Visualização normal

Received before yesterdayTecnoblog

Este é o novo controle da Microsoft para Xbox Cloud Gaming

14 de Maio de 2026, 11:34
Imagem mostra quatro controles Xbox, de cor preta e branca e menores que os modelos tradicionais
Fotos do novo controle da Microsoft para Xbox (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • Tecnoblog divulga os primeiros dados e imagens do novo controle da Microsoft.
  • O acessório para Xbox Cloud Gaming está em desenvolvimento, com design compacto, bateria interna recarregável e conectividade por Bluetooth e Wi-Fi 6.
  • O controle possui porta USB-C, botão para pareamento ou troca de modos, área para indicadores luminosos, bumpers e gatilhos tradicionais, e bateria de 500 mAh.
  • A Microsoft planeja oferecer o controle em duas opções de cores, incluindo branca, com previsão de lançamento ainda não confirmada.

Um novo controle para Xbox está em processo de desenvolvimento e pode ser lançado num futuro breve. Ele seria focado nos jogadores do Xbox Cloud Gaming, serviço de jogatina em nuvem da Microsoft. O Tecnoblog obteve imagens e detalhes em primeira mão do novo aparelho, que oferece design compacto, bateria interna recarregável, Bluetooth e uma novidade: conectividade por Wi-Fi.

As fotos externas revelam um design mais enxuto, similar a controles como o HyperX Clutch Tanto e o SN30 Pro da 8BitDo. Ele traz os mesmos botões de um controle tradicional de Xbox. Ainda não temos a confirmação sobre o lançamento do produto. Por ora, a impressão é de que a própria Microsoft deseja entrar na seara dos controles compactos.

Imagem mostra a frente de um controle Xbox de cor branca, menor que os modelos tradicionais
Dispositivo segue design compacto (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Imagem mostra a frente de um controle Xbox de cor preta, menor que os modelos tradicionais
Controle 2147 da Microsoft (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na parte superior do controle é possível ver a porta USB-C; um botão ainda misterioso, provavelmente para pareamento ou troca de modos; uma suposta área para indicadores luminosos (provavelmente para diferenciar entre Xbox tradicional e Xbox Cloud Gaming); bumpers; e gatilhos tradicionais.

A documentação obtida pelo Tecnoblog revela que o controle virá com bateria de 500 mAh e que, na parte de conectividade, utiliza Bluetooth e Wi-Fi 6 (restrito a 20 MHz de banda). O chip utilizado para tal é o RTL8730E da Realtek, com dois núcleos ARM Cortex-A7 de 1,2 GHz.

A Microsoft deve oferecer o controle em duas opções de cores, já que um modelo na cor branca também foi fotografado.

Não há previsão de quando o novo controle será lançado, seja no Brasil ou no exterior. Ainda não há indícios do modelo na FCC, a equivalente à Anatel nos Estados Unidos.

Elite Controller Series 3 também surge na Anatel

Assim como o modelo compacto, o possível sucessor do Elite Controller Series 2 também foi homologado pela Anatel com suporte a Wi-Fi 6 e Bluetooth. A documentação não revela qual chip será utilizado, mas é provável que a Microsoft adote o mesmo RTL8730E.

Imagem mostra a frente de um controle Xbox de cor preta
Xbox Elite Controller 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O design está mais refinado, mas a personalização extensiva permanece, com D-Pad, triggers e paddles intercambiáveis e ajustáveis.

Os botões já conhecidos do controle do Xbox agora aparecem acompanhados por dois novos comandos na parte inferior, entre os grips e ao lado da entrada P2 de 3,5 mm.

Imagem mostra a parte inferior de um controle Xbox de cor preta
Xbox Elite Controller 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Pelas imagens, os componentes lembram rodas de rolagem, possivelmente pensadas para simuladores de voo — como controle de aceleração — ou para jogos que exigem ajustes contínuos, mas mantêm a mesma posição por longos períodos.

A documentação também confirma que o botão de troca de modo entre “local” e “nuvem” chegará ao novo controle topo de linha da Microsoft.

Imagem mostra o manual do novo controle Xbox
Manual do novo controle revela o botão de pareamento (imagem: Everton Favretto)

O controle mantém a bateria recarregável e removível do Elite Series 2, mas está menor, com apenas 1.528 mAh (o Elite 2 tem 2.050 mAh).

Assim como o irmão menor, o novo Series 3 usa parafusos Torx T6, indicados no compartimento da bateria.

Imagem mostra a traseira de um controle Xbox de cor preta
Xbox Elite Controller 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Também não temos previsão de quando esse novo modelo será lançado e nem por quanto será comercializado. Mas, para comparação, o Elite Controller 2 é vendido hoje na faixa dos R$ 1.400 reais no varejo.

Este é o novo controle da Microsoft para Xbox Cloud Gaming

Fotos do Controle 2147 da Microsoft (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Anatel recebe aval para concluir o leilão dos 700 MHz

13 de Maio de 2026, 18:25
Martelo de leiloeiro e mapa do Brasil contendo a bandeira nacional e duas torres de celular. Fundo azul com ondas em verde
Leilão de 700 MHz ocorreu em 04/05 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recebeu o aval definitivo para concluir o novo leilão de faixas de 700 MHz, realizado há dez dias. Diversas organizações tentavam invalidar o resultado, mas um magistrado da 5ª Turma do TRF-1 negou o pedido e permitiu tanto a homologação quanto a assinatura das outorgas.

A Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) havia entrado com um pedido no judiciário para impedir “atos de adjudicação, homologação e assinatura dos Termos”. Nela, estão as prestadoras Claro, TIM e Vivo.

Layout da banda 28 do 3GPP no Brasil, incluindo o espectro licitado no dia 4 (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mais uma derrota para o trio nacional

Espectro de Unifique e Consórcio Amazônia 5G são parte da controvérsia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Não é a primeira vez que o leilão é questionado. A TelComp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas) e a Acel já haviam apresentado recursos ao Conselho Diretor da Anatel e depois ingressaram no Judiciário, tanto que o leilão, marcado originalmente para 30/4, acabou sendo adiado.

Outro ponto de controvérsia são as transferências de licenças de 3,5 GHz. A Ligga (que adquiriu espectro no PR) pretende transmitir as faixas para a Unifique, enquanto a Sercomtel (que adquiriu licença para o estado de São Paulo e Região Norte) pretende transferi-las ao Consórcio Amazônia 5G.

A cláusula 7.1 do edital de 2021 que proíbe a transferência caso as obrigações de cobertura não estejam cumpridas integralmente. A Anatel aprovou os movimentos, mas a Acel defende a tese de que ainda falta concluir certos compromissos que ainda estão por vencer. Os prazos começam a expirar neste ano e vão até o fim de 2029.

Uma das associadas da Acel é a Sercomtel, empresa do fundo Bordeaux (de Nelson Tanure, investigado no caso do Banco Master), que vendeu seu espectro para a Unifique e o Consórcio Amazônia 5G. Ela será prejudicada caso a Acel tenha êxito.

Como o próprio juiz do caso destaca, o atraso nas assinaturas causaria atraso na expansão da cobertura móvel, principalmente em localidades remotas e rodovias, que são alvos dos compromissos de cobertura.

Anatel recebe aval para concluir o leilão dos 700 MHz

Leilão de 700 MHz ocorrerá dia 30 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Layout da banda 28 do 3GPP no Brasil, incluindo o espectro licitado hoje (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Áreas adquiridas pela Unifique e o Consórcio Amazônia 5G (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vivo X300 Ultra: Jovi deve lançar smartphone com kit fotográfico no Brasil

12 de Maio de 2026, 16:31
Modelo conta com câmera teleobjetiva de 200 MP e lentes extras opcionais (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Jovi X300 Ultra, topo de linha da fabricante chinesa, foi homologado pela Anatel e deve ser lançado no Brasil em breve.
  • O smartphone possui lente principal e teleobjetiva de 200 MP e ultrawide de 50 MP, além de um kit de acessórios fotográficos com lente extensora.
  • O preço deverá ser alto, já que o modelo será fabricado na China e não terá incentivos fiscais.

O smartphone Vivo X300 Ultra, modelo de ponta da fabricante chinesa, tem grandes chances de desembarcar em breve no Brasil. A subsidiária local, batizada de Jovi, realizou a homologação do produto junto à Anatel na última sexta-feira (08/05), o que permite a venda em nosso território.

O Tecnoblog havia adiantado, ainda em janeiro, a possibilidade de o modelo vir ao país, quando a fabricante obteve a homologação do carregador de 100 W e da bateria. Agora, podemos confirmar que se trata do Jovi X300 Ultra, já que o número de modelo J2510 e o nome comercial surgiram na lista de dispositivos certificados do Android.

Certificado de homologação do Jovi X300 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Smartphone com kit fotográfico

O celular se destaca pelas especificações poderosas e excelentes câmeras: tanto a lente principal quanto a teleobjetiva tem 200 megapixels, enquanto a ultrawide oferece 50 megapixels.

Além dos 3,7x de zoom já embutidos, a fabricante oferece um kit de acessórios com capa, adaptadores para lentes, grip com controles, suporte para tripé e uma lente extensora de 200 ou 400 mm, adicionando 2,35 x ou 4,7 x de zoom.

O grip inclui bateria adicional de 2.300 mAh e também já está homologado pela Anatel, indicando que a Jovi deve oferecer o kit no Brasil.

Acessórios do kit fotográfico do X300 Ultra (imagem: divulgação)

Especifiações topo de linha

O restante das especificações também é topo de linha: o X300 Ultra usa o SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5 combinado a 12 ou 16 GB de RAM e 256 GB até 1 TB de memória interna.

Seu display AMOLED possui taxa de atualização variável até 144 Hz e suporta HDR10+ e Dolby Vision, com alta densidade de pixels (510 pontos por polegada, resolução de 1.440 x 3.168 pixels).

A conectividade é de ponta: 5G, Wi-Fi 7 (inclusive de 6 GHz), Bluetooth, NFC e até infravermelho para uso como controle remoto.

A bateria é a já homologada BB57X, com 6.600 mAh. Ela utiliza ânodos de silício-carbono, permitindo que o X300 Ultra mantenha espessura de 8,5 mm.

Para recarregar, o Jovi X300 Ultra virá com carregador de 100 W na caixa, que também já está homologado, além de aceitar recarga sem fio e oferecer carregamento sem fio reverso.

Bateria BB57X do X300 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Quanto vai custar?

O Jovi X300 Ultra não deve sair barato: ele já é vendido na Europa por 1.999 euros, mais de R$ 11.500 reais em conversão direta. Por ser fabricado na China, não receberá incentivos fiscais.

O conjunto de acessórios fotográficos com a lente de 400 mm custa 599 euros (R$ 3.450).

O X300 Ultra deverá ter um irmão menos caro: o Jovi X300 FE. O nome já consta da lista de dispositivos certificados do Bluetooth SIG, mas ainda não foi homologado no Brasil.

Vivo X300 Ultra: Jovi deve lançar smartphone com kit fotográfico no Brasil

Vivo X300 Ultra oferece câmera teleobjetiva com 200 MP e lentes extras opcionais (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Jovi X300 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

27 de Abril de 2026, 09:50
Imagem mostra o Xiaomi 17T. A fotografia é um close-up nas câmeras.
Câmera teleobjetiva do Xiaomi 17T deve receber upgrade (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • Xiaomi 17T passou na Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • Celular terá câmera melhorada e possível bateria de 6.500 mAh.
  • O aparelho será fabricado na China e seu lançamento é esperado para maio.

