Visualização de leitura

Caio Araujo, da Empiricus Research, identifica momento oportuno para 3 FIIs

Caio Araujo, analista de fundos imobiliários da Empiricus Research, acaba de publicar um relatório especial sobre o segmento de galpões logísticos.

Ele foi motivado por um momento particular do ciclo desses FIIs e, no texto, explicou o cenário e indicou três papéis bem-posicionados para aproveitar o as possibilidades dos próximos meses.

De acordo com o especialista, o momento atual é favorável aos fundos que detêm imóveis modernos, de alta qualidade e bem localizados. Além disso, para que o setor pudesse chegar até aqui, algumas mudanças foram importantes no cenário.

O que diz o analista da Empiricus

Araujo detalha que as empresas clientes desse tipo de fundo têm buscado maior eficiência operacional, ao mesmo tempo em que há uma reorganização das cadeias de suprimento. Junto a isso tudo, o e-commerce segue avançando no Brasil.

Para o investidor, isso significa uma demanda maior por galpões com boas estruturas bem localizados.

O analista destaca que esse processo está acontecendo enquanto “o alto custo de desenvolvimento de novos empreendimentos pressiona os retornos oferecidos pelos FIIs”. Dessa forma, o cenário atual “reduz o incentivo para novos projetos”.

A alta dos custos de construção tem relações com a inflação persistente e a taxa básica de juros (Selic) em patamar elevado (14,5% ao ano), ainda que no meio de um ciclo de cortes.

Como resultado, Araujo entende que os fundos imobiliários que já detêm bons ativos, ou possuem dinheiro em caixa para custear novos imóveis, são os mais bem preparados para aproveitar oportunidades no cenário atual.

“Com menor competição de novas entregas e maior poder de barganha dos proprietários, fundos imobiliários logísticos com portfólios de qualidade tendem a capturar esse movimento ao longo das próximas janelas de revisão contratual, por meio de reajustes reais de aluguel, manutenção de ocupação elevada e reciclagem eficiente de capital.”

A velha regra de oferta e demanda

Caio Araujo resume o cenário que beneficia bons FIIs de galpões: “a oferta deixou de crescer no mesmo ritmo da demanda”.

Ele lembra que, após a pandemia, esse segmento viveu “um período intenso de entregas e normalização”. Porém, esse ritmo de crescimento está caindo, ao mesmo tempo em que a busca por mais empreendimentos de logística permanece sólida.

“Esse movimento tem se refletido de forma mais clara em São Paulo, o principal mercado logístico do país”. O analista explica que a desaceleração nas construções e a baixa vacância (6,7%) indicam vantagens para os proprietários, “especialmente no segmento de alto padrão”.

gráfico fiis galpões sp vacância preço

“O ponto central da tese é que o mercado começa a apresentar sinais de escassez antes mesmo de os preços refletirem integralmente o custo de reposição.”

O analista entende que os preços mais altos para desenvolver novos empreendimentos tendem a limitar a oferta futura e preservar a ocupação dos imóveis existentes. Com isso, o poder de barganha dos proprietários será maior nas próximas janelas de revisão dos contratos.

E acrescenta: “fundos com portfólios de maior qualidade, exposição a regiões mais demandadas e gestão ativa tendem a se beneficiar de três vetores principais”. São eles:

  • Reajustes reais de aluguel;
  • Manutenção de vacância em níveis controlados;
  • Reciclagem de portfólio com geração de valor.

As indicações de Caio Araujo

Em seu relatório, Caio Araujo compartilha três fundos imobiliários com bom potencial para aproveitar o momento atual do ciclo.

Mais do que apresentar nomes e tickers, o analista detalha em poucos parágrafos o que leva cada um a estar bem-posicionado para entregar retornos interessantes aos investidores.

O momento ímpar desse segmento de FIIs levou Araujo a produzir um relatório especial – com acesso gratuito e sem necessidade de cadastro.

