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Eleições 2026 podem entregar lucro de anos em apenas 12 semanas; saiba como

O calendário das eleições 2026 segue avançando. Com o fim das convenções, os partidos devem registrar suas candidaturas nos próximos dias e, em breve, veremos propagandas eleitorais na televisão, rádio e internet.

Para os mercados, a aproximação do pleito representa o início de um período crítico: uma época de máxima volatilidade. E é justamente neste ambiente que os investidores têm a chance de capturar, em 12 semanas, retornos que geralmente levariam anos.

Pensando em “surfar” as oportunidades desse período, a Empiricus lançará o Sprint Eleitoral. Trata-se de um plano de “tiro curto” que busca antecipar lucros aproveitando a volatilidade desse período.

ELEIÇÕES 2026: ENTENDA COMO BUSCAR LUCROS COM A DISPUTA

Nas últimas eleições, estratégia da Empiricus gerou ganhos de 120% a 375% em poucos dias, e isso pode se repetir em 2026

No primeiro trimestre de 2026, o Ibovespa valorizou 16%, entregando um retorno acima da Selic anual — que naquele momento era de 15% ao ano — e de quase metade da valorização do índice durante todo o ano de 2025 (34%).

Entretanto, desde abril até o último fechamento (10), o Ibovespa já recuou –8%, performance 24% inferior à dos mercados emergentes no mesmo período. Segundo o JP Morgan, esse comportamento é compatível com o padrão apresentado pelos ativos de risco brasileiros em outras disputas eleitorais.

O banco norte-americano fez um levantamento que mostra que, historicamente, em ano de eleições, a bolsa brasileira tende a apresentar fraqueza nos meses que antecedem o pleito.

VEJA MAIS: lucros de até 586% nas próximas 12 semanas? Entenda como buscar ganhos com as eleições 2026

Contudo, esse movimento tende a ser sucedido por um rali durante o mês do pleito.  Nesse sentido, a análise do JP Morgan sugere uma alta de 10% no IBOV após o primeiro turno em 2026, independentemente de quem seja o líder nas pesquisas presidenciais.

Segundo a Empiricus, é justamente nesse intervalo entre fraqueza e um provável rali que moram as oportunidades de capturar lucros relevantes.

Neste momento, os investidores estão mais sensíveis ao noticiário político e econômico, e “ativos podem explodir ou derreter diante da fala de um candidato, de uma nova pesquisa ou da definição de um ministério”, explica Matheus Spiess, estrategista de macroeconomia da casa.

Foi acompanhando todo esse contexto que, nos ciclos anteriores, a Empiricus foi capaz de fazer recomendações que entregaram retornos de até:

  • 375% em seis dias;
  • 220% em 19 dias;
  • 120% em sete dias.

É claro que retornos passados não são garantia de retornos futuros. Contudo, o comportamento do Ibovespa aponta que o mercado brasileiro está repetindo a trajetória dos pleitos passados.

Assim, de acordo com o estrategista, o período eleitoral em 2026 pode gerar lucros que o investidor levaria anos para acumular, em apenas 12 semanas. E a janela para capturar retornos está prestes a se abrir. Para aproveitá-la, na próxima segunda-feira (17), a Empiricus inaugurará o Sprint.

Sprint Eleitoral: participe do plano para buscar até 586% em lucros com as eleições 2026

O Sprint será um plano de “tiro curto” para os investidores que desejam buscar lucros com a volatilidade do mercado durante o período eleitoral. Serão 12 semanas em que os participantes receberão recomendações de:

  • Ações – aquelas com maior potencial de retorno de acordo com cada cenário;
  • Títulos de renda fixa – para buscar proteção ou “turbinar” ganhos com a curva de juros;
  • Opções – que podem explodir e multiplicar o investimento por várias vezes.

Além disso, quem seguir o plano terá acompanhamento diário e uma carteira recomendada que será ajustada à medida que o cenário for mudando com o avanço das eleições. Tudo isso para buscar lucros de até 586%, como ocorreu nos últimos ciclos.

O primeiro encontro será no próximo dia 17, e qualquer investidor interessado poderá participar gratuitamente. Nele, Matheus Spiess trará mais detalhes sobre como funcionará o Sprint, e os requisitos para fazer parte do grupo.

Então, se você ficou interessado e deseja participar, basta clicar no botão abaixo:

QUERO BUSCAR LUCROS DE ATÉ 586% COM AS ELEIÇÕES 2026

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Renda extra: Empiricus aposta em ‘estratégia 60/25/15’ para agosto; veja as recomendações

Julho terminou deixando um recado importante para os investidores: em um cenário cada vez mais influenciado por fatores geopolíticos, inflação e juros, buscar renda extra exige mais do que simplesmente escolher ativos com dividendos elevados.

Ao longo do mês, o mercado passou de um ambiente de otimismo para outro de cautela. A expectativa inicial de alívio nas tensões envolvendo o Oriente Médio deu lugar a novos conflitos, que voltaram a pressionar o preço do petróleo e reacenderam preocupações sobre inflação e política monetária.

No Brasil, embora os indicadores de preços tenham surpreendido positivamente, as incertezas fiscais continuaram limitando uma queda mais acelerada dos juros de longo prazo.

Na avaliação de Matheus Spiess, analista responsável pela Carteira Empiricus Renda Extra, o período reforçou a necessidade de combinar diferentes fontes de retorno para atravessar momentos de maior volatilidade sem depender de um único cenário econômico.

Foi justamente com esse objetivo que o analista promoveu mudanças pontuais na carteira recomendada para agosto. Por trás dessas alterações está a chamada “estratégia 60/25/15”.

Mas, afinal, o que significam esses números e por que eles podem fazer diferença para quem busca construir uma fonte de renda passiva?

CONFIRA 12 ATIVOS PARA BUSCAR RENDA EXTRA EM AGOSTO

Corte na Selic, balanços do 2T26, eleições: o que está no ‘radar’ do mercado para agosto?

Agosto começa com uma série de eventos capazes de definir os próximos passos dos mercados. Por aqui, os investidores digerem a decisão do Copom da última quarta-feira (5) que reduziu a Selic para 14% ao ano , e aguardam a divulgação da ata da reunião.

Outros fatores domésticos também devem mexer com os mercados. Destaque especial para a temporada de resultados do segundo trimestre de 2026, que ganha força ao longo da primeira quinzena do mês, bem como a disputa eleitoral que passa a ter mais relevância com a definição dos candidatos.

No exterior, as atenções seguem voltadas aos indicadores de emprego e inflação dos Estados Unidos, além dos desdobramentos das tensões no Oriente Médio.

Na visão de Matheus Spiess, esse conjunto de fatores exige uma postura equilibrada. Embora, ainda existam riscos relevantes vindos do cenário fiscal e das incertezas internacionais, os ativos de renda continuam encontrando oportunidades em diferentes classes de investimento.

VEJA MAIS: Confira gratuitamente 12 ativos para buscar renda extra em agosto

Assim, a diversificação continua sendo a principal ferramenta para enfrentar um ambiente marcado por oscilações nos juros, no câmbio e no mercado internacional. É justamente essa leitura que orienta a “estratégia 60/25/15”, utilizada pelo analista na construção da Carteira Renda Extra.

Na prática, o modelo distribui os ativos da seguinte forma:

  • 60% do portfólio em renda fixa;
  • 25% em ações; e
  • 15% em fundos imobiliários.

A proposta não é concentrar a carteira em ativos que oferecem o maior rendimento momentâneo, mas equilibrar diferentes fontes de receita recorrente, com potencial de valorização patrimonial ao longo do tempo.

Contudo, além da estratégia de alocação, o analista fez alguns ajustes pontuais no portfólio.

Sai KDIF11 e CYRE3, entra JURO11 e DIRR3

Uma das principais mudanças da carteira nesse mês aconteceu no alocação de renda fixa com a troca do Kinea Infra (KDIF11) por Sparta Infra (JURO11). Segundo Spiess, a mudança não representa uma perda de confiança na gestora anterior, mas uma escolha tática diante da assimetria mais favorável observada atualmente.

