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Oncoclínicas e Porto Seguro firmam acordo para criar nova sociedade

16 de Março de 2026, 08:01

A Oncoclínicas celebrou um termo de compromisso não vinculante com a Porto Seguro S.A. em 13 de março de 2026, estabelecendo os principais termos para a criação de uma nova sociedade, denominada NewCo.

A operação prevê a transferência de ativos de clínicas oncológicas pela Oncoclínicas e um aporte de R$ 500 milhões pela Porto Seguro, que deterá no mínimo 30% do capital social da nova empresa.

Segundo a rede hospitalar, a conclusão da operação está sujeita a várias condições, incluindo a finalização de negociações, due diligence pela Porto, e as aprovações regulatórias necessárias.

A NewCo também emitirá debêntures conversíveis em ações ordinárias, a serem subscritas pela Porto, com vencimento em 48 meses. A Oncoclínicas compromete-se a negociar exclusivamente com a Porto por 30 dias.

O Grupo Oncoclínicas é líder no setor de tratamento oncológico no Brasil, oferecendo serviços integrados como quimioterapia, radioterapia e diagnóstico. A empresa tem crescido por meio de aquisições e parcerias, consolidando sua presença em um segmento de alta demanda.

O mercado aguarda ainda uma negociação da Oncoclínicas com credores para o reperfilamento da sua dívida, que alcançou R$ 4 bilhões ao fim do terceiro trimestre, passando a representar 4,2 vezes o seu Ebitda.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

Sabesp compra fatia da Emae ligada ao controlador da Ambipar por R$ 171,6 milhões

12 de Março de 2026, 19:33

A Sabesp anunciou na noite desta quinta-feira (12) que comprou 23,17% das ações ordinárias da Emae, participação que pertencia ao fundo Oceania, ligado ao controlador da Ambipar, Tércio Borlenghi Júnior. Os papéis representam 9,22% do capital total da companhia.

A antiga estatal paulista assumiu o controle da geradora de energia em outubro de 2025 por R$ 1,13 bilhão. A aquisição ocorreu após após a execução de uma dívida do fundo Phoenix Água e Energia, do empresário Nelson Tanure, cujas ações da Emae haviam sido dadas em garantia a credores que financiaram a aquisição da empresa no processo de privatização realizado em abril de 2024.

A nova aquisição foi fechada por R$ 171,6 milhões e será liquidada nesta sexta-feira (13). O preço pago corresponde ao valor da oferta pública de aquisição (OPA) lançada pela companhia, de R$ 49,47 por ação, atualizado pela Selic até chegar a R$ 50,38 por papel.

O Oceania tem como único ativo as ações da Emae. O fundo, anteriormente chamado de Arys, é associado a Borlenghi Júnior, controlador da Ambipar, que foi sócio de Tanure na aquisição da empresa em 2024. No fim de 2025, a Sabesp teria oferecido cerca de R$ 210 milhões pela participação do empresário, conforme noticiou o Valor Econômico.

Filha de Tanure, Isabella Corrêa renuncia à presidência do conselho da Alliança Saúde

11 de Março de 2026, 10:26

A operadora de saúde Alliança Saúde informou nesta quarta-feira (11) que Isabella de Queiroz Sequeiros Tanure Corrêa renunciou ao cargo de presidente do conselho de administração na sexta-feira (10), por motivos pessoais.

Isabella é filha do investidor Nelson Tanure, que era controlador da Alliança até o começo de fevereiro, quando credores tomaram as ações na empresa de saúde dadas em garantia em outros financiamentos.

Segundo a companhia, já foi iniciado o processo de sucessão para a posição anteriormente ocupada pela executiva.

A Alliança Saúde atua na gestão de planos corporativos e soluções de saúde para empresas, oferecendo serviços de assistência médica e programas integrados de cuidado para organizações e seus funcionários.

Mudança de controle

No começo desse mês, o fundo de investimento Tessai, criado na semana passada, adquiriu o controle da empresa, assumindo 59,84% do capital da companhia.

O Tessai FIP é um fundo da gestora Geribá, focada em special situations, que comprou as ações que pertenciam até o mês passado ao empresário Nelson Tanure, quando credores tomaram os papéis dados em garantia aos credores.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

Smart Fit mantém ritmo e mapeia até 350 novas academias em 2026

11 de Março de 2026, 08:54

A Smart Fit informou nesta quarta-feira (11) que projeta abrir entre 330 e 350 novas academias até o fim de 2026, mantendo um ritmo de expansão próximo ao registrado no ano anterior. Desse total, cerca de 80% das unidades devem ser próprias, segundo fato relevante divulgado pela companhia.