Para ler o texto do analista da Empiricus Research na íntegra e conhecer os três fundos indicados, basta clicar no botão abaixo:

CONHECER OS FIIs INDICADOS POR CAIO ARAUJO

O post Caio Araujo, da Empiricus Research, identifica momento oportuno para 3 FIIs apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

De patinhos feios a destaque: As mudanças dos FIIs de logística, de acordo com Caio Araujo, da Empiricus

Caio Araujo, analista de fundos imobiliários da Empiricus Research, explicou o caminho percorrido pelos FIIs de logística, segmento que deixou de ser o patinho feio da indústria, para ganhar destaque nos investimentos, em sua visão.

Ele participou da edição de maio do Onde Investir, programa do Seu Dinheiro, portal de notícias parceiro da Empiricus, e detalhou que os fundos de galpões “eram vulneráveis a movimentos de oferta e quedas de demanda”.

Dessa forma, as taxas de ocupação do segmento eram um problema que afastava os investidores. Porém, hoje “nós vivemos uma mudança estrutural no setor” e dois fundos chamam atenção do especialista para investimento neste mês.

As mudanças na logística em 10 anos

Araujo destaca o avanço do e-commerce junto a mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros como elementos importantes para o novo cenário dos galpões logísticos em todo o país.

“Nós tivemos a entrada de grandes players, como Amazon e Shopee, além do aumento de participação de empresas como Mercado Livre. Isso tudo influenciou bastante o segmento”, detalhou.

Como resultado, há um aumento na demanda por galpões e os últimos anos registraram números de locações consistentes.

O analista também explicou que, em um primeiro momento, a oferta acompanhou esse crescimento da procura. Entretanto, os custos para construir subiram, assim como o custo de capital – ou seja, está mais caro levantar dinheiro para investir.

“Nem todo mundo consegue desenvolver um galpão hoje, apesar de não ser algo tão complexo em relação à construção em outros setores”, complementa.

Veja: o analista Caio Araujo o Araujo acaba de produzir um relatório completo sobre os FIIs de logística, onde ele destaca três fundos como referências do setor; acesso gratuito aqui

Aluguel caro aqui é noticia boa

Um resultado desse processo observado por Araujo é a queda na vacância dos FIIs de logística: “e ela tende a permanecer em um patamar estável, próximo das mínimas históricas, que é onde está hoje”.

Como exemplo, ele cita o estado de São Paulo: “de acordo com os dados do primeiro trimestre, a vacância está próxima de 7%, um número muito baixo”. O especialista também destaca que os preços dos aluguéis já estão subindo.

“Só no primeiro trimestre, a média do aumento foi de 5% para galpões em um raio de 30 a 60 km da capital paulista. É bastante coisa.”

Em sua visão, essa subida de preços deve continuar, especialmente nos imóveis de alta qualidade. Diante desse cenário, Caio Araujo tem uma visão bastante positiva para o setor de logística no curto prazo.

Saiba mais: o analista da Empiricus Research produziu um relatório sobre FIIs de logística repleto de informações, gráficos e tabelas; nossos leitores têm acesso gratuito aqui

Os fundos indicados por Caio

Os especialistas que participam do Onde Investir falam sobre cenário, mas também trazem sugestões de alocação para o mês. Na sua vez de indicar bons papéis, Caio escolheu dois FIIs de galpões.

Primeiro, o BTG Pactual Logística (BTLG11), “um dos maiores da indústria”.

Na visão do analista da Empiricus Research, o fundo se destaca pela concentração em São Paulo, “uma praça com dados operacionais bem saudáveis. E a tendência é que ele expanda suas operações na região”.

Araujo acrescentou que poucos fundos imobiliários estão com dinheiro para expansões nesse momento. “O BTLG11 tem caixa, e isso é bem interessante porque, junto com o poder de barganha dos proprietários, eles conseguem remunerações melhores”.

O outro FII apresentado foi o Vinci Logística (VILG11), que é “parecido, mas tem um contexto mais voltado ao valuation, onde a gente enxerga ganho de capital”. De acordo com o especialista, a carteira do fundo é mais concentrada e o nível de risco um pouco maior, “mas a gente gosta da tese, ele está tranquilo em relação a caixa e tende a fazer alocações ao longo do tempo”.

