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SpaceX e Anthropic são negociadas na blockchain antes de seus IPOs: o mercado cripto quebra barreiras mais uma vez

Quem nunca usou VPN – ou algum macete parecido – para consumir algum filme pirata, que atire a primeira pedra. Especialmente lá em meados de 2013, quando saía aquele filme ou série nova, mas a opção legalizada mais próxima era um pacote de TV a cabo que custava caro.

Então, o que muita gente sedenta por conteúdo fazia na época? Pagar por uma VPN, configurar para acessar algum país específico e assim, acessar uma biblioteca gigantesca de conteúdo. Moral da história: a internet permitia contornar as barreiras de acesso.

Tenho a impressão de que estamos vendo a mesma coisa acontecer agora, só que no setor financeiro.

Desta vez, o fator determinante é a regra do investidor credenciado

Segundo fontes próximas ao assunto, a SpaceX pretende abrir seu capital na Nasdaq em 12 de junho. O valuation estimado é de US$ 1,75 trilhão.

Wall Street ainda aguarda o prospecto. Contudo, na Hyperliquid, “ações” da SpaceX, com o código SPCX, já estão disponíveis, e sendo negociadas em torno de US$ 201 por ação.

As empresas são negociadas na forma de perpétuos: basicamente, perpétuos são uma aposta no preço de algo, sem data de vencimento e sem necessidade de possuir o ativo subjacente.

Preço do perpétuo de SpaceX na Hyperliquid:

Fonte: TradingView

O preço-alvo divulgado para o IPO é de aproximadamente US$ 150, o que significa que o mercado on-chain está precificando um prêmio de cerca de 35% antes mesmo de qualquer corretora de varejo disponibilizar um botão de “compra” para as ações da SpaceX em seu site.

E o mesmo padrão está se repetindo em outros gigantes do setor privado: um exemplo disso é a Anthropic, que está sendo negociada na Hyperliquid a US$ 1.245, aumento considerável em relação aos cerca de US$ 500 em fevereiro. Isso representa uma valorização de aproximadamente 2,5 vezes em três meses.

Preço do perpétuo de Anthropic na Hyperliquid:

Fonte: TradingView

Além dessas duas empresas, temos também a OpenAI, que atualmente está sendo negociada na Hyperliquid por cerca de US$ 1.182, um aumento considerável em relação aos US$ 700 no início de fevereiro.

A analogia com a VPN está começando a fazer sentido?

Dois dos laboratórios privados de IA mais valiosos do mundo (nenhum deles listado em bolsa) possuem mercados de descoberta de preços ao vivo, acessíveis a qualquer pessoa com uma carteira de criptomoedas em cerca de 90 segundos.

E a proliferação desse tipo de coisa será enorme!

Porque historicamente, para ter exposição às empresas privadas nos EUA, era necessário ser um “investidor credenciado” (patrimônio líquido acima de US$ 1 milhão ou renda acima de US$ 200 mil). Esse bloqueio impedia o acesso de aproximadamente 90% das residências americanas (e esqueça qualquer pessoa que tentasse obter exposição fora dos EUA).

Já a Hyperliquid não cobra. Você traz a carteira, você recebe o preço. Porém…

Você não está comprando ações reais da SpaceX. Na verdade, você está negociando um derivativo que acompanha uma avaliação divulgada, e o preço pode se desviar de qualquer valor de mercado privado “real”.

A liquidez também é menor do que parece. O número de contratos em aberto na SPCX gira em torno de US$ 33 milhões. O que é dinheiro de verdade, mas não o tipo de dinheiro que se vê em ações da Apple, por exemplo.

Se as ações da SpaceX forem negociadas a US$ 150 no dia do IPO, todas as posições compradas a US$ 200 na Hyperliquid sofrerão uma perda.

(O mercado pode antecipar-se e também errar ao mesmo tempo.)

Mas o mais legal disso é que, pela primeira vez na história, qualquer um pode ter uma chance na SpaceX, OpenAI ou Anthropic – de forma semelhante a um investidor institucional.

A barreira passou de “ser rico e ter conexões” para “ter uma conexão com a internet”.

Data a acompanhar: 12 de junho.

Se a SpaceX atingir um preço próximo à meta de US$ 200 da Hyperliquid, o mercado on-chain poderá afirmar que previu essa avaliação meses antes que o sistema financeiro tradicional tivesse a chance de fazê-lo.

Se o preço de emissão se aproximar dos cerca de US$ 150 divulgados, os investidores que apostam na alta on-chain sofrerão perdas, e as corretoras tradicionais manterão o direito de se gabar.

No fim do dia, o que importa é a tecnologia e a inovação na infraestrutura financeira.


Variações semanais (13/05/26 a 20/05/26)

  • ₿ Bitcoin (BTC): US$ 77.167 | Var. -3,10%
  • ♦ Ethereum (ETH): US$ 2.117 | Var. -6,42%
  • 🟠 Dominância Bitcoin: 60,67% | Var. -0,3%
  • 🌐 Valor total do mercado cripto: US$ 2,55 tri | Var. -3,04%
  • 💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 321,952 bi | Var. -0,12%
  • 📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 82,814 bi | Var +0,78%

*dados referentes ao fechamento em 20/05/26


Tópicos da semana

ETF Spot Hyperliquid (BHYP) na NYSE

– A Bitwise lançou, em 15 de maio, o ETF Spot Hyperliquid (ticker: BHYP) na NYSE, tornando-se o primeiro produto negociado em bolsa nos Estados Unidos baseado no token HYPE a incluir staking integrado.

O fundo cobra uma taxa de administração de 0,34%, que será reduzida para 0% durante o primeiro mês para os primeiros US$ 500 milhões em ativos.

Segundo Matt Hougan, diretor de investimentos da Bitwise, o HYPE deve ser visto como um token de “segunda geração” e avaliado não apenas como um ativo ligado a uma corretora de contratos perpétuos de criptomoedas, mas como a base de uma plataforma global de negociação. O token acumula valorização de 77% no ano e é apontado como o criptoativo de grande capitalização com melhor desempenho em 2026.

A Bitwise estima que a Hyperliquid gere entre US$ 800 milhões e US$ 1 bilhão em receita anualizada. Enquanto isso, HYPE é negociado a múltiplos semelhantes aos de empresas como Robinhood e CME Group, impulsionado pelo fato de que 99% das taxas de negociação da plataforma são destinadas à recompra do próprio token.

Além disso, a Hyperliquid está expandindo sua atuação para além dos derivativos de criptomoedas, entrando em mercados como ações, commodities, câmbio e mercados de previsão, ampliando as fontes de receita que sustentam esse modelo de recompra.

‘Canetada’ de Trump

Donald Trump assinou uma ordem executiva determinando que o Federal Reserve (Fed) e reguladores financeiros avaliem como empresas de criptomoedas e fintechs podem obter acesso a contas e serviços de pagamento do Fed. A medida inclui as chamadas master accounts, que permitem movimentar dinheiro diretamente pelos sistemas do banco central, como o Fedwire.

As agências terão três meses para revisar regras que possam limitar parcerias entre bancos e fintechs, e seis meses para implementar medidas que favoreçam a inovação financeira. A ordem também solicita que o Fed apresente um relatório sobre sua autoridade legal para ampliar esse acesso. Possíveis formas de expansão sujeitas a requisitos de gestão de risco e obstáculos que dificultam o acesso direto aos sistemas.

A iniciativa ganha força após a Kraken ter obtido, no início deste ano, acesso limitado a uma master account do Fed por meio de sua instituição financeira especializada em Wyoming, sinalizando avanços na integração do setor de criptoativos ao sistema financeiro tradicional.

‘Drex’ do Japão?

– O Partido Liberal Democrata (LDP) do Japão, por meio de um grupo de trabalho de políticas digitais liderado pelo parlamentar Seiji Kihara, propôs oficialmente que a Agência de Serviços Financeiros (FSA) desenvolva um plano estratégico de cinco anos para finanças on-chain e reconheça o setor como a 18ª área prioritária de investimento para o crescimento econômico do país.

A iniciativa reflete preocupações de que sistemas de pagamento estrangeiros possam reduzir a influência do iene na economia japonesa. O plano prevê o uso de stablecoins em pagamentos de salários, recolhimento de impostos, financiamento corporativo e transferências internacionais em ienes. Em pararelo, o Bank of Japan avalia depósitos bancários tokenizados e uma moeda digital de banco central (CBDC) voltada para operações entre instituições financeiras.

A proposta amplia um projeto-piloto aprovado pela FSA em novembro de 2025, no qual os bancos MUFG, SMBC e Mizuho começaram a testar a emissão de stablecoins. Além disso, o documento defende a criação de padrões asiáticos comuns para ativos tokenizados, procedimentos de identificação de clientes (KYC), combate à lavagem de dinheiro (AML) e financiamento ao terrorismo. Caso stablecoins em iene sejam lançadas em 2026, elas deverão ser emitidas por bancos e lastreadas por instituições financeiras, funcionando mais como depósitos tokenizados do que como tokens nativos do mercado de criptomoedas.


China em crise, a volta da hegemonia americana e a oportunidade brasileira

No último episódio do Crypto Never Sleeps, recebemos Walter Maciel, CEO da AZ Quest e uma das vozes mais influentes do buy side brasileiro. Em uma conversa sem filtro, falamos sobre macroeconomia, geopolítica, China, Estados Unidos, dólar, inflação, tokenização, stablecoins, Bitcoin e o futuro do Brasil.

Assista ao episódio:

Aviso obrigatório
Este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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Clarity Act mostra ‘força crescente’ para criptomoedas, enquanto alguns ativos podem performar em ‘todos os cenários’, segundo cientista de dados

O principal catalisador regulatório para o mercado de criptomoedas do momento está um passo mais próximo de virar lei. O Clarity Act, projeto mais aguardado pelos investidores e especialistas do mercado de criptomoedas, foi aprovado pelo Comitê Bancário do Senado dos Estados Unidos nesta sexta-feira (19).

Mesmo se tratando de uma decisão americana, o desfecho desse projeto pode afetar diretamente o cenário cripto global, com impacto sobre fluxos institucionais, preço de ativos como bitcoin e ethereum, e o ritmo de adoção em mercados emergentes como o Brasil.

O projeto ainda deverá passar pela votação no Senado Pleno, por uma conciliação com a Câmara e, por fim, a sanção presidencial.

O que é o Clarity Act e o que ele muda para os investidores de criptomoedas?

Em termos práticos, o Clarity Act consolida a nível federal a classificação de ativos como o bitcoin (BTC) e ethereum (ETH) como commodity, retirando-os do escopo da U.S. Securities and Exchange Commission (SEC), a “CVM americana” e colocando-os sob a jurisdição da U.S. Commodity Futures Trading Commission (CFTC).

Para Valter Rebelo, economista formado pelo Insper, com MBA em Ciências de Dados pela USP e especialista em ativos digitais da Empiricus Research, se o Clarity Act for aprovado ainda em 2026, ele deve funcionar como um catalisador relevante.

Na visão do time de cripto da Empiricus, menos atrito jurídico significaria mais oferta de produtos institucionais, mais infraestrutura construída sobre blockchain e mais investimentos que hoje ficam de fora por falta de segurança jurídica.

Aos olhos do mercado, a mudança é considerada estratégica porque reduz uma das maiores dores do mercado cripto nos últimos anos: a insegurança regulatória.

Com regras mais claras, o especialista aponta que o ambiente tende a ficar mais favorável para:

  • entrada de investidores institucionais;
  • lançamento de novos ETFs e produtos financeiros;
  • expansão da infraestrutura blockchain;
  • aumento da liquidez no mercado.

Além disso, o movimento pode influenciar discussões regulatórias em outros países. As instituições brasileiras do Banco Central e a CVM, por exemplo, estão sempre de olho em decisões externas para calibrar futuras regras locais relacionadas ao setor de criptomoedas.

Segundo Rebelo, o Clarity Act é um dos pontos que o investidor não deve perder de vista. “Os ventos de cauda estruturais para o setor cripto seguem soprando com força crescente,” afirma, indicando que o avanço da lei é mais um sinal positivo para o setor.

Enquanto isso, vale ressaltar que o mercado ainda enfrenta desafios importantes. Em especial, fatores macroeconômicos seguem pressionando os ativos de risco, como as criptomoedas. Inflação elevada nos EUA, tensões geopolíticas e volatilidade no petróleo continuam impactando bolsas globais, ouro e as principais criptomoedas.

Contudo, Rebelo enxerga que ainda é possível buscar lucros milionários a partir de oportunidades menos conhecidas e de menor valor de mercado, especialmente em nichos específicos como o das memecoins.

Enquanto o mercado observa o Clarity Act, IA busca até 300x em valorização com memecoins

Apesar do foco voltado para as moedas mais conhecidas, como bitcoin e ethereum, muitos investidores continuam procurando oportunidades em ativos menores, como as chamadas memecoins.

O principal ponto de atenção é que, nesse segmento, velocidade e identificação de tendências fazem diferença. Isso porque memecoins estão muito relacionadas a eventos externos que fazem seus temas entrarem “em alta”. É por isso que, mesmo enquanto o Clarity Act não for decretado, esses ativos mantêm um potencial de multiplicação exponencial.

Isso também se dá pois as memecoins costumam ter menor valor de mercado, o que pode abrir espaço para movimentos mais agressivos de valorização – em comparação com o Bitcoin, por exemplo, que já tem um valor de mercado estimado em US$ 1,5 trilhão.

Para capturar esses movimentos, o especialista de ativos digitais desenvolveu uma inteligência artificial (IA). A tecnologia se baseia em um estudo de Rebelo que, nos últimos ciclos, as moedas apresentavam padrões semelhantes antes das altas. “O desafio está justamente em encontrar esses sinais antes que o mercado inteiro perceba”, conta.

Essa IA é distinta das outras que existem no mercado hoje. Isso porque ela não funciona com perguntas e um plano de investimentos. Ela opera ativamente no mercado de ativos digitais com um objetivo bem definido: buscar lucros de até R$ 1 milhão em 12 meses, partindo de um investimento inicial de R$ 3.500— uma valorização equivalente a 30.000%.

Vale lembrar que criptomoedas são um investimento de alto risco. O que está sendo apresentado aqui é a primeira inteligência artificial do Brasil capaz de colocar dinheiro na sua conta sem que você precise fazer nada, operacionalmente falando.

“Ela varre o mercado, identifica ativos com o mesmo perfil das moedas que já dispararam, e quando encontra, ela entra na operação. Sem você precisar decidir nada”, detalha Rebelo.

Assim, a IA desenvolvida pela Empiricus Research monitora o mercado em tempo real em busca das próximas grandes oportunidades. Para apresentar a tese completa e explicar como funciona a estratégia, Valter Rebelo vai organizar um evento gratuito e online para investidores interessados.

25 de maio: reserve sua vaga no evento de lançamento de IA de criptomoedas

Para quem ficou interessado, no dia 25 de maio, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, o time da Empiricus vai liberar o acesso a uma oportunidade gratuita e 100% online, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre o sistema que pode buscar lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

QUERO CONHECER A IA PARA INVESTIR EM CRIPTOMOEDAS

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É hoje (18): Memecoin GPT é lançado em evento gratuito e online; veja como participar

Investidores que buscam operar em criptomoedas, mas não conseguem por limitação de tempo podem conhecer uma nova solução que estreia nesta segunda-feira (18).

Nesse dia, o Memecoin GPT vai liberar o primeiro lote de acessos. A ferramenta foi desenvolvida com base na estratégia da equipe de especialistas da Empiricus Research. Segundo ela, o algoritmo da automação está desenhado para buscar ativos digitais de potencial exponencial para lucros de até R$ 1 milhão em 12 meses (partindo de R$ 3,5 mil, em média).

Entenda potencial de lucros do Memecoin GPT

Enquanto a inteligência artificial (IA) vem transformando a maneira como pessoas aumentam sua produtividade, muitos ainda desconhecem seu potencial no universo financeiro. Entretanto, já existem tecnologias à disposição para identificar oportunidades de geração de renda.

Este é o caso do Memecoin GPT. A tecnologia que chega ao mercado oficialmente na segunda-feira (18) tem o objetivo de multiplicar cada real investido em até 300 vezes, de forma totalmente automatizada.

Unindo automação, análise e estratégia para tentar capturar as próximas valorizações exponenciais, as operações da automação estarão totalmente focadas em localizar as memecoins para atingir a meta milionária.

Para isso, a inteligência artificial da Empiricus vasculha memecoins em tempo real. Note aqui que a ferramenta não tem relação com a IA de nome similar. GPT neste caso significa “Generate Profitable Trades” (em português, “Gerar trades lucrativos”).

Conforme explica a especialista Heloísa Mendonça, que está liderando a equipe nesta ferramenta, a estratégia pretende negociar todos os dias com compras e vendas de memecoins.

“Todo dia o investidor tem uma nova chance, sem precisa acompanhar o mercado ou ter algum conhecimento aprofundado sobre ativos digitais. É totalmente automatizado”, detalha Heloísa Mendonça, especialista de ativos digitais da casa por trás da estratégia.

A oportunidade ainda por cima chega ao mercado em um momento especial.

Isso porque os desenvolvedores já têm uma moeda na mira. Ela é uma memecoin listada entre as top 5 para comprar agora. Para Mendonça, esse ativo tem potencial de alavancar o portfólio rumo ao próximo milhão.

Para saber qual é essa moeda e ainda tirar as dúvidas sobre como funciona o Memecoin GPT, os investidores estão convidados para participar de um evento gratuito e online na próxima segunda-feira (18).

Libere seu acesso hoje: evento gratuito de lançamento do Memecoin GPT

Se essa proposta despertou seu interesse e você quer saber mais sobre o Memecoin GPT, reserve na sua agenda: nesta segunda-feira (18), Heloísa Mendonça disponibilizará um passo a passo explicando como acessar a automação.

Durante o evento, você também vai entender melhor a estratégia por trás da tecnologia que atua “farejando” as memecoins mais atrativas do mercado. Para participar do evento de forma totalmente online e gratuita, é só clicar no botão abaixo:

QUERO PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO MEMECOIN GPT

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Tão perto, mas tão longe: o maior projeto cripto do ano avança no Senado

Caro leitor,

De um lado, o principal catalisador regulatório para o mercado cripto ficou mais próximo de virar lei. O Clarity Act, projeto mais aguardado pelo setor, foi aprovado pelo Comitê Bancário do Senado por 15 votos a 9, com apoio bipartidário. Um gargalo que permanecia travado havia meses finalmente cedeu, e os mercados de predição já começaram a ajustar as probabilidades para cima.

Do outro, o macro voltou a acender um sinal de alerta. Dados de inflação acima do esperado, uma cúpula entre Trump e Xi sem resolução concreta e o petróleo novamente próximo dos US$ 100 por barril criaram pressão suficiente para derrubar, ao mesmo tempo, bolsa americana, ouro e Bitcoin. O regime de mercado segue construtivo, mas o ambiente ficou menos confortável.

Nesta edição, atualizamos a leitura técnica do Bitcoin, explicamos os fatores por trás da correção recente e detalhamos o que o avanço do Clarity Act significa para o setor — e porque o prazo de aprovação pode ser tão importante quanto o conteúdo do projeto.

Análise Gráfica

Fonte: Empiricus Cripto

O gráfico combina dois elementos. À direita, o modelo de densidade distribui o histórico de negociação por nível de preço. As regiões mais densas indicam onde o mercado concentrou volume ao longo dos últimos meses e funcionam como suportes e resistências. O cone projetado à esquerda indica a faixa esperada de oscilação para os próximos sete dias, com base na volatilidade realizada dos últimos 30 dias.

O Bitcoin é negociado a US$ 79.278, em uma região de suporte que, até o momento, segue sustentando o preço apesar dos últimos dados macroeconômicos, que reacenderam preocupações com a trajetória da inflação. A perda dessa faixa aumentaria a probabilidade de um movimento em direção aos US$ 75 mil, próximo suporte relevante identificado pelo modelo.

Acima do preço atual, a principal resistência aparece na região dos US$ 85 mil.

Para os próximos sete dias, o cone de volatilidade projeta, com 68% de probabilidade, uma oscilação entre US$ 76.301 e US$ 82.371. Essa projeção não deve ser interpretada como uma previsão direcional, mas como uma estimativa estatística da faixa mais provável de negociação caso o comportamento recente da volatilidade se mantenha.

No consolidado, o viés permanece positivo. O Bitcoin ainda preserva a tendência de alta e se encontra acima de um nível de suporte relevante. Vale a ressalva de que um de nossos modelos proprietários indica que esse regime direcional está relativamente próximo do fim, indicando que as probabilidades de entrarmos em lateralização cresce daqui pra frente.

Sinal amarelo

No curtíssimo prazo, estamos vendo uma correção generalizada dos ativos de risco. O gatilho foi uma combinação de dados macro e acontecimentos que, lidos em conjunto, mudaram o tom do mercado.

Os dados do CPI e do PPI de abril vieram acima do esperado, assim como o índice de produção industrial na comparação mensal. O conjunto reforça a leitura de uma economia aquecida, com cada vez menos espaço para o Fed reduzir juros e uma inflação que segue pressionada.

Para completar, a cúpula Trump-Xi não trouxe grandes avanços. O encontro entre as duas maiores potências econômicas não foi ruim, mas também não produziu nenhuma resolução concreta. Sem um desfecho positivo nas tensões geopolíticas, o petróleo voltou a subir, voltando a se aproximar da faixa de US$ 100 por barril, mais lenha numa fogueira que já vinha acesa.

Esse conjunto altera, em parte, a dinâmica que vínhamos descrevendo. A queda dos juros reais, que vinha impulsionando ativos de risco, fica mais difícil de sustentar quando os dados apontam para inflação persistente e uma economia que não precisa de estímulo. Os yields dos Treasuries americanos subiram, refletindo um mercado que começa a precificar essa realidade. Nas probabilidades implícitas dos contratos de juros futuros, uma alta de juros em 2027 começa a entrar no radar, um sinal ruim para risco.

Fonte: CME Group

O resultado apareceu nos preços. Bolsa americana, ouro e Bitcoin recuaram em conjunto. Quando os yields longos sobem, a renda fixa americana se torna mais atrativa em termos absolutos.

Vale uma ressalva importante: o crédito segue tranquilo e a volatilidade está relativamente contida. Não estamos diante de uma ruptura de regime, mas de um sinal que merece atenção.

Por isso, acendemos o alerta amarelo. Os gatilhos a monitorar são os yields dos Treasuries longos, a volatilidade cambial e o nível de estresse nas bolsas americanas. Enquanto esses três sinais não se deteriorarem de forma coordenada, o regime segue.

Apesar do cenário mais cauteloso no macro, o mercado cripto registrou avanços relevantes nesta semana.

Tão perto, mas tão longe

O Clarity Act é o principal catalisador regulatório para o mercado cripto em 2026. Por anos, dois reguladores americanos — a SEC e a CFTC — disputaram jurisdição sobre os mesmos ativos, sem que nenhum dos dois tivesse autoridade clara. O mesmo token poderia ser legal sob uma ótica e ilegal sob a outra. O projeto busca resolver esse impasse: divide a supervisão, cria regras claras para stablecoins e exchanges, e abre caminho para que ativos saiam da zona cinzenta jurídica.

O projeto passou pela Câmara em julho de 2025 com ampla maioria bipartidária e então emperrou no Senado por meses. O obstáculo era a questão das stablecoins: bancos tradicionais temiam que moedas digitais com rendimento funcionassem como substitutos diretos de depósitos. Negociações entre os partidos desbloquearam o impasse, e nesta quinta-feira o Comitê aprovou o texto por 15 a 9, com dois democratas do lado favorável.

Apesar do avanço, não há nada definido ainda. O projeto precisa passar por revisão final e ir a plenário. Se aprovado no Senado, volta à Câmara para uma última rodada. Alguns pontos não estão completamente amarrados, regras sobre lavagem de dinheiro via DeFi e restrições para funcionários públicos com interesse no setor seguem em aberto.

Com esse obstáculo parcialmente superado, o cenário volta a ficar mais favorável. Os mercados de predição já refletem essa melhora de percepção: no Polymarket, a probabilidade de o Clarity Act ser sancionado em 2026 subiu para 68%.

Fonte: Polymarket

O problema é o relógio. As midterms de novembro de 2026 se aproximam, e os democratas têm chance real de reconquistar o Senado. Se o projeto não for aprovado este ano, o debate tem altas chances de ser adiado para 2027 com um Congresso possivelmente menos favorável. Já vimos nesse mesmo processo o quanto pontos aparentemente resolvidos voltam à mesa e prazos escorregam. Daí o “tão perto, mas tão longe”.

Se aprovado ainda em 2026, o Clarity Act deve funcionar como um catalisador relevante: menos atrito jurídico significa mais oferta de produtos institucionais, mais infraestrutura construída sobre blockchain e mais capital que hoje fica de fora por falta de segurança jurídica.

Atenciosamente,

Equipe Empiricus Cripto

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Memecoin GPT: automação busca transformar R$ 3.500 em até R$ 1 milhão em 12 meses; conheça

A inteligência artificial (IA) pode alavancar a produtividade de muitas formas. Seja no trabalho, acelerando a produção de textos, imagens ou vídeos, ou ajudando no direcionamento de pesquisas, coleta e estudos de dados, entre outras funções.

O que muita gente não sabe é que a IA também pode dar boas orientações quando o assunto é finanças — e uma nova tecnologia em desenvolvimento foca justamente na geração de renda.

É o caso do Memecoin GPT. A tecnologia que chega ao mercado oficialmente na segunda-feira (18) tem o objetivo de multiplicar cada real investido em até 300 vezes, de forma totalmente automatizada.

Como funciona o Memecoin GPT?

Unindo automação, análise e estratégia para tentar capturar as próximas valorizações exponenciais, a meta é clara: buscar até R$ 1 milhão, partindo de um aporte inicial de R$ 3,5 mil, em um período de 12 meses.

Para isso, a inteligência artificial da Empiricus vasculha memecoins em tempo real. Mas não se engane pelo nome, a ferramenta aqui não tem relação com a IA de nome similar. GPT neste caso significa “Generate Profitable Trades” (em português, “Gerar trades lucrativos”).

Desenvolvida pelos especialistas no setor da Empiricus Research, no Memecoin GPT, os investidores terão uma nova oportunidade de lucrar até 30.000%, com o alvo final de até R$ 1 milhão acumulados. Ou seja, uma multiplicação de 300 vezes sobre o capital investido.

Conforme explica a especialista Heloísa Mendonça, que está liderando a equipe nesta ferramenta, a estratégia pretende negociar todos os dias com compras e vendas de memecoins.

“Então todo dia o investidor tem uma nova chance, sem precisa ficar acompanhando o mercado ou ter algum conhecimento aprofundado sobre ativos digitais. É totalmente automatizado”, detalha Mendonça.

A oportunidade ainda por cima chega ao mercado em um momento especial — e a seguir é possível entender por quê.

Memecoin com potencial milionário está na lista do Memecoin GPT

A verdade é que lucros em uma escala exponencial não são tão raros no mercado de criptomoedas, especialmente das memecoins. Foi o caso de alguns dos ativos observados durante o período de backtest no Memebot em uma versão anterior, com valores atualizados em abril de 2026:

  • A memecoin POPCAT alcançou uma valorização de 950% em 43 dias;
  • Já a TOSHI subiu 1.113% em 78 dias;
  • A MOG, 1.224% em 57 dias;
  • A GIGACHAD subiu 2.244% em apenas 28 dias, menos de um mês;
  • Por fim, a BONK viu o valor disparar 3.878% em 73 dias.

Sabemos que retornos passados não garantem um retorno futuro e que investimentos com ativos digitais têm riscos elevados. Por isso, não é recomendado aplicar nesses casos com uma quantia que fará falta para a sua qualidade de vida.

O que esses números refletem, de fato, são multiplicações de até 39 vezes sobre o capital em menos de 3 meses — com um detalhe relevante: foram capturados pela Inteligência Artificial desenvolvida especialmente para encontrá-las.

A proposta em desenvolvimento com o Memecoin GPT é usar essa mesma IA para buscar até R$ 1 milhão nos próximos 12 meses.

Para começar, os desenvolvedores já têm uma moeda na mira. É uma memecoin que está entre as top 5 para comprar agora, com um potencial de alavancar o portfólio rumo ao próximo milhão.

Para saber qual é essa moeda e ainda tirar as dúvidas sobre como funciona o Memecoin GPT, os investidores estão convidados para participar de um evento gratuito e online. A seguir, veja mais informações.

Inscrições abertas: conheça o Memecoin GPT e saiba como ativá-lo a partir de 18 de maio

Para quem ficou interessado, no dia 18 de maio, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, às 19h, o time da Empiricus terá um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre sistema que já entregou lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

CONHEÇA O MEMECOIN GPT COM LANÇAMENTO GRATUITO

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É hoje (11): IA que vai buscar lucros de até R$ 1.960 toda sexta-feira terá acessos liberados; veja como reservar já o seu

A partir das 19h desta segunda-feira (11), a Empiricus Research vai liberar acessos para os interessadosem conhecer o Delta IA, software que busca lucros no mercado de criptomoedas de forma 100% automatizada.

Os investidores que registrarem seu interesse com antecedência poderão receber os acessos em breve. Se você chegou neste texto antes do lançamento da ferramenta, aproveite a chance de deixar seu nome na lista prévia e já ficar ligado nos próximos passos:

PRÉ-INSCRIÇÃO PARA PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA – INSCREVA-SE AQUI

Como o Delta IA opera em busca de lucros semanais?

O Delta IA chega ao mercado como a primeira inteligência artificial automatizada do Brasil voltada para operações de long & short em criptomoedas. Na prática, isso significa que a tecnologia atua em compra e venda de ativos digitais, buscando oportunidades de retorno em diferentes cenários do mercado.

A proposta da ferramenta é permitir que o investidor possa buscar ganhos explorando justamente a diferença entre essas posições. De acordo com resultados de backtests da estratégia:

  • Em períodos de queda do mercado, a projeção foi de até R$ 1.960 por semana;
  • Já em cenários de alta, a projeção alcançou até R$ 1.420 por sexta-feira.

Os resultados têm como base testes realizados nos últimos seis anos, com os desempenhos em destaque relativos a junho de 2020 (+50,6%) e outubro de 2021 (+35,3%), respectivamente.

O diferencial desta ferramenta está na execução automatizada das operações”, explica Valter Rebelo, especialista em ativos digitais da Empiricus Research e responsável pelo desenvolvimento da estratégia do Delta IA.

“Enquanto outras inteligências artificiais apenas fornecem análises ou sugestões, o Delta IA opera o mercado de forma ativa. O investidor pode simplesmente acompanhar e copiar as operações realizadas pela estratégia”, afirma.

Ademais, o analista també ressalta: “O mercado de criptomoedas tem riscos, mas sem arriscar todo o seu patrimônio, acredito que você ainda se expõe a esse potencial”. Por isso, é sempre bom lembrar que rentabilidade passada não representa garantia de ganhos futuros e todo investimento envolve riscos e pode gerar perdas.

Para apresentar o funcionamento da tecnologia, esclarecer dúvidas e detalhar a metodologia utilizada, Rebelo e a equipe de especialistas em criptomoedas da Empiricus irão promover um evento online gratuito na próxima semana.

VEJA COMO PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA

Outro ponto que chama atenção na estratégia é a dinâmica semanal das operações –especialmente às sextas-feiras.

É nesse dia que o robô realiza o rebalanceamento automatizado da carteira, selecionando:

  • 10 ativos com maior potencial de valorização para operações compradas;
  • 10 ativos com mais chance de queda para operações vendidas.

“Vão ter semanas de euforia no mercado e as criptomoedas podem disparar. Em outras, o pessimismo pode pesar e o mercado, despencar”, descreve Rebelo.

Com etapas simples, a ferramenta desenvolvida por experts no mercado permite que até mesmo usuários com pouca experiência possam ir em busca da conquista de uma renda extra. A boa notícia é que a oportunidade para conhecer o Delta IA de perto está próxima. Veja como, a seguir.

Última chamada: Ainda dá tempo de reservar seu acesso ao Delta IA

Como falamos anteriormente, se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o Delta IA.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la.

O registro inicial é gratuito:

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O maior comprador de bitcoin está falando em vender — isso é um sinal que você também precisa mudar

A empresa que mais comprou Bitcoin no mundo nos últimos anos sinalizou, na última divulgação de resultados, que pode vender parte da reserva.

É contra-intuitivo o suficiente para parar qualquer um. A Strategy, com mais de 815 mil BTC em tesouraria e uma tese construída integralmente ao redor do ativo, falando em vender? É o fim da tese?

Nesta edição, exploramos a dinâmica por trás desse movimento e como ela se conecta a uma forma mais eficiente de investir em criptoativos. Antes de chegar lá, atualizamos a leitura técnica do Bitcoin — que vem se recuperando desde os fundos de abril e já opera próximo dos US$ 81 mil — além do cenário macro, que segue construtivo, atuando silenciosamente por baixo do ruído diário do mercado. Também analisamos o avanço do Clarity Act no Senado americano, uma proposta que pode acelerar a consolidação das criptomoedas como uma classe de ativos legítima e cada vez mais integrada ao sistema financeiro tradicional.

Análise Gráfica

Fonte: Empiricus Cripto

O gráfico acima combina dois elementos. À direita, o modelo de densidade distribui o histórico de negociação por nível de preço — não por tempo. As regiões mais densas indicam onde o mercado concentrou volume ao longo dos últimos meses e funcionam como zonas naturais de suporte e resistência quando o preço retorna àquele nível. O cone projetado à esquerda indica a faixa esperada de oscilação para os próximos sete dias, com base na volatilidade realizada dos últimos 30 dias.

O Bitcoin está sendo negociado próximo de US$ 81.400. A tendência de alta desde os fundos de março e abril segue em voga, ainda, sem sinais de esgotamento. É um processo gradual, com cada semana de fechamento no positivo consolidando a estrutura.

A próxima zona de resistência relevante fica em torno de US$ 84.500. Abaixo do preço atual, os principais suportes estão em US$ 78.400 e US$ 77 mil. Para os próximos sete dias, o cone de volatilidade projeta com um intervalo de 68% de probabilidade do ativo ficar entre US$ 77.400 e US$ 85.500.

No consolidado, seguimos com viés otimista.

O velho ditado continua valendo: em time que está ganhando, não se mexe

O pano de fundo macro não mudou do que acompanhamos nas últimas semanas.

Os juros reais americanos seguem em queda. Não porque o Federal Reserve cortou taxas, o banco central ficou parado, mas porque as expectativas de inflação de curto prazo subiram enquanto os juros nominais permaneceram relativamente estáveis. Quando isso acontece, os juros reais caem, a renda fixa perde atratividade relativa e o capital começa a buscar retorno em outros lugares.

A isso se soma a compressão simultânea da volatilidade em múltiplas classes de ativos. O VIX (bolsas americanas), o MOVE Index (Treasuries) e a volatilidade cambial seguem em níveis baixos simultaneamente. Um choque macro não estressa um único mercado, ele costuma aparecer quando ações, bonds e câmbio oscilam com violência ao mesmo tempo.

O oposto também é verdade, quando a volatilidade cai em bloco, como agora, o sistema inteiro sinaliza ausência de estresse. Vale notar que mesmo com o petróleo voltando a subir por tensões geopolíticas, os mercados não reagiram como faziam no passado, quando crude up significava automaticamente juros mais altos e bolsas pressionadas. O choque existe, mas o mercado o interpreta como um risco localizado de oferta, não como uma ameaça inflacionária estrutural e enquanto esse mecanismo de transmissão não se reativar, o regime segue favorável.

Quando a volatilidade cai em conjunto dessa forma, o sistema financeiro aumenta exposição ao risco de forma “mecânica”. Fundos quantitativos e estratégias institucionais de alocação são calibrados por volatilidade: quando ela recua, esses modelos permitem posições maiores. O resultado prático é mais capital migrando para ativos de risco.

O resultado aparece nos fluxos. Desde o começo de abril, os ETFs de Bitcoin acumularam mais de US$ 3,7 bilhões em entradas líquidas. Ativos de risco estão subindo em bloco e criptoativos estão nessa cesta.

Strategy: quando a maior compradora de BTC fala em vender

A Strategy é a maior detentora corporativa de Bitcoin do mundo, com mais de 818 mil BTC em tesouraria, o equivalente a quase 4% de toda a oferta que existirá. Não é um nome novo: a empresa acelerou sua acumulação justamente durante os meses de maior ruído geopolítico, e foi esse fluxo, junto com os ETFs e outras Digital Asset Treasuries (empresas que adotaram BTC como reserva estratégica de balanço), que sustentou o preço do Bitcoin durante o período de maior incerteza. E é o mesmo fluxo que vem impulsionando a recuperação até os patamares atuais.

O que chama atenção foi sua última divulgação de resultados, a empresa sinalizou a possibilidade de vender parte da reserva. A pergunta natural: por quê?

A resposta está na evolução da estrutura de capital da Strategy e revela mais sobre o estágio de maturidade do mercado do que sobre qualquer mudança de convicção.

O modelo original da Strategy era relativamente simples: captar dinheiro no mercado, comprar Bitcoin e esperar sua valorização. O problema é que Bitcoin não gera fluxo de caixa, enquanto grande parte dessas compras foi financiada com dívida tradicional, que possui vencimentos entre 2027 e 2032. Isso criava um risco importante, se o BTC estivesse em baixa quando essas dívidas começassem a vencer, a empresa poderia ser obrigada a vender reservas em um momento desfavorável.

Foi justamente para reduzir essa fragilidade que surgiu o STRC, um novo tipo de ação preferencial perpétua emitida pela Strategy. Diferente de uma dívida comum, ela não possui vencimento. Ou seja: a empresa não precisa devolver o principal em uma data específica. Em vez disso, os investidores recebem dividendos recorrentes e podem negociar suas ações livremente no mercado secundário.

Na prática, a Strategy está tentando transformar uma estrutura baseada em dívida de prazo definido em uma base de capital mais permanente e flexível.

E é aí que entram as possíveis vendas parciais de BTC. Elas não representam abandono da tese. Fazem parte da administração financeira do modelo. A empresa pode emitir ações, pagar dividendos e, eventualmente, vender pequenas parcelas de Bitcoin para equilibrar sua estrutura de capital.

Ainda assim, o ponto mais importante é outro: até a maior empresa do mundo focada em comprar e segurar Bitcoin precisou evoluir sua estratégia. O mercado amadureceu. Hoje, não basta apenas acumular ativos. É preciso administrar liquidez, risco, fluxo de caixa e timing de mercado.

Esse movimento ajuda a explicar uma mudança mais ampla no próprio mercado cripto. Nos ciclos anteriores, simplesmente comprar Bitcoin e carregar posição já era suficiente para gerar retornos extraordinários. Mas, à medida que o setor se institucionaliza, cresce também a diferença entre uma gestão passiva e uma gestão ativa.

Cada vez mais, os grandes participantes buscam otimizar exposição, aumentando risco quando o ambiente é favorável, reduzindo posição em momentos de deterioração e tentando capturar os fluxos que lideram cada etapa do ciclo.

É exatamente essa lógica que orienta a Carteira Crypto Momentum: uma estratégia de gestão ativa construída para buscar retornos acima do próprio Bitcoin. A proposta não é substituir o BTC, mas reconhecer que, em um mercado mais sofisticado, existe uma camada adicional de oportunidade para quem consegue navegar os ciclos de forma mais dinâmica.

E os resultados iniciais ajudam a ilustrar isso. Durante seu primeiro mês de operação, a carteira entregou 128% do retorno do Bitcoin, aproveitando justamente um ambiente macro que continua favorável para ativos de risco e para o mercado cripto como um todo.

Fonte: Empiricus Cripto

Micro — Clarity Act: o trilho institucional se abre

O Clarity Act, projeto de lei que propõe estrutura regulatória clara para criptoativos nos Estados Unidos, voltou a chamar atenção esta semana.

O contexto: por anos, dois órgãos reguladores americanos (a SEC e a CFTC) disputaram jurisdição sobre criptoativos, criando incerteza jurídica crônica. Qualquer gestora que quisesse construir produto cripto encarava o risco de ver aquela linha de negócio declarada ilegal por uma mudança de interpretação regulatória. O Clarity Act propõe resolver isso: divide a supervisão de forma clara, cria regras específicas para stablecoins, exchanges e DeFi, e abre caminho para que ativos saiam da zona cinzenta.

O projeto passou na Câmara em julho de 2025 com 294 votos a favor — placar incomum num Congresso polarizado. Ficou parado no Senado por um impasse sobre stablecoins, a questão era se essas moedas digitais poderiam oferecer rendimento, o que os bancos tradicionais interpretavam como concorrência direta. Nas últimas semanas, um compromisso bipartidário desbloqueou esse nó. A solução protege os bancos, mas preserva os modelos de negócio cripto baseados em utilidade real. Agora, a votação de markup no Comitê Bancário do Senado está prevista para a semana de 11 de maio.

Este é o marco regulatório mais aguardado pelo mercado e o impacto prático de uma aprovação vai além de uma vitória política. Mais clareza jurídica significa menos atrito para gestoras, corretoras, bancos e até empresas de tecnologia construírem produtos cripto. A discussão deixa de ser “se” grandes instituições participarão e passa a ser “por qual trilho” — e quantos estarão disponíveis.

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Bitcoin é um ouro digital emergente? Entenda afirmação de especialista e quais os riscos de não ter BTC na carteira

O bitcoin (BTC) é um “ouro digital emergente”, na visão de Marcello Cestari, analista de criptoativos da Empiricus. Segundo ele, a criptomoeda ainda não é considerada um ouro digital por instituições financeiras pois ainda ocupa o posto de um ativo relativamente novo e tem um market cap menor em relação a outros ativos, como o próprio ouro.

Ao lado de Matheus Parizotto, research de digital asset do BTG Pactual, Cestari participou do ETF Day, evento promovido pelo banco para assessores de investimento nesta quarta-feira (6).

O especialista ainda pontua que a volatilidade das criptomoedas – mais expressiva que a do ouro ou das bolsas de valores, por exemplo – também dificulta na classificação do bitcoin como um ouro digital atualmente.

“Com a institucionalização que está acontecendo, o bitcoin tem se comportado mais correlacionado com o ‘Nasdaq alavancado’ do que como um ‘ouro digital’, que é como chamamos”, afirma.

Na leitura do especialista, contudo, o bitcoin e outras criptomoedas estão caminhando para se tornarem parte estratégica na composição de portfólios institucionais e de pessoas físicas para além de um investimento alternativo.

Qual é o risco de não investir em criptomoedas?

No evento do ETF Day, ao explicar o risco de não investir nos ativos digitais, Cestari faz uma comparação de valores de mercado aproximados:

  • Ouro: US$ 30 a US$ 32 trilhões em market cap;
  • Mercado cripto (incluindo BTC): US$ 2,5 trilhões;
  • Bitcoin: US$ 1,5 trilhão;

Diante dessa disparidade, Cestari avalia que o que move os investidores desse mercado diz respeito a uma opinião que já foi dita até pelo CEO da BlackRock, Larry Fink: o bitcoin pode chegar à marca do market cap do ouro, saindo de US$ 1,5 trilhão para US$ 30 trilhões.

“Óbvio que para isso acontecer, é preciso um mercado mais maduro, com mais regulamentação, criando regras e plataformas institucionais que caminhem para que o bitcoin se torne uma classe de ativo como as outras”, explica o especialista.

BTC deve ganhar mais protagonismo nas carteiras institucionais

Diante deste cenário, Cestari e Parizotto reforçam como é um risco não ter BTC na carteira. Para os especialistas, diversos ativos digitais estão no rumo de deixar a posição de investimentos alternativos e ganhar espaço como parte estratégica na composição de portfólios.

Um dos argumentos para isso é que o dólar vem perdendo sua posição de segundo protagonista nas reservas de valor mundial. “Não queremos dizer que o dólar vai acabar, mas a moeda vem sendo usada como arma política para sancionar alguns países e isso coloca a confiança em xeque”, disse o especialista.

Nessas circunstâncias, Cestari aponta que o bitcoin tem propriedades parecidas com o ouro que podem posicioná-lo como uma alternativa de reserva de valor. Na verdade, segundo o especialista, não investir em bitcoin no momento implica o risco de perda da “maior assimetria da década”.

Além disso, durante o evento ele também citou uma pesquisa da BlackRock que apontou que alocar parte da carteira em criptomoedas pode aumentar a eficiência dos portfólios, com maior Sharpe (relação de risco e retorno de um investimento) e menor volatilidade e drawdown (máxima perda que se pode ter com um investimento).

Ademais, a respeito das vias de institucionalização, o especialista também reforçou um potencial significativo neste sentido. Como exemplo, ele citou a entrada por meio da criação de ETFs (fundos negociados em bolsa, em tradução direta), tesourarias de bitcoin dentro das empresas e por meio de grandes nações adotando o ativo como parte do tesouro. O avanço dessas medidas, em sua visão, são vias da consolidação da posição do bitcoin como ouro digital.

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Estreia: Delta IA vai buscar lucros toda sexta-feira para investidores em criptomoedas; conheça nova ferramenta

A sexta-feira já é o dia preferido da semana de muita gente. Seja para quem quer celebrar o fim da semana em um boteco ou só descansar no sofá assistindo aquela série nova, tem muitos motivos para admirar o último dia útil semanal.

A novidade da vez é que, a nova estreia da Empiricus pode ser mais uma razão para sexta-feira ser o melhor dia da semana dos investidores. Isso porque, a partir do dia 11 de maio, a Empiricus lança oficialmente o Delta IA.

Conheça Delta IA e veja como você pode buscar lucros semanais na alta ou na baixa

O Delta IA chega no mercado como a primeira inteligência artificial automatizada que opera com a estratégia de long e short em criptomoedas.

Isso significa que a ferramenta opera tanto comprada em ativos, quanto vendida. Assim, o usuário tem a chance de buscar renda em dois cenários de mercado, na diferença entre as duas posições:

  • Quando o mercado está caindo, a chance de renda é de até R$ 1.960 por semana, de acordo com os resultados do backtest*;
  • Já quando o mercado está subindo, a chance de renda de até R$ 1.420 por sexta-feira.

* Mês utilizado como referência no backtest para o ‘mercado caindo: Junho 2020 – +50.6% / Mês utilizado como referência no backtest para o ‘mercado subindo: Outubro 2021 – 35.3%. Retornos passados não significam ganhos futuros. Investimentos têm riscos e podem gerar perdas ao investidor.

Nas palavras de Valter Rebelo, especialista do mercado de ativos digitais da Empiricus Research e desenvolvedor da estratégia por trás do Delta IA, ela é a única IA do Brasil capaz de fazer o dinheiro ‘pingar’ diretamente na conta do investidor.

“Ao contrário das outras IAs, o Delta não fica conversando com você, nem te dá planos para ganhar dinheiro. Ele opera ativamente o mercado cripto e você pode copiar as operações dele”, explica Rebelo.

Para explicar melhor sobre como essas operações vão funcionar, tirar as principais dúvidas e mostrar a confiabilidade na ferramenta, Valter Rebelo e a equipe de especialistas de cripto da Empiricus estão organizando um evento na próxima semana (as inscrições gratuitas e online ainda estão disponíveis aqui).

Entenda por que as sextas-feiras são relevantes para o Delta IA

Além da praticidade, o que mais chama a atenção no Delta IA é a sua pontualidade com a busca por lucros. Afinal, como já foi mencionado, as sextas-feiras serão dias bem especiais para essa IA.

Por isso, é comum surgir algumas dúvidas: “Como essa automação funciona? Como usar ele? Por que a renda pode ser na sexta-feira e não outro dia?”

Para entender, é preciso visualizar o fluxo de operações do Delta. Na primeira sexta-feira em que o Delta estiver operando, ela vai selecionar os 10 ativos com maior probabilidade de disparar, e entrar “vendido” nos 10 ativos com maior probabilidade de cair.

“Durante esses sete dias muita coisa pode acontecer. Vão ter semanas de euforia no mercado e as criptomoedas podem disparar. Em outras, o pessimismo pode pesar e o mercado, despencar”, descreve Rebelo.

Entretanto, para o Delta IA, a tendência é que os investimentos consigam capturar esses movimentos esperados e ganhar com a diferença, na alta ou na baixa.

E onde a sexta-feira entra nessa jogada? Porque é nesse dia, pela tarde, que o robô fará seu rebalanceamento, encontrando as 10 criptomoedas com maior potencial para comprar e mais 10 para vender.

Agora, se o leitor desse texto chegou até aqui e está curioso para saber ainda mais como investir nessa ferramenta, vai encontrar mais informações a seguir.

Delta IA vai buscar renda a cada 7 dias em qualquer cenário a partir de 11 de maio; inscreva-se

Para quem ficou interessado, no dia 11 de maio, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode buscar renda de até R$ 1.960 por semana de forma automatizada e em qualquer cenário.

Na data, às 19h, o time da Empiricus terá um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes.

Se você está ouvindo falar dessa inteligência artificial pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

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Bitcoin (BTC) a US$ 80 mil e a pergunta que não quer calar: para que lado vai a maior criptomoeda do mundo agora?

O bitcoin ultrapassou a marca de US$ 80 mil ontem (4), atingindo o preço mais alto desde o final de janeiro e uma recuperação de 35% em relação à mínima recente de US$ 60 mil. E a seguir, apresento os fatores que impulsionam essa valorização.

O primeiro deles são as entradas de capital em ETFs de bitcoin. Os ETFs de bitcoin à vista registraram entradas líquidas de aproximadamente US$ 2 bilhões em abril — o mês mais forte desde outubro de 2025. Analistas consideram isso um sinal claro de renovado interesse institucional.

Outro ponto é o progresso CLARITY ACT. O projeto viu um possível acordo sobre o rendimento da stablecoin na semana passada, o que aumenta as chances de aprovação. Uma votação formal do projeto de lei pode ocorrer esta semana, e os participantes do Polymarket agora acreditam que há 64% de chance do Clarity Act se tornar lei em 2026.

A Strategy segue comprando bitcoins. A empresa agora detém 818 mil moedas, ou 3,8% da oferta total. Ao todo, a companhia aumentou sua participação em 13% desde a mínima de US$ 60 mil em janeiro, principalmente com a venda de STRC, que oferece um rendimento de 11,5%.

Por fim, as máximas históricas do mercado de ações favoreceram as criptomoedas. Os mercados de ações estão em um momento de grande apetite por risco, o que provavelmente dá aos investidores de bitcoin alguma confiança para investir a longo prazo.

Vale ressaltar que, nenhum desses fatores estava presente há quatro anos, quando o bitcoin falhou no reteste da média móvel simples de 200 dias em março de 2022. Portanto, a pergunta de um trilhão de dólares agora é:

Esses fatores serão fortes o suficiente para fazer com que desta vez seja diferente?

Conforme mencionado acima, parece que os grupos de pressão das criptomoedas e do setor financeiro tradicional estão próximos de um acordo em relação ao rendimento das stablecoins sob Clarity Act.

Os senadores Tillis (republicano da Carolina do Norte) e Alsobrooks (democrata de Maryland) divulgaram na sexta-feira (1) o texto de compromisso do projeto de lei.

Ele proíbe o rendimento de stablecoins ociosas. Ou seja, não há pagamentos de juros para quem compra e mantém. Ao mesmo tempo, o texto preserva as recompensas para stablecoins usadas em determinadas atividades. Isto significa que, recompensas para quem compra e usa são aprovadas.

Grandes grupos do setor de criptomoedas, como Coinbase e Circle, apoiaram o texto revisado e pediram ao Comitê Bancário do Senado que desse início à fase de votação. O lobby bancário do setor financeiro tradicional (TradFi) mostrou-se menos entusiasmado. Segundo eles, que o projeto de lei estava na direção certa, mas ainda pecava em detalhes importantes.

A questão do rendimento das stablecoins tem sido o principal obstáculo para a aprovação do Clarity Act. Os bancos argumentam que o rendimento das stablecoins provocará uma fuga de depósitos do sistema bancário. As empresas de criptomoedas, por sua vez, afirmam que é economicamente justo para os depositantes, está dentro dos direitos da empresa e é necessário para a competitividade geral.

Com a questão do rendimento perto de ser resolvida, analistas acreditam que uma votação no Senado pode ocorrer antes do recesso de agosto. Nesse cronograma, o Clarity Act poderia ser promulgado até o final do ano. Isso representaria a legislação mais significativa sobre criptomoedas nos EUA até o momento.

  • LEIA MAIS: saiba como buscar renda com criptomoedas, toda sexta-feira, de forma automatizada; conheça o Delta IA

Variações semanais (27/04/26 a 04/05/26)

₿ Bitcoin (BTC): US$ 80.178 | Var. +8,05%

♦ Ethereum (ETH): US$ 2.387| Var. +7,18%

🟠 Dominância Bitcoin: 61,24% | Var. +0,96%

🌐 Valor total do mercado cripto: US$2,66t | Var. +2,7%

💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 322,512b | Var. +0,64%

📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 85,857b | Var +0,74%

* dados referentes ao fechamento em 04/05/26


Tópicos da semana

– Tether reporta lucro de US$ 1,04 bilhão no 1º tri e atinge buffer recorde de US$ 8,23 bilhões:

O relatório de atestação do 1º trimestre de 2026 da Tether apontou um lucro líquido de US$ 1,04 bilhão e um buffer de reservas excedentes recorde de US$ 8,23 bilhões. Ou seja, um ritmo mais moderado em comparação aos mais de US$ 10 bilhões de lucro anual reportados em 2025. A composição das reservas em 31 de março incluía US$ 141 bilhões em títulos do Tesouro dos EUA, cerca de US$ 20 bilhões em ouro físico e aproximadamente US$ 7 bilhões em bitcoin, dando suporte a US$ 183 bilhões em passivos de USDT. O relatório da BDO é uma atestação pontual (snapshot), e não uma auditoria financeira completa.

– As 17 páginas da BlackRock:

A BlackRock enviou uma carta de 17 páginas no último dia do prazo de 60 dias do Office of the Comptroller of the Currency. Na correspondência a companhia se opunha ao limite proposto de 20% para ativos de reserva tokenizados de emissores de stablecoins no âmbito do GENIUS Act. Segundo a gestora, essa restrição afetaria diretamente produtos como o BUIDL, que hoje lastreia mais de 90% do USDtb da Ethena e do JupUSD da Jupiter, além de solicitar que ETFs de Treasuries sejam reconhecidos como reservas elegíveis e que títulos do Tesouro de taxa flutuante de dois anos sejam incluídos na lista de ativos permitidos, argumentando que os riscos reais das reservas estão relacionados à liquidez, duração e qualidade de crédito, e não ao fato de serem ou não tokenizadas.

A Coinbase, em parceria com a Superstate, vai lançar o Coinbase Stablecoin Yield Fund (CUSHY) no segundo trimestre de 2026:

Voltado para investidores institucionais e focado em estratégias de crédito denominadas em stablecoins por meio de uma classe de cotas tokenizada na plataforma FundOS. Este será o primeiro fundo externo emitido nessa infraestrutura. A estrutura regulada do veículo é uma resposta direta ao CLARITY Act, que proíbe rendimentos de stablecoins equivalentes a juros de depósitos, mas permite incentivos via fundos regulados. O fato de a Coinbase ter apoiado publicamente a legislação um dia antes do anúncio reforça o alinhamento entre o avanço regulatório e o lançamento do produto.


Bitcoin é mesmo reserva de valor… ou o mercado inteiro está errado?

Neste episódio do Crypto Never Sleeps, recebemos Samir Kerbage e Gerson Junior, da Hashdex, para uma conversa profunda sobre o futuro do mercado cripto. Assista aqui:


Aviso obrigatório: este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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Empiricus libera acesso gratuito à carteira de criptomoedas que rendeu 3,8 vezes mais que o bitcoin de 2021 a 2025 

A Empiricus está oferecendo acesso gratuito à carteira Crypto Momentum, estruturada com base em modelos de análise quantitativa. Nos testes realizados entre 2021 e 2025, a estratégia entregou um retorno acumulado de 750%, desempenho cerca de 3,8 vezes superior ao do bitcoin, que avançou 198% no mesmo período. 

A carteira é gerida por Valter Rebelo, head de ativos digitais da casa. Segundo ele, apesar do ambiente atual ainda desafiador para o mercado de criptomoedas, alguns sinais já indicam uma possível “forte retomada”. 

Em abril, por exemplo, o bitcoin avançou 12% e registrou seu melhor mês do ano até aqui, o que pode sinalizar o início de uma recuperação. 

Nesse sentido, Rebelo destaca que a carteira é uma “opção conservadora para equilibrar o portfólio dentro do cenário, sem abrir mão de grandes valorizações”. 

Uma das principais vantagens da Crypto Momentum é a possibilidade de fazer o investimento na carteira automatizada. Ao optar por essa modalidade, todas as alterações propostas pelos especialistas são feitas sem que você precise fazer nada.  

Uma opção “conservadora” dentro do mercado cripto? Saiba como funciona a Crypto Momentum 

A Empiricus conta com sistemas quantitativos que auxiliam os especialistas da casa a tomarem as melhores decisões, tanto em momentos favoráveis de mercado quanto em períodos negativos.  

No caso da carteira Crypto Momentum, a estratégia começa com uma análise sobre o bitcoin, considerado o termômetro do mercado.   