O Xiaomi 15T vai receber um sucessor em breve: o Xiaomi 17T passou na Anatel e está a caminho do Brasil. O novo smartphone topo de linha vinha aparecendo em vazamentos, e seu lançamento é esperado para maio. O modelo foi homologado com o código 2602DPT53G a pedido da DL, que representa a fabricante no país.

A documentação não deixa espaço para dúvidas, já que nela consta o nome comercial “Xiaomi 17T”. Ela também revela o design do aparelho, com fotos externas.

Imagem mostra o celular Xiaomi 17T em homologação na Anatel, com etiquetas de identificação na parte traseira
Xiaomi 17T consta na certificação da Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O design não muda muito em relação ao antecessor: visualmente a principal diferença está no flash, que deixa a localização no “cooktop” e passa a ficar logo ao lado do módulo das câmeras.

Apesar dos rumores apontarem que as câmeras se manterão similares, é possível notar nas imagens que o Xiaomi 17T possui uma teleobjetiva diferente, provavelmente utilizando uma lente periscópica com um zoom maior, como o Xiaomi 15T Pro já oferece.

Por dentro, é esperado um SoC Dimensity 8500, que é ligeiramente melhor que o 8400 Ultra do 15T. O smartphone deve chegar já com Android 16. O certificado também revela a presença de Wi-Fi 6 (sem 6 GHz), Bluetooth, 5G e NFC, características esperadas de um modelo dessa faixa de mercado.

Imagem mostra um carregador branco, com a descrição "67 W" desenhada na parte lateral
Carregador Xiaomi MDY-15-ET de 67 W (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na caixa do modelo vendido oficialmente no mercado brasileiro virá o carregador MDY-15-ET, de 67 Watts. Ele recarregará a bateria BM6U, de 6.360 mAh nominais — capacidade que se alinha com os 6.500 mAh típicos que os rumores e vazamentos apontam, com um aumento de 1.000 mAh em relação ao Xiaomi 15T.

Segundo a documentação, o smartphone será fabricado na China. Além disso, ele deverá ter um irmão maior, o Xiaomi 17T Pro, com especificações superiores, mas que ainda não está certificado no Brasil.

Quando chega?

Não temos previsão de quando exatamente será o lançamento, nem valores. Para comparação, o Xiaomi 15T chegou por aqui em outubro de 2025, custando R$ 7.499.

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Queremos incomodar a Apple e a Samsung, diz presidente da Motorola

24 de Abril de 2026, 11:41
Tecnoblog entrevistou Rodrigo Vidigal, country manager da Motorola Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Motorola, comandada pelo presidente Rodrigo Vidigal, mira os clientes de Apple e Samsung dispostos a gastar cerca de R$ 8 mil a R$ 10 mil, com produtos como o Motorola Signature.
  • O Signature oferece uma combinação de hardware de ponta, preço competitivo e atributos como cores especiais, visando diferenciar-se no mercado.
  • A empresa busca aumentar sua presença no segmento de luxo com parcerias com marcas como Bose, Swarovski e Pantone.

A Motorola quer mais. Depois de vender muito Moto G, do segmento básico, e Motorola Edge, da categoria premium, agora a companhia tenta conquistar o chamado ultra premium – estão de olho no cliente disposto a gastar algo na faixa dos oito, quase dez mil reais. Querem brigar com a Apple e a Samsung, conforme admite o presidente da companhia, Rodrigo Vidigal, em entrevista exclusiva ao Tecnoblog.

Ele considera que o recém-lançado Motorola Signature tem uma combinação única de hardware e preço, além de contar com atributos que a diferenciam, como as cores especiais. “Me desculpem as feias, mas beleza é fundamental”, dispara o executivo. E de fato, o produto fez bonito: levou nota 8,9 no nosso review completo.

Nesta conversa, também tratamos da escassez de chips de memória (spoiler: com possível aumento nos preços dos smartphones ainda neste semestre), a sempre polêmica política de atualizações de Android e a presença na Copa do Mundo. Confira a seguir. Os trechos foram editados para dar mais clareza e fluidez.

Concorrência e relação com o consumidor

Thássius Veloso – De que forma vocês vão competir com Apple e Samsung, as duas primeiras colocadas no segmento ultra premium?

Rodrigo Vidigal (Motorola) – Com a combinação de hardware, software e experiência de pós-venda com concierge. Esse consumidor realmente busca muita qualidade de câmera e a gente traz o produto com a melhor nota do Brasil no DxOMark. Temos o melhor preço, com processador de última geração, a melhor tela, todo o sistema de entretenimento da Bose. A gente traz um ecossistema muito forte e um produto que realmente entrega o que há de mais avançado.

Qual será o papel do concierge?

A gente vai ter um atendimento ultra premium em todos os sentidos. Se ele tiver alguma necessidade de hardware ou software, vai poder resolver isso rapidamente, com respostas de até duas horas, de uma maneira que não existe hoje no mercado.

Nós estamos numa sala com as marcas do Gorilla Glass, Polar, Bose, Alcantara, Swarovski e Pantone estampadas nas paredes. Empresas rivais da Motorola não costumam se associar a tantos parceiros. Vocês não teriam condições de fazer todos esses projetos sozinhos?

Nenhum fabricante consegue fazer tudo sozinho, seja carro, computador ou qualquer outra categoria. A nossa proposta é trazer esses componentes premium sob a visão da Motorola para entregar a melhor experiência. Eu poderia comprar um componente genérico, mas eu prefiro trazer peças de ponta, como na parceria com a Sony para as câmeras. Estamos na Formula 1, que não deixa ninguém entrar se não for de ponta. Isso também nos ajuda a crescer no segmento B2B. Empresas da América Latina que não compravam nossos produtos passaram a adquirir Moto G e Edge.

O cliente chega ao ponto de venda falando “eu queria ver o Swarovski”?

O consumidor brasileiro hoje faz muita comparação. Ele olha, começa a conhecer um produto, compara, vê que esse aqui tem um acabamento melhor, tem Swarovski, uma câmera de ponta. Ninguém sabe o que é Alcantara, mas quando ele vê essa marca, vai atrás, chega na loja e pergunta pro vendedor. Temos todo um trabalho de comunicação. Colocar esses elementos é um baita diferencial, que tem nos feito crescer.

A gente traz tudo integrado, desde a parte técnica até o estilo. Como dizia o poeta: me desculpem as feias, mas beleza é fundamental. Isso passa também pelo fone de ouvido, outro objeto de desejo. A gente começa a criar uma conversa que antes não existia.

Você diria que está roubando usuários de iPhone com isso? 

Ainda é mais Android. 

Mais Samsung, então?

No Brasil sim. São muitos mercados, então depende da participação.

Tem empresa que caminha para a premiunização e abre mão da cartela de clientes que conquistou com produtos básicos e intermediários. Existe algum risco disso acontecer com a Motorola? 

Não acho que a gente tenha demonstrado isso. É um crescimento sólido: lançamos o Edge sem abrir mão do Moto G. Com o Signature, agora eu entro num outro segmento do qual não estava participando.

Então tudo isso me ajuda a ter escala, melhores custos e a trazer saúde financeira, para eu poder também investir mais no mercado. A ideia é obviamente crescer e ter uma complementaridade, não uma canibalização do portfólio. A própria chegada dos acessórios, como fone de ouvido, relógio e smart tag, amplia esse ecossistema.

Crise da memória e celulares mais caros

De que forma a escassez dos chips está impactando vocês?

A causa é conhecida: inteligência artificial e ampliação de data centers, associados a uma capacidade de produção limitada e concentrada em poucos fabricantes globais de memória.

Nós entedemos que essa limitação não causará impacto no grupo da Lenovo e Motorola, pois somos um dos maiores compradores do mundo e temos uma relação de longo prazo com esses fornecedores, inclusive para atender a PCs e servidores.

Não tem como escapar da alta de preços. O nosso desafio é mitigar esse impacto e tentar repassar o mínimo possível para o usuário final.

O vice-presidente sênior da Samsung me disse que os preços de smartphones poderiam subir 20%. Vocês também estão fazendo essa conta? 

Essa é uma conta complicada de fazer. A gente buscou se antecipar a esse movimento para atrasar ao máximo o repasse. Ele seria imediato se eu estivesse comprando apenas memória nova, mas estou tentando diluir esse aumento de custo com base numa estratégia de supply chain global, dada a força do nosso grupo.

Em que momento essa decisão foi tomada? 

No ano passado, à medida que a gente começou a ver que a crise ia de fato acontecer. Estamos no mercado global e também fabricamos servidores, por exemplo. Conseguimos identificar esses movimentos e nos preparar, enquanto outras marcas demoraram mais para reagir.

Os celulares vão ficar mais caros no primeiro semestre?

Talvez ocorra um pouco de aumento, mas não da ordem de 50%, como temos visto no preço de memória. A crise impacta principalmente os produtos de entrada porque os grandes fabricantes de memória estão com capacidade limitada. Eles focam nos modelos mais caros pois os baratos representam uma margem de lucro menor.

O perfil do consumidor Motorola

Quais as principais maneiras para o consumidor adquirir um telefone Motorola?

A gente tem desde o financiamento tradicional; parcelamento no cartão de crédito sem juros em 12, 18, até 24 vezes; as ofertas de pós-pago com operadoras; o trade-in; e o nosso próprio financiamento, uma solução que a gente oferece pro varejo com juro mais baixo que o do banco.

Qual a relevâcia do trade-in? 

Não é a principal forma de adquirir nossos produtos porque muitos consumidores passam o telefone antigo para alguém da família. Acaba sendo mais uma opção, mas não é nem de longe a mais utilizada. As vendas com acessórios ou com plano pós-pago são muito fortes, assim como o financiamento.

Quais são os pacotes mais populares?

O mais popular é fone de ouvido Moto Buds, pela qualidade da Bose e pelo fato de não ter outros produtos dessa marca no país. O som é impecável e existe a facilidade de conexão: você abre e já conecta. Isso tem ajudado a vender muito não só para clientes da nossa base, mas para usuários de smartphones da concorrência.

Esse interesse te surpreendeu?

Me surpreendeu. A gente sabia que seria muito forte para nossa base, até que começamos a ver clientes de outras marcas procurando o produto. Tem sido uma surpresa muito positiva. 

Qual é a importância de associar Lenovo e Motorola a eventos como Formula 1 e Copa do Mundo?

Demonstra o apetite em crescer no mercado mundial. Todas as empresas na Formula 1 são de extrema qualidade. O público vê isso e associa a performance, design, inovação. No caso da Copa, estamos falando do maior evento do mundo, capaz de agregar a maior quantidade de pessoas. Se eu tenho um terço do mercado, ainda tenho dois terços para conquistar. Nós vamos falar com um cliente que não estava vendo o nosso produto.

Cadê os brand lovers?

A consultoria Omdia soltou o balanço de maiores vendedores de celular do Brasil: Samsung (40%), Motorola (24%), Xiaomi (16%), Apple (7%) e Realme (6%). Eu postei isso nas minhas redes sociais e repercutiu bastante principalmente com consumidores surpresos com a relevância da Motorola, em segundo lugar. Por que dessa surpresa?

No Brasil, a gente tinha 10% do mercado em 2010 e aumentamos para 30% hoje. A nossa participação vem crescendo.

Eu não tô falando de vendas, mas sim de percepção de marca. Cadê os brand lovers da Motorola? 

Antes, eu tinha um brand lover limitado aos segmentos de entrada (com Moto G) e mass premium (com Edge). Se eu não estava presente no ultra premium, nunca seria lembrado. Agora, com o Signature, nós estamos trazendo uma proposta muito competitiva para que olhem para a Motorola também neste segmento. Eu não estava participando dessa festa e agora entro meio de penetra para disputar e incomodar (risos).

