Humorista Tiago Santineli é levado à delegacia após ataque de bolsonaristas a show em BH


Tiago Santineli “EXORCIZANDO” os “cristãos bolsonaristas” que foram lacrar na porta do show dele 🤣 pic.twitter.com/ihwpszEudZ
— Lázaro Rosa 🇧🇷 (@lazarorosa25) March 21, 2026
No sábado (20), “cristãos” bolsonaristas assediaram e realizaram uma vigília durante o show de Tiago Santineli em Belo Horizonte. Ao final da apresentação, o comediante foi levado à delegacia pela polícia por reagir de maneira humorada aos ataques, em mais um episódio de censura e intimidação de artistas por parte de grupos ligados ao extremismo.
Os “patriotas” se dizem defensores da “liberdade de expressão”, mas, na prática, tentam silenciar um humorista por meio de ameaças e tumulto por causa do espetáculo e suas posições políticas.
Pouco antes de seu show, Santineli publicou um vídeo de tom claramente humorístico, “exorcizando” os fascistas que tentavam causar confusão na porta da casa de shows.
“No final, os deputados não conseguiram cancelar meu show. Na prática, só deram ainda mais visibilidade (valeu pela publicidade, inclusive). Do lado de fora, um grupo de cristãos tentou tumultuar, encenar protesto e até transformar a porta do teatro em um palco improvisado de moralismo”, escreveu Santineli em sua redes.
“No fim das contas, virou espetáculo paralelo: gritaria, provocação e muita contradição. Enquanto isso, o show aconteceu e com casa cheia. Se a ideia era me calar, saiu pela culatra. Aqui não cola intimidação. Obrigado pela divulgação e até o próximo em BH”.
Santineli também fez uma piada sobre os bolsonaristas: “Precisam arrumar emprego URGENTEMENTE”.
fui fazer meu show em BH, os cristãos tentaram cancelar, não conseguiram e foram lá fazer barraco. precisam arrumar emprego URGENTEMENTE kkkkkkkkkkk
um shows sobre UMBANDA! não era o show Anticristo, era um show sobre religiões de matriz africana. é só racismo religioso apenas. pic.twitter.com/N3a7CZ59iH
— DEUS 🇻🇪 (@tiagosantineli) March 22, 2026
O show de Santineli não tinha como tema o anticristo, conforme alegado pelos fanáticos, mas falava sobre as religiões de matriz africana, especificamente a umbanda. A reação desses bandos, além de racismo religioso, evidenciou o contexto de censura que persiste contra artistas que fazem críticas a pautas ultra-reacionárias.
A polícia levou o humorista para a delegacia, e o rapper Djonga apareceu para defendê-lo publicamente. Mais uma vez, o bolsonarismo atenta contra a liberdade de expressão e artística no Brasil, em mais um episódio de intolerância e tentativa de silenciamento de vozes dissonantes.
🚨URGENTE – Thiago Santinelli foi preso em flagrante em Belo Horizonte após agredir ativistas católicos que protestavam contra seu show pic.twitter.com/7Q6DPXqHtb
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) March 22, 2026
🚨URGENTE – Thiago Santinelli foi preso em flagrante em Belo Horizonte após agredir ativistas católicos que protestavam contra seu show pic.twitter.com/7Q6DPXqHtb
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) March 22, 2026
Um grupo de deputados estaduais de São Paulo entrou com um processo no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) pedindo a cassação da deputada Fabiana Bolsonaro (PL), acusada da prática racista de blackface e discurso transfóbico no fim da tarde desta quarta-feira (18).![]()
Leia em TVT News.
Em discurso no plenário, Fabiana criticou a eleição da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que é uma mulher trans, para presidente da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados.
Além de recorrer ao Conselho de Ética, a deputada estadual Mônica Seixas e a vereadora de São Paulo Luana Alves, ambas do PSOL, registraram um boletim de ocorrência contra Fabiana na Delegacia de Repressão aos Crimes Raciais e Delitos de Intolerância.
“Racismo e transfobia são crimes! Já acionamos o Conselho de Ética e estamos na delegacia exigindo responsabilização imediata”, escreveu Mônica nas redes sociais.
Fabiana Bolsonaro também foi denunciada ao Ministério Público de São Paulo por racismo, por iniciativa da deputada estadual Ediane Maria (PSOL).

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Nas redes sociais, Fabiana disse que a atitude no plenário da Assembleia foi uma analogia.