  • Entre os fatores que levaram a mudança estão:
  • O desconto em relação ao valor patrimonial;
  • O retorno implícito próximo de IPCA + 9,5% ao ano; e
  • A retomada da distribuição de rendimentos anunciada pela Sparta

Já na alocação de ações, a Cyrela (CYRE3) deu lugar à Direcional (DIRR3), mantendo a exposição ao setor de construção civil, porém em uma empresa mais concentrada no segmento de habitação popular.

Matheus Spiess ressalta que a atuação da Direcional no programa Minha Casa, Minha Vida tende a tornar a demanda mais resiliente mesmo em um ambiente de juros elevados. Além disso, a companhia combina crescimento operacional consistente com expectativa de dividend yield próxima de 11% para 2027.

Mas Direcional e Sparta Infra não são as únicas recomendações para agosto…

As duas mudanças anunciadas para agosto representam apenas parte da estratégia desenhada por Spiess. Além delas, a Carteira Empiricus Renda Extra reúne uma seleção de ativos distribuídos entre renda fixa, fundos imobiliários e ações.

Apesar do nome, a carteira vai além de identificar os maiores dividendos do momento. A estratégia busca combinar ativos com capacidade consistente de distribuir proventos — como juros, dividendos e rendimentos de fundos imobiliários — com oportunidades de ganho de capital.

A boa notícia é que você pode conferir o portfólio completo de forma 100% gratuita. A Empiricus está liberando como cortesia o acesso a todas as recomendações da Carteira Empricus Renda Extra.

Além do ticker de cada ativo, você poderá entender os motivos por trás de cada recomendação e conferir a análise detalhada de Matheus Spiess. Para liberar o seu acesso ao portfólio, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

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BTG Pactual abre inscrições para programa de formação de assessores de investimento; participe

Se você está em busca de uma porta de entrada para o mercado financeiro ou da oportunidade de fazer uma transição de carreira, precisa saber que o BTG Pactual abriu inscrições para o BTG Evolution. Trata-se do programa de formação de Assessores de Investimentos, promovido pelo banco de investimentos.

O objetivo é capacitar recém-formados, universitários no final da graduação e profissionais em transição de carreira para construir uma trajetória sólida no mercado financeiro.

Diferentemente de outros programas de formação de assessores, a proposta do BTG Pactual não é simplesmente oferecer um curso que ajude esses profissionais a conseguirem uma certificação. A intenção é trazer os candidatos para o dia a dia do banco e ensiná-los como ser um assessor.

As inscrições seguem abertas até 22 de julho e a primeira fase da formação acontecerá no dia 1 de agosto em um evento presencial. Veja a seguir como vai funcionar o programa.

BTG Evolution: conheça os pré-requisitos e todas as etapas do programa

O BTG Evolution é voltado a profissionais recém-formados ou com graduação concluída em até três anos, em qualquer área de conhecimento. O programa também é para universitários no último semestre de graduação em Economia, Administração ou áreas correlatas. Não é necessária experiência prévia, contudo, a certificação CPA-20 (atual C-Pro R) é obrigatória.

Assim, o programa de formação de assessores de investimentos do BTG Pactual foi elaborado em seis etapas:

  • Período de inscrições (22/06 a 22/07) – neste link;
  • Convite para o Evento (28/07 a 30/07);
  • Evento Presencial + Case técnico (01/08);
  • Conversa com Líderes (03/08 a 07/08);
  • Propostas (10/08 a 11/08);
  • Formação B2C (duração de 3 a 6 meses): Entrada prevista para 24/08.

No dia 1º de agosto os candidatos vão ter o primeiro contato com o universo de assessoria do BTG Pactual. Na ocasião, os participantes vão entender quais os caminhos possíveis para construir uma carreira na área, por meio de conversas com especialistas do banco.

Ao final dessa experiência, ainda durante o evento, os participantes vão resolver um case técnico. O desafio será baseado em situações reais do dia a dia de um assessor de investimentos e os candidatos vão poder colocar em prática suas habilidades analíticas e conhecimentos.

Os participantes que preformarem melhor nessa fase serão selecionados para ingressar na Assessoria Digital e podem ser promovidos para o time de Relacionamento ao final de três meses.

Assim, os candidatos que avançarem na trilha do programa terão três meses de experiência dentro do BTG Pactual. Nesse período, eles vão seguir os mesmos objetivos que um assessor do banco e terão formação técnica e prática por meio de:

  • Treinamentos;
  • Simulações e roleplays reais;
  • Feedbacks individuais;
  • Acompanhamento de performance;
  • Mentoria com líderes de mercado.

BTG EVOLUTION: SAIBA COMO DAR O PRÓXIMO PASSO NA SUA CARREIRA

Por que participar do BTG Evolution?

A profissão assessor de investimentos está ganhando cada vez mais espaço no Brasil. De acordo com dados da ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias), em maio, o país contava com mais de 27 mil profissionais certificados. Destes, 20 mil já estavam vinculados a alguma instituição financeira.

Na prática, estamos falando de um crescimento de 3,6% em 12 meses, que reforça a procura por serviços especializados de investimento, mas que ainda esta longe de atender à demanda crescente do mercado.

Nesse sentido, o BTG Evolution pode ser uma porta para o desenvolvimento acelerado na carreira de assessor de investimentos, com acesso direto a especialistas e a oportunidade de efetivação em um dos times mais estratégicos do BTG Pactual.

O profissional ainda poderá contar com a estrutura robusta do maior Banco de Investimentos da América Latina com acesso à um portfólio amplo de produtos internos e ativos externos, selecionados rigorosamente.

Outro diferencial são as plataformas que dão suporte ao trabalho diário e permitem:

  • Gestão de carteiras;
  • Acompanhamento do mercado em tempo real;
  • Análise de riscos e oportunidades;
  • Tomada de decisão com mais agilidade e precisão.

Por fim, os assessores de investimento vinculados ao BTG Pactual contam com uma jornada de formação contínua que inclui cursos, workshops, trilhas focadas em comunicação, liderança, gestão do tempo e competências comportamentais.

O BTG Evolution é o primeiro passo para quem deseja desenvolver uma carreira de sucesso como assessor de investimentos, dentro do BTG Pactual.

Por isso, se você está em busca da sua primeira oportunidade no mercado ou deseja fazer uma transição de carreira, garanta a sua vaga no evento de lançamento e esteja entre os primeiros a entrar nessa trilha de formação:

BTG EVOLUTION: INSCREVA-SE E TENHA A CHANCE DE MUDAR A SUA CARREIRA

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Tudo calculado? O que pode estar no radar de Michelle Bolsonaro e como isso afeta o mercado? Confira análise de CEO da Empiricus

A crise envolvendo Michelle Bolsonaro, seu enteado Flávio Bolsonaro e o PL, ganhou mais um capítulo que, ao que tudo indica, está longe de ser o final. Na última terça-feira (30) a ex-primeira-dama comunicou a sua saída da presidência do PL Mulher.

De acordo com Michelle, a decisão foi motivada pelo desejo de se dedicar aos cuidados da filha e do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Mas, para o mercado, os motivos podem ir além da simples intenção de cuidar da família. Especialmente porque o anúncio da decisão veio após a publicação de um vídeo nas redes sociais em que Michelle expôs o conflito com o principal nome da direita na disputa eleitoral.

Na visão de Rodolfo Amstalden, CEO da Empiricus Research, os eventos envolvendo a ex-primeira-dama talvez sejam o gatilho que pode mudar tudo na disputa eleitoral.

“É sempre difícil analisar trajetórias históricas enquanto elas acontecem, mas existe uma chance de que essa peça transformadora tenha surgido nesta semana, mediante o vídeo publicado por Michelle Bolsonaro em suas redes sociais”, escreveu Amstalden em relatório da Empiricus.

Saiba mais: não sabe como proteger os investimentos dos ruídos políticos? Libere agora mesmo o Empiricus+ de graça, até o fim das eleições.

Um passo muito bem calculado, mas rumo a quê?

Enquanto muitos entenderam o vídeo publicado por Michelle como uma impulsividade, o CEO da Empiricus acredita que a gravação foi cuidadosamente planejada e faz parte de uma estratégia política maior, ainda em desenvolvimento.

