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Nvidia (NVDA) recupera valor de mercado acima de US$ 5 trilhões

25 de Abril de 2026, 08:27

A Nvidia (NVDA) recuperou o valor de mercado de US$ 5 trilhões após suas ações avançarem a patamar recorde nesta sexta-feira (24), em meio a um rali de companhias de chips na esteira de ganhos da Intel.

As ações NVDA da companhia subiram 4,2% (US$ 208,27) e adicionou mais de US$ 200 bilhões em valor de mercado, liderando o ranking como empresa mais valiosa do mundo, segundo o site Companies Market Cap.

O ranking das maiores empresas em capitalização de mercado traz ainda Alphabet, Apple, Microsoft e Amazon, todas norte-americanas. A TSMC, com sede em Taiwan, aparece em sexto lugar, com valor de mercado de US$ 2,09 trilhões.

O ímpeto da Nvidia e de outras empresas de semicondutores foi ajudado pela Intel. As ações da empresa escalaram quase 24%, após a divulgação de fortes resultados do primeiro trimestre. Os papéis já mais que dobraram de valor neste ano, acompanhando a melhora das perspectivas da empresa, com sua relação preço da ação em relação aos lucros projetados em um patamar recorde.

Para analistas do Banf of America (BofA) Securities, a Intel mostrou um trimestre sólido e perspectiva de aceleração da demanda e do poder de precificação em CPUs para servidores que impulsionam cargas de trabalho de inteligência artificial (IA) agêntica.

“Apesar do aumento da demanda por CPUs de servidor, os analistas do BofA observam que a rival AMD tem um produto para servidores mais forte e que variantes baseadas em ARM (NVDA Vera, AWS Graviton, Google Axion, ARM AGI) podem ganhar participação sobre os “x86”. A arquitetura x86 é uma família de conjuntos de instruções CISC para processadores, iniciada pela Intel com o 8086 em 1978.

Inteligência artificial: descubra os três empregos que estão a salvo da tecnologia, segundo Bill Gates

22 de Março de 2026, 09:03

À medida que a inteligência artificial (IA) avança em ritmo acelerado, o cofundador da Microsoft, Bill Gates, faz um diagnóstico direto: a tecnologia deve substituir humanos “na maioria das coisas” — e isso pode acontecer mais rápido do que o mercado imagina.

Em entrevista ao The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, o bilionário afirmou que habilidades hoje consideradas raras — como a de um “grande médico” ou um “grande professor” — tendem a se tornar abundantes e até gratuitas com a popularização da IA.

“Na próxima década, ótimos conselhos médicos e aulas particulares de qualidade serão comuns”, disse Gates.

Isso significa uma mudança estrutural. O valor da especialização humana pode cair drasticamente, à medida que algoritmos passam a entregar conhecimento em escala, sob demanda e com custo próximo de zero.

Quem está ameaçado pela inteligência artificial?

Ao contrário do senso comum, o risco da inteligência artificial não está apenas no trabalho manual. Segundo estudo de 2025 da própria Microsoft, as funções mais expostas estão justamente em escritórios e atividades intelectuais.

Entre elas:

  • Jornalistas e analistas de notícias
  • Redatores e editores
  • Tradutores e intérpretes
  • Cientistas de dados
  • Desenvolvedores web
  • Profissionais de atendimento ao cliente
  • Analistas de mercado e gestão
  • Relações públicas e marketing
  • Professores de ensino superior (especialmente áreas de negócios)

O ponto em comum entre elas? São funções baseadas em processamento de informação, reconhecimento de padrões e comunicação estruturada, exatamente onde a inteligência artificial mais avança.

Os três empregos que podem sobreviver

Apesar do cenário amplo de disrupção, Gates aponta três áreas que devem continuar relevantes — ao menos por enquanto.

1. Biologia

A descoberta científica, especialmente em áreas como saúde e pesquisa, ainda depende de intuição, criatividade e experimentação no mundo real — algo que a tecnologia não replica completamente.

2. Energia

Com a transição energética global, sistemas complexos e desafios ambientais exigem decisões humanas, visão estratégica e adaptação a contextos imprevisíveis.

3. Programação e desenvolvimento de software

Mesmo com a inteligência artificial escrevendo código, profissionais da área continuam essenciais para supervisionar, ajustar e evoluir os sistemas.

O que fica para os humanos

Gates também sugere que parte do trabalho humano sobreviverá por escolha, não por necessidade econômica. Para ele, atividades culturais, esportivas e criativas devem permanecer como espaços “reservados” às pessoas, mesmo com o avanço da inteligência artificial.

“Sabe, como no beisebol. Não vamos querer assistir computadores jogando beisebol”, disse Gates a Fallon.

