito além disso.
Outra possibilidade prevista é a de o usuário decidir se quer adotar um layout pequeno ou grande para o Menu Iniciar. Atualmente, o Windows 11 determina as dimensões do componente com base no tamanho da tela, sem oferecer opções diretas de ajuste desse parâmetro.
As mudanças podem beneficiar até quem não se importa com recursos de personalização. Isso porque os ajustes devem refinar o desempenho do Menu Iniciar, de modo que ele abra rapidamente mesmo quando a CPU estiver com alta carga de processamento.

Ainda não há informações precisas sobre prazos, mas sabe-se que a Microsoft pretende incluir as mudanças do Menu Iniciar no projeto “Windows K2”, que visa melhorar a experiência do usuário com o Windows 11. É possível que tenhamos novidades a respeito ainda em 2026, portanto.
Entre as demais novidades estará o retorno da Barra de Tarefas móvel ao Windows 11, vale relembrar.
Microsoft vai mexer de novo no Menu Iniciar do Windows 11




Se você pretende fazer um upgrade no PC ou trocar de smartphone, é bom preparar o bolso. A escassez global de chips de memória pode continuar assombrando o mercado de eletrônicos nos próximos anos: novas informações do jornal Nikkei Asia indicam que o cenário não deve ter um alívio antes de 2028. O motivo já sabemos: o boom da inteligência artificial.
Com o desabastecimento batendo à porta desde o fim do ano passado, as gigantes dos semicondutores redirecionaram suas fábricas para surfar na onda da IA, deixando a produção de componentes para aparelhos de consumo em segundo plano. É essa conta que está chegando ao bolso do consumidor.
Entre janeiro e março de 2026, os preços da memória deram um salto assustador de cerca de 90% em comparação ao trimestre anterior.
Hoje, a matemática não fecha. As líderes do setor preferiram focar as atenções nas memórias de alta largura de banda (HBM), que são o motor dos data centers de IA, e pisaram no freio da expansão da produção das memórias de uso geral (DRAM). O detalhe é que Samsung, SK Hynix e Micron Technology dominam 90% do mercado global de DRAM e são, basicamente, as únicas que fabricam chips HBM em larga escala.
Segundo o jornal japonês, o ritmo de expansão atual desse trio só será capaz de suprir 60% da demanda global até o final de 2027. A Counterpoint Research, empresa de pesquisas de consumo, estima que o mercado precisaria crescer 12% ao ano na produção para normalizar as coisas, mas os planos atuais preveem uma expansão tímida de 7,5%. O diretor de pesquisa da consultoria, MS Hwang, afirmou que um alívio não deve chegar antes de 2028.
O presidente do Grupo SK, Chey Tae-won, foi além e jogou um balde de água fria nas expectativas, alertando que os gargalos de fornecimento podem se arrastar até 2030.

Esse cenário atinge em cheio os custos de fabricação dos eletrônicos que chegam às prateleiras. A consultoria IDC já prevê um tombo de 13% nas vendas globais de smartphones em 2026, justamente porque a margem de lucro das empresas despencou. Para se ter uma ideia, a memória representa hoje cerca de 20% do custo de um celular de entrada, mas essa fatia deve dobrar, encostando nos 40% até o meio deste ano.
Aqui no Brasil, o sinal de alerta já está aceso. Em conversa com o Tecnoblog, o vice-presidente sênior da Samsung no país, Gustavo Assunção, avisou que os eletrônicos devem ficar até 20% mais caros este ano. A indústria até tentou segurar e absorver os impactos iniciais, mas o salto nos custos da memória RAM tornou o repasse para o consumidor inevitável. O problema também afeta fabricantes como Dell e Lenovo, que já confirmaram que os notebooks vão encarecer globalmente.
A crise força o mercado a tomar decisões drásticas. A Micron, por exemplo, tirou do mercado a icônica marca Crucial após quase 30 anos. Enquanto isso, a japonesa Kioxia (fabricante de memórias flash NAND) condiciona novos investimentos ao crescimento real do setor. Até o futuro PlayStation 6 vem sofrendo com essas dores de cabeça.
Escassez de chips de memória pode durar mais que o esperado

A Soundbar JBL SB180 está em oferta por R$ 872 em até 12x sem juros na Amazon, um de desconto de 41% sobre o preço original de R$ 1.469.
O periférico traz potência de 110 W RMS e conectividade Bluetooth para uma experiência sem fios, recursos interessantes para quem procura um sistema de som para acompanhar os jogos da Copa do Mundo FIFA 2026, que já está chegando.

A SB180 da JBL é uma soundbar que conta com um corpo de 92 cm de comprimento e 6,3 cm de altura, capaz de entregar áudio com potência sonora de 110 W RMS. Essa potência deve ser suficiente para cobrir ambientes até maiores que 15 metros quadrados.
O subwoofer sem fio de 6,5″ e 60 W de potência reproduz graves profundos e agudos claros para uma experiência sonora em 2.1 canais adequada, graças aos dois drivers do tipo racetrack de 45 × 100 mm.
O periférico possui conectividade Bluetooth 5.3 e não necessita de cabos para ser pareado com dispositivos diversos, oferecendo maior comodidade e facilidade para instalar e configurar. A soundbar possui uma porta HDMI com suporte a ARC, facilitando a conexão com a TV e outros aparelhos.
O equipamento suporta tensões de 100 a 240 V e possui os modos Cine, Music e News, oferecendo experiências adaptadas ao tipo de conteúdo em execução conforme o conteúdo, além de cobrir ambientes maiores de 15 m² sem perda de qualidade.
A Soundbar JBL SB180 está saindo por R$ 872 em até 12x sem juros na Amazon, um abatimento de 41% sobre o valor de lançamento de um periférico indicado para quem deseja acompanhar a Copa do Mundo FIFA 2026 com mais qualidade sonora.
Confira o guia de compras de soundbar do Tecnoblog que traz todas as informações para quem precisa saber o necessário antes da compra.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Soundbar JBL SB180 recebe 41% OFF em oferta por até 12x sem juros na Amazon