A previsão representa estabilidade em relação ao recorde de 341 academias adicionadas em 2025 e implica um crescimento anual da rede entre 16% e 17%. Ao final do quarto trimestre de 2025, a empresa contava com 2.084 academias, sendo 1.683 próprias, o equivalente a 81% do total.

De acordo com a companhia, a decisão de sustentar o ritmo de expansão está baseada na performance consistente das academias maduras e no forte crescimento das unidades inauguradas nos últimos anos. A empresa também destacou a disciplina na execução e na alocação de capital, a robustez da posição financeira e as condições favoráveis de mercado, incluindo um pipeline de oportunidades imobiliárias considerado atrativo.

Outro fator apontado é a crescente demanda pelo segmento fitness, impulsionada por tendências estruturais ligadas à saúde e bem-estar, o que reforça a alta escalabilidade do modelo de negócios da rede.

Fundada pelo empresário Edgard Corona, a Smart Fit se tornou a maior rede de academias da América Latina, com estratégia baseada em preços competitivos e grande escala de unidades.

Em termos financeiros, a empresa registro registrou lucro líquido de R$ 214,4 milhões no quarto trimestre, alta de 29,9% em relação ao mesmo período de 2024, segundo resultados divulgados pela companhia.

Dados financeiros 

A receita líquida somou R$ 1,94 bilhão no trimestre, crescimento de 26,4% na comparação anual. Já o Ebitda atingiu R$ 934,1 milhões, avanço de 26,5%. Em termos ajustados, o indicador foi de R$ 610 milhões, alta de 25%.

No ano de 2025, o lucro da rede de academias alcançou R$ 640 milhões, mais de três vezes o registrado em 2024. A receita anual totalizou R$ 7,24 bilhões, representando um aumento de 176,6% em relação ao ano anterior.

Ao final do período, a empresa reportou dívida líquida de R$ 4,07 bilhões, acima dos R$ 2,99 bilhões registrados um ano antes. Mesmo assim, a alavancagem permaneceu controlada em 1,19 vez, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

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Justiça aprova edital para venda de unidade de serviços telefônicos da Oi

10 de Março de 2026, 10:13

A Oi informou que a Justiça aprovou a publicação de edital para a venda judicial de uma unidade produtiva isolada (UPI) formada por ativos ligados à operação de serviços telefônicos da companhia.

Segundo fato relevante divulgado pela empresa, a decisão foi proferida em 9 de março no processo que tramita na 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, no âmbito da recuperação judicial da operadora.

De acordo com a empresa, a chamada UPI Serviços Telefônicos reúne ativos relacionados a diferentes atividades da operação de telefonia fixa. Entre eles estão a prestação do serviço telefônico fixo comutado (STFC), a continuidade da oferta de serviços de voz fixa em 6.571 localidades onde a companhia atua como operadora de última instância até dezembro de 2028, além da operação de números de utilidade pública, como 190, 192 e 193.

O pacote também inclui interconexões, infraestrutura de torres e redes, serviços de manutenção de telefones públicos, além da base de clientes, contratos de trabalho, acordos com fornecedores e outros ativos e obrigações ligados a essas operações.

A Justiça também marcou para 8 de abril, às 15h, a audiência para abertura das propostas fechadas de interessados na compra da unidade, em um processo competitivo judicial.

A Oi é uma das maiores empresas de telecomunicações do Brasil, mas enfrenta há anos dificuldades financeiras. Em crise desde 2016, a companhia vem promovendo uma ampla reestruturação e já vendeu ativos relevantes, como sua operação de telefonia móvel e parte da infraestrutura de fibra óptica, para concentrar suas atividades no negócio de internet de alta velocidade.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

Raízen avalia recuperação extrajudicial e aporte de R$ 4 bilhões para tentar sobreviver

4 de Março de 2026, 20:11

A Raízen informou na noite de quarta-feira (4) que avalia pedir recuperação extrajudicial para tentar encontrar saídas para sua crise financeira.

Em um fato relevante, a gigante sucroalcoleira disse que Shell e Cosan, seus acionistas controladores, discutem a injeção de R$ 4 bilhões em uma estratégia que pode incluir ainda a conversão de dívida em participação acionária e “alogamento do saldo remanescente da dívida”.