“Haverá algumas coisas que reservaremos para nós mesmos. Mas em termos de fabricação, transporte e produção de alimentos, com o tempo esses serão problemas basicamente resolvidos”, completou.

Carteira internacional da Empiricus passa por ajustes após resultados das empresas; veja novas recomendações

8 de Março de 2026, 10:00

Para o mês de março, em meio a conflitos globais e volatilidade nas bolsas ao redor do mundo, a Empiricus Research apresentou alterações na sua carteira recomendada de ações internacionais. A relação de ações indicadas é formada por Brazilian Depositary Receipts (BDRs).

Alphabet (GOOGL),  Visa e Microsoft (MSFT34) tiveram suas posições aumentadas. As duas primeiras subiram para o peso 15%, enquanto a última dobrou o seu espaço, saindo de 5% em fevereiro, para 10% neste mês.

Já as ações da Amazon,  Berkshire Hathaway (BERK34) e TSMC (TSMC34) foram reduzidas. As duas primeiras saíram de 15% para 10%, já a terceira perdeu metade do espaço de fevereiro, saindo de 10% para 5%.

De acordo com o relatório, a nova formatação da carteira foi realizada a partir da análise dos resultados do quarto trimestre de 2025 divulgado em fevereiro pelas companhias.

O analista Enzo Pacheco, que assina a carteira, explicou que o aumento de espaço da Alphabet aproveita o enfraquecimento da ação, visando ainda um potencial de crescimento consistente da plataforma de nuvem Google Cloud e da aceleração do ciclo de Inteligência Artificial.

Apesar dos riscos competitivos entre ferramentas de pesquisa e de regulamentações sobre publicidade, a Alphabet ainda possui uma diversificação de receitas advindas de assinaturas pagas, que contrapõem possíveis impactos negativos.

Sobre a valorização da Visa, o relatório afirma que a tese se sustenta após a companhia divulgar resultados “acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo”. Para a Empiricus, o preço de negociação do papel segue atrativo em um bom ponto de entrada

No caso da Microsoft, Pacheco enxerga boas perspectivas para a empresa, após recente desvalorização desde a divulgação dos resultados. “Entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, conclui.

Já entre as baixas, a perda e espaço da TSMC foi justificada pela aposta em teses de mercado mais favorável, uma vez que a ação foi valorizada recentemente. Apesar da redução, a análise ainda ressalta a aposta em companhias no mercado de semicondutores, que avalia como “essencial”.

A queda da Berkshire Hathaway e da Amazon seguem a mesma lógica, segundo a Empiricus.

Para a Berkshire, a redução aconteceu antes da divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025, prevendo uma possível reação negativa do mercado que considera a recente mudança de CEO no início de janeiro, quando a companhia finalizou a gestão de Warren Buffett e Greg Abel assumiu o cargo.

Ainda assim, Pacheco ressalta que a Empiricus mantém a exposição em teses de tecnologia, ainda que com a ressalva sobre o sentimento negativo sobre o setor. Segundo o relatório, a casa busca a diversificação na carteira.

As 10 melhores ações internacionais para investir em março:

Empresa BDR Ação (EUA) Peso (%)
Alphabet GOGL34 GOOGL 15
Novo Nordisk N1VO34 NVO 15
Visa VISA34 V 15
Amazon AMZO34 AMZN 10
Berkshire Hathaway BERK34 BRK/B 10
Coinbase C2OI34 COIN 10
Microsoft MSFT34 MSFT 10
Alibaba BABA34 BABA 5
Baidu BIDU34 BIDU 5
Taiwan Semiconductor (TSMC) TSMC34 TSM 5

*Com supervisão de Juliana Américo

Jeff Bezos, ex-CEO da Amazon, abre o jogo sobre como é uma reunião perfeita para ele

8 de Março de 2026, 09:00

Enquanto muitos ficam nervosos na hora de preparar uma reunião no trabalho, o fundador da Amazon, Jeff Bezos, diz ter descoberto a fórmula perfeita. Durante sua gestão, a Amazon se tornou uma das 7 magníficas, as big techs mais relevantes do mercado de investimento.

Mesmo após ter deixado o cargo de CEO da big tech, Bezos segue defendendo as regras que aplica em suas reuniões.

A preparação é essencial para o bilionário da tecnologia — e nada de copiar e colar modelos e PowerPoints, essas apresentações são proibidas. Antes do encontro, Bezos prepara um dcumento objetivo de seis páginas, que fala sobre o que será discutido.

Para ele, essa é a fórmula perfeita para uma boa reunião.

“Não sigo um cronograma rígido. Minhas reuniões costumam durar mais do que eu planejo, porque acredito em explorar possibilidades”, disse ele em um episódio do Lex Fridman Podcast.