“Embora parte das fontes (críticas) classifique o post de Michelle como impensado ou impetuoso, entendemos que se trata de um sinal, e não de ruído. […] o vídeo foi cuidadosamente preparado; não é uma peça aleatória.”

Outro ponto que chama a atenção de Amstalden é o fato de a manifestação ter acontecido com o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na mesma linha, ele acredita que o vídeo não representa um movimento isolado, mas o início de uma sequência de acontecimentos ainda desconhecidos.

“Michelle não teria gravado um vídeo desse quilate se não houvesse um vislumbre objetivo dos próximos passos e das negociações vindouras.”, reforçou.

Ainda em sua newsletter, publicada nesta terça-feira (1º), após o anúncio da saída de Michelle do PL Mulher, o analista reforçou essa tese. Segundo ele, ainda não é possível afirmar que a disputa eleitoral mudou definitivamente de rumo, mas os acontecimentos recentes criaram um fator de incerteza.

‘Grandes viradas de mercado ocorrem por flexões não só de número e grau, mas também de gênero’: como se posicionar na Bolsa?

Na visão de Amstalden, a importância política de Michelle Bolsonaro pode ser comparada ao papel desempenhado por Simone Tebet na eleição presidencial de 2022.

Embora Tebet não tenha chegado ao segundo turno, seus quase cinco milhões de votos no primeiro turno foram determinantes para a vantagem obtida por Luiz Inácio Lula da Silva sobre Jair Bolsonaro na etapa decisiva da disputa.

Para o CEO da Empiricus, o momento atual pode representar uma dinâmica semelhante. Mesmo sem saber exatamente quais serão os próximos desdobramentos, Michelle passa a ocupar uma posição capaz de influenciar o equilíbrio da disputa eleitoral.

“Grandes viradas de mercado ocorrem por flexões não só de número e grau, mas também de gênero”, disse em sua newsletter.

Essa possibilidade também influencia a forma como Amstalden enxerga o mercado. Em seu entendimento, o cenário eleitoral permanece aberto e a volatilidade tende a aumentar nos próximos meses, por isso, ele recomenda cautela ao investidor.

Na visão de Rodolfo Amstalden, neste momento cabe ao investidor preservar ao máximo a exposição em Bolsa. Pelo menos até o mês de agosto, avalia.

E a Empiricus vai ajudar os investidores a fazer isso, passo a passo, de forma 100% gratuita, até o fim das eleições.

Empiricus+: veja como garantir o acesso gratuito às principais séries até o fim das eleições

As eleições costumam ser um dos períodos de maior volatilidade para os mercados financeiros. O evento envolvendo Michelle Bolsonaro é um exemplo disso.

Mas para além dele, mudanças nas pesquisas, decisões judiciais e novos acontecimentos políticos podem alterar rapidamente as expectativas dos investidores e provocar fortes oscilações na Bolsa, no dólar e nos juros.

Pensando em ajudar o investidor a navegar por esse cenário, a maior casa de análise independente do país está liberando o acesso gratuito à Empiricus+ até o fim do ciclo eleitoral.

Até outubro, o investidor poderá acompanhar às 11 principais séries da casa. Na Empiricus+ você terá:

Análises e relatórios que vão te ajudar a entender como os principais acontecimentos políticos afetam os mercados;

As estratégias que os analistas consideram mais adequadas para proteger e aproveitar oportunidadesem um ambiente de maior incerteza;

Recomendações para investir em ações, renda fixa, fundos imobiliários, estratégias alternativas, entre outros.

Para garantir seu acesso gratuito à Empiricus+ e acompanhar a cobertura completa das eleições e seus impactos sobre os investimentos, é muito simples: basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções.

EMPIRICUS+: ACESSE GRATUITAMENTE ATÉ O FIM DAS ELEIÇÕES

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Inteligência artificial: o investidor que não usa, ‘cada dia que passa, vai ficando para trás’, alerta especialista

Você ainda não usa inteligência artificial para investir? Segundo Leonardo Dawadji, especialista em IA aplicada ao mercado financeiro, cada dia de espera aumenta a distância para quem já incorporou a tecnologia ao processo de análise.

Para o especialista, o maior erro não é deixar de usar uma ferramenta específica, mas adiar o aprendizado enquanto a tecnologia evolui em ritmo acelerado.

“Quanto mais tarde você demora para começar a usar, mais você vai demorar para alcançar tudo o que está acontecendo”, afirma.

Foi com essa provocação que começou o novo episódio do Empiricus Podca$t. Nesta semana, o programa discutiu como a inteligência artificial está transformando a forma de tomar decisões de investimento. Tanto entre os grandes players do mercado, quanto entre os investidores pessoa física.

A IA virou a ponte entre a tecnologia e as boas ideias

Durante o programa, Dawadji explicou que a inteligência artificial deve ser encarada como uma aliada do investidor, e não como um substituto do pensamento crítico.

Na prática, essa tecnologia pode acelerar tarefas que antes consumiam horas de trabalho. Entre os principais exemplos: resumir relatórios, organizar informações, analisar documentos extensos e estruturar teses de investimento.

Outra grande vantagem da IA para os investidores é a capacidade de colocar em prática ideias que, anteriormente, exigiriam alto conhecimento técnico em ferramentas de programação. Nesse sentido, o especialista apresentou algumas funcionalidades específicas do Claude, ferramenta que ele considera uma das mais avançadas.

Ele aponta que esta IA pode ajudar o investidor a rodar comandos como instalar pacotes, executar scripts e desenvolver aplicações. Tudo isso sem necessariamente conhecer linguagem de programação.

Entretanto, mais importante do que decorar comandos ou dominar uma plataforma específica, é aprender a utilizar a IA para resolver problemas reais do dia a dia. Durante o programa, Dawadji ainda apresentou três aplicações simples que qualquer investidor iniciante pode começar a usar hoje mesmo para ganhar produtividade e melhorar sua rotina de análise.

Você já pode conferir quais são essas funcionalidades no novo episódio do Empiricus Podca$t. Além de discutir como a inteligência artificial já está mudando o mercado financeiro, o programa aborda o impacto da IA no mercado de trabalho. Além dos limites da tecnologia e os cuidados que o investidor deve tomar antes de delegar tarefas à inteligência artificial.

Se você quer entender por que a IA deixou de ser apenas uma tendência e como utilizá-la de forma prática nos investimentos, vale a pena assistir ao episódio completo do Empiricus PodCa$t:

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Pensando em comprar apartamento na Vila Mariana? Antes de decidir, confira outra estratégia que pode render 79% mais

Receber aluguel continua sendo uma das formas preferidas do brasileiro de construir patrimônio e gerar renda recorrente. E, quando o assunto é investir em imóveis em São Paulo, as buscas por “comprar apartamento na Vila Mariana” se destacam nas pesquisas do Google.

A indicação do mecanismo de buscas corrobora com o levantamento do QuintoAndar que aponta que a região lidera o ranking dos bairros mais procurados por quem deseja comprar imóveis para investimento na capital paulista.

A combinação de infraestrutura, mobilidade, universidades, hospitais e alta demanda por locação são os principais motivos pelos quais tantos investidores enxergam no bairro uma oportunidade para obter renda mensal com aluguel.

Mas será que adquirir um apartamento para alugar ainda é a estratégia mais eficiente para transformar patrimônio em renda?

Nos últimos anos, os fundos imobiliários (FIIs) passaram a disputar espaço com o imóvel físico justamente por oferecerem uma proposta semelhante: receber “aluguéis” mensais.

Para entender qual estratégia pode fazer mais sentido simulamos dois cenários: a compra de um studio na Vila Mariana e a aplicação do mesmo valor em uma carteira de fundos imobiliários.

Tem R$ 500 mil para investir? Veja o retorno de apartamento na Vila Mariana e de aplicar em fundos imobiliários

Se você está pensando em comprar um apartamento na Vila Mariana, deve estar preparado para fazer um investimento relativamente alto. De acordo com o QuintoAndar, o preço médio de um studio na região gira em torno de R$ 450 mil a R$ 800 mil.