Confira: Araujo acredita que três FIIs são as principais referências no segmento de logística; ele revela quais em um relatório que foi disponibilizado gratuitamente

Onde Investir

A edição de maio do Onde Investir chegou em meio a um cenário conturbado com a guerra entre Estados Unidos e Irã ainda em curso, inflação pressionada e o mais recente corte da taxa Selic, agora em 14,50% ao ano.

Ao mesmo tempo, a temporada de balanços do primeiro trimestre de 2026 ocupa cada vez mais espaço no noticiário econômico.

Diante de tantas questões, o evento trouxe especialistas do mercado para falar sobre o cenário macro, ações e dividendos, mercado internacional, renda extra, Imposto de Renda, criptomoedas e os fundos imobiliários – de onde trouxemos um pedaço da participação de Caio Araujo.

Para assistir o programa na íntegra e conferir todas as indicações de investimentos dos especialistas, assista ao Onde Investir de maio no vídeo abaixo:

O post De patinhos feios a destaque: As mudanças dos FIIs de logística, de acordo com Caio Araujo, da Empiricus apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Analista da Empiricus explica novo cenário da geopolítica e indica estratégia que pode se beneficiar

O mundo mudou em relação ao que os investidores conheceram até pouco tempo atrás. A guerra no Oriente Médio é uma mostra disso. Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, explica: “mesmo que o conflito atual acabe, o pano de fundo segue marcado por tensões geopolíticas, reorganização de cadeias globais e disputas entre grandes potências”.

Ray Dalio, grande investidor e bilionário norte-americano, escreveu recentemente um artigo para a Fortune em que fala sobre uma transição da ordem mundial de relativa paz para outra marcada por conflitos entre potências.

A geopolítica e a economia não são mais as mesmas. Assim, não faz sentido carteiras de investimentos continuarem como antes – esperando o crescimento de empresas de tecnologia, o controle da inflação e a queda dos juros.

Veja mais: Mudanças no cenário chamam a atenção, mas abrem oportunidades para investimento que ainda não recebeu a devida atenção do mercado; entenda aqui

Estreito de Ormuz no centro do novo cenário

Para entender melhor o contexto, é importante lembrar que o fechamento do Estreito de Ormuz tem sido caracterizado como o maior choque de petróleo da história, uma visão que se espalha na imprensa e entre especialistas, como Ian Bremmer, do Eurasia Group.

Spiess detalha em relatório que o local é rota de aproximadamente 20 milhões de barris por dia, o equivalente a cerca de 20% da oferta global.

Diferentes países buscam soluções para amenizar o problema, mas na melhor das hipóteses, faltaria “algo entre 12,6 e 13,4 milhões de barris por dia, ou 13% do consumo do mundo”. É essa assimetria que pressiona os preços da commodity ao redor dos US$ 100 por barril do tipo brent.

E nem só de petróleo vive Ormuz. Outros produtos passam pelo estreito, como fertilizantes agrícolas, que também têm a produção concentrada na região. O analista cita o Brasil como exemplo, onde, de todos os químicos desse tipo consumidos no país, 40% vêm do Golfo Persa.

“Na prática, esse movimento se traduz em um aumento relevante do custo de produção agrícola ao redor do mundo, com efeitos diretos sobre os preços dos alimentos.”

Entenda: Disrupção de cadeias de produção e conflitos entre potências estão entre os combustíveis para a alta de um investimento específico; conheça em detalhes quem se beneficia desse cenário

O que mais deixa o petróleo caro

Apesar de as paralizações no Estreito de Ormuz terem um impacto significativo para o petróleo e, consequentemente, para grande parte do mercado de energia, os problemas em torno do conflito são maiores do que ele.

A guerra está em sua quinta semana, e Spiess lembra de algo importante: quando ocorreram os primeiros ataques, a Casa Branca e o Pentágono anunciaram que tudo acabaria no período de quatro a seis semanas.

O prazo ainda é válido, mas não há sinais de que a solução chegará até o dia 4 de abril.

O analista da Empiricus Research explica que em mercados sensíveis a choques de oferta, como é visto hoje, “a dificuldade de antecipar a duração e a intensidade do conflito sustenta um prêmio relevante nos preços de energia”.

