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Alimentador smart fica fora do ar e deixa pets sem comida

Imagem de um gato com produtos da Petlibro postos em um fundo branco
Produtos da Petlibro apresentam falha após problema em servidores (imagem: reprodução/Petlibro)
Resumo
  • Uma falha nos servidores da Petlibro deixou tutores sem acesso remoto a aparelhos de alimentação e higiene de pets desde terça-feira.
  • A instabilidade afetou alimentadores, bebedouros e caixas de areia automáticas, impedindo que funcionassem conforme a programação.
  • O CEO York Wu afirmou que o problema ocorreu na comunicação entre o aplicativo, os aparelhos e os servidores online da empresa.

Uma falha nos servidores da Pelibro tem deixado tutores sem acesso remoto a aparelhos de alimentação e higiene dos próprios pets desde terça-feira. A instabilidade impediu que comedouros, bebedouros e caixas de areia inteligentes funcionassem conforme a programação.

Segundo o CEO York Wu, o problema ocorreu na comunicação entre o aplicativo, os aparelhos e os servidores online da empresa. Ele falou ao The Verge.

A falha gerou preocupação principalmente entre pessoas que estavam fora de casa e dependiam da automação para alimentar cães e gatos. Com o app offline, além de não conseguirem controlar os dispositivos, os usuários relatam que não podem ver o histórico de uso pelos pets.

Falha atingiu diferentes aparelhos

Captura de tela de representação visual do app da Petlibro
Diversas linhas da marca apresentaram falha, segundo relatos (imagem: reprodução/Petlibro)

As queixas envolveram várias linhas do ecossistema da Petlibro. Entre os produtos atingidos, usuários relataram problemas nos alimentadores automáticos RFID, Granary e Polar, que deixaram de liberar ração nos horários definidos.

Também houve relatos de falhas em bebedouros Dockstream, que interromperam o bombeamento de água, e em caixas de areia Luma, que pararam de executar os ciclos de limpeza automáticos.

Além disso, comandos manuais pelo app ficaram indisponíveis, impedindo a execução de funções como Feed Now, usada para liberar ração.

O transtorno foi mais grave para quem estava viajando ou passando o dia fora de casa. Nesses casos, a falha deixou tutores sem confirmar se os animais haviam recebido água, comida ou limpeza automática.

Queixas continuam nas redes sociais

A Petlibro reconheceu, na terça-feira, que enfrentava uma instabilidade de serviço, mas afirmou inicialmente que o problema afetava apenas “algumas funções do aplicativo” e não detalhou a causa da queda dos servidores.

Segundo a empresa, horários pré-configurados deveriam continuar funcionando mesmo sem conexão, por ficarem salvos na memória dos aparelhos. No entanto, consumidores afirmaram que os produtos não dispensaram ração. “Estamos cientes de relatos de alguns clientes cujos dispositivos não se comportaram como esperado e estamos analisando esses casos individualmente”, afirmou York Wu.

Na quarta-feira, a Petlibro informou que “grande parte do serviço havia sido restaurado” e atualizou o status para indicar que os sistemas estavam “totalmente reestabelecidos” logo depois.

Ainda assim, relatos publicados no Reddit até a manhã desta quinta-feira (13/08) mostravam que alguns clientes ainda enfrentavam problemas.

Alimentador smart fica fora do ar e deixa pets sem comida

(imagem: reprodução/Petlibro)

(imagem: reprodução/Petlibro)
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Spotify passa por instabilidade na manhã desta terça (14)

Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Spotify passou por problemas nesta manhã de terça-feira (14/07). Segundo relatos nas redes sociais, os aplicativos para desktop e navegador apresentaram lentidão para apresentar a página inicial do serviço. Mais cedo, eles nem mesmo carregavam corretamente.

Tela do Spotify no computador com a mensagem "Algo deu errado ao carregar o artista. Quer fazer outra busca?"
Aplicativo apresentava mensagem de erro (imagem: Lupa Charleau/Tecnoblog)

Os problemas começaram por volta de 8h30, de acordo com o gráfico do site DownDetector, especializado em monitorar o funcionamento de serviços da web. As queixas chegaram a um pico às 9h e começaram a cair logo em seguida, ficando próximas à normalidade às 9h30.