Caso o BTC esteja em momentum positivo, a carteira buscará saber quais criptos estão performando ainda melhor para realizar uma alocação ajustada ao risco nessas altcoins, além de também investir no próprio bitcoin.  

Por outro lado, se o BTC estiver mal, a carteira alocará 20% dos recursos em bitcoin e o restante em dólar  — o que possibilita buscar lucros até mesmo nos momentos de baixa.  

No pior cenário, buscamos remuneração em dólar. No melhor, buscamos um perfil de retorno muito maior do que o bitcoin entregaria”, afirma Rebelo.  

“A ideia é concentrar na carteira aqueles ativos que têm as melhores notas de momentum contra o bitcoin para ter a chance de pegar na veia os maiores retornos do mercado. Com esses dados em mãos, eu e minha equipe selecionamos as criptomoedas que julgamos as melhores”, completa Rebelo.   

Essa estratégia foi a responsável por uma valorização de 750% entre 2021 e 2025, período utilizado no backtest da carteira. Isso significa que o investidor teria a chance de multiplicar o valor investido por 8,5 vezes nesse período, enquanto o bitcoin multiplicaria o investimento por 3 vezes.  

Backtest da carteira entre 2021 e 2025. Retornos passados não garantem retornos futuros, investimentos envolvem riscos e podem causar perdas ao investidor. 

O rendimento fora da curva não quer dizer que a carteira seja livre de risco, afinal, o mercado de criptoativos é volátil. No entanto, o maior drawndown —  queda — da carteira foi 22% menor que o do bitcoin no período do backtest.  

“Essa alocação tem uma volatilidade pré-determinada e controlada para ser parecida com o do bitcoin. Ou seja, o perfil de retorno é melhor, mas a volatilidade é a mesma”, afirma o especialista.

Acesse gratuitamente a carteira Empiricus Crypto Momentum 

Valter Rebelo preparou um vídeo explicando como acessar a carteira Crypto Momentum de maneira 100% gratuita.  

Como abordado anteriormente, você poderá conferir todos os ativos recomendados e investir por conta própria, ou poderá alocar na modalidade automatizada, em que todas as alterações propostas pela equipe da Empiricus são feitas sem que o investidor precise fazer nada

Vale destacar que o investimento por meio da carteira automatizada é feito com a segurança da plataforma do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina. Para conhecer as instruções e acessar a carteira gratuitamente, basta clicar neste link ou no botão abaixo. 

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Tudo certo e nada resolvido no Oriente Médio: mesmo assim, mercados (e Bitcoin) avançam

O conflito no Oriente Médio ainda não foi resolvido. O Estreito de Ormuz segue operando bem abaixo do norma, e o alívio geopolítico permanece incompleto. Mesmo assim, os mercados avançaram nos últimos dias. 

Por baixo do ruído, dois movimentos estão moldando o que acontece com o Bitcoin: a liquidez global voltou a se expandir, impulsionada pela queda dos juros reais, e o capital institucional não parou de comprar – nem nos momentos de maior estresse. 

Nesta edição, analisamos esses dois vetores, e o que eles significam para o seu portfólio.

Tudo certo, nada resolvido na guerra no Oriente Médio

Donald Trump prorrogou o cessar-fogo com o Irã por prazo indefinido e, no papel, o cenário-base de normalização gradual segue como o mais plausível, o suficiente para sustentar o bom humor dos mercados. Ainda assim, a evolução diplomática ainda não se traduziu plenamente na prática. 

Desde o início do conflito, o fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz — responsável por cerca de um quinto do petróleo global — saiu de algo próximo de 100 navios por dia para níveis próximos de zero e, desde então, apesar dos últimos avanços, a recuperação foi apenas marginal. A trégua não se traduziu em retomada do tráfego. 

Fonte: BTG Pactual

Cada semana adicional com Ormuz operando abaixo do normal aumenta a probabilidade de que um choque inicialmente temporário assuma um caráter mais duradouro. Nesse contexto, o prêmio de risco em energia permanece elevado, a visibilidade de médio prazo segue reduzida, e o equilíbrio do mercado continua frágil. Enquanto o fluxo não apresentar melhora relevante, qualquer leitura de alívio geopolítico permanece incompleta. 

Apesar disso, os mercados voltaram a avançar rapidamente, reflexo de uma dinâmica de rotação. 

O que move os mercados no momento? 

As bolsas dos Estados Unidos já superaram os níveis anteriores ao conflito, e voltaram a alcançar novas máximas históricas. Os spreads de crédito recuaram, e empresas com maior alavancagem — normalmente as primeiras a sofrer quando a liquidez aperta — passaram a subir de forma consistente. Quando esse tipo de ativo performa, temos um sinal de que a liquidez está expandindo, um terreno fértil para ativos de risco. 

Boa parte dessa leitura passa pela própria aritmética dos juros nos EUA. O choque de energia mantém a inflação pressionada na margem, e isso vem sendo incorporado nas expectativas. Em um cenário mais tradicional, esse movimento seria suficiente para gerar preocupação com aperto monetário adicional. Mas não é o que está acontecendo. 

A inflação sobe, mas não o bastante para deslocar de forma relevante a trajetória esperada de juros nominais. O resultado dessa combinação aparece não no headline, mas na variável intermediária: os juros reais. 

Com inflação implícita mais alta e juros nominais relativamente estáveis, o juro real recua. E essa compressão funciona, na prática, como um afrouxamento indireto das condições financeiras. Não há corte formal por parte do Federal Reserve (Banco Central dos EUA), mas o efeito econômico se aproxima disso, e a taxa de desconto dos ativos diminui. 

Isso altera o jogo. Com a queda dos juros reais, a renda fixa perde atratividade relativa. Não porque deixou de render, mas porque rende menos em termos reais, abrindo espaço para outros ativos. Nesse contexto, o Bitcoin acaba se beneficiando

A divulgação dos últimos dados macro reforça essa leitura. Os indicadores de atividade vieram acima do esperado, com destaque para o consumo das famílias americanas, que segue resiliente e afasta, ao menos por ora, o risco de uma desaceleração mais brusca. Com crescimento ainda sustentado e o crédito funcionando, o incentivo para posições defensivas diminui, e o capital volta a avançar ao longo da curva de risco. 

A leitura, portanto, é de um regime construtivo, com espaço para continuidade do movimento. Ao mesmo tempo, esse avanço se apoia em pilares que não são totalmente sólidos, o que exige cautela e reforça que o processo dificilmente será linear. 

O mercado não reage apenas ao nível das variáveis, mas à forma como elas evoluem ao longo do tempo. Em períodos mais estáveis, os preços tendem a oscilar dentro de faixas relativamente bem definidas. Quando essa dinâmica se rompe — como nas sequências recentes de alta — o que entra em jogo não é apenas a direção, mas a possibilidade de mudança de regime. 

Em cenários mais sensíveis, como o atual, estratégias capazes de identificar a rotação de fluxos e agir de forma tática ganham ainda mais relevância. Para quem busca capturar esse movimento de forma automática e sem custo, existe uma solução que já mencionamos na última edição — e que vem entregando cerca de 15% de performance adicional em relação ao BTC.

QUERO CONHECER A CARTEIRA CRYPTO MOMENTUM

Comprando Bitcoin ao som dos canhões 

À medida que o Bitcoin retoma a alta, o fluxo que sustenta esse movimento é, em grande medida, institucional. Foram os institucionais que absorveram a volatilidade ao longo das semanas mais difíceis do conflito sem recuar, e eles é quem respondem pela maior parte da performance de preço que nos trouxe até aqui. 

Strategy, maior detentora corporativa de Bitcoin do mundo, reportou, em 20 de abril, uma posição de 815.061 BTC em tesouraria. Desde o início de março, a empresa adicionou mais de 94 mil BTC — acelerando a acumulação justamente no período de maior ruído geopolítico. Não é um caso isolado: as chamadas Digital Asset Treasuries, empresas que adotaram o Bitcoin como reserva estratégica de balanço, somam agora 49 instituições ao redor do mundo, com cerca de 5,7% de toda a oferta circulante do ativo, reforçando seu papel como fonte estrutural. 

Os ETFs de Bitcoin à vista seguem nessa mesma linha. O saldo líquido de entradas desde o começo de março já passa de US$ 3,5 bilhões, e vem ficando ainda mais robusto em abril. 

Fonte: Farside

Além disso, grandes bancos passaram a estruturar produtos próprios para oferecer exposição ao Bitcoin diretamente aos seus clientes. Isso confirma que a demanda existe e foi validada, e que a distribuição, que coloca o ativo nas mãos do investidor final, está mudando de forma relevante. Quando o Bitcoin passa a ser acessível dentro da plataforma do próprio banco do cliente, sem que ele precise migrar para uma corretora especializada, o alcance potencial da demanda cresce, impulsionado pela escala e capilaridade dessas instituições. 

O Morgan Stanley foi o primeiro a dar esse passo: em 8 de abril, lançou o MSBT, o primeiro produto cripto de uma gestora afiliada a banco nos Estados Unidos, e o lançamento rapidamente se tornou o mais bem-sucedido nesse formato na história da instituição. Dias depois, o Goldman Sachs protocolou na SEC o seu próprio ETF ligado ao Bitcoin. 

Ambos os movimentos reforçam a institucionalização do setor e fortalecem o médio/longo prazo. No conjunto da obra, seguimos com prospectos positivos, ainda que com ressalvas, dada a fragilidade do momento atual.

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A partir de hoje (22): ‘Memebot Flash Million’ pode ajudar investidores em busca do milhão com criptomoedas; saiba como acessar

É hoje: nesta quarta-feira (22), a partir das 19h, uma nova chance de buscar lucros com criptomoedas estará disponível aos investidores. Esse é o horário em que os acessos ao Memebot Flash Million, ferramenta com objetivo de operar no mercado cripto em busca de até R$ 1 milhão em retornos, serão disponibilizados a qualquer interessado.

O objetivo do Memebot Flash Million pode parecer ambicioso, mas a premissa é simples: o mercado cripto, de forma geral, segue com preços em lateralização, mas isso não significa que não é possível buscar lucros “fora da curva”, como muitos já conseguiram anteriormente.

Nesse caso, o segredo está em detectar as assimetrias de mercado: oportunidades que abrem no curto prazo, em ativos específicos, em meio ao “sobe e desce”, e carregam potencial de recompensar o investidor que rastreá-las e utilizá-las ao seu favor.

Nem todo investidor tem o olho clínico, ou sequer o tempo hábil, para rastrear essas oportunidades quando surgem. Por isso, uma automação configurada com esse objetivo pode vir a calhar.

O Memebot foi criado a partir de pesquisas dos especialistas em criptoativos da Empiricus Research. Ou seja, estamos falando de profissionais que estudam esse mercado diariamente e identificam as principais tendências do momento.

Memebot Flash Million: como a ferramenta vai em busca de lucros com criptomoedas?

A ferramenta é especialista em memecoins: moedas de menor preço e valor de mercado que o bitcoin (BTC). Por meio desses ativos de alto potencial, é possível encontrar:

  • Chances de valorizações explosivas, de até 30.000%, por exemplo. O que é improvável de acontecer com criptomoedas maiores;
  • Menores preços a mercado, permitindo que o investidor possa começar com aportes financeiros de menor valor.

E como a ferramenta funciona? Bom, ela “escaneia” o mercado de criptomoedas 24 horas por dia, coletando dados e analisando as oportunidades abertas em meio à volatilidade dos ativos.

A cada 7 dias, a ferramenta seleciona a oportunidade de maior e melhor potencial a partir dos dados coletados e realiza uma operação em busca de altos retornos, de forma totalmente automática

Além disso, há um outro diferencial: a ferramenta está apta a operar com aportes a partir de R$ 3.500 – o que não é fácil de encontrar em operações de alto potencial de retorno no mercado tradicional. 

A configuração inicial do Memebot propõe 12 meses consecutivos de operações a cada 7 dias, buscando até R$ 1 milhão em retornos no acumulado desse período. Não é sempre que a chance de buscar lucros como esses, a partir de aportes financeiros mais baixos, aparece como agora.

Vale ressaltar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil. Especialmente tratando-se de memecoins, investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos, e retornos passados não são garantia de retornos futuros.

Apesar disso, também lembramos que essa é uma chance única de buscar retornos:

  • A partir de oportunidades identificadas com conhecimento profissional;
  • Com aportes financeiros iniciais relativamente baixos;
  • Sem precisar dedicar tempo e estudos às operações financeiras;
  • 24 horas por dia, independentemente do cenário geral de mercado.

Por isso, se você acredita que essa oportunidade pode fazer sentido, está convidado a conhecê-la ainda melhor.

Ainda dá tempo: reserve seu acesso ao Memebot Flash Million a partir desta quarta-feira (22)

Se você deseja conhecer o Memebot Flash Million de perto, está convidado a participar do evento online e gratuito que acontece a partir das 19h de hoje (22).

No evento, você poderá tirar possíveis dúvidas sobre o funcionamento, e entender se a ferramenta realmente faz sentido para você. Ao final, se desejar prosseguir, poderá receber seu acesso.

Basta clicar aqui, ou no botão abaixo, para reservar seu lugar gratuito na apresentação:

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Bitcoin (BTC) em alta: a estratégia para buscar retornos acima da média com criptomoedas

Após cinco semanas ininterruptas de ameaças e recuos, o conflito no Oriente Médio aparenta já ter deixado seu pico para trás. O cenário-base agora é de normalização — ainda que sujeito a tropeços ao longo do caminho.

Sem esse fator exógeno pesando sobre os mercados e com uma economia norte-americana ainda resiliente, o capital está voltando a fluir para ativos de maior risco. No front institucional, grandes bancos passam a oferecer criptomoedas diretamente aos seus clientes — reforçando a maturidade e crescimento de demanda pelo setor.

Tudo isso está convergindo para uma tendência de alta do Bitcoin e do mercado como um todo.

Quem investe em cripto conhece bem a frustração: ver o mercado subir enquanto a carteira fica parada, presa em ativos que prometiam mas não entregaram. Nesta edição, aproveitamos o timing para mostrar como evitar exatamente isso — e como extrair o máximo deste momento por meio de uma estratégia simples, sistemática, que pode ser aplicada de forma automática e gratuita.

  • ‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar 

O que sustenta o novo movimento de alta

O momento atual pode ser resumido de forma simples: o dinheiro não sumiu — ele está voltando a se mover.

No macro, o debate deixou de ser sobre falta de liquidez e passou a ser sobre para onde ela está indo. As bolsas americanas voltaram a mostrar força nas últimas semanas, com recuperação relativamente rápida após o estresse de março, enquanto o crédito segue funcionando sem sinais de ruptura. Os spreads continuam longe de níveis típicos de estresse sistêmico, o que indica que o mercado não está precificando um cenário de deterioração econômica profunda.

Isso muda completamente a leitura. Quando a liquidez realmente desaparece, o mercado responde com desorganização e quedas abruptas, não é o quadro atual. O que vimos foi um movimento de cautela: o capital ficou temporariamente mais defensivo, em resposta ao conflito, mas sem sair do sistema. Com a estabilização do cenário, esse mesmo capital começa a se reposicionar de forma gradual, voltando a assumir risco e a buscar ativos sensíveis ao crescimento.

Com menos pressão no macro e o crédito ainda funcional, o incentivo para permanecer em posições excessivamente conservadoras (renda fixa) diminui. O resultado é um reposicionamento progressivo em busca de retorno e convexidade — e é justamente esse tipo de fluxo que historicamente sustenta movimentos mais consistentes em ativos como o Bitcoin.

Do lado institucional, o movimento acelerou de forma clara, com destaque para a entrada direta de grandes bancos e instituições na oferta de produtos ligados a cripto. O Morgan Stanley lançou o MSBT, seu ETF de Bitcoin à vista, que rapidamente se tornou um dos lançamentos mais bem-sucedidos da casa. O Goldman Sachs passou a estruturar produtos relacionados ao Bitcoin para clientes institucionais. A Charles Schwab — com mais de 30 milhões de clientes — liberou negociação direta de Bitcoin e Ethereum. E a NYSE (New York Stock Exchange) reforçou apoio à infraestrutura cripto.

Esse movimento faz diferença principalmente na distribuição. Quando essas instituições passam a oferecer cripto dentro das suas plataformas, o acesso deixa de ser nichado e passa a ser integrado ao sistema financeiro tradicional, ampliando de forma relevante o alcance e a demanda potencial pelo setor.

  • ‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar 

A diferença entre ganhos comuns e ganhos extraordinários

O Bitcoin acima dos US$ 75 mil chama atenção, mas não é onde está a principal assimetria. Em ciclos como o atual, o BTC tende a liderar o movimento, funcionando como porta de entrada de fluxo. À medida que o mercado ganha tração e a liquidez se espalha, o capital começa a buscar ativos com maior potencial de valorização relativa — e é nesse momento que surgem as distorções mais interessantes.

Dentro desse mercado correlacionado, existe uma camada de diferenciação que passa a ser determinante para o desempenho do portfólio. Algumas altcoins conseguem performar muito acima do Bitcoin. Um protocolo DeFi que começa a acumular receita real, uma rede de segunda camada com crescimento expressivo de usuários, um token de infraestrutura ligado ao boom de inteligência artificial. Esses catalisadores criam janelas de valorização que vão muito além do movimento geral do mercado — e é nesse tipo de dinâmica que o momentum se mostra uma das abordagens mais consistentes.

A lógica é respaldada por décadas de pesquisa: ativos que estão se valorizando tendem a continuar se valorizando. Quando uma altcoin mostra força relativa superior à do Bitcoin, algo muda na dinâmica daquele ativo. Pode ser um fundamento novo sendo precificado, uma narrativa ganhando tração — em muitos casos, é justamente essa combinação que sustenta o movimento.

Através de indicadores e modelos que ponderam quais fatores são mais eficazes em cada regime de mercado, uma carteira gerida com essa lógica observa quais ativos já estão subindo e com que intensidade — ajustando as posições de acordo. Para evitar que a volatilidade comprometa o capital nos momentos de estresse, a exposição total também é calibrada dinamicamente: mais conservadora quando há turbulência, mais aberta ao risco quando o ambiente melhora.

Em cripto, as narrativas surgem e desaparecem com velocidade. Projetos que parecem revolucionários podem passar meses andando de lado ou acumulando perdas — e, por isso, a disciplina se torna decisiva. Ao reduzir exposição em ativos que perdem força, a estratégia evita carregar posições em tendência de queda e limita drawdowns prolongados, um dos maiores destruidores de capital nesse mercado.

Se você já investe em cripto há algum tempo, provavelmente já passou por isso: segurar uma tese “promissora” enquanto o preço simplesmente não responde.

Em nossa leitura, momentum não é apenas uma ferramenta complementar, é uma das engrenagens centrais para navegar esse tipo de mercado com consistência.

Esse tipo de estratégia pode ser aplicado de diferentes formas. Para quem tem mais experiência, é possível construir e monitorar a carteira manualmente, mas exige tempo, disciplina e acompanhamento constante. Para quem está começando ou simplesmente não quer perder o timing, existe uma alternativa mais direta, a Empiricus Crypto Momentum: uma carteira gerida de forma automática e disponível com um clique, que atualmente está com uma performance duas vezes melhor do que o próprio BTC.

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Conheça a ‘Empiricus Crypto Momentum’, carteira recomendada com 10 criptomoedas para investir a partir de agora

Análise quantitativa, identificação de tendências e controle disciplinado de risco: para os especialistas da Empiricus Research, esses são os três principais pilares para decidir onde investir em criptomoedas agora.

É nesse contexto que a casa de análise apresenta a Empiricus Crypto Momentum, sua mais nova carteira recomendada, voltada exclusivamente para indicações em ativos digitais.

Atualmente, os mercados globais vivem uma fase de altas incertezas explicadas, principalmente, pelo conflito no Oriente Médio. Mesmo assim, o mercado de ativos digitais “vem demonstrando uma resiliência acima do esperado”, segundo os especialistas em relatório da última quarta-feira (15).

Isso porque as principais criptomoedas hoje estão cotadas a preços distantes dos vistos no rali de 2025, porém lateralizados – sem viés claro de alta ou baixa – pelo menos no médio prazo, segundo a Empiricus. O sustento de certa consolidação pós-rali é visto como positivo pela casa.

Especialmente no caso do Bitcoin, o comportamento da moeda “sugere uma absorção do choque recente e uma reorganização da dinâmica de mercado, abrindo espaço para uma reação mais forte em um eventual cenário de alívio macro”, afirmam.

Portanto, mesmo com os preços aparentemente “andando de lado”, é possível “capturar valor em um ambiente de retomada gradual”, dizem os especialistas. Para isso, propõem uma “postura seletiva”, com foco em ativos de maior qualidade e bem-posicionados em um potencial de alta, especialmente no viés da análise técnica.

O objetivo da nova carteira recomendada, como o nome já “entrega”, é apresentar os ativos que estejam em melhor momentum para investidores que se posicionarem a partir de agora.

Onde investir em criptomoedas agora? Conheça alguns dos ativos que compõem a Empiricus Crypto Momentum

A carteira recomendada traz uma seleção de 10 criptoativos para investir a partir de agora. Dentre eles, as 3 recomendações de maior peso estão concentradas em:

  • Bitcoin (BTC): Atualmente cotada na casa dos US$ 75 mil, a maior criptomoeda do mundo tem passado por um amplo processo de adoção institucional, com bancos iniciando suas reservas em bitcoin e grandes ETFs de bitcoin “comprando na baixa” nos Estados Unidos.

    Os ETFs de Bitcoin à vista registraram acúmulo de cerca de US$ 1,6 bilhão desde o início do conflito no Oriente Médio, “sinalizando melhora no sentimento institucional mesmo diante do ruído de curto prazo”, afirmam.
  • Ethereum (ETH): Atualmente cotada a cerca de US$ 2,3 mil, a Ethereum é a segunda maior criptomoeda do mundo em valor de mercado, ligada à uma blockchain de contratos inteligentes e aplicativos descentralizados, “consolidada como padrão de mercado devido a sua segurança comprovada e vasta comunidade de desenvolvedores”, afirmam.
  • Sky (SKY): Menos conhecido que o BTC e o ETH, o token Sky, antigo Maker, está ligado a um ecossistema que opera um protocolo de crédito colateralizado e stablecoins. Atualmente, possui um valor de mercado de cerca de US$ 1,7 bilhões.

    Stablecoins são criptomoedas atreladas à cotação do dólar, e consideradas por muitos especialistas como uma das próximas grandes tendências do mercado cripto.

Porém, vale lembrar que a carteira traz mais 7 outras teses, ligadas a diferentes setores cripto: desde teses expostas à inteligência artificial (IA) até uma indicação no mundo das memecoins. E se você deseja conhecer a carteira completa, temos uma boa notícia.

Empiricus Crypto Momentum: confira relatório completo e invista nas recomendações de forma automática

Em um só lugar, você pode conferir o relatório completo da Empiricus Crypto Momentum, e também investir em todas as recomendações da carteira de forma automatizada: estamos falando da plataforma online do BTG Pactual.

Clicando no link ao final do texto, você pode acessar as teses e, selecionando-as na modalidade carteira automatizada, buscar lucros sem precisar comprar ou vender cada ativo individualmente. Tudo ocorre de forma automática no sistema.

Especialmente se você também é um investidor de “primeira viagem”, que ainda está aprendendo a navegar pelos ativos digitais, essa é uma chance de começar de forma facilitada. O único que você precisa fazer é um cadastro rápido, com poucos cliques, clicando no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Trader que acertou aposta de 130.000% lança nova lista de 5 criptomoedas para buscar até R$ 1 milhão em 12 meses

Se você navega pelo mercado de criptomoedas, já deve ter ouvido falar em Jader Nogueira. O trader e especialista em operações com ativos digitais que já capturou lucros de até 130.000% neste mercado.

Agora, Jader está de olho em 5 criptomoedas. São elas que, segundo sua análise, podem arrebatar um investimento inicial de R$ 2,5 mil e transformar em até R$ 1 milhão ao longo dos próximos 12 meses.

Pode soar como exagero de início. No entanto, movimentos desse tipo já aconteceram diversas vezes no mercado de criptomoedas. O próprio histórico de Nogueira traz resultados expressivos com ativos digitais:

  • US$ 750 mil em apenas 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas em uma única operação;
  • R$ 5,5 milhões em 90 dias;
  • R$ 4 milhões em apenas 30 dias.

Segundo o trader, um novo ciclo com esse nível de potencial pode estar se iniciando agora. Ao longo de sua trajetória, ele refinou sua metodologia para identificar projetos ainda pouco conhecidos, mas com grande capacidade de valorização.

Conheça a história da Terra Luna e como investidores já conseguiram lucros de potencial milionário

Algo parecido aconteceu em 2022, quando a popular criptomoeda Terra Luna despencou 99% em apenas um dia, pegando muitos investidores de surpresa. Para Jader, entretanto, a notícia ruim se transformou eu uma oportunidade. Ele já estava acompanhando a moeda e reparou no movimento de venda de grandes investidores, incluindo a Binance, maior corretora do mundo.

Diante desse cenário, Jader avisou sua comunidade, explicou a leitura dos dados e indicou uma estratégia clara: entrar vendido em Luna. O resultado virou case no mercado cripto. A operação gerou um retorno de cerca de 130.000%, multiplicando o capital inicial em 1.300 vezes.

Fonte: Binance

Na mesma toada da LUNA, neste momento, 5 criptomoedas específicas estão fazendo os olhos do trader brilhar. Isso porque ele acredita potencial delas de multiplicar o capital investido em até 500 vezes. Além disso, a estratégia pode ser aplicada de forma simples, por meio da replicação automática de suas operações.

O próprio trader pretende investir o capital disponível em sua conta neste mês nessa oportunidade, diante do potencial que enxerga. E mais: sua intenção é compartilhar essa estratégia com o maior número possível de investidores, permitindo que outras pessoas também participem dessa possível valorização.

Entenda estratégia por trás das 5 moedas no radar do trader

Após anos acompanhando e analisando esse mercado, Jader afirma ter identificado um padrão recorrente: os maiores retornos costumam surgir de projetos ainda pequenos, pouco conhecidos, mas com grande margem de crescimento. E é justamente esse tipo de ativo que, segundo ele, está surgindo agora.

De acordo com Jader Nogueira, trata-se de uma oportunidade rara, com potencial para multiplicar o capital investido em até 500 vezes (ou 50.000%) ao longo dos próximos 12 meses.

O especialista destaca que as cinco criptomoedas selecionadas compartilham duas características principais:

  • Baixo valor de mercado atualmente, o que abre espaço para forte valorização;
  • Possibilidade de atrair grandes volumes de capital com o início de um novo ciclo de alta.

Nesse cenário, ele afirma que investir cerca de R$ 500 em cada uma dessas moedas já pode ser suficiente para buscar resultados expressivos, como a construção de um patrimônio significativo ao longo do tempo.

Ainda assim, é importante considerar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil e complexo. Resultados passados não garantem desempenhos futuros, e todo investimento envolve riscos.

Por isso, para quem deseja aproveitar esse tipo de oportunidade, preparação e a tomada de decisão consciente são fundamentais.

Contudo, o investidor que deseja ter esta oportunidade precisa se preparar o quanto antes – e uma oportunidade para fazer isso sob boas orientações está chegando.

Inscrições abertas: participe do projeto com 5 moedas para buscar até R$ 1 milhão

De olho na janela de oportunidade para entrar nos ativos em tempo e capturar boas valorizações, o trader decidiu fazer um evento de lançamento especial.

No encontro, no dia 27 de abril, Jader vai explicar como funciona a sua estratégia e tirar dúvidas dos interessados. O evento acontece de forma 100% online e gratuita, em parceria com a Opt.me, frente de desenvolvimento em tecnologia da Empiricus.

Lá, investidores vão entender como podem ter o acesso à lista com as 5 moedas que podem valorizar até 50.000% o valor aplicado.

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‘Quem entende de macro, pode se posicionar bem’ com criptomoedas em alta ou baixa, diz especialista – e uma ferramenta pode ajudar

Com a recente lateralização do mercado de criptomoedas, é possível que muitos investidores não estejam otimistas para buscar lucros com ativos digitais. Especialmente tratando-se de um mercado conhecido por proporcionar retornos assimétricos.

As principais moedas do mercado têm sofrido com a aversão ao risco em meio aos conflitos no Oriente Médio e, mesmo com o bitcoin (BTC), ethereum (ETH) e solana (SOL) apresentando um acumulado positivo nos últimos 7 dias, o veredito ainda não é de total ânimo. Como registrado no índice “fear and greed” (“medo e ganância”) do portal CoinMarketCap, que aponta para um sentimento neutro de mercado:

Fonte: CoinMarketCap, consultado em 14/04/2026 às 14h30

Porém, há profissionais do mercado que enxergam o momento sob uma ótica diferente. Para Valter Rebelo, head de ativos digitais da Empiricus Research, se o assunto é buscar lucros, o preço visto na tela da corretora pode ser até indiferente em alguns casos.

Quem ‘entende’ o que está acontecendo, pode se posicionar bem na alta ou na queda, segundo especialista

“Nós queremos estar certos sobre a direção do preço, e queremos nos posicionar de acordo. Quem entende muito de macro pode se posicionar bem, independentemente se o preço vai para cima ou para baixo”, afirma.

Para além de apenas comprar um ativo e esperar por uma possível valorização, o mercado permite a busca por lucros também em caso de queda, com operações short (“operar vendido”): “Se eu tenho um sinal técnico de que o bitcoin está perdendo tendência, posso apostar em um movimento de baixa, e ‘entrar short’”.

Mas, nesse caso, estamos falando de operações de maior nível de complexidade, especialmente para investidores pessoa física “de primeira viagem”.

Além disso, “entender muito de macro” – dos fenômenos geopolíticos e de mercado, e saber tomar decisões estratégias a partir disso – exige sagacidade e bastante experiência, até mesmo para quem já trabalha na área.

Mas isso não significa que investidores menos experiência precisam, obrigatoriamente, “ficar de fora” de oportunidades “escondidas” que o mercado cripto segue oferecendo até mesmo quando o cenário macro é menos favorável.

A chave está em seguir recomendações de especialistas, que já vivem do mercado diariamente. E no caso de Valter Rebelo e seu time da Empiricus, os especialistas foram ainda além.

Memebot: conheça ferramenta que busca lucros com criptomoedas independentemente do cenário macro

Além das recomendações periódicas enviadas aos assinantes da Empiricus, as pesquisas desenvolvidas pelos especialistas da casa foram utilizadas para originar ferramentas automáticas de trading em criptomoedas.

Uma delas é o Memebot Flash Million, que disponibilizará uma nova leva de acessos a interessados em utilizá-la a partir da próxima quarta-feira (22).

O Memebot Flash Million é uma automação configurada a partir das pesquisas dos especialistas da Empiricus. A premissa é buscar assimetrias de mercado: janelas de oportunidade com alto potencial de geração de lucros, independentemente do cenário macro.

Como o próprio nome já diz, o Memebot é especialista em memecoins, funcionando da seguinte forma: a ferramenta “escaneia” o mercado 24 horas por dia, para entender as oportunidades abertas no curto prazo em meio à volatilidade das moedas.

Com a análise 24/7 dos dados coletados, a ferramenta filtra a oportunidade de maior e melhor potencial que tiver encontrado, e realiza uma operação direcionada de forma totalmente automática a cada 7 dias.

Inicialmente, o Memebot é configurado para funcionar “direto” durante 12 meses, com o objetivo de buscar até R$ 1 milhão em retornos no acumulado desse período.

Memecoins não têm fundamento, mas você pode ganhar dinheiro com isso, se entender como o preço se movimenta. Simplesmente olhamos para os números, entendemos como o fluxo se comporta, e vemos a probabilidade de ganhar dinheiro. É uma ciência”, afirma Rebelo.

Vale ressaltar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil, especialmente tratando-se de memecoins. Retornos passados não são garantia de retornos futuros, e investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

“Nosso objetivo é conseguir capturar essa assimetria de mercado, mas principalmente, o direcionamento para os clientes, quando eles entram, é gerenciamento de risco”, afirma Heloísa Mendonça, especialista em criptoativos da Empiricus.

Porém, ao mesmo tempo que é necessário correr mais riscos, há o alto potencial de retorno, que dificilmente é encontrado em investimentos mais tradicionais.

“Vai ser extremamente volátil, mas pode fazer sentido. Se você quiser buscar uma assimetria muito grande no portfólio, você precisa tomar um pouco mais de risco, mas sempre respeitando o seu perfil e tolerância”, afirma a especialista.

Um dos grandes diferenciais da ferramenta é, também, a capacidade de operar a partir de aportes iniciais relativamente baixos: começando com R$ 3.500, a ferramenta já pode operar em busca dos retornos milionários.

Para um investidor comum, que não dispõe do tempo hábil para estudar o mercado e saber exatamente onde e quando investir, não é frequente a chance de buscar lucros com uma ferramenta:

  • 100% automática;
  • Especialista em operações complexas com criptomoedas;
  • Configurada para buscar lucros de até R$ 1 milhão;
  • Capaz de operar a partir de aportes iniciais de menor valor.

E é por isso mesmo que novos acessos ao Memebot estão sendo disponibilizados. Mas mesmo que você não tenha certeza de que a ferramenta faz sentido para você, ainda pode conhecê-la melhor gratuitamente.

Encontro marcado: receba mais detalhes sobre o Memebot Flash Million na próxima quarta-feira (22)

Para novos interessados no Memebot Flash Million, novos acessos serão liberados a partir da próxima quarta-feira (22).

Nesse dia, às 19h, todos os interessados estão convidados a participar de um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada em mais detalhes.

Durante o evento, você pode tirar potenciais dúvidas e, assim, decidir se a ferramenta faz sentido para o seu momento como investidor. Os novos acessos só serão liberados após o evento, para quem realmente desejar prosseguir.

Para garantir seu lugar no evento, basta se inscrever clicando no botão abaixo:

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Memecoins ‘vão virar pó’? Entenda opinião de especialista e como se posicionar com estratégia nesse mercado

As memecoins são encaradas como uma classe um pouco “controversa” dentro do universo das criptomoedas. Isso acontece porque esses ativos, baseados em piadas da internet (os chamados memes), não possuem os fundamentos clássicos e as utilidades das criptos tradicionais, como bitcoin (BTC) e ethereum (ETH).

Segundo Heloisa Mendonça, especialista em ativos digitais da Empiricus Research, há exemplos dessas moedas associadas à imagem de figuras como Trump ou até mesmo de animais, que conseguiram reunir grupos bastante expressivos ao seu redor.

Um dos exemplos citados, a Dogecoin (DOGE) residia no top 10 de maior valor de mercado entre as principais criptomoedas no momento que esta matéria era escrita, na manhã de terça-feira (14).

“Em contrapartida, a gente também tem milhares que eventualmente vão virar pó”, salienta Mendonça.

Por que investir em memecoins pode ser atrativo?

Heloisa Mendonça, que acumula 6 anos de experiência analisando os criptoativos e entendendo a forma de operar nesse mercado, aponta que as memecoins tendem a ter um comportamento extremamente volátil e um risco elevado. Apesar disso, ainda vale a pena investir, dentro de certos parâmetros:

“São ativos que fazem sentido ter uma pequena exposição dentro do seu portfólio de cripto, se você tiver um perfil mais sofisticado, para gerar uma assimetria de mercado”, comenta.

Ela inclusive comenta como, através da estratégia para investir em criptomoedas, uma automação foi desenvolvida pela equipe da Empiricus Research com foco exclusivo nesse mercado.

O nosso objetivo é conseguir capturar essa assimetria. Nosso principal direcionamento para os clientes é justamente sobre o gerenciamento de risco. Tudo tem um risco. Então, se você quiser buscar uma assimetria muito grande no portfólio, você precisa tomar um pouco mais de risco, mas sempre respeitando o seu perfil de tolerância”, explica Mendonça.

Além disso, na visão dos especialistas da casa, investir em memecoins é como uma “conta de engenheiro”.

Eu não julgo as memecoins. A maioria deve ir para zero, mas dá para ganhar dinheiro se entender como o preço se movimenta. É esse o ponto. A gente olha para os números, entende como que o fluxo se comporta e vê a probabilidade de ganhar dinheiro com os ativos”, comenta o especialista de criptomoedas da Empiricus, Valter Rebelo.

Como Mendonça e Rebelo destacam, o mercado das memecoins tem um potencial de trazer lucros bem valiosos – se o investidor souber quando e em quais ativos investir. Essa detecção, entretanto, não é uma tarefa fácil, ainda mais considerando o cenário de conflitos geopolíticos que abala diversas camadas da economia.

Por isso, em um mercado que funciona 24 horas por dia como o de criptomoedas, às vezes as oportunidades vão surgir em horários que podem ser inconvenientes – no meio da madrugada, ou durante o horário de trabalho, por exemplo.

Para os investidores que estão em busca de lucros no mercado cripto, mas não dispõem de tempo hábil para acompanhar o mercado e identificar a hora de investir, a automação que Heloísa Mendonça mencionou pode propor uma solução – mais detalhes sobre ela são apresentados a seguir.

Conheça o Memebot Flash Million: automação com foco no primeiro milhão com criptomoedas

O Memebot Flash Million é uma ferramenta alimentada com algoritmos desenvolvidos pelos experts da Empiricus. De forma totalmente automatizada, o robô “trabalha” buscando oportunidades de retornos de até R$ 1 milhão aos seus usuários no mercado cripto, em um período de 12 meses.

Focada nas memecoins, com a automação, o investidor está diante de dois fatores que favoráveis:

  • Chances de valorizações explosivas, de até 30.000%, por exemplo;
  • Menores preços a mercado, permitindo que o investidor possa começar com aportes financeiros de menor valor.

A cada 7 dias, o Memebot seleciona a operação mais promissora da vez, e trata de realizá-la de forma automática. Da parte do investidor, basta apenas entrar com os aportes financeiros e “dar o aceite” na ferramenta.

Vale lembrar que essa poderá ser uma chance única de buscar retornos:

  • A partir de oportunidades identificadas com conhecimento profissional;
  • Com aportes financeiros iniciais relativamente baixos, a partir de R$ 3.500;
  • Sem precisar dedicar tempo e estudos às operações financeiras;
  • 24 horas por dia, independentemente do cenário geral de mercado.

E se você deseja saber mais sobre como o Memebot Flash Million pode funcionar na sua rotina, está convidado a conhecer a ferramenta no próximo dia 22 de abril.

22 de abril: reserve sua vaga no lançamento do Memebot Flash Million

Para quem ficou interessado, no dia 22 de abril, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, o time da Empiricus vai sediar um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre o sistema que já entregou lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

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É hoje: robô quer rastrear lucros de até 4.900% com criptomoedas – mesmo com o mercado em baixa

O SOROS, ferramenta automática de operações com criptomoedas baseada em estratégia da Empiricus Research, é relançada ao mercado nesta segunda-feira (13) – agora com uma novidade que pode atrair ainda mais os investidores.

Em meio a um cenário de incertezas nos mercados globais, que levou o universo cripto a um período de baixa, a ferramenta foi aprimorada. Nesta nova fase, suas configurações foram ajustadas para buscar retornos que podem chegar a até 500 vezes o valor investido, independentemente da direção do mercado, seja em alta ou em queda.

Investidores que já quiserem reservar seu acesso à nova versão da ferramenta podem deixar seus nomes na lista de espera, clicando aqui.

SOROS quer atuar na alta ou na baixa das criptomoedas, com ‘microciclos’ de oportunidade, segundo especialista

Com os correntes conflitos geopolíticos, a pressão inflacionária e o sentimento de aversão ao risco, os investidores passaram a “evitar” as criptomoedas, o que levou o mercado a um bear market.

Entretanto, para o head de pesquisa em ativos digitais da Empiricus Research, Valter Rebelo, “dentro de um grande ciclo do mercado de ativos digitais, temos microciclos de alta, queda ou neutralidade, geralmente de 30 dias cada”.

Detectar esses microciclos, e quais oportunidades mais se destacam em cada um deles, é uma missão que cabe aos profissionais com experiência na área. Afinal, com toda sua complexidade, não é todo o investidor que consegue interpretar o cenário do criptomercado sozinho.

Foi nessa toada que Rebelo e sua equipe desenvolveram o S.O.R.O.S. (sigla para Sistema Otimizado de Risco, Operações e Sinalização). O robô, lançado em 2025, é classificado atualmente como o principal sistema de identificação de ativos digitais da América Latina.

Pensando justamente em unir a expertise profissional e o interesse de muitos investidores na busca por lucros, Rebelo e seu time trabalharam para reprogramar o robô SOROS de acordo com as novas “marés” do mercado.

A grande virada de chave agora é que, mesmo quando o mercado de criptomoedas estiver “andando de lado” sem tendência clara de alta ou de baixa, a nova configuração do SOROS muda de estratégia. Daí, o robô passa a buscar renda em dólar em caso de tendência de neutralidade nos mercados, sem janelas de oportunidade de lucros explosivos.

Se você quer entender melhor como o SOROS funciona, mas sem assumir compromissos financeiros por enquanto, um evento especial foi preparado para tirar todas essas dúvidas.

Lançamento gratuito e online do SOROS nesta segunda-feira (13); veja como participar

No próximo dia 13 de abril, a partir das 19h, Valter Rebelo e o time de ativos digitais da Empiricus te convidam para um evento online e gratuito, no qual a nova versão do SOROS será apresentada.

Por meio do evento, você poderá tirar suas dúvidas e, se desejar prosseguir, no final, poderá solicitar seu acesso ao sistema. Vale lembrar que a ferramenta opera para identificar as oportunidades mais promissoras de lucros no mercado de criptomoedas, além de oferecer:

  • Análise em tempo real de mais de 300 ativos digitais;
  • Realocação 100% automática, 24 horas por dia;
  • Chances de buscar lucros “fora da curva”;
  • Caixa dolarizado com rendimento em caso de lateralização de tendências.

Se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o SOROS.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la. O registro inicial é gratuito:

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Criptomoedas: como lucrar em qualquer cenário de mercado

Depois de cinco semanas de conflito entre ameaças e recuos, chegou o anúncio que o mercado aguardava. Na última terça-feira, Donald Trump declarou pelas redes sociais um cessar-fogo entre os EUA e o Irã, mediado por Paquistão e China. O Estreito de Ormuz, a passagem por onde circula cerca de um quinto de todo o petróleo do mundo, seria reaberto.

Ainda que frágil, o mercado recebeu a notícia com otimismo. Bolsas americanas subiram, criptoativos foram junto, o petróleo e o dólar recuaram. O acordo tem asteriscos — horas depois, Israel atacou o Líbano em larga escala, o Hezbollah respondeu e o Irã acusou violação — mas ainda assim sinaliza um caminho, ainda que tortuoso, rumo à normalização.

Nesta edição, destrinchamos o que esse cessar-fogo significa para os ativos de risco, como está se refletindo no regime macro e encerramos com o que importa para o portfólio neste momento: como gerar retorno quando o mercado não escolhe uma direção.

De olho nos últimos acontecimentos

Após semanas operando comprimido na região dos US$ 68 mil, o Bitcoin testa as proximidades dos US$ 72 mil com o anúncio do cessar-fogo.

O nível dos US$ 68 mil segue como o principal ponto de referência técnica no curto prazo. Enquanto o BTC se mantiver acima dessa faixa, o viés é de recuperação. O que torna o momento mais complexo é que o próximo gatilho não está no gráfico, está nos desdobramentos do acordo.

Fonte: Empiricus Cripto

O gráfico combina três elementos: a evolução recente do preço, um cone de volatilidade baseado nos últimos 30 dias, que projeta as faixas prováveis de negociação no curto prazo, e o perfil de mercado, que mostra onde houve maior concentração de volume, indicando os níveis de suporte e resistência mais relevantes.

O que chama atenção é a baixa densidade de volume entre os US$ 68 mil e a faixa dos US$ 80 mil. Isso significa menos resistência intermediária e, na prática, potencial para deslocamentos mais rápidos de preço nessa direção, caso o cenário externo seja mantido. Ou seja, do lado técnico, um leve viés de alta.

Análise macro

O ponto de partida é entender em qual regime os ativos estão operando. A inflação atual não é consequência de demanda aquecida, é um choque de oferta vindo da energia. Petróleo caro por conta do conflito encarece custos, pressiona a inflação de curto prazo e tira o Federal Reserve da jogada: sem espaço para cortar juros, o banco central mantém a postura dura.

Os dados de inflação de março, divulgados na sexta-feira (10/04), ilustram bem essa tensão. A inflação cheia, que inclui energia e alimentos, acelerou de forma expressiva, refletindo diretamente o choque do petróleo. Já o núcleo da inflação, o core, que exclui esses componentes voláteis e mede se o choque está se espalhando para salários e serviços, veio mais comportado do que o esperado. Por ora, o fogo ficou contido. Mas um mês não é tendência, os próximos releases vão dizer se isso se sustenta ou se os custos de energia começam a migrar para o resto da economia.

Do lado do crescimento, os sinais recentes apontam para resiliência. O mercado de trabalho surpreendeu positivamente, e os spreads de crédito, a diferença entre os juros que empresas pagam para se financiar e os títulos do governo, usada como termômetro da saúde financeira do setor privado, voltaram a cair. Quando os spreads recuam, o mercado está sinalizando que não vê risco sistêmico no horizonte, nos afastando do cenário de estagflação. A leitura mais precisa é de desaceleração sem ruptura.

Esse ambiente quebra uma das correlações mais antigas da lógica de investimento, a ideia de que, quando ações caem, os títulos de renda fixa sobem e amortecem o tombo. Em 2022, isso deixou de funcionar pela primeira vez em décadas. Ações caíram. Bonds também caíram. Os prejuízos nos portfólios tradicionais chegaram a ser comparáveis aos de 2008, não porque houve uma crise financeira, mas porque a inflação forçou os juros para cima, e juros altos derrubam o preço dos títulos. O ativo que deveria proteger virou mais um vetor de perda. Hoje, a lógica é semelhante.

A grande questão, em resumo, é que, se a inflação permanecer controlada, ou seja, se o núcleo não se disseminar de forma mais persistente pela economia, os ativos de risco encontram espaço para reagir. Isso ocorre porque o ambiente de liquidez, embora pressionado, segue suficientemente acomodativo para sustentar o crescimento, evitando um aperto mais severo das condições financeiras.

Ações e criptoativos, que são altamente sensíveis a liquidez e apetite a risco, tendem a capturar esse movimento. Não porque o ruído macro tenha desaparecido, mas porque a economia continua avançando e o sistema ainda tem capacidade de absorver choques. Nesse contexto, quando o mercado percebe que o pessimismo se deslocou além do necessário, os movimentos de reversão tendem a ocorrer de forma rápida e desproporcional.

Como gerar retorno quando o mercado não decide

Acima, descrevemos um cenário com potencial de desfecho mais otimista — impulsionado pelo cessar-fogo e pelos sinais de resiliência econômica. Mas nada está decidido. Apesar de estarmos numa posição melhor do que algumas semanas atrás, ainda estamos num momento de indecisão.

Muito ruído, pouca direção, esse é o ambiente que mais testa o investidor. E também o que mais traz prejuízo para quem não tem estratégia. A boa notícia é que, com a abordagem certa, ainda é possível ganhar dinheiro nesse tipo de cenário.

O primeiro passo é ter caixa. Não como falta de posicionamento, mas como ferramenta ativa. Caixa é a capacidade de agir quando os outros estão paralisados e em momentos de ruído elevado, essa optionalidade vale muito.

O segundo é olhar para as altcoins com mais critério do que o habitual. Nesse contexto, o que interessa são ativos que estão formando estrutura própria, ou seja, que conseguem fazer máximas e mínimas progressivamente mais altas independente do movimento do Bitcoin. Quando uma moeda performa dessa forma num ambiente adverso, ela está sinalizando força relativa.

Além disso, faz sentido manter exposição a ativos com perfil de proteção. O ouro é um ótimo exemplo, ainda mais num ambiente em que a inflação pressiona e os títulos de renda fixa deixam de cumprir o papel de hedge, o metal precioso historicamente retoma relevância como reserva de valor.

E para quem opera com mais sofisticação, vale lembrar que cenários de queda também geram oportunidade. Através do mercado de futuros, é possível montar posições vendidas, os chamados shorts. Se trata de ter ferramentas para capturar retorno em qualquer direção.

Consolidar tudo isso em uma estratégia coerente não é simples e é justamente o que o SOROS, nosso sistema proprietário de alocação, busca fazer. O modelo opera em qualquer regime: captura alta quando o mercado sobe, protege o portfólio via shorts quando o mercado cai e, mesmo quando o dinheiro está em caixa, gera yield dolarizado, ou seja, o capital parado continua trabalhando, gerando renda em dólar enquanto aguarda o próximo movimento. Num ambiente como o atual, em que nada está decidido, ter uma estratégia que funciona nas três situações deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade.

Por isso, nesta segunda-feira, vamos lançar uma versão atualizada do Soros 50X. Um sistema pensado para identificar ativos que podem ganhar na alta e na baixa… e quando o mercado estiver lateralizado, rentabilizar o caixa em dólar.

Para saber como testar, basta se cadastrar gratuitamente aqui.

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Criptomoedas: o ‘apocalipse’ está chegando? Empiricus PodCa$t deste sábado (11) discute o que esperar dos ativos digitais

Em 2025, o mercado de criptomoedas passou por um rali histórico, no qual o bitcoin (BTC) chegou à máxima de US$ 126 mil.  

Hoje, o cenário virou: os preços estão longe dos vistos no ano passado, e o foco está na guerra no Oriente Médio. Enquanto investidores buscam por proteção para suas carteiras, as criptomoedas ainda tentam “se encontrar”.

Além disso, uma notícia chamou a atenção na semana passada: uma nova descoberta na área de computação quântica, que coloca o futuro dos criptoativos em dúvida.  

Será que pior já passou, ou o mercado cripto “perdeu o chão”?  No Empiricus PodCa$t deste sábado (11), Heloísa Mendonça e Valter Rebelo, especialistas em ativos digitais da Empiricus Research, discutem as perspectivas do mercado. Confira:

‘Apocalipse’ nas criptomoedas: computação quântica coloca futuro cripto em dúvida

No último dia 1º de abril, um paper publicado pelo Google em parceria com a Fundação Ethereum trouxe à tona uma descoberta que coloca o futuro das criptomoedas sob escrutínio.

Segundo o paper, é possível que, até 2029, já seja possível a criação de computadores quânticos potentes o suficiente para quebrar a criptografia de carteiras na blockchain – se o sistema de segurança atual não for atualizado a tempo.

Com isso, carteiras de grande proporção e mais antigas – como a de Satoshi Nakamoto, criador do bitcoin – estão entre as mais vulneráveis.

“Inevitavelmente, até 2029 ou 2030, os bitcoins de Satoshi serão movimentados”, afirma Valter. Caso a carteira do criador do BTC seja ‘hackeada’, cerca de US$ 70 bilhões em BTC estarão em risco.

O quão sensível isso realmente será para o bitcoin e todas as demais criptomoedas? Será que o mercado poderá se sair ‘vencedor’ nessa mudança iminente?

Enquanto isso, por que o bitcoin (BTC) caiu desde a máxima histórica em outubro?

O bitcoin (BTC) já vinha em queda antes do início do conflito no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. Para além da geopolítica, Heloísa Mendonça comenta que o mercado cripto testemunhou investidores de longo prazo liquidando suas posições em BTC após a moeda ultrapassar o patamar psicológico dos US$ 100 mil no ano passado.

“Não é exatamente uma falta de convicção do mercado, mas o investidor quer aproveitar os seus lucros”, afirma Heloísa.

Já Valter Rebelo também traz outra perspectiva: “Muitos que compraram bitcoin em 2009 ou 2010 tinham uma perspectiva mais idealista, um movimento mais anárquico. Quando os Estados Unidos começaram a institucionalizar o bitcoin, criou-se a narrativa de que a moeda foi ‘cooptada’”, levando investidores mais antigos a vender.

‘A dinâmica do investidor mudou muito’: Perfil dos compradores de criptomoedas é outro

Em contrapartida, enquanto uns realizam lucros, há um outro grupo de investidores comprando: os institucionais. Segundo Valter, entre 2024 e 2025, o mercado institucional em cripto cresceu mais de 100%, enquanto no varejo (investidores pessoa física), a expansão foi de cerca de 30%.

“Varejo é o fluxo ‘menos informado’, que observa ruídos achando que é sinal”, afirma. “A pessoa física precisa prestar atenção nisso: em como tomar uma decisão marginalmente mais informada”, ao invés de comprar ou vender baseando-se em notícias pontuais.

Com isso, o especialista propõe a pergunta: “O que o institucional está vendo que o varejo não está vendo?”

Assista ao episódio na íntegra para conferir as respostas a essa e outras perguntas:

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Renova dribla corte de energia renovável com aposta em data center de R$ 1 bi para minerar criptomoedas

Os cortes forçados da geração de energia solar e eólica centralizada por parte do Organizador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para não comprometer a rede, conhecidos pelo termo curtailment, estão obrigando as empresas de energia a buscarem alternativas para amenizar os prejuízos – que chegaram a R$ 6,5 bilhões no ano passado para as 1.500 […]

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Bitcoin cai à espera de novos desdobramentos em conflito no Oriente Médio

O bitcoin opera em queda nesta terça-feira (7), com o mercado relutante em assumir grandes riscos à espera de novos desdobramentos na guerra no Oriente Médio, conforme se aproxima o fim do prazo por um acordo de cessar-fogo e reabertura do Estreito de Ormuz (por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial).

Por volta das 17h30 (em Brasília), o bitcoin perdia 0,85%, a US$ 69.364,14 e o ethereum recuava 1,72%, a US$ 2.115,78, de acordo com a plataforma Binance.

A tendência de queda das criptomoedas reflete uma cautela observada também em mercados tradicionais, como o acionário, em meio a uma possível escalada no conflito entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã.

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A mídia estadunidense afirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou ataques ao país persa caso o prazo final até às 21 horas (de Brasília) de hoje não seja cumprido. A proximidade mantém os investidores “nervosos” e procurando reduzir os riscos, segundo economistas do banco Jefferies.

Sem conseguir segurar o nível de US$ 70.000, atingido na véspera e o maior valor em quase duas semanas, o bitcoin apresentou nova flutuação em sua tentativa de estabelecer recuperação sustentada dos preços, mesmo padrão observado nos últimos dois meses, segundo analistas do FxPro. A movimentação é um “lembrete” da volatilidade atual e de como é “difícil mudar o sentimento” do mercado, ainda segundo a corretora.

No noticiário, a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) está estabelecendo guias de como bancos e suas fintechs subsidiárias podem utilizar stablecoins como moedas digitais aceitas no sistema financeiro mais amplo, de acordo com a Bloomberg.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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É hoje (6): como buscar transformar R$ 2.198 em até R$ 1,4 milhão, segundo especialista

Nesta segunda-feira (6), o especialista em criptomoedas, Hernandes Nogueira, abre ao público o plano para sua “nova tacada” no mercado de ativos digitais. Trata-se de uma estratégia que busca alcançar até R$ 1,4 milhão com investimentos iniciais de R$ 2.198.

A ideia nasceu da estratégia que o próprio Hernandes, natural de Goiânia (GO), usou para conquistar seu primeiro milhão por meio das criptomoedas, antes mesmo de completar 30 anos.

Como ele mesmo conta: “eu acabei de chegar a US$ 270 mil investindo em ativos digitais que dispararam até 130.000%”. Agora, Hernandes Nogueira está confiante de ter encontrado uma “nova tacada” no mercado de criptomoedas – com mais detalhes a seguir.

‘Nova tacada’ com criptomoedas: especialista quer buscar até R$ 1,4 milhão de retornos

Em parceria com a Opt.me, frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research, Hernandes está lançando a oportunidade para qualquer investidor interessado conhecer qual será a próxima “tacada” para investir em criptomoedas.

Por meio de um sistema online de copy trade, os investidores podem apenas “copiar e colar” as operações de Nogueira no mercado cripto, enquanto o trader busca novas oportunidades com potencial de mais de um milhão em retornos.

Assim, tudo que o investidor precisa é “dar o aceite”, e o sistema trabalhará replicando os trades de forma 100% automatizada. Iniciando com um aporte de “apenas” R$ 2.198, as operações já poderão ser replicadas via sistema, com o retorno-alvo de até R$ 1.429.093,00.

Esse é um valor preciso pois foi exatamente o que Hernandes já conseguiu capturar. Aqui, vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil, por isso os investidores precisam estar cientes dos riscos envolvidos.

Hernandes explica que o retorno nessa escala foi fruto de uma sequência de aportes financeiros realizados pelo ao longo do tempo, em diferentes operações, e mais aportes financeiros podem ser necessários, a depender da volatilidade do mercado.

De toda forma, essa é uma oportunidade rara de se posicionar em uma janela que carrega alto potencial de geração de valor e, por isso, Hernandes está confiante de ter encontrado uma “nova tacada” no mercado de criptomoeda.

Veja como participar da “nova tacada” de investimento em criptomoedas a partir de hoje

A proposta será apresentada por Hernandes Nogueira na próxima segunda-feira (6), a partir das 19h, junto com a Opt.me, em um evento online e gratuito.

Durante o evento, você poderá entender melhor o que está em jogo, sem realizar nenhum compromisso financeiro inicial, e decidir se a “tacada” faz sentido para os seus objetivos financeiros no momento.

