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Ibovespa aos 300 mil pontos e dólar abaixo de R$ 4? Analistas projetam efeito de reancoragem em torno do fiscal no mercado 

Se, em 2027, o governo brasileiro resolvesse ajustar as contas públicas, o que poderia acontecer com o mercado brasileiro? Analistas da Empiricus e do BTG Pactual resolveram testar essa equação.  

Em um cenário em que a equipe econômica reancore as expectativas em torno do fiscal, o Ibovespa poderia alcançar os 300 mil pontos, o dólar chegar ao patamar dos R$ 3,95 e os juros volta à casa de um dígito, chegando até 9% ao ano.  

Os analistas traçam esse cenário no relatório “E se o governo ajustasse as contas públicas”, divulgado em meados de agosto.   

Com as eleições de 2026 em contagem regressiva, o investidor busca a resposta para a seguinte pergunta: “em um cenário benigno, em que o presidente eleito seja capaz de endereçar o problema fiscal e frear a trajetória crescente da dívida pública, onde eu deveria investir o meu dinheiro?“. 

Onde investir caso governo ajuste o fiscal? Veja agora como você pode se posicionar diante de um cenário econômico favorável 

Analistas elencam medidas para equilibrar as contas públicas em 2027 

A dívida bruta do governo brasileiro alcançou 82,5% do PIB nos últimos 12 meses até julho de 2026, segundo dados do Banco Central.  

De acordo com o relatório, a estabilização da dívida exigiria do próximo governo um superávit primário próximo de 2,1% do PIB.  

Hoje, o Brasil possui um déficit primário de 0,67% do PIB. Na prática, isso significaria uma melhora aproximada de 2,7 a 3 pontos percentuais para se equilibrar as contas públicas. 

Para os especialistas, uma alteração dos preços do mercado exigiria do próximo governo mais do que o simples cumprimento das metas anuais.  

“Para que a dívida deixe de crescer, o investidor precisaria enxergar melhora recorrente do resultado primário e redução da rigidez das despesas“, afirmam.  

No documento, os especialistas elencam uma série de medidas que poderiam ajudar a melhorar o fiscal e, por consequência, a percepção dos agentes financeiros sobre a trajetória da dívida. Entre elas estão: 

  • A desaceleração das despesas obrigatórias; 
  • A revisão de indexações e benefícios; 
  • A limitação de novas exceções ao arcabouço; 
  • E metas primárias verificáveis; 

“A credibilidade aumentaria se o plano apresentasse etapas, gatilhos automáticos e metas intermediárias, permitindo ao mercado acompanhar a execução sem depender apenas de promessas de longo prazo”, acrescentam. 

Analistas revelam como investidores podem alocar seus recursos diante da reancoragem das expectativas em torno do fiscal; saiba mais aqui 

O que aconteceria se o governo ajustasse as contas públicas? 

Para entender o efeito que um possível ajuste fiscal teria no mercado, os analistas desenharam três cenários possíveis, que levam em consideração projeções econômicas, dados históricos e diferentes hipóteses. 

Nesse sentido, portanto, os números apresentados a seguir devem ser interpretadas como um exercício de sensibilidade e reprecificação, e não como projeções pontuais. 

  1. Cenário de ajuste crível 

Um cenário de ajuste crível representa um programa econômico suficiente para reduzir o prêmio fiscal e aproximar a dívida de uma trajetória de estabilização. 

Nesse caso, o contrato de DI jan/2031, que forma a curva de juros futuros, o dólar e a bolsa começariam a apresentar sinais de melhora diante do atual cenário: 

Tabela: Faixas estimadas para um horizonte de 12 a 24 meses. Fonte: bigdata.com, Empiricus e Bloomberg. 

“Com menor risco de que a dívida cresça indefinidamente, os juros longos poderiam recuar antes mesmo de o Banco Central reduzir a Selic. A queda da curva estimularia a entrada de capital, fortaleceria o real e reduziria a inflação esperada“, explicam os analistas no relatório. 

  1. Cenário de um ajuste forte 

Já uma realidade de ajuste forte pressupõe uma reforma relevante das despesas obrigatórias e superávits recorrentes por parte da equipe econômica. Aqui, o dólar poderia cair para R$ 4,25, enquanto o Ibovespa poderia operar na faixa dos 260 mil pontos: 

Tabela: Faixas estimadas para um horizonte de 12 a 24 meses. Fonte: bigdata.com, Empiricus e Bloomberg. 