Assim, para essa simulação, consideramos um studio de aproximadamente 30 m², um quarto, um banheiro e sem vaga de garagem, à venda por R$ 500 mil na Vila Mariana:

(Fonte: Viva Real)

Suponha que o apartamento está em perfeito estado de conservação e você não terá de realizar nenhuma reforma antes de colocá-lo para locação. Assim, segundo a estimativa de aluguel do QuintoAndar, o imóvel poderia ser locado por cerca de R$ 3.464 mensais.

No entanto, depois de descontar os custos com condomínio (R$ 600), IPTU (R$ 170) e taxas de administração, a renda líquida estimada cai para aproximadamente R$ 2.585 por mês.

(Fonte: QuintoAndar)

Ou seja, considerando o retorno líquido, estamos falando de um rendimento de 6,38% ao ano. Uma rentabilidade levemente acima da média registrada para a cidade de São Paulo na pesquisa FipeZap de maio (6,11% ao ano).

Agora imagine investir exatamente os mesmos R$ 500 mil na seguinte carteira de fundos imobiliários:
(Fonte: Empiricus Research)

Considerando a carteira recomendada pela Empiricus Research, a aplicação de R$ 500 mil poderia ter gerado, em média, R$ 4.614,46 por mês em dividendos ao longo dos últimos 12 meses.

É claro que, retornos passados não são garantia de retornos futuros. Contudo, tomando como base o valor líquido que o investidor recebe no aluguel do imóvel físico, estamos falando de um retorno potencial até 79% maior na estratégia com fundos imobiliários.

Mas não é só isso. Enquanto o investidor que compra um apartamento concentra todo o patrimônio em um único imóvel, uma carteira de FIIs distribui o investimento entre diferentes segmentos do mercado imobiliário.

Em outras palavras, você pode investir em galpões logísticos, lajes corporativas, shoppings, imóveis de renda urbana e títulos imobiliários, reduzindo riscos e aumentando as fontes de receita.

Vale ainda destacar que, no caso do apartamento, você só vai conseguir investir se tiver os R$ 500 mil. Nos fundos imobiliários, é possível começar com muito menos. Obviamente, o valor a ser recebido será proporcional ao seu investimento. Contudo, você pode receber até 10 “aluguéis” em julho, com a estratégia de FIIs.

VEJA COMO BUSCAR ATÉ 10 PAGAMENTOS EM JULHO COM FIIs

Teste por 30 dias a estratégia de fundos imobiliários da Empiricus e tenha a chance de receber até 10 ‘aluguéis’ em julho

Caio Araujo, analista de fundos imobiliários, é o responsável pela carteira de FIIs da Empiricus. Além de selecionar os ativos, o analista acompanha constantemente o mercado para realizar ajustes sempre que identifica oportunidades ou mudanças relevantes no cenário econômico. Isso permite que a carteira permaneça alinhada às melhores perspectivas para o setor.

Como os fundos distribuem dividendos em datas diferentes, a composição do portfólio ainda oferece a possibilidade de receber pagamentos ao longo de praticamente todo o mês.

Por isso, antes de comprometer R$ 500 mil na compra de um único imóvel, vale a pena conhecer a estratégia que busca transformar o mesmo patrimônio em até 10 ‘aluguéis’ mensais.

Para quem aderir agora, a Empiricus está liberando gratuitamente por 30 dias o acesso à sua carteira recomendada de fundos imobiliários.

Durante esse período, será possível conhecer os 10 FIIs que compõem o portfólio, entender os critérios utilizados na seleção dos ativos e acompanhar todas as atualizações feitas pelo analista responsável.

E o melhor: os primeiros dividendos poderão começar a “pingar na sua conta” a partir de julho, desde que respeitadas as datas de elegibilidade de cada fundo.

Além da carteira de fundos imobiliários, o período de acesso também inclui outras 10 carteiras recomendadas da Empiricus. Isso permitirá que o investidor conheça diferentes estratégias antes de decidir como alocar seu patrimônio.

Se, ao final do período gratuito, a estratégia fizer sentido para seus objetivos, basta continuar seguindo as recomendações da carteira. Caso contrário, você poderá simplesmente encerrar o acesso, sem nenhum compromisso.

Então, se você quer ter a chance de receber até 10 “aluguéis” a partir de julho, basta clicar no botão abaixo:

QUERO BUSCAR ATÉ 10 ‘ALUGUÉIS’ COM FIIs EM JULHO

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BTG Pactual lança Research Ideas para conectar análises de mercado à execução automatizada de operações

Transformar uma análise de mercado em uma operação executada nem sempre é uma tarefa simples. Muitas vezes, o investidor precisa interpretar relatórios, definir parâmetros de entrada e saída e acompanhar constantemente a posição para que a estratégia seja seguida corretamente.

Foi pensando em facilitar o acesso a diferentes estratégias de investimento que o BTG Pactual acaba de lançar o Research Ideas, uma ferramenta gratuita que conecta análises produzidas pelo time de Research do banco à execução automatizada de operações na Bolsa de Valores.

A proposta é reunir, em um único ambiente, a oportunidade de investimento, a tese de mercado e a execução operacional da estratégia. Dessa forma, o investidor consegue entender os fundamentos por trás de cada recomendação e implementar a operação de maneira simples, sem precisar recorrer a plataformas externas ou realizar configurações mais complexas.

Segundo Ricardo Hessel, diretor executivo de IT do BTG Pactual, o objetivo é aproximar análise e execução. “O cliente encontra a tese de investimento, define o valor que deseja aplicar e a execução acontece de forma automatizada”, explica.

Conheça os recursos do Research Ideas

Hessel explica que o Research Ideas reúne oportunidades selecionadas pelo time de Research do BTG Pactual e as apresenta de forma estruturada ao investidor. Além da recomendação, a plataforma disponibiliza os fundamentos da tese, análises de suporte, potencial de ganho, risco estimado e demais informações relevantes para a tomada de decisão.

Em geral, quando o cliente deseja realizar uma operação de swing trade, long&short e até mesmo opções, ele contrata na corretora uma plataforma para operacionalizar toda a estratégia.

Contudo, por meio do Research Ideas, a operação é montada de forma automatizada, em uma única plataforma, para que o cliente não precise “contratar uma plataforma terceira, nem ter algum outro tipo de assinatura para conseguir operacionalizar isso”, pontua Ricardo Hessel.

Atualmente, a ferramenta conta com estratégias de swing trade, permitindo que investidores acompanhem operações com horizonte de curto e médio prazo de forma automatizada. “Após escolher uma oportunidade, basta informar o valor que será destinado à estratégia”, explica o diretor executivo de IT do BTG Pactual.

A partir daí, a tecnologia assume a execução operacional. Entradas, saídas, stop gain e stop loss são monitorados automaticamente de acordo com os parâmetros definidos para cada operação.

Para Bruno Henriques Lima, diretor executivo de Research do BTG Pactual, a ferramenta contribui para aproximar investidores das ideias produzidas pela equipe de análise. “A gente acredita que é uma forma de deixar o processo muito mais fluido entre ter uma ideia, entender os fundamentos por trás dela e, se fizer sentido, conseguir adotá-la rapidamente”, afirma.

Veja como automatizar operações com o Research Ideas

Atualmente, o acesso ao Research Ideas acontece dentro do próprio ecossistema do BTG Pactual, através do BTG Content, a plataforma de publicações do banco. Também é possível acessar por meio do BTG Trader Desk, a plataforma proprietária desenvolvida exclusivamente para os clientes.

De acordo com Ricardo Hessel, os próximos passos é disponibilizar o Research Ideas tanto no aplicativo do BTG Investimentos, quanto no home broker. Além disso, ao longo dos próximos meses, a equipe espera incluir outras estratégias de investimento de forma automatizada na ferramenta. Entre elas, long&short e derivativos.

Para aqueles que já são clientes e desejam acessar a ferramenta por meio do BTG Content , basta entrar na plataforma. Então, no menu, selecionar “Research Ideas”. Assim, você será direcionado para as recomendações ativas.