Para participar do evento gratuito, basta reservar seu lugar clicando no botão abaixo e seguindo as instruções na tela:

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Imposto de Renda (IR) de criptomoedas, guerra no Oriente Médio, e o Bitcoin com os dias contados

Abril chegou — e com ele, duas frentes nas quais o investidor em criptomoedas não pode ignorar: o Leão do Imposto de Renda bate à porta, e o Oriente Médio continua dando as cartas no mercado. 

Nesta edição, cobrimos os dois. Começamos pelas obrigações fiscais — um resumo do que o investidor em cripto precisa saber antes que o prazo de declaração aperte. Na sequência, destrinchamos o cenário de mercado: como o conflito se tornou o principal driver de preço do Bitcoin, os dois caminhos pelos quais ele o afeta, e o que os fluxos institucionais revelam. E encerramos com um alerta que voltou às manchetes esta semana: o paper do Google sobre computação quântica, e o que ele significa para a segurança do Bitcoin no longo prazo. 

Criptomoedas em dia com o Leão 

Sabemos que, por se tratar de um mercado relativamente novo, a tributação de criptoativos ainda gera dúvidas. Ainda assim, a regra é clara: assim como em qualquer outra classe de investimento, operar com criptomoedas envolve obrigações fiscais que não devem ser negligenciadas. Entender como declarar esses ativos corretamente é fundamental para manter a regularidade com a Receita Federal e evitar problemas futuros. 

Por isso, abrimos esta edição com um conteúdo dedicado exclusivamente a esse tema — algo essencial para qualquer investidor em cripto. Se você quer entender os detalhes completos — incluindo as regras para cada tipo de operação, os códigos corretos para cada ativo e os erros mais comuns dos investidores — disponibilizamos o material completo no link abaixo

De olho nos últimos acontecimentos 

O Oriente Médio segue como o principal driver de preço do mercado cripto, e há dois mecanismos pelos quais o conflito afeta o Bitcoin de forma direta. 

O primeiro passa pelo petróleo. Um conflito prolongado na região é, antes de tudo, um choque de oferta energética: o petróleo caro encarece a energia, e energia cara alimenta a inflação. Com a inflação resiliente, o Federal Reserve (Fed) não tem espaço para afrouxar a política monetária.  

Como resultado, os dois cortes de juros que estavam precificados para este ano foram retirados do cenário-base. Ainda assim, há um ponto relevante no radar: a nomeação de Kevin Warsh para a presidência do Fed. Uma mudança de liderança — potencialmente mais sensível às pressões políticas — pode, à frente, alterar o tom da política monetária, se amparado por um ambiente macro mais benigno, com arrefecimento do conflito e normalização dos choques recentes. 

Por ora, no entanto, o quadro permanece claro: juros elevados por mais tempo, o que continua impondo restrições adicionais aos ativos de risco. 

O segundo canal é mais direto e operacional. O petróleo mais caro encarece a energia — principal custo da mineração de Bitcoin. Com o preço do ativo em queda desde outubro, enquanto os custos sobem, as margens dos mineradores ficam comprimidas. 

Quando essa margem desaparece, o ajuste é inevitável. Para manter as operações, especialmente os mineradores menores, a saída é recorrer às próprias reservas de Bitcoin — o que significa venda e pressão adicional de oferta sobre o ativo. 

À medida que o cenário se deteriora, isso se reflete de maneira muito clara nos fluxos institucionais, tanto nos ETFs quanto nas empresas que acumulam Bitcoin em seus tesouros corporativos, as chamadas DATs.  

No gráfico abaixo, você pode acompanhar como o preço do Bitcoin e os fluxos de capital para os ETFs caminharam juntos ao longo do mês. No início de março, os fluxos voltaram ao positivo — um sinal animador de retorno do interesse institucional. Depois, com a escalada do conflito, essa demanda foi arrefecendo e se transformou em resgates, o que pesou diretamente na movimentação do preço. 

Fonte: Farside

Como resultado, o Bitcoin cedeu abaixo dos US$ 68 mil, nível que concentrou alto volume de negociações nos últimos meses e funcionou como principal suporte técnico. Abaixo desse patamar, a probabilidade de volatilidade adicional para baixo aumenta.  

A resolução — ou não — do conflito é a variável que determina o que vem a seguir. 

Google alerta: Bitcoin está com os dias contados, e são menos do que o mercado antecipava 

Esta semana, o debate sobre computação quântica voltou ao centro das atenções quando o time do Google divulgou um estudo que é, essencialmente, um aviso antecipado: há um risco que representa uma ameaça real à segurança das redes de criptomoedas, e que pode chegar antes do que o mercado imaginava

O ponto central está no tipo de criptografia que protege o Bitcoin. A rede depende de um sistema chamado criptografia de curvas elípticas — o ECC, da sigla em inglês — que garante que apenas o dono de uma carteira possa autorizar transações.

O problema é que esse sistema pode ser quebrado por computadores quânticos suficientemente poderosos (que ainda não existem). O que o Google trouxe de novo é que avanços recentes permitiram reduzir o poder computacional necessário para esse tipo de ataque em até 20 vezes em relação às estimativas anteriores. 

O debate que isso reacende vai além da tecnologia. O verdadeiro desafio para o Bitcoin está na sua própria natureza: por ser descentralizado, qualquer mudança de protocolo, inclusive uma atualização de segurança, exige consenso amplo de toda a rede. É um processo moroso por design, muito diferente do que aconteceria em um sistema centralizado, onde uma decisão técnica pode ser implementada de cima para baixo em questão de dias. 

Esse pode ser um dos pontos de inflexão que definirão se o ativo consegue se adaptar ou não diante de ameaças existenciais. É um risco de prazo mais alongado, há tempo para adaptações, mas que merece ser acompanhado de perto.  

Vale um adendo importante: isso não significa o fim das criptomoedas! A criptografia pós-quântica já existe e pode ser implementada em redes blockchain — a questão está em quão ágil esse processo será. E aqui, cada rede tem suas próprias características: algumas são mais ágeis para absorver mudanças de protocolo, outras não.  

Essa diferença pode, inclusive, abrir espaço para novas oportunidades — ativos que consigam se adaptar mais rápido tendem a sair na frente. Estaremos monitorando esses fatores de perto, tanto os riscos para o Bitcoin quanto as oportunidades que podem surgir nesse novo cenário.

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‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar

Enquanto muita gente ainda trata as memecoins como algo passageiro ou como ativos sem potencial, há investidores atentos explorando justamente o seu maior diferencial: a volatilidade.

O que antes era visto apenas como uma curiosidade impulsionada por memes ganhou espaço e relevância dentro do mercadode criptomoedas. Hoje, essas moedas já provaram que podem valorizar de forma explosiva em questão de minutos, reagindo rapidamente a tendências, notícias e ao ritmo acelerado do hype nas redes.

A partir dessa dinâmica nasceu o Memebot, ferramenta que une automação, análise e estratégia para tentar capturar as próximas valorizações exponenciais.

Desenvolvida pelos especialistas no setor da Empiricus Research, a estratégia tem um objetivo muito claro: fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses.

A seguir, é possível entender melhor como isso funciona.

‘Memebot Flash Million’: automação com foco no primeiro milhão com criptomoedas

A especialista de criptoativos da Empiricus Research, Heloisa Mendonça, possui um currículo de mais de 6 anos cuidando de patrimônios com criptomoedas. Ela relembra:

“Ao longo dos últimos anos, diversas ferramentas foram lançadas com estratégias da Empiricus para auxiliar os investidores brasileiros. Algumas com metas de ganhos mais modestas, outras mais ousadas. Mas, desta vez, nós estruturamos algo diferente”.

Esse “algo diferente” é o “Memebot Flash Million, uma ferramenta 100% automatizada que vai monitorar o mercado 24 horas.

O sistema do Memebot foi desenvolvido com base na estratégia da equipe de especialistas do departamento de ativos digitais da Empiricus Research. A proposta do robô, em suma,é rastrear os criptoativos mais promissores entre as memecoins, executando operações recorrentes e contínuas.

Pode parecer complexo, mas não é. Na verdade, a especialista Heloísa Mendonça reforça: qualquer pessoa pode usar o Memebot Flash Million. “Mesmo sem experiência ou sem conhecimento em ativos digitais”, ressalta.

Segundo ela, até quem preferir começar com valores mais acessíveis também pode se juntar ao grupo de investidores. O valor indicado inicial de R$ 3,5 mil é apenas para uma medida de comparação, para o investidor visualizar facilmente o potencial de crescimento de 30.000% que a ferramenta representa. Isto é, ter a chance de transformar:

  • R$ 500 em até R$ 150 mil;
  • R$ 1.000 em até R$ 300 mil; e
  • R$ 3.500 em até R$ 1 milhão.

Agora, a estratégia foi atualizada, com novos parâmetros que farão o robô “trabalhar” ainda mais. Com operações a cada 7 dias, o investidor estará diante de mais chances de lucro rumo ao R$ 1 milhão.

MEMEBOT: VEJA COMO BUSCAR LUCROS DE ATÉ 300x COM A FERRAMENTA

Assimetria e volatilidade: entenda as vantagens de ter um robô operando no criptomercado

Com foco nas oportunidades assimétricas, o algoritmo proprietário do Memebot Flash Million prioriza negociações que arrisquem pouco dinheiro diante de um potencial multiplicação elevada.

Para o investidor, a ferramenta pode servir como uma “mão na roda”. Isso porque o Memebot identifica automaticamente ativos em ótimo ponto de entrada, executa a compra e, mais tarde, a venda. Para o usuário do robô, resta apenas:

  • Definir os valores dos aportes;
  • Ativar a ferramenta;
  • Aguardar possíveis lucros enquanto o sistema faz todo o trabalho, 24 horas por dia.

Isso significa que, mesmo quando o investidor estiver dormindo, trabalhando ou aproveitando o tempo livre como preferir, o Memebot continuará buscando retornos explosivos.

Para conhecer melhor esse sistema que atua com critérios de probabilidade baseados em dados e algoritmos – e projeções promissoras de até 30.000% – confira o convite abaixo.

 ‘Memebot Flash Million’ vai começar a buscar lucros milionários em 22 de abril; inscreva-se

Para quem ficou interessado, no dia 22 de abril, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, às 19h, o time da Empiricus terá um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre sistema que já entregou lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

O post ‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar apareceu primeiro em Empiricus.

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A computação quântica pode destruir o Bitcoin mais cedo do que o esperado: verdade ou primeiro de abril?

O Google divulgou recentemente um white paper que está causando tumulto no mundo dos criptoativos. Escrito em coautoria com a Fundação Ethereum, a mensagem principal do documento é simples:

O computador quântico necessário para quebrar a criptografia que protege quase todas as carteiras de criptomoedas ficou muito menor – e muito mais barato – do que qualquer um imaginava.

Vou tentar analisar essa informação e explicar passo a passo.

Imagine que você, investidor cripto, tem uma chave particular (a chave da sua porta da frente) e uma chave pública (o endereço da sua casa, que qualquer pessoa pode ver).

Os cálculos que as conectam são tão absurdamente difíceis que nenhum computador comum conseguiria fazer uma “engenharia reversa” da sua chave privada a partir da sua chave pública: essa é a promessa que a computação quântica faz.

Mas um computador quântico pode executar algo chamado algoritmo de Shor (um atalho que explora a física quântica) para fazer exatamente isso: transformar sua chave pública em chave privada, e permitir que hackers com poder computacional quântico suficiente entrem em sua conta e roubem suas criptomoedas.

A grande questão sempre foi: quão potente esse computador quântico precisa ser?

Até esta semana, as melhores estimativas indicavam que seriam necessários cerca de 10 milhões de qubits físicos. Qubits são as unidades básicas de processamento de um computador quântico, algo semelhante aos transistores em um chip comum.

Dez milhões pareciam estar a uma distância segura, talvez décadas à frente – o próprio chip Willow, do Google, só tem 105 qubits.

Mas o Google acaba de reduzir esse número necessário para menos de 500.000 qubits, uma redução de 20 vezes.

Por outro lado, outras pesquisas são ainda mais ousadas em suas estimativas: a Oratomic (startup de computação quântica), o Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia) e a UC Berkeley (Universidade da Califórnia – Berkeley) demonstram que computadores quânticos podem quebrar criptografia com “apenas” 10.000 qubits atômicos reconfiguráveis.

O Google estima 500.000 qubits, enquanto outras instituições renomadas estimam até menos. Em resumo: está mais claro do que nunca que as blockchains precisam de criptografia pós-quântica.

Agora, vamos para a parte menos chata de ler: o Bitcoin.

Aproximadamente 6,9 ​​milhões de BTC já têm suas chaves públicas visíveis na blockchain no momento. Carteiras antigas, endereços reutilizados, moedas dos “primórdios”. E o nome mais importante dessa lista? Satoshi Nakamoto.

Fonte: Arkham

Os bitcoins de Satoshi estão armazenados em um formato de carteira antigo, chamado P2PK, ou Pay-to-Public-Key (não precisa decorar o nome, é só para te informar mesmo).

Esse formato coloca a chave pública completa diretamente na blockchain, no momento em que as moedas são recebidas. As carteiras modernas escondem a chave por trás de uma segunda camada de cálculos matemáticos, enquanto as carteiras de Satoshi, não.

No Bitcoin, endereço é diferente de chave pública

  • Chave pública: É o par da chave privada, usado para verificar assinaturas digitais. Ela é longa e, em transações antigas, ficava exposta na rede. É como se fosse o número do seu RG, usado pelo sistema para validar que você tem o direito de movimentar aquele dinheiro;
  • Endereço Bitcoin: É uma representação curta e formatada da chave pública (geralmente começa com 1, 3 ou bc1). Funciona como um número de conta bancária, ou PIX, para receber bitcoins.

Quando você recebe Bitcoin, só aparece o seu endereço (hash da chave pública). Já a chave pública só aparece quando você gasta ou envia Bitcoin.

  • Quem envia → revela a chave pública ao gastar;
  • Quem recebenão revela a chave pública, só o endereço.

Mas isso era um problema das carteiras antigas, que não tinham uma tecnologia para resolver a questão. Hoje, as carteiras modernas têm uma tecnologia que evitam a reutilização da chave pública, logo, estão protegidas.

Ainda sim, é um grande problema, uma vez que as carteiras antigas que não foram atualizadas – e, portanto, não tem essa tecnologia – têm suas chaves públicas reveladas, e estão expostas à computação quântica.

E aqui está o ponto crucial…

Nenhuma atualização de software pode corrigir esse ponto retroativamente na carteira de Satoshi.

O próprio Satoshi precisaria fazer login e transferir essas moedas para uma nova carteira à prova de computação quântica. Se ele já faleceu (é no que a maioria das pessoas acredita), essas moedas estão permanentemente expostas.

É um pote de mel, de mais de US$ 70 bilhões, armazenado na blockchain, à espera.

Já existe uma proposta preliminar de Jameson Lopp, pesquisador e especialista em segurança do Bitcoin, para congelar moedas em carteiras vulneráveis ​​após um período de tolerância. Essa proposta incluiria o dinheiro de Satoshi, mas desafiaria o princípio fundamental do Bitcoin de que chaves privadas equivalem a propriedade.

Vocês devem imaginar que esse debate é acalorado e interminável…

A grande questão é que, antes deste artigo do Google, a ameaça quântica parecia um tema com o qual a próxima geração deveria se preocupar. O tipo de assunto que é ignorado em jantares. Mas agora, o próprio Google prevê sistemas quânticos úteis até 2029.

Então, o quanto devemos nos preocupar?

Embora seja um risco real, não é iminente. Não existe, hoje, nenhum computador quântico capaz de fazer isso. Provavelmente, ainda temos anos pela frente. Então, quais são as soluções?

  • A criptografia pós-quântica (uma nova matemática que nem mesmo os computadores quânticos conseguem quebrar) já está sendo testada pelo Ethereum, AlgorandSolana e outros;
  • O próprio Bitcoin já passou por atualizações bem-sucedidas antes (SegWit, Taproot), e pode passar novamente;
  • A Fundação Ethereum foi coautora deste artigo, o que demonstra que estão levando o assunto a sério.

Qual o meu palpite de como tudo isso vai terminar? Bom, acredito que toda a indústria cripto será obrigada a atualizar sua criptografia agora, enquanto ainda há tempo.

E, como resultado, os criptoativos se fortalecem.

  • LEIA MAIS: Criptomoedas em alta, baixa ou ‘estacionadas’? Não importa: o novo robô SOROS busca lucros de maneira automática em qualquer cenário; veja como

Variações semanais (23/03/26 a 31/03/26)

  • Bitcoin (BTC): US$ 68.226 | Var. -3,72%
  • ♦ Ethereum (ETH): US$ 2.103 | Var. -2,64%
  • 🟠 Dominância Bitcoin: 58,74% | Var. -0,35%
  • 🌐 Valor total do mercado cripto: US$ 2,32 tri | Var. -2,52%
  • 💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 316,223 bi | Var. +0,18%
  • 📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 95,29 bi | Var 2,88%

*dados referentes ao fechamento em 31/03/26


Tópicos da semana

  • Michael Barr, do Fed, defende supervisão mais rigorosa sobre as stablecoins: O governador do Federal Reserve (Fed), Michael Barr, alertou que as stablecoins exigem uma supervisão federal robusta. Embora tenha reconhecido que o GENIUS Act fornece maior clareza, Barr destacou lacunas significativas restantes, incluindo regulação dos ativos de reserva, potencial de arbitragem regulatória entre estruturas estaduais e federais, exigências de capital e liquidez, e proteção ao consumidor. Os comentários indicam que o Fed pretende pressionar por regras mais rígidas durante a implementação, mesmo com a expansão das stablecoins para além do trading cripto, incluindo remessas, trade finance e gestão de tesouraria corporativa.
  • Nova regra busca abrir mercado de aposentadoria de US$ 8 trilhões para cripto: O Departamento de Trabalho dos EUA propôs uma regra de safe harbor que permite que fiduciários de planos de aposentadoria (os chamados “401(k)”) considerem investimentos alternativos, incluindo fundos ligados a criptomoedas, implementando a diretiva executiva de agosto de 2025 de Donald Trump para ampliar o acesso a planos de aposentadoria. A regra se aplica a um mercado de US$ 10,1 trilhões, distribuído em aproximadamente 721.000 planos elegíveis, onde atualmente apenas 4% dos planos de contribuição definida oferecem alternativas, e apenas 0,1% dos ativos estão alocados nelas. As dúvidas em aberto incluem as taxas reais de adoção pelos investidores e se o acesso ampliado via planos de aposentadoria poderia canibalizar a demanda por produtos de bitcoin baseados em ações já existentes.
  • BNP Paribas lança seis ETNs de cripto para clientes de varejo na França: O banco BNP Paribas está disponibilizando seis ETNs ligados a cripto, indexados a Bitcoin e Ether, para clientes de varejo franceses, abrangendo investidores individuais, empreendedores, clientes de private banking e usuários do Hello bank!, com potencial expansão para clientes de wealth management fora da França. O acesso do varejo europeu a produtos cripto regulados está acelerando: o Reino Unido reabriu o acesso a ETNs cripto para varejo em outubro de 2025, após uma proibição de quatro anos, e o banco alemão ING adicionou recentemente ofertas de ETNs da Bitwise e da VanEck. O BNP Paribas também vem ampliando sua exposição à blockchain, tendo ingressado na Canton Foundation em setembro de 2025, participado da rodada de financiamento de US$ 135 milhões da Digital Asset e lançado cotas tokenizadas de fundos de mercado monetário na rede Ethereum.

Gráfico da semana

Fonte: TradingView

Ao longo de 2026 (e já desde 2025), o Bitcoin vinha ficando para trás em relação ao ouro e ao Nasdaq, sequer participando do debasement trade, que favoreceu o ouro como alternativa ao dólar, ou do rali de tecnologia global puxado pela inteligência artificial (IA).

No entanto, o gráfico acima mostra que, desde o início do conflito no Oriente Médio, o BTC começou a mudar esse comportamento. O ativo passou a reagir melhor nesse ambiente de maior incerteza, reforçando sua tese como hedge geopolítico.


Por que o Bitcoin está caindo — e será que esse ciclo é diferente de tudo que já vimos?

No último episódio do Crypto Never Sleeps, recebemos André Portilho (Head de Digital Assets do BTG Pactual) para uma análise profunda do momento atual do mercado de cripto.

A queda recente do Bitcoin levantou dúvidas importantes: estamos em bear market, ou apenas em uma correção? O institucional mudou o jogo? Será que as narrativas clássicas ainda fazem sentido?

Assista ao episódio na íntegra clicando aqui.

Aviso obrigatório
Este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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Criptomoedas em baixa abrem oportunidade de compra: é quando ‘as fortunas e grandes viradas de vida são construídas’, diz especialista

Neste ano de 2026, o mercado de criptomoedas está tomado pela aversão ao risco, vendo seus principais ativos, como o bitcoin (BTC), em preços lateralizados após devolver os ganhos do rali testemunhado em 2025.

É possível que muitos investidores se questionem se esse é o “fim” das oportunidades de alto potencial no mundo cripto, ou se ainda é possível buscar lucros mesmo quando as condições de mercado parecem desfavorável.

Bom, para investidores com mais facilidade de enxergar o “copo meio cheio”, boas notícias estão chegando: é possível que o mercado não se mantenha assim por muito tempo, começando pelo carro-chefe, que é o BTC.

“Estamos muito próximos de uma reversão no bitcoin, e temos que acompanhar os investidores de longo prazo. […] Aqueles que agem com a razão, e não com a emoção, são os que tendem a se beneficiar cada vez mais da volatilidade do mercado”. Quem afirma é Hernandes Nogueira, trader brasileiro com mais de 8 anos de experiência com cripto.

4 vezes na história: momento atual das criptomoedas é ‘raro’ e pode gerar ‘grandes viradas de vida’

Hernandes Nogueira é especialista em criptomoedas econquistou seu primeiro milhão por meio desse mercado antes mesmo dos 30 anos de idade. Hoje, compartilha insights sobre geopolítica e cripto em suas redes sociais.

Em live realizada em seu canal no YouTube e no Instagram na última quinta-feira (26), o especialista apresentou alguns dados que indicam uma possível “volta por cima” do bitcoin em breve:

  • Ativos escassos (como o ouro e o BTC) serão cada vez mais demandados por investidores, em meio ao atual cenário de conflitos geopolíticos e uma desconfiança generalizada global em relação às moedas fiduciárias como reserva de valor;
  • Há uma correlação do BTC com o ouro: historicamente, um ciclo de alta do ouro costuma ser sucedido de um ciclo de alta do BTC. No momento, segundo o especialista, a desvalorização do BTC em relação ao ouro chegou a um “ponto de exaustão”;
  • ETFs de bitcoin nos Estados Unidos estão voltando a acumular o ativo, comprando aos preços baixos.

Além disso, o especialista também aponta que o momento atual é semelhante a apenas três outros da história das criptomoedas – 2018, 2020 e 2021 – nos quais o mercado sofreu correções, mas logo em seguida apresentou valorizações históricas.

Ou seja, essa é apenas a quarta vez na história em que uma janela de oportunidade como essa é vista. Quem se posicionar em criptomoedas agora, pode buscar retornos “fora da curva” em sua carteira.

“Em 2021 tivemos uma alta que, em poucos meses, entregou retornos que levariam uma vida para conquistar no mercado financeiro tradicional. Isso está acontecendo novamente”, afirmou. “São momentos para realmente mudar o seu patamar financeiro. Se você entende o jogo, é aqui onde as fortunas e grandes viradas de vida são construídas”.

CRIPTOMOEDAS: CONHEÇA A ‘NOVA TACADA’ DE POTENCIAL MILIONÁRIO

Aqui, vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil – investidores precisam estar cientes dos riscos envolvidos.

Porém, os dados foram apresentados por meio da análise gráfica dos dados históricos do bitcoin. A análise gráfica é uma das principais ferramentas de previsão de tendências em criptomoedas, utilizada por praticamente todos os especialistas desse mercado.

Existem oportunidades para além do bitcoin (BTC), segundo especialista

Aqui vai um ponto importante: o bitcoin (BTC) é utilizado como “capitão” do mercado de criptomoedas, e sua possível reversão significa que o mercado como um todo pode se recuperar. Mas não significa, especificamente, que o BTC é a única forma de buscar retornos expressivos.

Atualmente, a busca por lucros milionários a partir de quantias menores é possível, na maioria das vezes, por meio de operações com moedas de menor tamanho de mercado que o BTC, com estrada livre para o crescimento.

Com cerca de US$ 1,34 trilhões (R$ 7,03 trilhões) de valor de mercado atualmente, o BTC permite que investidores institucionais busquem grandes lucros, mas o efeito não é o mesmo para investidores pessoa física que dispõem de valores mais baixos para investir.

Considerando o contexto atual de incertezas, o “olho clínico” de especialistas com anos de experiência se faz ainda mais importante para detectar as oportunidades “menos conhecidas” do mercado que podem trazer mais lucros a partir de valores mais baixos.

Segundo Nogueira, o bitcoin é uma opção “para aqueles que querem buscar uma boa valorização”, mas se o objetivo é buscar “algo que possa realmente mudar seu patamar financeiro”, uma outra oportunidade foi identificada.

‘Nova tacada’ com criptomoedas, identificada por especialista, vai em busca de até R$ 1,4 milhão de retornos

Hernandes Nogueira está confiante de ter encontrado uma “nova tacada” no mercado de criptomoedas, com a qual é possível buscar retornos de até R$ 1,4 milhão dentro dos próximos 12 meses – começando com aportes de “apenas” R$ 2.198.

Em parceria com a Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research –, essa “tacada” será disponibilizada para qualquer investidor interessado.

Por meio de um sistema online de copy trade, qualquer investidor poderá apenas “copiar e colar” todas as operações de Nogueira no mercado cripto, enquanto o trader vai em busca de mais um milhão em retornos.

Basta “dar o aceite”, e o sistema trabalhará replicando os trades de forma 100% automatizada. Iniciando com um aporte de “apenas” R$ 2.198, as operações já poderão ser replicadas via sistema, com o retorno-alvo de até R$ 1,4 milhão.

É claro que, ao longo do tempo, mais aportes financeiros podem se fazer necessários, a depender da volatilidade do mercado.

De qualquer forma, essa é uma oportunidade rara de se posicionar em um “alinhamento” que só aconteceu no mercado em outras três ocasiões, e que carrega alto potencial de geração de valor.

Gratuito: Conheça proposta da ‘nova tacada’ com criptomoedas na próxima segunda-feira (6)

Você é convidado para conhecer mais sobre a “nova tacada” com criptomoedas gratuitamente.

Na próxima segunda-feira (6), a partir das 19h, a proposta será apresentada por Hernandes Nogueira, juntamente com a Opt.me, em um evento online e gratuito.

Durante o evento, você poderá entender melhor o que está em jogo, sem realizar nenhum compromisso financeiro inicial, e decidir se a “tacada” faz sentido para os seus objetivos financeiros no momento.

Para participar do evento gratuito, basta reservar seu lugar clicando no botão abaixo e seguindo as instruções na tela:

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R$ 1 milhão até março de 2027? Conheça oportunidade ‘fora do radar’ em meio ao conflito do Oriente Médio

O noticiário econômico está fortemente voltado para o conflito entre Irã, Israel e Estados Unidos, que tem mexido com os mercados e afetado fortemente o preço de algumas commodities. Embora seja fundamental acompanhar os desdobramentos do que ocorre no Oriente Médio, o fato de o tema dominar as manchetes pode fazer com que algumas oportunidades de investimentos passem despercebidas.

Uma dessas oportunidades está no universo das criptomoedas e vem sendo destacada por Jader Nogueira. Ele já foi classificado pela revista IstoÉ como o “maior trader” da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo.

Ao longo de sua trajetória, Jader operou em uma das maiores corretoras de ativos digitais do planeta. Em sua plataforma, ele desenvolvia estratégias que englobam proteção de capital em momentos de queda com potencial de alavancagem em ciclos de alta. Assim, ele adquiriu conhecimento avançado e dedicação constante ao mercado.

Agora, porém, essa inteligência que antes ficava limitada ao computador pessoal do trader foi transformada em um algoritmo replicável – que você pode conhecer mais de perto a seguir.

CONHEÇA JÁ A FERRAMENTA DE OBJETIVO MILIONÁRIO

Até R$ 1 milhão em 12 meses: veja como ferramenta vai buscar meta

Para o novo projeto que Jader apelidou de “pacto milionário”, ele vai lançar uma ferramenta automatizada, concentrada em operações com criptomoedas. A novidade chega ao mercado em parceria com a Opt.me — frente de desenvolvimento em tecnologia da Empiricus Research.

Para introduzir a ferramenta, é bom avisar que o seu funcionamento é muito simples. Na verdade, todo investidor comum poderá investir com apenas alguns cliques, sem precisar dedicar horas do dia aos processos.

Na forma de copy trade, o próprio Jader fará os investimentos, e os demais investidores só precisam “copiar e colar” as operações que o trader realizar, em um ambiente online dedicado. Ou seja, não é preciso estudar fundamentos, nem conhecer cada criptomoeda a fundo. Basta seguir os passos de quem já carrega anos de experiência no mercado.

Seguindo esse formato, o trader enxerga a possibilidade de alcançar uma valorização de até 30.000% em um ano, o que pode gerar um patrimônio milionário de acordo com o investimento inicial. Para se ter uma noção, uma multiplicação desse calibre seria como transformar aportes iniciais de:

  • R$ 1.041 mil em até R$ 330 mil;
  • R$ 2.082 em até R$ 660 mil;
  • R$ 3.125 mil em até R$ 1 milhão.

No criptomercado, atingir cifras dessa magnitude em tão pouco tempo, não envolve só comprar bitcoin e “torcer”. É preciso ter experiência para identificar as oportunidades com maior potencial multiplicador e saber a hora de comprar e também de vender.

Em um mercado complexo e volátil como esse, é bom lembrar que sempre haverá riscos e retornos passados não são garantias de retornos futuros. Por isso, o recomendado é que o investidor não aporte quantias que possam fazer falta em seu dia a dia.

Assim, com a quantia disponível – de preferência, a partir de R$ 3.125, para aqueles como um objetivo milionário – é possível começar a testar a ferramenta e ver como é possível buscar até R$ 1 milhão.

Inscrições abertas: participe do ‘pacto milionário’ e saiba como buscar lucros de até 30.000%

As vagas para o novo projeto do trader serão liberadas oficialmente na próxima segunda-feira (30). Neste dia, Jader Nogueira e o time da Opt.me trarão mais detalhes sobre a oportunidade:

  • Como funciona a ferramenta de copy trade;
  • Qual é a lógica da estratégia adotada nas operações;
  • Como os investidores brasileiros podem participar do desafio;
  • E como “aceitar oficialmente” fazer parte desse novo projeto.

O número de novas vagas é limitado. Portanto, o ideal é deixar seu nome na lista prioritária o quanto antes e, assim, ser avisado em primeira mão dos próximos passos.

Para acessar todas as informações e garantir uma vaga no evento, é só clicar no botão abaixo e fazer a inscrição gratuita.

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‘A próxima tacada’: saiba como criptomoedas podem transformar R$ 2.198 iniciais em até R$ 1,4 milhão de forma automática

A partir do próximo dia 6 de abril, uma nova “tacada” no mercado de criptomoedas trará, aos investidores brasileiros, mais uma chance de buscar lucros milionários nesse mercado.

A ideia não vem de forma impessoal, mas sim de Hernandes Nogueira, trader brasileiro com 8 anos de experiência no mercado cripto, que já conquistou retornos acima da média com suas operações.

Hernandes Nogueira conquistou R$ 1,4 milhão com criptomoedas, e identificou nova oportunidade de potencial semelhante

Natural de Goiânia (GO), Hernandes Nogueira conquistou seu primeiro milhão por meio das criptomoedas – antes mesmo de completar 30 anos.

Segundo o próprio, a princípio, não havia muito dinheiro para investir, e o segredo para multiplicar seu patrimônio foi apostar em operações de alto potencial de valorização.

“Encontrei operações no mercado de criptomoedas que pagavam bem mais que o habitual. Comecei com pouco dinheiro, mas fui aumentando o meu patrimônio com operações que multiplicaram por até 100 vezes”, afirma.

Hoje, Hernandes compartilha insights sobre geopolítica e mercado cripto com mais de 400 mil seguidores no Instagram, e em seu canal do YouTube. E recentemente, compartilhou que chegou à marca de pouco mais de US$ 270 mil de retorno com suas operações.

Fonte: Hernandes Cripto. Retornos passados não são garantia de retornos futuros. Investimentos têm riscos e podem acarretar perdas para o investidor.

Com a variação cambial do dia 24 de março, no fechamento deste texto, esse é um valor que chega a cerca de R$ 1,42 milhão.

Fonte: Morningstar/Google, consultado em 24/03/26 às 14h07

Aqui, vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil – investidores precisam estar cientes dos riscos envolvidos.

Além disso, esse retorno foi fruto de uma sequência de aportes financeiros realizados pelo trader ao longo do tempo, em diferentes operações.

Porém, após conquistar retornos como esse, Hernandes agora acredita que o momento atual de mercado permite uma “nova tacada”, com a qual é possível buscar valores próximos a esse (até R$ 1,4 milhão) mais uma vez, dentro dos próximos 12 meses.

CRIPTOMOEDAS: CONHEÇA A ‘NOVA TACADA’ DE POTENCIAL MILIONÁRIO

Considerando o contexto atual de aversão ao risco, com as principais criptomoedas do mercado em baixa, o “olho clínico” de especialistas com anos de experiência se faz ainda mais importante para detectar as oportunidades mais promissoras para buscar lucros.

É o caso de Hernandes, que está confiante de ter encontrado uma “nova tacada” de chances milionárias a partir de agora. E enxergando todo esse potencial, pensou: por que não compartilhá-lo com mais pessoas?

Unindo seus conhecimentos e a ideia de ajudar qualquer pessoa a buscar lucros, Hernandes se juntou à Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research – para disponibilizar essa “tacada” para o máximo de pessoas possível.

E o melhor: de forma automatizada, por meio da tecnologia copy trade que permite replicar suas operações.

Começando com R$ 2.198, é possível buscar retornos milionários com ajuda de Hernandes Nogueira

Por meio de um sistema online dedicado, qualquer brasileiro interessado em seguir essa “nova tacada” poderá apenas “copiar e colar” todas as operações de Hernandes Nogueira no mercado cripto, enquanto o trader vai em busca de mais um milhão em retornos.

“Eu vou comprar e vender os ativos para você ter a chance de chegar lá, como eu fiz para mim mesmo ao longo dos meses”, afirma Hernandes.

Ou seja, não é necessário que o usuário estude os fundamentos do mercado de criptomoedas, ou dedique horas de seu dia às operações. Basta “dar o aceite” e o sistema trabalhará replicando os trades de forma 100% automatizada.

E o melhor: não é necessário começar com quantias robustas. Iniciando com um aporte de “apenas” R$ 2.198, as operações já poderão ser replicadas via sistema, com o retorno-alvo de até R$ 1,4 milhão.

É claro que, ao longo do tempo, mais aportes financeiros podem se fazer necessários, a depender da volatilidade do mercado. De qualquer forma, essa é uma oportunidade rara, que reúne três fatores de peso:

  • Buscar retornos milionários em um espaço relativamente curto de tempo;
  • De forma 100% automatizada;
  • Começando com aportes iniciais relativamente baixos.

E se você deseja saber mais sobre essa “nova tacada”, está convidado a conhecer a proposta de perto, e gratuitamente.

Conheça a ‘nova tacada’ com criptomoedas: evento online e gratuito traz detalhes no próximo dia 6 de abril

Para conhecer a proposta da “nova tacada”, Hernandes Nogueira e a Opt.me te convidam para um evento online e gratuito, no próximo dia 6 de abril, a partir das 19h.

Durante o evento, a proposta será apresentada em detalhes para todos os interessados e, ao final, os acessos à ferramenta de copy trade serão liberados para quem desejar prosseguir.

Porém, os convites ao evento são limitados. Para garantir o seu enquanto ainda há tempo, clique no botão abaixo e siga as instruções na tela:

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Inside information? Que ‘segredo’ os usuários do Polymarket estão guardando sobre o fim da guerra no Oriente Médio?

Durante o último final de semana, Donald Trump deu um ultimato ao Irã dizendo que, se o país não abrisse o Estreito de Ormuz em 48 horas, os Estados Unidos atacariam e destruiriam diversas usinas elétricas na região, começando pela maior.

Poucas horas antes de completar o prazo, Trump o prorrogou até sexta-feira (27), e disse que as conversas com o Irã foram “muito boas e produtivas”.

O bitcoin (BTC) saiu da faixa dos US$ 68 mil para os US$ 70 mil em questão de minutos, e o mercado respirou como um todo. Eis que…

O Irã, então, afirmou que não houve contato direto com Trump e, inclusive, não vai abrir o Estreito de Ormuz enquanto os EUA não se desculparem e repararem os estragos que causaram com a guerra.

Além disso, alegaram que Trump recuou, pois a ameaça era de atingir a infraestrutura energética de toda a Ásia Ocidental.

Sim, temos dois países contando histórias diferentes do que aconteceu. Enquanto um fala que as negociações estão progredindo, o outro fala que nunca houve qualquer negociação.

O que isso indica? Que provavelmente a guerra vai se estender, correto?

Enquanto isso, misteriosamente, 10 carteiras novas no Polymarket apostam em “SIM” para um cessar-fogo entre EUA e Irã acontecer entre os dias 31 de março e 15 de abril.

Fonte: X (antigo Twitter), Polymarket

Todos esses usuários acima, a favor de um “SIM”, com posições entre US$ 7 mil e US$ 24 mil.

99% das posições foram compradas com ordens a mercado, e o tamanho combinado soma aproximadamente US$ 160 mil. O pagamento em caso de cessar-fogo até o final desse mês soma algo em torno de US$ 1,04 milhão.

E sabe o que é mais curioso? Duas dessas carteiras idênticas apostaram anteriormente em “SIM” para o ataque dos EUA ao Irã antes de 28 de fevereiro – e sacaram US$ 135 mil.

Alguém está construindo uma posição gigantesca, e parece difícil acreditar que sejam apenas usuários aleatórios.

Portanto, fique de olho nas notícias. Semana que vem, trago uma atualização com gráficos sobre o ciclo das criptomoedas.


Variações semanais (16/03/26 a 23/03/26)

  • Bitcoin (BTC): US$ 70.862 | Var. -4,61%
  • ♦ Ethereum (ETH): US$ 2.160 | Var. -7,81%
  • 🟠 Dominância Bitcoin: 58,95% | Var. -0,22%
  • 🌐 Valor total do mercado cripto: US$ 2,38 tri | Var. +2,25%
  • 💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 315,686 bi | Var. -0,29%
  • 📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 95,81 bi | Var.-3,79%

*dados referentes ao fechamento em 23/03/26


Tópicos da semana

  • New York Stock Exchange (NYSE) firma parceria com Securitize: a Securitize será o primeiro agente de transferência digital da NYSE, para liberar ações e ETFs tokenizados com negociação 24 horas por dia, 7 dias por semana, e liquidação instantânea via stablecoins.
  • Gemini é alvo de processo judicial por divulgações no IPO: A Gemini enfrenta uma ação coletiva (class-action) movida em Nova York, alegando que a empresa enganou investidores sobre sua estratégia de negócios antes e depois do seu IPO, em 2025. As ações estrearam a US$ 32 em setembro de 2025 e, desde então, caíram mais de 80%, para aproximadamente US$ 6. A combinação da forte queda do papel com o processo por valores mobiliários levanta questionamentos sobre os padrões de divulgação de empresas nativas de cripto que buscam abertura de capital.
  • Aave DAO dá um passo mais próximo da implementação do V4: A Aave DAO aprovou sua proposta de Aave Request for Comment (ARFC), com 100% de apoio, para iniciar as discussões sobre a implementação do Aave V4 na rede principal do Ethereum. A atualização introduz uma arquitetura modular de Hub and Spoke, na qual pools de liquidez compartilhados atendem múltiplos mercados de empréstimo por meio de linhas de crédito limitadas. O desenvolvimento contou com 345 dias de auditorias acumuladas, verificação formal, e um concurso público de segurança financiado pela DAO no valor de US$ 1,5 milhão. O ARFC representa a fase inicial de governança não-vinculante antes de avançar para uma votação vinculante on-chain de uma Aave Improvement Proposal (AIP) e, posteriormente, para a implementação efetiva.

Gráfico da semana

Fonte: X (antigo Twitter)

O gráfico mostra uma estimativa da receita do Polymarket após a introdução de um novo modelo de taxas, marcando uma mudança importante na estratégia da plataforma. Durante sua fase inicial, o Polymarket operou sem cobrar fees, priorizando crescimento e adoção (uma abordagem comum em cripto para atrair usuários e liquidez).

Agora, com volumes já relevantes (cerca de US$ 2,54 bilhões na semana analisada), a introdução de taxas passa a monetizar essa base. O modelo projetado indica aproximadamente US$ 13,4 milhões por semana (cerca de US$ 696 milhões anualizados), com destaque para a categoria de Crypto, responsável por quase metade da receita (aproximadamente 47%).

Um ponto interessante é a diferenciação de taxas entre as categorias: “esportes” apresenta as menores taxas, o que faz sentido, dado o ambiente altamente competitivo com casas de apostas tradicionais.

Já “crypto” concentra as maiores taxas, refletindo o fato de que o Polymarket é líder claro no nicho de prediction markets (mercados preditivos) atualmente.

Por outro lado, esse domínio pode começar a ser desafiado por players relevantes, como a Coinbase e a Hyperliquid, que já estão explorando iniciativas em prediction markets e podem representar um risco competitivo no médio prazo.

Ainda assim, o ponto mais importante é que, com infraestrutura e liquidez já estabelecidas, grande parte dessa receita tende a ter alta margem. Isso sugere que o Polymarket pode rapidamente se posicionar como uma das maiores (senão a maior) empresas lucrativas do mercado de cripto, caso consiga sustentar esses volumes e manter engajamento após a introdução das taxas.


Estamos entrando na maior crise global da história? É o começo de uma nova ordem mundial?

No último episódio do Crypto Never Sleeps, Daniel Lopez explica como guerras, energia, dólar e tecnologia podem estar conectados em um possível “reset” do sistema global — e o que isso significa para os seus investimentos. Assista clicando aqui.

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Aviso obrigatório
Este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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Bitcoin sustenta os US$ 71 mil com trégua no Oriente Médio

O bitcoin (BTC) opera em leve alta na manhã desta terça-feira (24), sustentado pela trégua de cinco dias no conflito no Oriente Médio, anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“O movimento reflete a retirada de parte do prêmio de risco geopolítico que vinha pressionando os preços”, escreveu Jasper de Maere, estrategista de mesa e trader OTC da Wintermute, em relatório desta semana.

Por volta das 9h15, o bitcoin era negociado na faixa dos US$ 71 mil, com valorização de 0,78% nas últimas 24 horas. No acumulado da semana, no entanto, a criptomoeda ainda registra queda de cerca de 4%.

Entre as principais altcoins – termo usado para criptos que não o BTC – o desempenho é misto. O ethereum (ETH) recuava 0,27%, para US$ 2.173,22, enquanto a solana (SOL) avançava 2,22%, negociada a US$ 91,34.

A dinâmica geopolítica no Oriente Médio, segundo analistas, deve continuar ditando o ritmo dos mercados – não só de cripto, mas também dos ativos tradicionais – ao lado de fatores como inflação e juros nos Estados Unidos.

Uma eventual normalização, ainda que parcial, do fluxo de petroleiros pelo Estreito de Ormuz tende a aliviar as pressões inflacionárias, alegam. Com isso, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) ganharia mais margem para considerar cortes de juros – cenário que costuma favorecer ativos de risco, como as criptomoedas.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h15.

Bitcoin (BTC):  +0,78%, US$ 71.280,62

Ethereum (ETH): -0,27%, US$ 2.173,22

XRP (XRP): -0,06%, US$ 1,42

BNB (BNB): -0,66%, US$ 639,70

Solana (SOL): +2,22%, US$ 91,34

Outros destaques do mercado cripto

Brasileiros injetam US$ 1,3 mi em fundos cripto. Os investidores brazucas colocaram US$ 1,3 milhão (cerca de R$ 6,8 milhões) em fundos de criptomoedas na última semana. No acumulado de março, a entrada nesses produtos já chega a US$ 5,7 milhões (quase R$ 30 milhões). O movimento local acompanhou o ritmo global. No mundo todo, os fundos cripto captaram US$ 230 milhões (R$ 1,2 bilhão) só na última semana e US$ 1,9 bilhão (R$ 9,9 bilhões) nos últimos 30 dias.

Brasil vira vitrine cripto. O mercado internacional de cripto está cada vez mais atento ao Brasil – e isso ficou mais claro recentemente. A Crypto Finance, braço de ativos digitais da Deutsche Börse, desembarcou no país neste ano após demanda direta de clientes – não só pelo mercado local, mas também como porta de entrada para a América Latina. Na visão do CEO, Stijn Vander Straeten, o ambiente brasileiro já figura entre os mais avançados do setor, tanto em adoção quanto em desenvolvimento de infraestrutura.

R$ 8,5 bi em stablecoins no mês. Março ainda não acabou, mas os brasileiros já movimentaram cerca de R$ 8,5 bilhões em stablecoins atreladas ao dólar. A USDT segue absoluta: responde por R$ 7,8 bilhões desse total. Na sequência aparece a USDC, com R$ 751 milhões negociados no período. Os números reforçam a preferência local por ativos dolarizados dentro do universo cripto. O volume de bitcoin (BTC), para efeito de comparação, foi de R$ 3,32 bilhões.

Quer saber mais sobre cripto? Assine o morning call do InvestNews!

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Até R$ 1 milhão em 12 meses: trader propõe ‘pacto’ com criptomoedas para buscar retornos de ‘décadas’ dentro de 1 ano

Mesmo no mundo dos investimentos, do qual podem surgir cases de sucesso de pessoas “comuns” que enriqueceram em patrimônio, sabemos que multiplicar capital até tornar-se milionário não é uma tarefa fácil.

É preciso tomar decisões muito bem calculadas, saber gerenciar os valores e, também, ter uma quantia inicial favorável para começar a investir – caso o desejo seja obter resultados mais rápidos.

Uma matéria publicada em setembro de 2025 no portal Bora Investir, da B3, exemplifica bem esse cenário:

Fonte: Bora Investir/B3, consultado em 19/03/2026

Segundo simulações trazidas na matéria, o brasileiro que pode investir R$ 500 por mês ininterruptamente (o que já pode ser muito para a maioria da população, que vive com um salário-mínimo de R$ 1.621 mensais em 2026) precisaria do seguinte espaço de tempo para transformar os aportes mensais em R$ 1 milhão:

  • 29 anos e 8 meses, se investir em um ativo que renda a 100% do CDI (considerando um CDI de 14,9% em 2025);
  • 31 anos e 9 meses, se investir em ações do índice Ibovespa, considerando uma média de rendimento de 9% anuais para o índice;
  • 40 anos e 9 meses, caso os valores fossem investidos na poupança, com rendimento médio de 6% ao ano.

E vale lembrar que é normal que o poder de compra desses valoresseja corroído pela inflação ao longo do tempo: considerando que a média histórica da inflação brasileira está em torno de 5% ao ano, R$ 1 milhão não terá exatamente a mesma força daqui a quatro décadas.

Mas e se houvesse uma alternativa?

Jader Nogueira, trader e referência no mercado de criptomoedas no Brasil, não quis esperar décadas para mudar de vida.

Multimilionário graças ao mundo cripto, conquistou seu primeiro milhão em cerca de um ano – ao invés de décadas. E hoje, ensina outros brasileiros a operarem nesse mercado em busca de retornos semelhantes.

Para esse ano de 2026, Nogueira propõe um desafio ambicioso: ajudar qualquer interessado a buscar até R$ 1 milhão em “apenas” 12 meses, assim como aconteceu em sua vida pessoal. Em sua visão, esse será um verdadeiro “pacto” com quem topá-lo.

Conheça o ‘pacto’ que propõe transformar R$ 3.125 iniciais em até R$ 1 milhão com criptomoedas

A premissa é simples: ao invés de investir R$ 500 mensais em um produto de renda fixa tradicional, como os exemplos que mostramos anteriormente, quem topar o desafio de Jader Nogueira ingressará no mercado de criptomoedas, começando com um aporte inicial de R$ 3.125

A partir desses R$ 3.125, já será possível buscar até R$ 1 milhão em retornos dentro dos próximos 12 meses.

“Você demoraria 40 anos para chegar no primeiro milhão investindo 500 reais por mês. Mas eu quero buscar esse valor para você em 12 meses. É o meu pacto com você”, afirma Nogueira.

Ou seja, caso o investidor interessado “guardasse” R$ 500 por cerca de 6 meses, é como se o aporte inicial no projeto “se pagasse” depois desse período.

Esse foi o mesmo pacto que Jader Nogueira fez com a própria família. Aos 29 anos, quebrado financeiramente, prometeu à esposa e à filha que mudaria de vida dentro de um ano.

E ele cumpriu a promessa. Aos 30 anos, já havia conquistado seu primeiro milhão operando no mercado de criptomoedas. Aos 32, já acumulava mais de R$ 30 milhões em patrimônio. Agora, propõe “buscar o valor para você”. Mas como?

Por meio de um sistema automático de copy trade, viabilizado em parceria com a Opt.me (frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research). Qualquer investidor “plugado” a ele poderá copiar e colar as mesmas operações de Nogueira no mercado de criptomoedas.

O valor de R$ 3.125 é o recomendado pelo sistema para começar a utilizá-lo de forma que a busca pelo milhão seja viabilizada.

Jader Nogueira será o “piloto” do projeto, usando de todo o seu “know-how” de quase uma década com criptomoedas, para selecionar as operações mais promissoras do mercado em busca desses retornos.

Ou seja, da sua parte, não é necessário estudar fundamentos de mercado. Basta seguir os passos de quem já carrega anos de experiência e que, na história recente, já apresentou retornos como esse publicamente:

Fonte: Binance (Período: 27/01 a 26/02/2024)

Vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil – investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

Além disso, não é recomendado que os investidores entrem no “pacto” com quantias que possam fazer falta no dia a dia.

Ao mesmo tempo, essa é uma oportunidade rara de buscar retornos milionários a partir de aportes iniciais relativamente baixos, o que, como mencionamos no início do texto, não é tão fácil de conseguir por métodos mais tradicionais.

Então, se seu momento de vida permite topar esse desafio, as inscrições para conhecer o “Pacto” com Jader Nogueira já estão abertas.

Inscreva-se para conhecer o ‘Pacto’: acessos ao projeto serão liberados no dia 30 de março

Se você tem interesse em participar do “pacto” proposto por Jader Nogueira, está convidado a participar de um evento online e gratuito no próximo dia 30 de março, a partir das 19h.

No evento, todos os detalhes do projeto serão apresentados aos interessados, e você pode decidir se a proposta faz sentido para você, sem compromisso.

As vagas no evento são limitadas. Portanto, sugerimos que você registre seu interesse em participar: basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela.

Essa inscrição inicial é gratuita:

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É hoje (23): ferramenta que pode multiplicar investimentos em até 300x e buscar até R$ 1 milhão terá acessos liberados; veja como reservar já o seu

A partir das 19h desta segunda-feira (23), o Memebot One Million, software que busca lucros milionários com criptomoedas de forma 100% automática, vai liberar acessos para uma nova leva de interessados.

Os investidores que registrarem seu interesse com antecedência poderão receber os acessos em breve. Se você chegou neste texto antes do lançamento da ferramenta, aproveite a chance de deixar seu nome na lista prévia e já ficar ligado nos próximos passos:

SAIBA MAIS SOBRE O MEMEBOT ONE MILLION

Como o Memebot One Million opera em busca de lucros milionários?

Para quem ainda não está familiarizado, o Memebot One Million é o primeiro robô automatizado com foco em conquistar até R$ 1 milhão em 12 meses. A ferramenta funciona de forma 100% automática, “escaneando” o mercado de criptomoedas atrás dos ativos digitais de maior potencial de valorização disponíveis no momento.

Não basta selecionar qualquer ativo: o objetivo completo é buscar lucros de até seis dígitos. Uma vez que os ativos mais promissores são encontrados, são iniciadas operações automáticas de compra e venda.

Da parte do usuário com acesso válido, basta apenas:

  1. Instalar a ferramenta em sua conta na corretora;
  2. Entrar com os aportes financeiros;
  3. Apertar “copiar” uma única vez; e
  4. Deixar o restante por conta da ferramenta.

Com etapas simples, a ferramenta desenvolvida por experts no mercado permite que até mesmo usuários com pouca experiência possam ir em busca da conquista do milhão.

Através da Opt.me, frente tecnológica da Empiricus Research, a casa está relançando o Memebot One Million, em uma nova fase do projeto. Agora, a equipe de especialistas da Empiricus conta com um reforço.

Heloisa Mendonça, com mais de 6 anos de experiência trabalhando com portfólios milionários no mercado cripto, veio se juntar ao projeto. Ao lado de Valter, a especialista vai integrar a equipe com toda a sua expertise.

Última chamada: Ainda dá tempo de reservar seu acesso ao Memebot One Million

Como falamos anteriormente, se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o Memebot One Million.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la.

O registro inicial é gratuito:

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Bitcoin cai 20% desde o início da guerra e abala tese de porto seguro

Bitcoin e outras criptomoedas voltaram a cair enquanto EUA, Israel e Irã trocavam novas ameaças e ataques.

A maior criptomoeda recuou até 3,3% no domingo (22), sendo negociada a cerca de US$ 68.150 — o menor nível desde o início de março. A queda foi ainda mais intensa entre outros tokens: o Ether perdeu quase 5% em determinado momento, chegando a US$ 2.050, e Solana, XRP e Cardano também registraram perdas expressivas.

O Bitcoin acumula queda de cerca de 20% desde que EUA e Israel iniciaram os ataques ao Irã no fim de fevereiro. O tombo escancarou os limites de um argumento recorrente no mundo cripto: o de que o Bitcoin funcionaria como um porto seguro em tempos de crise.

Mas outros fatores também pesam, segundo Peter Tchir, responsável pela estratégia macro da Academy Securities. O Bitcoin foi arrastado por uma onda de aversão ao risco que derrubou também ações e outros ativos. O encarecimento da energia, provocado pelo conflito, pode estar pressionando adicionalmente o setor — já que torna mais caro o processo de mineração.

“Boa parte dos ganhos recentes parecia apostar em novas leis favoráveis ao setor, algo que ficou mais difícil de acontecer — Washington está focada na guerra, e as novas regulações não têm gerado o entusiasmo de novos investidores que a comunidade cripto esperava”, disse Tchir no domingo. “O risco parece estar aumentando de novo.”

Durante o conflito, o mercado cripto — que opera 24 horas por dia, sete dias por semana — tem funcionado como uma janela antecipada do humor dos mercados tradicionais nos fins de semana.

Contratos futuros negociados na Hyperliquid, plataforma que se tornou uma das maiores para derivativos contínuos, mostravam por volta das 17h (horário de Brasília) de domingo contratos ligados ao petróleo subindo mais de 4%, a mais de US$ 99 o barril. Já os contratos atrelados ao Nasdaq 100 e ao S&P 500 recuavam mais de 1% cada.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que bombardearia as usinas de energia do Irã caso o país não reabrisse o Estreito de Ormuz — passagem estratégica para o comércio global de petróleo, efetivamente fechada há semanas. A ameaça impulsionou o preço do petróleo e de outras commodities. O Irã respondeu com suas próprias advertências, dizendo que atacaria bases americanas e israelenses no Oriente Médio se sua infraestrutura de energia fosse alvo. Enquanto isso, os ataques iranianos contra Israel se intensificaram.

A queda recente se soma a um ciclo de baixa que começou no início de outubro, quando o Bitcoin era negociado acima de US$ 120.000. A derrocada inicial foi suficiente para deteriorar o sentimento do mercado e impedir que qualquer tentativa de recuperação ganhasse força suficiente para tirar a moeda do buraco.

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O que a manutenção nos juros dos EUA, e um novo movimento regulatório, significam para o mercado de criptomoedas

A semana que se passou foi carregada em eventos macro. O conflito no Oriente Médio continua no centro das atenções: não apenas pela questão bélica, mas pelas distorções que tem gerado na economia, e que terminaram por impactar as decisões de política monetária ao redor do globo. 

Os quatro maiores bancos centrais do planeta reuniram seus comitês na mesma semana: Federal Reserve, Banco Central Europeu, Bank of England e Bank of Japan. O veredito, sem exceção, foi o mesmo: pausa. Com a inflação pressionada pela energia e sem perspectiva clara de alívio no conflito, qualquer movimento nos juros torna-se uma decisão de risco, dado que o impacto ainda é difícil de calcular. 

Nesta edição, destrinchamos como essa dinâmica afeta os criptoativos, o que saiu da reunião do FOMC — o comitê de política monetária dos EUA, cuja decisão é a que mais pesa sobre o segmento e acaba por influenciar as demais — e um movimento regulatório que o mercado aguardava há anos. 

De olho no gráfico: bitcoin (BTC) em reversão à média

O bitcoin (BTC) chegou a testar a resistência dos US$ 76 mil na terça-feira (17), nível que já havia funcionado como teto no início de março. A rejeição foi rápida.