Me valendo aqui da liberdade poética, eu diria que Motorola é visto como “celular de tiozão”. Como conquistar as novas gerações?

Ninguém tem a  estratégia de cores como a Motorola. Te falo de coração, quando a gente fechou a parceria com a Pantone, eu olhei e pensei “caramba!”, pois não tinha ideia do alcance. No ano passado, a Pantone utilizou o nosso escritório para fazer um fórum e deu para ver o nível da discussão, de inteligência de mercado, para identificar padrões.

Eles avaliam as preocupações das pessoas e como as cores têm influência na vida delas. E a partir daí, você tem tendências que são utilizadas pela indústria inteira. Eu lancei o verde no ano passado com o Razr 60 Ultra e um ano depois isso começou a chegar aos produtos mais de entrada. Eu consigo impactar o jovem que está ligado nisso. Cerca de 35% da nossa venda hoje é para este público.

Quanto era antes? 

Era 20%. Hoje, mais da metade das nossas vendas vão para o público feminino. Era 45% e agora chega a 55%. No passado, a maioria dos produtos era cinza, preto ou dourado. Agora, dois terços são coloridos. Nenhum fabricante tem isso.

Os consumidores vão na loja querendo conhecer os aparelhos, o que tem de câmera, memória ou bateria. Eles também pedem para ver o acabamento, a cor. Isso não existia na nossa indústria, somente para roupa ou tênis.

Atualizações de Android

Faz sentido lançar um novo smartphone anualmente para cada linha? No caso de Moto G, às vezes são dois por ano.  

Faz porque a gente vive de movimentar o consumidor. Então é necessário para trazer inovação como ferramenta também de estilo.

Nem tudo é tão inovador assim, vai…

Mas aí, de novo, eu acho que a Motorola tem um lugar diferente. A gente tá evoluindo a tecnologia e também o design. Quando a gente fala de evolução de design, o usuário final tem muita evolução. Quais smartphones você vê com Swarovski?

Você colocaria a cor do ano na categoria de inovação? Porque nem todo mundo enxerga dessa forma… 

Se o consumidor enxerga, é o que interessa pra gente. Se o consumidor entende que é importante ter a cor do ano, Cloud Dancer, pois o mundo está muito tenso, com muita guerra, eu começo a ter um canal de comunicação com ele. Nem todo mundo quer falar só de spec.

Por que dá para colocar sete anos de atualizações no Signature, mas são no máximo três nas outras linhas?

Existem algumas limitações de memória ou de processador, e a gente quer garantir sempre a melhor experiência quando você faz o upgrade. Sabemos que o cliente de produtos de entrada fica em média três anos. Se eu trago pra ele uma atualização maior do que esse tempo, não necessariamente gera valor. Temos que entender o que o consumidor realmente valoriza.

Mão segurando celular Motorola Signature mostrando a tela
Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

E por que oferecer isso justamente para o ultra premium, que costuma ficar com o aparelho por um ano e meio, bem menos do que os sete anos?

Tem ainda questões associadas a hardware e performance que viabilizam os sete anos de evolução. Posso fazer essa promessa de até sete anos, pois vai continuar evoluindo. Mas no segmento ultra premium, isso tem um efeito mais de marketing do que de utilização.

Eu noto que os telefones têm ganhado mais elementos de software próprios. Começa com o Hello Moto e começam a surgir coisas novas, como a tela de configurações diferente. Não tá chegando na hora da Motorola dar um nome a esse sistema, assim como o HyperOS (Xiaomi) e a One UI (Samsung)?

A gente tem o Android como nosso sistema operacional base e algumas camadas de customização que nós desenvolvemos para tornar o visual mais fácil. A nossa preocupação é dar ferramentas para facilitar a migração e o início do cadastro do usuário. Então a gente entende que no momento isso não é importante.

Queremos incomodar a Apple e a Samsung, diz presidente da Motorola

💾

Rodrigo Vidigal abre o jogo sobre o momento da fabricante no Brasil, com aumento de participação de mercado e forte presença nas operadoras.

(imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Nova marca de celulares deve estrear no Brasil

9 de Abril de 2026, 16:32
Nothing Phone 4a está a caminho do Brasil (imagem: divulgação)
Resumo
  • Nothing homologou o Phone (4a) na Anatel com o código de modelo A069.
  • O modelo tem bateria de 5.080 mAh e suporta recarga de 50 W por USB-PD.
  • A fabricação será feita na China; o preço e a data de venda no Brasil ainda não foram informados.

Mais uma marca de smartphones deve entrar no mercado brasileiro: a Nothing, que homologou o Phone (4a) na Anatel. A empresa, fundada por Carl Pei — também conhecido por criar a marca OnePlus (da Oppo) —, obteve a certificação na quinta-feira passada (02/04).

O pedido foi feito pela New Paths Representação Comercial, empresa que atua como intermediária em processos de homologação. Infelizmente, isso dificulta identificar quem será responsável pela importação e venda do Nothing Phone no Brasil.

A fabricante é conhecida pelo estilo minimalista dos seus modelos e também por ser contra lançar celulares todo ano. Segundo o CEO, a empresa prefere esperar até que um novo produto represente um avanço real.

Certificado de homologação do Nothing Phone 4a (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria do Phone (4a) também já foi certificada, com o código de modelo NT07A. Ela tem 5.080 mAh, como a versão vendida na maioria dos mercados, e não a bateria de 5.400 mAh do modelo vendido na Índia.

Para recarga, você que se vire: o Nothing Phone (4a) não deve vir com carregador na caixa, nem mesmo no Brasil. Ele aceita recarga de 50 W por USB-PD.

Bateria do Nothing Phone 4a (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A fabricação será feita na China, o que deve elevar o valor no varejo, já que não poderá usufruir dos benefícios fiscais de produtos montados por aqui.

O Nothing Phone (4a) foi lançado no exterior no início do mês de março com características intermediárias, como o SoC Snapdragon 7s Gen. Outras características miram mais acima, como o conjunto de câmeras traseiras triplo que inclui uma teleobjetiva periscópio com 3,5x de zoom, geralmente vista apenas em aparelhos topo de linha.

Nothing Phone 4a na cor azul (imagem: divulgação)

O modelo se destaca mesmo pelo design: a traseira é translúcida, revelando partes do interior do aparelho, e possui uma série de 7 indicadores com LEDs. São seis brancos, que podem indicar notificações, carga da bateria e muito mais, e um vermelho, que indica quando a câmera está em uso.

O Nothing Phone (4a) também tem um irmão maior, o Nothing Phone (4a) Pro, com tela maior e melhor, construção superior, SoC ligeiramente melhor e que troca a barra de LEDs por uma “mini tela” de 137 LEDs. Este modelo não está certificado no Brasil.

Quanto vai custar?

Não temos informações sobre quando e por quanto o Nothing Phone (4a) será vendido no Brasil. Para comparação, ele é vendido no Reino Unido por 349 libras esterlinas, cerca de R$ 2.400 em conversão direta.

Nova marca de celulares deve estrear no Brasil

💾

Fabricante de celulares Nothing homologou o Phone (4a) na Anatel. Empresa foi fundada por Carl Pei, cofundador da marca OnePlus, da Oppo.

Nothing Phone 4a (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Nothing Phone (4a) (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Nothing Phone 4a azul (imagem: divulgação)

Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento

9 de Abril de 2026, 10:35
Motorola Razr Fold em exposição em Barcelona (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Motorola Razr Fold recebeu homologação da Anatel em 7 de 2026, com código XT2651-1. O modelo já pode ser vendido no Brasil.
  • O aparelho tem 5G, Bluetooth, NFC, Wi-Fi 7, UWB, carregamento sem fio reverso e suporte à Moto Pen Ultra. Ele usa duas baterias, com 5.760 mAh nominais, e traz carregador de 90 W na caixa.
  • O Razr Fold custa 1.999 euros e 1.799 libras. A Motorola prevê venda no Brasil ainda neste semestre.

Agora vai: o Motorola Razr Fold passou pela homologação na Anatel e já pode ser vendido no Brasil. O smartphone dobrável foi foi anunciado durante a CES 2026 e deve competir diretamente com o Galaxy Z Fold 7, da Samsung, oferecendo alguns recursos a mais.

O modelo foi certificado com o código de modelo XT2651-1 na última terça-feira (7), conforme os documentos visualizados pelo Tecnoblog. Este código de modelo está associado ao codinome Horizon26, segundo o leaker Evan Blass, e condiz com o processo de homologação nos Emirados Árabes Unidos.

A documentação confirma características de um telefone topo de linha, como esperado: conectividade 5G, Bluetooth, NFC, Wi-Fi 7 de três bandas, UWB e carregamento sem fio reverso. Na caixa, o Razr Fold virá com o carregador MC-907 de 90 Watts, capacidade maior do que o Razr Fold é capaz de aceitar (80 Watts).

Certificado de homologação do Razr Fold da Motorola
Certificado de homologação do Razr Fold da Motorola (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Carregador Motorola MC-907 de 90 W durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

No smartphone estão duas baterias (SH29 e SH31) com capacidades nominais de 2.820 e 2.940 mAh, somando 5.760 mAh nominais. Parece lógico assumir que se tratam de baterias que somam 6.000 mAh típicos, a capacidade divulgada pela Motorola para o Razr Fold.

O Razr Fold suporta o uso de caneta stylus (Moto Pen Ultra), acessório que a concorrente sul-coreana removeu no Galaxy Z Fold 7. O Razr Fold também possui grau de proteção contra líquidos superior ao concorrente: IPX9 versus o IP48 do Fold 7 (no entanto, o produto Samsung oferece alguma proteção contra ingresso de poeira).

Moto Pen Ultra (imagem: divulgação)

O smartphone não deve ser barato: ele será vendido por 1.999 euros no velho continente, 1.799 libras no Reino Unido, valores que, em conversão direta, ficam na faixa dos R$ 12 mil por aqui.

Esperamos que a venda do modelo inicie em breve: já há um cadastro de interesse no site da fabricante e a Motorola já informou no passado que pretende vendê-lo ainda neste semestre.

Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento

Motorola Razr Fold (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Razr Fold da Motorola (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador Motorola MC-907 de 90 W durante sua certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Moto Pen Ultra (imagem: divulgação)

Xiaomi prepara dois smartphones básicos para o mercado brasileiro

3 de Abril de 2026, 11:45
Redmi A7 Pro tem bateria de 6.000 mAh (imagem: divulgação)
Resumo
  • Anatel homologou os smartphones Redmi A7 Pro e Poco C81 para venda no Brasil.
  • O Redmi A7 Pro possui tela IPS de 6,9 polegadas, 4 GB de RAM, câmeras de 13 MP e 8 MP, e bateria de 6.000 mAh.
  • O Poco C81 ainda não foi anunciado, mas terá design em dois tons e características similares ao Redmi A7 Pro.

Redmi A7 Pro e Poco C81 já podem ser vendidos no Brasil. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) expediu a certificação dos dois modelos ontem (02/04), liberando a comercialização e uso dos dois celulares em território nacional. O documento foi solicitado pela DL, que representa a Xiaomi no país.

Eles têm códigos de modelo 25128RN17L e 25128PC17 (Redmi A7 Pro e Poco C81, respectivamente) e foram homologados em conjunto, indicando que terão características similares — algo bastante comum entre as fabricantes chinesas de celulares, especialmente a Xiaomi. São características básicas, o que os posiciona como smartphones de entrada.