Fonte: BTG Content

No Content, você confere todos os detalhes da operação: a tese, direcional (compra ou venda), potencial de ganho e perda, os riscos, entre outros. Além disso, pode investir na estratégia com apenas um clique, desde que o seu perfil de investidor seja compatível com a operação sugerida.

Já para aqueles que preferem acessar o Research Ideas por meio do BTG Trader Desk, o primeiro passo é acessar a conta de investimentos no desktop e ativar gratuitamente a plataforma.
Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

Depois de instalar o BTG Trader, na aba “Negociação” você vai encontrar a opção “Research Ideas”. Ao clicar, abrirá uma nova janela com todas as recomendações disponíveis.

Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

Assim como no BTG Content, por meio do Trader Desk é possível navegar pelas estratégias disponíveis e consultar os detalhes da tese de investimento. Por fim, basta definir o valor que deseja investir e confirmar a operação.

Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

A partir daí, todo o processo é feito de forma automatizada. Ou seja, se a recomendação atingir o lucro esperado ou se chegar no limite de perda, a operação será automaticamente encerrada. Esse mecanismo facilita a vida do investidor e evita que a emoção tome conta, levando a resultados indesejados.

Hessel ainda aponta que, por fazer parte de um ecossistema integrado, o investidor pode conectar as operações realizadas por meio do Research Ideas com outros serviços. Um exemplo é a Calculadora de IR, que também é gratuita e “ajuda o cliente a operacionalizar esse acompanhamento do pagamento de imposto sobre as operações.”

Tenha acesso ao Research Ideas e outras soluções do BTG Pactual: abra sua conta gratuita

Segundo Bruno Henriques Lima, o lançamento do Research Ideas representa mais um passo do BTG Pactual na integração entre conteúdo, tecnologia e investimentos.

Ao reunir análises produzidas por especialistas, automação operacional e acompanhamento em tempo real em uma única experiência, a ferramenta busca tornar o acesso a estratégias de mercado mais simples e eficiente.

Se você ainda não é cliente do BTG Pactual, mas deseja conhecer o Research Ideas e saber como acompanhar oportunidades de investimento e executar estratégias de maneira prática, basta fazer o seu cadastro gratuito.

Você não paga nada para se tornar cliente do maior Banco de Investimentos da América Latina. Com alguns cliques é possível abrir a sua conta gratuita no BTG Pactual e ter acesso ao Research Ideas. Você ainda pode acessar outras ferramentas disponibilizadas pelo banco para tornar o seu dia a dia mais prático e levar os seus investimentos para o próximo nível.

Então, se você quer conhecer esta e outras funcionalidades oferecidas pelo BTG Pactual, clique no botão abaixo e abra a sua conta gratuita:

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“Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto, incluindo suas características, prazos, liquidez e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (“Suitability”).”

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3 investimentos ‘obrigatórios’ após o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã

Na última quarta-feira (17), os presidentes dos Estados Unidos e Irã — Donald Trump e Masoud Pezeshkian, respectivamente — assinaram o acordo de paz na guerra no Oriente Médio. O documento já está em vigou e trouxe 14 pontos que devem ser endereçados por ambos países.

Entre os principais tópicos do acordo de paz está o fim imediato da guerra em todas as frentes, inclusive no Líbano, a reabertura do Estreito de Ormuz pelo Irã e fim do bloqueio naval dos Estados Unidos aos portos iranianos.

Além disso, o acordo estabeleceu um prazo de 60 dias para que os países negociem a questão nuclear, além de prever a liberação do dinheiro de fundos iranianos no exterior e um programa de US$ 300 bilhões para a reconstrução do Irã.

Nos mercados, o impacto positivo da decisão foi observado nos preços. Com a iminência da decisão e a confirmação do acordo, o petróleo tipo Brent caiu mais 9% ao longo desta semana. Na quinta-feira (18), a commodity era negociada na casa dos US$ 79, patamar observado pela última vez em 3 de março deste ano.

Da mesma forma, os principais índices ao redor do mundo operavam no positivo. O S&P500 subia 1,12%, enquanto o Nasdaq apresentava uma alta de 1,94%. No Japão e na Europa, as bolsas também indicavam alívio com o Nikkei 225 e o Euro Stoxx50 subindo 1,65% e 0,29%, respectivamente.

Mas apesar da recepção positiva, Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, aponta que o acordo “está longe de encerrar as incertezas que cercam a região”. Além disso, o analista avalia que o conflito evidencia um movimento de consolidação de uma nova ordem global.

E, nesse novo cenário, três teses de investimento são estratégicas. Veja a seguir quais são e como se expor a elas.

Uma nova ordem global tripolar

Enquanto o mundo acompanha os desdobramentos do acordo entre Estado Unidos e Irã, Matheus Spiess chama a atenção para o “volume sem precedentes de investimentos” em três frentes que ele considera estratégicas. São elas: inteligência artificial, defesa e transição energética.

Ele aponta que, só em 2026, os gastos públicos e privados nessas três áreas já somam US$ 10 trilhões e a expectativa é de um adicional de aproximadamente US$ 6 trilhões até o fim da década.

De acordo com Spiess, esse comportamento reflete mais do que movimentos isolados. Trata-se de uma transformação estrutural “que vem sendo descrita como um novo superciclo global de investimentos.”

Um dos principais motores para o crescimento dessas teses nas carteiras dos investidores vem de uma mudança na forma com o mundo se organiza. O analista aponta que está surgindo uma estrutura descentralizada em que diferentes blocos econômicos e geopolíticos se unem para defender os próprios interesses.

Diante deste contexto, surgem divergências entre os blocos a respeito de temas como: comércio internacional, governança da internet, regulação da inteligência artificial, o papel dos EUA na arquitetura global e apoio à Ucrânia.

“Nesse ambiente, a geopolítica deixa de atuar apenas como fonte de risco e passa a desempenhar um papel cada vez mais relevante como direcionadora dos fluxos de capital, estimulando investimentos em infraestrutura, tecnologia, energia e segurança nacional”, aponta Spiess.

Assim, Matheus avalia que diante dessas mudanças, o investimento não deve se pautar apenas nos fundamentos econômicos tradicionais. Segundo ele, agora o investidor precisa estar atento às “prioridades geopolíticas que moldarão a próxima fase do crescimento global”.

Matheus aponta que, neste momento, há uma lista de ativos que o investidor deveria ter para se expor aos três temas mais relevantes do momento.

Carteira Empiricus Megatendências: confira as recomendações para ‘capturar’ as mudanças na economia global

Pensando em estar posicionado nos principais temas globais, a Empiricus lançou a Carteira Empiricus Megatendências. Por meio de investimentos simples, acessíveis e negociados na bolsa local, é possível ter acesso a ativos ligados às principais mudanças em curso, sejam elas tecnológicas, geopolíticas ou econômicas.

Assim, a estratégia do portfólio inclui a utilização de ETFs (Exchange Trade Funds). Esses fundos de índice, listados na B3, permitem ao investidor acessar uma exposição diversificada e com maior praticidade no acompanhamento.

Atualmente, a carteira conta com 14 ativos que posicionam o investidor nos principais temas globais, inclusive defesa, inteligência artificial e transição energética. E você pode conhecer todas as recomendações de forma 100% gratuita, por meio do BTG Content, a plataforma de publicações do BTG Pactual — banco de mesmo grupo da Empiricus.

No Content, você pode ter acesso à carteira completa e conhecer a tese por trás de todas as 14 recomendações. Além disso, dentro da plataforma, é possível ser direcionado para investir no portfólio com apenas alguns cliques

Isso porque o BTG Pactual disponibiliza a Carteira Empiricus Megatendências automatizada.

Nessa modalidade, você investe nos ativos recomendados com um aporte único, e todas as alterações sugeridas pelo Matheus Spiess são realizadas de forma automatizada.

Ou seja, você não precisa se preocupar em comprar e vender os ativos, nem fazer o balanceamento e ajustes manualmente.

Para conferir o relatório e saber mais sobre como investir na carteira de forma automatizada, o primeiro passo é fazer um cadastro gratuita no BTG Content. 

Ao realizar o cadastro na plataforma de publicações gratuitas do BTG Pactual, você poderá liberar o seu acesso à carteira automatizada Empiricus Megatendências. Bem como a uma série de materiais para te ajudar a tomar boas decisões de investimento. 

