❌

Visualização normal

Received before yesterdayMoney Times

Squadra vende ações do Inter (INBR32); confira

9 de Setembro de 2026, 18:55

A Squadra Investimentos reduziu sua participação acionária no Inter (INBR32) para 4,93%, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (9).

Segundo comunicado, a gestora passou a deter 16 milhões valores mobiliários.

De acordo com a gestora, a participação não tem como objetivo alterar a composição do controle acionário nem a estrutura administrativa da companhia.

As apostas da Squadra

Enquanto diminui sua participação no Inter, a gestora vê outro banco interessante: o Nubank. Em carta semestral, a gestora diz que a sofisticação dos modelos do Nubank tem permitido ampliar a carteira sem uma deterioração equivalente na qualidade dos ativos. Mesmo diante do aumento da inadimplência, a fintech segue apresentando desempenho superior à média do mercado.

Squadra considera Hapvida (HAPV3) o ‘maior erro de sua história’ e vê oportunidade em outras quatro ações – Money Times

A inteligência artificial também pode ajudar o banco a avançar sobre clientes de renda média e alta, público tradicionalmente atendido por instituições com estruturas mais caras e maior contato humano.

Um dos projetos nessa frente é o chamado “AI Private Banker”, uma espécie de gerente virtual capaz de oferecer atendimento e recomendações mais personalizados.

A aposta também passa pela expansão internacional. Para a Squadra, o desempenho no México representa uma primeira demonstração de que o modelo do banco digital consegue ser exportado. Depois de dificuldades e adaptações nos primeiros anos, a companhia construiu uma franquia relevante de depósitos e passou a ampliar a carteira de crédito com uma relação considerada atrativa entre risco e retorno.

Já a entrada nos Estados Unidos, recebida com ceticismo por parte do mercado, é vista como uma opção de crescimento que praticamente não está embutida no preço da ação.

O Nubank deve começar pelo cartão de crédito voltado ao público de massa e, posteriormente, tentar repetir a trajetória brasileira, acrescentando depósitos e outros produtos até se tornar o principal banco de seus clientes.

Com Seu Dinheiro

Itaú BBA mantém aposta em BDR com potencial de valorização de 28%

19 de Agosto de 2026, 11:17

A Aura Minerals (AURA33) segue como uma das principais apostas do Itaú BBA no setor de mineração, mesmo após um primeiro semestre abaixo das expectativas.

Em relatório após reunião com o CEO Rodrigo Barbosa e a diretora de RI, Natasha Utescher, o banco manteve recomendação de outperform (compra) para as ações e elevou o preço-alvo para o fim de 2027 para US$ 98 por ação da AUGO e R$ 169 por BDR da AURA33.

A nova estimativa representa um potencial de valorização de cerca de 29%, segundo o banco. Apesar de ter reduzido as projeções de produção para 2026 e adotado uma visão mais conservadora para o preço do ouro no curto prazo, o BBA segue otimista com a capacidade da companhia de entregar crescimento e ganhos operacionais nos próximos anos.

Recuperação operacional no radar

Para os analistas, o principal gatilho para as ações da Aura será a recuperação operacional esperada para o segundo semestre de 2026, especialmente após resultados mais fracos em minas como MSG e Apoena.

No caso da MSG, a companhia priorizou investimentos em desenvolvimento subterrâneo, renovação de frota e melhorias de infraestrutura, o que pressionou temporariamente volumes, teor de minério e custos. Já em Apoena, a exploração de áreas com menor teor durante o desenvolvimento da cava Nosde também afetou a produção.

“Estamos mais otimistas com o desempenho do segundo semestre”, afirmam os analistas. A expectativa é de melhora sequencial em MSG, Apoena e Borborema, além de maior processamento em Almas e contribuição relevante de Aranzazu, beneficiada pelos preços elevados do cobre.

O BBA projeta produção de 364 mil onças equivalentes de ouro (koz) em 2026, avançando para 420 mil koz em 2027 e 497 mil koz em 2028.

Ouro perde força, mas cenário segue favorável

O banco também revisou para baixo suas estimativas para o preço do ouro entre 2026 e 2028. A projeção passou para US$ 4.400 por onça em cada um desses anos, ante estimativas anteriores entre US$ 4.500 e US$ 5.000.

A mudança reflete a recente correção da commodity, influenciada por juros reais mais altos nos Estados Unidos, fortalecimento do dólar e menor apetite dos investidores.

Ainda assim, o Itaú BBA mantém visão positiva para o médio e longo prazo. Segundo os analistas, fatores como compras contínuas de ouro por bancos centrais, diversificação de reservas internacionais, preocupações fiscais e riscos geopolíticos continuam sustentando os preços em patamares historicamente elevados.