Certificado da Anatel dos celulares Redmi A7 Pro e Poco C81 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Redmi A7 Pro foi anunciado oficialmente pela Xiaomi na última quarta-feira (01/04). Suas especificações incluem:

  • Tela IPS de 6,9 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz;
  • Resolução de apenas 1.600 x 720 pixels;
  • SoC Unisoc T7250 com meros 4 GB de RAM (64 ou 128 GB de armazenamento);
  • Câmera traseira principal de 13 megapixels e frontal de 8 megapixels;
  • Bateria de 6.000 mAh com carregamento de 15 W;
  • E conectividade de apenas 4G, Bluetooth e Wi-Fi 5, mas sem NFC.

Tudo isso rodando o HyperOS 3 da Xiaomi, baseado no Android 16.

Redmi A7 Pro tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

Já o Poco C85 ainda não foi anunciado, mas não deve divergir muito em suas características. Graças às fotos da certificação, sabemos que ele terá um design com pintura em dois tons na traseira, tradicional da linha Poco, e uma das cores deve ser uma espécie de verde ou azul metálico.

Os modelos serão fabricados pela Xiaomi na China e virão com o carregador MDY-18-EG de 15 W na caixa.

Poco C81 durante o processo de certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Quando chega?

Ainda não temos informações sobre data de lançamento ou valores no Brasil, mas o Redmi A7 Pro é vendido por 129 euros na Alemanha e na Espanha, em torno de R$ 780 em conversão direta.

O modelo deve competir com celulares básicos como o Galaxy A07 e o antecessor A06, além de rivais de outras fabricantes.

Xiaomi prepara dois smartphones básicos para o mercado brasileiro

Redmi A7 Pro (imagem: divulgação)

Certificado Anatel dos Redmi A7 Pro e Poco C81 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Redmi A7 Pro tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

Poco C81 durante o processo de certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola homologa outro celular misterioso no Brasil com bateria de 5.200 mAh

26 de Março de 2026, 15:03
Moto G67
Moto G67 pode ganhar irmão em breve (imagem: reprodução/Motorola)
Resumo
  • O modelo XT2621-5 da Motorola foi homologado pela Anatel, mas os detalhes sobre o novo aparelho ainda são escassos.
  • Ele aparenta ser uma variação dos Moto G67 e G77, com 5G, Wi-Fi 5, NFC e Bluetooth e bateria de 5.200 mAh.
  • A fabricação ocorrerá na Motorola de Wuhan, China, ou na Flex de Jaguariúna (SP), excluindo a unidade de Manaus.

Pois é, de novo: a Motorola Mobility obteve a homologação de mais um smartphone sobre o qual não temos detalhes claros. O modelo XT2621-5 teve seu certificado emitido pela Anatel na última segunda-feira (23/03), conforme os documentos visualizados pelo Tecnoblog.

Ele deve ser uma variação dos Moto G67 e G77, que estão certificados com os códigos de modelo XT2621-1 e XT2621-3. A documentação possui muitas características em comum: a presença de 5G, Wi-Fi 5, NFC e Bluetooth.

Certificado de homologação do Motorola XT2621-5 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Mas, não se anime. Não se trata do Moto G67 Power. A bateria e o carregador inclusos são os mesmos que acompanham os Moto G67 e G77: bateria SP52 de 5.200 mAh típicos e carregador MC-337L de 33 W.

Carregador Motorola MC-337L (imagem: divulgação)

A única diferença relevante entre as certificações dos irmãos Moto G67 e G77 e este novo modelo está nas unidades fabris. Os modelos já lançados podem ser fabricados em três locais, mas o XT2621-5 será fabricado em apenas duas das fábricas: Motorola de Wuhan, na China, ou pela Flex de Jaguariúna (SP), no Brasil, dispensando a unidade manauense.

Não fica claro se o novo smartphone será uma mera revisão de um dos modelos existentes (novamente, Moto G67 ou G77) ou se estamos falando de um novo modelo com muitas características em comum, mas com SoC diferente. Uma possibilidade seria o Moto G57, mas ele foi certificado em outros países como XT2537-2.

Motorola homologa outro celular misterioso no Brasil com bateria de 5.200 mAh

O Moto G67 (imagem: reprodução/Motorola)

Certificado de Homologação do Motorola XT2621-5 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Realme P4 Power, com bateria de powerbank, agora pode ser vendido no Brasil

25 de Março de 2026, 11:33
Imagem promocional mostra um smartphone em um fundo preto, com a parte da bateria destacada com uma arte que ilustra a capacidade de 10.001 miliampere-hora
Realme P4 Power tem bateria de 10.001 mAh (imagem: divulgação)
Resumo
  • Realme P4 Power foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O celular possui bateria de 10.001 mAh e carregador de 80 W.
  • Ele será fabricado na China ou em Manaus e virá com NFC.

Agora vai: o Realme P4 Power, anunciado no final de janeiro na Índia, já pode ser vendido no Brasil. A certificação do smartphone, com código de modelo RMX5107, foi emitida pela Anatel na segunda-feira (23/03), conforme documentos vistos pelo Tecnoblog.

O modelo se destaca pela enorme bateria (que a Realme chama de Titan), com capacidade de 10.001 mAh típicos (9.900 nominais), inserida num smartphone que possui meros 9,1 milímetros de espessura, graças ao uso de ânodos de silício-carbono. O componente tem código de modelo BLPE07 e também já foi aprovado pela agência reguladora.

Imagem mostra um documento de certificação da Anatel
Certificado de homologação do Realme P4 Power (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Para recarregar tamanha bateria, a caixa (que também terá cabo USB, capinha, ferramenta para abrir a bandeja de chip e manuais) inclui o carregador VCB8OABH de 80 W. Este carregador também é utilizado por modelos da Oppo, dona da Realme.

O P4 Power não abre mão de um chip decente, mesmo com uma bateria grande: ele utiliza o SoC Dimensity 7400 Ultra da MediaTek, fabricado no processo de 4 nm da TSMC e com desempenho adequado para a faixa intermediária.

Imagem mostra a bateria do Realme P4 Power sobre uma mesa
Bateria do Realme P4 Power durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

São 8 ou 12 GB de RAM e 128 ou 256 GB de memória interna, duas câmeras traseiras (50 e 8 megapixels), câmera frontal de 16 megapixels e tela AMOLED com taxa de atualização de 144 Hz. Tudo isso rodando o Android 16 (com atualizações prometidas até o Android 20) e com peso de 219 gramas.

Imagem mostra a traseira do P4 Power da Realme. O celular é da cor laranja
Realme P4 Power na cor Flash Orange durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Curiosamente, a certificação brasileira conta com a presença de NFC, recurso que não está presente no modelo indiano. A certificação também revela que ele será fabricado pela Realme na China ou pela Digitron em Manaus (AM).

Qual o preço?

Na Índia, o modelo é vendido a partir de 26.499 rúpias, quase R$ 1.500 em conversão direta. No Brasil, continuamos sem previsão de lançamento ou valores oficiais, mas a fabricante já indicou que lançará o modelo em nosso país.

Realme P4 Power, com bateria de powerbank, agora pode ser vendido no Brasil

Certificado de homologação do Realme P4 Power (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Realme P4 Power na cor Flash Orange durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola homologa celular misterioso no Brasil

20 de Março de 2026, 11:05
Motorola (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Motorola deve lançar novo smartphone no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Motorola homologou na Anatel o modelo XT2607-1, com bateria de 6.500 mAh e carregador de 90 W.
  • Pouco se sabe sobre o aparelho, mas, segundo a certificação, ele vem com 5G, Bluetooth, NFC, carregamento sem fio e Wi-Fi 6E.
  • O smartphone será fabricado na China e no Brasil, e pode integrar a linha Edge 70.

A firma de Chicago não para. Desta vez, a Motorola Mobility homologou o XT2607-1, um smartphone sobre o qual pouco sabemos.

O documento, visualizado pelo Tecnoblog, foi expedido pela Anatel na quarta-feira (18/03), por solicitação da filial brasileira da companhia.

O que sabemos sobre o XT2607-1?

Certificado de homologação do XT2607-1 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Já se sabe que o codinome do aparelho é Terrain26, graças ao tradicional leaker Evan Blass. Ele divulgou uma lista de nomes obtida em uma página de suporte da Lenovo, dona da Motorola, mas não revelou qual será o nome comercial do modelo.

A homologação brasileira revela mais alguns detalhes: o modelo tem 5G, Bluetooth, NFC, carregamento sem fio e Wi-Fi 6E. A presença de Wi-Fi de 6 GHz implica que o modelo deve ser de gama intermediária para cima, mas não um aparelho topo de linha, já que modelos high-end costumam ser lançados com Wi-Fi 7.

Certificado de conformidade do XT2607-1 revela presença de Wi-Fi 6E (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O documento também revela a bateria: ele virá com o componente denominado ST65, fabricado pela ATL. E, como o nome indica, ela tem 6.500 mAh típicos (6.325 mAh nominais).

Bateria ST65, utilizada no XT2607-1 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O componente tem cerca de 6,5 cm por 9,5 cm e aparenta ser bem fino, apesar da construção com duas células, o que parece indicar o uso de ânodos de silício-carbono, algo que a Motorola tem adotado em vários de seus modelos recentes. Essa bateria recarregará com um carregador de 90 W, o mesmo utilizado pelo Signature.

O smartphone será fabricado na fábrica da Motorola em Wuhan, na China, e na fábrica da Flex em Jaguariúna (SP), no Brasil.

Pelas características, deve se tratar de mais um membro da família Edge 70. Recentemente, a Motorola lançou o Edge 70 e os irmãos Edge 70 e 70 Plus por aqui, mas os Edge 60 Pro e Neo ainda não têm sucessor — nem mesmo no exterior.

Motorola homologa celular misterioso no Brasil

Motorola (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Certificado de homologação do XT2607-1 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado de conformidade do XT2607-1 revela presença de Wi-Fi 6E (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

16 de Março de 2026, 10:48
Razr 60 Ultra aberto no formato de tenda e apoiado sobre mesa. A tela externa tem um contorno colorido, indicando a ativação da Moto AI.
Motorola Razr 60 Ultra vai ganhar sucessor em breve (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Razr 70 Ultra da Motorola foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • Com o código de modelo XT2655-1, ele mantém conectividade 5G, Bluetooth, Wi-Fi 7, NFC e UWB.
  • As baterias do Razr 70 Ultra têm capacidade total de 4.800 mAh, indicando um aumento de 300 mAh em relação à versão anterior.

A Motorola Mobility continua investindo em seus smartphones dobráveis. Depois da homologação do irmão menor da linha Razr 70 em janeiro, e do anúncio do Razr Fold no começo deste mês, o Razr 70 Ultra também foi homologado. Com código de modelo XT2655-1, ele teve seu certificado aprovado pela Anatel na última quinta-feira (12/03), conforme a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Certificado de homologação do Razr 70 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A documentação não revela grandes mudanças: ele permanece com conectividade 5G, Bluetooth, Wi-Fi 7 de três bandas, NFC e UWB, características já presentes no Razr 60 Ultra.

As baterias têm códigos de modelo SS37 e SS13, com 3.635 mAh e 1.165 mAh, somando 4.800 mAh nominais. Provavelmente, serão anunciadas como tendo 5.000 mAh típicos.

Ou seja, um aumento de 300 mAh em relação à versão atual, indicando que, ao contrário de vários modelos já lançados pela Motorola, o Razr 70 Ultra ainda não recebeu baterias de silício-carbono.

Na caixa vendida no Brasil, o Razr 70 Ultra virá com o carregador MC-687N, melhor conhecido pelo seu nome comercial de TurboPower 68 W, também o mesmo que já acompanha o Razr 60 Ultra.