No rastro das bolsas americanas — pressionadas pelo PPI acima do esperado e pelo tom mais cauteloso do Fed — o ativo recuou, agora lutando para ficar acima da faixa dos US$ 70 mil

O momentum da semana veio sustentado por entradas via ETFs de bitcoin listados nos EUA e compras sistemáticas da Strategy (MSTR), empresa que adota o bitcoin como principal reserva de valor em seu balanço.

Ainda assim, nosso modelo proprietário de análise topológica, que tenta identificar a “forma” do mercado para distinguir regimes de tendência de lateralização, aponta que o ativo segue em regime de reversão à média, sem força suficiente para um movimento direcional expressivo no curto prazo.

Fonte: Farside

O mercado de derivativos corrobora essa leitura. Os dados mostram que há pouca alavancagem acumulada, ou seja, poucos investidores estão apostando com dinheiro “emprestado” — o que reduz o risco de liquidações em cascata e movimentos bruscos de preço

  • VEJA MAIS: Ferramenta automatizada “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão; veja como acessar 

De olho nos juros: FOMC mantém taxa nos EUA entre 3,5% e 3,75%

Na quarta-feira, o FOMC manteve a taxa de juros norte-americana entre 3,50% e 3,75%. A decisão em si não moveu nada, e há uma razão para isso.

Quando uma expectativa se torna amplamente compartilhada, dizemos que ela já está embutida nos preços antes de acontecer. A manutenção estava tão precificada que sua confirmação foi quase ignorada. O que o mercado buscou foi o que viria depois: o guidance, que chegou em duas formas.

A primeira, foram os relatórios publicados junto com a decisão. O dot plot, diagrama onde cada membro do comitê registra onde acredita que os juros devem estar ao longo dos próximos anos, mostrou divisão: sete membros não veem cortes em 2026, e outros sete veem apenas um.

Não é um comitê alinhado, é um comitê que genuinamente não sabe (reflexo. em boa parte. da imprevisibilidade de uma guerra). As projeções econômicas reforçaram isso: inflação revisada para cima, crescimento revisado levemente para cima também. A economia não está quebrando, o que tira a urgência de cortar os juros. Mas a inflação tampouco está domada. 

A segunda forma foi Jerome Powell, presidente do Fed, na coletiva de imprensa. Quando questionado sobre a solidez das projeções, foi direto: admitiu ter “pouca convicção” nelas. O motivo é o conflito no Oriente Médio. Ninguém sabe quanto tempo vai durar, até onde o petróleo pode ir, nem como isso vai se propagar pelos preços ao longo dos próximos meses. 

O cenário que se desenha é o que o mercado chama de “higher for longer“, juros elevados por mais tempo. O Fed não vai cortar enquanto a inflação não mostrar sinais claros de melhora, e quanto mais o conflito se prolonga, mais ela tende a persistir. Para ativos de risco, isso significa um ambiente macro de menor liquidez e maior custo de oportunidade — ao menos enquanto o quadro não mudar. 

O mapa regulatório pelo qual o setor esperava

Em meio à pressão macroeconômica, a semana trouxe um movimento pelo qual o mercado cripto aguardava há anos

Na segunda-feira (16), SEC e CFTC publicaram conjuntamente um documento de 68 páginas que representa a primeira taxonomia formal do mercado cripto nos Estados Unidos, uma espécie de mapa oficial que classifica os diferentes tipos de ativos digitais, e define quem regula o quê.

A conclusão central é que a maioria dos criptoativos não é considerada valor mobiliário, e passa a ser tratada como commodity digital, sob jurisdição principalmente da CFTC.  

O documento lista ativos nessa categoria como: Bitcoin, Ethereum, Solana, XRP, Cardano, Chainlink, Avalanche, Polkadot, Dogecoin, Litecoin, Stellar, Hedera e Algorand. Estes são os principais ativos do mercado, representando cerca de 85% do volume negociado nas exchanges por market cap

Para se ter ideia, alguns podem ser convertidos entre si de forma direta e instantânea pela nova funcionalidade de Conversão Direta de Criptoativos do BTG Pactual, que permite migrar entre posições sem a necessidade de duas operações separadas – mais um ponto positivo para a “institucionalização” do mercado. 

O que ainda continua sendo “security“? Ativos que representam instrumentos financeiros tradicionais em formato digital, como ações tokenizadas e títulos de dívida tokenizados. Se o ativo existe para replicar algo que já existe no mercado tradicional, continua sob as regras da SEC. Se é nativo do universo cripto, cai na nova classificação. 

Historicamente, SEC e CFTC disputavam jurisdição sobre os mesmos ativos, criando um limbo em que ninguém sabia ao certo a quem recorrer. O documento formaliza a divisão de responsabilidades e sinaliza o fim da chamada “regulation by enforcement“, prática em que os reguladores atuavam processando empresas em vez de publicar regras claras.

Com a CFTC, agência historicamente mais pragmática e menos agressiva que a SEC, assumindo o papel central, o ambiente para inovar e atrair capital institucional muda de patamar. 

O que isso muda na prática? Exchanges podem listar SOL, ADA e outros sem risco de processo da SEC, o que havia travado sua adoção nas maiores plataformas americanas. Para bancos e gestoras, a classificação entrega o parecer jurídico que os departamentos de compliance precisavam para aprovar custódia.

O pipeline de ETFs também se beneficia: com ADA, LINK, AVAX e DOT agora classificados, pedidos de ETFs spot têm caminho regulatório mais claro. Há mais de 126 pedidos aguardando análise na SEC. 

O documento é uma interpretação regulatória, não lei — e uma administração futura poderia revertê-la. É por isso que o Clarity Act continua sendo peça fundamental: ele transformaria essa interpretação em legislação permanente.

O problema é que o projeto segue parado no Senado desde julho de 2025. Abril é o deadline crítico: se não avançar no comitê até lá, as chances de aprovação em 2026 caem de forma relevante, com o calendário legislativo sendo tomado pelas eleições de meio de mandato (midterms) a partir do segundo semestre. 

O contraste da semana é claro: bancos centrais hesitando entre inflação e crescimento, jogando para frente qualquer afrouxamento. Reguladores entregando o mapa que o setor aguardava. Sob outra perspectiva, o que temos é preço e fundamento divergindo, enquanto o cenário macro ofusca avanços expressivos do lado institucional e regulatório.

O mercado cripto opera hoje com um market cap nos mesmos níveis de 2021, quando não havia nenhuma regulação clara, nenhum ETF aprovado e nenhum banco central discutindo o setor. O pano de fundo mudou radicalmente; o preço, ainda não. Em um momento de alívio, essa pressão represada pode se manifestar com mais intensidade. 

Mineração de Bitcoin: o que é, e como funciona? | Crypto Direto ao Ponto #5 

Você já ouviu falar que o Bitcoin é “minerado”, mas nunca entendeu exatamente como isso funciona? Neste episódio do Crypto Direto ao Ponto, a especialista em criptomoedas Heloisa Mendonça, da Empiricus, explica de forma simples e direta. Assista aqui:

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A ‘Vitória Pírrica’ do bitcoin (BTC) e outros destaques da semana do Crypto Times

Olá, investidor e investidora! Sejam muito bem-vindos a mais uma edição da nossa newsletter semanal do Crypto Times, a editoria de criptomoedas do Money Times. Para se inscrever e receber em primeira mão em todas as manhãs de sábado, basta se inscrever aqui.

Você conhece o conceito de Vitória Pírrica? Vamos a um pouco de história.  

Centenas de anos antes de Cristo, o império romano não era exatamente povoado por momentos muito longos de paz. A própria estratégia de embasar a economia em guerras expansionistas foi o que, mais tarde, culminou na ruína de Roma. 

Mas vamos ao que interessa. O termo veio de Pirro de Épiro, um dos reis helenísticos do passado, havia vencido a batalha de Ásculo contra Roma.  

No entanto, o custo da vitória foi alto: os recursos chegaram ao limite do possível para as tropas — unidades estas que foram dizimadas durante a batalha. Além disso, apesar da perda momentânea, Roma tinha capacidade de repor suas tropas com maior rapidez, enquanto reinos menores não tinham a mesma condição. 

Ao anunciar a vitória para um de seus generais, Pirro de Épiro cunhou a seguinte frase: “Mais uma vitória como essa e estamos perdidos”. 

Você, caro leitor, já deve ter entendido. Existem vitórias com gosto de derrota, ou pior: os louros vêm com o peso de um custo altíssimo para o vencedor.  

Esse foi o sentimento predominante entre os investidores de criptomoedas. O bitcoin (BTC) conseguiu sustentar um patamar elevado de preços, acima dos US$ 70 mil ao longo da semana, mas o custo para isso… Bom, vocês já entenderam.  

O preço do barril do petróleo acima dos US$ 100 e o adiamento da redução da taxa de juros nos Estados Unidos foram o pano de fundo da semana. É lógico pensar que, mesmo em um cenário ruim no longo prazo, sustentar patamares de preço relativamente mais elevados é positivo.  

Acontece que a estrutura do mercado está andando em “gelo fino”, como diz a expressão em inglês. Eu conto tudo para você neste resumo da semana do mercado de criptomoedas. 

Fique agora com as notícias mais lidas da semana aqui no Crypto Times.  

Um forte abraço,  

Renan Sousa, editor-assistente do Money Times.  

Os destaques do bitcoin (BTC) e das criptomoedas nesta semana

Perdas com bitcoin (BTC) fazem Méliuz (CASH3) ter prejuízo de R$ 32,9 milhões no 4T25 

Sem o prejuízo das reservas em BTC, o lucro líquido ajustado no 4T25 foi de R$ 18,8 milhões, um crescimento de 772% na comparação com o mesmo período do ano passado. 

Leia mais. 

HASH11: Primeiro ETF de criptomoedas da bolsa brasileira está entre os dez mais negociados no mês, diz B3 

O HASH11 replica o desempenho de um índice desenvolvido pela gestora brasileira Hashdex em parceria com a Nasdaq. 

Leia mais. 

Kraken suspende planos de IPO em meio a ‘turbulências do mercado’, diz publicação 

De acordo com a publicação, a empresa ainda considera uma oferta pública, “mas provavelmente não até que as condições do mercado melhorem”, disseram as fontes citadas pela reportagem. 

Leia mais. 

S&P 500 entra na blockchain e índice será negociado na Hyperliquid (HYPE) 24h por dia 

O novo produto será direcionado para investidores qualificados de fora dos Estados Unidos e permite negociações alavancadas em long e short 24 horas por dia, 7 dias por semana na rede da Hyperliquid. 

Leia mais. 

SEC e CFTC criam orientações para regular mercado de criptomoedas e abrem espaço para aprovação do Clarity Act 

O documento conjunto ainda afirma que a maioria das criptomoedas não são valores mobiliários. 

Leia mais. 

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Criptomoedas: próxima pernada pode acontecer em breve; sistema detecta oportunidade com potencial de até R$ 1 milhão

Depois de engatar uma série de valorizações recentes, o bitcoin (BTC) interrompeu o movimento e passou a cair, registrando recuo acima de 5% desde a última quarta-feira (18).

Com isso, uma questão recorrente entre investidores voltou à mesa: essa queda marca o início de um novo ciclo negativo ou representa apenas um respiro antes de novas altas?

Enquanto parte do mercado ainda tenta responder a essa pergunta, um sistema de investimento automatizado já aponta para o seguinte cenário: a formação de uma nova janela de valorização no mercado de criptomoedas.

Nessa “nova fase” das criptomoedas os investidores podem ter a oportunidade de buscar lucros capazes de transformar R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão.

Ficar de fora desse movimento pode custar caro ao investidor

Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus, relembra que o mercado cripto passou recentemente por uma forte correção. Desde outubro, diversos ativos sofreram quedas relevantes.

Segundo ele, esse movimento deixou boa parte do mercado “descontado”. E historicamente, esse cenário costuma anteceder movimentos mais expressivos de alta.

Outro fator que pode influenciar esse cenário é o ambiente macroeconômico global. De acordo com o analista, qualquer sinal mais claro de desescalada das tensões geopolíticas ou melhora nas expectativas econômicas pode funcionar como gatilho para as criptomoedas.

Na prática, a possibilidade de uma nova disparada das criptomoedas já começa a aparecer. O especialista aponta que o sistema de investimento automatizado, que utiliza modelos desenvolvidos pela equipe, já começou a indicar a possibilidade de um novo movimento relevante no bitcoin. Este comportamento pode acabar puxando outras criptomoedas.

“A gente está vendo sinais de que o bitcoin pode iniciar um movimento de alta mais forte em breve. E, quando isso acontece, as criptos menores, especialmente as memecoins, tendem a acompanhar esse movimento”, afirma.

Esse efeito em cadeia não é novidade no mercado cripto. Historicamente, ciclos de alta do bitcoin costumam abrir espaço para valorizações ainda mais intensas em ativos menores, que apresentam maior volatilidade. Consequentemente, maior potencial de multiplicação.

Contudo, esse movimento pode ganhar força a qualquer momento. E por isso, o time de criptomoedas da Empiricus aponta que, se preparar agora é crucial, pois, “se a gente perder essa pernada, vamos ficar muito para trás”, alertam.

Foi justamente para que os investidores pudessem ter tempo hábil para se preparar que a equipe decidiu liberar novos logins do Memebot One Million.

Anote na agenda: em 23 de março,  Empiricus liberará novos acessos ao Memebot One Million

O Memebot One Million faz parte do ecossistema que detectou novas oportunidades em criptomoedas, com potencial de transformar R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão, que devem surgir em breve.

A ferramenta foi criada com o objetivo de identificar e executar operações com memecoins de forma automatizada. Para isso, ela buscar capturar oportunidades pontuais sem que o investidor precise acompanhar o mercado o tempo todo.

Ou seja, em vez de o investidor tentar “caçar” oportunidades manualmente, o sistema faz esse trabalho de forma automatizada.

Segundo Rebelo, a ideia é justamente não depender de timing humano para capturar movimentos rápidos. “A proposta é usar o robô para tentar operar esse movimento, seja ele de alta ou até mesmo de queda”, afirma.

Isso porque o sistema também pode operar em diferentes direções, buscando se adaptar às condições do mercado para tentar transformar um capital inicial de R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão ao longo do tempo, aproveitando justamente movimentos mais intensos do mercado cripto.

Naturalmente, é importante reforçar que não há garantia de lucro e que o mercado de criptomoedas envolve riscos, especialmente no caso das memecoins.

Ainda assim, a proposta da ferramenta é usar tecnologia e automação para tentar capturar oportunidades que, muitas vezes, passam despercebidas para quem opera manualmente.

Para apresentar a ferramenta e tentar garantir que os interessados tenham acesso a ela antes da nova pernada de alta das criptomoedas, a Empiricus vai realizar um evento online e gratuito, no dia 23 de março.

Ao final da apresentação, novos acessos ao Memebot One Million devem ser liberados. Mas atenção: essas vagas costumam ser disponibilizadas de forma limitada.

Então, se você quiser entender melhor como funciona o sistema que detectou essa nova janela no mercado cripto, inscreva-se gratuitamente para participar da apresentação.

QUERO APROVEITAR A PRÓXIMA ‘PERNADA’ DO MERCADO CRIPTO

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Bitcoin (BTC) recua quase 5% na semana, abaixo dos US$ 70 mil; veja os preços das criptomoedas neste domingo (22)

As maiores criptomoedas do mundo registram desempenho predominantemente negativo neste domingo (22), acumulando perdas ao longo da semana. Por volta das 09h10 (horário de Brasília), o bitcoin (BTC) caía 3,42% nas últimas 24 horas, a US$ 68,235.93. Na semana, a queda é mais expressiva, de quase 5%.

Já o ethereum (ETH) recuava 4,01% nas últimas 24 horas, a US$ 2,070.99, e acumulava queda de 2,21% no período de sete dias.

O movimento de queda na semana é acompanhado pelas maiores criptomoedas, após uma série de eventos mexerem com o mercado nos últimos dias.

Do lado positivo, os fundos de índice (ETFs, na sigla em inglês) de bitcoin à vista nos Estados Unidos registraram a quarta semana seguida de entradas até a última quinta-feira (19), o que garante algum suporte nos atuais níveis de preço.

Por outro lado, a mais recente decisão sobre juros nos Estados Unidos da última quarta-feira (18) pesou contra a busca por patamares de preços mais elevados. O Fomc, o Copom norte-americano, manteve as taxas estáveis no último encontro, sinalizando que o avanço dos preços do petróleo preocupa a autoridade monetária.

Além disso, o barril do Brent, utilizado como referência internacional de preços, segue negociado acima dos US$ 100, o que tende a pressionar a inflação global para cima.

Com isso, nesta semana, os investidores acompanham as falas de representantes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA), em busca de pistas sobre o futuro dos juros por lá.

Desempenho das criptomoedas hoje

NamePrice1h %24h %7d %
Bitcoin (BTC)$ 68,235.93-0.59%-3.42%-4.90%
Ethereum (ETH)$ 2,070.99-0.52%-4.01%-2.21%
Tether (USDT)$ 0.99980.00%0.01%-0.02%
BNB (BNB)$ 628.36-0.21%-2.39%-4.89%
XRP (XRP)$ 1.390.36%-3.37%-1.74%
USDC (USDC)$ 1.000.00%0.01%0.02%
Solana (SOL)$ 86.95-0.46%-3.32%-1.67%
TRON (TRX)$ 0.31080.17%0.25%4.50%
Dogecoin (DOGE)$ 0.091200.18%-2.93%-5.19%
Hyperliquid (HYPE)$ 38.000.03%-4.99%1.26%

Fonte: Coin Market Cap, consultado por volta de 09h


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Stablecoins de real passam de R$ 500 milhões, mas ainda engatinham frente às criptos de dólar

As stablecoins de real seguem em expansão no Brasil. Os emissores desses tokens atrelados à moeda brasileira já colocaram no mercado cerca de R$ 530 milhões, segundo dados da plataforma RWA Monitor, que acompanha seis projetos do tipo.

Vale o lembrete: stablecoins são criptomoedas pareadas a ativos tradicionais – como dólar, euro ou o próprio real – geralmente numa relação de 1 para 1. Na prática, funcionam como uma versão digital dessas moedas.

Entre as brasileiras, a BRLV lidera, somando R$ 221,8 milhões emitidos. Logo atrás vem a BRLY, com R$ 220 milhões. Depois aparecem a BRLA, com R$ 88,7 milhões, e a BRL1, ainda bem menor, com quase R$ 6 milhões. Veja o gráfico abaixo.



Esse mercado não surgiu agora. Ao longo de 2025, o uso dessas criptos já movimentou cerca de R$ 20 bilhões.

E tem mais vindo por aí: nos últimos meses, a B3 e o ex-diretor do Banco Central, Tony Volpon, divulgaram que novos tokens atrelados ao real vão entrar em cena neste ano.

Ainda assim, vale colocar em perspectiva: o mercado brasileiro segue minúsculo perto das stablecoins em dólar. Juntas, USDT e USDC (as duas maiores do setor) somam cerca de US$ 264 bilhões em valor de mercado – algo equivalente a duas Petrobras.


Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h25.

Bitcoin (BTC):  +1,22%, US$ 70.579,62

Ethereum (ETH): -0,58%, US$ 2.146,22

XRP (XRP): -0,09%, US$ 1,45

BNB (BNB): -0,14%, US$ 643,70

Solana (SOL): +20,20%, US$ 89,34

Outros destaques do mercado cripto

Cripto turbina tesouraria. A Méliuz, plataforma brasileira de cashback e cupons que mantém parte da tesouraria em bitcoin, divulgou ontem o balanço do 4º trimestre de 2025. O resultado animou o mercado – e o papel fechou com alta de 11%. Além dos números, a empresa deu um recado claro: quer avançar na criação de produtos que conectem investidores ao universo cripto.

Impasses na lei cripto. O projeto que cria regras para o mercado de criptomoedas nos EUA, o Clarity Act, segue naquele “quase vai” há semanas – e ainda não destravou. Republicanos se reuniram na quinta para tentar fechar os últimos pontos que devem definir como o setor será regulado. A novela continua girando em torno de recompensas de stablecoins (uma espécie de “rendimento” em cripto), algo que os bancos não curtem nada.

De olho no ouro tokenizado. O World Gold Council, organização que atua para promover o metal, quer dar um upgrade no mercado de ouro tokenizado – e, de quebra, ganhar espaço no mundo cripto. Em parceria com o Boston Consulting Group, a entidade propôs um modelo chamado “Gold as a Service”, que cria uma espécie de infraestrutura compartilhada para lastrear tokens em ouro físico.

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Bitcoin (BTC) sustenta os US$ 70 mil mas caminha para fechar semana no vermelho; veja preços nesta sexta-feira (20)

O bitcoin (BTC) é negociado na casa dos US$ 70 mil na manhã desta sexta-feira (20), operando próximo da estabilidade nas primeiras horas do dia.

O mercado global de criptomoedas também oscila próximo da estabilidade, com a volatilidade do mercado de ativos de risco altamente elevada em virtude dos eventos dos últimos dias.

No mercado tradicional, as bolsas da Ásia fecharam em baixa. Na Europa, os principais índices também operam no negativo, enquanto os futuros de Nova York indicam abertura em queda.

Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

#  Cripto  Preço  24h  7d  YTD 
1  Bitcoin (BTC)  US$ 70.703,26  0,73%  -2,35%  -19,21% 
2  Ethereum (ETH)  US$ 2.150,41  -1,08%  1,10%  -27,52% 
3  Tether (USDT)  US$ 0,9999  0,01%  0,01%  0,15% 
4  XRP (XRP)  US$ 1,44  -1,01%  1,66%  -21,22% 
5  BNB (BNB)  US$ 643,13  -0,36%  -3,63%  -25,50% 
6  USD Coin (USDC)  US$ 1,00  0,02%  0,01%  0,04% 
7  Solana (SOL)  US$ 89,44  -0,53%  -0,79%  -28,15% 
8  TRON (TRX)  US$ 0,3062  0,99%  6,04%  7,72% 
9  Dogecoin (DOGE)  US$ 0,09440  0,30%  -5,29%  -19,52% 
10  Hyperliquid (HYPE)  US$ 39,55  -0,64%  6,42%  55,58% 

Fonte: Coin Market Cap. 

A semana do bitcoin (BTC)

Os investidores viveram uma verdadeira gangorra de eventos que mexeram com o mercado de criptomoedas.

Começando pelo lado positivo, os fundos de índice (ETFs, na sigla em inglês) de bitcoin à vista nos Estados Unidos registraram a quarta semana seguida de entradas até a última quinta-feira (19), o que garante algum suporte nos atuais níveis de preço.

Por outro lado, a mais recente decisão sobre juros nos Estados Unidos da última quarta-feira (18) pesou contra a busca por patamares de preços mais elevados. O Fomc, o Copom norte-americano, manteve as taxas estáveis no último encontro, sinalizando que o avanço dos preços do petróleo preocupa a autoridade monetária.

Além disso, o barril do Brent, utilizado como referência internacional de preços, segue negociado acima dos US$ 100, o que tende a pressionar a inflação global para cima.

Com isso, na próxima semana, os investidores acompanham as falas de representantes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA), em busca de pistas sobre o futuro dos juros por lá.

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Você perdeu essas três notícias do mercado de criptomoedas enquanto ‘rolava’ a tela do celular

Enquanto todos nós atualizávamos nossos feeds de notícias macro e geopolíticas para aliviar o estresse, três grandes acontecimentos no mundo das criptomoedas passaram completamente despercebidos nas últimas 24 horas.

1. Mastercard concorda em adquirir a BVNK por US$ 1,8 bilhão

Nunca ouviu falar da BVNK? Eu também não, mas é uma empresa de infraestrutura de stablecoins.

Pense nela como a camada de infraestrutura que permite que grandes instituições financeiras movimentem stablecoins e ativos tokenizados, sem precisar substituir toda a sua estrutura tecnológica e começar do zero.

Agora, a Mastercard está adquirindo empresas como essa em massa. Não porque queiram se tornar uma empresa de criptomoedas em si – eles querem continuar sendo a Mastercard de hoje.

Mas a BVNK permite que eles façam o que já fazem, ao mesmo tempo em que também capturam a movimentação de dinheiro on-chain em mais de 130 países.

Essa história parece familiar? No ano passado, a Stripe adquiriu a Bridge (outra empresa de infraestrutura de stablecoins). Agora, a Mastercard adquire a BVNK.

O padrão está ficando mais claro: os gigantes do setor financeiro tradicional não estão construindo suas próprias infraestruturas de criptomoedas, mas sim comprando empresas que já as construíram.

2. Cinco bancos dos EUA anunciam que estão depositando na blockchain

Não são stablecoins. São depósitos bancários reais, representados em uma blockchain.

Os bancos: Huntington Bancshares, Old National Bancorp, First Horizon, M&T Bank e KeyCorp.

Todos estão testando algo chamado Cari Network: uma plataforma de depósito tokenizada construída sobre o Prividium da ZKsync. Basicamente, é uma camada de preservação de privacidade projetada especificamente para instituições financeiras:

  • Transações são verificadas sem expor os dados;
  • Concorrentes não podem ver suas posições;
  • Órgãos reguladores ainda podem auditar tudo.

Eis o motivo pelo qual isso causa um impacto diferente: O dinheiro continua segurado pelo FDIC, dentro do perímetro regulatório. O banco não muda – mas a infraestrutura que o sustenta, sim.

Liquidações de processos, que antes levavam dias, agora levam apenas segundos. E tudo funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Eu entendo, esses bancos não são o JPMorgan ou o Bank of America, estão no nível intermediário dos bancos regionais… mas, se funcionar, os grandes seguirão o exemplo.

Por fim,

3. Bitmine (BMNR) acaba de fazer três movimentos simultâneos

A Bitmine (NYSE: BMNR) liderou uma rodada de financiamento de US$ 125 milhões para a Eightco (Nasdaq: ORBS), investindo US$ 75 milhões.

A Eightco usou US$ 50 milhões desses recursos para comprar uma participação na OpenAI, dona do ChatGPT.

E enquanto tudo isso acontecia, a Bitmine aumentou silenciosamente suas reservas de ethereum (ETH), chegando a 4.595.562. Isso representa um aumento de 65.000 ETH em sete dias.

Junte tudo isso, e a leitura fica cristalina:

A BMNR não está escolhendo entre criptomoedas e inteligência artificial (IA). Estão apostando em um mundo onde os dois convergem, e usando um para financiar o outro.

Eles acumularam uma reserva financeira em Ethereum, e a usaram como plataforma de lançamento para entrar na “corrida armamentista” da IA.

O cenário macroeconômico atual é conturbado, isso é inegável.

Mas enquanto todos nós estávamos de olho nos preços do petróleo e nos mapas de guerra, a infraestrutura institucional do mundo cripto teve uma de suas maiores semanas em muito tempo.

A Mastercard está entrando nesse mercado. Os bancos estão testando depósitos on-chain. E os investidores mais experientes estão integrando criptomoedas e inteligência artificial, antes que o resto do mercado perceba.

  • VEJA MAIS: Ferramenta automatizada “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão; veja como acessar 

Variações semanais (09/03/26 a 16/03/26)

  • Bitcoin (BTC): US$ 74.294 | Var. +8,44%
  • ♦ Ethereum (ETH): US$ 2.343 | Var. +17,62%
  • 🟠 Dominância Bitcoin: 59,08% | Var. -0,11%
  • 🌐 Valor total do mercado cripto: US$ 2,32 tri | Var. +8,19%
  • 💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 315,827 bi | Var. +0,85%
  • 📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 99,595 bi | Var.+4,75%

*dados referentes ao fechamento em 16/03/26


Tópicos da semana

  • OpenSea adia lançamento do token SEA devido às condições desafiadoras de mercado: A OpenSea adiou o lançamento do token SEA, que estava previsto para 30 de março, com o cofundador Devin Finzer reconhecendo diretamente o atraso;
  • Fundação Solana lança a plataforma de agregação de ativos @tokens: A Fundação Solana lançou o @tokens, seu primeiro produto oficial, que agrega as representações fragmentadas e com múltiplas variantes de ativos estrangeiros na Solana (por exemplo, as várias versões de Bitcoin “wrapped”) em uma única camada neutra com novas APIs. A plataforma também oferece um feed de notícias com assistência de IA, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, destacando manchetes globais conectadas diretamente a ativos negociáveis relevantes na rede Solana;
  • Argentina ordena bloqueio nacional do Polymarket: Um tribunal de Buenos Aires determinou o bloqueio nacional do Polymarket após uma denúncia da loteria da cidade, citando operações de jogo não-autorizadas e a ausência de verificação de idade, o que permite a participação de menores. O órgão regulador de comunicações, ENACOM, foi instruído a coordenar a aplicação da medida com os provedores de internet (ISPs), e tanto o Google quanto a Apple foram orientados a remover os aplicativos móveis do Polymarket das lojas argentinas. A Argentina se torna o segundo país da América Latina a proibir a plataforma, depois da Colômbia, juntando-se a mais de 30 países no mundo que restringiram o acesso. A atenção aumentou após as probabilidades em um mercado do Polymarket, que acompanhava o índice de inflação de fevereiro da Argentina, mudarem bruscamente 15 minutos antes da divulgação oficial dos dados, levantando suspeitas de uso de informação privilegiada.

Gráfico da semana

Conforme demonstrado abaixo, o preço do bitcoin (BTC) está seguindo aproximadamente a tendência de 2022, no atual mercado de baixa.

Fonte: The DeFi Report

Em 2022, vimos uma recuperação de dois meses (+34%) durante o mesmo período de baixa no mercado, que coincidiu com o início da guerra entre Rússia e Ucrânia. Essa recuperação contrária à tendência foi rejeitada na média móvel de 50 semanas, e o BTC acabou despencando. Levaria quase dois anos para recuperar esse nível.

Nas últimas seis semanas, vimos uma recuperação semelhante, com o BTC subindo 22% em relação às mínimas do início de fevereiro.

A principal diferença entre 2022 e atualmente, é que, na minha visão, o BTC já entrou em território de valor justo.

Portanto, embora a queda de hoje seja semelhante àquela de 2022, creio que o mercado atual de baixa está mais avançado na formação de uma mínima macro.


Assista ao último episódio do podcast Crypto Never Sleeps aqui.

Saiba mais sobre nossos fundos de criptoativos: Empiricus Criptomoedas e Empiricus Cripto Metals Blend

Aviso obrigatório
Este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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Com criptomoedas em recuperação, ferramenta ‘buscadora de lucros’ ajuda investidores a surfar janela de oportunidade

O ano de 2026 não começou com ventos muito favoráveis ao mercado de criptomoedas. Com alta pressão vendedora e um sentimento generalizado de medo nos mercados, o bitcoin (BTC), maior criptomoeda do mundo e barômetro das demais, chegou a se aproximar dos US$ 60 mil no início de fevereiro, preço mais baixo desde outubro de 2024.

Inicialmente, parte dos especialistas associava a queda do mercado à realização de lucros dos investidores pós-rali de 2025. Mas o “banho de sangue” se consolidou especialmente após a escalada dos conflitos no Oriente Médio, que disseminaram aversão ao risco a nível global.  

Porém, nos últimos dias, o bear market parece ter ganhado um alívio. Até o fechamento desse texto, na manhã de segunda-feira (16), o bitcoin (BTC) negociava na casa dos US$ 73 mil (R$ 384 mil), uma alta de 2,5% nas últimas 24 horas.

E o BTC não foi o único a subir: o grande destaque do dia ficou por conta das altcoins. Mais especificamente, memecoins como PEPE, BONK e PENGU.

Somente a PEPE, até o fechamento desse texto, acumulava alta de quase 20% nas últimas 24 horas. Já as outras citadas, BONK e PENGU, subiam 10% e 9% no mesmo período, respectivamente.

Fonte: CoinMarketCap, consultado em 16/03/2026 às 10h50

Uma recuperação no mercado, de maneira geral, pode deixar alguns investidores mais otimistas, especialmente aqueles à espera de uma possível “luz no fim do túnel” para buscar lucros.

Porém, de acordo com o portal CoinDesk, referência em notícias do universo cripto, essa janela pode se fechar em breve. O relative strength index (índice de força relativa, em português) sugere que o mercado está “sobrecomprado” nesses ativos em alta, o que pode indicar que uma retração está próxima:

Fonte: CoinDesk, consultado em 16/03/2026

Esse caso apenas reforça a realidade de que, no mercado cripto, muitos dos “cases de sucesso” – de investidores que embolsaram grandes lucros – partem de uma janela de oportunidade. Isto é, um momento específico que, se detectado no ponto certo de entrada, pode entregar os retornos dos sonhos.

Nesse exemplo citado, investidores que compraram PEPE dentro dessas 24 horas conseguiram retornos de 20% em cima do capital inicial investido. É um número que pode significar muito, a depender das quantias envolvidas.

Porém, sabemos que nem todo investidor tem tempo hábil, ou conhecimento o suficiente, para acompanhar o mercado ao ponto de saber exatamente em quais moedas investir – e o momento exato de entrada – para buscar lucros.

E é aí que entra a uma ferramenta automatizada criada exatamente com este intuito: detectar as janelas de oportunidade com altcoins – mais especificamente, memecoins independentemente do sentimento de mercado e, assim, buscar lucros para qualquer usuário.

Memebot One Million: conheça a ferramenta programada para buscar lucros milionários com criptomoedas

O Memebot One Million é um software automatizado, cujo único objetivo é buscar lucros explosivos com memecoins para seus usuários.

Como o próprio nome da ferramenta já entrega, o foco no “milhão” é exclusivo: seus algoritmos estão programados para selecionar apenas moedas cujas operações possam transformar os investimentos iniciais em retornos de até seis dígitos em potencial.  

Enquanto o usuário pode “seguir sua vida” sem necessariamente acompanhar o mercado, o Memebot One Million trabalha em tempo real, “escaneando” o mundo das criptomoedas em busca das altcoins de maior potencial do momento.

Após selecionar os ativos, o Memebot também fica responsável pelos processos de compra e venda de forma automatizada. Da parte do investidor, basta apenas:

  • Instalar a ferramenta;
  • Entrar com os aportes financeiros;
  • Apertar “copiar” uma única vez;
  • Deixar o restante acontecer.

Começando com cerca de R$ 3,5 mil, já é possível partir em busca do milhão com o Memebot One Million

As configurações do Memebot One Million permitem que o usuário inicie com quantias relativamente baixas: o recomendado é iniciar com aportes em torno de R$ 3,5 mil.

A partir dessa quantia, a ferramenta já é capaz de buscar até R$ 1 milhão em retornos. Mas vale ressaltar que, quanto maior o rendimento-alvo do usuário, maiores os riscos e os aportes que devem ser realizados.

Versões anteriores do Memebot, lançadas em 2025 sem a configuração voltada exclusivamente para retornos milionários, conseguiram resultados expressivos com memecoins. Dentre eles, podemos citar:

  • +88,62% em BANANA31
  • +46,80% em TURBO
  • +33,77% em FLOKI
  • +28,76% em USELESS
  • +16,82% em BOME

Essas são moedas semelhantes às memecoins citadas anteriormente, que estão em alta essa semana (PEPE, BONK, PENGU). Todas foram garimpadas pelo Memebot no momento exato de captura de valorização, e trouxeram bons retornos aos usuários.

Vale lembrar que retornos passados não são garantia de retornos futuros. O mercado de criptomoedas é altamente volátil, e os investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

Apesar disso, essa é uma ferramenta desenvolvida por experts neste mercado, que permite que qualquer usuário, mesmo com pouca experiência, tenha apoio profissional para buscar os retornos desejados.

E por que investir em altcoins ao invés do bitcoin (BTC)?

Você pode até se perguntar: mas o bitcoin (BTC) não pode ser uma das moedas negociadas pelo Memebot One Million?

Bom, a questão é que o foco exclusivo da ferramenta está em buscar retornos milionários. Potenciais como este, atualmente, são encontrados em moedas menos conhecidas e de menor tamanho de mercado que o BTC.

Mesmo com as quedas registradas nos últimos meses, o bitcoin (BTC) segue com um valor de mercado gigantesco, de cerca de US$ 1,48 trilhões (R$ 7,8 trilhões).

Esse volume até permite que investidores institucionais (com bilhões em caixa disponíveis) busquem grandes lucros com seus BTCs, mas o efeito não é o mesmo para investidores pessoa física que dispõem de valores mais baixos para investir.

Encontro gratuito: conheça o Memebot One Million em detalhes na próxima segunda-feira (23)

Se você deseja conhecer o Memebot One Million em detalhes, está convidado a participar de um evento online e gratuito na próxima segunda-feira (23), a partir das 19h.

Nessa data e horário, a ferramenta será apresentada aos interessados, e você poderá decidir se a proposta faz sentido para seus objetivos como investidor.

Para aqueles que optarem por acessá-la, os novos logins da ferramenta serão liberados logo após o evento.

Para garantir seu lugar na reunião, é bem simples. Basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é gratuito:

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Stablecoins: cripto dólar USDC supera USDT em volume “real” pela primeira vez desde 2019

A stablecoin de dólar USDC, emitida pela empresa americana Circle, movimentou US$ 2,2 trilhões em volume ajustado de transações em 2026, contra US$ 1,3 trilhão da USDT, da Tether, segundo nota do banco japonês Mizuho divulgada pelo portal especializado CoinDesk. É a primeira vez que isso acontece desde 2019.

Essa métrica de volume ajustado de transações tenta medir apenas o uso econômico real dessas moedas digitais – como pagamentos, transferências internacionais e integração com serviços financeiros – deixando de fora movimentações automáticas ou puramente técnicas da rede.

As stablecoins, vale sempre lembrar, são criptomoedas que acompanham o valor de outros ativos, como dólar, real ou ouro. No caso das versões atreladas à moeda americana, cada token costuma manter paridade de 1 para 1 com o dólar.

O avanço da USDC também animou investidores com a Circle. Após os dados, o banco japonês elevou o preço-alvo das ações da empresa de US$ 100 para US$ 120. Nos últimos cinco dias, os papéis da companhia subiram cerca de 12%, para US$ 115, acumulando alta de 95% nos últimos 30 dias.

USDT se mantém na liderança

Apesar do avanço da USDC no uso real, a USDT segue líder em valor de mercado. O token da Tether responde por cerca de 57% dos US$ 321 bilhões que hoje circulam nesse setor. A USDC aparece em segundo lugar, com pouco menos de 25%.

O volume total de USDT – considerando todas as movimentações, e não apenas o volume ajustado – também é maior. E o cenário no Brasil mostra isso. Nos últimos 15 dias, brasileiros movimentaram cerca de R$ 5,1 bilhões nessa stablecoin, contra pouco mais de R$ 500 milhões em USDC, segundo dados da plataforma Índice Biscoint.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h20.

Bitcoin (BTC):  +3,64%, US$ 73.689,33

Ethereum (ETH): +7,95%, US$ 2.286,22

XRP (XRP): +4,01%, US$ 1,47

BNB (BNB): +2,69%, US$ 678,70

Solana (SOL): +6,27%, US$ 93,98

Outros destaques do mercado cripto

Tesouraria cripto brazuca ganha fôlego. A recente alta do bitcoin chegou à bolsa. As ações da OranjeBTC, considerada a maior tesouraria cripto do Brasil, subiram 11% nos últimos 30 dias, para R$ 7,14. No mesmo período, o BTC avançou cerca de 6%. Apesar do fôlego recente, o papel ainda está cerca de 70% abaixo dos R$ 24 registrados quando a empresa abriu capital, em outubro do ano passado.

Escândalo cripto na Argentina. Está rolando um baita bafafá na Argentina. O jornal Clarín, um dos maiores do país, revelou a existência de um suposto acordo de US$ 5 milhões ligado ao apoio do presidente Javier Milei à criptomoeda Libra. Esse token foi lançado no início de 2025 e chegou a ser promovido pelo político. Depois, porém, despencou de preço, deixando um monte de investidores no prejuízo.

Corretora americana pede recuperação judicial. A situação apertou para a corretora institucional de cripto Blockfills, sediada em Chicago (EUA). A empresa entrou com pedido de recuperação judicial depois de acumular perdas de cerca de US$ 75 milhões e enfrentar problemas de liquidez. A firma tem entre US$ 50 milhões e US$ 100 milhões em ativos, contra passivos que podem chegar a US$ 500 milhões. A companhia já havia suspendido saques em fevereiro e ainda enfrenta um processo por suposto uso indevido de ativos de clientes.

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É hoje (16): robô que busca lucros até de madrugada está com as inscrições abertas

Para quem se interessa por investimentos internacionais e criptomoedas, uma nova oportunidade abre nesta segunda-feira (16). O Robô 3 Rendas (R3R), desenvolvido pelo trader André Antunes e sua equipe, será liberado para um grupo de “usuários beta”.

A ferramenta tem como objetivo ajudar o investidor a explorar os ativos digitais durante a abertura dos mercados da Ásia, Europa e Estados Unidos. Assim, ele vai buscar até três vezes mais chances de renda, mesmo para investidores com pouca experiência e um valor inicial baixo.

Nos últimos 12 meses, durante sua fase de testes, este sistema foi capaz de transformar um investimento inicial de R$ 2 mil em cerca de R$ 5.960 – o que equivale a uma valorização de 198%*.

Agora, a ferramenta está prestes a ser liberada para um grupo de “usuários beta”, em parceria com a Opt.me, frente de tecnologia da Empiricus. A seguir, explico como você pode entrar para esse grupo seleto de usuários.

Entenda potencial de lucros globais do Robô Três Rendas

O R3R – Robô Três Rendas tem o objetivo de operar criptomoedas acompanhando os movimentos dos investidores globais de três dos maiores mercados do mundo:

  • Ásia, quando é noite no Brasil;
  • Europa, na madrugada;
  • EUA, pela manhã.

Isto é, enquanto a bolsa brasileira permanece fechada, o robô vai continuar operando para localizar e efetuar operações com ativos nas regiões do mundo mencionadas. Após identificá-las, o próprio software se encarrega de realizar as operações de compra e venda automaticamente.

Assim, os usuários podem triplicar as chances de renda diária. A proposta não é que o R3R realize operações de forma ininterrupta, mas que execute os movimentos específicos quando identificar oportunidades geradoras de renda.

Foi dessa forma que, durante os 12 meses de teste, o R3R gerou uma rentabilidade de 198%*, considerando os erros e acertos. É claro que, como todo investimento de renda variável e volatilidade elevada, não é possível garantir que os mesmos lucros se repetirão.

Entretanto, para Antunes, as oportunidades neste segmento tendem a ser exponencias e valores iniciais de R$ 1 mil serão suficientes para quem está disposto a começar a “molhar os pés” em investimentos internacionais.

Libere seu acesso hoje: evento gratuito de lançamento do R3R para buscar até três vezes mais chances de renda extra diária

Se essa proposta despertou seu interesse e você quer saber mais sobre o robô, porém ainda sem gastar um centavo, já reserva na sua agenda. Nesta segunda-feira (16), André Antunes disponibilizará um passo a passo explicando como acessar o sistema R3R.

Durante o evento, você também vai entender melhor a estratégia por trás da tecnologia que atua em mercados globais para capturar bons lucros. Para participar do evento de forma totalmente online e gratuita, é só clicar no botão abaixo:

*Projeção de ganhos feita com base em backtest realizado de 19/02/2025 a 20/02/2026, para um capital investido de R$ 25.000 no exemplo. A quantidade de operações pode variar conforme as condições de mercado. O R3R não garante três execuções por dia, pois foi programado para operar apenas quando os critérios e parâmetros da estratégia são atendidos.

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É hora de comprar bitcoin (BTC)? Mesmo com alta na última semana, ainda há riscos de médio prazo

À medida que o bitcoin (BTC) se institucionalizou, com a aprovação dos ETFs e empresas listadas carregando BTC em caixa, a criptomoeda pagou o preço desse amadurecimento: passou a ser negociada em maior sincronia com ações de tecnologia nas carteiras de grandes investidores. 

Como resultado, quando o setor de softwares entrou em “colapso narrativo”, arrastado pelo medo de que a inteligência artificial (IA) tornaria plataformas inteiras obsoletas, o bitcoin foi junto. Não porque seus fundamentos mudaram, mas porque os mesmos gestores que venderam software, também venderam BTC na mesma tacada. 

Agora, pela primeira vez em meses, essa dinâmica dá sinais de reversão: o bitcoin começa a ganhar momentum frente a pares importantes, como o S&P 500 e o ouro, depois de um longo período perdendo terreno em termos relativos. 

Nesta edição, especulamos sobre a pergunta de ouro: “é um bom momento para comprar bitcoin?”

Além disso, abordamos o risco de médio prazo, que ainda permanece no radar, e os dois avanços regulatórios desta semana que podem mudar o jogo para o mercado cripto. 

De olho nos últimos acontecimentos do mercado de criptomoedas

O bitcoin (BTC) segue formando fundos progressivamente mais altos. Com suporte na região dos US$ 68 mil e resistência próxima aos US$ 76 mil, o ativo opera em um intervalo que, até agora, tem sido respeitado. E, no curtíssimo prazo, as probabilidades se inclinam para o upside

O principal catalisador é o setor de softwares voltando a ganhar força (dinâmica que exploramos na edição passada, e que segue se perpetuando). E o bitcoin, que havia sido castigado pela correlação, passa a se beneficiar dela, no sentido contrário. 

O resultado é o que vemos agora: BTC voltando a performar melhor que pares importantes (S&P 500 e ouro), sugerindo que está descontado em relação a eles e começando a apresentar uma assimetria de risco, no mínimo, interessante. 

  • VEJA MAIS: Essa ferramenta automatizada “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão – veja como acessar

O horizonte de médio prazo, no entanto, ainda guarda um desafio de peso 

O vetor principal nessa janela de tempo é o conflito no Oriente Médio, em especial seus efeitos colaterais sobre o preço da energia

No centro dessa tensão, está um corredor de 33 quilômetros entre o Irã e Omã: o Estreito de Ormuz é a passagem marítima por onde transita cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo, pouco mais de 21 milhões de barris por dia.

Cada barril exportado pela Arábia Saudita, pelos Emirados Árabes, pelo Kuwait e pelo Iraque passa por lá. O que o torna, em essência, a maior torneira de energia do planeta. Quando um conflito ameaça esse canal, o mercado não espera: o preço do petróleo sobe, e isso não é um problema isolado. A alta encarece frete, produção industrial, insumos agrícolas e, em algum momento, chega ao consumidor.  

Quando isso acontece, a inflação, que parecia domesticada, volta a mostrar as garras. E o Federal Reserve (Fed), Banco Central dos Estados Unidos, se vê em um beco sem saída. 

De um lado, o mercado de trabalho nos EUA dá sinais de fraqueza, o que, em condições normais, pediria por um corte de juros, historicamente favorável ao BTC.

Mas cortar juros com petróleo nas alturas seria como jogar lenha na fogueira inflacionária, e não cortá-los arrisca aprofundar o enfraquecimento da economia. Essa combinação tem nome: estagflação. Foi o pesadelo dos anos 1970, e é o cenário que seguimos monitorando com mais atenção no médio prazo. 

Há ainda um efeito mais particular, mas igualmente relevante, que atinge o bitcoin por dentro. Minerar Bitcoin consome energia de forma intensiva. Quando o custo da energia sobe, a margem dos mineradores encolhe e, em situações de aperto, os menores, ou os mais alavancados, são forçados a vender BTC para pagar as contas.

Isso é o que o mercado chama de capitulação de mineradores, uma pressão adicional de venda que se soma ao ambiente já desafiador. 

O ponto é que o cenário atual pede leituras diferentes, dependendo de quem está do outro lado da tela. 

Para quem busca trades táticos ou investe com horizonte de longo prazo, o momento se mostra favorável: o BTC está ganhando momentum e segue com desconto significativo em relação à sua última máxima histórica. A assimetria, nesse contexto, joga a favor. 

Para quem gerencia ativamente um portfólio cripto, o recado é outro. As semanas e meses à frente carregam imprevisibilidade suficiente para justificar cautela. A título de exemplo, as carteiras gerenciadas pelo SOROS, nosso sistema proprietário de alocação, entregam performance acima do BTC ao longo de 2026, com a maior parte do portfólio em caixa e bitcoin, complementada por posições específicas em altcoins selecionadas por características idiossincráticas. 

Vale lembrar: quedas não são necessariamente ruins. Para quem tem caixa, elas são oportunidades. E quando o momento de entrar em altcoins chegar, você vai querer estar por dentro.

Bônus: Mastercard no universo cripto 

Se o curto prazo é dominado pelo momentum, e o médio prazo é dominado pelo macro, o longo prazo pertence à regulação. E a cada semana, ela avança. 

Na última quarta-feira (11), dois dos órgãos reguladores mais importantes dos EUA, SEC e CFTC, anunciaram um memorando histórico de cooperação.

Durante anos, as duas agências disputaram a jurisdição sobre os criptoativos, criando um ambiente difuso no qual ninguém sabia ao certo qual regulador consultar. O memorando não resolve tudo da noite para o dia, mas o sinal é inequívoco: o ambiente regulatório caminha em direção à clareza

A clareza regulatória tem uma consequência direta: abre espaço para que grandes instituições entrem no jogo. Não por acidente, um exemplo disso surgiu nessa mesma semana…  

A Mastercard, uma das maiores redes de pagamentos do mundo, lançou o Crypto Partner Program, iniciativa global que reúne mais de 85 empresas nativas de cripto, provedores de pagamento e instituições financeiras. O objetivo, segundo eles mesmos, é criar um ecossistema colaborativo para aplicar ativos digitais em necessidades práticas: remessas internacionais, transferências corporativas e movimentação de capital global. 

O detalhe que merece atenção não é só o produto em si, mas o que isso representa. Movimentos institucionais como esse tendem a gerar efeito de rede: quanto mais players relevantes entram, mais o ecossistema se torna atraente para o próximo.

Para o setor como um todo, o ritmo da evolução regulatória e legitimação da blockchain são os principais diferenciais para que cripto ganhe momentum frente aos outros ativos de risco. Indo direto ao ponto, mantemos bons prospectos para cripto em 2026

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$TRUMP: após queda de 96%, especialista revela novo grupo de criptomoedas que podem multiplicar até 300 vezes

Não é novidade que o presidente dos EUA, Donald Trump, é um entusiasta do mercado de criptomoedas. Antes mesmo de assumir a presidência, em 2025, o republicano já tinha uma moeda inspirada nele: a Official Trump ($TRUMP).

Desde então, a moeda passa por oscilações, reagindo tanto a acontecimentos políticos quanto à repercussão das decisões do presidente no mercado. Na última terça-feira (10), por exemplo, a criptomoeda atingiu seu menor nível histórico de cerca de US$ 2, acumulando uma queda de cerca de 96%, em relação ao pico.

Especialistas do criptomercado atribuem o movimento recente ao aumento das avaliações negativas da postura de Trump ao conflito entre Estados Unidos e Irã.

Apesar de passar por uma “maré baixa”, já houve outros períodos em que a $TRUMP ocupou as manchetes. Por exemplo, quando foi lançada, em 17 de janeiro de 2025, a moeda chegou a subir 754% (US$ 53,92) em três dias com a posse do presidente.

Assim como a moeda associada ao presidente norte-americano, outras tantas já trouxeram lucros expressivos para quem soube comprar e vender na hora certa.

Entretanto, identificar esses momentos não é uma tarefa simples. Além do mais, é compreensível que um investidor comum não tenha todo o conhecimento técnico, nem o tempo disponível, para fazer um monitoramento atento do mercado e antecipar movimentos para buscar os melhores lucros.

É pensando nisso que a Empiricus está fazendo um novo lançamento do Memebot One Million. O robô é criado para monitorar e realizar operações automatizadas nesse mercado altamente volátil.

No dia 23 de março, o projeto retorna com um objetivo ambicioso: buscar transformar investimentos iniciais de cerca de R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão – o que equivale a uma multiplicação de até 300 vezes. E essa meta tem como ponto de partida as oportunidades com potencial explosivo no universo das memecoins.

De R$ 3,5 mil a R$ 1,0 milhão: conheça a estratégia do Memebot One Million

O projeto do Memebot foi idealizado pelo especialista em criptomoedas da Empiricus Research, Valter Rebelo, com o foco de investir em memecoins. Para quem não está familiarizado com o termo, esses ativos se inspiram em fenômenos culturais da internet, como memes, celebridades ou acontecimentos populares.

As memecoins se diferenciam dos tokens tradicionais porque sua oscilação de preços está muito mais por atrelada à narrativa e a popularidade. É exatamente isso que faz com que elas sejam tão atrativas.

Por outro lado, em um mercado tão volátil, um mesmo impulso que gera valorizações explosivas também pode provocar quedas que podem ser tão rápidas quanto. Por isso, vale sempre lembrar que este se trata de um investimento arriscado e retornos passados não são garantia de lucros futuros.

É por essa razão que ter orientações de quem entende na hora de comprar e vender os ativos é fundamental para aumentar suas chances de obter resultados sólidos e relevantes. É aí que entra a proposta do Memebot One Million.

O robô foi desenvolvido para monitorar, analisar dados e tendências e executar operações com ativos que possam oferecer assimetrias interessantes de retorno. Com o valor disponível, a partir de R$ 3,5 mil, o robô vai operar em busca das oportunidades milionárias.

Novo lançamento do Memebot One Million traz mais uma novidade; confira a seguir como participar do evento gratuito e online

Cada vez buscando aprimorar os sistemas do Memebot, o lançamento está entrando em uma nova fase. Isso porque a equipe de especialistas da Empiricus agora conta com o apoio de Heloisa Mendonça.

A especialista vai integrar o projeto ao lado de Valter Rebelo e traz toda a sua expertise de mais de 6 anos trabalhando com portfólios milionários no mercado cripto.

Se você ficou interessado em conhecer mais do Memebot, a boa notícia é que o seu novo lançamento está bem próximo.

No evento de 23 de março, você vai poder entender como as operações são realizadas pelo robô. Assim, saberá com detalhes como ele pretende “cuidar” do seu portfólio de memecoins, em busca de trazer lucros que podem chegar ao patamar milionário.

Além disso, você também pode conhecer de perto uma tecnologia que executa o que seria praticamente impossível para humanos: um acompanhamento de 24 horas do mercado, a fim de identificar movimentos antes que eles se tornem consenso.

Juntos, Valter e Heloisa estão estudando a fundo o mercado de ativos digitais para selecionar as melhores oportunidades de investimento e vão te mostrar mais sobre isso no dia 23 de março.

Para se inscrever e participar do evento de forma totalmente gratuita e online, é só clicar no botão abaixo:

QUERO BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 300 VEZES COM O MEMEBOT ONE MILLION

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‘Você não está perdido, você está aqui’: O atual momento do ciclo do bitcoin (BTC) e os destaques da semana no Crypto Times

Olá, investidor e investidora! Sejam muito bem-vindos a mais uma edição da nossa newsletter semanal do Crypto Times, a editoria de criptomoedas do Money Times. Para se inscrever e receber em primeira mão em todas as manhãs de sábado, basta se inscrever aqui.

A máxima “para quem está perdido, qualquer caminho serve” nem sempre é um bom conselho a ser seguido. Ainda mais quando estamos lidando com nosso suado dinheirinho.

Sim, estar perdido é ruim, mas escolher um caminho com cuidado pode evitar que o cenário piore ainda mais.

Lembro-me de um professor de matemática, enquanto analisávamos um gráfico sobre o PIB de um país específico.

Batendo o olho, o valor de US$ 3,3 trilhões parecia muito dinheiro. Naturalmente, o dado isolado não diria muita coisa.

Quando colocado em contexto, aqueles trilhões de dólares representavam uma queda de aproximadamente 16% em relação aos 12 meses imediatamente anteriores. Se comparado a intervalos anteriores, o recuo da atividade econômica era consistente, trimestre após trimestre.

O mesmo professor apontava no quadro: “Vocês não estão perdidos. Vocês estão aqui”, e colocava o dedo cheio de giz nos tais US$ 3,3 trilhões, explicando para a turma que não havia falta de dados, mas que precisavam de mais contexto.

“É como uma placa no meio do deserto dizendo: ‘você está aqui’. Você sabe onde está, mas isso, sozinho, não quer dizer muita coisa”.

É assim que o investidor em criptomoedas tem se sentido nas últimas semanas. Sim, os preços praticamente estagnaram na faixa entre US$ 68 mil e US$ 72 mil, com poucas variações para fora desse intervalo nas últimas (muitas) semanas.

Por sorte, nosso colunista Marcello Cestari trouxe quatro gráficos contextualizados para o investidor entender exatamente onde estamos no atual ciclo do bitcoin. Recomendo fortemente que você leia e saiba como se posicionar agora.

Fique a seguir com as notícias mais lidas no Crypto Times.

Um forte abraço,

Renan Sousa, editor-assistente do Money Times.

As mais lidas da semana do bitcoin (BTC) e das criptomoedas

Por que a Solana (SOL) é a criptomoeda mais recomendada para março, segundo especialistas de seis casas de análise

A Solana (SOL) vem se consolidando como uma das principais blockchains voltadas para aplicações em grande escala, impulsionada por sua alta performance e baixo custo transacional. Por isso, ela foi a criptomoeda mais recomendada pelos especialistas ouvidos pela equipe do Crypto Times.