Em resumo, no momento geopolítico atual, diversos fatos contribuem para mudanças na economia e nos investimentos.

VEJA COMO INVESTIR DIANTE DA NOVA GEOPOLÍTICA

O que muda para os investidores

O mundo passou por um período de concentração dos investimentos em empresas de tecnologia. Foi nesse momento que surgiram termos como “big techs“, para as grandes corporações do ramo, e “sete magníficas“, que se refere às maiores delas nos EUA – Google, Amazon, Apple, Meta, Microsoft, Nvidia e Tesla.

Um relatório do Bank of America aponta que, juntas, essas empresas somavam US$ 20,9 trilhões em valor de mercado no final de 2025, um valor maior até mesmo que o PIB brasileiro, que encerrou o último ano em R$ 12,7 trilhões.

Porém, as coisas mudaram. “Vivemos um ambiente global mais fragmentado, marcado por episódios recorrentes de tensão e disrupção, o que altera o paradigma de alocação”, explica Matheus Spiess.

O analista aponta que ativos de outras áreas passaram a ter uma relevância não só como “oportunidades táticas” para a carteira, mas de forma estrutural dentro do portfólio.

“Em um ambiente marcado por disputas geopolíticas e choques recorrentes, as convicções passam a moldar decisões econômicas e, no limite, preços.”

Como investir no novo cenário geopolítico

Existe uma saída para a carteira, mesmo diante das tensões geopolíticas e mudanças nos mercados. Há um investimento que pode se beneficiar nesse cenário.

“Para o investidor, a assimetria é clara: partimos de níveis historicamente deprimidos em um cenário que se torna progressivamente mais favorável, sugerindo que este pode ser menos um trade circunstancial e mais o início de um ciclo mais amplo de valorização”, explica Matheus Spiess sobre o investimento.

Em resumo, trata-se de algo que estava relativamente de lado no mercado financeiro, mas que tem visto o jogo começando a virar e vislumbra um grande potencial de ganhos pela frente.

Para conhecer esse investimento em detalhes e entender melhor como ele pode se beneficiar das mudanças em curso, clique no botão abaixo:

Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability). Os Exchange Traded Funds (ETFs) são fundos de investimento que buscam refletir o desempenho de um índice de referência. Embora negociados em bolsa como ações, os ETFs apresentam riscos específicos, tais como variações no valor das cotas, diferença entre o desempenho do ETF e do índice (“tracking error”), liquidez variável no mercado secundário, e, quando aplicável, riscos associados à exposição internacional, cambial ou setorial. ETFs que utilizam derivativos, replicação sintética, alavancagem ou estratégias ativas podem apresentar riscos adicionais, que devem ser compreendidos previamente pelo investidor. A negociação de cotas em bolsa pode ocorrer por valores superiores ou inferiores ao valor patrimonial das cotas (NAV). Aspectos tributários podem variar conforme o tipo de ETF, a jurisdição do índice de referência e o perfil do investidor. A rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. Não há garantia de que os investidores vão obter lucros, nem responsabilização pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.

O post Analista da Empiricus explica novo cenário da geopolítica e indica estratégia que pode se beneficiar apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

Tensões geopolíticas voltam ao centro do cenário global e há um investimento ‘obrigatório’ para se posicionar, segundo analista da Empiricus

O mundo segue acompanhando de perto o desenrolar do conflito no Oriente Médio e seus reflexos sobre o mercado de energia. A interrupção no Estreito de Ormuz, rota por onde passam em torno de 20 milhões de barris de petróleo diariamente, tem pressionado os preços das commodities para cima.

Em 28 de março, a guerra completou um mês, ainda dentro do intervalo projetado pelos Estados Unidos, de quatro a seis semanas. A questão central, porém, é o elevado nível de incerteza sobre como o conflito será concluído. É justamente essa falta de visibilidade que vem impactando os preços de energia.

O analista da Empiricus Research, Matheus Spiess, destaca que esse é um mercado sensível a choques de ofertas e, somada a dificuldade de antecipar qual será a duração e a intensidade do conflito, cria-se um prêmio relevante nos preços.