“A analogia foi clara, só não entendeu quem não quis! Assim como eu não me torno negra só porque pintei a pele, ninguém que não nasceu mulher pode representar com legitimidade as dores biológicas, psicológicas e históricas que só as mulheres biológicas conhecem”, disse.
A deputada do PL também divulgou uma nota pública negando ter praticado blacface durante sua fala.
“Como deputada, afirmo com total clareza e responsabilidade jurídica: durante minha presença no Plenário da Assembleia Paulista não fiz blackface. É uma mentira deliberada para tentar calar um debate legítimo”.
Durante um discurso, nesta quarta-feira, na tribuna da Alesp, enquanto se manifestava contra Erika, Fabiana pintou de marrom seu rosto e braços.
“Estou pintada de negra por fora. Eu me reconheço como negra. Por que então eu não posso presidir a Comissão sobre racismo, antirracista? Por que não posso cuidar dessa pauta? Porque eu não sou negra?”, disse.
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A internação de Jair Bolsonaro em uma UTI em Brasília gerou uma nova onda de pressão de parlamentares bolsonaristas para que o Supremo Tribunal Federal (STF) conceda a prisão domiciliar ao ex-presidente. O alvo principal dos ataques é o ministro Alexandre de Moraes, responsável pela condenação.
A pressão foi intensificada após o ex-presidente ser internado com uma broncopneumonia grave no último sábado (13). O deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB), líder da oposição, afirmou que a pressão sobre o STF deve aumentar com a saúde debilitada de Bolsonaro.
Moraes já havia rejeitado um pedido de transferência para prisão domiciliar no início de março. No entanto, aliados de Bolsonaro, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), planejam apresentar uma nova solicitação ao STF, junto com uma estratégia para aumentar as críticas à corte.
“Vamos continuar pressionando politicamente até o presidente ficar em casa, para que ele possa ter mais dias de vida. A Suprema Corte está envolvida em diversos escândalos de corrupção, tráfico de influência, decisões arbitrárias, perseguição. A gente vai bater pesado nesse sentido”, disse Silva à Folha de S. Paulo.

O ex-presidente, que foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, segue cumprindo pena na unidade prisional conhecida como Papudinha. Embora a pena seja considerada alta, espera-se que Bolsonaro cumpra entre seis a oito anos de regime fechado.
O projeto de redução das penas, que visa diminuir o tempo de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, também beneficiaria Bolsonaro, mas foi vetado pelo presidente Lula. O Congresso tem o direito de derrubar o veto, mas enfrenta um obstáculo, já que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tem rejeitado a ideia.
O deputado Paulinho da Força (SD-SP), relator do projeto de redução das penas, sugeriu que se faça um acordo para que o veto seja derrubado sem a criação da CPI para investigar o Banco Master.
O líder do PDT, Mário Heringer (MG), disse que a saúde de Bolsonaro e as discussões sobre a prisão domiciliar são usadas pela oposição para pressionar o Judiciário. Ele acredita que o ex-presidente está sendo utilizado politicamente para constranger o STF.
O líder do Republicanos, Augusto Coutinho (PE), reclamou da pressão, afirmando que o Congresso não deve intervir nas decisões do STF.

Os bolsonaristas do podcast “Esquadrão Nerdola” fizeram uma live reagindo à premiação do Oscar neste domingo (15) e comemoraram a derrota de Wagner Moura. Eles passaram mais de seis horas em uma bancada na transmissão intitulada “Oscar anti-lacração 2026 ao vivo – Todos contra Wagner Moura”.
Wagner Moura foi um dos indicados na categoria de Melhor Ator, junto de Timothée Chalamet, Leonardo DiCaprio, Ethan Hawke e Michael B. Jordan, o vencedor. O prêmio foi dado ao artista por seu papel no filme “Pecadores”, dirigido por Ryan Coogler, recordista de indicações na história da premiação, com 16.
O programa é dos bolsonaristas Gabriel Alba, André Alba, Giga e Carlos Seguette. Eles são conhecidos por reclamar da “cultura woke” e da “lacração”, e lideram um movimento contra uma suposta militância ideológica em filmes, séries e animes.
Ao longo da transmissão, eles ironizaram a indicação de Wagner Moura dizendo que ele seria o “Brasil no Oscar” e que se o ator vencesse seria um “prêmio político”. Os bolsonaristas também previram um “discurso de Bolsonaro” em caso de vitória.
Um deles, Gabriel Alba, chegou a levar uma camisa do Bahia, rival do Esporte Clube Vitória, que homenageou o ator em partida neste sábado (14), usando personagens protagonizados pelo artista nas roupas dos jogadores.