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Ethereum (ETH): Queda de 30% abre oportunidade de compra para março? Analistas respondem

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Polymarket se une com Palantir para lançar plataforma de previsão esportiva com IA; entenda

A plataforma utiliza o IA Vergence, uma iniciativa conjunta entre a Palantir e a TWG AI, que ajudará a “estabelecer um novo padrão para controles de integridade em mercados esportivos, voltado a prevenir, identificar e reportar atividades anômalas ou suspeitas”, segundo um anúncio feito nesta terça-feira (10).

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Eleições nos Estados Unidos podem ser catalisador de preços do bitcoin (BTC), diz Binance; entenda

As eleições de meio de mandato nos Estados Unidos (midterms, em inglês) acontecem neste ano, acirrando ainda mais a polarização entre Republicanos e Democratas por lá. E o bitcoin (BTC) pode estar no centro dessa disputa.

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Enquanto memecoin de Trump afunda 96%, especialista identifica um novo grupo de ativos que pode gerar um retorno milionário; confira

Um símbolo da política “pró-cripto”, Donald Trump antes mesmo de voltar à presidência, em 2025, já tinha uma criptomoeda em sua homenagem. De lá para cá, a Official Trump ($TRUMP) flutuou, variando com as atitudes do presidente e suas repercussões no mercado.

Na terça-feira (10), por exemplo, a moeda atingiu o seu menor nível, um tombo de 96% em relação ao pico em 2025. Especialistas do mercado enxergam que a queda se deve ao aumento de avaliações negativas do presidente republicano em face ao conflito entre EUA e Irã.

Apesar de passar por uma “maré baixa”, já houve outros períodos em que a $TRUMP ocupou as manchetes. Por exemplo, quando foi lançada, em 17 de janeiro de 2025, a moeda chegou a subir 754% (US$ 53,92) em três dias com a posse do presidente.

Assim como a moeda associada ao presidente norte-americano, outras tantas já trouxeram lucros expressivos para quem soube comprar e vender na hora certa.

Entretanto, identificar esses momentos não é uma tarefa simples. Além do mais, é compreensível que um investidor comum não tenha todo o conhecimento técnico, nem o tempo disponível, para fazer um monitoramento atento do mercado e antecipar movimentos para buscar os melhores lucros.

É pensando nisso que a Empiricus está fazendo um novo lançamento do Memebot One Million. O robô é criado para monitorar e realizar operações automatizadas nesse mercado altamente volátil.

No dia 23 de março, o projeto retorna com um objetivo ambicioso: buscar transformar investimentos iniciais de cerca de R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão – o que equivale a uma multiplicação de até 300 vezes. E essa meta tem como ponto de partida as oportunidades com potencial explosivo no universo das memecoins.

De R$ 3,5 mil a R$ 1,0 milhão: conheça a estratégia do Memebot One Million

O projeto do Memebot foi idealizado pelo especialista em criptomoedas da Empiricus Research, Valter Rebelo, com o foco de investir em memecoins. Para quem não está familiarizado com o termo, esses ativos se inspiram em fenômenos culturais da internet, como memes, celebridades ou acontecimentos populares.

As memecoins se diferenciam dos tokens tradicionais porque sua oscilação de preços está muito mais por atrelada à narrativa e a popularidade. É exatamente isso que faz com que elas sejam tão atrativas.

Por outro lado, em um mercado tão volátil, um mesmo impulso que gera valorizações explosivas também pode provocar quedas que podem ser tão rápidas quanto. Por isso, vale sempre lembrar que este se trata de um investimento arriscado e retornos passados não são garantia de lucros futuros.

É por essa razão que ter orientações de quem entende na hora de comprar e vender os ativos é fundamental para aumentar suas chances de obter resultados sólidos e relevantes. É aí que entra a proposta do Memebot One Million.

O robô foi desenvolvido para monitorar, analisar dados e tendências e executar operações com ativos que possam oferecer assimetrias interessantes de retorno. Com o valor disponível, a partir de R$ 3,5 mil, o robô vai operar em busca das oportunidades milionárias.

Novo lançamento do Memebot One Million traz mais uma novidade; confira a seguir como participar do evento gratuito e online

Cada vez buscando aprimorar os sistemas do Memebot, o lançamento está entrando em uma nova fase. Isso porque a equipe de especialistas da Empiricus agora conta com o apoio de Heloisa Mendonça.

A especialista vai integrar o projeto ao lado de Valter Rebelo e traz toda a sua expertise de mais de 6 anos trabalhando com portfólios milionários no mercado cripto.

Se você ficou interessado em conhecer mais do Memebot, a boa notícia é que o seu novo lançamento está bem próximo.

No evento de 23 de março, você vai poder entender como as operações são realizadas pelo robô. Assim, saberá com detalhes como ele pretende “cuidar” do seu portfólio de memecoins, em busca de trazer lucros que podem chegar ao patamar milionário.

Além disso, você também pode conhecer de perto uma tecnologia que executa o que seria praticamente impossível para humanos: um acompanhamento de 24 horas do mercado, a fim de identificar movimentos antes que eles se tornem consenso.

Juntos, Valter e Heloisa estão estudando a fundo o mercado de ativos digitais para selecionar as melhores oportunidades de investimento e vão te mostrar mais sobre isso no dia 23 de março.

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Bitcoin caminha para melhor semana desde setembro; memecoin de Trump sobe 50%

O conflito no Irã continua no radar dos mercados, mas o bitcoin (BTC) tem conseguido navegar relativamente bem em meio ao ambiente de tensão. Na manhã desta sexta-feira (13), a criptomoeda é negociada na faixa dos US$ 72 mil, com alta de quase 3% nas últimas 24 horas.

Se mantiver o ritmo e nenhum novo fator negativo surgir no radar, o ativo digital caminha para um ganho semanal próximo de 10% – algo que não acontece desde setembro do ano passado, segundo dados da plataforma CoinGlass.

O movimento sugere, segundo analistas, que parte dos investidores pode estar voltando a enxergar o bitcoin como um ativo de diversificação em momentos de incerteza macroeconômica. Além disso, a criptomoeda parece atravessar uma fase de consolidação de preços, após períodos recentes de maior volatilidade.

“O BTC tem demonstrado resiliência em meio ao aumento da volatilidade global e continua se beneficiando da narrativa de ativo alternativo em cenários de instabilidade geopolítica”, falou André Franco, CEO da Boost Research.

No curto prazo, porém, a expectativa para o bitcoin segue neutra a levemente negativa, segundo o especialista. É provável, falou, que o preço permaneça entre US$ 69 mil e US$ 73 mil, enquanto investidores acompanham os próximos desdobramentos do conflito no Oriente Médio e as expectativas para a política monetária global.

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Token do Trump dispara 50%

Se o dia está positivo para o bitcoin, ele começou ainda melhor para os detentores da memecoin Official Trump (TRUMP), ligada ao polêmico presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O token disparou 50% nas últimas 24 horas, para US$ 4,28, após a equipe do projeto anunciar que os maiores detentores da criptomoeda serão convidados para um jantar fechado com Trump em Mar-a-Lago, residência do político na Flórida.

O anúncio desencadeou uma corrida entre investidores – e fãs do presidente – para comprar o ativo e tentar entrar na lista dos maiores holders, condição necessária para garantir o convite.

Não é a primeira vez que algo assim acontece. O projeto já promoveu iniciativa semelhante ano passado – estratégia que, na época, gerou críticas no Congresso americano, por misturar política, celebridade e especulação no mercado cripto.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h20.

Bitcoin (BTC):  +2,80%, US$ 72.426,33

Ethereum (ETH): +3,33%, US$ 2.129,22

XRP (XRP): +2,49%, US$ 1,42

BNB (BNB): +2,43%, US$ 668,70

Solana (SOL): +3,87%, US$ 90,30

Outros destaques do mercado cripto

IOF nas stablecoins? Entidades dizem não. A possibilidade de cobrança de IOF nas stablecoins continua dando o que falar. Ontem, as entidades ABcripto, ABFintechs, Abracam, ABToken e Zetta, que representam mais de 850 empresas, divulgaram uma nota conjunta com um recado direto: a eventual tributação sobre essas criptos seria ilegal. O argumento é o seguinte: o IOF de câmbio exige a entrega efetiva de moedas fiduciárias – como real ou dólar – o que, segundo as entidades, não acontece na negociação de ativos virtuais.

Novo prazo para projeto-piloto de tokenização. A Anbima prorrogou até 27 de março as inscrições para seu projeto-piloto de tokenização. A ideia é que participantes testem, em um ambiente simulado e supervisionado, o desenvolvimento de debêntures e fundos de investimento em blockchain ou tecnologias semelhantes. A entidade pretende selecionar até 20 propostas. Detalhe: os testes serão realizados sem movimentação financeira real.

Sem moeda digital estatal nos EUA. Desde a volta de Donald Trump à Casa Branca, os EUA adotaram um discurso mais favorável à cripto – especialmente entre republicanos. Há, porém, um tipo de ativo digital que não agrada aos legisladores: as CBDCs, moedas digitais emitidas por bancos centrais. Ontem, o Senado do país aprovou por 89 votos a 10 a inclusão, em um projeto de lei sobre habitação, de uma cláusula que proíbe a criação direta ou indireta de uma CBDC. A justificativa é que a inovação financeira deve partir do setor privado – e não do governo.

Quer saber mais sobre cripto? Assine o morning call do InvestNews!

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Lucros até de madrugada? Conheça o R3R – Robô Três Rendas, que pode operar criptomoedas de forma automática

Existe uma frase bastante repetida quando o assunto é sucesso financeiro: “trabalhe enquanto eles dormem”. A mensagem por trás sugere que, em um sistema meritocrático, aqueles que se esforçam para além do padrão acabam colhendo maiores recompensas.

Embora essa lógica possa fazer sentido em alguns contextos, a realidade mostra que nem sempre todo mundo pode ou consegue renunciar ao próprio descanso e aumentar o esforço em busca de resultados superiores.

Mas e se fosse possível estabelecer uma realidade diferente, na qual uma ferramenta totalmente automática busca lucros com operações no mercado enquanto todos dormem, inclusive o próprio usuário?

Essa é a visão por trás do R3R – Robô 3 Rendas, ferramenta criada por André Antunes, trader no mercado financeiro há mais de duas décadas, e sua equipe.

R3R – Robô Três Rendas: conheça a ferramenta que busca lucros até de madrugada

O R3R – Robô Três Rendas tem o objetivo de operar no mercado de criptomoedas em diferentes horários – até mesmo de noite ou madrugada no Brasil – acompanhando os movimentos dos investidores globais de três dos maiores mercados do mundo:

  • Ásia: durante à noite no Brasil;
  • Europa: durante à madrugada no Brasil;
  • Estados Unidos: durante à manhã.

Nesses horários, a ferramenta “escaneia” o mercado cripto automaticamente, em busca de oportunidades de trade que carreguem o maior potencial de geração de lucros. Após identificá-las, o próprio software também se encarrega de realizar as operações de compra e venda.

A ideia é usufruir do fato do mercado de criptomoedas funcionar 24 horas por dia, não se limitando aos horários nos quais estamos “acordados” no Brasil, e oferecendo ao usuário muito mais oportunidades de buscar uma renda extra.

Da parte do usuário, basta apenas instalar a ferramenta em sua conta na corretora de valores. Assim, é possível aumentar em até três vezes as chances de lucros “enquanto dorme”, automaticamente, sem sacrificar seu descanso. E, durante o dia, manter o foco em suas tarefas cotidianas enquanto o robô trabalha por conta própria.

No caso, o acompanhamento dos horários de mercado da Ásia, Europa e EUA se dá mais pela maior liquidez das negociações, não necessariamente por restrições de horários – que inexistem no mercado cripto.

Até R$ 6.250 diários? Entenda potencial de lucros do R3R – Robô Três Rendas

O R3R – Robô Três Rendas passou por uma fase de testes de 12 meses, antes de culminar em seu grande dia de lançamento ao público, que será no próximo dia 16 de março.

Por meio dos testes, uma excelente notícia foi encontrada: o robô está programado para buscar bons lucros para seus usuários a partir de aportes financeiros iniciais relativamente baixos.

A partir de R$ 1 mil ou R$ 2 mil, durante a fase de testes, foi possível lucrar desde R$ 50 até R$ 6.250 diários, com operações e estratégias específicas.

Ou seja, não é necessário ser um investidor de alto patrimônio para começar a  utilizá-la. A prioridade da ferramenta é impulsionar novos investidores em busca de uma mudança de vida por meio do mercado. Como já foi o caso do próprio André Antunes.

Quem é André Antunes, idealizador do R3R – Robô Três Rendas

André Antunes, também conhecido entre seus seguidores como “Scalper”, é o trader mais seguido no Brasil, com 1,9 milhão de seguidores únicos nas mídias sociais, e carrega consigo 20 anos de experiência no mercado financeiro.

De origem humilde, por muito tempo, viveu a mesma vida que a maioria dos brasileiros: trabalhando, pagando as contas, e sobrevivendo na medida do possível.

“Quando eu era mais novo, comecei a perceber que muitas famílias viviam exatamente no mesmo padrão financeiro por gerações. Meus avós viveram assim, meus pais também. Durante muito tempo, parecia que eu ia seguir o mesmo caminho, até que eu decidi quebrar esse ciclo”, afirma.

A “quebra de ciclo” veio quando Antunes aprendeu a operar no mercado financeiro. Após quatro anos operando, já havia conquistado seu primeiro milhão.

Hoje, é multimilionário e, com toda a sua expertise de duas décadas, dedica seu tempo a ensinar seguidores e alunos o mesmo caminho da independência financeira que conquistou, especialmente pelo mundo do day trade.

Porém, sabemos que operar no mercado financeiro pelos métodos “tradicionais” exige alta dedicação de tempo. Com isso, para fazer jus à “liberdade” em “liberdade financeira”, Antunes passou a focar na criação de ferramentas proprietárias que operem no mercado de forma automática.

E desse propósito, nasceu o R3R – Robô Três Rendas, que será liberado aos seus primeiros usuários a partir da próxima segunda-feira (16), em parceria com a Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research.

Gratuito: participe de evento de apresentação do R3R na próxima segunda-feira (16)

Se você deseja conhecer mais sobre o R3R – Robô Três Rendas, está convidado a participar de um evento online e gratuito na próxima segunda-feira (16), a partir das 19h.

No evento, todos os detalhes da ferramenta serão apresentados aos participantes. Assim, você poderá tirar suas dúvidas e concluir se essa é uma oportunidade que faz sentido para seus objetivos.

Para reservar seu lugar no evento, basta clicar no botão abaixo. Lembrando que é gratuito:

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Onde estamos no ciclo do bitcoin (BTC)? Esses indicadores podem dar a resposta

Nós, do mercado de criptomoedas, acompanhamos regularmente alguns indicadores de ciclo do bitcoin (BTC). No momento, eles nos mostram que estamos em uma boa “zona de compra”. A seguir, vamos destrinchá-los.

Coinbase Bitcoin Premium Index:

Fonte: Coinglass

O cálculo desse índice é feito da seguinte maneira:

Prêmio = (Preço Coinbase – Preço médio Global) / Preço médio Global

Quando esse índice está positivo, significa que os norte-americanos estão comprando bitcoin (BTC) mais caro na Coinbase do que outros investidores ao redor do mundo. Isso normalmente sugere:

  • Forte demanda de compra nos EUA;
  • Entrada de capital institucional;
  • Alta liquidez em dólares;
  • Otimismo dos investidores.

Através desse índice, é possível ter uma noção do apetite ao risco e do nível de participação dos investidores dos Estados Unidos, acompanhando entradas e saídas do capital institucional, e coletando sinais sobre tendências de preços de curto prazo e mudanças na estrutura de mercado.

O gráfico acima condiz exatamente com o gráfico abaixo, que mostra a entrada de capital institucional nos ETFs de Bitcoin nos EUA.

Total Bitcoin Spot ETF Net Inflow:

Fonte: SoSoValue

Os dados mostram uma captação líquida positiva nas últimas 3 semanas, indicando que, apesar de todo o pessimismo de mercado e o cenário geopolítico conturbado, investidores institucionais dos EUA voltaram a acumular Bitcoin – o que pode significar que estamos em uma região favorável de compra.

Bitcoin Long-Term Holders Net Position

Outro indicador interessante de acompanhar é a posição líquida dos long-term holders (LTH) – ou seja, os detentores de Bitcoin de longo prazo. O gráfico nos permite analisar se os detentores de longo prazo estão comprando ou vendendo BTC.

Fonte: Glassnode

Apesar de termos visto uma maior pressão vendedora nos últimos meses, quando olhamos à direita do gráfico, vemos uma barrinha verde bem fina, mostrando que os investidores voltaram a acumular, o que corrobora ainda mais a tese de estarmos em uma região interessante de compra.

Média móvel do bitcoin (BTC)

Um outro indicador que gostamos de comparar é a média móvel de 200 semanas do preço do BTC versus sua cotação atual:

Fonte: TradingView

A média móvel de 200 semanas (200 SWA) virou uma referência no Bitcoin por representar o custo médio de longo prazo do mercado.

O período de 200 semanas é utilizado porque suaviza 4 anos de preço: é equivalente a cerca de 3,8 anos – praticamente um ciclo completo do Bitcoin (halving cycle) e, por isso, torna-se uma espécie de linha estrutural do ciclo.

Hoje, a média móvel de 200 semanas do indicador está na faixa dos 1,22, sinalizando que estamos em um território de “valor justo”. No bear market de 2018, o preço do BTC não caiu abaixo desse indicador. Em 2022, caiu significamente abaixo, chegando a um índice de apenas 0,68.

Abaixo, uma tabela de como interpretar essa métrica e entendermos onde estamos. Esses valores são aproximados, e precisam ser interpretados de acordo com o contexto:

No momento, acreditamos que o bear market atual é mais parecido com o de 2022.

Naquele ano, o BTC oscilou em torno da zona de “valor justo” (US$ 22 mil) por aproximadamente 5 meses antes da queda final em novembro, durante o colapso da FTX. Esse foi o caminho para o fundo.

Durante aquele período, nenhuma alta ultrapassou o suporte anterior (US$ 30 mil na época).

No atual mercado de baixa, podemos observar uma estrutura semelhante começando a se formar. Já houve duas vezes em que o preço se recuperou a partir do suporte na faixa dos US$ 60 mil.

Acredito que a resistência de alta esteja na faixa de US$ 74 mil a US$ 80 mil. Portanto, o cenário-base é de uma oscilação entre US$ 60 mil e US$ 75 mil, aproximadamente.

Ainda poderemos ver preços mais baixos dentro dessa faixa que comentei, ou seja, o mercado ainda pode oscilar um pouco mais para baixo, antes de encontrar um fundo mais claro.

Mas mesmo que isso aconteça, a realidade é que já estamos em uma região de preço que, olhando no longo prazo, dificilmente fará tanta diferença milimétrica no resultado final.

A verdade é que acertar o fundo exato é praticamente impossível, e quem investe há mais tempo no mercado aprende isso cedo ou tarde.

No fim das contas, o mais importante não é acertar o fundo em cheio, mas sim estar posicionado com racionalidade ao longo do ciclo.

  • VEJA MAIS: Ferramenta automatizada “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão – veja como acessar 

Variações semanais (02/03/26 a 09/03/26)

  • ₿ Bitcoin (BTC): US$ 68.394 | Var. 0,59%
  • ♦ Ethereum (ETH): US$ 1.992 | Var.-1,67%
  • 🟠 Dominância Bitcoin: 59,08% | Var. +1,37%
  • 🌐 Valor total do mercado cripto: US$ 2,32 tri | Var. +6,48%
  • 💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 314,235 bi | Var. +1,17%
  • 📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 95,078 bi | Var.+2,27%

*dados referentes ao fechamento em 09/03/26


Tópicos da semana

  • Strategy faz venda recorde de ações e possível compra de US$ 100 milhões em Bitcoin: A Strategy realizou uma venda recorde de ações preferenciais (STRC) para levantar capital. A operação movimentou cerca de US$ 300 milhões, recursos que fazem parte da estratégia da companhia de financiar novas compras de bitcoin (BTC). Segundo estimativas, parte desse dinheiro já pode ter sido usada para adquirir aproximadamente 1.400 BTCs, o que representaria algo próximo de US$ 100 milhões, dependendo do preço de compra.
  • Presidente da CFTC destaca ampla agenda cripto, incluindo regras sobre DeFi e prediction markets: O presidente da Commodity Futures Trading Commission (CFTC) destacou que a agência dos EUA pretende avançar em uma agenda regulatória ampla para o setor de criptomoedas, incluindo regras específicas para DeFi e prediction markets em blockchain. A proposta busca esclarecer quando desenvolvedores ou traders de protocolos DeFi precisam se registrar junto ao regulador, e como essas plataformas devem cumprir as leis existentes de derivativos.
  • Co-Fundador do Ethereum vende $158 Milhões de ETH: Um dos cofundadores do Ethereum, Jeffrey Wilcke, movimentou cerca de 79.859 ETH (aprox. US$ 158 milhões) para a exchange Kraken, o que indica que esses tokens provavelmente seriam vendidos no mercado. Após a transferência, a carteira conhecida de Wilcke ficou com cerca de 16 mil ETH, avaliados em aproximadamente US$ 30 milhões. A venda não surpreendeu analistas, já que Wilcke deixou o desenvolvimento ativo do Ethereum em 2019 e tem vendido parte de suas reservas ao longo dos anos, tendo transferido mais de US$ 500 milhões em ETH para exchanges anteriormente. Vitalik Buterin também vem reduzindo parte de suas próprias holdings em 2026 para financiar projetos e iniciativas do ecossistema, em um momento em que o preço do ETH enfrenta pressão e permanece abaixo de US$ 2.000.

“O colapso iminente para o qual ninguém está preparado”

Neste episódio do Crypto Never Sleeps, Fernando Roxo e Otávio Fakhoury entram no centro da crise global e mostram por que o avanço dos conflitos no Oriente Médio, a tensão entre Estados Unidos, Irã, China, Rússia e Taiwan, e a fragilidade do sistema financeiro podem mudar completamente o jogo para investidores.

A conversa conecta geopolítica, dívida global, crédito, commodities, ouro, prata e Bitcoin para explicar o que realmente está em risco nos próximos anos.

Assista esse episódio aqui e tire suas conclusões!

Saiba mais sobre nossos fundos de criptoativos:

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Este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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Marcello Cestari: Onde estamos no ciclo do bitcoin (BTC)? Quatro gráficos (explicados) para entender o momento

Salve, salve, meus entusiastas do mercado de criptomoedas! Hoje vamos usar uma bússola no meio da tempestade. Afinal, em que ponto do ciclo do bitcoin (BTC) estamos?

Acompanhamos alguns indicadores de ciclo e eles nos mostram que estamos em uma boa “zona de compra”.

Vamos destrinchá-los.

Coinbase Bitcoin Premium Index:

Fonte: CoinGlass

O cálculo desse índice é feito da seguinte maneira:

Prêmio = (Preço Coinbase – Preço médio Global) / Preço médio Global

Quando esse índice está positivo, significa que os norte-americanos estão pagando BTC mais caro na Coinbase do que outros investidores estão ao redor do mundo.

Assim, normalmente sugere:

  • forte demanda de compra nos EUA;
  • entrada de capital institucional;
  • alta liquidez em dólares e otimismo dos investidores.

Através desse índice dá para ter uma noção do apetite por risco e o nível de participação dos investidores dos EUA, acompanha entradas e saídas do capital institucional e fornece sinais sobre tendências de preços de curto prazo e mudanças na estrutura de mercado.

Esse gráfico acima condiz exatamente com o gráfico abaixo que mostra a entrada de capital institucional nos ETFs de bitcoin nos EUA.

Total Bitcoin Spot ETF Net Inflow:

Fonte: SoSoValue

Tivemos uma captação líquida positiva nas últimas três semanas indicando que apesar de todo esse pessimismo de mercado e cenário conturbado com todo contexto mundial, os institucionais nos EUA voltaram a acumular bitcoin, o que pode significar que estamos em uma região favorável de compra.

Além disso, outro indicador interessante de acompanharmos é a posição líquida dos detentores de bitcoin de longo prazo, os long-term holders (LTH):

Fonte: Glassnode

Esse gráfico nos permite analisar se os detentores de longo prazo estão comprando ou vendendo bitcoin e, apesar de nos últimos meses termos visto eles se desfazendo dos BTCs, quando olhamos na direita temos uma barrinha verde bem fininha nos mostrando que eles voltaram a acumular.

Corroborando ainda mais a tese de que parece estarmos em uma região interessante de compra.

Um outro indicador que gostamos de comparar é a média móvel de 200 semanas do preço do bitcoin vs preço atual do bitcoin:

Fonte: TradingView

A média móvel de 200 semanas virou uma referência no bitcoin porque representa o custo média de longo prazo do mercado.

Usamos as 200 semanas, uma vez que ela suaviza 4 anos de preço, pois 200 semanas são aproximadamente 3,8 anos que é praticamente um ciclo completo do bitcoin (halving cycle) e por isso vira uma espécie de linha estrutural do ciclo.

Hoje esse indicador está na faixa dos 1,22. Em outras palavras, ela está indicando que estamos em um território de “valor justo”.

No bear market de 2018, o preço do BTC não caiu abaixo da média móvel de 200 semanas (200 SWA).

Porém em 2022, o preço do BTC caiu significamente abaixo da média móvel de 200 semanas (200 SWA), chegando a um índice de apenas de 0,68.

Segue uma tabela de como interpretar essa métrica para termos uma noção de onde estamos:

Em resumo…

Esses valores são aproximados e precisam ser interpretados de acordo com o contexto.

No momento acreditamos que o bear market atual é mais parecido com o de 2022.

Em 2022, oscilamos em torno da zona de “valor justo” (US$ 22 mil) por aproximadamente 5 meses antes da queda final em novembro, durante o colapso da FTX. Esse foi o caminho para o fundo.

Durante esse período, não houve nenhuma alta que tenha ultrapassado o suporte anterior (US$ 30 mil na época).

No atual mercado de baixa, podemos observar uma estrutura semelhante começando a se formar. Já houve duas vezes em que o preço se recuperou a partir do suporte na faixa dos US$ 60 mil.

Acredito que a resistência de alta esteja na faixa de US$ 74 mil a US$ 80 mil.

Portanto, acredito que o cenário base é que oscilaremos entre US$ 60 mil e US$ 75 mil, aproximadamente.

Eu ainda acho que podemos ver preços mais baixos dentro dessa faixa, ou seja, o mercado ainda pode oscilar um pouco mais para baixo antes de encontrar um fundo mais claro.

Mas mesmo que isso aconteça, a realidade é que já estamos em uma região de preço que, olhando no longo prazo, dificilmente vai fazer tanta diferença milimétrica no resultado final.

A verdade é que acertar o fundo exato é praticamente impossível. Quem investe há mais tempo no mercado aprende isso cedo ou tarde.

No fim das contas, o mais importante não é acertar o fundo em cheio, mas sim estar posicionado com racionalidade ao longo do ciclo.

Forte abraço,

Marcello Calbo Cestari

Aviso obrigatório

Este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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Como declarar criptomoedas no Imposto de Renda?

O contribuinte que investe em criptomoedas precisa estar atento ao preencher a declaração do Imposto de Renda para não cair na malha fina.

Para a Receita Federal, moedas digitais são tratadas mais como bens — como carros e imóveis — do que como moeda oficial.

Na prática, a simples valorização de criptoativos não gera imposto automático. A tributação só ocorre quando há venda, troca ou outra forma de alienação com ganho de capital acima do limite de isenção.

A obrigatoriedade de declarar recai sobre o contribuinte que, em 31 de dezembro de 2025, possuía mais de R$ 5 mil em cada tipo de criptoativo, considerando o valor de aquisição.

Elias Menegale, sócio especialista em direito tributário do escritório Paschoini Advogados, recomenda que, ainda que dentro da faixa de isenção, o contribuinte informe a posse de criptomoedas caso já esteja obrigado a entregar a declaração de Imposto de Renda.

“É importante entender que existem duas coisas diferentes: a declaração e a tributação. Declarar não quer dizer que você vai ser tributado. No caso de criptomoedas, esse informe ajuda a manter a coerência patrimonial e reduzir riscos de inconsistência junto à Receita.”

  • A organização é fundamental na hora de declarar criptomoedas, já que não existe uma cotação oficial única reconhecida pelo Fisco para esse tipo de ativo.

Documentos como notas fiscais, extratos das corretoras e comprovantes de transações com detalhes de datas, valores em reais e identificação das partes envolvidas devem estar em mãos no momento de prestar contas ao Fisco.

Leia Mais: Imposto de Renda 2026: como se organizar mês a mês para declarar o ano-base 2025

Como declarar criptomoedas no Imposto de Renda?

Na declaração, o investidor deve informar os ativos na ficha “Bens e Direitos”. Veja o passo a passo:

  1. Na ficha “Bens e Direitos”, clique em “Novo”;
  2. Selecione o grupo 08 – Criptoativos e escolha o código correspondente ao tipo de moeda virtual;
  3. Informe a quantidade do ativo, a data de aquisição, o valor pago em reais e o local de custódia, indicando o nome da exchange ou carteira própria;
  4. No campo “Discriminação”, descreva a operação, incluindo a plataforma utilizada e, se for o caso, o país da corretora;
  5. Por fim, preencha a situação em 31 de dezembro do ano-calendário pelo valor de custo de aquisição em reais, sem atualização pela cotação de mercado.

Para cada tipo de criptomoeda, é necessário abrir um item separado na declaração.

A individualização por categoria é feita para preservar o custo médio de cada ativo digital, que será utilizado no cálculo de eventual ganho de capital futuro.

Caso a compra de criptomoedas tenha sido realizada fora do país, o valor precisa ser convertido para reais pela cotação PTAX do dia da aquisição.

Como funciona a tributação de criptomoedas no Imposto de Renda?

No caso das criptomoedas, o imposto só é devido quando há ganho de capital e as vendas mensais superam o limite de isenção de R$ 35 mil.

Ultrapassado esse teto, o lucro obtido na operação é tributado como ganho de capital, com alíquotas que variam de 15% a 22,5%, conforme o montante apurado.

“É importante lembrar que vendas até esse valor, mesmo que haja lucro, não gerarão imposto a pagar devido à própria faixa de isenção”, afirma Menegale.

Nesse caso, o imposto deve ser apurado no momento da venda e recolhido via DARF até o último dia útil do mês seguinte ao da operação.

Outro ponto importante é que, embora seja considerado um ativo de renda variável, a Receita Federal não permite compensar prejuízos com ganhos de outros ativos ou de meses diferentes, diferentemente do que ocorre com operações em ações.

Leia mais: Saiba como declarar doações e heranças no Imposto de Renda 2026

Como declarar criptomoedas sob custódia de corretoras estrangeiras?

Para contribuintes que possuem criptomoedas sob custódia de corretoras estrangeiras, é necessário indicar essa informação na declaração.

Na ficha “Bens e Direitos”, o investidor deve especificar se o ativo está no Brasil ou no exterior, informando o nome e o país da corretora responsável pela custódia.

Além disso, quando operações com criptoativos fora de exchanges domiciliadas no Brasil superam R$ 30 mil em um único mês, o contribuinte precisa reportá-las mensalmente à Receita Federal.

No caso de exchanges domiciliadas no Brasil, a obrigação de informar as operações é da própria plataforma.

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Em tempos de guerra, precisamos de um mercado que nunca dorme

Caro leitor, 

Nessa semana, o mercado de criptomoedas esteve em evidência – de uma forma que poucos esperavam. Não por causa de um novo recorde de preço ou anúncio regulatório, mas porque, em um momento de crise geopolítica, foi o único sistema financeiro funcionando

Quando Donald Trump anunciou o ataque dos Estados Unidos ao Irã às 4h30 de um domingo, bolsas norte-americanas estavam fechadas, futuros parados, câmbio global sem liquidez. Quem queria algum vislumbre de como o mercado reverberaria os acontecimentos, ou até mesmo tentar se antecipar, tinha uma única alternativa disponível: cripto. E foi exatamente para lá que o mundo olhou. 

Nesta edição, vamos destrinchar o que esse episódio revela sobre o papel crescente da infraestrutura on-chain, o que o bitcoin (BTC) está sinalizando tecnicamente após o rompimento dessa semana, e o dado que colocou o Fed (Federal Reserve) em uma posição desconfortável. 

Expresso Macro

Uma das perguntas mais interessantes da semana foi por que o bitcoin (BTC) conseguiu sustentar uma recuperação mesmo em meio a tanto ruído geopolítico. A resposta vem de um tema que acompanhamos juntos nas últimas semanas: a rotação dentro do setor de tecnologia norte-americano

Aos que não se recordam ou não acompanharam, em essência, o bitcoin apresenta alta correlação com o setor de software dos EUA, o que significa que, quando o segmento sofre, o BTC sofre junto.

Nesse contexto, nas últimas semanas, os mercados passaram por uma rotação setorial, impulsionada pela reavaliação de quais segmentos capturam o retorno econômico da inteligência artificial (IA).

O consenso convergiu para a visão de que hardware (semicondutores e infraestrutura física) é insubstituível no ciclo de desenvolvimento de IA, enquanto empresas de software estariam sujeitas à perda de receita caso soluções baseadas na tecnologia viessem a substituir plataformas consolidadas. Como materialização dessa narrativa, empresas de hardware subiram na bolsa, enquanto software ficou no banco dos réus.  

O detalhe importante é que tanto o índice S&P 500 quanto o Nasdaq Composite ficaram próximos das máximas históricas durante todo esse período – evidência de que o movimento não foi uma fuga generalizada do risco. 

O que começou a mudar no início de março foi a velocidade de tudo isso. O mercado havia precificado uma substituição rápida e ampla do software pela IA, mas a realidade operacional das empresas não sustenta esse ritmo.

Implementar IA em ambiente corporativo envolve compliance, auditorias, integração com sistemas legados e contratos de longo prazo que não se rescindem da noite para o dia.

A própria Anthropic reforçou esse ponto, ao destacar que suas ferramentas foram desenvolvidas para ampliar o que os softwares já fazem, não para substituí-los. A inteligência artificial, no estágio atual, é mais potencializadora do que substituta

Conforme essa percepção se dissemina, a pressão sobre o setor arrefece. E o Bitcoin, que havia sido castigado pela correlação, passa a se beneficiar no sentido contrário. O que temos agora é um movimento de recuperação em meio ao ruído geopolítico, além dos dados de emprego nos EUA (payroll) mais fracos, divulgados na última sexta-feira (6).

Porém, a duração do atual conflito geopolítico será determinante para o destino final dos preços.  

No curtíssimo prazo, temos nosso modelo proprietário apontando para um regime “risk-on” em conjunto com um setor de softwares excessivamente descontado em relação ao resto das empresas de tecnologia, o que sugere maiores probabilidades do BTC se valorizar

De olho no gráfico: bitcoin (BTC)

Durante a semana, o BTC rompeu o canal de lateralização no qual oscilava desde o início de fevereiro. O movimento chama a atenção justamente por acontecer em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio, tipo de contexto que, historicamente, costuma pressionar ativos de risco para baixo. 

O ponto mais importante agora é entender se essa recuperação representa uma mudança duradoura no comportamento do preço, ou apenas um rompimento ainda sem sustentação. Para que possamos falar com mais convicção sobre uma retomada de tendência de alta, dois sinais precisam aparecer: o preço se mantendo acima dos US$ 70 mil e a formação de fundos progressivamente mais altos, indicando que os compradores estão, de fato, assumindo o controle. 

Essa confirmação ainda não chegou. E na última sexta-feira (6), o BTC voltou a sofrer pressão após a divulgação dos dados do mercado de trabalho nos EUA, que vieram abaixo das expectativas. O problema não é só o número fraco em si: é o que ele representa para o Fed. 

Fonte: TradingView

Em uma situação de rotina, um dado fraco de emprego costuma sinalizar desaceleração econômica, o que abre espaço para o Banco Central cortar juros e estimular a atividade.

O problema é que os custos seguem subindo ao mesmo tempo. A guerra no Oriente Médio pressiona o petróleo, e petróleo mais caro encarece o frete, a produção, os insumos: tudo isso se transmite para o preço final dos produtos.

Cortar juros, nesse ambiente, arrisca jogar lenha na fogueira inflacionária. Não cortá-los pode aprofundar o enfraquecimento do mercado de trabalho. Como resultado, isso tende a fazer com que o Fed demore mais para cortar, ao menos enquanto o conflito se estender.

Do lado quantitativo, porém, o sinal mais relevante desta semana veio positivo. Um dos nossos modelos proprietários, desenvolvido para capturar mudanças de regime de longo prazo e distinguir viradas estruturais de ruídos pontuais, migrou de “risk-off” para “risk-on” no início de março.

Para contextualizar o peso desse sinal: desde o início de janeiro, o modelo operava no vermelho, uma leitura coerente com a deterioração observada ao longo de todo o período de queda, e que permitiu que as carteiras gerenciadas pelo SOROS se protegessem de cerca de 20% de queda

A inversão agora não é trivial. Vale ressaltar que isso não elimina a possibilidade de correções no curto prazo. O modelo captura tendências, não candles isolados, mas é um indicativo que merece atenção. 

Enquanto você dorme, alguém está trabalhando

Voltemos ao domingo passado de madrugada. 

Eram 4h30 da manhã do último domingo (1) quando o presidente Trump anunciou o ataque norte-americano ao Irã. Em anos anteriores, investidores que quisessem avaliar o impacto nos mercados teriam que esperar até as 18h de domingo, horário em que os futuros norte-americanos reabrem. Quase 16 horas de silêncio, sem preço, sem formação de mercado, sem nenhuma forma de agir. 

Esse domingo foi diferente. 

Hyperliquid, maior plataforma de contratos perpétuos descentralizados do mundo por volume, operou sem interrupção. E o destaque não foi a negociação de criptoativos, mas sim de petróleo bruto, ouro e outros ativos reais.

Quando a Bloomberg precisou reportar como o mercado de petróleo havia reagido ao ataque, o contrato de crude oil citado como referência de preço não era o da NYMEX ou o da ICE, mas sim o da Hyperliquid. Uma exchange descentralizada sendo usada como termômetro de commodities, em plena crise geopolítica

O ouro também encontrou seu caminho on-chain. O XAUT, versão tokenizada do ouro desenvolvida pela Tether, registrou um volume de 24 horas superior a US$ 300 milhões naquele domingo. 

Mercados preditivos como Kalshi e Polymarket bateram recordes. Por algumas horas, os mercados on-chain não eram uma alternativa ao sistema financeiro. Eram o próprio sistema financeiro

Parte do mercado interpreta esse movimento como um adiantamento: não uma reação ao passado, mas uma aposta sobre o futuro da infraestrutura financeira. 

A transição para mercados on-chain vinha sendo discutida como um processo que levaria, talvez, uma década. Algo que aconteceria pelas bordas, lentamente, sem que ninguém percebesse.

O último fim de semana comprimiu esse horizonte. Quando a crise chegou em um horário no qual o sistema tradicional estava de portas fechadas, o mercado não esperou, mas sim encontrou o caminho que estava disponível, colocando a eficiência da blockchain nos holofotes. 

Para ficar de olho, ativo da semana: HYPE

No fim de semana do ataque ao Irã, Hyperliquid foi colocada no centro da narrativa. 

Commodities figuram entre os poucos setores com performance positiva no cenário atual de desglobalização e reorganização das cadeias globais de suprimento.

Traders que querem operar esse movimento com alavancagem precisam de uma infraestrutura que as bolsas tradicionais não entregam da mesma forma: menos intermediários, menos capital imobilizado como colateral, liquidação transparente e um mercado que nunca dorme. Hyperliquid tem respondido a essa demanda, e o crescimento dos derivativos de commodities na plataforma reflete isso. 

O ambiente regulatório caminha na mesma direção. A CFTC anunciou, na última semana, a intenção de trazer os mercados de contratos perpétuos para o solo norte-americano no prazo de um mês. O presidente da agência foi direto: a gestão anterior havia empurrado essa liquidez para o exterior, e era necessário reverter esse movimento.

Para a Hyperliquid, hoje a maior plataforma de perpétuos descentralizados do mundo, construída justamente nesse mercado offshore, a abertura regulatória amplia significativamente a base de usuários potenciais. 

Destaques da semana

O bitcoin (BTC) é dinheiro ou apenas investimento?

Neste episódio da série Cripto Direto ao Ponto, eu explico. Assista clicando abaixo:

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A partir de R$ 2 mil, você já pode começar a buscar lucros de até R$ 6.250 por dia com automação que opera em 3 continentes

Um celular novo. Uma viagem curta. Algumas festas.  Essas são algumas formas de gastar R$ 2 mil e ver o dinheiro “desaparecer”. Já outra forma é guardar esse valor em uma poupança ou investimento de baixo risco – e naturalmente, com um potencial de retorno mais reduzido.

Mas, nos últimos anos, uma terceira alternativa tem chamado a atenção de quem busca fazer o dinheiro trabalhar de forma mais ativa. Isso tem acontecido através do uso de tecnologias automatizadas.

Uma delas é o R3R, que opera nos mercados de três continentes e monitora oportunidades em tempo real, 24 horas por dia. A boa notícia é que a partir de R$ 1 mil ou R$ 2 mil você já pode começar a investir na automação e buscar lucros diários de até R$ 6.250. A seguir, te conto melhor dessa oportunidade. 

Conheça o Robô 3 Rendas por Dia, que opera na Europa, Ásia e EUA

O Robô 3 Rendas por Dia, apelidado de R3R, pode ser o seu próximo passo para começar a explorar novas formas de investir com tecnologia. A ferramenta propõe aos investidores buscar até três chances de fazer renda extra diária operando com criptomoedas em mercados globais.

Para iniciar seu projeto, o trader e desenvolvedor do R3R, André Antunes, conta que refletiu: “Se você só ganha dinheiro quando está trabalhando, então o seu tempo vira o teto da sua renda. E tempo todo mundo sabe que é limitado”.

Em sua visão, a automação do R3R pode ajudar a romper com essa lógica. Em vez de depender apenas do seu salário mensal e da sua própria força de trabalho o investidor passa a contar com um sistema que monitora o mercado e executa operações automáticas por 24 horas para “completar” a renda.

A proposta aqui está centrada em três mercados globais específicos:

  • Ásia, de noite;
  • Na Europa, durante a madrugada;
  • Nos Estados Unidos, de manhã.

Enquanto um mercado fecha, outro abre. Um monitoramento do mercado de criptomoedas por 24 horas. A ideia aqui não é um robô que realiza negociações ininterruptas. O que Antunes prioriza é a identificação de oportunidades com maior potencial de renda em movimentos específicos.

De acordo com Antunes, investimentos iniciais a partir de R$ 1 mil já são suficientes para um investidor começar a “molhar os pés” com a ferramenta. Assim, é possível testar a estratégia e se expor a mercados internacionais, sem ter que dedicar uma parcela relevante das suas economias. 

Testes do R3R revelam ganhos de até R$ 6.250; confira

Antes de sua estreia ao público geral, o R3R passou por um período de testes de 12 meses. Durante o período, a ferramenta conseguiu obter uma rentabilidade acumulada de 198%, somando operações vencedoras e aquelas de desempenho negativo.

Isso significa que um investimento de R$ 2 mil teria se transformado em aproximadamente R$ 5.960 ao longo de um ano de uso da estratégia.

Ademais, olhando para os testes individualmente, foram vistos lucros de R$ 50, R$ 250, R$ 1.250 e até R$ 6.250 por dia. Esses valores, mesmo que pareçam “pequenos” inicialmente, no decorrer de 365 dias pingando na conta podem somar um montante relevante.

A lógica do sistema de Antunes está justamente na consistência. Resultados recorrentes podem se acumular e gerar um montante relevante. É sempre bom lembrar que, tal como a bolsa brasileira, mercados globais oferecem riscos e retornos passados não são garantia de retornos futuros. 

Mas para Antunes, a grande vantagem é que, enquanto o R3R opera, você pode seguir cuidando de sua vida, sem precisar abrir mão do tempo com a família, de descanso e de outras atividades que gosta. 

R3R: saiba mais sobre o Robô 3 Rendas de forma gratuita

Como detalhado acima, o R3R foi programado para operar em diferentes sessões do mercado global. Enquanto no Brasil pode ser madrugada ou noite, outros centros financeiros do mundo estão em plena atividade.

O destaque desse sistema é a sua forma de operar com criptomoedas nas sessões da Ásia, Europa e Estados Unidos – manhã, tarde e noite – 365 dias por ano.

Se você ficou interessado e quer saber mais sobre o robô, mas ainda sem gastar um centavo, salva na agenda essa oportunidade:

André Antunes anunciou que no dia 16 de março vai disponibilizar um passo a passo explicando como acessar o sistema R3R e entender melhor a estratégia por trás da tecnologia.

Para os interessados, esse será um momento fundamental para entender como os anos de experiência do trader se converteram na automação.

Para participar do evento de forma totalmente online e gratuita, é só clicar no botão abaixo:

[GRATUITO] QUERO PARTICIPAR DO EVENTO PARA CONHECER O R3R

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Solana (SOL) vira ‘coelho azarão’ das recomendações de março e outros destaques do Crypto Times

Olá, investidor e investidora! Sejam muito bem-vindos a mais uma edição da nossa newsletter semanal do Crypto Times, a editoria de criptomoedas do Money Times. Para se inscrever e receber em primeira mão em todas as manhãs de sábado, basta se inscrever aqui.

Muitos conhecem a fábula do coelho e da tartaruga. O talento natural, somado à preguiça, é um inimigo poderoso frente à constância do pequeno esforço contínuo.  

Mas o termo “coelho” vale para outras áreas também. Na corrida, por exemplo, o coelho (ou pacer) é o atleta que dá o ritmo da prova, geralmente ajudando outros corredores a atingir metas específicas de tempo.  

E o maior maratonista brasileiro era justamente um desses “coelhos”. Vanderlei Cordeiro de Lima é o único atleta do país a conquistar uma medalha na modalidade mais tradicional dos 42 km. 

Sua primeira vitória, como ele mesmo conta, foi “por acaso”.  

“Fui convidado para ser coelho na maratona de Reims. Coelho é o atleta que dita o ritmo da prova e se sacrifica para que os demais façam o resultado e atinjam marcas. Fui contratado para correr 21 km, mas estava me sentindo bem e pensei que poderia correr mais 5 ou 10 km. A partir do km 32 comecei a liderar a prova, fui até o final e ganhei”, contou o atleta, em entrevista ao UOL, em 28 de dezembro de 2017. 

Neste mês, o “coelho” da maratona das criptomoedas foi a solana (SOL), que liderou as indicações das casas de análise como a moeda com maior potencial para março.  

Os especialistas da Foxbit, Bitso, NovaDAX, Vault Capital, Coinext, Mercado Bitcoin (MB) e BTG Pactual Digital Assets (por meio da carteira moderada da casa) indicaram 18 criptomoedas para ficar de olho neste mês, com clara preferência pela SOL.  

O protocolo passou por sufocos no passado, com interrupções e ataques hackers sucessivos, que colocaram em xeque a tese da rede. Mas a reviravolta veio em 2026 e, agora, é um dos principais ecossistemas do mercado.  

Nosso compilado mensal de indicações mostra o porquê dessa preferência. Basta clicar aqui e ver o que os especialistas acham dessa criptomoeda.  

Fique agora com as notícias mais lidas no Crypto Times.  

Um forte abraço,  

Renan Sousa, editor-assistente do Money Times. 

 

MARA Holdings abre possibilidade de vender seus bitcoins (BTC) em documento enviado à SEC 

A revisão da política marca uma mudança da abordagem histórica da empresa de manter os bitcoins minerados como investimento de longo prazo, mesma visão das bitcoin treasury companies. 

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Fevereiro vermelho: ‘Investidores devem ter paciência’, afirma Itaú BBA em meio à queda das criptomoedas 

“Fevereiro foi mais um mês difícil para os criptoativos”, iniciou o Itaú BBA em relatório sobre as perspectivas para o cenário das criptomoedas em março. 

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Banco Central integra prestadoras de ativos virtuais a arcabouço regulatório de conduta e contábil 

Com a mudança, as prestadoras de serviços de criptomoedas passam a ser obrigadas a cumprir regras de estrutura de ouvidoria, política de conformidade, segurança cibernética e relacionamento com clientes, entre outras. 

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OranjeBTC (OBTC3) faz primeira compra de bitcoin (BTC) de 2026 no valor de R$ 243 mil 

Em dólares, o valor foi equivalente a US$ 47.206,70, com taxa de câmbio média de R$ 5,1495, de acordo com comunicado enviado ao mercado no último domingo (1º). Com a nova compra, as reservas totais da OranjeBTC atingiram 3.723 BTC.  

Leia mais.  

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Bitcoin (BTC) recua e perde US$ 68 mil com renovação de ameaças de Trump ao Irã

O Bitcoin (BTC) opera em leve queda na manhã deste sábado (7) após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renovar as ameaças ao Irã, apesar do anúncio da suspensão de ataques iraniano contra países vizinhos, exceto se facilitarem ataques dos EUA e de Israel contra o Irã.

O ativo, que operava acima dos US$ 68.000, perdeu força ao longo da manhã, diante dos sinais de incerteza quanto à continuidade do conflito no Oriente Médio. Trump disse que o Irã será “duramente atacado hoje”.

Segundo o presidente dos EUA, “áreas e grupos de pessoas” no Irã estão “sob séria consideração para destruição completa e morte certa”, citando o que ele chamou de “mau comportamento do Irã”.

Por volta das 10h40 (horário de Brasília), a criptomoeda caía 0,11%, a US$ 67,985.71. Na mínima, o ativo chegou a operar a US$ 67,440,80.

Em momentos de choque geopolítico, os investidores tendem a procurar ativos seguros e reduzir a exposição aos considerados mais voláteis, como as criptomoedas.

Na véspera, os investidores ainda digeriam o payroll mais fraco de fevereiro, que apontou para a destruição líquida de 92.ooo postos de emprego, diante de uma expectativa de criação de 55.000 vagas, segundo o Projeções Broadcast.

Os dados mais fracos do mercado de trabalho trouxeram dúvidas quanto à robustez da economia em um contexto de preços elevados, o que ressuscitou o fantasma da estagflação nos EUA.

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Tem R$ 2 mil parados na conta? Veja como esse valor pode virar lucros de até R$ 6.250 por dia com investimentos rodando 24 horas

Guardar dinheiro é um dos conselhos financeiros mais antigos e importantes. Ter uma reserva traz segurança, ajuda a lidar com imprevistos e permite planejar o futuro com mais tranquilidade.

Entretanto, cada vez mais pessoas têm percebido que apenas economizar ou deixar o dinheiro na poupança pode não ser suficiente para o patrimônio crescer. Felizmente, novas formas de investir estão surgindo e permitem que o dinheiro trabalhe por você. Muitas delas, inclusive, funcionam de forma automatizada, com operações 24 horas.

Esse é o caso do R3R, que a partir de R$ 1 mil ou R$ 2 mil, já pode começar a operar de maneira automatizada, nos mercados de três continentes diferentes e buscar lucros diários de até R$ 6.250. A seguir, te conto melhor dessa oportunidade.

O que é o R3R, robô que opera em três continentes?

O Robô 3 Rendas por Dia, apelidado de R3R, pode ser o seu próximo passo para começar a explorar novas formas de investir com tecnologia. A ferramenta propõe aos investidores buscar até três chances de fazer renda extra diária operando com criptomoedas em mercados globais.

Para iniciar seu projeto, o trader e desenvolvedor do R3R, André Antunes, conta que refletiu: “Se você só ganha dinheiro quando está trabalhando, então o seu tempo vira o teto da sua renda. E tempo todo mundo sabe que é limitado”.

Em sua visão, a automação do R3R pode ajudar a romper com essa lógica. Em vez de depender apenas do seu salário mensal e da sua própria força de trabalho o investidor passa a contar com um sistema que monitora o mercado e executa operações automáticas por 24 horas para “completar” a renda.

A proposta aqui está centrada em três mercados globais específicos:

  • Ásia, de noite;
  • Na Europa, durante a madrugada;
  • Nos Estados Unidos, de manhã.

Enquanto um mercado fecha, outro abre. Um monitoramento do mercado de criptomoedas por 24 horas. A ideia aqui não é um robô que realiza negociações ininterruptas. O que Antunes prioriza é a identificação de oportunidades com maior potencial de renda em movimentos específicos.

De acordo com Antunes, investimentos iniciais a partir de R$ 1 mil já são suficientes para um investidor começar a “molhar os pés” com a ferramenta. Assim, é possível testar a estratégia e se expor a mercados internacionais, sem ter que dedicar uma parcela relevante das suas economias. 

Testes do R3R revelam ganhos de até R$ 6.250; confira

Antes de sua estreia ao público geral, o R3R passou por um período de testes de 12 meses. Durante o período, a ferramenta conseguiu obter uma rentabilidade acumulada de 198%, somando operações vencedoras e aquelas de desempenho negativo.

Isso significa que um investimento de R$ 2 mil teria se transformado em aproximadamente R$ 5.960 ao longo de um ano de uso da estratégia.

Ademais, olhando para os testes individualmente, foram vistos lucros de R$ 50, R$ 250, R$ 1.250 e até R$ 6.250 por dia. Esses valores, mesmo que pareçam “pequenos” inicialmente, no decorrer de 365 dias pingando na conta podem somar um montante relevante.

A lógica do sistema de Antunes está justamente na consistência. Resultados recorrentes podem se acumular e gerar um montante relevante. É sempre bom lembrar que, tal como a bolsa brasileira, mercados globais oferecem riscos e retornos passados não são garantia de retornos futuros. 

Mas para Antunes, a grande vantagem é que, enquanto o R3R opera, você pode seguir cuidando de sua vida, sem precisar abrir mão do tempo com a família, de descanso e de outras atividades que gosta. 

R3R: saiba mais sobre o Robô 3 Rendas de forma gratuita

Como detalhado acima, o R3R foi programado para operar em diferentes sessões do mercado global. Enquanto no Brasil pode ser madrugada ou noite, outros centros financeiros do mundo estão em plena atividade.

O destaque desse sistema é a sua forma de operar com criptomoedas nas sessões da Ásia, Europa e Estados Unidos – manhã, tarde e noite – 365 dias por ano.

Se você ficou interessado e quer saber mais sobre o robô, mas ainda sem gastar um centavo, salva na agenda essa oportunidade:

André Antunes anunciou que no dia 16 de março vai disponibilizar um passo a passo explicando como acessar o sistema R3R e entender melhor a estratégia por trás da tecnologia.

Para os interessados, esse será um momento fundamental para entender como os anos de experiência do trader se converteram na automação.

Para participar do evento de forma totalmente online e gratuita, é só clicar no botão abaixo:

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Bitcoin sobe e puxa ethereum, solana e outras altcoins

O bitcoin registrou seu melhor preço em cerca de um mês ontem, impulsionado por novas compras de investidores. Mas não foi só a principal criptomoeda que subiu. As altcoins – termo usado para identificar qualquer cripto diferente do BTC – também avançaram junto.

O ethereum (ETH) sobe pouco mais de 4% nesta quinta-feira (5), para US$ 2.140, enquanto a solana (SOL) avança 2,37%, negociada acima de US$ 92. Criptomoedas menores, com menor liquidez, também registram alta. O monero (XMR), um dos principais tokens de privacidade do mercado, sobe cerca de 8%.

Quando o bitcoin sobe, ele costuma melhorar o sentimento do mercado e atrair mais capital para o setor cripto como um todo. Com mais dinheiro entrando, parte desse fluxo acaba migrando para altcoins, que muitos investidores veem como apostas com maior potencial de valorização

Além disso, houve uma leve melhora no sentimento global de risco, o que ajudou a aliviar a pressão vendedora sobre os ativos digitais.

Nos Estados Unidos, Donald Trump também se posicionou ao lado do setor cripto na disputa entre plataformas de criptomoedas e bancos sobre o pagamento de rendimento em stablecoins, o que também serviu como impulsionador.

Apesar da recuperação recente, o cenário ainda é incerto, especialmente por causa das tensões geopolíticas. Estados Unidos, Israel e Irã continuam em conflito, e novos ataques foram registrados no Oriente Médio nos últimos dias.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h20.

Bitcoin (BTC):  +2,78%, US$ 72.896,33

Ethereum (ETH): +4,25%, US$ 2.140,22

XRP (XRP): +3,06%, US$ 1,44

BNB (BNB): +1,91%, US$ 661,50

Solana (SOL): +2,37%, US$ 92,77

Outros destaques do mercado cripto

Cripto em fuga no Irã. As exchanges cripto iranianas registraram um movimento alto após os ataques aéreos de EUA e Israel no fim de semana. Entre 28 de fevereiro e 2 de março, cerca de US$ 10,3 milhões em cripto saíram dessas plataformas, segundo dados da Chainalysis. Para onde foi esse dinheiro ainda não está claro. Os fundos, segundo a empresa, podem ter sido enviados para carteiras pessoais de cidadãos, novas infraestruturas de exchanges locais ou até movimentações ligadas ao Estado.

Visa acelera no mundo cripto. A gigante de pagamentos Visa está aprofundando sua aposta em moedas digitais. A empresa ampliou sua parceria com a plataforma de infraestrutura cripto Bridge para permitir cartões Visa vinculados a stablecoins. Na prática, usuários poderão gastar stablecoins normalmente em qualquer estabelecimento que aceite Visa – uma rede com mais de 175 milhões de comerciantes no mundo. A iniciativa já está disponível em 18 países e deve chegar a mais de 100 até o fim do ano.