Para diversificar o portfólio e ter acesso aos investimentos que podem mudar os rumos da economia global, clique no botão abaixo e siga as instruções:

QUERO INVESTIR NOS PRINCIPAIS TEMAS GLOBAIS

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A 3ª fase do mercado de fundos imobiliários: CEO do Patria explica novo momento da indústria em episódio do Empiricus Podca$t

Durante muito tempo, investir em fundos imobiliários parecia uma história relativamente simples. Os juros caíam, os FIIs subiam. Os investidores buscavam renda mensal isenta de imposto e a indústria crescia em ritmo acelerado.

Mas, segundo Rodrigo Abbud, CEO da área de Real Estate do Patria, essa fase ficou para trás. O executivo defendeu a tese de que o mercado brasileiro de fundos imobiliários está entrando em um novo estágio de desenvolvimento.

No episódio desta semana do Empiricus Podca$t, Abbud explicou o que ele considera ser o terceiro ciclo da indústria e o que o investidor pode esperar dos fundos imobiliários daqui para frente.

Nascimento, expansão e agora consolidação: a nova fase dos fundos imobiliários no Brasil

Na visão de Abbud, o primeiro ciclo foi marcado pelo surgimento dos fundos imobiliários no Brasil. O segundo veio com a expansão da classe de ativos, impulsionada pela queda dos juros, pela popularização dos investimentos e pelo crescimento acelerado da base de cotistas.

Agora, porém, a dinâmica parece diferente. “Estamos no início do terceiro ciclo”, afirmou o executivo durante a conversa. Desta vez, o foco deixa de ser apenas crescimento e passa a envolver consolidação, profissionalização e ganho de escala, avalia Abbud.

O CEO de real estate do Patria aponta que, hoje, a indústria brasileira reúne mais de 500 fundos listados e cerca de R$ 200 bilhões em patrimônio. O mercado cresceu de forma significativa na última década, mas ainda está distante da dimensão observada em mercados mais maduros.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os REITs — equivalentes aos FIIs brasileiros — somam aproximadamente US$ 1,4 trilhão em patrimônio distribuído entre cerca de 250 veículos. Para Abbud, essa comparação sugere que o Brasil ainda está apenas no começo de um processo de amadurecimento.

Nesse sentido, uma pergunta permanece no ar:

Quem serão os grandes vencedores dessa nova fase?

Fundos maiores vão dominar o mercado? A consolidação da indústria está apenas começando? E quais segmentos do mercado imobiliário podem concentrar as melhores oportunidades nos próximos anos?

Rodrigo Abbud responde a essas e outras questões no episódio completo do Empiricus Podca$t. Assista à conversa e entenda por que o futuro dos fundos imobiliários pode ser bastante diferente do que a maioria dos investidores imagina hoje.

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A oportunidade não está no bitcoin (BTC): conheça as 5 moedas que podem gerar retornos de até R$ 1 milhão

Após alcançar cerca de US$ 126 mil em seu pico histórico, em julho de 2025, em 2026,o bitcoin (BTC) já apresenta uma queda de 50% e atualmente é negociado na faixa dos US$ 62 mil, bem abaixo dos níveis registrados durante o auge da euforia do mercado.

Diante desse cenário, muita gente passou a se perguntar se ainda existe espaço para grandes ganhos no mercado de criptomoedas. Para Jader Nogueira, trader profissional especializado em ativos digitais, a resposta é sim. Mas a oportunidade pode não estar no bitcoin.

Segundo ele, os maiores retornos do mercado normalmente não surgem das criptomoedas mais conhecidas. Eles costumam aparecer em projetos menores, que ainda passam despercebidos pela maioria dos investidores.

É justamente entre esses ativos que ele afirma ter encontrado cinco moedas capazes de entregar uma possível multiplicação de até 500x, por meio de uma aposta é ousada: investir R$ 500 em cada uma dessas moedas — R$ 2.500 no total — buscando um retorno de até R$ 1 milhão ao longo dos próximos 12 meses.

VEJA COMO ACESSAR A LISTA DE 5 MOEDAS PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

Especialista em caçar oportunidades no mercado cripto, Jader já encontrou as próximas grandes potenciais vencedoras

Antes de se tornar um dos nomes conhecidos do mercado cripto brasileiro, Jader Nogueira trabalhou como recepcionista de hotel, barbeiro e foi até lutador de MMA.

Sua mudança de vida começou quando passou a estudar os ativos digitais e percebeu que as maiores multiplicações de patrimônio aconteciam em moedas ainda desconhecidas do grande público.

Ao longo dos anos, ele se especializou em identificar esses projetos antes da maioria dos investidores e os resultados começaram a chamar atenção. Em sua trajetória, Jader já registrou ganhos de:

  • US$ 750 mil em apenas 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas;
  • R$ 4 milhões em 30 dias; e
  • R$ 5,5 milhões em 90 dias de operações.

Além disso, afirma ter capturado valorizações de 32.000%, 60.000% e até 130.000% em diferentes ativos ao longo dos últimos ciclos do mercado. Um dos casos mais conhecidos foi o investimento na criptomoeda LUNA, que chegou a multiplicar seu capital em até 1.300 vezes.

É claro que retornos passados não garantem ganhos futuros. Contudo, o trader aponta que essas cinco criptomoedas apresentam características semelhantes às que ele encontrou em grandes vencedoras do passado.

São projetos que ainda operam longe dos holofotes, mas que, na visão dele, podem se beneficiar de uma nova fase de expansão do mercado e entregar retornos muito acima da média.

Segundo Nogueira, o potencial desses ativos é tão grande que, com um investimento inicial de R$ 500 em cada uma dessas moedas, isto é, R$ 2.500 no total, é possível buscar até R$ 1 milhão nos próximos 12 meses.

Para apresentar sua tese ao público, Jader Nogueira realizará um evento online e gratuito no próximo dia 15 de junho.

Inscreva-se no evento gratuito que vai revelar como acessar as 5 moedas para buscar até R$ 1 milhão

Na próxima segunda-feira (15), Jader Nogueira vai realizar uma transmissão para revelar como ter acesso às cinco criptomoedas selecionadas, explicar os critérios utilizados para escolhê-las e mostrar por que acredita que esses ativos podem ter potencial de multiplicação de até 500 vezes.

Além disso, os participantes conhecerão uma ferramenta de copy trade que permite replicar automaticamente as operações realizadas pelo especialista. Na prática, isso significa que o investidor não precisa acompanhar o mercado durante horas todos os dias para executar a estratégia.

Segundo Jader, a ferramenta foi desenvolvida justamente para simplificar o acesso a oportunidades que normalmente exigiriam experiência, tempo e monitoramento constante.

A participação no evento é gratuita, mas exige inscrição prévia. Então, se você quer conhecer a lista completa das cinco criptomoedas e entender como funciona a estratégia precisa garantir sua vaga. Para isso, basta clicar no botão abaixo e realizar a sua pré-inscrição.

LISTA DE INTERESSADOS: VEJA COMO TER ACESSO ÀS 5 MOEDAS PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

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Bitcoin em queda, bolsa sob pressão e guerra no Oriente Médio: o que está no ‘radar’ dos mercados e como investir em junho

Junho começou trazendo mais dúvidas do que certezas para os investidores. Depois de um primeiro trimestre marcado pelo forte desempenho dos ativos brasileiros, maio foi um mês de correção.

O fluxo estrangeiro perdeu força, as expectativas para os juros mudaram e os conflitos no Oriente Médio adicionaram uma nova camada de preocupação aos mercados globais.

Ao mesmo tempo, o mercado de criptomoedas também atravessa um período desafiador. O bitcoin acumula meses de fraqueza em 2026, enquanto investidores tentam entender se a queda recente representa apenas uma correção dentro do ciclo ou algo mais estrutural.

Esses foram alguns dos temas debatidos por Matheus Spiess, estrategista macroeconômico da Empiricus Research, e Valter Rebelo, especialista em criptomoedas, no novo episódio do Empiricus Podca$t, apresentado pela jornalista Paula Comassetto.