Esse segundo cenário dependeria de resultados consistentes, com a queda efetiva do déficit, estabilização da dívida e convergência da inflação. Sem essa confirmação, parte do rali inicial poderia ser devolvida, advertem os analistas. 

  1. Cenário de reancoragem 

Agora, uma conjuntura de reancoragem estrutural exigiria, além do ajuste doméstico, inflação convergente, ambiente externo construtivo e entrada expressiva de capital. 

Nesse ponto, a curva de juros futuros (DI jan/2031) poderia chegar a 9,8%, o dólar alcançar o patamar dos R$ 3,95 e a bolsa atingir os 300 mil pontos: 

Tabela: Faixas estimadas para um horizonte de 12 a 24 meses. Fonte: bigdata.com, Empiricus e Bloomberg. 

Vale ressaltar que um dólar abaixo de R$ 4,20 exigiria condições adicionais, como dólar global fraco, commodities sustentadas, estabilidade política e fluxo estrangeiro relevante.  

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Renda fixa, crédito, FIIs e mais: Analistas revelam como se posicionar diante de cenário favorável 

Na visão dos especialistas, um ajuste fiscal crível reduziria os juros longos, fortaleceria o real e favoreceria a bolsa, com maior potencial para títulos IPCA+ longos e setores domésticos sensíveis à queda da Selic.  

Nesse sentido, os analistas apresentam no relatório (leia aqui) uma alocação que privilegia duration real longa, crédito de infraestrutura e ativos domésticos sensíveis à queda do custo de capital.  

A estratégia leva em consideração classes e ativos como: 

  • Renda Fixa: um ETF e duas debêntures que buscam capturar juros reais elevados e possuem marcação a mercado; 
  • Crédito: dois papéis com carrego e exposição a projetos regulados; 
  • Ações: quatro papéis e um ETF voltados ao ciclo doméstico que podem se beneficiar da retomada da atividade; 
  • Fundos imobiliários: três FIIs que buscam renda e valorização com a queda dos juros. 

É importante ressaltar que os analistas da Empiricus e do BTG Pactual são especialistas em mercado financeiro e construíram esse portfólio de investimento sob medida caso o governo realize o ajuste fiscal. 

Caso você queira ler a tese completa do relatório e acessar a lista dos ativos, basta fazer seu cadastro no Empiricus+, assinatura que dá acesso a todas as recomendações de investimentos dos analistas da Empiricus.  

Ao se cadastrar, você garante 30 dias gratuitos de acesso aos relatórios, recomendações e cursos produzidos pelos analistas da casa. Cadastre-se no botão abaixo, é rápido e simples: 

DESCUBRA ONDE INVESTIR O SEU DINHEIRO CASO CENÁRIO FISCAL MELHORE 

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Eleições, juros e petróleo: Analista revela onde investir em renda fixa, FIIs e ações para buscar renda extra  

O encerramento de agosto reforçou uma lição importante para os investidores: diante de juros altos, escolher ativos com qualidade, bons balanços e capacidade de gerar caixa é essencial para buscar resultados consistentes na carteira. 

Para setembro, o cenário deve continuar exigindo atenção. As Eleições 2026, a pressão sobre o petróleo e a chegada de uma Super Quarta colocam a volatilidade novamente no centro das atenções dos mercados. 

Diante desse cenário, a estratégia de investimento para o mês deve ser focada na diversificação. O objetivo é evitar que oscilações pontuais em uma única classe comprometam excessivamente o desempenho do conjunto. 

É isso o que defende Matheus Spiess, estrategista da Empiricus, na Carteira Empiricus Renda Extra. Em novo relatório, Spiess explica os principais movimentos que marcaram agosto e o que ainda está por vir.  

Na visão do especialista, setembro começa com uma agenda capaz de reorganizar a precificação global. Nesse sentido, a “estratégia 60/25/15” segue como a principal aposta para equilibrar a carteira, combinando: 

  • Renda e retorno no curto prazo; 
  • Exposição a investimentos de prazo mais longo; 
  • E proteção contra possíveis oscilações do mercado. 

No relatório, Spiess traz uma carteira tática com 12 ativos, que engloba diferentes classes de investimentos, como renda fixa, fundos imobiliários e ações.  

ACESSE AGORA A CARTEIRA COM OS 12 ATIVOS PARA SETEMBRO

Contagem regressiva para eleições, petróleo acima dos US$ 90 e Super Quarta abrem setembro 

Embora a inflação tenha dado uma trégua em agosto, após o IPCA-15 apresentar um recuo de 0,40%, as preocupações em torno do problema fiscal no Brasil impediram um “alívio mais amplo” para a economia brasileira, segundo explica Spiess.  