BC avança na regulação. Tem mais regras chegando para o mercado cripto no Brasil. O Banco Central publicou nesta semana as resoluções 552 e 553. A primeira trata de regras de governança e gestão das empresas, enquanto a segunda aborda questões contábeis. Na prática, as normas trazem mais clareza sobre as obrigações que as empresas do setor devem seguir após a nova regulação cripto, que entrou em vigor em fevereiro.

Cartórios brasileiros na blockchain. A tecnologia por trás das criptomoedas também começa a ganhar espaço nos cartórios brasileiros. Entre 2020 e 2025, pouco mais de 9 milhões de atos notariais – como escrituras públicas, procurações e certidões eletrônicas – foram registrados em blockchain. O movimento mostra como até setores tradicionais começam a embarcar na digitalização e na tokenização de documentos.

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Ouro digital? Bitcoin ignora tensão no Irã e registra melhor preço em um mês

O bitcoin (BTC) ignorou o clima de aversão ao risco provocado pelas tensões no Oriente Médio e avançou cerca de 7% nas últimas 24 horas, ultrapassando a marca dos US$ 73 mil na tarde desta quarta-feira (4). É o maior preço em um mês, segundo dados do gráfico do InvestNews.

Com exceção de algumas altcoins de menor liquidez, a maioria das criptomoedas acompanhou o movimento do ativo digital líder. O ethereum (ETH), segundo maior criptoativo do mercado, avança cerca de 8,45%, enquanto a solana (SOL) registra alta próxima de 7%.

Ana de Mattos, analista técnica e trader parceira da Ripio, afirmou que o gráfico de quatro horas do bitcoin já indicava pela manhã uma forte entrada de volume financeiro.

“Este movimento sugere captura de liquidez em busca das próximas resistências dos US$ 72.500 e US$ 75.500”, disse a especialista. Em análise técnica, resistência é um nível de preço em que a alta costuma perder força, podendo abrir espaço para uma queda.

Caso o fluxo comprador não se sustente nessa região de preços, porém, o mercado pode voltar a testar suportes mais baixos, na faixa dos US$ 60.000 e US$ 53.000, segundo Ana. Suporte é o nível de preço em que ativo costuma parar de cair e pode voltar a subir.

A valorização do bitcoin – que vinha sendo pressionado nas últimas semanas e viu sua tese de ouro digital ser questionada – começou ainda na madrugada desta quarta. O movimento ocorreu após novos fluxos positivos para os ETFs (fundos negociados em bolsa) de bitcoin nos Estados Unidos, que registraram cerca de US$ 1,4 bilhão em entradas nos últimos cinco dias, segundo dados da plataforma SoSoValue.

Esses produtos são amplamente utilizados por investidores institucionais, o que indica que o apetite desse grupo por criptomoedas voltou a ganhar força.

“Apesar do sentimento fragilizado, a estabilidade do preço do bitcoin sugere que instituições podem estar acumulando de forma silenciosa durante períodos de medo impulsionado pelo varejo”, disse Guilherme Prado, country manager da Bitget.

A recuperação das criptos ocorre mesmo em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio. O Irã sinalizou que não pretende negociar com Estados Unidos e Israel após a morte do líder supremo Ali Khamenei e indicou que o conflito pode se prolongar.

A onça-troy do ouro também avança nesta quarta-feira e é negociada a US$ 5.124, com alta de quase 1%.

Ventos de Washington

Também há ventos favoráveis vindos de Washington. Em uma postagem na rede Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou os bancos de tentar travar o avanço do Clarity Act, projeto que pretende estabelecer regras mais claras para o mercado de criptomoedas no país. O posicionamento foi interpretado por parte do mercado como um sinal de apoio ao setor.

O projeto enfrenta resistência do setor bancário porque pode permitir que stablecoins continuem oferecendo rendimento aos investidores – algo que, na visão dos bancos, poderia incentivar a saída de depósitos do sistema financeiro tradicional.

Apesar da recuperação de hoje, o cenário para o curto prazo ainda inspira cautela. Para André Franco, CEO da Boost Research, o ambiente global de risco segue pressionando o mercado.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 14h20.

Bitcoin (BTC):  +7,08%, US$ 73.020,01

Ethereum (ETH): +8,45%, US$ 2.139,10

XRP (XRP): +5,92%, US$ 1,44

BNB (BNB): +3,73%, US$ 656,90

Solana (SOL): +7,47%, US$ 91,66

Outros destaques do mercado cripto

Cripto invade São Paulo. Notícia para quem mora em São Paulo. Nos dias 18 e 19 de março, o World Trade Center São Paulo recebe o MERGE, um dos principais eventos de cripto da América Latina. A expectativa é reunir mais de 300 palestrantes e 40 expositores do Brasil e da região para discutir de tudo um pouco: mercado, tecnologia e, claro, regulação – assunto que ainda deixa muita gente com dúvida.

Grana nova no mundo cripto. As empresas brasileiras de cripto seguem atraindo investidores. A fintech Oxus Finance, que desenvolveu um agregador de stablecoins com inteligência artificial, levantou US$ 2,4 milhões em uma rodada que contou com investidores como Echo3 Participações e Underblock. A ideia é usar o dinheiro em uma solução que conecta criptomoedas ao sistema Swift, usado por bancos no mundo todo, para facilitar transferências internacionais.

Polymarket remove aposta sobre ataque nuclear. A plataforma de previsões Polymarket, que permite apostar em eventos futuros usando tokens, tirou do ar um mercado que perguntava se uma arma nuclear seria detonada ainda neste ano. A aposta, que já tinha movimentado mais de US$ 838 mil na plataforma, gerou forte reação nas redes sociais. Antes de ser removido, o próprio mercado indicava cerca de 22% de chance de uma detonação nuclear até o fim de 2026.

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É hoje (2): último dia para se preparar para evento com criptomoedas ‘embrionárias’ que vai acontecer no dia 5 de março; veja como participar

Para quem deseja acompanhar o mercado de criptomoedas de uma forma diferenciada, a partir desta segunda-feira (2), estreia uma nova oportunidade de explorar este mercado com a chance de buscar de lucros milionários.

Nesta data, a Empiricus vai reabrir as inscrições para o seu projeto voltado a este objetivo: a Incubadora de ICOs.

A abertura da incubadora nesta segunda-feira (2) não acontece por acaso. No próximo dia 5 de março, está previsto o lançamento de uma nova criptomoeda por meio de um ICO.

Antes disso, a Empiricus pretende preparar os investidores para entender os riscos, o potencial e as estratégias parase posicionar antes do lançamento.

Conheça a ‘Incubadora de ICOs’ e seu potencial de buscar lucros com criptomoedas fora do radar

ICOs, ou Ofertas Iniciais de Moedas, são lançamentos de moedas que ainda não chegaram ao “mar aberto” das exchanges, corretoras e bancos de investimento. Assim como as ações têm IPO, projetos de criptomoedas também passam por um estágio “embrionário”.

Com baixa visibilidade, esses projetos digitais são como oportunidades “escondidas” em fase inicial. Para o especialista de cripto da Empiricus, Valter Rebelo, esses ativos reservam assimetrias de retorno que podem ser muito atrativas.

No passado, moedas consolidadas como ethereum (ETH), solana (SOL) e axie infinity (AXS) passaram pelo mesmo processo de captação privada, até sua consolidação no mercado. 

Nesse ano, com a entrada gradual de bancos e outras instituições no criptomercado, além do avanço na clareza regulatória, o especialista aponta que há um horizonte ainda mais promissor para o setor dos ICOs.

Diante desse contexto, Rebelo vem estruturando a “Incubadora” para identificar tendências e dar “sinal verde” de entrada em ativos por frações de centavos.

Depois, quando esses ativos chegam nas grandes corretoras, é comum que os preços subam em questão de horas ou dias. Enquanto a demanda do mercado global gera um choque de liquidez, investidores que estavam previamente posicionados podem aproveitar para capturar lucros potencialmente ainda maiores.

Nessa janela, o especialista enxerga que podem acontecer valorizações de 1.000%, 30.000%, 50.000%, 10.000% e até mais. Isto é, um investimento de R$ 1 mil pode se transformar em R$ 300 mil, R$ 500 mil e até R$ 1 milhão.

O importante aqui, explica Rebelo, é saber se posicionar antes dessas multiplicações potenciais, para potencializar a chance de surfar em lucros exponenciais como os mencionados.

Mas aqui vai o alerta: não será toda e qualquer moeda em “pré-venda” que vai carregar o potencial de trazer os resultados que um investidor deseja.

O mercado cripto é altamente volátil e pede por cautela, portanto, o investidor não deve aportar quantias que possam afetar negativamente sua vida financeira. Além disso, multiplicações dessa escala não acontecem com frequência.

Assim, oportunidades de alto potencial, como essa, são raras e, segundo o especialista, há chances de algo similar acontecer novamente em breve. Mais especificamente, a partir do dia 5 de março.

A boa notícia é que, por meio da incubadora da Empiricus, o investidor pode contar com auxílio profissional, sem precisar descobrir sozinho como ICOs funcionam e onde exatamente investir.

[É HOJE: SAIBA COMO ACESSAR A ‘INCUBADORA DE ICOs’]

Saiba como acessar a ‘Incubadora de ICOs’ em evento gratuito hoje

Os acessos à incubadora serão liberados em breve. Essa é uma oportunidade de parar de buscar oportunidades no escuro e contar com o respaldo de um time que acompanha o mercado cripto de forma dedicada e estruturada.

As inscrições estão abertas para o encontro online e gratuito que acontecerá nessa segunda-feira (2), às 19h, para apresentar a Incubadora de ICOs da Empiricus e seu funcionamento. 

No encontro, você também terá mais detalhes de como participar do ICO do dia 5 de março.

Basta clicar aqui para registrar seu interesse gratuitamente e receber as informações direto na sua caixa de entrada:

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Na contramão do preço do bitcoin (BTC), uma outra narrativa se sobressai 

Caro leitor,

Na quarta-feira (25), o bitcoin (BTC) disparou quase 10% em poucas horas. Redes sociais vibraram: “A virada chegou”, “O fundo está formado.” Se você acompanhou o movimento com aquela mistura de alívio e ceticismo — “será que é dessa vez?” —, esta edição foi feita para você. 

A resposta curta: ainda não é a hora. Mas o mecanismo por trás dessa alta conta uma história importante sobre como o mercado de criptomoedas funciona. E o cenário macro que cercou essa semana é mais revelador do que o próprio preço. 

Nesta edição, vamos destrinchar o que provocou o rali, a mudança de regime que está redesenhando as forças por trás dos mercados, e o que tudo isso significa para o portfólio nas próximas semanas. 

Falando sobre preço 

O bitcoin (BTC) encerrou a semana dentro da mesma faixa que acompanhamos desde o início de fevereiro: entre US$ 62 mil e US$ 70 mil. No começo da semana, o ativo se arrastava próximo à banda inferior, sem convicção de compradores e sem catalisadores visíveis. 

Na quarta-feira (25), esse quadro mudou de forma abrupta. Uma combinação de otimismo quanto à divulgação de resultados da Nvidia (NVDC34) e anúncios da Anthropic elevou o ânimo do mercado, e empurrou o bitcoin de volta para a região de US$ 69–70 mil em questão de horas. O movimento foi rápido e acompanhado por volume expressivo, mas o mecanismo por trás importa mais que o preço em si. 

A alta foi um short squeeze: depois de semanas de queda, o mercado havia acumulado um volume enorme de posições apostando na continuidade da baixa. Quando o sentimento virou, essas apostas foram liquidadas em cascata, forçando recompras que empurraram o preço ainda mais para cima.

Em 24 horas, estima-se que entre US$ 300 milhões e US$ 570 milhões em posições vendidas foram liquidadas. Não foi demanda nova entrando com convicção de alta: foi a eliminação forçada de um posicionamento excessivamente pessimista. Isto é uma alta pontual, mas não uma reversão de tendência. 

Sem um fechamento consistente acima dos US$ 70 mil e sem a formação de fundos progressivamente mais altos no gráfico, a leitura técnica não muda. Nossos modelos proprietários seguem apontando para uma continuação do regime de reversão à média. 

Fonte: TradingView

Na contramão do preço, uma narrativa se sobressai

Se o bitcoin está sofrendo as consequências de ser tratado como ativo de crescimento, parte do capital não está saindo do ecossistema cripto — mas sim encontrando um novo endereço dentro dele.

Os resultados recentes da Circle, empresa por trás da stablecoin USDC, contam uma história diferente. O negócio segue em forte aceleração, e os números do mercado explicam o porquê.

As transações em stablecoins atingiram US$ 35 trilhões em 2025. Para colocar em perspectiva, o PIB dos Estados Unidos, no mesmo ano, foi de aproximadamente US$ 29 trilhões. Ou seja, o volume de transações em stablecoins foi superior ao PIB norte-americano, em um único ano.

O detalhe que não está nas manchetes: menos de 1% desse volume representou pagamentos reais. O restante é trading, arbitragem e operações financeiras on-chain. Isso não é fraqueza — é o tamanho da oportunidade ainda não realizada. A economia de stablecoins está no início de sua expansão como infraestrutura de pagamentos do mundo real.

Para que essa transição aconteça em escala, porém, um gargalo precisa ser resolvido. E ele não tem nada a ver com preço ou regulação.

O ecossistema de stablecoins, hoje, funciona como uma cidade com estradas excelentes, mas sem documentos de identidade universais. Cada serviço — uma conta, um cartão, um envio internacional — exige que o usuário prove quem é do zero.

As verificações de identidade são repetidas para cada plataforma, cada país, cada produto. A composabilidade que tornou o DeFi poderoso quebra exatamente aí. O dinheiro flui livremente entre protocolos, mas a identidade fica presa em silos isolados.

Esse gargalo tem um custo mensurável. Instituições financeiras globais gastam entre US$ 200 bilhões e US$ 280 bilhões por ano em compliance — boa parte para re-verificar informações que já existem em outro silo.

Para plataformas stablecoin-nativas, esse custo chega a consumir 20–25% do orçamento operacional total. É a infraestrutura invisível que, resolvida, destrava o crescimento de toda a camada de cima.

Há um projeto atacando exatamente esse ponto cego, com produto em operação, receita recorrente comprovada e um lançamento público para a comunidade, marcado para a próxima quinta-feira (4). Reservamos o espaço do ativo da semana para ele.

Para ficar de olho: ativo surpresa na segunda-feira (2)

Nesta edição, abrimos mão do ativo da semana para reservar esse espaço para algo maior. Nesta segunda-feira (2), apresentaremos uma oportunidade em estágio embrionário — diretamente conectada ao gargalo que descrevemos acima. Uma janela de entrada que raramente se abre, com potencial de multiplicação de até 1.000 vezes.

Vamos liberar o acesso ao passo a passo para se posicionar. Se você quiser saber mais e tiver interesse, basta clicar no link abaixo:

Novidade no canal da Empiricus: histórias que mudaram as criptomoedas

Nesta semana, inauguramos um documentário para você, que quer entender o mercado de criptoativos em um contexto histórico, que vai muito além do preço. 

Para assistir ao primeiro episódio, basta clicar aqui:

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Histórias que mudaram as criptomoedas: Empiricus lança série documental sobre Bitcoin e criptomercado; assista

Uma série documental sobre as histórias que moldaram o universo das criptomoedas estreia nesta sexta-feira (27), às 17h, na Empiricus Research. Os episódios quinzenais serão lançados diretamente no canal da casa de análise no YouTube.

Já se perguntou como nasceu o Bitcoin (BTC)?

Este é o tema do primeiro episódio, que mergulha na trajetória da criação da moeda. O documentário aborda desde a publicação do whitepaper por Satoshi Nakamoto em 2008 e os primeiros anos de desconfiança e volatilidade do ativo, até um novo ecossistema financeiro global.

Além disso, durante o vídeo, investidores terão a oportunidade de entender mais sobre:

  • Como surgiu o whitepaper do Bitcoin;
  • O que é blockchain na prática;
  • Por que o BTC é considerado descentralizado;
  • O surgimento e desaparecimento de Satoshi Nakamoto.

O episódio é apresentado pela especialista de criptomoedas da Empiricus Research, Heloisa Mendonça.

Acompanhe a nova série da Empiricus

Ao longo da série, a equipe de especialistas da Empiricus vai explorar as narrativas por trás das principais criptomoedas, assim como seus ciclos de euforia e retração, os avanços em blockchain e os impactos regulatórios que redefiniram mercados.

Além de fatos históricos, a produção oferece contexto estratégico para quem busca compreender riscos, oportunidades e tendências em ativos digitais.

Ao todo, serão 6 episódios:

  1. O nascimento do bitcoin
  2. O garoto que criou o ethereum
  3. Golpes que abalaram o mercado cripto 
  4. Os setores que movem o mundo cripto
  5. Memecoins: piada ou fortuna? O fenômeno que explodiu no mercado
  6. O futuro das criptomoedas: estamos no começo ou no fim do ciclo?

Acompanhar essa série é uma oportunidade de ampliar repertório, fortalecer a tomada de decisão e enxergar além das oscilações de curto prazo.

Para conferir o primeiro episódio, é só clicar no quadro abaixo a partir das 17h desta sexta-feira (27):

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Esta criptomoeda será lançada no dia 5 de março e pode transformar R$ 1 mil em até R$ 1 milhão se comprada na ‘pré-venda’

Depois de alguns dias em queda, o preço do bitcoin (BTC) recuperou perdas até o fechamento desse texto, na quinta-feira (26). No momento, a moeda negociava na casa dos US$ 68 mil (R$ 350 mil).

Junto com a maior criptomoeda do mundo, as demais também seguem o ritmo, refletindo um sentimento de medo no mercado de ativos digitais.

Alguns motivos explicam o momento. Nesta semana, em especial, elevadas tensões em torno do tarifaço de Donald Trump contribuíram para o aumento da aversão ao risco em geral.

Nessas situações, investidores tendem a liquidar posições em ativos de risco e buscar ativos de proteção, como o ouro – que inclusive está em tendência de alta.

O bitcoin, no momento, parece ser visto pelos investidores como um ativo exclusivamente de risco, mesmo que muitos especialistas confiram à moeda um status de “ouro digital”.

Porém, ao mesmo tempo, isso não é nenhum tipo de “fim dos tempos” para o mercado de criptomoedas. Há outros projetos que carregam potencial de valorizações “fora da curva”, independentemente do que vem ocorrendo com o BTC.

Como uma criptomoeda em especial, cujo lançamento está previsto para o próximo dia 5 de março.

Mesmo antes de seu lançamento oficial nas corretoras do mercado cripto, a moeda já chamou a atenção de grandes players do mercado. Como a Circle, maior emissora de stablecoins do mundo, que já é uma das investidoras no projeto:

Fonte: ICO Drops

A Empiricus Research, maior casa de análise financeira independente do país, também está de olho nesse lançamento.

E segundo os especialistas da casa, quem fizer parte da primeira leva de investidores a aportar nesse projeto, tem a chance de buscar lucros exponenciais – de até mil vezes o valor inicial investido – em um prazo médio de 90 dias.

No caso, o projeto não se restringe a investidores institucionais – pessoas físicas também podem surfar nesse potencial.

Qual o “segredo” para que uma moeda como essa chame a atenção de nomes importantes, e carregue alto potencial mesmo em um momento mais desfavorável no mercado?

Saiba como multiplicar em até 1.000 vezes o investimento inicial nessa nova criptomoeda em ‘pré-venda’

Dois pontos, em especial, convergem em torno dessa tese em questão, tornando-a um projeto de alto potencial para os investidores.

  • O projeto é ligado às stablecoins:

Stablecoins são criptomoedas cujo valor está indexado a uma moeda fiduciária. Atualmente, as principais negociadas são atreladas ao dólar, como a Tether (USDT).

As stablecoins têm ganhado cada vez mais espaço no mercado, especialmente com o crescimento da adoção institucional.

Como o próprio nome já diz, por serem atrelados a moedas fiduciárias, são ativos mais “estáveis” (stable) do que outros de baixo fundamento no mundo cripto. Em um mercado volátil, elas podem ser a “bola da vez”.

Ou seja, o projeto em questão vem com fundamentos sólidos, o que o diferencia do caráter mais especulativo das memecoins, por exemplo. Por isso, vemos players como a Circle, citada anteriormente, investindo oficialmente na tese.

  • Moeda em fase de “pré-venda”:

Estamos falando de uma criptomoeda que, a partir do seu lançamento no dia 5 de março, ainda estará em sua fase de “pré-venda”. Ou, como chamamos no mercado cripto, em seu ICO.

Semelhantemente aos IPOs do mercado de ações, muitas criptomoedas passam pelo ICO (Initial Coin Offering), ou “oferta inicial de moedas”, em português.

Durante um ICO, uma moeda recém-criada é aberta à captação de um seleto grupo de investidores, antes de ser oficialmente listada nas plataformas ou corretoras.

Acessando-a antes do grande público, investidores têm a chance de capturar valorizações exponenciais, já que o valor de mercado do ativo ainda está em “fase de crescimento”.

Ou seja, investidores têm a oportunidade de investir em uma tese:

  • De qualidade;
  • Com fundamentos aprofundados;
  • Ligada a uma das grandes tendências do mercado cripto em 2026;
  • Ainda em fase de ICO, com alto potencial lucrativo.

Lembrando que, para a Empiricus, será possível buscar uma multiplicação de 1.000 vezes o valor inicial investido com essa nova criptomoeda. Ou seja, com cerca de R$ 1 mil iniciais, a ideia é transformá-los em até R$ 1 milhão.

Porém, entrar em um ICO não é um processo intuitivo para qualquer um, especialmente investidores com pouca experiência no mercado cripto.

Com isso, a Empiricus não apenas recomenda a compra da moeda, como também criou uma solução voltada para este mercado, com o intuito de ajudar investidores a conhecê-lo.

Conheça a ‘incubadora de ICOs’ da Empiricus, projetada para buscar lucros explosivos ainda esse ano

A Empiricus acredita que o mercado de ICOs tem tudo para ser uma das grandes narrativas do mundo cripto em 2026. Além do projeto central desse texto, outros também podem carregar esse potencial lucrativo.

Com isso, a casa está disponibilizando novos acessos à sua “incubadora de ICOs”.

Ativa desde janeiro deste ano, a incubadora tem o objetivo de selecionar as melhores criptomoedas em ICO do momento, e compartilhar a curadoria com qualquer interessado, ensinando também como investir em cada uma delas.

Por meio da incubadora, o investidor aprende:

  • Como ICOs funcionam;
  • Quais as principais criptomoedas em ICO no momento;
  • Quais destas criptomoedas carregam maior potencial de valorização;
  • Como investir nas moedas selecionadas.

O mercado de criptomoedas é volátil, e exige bastante cautela por parte dos investidores. Nas oportunidades selecionadas, a Empiricus não recomenda aportar quantias que possam fazer falta ao seu dia a dia.

Porém, ao mesmo tempo, estamos falando de uma chance de buscar lucros raros nesse momento de mercado em especial.

E com a Empiricus, você pode contar com a ajuda de uma curadoria profissional, sem precisar investir sozinho – especialmente se você é novato no mundo cripto.

Incubadora de ICOs: inscrições para novos usuários estão abertas até segunda-feira (2)

As inscrições para os novos acessos à incubadora de ICOs da Empiricus estão abertas, mas se encerram na próxima segunda-feira (2).

Nesta data, a partir das 19h, os inscritos com antecedência estão convidados a participar de um evento online e gratuito, no qual o projeto será apresentado em todos os detalhes.

Para registrar o seu interesse, basta clicar no botão abaixo, e seguir as instruções na tela.

Essa inscrição inicial é gratuita, mas pode ser de grande valor para sua jornada no mercado:

O post Esta criptomoeda será lançada no dia 5 de março e pode transformar R$ 1 mil em até R$ 1 milhão se comprada na ‘pré-venda’ apareceu primeiro em Empiricus.

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R$ 10 viraram R$ 10.000 em 2025: conheça os bastidores desta estratégia e como ela pode se repetir a partir de 2 de março

Em 2025, quem seguiu a recomendação certa no momento certo teve a oportunidade de ver o dinheiro investido se multiplicar por mil.  

Foi o que aconteceu com um dos ICOs lançados ao longo de 2025. Uma valorização que transformou R$ 500 em R$ 500 mil… e R$ 1.000 em R$ 1 milhão.  

Agora, a equipe de criptoativos da maior casa de análise financeira do Brasil já identificou a próxima janela.  

A partir do dia 2 de março, uma lista com novas criptomoedas, com potencial de entregar valorizações de até 50.000% será lançada. E, desta vez, você pode estar posicionado antes que o mercado perceba o que está acontecendo. 

Ethereum a US$ 0,30 e axie a US$ 0,10: o padrão que mais vem gerando milionários no mercado

Se você acompanha o mercado financeiro, provavelmente já ouviu falar em IPO, a oferta inicial de ações de uma empresa na bolsa de valores. Aproveitando o conceito, um ICO funciona com a mesma lógica, mas no universo das criptomoedas.

Antes de uma moeda digital ser listada nas grandes exchanges, como Binance ou Coinbase, o ativo passa por uma fase de pré-venda onde poucos investidores têm acesso.

É nesse estágio que os maiores lucros da história do mercado cripto foram gerados.

  • Ethereum saiu de US$ 0,30 no seu ICO e chegou a ultrapassar US$ 4.900.
  • Solana foi lançada a US$ 0,25 e bateu mais de US$ 1.300.
  • Axie Infinity custava US$ 0,10 e multiplicou por mais de 1.500 vezes em um ano.

Em todos esses casos, quem entrou no ICO com pouco dinheiro teve a oportunidade de acumular centenas de milhares, ou até mesmo milhões de dólares.

A lógica por trás dessas valorizações tem nome: choque de liquidez. Quando o ativo é listado publicamente, milhões de investidores ao redor do mundo ganham acesso simultâneo à moeda.

Essa pressão de compra repentina faz o preço disparar em horas, e quem já estava posicionado captura o movimento desde o início.

Em 2025, alguns ICOs geraram valorizações de até mil vezes: o que esperar para este ano?

Em 2025, teve ICOs que entregou exatamente isso: uma valorização de 10.000% (mil vezes)

Foi uma das maiores assimetrias já registradas no mercado de ativos digitais, e uma prova concreta de que a estratégia de identificar moedas antes da listagem pode ser transformadora para quem tem acesso à boas fontes de análise.

Não por acaso, 2025 também foi o ano em que o mercado de ICOs se expandiu de forma expressiva. Segundo dados da CoinList, apenas nessa plataforma foram realizados 18 ICOs ao longo do ano.

No total, estima-se que milhares de ofertas iniciais de moedas aconteceram globalmente.

O número de oportunidades cresce, mas há dificuldade de separar os projetos sólidos dos projetos sem fundamento também. É aí que entra o papel de uma curadoria especializada.

SAIBA COMO PARTICIPAR DA PRÓXIMA JANELA DE ICOs

2 de março, potencial de até 50.000%: a próxima janela já tem data (e a Empiricus já fez a análise)

A Empiricus já identificou as próximas oportunidades para buscar retornos com ICOs.  Assim, a partir do dia 2 de março de 2026, a casa vai divulgar uma lista com as novas moedas digitais com maior potencial desta temporada.

Os analistas da casa apontam potencial de valorização de até 50.000% para quem entrar na fase inicial.

Para ter acesso a essa e às próximas recomendações com esse nível de análise, a Empiricus está abrindo as portas da sua Incubadora de ICOs.

O objetivo é simples: levar ao investidor brasileiro pessoa física a mesma qualidade de curadoria que, até então, estava restrita a fundos de venture capital e grandes players institucionais.

Por meio da Incubadora, a equipe de criptoativos da Empiricus vai analisar os projetos, avaliar as equipes de desenvolvimento, examinar a documentação técnica e o modelo de distribuição de tokens – tudo para filtrar, entre os milhares de ICOs lançados anualmente, aqueles com maior potencial real de valorização.

Cadastro gratuito: saiba como ter acesso ao passo a passo para entrar nos próximos ICOs

Para participar, basta realizar um cadastro gratuito e registrar o seu interesse. A partir daí, você vai entender como receber as análises, o passo a passo de acesso e as recomendações da equipe, incluindo os detalhes sobre a oportunidade.

Vale lembrar que retornos passados não são garantia de retornos futuros e a Incubadora de ICOs não elimina esses riscos, mas oferece análise técnica e curadoria profissional para aumentar a qualidade das decisões.

Se você quer ter a chance de estar posicionado antes que o mercado perceba, e contar com o suporte de quem está estudando a fundo esse mercado, esse tem tudo para ser o momento perfeito de agir.

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‘Não entre agora em criptomoedas’, afirma especialista — um evento programado para depois do dia 2 de março pode redefinir as oportunidades no mercado

Enquanto o mercado de criptomoedas sai de um cenário de ‘terra sem leis’ para o de regulação e grande adoção institucional, algumas estratégias já consolidadas brilham aos olhos dos investidores mais atentos. 

Talvez você não saiba, mas as maiores assimetrias do mundo cripto não estão onde a maioria das pessoas estão de olho. Para quem busca valorizações exponenciais nesse mercado, não dá para ignorar o mundo das ICOs

Neste artigo, vamos apresentar ao leitor: 

  • O que são as ICOs; 
  • Como ‘caçar’ as melhores oportunidades — estamos falando de valorizações potenciais de 1.000%, 10.000%, chegando até a 50.000%; 
  • E por que não comprar criptomoedas antes do dia 2 de março. 

Antes de qualquer coisa, é importante separar o joio do trigo: este artigo não se trata de qualquer recomendação de guru e entusiasta da internet que grava vídeos no quarto da casa dos pais. 

Trata-se de uma construção de quase 17 anos, do que hoje é considerada a maior casa de análise financeira da América Latina — a Empiricus Research.  

Em 2017, a casa de análise foi a primeira a tocar no assunto das ICOs, antes de se tornar febre entre os investidores da época. 

Agora, a casa acredita que novos ICOs com potencial de valorizar até 50.000% devem começar partir do dia 2 de março. E o time já preparou uma análise completa das melhores oportunidades.  

Saiba o que são ICOs e como utilizar essa estratégia para buscar alavancagem de patrimônio em 2026

Antes de um ativo digital entrar em uma BitgetCoinbase ou Binance da vida, ela passa por um processo de ‘pré-venda’. Uma espécie de crowdfunding do mercado financeiro.  

É como comprar um terreno em uma cidade que será construída ou, de forma similar, investir em ações de uma empresa quando estram no mercado — os famosos IPOs

Já no mercado de criptomoedas essa ‘pré-venda’, conhecida como ICO (Initial Coin Offering), consiste em, basicamente, comprar tokens com intuito de financiar o desenvolvimento de um futuro ecossistema. 

Os critérios básicos para investir em um ICO são:  

  • A narrativa é forte? 
  • Há adoção e relevância do projeto no mercado?  
  • A valorização do ativo pode transformar um investidor comum em um novo milionário?  

No passado, moedas consolidadas como ethereum (ETH)solana (SOL)axie infinity (AXS) e até o caso mais recente da ozak AI (OZ), passaram pelo mesmo processo de captação privada, até sua consolidação no mercado.  

Em 2026, com a entrada gradual de bancos e institucionais, e a crescente clareza regulatória do mercado, há um horizonte promissor para o setor dos ICOs. 

Para o leitor ter uma ideia, estamos falando de valorizações potenciais de 1.000%, 10.000%, 30.000% e, em alguns casos, chegando até a 50.000%.  

Um pequeno aporte de R$2 mil, pode se transformar em R$200 milR$600 mil, ou em até R$1 milhão

É claro que estamos falando de um mercado extremamente volátil e, portanto, com muito mais risco e que exige muita cautela. A recomendação é que não se faça um aporte tão grande, a ponto desse dinheiro fazer falta no orçamento familiar.  

Para contribuir com a jornada de investimentos e tornar tudo mais prático, criterioso e seguro, dia 2 de março a Empiricus irá dar acesso à lista de ICOs com esse potencial explosivo. 

CLIQUE AQUI PARA CONHECER A INCUBADORA E TER ACESSO À LISTA DE ICOS PROMISSORAS  

O maior ICO da história: saiba como conhecer a nova curadoria de criptomoedas a partir do dia 2 de março 

Se você está pensando em aproveitar os preços atuais das criptomoedas e ‘encher o carrinho’, a orientação é bem clara: não faça isso antes do dia 2 de março.  

O motivo? A divulgação das moedas que podem representar o maior ICO da história está para acontecer a partir do dia 2 do próximo mês. 

Se em 2025, multiplicações assim aconteceram… 

Fonte: Empiricus Crypto — ano de 2025 até dia 13/12/2025. Na primeira coluna, a valorização do ativo. Na segunda, a porcentagem de tokens, que atingiu essa valorização. Retornos passados não são garantia de retornos futuros 

Em 2026, com um cenário ainda melhor, as chances de encontrar o maior ICO da história são altíssimas.  

A verdade é que o jogo das ICOs não é só de inteligência e análise fundamentalista, mas sim de acesso à informação de qualidade e timing

lista de interessados em acessar a Incubadora de ICOs já está aberta. Ao preencher seus dados gratuitamente, você recebe as primeiras informações. Dessa forma poderá tomar uma decisão se quer se posicionar antes da liberação dos tokens para o público geral. 

Para ter acesso prioritário à divulgação dos tokens — que acontecerá no dia 2 de março —, basta clicar no botão abaixo e preencher o formulário de interesse.  

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Bitcoin enfrenta crise de identidade trilionária – e a queda vai além do preço

Há um ano, parecia impossível. Mas o bitcoin entrou em uma de suas crises mais profundas – e, desta vez, sem uma saída óbvia.

A maior criptomoeda do mundo caiu mais de 40% desde o pico, e o roteiro habitual não está funcionando. Os compradores de “queda” desapareceram, e as forças que normalmente impulsionariam uma recuperação agora jogam contra.

Um dos motivos é que os usos mais tradicionais para a cripto encontraram porto seguro em outra tese. O ouro venceu o argumento de proteção macro. As stablecoins venceram nos pagamentos internacionais. E os mercados de previsão, como o Polymarket, estão vencendo como instrumento de especulação.

O curioso é que nada disso aconteceu porque o sistema falhou com o bitcoin. Washington nunca foi tão receptivo. A adoção institucional nunca foi tão ampla e Wall Street nunca esteve tão comprometida. O bitcoin conseguiu tudo o que queria, mas não foi suficiente.

Se não é o melhor hedge, nem o melhor meio de pagamento, nem o melhor veículo especulativo — afinal, para que serve? “A narrativa central do bitcoin era ‘o número sempre sobe’ — e isso acabou”, afirma Owen Lamont, gestor da Acadian Asset Management. “Agora o número está caindo. Não é uma boa história.”

O problema da narrativa

Ao contrário de ações ou commodities, o bitcoin não tem fundamentos tradicionais. Seu valor depende essencialmente da crença e da força de histórias que atraem novos compradores. E essas histórias estão enfraquecendo.

Investidores de varejo que entraram no rali impulsionado pelas decisões de início de mandato de Donald Trump estão no prejuízo. E novos veículos especulativos estão drenando atenção do mercado cripto.

“Mercados de previsão e até bolsas de commodities estão tirando foco das criptos”, reforça Noelle Acheson, autora da newsletter Crypto is Macro Now. “Agora que o BTC virou um ‘ativo macro’, ele compete com alternativas mais fáceis de explicar para conselhos, clientes e gestores.”

A virada das stablecoins

Um sinal simbólico veio em novembro, quando Jack Dorsey anunciou que o Cash App passaria a suportar stablecoins. Durante anos, Dorsey foi um dos principais defensores corporativos do bitcoin maximalista. A mudança indicou que a corrida pelos pagamentos já havia avançado.

Em Washington, as stablecoins ganharam centralidade regulatória. O projeto bipartidário Genius Act foi aprovado com facilidade. Reguladores incentivam infraestrutura de tokens lastreados em dólar.

Dentro do próprio universo cripto, tokenização de ativos, derivativos em blockchain e pagamentos internacionais com stablecoins surgem como casos de uso robustos – nenhum deles dependente do bitcoin.

“Ninguém hoje vê o Bitcoin como mecanismo de pagamento”, disse Carlos Domingo, CEO da plataforma de tokenização Securitize.

A armadilha

Ironicamente, o enfraquecimento começou durante o próprio boom. O rali de 2025 trouxe uma onda de institucionalização: ETFs à vista, produtos estruturados, opções de curtíssimo prazo. O que deveria legitimar o ativo também retirou parte de seu misticismo.

O bitcoin deixou de ser símbolo libertário e virou mais um ticker na plataforma da corretora.

Seus defensores ainda citam a escassez programada – limite de 21 milhões de unidades, ciclos de halving. Mas no mercado moderno, a escassez relevante não é apenas de oferta, é de atenção. E a competição por atenção hoje é praticamente infinita: altcoins, derivativos de altcoins, ações tokenizadas, produtos alavancados.

‘Ouro digital’

Apesar da narrativa de “ouro digital”, o bitcoin falhou no principal teste macro recente. Mesmo com tensões geopolíticas e fraqueza do dólar, ouro e prata registraram fortes altas este ano. Já o bitcoin só caiu.

Nos últimos três meses, ETFs americanos de ouro captaram mais de US$ 16 bilhões, enquanto ETFs de bitcoin registraram cerca de US$ 3,3 bilhões em saídas líquidas, segundo dados compilados pela Bloomberg.

O valor de mercado do Bitcoin encolheu mais de US$ 1 trilhão.

“As pessoas estão percebendo que o Bitcoin é o que sempre foi: um ativo especulativo”, disse Tom Essaye, fundador da Sevens Report. “Não substitui o ouro, não é hedge contra inflação, nem proteção contra o caos.”

Efeito em empresas

Empresas como Strategy (antiga MicroStrategy) acumularam bitcoin e emitiram ações lastreadas nessas posições, criando um ciclo de valorização durante a alta. Agora o ciclo se inverteu.

As maiores empresas com tesouraria em bitcoin caíram ainda mais do que o próprio ativo. Muitas negociam abaixo do valor dos bitcoins que detêm.

E o bitcoin também perdeu parte do monopólio da adrenalina. Plataformas de previsão como Polymarket e Kalshi atraem o mesmo público que antes operava memecoins, com resultados binários, resolução rápida e eventos do mundo real. Até a Coinbase passou a oferecer contratos de previsão.

Ainda assim, nada disso significa que o bitcoin acabou.Ele continua sendo o ativo digital mais líquido e sobreviveu a crises existenciais – do colapso da Mt. Gox à proibição da mineração na China e ao crash de 2022.

Se isso é uma crise temporária ou estrutural é uma das grandes perguntas da economia digital.

@investnewsbr

Roberto Campos Neto, vice-chairman e head global de políticas públicas do Nubank, fala sobre a participação das stablecoins na dívida americana ao podcast Perspectivas, do Investnews. stablecoins nubank podcast

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Queda do bitcoin faz mercado cripto perder o equivalente a duas Petrobras

O fim de semana foi de estrago para o bitcoin (BTC) e as altcoins. A indústria de ativos digitais perdeu cerca de US$ 220 bilhões em valor de mercado entre o sábado (31) e o domingo (1º), segundo dados da plataforma CoinMarketCap. O tombo equivale a mais de duas Petrobras (PETR4), hoje avaliada em torno de US$ 98 bilhões.

A pancada nas criptomoedas reflete um combo nada amigável que tomou conta dos mercados nos últimos dias: tensões geopolíticas, incertezas sobre o rumo dos juros nos Estados Unidos, o setor de tecnologia andando em terreno instável – e levando as criptos junto – além de um dólar mais forte.

Esse cenário elevou a aversão global ao risco a níveis altos. Nessas horas, investidores tendem a reduzir exposição a ativos considerados mais voláteis – e o bitcoin e as demais criptos acabam no centro das vendas.

Um bom termômetro disso são os ETFs (fundos negociados em bolsa) à vista de BTC nos Estados Unidos. Na semana passada, esses produtos registraram quase US$ 1,5 bilhão em resgates, segundo dados da plataforma SoSoValue – o maior volume semanal de retiradas em quase um ano.

O movimento gerou burburinho no mercado cripto. Depois de ter renovado máximas recentemente, o bitcoin entrou em uma sequência mais prolongada de quedas, reacendendo um velho debate entre investidores: afinal, qual é o papel do BTC na carteira? Onde fica o argumento do “ouro digital”?

Na manhã desta segunda-feira (2), o bitcoin é negociado na faixa dos US$ 78 mil, com queda de 0,59% no dia e 11,30% nos últimos sete dias. O ethereum (ETH) cai 4,30% hoje, para US$ 2.303,11, e 20% no acumulado semanal.

“Baleias” nadam contra a maré

Apesar da pressão vendedora, há um movimento curioso por baixo da superfície.

Enquanto investidores de varejo apertam o botão de venda, muitas vezes realizando prejuízos, as chamadas “baleias” – grandes detentores de criptomoedas – aproveitam os preços mais baixos para acumular ativos, segundo dados da Glassnode divulgados pelo portal CoinDesk. O número de entidades com mais de 1.000 BTC subiu de 1.207 em outubro para 1.303 hoje.

Na prática, segundo André Franco, CEO da Boost Research, isso significa “uma transferência de riqueza das ‘mãos fracas’ para investidores de longo prazo que antecipam a recuperação do mercado”.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h30.

Bitcoin (BTC):  -0,59%, US$ 78.052,12

Ethereum (ETH): -4,30%, US$ 2.303,11

XRP (XRP): -0,32%, US$ 1,64

BNB (BNB): -0,39%, US$ 766,37

Solana (SOL): -1,33%, US$ 103,09

Outros destaques do mercado cripto

Regras do BC dão a largada. As novas regras para o mercado de criptomoedas, publicadas pelo Banco Central do Brasil no fim do ano passado, começam a valer hoje. Na prática, o BC passa a definir quem pode atuar no mercado local, quais autorizações são necessárias e como algumas criptomoedas devem ser enquadradas. Um ponto importante: as stablecoins passaram a ser tratadas como operações de câmbio.

Mais uma stablecoin brasileira no pedaço. O Brasil acaba de ganhar mais uma stablecoin atrelada ao real: a BRLN. Ela foi lançada pela empresa Núclea e deve ser usada, inicialmente, para dar suporte aos processos internos de liquidação e compensação da firma. Vale lembrar: só nos últimos dois meses, quatro stablecoins ligadas à moeda brasileira foram lançadas ou anunciadas. Somadas às que já existem, o país caminha para ter 11 stablecoins “made in Brazil”.

Visa e Mastercard jogam água fria nas stablecoins. Stablecoins estão em alta, ok. Mas gigantes dos pagamentos como Visa e Mastercard ainda veem pouco apelo dessas criptos para os pagamentos do dia a dia – ao menos por enquanto. Em calls sobre resultados, executivos das empresas disseram que, em mercados desenvolvidos, os consumidores já contam com meios digitais rápidos e eficientes para pagar, o que acaba limitando a demanda por stablecoins no varejo.

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Bolsa de Nova York quer levar Wall Street para a blockchain

Há tempos o mercado financeiro flerta com um dos principais benefícios da blockchain: funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana e de forma muito mais ágil. O problema sempre foi o mesmo: como encaixar isso num sistema cheio de regras e numa engrenagem pesada de bastidores – compensação, custódia e liquidação –, que acaba freando qualquer mudança maior. Agora, a Bolsa de Nova York (Nyse) resolveu dar um passo concreto nessa direção.

Na segunda-feira (19), como mostramos no nosso morning cripto de hoje, a gigante americana anunciou que está desenvolvendo uma plataforma para negociação e liquidação de acões e valores mobiliários tokenizados – ou seja, ativos que passam a rodar na tecnologia por trás das criptomoedas, a famosinha blockchain. A proposta é permitir que essas negociações aconteçam de forma contínua, inclusive fora do horário tradicional de pregão, com liquidação praticamente imediata.

Essas ações tokenizadas, segundo a Nyse, serão equivalentes às ações tradicionais e aos valores mobiliários digitais. Portanto, os investidores terão direito aos mesmos dividendos e direitos de voto das ações convencionais. Segundo a bolsa, esses papéis poderão ser negociados como ações “de verdade”, apenas em formato digital.

A bolsa de valores disse que ainda vai buscar as aprovações regulatórias necessárias para tirar o projeto do papel. A ideia é liberar ainda neste ano. Se isso acontecer, será a primeira vez que a Nyse terá um ambiente dedicado à negociação de ações tokenizadas.

Como funciona

O jeito como o mercado financeiro funciona hoje foi pensado para um mundo que ainda fecha as portas no fim do dia. Quando um investidor compra ou vende um ativo, o negócio até é encerrado na hora, mas a parte burocrática vem depois.

A operação precisa atravessar vários sistemas e instituições diferentes até ser oficialmente concluída, passando por corretoras, estruturas de compensação, custódia e bancos. Esse vai e vem de registros e checagens torna o processo lento e pesado.

Para piorar, o dinheiro só anda quando o sistema bancário está aberto. Fins de semana, feriados e diferenças de fuso entram na conta. Na prática, isso significa que os recursos ficam parados no meio do caminho por um tempo, o que encarece a operação e deixa as partes expostas a riscos até que tudo seja liquidado de vez. A proposta da Nyse é reduzir esse intervalo e aproximar a liquidação do momento da negociação.

É justamente aí que entra a mudança. Em vez de usar apenas a infraestrutura financeira tradicional para registrar quem comprou, quem vendeu e transferir dinheiro e ativos, a Nyse quer passar a usar blockchains (sim, várias) nessa etapa de bastidores para liquidação e custódia. A ideia é que essa tecnologia permita registrar e transferir ações de forma mais rápida e contínua.

Na prática, a bolsa vai continuar usando seu sistema tradicional – chamado Pillar –, que é o motor responsável por casar ordens de compra e venda. Mas todo o “back-end” da operação, ou seja, a parte de registro, liquidação e custódia, passa a rodar na tecnologia por trás das criptos.

A empresa informou que já está trabalhando com instituições como BNY e Citi para viabilizar depósitos tokenizados em suas câmaras de compensação.

Vale lembrar que outras empresas também “namoram” o setor cripto. No fim ano passado, a Nasdaq apresentou uma proposta formal à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC, em inglês) para permitir que ações tokenizadas e produtos negociados em bolsa (ETPs) sejam listados e negociados diretamente em sua plataforma, usando tecnologia blockchain. O CME Group também divulgou em 2025 que está explorando e testando tecnologias de tokenização.

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Bitcoin recua com risco de guerra comercial entre EUA e Europa

O bitcoin e as principais altcoins – termo usado para identificar qualquer cripto diferente do BTC – operam em queda na manhã desta segunda-feira (19), acompanhando o movimento negativo dos futuros de Nova York.

O gatilho vem da política internacional. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor tarifas contra países europeus caso a Dinamarca não aceite vender a Groenlândia.

O polêmico chefe do Executivo americano disse recentemente, em suas redes sociais, que a ilha é essencial para a segurança nacional, especialmente por causa de um projeto de sistema antimísseis do país.

Na Dinamarca, manifestantes protestam contra a investida de Trump. A União Europeia (UE), por sua vez, estuda impor tarifas de 93 bilhões de euros aos Estados Unidos ou até restringir o acesso de empresas americanas ao bloco.

Quando esse tipo de incerteza global entra em cena, os investidores tendem a reduzir exposição a ativos considerados mais arriscados, como ações e criptomoedas.

O bitcoin é negociado em queda de 2,19%, enquanto o ethereum (ETH) escorrega quase 3%. Nos EUA, o índice Dow Jones recua 0,17%, enquanto Nasdaq e S&P 500 caem 0,06%.

“No curtíssimo prazo, a incerteza macro segue elevada, especialmente com Trump adicionando novas camadas de ruído via tarifas. Isso pode limitar movimentos mais agressivos imediatamente”, disse Marco Aurelio Camargo, CIO da Vault Capital.

E a semana promete novos capítulos. A tensão comercial entre EUA e União Europeia deve ganhar ainda mais destaque no Fórum Econômico Mundial, em Davos, onde Trump e outros líderes se reúnem nos próximos dias.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h20.

Bitcoin (BTC):  -2,19%, US$ 93.128,88

Ethereum (ETH): -2,98%, US$ 3.222,10

XRP (XRP): -3,96%, US$ 1,97

BNB (BNB): -2,16%, US$ 925,24

Solana (SOL): -5,92%, US$ 133,70

Outros destaques do mercado cripto

Até a Selic foi parar na blockchain. As plataformas de previsão em blockchain estão ganhando espaço no debate político e econômico, inclusive no Brasil. Na Polymarket, por exemplo, já tem gente apostando no resultado da próxima decisão de juros do Banco Central, marcada para os dias 27 e 28 deste mês. Por enquanto, 89% dos apostadores acreditam que o Copom vai manter a taxa no nível atual. Nessas plataformas, os usuários compram tokens de “sim” ou “não” para cada cenário. Se acertarem o resultado, trocam as criptos pelo valor proporcional da aposta.

Regulação no centro do palco. Regulação é aquele assunto que nunca sai de moda no mundo cripto – e vive mudando. Entre os dias 17 e 19 de março, São Paulo recebe o MERGE, uma conferência internacional focada justamente em regulação, além de outros assuntos como Web3, blockchain e stablecoins. O encontro terá participação do Banco Central e de várias instituições que movimentam o mercado cripto brasileiro. Vale anotar na agenda.

Treta entre Coinbase e Casa Branca? A relação entre a Coinbase e a Casa Branca pode ter dado uma azedada nos últimos dias. Uma jornalista americana disse no X que o governo Trump teria ficado irritado depois que a exchange retirou seu apoio ao projeto de lei Clarity Act, por causa do risco de o texto acabar proibindo o pagamento de rendimentos com stablecoins. O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, porém, tratou de esfriar o clima: segundo ele, a Casa Branca pediu apenas que a empresa tente costurar um acordo com os bancos, que não são nada fãs da ideia de empresas cripto distribuindo “juros” aos investidores.

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Bitcoin pega embalo com ajuda dos ETFs e da inflação dos EUA

Depois de alguns dias em queda ou andando de lado, o bitcoin (BTC) acordou de melhor humor nesta quarta-feira (14) e voltou a namorar a faixa dos US$ 95 mil – movimento que respingou também nas demais criptomoedas.

Um dos impulsionadores foi a inflação ao consumidor dos Estados Unidos (CPI), que subiu 0,3% em dezembro e ficou em 2,7% em 2025. Tudo dentro do que o mercado já esperava.

“Os dados de inflação tinham potencial para funcionar como catalisador, ajudando o mercado a sair do congestionamento recente e buscar um movimento mais direciona”, disse Marco Aurelio Camargo, CIO da Vault Capital

A inflação, junto com o dado de emprego divulgado na semana passada, reforça a narrativa de que cortes de juros podem estar no horizonte – o que é sempre música para os ouvidos de quem investe em cripto e outros ativos de risco.

Agora, resta saber se o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) vai mesmo apertar o botão neste ano. Vale lembrar que Jerome Powell, presidente da instituição, anda sob uma pressão danada de Donald Trump, depois da abertura de uma investigação sobre um projeto de reforma de prédios históricos.

O empurrão dos ETFs

Outro empurrãozinho para o bom humor do mercado veio dos ETFs (fundos negociados em bolsa) de bitcoin nos EUA. Ontem, eles registraram entradas de US$ 753,7 milhões – o maior volume diário desde 7 de outubro, segundo a plataforma SoSoValue.

Esse tipo de fluxo costuma funcionar como um vento a favor para o preço do bitcoin. Quando entra mais dinheiro nos ETFs, os gestores precisam comprar BTC no mercado para montar as posições, o que aumenta a demanda e ajuda a puxar as cotações para cima.

O projeto de lei dos EUA

Além dos dados macro e do fluxo para os ETFs, há mais um ingrediente animando a indústria. Nesta quinta-feira (15), o Senado dos EUA deve votar o Clarity Act, um projeto super aguardado que busca criar um marco regulatório para o setor cripto.

Havia, porém, um trecho do texto que vinha tirando o sono dos players: a possível proibição de stablecoins pagarem rendimento. Hoje, por exemplo, quem deixa o dólar digital USDC “parado” em certas plataformas consegue algo perto de 3,5% ao ano.

Só que o clima mudou. O comitê bancário da Casa apresentou uma espécie de ajuste na proposta e, pelo que está desenhado agora, a ideia é liberar esse tipo de recompensa. Ou seja: as stablecoins ganharam uma sobrevida no jogo da renda passiva.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h40.

Bitcoin (BTC):  +3,31%, US$ 95.043,27

Ethereum (ETH): +5,15%, US$ 3.291,10

XRP (XRP): +3,03%, US$ 2,12

BNB (BNB): +2,92%, US$ 933,50

Solana (SOL): +1,83%, US$ 144,40

Outros destaques do mercado cripto

Bancos não curtem a renda passiva das stablecoins. Como era de se esperar, os bancos não estão nada animados com essa história de stablecoins pagando rendimento. O CFO do JPMorgan, Jeremy Barnum, disse que isso cria uma espécie de “sistema bancário paralelo”. Segundo ele, empresas de cripto estão oferecendo algo muito parecido com contas bancárias – rendem juros e tudo – só que sem o mesmo nível de supervisão, exigências de capital ou proteção ao investidor. Tradução: a disputa ficou séria.

Kobra entra no mundo dos NFTs. O muralista brasileiro Eduardo Kobra, conhecido no mundo todo, resolveu dar um pulo no universo cripto e transformar suas obras em tokens não fungíveis (NFTs). Para quem anda meio por fora: NFT é um bem digital único, registrado em blockchain. Esse mercado esfriou nos últimos anos, mas já viveu dias de glória – com obras sendo vendidas por milhões de dólares.

Imóvel de luxo vira token no Brasil. A onda da tokenização – o processo de transformar ativos tradicionais em tokens na blockchain – segue firme no Brasil. A startup Rooftop captou R$ 17,2 milhões com tokens imobiliários lastreados em um imóvel de alto padrão no condomínio Quinta da Baroneza, localizado entre Itatiba e Bragança Paulista, em São Paulo. Na prática, é o mercado imobiliário mergulhando cada vez mais na tecnologia por trás das criptos.

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Bitcoin patina entre cruz da morte e saídas de ETFs

O bitcoin (BTC) amanheceu andando de lado nesta sexta-feira (9), com leve alta de 0,50% nas últimas 24 horas. A análise técnica da criptomoeda e as recentes saídas de dinheiro de fundos de ativos digitais seguem limitando qualquer tentativa de alta mais robusta.

A maior criptomoeda do mercado – negociada na faixa dos US$ 90 mil hoje – continua presa na temida “cruz da morte”. Esse padrão acontece quando a média móvel de preço de 50 dias cruza para baixo da média de 200 dias.

Historicamente, esse sinal costuma estar associado a quedas. Não é uma regra escrita em pedra, mas é algo que deixa traders com o pé atrás.

Do outro lado, os ETFs (fundos negociados em bolsa) à vista de bitcoin nos Estados Unidos também seguem sob pressão. Depois de registrarem US$ 697 milhões em entradas na segunda-feira (5) – o maior volume em três meses – o fluxo virou completamente.

Nos últimos três dias, segundo a plataforma SoSoValue, esses produtos somaram US$ 1,1 bilhão em saídas. Esses movimentos costumam pesar sobre o preço e mostram que os investidores institucionais, grandes usuários desses veículos, estão adotando uma postura mais cautelosa.

“As recentes saídas de capital de ETFs continuam a refletir o rebalanceamento de portfólios, a realização de lucros após uma alta inicial e a cautela de curto prazo em meio à consolidação do mercado, em vez de uma mudança fundamental na demanda institucional”, disse Nick Ruck, diretor da LVRG Research, ao site The Block.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h30.

Bitcoin (BTC):  +0,50%, US$ 90.316,71

Ethereum (ETH): -0,51%, US$ 3.087,07

XRP (XRP): +1,22%, US$ 2,09

BNB (BNB): +0,64%, US$ 889,01

Solana (SOL): +2,74%, US$ 138,10

Outros destaques do mercado cripto

Futuros de cripto ganham novo horário na B3. Boa notícia para quem negocia derivativos de criptomoedas e ouro na B3. A partir desta sexta-feira (9), os contratos futuros de bitcoin (BIT), ethereum (ETR), solana (SOL) e ouro (GLD) passam a ser negociados desde as 8h. Além disso, a partir de 20 de abril, o horário de negociação será estendido até as 20h. Segundo a bolsa, a mudança atende a uma demanda dos próprios investidores locais.

Quase R$ 6 bi em tokenização no Brasil. A tokenização – processo de transformar ativos tradicionais em tokens na blockchain – começou 2026 em ritmo acelerado no Brasil. Só neste mês, cerca de R$ 1,5 bilhão em tokens foram emitidos, levando o volume total no país para R$ 5,85 bilhões. Até agora, os principais ativos tokenizados nos primeiros dias do ano foram debêntures e Cédulas de Crédito Bancário (CCBs).

Submundo cripto movimenta US$ 154 bilhões. Apesar do avanço da regulação, as criptomoedas ainda seguem sendo usadas em atividades ilegais. Um relatório divulgado pela Chainalysis ontem mostra que transações ligadas a crimes com ativos digitais somaram US$ 154 bilhões no ano passado, alta de 155% em relação a 2024. Segundo o estudo, as stablecoins foram os principais instrumentos usados por criminosos virtuais, respondendo por 88% de todo o volume movimentado em atividades ilícitas.