Ao longo da conversa, os analistas mostraram que, embora pareçam mercados completamente diferentes, Brasil e criptomoedas vêm reagindo às mesmas variáveis:

  • Juros globais;
  • Liquidez;
  • Inflação; e
  • Apetite por risco.

O que mudou para Brasil e criptomoedas nos últimos meses?

Segundo Matheus Spiess, a correção observada nos ativos brasileiros não pode ser analisada isoladamente. Na visão do estrategista, o movimento está diretamente ligado às mudanças no cenário global.

“O mercado brasileiro vivendo uma reversão da tendência que observou no primeiro bimestre do ano. Essa reversão não é isolada de um contexto estrangeiro; pelo contrário, está completamente relacionada com o que está acontecendo no mundo”, afirmou.

Entre os fatores que mudaram a percepção dos investidores estão a deterioração das expectativas de inflação, o choque energético provocado pelo conflito no Oriente Médio e a consequente pressão sobre os juros ao redor do mundo. Para Matheus, esse ambiente reduziu significativamente o espaço para cortes de juros tanto no Brasil quanto em outras economias relevantes.

Já no universo cripto, Valter Rebelo destacou que o mercado vive um momento diferente daquele observado nos ciclos anteriores. Assim, em sua avaliação, o contexto macroeconômico passou a exercer influência muito maior sobre o desempenho dos ativos digitais.

“O mercado está o tempo todo precificando dois riscos: o risco de crescimento e o risco de inflação”, explicou o analista. “O bitcoin é muito mais sensível a esse contexto macroeconômico e de liquidez do que muita gente imagina.”

Como navegar um cenário cheio de ruídos?

Se existe uma mensagem comum nas análises dos dois especialistas, ela é a necessidade de separar ruído de fundamento.

Em meio a guerra, tarifas comerciais, discussões sobre juros e mudanças geopolíticas, Matheus acredita que o investidor deve evitar decisões impulsivas e focar na qualidade dos ativos.

“A gente tem vivido um mundo de excesso de ruídos e isso é muito prejudicial para tomar decisões”, alertou.

Já para Valter, a era em que praticamente qualquer criptomoeda subia ficou para trás. Agora, a seleção dos ativos e a disciplina na gestão da carteira se tornaram ainda mais importantes.

Esses foram apenas alguns dos destaques do episódio. Contudo, ao longo da conversa, os analistas também discutiram o futuro dos juros nos Estados Unidos, o impacto das novas tarifas comerciais de Donald Trump, sobre os mercados, o que esperar para Brasil e criptomoedas e como o investidor deve se posicionar em junho.

Para assistir à análise completa de Matheus Spiess e Valter Rebelo, basta dar o play no vídeo abaixo para novo episódio do Empiricus Podca$t:

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Selic a 14,75%, Ibovespa em queda e IPCA+ em alta: como investir com o novo patamar de juros?

Na última quarta-feira (18), o Banco Central confirmou um corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, que passou de 15% para 14,75% ao ano. A decisão veio após semanas de elevada incerteza, em que os mercados oscilaram entre diferentes cenários para o ritmo de flexibilização monetária.

Nos dias que antecederam o anúncio, as apostas nas opções de Copom da B3 refletiram essa volatilidade: saíram de uma expectativa de corte mais agressivo, de 0,50 p.p., migraram para 0,25 p.p. e, em alguns momentos, chegaram até a precificar a possibilidade de manutenção dos juros.

No fim, a autoridade monetária seguiu o caminho que, em tese, deveria trazer alegria para os investidores, mas na prática, não foi bem assim.

No dia seguinte (19) após o Copom, as taxas dos títulos do Tesouro voltaram a disparar e, antes do terceiro “circuit break” do dia, por volta das 16h20, era possível encontrar retornos de IPCA+ 8% no Tesouro Educa+.

Já na sexta-feira (20) o Ibovespa apresentava queda de 1,65% no intraday. Em paralelo, o dólar se apreciava mais de 1% contra o real e o petróleo tipo brent negociava na casa dos US$ 109.

Diante desse cenário, como o investidor pode se posicionar, tanto para se proteger, quanto para buscar lucros? Para Lais Costa, analista de renda fixa da Empiricus Research, neste momento, uma classe específica de títulos “premium” pode oferecer retornos reais de até 7,97% ao ano, isentos de Imposto de Renda.

Juros em queda não tiram o protagonismo da renda fixa na estratégia do investidor

Em geral, quando o Banco Central começa a cortar juros, espera-se que o mercado migre para ativos de risco. Contudo, no atual cenário, a decisão do último Copom não é o único fator considerado nas mudanças dentro das carteiras.

No dia seguinte ao Comitê, os investidores acordaram com ataques do Irã a polos de gás no Catar, país aliado dos EUA, o preço do petróleo acima dos US$ 100. e os resultados das decisões de juros em outros países.

Em relatório publicado horas após o Copom, Lais explicou que o comunicado mais hawkish (tom mais duro) do Banco Central da Inglaterra “estressou bastante o mercado de juros global e apagou a expectativa de qualquer redução nas taxas americanas em 2026.”

Segundo a analista, esses fatores pesaram nos ativos domésticos ao longo do dia.  Da mesma forma, na sexta-feira (20), os ataques do Irã a áreas residenciais em Israel, bem como as divergências entre Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu trouxeram ainda mais tensão para o mercado.

Ou seja, apesar do corte na Selic, o mercado está bastante sensível ao cenário externo. Nesse sentido, a renda fixa continua ocupando um lugar importante nas carteiras.

De acordo com Laís, é possível capturar altas taxas de retorno real no longo prazo, com uma ótima relação risco-retorno. Com a decisão da última quarta-feira (18), a analista fez alguns ajustes na carteira na qual recomenda títulos “premium” da renda fixa.

Entre as indicações, há um ativo que oferece retorno de até 7,9% ao ano, acima da inflação e isento de IR. E a boa notícia é que você pode conhecer a carteira completa de forma gratuita.

Selic a 14,75% abre espaço para 4 oportunidades em renda fixa com retorno de até 7,9% ao ano real e isenção de IR

Laís aponta que, diante do cenário atual, os títulos de longo prazo, indexados à inflação (IPCA), continuam sendo uma boa estratégia de alocação. Como dito, recentemente ótimas oportunidades foram encontradas, inclusive, em ativos do Tesouro Nacional.

Contudo, para quem topa um risco um pouco maior que o da renda fixa tradicional, há a oportunidade de capturar rentabilidades reais de 7,9% ao ano, acima da inflação, com um outro ativo. Embora a taxa esteja bem próxima à do Tesouro IPCA+, esse ativo conta com a grande vantagem da isenção de Imposto de Renda.

Isso pode fazer grande diferença na rentabilidade ao fim do investimento. Ou seja, com títulos como esse, é possível “travar” um retorno real de 7,9% ao ano com isenção de IR.

Você pode conhecer a carteira completa, com esse e outros títulos recomendados por Lais,agora mesmo, pois a Empiricus Research está disponibilizando como cortesia o acesso gratuito ao portfólio.  

Ficou interessado? Para acessar, é muito simples: clique no botão abaixo e cadastre-se gratuitamente para receber a carteira completa de títulos da renda fixa:

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Criptomoedas: próxima pernada pode acontecer em breve; sistema detecta oportunidade com potencial de até R$ 1 milhão

Depois de engatar uma série de valorizações recentes, o bitcoin (BTC) interrompeu o movimento e passou a cair, registrando recuo acima de 5% desde a última quarta-feira (18).

Com isso, uma questão recorrente entre investidores voltou à mesa: essa queda marca o início de um novo ciclo negativo ou representa apenas um respiro antes de novas altas?

Enquanto parte do mercado ainda tenta responder a essa pergunta, um sistema de investimento automatizado já aponta para o seguinte cenário: a formação de uma nova janela de valorização no mercado de criptomoedas.

Nessa “nova fase” das criptomoedas os investidores podem ter a oportunidade de buscar lucros capazes de transformar R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão.

Ficar de fora desse movimento pode custar caro ao investidor

Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus, relembra que o mercado cripto passou recentemente por uma forte correção. Desde outubro, diversos ativos sofreram quedas relevantes.