Veja o momento da celebração:
Se tem uma coisa que acho ridícula é brasileiro torcendo contra brasileiro, principalmente por causa de posição política, mas o Wagner Moura é justamente a exceção dessa minha regra. Se fosse um ator com posições políticas à direita (nem precisava ser bolsonarista), ele e seus… pic.twitter.com/1n9BYQqUe5
— Canal do Negão (@CanaldoNegaoo) March 16, 2026
O filme “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, foi indicado a outras três categorias além de Melhor Ator: Filme, Filme Internacional e Diretor de Elenco. Apesar da campanha histórica, o longa perdeu para os favoritos “Valor Sentimental” e “Uma Batalha Após a Outra”.
Apesar da derrota na premiação, o filme voltou ao Top 10 de bilheterias de cinema no Brasil. Entre os dias 12 e 15 de março, às vésperas da cerimônia, o longa foi visto por mais de 15 mil brasileiros e acumulou uma arrecadação total de R$ 52,27 milhões.
Família de Bolsonaro e bolsonaristas seguem a receita ataque às entidades democráticas. Michelle Bolsonaro compartilha vídeo de bolsonarista criticando jornalistas que cobrem a internação do ex-presidente condenado e inelegível. Entidades reagem. Leia em TVT News.
Entidades que representam jornalistas brasileiros repudiaram as agressões e ameaças sofridas por profissionais de imprensa que trabalham diante do hospital particular onde o ex-presidente da República Jair Bolsonaro está internado, em Brasília.![]()
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A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) divulgaram notas cobrando proteção aos profissionais.
Segundo a Abraji, alguns jornalistas passaram a receber ameaças e ofensas após uma influenciadora digital bolsonarista divulgar um vídeo em que acusa profissionais de imprensa que aparecem em imagens gravadas na porta do Hospital DF Star, à espera de informações atualizadas sobre o estado de saúde de Bolsonaro, de desejarem a morte do ex-presidente.
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O vídeo foi compartilhado por parlamentares e pela própria ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que tem mais de 8 milhões de seguidores em suas redes sociais.
A Abraji classificou a divulgação do vídeo, sem qualquer verificação prévia, como um gesto irresponsável. Segundo a associação, o registro foi deturpado e expôs jornalistas “que estavam simplesmente exercendo seu trabalho” a ameaças e difamações.
“É inadmissível que parlamentares e figuras com espaço no debate público utilizem sua influência para orquestrar campanhas de difamação e incitar agressões contra profissionais de imprensa. Esse tipo de ataque não é apenas uma ameaça individual — é um ataque direto à liberdade de imprensa e à democracia”, sustenta a Abraji, na nota que divulgou neste domingo (15).
De acordo com a associação, as agressões não ficaram restritas ao ambiente digital: ao menos duas repórteres sofreram ataques ao serem reconhecidas na rua.
Ainda segundo a Abraji, montagens e vídeos produzidos com o uso de inteligência artificial foram divulgados, inclusive simulando que uma das profissionais é esfaqueada. Fotos de filhos e parentes de jornalistas estão sendo usadas como instrumento de intimidação e assédio.
Também em nota, a Fenaj e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal cobraram proteção aos trabalhadores. “Lembramos que é dever do Estado garantir a segurança dos profissionais em locais públicos e de interesse jornalístico”, destacaram as entidades, antecipando que irão pedir reforço da Polícia Militar na frente do hospital para impedir “cerceamento e agressões” ao trabalho da imprensa “por parte de militantes”.
“Ressaltamos ainda que é fundamental a apuração rigorosa das ameaças para que episódios como esse não se repitam. Pedimos às autoridades policiais e ao Ministério Público que identifiquem e punam os autores das ameaças virtuais e os responsáveis pela exposição indevida de dados dos profissionais”, cobraram a Fenaj e o sindicato.
As entidades exigem que as empresas de jornalismo proporcionem condições para que seus empregados possam trabalhar, afastando-os do hospital caso não se sintam seguros e oferecendo a eles apoio jurídico.
“Reafirmamos que a liberdade de imprensa é um pilar fundamental da democracia. O jornalismo é essencial para levar fatos ao conhecimento público, e não pode ser cerceado por métodos de coação física ou psicológica. Não aceitaremos a intimidação como método político”, concluem as entidades.
A Agência Brasil não conseguiu contato com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e com a Polícia Civil para saber se boletins de ocorrência foram registrados.
Bolsonaro está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star desde a manhã da última sexta-feira (13), tratando de uma broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa.