Episódios como este geram dúvidas sobre se o movimento observado nos mercados é conjuntural, em que o trade acaba junto com o conflito, ou se é um ciclo mais amplo de valorização.

Vale lembrar que em crises anteriores à essa, o petróleo chegou a subir mais de 300%, enquanto outros ativos chegaram a superar essa marca. A leitura de Spiess é de que a situação atual pode dar início a um ciclo de valorização mais estrutural do que circunstancial.

Neste sentido, há um investimento que reúne ativos preparados para capturar as movimentações geradas pelo atual período de conflito geopolítico.

VEJA MAIS: Descubra qual o investimento “obrigatório” para capturar oportunidades em tempos de conflito

Os impactos do atual choque do petróleo

A região do Estreito de Ormuz, localizado no Oriente Médio, é a responsável pelo escoamento de quase 20% do consumo mundial de petróleo, e está no centro do mais recente conflito geopolítico.

O efeito inicial é direto no mercado de energia, que leva ao acionamento de mecanismos para compensar as perdas das disrupções no Estreito de Ormuz.

Enquanto parte do fluxo pode ser redirecionada por oleodutos alternativos, outro caminho é a liberação de reservas estratégicas, ainda que com limitação na velocidade de injeção no mercado. Há ainda algum efeito de incrementos de produção.

Apesar de todos os esforços, o analista da Empiricus destaca que o resultado é a reposição de algo entre 7 e 7,8 milhões de barris de petróleo por dia, muito abaixo dos cerca de 20 milhões que atravessam Ormuz.

“O resultado é um déficit estrutural expressivo: o mundo permanece ‘short’ em algo ente 12,6 e 13,4 milhões de barris por dia, o equivalente a aproximadamente 13% do consumo global”, diz Spiess.

Para além do mercado de energia e a consequente alta no preço dos combustíveis, o conflito cria riscos para a inflação dos alimentos, especialmente no Brasil.

Isso ocorre porque o problema causado pelas disrupções em Ormuz não fica limitado ao petróleo, ainda que seja um grande protagonista da situação. A situação atinge também os fertilizantes, uma vez que quase metade dos importados pelo Brasil também precisam cruzar a região de conflito.

Ainda que o Brasil conte com cerca de US$ 8 bilhões em importações vindas dessa região, o país não é único grande importador. Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Omã se consolidaram como fornecedores de fertilizantes nitrogenados desde 2020, atendendo também a Índia, Estados Unidos e países do Sudeste Asiático.

Neste cenário, o analista Matheus Spiess pondera que, além do petróleo, Ormuz marca um ponto de partida para um possível novo ciclo das commodities. A dinâmica dentro desses ciclos é bastante conhecida, conforme o analista.

O movimento costuma começar pelos metais preciosos, como o ouro. Em seguida, os metais industriais ganham tração, como o cobre, seguidos pelo setor de energia. Tudo isso já se concretizou até o momento, e as commodities agrícolas costumam aparecer em uma fase mais tardia do processo.

“A leitura central, portanto, é que o rali atual não é um fenômeno isolado, mas parte de um ciclo mais amplo de valorização das commodities, no qual diferentes classes de ativos avançam de forma sequencial […] Em outras palavras, o movimento observado em energia e, de forma incipiente, nas commodities agrícolas, pode ser apenas uma etapa de um ciclo mais amplo que começa a se desenhar”, diz o analista da Empiricus Research.

Oportunidades em cenário de conflito

O conflito atual, em todas suas nuances e impactos, evidencia um ambiente global mais fragmentando, com situações recorrentes de conflitos geopolíticos. Na prática, enquanto uma era de enfretamento entre potências corre, a forma de pensar em alocação muda.

O analista Matheus Spiess destaca que, após um longo período de protagonismo das ações do setor de tecnologia, surge um novo espaço mais equilibrado, em que ativos relacionados a energias, materiais e infraestrutura não só voltam a ganhar relevância, mas se tornam componentes estruturais de um portfólio.

“Em um mundo que se reorganiza em blocos de influência, no qual segurança e resiliência passam a ter peso igual ou superior à eficiência produtiva, é natural observar um novo ciclo de investimentos intensivos em infraestrutura, energia e capacidade industrial”, diz Spiess.