Segundo ele, esse movimento deixou boa parte do mercado “descontado”. E historicamente, esse cenário costuma anteceder movimentos mais expressivos de alta.

Outro fator que pode influenciar esse cenário é o ambiente macroeconômico global. De acordo com o analista, qualquer sinal mais claro de desescalada das tensões geopolíticas ou melhora nas expectativas econômicas pode funcionar como gatilho para as criptomoedas.

Na prática, a possibilidade de uma nova disparada das criptomoedas já começa a aparecer. O especialista aponta que o sistema de investimento automatizado, que utiliza modelos desenvolvidos pela equipe, já começou a indicar a possibilidade de um novo movimento relevante no bitcoin. Este comportamento pode acabar puxando outras criptomoedas.

“A gente está vendo sinais de que o bitcoin pode iniciar um movimento de alta mais forte em breve. E, quando isso acontece, as criptos menores, especialmente as memecoins, tendem a acompanhar esse movimento”, afirma.

Esse efeito em cadeia não é novidade no mercado cripto. Historicamente, ciclos de alta do bitcoin costumam abrir espaço para valorizações ainda mais intensas em ativos menores, que apresentam maior volatilidade. Consequentemente, maior potencial de multiplicação.

Contudo, esse movimento pode ganhar força a qualquer momento. E por isso, o time de criptomoedas da Empiricus aponta que, se preparar agora é crucial, pois, “se a gente perder essa pernada, vamos ficar muito para trás”, alertam.

Foi justamente para que os investidores pudessem ter tempo hábil para se preparar que a equipe decidiu liberar novos logins do Memebot One Million.

Anote na agenda: em 23 de março,  Empiricus liberará novos acessos ao Memebot One Million

O Memebot One Million faz parte do ecossistema que detectou novas oportunidades em criptomoedas, com potencial de transformar R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão, que devem surgir em breve.

A ferramenta foi criada com o objetivo de identificar e executar operações com memecoins de forma automatizada. Para isso, ela buscar capturar oportunidades pontuais sem que o investidor precise acompanhar o mercado o tempo todo.

Ou seja, em vez de o investidor tentar “caçar” oportunidades manualmente, o sistema faz esse trabalho de forma automatizada.

Segundo Rebelo, a ideia é justamente não depender de timing humano para capturar movimentos rápidos. “A proposta é usar o robô para tentar operar esse movimento, seja ele de alta ou até mesmo de queda”, afirma.

Isso porque o sistema também pode operar em diferentes direções, buscando se adaptar às condições do mercado para tentar transformar um capital inicial de R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão ao longo do tempo, aproveitando justamente movimentos mais intensos do mercado cripto.

Naturalmente, é importante reforçar que não há garantia de lucro e que o mercado de criptomoedas envolve riscos, especialmente no caso das memecoins.

Ainda assim, a proposta da ferramenta é usar tecnologia e automação para tentar capturar oportunidades que, muitas vezes, passam despercebidas para quem opera manualmente.

Para apresentar a ferramenta e tentar garantir que os interessados tenham acesso a ela antes da nova pernada de alta das criptomoedas, a Empiricus vai realizar um evento online e gratuito, no dia 23 de março.

Ao final da apresentação, novos acessos ao Memebot One Million devem ser liberados. Mas atenção: essas vagas costumam ser disponibilizadas de forma limitada.

Então, se você quiser entender melhor como funciona o sistema que detectou essa nova janela no mercado cripto, inscreva-se gratuitamente para participar da apresentação.

QUERO APROVEITAR A PRÓXIMA ‘PERNADA’ DO MERCADO CRIPTO

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Tchau, Direcional (DIRR3): construtora dá lugar à ação que pode surfar queda da Selic e turbinar dividendos

A Carteira de Dividendos da Empiricus fechou fevereiro com valorização de 9,7%, desempenho 142% acima do registado pelo Ibovespa (4%) no mesmo período. Segundo Ruy Hungria, analista responsável pelo portfólio, além da seleção criteriosa dos ativos, o cenário externo também contribuiu para o resultado positivo.

Com o dólar em trajetória de enfraquecimento e o aumento das tensões geopolíticas no radar, investidores estrangeiros voltaram a direcionar recursos para mercados emergentes. Só nos dois primeiros meses do ano, o fluxo de capital vindo de fora já soma cerca de R$ 40 bilhões no Brasil.

Contudo, com a virada do mês e o impacto dos conflitos no Oriente Médio no cenário macroeconômico, as ações domésticas vão precisar de mais impulso que apenas o fluxo gringo para continuar subindo.

Assim, março começa com uma mudança importante na carteira de dividendos da casa. Depois de subir +17% em fevereiro, Direcional (DIRR3) deixará o portfólio. Segundo Hungria, a saída da ação faz parte de uma movimentação para capturar um dos principais gatilhos da bolsa em 2026.

Essa ação pode se beneficiar do início do ciclo de corte de juros

Março marca o início de um dos grandes gatilhos para o mercado em 2026, o ciclo de cortes da Selic. Segundo projeções do Focus, a expectativa é de que o Banco Central eleve a taxa para algo próximo de 12% a.a. até o fim do ano.

Nesse sentido, a saída da Direcional da carteira não tem relação com perda de qualidade: trata-se de um ajuste fino para capturar melhor o novo momento macroeconômico.

Isso porque o novo papel recomendado na carteira foi escolhido justamente pela “maior sensibilidade ao ciclo de corte de juros”, aponta Hungria.

Trata-se de uma companhia também do setor de construção civil, com forte presença no segmento de média e alta renda – característica que contribui para a sua qualidade operacional acima da média e demanda resiliente.

A incorporadora combina disciplina financeira, controle rigoroso de custos e foco em praças onde possui maior expertise operacional. Ruy ainda destaca sua estrutura de capital defensiva como um fator importante da tese, pois, mesmo sendo de um setor cíclico, isso a deixa preparada tanto para capturar a queda dos juros, quanto para atravessar cenários mais desafiadores.

Nesse sentido, a escolha da ação é um posicionamento para capturar a alavancagem operacional que pode surgir com a queda dos juros, e também uma escolha mais defensiva “em um cenário de desaceleração mais forte”, pontua Hungria.

Além disso, a ação segue descontada em relação aos pares.

Atualmente, a incorporadora negocia a 5,7 vezes o Preço sobre Lucro (P/L) estimado para 2026. Ou seja, há espaço para ganhar tanto com a valorização do preço, quanto com dividendos.

Segundo o analista, a ação tem um dividend yield estimado de 5,4% para 2026, um patamar atrativo para quem busca renda combinada com potencial de valorização.

Por esses motivos, o analista acredita que a ação é uma boa “substituta” para a Direcional (DIRR3) na Carteira de Dividendos deste mês. Contudo, ela não é a única que carrega esse tipo de potencial no momento.

GRÁTIS: CONHEÇA A AÇÃO QUE PODE SE BENEFICIAR DO CORTE DA SELIC

Veja a carteira completa de dividendos recomendada pela Empiricus para março

Apesar do desempenho positivo das ações brasileiras nos dois primeiros meses de 2026, os analistas da Empiricus apontam que o atual patamar do índice está em linha com a média histórica, e deixando espaço para novas reprecificações.

Ou seja, ainda há espaço para as ações domésticas subirem, impulsionadas por outros gatilhos no radar, além do corte da Selic:

  • Possíveis mudanças no ciclo político-econômico; e
  • Manutenção do fluxo de capital estrangeiro.

Nesse contexto, ações do setor de construção não são as únicas que podem se beneficiar. Os especialistas da casa apontam outros sete papéis, de diferentes segmentos, que podem entregar valorização e dividendos aos investidores neste momento.

A boa notícia é que você pode ter acesso ao portfólio completo de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia a Carteira de Dividendos de março.

Além dos nomes e tickers de cada recomendação, o relatório detalha as teses, os riscos, os múltiplos e o potencial de cada ativo. Para liberar o seu acesso agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

GRATUITO: ACESSE A CARTEIRA DE DIVIDENDOS DA EMPIRICUS PARA MARÇO

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