Os investidores acompanham sob lupa as falas dos presidenciáveis sobre o rumo das contas públicas em 2027, principalmente agora que a eleição entra em contagem regressiva.  

Ao falar sobre agosto, o analista explica que a campanha eleitoral passou a ser precificada de forma mais direta nos ativos. 

Além disso, “agosto teve uma forte saída de capital estrangeiro da bolsa, o Ibovespa chegou a acumular onze quedas consecutivas e trabalhou abaixo dos 165 mil pontos no pior momento”, pontua no relatório. 

VEJA MAIS: Confira gratuitamente 12 ativos para buscar renda extra em setembro 

Já no exterior, o petróleo Brent fechou o mês cotado acima dos US$ 90 o barril devido à escalada do conflito no Oriente Médio e a falta de um acordo definitivo para o fim da guerra.  

Segundo Spiess, essa alta persistente do petróleo pode contaminar expectativas de inflação, manter os juros globais elevados e reduzir o espaço para flexibilização monetária.  

É justamente esse cenário que coloca a política monetária no centro das atenções em setembro. 

Esses fatores devem pesar nas decisões da próxima Super Quarta, quando Brasil e Estados Unidos definem suas respectivas taxas de juros. Por ora, a expectativa do mercado é de que o Copom corte a Selic, enquanto o Federal Reserve suba os juros. 

ACESSE O RELATÓRIO E CONFIRA A CARTEIRA COM 12 ATIVOS PARA SETEMBRO 

Renda fixa, FIIs e ações: Leia o relatório gratuitamente e veja como se posicionar agora 

Diante de um cenário econômico incerto, o estrategista da Empiricus criou a “estratégia 60/25/15”. Trata-se, basicamente, de uma posição tática em que os ativos são distribuídos da seguinte forma:  

  • 60% do portfólio em renda fixa; 
  • 25% em ações;  
  • E 15% em fundos imobiliários. 

Segundo o analista, a parcela de renda fixa segue como principal estabilizador, com exposição a pós-fixados e títulos ligados à inflação, enquanto os FIIs e as ações adicionam fontes complementares de rendimento e valorização no longo prazo. 

“Seguimos priorizando ativos de qualidade, boa capacidade de geração de caixa e perspectivas consistentes de distribuição de rendimentos”, afirma no relatório. 

Para o mês de setembro, Spiess não fez nenhuma alteração nas posições montadas. Ao todo, a carteira possui 12 ativos que mesclam essas diferentes classes. 

A boa notícia para quem ficou interessado na Carteira da Empiricus de Renda Extra é que é possível conferir o portfólio completo de forma 100% gratuita. 

Isso porque a Empiricus está liberando, como cortesia, o acesso a todas as recomendações da carteira. Além dos papéis, o investidor também entende no relatório qual a tese por trás de cada ativo.  

Para acessar o portfólio, basta clicar no botão abaixo e se cadastrar gratuitamente na área logada da Empiricus: 

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Eleições 2026 devem fazer mercado ‘pegar fogo’ em setembro: Analistas fazem suas apostas e revelam como investir agora 

Se em agosto os investidores já observaram uma boa dose de volatilidade durante os pregões, agora em setembro as Eleições 2026 devem fazer o mercado brasileiro “pegar fogo”.  

Pelo menos essa é a leitura de Matheus Spiess, estrategista da Empiricus, sobre um dos principais temas do ano que entrou, definitivamente, em contagem regressiva. 

A avaliação do economista foi feita durante a live sobre as Carteiras Recomendadas da Empiricus. Nela, também estiveram presentes os analistas Ruy Hungria, Laís Costa e Caio Araujo.  

Entre os destaques que marcaram agosto estão a temporada de balanços para os bancões, o mau humor do setor de fundos imobiliários com o IFIX no negativo, a virada do ouro e do Bitcoin, e o desafio que o risco fiscal traz para os ativos. 

Para Ruy Hungria, especialista no mercado do ações, os resultados do segundo trimestre de 2026 mostraram aos investidores que é preciso ser “seletivo” na hora de investir no segmento financeiro da Bolsa.  

Diante de um cenário de juros altos, os bancões tiveram parte de seus resultados corroídos pela inadimplência. Ainda assim, um deles conseguiu sair “vencedor” e se mostrou defensivo, segundo aponta Hungria. Confira qual bancão é esse assistindo ao quadro aqui.