A combinação do aumento estrutural da demanda por commodities e um ambiente inflacionário mais persistente formam vetores que, juntos, reforçam a atratividade de ativos ligados a recursos naturais.

Somado a isso, desde 2025 um ambiente de dólar globalmente mais fraco se instalou, o que torna razoável argumentar sobre a aproximação de um ponto de inflexão mais amplo nos mercados, na avaliação do analista da Empiricus.

Ainda que o atual conflito se estabilize, sucessivas tensões geopolíticas têm se manifestado, em um mundo mais fragmentado e que tende a sofrer mais com choques de oferta. Neste cenário, cabe ao investidor incluir no portfólio ativos que historicamente se beneficiam de cenário de escassez e pressão sobre os recursos naturais.

Em tempos de conflito, há um investimento que reúne empresas brasileiras ligadas, incluindo nomes do petróleo, mineração e agronegócio, que posiciona investidores para o novo cenário.

Para saber como ter a chance de aproveitar as oportunidades que surgem das crises, vale conhecer qual o investimento dedicado para tempos de conflito.

O acesso é totalmente gratuito. Basta realizar um cadastro com apenas quatro informações para entrar na lista prioritária de acesso.

Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability). Os Exchange Traded Funds (ETFs) são fundos de investimento que buscam refletir o desempenho de um índice de referência. Embora negociados em bolsa como ações, os ETFs apresentam riscos específicos, tais como variações no valor das cotas, diferença entre o desempenho do ETF e do índice (“tracking error”), liquidez variável no mercado secundário, e, quando aplicável, riscos associados à exposição internacional, cambial ou setorial. ETFs que utilizam derivativos, replicação sintética, alavancagem ou estratégias ativas podem apresentar riscos adicionais, que devem ser compreendidos previamente pelo investidor. A negociação de cotas em bolsa pode ocorrer por valores superiores ou inferiores ao valor patrimonial das cotas (NAV). Aspectos tributários podem variar conforme o tipo de ETF, a jurisdição do índice de referência e o perfil do investidor. A rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. Não há garantia de que os investidores vão obter lucros, nem responsabilização pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.

O post Tensões geopolíticas voltam ao centro do cenário global e há um investimento ‘obrigatório’ para se posicionar, segundo analista da Empiricus apareceu primeiro em Empiricus.

  •  

‘Se você tem R$ 3,5 mil na poupança, já pode começar a buscar até R$ 1 milhão a partir de 23 de março’, aponta especialista; confira

A Opt.me, frente tecnológica da Empiricus Research, está lançando uma aposta ousada:  buscar até R$ 1 milhão mesmo investindo pouco dinheiro numa lista específica de criptomoedas.

Segundo projeções do especialista da casa, Valter Rebelo, seria possível chegar ao valor de 7 dígitos com aportes iniciais a partir de R$ 3,5 mil. Tudo isso, através de uma ferramenta de investimentos totalmente automatizada (veja como aqui).

Valorizações dessa escala são tentadoras, mas também deixam a seguinte questão entre os investidores: afinal, é possível conseguir lucros tão grandes assim, em tão pouco tempo?

Por mais que possa parecer inacreditável, essa não seria a primeira vez que alguns dos ativos no radar do Valter teriam a chance de adotar multiplicações impressionantes. Os desempenhos históricos de criptomoedas e até mesmo nas classes mais conservadoras mostraram que uma valorização dessa ordem é sim possível.

Porém, o mais importante aqui é saber seguir uma estratégia bem direcionada. E para isso, a forma mais prática é acompanhar alguém que realmente entende de criptomoedas.

Memebot One Million vai buscar oportunidades milionárias sem colocar em risco o dinheiro de pagar as contas

Atualmente, muitas pessoas se apresentam na internet fingindo entender de mercado financeiro, investimentos e criptomoedas. A maioria, entretanto, nunca estudou a fundo o assunto ou ainda tem pouca experiência para realmente ajudar alguém a impulsionar seu patrimônio.

