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HSML11 e mais 15 fundos imobiliários para investir em junho, segundo o BTG Pactual

6 de Junho de 2026, 10:00

Junho começou e, com o novo mês, o BTG Pactual já atualizou a sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs).

A atualização da tese de investimentos feita pelo banco acontece em um ambiente ainda desafiador para os investidores, marcado por incertezas macroeconômicas e mudanças nas expectativas para juros.

A combinação de fatores eleva a cautela e influencia o comportamento do mercado, especialmente entre os investidores mais sensíveis ao risco.

As tensões entre Irã e EUA contribuíram para a alta de commodities importantes, aumentando as preocupações com a inflação e seus desdobramentos sobre a política monetária.

Além disso, no Brasil, o cenário político intensificou a percepção de risco, tornando o ambiente menos favorável para ativos ligados ao crescimento.

Dessa forma, a expectativa é de que os juros continuem elevados por um período mais longo, o que tende a reduzir o interesse por ativos de risco, como os fundos imobiliários.

No entanto, investidores mais atentos ao mercado e com estratégias de alocação fundamentadas, tendem a aproveitar melhor cenários mais desafiadores como este. Inclusive no setor de FIIs.

Em maio, a carteira recomendada de FIIs do BTG Pactual apresentou um dividend yield anualizado de 11,5%, equivalente a 89,2% do CDI.

Qual é a estratégia do BTG para junho?

Neste mês, os analistas do BTG decidiram reduzir a exposição no RBR Crédito Imobiliário Estruturado FII (RBRY11), revelando uma estratégia mais cautelosa, diante de um cenário mais instável para os FIIs.

O FII ainda continua na carteira, contudo, diante da recente alta do preço das cotas do fundo na bolsa, o BTG aproveitou o momento para reduzir a posição de RBRY11 no portfólio.

Dessa forma, o banco garantiu parte dos lucros acumulados, além de abrir espaço para ativos que, hoje, na visão da casa, oferecem uma relação risco-retorno mais interessante, como o HSML11.

Assim, os analistas do banco decidiram aumentar a exposição no fundo de tijolo que combina três pontos positivos: geração de renda, portfólio de qualidade e desconto relevante em relação ao valor patrimonial.

Hoje, o HMSL11apresenta um dividend yield de 10% e está sendo negociado com cerca de 15% de desconto em relação ao valor seu valor patrimonial.

Segundo os analistas, o fundo possui reservas que podem contribuir para maior estabilidade na distribuição de rendimentos no curto prazo, o que fortalece a geração de renda pelo HMSL11.

Além de HMSL11 e RBRY11, o BTG Pactual indica mais 14 fundos imobiliários para investir em junho.

Conheça a carteira recomendada de FIIs do BTG Pactual para junho

O que você viu aqui é apenas um “pedacinho” da carteira recomendada de fundos imobiliários do BTG Pactual.

Agora, você pode acessar a seleção completa do banco e conferir todos os detalhes. Se você está construindo ou revisitando sua carteira de FIIs em junho, vale a pena acessar o material completo.

E boa notícia é que essa seleção pode ser acessada gratuitamente, com a possibilidade de investir no portfólio de forma automatizada, sem a necessidade de replicar manualmente cada ajuste mensal.

Essa é uma oportunidade de conhecer análises de qualidade e com a chancela de um grande banco de investimentos.

Para conferir a carteira completa, basta clicar aqui e fazer um cadastro simples e gratuito no BTG Content, a plataforma de conteúdos exclusivos do banco.

Além de baixar a carteira de FIIs, você também pode aplicar na estratégia completa de forma automatizada com apenas alguns cliques.

E tem mais: no BTG Content, você ainda encontra outras carteiras recomendadas, como dividendos, small caps, ações e BDRs.

Clique no botão abaixo para acessar a carteira completa de FIIs do BTG para junho:

GRATUITO: CONFIRA OS 16 FIIS RECOMENDADOS PARA INVESTIR EM JUNHO, SEGUNDO O BTG PACTUAL

DISCLAIMER

“Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).”

‘Smart Fit (SMFT3) é uma das maiores histórias de geração de valor da América Latina’

15 de Março de 2026, 14:00

O time de analistas do BTG Pactual, liderado por Carlos Sequeira, incluiu a Smart Fit (SMFT3) na carteira recomendada de small caps. Essa é “uma das maiores histórias de geração de valor da América Latina”, publicaram em relatório.

O portfólio considera empresas com valor de mercado ao redor dos R$ 15 bilhões e recomenda 10 companhias atualmente, considerando a rede de academias.

Neste texto, você pode saber o que levou à escolha da rede de academias, ter acesso à carteira na íntegra e saber quem saiu das recomendações.

Veja mais: A carteira recomendada de small caps do BTG Pactual acumula alta de 6.686%, muito acima dos 127,6% do SMLL no mesmo período, e você pode acessá-la aqui

Por que investir em SMFT3 agora

O time liderado por Sequeira acompanha a Smart Fit desde o IPO, em 2021, e vê a empresa “combinando expansão consistente de receita com alavancagem operacional”.

A tese de investimento está baseada em três aspectos:

  1. “Escala incomparável na América Latina”;
  2. Rentabilidade alta, com possibilidade de melhora por meio da alavancagem operacional;
  3. Atuação em um mercado fragmentado, que deixa espaço para consolidação.

Os analistas também destacam riscos de curto prazo, “como ambiente macro desafiador em algumas geografias, potencial canibalização e maior competição”.

Mesmo assim, os analistas do BTG Pactual acreditam no potencial de crescimento no longo prazo das ações SMFT3, ressaltam que se trata de “uma tese diferenciada na América Latina”, e têm visto a liquidez dos papéis melhorar nos últimos meses.

Confira: A Smart Fit integra uma seleção de 10 small caps escolhidas a dedo por profissionais do BTG Pactual; clique aqui para conhecer

A carteira que já subiu 6.686%

A carteira recomendada de small caps do BTG Pactual recebe atualizações mensais, e a adoção da Smart Fit faz parte dos ajustes mais recentes. Até fevereiro, o banco Inter ocupava o espaço que hoje é da rede de academias.

O portfólio teve alta de 3,7% no mês passado, frente ao desempenho de 1,9% do Índice Small Cap (SMLL), indicador da B3 para ações do tipo e referência adotada pela carteira remunerada.

O analista Carlos Sequeira está à frente da seleção de ativos desde julho de 2010. De lá até aqui, as ações acumulam alta de 6.686%, enquanto o SMLL avançou 127,6% no mesmo período e o Ibovespa (IBOV, o principal índice de ações da bolsa), 209,8%.

Os dados de rentabilidade apresentados aqui consideram o último preço de fechamento registrado em 2 de março.

Gráfico da rentabilidade acumulada pela carteira recomendada de small caps do BTG Pactual de julho de 2010 a fevereiro de 2025 em comparação a IBOV e SMLL

Uma das melhores características dessa carteira é a simplicidade para acessá-la e conhecer todo o portfólio na íntegra. Bata clicar no link abaixo e seguir as instruções:

CONHECER A CARTEIRA DE SMALL CAPS RECOMENDADA PELO BTG PACTUAL

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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