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O próximo Lehman pode ser cripto? O risco escondido nas stablecoins

As stablecoins – criptomoedas atreladas a outros ativos, como o dólar – cresceram rápido demais. Hoje, já somam um valor de mercado de cerca de US$ 317 bilhões, o equivalente a 10% dos US$ 3,1 trilhões da indústria de ativos digitais. Tradicionalmente, elas são usadas para trading. Porém, aos poucos, também vêm invadindo o sistema financeiro: aparecem em remessas internacionais, plataformas de pagamento, compra de títulos públicos e até em parcerias com gigantes como Visa e Mastercard.

É algo inovador sim – afinal, cripto é mais rápida, funciona 24 horas por dia e corta intermediários, reduzindo um bocado dos custos. Mas esse avanço todo também acende um alerta. Se essas moedas digitais estão com os braços espalhados por todo o sistema financeiro, um problema maior com seus emissores – risco inerente a qualquer empresa, especialmente num setor cuja regulação ainda está sendo construída – pode virar o estopim de um risco sistêmico. Ou seja, uma bela bagunça em escala global.

Risco sistêmico é quando o problema de uma parte do sistema tem efeito dominó e começa a derrubar o resto. Imagine um grande banco quebrando: outras instituições têm dinheiro aplicado nele, empresas dependem dele para operar, investidores entram em pânico, o crédito trava e a economia desacelera. Um exemplo clássico é a quebra do Lehman Brothers, em 2008, que tinha cerca de US$ 639 bilhões em ativos e espalhou a crise pelo mundo inteiro.

Cripto é igual? Não exatamente – mas a lógica do risco é parecida.

Se uma stablecoin grande quebrar (poucas dominam o mercado), o problema não fica restrito a ela: exchanges que usam essa moeda como base de negociação travam, fundos e empresas que guardam caixa nelas ficam com buracos no balanço e até o mercado de títulos públicos pode sentir o impacto, porque eles compõem parte do lastro delas. O filme é conhecido: pânico, vendas forçadas, contágio e crise de confiança.

“Elas (as stablecoins) se tornaram fundamentais para pagamentos, liquidação e liquidez internacional. Com o crescimento da tokenização e parcerias com bancos tradicionais, uma crise geraria um choque de liquidez imediato em empresas que as utilizam para capital de giro e pagamentos”, disse Gabriel Fioravante, professor da FIA Business School.

“Os sinais de contágio aparecem no volume investido e no interesse crescente de instituições como Morgan Stanley e Bank of America, além de empresas de pagamento como Visa, Mastercard e PayPal”, falou Humberto Aillón, professor da FIPECAFI.

Vamos por partes.

Risco de concentração extrema

Hoje, as duas maiores stablecoins mercado – a USDT e a USDC – concentram 82% do valor de mercado das stablecoins. A USDT, sozinha, abocanha pouco mais da metade – 58,68%. É uma gigante cripto. Isso cria um problema simples: se essas duas empresas tiverem problemas, quase todo o mercado sente. É o clássico problema de “too big to fail” no mundo cripto.

E não existe “banco central das stablecoins”. Em crises do sistema tradicional, essas entidades podem comprar títulos públicos, ativos privados, injetar liquidez no sistema, abrir linha de crédito etc. Mas no caso das stablecoins, não há nada disso.

Volatilidade e risco de corrida

Mesmo prometendo estabilidade, stablecoins podem perder a paridade se houver dúvidas sobre reservas ou governança. Em crises, investidores correm para sair ao mesmo tempo. Como nem todos conseguem resgatar direto no emissor, vendem no mercado com desconto, alimentando o pânico.

Isso já aconteceu.

A Tether, emissora da USDT, já perdeu a paridade em momentos de estresse. No fim do ano passado, a S&P Global Ratings, uma das principais agências de classificação de risco do mundo, rebaixou a capacidade da moeda de manter o vínculo com o dólar para a pior nota da escala, citando justamente falta de transparência e maior risco dos ativos.

Impacto no mercado de títulos públicos

Hoje, stablecoins já detêm cerca de 2% de todos os T-bills (títulos americanos de curto prazo), segundo relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) publicado no final do ano passado. Veja o caso da Tether. Seu último balanço mostra US$ 127 bilhões em treasuries – mais do que a Alemanha. É ótimo para o governo dos EUA, que tem cada vez mais compras de sua dívida. No entanto, apontou o FMI, isso também pode ser um problema.

Se continuarem crescendo, disse a entidade, eles podem distorcer o funcionamento desse mercado, pressionando os juros (rendimento) para baixo. Pior: em caso de corrida, o emissor teria de vender enormes volumes de títulos de uma vez, causando “fire sales” (venda forçada e apressada de ativos) e bagunçando mercados que são a base do sistema financeiro e da política monetária.

“Uma deterioração grave nesses mercados poderia potencialmente exigir a intervenção do banco central. Além disso, uma deterioração no mercado de títulos do Tesouro poderia impactar negativamente a capacidade do governo de captar recursos”, disse a entidade.

Concorrência com depósitos bancários

Se stablecoins se tornarem amplamente usadas fora do sistema bancário tradicional (por exemplo, em pagamentos ou reservas de valor), isso pode reduzir depósitos bancários – o que enfraquece uma fonte tradicional de financiamento para bancos, segundo o FMI. Essa perda de depósitos pode, em teoria, reduzir a capacidade dos bancos de emprestar à economia e aumentar o custo do crédito se os bancos tiverem que substituir esses depósitos por fontes de financiamento mais caras

Em países frágeis, stablecoins em dólar podem substituir a moeda local rapidamente. Isso poderia enfraquecer o controle do banco central sobre juros e liquidez, reduz a arrecadação de senhoriagem (o “lucro” que um governo obtém ao emitir dinheiro) e dificulta a política monetária, ainda segundo a entidade. E isso pode acontecer muito mais rápido do que a dolarização tradicional, porque stablecoins funcionam via celular e internet.

Regulação poderia dar um help?

A regulação normalmente chega depois da tecnologia – e no caso das stablecoins isso tem se confirmado. Regras e supervisão ainda variam muito entre países, o que pode ser um problema sério se algo der errado.

Alguns países e blocos já avançaram: exigem reservas um pouco mais transparentes, mecanismos de resgate e proteção ao cliente, e estabeleceram frameworks específicos para moedas digitais. No ano passado, os Estados Unidos publicaram a Genius Act, visto por analistas como um grande avanço para o setor. Também tem a regulamentação de mercados de ativos digitais europeia, a MiCA. Enquanto isso, outros países ainda estão no começo – ou sequer têm legislação clara.

Essa desigualdade, segundo o Banco Central Europeu (BCE), cria lacunas regulatórias que podem ser exploradas por emissores de stablecoins escolhendo operar em lugares com regras mais leves. Falando especificamenteo do bloco, a entidade disse seguinte:

“As discrepâncias globais entre as jurisdições constituem a principal fonte de risco das stablecoins para a zona do euro. Apesar das muitas semelhanças entre os diversos conjuntos de legislação, permanecem diferenças importantes em relação aos requisitos de reserva e se as taxas de resgate são permitidas ou não, por exemplo. Essas diferenças facilitam a arbitragem regulatória”.

O professor Humberto Aillón, da FIPECAFI, lembrou que, no Brasil, o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) vêm trabalhando com foco na segurança do investidor. A regulamentação foi publicada no fim do ano passado e aumentou as exigências de reservas, regras de custódia e governança, em linha com o marco legal dos criptoativos (Lei 14.478/22).

Ainda assim, por se tratar de uma classe de ativos relativamente nova e muito dependente de infraestrutura de blockchain e tecnologia, o consenso no mercado é que a regulação ainda tem bastante espaço para ajustes e melhorias, disse.

O lado A

Existe todo esse medo, mas nem tudo é problema – claro. Apesar dos riscos, as stablecoins resolvem problemas reais – como já foi falado muito por aqui e em vários veículos. Elas tornam pagamentos internacionais mais rápidos e baratos, podem ser usadas para viagem, reduzem intermediários, funcionam de domingo a domingo, e já estão sendo usadas por empresas e bancos para liquidação financeira.

Além disso, as firmas emissoras estão se mexendo e melhorando cada vez mais. “A transparência melhorou significativamente. Emissores como a Circle (dona da USDC) utilizam a BlackRock para gerir reservas, com auditorias regulares e verificáveis”, lembrou Fioravante, professor da FIA Business School. Contudo, falou, o mercado ainda cobra auditorias “em tempo real” para garantir que cada token tem 100% de cobertura em ativos seguros, e não em papéis comerciais de menor qualidade

O ponto, dizem especialistas, não é frear a tecnologia. É impedir que ela cresça rápido demais sem uma rede de proteção, como já aconteceu tantas vezes na história do sistema financeiro.

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Bitcoin escorrega com aversão ao risco e ruído técnico

O bitcoin (BTC) não conseguiu sustentar a alta do início da semana e amanheceu no vermelho nesta quarta-feira (7), perdendo o patamar dos US$ 93 mil.

No cenário macro, a criptomoeda reage a um leve aumento da aversão ao risco, em meio à expectativa por dados de emprego nos Estados Unidos e às incertezas geopolíticas envolvendo o petróleo.

Hoje, os EUA divulgam o relatório de emprego privado da ADP de dezembro e, mais tarde, a pesquisa JOLTS de vagas e rotatividade. Esses indicadores são importantes porque ajudam a calibrar as expectativas para a política monetária do Federal Reserve (Fed).

No campo geopolítico, os olhos seguem voltados para o desenrolar da prisão de Nicolás Maduro, que adiciona mais uma camada de incerteza ao cenário global.

Os ETFs (fundos negociados em bolsa) de bitcoin dos EUA sentiram o clima. Depois de registrarem o melhor dia desde o início de outubro no início desta semana, o fluxo virou para o negativo, com US$ 243 milhões em saques ontem.

A movimentação de capital nesses produtos, preferidos por investidores institucionais, costuma repercutir no preço do bitcoin – e vice-versa – em uma dinâmica quase cíclica.

Segundo a CryptoQuant, a demanda aparente on-chain (toda a movimentação registrada diretamente na blockchain) também segue fraca e precisaria de uma recuperação mais consistente para sustentar um retorno aos US$ 100 mil.

“Com o sentimento ainda incerto e o baixo volume de negociação no mercado, a demanda por um retorno à movimentação on-chain ainda não mostrou sinais sólidos de melhora”, disse a casa.

Falha no bitcoin?

Há outro burburinho no mercado. Na terça, desenvolvedores do bitcoin (BTC) divulgaram a existência de um bug em duas versões recentes do principal software da rede – o Bitcoin Core 30.0 e o 30.1 -, lançadas em outubro do ano passado.

Esse problema poderia apagar o conteúdo de carteiras antigas durante a migração em “raras circunstâncias”, disseram. Ou seja, poderia fazer o investidor perder suas criptomoedas. Mas calma: não é o fim do mundo.

Primeiro, porque os desenvolvedores já removeram o download das versões afetadas e prometeram uma correção. Segundo, porque nem de longe todo mundo usa essas versões – que, aliás, já vinham sendo pouco adotadas desde o lançamento.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h30.

Bitcoin (BTC):  -1,96%, US$ 91.951,45

Ethereum (ETH): -0,75%, US$ 3.212,19

XRP (XRP): -5,33%, US$ 2,24

BNB (BNB): +0,58%, US$ 905,79

Solana (SOL): -1,03%, US$ 137,65

Outros destaques do mercado cripto

Mais uma stablecoin brazuca na praça. Tem mais uma stablecoin brasileira chegando no pedaço. O ex-diretor do Banco Central Tony Volpon anunciou nesta semana, na CNN, que vai lançar o BRD, uma cripto lastreada em títulos públicos do Tesouro Nacional. Hoje, o Brasil já tem pelo menos seis stablecoins – BRZ, BRLA, cREAL, BBRL, BRL1 e BRLV – e a própria B3 revelou, no fim do ano passado, que também está desenvolvendo um token. O mercado cripto definitivamente não para.

Fundos cripto brasileiros ficam no vermelho. Os fundos brasileiros de criptomoedas terminaram 2025 com mais saídas do que entradas. No total, os produtos registraram um fluxo negativo de US$ 1 milhão, bem diferente dos US$ 234 milhões que entraram em 2024. O Brasil ficou na contramão do resto do mundo: globalmente, os fundos cripto tiveram influxos de US$ 47,2 bilhões no ano passado, pouco abaixo dos US$ 48,7 bilhões de 2024.

Morgan Stanley quer ETF cripto. O Morgan Stanley pediu à SEC (a CVM dos EUA) autorização para lançar um ETF de bitcoin à vista e um produto ligado à solana (SOL), mostrando que a velha guarda de Wall Street segue cada vez mais confortável com o mundo cripto. O pedido vem num momento em que esses produtos estão em alta: os ETFs de bitcoin nos EUA já somam US$ 123 bilhões sob gestão e seguem recebendo dinheiro novo, enquanto os fundos ligados à solana também já passaram da marca de US$ 1 bilhão.

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Bitcoin sobe com rumores sobre reserva oculta de cripto na Venezuela

O bitcoin (BTC) chegou a tocar os US$ 93.350 no fim de semana, o maior nível em cerca de um mês, antes de se estabilizar na faixa dos US$ 92 mil na manhã desta segunda-feira (5). O movimento coincidiu com a prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, mas a relação não é direta.

O que entrou no radar do mercado foi a possibilidade de a Venezuela deter uma grande reserva oculta de bitcoin, o que poderia ter implicações relevantes para a indústria. Em nota citada pelo The Wall Street Journal, a analista Ipek Ozkardeskaya, do Swissquote Bank, afirmou que estimativas apontam para uma reserva superior a 600 mil bitcoins.

Se confirmado, o país se tornaria o maior detentor de BTC do mundo, à frente dos Estados Unidos (328,3 mil unidades), China (190 mil) e Reino Unido (61,2 mil), segundo dados do site Bitcoin Treasuries Companies.

Ozkardeskaya destacou que a oferta de bitcoin poderia ser impactada caso esses ativos sejam apreendidos pelos Estados Unidos em investigações por narcoterrorismo ou incorporados a reservas estratégicas.

O que esperar no curto prazo?

No curto prazo, a leitura para o bitcoin é neutra a levemente positiva, segundo André Franco, CEO da Boost Research. Para ele, o início de ano favorece ativos de risco, com recuperação de bolsas globais, maior liquidez e um sentimento de “restart” após o período de festas.

“A força relativa das bolsas e a estabilidade do preço do BTC acima de US$ 91 .000 sugerem que, mesmo sem um catalisador macro imediato, o ativo pode consolidar seus níveis com leve viés de alta”.

Ainda assim, Franco ressalta que uma agenda econômica carregada e o dólar mais forte podem atuar como freios, limitando movimentos mais agressivos no curtíssimo prazo. As principais altcoins também operam em alta nesta manhã, acompanhando o bitcoin.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 10h.

Bitcoin (BTC):  +1,89%, US$ 92.808,88

Ethereum (ETH): +1,05%, US$ 3.168,12

XRP (XRP): +0,81%, US$ 2,12

BNB (BNB): +2,11%, US$ 905,40

Solana (SOL): +0,63%, US$ 128,28

Outros destaques do mercado cripto

Quase R$ 100 bi em dólar digital no Brasil. Em 2025, os brasileiros intensificaram o uso da stablecoin USDT, o principal “dólar digital” do mercado. O volume negociado nas exchanges chegou a R$ 98,9 bilhões, quase o dobro do registrado em 2024 (R$ 52,6 bilhões). O apetite por esse tipo de cripto não é novidade por aqui, mas no ano passado houve um impulso extra: as stablecoins, que funcionam como instrumento de câmbio, eram isentas de IOF. Esse cenário, porém, mudou em 2026, com a entrada da regulação.

Eleições brasileiras na blockchain. A corrida presidencial brasileira entrou no radar da Polymarket, plataforma construída em blockchain que permite apostas sobre eventos futuros. O mercado relacionado às eleições já movimentou cerca de US$ 10 milhões em volume. O funcionamento é simples: os usuários compram tokens de “sim” ou “não”, que representam possíveis desfechos. Se o resultado escolhido se confirmar, os tokens podem ser trocados pelo valor proporcional ao total apostado, descontadas as taxas da plataforma.

PwC amplia aposta em cripto. A PwC decidiu aprofundar sua atuação no setor cripto, embalada por um ambiente regulatório mais favorável nos Estados Unidos e pela popularização das stablecoins. A gigante global vê na aprovação do GENIUS Act (lei dos EUA para stablecoins) um divisor de águas para a adoção institucional de ativos digitais, além de reforçar a tese de crescimento da tokenização. Após anos de cautela, a PwC agora planeja atuação mais intensa tanto em auditoria quanto em consultoria, apostando que o setor entrou em uma fase mais madura e previsível.

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Rali relâmpago: bitcoin toca nos US$ 90 mil, mas perde força

O bitcoin (BTC) deu um suspiro de esperança aos investidores no domingo (28), ao voltar a superar a marca psicológica dos US$ 90 mil. A animação, porém, durou pouco.

Na manhã desta segunda-feira (29), a maior criptomoeda do mercado perdeu fôlego e voltou a operar na faixa dos US$ 86 mil, segundo dados do gráfico do InvestNews.

O movimento acompanhou os futuros da Nasdaq, que recuam 0,37%. Nos últimos meses, o BTC tem mostrado maior correlação com o índice de tecnologia dos Estados Unidos – e menos com o ouro, ativo tradicionalmente visto como proteção.

“O gráfico de preços do bitcoin parece muito promissor para níveis mais altos no futuro, mas há menos certeza no curto prazo”, disse John Glover, diretor de investimentos da Ledn, ao portal especializado CoinDesk.

Segundo o especialista, o mercado tende a andar de lado ou até registrar uma leve correção nas próximas semanas ou meses.

As altcoins – termo usado para criptomoedas que não são o bitcoin – também operam em queda nesta manhã.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h30:

Bitcoin (BTC):  -0,58%, US$ 86.991,24

Ethereum (ETH): -0,35%, US$ 2.930,70

XRP (XRP): -0,29%, US$ 1,87

BNB (BNB): -0,36%, US$ 851,69

Solana (SOL): -0,66%, US$ 123,70

Outros destaques do mercado cripto

Mineração de BTC avança no Brasil. A mineração de bitcoin – o motor que emite novas moedas – está encontrando terreno fértil no Brasil. Projetos já estão a todo vapor na Bahia, no Mato Grosso do Sul… Os motivos? Estados oferecendo vantagens tributárias e um empurrão do governo federal, que tem ajudado data centers. Uma combinação potente. Mas ainda tem um “porém” para resolver: essa atividade é voraz em energia e a regulação para isso no Brasil ainda é cinzenta.

DeFi de mãos dadas com mercado tradicional. Já ouviram falar das finanças descentralizadas (DeFi)? É o ecossistema de serviços financeiros que roda direto na blockchain, a tecnologia por trás das criptos. E adivinha? Aqui no Brasil, o DeFi tem caminhado para perto do mercado financeiro tradicional. Prova disso é que o volume dos Tokens de Investimento em Direitos Creditórios (os TIDC`s, como são conhecidos) já alcançou a marca de R$ 1 bilhão. Um sinal forte, né?

Cripto estatal com juros. O Yuan digital, a moeda do banco central da China, passou por uma repaginada. A cripto estatal deixará de funcionar apenas como “dinheiro digital” para se tornar uma “moeda de depósito digital” a partir de 1º de janeiro de 2026. Ou seja, vai pagar juros para quem segurar. O objetivo do governo do país é impulsionar a adoção da moeda governamental, que é uma das mais avançadas do mundo, mas ainda enfrenta desafios de popularização.

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Bitcoin sobe mais de 1%, mas acumula queda de dois dígitos no ano

O mercado cripto se encaminha para fechar 2025 menor do que iniciou. A capitalização total recuou 10,24% desde 26 de dezembro de 2024. Saiu de US$ 3,32 trilhões para os atuais US$ 2,98 trilhões, conforme dados do site CoinMarketCap.

Entre as criptomoedas, o bitcoin (BTC) mantém a hegemonia com com um valor total de US$ 1,77 trilhão, ou seja, cerca de 60% de todo o mercado. De 26 de dezembro para cá, a principal cripto do global perdeu 10,7% do valor.

O BTC viveu momentos distintos ao longo de 2025. Chegou mesmo a alcançar a máxima histórica. Em 6 de outubro alcançou uma cotação recorde de US$ 126 mil, impulsionada pelo efeito Trump, após o presidente americano ter criado uma reserva estratégica de BTCs e seu governo ter acelerado a criação de leis e regulações para o setor.

Mas a partir desse auge, passou a recuar sob a pressão de saídas relevantes de recursos dos ETFs de bitcoin. Do pico histórico ao momento atual, o bitcoin caiu 30%.

O ethereum (ETH), por sua vez, registrou uma queda de 16,3% em seu valor de mercado nos últimos doze meses. A segunda maior moeda do setor recuou de US$ 3.492 para a faixa de US$ 2.971. A queda do ETH ocorre, principalmente, com o acirramento da concorrência com plataformas de contratos inteligentes mais novas e atraentes para os novos desenvolvedores.

Em 2025, quem brilhou mesmo foram as stablecoins de dólar, ou seja, moedas digitais pareadas e com lastro na moeda americana. Essas versões de dólar digital descentralizadas criaram um mercado próprio tanto como refúgio de valor, quanto como forma de substituir remessas e transferências de valores internacionais. Entre as duas mais importantes do mercado, a USDT, da Theter, movimenta mais de US$ 71 bilhões por dia, enquanto a USDC, da Circle, mantém um giro diário de US$ 10 bilhões.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h:

Bitcoin (BTC):  +1,24%, US$ 88.569,24

Ethereum (ETH): -3,19%, US$ 2.964,98

XRP (XRP): +0,73%, US$ 1,87

BNB (BNB): +0,30%, US$ 839,51

Solana (SOL): +1,81%, US$ 123,82

Outros destaques do mercado cripto

M&As criptos quadruplicam de valor em um ano. O setor de criptomoedas registrou um volume recorde de US$ 8,6 bilhões em fusões e aquisições em 2025, segundo levantamento do Financial Times. Conforme o jornal,  267 negócios foram fechados na indústria cripto no ano, um aumento de 18% em relação a 2024. Já o valor total representa um salto de quase 300% em comparação com o ano passado. A Coinbase realizou a maior aquisição do ano com a compra de US$ 2,9 bilhões da plataforma de negociação de opções cripto Deribit. Outras grandes fusões incluem a aquisição de US$ 1,5 bilhão da Kraken pela plataforma de futuros NinjaTrader, e a compra da Hidden Road pela Ripple US$ 1,25 bilhão.

Leilão na blockchain. O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) fará um leilão de dez galpões utilizando o site da Nordeste Leilões e uma infraestrutura blockchain para registro de dados que a InspireIP desenvolveu. Todos os documentos do processo, como edital, laudos, fotos, anexos, retificações e toda a trilha de alterações foram registrados em blockchain. O objetivo é que o carimbo de data e hora assegure a integridade e a autenticidade das informações. A data do leilão ainda não está definida.

A música do bitcoin. O Ministério da Cultura (MinC) homologou o projeto cultural “Música do Bitcoin” para a fase de captação de recursos via leis de incentivo. A proposta recebeu o aval do governo para buscar o montante R$ 1 milhão junto à iniciativa privada. A empresa Rede Conexão Brasília aparece como a titular responsável pela execução da obra: a criação de um espetáculo de música instrumental que envolve a utilização de dados financeiros e da rede blockchain para a composição das peças sonoras.

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Stablecoins latinas movimentam R$ 25,6 bilhões; Brasil lidera o jogo

Enquanto todo mundo fala das stablecoins de dólar, um outro movimento acontece mais perto da gente. As versões latino-americanas estão ganhando cada vez mais espaço no cenário cripto.

Um estudo divulgado pela Iporanga Ventures nesta semana mostra que as stablecoins do Brasil, México e Colômbia já movimentaram, juntas, R$ 25,6 bilhões em 2025. A expectativa é que o total até o último dia do ano alcance R$ 32 bilhões.

Ainda é pouco se comparado à USDT – que sozinha tem volume diário cerca de três vezes maior do que isso -, mas o avanço chama atenção

E o Brasil é o grande destaque da região. Sozinhas, as stablecoins atreladas ao real brasileiro devem registrar um volume negociado de R$ 21,3 bilhões até o final do ano.

Hoje, o país conta com seis criptos ligadas à sua moeda oficial: BRZ, BRLA, cREAL, BBRL, BRL1 e BRLV. De acordo com o estudo, elas colocam o Brasil como o terceiro maior mercado do mundo em circulação e volume desse tipo de ativo, atrás apenas de tokens de dólar e de euro.

Detalhe: há mais uma cripto “brazuca” prestes a ser criada. Ontem, a B3 anunciou que deve lançar, ainda no primeiro semestre, a sua própria stablecoin. A moeda digital será lastreada em reais e criada para permitir a liquidação de ativos tokenizados dentro da bolsa.

Vale lembrar que esses criptoativos são lastreados, em grande parte, por títulos públicos – o que ajuda a ampliar a demanda por dívida soberana e entra, inclusive, no radar das discussões sobre financiamento do setor público.

Quem usa stablecoins latinas?

No fim do ano passado, investidores profissionais e as chamadas “baleias” (pessoas ou grupos com grandes volumes de ativos digitais) respondiam por 60% do volume movimentado. Os institucionais representavam apenas 5%, enquanto o varejo somava 35%.

Em 2025, esse cenário se inverteu. Hoje, 84% do volume já vem de investidores institucionais, 12% de profissionais e apenas 4% de varejo.

“Stablecoins locais estão se tornando uma ponte entre a economia latino-americana e o sistema financeiro global. Elas já movimentam bilhões de dólares – e dezenas de bilhões de reais -, estão sendo adotadas por instituições e começam a reescrever como câmbio e pagamentos acontecem on-chain”, disse Rodrigo Trindade, research lead da Iporanga Ventures.


Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h50:

Bitcoin (BTC):  -0,12%, US$ 87.050,09

Ethereum (ETH): -0,68%, US$ 2.929,45

XRP (XRP): -0,81%, US$ 1,90

BNB (BNB): -0,92%, US$ 859,17

Solana (SOL): -0,44%, US$ 127,90

Outros destaques do mercado cripto

Stablecoins nos bancos dos EUA. O Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), agência federal dos Estados Unidos, está desenvolvendo uma estrutura para que bancos regulados possam pedir autorização para emitir stablecoins de pagamento. Por enquanto, a proposta está em consulta pública e só depois deve virar regra. Mas a direção é clara: as stablecoins estão deixando de ser um experimento cripto para entrar, de vez, no sistema financeiro tradicional.

Fed mais amigável às criptos? O presidente dos EUA, Donald Trump, está avaliando possíveis substitutos de Jerome Powell, atual presidente do Federal Reserve (Fed). Nesta quarta (17), ele vai entrevistar Christopher Waller, diretor do banco central americano. Waller é visto como pró-cripto e já declarou apoio, no passado, especialmente às stablecoins e às finanças descentralizadas (DeFi).

Leilão público com tecnologia cripto. A blockchain também começa a avançar no setor público. O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) vai realizar, agora em dezembro, o primeiro leilão público usando essa tecnologia. O sistema foi desenvolvido pela empresa InspireIP. Todo o processo – edital, laudos, fotos, anexos, retificações e o histórico completo de alterações – foi registrado em uma estrutura cripto.

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Bitcoin recua com pressão de macro, IA e vendas

O cenário não está nada favorável para o mercado cripto nesta terça-feira (16). O bitcoin (BTC) e as principais altcoins tomaram um novo tombo, com a aversão ao risco em alta e pressão vendedora vindo de vários lados.

O bitcoin é negociado na faixa dos US$ 87 mil, com queda de 3% nas últimas 24 horas. O ethereum (ETH) cai ainda mais forte, com perdas superiores a 6% no mesmo período.

A pressão começa pelo cenário macro. Traders aguardam novos dados de emprego e inflação nos Estados Unidos, que devem influenciar as próximas decisões de juros do Federal Reserve (Fed). O ambiente segue de cautela, com menos apetite por risco.

Os olhos também continuam voltados para o Japão, que pode elevar os juros ainda nesta semana. Um movimento assim tende a afetar o carry trade – estratégia em que investidores tomam recursos em ienes a juros baixos para aplicar em mercados de maior retorno -, o que costuma pressionar ativos de risco, incluindo criptomoedas.

Outro catalisador negativo vem do setor de inteligência artificial. O mercado passa por uma nova rodada de reavaliação, com discussões crescentes sobre excesso de otimismo e até risco de bolha. Vale lembrar que, recentemente, o mercado cripto tem se comportado mais como ações de tecnologia do que como ativo de proteção, como o ouro.

“Para o mercado de criptomoedas, isso cria uma dinâmica mais sutil: a perda de dominância da IA libera atenção e capital, mas o setor cripto continua estruturalmente sensível ao sentimento mais amplo de crescimento. Uma deflação ordenada da narrativa de IA tende a ser construtiva; um desmonte violento, não”, escreveu o trader Jasper de Maere, da Wintermute, em relatório.

Por fim, a pressão vendedora aumentou de forma relevante, especialmente entre investidores de longo prazo. Dados da empresa de análise de blockchain CryptoQuant mostram que o pico de vendas desses holders (usuários que mantêm cripto por um bom tempo) nos últimos 30 dias está entre os maiores dos últimos cinco anos.

Essa pressão vendedora também aparece nos ETFs (fundos negociados em bolsa) de bitcoin listados nos Estados Unidos. Após registrarem entradas líquidas de US$ 49 milhões na sexta-feira (12), o fluxo virou rapidamente. Na segunda-feira (15), os produtos tiveram saídas de US$ 357,6 milhões – o pior resultado diário desde 20 de novembro.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h30:

Bitcoin (BTC):  -3,00%, US$ 87.030,09

Ethereum (ETH): -6,36%, US$ 2.955,00

XRP (XRP): -3,30%, US$ 1,91

BNB (BNB): -2,74%, US$ 863,17

Solana (SOL): -2,85%, US$ 128,80

Outros destaques do mercado cripto

Brasileiros sacam fundos cripto. Em meio à volatilidade do bitcoin, alguns investidores brasileiros em fundos de criptomoedas decidiram reduzir a exposição. Na semana passada, segundo dados da CoinShares, foram sacados US$ 1,7 milhão (R$ 9,1 milhões) desses produtos no Brasil. O movimento vai na contramão do cenário global: no mesmo período, os fundos cripto ao redor do mundo registraram entradas líquidas de US$ 864 milhões (R$ 4,6 bilhões).

JPMorgan e seu novo fundo tokenizado. A onda da tokenização segue ganhando força. O JPMorgan, maior banco dos Estados Unidos, lançou um fundo tokenizado na rede do ethereum. O produto, voltado exclusivamente para investidores qualificados, permite obter rendimento mantendo o capital alocado no fundo. A iniciativa se apoia na própria infraestrutura do ethereum, que oferece o staking – mecanismo de renda passiva que remunera quem mantém ativos travados na blockchain.

ETFs de XRP passam de US$ 1 bi. Os ETFs (fundos negociados em bolsa) de XRP listados nos Estados Unidos vão muito bem, obrigado. Lançados em 13 de novembro, os produtos ultrapassaram a marca de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,5 bilhões) em entradas acumuladas. O desempenho reforça que o apetite institucional por criptoativos regulados vai além dos fundos focados apenas em bitcoin e ethereum, as duas maiores criptomoedas do mercado.

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Efeito pré-IOF: brasileiros movimentam mais de R$ 10 bi em stablecoins

A movimentação das stablecoins em dólar segue a todo vapor no Brasil. Em novembro, o volume total negociado dessas criptos nas exchanges locais somou R$ 10,7 bilhões, segundo dados divulgados na segunda-feira (8) pela plataforma Biscoint, do Bitybank.

A USDT, da Tether, continua na liderança: foram R$ 10,22 bilhões só no mês passado – praticamente o mesmo patamar de outubro. Já a USDC, da Circle, movimentou R$ 463 milhões, ligeiramente abaixo dos R$ 477 milhões do mês anterior.

O apetite dos brasileiros por esses tokens, apelidados de “cripto dólar”, vem crescendo nos últimos anos porque eles podem ser usados para operações de câmbio e ainda são isentos de IOF. Essa vantagem, no entanto, tem prazo para acabar: até maio de 2026.

A norma que muda o jogo foi publicada pelo Banco Central em novembro, quando a autarquia federal regulamentou o mercado de cripto e enquadrou as stablecoins dentro das regras de câmbio.

A Receita Federal – responsável por fazer a administração dos tributos federais – ainda não detalhou como exatamente será a cobrança do IOF, mas a expectativa é que publique algo nos próximos meses.

Bitcoin e Ethereum seguem firmes

Apesar da preferência por stablecoins, o volume de bitcoin e ethereum também permanece robusto.

O BTC movimentou R$ 4,84 bilhões em novembro, contra R$ 5,2 bilhões em outubro. O ethereum somou R$ 1,22 bilhão, ante R$ 1,57 bilhão no mês anterior.

Na manhã desta terça-feira (9), as duas maiores criptomoedas do mercado operam em baixa: bitcoin na casa dos US$ 90.630,70 e ethereum a US$ 3.130,78.

Andre Franco, CEO da Boost Research, disse que o mercado de criptomoedas apresenta uma expectativa de curto prazo neutra a levemente negativa.

“A aversão ao risco e a indefinição sobre o futuro da política monetária global exercem pressão sobre ativos mais voláteis, como as criptomoedas”.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 10h:

Bitcoin (BTC):  -1,53%, US$ 90.630,70

Ethereum (ETH): -0,10%, US$ 3.130,78

XRP (XRP): -0,29%, US$ 2,08

BNB (BNB): -1,95%, US$ 888,08

Solana (SOL): -3,97%, US$ 132,91

Outros destaques do mercado cripto

Stablecoin de real levanta uma boa grana. A empresa brasileira Crown, responsável pela BRLV – uma stablecoin atrelada ao real -, recebeu um aporte de US$ 13,5 milhões (R$ 70 milhões) liderado pela Paradigm, uma das gigantes do mundo cripto. Com o caixa reforçado, a firma promete expandir a infraestrutura da BRLV, que já soma R$ 360 milhões em valor de mercado. Mais um sinal de que as stablecoins “made in Brazil” estão chamando atenção além do quintal.

Strategy engorda o caixa de BTC. A Strategy, maior tesouraria corporativa de bitcoin do mercado, abriu a carteira mais uma vez. A empresa informou que acrescentou 10.624 BTC ao portfólio – um investimento de US$ 926 milhões. Com isso, a companhia passa a deter 660.624 bitcoins, algo em torno de US$ 60 bilhões. O saldo equivale a cerca de 3% de toda a oferta máxima de 21 milhões de BTC previstos para existir no mundo.

ETF de ethereum com “dividendos”. A BlackRock deu mais um passo no universo cripto e entrou com um pedido nos EUA para lançar um ETF de ethereum com staking. O staking permite que investidores mantenham seus ETH bloqueados na blockchain para ajudar a validar transações – e, em troca, recebem recompensas em criptomoedas. Na prática, funciona como uma espécie de “dividendo” do mundo cripto.

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ETF de bitcoin da BlackRock registra maior sequência de saídas da história

O IBIT, ETF (fundo negociado em bolsa) de bitcoin (BTC) à vista da gigante dos investimentos BlackRock, atravessa sua pior sequência desde o lançamento, em janeiro de 2024.

Nas últimas cinco semanas, o fundo registrou US$ 2,7 bilhões em saídas, segundo dados da Bloomberg até 28 de novembro.

Se o ritmo continuar, o ETF – “queridinho” dos investidores institucionais – deve completar seis semanas consecutivas de resgates. Só ontem, foram US$ 113 milhões em saques.

A onda de saídas anda lado a lado com a queda do bitcoin. Do início de novembro até esta sexta-feira (5), o BTC recuou 16%, pressionado por dúvidas sobre juros globais, aumento da aversão ao risco e incertezas envolvendo empresas cripto.

Nesta manhã, a maior criptomoeda do mercado é negociada a US$ 91.204, em queda de quase 2%, segundo a cotação do InvestNews.

Num efeito dominó, os resgates nesses ETFs também aceleram o movimento de baixa: quando os investidores vendem as cotas, os fundos precisam se desfazer de parte das criptos que mantêm em custódia para o lastro.

E não é só o ETF da BlackRock que está na maré negativa. Os outros fundos de BTC nos EUA também vêm perdendo fôlego. Juntos, os 10 produtos acumulam US$ 4,5 bilhões em saídas nas últimas seis semanas, de acordo com dados da plataforma SoSoValue.

A movimentação nesses fundos tem impacto no mercado cripto, visto que eles somam US$ 120,8 bilhões em patrimônio acumulado – 6,54% de todo o valor de mercado do bitcoin. O IBIT, sozinho, responde por US$ 71,54 bilhões, quase 60% desse total.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 10h:

Bitcoin (BTC):  -1,98%, US$ 91.204,03

Ethereum (ETH): -1,44%, US$ 3.129,78

XRP (XRP): -3,60%, US$ 2,06

BNB (BNB): -1,80%, US$ 893,08

Solana (SOL): -4,40%, US$ 136,69

Outros destaques do mercado cripto

Regulação provoca primeira baixa. A regulamentação das criptos endureceu as regras e passou a exigir capital mínimo – entre R$ 10,8 milhões e R$ 37,2 milhões – para empresas atuarem no setor. Muita startup cripto local não tem essa grana. Especialistas já sinalizaram que algumas poderiam fechar as portas. E isso já começou. A Crypto Use, que trabalha com infraestrutura de pagamentos, anunciou que encerrou as operações porque o novo cenário ficou insustentável.

Stablecoins na cola das moedas fracas. As stablecoins seguem no radar de organismos internacionais. Em relatório divulgado ontem, o Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou que essas criptos – que mantêm paridade com ativos tradicionais – podem ganhar espaço em países onde a moeda local é fraca ou a inflação é persistente. A instituição alerta que, nesses contextos, a população tende a migrar para alternativas digitais mais estáveis. Fica a pergunta: o real brasileiro entra nesse grupo de risco?

De volta para o Brasil. Em um passado não tão distante, o Brasil foi inundado por golpes com cripto. Um dos últimos a cair foi o esquema Braiscompany, que prometia 8% ao mês, não pagou e desviou mais de R$ 1 bilhão de 20 mil clientes. Foi uma novela só, e o casal responsável pelo esquema fugiu para a Argentina. Lá, eles foram presos em 2024. Agora, a Justiça autorizou a extradição deles para o Brasil. Que isso ajude a recuperar o dinheiro das vítimas, né?

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Bitcoin, cadê os US$ 200 mil? Tese do ‘ouro digital’ perdeu o brilho?

O bitcoin (BTC) vez ou outra é chamado de “ouro digital” por sua escassez – lembrando que só 21 milhões de criptos podem ser emitidas, algo que só deve ocorrer por volta de 2140. Gestoras, especialistas e até o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos já bateram nessa tecla. Mas, neste momento, a moeda digital está longe de brilhar como o metal precioso.

Enquanto o ouro sobe 60% no ano e bate US$ 4.200 nesta quinta-feira (5), o bitcoin acumula queda de 0,50% entre janeiro e dezembro. Ou seja, quem entrou na cripto apostando nas previsões otimistas ao longo de 2025 está no prejuízo.

E não foram poucas projeções. O JPMorgan falou que o BTC poderia alcançar os US$ 165 mil; o Standard Chartered mencionou US$ 200 mil; o fundador da BitMex, Arthur Hayes, conhecido no mercado cripto, chutou US$ 250 mil; e o fundador da Binance, Changpeng Zhao, exagerou: até US$ 1 milhão.

Nesta quinta-feira (4), a criptomoeda é negociada na faixa dos US$ 93 mil. Para bater na menor previsão, teria que subir 61% em 27 dias. Na maior, o pulo precisaria ser de 975%. Pode ocorrer? Por um milagre, talvez, mas nunca na história a cripto conseguiu fazer uma proeza dessas.

O melhor desempenho do bitcoin em dezembro foi em 2020, quando a criptomoeda saltou 52%, de US$ 19 mil para perto dos US$ 29 mil. Naquele ano ocorreu o terceiro halving – processo que reduz a emissão da cripto – e a empresa Strategy, até então somente uma empresa da área de software, começou a comprar BTC. Hoje, ela é a maior bitcoin treasury company do mercado.

Veja o comportamento do bitcoin em dezembro nos últimos 13 anos:

AnoPreços (4 → 31 de dezembro)Variação %
2024US$ 95.873 – US$ 93.420-2,56%
2023US$ 40.681 → US$ 42.654+4,85%
2022US$ 17.005 → US$ 16.558-2,63%
2021US$ 53.212 → US$ 46.810-12,03%
2020US$ 19.271 → US$ 29.347+52%
2019US$ 7.158 → US$ 7.204+0,64%
2018US$ 3.902 → US$ 3.696-5,29%
2017US$ 12.174 → US$ 14.903+22,36%
2016US$ 752 → US$ 998+32,71%
2015US$ 390 → US$ 434+11,28%
2014 US$ 376 → US$ 313-16,77%
2013US$ 989 → US$ 767-22,43%
Fonte: CoinGecko

O “ouro digital” perdeu o brilho? Não exatamente.

Não é bem assim. O bitcoin é uma espécie de quimera. Segundo o pessoal da TAG Investimentos, de vez em quando ele se comporta como ouro e reserva de valor, mas nesse momento tem se comportado mais como um ativo de risco e de liquidez.

“As correlações mudam sempre, por definição, mas agora a correlação do bitcoin é com o Nasdaq e com a liquidez na economia global”, escreveram na carta mensal de dezembro. Mas aqui vale uma nota: a Nasdaq sobe 20% – e o BTC não acompanhou.

A Tag reforçou que, mesmo no momento ruim, a cripto virou ativo institucional: ETFs (fundos negociados em bolsa), tesourarias corporativas e fundos soberanos passaram a comprar. Até o JPMorgan, historicamente crítico a cripto, liberou produtos para clientes.

“Isso não volta atrás. Volatilidade permanece, mas legitimidade está consolidada”, escreveram.

As previsões que atrapalham

Mesmo mais institucionalizado, o bitcoin ainda convive com projeções de preço consideradas exageradas por parte do mercado. Parte dessa euforia pode ser explicada pelo comportamento quase religioso de alguns investidores, algo que o economista Paul Krugman, Nobel de Economia em 2008 e um dos principais haters do BTC, destacou recentemente.

Em texto publicado em novembro, ele voltou a dizer que o bitcoin só sobe porque funciona como uma seita – com fiéis que dobram a mão sempre que o preço cai.

“Esse status de culto permitiu que o bitcoin se recuperasse de contratempos e escândalos que teriam afundado qualquer investimento normal, porque os verdadeiros crentes respondem a qualquer queda em seu preço investindo mais do que nunca”, disse.

O que esperar para o restante de dezembro?

Há gatilhos positivos à frente, como a possível queda de juros nos Estados Unidos na próxima semana – algo que tende a favorecer ativos de risco. Por outro lado, uma alta de juros no Japão, como já sinalizado pelo BOJ (o banco central do país), pode afetar a liquidez global, respingado na cripto.

No geral, os traders estão mais pés no chão. Ana de Mattos, analista técnica e trader parceira da Ripio, disse que, se houver força compradora, as próximas resistências (níveis de preço onde a alta tende a encontrar dificuldade e pode desacelerar) estão nas áreas de US$ 94.500 e US$ 101.300.

Já os suportes (níveis de preço onde a queda tende a ser freada e pode se estabilizar) de curto e médio prazo estão nas regiões de liquidez dos US$ 85.600 e US$ 79.000.

Já Guilherme Prado, country manager da Bitget no Brasil, falou que apesar de o BTC operar na faixa dos US$ 93 mil, o mercado ainda observa a resistência crítica em US$ 98.500. “Superar esse nível seria essencial para reverter a tendência de queda que já dura semanas”, falou.

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ETFs da cripto XRP atraem quase US$ 1 bi e deixam ethereum e solana para trás

Lançados em novembro nos Estados Unidos, os ETFs (fundos negociados em bolsa) à vista de XRP – criptomoeda criada pela empresa Ripple para facilitar transferências de dinheiro entre países – começaram com o pé direito. Em apenas 12 dias de negociação, eles atraíram US$ 824 milhões em entradas líquidas, segundo dados da plataforma SoSoValue.

O desempenho garantiu aos produtos a segunda melhor estreia entre os ETFs americanos de grandes criptomoedas, acima dos primeiros dias dos fundos de ethereum (ETH) e solana (SOL) e atrás somente dos ETFs de bitcoin.

Só nos últimos seis dias, os ETFs de XRP acumularam US$ 401 milhões. Apesar do volume, a criptomoeda em si não reagiu muito bem: caiu 2,86% na semana e 7,58% nos últimos 30 dias, um resultado pior do que o do bitcoin.

Os ETFs à vista de BTC, liberados para negociação em janeiro de 2024, registraram US$ 1,01 bilhão em entradas nos primeiros 12 dias, um volume apenas US$ 186 milhões maior do que o do XRP.

Há, porém, um detalhe importante no caso dos fundos de bitcoin: além dos novos ETFs lançados, um fundo fechado da gestora Grayscale, o GBTC, foi convertido em ETF, passando a ser negociado em bolsa, em vez de ficar restrito ao ambiente da empresa.

Como o GBTC cobrava uma taxa bem mais alta, muitos investidores aproveitaram a conversão para realocar o dinheiro em produtos mais baratos, como o IBIT, da BlackRock. Isso inflou o volume de saídas do GBTC e, ao mesmo tempo, impulsionou as entradas nos ETFs recém-lançados.

Com o ethereum aconteceu algo parecido. Os ETFs da cripto, lançados em julho de 2024, tiveram um início turbulento e, no acumulado de 12 dias, registraram saídas de US$ 387 milhões. O motivo: o ETF ETH da Grayscale, que também era fechado e virou ETF, tinha taxa elevada e sofreu resgates, enquanto os investidores buscavam alternativas mais baratas.

Já os ETFs de solana, lançados no fim de outubro deste ano, tiveram uma estreia positiva, com entradas de US$ 342 milhões nos primeiros 12 dias de negociação.

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Bitcoin sobe 7% em dia de alívio, mas riscos seguem no retrovisor

O mercado cripto parece uma montanha-russa nos últimos dias – um sobe e desce bravo. Hoje, pelo menos, o carrinho está no trecho da subida. O bitcoin (BTC) avança 7% nas últimas 24 horas e volta para a faixa dos US$ 93 mil.

As altcoins acompanham o embalo: o ethereum (ETH), que passa por uma nova atualização nesta quarta-feira (3), salta 9%, para a faixa dos US$ 3 mil, enquanto a solana (SOL) dispara 10%, para US$ 141,80, recuperando parte das perdas recentes.

O que animou o mercado?

Há uma pressão compradora – ainda tímida – se formando. Os ETFs de bitcoin dos Estados Unidos, por exemplo, registraram US$ 58 milhões em entradas líquidas ontem. Foi o quinto dia consecutivo de influxos positivos, algo que não acontecia desde o início de outubro.

“As tendências dos ETFs melhoraram significativamente. Os fluxos líquidos tornaram-se positivos, o que indica um renovado interesse institucional, apesar dos volumes de ETFs permanecerem abaixo do limite inferior da faixa de negociação”, disse a empresa de análise Glassnode em relatório desta semana.

Outras notícias também empurraram as criptos para cima. O Bank of America, um dos maiores bancos dos EUA, liberou alocação de até 4% em produtos de ativos digitais para clientes de alta renda. Lembrando que ontem a Vanguard, segunda maior gestora do mundo, deu sinal verde para clientes investirem em ETFs de criptos.

E tem mais vento a favor: a expectativa de corte de juros nos Estados Unidos. Segundo a ferramenta CME FedWatch, 89% dos agentes apostam em uma redução de 0,25 ponto percentual na próxima quarta-feira (10). Tesouradas nas taxas costumam dar um gás em ativos de risco, como as criptos.

Calma lá

Ainda assim, não é dia de soltar fogos. O ambiente segue delicado, segundo especialistas. A possível queda de juros no Japão ainda neste mês segue tirando o sono dos mercados porque pode mexer na liquidez global.

“A taxa livre de risco do Japão é importante devido ao carry trade que ela cria e à relevância dessa prática para o financiamento global”, lembrou o trader Jasper de Maere em relatório desta semana.

O tal do carry trade é uma estratégia comum no mercado global em que investidores tomam dinheiro emprestado em um país onde os juros são mais baixos e aplicam esse dinheiro em outro lugar com taxas mais altas.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 10h:

Bitcoin (BTC):  +7%, US$ 93.040,10

Ethereum (ETH): +9,27%, US$ 3.083,50

XRP (XRP): +7,46%, US$ 2,17

BNB (BNB): +7,15%, US$ 901,45

Solana (SOL): +10,17%, US$ 141,80

Outros destaques do mercado cripto

Harvard escorrega no timing do bitcoin. A Universidade de Harvard revelou em novembro que saiu às compras e encheu o carrinho com quase meio bilhão de dólares do IBIT, o ETF de bitcoin da BlackRock. Só que, desde então, o BTC deslizou um bocado, deixando a instituição com um prejuízo estimado de 14% nas 4,9 milhões de cotas do fundo adquiridas no último trimestre, segundo o Wall Street Journal. Um lembrete de que nem as instituições mais tradicionais escapam do sobe e desce das criptos.

Congresso quer colocar ordem nas stablecoins. No meio de toda a volatilidade do mercado cripto, os parlamentares brasileiros seguem discutindo as regras do setor. Nesta semana, o deputado federal Lucas Ramos (PSB-PE) apresentou parecer ao Projeto de Lei nº 4.308, que disciplina as stablecoins – aquelas criptos atreladas a outros ativos. No texto, ele insiste que as plataformas locais adotem mecanismos de prevenção para evitar que esses tokens sejam usados em crimes.

Cartórios vão parar na blockchain – e já tem data. Os cartórios planejam colocar todos os registros de imóveis das capitais brasileiras na blockchain – a tecnologia por trás das criptos – já no 1º semestre de 2026. A ideia é que esses documentos se tornem autoexecutáveis: ou seja, quando um banco financiar um imóvel, o sistema poderá controlar o pagamento das parcelas e comunicar automaticamente eventuais atrasos. Tudo graças aos contratos inteligentes.

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Fantasma do lastro assombra a stablecoin USDT após rebaixamento pela S&P

O fantasma que assombra a USDT – maior stablecoin do mercado cripto, emitida pela Tether – sempre foi a transparência e a qualidade de suas reservas. Desde o lançamento, em 2014, há dúvidas se o token é realmente sustentado por um lastro sólido, capaz de manter a paridade de 1 para 1 com o dólar americano.

Agora, esse fantasma voltou a aparecer.

A S&P Global Ratings, uma das principais agências de classificação de risco do mundo, rebaixou a capacidade da USDT de manter sua ligação com a moeda americana de 4 (“limitada”) para 5 (“fraca”) – a pior nota da escala. Segundo a agência, a estabilidade do ativo digital está cada vez mais vulnerável justamente por causa de dois fatores conhecidos: falta de transparência e maior exposição a ativos de risco.

Como era de se esperar, o CEO da Tether, Paolo Ardoino, não recebeu bem a classificação. Em suas redes sociais, ele acusou a “máquina de propaganda das finanças tradicionais” de ficar preocupada “quando qualquer empresa tenta desafiar a força da gravidade do sistema financeiro falido”. (No final do texto tem mais da resposta dele)

Vamos contar essa histórica por partes.

O problema nas reservas

O último relatório da Tether, publicado em 30 de setembro de 2025, diz que a empresa tinha US$ 181,2 bilhões em reservas para lastrear US$ 174,4 bilhões em USDT emitidos no mercado. Haveria, portanto, “sobrecolateralização” – ou seja, mais dinheiro em caixa do que tokens emitidos. Até aí, tudo bem.

O problema, porém, é a mudança na composição desse lastro.

A proporção de ativos considerados de risco aumentou, enquanto a de títulos seguros diminuiu. Esses papéis mais voláteis agora representam 24% do total, ante 17% de um ano atrás. Dentre eles, está o bitcoin, cuja participação nas reservas saltou de 3,9% para 5%.

A S&P alertou que uma queda acentuada no preço do bitcoin ou no valor de outros ativos de maior risco poderia deixar a a USDT potencialmente sublastreada (ou seja, sem lastro para sustentar seus tokens). “Acreditamos que a crescente participação de ativos arriscados expõe as reservas da USDT a maiores flutuações de mercado”, escreveu a agência.

Nos últimos dias, o bitcoin realmente sofreu uma significativa desvalorização desde seu pico histórico no início de outubro, chegando a perder quase 30% de seu valor. Embora tenha se recuperado parcialmente nesta quinta-feira (27), persistem as incertezas sobre uma retomada consistente.

A queda dos ativos seguros

A Tether é uma das maiores detentoras de títulos do Tesouro dos EUA, com uma carteira de US$ 130 bilhões – um montante que supera as reservas de países como Alemanha e Coreia do Sul. O ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, até comentou em evento recente que o Tesouro americano deve estar feliz da vida com as compras da cripto.

De acordo com o relatório, títulos americanos de curto prazo (com vencimento médio inferior a 90 dias), títulos lastreados em everse repo overnight (instrumentos de curtíssimo prazo super seguros) e outros ativos semelhantes representam 75% do caixa. No entanto, esse percentual é menor do que os 81% registrados no ano anterior.

Ou seja: a Tether aumentou em 7% a parcela de ativos de risco do caixa, enquanto diminiu 6% de produtos financeiros considerados seguros.

Quem são os custodiantes?

Outro ponto crítico destacado pela S&P é a falta de transparência. A agência menciona que, embora fontes públicas sugiram que uma instituição financeira dos EUA atue como custodiante desses títulos, os relatórios da Tether não divulgam informações sobre quem são esses custodiantes, contrapartes ou provedores de contas bancárias.

“A transparência sobre contrapartes, custodiantes e provedores de contas bancárias permanece limitada. A Tether não publica informações sobre essas entidades, o que poderia inflar os riscos caso a credibilidade de crédito delas seja fraca”, disse a agência.

A S&P também destacou que a Tether faz atestações trimestrais por meio da BDO Italia, um auditor independente. No entanto, concorrentes publicam relatórios mensais. Falou ainda que a empresa divulga regularmente números sobre reservas e passivos em seu próprio site, mas, diferente do relatório trimestral, eles não são auditados nem detalhados.

Além de ativos de risco e títulos do tesouro americano, as reservas da empresa incluem fundos do mercado monetário (4%) e caixa e depósitos bancários (menos de 0,5%).

“Sem reservas tóxicas”

Em resposta direta ao rebaixamento pela S&P, o CEO da Tether, Paolo Ardoino, não recebeu bem a classificação e criticou os modelos de classificação tradicionais, argumentando que eles historicamente levaram investidores a alocar recursos em empresas com “classificação de grau de investimento” que, mesmo assim, entraram em colapso.

Ele afirmou que a Tether construiu “a primeira empresa sobrecapitalizada na indústria financeira, sem reservas tóxicas” e que, apesar disso, permanece extremamente lucrativa. Disse ainda que “a Tether é a prova viva de que o sistema financeiro tradicional está tão falido que está a começar a ser temido pelos reis que estão nus”.

USDT já perdeu a paridade antes

Apesar das críticas do CEO, a stablecoin já perdeu a paridade com o dólar em diferentes momentos do passado – e esse é um dos riscos dessas criptomoedas.

Em abril de 2017, quando a Tether enfrentou problemas de liquidez e questionamentos sobre o lastro de suas reservas – agravados por dificuldades bancárias da exchange Bitfinex, sua parceira – o USDT chegou a ser negociado abaixo de US$ 0,91 em algumas exchanges, segundo a plataforma CoinMarketCap, refletindo a desconfiança do mercado.

No final de 2022, durante o colapso da corretora cripto FTX, a USDT voltou a escorregar: caiu para US$ 0,98 por algumas horas na manhã de 10 de novembro. Já em 15 de junho de 2023, a stablecoin oscilou de novo, chegando a US$ 0,997, após o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) sinalizar novas altas de juros.

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Bitcoin e criptos retomam força com aposta em corte de juros nos EUA

Depois de uma sequência de dias com quedas aqui e altas tímidas acolá, o bitcoin (BTC) e as principais altcoins finalmente engataram uma valorização mais firme na manhã desta quinta-feira (27).

O BTC era negociado na faixa dos US$ 91 mil por volta das 10h de hoje, com alta de 5% no dia, enquanto ethereum (ETH) era trocado de mãos acima dos US$ 3 mil, com valorização de 4%.

O gatilho veio dos juros nos Estados Unidos. A ferramenta CME FedWatch, que mede as expectativas com a taxa, mostra que o mercado passou a ver 85% de probabilidade de corte em dezembro. Para comparar: há uma semana essa chance era de 39%.

A mudança de humor ganhou força após declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) defendendo juros mais baixos, além de novos dados e projeções que apontam um crescimento mais forte da economia americana em 2026, mas com crescimento morno de empregos.

Vale sempre reforçar: ciclos de queda de juros tendem a favorecer criptomoedas e outros ativos de risco, como ações, porque reduzem o apelo da renda fixa, como os títulos do Tesouro americano (as treasuries).

