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Nvidia lançará chip de IA voltado para a China no 2º tri

8 de Janeiro de 2024, 09:39
A fabricante norte-americana de chips Nvidia planeja iniciar produção em massa no segundo trimestre de 2024 de um chip de inteligência artificial que projetou para a China. A nova linha é destinada a para cumprir regras de exportação impostas pelos Estados Unidos, disseram duas pessoas familiarizadas com o assunto nesta segunda-feira (8).

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O chip H20 é o mais poderoso dos três chips voltados para a China que a Nvidia desenvolveu para atender às restrições anunciadas em outubro. O dispositivo foi originalmente programado para ser lançado em novembro passado, mas esse plano foi adiado, com fontes dizendo à Reuters na época que o atraso foi devido a problemas que os fabricantes de servidores estavam tendo na integração do chip. Uma das pessoas disse que o volume inicial de produção será limitado, e que a Nvidia deverá atender principalmente aos pedidos dos principais clientes. A Nvidia não comentou o assunto. A Reuters informou anteriormente, citando fontes, que as empresas chinesas estão relutantes em comprar o H20 e estão testando alternativas domésticas. Isso se deve ao medo de que os EUA possam novamente aumentar as restrições. No ano passado, o líder do mercado chinês de busca na internet, Baidu, encomendou chips de IA da Huawei Technologies em uma mudança em relação à Nvidia, informou a Reuters.

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Além do H20, a Nvidia planeja dois outros chips que cumprem as novas restrições - o L20 e o L2. A fabricante de chips ainda não anunciou a venda de nenhum dos três. A Nvidia está apostando nos chips para ajudar a preservar sua participação de mercado da China. A posição é ameaçada depois que as restrições de exportação dos EUA a impediram as vendas de produtos no país, incluindo os chips avançados A800 e H800 AI. Os próprios A800 e H800 foram apresentados como alternativas para os clientes chineses em novembro de 2022. A alternativa foi apresentada cerca de um mês depois que os EUA restringiram pela primeira vez as exportações de microprocessadores e equipamentos avançados para a China. O H20, o L20 e o L2 incluem a maioria dos recursos mais recentes da Nvidia para o trabalho de IA. Mas com poder de computação reduzido para cumprir as novas regras de Washington, de acordo com a análise da SemiAnalysis das especificações dos chips.

Com Series B de U$220 milhões, Incode chega ao Brasil como unicórnio

7 de Dezembro de 2021, 17:46

A Incode, plataforma de verificação e autenticação de identidade baseada em Inteligência Artificial (IA), fundada pelo mexicano Ricardo Amper, levantou cerca de U$220 milhões em sua rodada de investimento de Series B, uma das maiores da América Latina. Com o movimento, a empresa atinge uma avaliação de U$ 1,25 bilhão e adquire status de unicórnio. O financiamento ocorre menos de sete meses após o aporte de U$25 milhões em uma rodada de Series A, em março de 2021. 

A recente rodada foi liderada pela General Atlantic e SoftBank Latin America Fund, dois investidores proeminentes, com financiamento adicional de instituições financeiras como:  J.P. Morgan, Capital One Ventures e Coinbase. Também participaram do aporte a SVCI (Silicon Valley CISO Investments), um grupo de mais de 50 CISOs, líderes em tecnologia que estão unindo forças e fundos para impulsionar a próxima geração de inovação em cibersegurança, bem como os fundadores da dLocal, e investidores pré-existentes, como DN Capital, 3L Capital, Framework Ventures, Dila Capital, entre outros.

  https://www.youtube.com/watch?v=UW5a95kM4ww

Entenda os novos caminhos abertos pela inteligência artificial em setores já estabelecidos

16 de Janeiro de 2020, 06:00
Não há dúvidas de que a inteligência artificial (ou a sigla AI, do inglês “artificial intelligence”) tem papel decisivo em diversas indústrias, e que algoritmos criam a base de qualquer negócio e o DNA de qualquer empresa. Sabedoria convencional, que não é baseada em nenhuma pesquisa, vê o crescimento da AI como algo que provocará mudanças radicais e disruptivas em indústrias já estabelecidas nos próximos dez anos. Além disso, nunca houve melhor momento para investir em AI do que agora. Investimentos focados na tecnologia cresceram 1800% em apenas seis anos. O motivo desses números é, em parte, o fato de que empresas esperam que a AI permita que elas entrem em novos setores ou que permaneçam competitivas em suas indústrias. LEIA MAIS: Para 63% dos executivos, inteligência artificial aumenta receita das empresas Estrategistas acreditam que essa não será uma surpresa para CXOs (do inglês Chief Experience Officer ou diretor de experiências) e grandes tomadores de decisão, uma vez que o crescimento da adoção da AI e a proliferação da automação inteligente e intuitiva de algoritmos estimulam a criação de novas indústrias e negócios. No geral, eles criam novas oportunidades para monetização de negócios. No entanto, algumas questões surgem aos CXOs: como essas novas indústrias e negócios serão criados com a AI? Quais as mudanças estratégicas que os líderes podem fazer para monetizar essas oportunidades? A criação de novas indústrias e segmentos depende de avanços dramáticos em AI, que a levarão do descobrimento à aplicação comercial a uma nova indústria. Novos segmentos que giram em torno de AI estão sendo desenvolvidos, mas estão longe de concluídos. Um olhar superficial da nova era de negócios inclui micro-segmentos, compras online hiper-personalizadas, companhias de carona movidas a GPS, canais de streaming baseados em recomendações, companhias de EdTech (educação e tecnologia) com aprendizado adaptável e trabalhos novos e controversos de AI. Mesmo assim, muito mais pode ser feito na área. A adoção da AI traz à tona a tentativa de adaptação a algoritmos e como eles afetam o comportamento do consumidor e dos empregados. Os algoritmos vêm para ficar, e com eles, organizações precisam atualizar suas estratégias tecnológicas e suas metodologias para refletir como o mundo evolui. Essa necessidade vem se tornando cada vez mais uma obrigação. Por outro lado, empresas tradicionais estão invertendo seus investimentos, processos e sistemas para se alinharem às mudanças do mercado. Com o foco no comportamento do consumidor, a AI está de fato trazendo aos negócios uma abordagem mais humana. Atualmente, a inteligência artificial foca mais em aplicações comerciais que optimizem a eficiência de indústrias já existentes e menos em algoritmos patenteados que poderiam levar a novas indústrias. Essa eficiência acelera a consolidação e convergência de setores, mas não leva a criação de indústrias. No entanto, o uso mais potente da inteligência artificial pode ser, a longo prazo, a descoberta e busca por soluções de novos problemas, mais complexos e que são a base de novas indústrias. Algumas empresas já perceberam a importância deste plano a longo prazo e usam seus investimentos em AI para isso. Ainda assim, poucas presenciam a inteligência artificial criando novos segmentos ou negócios. Os verdadeiros vencedores são aqueles na economia dos algoritmos são aqueles que alinham suas estratégias e criam sua inteligência artificial do zero, mantendo seus algoritmos fortes e redefinindo segmentos de negócios, monetizando novas oportunidades. A inteligência artificial tem um potencial enorme de impulsionar a criação de novas indústrias e a disrupção das já existentes. O mapa para os líderes interessados nela não é fácil de seguir, mas traz grandes recompensas. Mudança exige muito esforço, mas a perseverança de um estrategista que usa AI é o mais importante traço, que cria um senso de urgência em face a novas possibilidades.
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