Valuation ainda atrativo

Mesmo após a valorização recente dos papéis, o banco avalia que a Aura continua negociando a níveis atrativos em comparação aos pares globais.

A instituição destaca que a mineradora combina crescimento relevante de produção, retornos elevados sobre o capital investido, balanço desalavancado e potencial de remuneração aos acionistas.

A projeção é que o lucro operacional medido pelo EBITDA alcance US$ 959 milhões em 2026, subindo para US$ 1,16 bilhão em 2027 e US$ 1,45 bilhão em 2028.

“O pacote de crescimento continua atrativo, mas a execução passa a ser o principal fator para destravar valor”, diz o relatório. Na visão do Itaú BBA, caso a Aura consiga cumprir as metas de expansão e recuperação operacional, as ações podem reduzir o desconto em relação às grandes mineradoras do setor.

Carteira internacional da Empiricus passa por ajustes após resultados das empresas; veja novas recomendações

8 de Março de 2026, 10:00

Para o mês de março, em meio a conflitos globais e volatilidade nas bolsas ao redor do mundo, a Empiricus Research apresentou alterações na sua carteira recomendada de ações internacionais. A relação de ações indicadas é formada por Brazilian Depositary Receipts (BDRs).

Alphabet (GOOGL),  Visa e Microsoft (MSFT34) tiveram suas posições aumentadas. As duas primeiras subiram para o peso 15%, enquanto a última dobrou o seu espaço, saindo de 5% em fevereiro, para 10% neste mês.

Já as ações da Amazon,  Berkshire Hathaway (BERK34) e TSMC (TSMC34) foram reduzidas. As duas primeiras saíram de 15% para 10%, já a terceira perdeu metade do espaço de fevereiro, saindo de 10% para 5%.

De acordo com o relatório, a nova formatação da carteira foi realizada a partir da análise dos resultados do quarto trimestre de 2025 divulgado em fevereiro pelas companhias.

O analista Enzo Pacheco, que assina a carteira, explicou que o aumento de espaço da Alphabet aproveita o enfraquecimento da ação, visando ainda um potencial de crescimento consistente da plataforma de nuvem Google Cloud e da aceleração do ciclo de Inteligência Artificial.

Apesar dos riscos competitivos entre ferramentas de pesquisa e de regulamentações sobre publicidade, a Alphabet ainda possui uma diversificação de receitas advindas de assinaturas pagas, que contrapõem possíveis impactos negativos.

Sobre a valorização da Visa, o relatório afirma que a tese se sustenta após a companhia divulgar resultados “acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo”. Para a Empiricus, o preço de negociação do papel segue atrativo em um bom ponto de entrada

No caso da Microsoft, Pacheco enxerga boas perspectivas para a empresa, após recente desvalorização desde a divulgação dos resultados. “Entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, conclui.

Já entre as baixas, a perda e espaço da TSMC foi justificada pela aposta em teses de mercado mais favorável, uma vez que a ação foi valorizada recentemente. Apesar da redução, a análise ainda ressalta a aposta em companhias no mercado de semicondutores, que avalia como “essencial”.

A queda da Berkshire Hathaway e da Amazon seguem a mesma lógica, segundo a Empiricus.

Para a Berkshire, a redução aconteceu antes da divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025, prevendo uma possível reação negativa do mercado que considera a recente mudança de CEO no início de janeiro, quando a companhia finalizou a gestão de Warren Buffett e Greg Abel assumiu o cargo.

Ainda assim, Pacheco ressalta que a Empiricus mantém a exposição em teses de tecnologia, ainda que com a ressalva sobre o sentimento negativo sobre o setor. Segundo o relatório, a casa busca a diversificação na carteira.

As 10 melhores ações internacionais para investir em março:

Empresa BDR Ação (EUA) Peso (%)
Alphabet GOGL34 GOOGL 15
Novo Nordisk N1VO34 NVO 15
Visa VISA34 V 15
Amazon AMZO34 AMZN 10
Berkshire Hathaway BERK34 BRK/B 10
Coinbase C2OI34 COIN 10
Microsoft MSFT34 MSFT 10
Alibaba BABA34 BABA 5
Baidu BIDU34 BIDU 5
Taiwan Semiconductor (TSMC) TSMC34 TSM 5

*Com supervisão de Juliana Américo

Quais ações internacionais comprar em março? Empiricus revela carteira recomendada com Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e mais

7 de Março de 2026, 10:00

A carteira recomendada de ações internacionais da Empiricus Research passou por algumas mudanças táticas voltadas para o mês de março.