Razr 70 na certificação do TENAA chinês (imagem: reprodução/Gizmochina)

O design deve se manter semelhante ao atual. Sabemos que o design do Razr 70 não mudou muito, conforme revelado por sua certificação chinesa, e não há razão para crer que o Razr 70 Ultra diverja.

A linha Razr 60 foi certificada em março do ano passado, e foi lançada aproximadamente um mês depois, em abril, o que pode indicar que o lançamento da nova linha não deve demorar. E provavelmente por um bom motivo: a fabricante detém cerca de metade do mercado de dobráveis nos EUA e na América Latina, segundo a consultoria IDC.

Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

Motorola Razr 60 Ultra (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Razr 70 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Exclusivo: Sky assina contrato de operadora virtual com a Surf Telecom

12 de Março de 2026, 16:18
Imagem com um fundo vermelho vibrante. Em primeiro plano, um smartphone moderno com bordas finas exibe uma tela vermelha com o logotipo branco da empresa "SKY" no centro. Duas torres de telecomunicação estão desfocadas em ambos os lados, com ondas de sinal de celular em arcos amarelos.
Sky quer lançar operadora virtual no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Bruno Andrade/Tecnoblog)
Resumo
  • Sky assinou um contrato de operadora virtual com a Surf Telecom e submeteu à Anatel para homologação.
  • A empresa planeja entrar no mercado de telefonia móvel no Brasil e iniciar operações em até 180 dias após a assinatura.
  • Iniciativa faz parte da estratégia da controladora Waiken de diversificar negócios no Brasil.

A Sky, segunda maior operadora de TV paga tradicional (e maior entre as que prestam o serviço por satélite), pretende entrar no ramo de telefonia celular no Brasil. Um contrato de MVNO (operadora virtual) com a Surf Telecom foi assinado e submetido para homologação da Anatel, segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Sabíamos do interesse desde novembro do ano passado, quando o presidente da empresa, Darío Werthein, revelou detalhes junto com o anúncio da nova holding Waiken ILW. O contrato, no entanto, é o primeiro passo concreto para a realização desse plano.

A Surf Telecom atua no setor de MVNOs desde que lançou a Correios Celular em 2017, após vencer a licitação para oferecer o serviço para a estatal. A empresa também fornece infraestrutura e operação como MVNO e MVNE (Mobile Virtual Network Enabler) para diversas marcas, incluindo Carrefour, Uber, provedores regionais e outras companhias.

Contrato de MVNO entre Surf Telecom e Sky (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A assinatura do contrato não quer dizer que a Sky já pode vender o seu serviço de telefonia móvel. O acordo ainda precisa ser homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações, que pode solicitar ajustes no contrato — especialmente se identificar a ausência de cláusulas obrigatórias no documento.

O contrato foi submetido para avaliação da Anatel no dia 29 de janeiro, o que se alinha com a previsão feita em novembro por Werthein, de que o lançamento ocorreria ainda no primeiro trimestre deste ano.

O documento assinado pela Sky obriga o início da operação em 180 dias após a assinatura do contrato, prazo que pode ser alterado por comum acordo entre ambas as empresas. O grupo que controla a Sky, vale lembrar, já oferece telefonia móvel em sua operação colombiana, com a marca DirecTV.

MVNO faz parte de estratégia de diversificação

A vindoura MVNO não é a única investida da Waiken ILW/Werthein no Brasil. A empresa adquiriu os provedores regionais Zaaz e Proxxima, passando a entrar no mercado de banda larga fixa com rede própria, além de ter repassado os clientes da Sky Fibra para a Flix, saindo do mercado de banda larga via redes neutras.

A TV por assinatura tradicional continua o maior em número de clientes para a empresa, mas vem perdendo terreno: a Sky passou de um pico de 5,7 milhões de assinaturas em abril de 2015 para pouco mais de 2 milhões em janeiro deste ano.

Decodificador do Claro TV+ Box com controle remoto
Claro TV+ Box é uma das opções de IPTV que concorrem com a Sky (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

A pirataria e a concorrência com serviços de streaming (como o Claro TV+ e Netflix) são fatores cruciais dessa queda, além da relevância declinante da TV tradicional, que também vem perdendo canais com a preferência das empresas de conteúdos pelos próprios serviços de streaming.

No horizonte da Sky também está outra aliança estratégica: a empresa será a parceira brasileira que venderá o serviço de internet via satélites de órbita baixa (LEO) da Amazon, o Amazon Leo.

Exclusivo: Sky assina contrato de operadora virtual com a Surf Telecom

Sky pode lançar operadora virtual no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Bruno Andrade/Tecnoblog)

Contrato de MVNO entre Surf Telecom e Sky (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Claro TV+ Box é uma das opções de IPTV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

MacBook Neo é homologado para venda no Brasil

12 de Março de 2026, 10:36
Fotografia colorida mostra um MacBook Neo de cor verde sobre uma bancada, em exposição.
MacBook Neo é o novo laptop de entrada da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • MacBook Neo e MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro foram homologados pela Anatel e podem ser vendidos no Brasil.
  • O Neo vem com SoC A18 Pro, mesmo do iPhone 16 Pro, e custa a partir de R$ 7.299.
  • Já o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro tem GPU de 20 núcleos, largura de banda de memória de 307 GB/s e custa R$ 33.999.

A Apple tem pressa: pouco mais de uma semana após o anúncio, o novo MacBook Neo, laptop de entrada da fabricante americana, foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no país.

Ele tem o código de modelo A3404 e consta na agência com status “Homologação Emitida”, mas infelizmente ainda não é possível acessar a documentação. No site oficial da Apple no Brasil, o Neo custa a partir de R$ 7.299.

Imagem mostra quatro Macbooks Neo, nas cores branco, rosa, amarelo e azul escuro. O fundo da imagem é branco
MacBook Neo tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

O MacBook Neo vem com o SoC A18 Pro da Apple, já utilizado no iPhone 16 Pro e Pro Max, lançados no final de 2024. O laptop será comercializado em opções com 256 GB de armazenamento ou 512 GB de armazenamento e leitor de digitais Touch ID.

Ambos os modelos vêm com 8 GB de RAM e estão disponíveis em quatro cores: prateado, blush (rosa claro), amarelo-cítrico ou índigo (azul escuro).

Mais um MacBook Pro a caminho

Imagem mostra um certificado de homologação da Anatel
Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Como noticiamos na segunda-feira (09/03), vários dos MacBooks com os novos chips M5 foram homologados, mas ainda faltavam três com esta linha de SoCs. Agora só faltam dois: o MacBook Pro de 16 polegadas com chip M5 Pro (modelo A3428) também foi homologado pela Anatel.

A diferença para o seu irmão mais potente fica na GPU, na largura de banda da memória e na capacidade de codificação e decodificação de vídeo ProRes: o M5 Max é oferecido em opções de GPUs de 32 e 40 núcleos com dois motores de vídeo ProRes e larguras de banda de memória de 460 e 614 GB/s.

Já o M5 Pro possui “apenas” 20 núcleos em sua GPU, um motor de conversão de vídeo ProRes e largura de banda de memória de 307 GB/s. Tudo isso tem seu preço: o MacBook Pro de 16 polegadas mais barato (com o M5 Pro) custa R$ 33.999 no site da empresa.

MacBook Neo é homologado para venda no Brasil

MacBook Neo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(imagem: divulgação)

Certificado de homologação do MacBook Pro de 16" com M5 Pro (imagme: Everton Favretto/Tecnoblog)

MacBooks com chip M5 são homologados pela Anatel

9 de Março de 2026, 13:44
MacBook Pro com M5 Max (imagem: divulgação/Apple)
Resumo
  • Anatel homologou os MacBooks Air e Pro com chip M5 e o iPad Air com processador M4 para venda no Brasil.
  • O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max custa entre R$ 47.999 e R$ 90.399, enquanto os MacBooks Air de 13 e 15 polegadas custam R$ 13.999 e R$ 15.999, respectivamente.
  • Os iPads Air com processador M4, modelos A3459 a A3462, variam de R$ 7.499 a R$ 17.999.

Foi rápido: a Apple anunciou na semana passada os novos MacBooks Air e Pro com chips M5, e eles já podem ser vendidos no Brasil, após serem certificados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na sexta-feira (06/03).

Com a certificação, chegam ao país o Macbook Pro de 16 polegadas com o M5 Max (modelo A3429); MacBook Air de 15 polegadas com M5 (A3448) e MacBook Air de 13 polegadas (A3449), também com M5.

O que eles têm de novo?

Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max é o mais potente entre eles, contando com o novo chip de 18 CPUs e GPU em duas opções: 32 e 40 núcleos.

Também é o mais caro entre as novidades, custando a partir de R$ 47.999 e podendo ir até R$ 90.399 na especificação com tela Nano Texture, 128 GB de RAM e 8 TB de armazenamento.

Ilustração dos chips M5 Pro e M5 Max
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)

Os MacBooks Air com M5 custam bem menos: no site oficial, o modelo de 13 polegadas parte de R$ 13.999 e o de 15 polegadas, de R$ 15.999. Ambos vêm com 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.

Para completar os lançamentos, ainda faltam as certificações dos novos MacBook Pro de 14 polegadas com M5 Pro e Max, o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro e o novo MacBook Neo.

Preços dos novos MacBooks

  • MacBook Air M5 13″: R$ 13.999
  • MacBook Air M5 15“: R$ 15.999
  • MacBook Pro M5 Pro 14″: R$ 26.999
  • MacBook Pro M5 Max 14″: R$ 44.999
  • MacBook Pro M5 Pro 16″: R$ 33.999
  • MacBook Pro M5 Max 16″: R$ 47.999

iPad Air também está homologado

iPad Air com M4 mostrando janelas com uma videochamada, um app de anotações e um app de design gráfico
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)

Já a nova linha de iPads Air com processador M4 está completa: os modelos A3459, A3460, A3461 e A3462 estão homologados. Eles correspondem, respectivamente, aos iPad Air de 11 polegadas (Wi-Fi e 5G) e aos iPad Air de 13 polegadas (Wi-Fi e 5G).

Os modelos começam em R$ 7.499 (11 polegadas com 128 GB) e vão até R$ 17.999 (13 polegadas com 1 TB de armazenamento).

Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13″ com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

MacBooks com chip M5 são homologados pela Anatel

💾

Apple recebeu autorização para vender MacBook Air e MacBook Pro com chip M5 no Brasil. Novo iPad Air com processador M4 também foi certificado pela agência.

Certificado Anatel do MacBook Pro de 16" com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)

Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13" com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

9 de Março de 2026, 10:05
Galaxy A37 já está homologado pela Anatel (arte: Vítor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Galaxy A37 foi homologado pela Anatel com código de modelo SM-A376B/DS.
  • O celular deve manter conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, além da bateria de 5.000 mAh.
  • O aparelho trará processador Exynos 1480 e GPU Xclipse 530, e poderá ser produzido na Coreia do Sul, Vietnã ou Brasil.

A Samsung continua preparando o terreno para renovar sua popular linha Galaxy A no Brasil: depois do A57, o Galaxy A37 foi homologado pela Anatel. O novo smartphone foi aprovado na última quinta-feira (05/03), com código de modelo SM-A376B/DS, segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Ao contrário do irmão maior, a certificação não revela nenhuma grande novidade: o celular deve manter a conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, como o antecessor.

Certificado de homologação do Galaxy A37 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria também não muda: são 5.000 mAh típicos, com o mesmo componente utilizado no A36, A56 e no vindouro A57 (EB-BA566ASY). Para recarregar a bateria, o A37 virá com o mesmo carregador que acompanhará o A57: o EP-TA200 de 15 W.