Gráfico do DownDetector para Spotify mostra uma linha contínua nas últimas 24h, até um pico por volta das 9h.
Problemas começaram por volta de 8h30 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

No X (antigo Twitter), houve relatos em português e em outros idiomas, indicando que a falha não acontecia somente no Brasil.

gnt o spotify ta fora do ar??? o site não está carregando

— talula de hakunamatata (@bngtanbears) July 14, 2026

@SpotifyCares
receiving 504 upstream timeout, spotify is down… I'm in the us-west region

— awdev (@awdev123) July 14, 2026

spotify amor por que te caes

— Kæ (@vmparax) July 14, 2026

Spotify passa por instabilidade na manhã desta terça (14)

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Aplicativo apresentava mensagem de erro (imagem: Lupa Charleau/Tecnoblog)

Problemas começaram por volta de 8h30 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Ex-CEO confirma que Disney pensou em se juntar à Apple e em comprar Twitter

Ex-CEO Bob Iger em foto de divulgação da Disney, em meio a personagens e cores da empresa
Ex-CEO Bob Iger diz que Disney e Apple quase se juntaram (imagem: divulgação/Disney)
Resumo
  • O ex-CEO da Disney, Bob Iger, revelou que a empresa considerou se juntar à Apple e comprar o Twitter.
  • Disney e a Apple discutiram uma possível junção por volta de 2006, mas a Apple não demonstrou interesse.
  • A aquisição do Twitter não ocorreu porque Iger temia que fosse uma distração para a empresa.

Disney e Apple poderiam ter se juntado no passado, segundo o próprio ex-CEO da gigante do ramo do entretenimento, Bob Iger. Ele deixou a empresa em março de 2026 e aproveitou uma entrevista para revelar algumas possibilidades de negócio que acabaram não indo para frente. Iger revelou ainda que a Disney considerou a aquisição do Twitter em uma tentativa de ingressar no mercado de tecnologia.

Em 2019, o ex-CEO já havia afirmado que acreditava numa junção de Disney e Apple caso Steve Jobs ainda estivesse vivo. Na ocasião, ele afirmou que as empresas se aproximaram em torno de 2006, após a aquisição da Pixar por parte da Disney.

Agora, ao Financial Times, Iger disse que a Apple não demonstrou muito interesse à época, e deu a entender que seguiu interessado em uma junção das duas empresas mesmo após o falecimento de Steve Jobs, em 2011.

Twitter quase foi realidade… Apple, nem tanto

App do Twitter no iPhone
Disney chegou perto de comprar o Twitter (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Se a ideia de juntar Disney e Apple ficou apenas nas intenções de bastidores, o acordo para aquisição do Twitter quase aconteceu. O momento foi propício: logo após as compras de Pixar, Marvel, Lucasfilm e 21st Century Fox, ou seja, no momento em que a empresa dominava o mercado de entretenimento. O próximo passo seria justamente investir em tecnologia com a rede social, que ainda tinha Jack Dorsey como CEO.

O motivo pelo qual o negócio não saiu entre Disney e Twitter foi um receio do próprio Iger de que o movimento seria uma potencial “distração” para a empresa. Pouco depois, Elon Musk adquiriu a plataforma, hoje chamada de X.

Com relação à Apple, Iger apenas confirmou sua intenção e lamentou o desinteresse da Maçã. Ele afirma que houveram, sim, algumas conversas entre as duas empresas, e que a junção seria “transformadora e igualitária”, mas faltou o devido interesse por parte da Apple.

De qualquer forma, como o ex-CEO da Disney já havia declarado, sua boa relação com Steve Jobs poderia ter feito diferença num possível acordo.

Ex-CEO confirma que Disney pensou em se juntar à Apple e em comprar Twitter

Twitter no iPhone (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
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Claude fora do ar: IA da Anthropic volta a funcionar após instabilidade

Imagem mostra o logo do Claude, IA da Anthropic
Claude ficou instável nesta terça (imagem: reprodução)
Resumo
  • O chatbot Claude da Anthropic apresentou instabilidade nesta terça-feira (23/06), afetando diversos usuários.
  • A empresa Anthropic informou que o problema foi corrigido às 13h44.
  • O motivo da falha não foi divulgado.

O Claude, chatbot de inteligência artificial da Anthropic, passou por problemas técnicos nesta terça-feira (23/06). A plataforma de IA ficou instável para diversos usuários entre a manhã e o começo da tarde. Às 13h44, a empresa informou que o incidente foi corrigido.

A Anthropic não revelou o motivo da falha. O DownDetector, que monitora o status de serviços online, registrou um aumento nas reclamações a partir das 11h. Por volta das 11h13, as queixas de usuários atingiram o pico.

Gráfico do DownDetector mostra pico de reclamações sobre falhas no Claude
Reclamações atingiram o pico por volta das 11h13 (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

O Claude AI é um modelo de linguagem da Anthropic voltado para tarefas de inteligência artificial generativa, como criação de textos, resposta a perguntas, resumo de informações e geração de código. O sistema também conta com o Claude Code, ferramenta que vem se tornando popular entre desenvolvedores.