A proposta, discutida nas últimas semanas com seus acionistas controladores, inclui um aporte de R$ 3,5 bilhões provenientes do Grupo Shell e R$ 500 milhões da Aguassanta Investimentos, empresa ligada à família de Rubens Ometto, acionista controlador da Cosan.

Além disso, a Raízen fala em dar prosseguimento à venda de ativos classificados como “não estratégicos”. A companhia afirma que essas medidas não afetarão suas operações ou seus parceiros de negócios.

Impasse

Na semana passada, executivos do BTG Pactual – um acionista e credor relevante da Raízen -, da Cosan e lideranças globais da Shell se reuniram em Londres para discutir possíveis caminhos para a reestruturação, mas deixaram a capital britânica sem um acordo.

A discussão sobre uma reestruturação ocorre diante do aumento do endividamento da companhia. A dívida bruta da Raízen chegou ao fim de setembro a cerca de R$ 70 bilhões, com R$ 55,3 bilhões em dívida líquida, o que coloca a alavancagem em 5,3 vezes o resultado operacional (Ebitda).

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O custo financeiro para carregar esse passivo já supera R$ 7 bilhões por ano, segundo pessoas próximas das negociações. Nos nove meses do ano-safra 2025/26, a companhia reportou cerca de R$ 4 bilhões em despesas com o serviço da dívida.

Com a Shell liderando o aporte e sem uma contraparte da Cosan, a petroleira passaria a consolidar os R$ 70 bilhões de dívida bruta em seu balanço, algo próximo a US$ 13,5 bilhões.

Por outro lado, o grupo de acionistas com Ometto e André Esteves, do BTG Pactual, seria diluído na composição acionária – hoje, Shell e Cosan possuem 88% da Raízen, sendo 44% cada um.

Visões diferentes

A petroleira anglo-holandesa defende uma solução considerada mais simples e imediata, com um aporte de cerca de R$ 7 bilhões – metade da Shell e metade da Cosan – combinado à renegociação das dívidas, com possíveis haircuts (descontos) e conversão de parte do débito em ações da Raízen. 

Já a Cosan, hoje co-controlada por Rubens Ometto e o BTG Pactual, defende uma alternativa que classifica como mais estrutural. A proposta do grupo brasileiro prevê dividir a Raízen em duas empresas, separando a produção e o processamento da cana-de-açúcar da operação de distribuição de combustíveis. 

Nesse desenho, fundos de private equity do BTG teriam mandato para aportar cerca de R$ 5,5 bilhões na empresa de combustíveis, assumindo o controle do negócio e tendo a Shell como sócia.

Por regras internas, no entanto, a área de private equity do banco não investe diretamente em empresas expostas a commodities, o que ajuda a explicar o interesse apenas na divisão de combustíveis, e não na operação agrícola e industrial ligada à cana.

A lógica por trás da proposta é que os dois negócios têm perfis de risco muito distintos. Enquanto a distribuição de combustíveis tende a gerar fluxo de caixa mais previsível, a produção de açúcar e etanol está mais sujeita ao ciclo das commodities e à volatilidade das safras.

Diante do impasse entre os sócios, prevaleceu a avaliação de que caberia à Shell liderar a solução.

A marca Shell e a rede de postos – ativos centrais da operação de combustíveis da Raízen – pertencem ao grupo anglo-holandês. “A solução acabou voltando para a Shell”, disse uma pessoa próxima das negociações. “A marca e os postos são dela.”

Joint venture entre Shell e Cosan, a Raízen é uma das maiores produtoras de etanol e energia renovável do Brasil, com presença relevante no mercado de combustíveis.

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Após contratar consultoria, GPA começa a negociar dívidas para melhorar liquidez

4 de Março de 2026, 09:26

O GPA negocia com credores para repactuar dívidas de curto prazo e explorar alternativas para melhorar seu perfil de endividamento. A empresa contratou há poucos dias o escritório Munhoz Advogados, especializado em reestruturação de dívidas, para auxiliar no processo.

A varejista, que controla o Pão de Açúcar e o Extra, publicou um fato relevante nesta quarta-feira (4) para esclarecer detalhes sobre as negociações e tentar afastar temores sobre um eventual pedido de recuperação judicial, caso as negociações não alcancem os resultados desejados.