Segundo o boletim médico divulgado esta manhã, seu quadro clínico é estável e ele teve uma melhora da função renal de ontem (14) para hoje, mas devido a uma elevação dos marcadores inflamatórios em seu sangue, os médicos decidiram ampliar a dosagem de antibióticos.

Ainda não há previsão de quando ele poderá deixar a UTI e seguir para um quarto, de onde deverá voltar a Papudinha (prédio no Complexo Penitenciário da Papuda), onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão, por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados.
Com informações da Agência Brasil
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro receba na prisão a visita de um assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A decisão permite que o encontro ocorra no dia 18 de março, na unidade conhecida como “Papudinha”, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Leia em TVT News.
A autorização foi concedida após pedido da defesa do ex-presidente, que solicitou ao STF a liberação da visita do cientista político norte-americano Darren Beattie. O encontro deverá ocorrer no horário regular de visitas da unidade prisional, entre 8h e 10h, seguindo as regras do sistema penitenciário.
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Bolsonaro cumpre pena de mais de 27 anos de prisão após condenação por participação na trama golpista que tentou reverter o resultado das eleições presidenciais de 2022, vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva. Ele está detido desde novembro do ano passado em uma ala especial destinada a autoridades e agentes públicos.
O visitante autorizado por Moraes é Darren Beattie, integrante da equipe do governo Trump responsável por assuntos relacionados ao Brasil no Departamento de Estado dos Estados Unidos.
Beattie é um cientista político ligado à direita norte-americana e tornou-se conhecido por sua atuação em círculos do trumpismo e por posições críticas a governos e instituições considerados adversários do ex-presidente dos EUA. Nos últimos meses, ele foi designado para acompanhar temas envolvendo o Brasil dentro da política externa do governo Trump.
A presença do assessor em Brasília ocorre no contexto de tensões diplomáticas recentes entre os dois países envolvendo o julgamento de Bolsonaro. Trump e aliados políticos nos Estados Unidos criticaram o processo conduzido pelo STF e chegaram a classificar o caso como perseguição política contra o ex-presidente brasileiro.
Beattie também protagonizou declarações polêmicas sobre o próprio ministro Alexandre de Moraes. Em publicações e entrevistas, o assessor afirmou que o magistrado seria um dos responsáveis por um suposto “complexo de censura e perseguição” contra Bolsonaro — críticas que ecoam narrativas defendidas pelo trumpismo e por setores da extrema direita brasileira.
Na petição apresentada ao STF, os advogados de Bolsonaro argumentaram que o assessor norte-americano estaria em Brasília por um período curto devido a compromissos diplomáticos, o que tornaria necessária a autorização judicial para a visita.
A defesa solicitou que o encontro pudesse ocorrer fora dos dias tradicionais de visitação do presídio, mas Moraes decidiu manter o encontro dentro do calendário regular da unidade prisional. Dessa forma, o ministro autorizou a visita apenas no horário comum permitido pela administração do complexo penitenciário.
Segundo o despacho, a reunião deverá seguir todas as regras de segurança da prisão, incluindo eventual acompanhamento de intérprete, caso seja necessário para a comunicação entre o assessor e o ex-presidente.
A visita de um representante do governo norte-americano a Bolsonaro na prisão ocorre em meio a um cenário de forte polarização política e tensões entre setores do trumpismo e instituições brasileiras.
Desde a condenação do ex-presidente, aliados de Trump nos Estados Unidos têm criticado o processo judicial brasileiro. O próprio presidente norte-americano já classificou o julgamento como uma “caça às bruxas” e chegou a adotar medidas comerciais contra o Brasil como forma de protesto.
Especialistas avaliam que a autorização da visita demonstra a disposição do STF de manter o respeito às regras do sistema penitenciário e ao direito de visitas de presos, mesmo quando o caso envolve figuras políticas de alto perfil e repercussão internacional.
Ao mesmo tempo, o encontro pode reforçar a dimensão internacional do caso Bolsonaro, que já mobiliza debates diplomáticos e políticos fora do país. Para analistas, a presença de um assessor do governo Trump na Papuda simboliza o alinhamento ideológico entre setores da extrema direita brasileira e norte-americana — relação que marcou o período em que Bolsonaro e Trump governaram simultaneamente.
Com a autorização concedida por Moraes, a visita de Darren Beattie está prevista para ocorrer na próxima semana, dentro das regras estabelecidas pelo sistema penitenciário do Distrito Federal. O encontro deve durar até duas horas e será realizado na área reservada a visitas da chamada Papudinha, ala destinada a presos considerados de perfil especial.
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