Porém, quando se trata do dinheiro do investidor comum, Valter Rebelo e sua equipe de especialistas sabem como é importante ter muito cuidado para não gerar prejuízos sérios na vida de alguém.

É por isso que, através da Opt.me, frente tecnológica da Empiricus Research, a casa está relançando o Memebot One Million, em uma nova fase do projeto. Isso porque a equipe de especialistas da Empiricus agora conta com o apoio de Heloisa Mendonça.

A especialista vai integrar o projeto ao lado de Valter com toda a sua expertise de mais de 6 anos trabalhando com portfólios milionários no mercado cripto.

Com mais “cabeças” atuando, a ideia é aprimorar o trabalho do Memebot. Para quem ainda não o conhece, ele é o primeiro robô automatizado com foco em conquistar até R$ 1 milhão em 12 meses, investindo em memecoins.

Memecoins e seu potencial explosivo: entenda estratégia do robô

A automação está focada em memecoins, ativos digitais criados com base em fenômenos culturais da internet, como memes, celebridades ou acontecimentos populares.

Essas moedas se diferenciam dos tokens tradicionais porque sua oscilação de preços está muito mais por atrelada às narrativas da internet e a popularidade.  Ou seja, não existe grandes teses de investimento por trás do movimento desses ativos.

Inclusive, os especialistas da Empiricus alertam que, investir nesse tipo de ativo sem um sistema eficiente de detecção, não passa de “jogatina”. É para isso que o Memebot serve, a ferramenta está preparada para guiar os usuários às melhores chances de lucro, de forma totalmente racional e automatizada, evitando que a emoção assuma o trade.

Assim, a parte dos investidores é apenas replicar as operações. A partir de um aporte inicial de R$ 3,5 mil, o Memebot passa a gerenciar o risco do mercado, comprando e vendendo as memecoins concentrado no objetivo de buscar multiplicar seu investimento por até 300x.

Vale sempre lembrar que a meta milionária do Memebot não é uma promessa. Ela parte, sim, de um plano estruturado que tem potencial para multiplicar o patrimônio. Contudo, investimentos com elevado potencial de retorno financeiro também envolvem volatilidade e riscos de perda.

Por isso, a sugestão é investir valores que estejam “sobrando” na sua conta, que não vão prejudicar sua qualidade de vida. Para um aporte de R$ 3,5 mil, por exemplo, o máximo que o investidor pode perder são os R$ 3,5 mil. Isso ainda seria o pior cenário, que é raro e extremo.

Por outro lado, em um mercado de assimetria de lucros como o de criptomoedas, esses mesmos R$ 3,5 mil podem se transformar em milhares de reais.

Se você ainda não tem certeza sobre o Memebot One Million, a boa notícia é que você pode conhecer ele ainda mais de perto de forma totalmente gratuita e online. A seguir, eu te conto exatamente como.

Evento de lançamento do Memebot acontece na próxima semana, online e gratuito; destrave seu acesso

Se você ficou interessado em conhecer mais do Memebot, deu sorte de chegar nesse texto ainda em tempo, porque o seu novo lançamento está bem próximo.

No dia 23 de março, em um evento online e gratuito, os especialistas de criptomoedas da Empiricus Research vão explicar:

  • O funcionamento das operações do Memebot One Million;
  • A estratégia por trás do desenvolvimento da ferramenta; e
  • Como começar a buscar até R$ 1 milhão a partir de R$ 3,5 mil;

Assim, os investidores poderão ver com detalhes como o Memebot pretende “cuidar” do seu portfólio de memecoins, em busca de trazer lucros que podem chegar ao patamar milionário.

Além disso, você também pode conhecer de perto uma tecnologia que executa o que seria praticamente impossível para humanos: um acompanhamento de 24 horas do mercado, a fim de identificar movimentos antes que eles se tornem consenso.

Para se inscrever e participar do evento de forma totalmente gratuita e online, é só clicar no botão abaixo:

O post ‘Se você tem R$ 3,5 mil na poupança, já pode começar a buscar até R$ 1 milhão a partir de 23 de março’, aponta especialista; confira apareceu primeiro em Empiricus.

  •