Conforme o grupo, as negociações têm como objetivo principal reforçar a liquidez da companhia e não envolvem suas operações diárias, como o relacionamento com fornecedores, clientes e parceiros.

O objetivo é negociar de forma ordenada com os credores e, eventualmente, até realizar uma reestruturação extrajudicial, sem recorrer a qualquer tipo de proteção legal.

Empresas de varejo no Brasil, como supermercados, têm sido afetadas por taxas de juros de dois dígitos e altos níveis de endividamento.

O GPA tem enfrentado dificuldades para recuperar seu negócio principal de alimentos. A empresa informou em fevereiro que a gestão está tomando medidas para mitigar riscos associados a grandes vencimentos de dívida previstos para 2026.

“Isso inclui negociações para estender os vencimentos da dívida financeira, reduzir custos e despesas financeiras, e monetizar créditos tributários”, disse a empresa nas notas explicativas do resultado do quarto trimestre.

Em meados de maio, vão vencer, por exemplo, cerca de R$ 450 milhões detidos pelo Itaú. Mas a empresa não tem caixa suficiente e o que gera de recursos com a operação é consumido justamente pelas despesas financeiras.

Para saldar esse vencimento, a companhia conta com o pagamento de R$ 260 milhões pela venda de sua participação na FIC, uma parceria que tinha com o próprio Itaú.

O índice de dívida líquida sobre Ebitda, que indica o nível de endividamento da companhia, saltou para 2,4 vezes no final de 2025, ante 1,6 vez no ano anterior. A dívida líquida passou para R$ 2,08 bilhões (US$ 395 milhões), ante R$ 1,39 bilhão em 2024.

Em janeiro, a rede de supermercados contratou a consultoria Alvarez & Marsal para implementar seu plano de eficiência, segundo registro de valores mobiliários.

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Prio elimina última pendência para início da produção no campo de Wahoo

3 de Março de 2026, 13:26

A Prio informou nesta terça-feira (3) que recebeu do Ibama a licença de operação do campo de Wahoo, removendo a última etapa regulatória necessária para o início da produção do projeto, que está em fase final de comissionamento. No balanço do terceiro trimestre, a empresa já indicava que o primeiro óleo estava previsto entre março e abril de 2026. 

A companhia já havia obtido a licença de instalação em setembro e iniciado a construção submarina e a interligação (tieback). Localizado na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, Wahoo será interligado ao FPSO de Frade – a unidade flutuante que já produz petróleo no campo vizinho – o que permite o desenvolvimento do projeto com menor intensidade de capital.

Leia também: Petrobras e ‘junior oils’: qual o futuro das ações com os conflitos no Oriente Médio

Wahoo é considerado um dos principais vetores de crescimento orgânico da Prio após um ciclo recente marcado por aquisições, como Peregrino e Albacora Leste. No 3T25, a produção média consolidada foi de 88,2 mil barris por dia, impactada pelas paradas de Peregrino.

A companhia já indicou anteriormente que Wahoo pode adicionar cerca de 40 mil barris por dia à produção quando estiver plenamente rampado, o equivalente a algo próximo de um quarto do volume atual.

A entrada de Wahoo tende a elevar esse patamar ao longo de 2026. O desenvolvimento do campo também tem peso relevante na estrutura de capital. A própria companhia destacou no balanço que o capex do trimestre foi influenciado pelos investimentos na perfuração e no desenvolvimento de Wahoo. 

Ao fim de setembro, a alavancagem medida por dívida líquida e o resultado operacional (Ebitda) ajustado estava em 2 vezes.

Com a licença de operação, a Prio encerra uma etapa que vinha sendo acompanhada de perto pelo mercado, já que o cronograma de Wahoo havia sido revisado em anos anteriores em meio a entraves regulatórios. Agora, a companhia passará a focar na conclusão do comissionamento e no ramp-up da produção.

RD Saúde, dona da Drogasil, vende 4Bio Medicamentos ao grupo Profarma por R$ 600 milhões

3 de Março de 2026, 10:19

A Raia Drogasil (RD Saúde) informou nesta terça-feira (3) que celebrou contrato com a Health Ventures S.A., empresa do grupo Profarma, para alienar sua participação de 100% no capital social da 4Bio Medicamentos.