Na rede social X, muitos perfis relataram dificuldades para acessar a IA. De acordo com os usuários, os problemas afetaram tanto a versão web do chatbot quanto integrações baseadas nos modelos da Anthropic.

Claude fora do ar. Tem algum dev trabalhando?

— e agora? (@Gabs_MdeM) June 23, 2026

O Claude ta fora do ar. Eu to de ferias? O que eu faço?

— João (@sfooterbr) June 23, 2026

o claude tá fora do ar, como que trabalha agora?

— leo (@LE0BAR0NE) June 23, 2026

Claude fora do ar: IA da Anthropic volta a funcionar após instabilidade

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Samsung anuncia UFS 5.0, memória duas vezes mais rápida para IA

Imagem mostra o módulo de memória UFS 5.0 da Samsung
Módulo de memória UFS 5.0 promete o dobro de velocidade na transferência de dados (imagem: reprodução)
Resumo
  • Samsung anunciou a Universal Flash Storage 5.0 (UFS 5), seu novo padrão de armazenamento para dispositivos móveis.
  • A novidade atinge velocidade de 10,8 GB/s e foi projetada para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos.
  • A produção em massa do UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte de capacidade.

A Samsung anunciou nesta terça-feira (23/06) o Universal Flash Storage 5.0 (ou apenas UFS 5.0). Para quem não está familiarizado com a sigla, UFS é o padrão de memória flash adotado na indústria de smartphones e tablets, em que ficam guardados o sistema operacional, os aplicativos e arquivos.

A nova geração da tecnologia anunciada pela Samsung chega muito mais veloz. Ela é duas vezes mais rápida que a geração anterior e foi projetada especialmente para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos, permitindo que os processos ocorram sem conexão constante com servidores na nuvem.

O que o UFS 5.0 traz de novo?

A grande mudança é a capacidade de o dispositivo acessar informações na metade do tempo exigido pela geração anterior, o UFS 4.1. Quando o usuário acionar grandes modelos de linguagem (LLMs) localmente no aparelho, o chip responderá com uma latência muito menor.

Na prática, isso possibilita que assistentes de voz entendam comandos complexos com rapidez, editores de imagens apliquem filtros sem travamentos, o tempo de inicialização de aplicativos pesados caia e geradores de texto criem respostas quase em tempo real.

Em resumo, a nova memória deixa de operar apenas como uma “gaveta” que guarda fotos e vídeos para garantir que a computação de IA aconteça sem atrasos. Os números da ficha técnica ilustram a evolução:

  • O componente é capaz de sustentar velocidades de leitura sequencial de até 10,8 GB/s.
  • Do lado da gravação sequencial, as taxas variam entre 9,5 GB/s e 9,8 GB/s.
  • Esse rendimento supera em mais de duas vezes a velocidade da solução atual adotada pela indústria, o padrão UFS 4.1 (que entrega limites de 4,3 GB/s de leitura e 4,1 GB/s de gravação).

Mais eficiência energética e espaço livre

Imagem mostra a frente e o verso do novo chip de armazenamento Samsung UFS 5.0
Novo chip de armazenamento é 16,7% menor que a geração anterior (imagem: reprodução)

Todo esse ganho de velocidade veio acompanhado por aprimoramentos no controle térmico e energético. O UFS 5.0 registra uma melhora de mais de 40% em eficiência de energia na comparação direta com a versão 4.1. Esse marco foi atingido graças à implementação de recursos que desligam trechos inativos do circuito. No dia a dia, isso significa que o smartphone gastará menos bateria para mover a mesma quantidade de arquivos.

Houve também um salto no design. O novo módulo mede apenas 7,5 mm x 13 mm x 0,9 mm — 16,7% menor que a geração passada. A redução facilita o trabalho de engenharia das fabricantes na hora de acomodar baterias maiores ou integrar componentes extras em produtos que sofrem com restrições severas de espaço no chassi, como os wearables.

Quando o UFS 5.0 chega ao mercado?

A gigante sul-coreana confirmou que a produção em massa das memórias UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte (TB) de capacidade.

Com esse calendário, o componente tem um destino provável: a linha Galaxy S27. Segundo o leaker Ice Universe, o novo processador Exynos 2700 também oferecerá suporte nativo ao UFS 5.0.

Prevista para o início de 2027, a próxima linha premium da Samsung pode ser uma das pioneiras na adoção do novo padrão.

Samsung anuncia UFS 5.0, memória duas vezes mais rápida para IA

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