Outro tema que deve ficar cada vez mais em evidência é o problema fiscal no Brasil. Tanto Spiess quanto Laís Costa concordam que o governo “flerta com o precipício” quando o assunto é a trajetória da dívida pública.  

Não à toa, segundo Spiess, a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e de outros presidenciáveis, como Flávio Bolsonaro (PL), começam a apostar cada vez mais em um discurso fiscalista.

Caso você tenha ficado interessado em entender esses pontos em profundidade e deseja saber como se posicionar diante desse contexto, assista a live sobre as Carteiras Recomendadas da Empiricus disponível no YouTube: 

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Em cenário de ruptura, fiscal pode derrubar o Ibovespa abaixo dos 107 mil pontos e elevar o dólar acima dos R$ 7, apontam analistas 

Juros perto de 20% ao ano, dólar acima de R$ 7 e Ibovespa abaixo dos 107 mil pontos. Esse é um dos possíveis cenários para o Brasil caso o país não consiga fazer um ajuste fiscal crível em 2027 e enfrente uma “ruptura de confiança”, segundo analistas da Empiricus e do BTG Pactual. 

No relatório “E se o Governo não ajustar as contas públicas”, os especialistas avaliam os impactos que o abandono das regras fiscais, a expansão do gasto público e a perda de credibilidade monetária poderiam provocar sobre os mercados e a economia brasileira. 

Com as eleições de 2026 cada vez mais perto, o investidor busca a resposta para a seguinte pergunta: “se o presidente eleito não for capaz de endereçar o problema fiscal e frear a trajetória crescente da dívida pública, onde eu deveria investir o meu dinheiro?“. 

Onde investir caso governo não ajuste o fiscal? Veja agora como você pode se posicionar diante de uma possível crise

Aumento das receitas e contenção dos gastos não resolvem problema, afirmam analistas 

A dívida bruta do governo alcançou 82,5% do PIB nos últimos 12 meses até julho de 2026, segundo dados do Banco Central.  

De acordo com o relatório, a estabilização da dívida exigiria do próximo governo um superávit primário próximo de 2,1% do PIB. Hoje, o Brasil possui um déficit primário de 0,67% do PIB.  

Na prática, isso significaria uma melhora aproximada de 2,7 a 3 pontos percentuais para se equilibrar as contas públicas. 

Fato é que, segundo os analistas, esse ajuste não seria factível apenas via aumento de receitas ou congelamento de novos gastos. E sem um endereçamento claro da questão, a percepção do mercado começa a se deteriorar. 

“O choque surgiria quando os investidores passassem a incorporar a percepção de que, sem mudanças nas despesas obrigatórias e sem superávits primários recorrentes, a dívida pública não será estabilizada em horizonte razoável”, explicam. 

Analistas revelam como investidores podem alocar seus recursos diante do agravamento da crise fiscal; saiba mais aqui

Da adversidade a ruptura: o que aconteceria se Brasil mergulhasse na crise fiscal? 

Para entender os efeitos do aprofundamento da crise fiscal nos juros, câmbio e bolsa, os analistas desenharam três cenários possíveis, que levam em consideração projeções econômicas, dados históricos e diferentes hipóteses. 

E que, portanto, devem ser interpretadas como um exercício de estresse e reprecificação, e não como projeções pontuais.  

  1. Cenário adverso 

Em uma conjuntura em que a confiança do mercado se enfraquece, mas não chega a ser perdida, o governo ainda conseguiria cumprir parte das metas fiscais recorrendo a receitas temporárias, abatimentos e aperto nos gastos discricionárias. 

O resultado primário efetivo permaneceria deficitário e a dívida avançaria para perto de 90% do PIB. Nesse caso, o contrato de DI jan/2031, que forma a curva de juros futuros, o dólar e a bolsa passariam a ser pressionados: 

Tabela: Sensibilidade sobre os juros, câmbio e bolsa. Fonte: bigdata.com, Empiricus e Bloomberg. 

Nesse patamar, “o diferencial de juros ainda ofereceria algum suporte ao real, enquanto exportadoras e empresas pouco alavancadas funcionariam como proteção relativa”, ressaltam os analistas no documento. 

  1. Cenário severo 

Já o cenário severo pressupõe que o mercado abandone a hipótese de estabilização da dívida, o que levaria a uma reprecificação ampla dos ativos. Aqui, o dólar poderia passar dos R$ 6,60, enquanto o Ibovespa encostaria nos 116 mil pontos:  

Tabela: Sensibilidade sobre os juros, câmbio e bolsa. Fonte: bigdata.com, Empiricus e Bloomberg. 