O valor-base da transação é de R$ 600 milhões e será pago em seis parcelas, já considerando ajustes de capital de giro e endividamento líquido. Do total, R$ 100 milhões serão pagos no fechamento da operação e o restante em cinco parcelas anuais, corrigidas pelo CDI.

Fundada em 2004, a 4Bio tornou-se líder no varejo de medicamentos especiais sob a gestão da RD Saúde, que adquiriu o controle da companhia em 2015. Ao longo do período, a empresa ampliou sua atuação no segmento de medicamentos de alta complexidade, atendendo pacientes, profissionais de saúde, clínicas, hospitais e operadoras.

Apesar do histórico de crescimento, a RD Saúde decidiu vender o ativo diante das mudanças no mercado de medicamentos especiais e de seu foco renovado no varejo farmacêutico tradicional. Segundo a companhia, o segmento passou a apresentar dinâmica comercial, margens e retornos mais próximos da distribuição do que do varejo.

A conclusão da transação ainda depende da aprovação dos acionistas da compradora e do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

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Gestora de ‘special sits’ Geribá adquire o controle da Alliança Saúde

3 de Março de 2026, 10:00

A operadora de saúde Alliança Saúde informou nesta terça-feira (3) que o fundo de investimento Tessai, criado na semana passada, adquiriu o controle da empresa, assumindo 59,84% do capital da companhia.

O Tessai FIP é um fundo da gestora Geribá, focada em special situations, que comprou as ações que pertenciam até o mês passado ao empresário Nelson Tanure, quando credores tomaram os papéis dados em garantia aos credores.

Segundo a Alliança Saúde, a operação pode resultar em alterações na estrutura administrativa da companhia, incluindo possíveis mudanças na composição do conselho de administração. As alterações serão submetidas aos órgãos competentes e/ou à assembleia geral, conforme necessário.

A Alliança Saúde, operadora de saúde com atuação em gestão de planos corporativos e soluções para empresas, oferece serviços de assistência médica e programas de saúde integrados.

Azul conclui reestruturação financeira nos EUA e sai da recuperação judicial

20 de Fevereiro de 2026, 19:01

A Azul informou nesta sexta-feira (20) que concluiu com sucesso seu processo de reestruturação financeira nos Estados Unidos, saindo do Chapter 11, a versão americana da recuperação judicial.

A companhia aérea destacou que a conclusão deste processo fortaleceu significativamente seu balanço patrimonial, permitindo uma redução de US$ 2,5 bilhões em dívidas e obrigações de arrendamento. A reestruturação envolveu acordos com credores, incluindo a AerCap, e parcerias com investidores estratégicos como United Airlines e American Airlines.

Durante o processo de reestruturação, que durou menos de nove meses, a Azul afirma que continou com suas operações normais, realizando cerca de 800 voos diários. A companhia também disse que cumpriu todas as metas operacionais de 2025, transportando 32 milhões de clientes.

Voltar da dar lucro

Em entrevista à Bloomberg no final do ano passado, o CEO da Azul, John Rodgerson disse que a companhia, agora apoiada pela United Airlines e a American Airlines, espera que uma redução da dívida desencadeada pela recuperação judicial e uma série de contratos de leasing de aeronaves renegociados a ajudem a gerar lucro nos próximos dois anos.

O plano de crescimento da companhia aérea é redirecionado ao mercado doméstico, embora pretenda aumentar os voos para os EUA para atender à forte demanda pelos jogos da Copa do Mundo de futebol. A Azul ainda aceitará entregas de novas aeronaves da Airbus e Embraer.

“O fluxo de caixa da empresa melhorou significativamente”, disse Rodgerson à Bloomberg. “Geraremos caixa em 2026. Geraremos caixa em 2027. Esse é o plano.”

Crise da Azul

Fundada em 2008 com alguns jatos Embraer, a Azul contraiu dívidas enormes para adicionar novas aeronaves e crescer rapidamente. Após enfrentar dificuldades com as pressões cambiais e os efeitos persistentes da pandemia, a Azul seguiu seus maiores concorrentes na região e entrou com pedido de Chapter 11 em maio.

A United e a American investiram na Azul. A companhia planeja oferecer voos em codeshare com as aéreas americanas, dando-lhes acesso a mais de 100 destinos brasileiros. A empresa também não espera que o recente aumento nas ações de fiscalização da imigração nos EUA diminua a demanda, e Rodgerson afirma que os brasileiros adoram viajar para o país.

(com Bloomberg)

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