A seleção mensal, assinada por Enzo Pacheco, analista da casa, traz ativos que ainda carregam potencial de valorização para investidores que se posicionarem agora, mesmo em um cenário geopolítico delicado e maior sentimento de aversão ao risco nos mercados.

Certezas de um lado, incertezas de outro: o contexto econômico que envolve as bolsas globais

A primeira semana do mês de março trouxe a grande escalada dos conflitos no Oriente Médio, protagonizados pelos Estados Unidos, Israel e Irã.

As primeiras notícias do conflito trataram de derrubar ativos de risco ao redor do mundo, deixando diversos índices (desde na bolsa norte-americana até nas asiáticas, e inclusive o Ibovespa, no Brasil) no vermelho.

Isso porque, em cenários de total incerteza como esse, muitos investidores optam por migrar parte de seus portfólios para ativos de proteção, como o ouro.

Porém, Enzo Pacheco, analista de ações internacionais da Empiricus Research, defende que é essencial que o investidor mantenha algum nível de exposição às bolsas internacionais – especialmente a norte-americana – independentemente do cenário.

Os Estados Unidos seguem sendo a casa das teses de investimento de maior relevância no mercado, como as big techs e outras empresas ligadas à inteligência artificial (IA).

Dito isso, para Pacheco, este é um “momento técnico”, que não diz respeito a zerar posições, mas sim aumentar a exposição a três ações bastante específicas, reveladas em relatório da última segunda-feira (2).

Por que Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34) são apostas para buscar lucros em março?

Segundo Enzo Pacheco, a estratégia para o mês de março é aumentar a exposição em três teses de alta qualidade que estão descontadas atualmente e, assim, buscar valorizações assertivas: Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34).

  • Alphabet (Nasdaq: GOOG; B3: GOGL34)

A Alphabet, holding do Google, acumula queda de cerca de 9% em suas ações na Nasdaq nos últimos 30 dias. Para Pacheco, essa é uma oportunidade de compra.

“Aproveitamos o enfraquecimento recente do papel, que interrompeu o forte momentum de alta observado ao longo de quase todo o ano de 2025. Mesmo com a queda recente, a companhia mantém crescimento consistente em Google Cloud, forte geração de caixa e posição dominante em busca e publicidade digital, além de estar bem-posicionada para capturar a expansão de IA”, afirma o analista.

  • Microsoft (Nasdaq: MSFT; B3: MSFT34)

A Microsoft, bastante conhecida do grande público, viu suas ações sofrerem uma derrocada na bolsa norte-americana desde o dia 28 de janeiro, data em que divulgou seus últimos resultados trimestrais. Porém, já ensaiam uma recuperação – o que reforça que a tese não perdeu sua qualidade:

“Apesar da reação de mercado [aos resultados trimestrais], a empresa segue com ótimos fundamentos e perspectivas. Por isso, entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, afirma Pacheco.

  • Visa (NYSE: V; B3: VISA34)

No caso da Visa, também amplamente conhecida, o valuation dos papéis também não acompanhou os bons resultados divulgados no 4º trimestre de 2025, segundo o analista:

“A companhia divulgou mais um resultado acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo. Ainda assim, o papel segue sendo negociado por um múltiplo preço/lucro projetado próximo das mínimas dos últimos cinco anos – patamar que se demonstrou um bom ponto de entrada do ativo nesse ínterim”.

Porém, apesar de serem os destaques do mês, as ações não são as únicas recomendações de compra de Enzo Pacheco. Na carteira de ações internacionais, elas estão acompanhadas de outros 7 nomes de peso, que representam diversos setores da economia global – uns mais defensivos, outros mais cíclicos – em nome da diversificação.

Gratuito: acesse carteira completa com as 10 ações internacionais mais promissoras de março

A Empiricus está liberando, como cortesia para todos os leitores desse texto, o acesso à carteira recomendada das 10 ações internacionais mais promissoras do mês.

Além dos nomes citados, você pode conhecer outras empresas, como:

  • Uma gigante da tecnologia chinesa;
  • Uma empresa de Taiwan, apelidada de “a maior empresa mais desconhecida do mundo;
  • Uma farmacêutica da Dinamarca, cujos produtos têm dominado as prateleiras mundo afora.

Vale lembrar que, apesar de serem ativos estrangeiros, os papéis recomendados podem ser comprados na própria bolsa brasileira, por meio de BDRs.

Para acessar o relatório, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é totalmente gratuito:

CONHEÇA AS AÇÕES INTERNACIONAIS MAIS PROMISSORAS DE MARÇO

❌