A principal mudança deve ficar no processador: sai o Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm e entra o Exynos 1480 da própria Samsung, que estreou em 2024 no Galaxy A55.

Mão segurando carregador de celular sobre fundo abstrato
Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O novo chip deve trazer um aumento de performance de CPU de cerca de 20% em relação ao A36, um aumento significativo. A GPU passa a ser a Xclipse 530, desenvolvida com tecnologia da AMD.

A quantidade de RAM não é revelada pela documentação, mas, considerando a crise atual, não há motivos para a Samsung alterar a quantidade para cima: o A36 é vendido hoje no Brasil em opções de 6 GB (com 128 GB de armazenamento) e 8 GB de RAM (com 256 GB de memória interna).

Também similar ao irmão maior, o A37 poderá ser produzido na Coreia do Sul, Vietnã ou no Brasil (em Manaus e Campinas). Ele deve chegar em quatro cores: awesome charcoal (cinza/preto), awesome graygreen (cinza esverdeado), awesome lavender (violeta) e awesome white (branco).

Mão segurando celular
Galaxy A55 inaugurou o SoC Exynos 1480 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quando estará disponível?

Ainda não temos informações sobre a data de lançamento e preços. Para comparação, o Galaxy A36 chegou ao Brasil por R$ 2.699 na versão de 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento.

Hoje, é possível encontrar o modelo no varejo por preços em torno dos R$ 1.500 ou menos em promoções.

Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

Galaxy A37 já está homologado pela Anatel (arte: Vítor Pádua/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Galaxy A37 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

Galaxy A55 tira fotos de até 50 megapixels (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17e passa pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil

5 de Março de 2026, 09:23
Quatro iPhones 17e lado a lado, parcialmente sobrepostos. Os três primeiros estão virados para trás e são das cores preto, branco e rosa. O quarto, também rosa, está virado para frente.
Cor rosa é uma das novidades da família iPhone 17e (imagem: divulgação)
Resumo
  • O iPhone 17e foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O modelo traz o processador Apple A19, armazenamento inicial de 256 GB e MagSafe.
  • O aparelho mantém as dimensões do 16e, mas adiciona uma nova cor e vidro Ceramic Shield.

Nem demorou: o novo iPhone 17e, lançado na última segunda-feira (02/03), já pode ser vendido no Brasil. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou o smartphone na última terça-feira (03/03). O aparelho será vendido no Brasil a partir de R$ 5.799, e a pré-venda começa na próxima segunda-feira (09/02).

Certificado de homologação do iPhone 17e (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O aparelho que será vendido por aqui tem o código de modelo A3634. Um detalhe curioso da certificação é o número Anatel, que tem 25 como dígitos centrais (que se referem ao ano), indicando que o processo de homologação do iPhone 17e iniciou ainda no ano passado. Infelizmente, não tivemos acesso ao restante da documentação para corroborar esta informação.

O iPhone 17e traz como principais novidades em relação ao antecessor 16e: o novo processador/SoC Apple A19, mais rápido; mais memória interna (a partir de 256 GB); carregamento sem fio MagSafe; uma opção extra de cor (rosa-pálido); proteção de tela com a nova geração do vidro Ceramic Shield.

O restante das especificações permanece igual ao 16e — até mesmo as dimensões.

Dois iPhones 17e sobrepostos. O de cima é rosa e está com a tela virada para baixo, mostrando sua única câmera traseira. O de baixo é preto e está com a tela virada para cima, mostrando o notch na tela.
Câmera única e notch continua presentes na linha de entrada da Apple (imagem: divulgação)

iPhone 17e passa pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil

Cor rosa é uma das novidades da família iPhone 17e (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do iPhone 17e (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Câmera única e notch continua presentes na linha de entrada da Apple (imagem: divulgação)

Vivo prepara repetidor com Wi-Fi 7 para seus clientes

26 de Fevereiro de 2026, 17:09
Uma imagem com fundo roxo vibrante e gradiente, preenchido com a repetição das palavras "VIVO" e "FIBRA" em roxo-escuro e opaco. No centro, o mesmo logotipo "vivo FIBRA" está em destaque, com as letras em branco brilhante e contorno neon rosa e roxo. No canto inferior direito, o logotipo "tecnoblog" aparece em branco.
Vivo Fibra (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Vivo homologou repetidor Wi-Fi 7 modelo HGW-500IT4T4-Mv4, da MitraStar, aprovado pela Anatel em 23/02;
  • repetidor Wi-Fi 7 não usa a banda de 6 GHz, operando nas bandas de 2,4 GHz e 5 GHz;
  • design permite fixação na lateral e oferece duas portas Ethernet RJ-45 para conexões adicionais.

A Vivo deve passar a oferecer repetidor com tecnologia Wi-Fi 7 em breve. É o que revela a homologação do modelo HGW-500IT4T4-Mv4, da MitraStar (empresa do mesmo grupo da Zyxel), aprovada pela Anatel na última segunda-feira (23/02). O aparelho deve fazer par com os HGUs/modems utilizados nos planos de 2 e 10 Gb/s, anunciados no ano passado, que também são compatíveis com Wi-Fi 7.

Askey RTF8316VW, utilizado nas instalações XGS-PON da Vivo (imagem: Gabriel Ramos)

Assim como os equipamentos principais, o repetidor Wi-Fi 7 da Vivo não utiliza a banda de 6 GHz, apenas provem conexão sem fio nas bandas de 2,4 GHz e 5 GHz.

O design não diverge muito do estilo do modelo Wi-Fi 6 vendido hoje, mas agora há um suporte que permite ao equipamento ser afixado na lateral (em vez da quina) para ficar na vertical.

Repetidor Wi-Fi 7 da Vivo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Apesar da baixa resolução, as fotos revelam que a base pode ser utilizada de duas formas: na lateral inferior, para servir como suporte para posicionamento em mesas ou outras superfícies, ou na parte traseira, servindo como suporte de parede para o repetidor.

Tal como o modelo atual de repetidor da operadora, a novidade oferece duas portas Ethernet RJ-45, abrindo a possibilidade de conexão de outros dispositivos a ele e ao uso de backhaul cabeado entre os pontos e o modem principal. E também, potencialmente, ao uso da fibra invisível/FTTR para servir como cabeamento entre os pontos.

Switch de fibra FTTR da Askey
Askey RTF8230 é o ponto principal para fibra FTTR da Vivo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A fabricação ficará por conta da MitraStar na China ou da Flex (antiga Flextronics), em Manaus. Não temos informação de valores, mas, para fins de comparação, o modelo Wi-Fi 6 é vendido hoje pela operadora por R$ 426,55 à vista em sua loja online, com instalação e troca de modem (se necessária) gratuitas.

O equipamento FTTR também já está à venda: R$ 585,20 à vista pelo ponto principal, R$ 324,90 pelo ponto remoto e R$ 486,40 pelo rolo com 60 metros da fibra ultrafina, ou o kit completo por R$ 1.463 em uma loja da operadora, mais R$ 530 pela instalação.

Vivo prepara repetidor com Wi-Fi 7 para seus clientes

Vivo Fibra (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Askey RTF8316VW, utilizado nas instalações XGS-PON da Vivo (imagem: Gabriel Ramos)

Repetidor Wi-Fi 7 da Vivo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Askey RTF8230 possui quatro portas para fibra FTTR (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Galaxy S26: Samsung aumenta preços da maioria dos modelos; confira

25 de Fevereiro de 2026, 15:51
Linha Galaxy S26 vem em quatro cores, mais duas exclusivas do site da Samsung (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A linha do Galaxy S26 está entre nós: os novos celulares foram lançados hoje durante o evento Galaxy Unpacked, em San Francisco (Estados Unidos). Se você está pensando em comprar um, prepare-se, pois será preciso se planejar, já que a gigante sul-coreana decidiu mexer em vários preços praticados no Brasil. A maioria dos modelos está mais cara, segundo monitoramento do Tecnoblog.

No geral, a Samsung adotou a fórmula de “em time que está ganhando não se mexe”, mas há algumas novidades nos modelos, como velocidades maiores de carregamento e uma tela com recursos de privacidade — essa última, exclusiva do modelo Ultra.

Preços do Galaxy S26 no Brasil

A nova linha Galaxy S subiu de preço em várias versões em relação ao seu antecessor: o modelo de entrada custa o mesmo que o S25 equivalente de 256 GB e o modelo Ultra de 1 TB tem uma diferença de R$ 500 para cima. O Ultra de 256 GB está R$ 500 mais barato, porém.

ModeloGalaxy S25Galaxy S26Diferença
Base de 128 GBR$ 6.999
Base de 256 GBR$ 7.499R$ 7.499Não mudou
Base de 512 GBR$ 8.499R$ 9.099+R$ 600
Plus de 256 GBR$ 8.499R$ 9.199+R$ 700
Plus de 512 GBR$ 9.499R$ 10.799+R$ 1.300
Ultra de 256 GBR$ 11.999R$ 11.499-R$ 500
Ultra de 512 GBR$ 12.999R$ 13.099+R$ 100
Ultra de 1 TBR$ 14.999R$ 15.499+R$ 500

Para quem comprar agora no lançamento, há uma vantagem que mitiga o aumento: a tradicional promoção de dobro de memória, que começou com o S23, retorna.

Galaxy S26 básico ganha mais bateria

S26 (direita) é o menor membro da nova linha (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O irmão menor da família é o único que ganhou bateria maior: são 4.300 mAh, comparados aos 4.000 mAh dos antecessores S25 e S24, um acréscimo de quase 10% de capacidade, que revelamos em primeira mão ainda em dezembro.

A bateria maior fez o S26 aumentar um pouquinho de tamanho: a tela agora tem 6,3 polegadas e o aparelho tem 194,6 mm de altura e 71,7 mm de largura. A espessura permanece em 7,2mm e o peso subiu 5 gramas, para 167 gramas.

O Galaxy S26 adota o novo SoC Exynos 2600, que a Samsung afirma ser o primeiro SoC móvel produzido em processo de 2 nm, contando com dez cores ARM C1: um C1-Ultra rodando à 3,8 GHz, três núcleos C1-Pro rodando a 3,25 GHz e outros seis núcleos C1-Pro com clock de 2,75 GHz.

A GPU também é nova: a Xclipse 960, que utiliza tecnologia RDNA 4 da AMD e promete o dobro de performance em ray tracing. A NPU do chip também é da Samsung, prometendo cerca de 33% a mais de operações de multiplicação-acumulação (MAC) por segundo.

Apesar da crise, a RAM continua inafetada: são 12 GB de LPDDR5X, combinados com opções de 256 ou 512 GB de memória interna.

O Galaxy S26 será vendido no varejo em quatro cores: Violeta, Azul, Preto e Branco, além das cores Prata e Dourado disponíveis exclusivamente no site da Samsung.

Galaxy S26 Plus mantém a fórmula

Galaxy S26 Plus (centro) mantém a maioria das características do antecessor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O irmão do meio da família é o que menos mudou: a bateria permanece com 4.900 mAh, mas agora aceita recarga sem fio por Qi2 de 25 W. A tela permanece com 6,7 polegadas e as dimensões continuam idênticas ao S25 Plus.

Embaixo do capô metafórico está a mesma combinação de memórias e SoC do S26 base: Exynos 2600, 12 GB de RAM e opções de 256 ou 512 GB de RAM LPDDR5X.

O S26 Plus será vendido nas mesmas cores do modelo menor: Violeta, Azul, Preto e Branco, com as cores Prata e Dourado exclusivas do site da Samsung.