Bezos é direto e reto na hora de reunião

Propor ideias para o chefe é o maior pesadelo de muitos, afinal, ninguém quer parecer tolo em frente de quem paga seu salário. Por isso, o bilionário acredita que ao pedir um membro da equipe elaborar um memorando de seis páginas da reunião, ele poderá saber a opinião genuína dessa pessoa sobre o que foi abordado.

“O autor do memorando precisa se expor. Precisa colocar todos os seus pensamentos ali e precisa começar falando”, afirmou Bezos.

“Isso é ótimo porque faz com que a pessoa realmente capriche e permite que você veja suas ideias reais — elas não se perdem sem querer no meio de uma grande apresentação de PowerPoint.”

Ainda, o bilionário permite que os funcionários conduzam as reuniões. O objetivo dele é incentivar que a equipe fale o que realmente pensa sem que sejam influenciados pela opinião dele.

E o mais curioso: pensando em ouvir a opinião sincera de todos, ele gosta que o funcionário mais júnior comece falando. Na opinião de Bezos, escutar o que alguém que respeitamos tenha a dizer pode influenciar diretamente nossa opinião — ele quer individualidade.

“Se eu falar primeiro, até participantes muito determinados, altamente inteligentes e com ótimo discernimento vão pensar: ‘Bem, se Jeff pensa isso, talvez eu esteja errado’”, ele explicou. “Se você é a pessoa mais sênior na sala, fale por último.”

Para o fundador da Amazon, improdutividade e insegurança são sinônimos

Para evitar encontros improdutivos, Bezos dá o benefício da dúvida às ideias mais cabulosas, mesmo que os dados não as comprovem.

A intuição é valiosa para ele, mesmo quando faltam evidências. Nesses casos, ele recomenda que a pessoa investigue a fundo esse insight. Na visão dele, ainda que os números não confirmem o palpite, é provável que o funcionário esteja certo.

“Quando os dados e os relatos não concordam, geralmente os relatos estão certos (…) E isso não significa que você simplesmente siga cegamente os relatos. Significa que você deve examinar os dados. Normalmente, o problema é que você não está medindo a coisa certa”, disse o bilionário.

Como baixar o app que conta as calorias do seu prato com uma simples foto e deixou o fundador virar milionário

5 de Março de 2026, 11:16

Possivelmente, o maior luxo da década é a saúde. Conseguir se manter saudável em um mundo acelerado não é fácil. Pensando em impressionar garotas na faculdade, um jovem nos Estados Unidos desenvolveu um aplicativo que utiliza inteligência artificial para contar as calorias de um prato com uma foto — e assim, se tornou um milionário com apenas 19 anos.

O “Cal AI” foi criado por Zach Yadegari com a ajuda de um colega de escola, Henry Langmack. Pouco depois, um outro aplicativo de nutrição e saúde, o MyFitnessPal, comprou a empresa de Yadegari, que tem uma equipe de 30 pessoas e gerou US$ 40 milhões em receita anual em 2025.

O valor da transação não foi divulgado, mas estima-se que o faturamento da startup deve alcançar a marca de US$ 50 milhões neste ano.

O Jimmy Neutron milionário da Gen Z?

O estudante começou a ler e escrever aos 7 anos de idade, quase quando também começou a programar. No mesmo ano, a mãe de Yadegari enviou o menino para um acampamento de férias voltado ao ensino de programação.

O garoto gostou da experiência e passou a dedicar seu tempo para aprender mais com vídeos de tutorias de código no YouTube.

O Cal AI não foi sua primeira criação. Antes, ele desenvolveu um site chamado “Totally Science”, que permitia estudantes acessarem jogos online enquanto utilizam as redes de internet da escola, que bloqueavam esse tipo de conteúdo.

Em 2024, o site foi vendido em 2024 por US$ 100 mil, segundo a CNBC.

O que o aplicativo faz e como baixar

O Cal AI está disponível tanto na Google Play Store, para usuários de Android, quanto na Apple Store, para quem tem iPhone. Depois de instalado no aparelho, basta preencher alguns dados, como altura, peso e idade.

Com as informações, o próprio sistema estima a quantidade de carboidratos, gordura e proteína diária que a pessoa deve consumir para alcançar o objetivo escolhido.

Por fim, é só tirar foto da refeição e o aplicativo contabiliza os números sozinho. Segundo os fundadores, a precisão dos dados é de 90%.

Para utilizar as funções, é preciso pagar. No Brasil, a anuidade sai por R$ 189,99. Mas quem quiser testar a tecnologia pode usufruir de um período gratuito de teste.

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