“A dívida caminharia para 95% do PIB e, posteriormente, para 100%, enquanto o Banco Central teria de interromper cortes ou retomar o aperto monetário. A queda da bolsa refletiria tanto uma taxa de desconto maior quanto revisões negativas dos lucros”, destaca o relatório. 

  1. Cenário de ruptura 

Esse seria o cenário mais extremo: exigiria flexibilização profunda do arcabouço, desancoragem inflacionária e ambiente externo desfavorável. 

Neste ponto, a curva de juros futuros (DI jan/2031) poderia chegar a 20%, o dólar alcançar o patamar dos R$ 7,50 e a bolsa amargar uma queda profunda, aos 89 mil pontos: 

Tabela: Sensibilidade sobre os juros, câmbio e bolsa. Fonte: bigdata.com, Empiricus e Bloomberg. 

“O risco mais provável não seria um calote clássico, pois a dívida é majoritariamente emitida em reais e o país possui reservas. O dano ocorreria por inflação mais alta, juros reais persistentes, repressão financeira e destruição gradual do valor dos ativos domésticos“, afirmam os analistas no relatório. 

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Exterior, metais, crédito e mais: os ativos para se proteger caso governo não ajuste o fiscal 

Para os analistas, o mercado não precisa esperar uma crise de financiamento para impor custos. A percepção de que o problema continuará já pode elevar o juro neutro, enfraquecer o câmbio e reduzir os múltiplos da bolsa. 

Diante disso, o investidor deve priorizar uma estratégia de investimentos direcionada para uma diversificação internacional, liquidez e ativos alternativos de proteção. 

No relatório completo (leia aqui), os analistas revelam em quais ativos investir para montar uma carteira capaz de amortecer os efeitos da crise fiscal. A estratégia leva em consideração classes e ativos como: 

  • Internacional: quatro ações com qualidade, crescimento e exposição ao dólar; 
  • Renda Fixa Global: quatro ETFs com exposição ao Tesouro dos EUA; 
  • Metais e Estruturados: ativos que buscam diversificação e assimetria; 
  • Caixa e crédito: debêntures e fundos com carrego, liquidez e renda; 
  • Proteção: ativos defensivos na abertura da curva e queda da bolsa; 

É importante ressaltar que os analistas da Empiricus e do BTG Pactual são especialistas do mercado financeiro e construíram esse portfólio de investimento sob medida a possível crise que o Brasil pode enfrentar.  

Caso você queira ler a tese completa do relatório e acessar a lista dos ativos, basta fazer seu cadastro no Empiricus+, assinatura que dá acesso a todas as recomendações de investimentos dos analistas da Empiricus.  

Ao se cadastrar, você garante 30 dias gratuitos de acesso aos relatórios, recomendações e cursos produzidos pelos analistas da casa. Cadastre-se no botão abaixo, é rápido e simples: 

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Especialização em inteligência artificial chega ao mercado; primeiros alunos terão mentoria exclusiva 

Acaba de chegar ao mercado a Especialização Executiva Certificada em Inteligência Artificial, nova formação da Empiricus Research, uma das principais casas de análise financeira do Brasil. 

A especialização foi criada para preparar profissionais para as transformações geradas pela IA e ensinar como utilizar a tecnologia de forma estratégica para ganhar relevância e se destacar no mercado de trabalho. 

Quem encabeça a mentoria é Alex Hisatomi, diretor de Data Analytics da Empiricus. Com mais de 20 anos de experiência em tecnologia, Hisatomi já passou por empresas como Apple, Cogna, Santander e Bradesco.  

Para além de todo seu conhecimento em análise de dados, Alex também é um exemplo vivo de como a expertise em inteligência artificial pode ser um trunfo quando se quer progredir na carreira. 

Somente nos últimos cinco anos, o diretor da Empiricus conseguiu triplicar o próprio salário com a implementação de novos projetos em IA e automatização de áreas da empresa.  

A partir de agora, qualquer brasileiro que deseja entender esse universo, desde o básico até o avançado, poderá fazer isso com ajuda da nova especialização da Empiricus.  

EU QUERO SAIR NA FRENTE E ME ESPECIALIZAR EM IA 

Conheça os cinco pilares da especialização em IA; primeiros alunos terão mentoria exclusiva 

A proposta da especialização é ampliar o conhecimento em inteligência artificial não apenas entre profissionais, mas também dentro das empresas que buscam automatizar processos e transformar a forma como seus negócios funcionam. 