Galaxy S26 Ultra concentra as novidades

Close-up da parte traseira de um smartphone na cor cinza-claro, segurado por uma mão. O destaque são as cinco aberturas circulares para câmeras e sensores, alinhadas verticalmente em duas colunas: três lentes maiores à esquerda e duas menores à direita, com um flash LED entre elas. O acabamento do aparelho é fosco e as bordas são metálicas e retas. O fundo mostra um estofado cinza desfocado. A marca d'água "tecnoblog" está posicionada de forma semitransparente no canto inferior direito.
Galaxy S26 Ultra mantém o conjunto quádruplo de câmeras na traseira, agora mais sensíveis (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy S26 Ultra concentra as novidades da linha S26: a nova Tela de Privacidade, que reduz, seletivamente, o ângulo de visão do conteúdo na tela para evitar bisbilhoteiros. As câmeras agora são capazes de captar mais luz, melhorando fotografias em ambientes fechados ou durante a noite. A caneta S Pen também continua, para quem gosta de anotar, rabiscar ou desenhar no celular.

Foto em close da parte inferior de um smartphone prateado e de uma caneta stylus branca. Uma mão segura a caneta, mostrando sua ponta metálica próxima à entrada específica no corpo do aparelho. Na lateral inferior do celular, veem-se a porta USB-C, a grade do alto-falante e microfones. A tela exibe o horário "4:41 Mon, Feb 23" e o nome da operadora "T-Mobile". O conjunto está sobre uma superfície de madeira clara. No canto inferior direito, lê-se a marca "tecnoblog" em letras brancas.
Assim como nos antecessores, a S Pen fica guardada no corpo do S26 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ao contrário do restante da linha, o Galaxy S26 Ultra adota o SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy da Qualcomm, fabricado no processo de 3 nm da TSMC. O chip possui 8 núcleos: são dois núcleos Oryon V3 Phoenix L da Qualcomm rodando a 4,74 GHz e seis núcleos Oryon V3 Phoenix M rodando a 3,62 GHz. Os gráficos ficam por conta da GPU Adreno 840, e a NPU é uma Hexagon, ambos também desenvolvidos pela Qualcomm.

A bateria, que continua com 5.000 mAh, agora recarrega mais rápido, com suporte a 60 W. No entanto, você precisará comprar um carregador para isso: a linha S26 inteira virá com carregador de 25 W na caixa no Brasil.

As memórias são de 12 GB de RAM para os modelos de 256 e 512 GB de armazenamento e de 16 GB para o modelo de 1 TB, exatamente como no S25 Ultra.

O modelo será vendido nas mesmas quatro cores dos restante da linha no varejo (Violeta, Azul, Preto e Branco) além das duas opções exclusivas do site da Samsung (Prata e Dourado).

Galaxy S26: Samsung aumenta preços da maioria dos modelos; confira

💾

Nova linha de celulares começa em R$ 7.499 no Brasil. Pré-venda começa hoje e entregas estão previstas para 20 de março.

Linha Galaxy S26 vem em novas cores (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

S26 Ultra é o maior dos modelos da linha Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

S26 Ultra é o maior dos modelos da linha Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S26 Ultra mantém o conjunto quádruplo de câmeras na traseira (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Assim como nos antecessores, a S Pen fica guardada no corpo do S26 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Poco F8 Pro e mais celulares da Xiaomi são homologados no Brasil

23 de Fevereiro de 2026, 15:43
Poco F8 Pro vem em três opções de cores (imagem: divulgação/Xiaomi)

A Xiaomi se prepara para lançar quatro novos celulares no Brasil, um deles sendo o Poco F8 Pro, que se destaca pela ficha técnica parruda. Os outros modelos são o Poco X8 Pro e os irmãos Poco M8 Pro e Redmi Note 15 Pro Plus.

A expectativa é de que o lançamento deles aconteça nas próximas semanas. Não há vestígios sobre os preços para o mercado brasileiro.

Poco F8 Pro tem SoC Snapdragon 8 Elite

Poco F8 Pro vem com o chip Snapdragon 8 Elite da Qualcomm (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Poco F8 Pro é o modelo mais parrudo da lista: ele vem com SoC Snapdragon 8 Elite da Qualcomm, 12 GB de RAM, memória interna de 256 ou 512 GB.

O trio de câmeras traseiras inclui principal de 50 megapixels com PDAF multi-direcional, EIS e OIS; câmera teleobjetiva de 2,5x de zoom, também de 50 MP com OIS; e uma ultrawide de 8 megapixels. A conectividade inclui 5G, Wi-Fi 7 de duas bandas (sem 6 GHz, infelizmente), Bluetooth e NFC. Tudo isso rodando o Android 16 com a HyperOS 3 da Xiaomi.

Na frente, a tela AMOLED tem 6,59 polegadas e pode exibir conteúdo em Dolby Vision e HDR10+. A câmera frontal tem 20 megapixels e a bateria com ânodos de silício-carbono tem 6.200 mAh e recarregará com o carregador MDY-19-ER de 100 W, incluso na caixa.

Poco X8 Pro 5G ainda não foi anunciado

Poco X8 Pro 5G preto em render vazado (imagem: reprodução/passionategkeez)

O Poco X8 Pro 5G é o modelo mais interessante por ainda não ter sido anunciado oficialmente pela Xiaomi. Seu certificado de homologação, emitido em 19/02, revela que o modelo 2511FPC34G corresponde ao Poco X8 Pro 5G.

Rumores e vazamentos apontam que o smartphone deve utilizar o SoC Dimensity 8500 Ultra da taiwanesa Mediatek, com um núcleo ARM Cortex-A725 de 3,4 GHz, três núcleos A725 de 3,2 GHz e quatro núcleos de 2,2 GHz combinados à GPU Mali-G720 MC8 (8 núcleos) e a NPU 880 da Mediatek, tudo isso na litografia de 4 nm da TSMC.

Certificado de homologação do Poco X8 Pro 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O modelo tem conectividade 5G (como o nome indica), Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, características que se alinham as capacidades do chip utilizado (com a exceção do Wi-Fi 6E, não presente).

No Brasil o X8 Pro 5G será vendido com carregador de 100 W na caixa, o mesmo MDY-19-ER que virá com o F8 Pro, que recarregará a bateria BM6Q, que outras certificações apontam ser de 6.500 mAh.

A documentação da homologação também revela o design, consistente com renders vazados do aparelho.

Poco X8 Pro durante a certificação para a Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Poco X8 Pro também deverá ter um irmão maior, o Poco X8 Pro Max, com SoC melhor e tela maior. Não temos informações se ele será vendido no Brasil, e ele ainda não está certificado aqui.

Poco M8 Pro 5G e Redmi Note 15 Pro+ são irmãos

Redmi Note 15 Pro+ vem em três cores (imagem: reprodução/Xiaomi)

Poco M8 Pro 5G e Redmi Note 15 Pro Plus foram homologados no mesmo certificado, com códigos de modelo 2510EPC8BG e 2510ERA8BG, respectivamente.

Eles mantêm características muito similares entre si: SoC Snapdragon 7s Gen 4, tela AMOLED de 6,83 polegadas compatível com Dolby Vision e HDR10+ e bateria de silício-carbono de 6.500 mAh, que recarrega com o mesmo carregador de 100 W utilizado nos outros dois smartphones.

Os modelos também se destacam por possuírem conexão Wi-Fi 6E, característica que não está presente nos outros modelos mencionados neste post.

A principal divergência entre suas fichas técnicas está nas câmeras: o Redmi vem com câmera principal de 200 megapixels, já o Poco se contenta com uma câmera de apenas 50 megapixels. A outra câmera traseira é igual entre os modelos: uma ultrawide de 8 megapixels.

Poco M8 Pro tem três opções de cores (imagem: divulgação/Xiaomi)

O design também é um ponto de diferenciação dos modelos: o Redmi 15 Pro+ vem com traseira em plástico reforçado com fibra ou silicone que imita couro, dependendo da cor, e o Poco M8 Pro 5G utiliza apenas plástico reforçado em fibra, com design mais agressivo em dois tons, típico da linha Poco.

Poco F8 Pro e mais celulares da Xiaomi são homologados no Brasil

Poco F8 Pro vem em três opções de cores (imagem: divulgação/Xiaomi)

Certificado de homologação do Poco X8 Pro 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Poco X8 Pro durante a certificação para a Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Poco M8 Pro tem três opções de cores (imagem: divulgação/Xiaomi)

Samsung está pronta para vender o Galaxy A57 no Brasil

23 de Fevereiro de 2026, 10:44
Google Play Console revela o design do Galaxy A57 (imagem: reprodução/The Tech Outlook)
Resumo
  • O Galaxy A57 foi homologado pela Anatel e pode ser vendido no Brasil. Ele sucederá o Galaxy A56, mantendo a bateria de 5.000 mAh e ganhando Wi-Fi 6E.
  • O A57 terá o novo SoC Exynos 1680, com três clusters, e uma GPU Xclipse 550. A quantidade de RAM pode variar entre 6 GB e 12 GB, dependendo do país.
  • O design será similar ao A56, mais fino e leve. Ele virá com Android 16 e One UI 8 ou 8.5, além de um carregador de 15 W. O lançamento é esperado para março.

O Galaxy A57 já pode ser vendido no Brasil. O celular mais potente da popular linha Galaxy A recebeu a homologação da Anatel na última quinta-feira (19), segundo documentos obtidos pelo Tecnoblog. Ele vai suceder o Galaxy A56 e terá algumas novidades na ficha técnica.

O smartphone foi registrado sob código SM-A576B/DS. A documentação também entrega que o smartphone será compatível com o Wi-Fi 6E, que traz benefícios principalmente para quem vive em centros urbanos.

Certificado de homologação do Galaxy A57
Certificado de homologação do Galaxy A57 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Especificações do Galaxy A57

A documentação revela que o A57 manterá a bateria com capacidade de 5.000 mAh do A56 (literalmente, é a mesma bateria). O que não se mantém igual é a conexão Wi-Fi: o Galaxy A57 ganhou Wi-Fi 6E, permitindo conexões em três bandas (2,4, 5 e 6 GHz).

O smartphone deve ser alimentado pelo novo SoC Exynos 1680, que ainda não lançado. Testes no Geekbench indicam que ele manterá a arquitetura de três clusters do antecessor Exynos 1580, com um núcleo de 2,91 GHz, três núcleos de 2,6 GHz e quatro núcleos de 1,95 GHz, além de uma nova GPU Xclipse 550, produzida pela Samsung em parceria com a AMD.

Não está claro a quantidade de RAM, que poderia ser entre 6 GB e 12 GB. Este aspecto do aparelho costuma variar entre os vários países onde o modelo é oferecido e capacidade de memória interna, e que também deve sofrer o impacto da escassez de RAM.

O smartphone terá capacidade para dois chips, algo que o modelo anterior já oferecia.

O design deve se manter similar ao Galaxy A56, conforme imagens no Google Play Console, ferramenta utilizada por desenvolvedores de aplicativos para Android. Ele deverá ficar ligeiramente mais fino e leve. Por falar em Android, o modelo deve manter a excelente política de atualizações da Samsung, com seis anos de atualizações, saindo da caixa com Android 16 combinado com One UI 8 ou a nova One UI 8.5.

No Brasil, a caixa deve incluir carregador de 15 W com cabo USB-A para USB-C. O A57 poderá ser fabricado na terra natal da Samsung, em duas fábricas no Vietnã ou em duas fábricas no Brasil, localizadas em Campinas e Manaus.