Historicamente, nos dois últimos grandes ciclos de cortes nos EUA – 31/07/2019 a 15/03/2020 e 18/09/2024 a 17/09/2025 – o bitcoin subiu em 50% das vezes três meses após o início dos cortes e caiu na outra metade. Em janelas de seis meses, o desempenho melhora: 75% de altas e 25% de quedas.

Outro impulso veio dos ETFs de bitcoin dos EUA. Eles registraram dois dias seguidos de entradas, somando cerca de US$ 150 milhões, segundo a ferramenta SoSoValue – algo que não acontecia havia um mês e indica uma volta, ainda tímida, da confiança.

Os ETFs de ethereum estão ainda mais aquecidos: quatro dias consecutivos de entradas, perto de US$ 300 milhões no total.

“Nos últimos dias, o comportamento do mercado mudou. O bitcoin encontrou zonas de suporte importantes, o volume vendedor diminuiu e começou um processo gradual de recomposição”, disse Francis Wagner, head de criptomoedas da Hurst Capital.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 10h:

Bitcoin (BTC):  +5,60%, US$ 91.298,94

Ethereum (ETH): +4,00%, US$ 3.012,86

XRP (XRP): +1,50%, US$ 2,18

BNB (BNB): +4,40%, US$ 891,47

Solana (SOL): +4,20%, US$ 141,69

Outros destaques do mercado cripto

IOF se aproxima das criptos. O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) está cada vez mais perto de alcançar as criptomoedas. Ontem, em coletiva no Palácio do Planalto, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo estuda a taxação dos ativos digitais após o Banco Central enquadrar os criptoativos como operações cambiais. Fica a dúvida: será que as stablecoins perdem apelo quando isso avançar?

A regulação é um desafio. O mercado cripto brasileiro ainda é jovem – e carrega desafios proporcionais à idade. De acordo com uma pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) em parceria com a PwC Brasil, 90% das empresas do setor apontam a regulação como o principal entrave para avançar. Também preocupam a cibersegurança (48%), a escassez de profissionais qualificados (47%) e as fraudes (45%).

USDT sob pressão. A Tether, emissora da USDT – a maior stablecoin do mercado, ligada ao dólar – levou um baque nesta semana. A agência de classificação de risco S&P rebaixou a empresa para a nota 5 (a pior da escala) ao avaliar que parte das reservas que sustentam o token é composta por ativos de maior risco. Entre eles estão bitcoin e dívidas corporativas. Para a agência, essa estrutura pode comprometer a capacidade do criptoativo de manter a paridade de 1:1 com a moeda americana.

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O tombo de R$ 2,8 bi do patrimônio dos ETFs cripto brasileiros

A queda recente do mercado cripto atingiu em cheio os ETFs (fundos negociados em bolsa) brasileiros de ativos digitais. Desde a máxima histórica do bitcoin (BTC), em 6 de outubro, até esta terça-feira (25), o patrimônio líquido (PL) desses fundos caiu de R$ 9,7 bilhões para R$ 6,9 bilhões – um tombo de quase 30%.

O PL representa o valor total do fundo em determinado momento. Como esses ETFs compram criptomoedas, guardam em custodiante e vendem cotas que representam uma fração desses ativos, o patrimônio líquido recua quando os preços das criptos caem.

O bitcoin escorregou de US$ 126 mil no início de outubro para a faixa dos US$ 86 mil nesta quarta-feira (26), um deslize de 31% no período, impulsionado por um cenário global de aversão ao risco.

Dois exemplos: o HASH11, maior ETF local de criptmoedas, da gestora Hashdex, viu seu patrimônio liquido cair de R$ 4,3 bilhões no ápice do BTC para R$ 2,9 bilhões (o bitcoin tem peso de 74,20% no fundo). O PL do QBTC11, da QR Asset, que figura entre os maiores do Brasil, recuou de R$ 825,7 milhões para R$ 622,2 milhões.

No total, o Brasil tem cerca de 20 ETFs de criptomoedas. Os dados para esta reportagem foram obtidos nos boletins da B3 e no site Status Invest. BDRs de fundos não entraram no levantamento por não disponibilizarem dados isolados.

Brasileiros “compram a queda”

Apesar da queda no patrimônio líquido e do recuo no preço do bitcoin, os investidores brasileiros “compraram a queda”. Dados da CoinShares mostram que os ETFs locais acumulam entradas de US$ 20,9 milhões no mês (R$ 112 milhões) – o único país no positivo. Só na semana passada, as aplicações somaram US$ 3,5 milhões (R$ 18,7 milhões). Fora o Brasil, apenas a Austrália registrou resultado positivo, com US$ 2 milhões (R$ 10,7 milhões), no mesmo período.

Enquanto isso, os produtos globais de investimento em ativos digitais tiveram saídas de US$ 4,59 bilhões (R$ 24,64 bilhões) no acumulado mensal. Na semana passada, as retiradas chegaram a US$ 1,9 bilhão (R$ 10,2 bilhões), puxadas principalmente pelos produtos dos Estados Unidos, que viram US$ 1,6 bi (R$ 8,6 bi) em retiradas.

O número de cotistas de ETFs cripto no Brasil também aumentou no período: a quantidade pulou de 270,2 mil investidores em 6 de outubro, data da máxima do bitcoin, para 276,7 mil atualmente.

Os ETFs de cripto no Brasil têm uma dinâmica diferente, segundo Henry Oyama, diretor da Hashdex. “Vemos resgates em momentos de euforia e novas aplicações quando há correções, refletindo um investidor mais disciplinado e experiente. Essa maturidade é resultado de anos de trabalho em educação e estruturação de produtos regulados”, falou.

Por que os ETFs de cripto se popularizaram

O primeiro ETF cripto do Brasil foi lançado em 2021. De lá para cá, outros foram criados. Esses produtos atraíram investidores porque têm exposição às criptomoedas, mas funcionam no mercado regulado de fundos negociados em bolsa, com regras já estabelecidas no país há algum tempo.

Isso facilitou a entrada tanto do varejo quanto de investidores institucionais – muitos deles ainda impedidos, por política interna, de operar diretamente em exchanges, que oferecem a possibilidade de investir diretamente em criptomoedas.

Os ETFs e fundos de cripto locais ainda continuam sendo dominados pelo investidor de varejo, segundo Theodoro Fleury, gestor e diretor de investimentos da QR Asset. “Esse público valoriza a simplicidade operacional do ETF e a ausência da necessidade de lidar com autocustódia, senhas e carteiras digitais”.

Ao mesmo tempo, segundo Fleury, há um crescimento gradual da participação institucional. “Essa tendência dialoga com o movimento global de profissionalização da classe de ativos, impulsionado pela entrada de grandes gestoras internacionais”, falou ele.

Já Oyama, da Hashdex, disse que os investidores de varejo começam com tíquetes menores, mas vê também uma presença crescente de institucionais que aproveitam distorções e oportunidades táticas.

Nos boletins de produtos da B3 dos últimos três meses, dois ETFs criptos figuram na lista dos 10 mais negociados do mercado, ao lado de fundos já ”famosinhos”, como o BOVA11, que replica o desempenho do Ibovespa.

Desvantagens e riscos

Se até o tesouro direto tem risco – mesmo sendo quase nulo –, os ETFs não seriam diferentes, ainda mais os atrelados a criptomoedas. O primeiro risco é justamente a volatilidade, que ficou evidente nos últimos dias com a queda do bitcoin.

ETFs menores também carregam o problema de liquidez – quando há pouca procura pelas cotas no mercado, pode ser difícil vendê-las sem ter de aceitar um preço mais baixo do que o de ativos equivalentes mais líquidos. Outro ponto: esses fundos mantêm as criptomoedas em custodiantes. Se houver qualquer problema com essas empresas, os ativos podem ser diretamente prejudicados.

Além disso, a negociação desses ETFs segue o horário da B3, de segunda a sexta. Já as criptomoedas operam 24 horas por dia, inclusive nos fins de semana. Por isso, se o investidor quiser aproveitar uma alta expressiva fora do horário de bolsa para realizar lucro, simplesmente não conseguirá.

Esses fundos ainda cobram taxa de administração e, por serem negociados na bolsa, estão sujeitos a corretagem e custódia das corretoras, além de emolumentos e à taxa de custódia da própria B3. Esses custos reduzem parte do retorno que o investidor teria com as criptos.

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Bitcoin volta a cair, apesar de cenário macro mais favorável

Depois do breve respiro de ontem, o bitcoin (BTC) voltou a escorregar nesta quarta-feira (26). A criptomoeda é negociada na faixa dos US$ 86 mil, com queda de 1% nas últimas 24 horas.

A queda vem apesar de um ambiente um pouco mais favorável do que no início da semana. A expectativa de corte de juros nos Estados Unidos aumentou depois de Christopher Waller, diretor do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), defender a redução da taxa – um movimento que costuma impulsionar ativos de risco.

Segundo André Franco, CEO da Boost Research, a perspectiva de juros mais baixos reduz o custo de oportunidade da renda fixa. Somada ao clima de risco um pouco mais construtivo, tende a favorecer criptos.

No entanto, o movimento recente sugere que o bitcoin deve continuar operando em um canal lateral/levemente ascendente – isto é, oscilando sem direção clara -, “salvo a ocorrência de um catalisador forte, como dados macro surpreendentes, falas dovish do Fed (postura favorável a taxas mais baixas) ou fluxo institucional relevante”, disse.

O fluxo dos ETFs (fundos negociados em bolsa) de bitcoin nos EUA, que costuma pesar no humor do mercado, também deu uma trégua. Na terça-feira (25), os fundos registraram entradas de US$ 128 milhões, um dado considerado positivo.

Mas, para que o mercado volte a ganhar tração, será preciso mais. De acordo com Marco Aurélio Camargo, CIO da Vault, um movimento de recuperação consistente depende de dias seguidos de entradas líquidas nos ETFs e de um alívio mais claro na pressão vendedora.

As principais altcoins – termo para identificar qualquer cripto diferente do BTC – operam de forma mista hoje. Ethereum (ETH) e solana (SOL) recuam, enquanto tron (TRX) e dogecoin (DOGE) registram altas moderadas nesta manhã.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 10h:

Bitcoin (BTC):  -1%, US$ 86.544,50

Ethereum (ETH): -0,65%, US$ 2.899,10

XRP (XRP): -2,50%, US$ 2,15

BNB (BNB): -0,36%, US$ 854,47

Solana (SOL): -0,03%, US$ 135,90

Outros destaques do mercado cripto

Banco Central reclassifica criptos. Enquanto os investidores estão atentos ao sobe e desce de preços, o Banco Central reclassificou as criptos em suas estatísticas do setor externo. É algo mais técnico, mas vale a notícia. Em resumo, o bitcoin agora é tratado como um passivo sem correspondente (ou seja, sem lastro) e as stablecoins como passivos com correspondente (ou seja, com lastro). Lembrando que as stablecoins normalmente são atreladas a outros ativos, como dólar, real, ouro etc.

Mais problemas para o fundador da Binance. O fundador e ex-CEO da Binance, Changpeng Zhao, que recentemente foi perdoado por Donald Trump pelos crimes cometidos nos EUA, enfrenta agora outro problema no país. Uma ação civil apresentada no início desta semana em um tribunal federal acusa “CZ”, como também é chamado, de facilitar pagamentos de milhões de dólares ao grupo Hamas após o ataque de 7 de outubro de 2023 contra Israel. A queixa foi movida por cidadãos americanos.

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Por que as criptomoedas e as ações estão seguindo direções diferentes?

As criptomoedas ficaram de fora do rali mais amplo do mercado na sexta-feira (21). Enquanto o Nasdaq, fortemente voltado para tecnologia, se recuperou da queda de quinta-feira, os investidores em criptoativos não estão prontos para assumir mais risco.

O Bitcoin estava sendo negociado com queda de quase 2%, a US$ 84.859 na sexta-feira, enquanto os três principais índices de ações subiam aproximadamente na mesma proporção.

A explicação simples é que o Bitcoin caiu mais de 30% desde o pico de 6 de outubro, deixando muitos investidores com prejuízo em algumas de suas compras. Como o cripto é frequentemente mantido em contas de margem, alguns provavelmente tiveram que vender para cobrir perdas, empurrando o preço ainda mais para baixo.

O mercado de ações mais amplo, embora volátil, ainda está relativamente alto. O S&P 500 está apenas 4% abaixo do pico de final de outubro, em torno de 6.890 pontos.

“Do ponto de vista da demanda, parece haver uma sensação inicial, porém crescente, de preocupação que poderia evoluir para um pânico completo se a pressão de venda continuar a se intensificar além do que já ocorreu, já que preços mais baixos provocariam mais vendas em um tipo de ciclo de desastre”, escreveram os analistas da empresa de pesquisa financeira Sevens Report na sexta-feira.

A maior criptomoeda do mundo está sendo negociada 33% abaixo de sua máxima histórica de US$ 126.272 no início de outubro. Ela também caminha para sua pior semana desde novembro de 2022, quando o colapso da exchange de criptomoedas FTX desencadeou uma forte liquidação.

Outros ativos digitais não se saíram melhor. Ethereum (ETH) caiu 3,8%, Solana (SOL) caiu 3,9% e XRP caiu 2,8%.

Vários fatores impulsionaram a recente queda nos preços de criptoativos:

Primeiro, os investidores não têm certeza se o Federal Reserve reduzirá as taxas de juros no próximo mês. Caso o banco central mantenha os custos de empréstimo estáveis, isso tornaria o Bitcoin e seus pares menos atraentes em comparação com investimentos que rendem juros, como títulos e contas poupança.

Segundo, o mercado decidiu que este é um bom momento para se desfazer de ativos de risco, diante de dúvidas sobre avaliações elevadas em inteligência artificial.

Terceiro, muitos investidores compraram Bitcoin por volta de US$ 90.000. Com o ativo sendo negociado agora abaixo desse valor, eles podem hesitar em continuar comprando enquanto estão no prejuízo, especialmente se tiverem usado dinheiro emprestado e agora enfrentarem chamadas de margem — quando corretores exigem mais dinheiro dos investidores para cobrir os empréstimos. Isso, por sua vez, pode levar a vendas forçadas, pressionando ainda mais negativamente o preço do ativo.

Não conte com a queda parando por aqui. Podem ocorrer oscilações de preço significativas na próxima semana, já que os volumes provavelmente serão baixos a partir de quinta-feira devido ao feriado de Ação de Graças. Isso significa que não seria necessário muita pressão para que o Bitcoin continue caindo.

“A liquidez provavelmente secará nos mercados esta semana e à medida que nos aproximamos da temporada de feriados”, disse Adam Morgan McCarthy, chefe de pesquisa do provedor de dados cripto Kaiko, ao Barron’s. “Isso pode exacerbar os movimentos se os investidores continuarem ajustando posições antes dos feriados e a liquidez se tornar ainda mais escassa.”

Escreva para Anita Hamilton em anita.hamilton@barrons.com e George Glover em george.glover@dowjones.com

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Bitcoin em queda: é hora de aumentar posição ou ficar de fora?

O bitcoin (BTC) levou um tombo nesta sexta-feira (21) e caiu para o menor preço desde abril, impulsionado por dúvidas sobre os juros nos EUA e saídas em massa nos ETFs (fundos negociados em bolsa) do país.

Diante da queda, surge uma pergunta: vale a pena nadar contra a corrente e aumentar a exposição na criptomoeda, em vez de vender, como a maioria está fazendo?

Em tese, seria – a lógica básica de qualquer ativo é: “compre na baixa, venda na alta”. Se você investe em uma cripto quando o preço dela está baixo, você paga menos por cada unidade. Quando o valor sobe, a diferença entre o que você pagou e o que ele vale vira seu lucro. (isso não é uma recomendação de compra; é apenas uma explicação, ok?).

“Na visão estratégica, faz sentido iniciar ou aumentar posição, mas com parcimônia, com entradas fracionadas”, disse Virgílio Lage, especialista da Valor Investimentos.

Mas nada no mercado financeiro é tão preto no branco, né? A teoria e os especialistas dizem que sim, esse seria um bom momento para comprar, mas há um grande problema a ser observado: não dá para saber se esse é o fundo da cripto – ou seja, o menor preço antes de uma possível alta.

“A queda não garante o fundo. Se o cenário macro piorar (a alta de juros, o dólar pressionando emergentes e o fluxo saindo do risco), a correção pode se estender ainda mais, buscando regiões de suportes (quando a cripto chega em um preço baixo e tende a subir) mais sólidas”, disse Lage.

Até onde o preço pode ir?

Essa é a pergunta de US$ 83 mil, preço que o bitcoin está sendo negociado hoje. Ana de Mattos, analista técnica e trader parceira da Ripio, disse que é possível observar um pouco de demanda compradora tentando frear o movimento de queda, o que poderia dar uma segurada no deslize.

Se esse movimento continuar, as resistências de curto e médio prazo — quando a cripto chega em um preço alto e tende a cair — estão em torno de US$ 88.000 e US$ 100.000. Mas nada disso é garantido.

Se o fluxo vendedor — que hoje é o dominante — continuar forte e a pressão de baixa persistir, disse ela, “o preço do bitcoin pode sim buscar as regiões de liquidez entre US$ 80.000 e US$ 79.000”.

Também vale lembrar que bitcoin é diferente de bolsa. Empresas têm “fundamentos”, ou seja, o lucro que a operação delas dá – ou o lucro potencial que elas podem dar no futuro, principalmente quando você olha para empresas “de crescimento”, que ainda não operam no azul. E é isso que determina o preço de uma ação.

O bitcoin é diferente. Ele não tem valor intrínseco. O que dá para fazer é observar padrões de variação do passado e ver se eles se repetem no futuro – “análise gráfica”, no jargão.

Por que o mercado está nervoso?

O cenário atual é bem incerto. No lado macroeconômico, o relatório de empregos dos EUA (payroll), divulgado ontem, mostrou uma economia aquecida, com 119 mil vagas de emprego criadas em setembro (bem acima dos 50 mil esperado pelo mercado). Isso sugere que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) pode adiar os cortes de juros para controlar uma possível inflação, o que não é nada bom para as criptomoedas.

Os investidores de ETFs (fundos negociados em bolsa) também estão com o pé atrás com o mercado cripto – os dois pés, para falar a verdade. Eles retiraram US$ 3,79 bilhões dos 11 fundos negociados em bolsa entre o dia 1º de novembro e a quinta-feira (20), segundo dados da plataforma SoSoValue. Foi a maior debandada desde o lançamento desses produtos financeiros, em janeiro de 2024.

Além de tudo isso, o cenário no “mercado tradicional” não tem colaborado nada com cripto. As ações dos EUA, que chegaram a subir após os resultados trimestrais da Nvidia, recuaram nesta tarde. O índice Nasdaq 100, por exemplo, cai 0,20% no momento da publicação deste texto.

Quem está vendendo e quem está comprando?

Tem muita gente “das antigas” vendendo bitcoin. Owen Gunden, um dos primeiros grandes investidores de cripto – uma “baleia” (apelido dado a quem tem grandes quantidades de bitcoin) – voltou a movimentar o mercado. Ele vendeu 11 mil BTC, equivalentes a US$ 1,3 bilhão, entre outubro e ontem, segundo dados da plataforma de análise de blockchain Arkham.

Mas, apesar das quedas recentes, também houve investidores aproveitando os preços menores para ampliar posição. A Strategy – a empresa de tesouraria de bitcoin mais conhecida do mercado – comprou 8.178 BTC entre os dias 10 e 11 de novembro, um investimento de US$ 835,6 milhões pela cotação da época.

El Salvador também adicionou 7.474 bitcoins ao seu “carrinho”, cerca de US$ 680 milhões. Neste caso, porém, a operação levantou dúvidas do mercado. Isso porque o movimento contraria as exigências do Fundo Monetário Internacional (FMI), que havia proibido novas compras de cripto como condição para liberar um empréstimo bilionário ao país no começo deste ano.

Qual melhor estratégia e quanto investir em bitcoin?

Uma das principais recomendações para investir em criptomoedas é adotar a estratégia de Dollar-Cost Averaging (DCA, em inglês), que consiste em investir um valor fixo na cripto em intervalos regulares – por exemplo, toda semana ou todo mês – independentemente do preço. Em vez de tentar acertar o “melhor preço” ou identificar o fundo, o investidor dilui as compras ao longo do tempo.

Quanto investir em cripto é uma das dúvidas frequentes de investidores também. Para ser direto: varia. “Depende muito do quão comprado com a tese o investidor está e a sua capacidade financeira”, disse Vitor Santoro Bezerra, planejador financeiro CFP e MBA em finanças pela Faculdade Brasileira de Negócios e Finanças.

No final do ano passado, por exemplo, a gigante dos investimentos BlackRock sugeriu que entre 1% a 2% do portfólio em cripto pode trazer benefícios para o investidor. No entanto, há outras casas que sugerem entre 3% e até 5%, a depender do perfil do investidor.

Quais os riscos de investir em bitcoin?

Os riscos de curto prazo para o bitcoin incluem uma correção mais profunda por causa dos juros nos EUA, reduzindo o apetite por risco e desacelerando os fluxos para ETFs. Há bastante concentração do ativo digital nas mãos de investidores institucionais também, o que adiciona volatilidade caso eles decidam vender. No longo prazo, há sempre os riscos estruturais, como mudanças regulatórias.

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Bitcoin caminha para o pior mês desde o colapso das criptomoedas de 2022

O Bitcoin está a caminho de seu pior desempenho mensal desde uma série de colapsos corporativos que abalaram o setor mais amplo de criptomoedas em 2022.

A maior criptomoeda caiu até 7,6%, chegando a US$ 80.553 na sexta-feira. O segundo colocado, Ether, recuou até 8,9%, ficando abaixo de US$ 2.700, enquanto uma série de tokens menores registraram quedas semelhantes. O valor total de mercado das moedas virtuais caiu abaixo de US$ 3 trilhões pela primeira vez desde abril, segundo dados do CoinGecko.

O Bitcoin já perdeu cerca de um quarto de seu valor em novembro, o maior recuo em um único mês desde junho de 2022, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. O colapso do projeto de stablecoin TerraUSD, de Do Kwon, em maio daquele ano, desencadeou uma cadeia de falências corporativas que culminou na queda da exchange FTX, de Sam Bankman-Fried.

Apesar de uma Casa Branca pró-cripto sob o governo do presidente Donald Trump e da crescente adoção institucional, o Bitcoin caiu mais de 30% desde que atingiu recordes no início de outubro. A derrocada segue uma onda devastadora de liquidações em 10 de outubro, que eliminou US$ 19 bilhões em apostas alavancadas com tokens, e, consequentemente, apagou cerca de US$ 1,5 trilhão do valor combinado de todas as criptomoedas.

A pressão de venda se intensificou nas últimas 24 horas, com mais US$ 2 bilhões em posições alavancadas liquidadas, segundo dados do CoinGlass.

O cenário mais amplo do mercado pouco ajudou. As ações dos EUA, que haviam subido com o entusiasmo renovado por inteligência artificial após resultados positivos da Nvidia Corp., cederam ganhos na quinta-feira devido a preocupações sobre avaliações esticadas e dúvidas sobre um corte na taxa de juros do Federal Reserve em dezembro.

“Sentimento em todo o mercado é incrivelmente ruim. Parece haver um vendedor forçado no mercado e não está claro até onde isso vai”, disse Pratik Kala, gestor de portfólio do hedge fund australiano Apollo Crypto.

Uma carteira de criptomoedas identificada como “Owen Gunden”, que possuía Bitcoin desde 2011, começou a vender tokens no valor total de US$ 1,3 bilhão no final de outubro e se desfez de seu último Bitcoin na quinta-feira, segundo publicação no X do pesquisador de blockchain Arkham Intelligence.

Um indicador de sentimento dos investidores de criptoativos, que mede fatores como volatilidade, momentum e demanda, também atingiu seu nível mais baixo desde o colapso de 2022. O índice, compilado pelo Coinglass, indica atualmente “medo extremo” entre os traders. Ele estava em 94 logo após Trump vencer a eleição presidencial há pouco mais de um ano.

As instituições parecem relutantes em aproveitar a fraqueza do mercado. Um grupo de 12 ETFs de Bitcoin listados nos EUA registrou saídas líquidas de US$ 903 milhões na quinta-feira, seu segundo maior resgate em um único dia desde o lançamento em janeiro de 2024. O open interest em contratos futuros perpétuos caiu 35% em relação ao pico de outubro, de US$ 94 bilhões.

Tony Sycamore, analista da IG Australia, afirmou em nota que o mercado “pode também estar buscando testar o limiar de dor da Strategy” — uma referência ao hoarder de Bitcoin original administrado por Michael Saylor. O mNAV da Strategy Inc. — razão entre valor da empresa e participações em Bitcoin — caiu para pouco mais de 1,2.

Em nota nesta semana, analistas do JPMorgan Chase & Co. alertaram que a Strategy pode perder seu lugar em benchmarks como MSCI USA e Nasdaq 100, com decisão esperada até 15 de janeiro.

Tentativas de replicar a estratégia de acúmulo de criptoativos de Saylor este ano também estão sob pressão, com empresas como Sequans Communications, ETHZilla e FG Nexus vendendo parte de suas participações para financiar recompra de ações e sustentar seus preços em queda.

O Bitcoin registrou sua 11ª baixa consecutiva na sexta-feira, a maior sequência desde 2010, segundo dados analisados pela Bloomberg.

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Cripto ainda não chegou no seu ‘momento iPhone’, diz 21Shares

As criptomoedas estão cada vez mais populares no mundo todo. No entanto, elas ainda não alcançaram o seu “momento Iphone” – ou seja, quando produtos e aplicações ganham adoção massiva e deixam de parecer novidade.

É isso que a equipe de research da gestora suíça 21Shares – que administra US$ 11 bilhões e é responsável por alguns dos maiores ETFs de cripto do mercado – disse em call realizada nesta quarta-feira (19).

O estrategista-chefe Adrian Fritz falou que esse momento chegará quando “as pessoas usarem blockchain e criptos diariamente sem nem perceber”, como para enviar dinheiro para seus familiares. Hoje, vale dizer, isso já acontece com stablecoins, mas não é algo tão difundido ainda.

No momento atual, segundo a gestora, as criptos funcionam mais ou menos como os primórdios da internet, quando era preciso perguntar “você está online?” no aplicativo de mensagens MSN para a outra pessoa da conversa. Atualmente, a tecnologia se tornou invisível.

Futuro cripto é “bem chato”

Para a casa, esse futuro está sendo construído agora, com diversas plataformas pavimentando a infraestrutura do setor cripto. Só que a transição deve ser menos glamourosa do que muita gente imagina.

“Eu pessoalmente acho que o futuro de cripto e da blockchain é, na verdade, bem chato. Sei que, por causa da volatilidade dos mercados, pode parecer estranho dizer isso agora, mas tudo o que está sendo construído é infraestrutura financeira melhor, mais rápida, mais eficiente e mais barata. No longo prazo, isso vai se misturar à forma tradicional como vivemos”, afirmou Fritz.

Tokenização

Um dos grandes condutores desse avanço, segundo a gestora, será a tokenização – a transformação de ativos do mundo real (como imóveis, obras de arte ou títulos financeiros) em tokens negociáveis em blockchain.

Dados do banco britânico Standard Chartered apontam que já existem US$ 35 bilhões em ativos tokenizados no mundo (excluindo stablecoins). A projeção é que esse número dispare para US$ 2 trilhões até 2028 – valor equivalente ao PIB do Brasil em 2024.

Um exemplo de case de sucesso citado pela 21Shares é o Polymarket, uma plataforma de previsões na blockchain em que usuários apostam em eventos futuros – lá tem de tudo um pouco, de decisões de política monetária nos EUA até quando o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, vai cair.

Nas eleições americanas do ano passado, as probabilidades calculadas pelo Polimarket ficaram mais próximas do resultado real do que pesquisas tradicionais, como as feitas pela CNN, disse Eliezer Ndinga, head de estratégia e desenvolvimento de negócios da 21Shares.

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Bitcoin estabiliza, mas balanço da Nvidia e ata do Fed podem mexer com preço

Depois de dias de queda, as criptomoedas encontraram um pouco de estabilidade na manhã desta quarta-feira (19). O bitcoin (BTC) sobe 0,20%, para a faixa dos US$ 91 mil, enquanto o ethereum (ETH) avança 1%.

Mas dois assuntos podem dar uma chacoalhada no mercado cripto ao longo do dia.

O primeiro é a ata do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que será divulgada hoje. Em resumo, é um relatório detalhado sobre a última reunião de política monetária do país, em outubro, que pode trazer pistas sobre possíveis cortes de juros em dezembro.

As criptomoedas, assim como outros ativos de risco, costumam reagir bem a tesouradas nos juros, porque passam a ficar mais atrativas do que títulos de renda fixa. O contrário também é verdadeiro: quando as taxas sobem, os ativos de risco geralmente sofrem.

O segundo ponto que pode mexer com o mercado é o balanço da queridinha da inteligência artificial (IA), a Nvidia (NVDC34), que será divulgado nesta quarta após o fechamento das bolsas americanas.

Se os resultados vierem acima das expectativas, investidores podem voltar a buscar ações de tecnologia e outros ativos financeiros mais arriscados, incluindo criptos – que, na prática, vêm se comportando como parte desse mesmo bloco.

A expectativa é de que a receita do terceiro trimestre da big tech salte 56% em relação ao ano anterior, para US$ 54,9 bilhões, impulsionada principalmente pelas vendas de data centers. Analistas também projetam um lucro líquido de US$ 30,7 bilhões (US$ 1,26 por ação) e um lucro operacional de US$ 36,2 bilhões – alta de 56%.

“Os resultados da Nvidia se tornaram peça central do humor no setor de tecnologia e inteligência artificial. Se a empresa decepcionar, o efeito pode ser pesado para os mercados”, disse Paulo Aragão, host do Podcast Giro Bitcoin.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 10h:

Bitcoin (BTC):  +0,20%, US$ 91.036,30

Ethereum (ETH): +1,19%, US$ 3.030,50

XRP (XRP): -2,20%, US$ 2,13

BNB (BNB): +0,79%, US$ 921,47

Solana (SOL): +0,69%, US$ 138,51

Outros destaques do mercado cripto

Big Brother cripto. Alguns parlamentares não estão contentes com a regulamentação cripto do Banco Central, publicada há alguns dias. Nesta semana, um grupo de deputados federais protocolou um novo projeto (o segundo em menos de sete dias!) para tentar sustar as regras. Segundo eles, a autarquia quer criar um grande “Big Brother das criptomoedas”, acompanhando cada satoshi (a unidade básica do bitcoin, equivalente ao centavo no real) movimentado pelos usuários.

Brasileiro abraçou os ETFs de cripto. O apetite do brasileiro por criptomoedas só cresce. Uma prova disso é que dois ETFs (fundos negociados em bolsa) de ativos digitais – o HASH11 e o ETHE11 – estão na seleta lista dos 10 mais negociados da bolsa de valores há três meses. Eles dividem espaço com gigantes como o BOVA11, o ETF mais popular da B3, lançado lá em 2008.

Fundo cripto da BlackRock sangra. Enquanto os ETFs locais colhem bons números, os equivalentes nos EUA sofrem – principalmente o IBIT, da gigante de investimentos BlackRock. Ontem, o fundo registrou US$ 523,15 milhões em saídas, a maior retirada diária desde seu lançamento, em janeiro de 2024. A debandada veio junto com a queda do bitcoin, que na segunda-feira (17) chegou a cair abaixo dos US$ 90 mil pela primeira vez em sete meses.

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El Salvador anuncia compra de bitcoin apesar de acordo com o FMI

El Salvador diz ter aproveitado a recente queda do bitcoin (BTC) – que escorregou feio e voltou ao menor nível em sete meses por causa do mau humor macro – para reforçar suas reservas de criptomoedas.

Segundo o presidente Nayib Bukele, o país comprou mais 1.090 unidades de BTC, levando seu total para 7.474 bitcoins, o equivalente a cerca de US$ 680 milhões.

A compra foi feita quando o BTC estava não muito acima de US$ 90 mil.

A compra realmente aconteceu?

Apesar de o país ter divulgado a compra, há muitas dúvidas no ar. O motivo: no início do ano, El Salvador fechou um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para acessar US$ 1,4 bilhão em financiamento.

Entre as condições da entidade internacional para liberar o dinheiro estavam tornar a aceitação do bitcoin no setor privado voluntária; limitar o envolvimento do setor público em transações de bitcoin; e restringir compras futuras de BTC pelo governo.

El Salvador, segundo a entidade, teria acatado as condições. Além disso, como parte desse processo, também removeu o status de moeda de curso legal do bitcoin, que havia sido adotado em 2021.

Além disso, em meados deste ano, autoridades salvadorenhas afirmaram que o governo não comprava BTC desde fevereiro, segundo o portal especializado The Block.

E o FMI reforçou a versão: para a entidade, de acordo com o site, o aumento no total de bitcoins do governo não reflete compras novas, mas sim a consolidação das reservas existentes distribuídas em diferentes carteiras estatais.

A relação entre El Salvador e o bitcoin

El Salvador compra bitcoin desde 2021 e se tornou um símbolo global da tese. Bukele é um “bitcoiner” (entusiasta das criptomoedas) assumido e usa as redes sociais para celebrar cada alta ou publicar posts positivos sobre BTC.

Hoje, o país aparece como o quinto maior detentor soberano de BTC, de acordo com dados do site Bitcoin Treasuries. Fica atrás apenas dos EUA (326,5 mil bitcoins); China (190 mil); Reino Unido (61,2 mil); e Ucrânia (46,3 mil).

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Receita amplia regulamentação de criptomoedas e inclui exchanges estrangeiras

Depois da regulamentação das criptomoedas publicada pelo Banco Central na semana passada, nesta segunda-feira (17) foi a vez de a Receita Federal divulgar suas novas normas para o setor, batizadas de DeCripto.

As novas diretrizes substituem as regras atuais – Instrução Normativa RFB nº 1.888 e Instrução Normativa RFB nº 1.899 – de 2019. Parte do texto passa a valer a partir de hoje, mas outros trechos somente em janeiro ou julho de 2026.

Uma das principais mudanças é que as prestadoras de serviços de criptoativos sediadas no exterior agora passam a ter a obrigação de reportar ao Fisco todas as movimentações dos usuários brasileiros – algo que até então não era exigido.

“Isso significa que a Receita Federal terá uma visão muito mais completa e detalhada do patrimônio e das movimentações de criptoativos detidos por contribuintes brasileiros no exterior, mitigando a assimetria de informação que existia anteriormente”, disse Leonardo Roesler, advogado tributarista e sócio do RCA Advogados.

Hoje, segundo dados da plataforma Biscoint, metade do volume de bitcoin (BTC) negociado por brasileiros ocorre em exchanges estrangeiras, como a Binance. No caso da stablecoin USDT, a maior do mercado, 80% do volume local também passa por plataformas de fora.

Outra novidade é que a Receita Federal passou a adotar o Crypto-AssetReporting Framework (CARF), um padrão internacional de troca automática de informações sobre operações com criptoativos, criado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Na prática, o órgão passa a pedir novas informacões, como a identificacão das pessoas, tipo de cripto, entre outros.

De acordo com a Receita, a adoção desse padrão tem como finalidade impedir que as plataformas de criptomoedas sejam usadas para lavagem de dinheiro e para o financiamento de organizações criminosas.

No mais, as regras continuam iguais.

O que as exchanges precisam informar?

Pelas regras, exchanges – tanto brasileiras quanto estrangeiras – precisam informar mensalmente operações como compra e venda, permuta entre criptoativos, transferências, recebimento de airdrops (distribuição gratuita de criptos), rendimentos de staking (renda passiva), receitas de mineração, tomada de empréstimo em cripto e outras transações consideradas “declaráveis”.

Ao enviar os dados, as plataformas devem detalhar: data da operação, tipo de operação, identificação dos usuários, criptoativos usados, quantidade, valores, taxas, descrição do ativo, saldo em moeda fiduciária, saldo de cada criptoativo e o custo de aquisição.

E a pessoa física?

Para quem opera em exchanges, o repasse de informações à Receita é feito automaticamente pelas próprias plataformas. Mas investidores que preferem usar carteiras próprias e autocustódia também têm de reportar suas transações mensalmente – desde que ultrapassem o valor mínimo de obrigatoriedade. Quem não fizer isso pode enfrentar penalidades.

Tanto corretoras cripto quanto usuários que fazem operações por conta própria só precisam informar movimentações quando o total negociado no mês – somando todas as transações – ultrapassar R$ 35 mil no mês. Abaixo desse valor, não há exigência de declaração.

Como fazer essa declaração?

A DeCripto deve ser enviada mensalmente, por pessoa física ou jurídica, até o último dia útil do mês seguinte ao das operações. Ou seja: se você movimentou cripto em outubro, tem até 30 de novembro para transmitir sua declaração.

A entrega é feita pelo sistema Coleta Nacional, dentro do e-CAC, no site da Receita Federal. O documento precisa ser assinado digitalmente com um certificado válido da ICP-Brasil.


O que acontece com quem não declara?

Quem deixar de enviar a DeCripto, entregar fora do prazo ou apresentar dados incorretos pode ser multado, com valores que variam conforme o tipo de contribuinte. Para atrasos, a penalidade é de R$ 100 por mês para pessoas físicas, R$ 500 para empresas do Simples, imunes, isentas ou em início de atividade, e R$ 1.500 por mês para as demais empresas.

Quando há informações omitidas, incompletas ou incorretas, a multa é de 3% do valor da operação para empresas (mínimo de R$ 100) e de 1,5% para pessoas físicas. Também há multa de R$ 500 mensais para quem não atender a intimações da Receita. As penalidades podem ser reduzidas pela metade caso o contribuinte se regularize antes de qualquer procedimento de fiscalização.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 11h30:

Bitcoin (BTC):  -1,45%, US$ 93.998,92

Ethereum (ETH): -0,99%, US$ 3.124,64

XRP (XRP): -0,45%, US$ 2,20

BNB (BNB): -2,70%, US$ 904,94

Solana (SOL): -1,45%, US$ 137,60

Outros destaques do mercado cripto

‘Bitcoiner’ na vice-presidência da República. Cripto ainda não é um tema muito popular dentro do governo federal, mas alguns nomes têm simpatia pelo assunto. Um deles é Pedro Guerra, chefe de gabinete do vice-presidente Geraldo Alckmin. Ele contou recentemente para um portal especializado em cripto que estuda o assunto, traduziu o livro Thank God for Bitcoin, bastante conhecido no mercado, e apresentou a obra para seu chefe.

Educação de qualidade com uma pitada de cripto. A Universidade Harvard investe em cripto desde 2019 – e, pelo visto, gostou da experiência. Agora, decidiu aumentar a aposta. Em seu documento mais recente enviado ao regulador do EUA, a instituição revelou ter 6.813.612 cotas do ETF de bitcoin à vista IBIT, da gestora BlackRock. No total, isso representa cerca de US$ 443 milhões, colocando Harvard entre os 20 maiores investidores do fundo.

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Banco Central enquadra ‘dólar digital’ nas regras do câmbio

O Banco Central publicou nesta segunda-feira (10) a aguardada regulamentação do mercado de criptomoedas no Brasil. Uma das normas da autarquia federal determina que, a partir de 4 de maio de 2026, pagamentos e transferências internacionais com criptomoedas passarão a integrar o mercado de câmbio.

A medida afeta diretamente as stablecoins, criptos que são atreladas a outros ativos, como o dólar. Esses tokens, que recebem o nome de ‘dólar digital’ (quando são ligados à moeda americana), vêm sendo usados por brasileiros em viagens e remessas ao exterior – só em outubro, o volume mensal chegou a R$ 10 bilhões – justamente por serem isentos do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), hoje em torno de 3,5% nas transações com cartões internacionais.

Por enquanto, porém, as stablecoins continuam isentas do imposto. Em coletiva realizada nesta segunda, o diretor de Regulação do BC, Gilneu Vivan, afirmou que a definição sobre a equiparação cambial e eventual cobrança do IOF caberá à Receita Federal, mas ainda não há prazo para isso.

Tiago Severo, advogado especialista em regulação de criptomoedas e sócio do Panucci, Severo e Nebias Advogados, diz que essa resolucão cria sim o gatilho potencial para que a Receita Federal e o Ministério da Fazenda passem a interpretar ou regulamentar a incidência do IOF. No entanto, segundo ele, ainda será necessário editar uma norma específica sobre o tema.

“Essa mudança tem caráter eminentemente regulatório, não tributário: o Banco Central passa a supervisionar tais fluxos dentro do Sistema de Câmbio, exigindo registro e reporte, mas não cria, por si só, uma nova hipótese de incidência do IOF. A norma disciplina “quem pode” e “como pode” operar, sem alterar a regra-matriz tributária do imposto”.

Outras medidas

A regulacão é composta por três resoluções. Além da inclusão das operações com criptoativos no mercado de câmbio (BCB nº 521), ela trata também da autorização e funcionamento das prestadoras de serviços de ativos virtuais (SPSAVs) e da segregação patrimonial, regra que exige a separação entre as criptomoedas dos clientes e os recursos próprios das empresas.

A Resolução BCB nº 520, que entra em vigor no dia 2 de fevereiro de 2026, trata da estrutura e governança das prestadoras de serviços de ativos virtuais (SPSAVs), como exchanges e plataformas de custódia. As empresas que já operam no país terão até 270 dias após a entrada em vigor da norma para solicitar autorização ao BC e se adequar às novas exigências.

A resolução também define as categorias de atuação das empresas:

  • Intermediárias de ativos virtuais: realizam compra, venda, troca, emissão ou staking (renda passiva);
  • Custodiantes: responsáveis pela guarda e controle das chaves privadas;
  • Corretoras: podem exercer tanto a intermediação quanto a custódia.

Além das SPSAVs, instituições como bancos múltiplos, comerciais, corretoras e distribuidoras de valores mobiliários e de câmbio também poderão oferecer serviços com ativos virtuais, desde que autorizados.

O texto também determina que os ativos dos clientes deverão ser mantidos em carteiras separadas do patrimônio da própria empresa, medida conhecida como segregação patrimonial. O objetivo é evitar o uso indevido dos recursos dos usuários e proteger seus saldos em caso de falência ou insolvência da corretora – uma resposta direta aos episódios que abalaram o setor, como a quebra da FTX em 2022.

Boa parte das corretoras locais já faz isso. Para reforçar a confiança, no entanto, as prestadoras terão de realizar provas de reserva e auditorias independentes a cada dois anos, com relatórios públicos de transparência, segundo a nova norma do BC.

Erik Oioli, sócio do VBSO Advogados, destaca que essas normas alinham o Brasil às melhores práticas internacionais. Ao exigir autorização prévia, capital mínimo e padrões rigorosos de governança e segurança cibernética, a confiança e interesse nesse mercado deve crescer mais.

Autorização e requisitos

Já a Resolução BCB nº 519, primeira do pacote, detalha os critérios para autorização das empresas que prestam serviços relacionados a criptoativos. As exigências incluem comprovação da capacidade econômico-financeira dos controladores, origem lícita dos recursos usados no capital social e reputação ilibada dos administradores.

O Banco Central também passa a exigir autorização prévia para eventos como início de operação, mudança de controle societário, alteração de estrutura societária e fusões entre prestadoras. Essa regra também entra em vigor no dia 6 de fevereiro do próximo ano.

Rodrigo Caldas Borges, sócio no Carvalho Borges Araujo Advogados, lembra que as resoluções incluem o Brasil no grupo de países que têm uma regulação clara. É o caso daqueles que cumprem em integralidade as diretrizes do GAFI, uma organização intergovernamental que promove políticas nacionais e internacionais de prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.

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Cartões de criptomoedas: o que saber antes de usar

No princípio do mundo dos pagamentos digitais, era tudo Visa e Mastercard, basicamente. Mas uma revolução nada silenciosa começou a tomar uma parte do território dessas gigantes globais: as stablecoins.

As stablecoins são criptomoedas atreladas a outros ativos. Pode ser o dólar, o ouro, o real etc. Mas as que importam, as que têm público de fato, são as que seguem o valor da moeda americana, principalmente as duas maiores: USDT e USDC.

Guardadas em carteiras cripto, podem ser usadas em locais que aceitam ativos digitais. No Brasil, isso praticamente não existe, mas nos Estados Unidos, estabelecimentos como Gucci e AMC Theatres (a rede de cinemas) liberam o pagamento em criptos estáveis.

Ou seja, muita gente começou a deixar as maquininhas tradicionais de lado, reduzindo as taxas que iam para as bandeiras.

Ao perceberem esse cenário, em vez de gritarem aos quatro ventos que estavam perdendo espaço e sugerirem regras contra as criptomoedas, Mastercard e Visa decidiram se juntar ao setor de moedas digitais. E dessa união nasceram os cartões de criptomoedas de débito e crédito cripto.

Como esses cartões funcionam?

Hoje, há quase uma dezena de cartões de criptomoedas disponíveis em terras brasileiras. No geral, você carrega com criptomoedas e gasta em reais, em qualquer lugar que aceite pagamento por maquininha.

Vamos dar exemplos aqui de dois cartões de criptomoedas, explicando como funcionam, como pedir, quais as taxas etc. Não são recomendações, claro – é tudo para fins didáticos mesmo.

Binance Card – Crédito/Mastercard

Um dos últimos lançamentos, agora no início de outubro, foi o Binance Card, criado pela exchange Binance em parceria com a Mastercard. Ele é um cartão “híbrido”. Apesar de ter a bandeira crédito, não funciona como um cartão de crédito tradicional, e sim como um cartão pré-pago recarregável com criptomoedas.

Para usar, é preciso ter uma conta na corretora e solicitar o cartão pelo site ou aplicativo da Binance. O usuário deve manter criptomoedas – como bitcoin (BTC), ethereum (ETH), binance coin (BNB) ou stablecoins – em uma área específica da conta, chamada “Funding Account”. É desse saldo que o cartão “puxa” o valor das compras.

Também é possível permitir o uso das criptos que ficam na conta usada para trading, chamada “Spot Account”. Dentro da plataforma, você escolhe quais criptomoedas serão usadas primeiro nas transações. Exemplo: primeiro USDT, depois bitcoin, e em terceiro ethereum. É possível definir entre três e 12 moedas digitais.

A cada uso, ocorre uma conversão automática de cripto para real, com taxa de 0,9%. Essa cobrança é feita em todas as compras, e não no fechamento de uma fatura. Em cartões convencionais, vale lembrar, não existem taxas para o usuário (só para o comércio).

O cartão também tem limite mensal de gastos que varia conforme o nível de verificação de identidade do usuário (KYC), indo de R$ 50 mil a R$ 150 mil no mês. Ou seja, mesmo que o cliente tenha R$ 1 milhão em criptomoedas na conta, ele só poderá gastar até o teto definido pela Binance, o que é uma limitação em relação a um cartão de débito comum, que permite usar todo o saldo disponível.

Também é possível fazer saques em caixas eletrônicos. Os dois primeiros saques do mês são gratuitos; depois, cobram uma tarifa de US$ 1,50 por operação. Os cartões de débito comum não costumam cobrar saques.

Ripio Card- Débito/Visa

O Ripio Card é um cartão pré-pago de criptomoedas da plataforma Ripio, com bandeira Visa. Ele funciona de forma muito semelhante ao da Binance: você precisa ter criptomoedas em sua conta na corretora, que são convertidas automaticamente para reais no momento da compra.

A diferença é que o Ripio Card atua formalmente na modalidade débito (ou seja, na hora de passar na maquininha, você diz para o vendedor que o pagamento é no débito). Dá para usar cerca de 30 moedas digitais, incluindo, claro, bitcoin, ethereum e stablecoins.

Na hora da compra, a plataforma faz a conversão automática para reais com uma taxa de 0,5% por operação. Apesar de ser um cartão de débito, ele também tem limite: R$ 40 mil por dia.

Também há opção de saque em caixas 24 horas, com tarifa de R$ 6,90 por operação.

Vantagens

Talvez a principal vantagem desses cartões de criptomoedas seja em viagens internacionais – e a gente já falou sobre isso aqui. Eles não cobram imposto sobre operações financeiras (IOF). Outros cartões que cortam a tarifa são os oferecidos por OKX, Bitget Wallet e Crypto.com.

Alguns deles também eliminam ou têm um spread cambial menor – aquela margem que as instituições financeiras adicionam sobre a cotação do dólar. Em contrapartida, nos cartões tradicionais incidem IOF de 3,5%, somado a um spread que costuma variar entre 4% e 7%.

A taxa de conversão, entre 0,5% e 0,9% fica abaixo desses valores, portanto.

O ideal, de qualquer forma, é sempre usar stablecoins para “recarregar” os cartões. Se você converter diretamente a partir de bitcoins e outras criptos tradicionais, estará à mercê da volatilidade, já que o preço delas muda rápido: o bitcoin, por exemplo, chegou a US$ 126 mil em meados de outubro e hoje está na casa dos US$ 103 mil. Ou seja: o valor em reais pode variar brutalmente entre o momento em que você carrega o cartão e o momento da compra.

Veja tabela com alguns cartões cripto:

CartãoTipoBandeira
Crypto.com CardPré-pago (modo crédito)Visa
Binance CardPré-pago (modo crédito)Mastercard
KAST CardPré-pago (débito e crédito)Visa
OKXPré-pago (débito)Mastercard
Ripio CardPré-pago (débito)Visa
Bitget WalletPré-pago (crédito)Mastercard
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Bitcoin sobe com expectativa de fim do shutdown nos EUA

Parece que o shutdown – a paralisação parcial do governo dos Estados Unidos – está perto do fim, após 40 dias de impasse. E as criptos reagem bem à notícia, acompanhando o bom humor dos mercados americanos.

O bitcoin (BTC) é negociado a US$ 106 mil na manhã desta segunda-feira (10), com alta de 4,37% nas últimas 24 horas. As altcoins – as criptos diferentes do BTC – também avançam, com destaque para o XRP, que sobe 12,30%.

Na noite de domingo (9), o Senado americano aprovou, por 60 votos a 40, o texto do orçamento anual, que pode encerrar a paralisação. O shutdown ocorre quando o Congresso não aprova o orçamento federal dentro do prazo legal.

O projeto agora segue para a Câmara dos Representantes, antes de chegar à mesa do presidente Donald Trump.

O assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, disse ontem em uma entrevista à CBS que o crescimento econômico dos EUA no quarto trimestre poderia ficar ameaçado se a paralisação federal se arrastasse mais.

Para Gracy Chen, CEO da Bitget, embora a paralisação tenha afetado o sentimento dos investidores no curto prazo, ela pode evidenciar as ineficiências dos sistemas financeiros tradicionais e fortalecer a confiança institucional na blockchain (a tecnologia por trás das criptos).

“Em um mercado onde a volatilidade persiste, mas a inovação continua forte, esse período de incerteza estimula estratégias diversificadas e a adoção global, à medida que os investidores buscam estabilidade em alternativas descentralizadas”.

Além das criptomoedas, os principais índices americanos também sobem nesta manhã. Nasdaq pula 1,49%, para 25.541,50 pontos; S&P 500 valoriza 0,93%, para 6.816,75 pontos; e Dow Jones avança 0,40%, para 47.275.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 7h40:

Bitcoin (BTC):  +4,37%, US$ 106.302,47

Ethereum (ETH): +6,59%, US$ 3.617,06

XRP (XRP): +12,30%, US$ 2,54

BNB (BNB): +1,57%, US$ 1.000,01

Solana (SOL): +7,14%, US$ 168,95

Outros destaques do mercado cripto

Regulamentação cripto sai hoje. O Banco Central publica nesta segunda a aguardada regulamentação dos criptoativos no Brasil. O texto será resultado de uma série de consultas públicas realizadas pela autarquia – uma delas sobre em que momento uma operação com criptomoedas pode ser considerada câmbio. Entre os pontos de atenção, o mercado quer saber se as stablecoins passarão a ser tributadas com IOF. A nova norma também deve detalhar os critérios para que empresas obtenham licença como Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs).

Tokenização de carros pode virar realidade. O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e o Detran-PR estudam criar um passaporte veicular digital – um token único para cada veículo, que reuniria em blockchain dados dos motoristas, histórico de propriedade e informações de financiamento. A ideia é tornar o processo de compra, venda e transferência de automóveis mais rápido, seguro e totalmente digital.

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Por que as altcoins sangram mais que o bitcoin em tempos de crise

O bitcoin (BTC) está em baixa no acumulado da semana – mas as altcoins sofrem ainda mais. Enquanto a maior cripto do mercado cai 8% no acumulado de sete dias, o ethereum (ETH) recua 11% e a solana (SOL) quase 15%.

Esse cenário de melhor desempenho do bitcoin (mesmo em momentos de crise) sobre as outras criptos não se restringe ao curto prazo, mas se mantém em um período de três meses. Basta olhar o Altcoin Season Index, um índice que compara o desempenho do BTC com dezenas de criptos nos últimos 90 dias.

Esse índice funciona basicamente como uma régua que mede o desempenho relativo do bitcoin em relação às altcoins. Ele analisa quais criptomoedas tiveram valorização maior que o BTC e quais ficaram atrás. Cada altcoin que superou o BTC soma pontos para o índice, enquanto aquelas que ficaram atrás não somam. O resultado final é uma escala de 0 a 100: quanto mais próximo de 100, mais as altcoins dominaram o período; quanto mais próximo de 0, mais o bitcoin se destacou.

Hoje, esse indicador está em 26/100, o que significa que só um quarto das altcoins conseguiu se sair melhor do que o bitcoin nesse período. Ou seja, o BTC superou as outras cerca de 75% das altcoins. No mercado cripto, isso é chamado de uma “bitcoin season” – o inverso é “altcoin season.”

Por que as altcoins sofrem mais?

A explicação está no perfil de risco e na estrutura de mercado. Criptos alternativas são, por natureza, mais arriscadas. Elas têm liquidez menor e capitalização de mercado bem reduzida na comparação com o BTC.

Em tempos de pânico e aversão ao risco, como o visto nos últimos dias, a venda de grandes volumes de bitcoin não derruba o preço de forma tão acentuada, pois normalmente há uma contraparte compradora robusta.

Já no ecossistema das altcoins, qualquer ordem grande de venda pode causar quedas bruscas, pois pode ser que não existam compradores suficientes no outro lado para absorver a pressão vendedora sem concessões de preço.

Além disso, os grandes investidores individuais (as chamadas baleias) podem movimentar altcoins menores facilmente, causando variações de preço mais intensas.

O bitcoin também têm mais instrumentos financeiros – ETFs, futuros, opções – que ajudam a estabilizar o preço em momentos de estresse. Altcoins mais conhecidas, como ethereum e solana, também têm, mas as criptos menores não têm acesso a essas ferramentas.

Boa parte do capital investido em altcoins também é especulativo (especialmente nas famosas memecoins). Os traders estão correndo atrás de ganhos rápidos. Isso aumenta a sensibilidade a notícias, rumores ou movimentos de grandes players.

E o futuro: hora de abandonar as altcoins?

A história do mercado cripto é feita de ciclos, e não vale descartar todo um setor baseado em um único momento de baixa. Apesar do cenário desfavorável, as altcoins continuam operando e têm catalisadores importantes no radar.

O BTG Pactual, em um relatório recente, destacou que, além de bitcoin, mantém exposição significativa a ethereum e solana, por exemplo.

“Mantivemos ethereum (ETH) e solana (SOL) entre as maiores exposições, amparadas por ETFs listados nos EUA e pela atuação de tesourarias corporativas na acumulação de posições, vetores que ancoram demanda e contribuem para a formação de preço no médio prazo”, os analistas do banco escreveram em relatório.

No mês passado, os EUA ganharam dois ETFs de solana. Juntos, segundo a plataforma SoSovalue, eles já têm um valor acumulado de US$ 323,02 milhões. Já os ETFs de ethereum, um pouco mais antigos, têm US$ 13,9 bilhões.

Em relação às companhias de tesouraria, 15 empresas de capital aberto já mantêm ethereum em caixa e 10 têm solana, segundo dados da plataforma CoinGecko. Em bitcoin, de acordo com o mesmo site, são mais de 120 companhias (algumas plataformas citam até 200).

O XRP, token associado à Ripple, também vem ganhando espaço nas análises de especialistas. Desde a aprovação de um ETF ligado à moeda nos Estados Unidos, em setembro, cresceu a aposta de que ele pode começar a chamar a atenção dos investidores mais tradicionais.

“Com a situação regulatória resolvida nos EUA, o XRP volta a atrair investidores institucionais. ETFs já operam nos EUA e no Canadá, e a rede Ripple segue avançando em soluções de pagamentos transfronteiriços”, disse Marcelo Person, crypto treasury & markets director da Foxbit.

E as altcoins menores e mais arriscadas?

Para as criptos de menor porte, o cenário de volatilidade acentuada deve permanecer. Mesmo nesse ambiente, projetos em nichos tendem a se destacar, segundo analistas.

Um exemplo citado pela equipe de research do Mercado Bitcoin é o Hyperliquid (HYPE), token nativo de uma exchange descentralizada (DEX, na sigla em inglês) de derivativos.

“Esse projeto vem ampliando sua atuação em campos estratégicos, como o desenvolvimento de uma stablecoin própria, o que pode reforçar ainda mais sua relevância dentro do ecossistema de finanças descentralizadas (DeFi) e gerar novas fontes de demanda para HYPE”.

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