E não é preciso chegar com conhecimento prévio. Pelo contrário. 

A formação parte do zero e conduz o aluno, passo a passo, pelos principais conceitos e ferramentas de IA, até a aplicação prática. Para isso, a especialização está estruturada em cinco pilares: 

1. Curso técnico: módulos que vão do básico ao avançado e ensinam, na prática, como operar tecnicamente as principais ferramentas de inteligência artificial. 

2. Cases práticos: o aluno terá contato com casos reais de uso da IA em diferentes áreas e entenderá como adaptar essas aplicações à sua própria realidade profissional. 

3. Acelerador de carreiras: depois de desenvolver conhecimento técnico e prático, o aluno contará com um ambiente para apresentar seu trabalho e aumentar suas possibilidades de contratação. 

4. Acelerador de negócios: os primeiros alunos terão uma mentoria exclusiva com Alex para transformar uma ideia em projeto e colocá-la em prática em poucos dias. 

5. Certificação de Especialista 1% em IA: uma certificação criada para reconhecer a especialização e ajudar o aluno a abrir portas para oportunidades no mercado de trabalho. 

Além disso, a formação também foi pensada para alcançar profissionais de diferentes áreas, como mercado financeiro, marketing, jurídico, entre outras. Por isso, a formação contará com as especificidades de cada profissão. 

E, para garantir a profundidade dessa experiência, a proposta é trabalhar com uma turma reduzida, formada por profissionais realmente interessados em aprender, aplicar e explorar todo o potencial da inteligência artificial. 

Ou seja, quem realmente quiser sair na frente de outros profissionais e se preparar para essa nova era da IA, precisa garantir a sua vaga o quanto antes.

Quer sair na frente de outros profissionais do mercado? Veja como garantir sua vaga na formação em IA agora 

Hoje (31), às 19h, Alex Hisatomi, diretor de data analytics da Empiricus, virá a público apresentar mais detalhes da Especialização Executiva Certificada em Inteligência Artificial. 

Durante o lançamento, o diretor da Empiricus vai explicar a importância da especialização e mostrar como brasileiros de diferentes perfis podem usar a inteligência artificial para impulsionar a carreira ou alavancar seus próprios negócios. 

No fim das contas, a escolha é simples: acompanhar a revolução tecnológica ou ficar para trás. 

Caso queira ser avisado em primeira mão sobre a especialização e garantir sua vaga na formação, basta clicar neste link aqui ou no botão abaixo, é simples e rápido: 

EU QUERO GARANTIR MINHA VAGA NA ESPECIALIZAÇÃO EM IA DA EMPIRICUS 

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Dezenas de ‘funcionários’ e nenhum salário? Aprenda a criar agentes autônomos no ChatGPT e Claude em aula gratuita 

“Já criei dezenas de projetos que automatizaram vários setores e tarefas especificas na Empiricus. Eu tenho cinco pessoas que respondem diretamente para mim e cerca de 27 agentes que trabalham o tempo todo em outras tarefas”. 

O relato que você acabou de ler acima é de Alex Hisatomi, diretor de data analytics da Empiricus e mentor da Especialização Executiva Certificada em Inteligência Artificial.  

A mais nova formação da Empiricus tem como objetivo preparar profissionais para a nova era da IA e mostrar como eles podem usar a tecnologia para se destacar no mercado de trabalho.  

E, acredite, Alex não é o mentor dessa formação por acaso. 

Com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e mercado financeiro, Hisatomi já passou por empresas como Apple, Cogna, Santander e Bradesco.  

Só nos últimos cinco anos, ele conseguiu triplicar o próprio salário graças ao seu conhecimento aprofundado em análise de dados e inteligência artificial. 

Agora, qualquer brasileiro interessado pode aprender a criar agentes autônomos do zero com ferramentas de IA e trazer mais eficiência para o seu dia a dia. E detalhe: de forma 100% gratuita. 

Isso porque a nova formação conta com três aula introdutórias, que buscam dar uma espécie de prévia ao aluno sobre como será a mentoria.  

Na primeira aula, o diretor de data analytics ensinou os fundamentos do ChatGPT e Claude Code (confira aqui). Desta vez, ele ensina como criar os agentes autônomos com ajuda das ferramentas de forma simples e prática.  

Confira a aula completa aqui: 

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