Mão segurando carregador de celular sobre fundo abstrato
Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung virá na caixa do Galaxy A57 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

Data de lançamento e preço continuam sob sigilo

Ainda não temos informações sobre preço do Galaxy A57 e sua data de lançamento. Há razões para acreditar que será em março, já que o próximo evento de lançamento da Samsung (Galaxy Unpacked) será na próxima quarta-feira, mas deverá apenas servir para o anúncio da nova linha Galaxy S26 e dos novos acessórios. Além disso, os outros supostos membros da família (Galaxy A27 e A37) ainda não receberam homologação no Brasil.

O antecessor Galaxy A56 foi lançado na primeira semana de março de 2025 e chegou às lojas duas semanas depois pelo preço sugerido de R$ 2.999, que rapidamente caiu. Hoje, a versão de 128 GB é vendida no varejo por R$ 2.000 ou até menos em ofertas.

Samsung está pronta para vender o Galaxy A57 no Brasil

Certificado de homologação do Galaxy A57 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

Motorola prepara chegada do Moto Tag 2 ao Brasil

20 de Fevereiro de 2026, 14:37
Moto Tag 2 da Motorola na cor Pantone Arabesque (imagem: divulgação/Motorola)
Resumo
  • O Moto Tag 2, com código XT2561-1, foi homologado pela Anatel em 12 de fevereiro e mantém o design anterior com novas cores e mais recursos, incluindo Bluetooth 6.0 e UWB.
  • O rastreador é compatível com a rede de localização do Google e possui proteção IP68, superior à do modelo anterior.
  • O lançamento no Brasil está previsto para 10 de março, com preço de 39 euros, aproximadamente R$ 240.

Começo de ano movimentado para a Motorola. A empresa de Chicago agora prepara a chegada da nova geração do Moto Tag ao mercado brasileiro, depois de certificar vários smartphones e até um fone de ouvido. O rastreador digital Moto Tag 2 (código de modelo XT2561-1) foi homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações em 12 de fevereiro, segundo documentos obtidos pelo Tecnoblog.

O rastreador mantém o design já conhecido, mas vem em duas novas cores da Pantone (Arabesque, um laranja, e Laurel Oak, um cinza esverdeado) e com mais recursos: agora ele utiliza Bluetooth 6.0 com Channel Sounding, que permite localização mais precisa. O aparelho também possui UWB, que aumenta a precisão de localização, similar ao oferecido pelos rivais AirTag (Apple) e Galaxy SmartTag (Samsung).

Certificado de homologação da Moto Tag 2 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Moto Tag 2 segue compatível com a rede de localização do Google, disponível pela ferramenta Encontre Meu Dispositivo. Uma melhoria em relação ao modelo anterior é o grau de proteção contra água, que passou de IP67 para IP68, indicando uma resistência maior à submersão.

O acessório foi anunciado no início de janeiro, durante a feira CES 2026, e é vendido por 39 euros, pouco menos de R$ 240 em conversão direta. Para comparação, o modelo atual é comercializado por R$ 299 no site da Motorola ou ao redor de R$ 250 à vista em outros varejistas.

O produto deve ser lançado em 10 de março, junto do Motorola Signature e outros acessórios, como o Moto Sound Flow, que também possui UWB e está homologado pela Anatel.

Galaxy SmartTag 2 é o principal concorrente no mundo Android (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola prepara chegada do Moto Tag 2 ao Brasil

Moto Tag 2 da Motorola (imagem: divulgação/Motorola Mobility)

Certificado de homologação da Moto Tag 2 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Galaxy SmartTag 2 (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

TP-Link homologa roteador mesh parrudo, com Wi-Fi 7 e portas 10G

13 de Fevereiro de 2026, 10:54
Imagem promocional mostra um roteador em formato de torre sobre uma mesa branca
TP-Link Deco BE85 possui Wi-Fi 7 (imagem: divulgação/TP-Link)
Resumo
  • O Deco BE85 é o novo roteador da TP-Link homologado pela Anatel.
  • Ele possui Wi-Fi 7, portas Ethernet de 10 e 2,5 Gb/s, e porta SFP+ para fibra óptica.
  • O modelo oferece suporte a VPN, HomeShield e atua como controlador para o protocolo Matter, com preço estimado de mais de R$ 5.100.

A Anatel homologou o Deco BE85, novo roteador da TP-Link voltado para usuários que buscam alto desempenho sem o design agressivo de modelos convencionais. O dispositivo mantém a estética cilíndrica característica da linha Deco para integração com o ambiente doméstico.

O modelo apresenta suporte ao padrão Wi-Fi 7 operando em três bandas. Nas especificações físicas, o Deco BE85 inclui portas Ethernet de 10 e 2,5 Gb/s, além de uma conexão USB-A 3.0 e uma porta SFP+, configuração que reforça o perfil premium do equipamento.

O aparelho foi homologado pela Anatel nesta quarta-feira (11/02), conforme documentos obtidos pelo Tecnoblog, em conjunto com a versão voltada para provedores, denominada HB810.

Imagem mostra as portas do roteador TP-Link Deco BE85
Portas do TP-Link Deco BE85 (imagem: divulgação)

Ambos possuem o mesmo hardware e diferem apenas no software: o Deco BE85 é focado no mercado de varejo e utiliza o protocolo mesh proprietário da linha Deco, já o HB810 possui recursos de gestão remota para ISPs (Aginet) e utiliza o protocolo EasyMesh da Wi-Fi Alliance, teoricamente tornando-o compatível com mesh até mesmo entre aparelhos de outros fabricantes.

O Deco BE85 possui Wi-Fi 7 (802.11be) em três bandas, prometendo 1.376 Mb/s na faixa de 2,4 GHz, 8.640 Mb/s na faixa de 5 GHz e 11.520 Mb/s na faixa de 6 GHz, somando um total de quase 22 Gb/s teóricos, além de possuir porta USB-A 3.0 que permite compartilhamento de dados na rede. São oito antenas, 12 amplificadores e uma CPU quad-core (baseado na plataforma NPro 7 da Qualcomm), exigindo o uso de duas ventoinhas para refrigerá-lo.

Imagem mostra o certificado de homologação da Anatel do TP-Link Deco BE85
Certificado Anatel do Deco BE85 e HB810 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Das 5 portas de rede, duas utilizam Ethernet de 2,5 Gb/s com conector RJ45, uma utiliza Ethernet de 10 Gb/s com RJ45 e uma delas também é de 10 Gb/s com RJ45, mas opera alternadamente com a porta SFP+, que permite o uso de diversos tipos de cabeamento, inclusive fibra óptica, através de um transceptor.

Em tese, ele pode receber a fibra diretamente do provedor de internet, reduzindo a bagunça na fiação e a necessidade de um segundo dispositivo.

Fotografia de um Transceptor SFP+ da TP-Link
Transceptor SFP+ (imagem: Dmitry Nosachev/Wikimedia Commons)

O modelo também oferece suporte a VPN e HomeShield, que oferece recursos de segurança e controle parental. Para quem possui dispositivos de casa inteligente, o Deco BE85 funciona como controlador para o protocolo Matter.

Todos esses recursos não devem custar barato: o kit com três unidades custa US$ 980 nos Estados Unidos, mais de R$ 5.100. A título de comparação, o Deco BE65, modelo com especificações inferiores, custa em torno de R$ 2.400 no kit com duas unidades.

O modelo ainda não está à venda no Brasil, mas não deve demorar: o BE85 é listado como “em breve” no site da TP-Link e o HB810 aparece como “novo”, sugerindo já estar disponível para compra.

TP-Link homologa roteador mesh parrudo, com Wi-Fi 7 e portas 10G

Certificado Anatel do Deco BE85 e HB810 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Transceptor SFP+(imagem: Dmitry Nosachev/Wikimedia Commons)

Mais um: Motorola Edge 70 Fusion já pode ser vendido

12 de Fevereiro de 2026, 11:12
Smartphone Motorola Edge 60 Fusion na cor rosa caindo na água, destacando sua resistência à água, com um cenário de pedras e natureza ao fundo.
Edge 60 Fusion deve receber sucessor em breve (imagem: divulgação)
Resumo
  • Motorola Edge 70 Fusion foi certificado pela Anatel para venda no Brasil.
  • O celular tem Wi-Fi 6E, Bluetooth e NFC, com carregador de 68 W e bateria de 7.000 mAh.
  • Por enquanto, não há data de lançamento nem preços definidos.

O início de 2026 continua movimentado para a Motorola: depois de homologar o Moto G17, o Razr 70, o Moto G77 e o Signature, a empresa de Chicago agora certificou o Motorola Edge 70 Fusion. O smartphone, com códigos de modelo XT2605-3 e XT2605-5, foi aprovado pela Anatel na última terça-feira (10/02).

A certificação revela que o Edge 70 Fusion terá 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth e NFC, características esperadas de um modelo em seu segmento de mercado. Na caixa, o carregador MC-687N de 68 Watts será incluso, para recarregar a bateria modelo SA52.

Captura de tela mostra um documento de certificação da Anatel
Certificado Anatel do Motorola Edge 70 Fusion (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Qual a ficha técnica do Edge 70 Fusion?

Rumores apontam que o Edge 70 Fusion virá com SoC Snapdragon 7s Gen 3 (no lugar do MediaTek Dimensity 7400 do modelo atual), 8 ou 12 GB de RAM, memória interna de 256 GB e bateria com ânodos de silício-carbono de 7.000 mAh.

As câmeras devem ser de 50 megapixels, com sensor Sony LYTIA na traseira, uma ultrawide provavelmente de 13 megapixels e uma câmera de 32 megapixels na frente. A tela deve ser AMOLED com resolução “1,5K”, 144 Hz de taxa de atualização, capaz de HDR10+ protegida por vidro Gorilla Glass 7i.

Como de costume nos últimos anos, o smartphine deverá ser vendido em cores da Pantone e com traseira de silicone que imita tecidos, como nylon e linho.

Imagem mostra modelos do smartphone Motorola Edge 70 Fusion
Imagem promocional vazada revela design e cores do Edge 70 Fusion (imagem: Evan Blass)

O modelo será produzido na unidade da Flex em Jaguariúna, no interior de São Paulo, ou na fábrica própria da Motorola/Lenovo em Wuhan, na China.

Não temos informações sobre a data de lançamento nem o preço. O Edge 60 Fusion foi lançado pelo preço de R$ 2.999 e é vendido hoje em torno de R$ 2.000.

Mais um: Motorola Edge 70 Fusion já pode ser vendido

Edge 60 Fusion tem resistência contra água e poeira no padrão IP69 (imagem: divulgação)

Certificado Anatel do Motorola Edge 70 Fusion (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Imagem promocional vazada revela design e cores do Edge 70 Fusion (imagem: Evan Blass)

Celular que copia iPhone Air deve chegar ao Brasil

11 de Fevereiro de 2026, 10:27
Realme 16 estampa a palavra “Air” em material de divulgação (imagem: divulgação/Realme)

O Realme 16 já pode ser vendido no Brasil: o smartphone, com código de modelo RMX5171, foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações na última segunda-feira (09/02). Ele se destaca pelo Air Design que combina duas câmeras, auto-foco laser e até um espelho para selfies na parte superior traseira, remetendo ao design do iPhone Air e dos Google Pixel.

O modelo foi lançado no Vietnã no final de janeiro, oferecendo SoC MediaTek Dimensity 6400 Turbo, memória interna de 256 GB, RAM de 8 ou 12 GB, conectividade 5G, Wi-Fi 5, NFC e acabamento em duas cores (preto ou branco) com proteções IP66/68/69 e 69K.

Realme 16 durante a certificação
Realme 16 durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Porém, a unidade submetida para a certificação no Brasil utiliza uma cor diferente, um violeta claro ou rosa, abrindo a possibilidade de que mais cores sejam oferecidas em outros mercados. O espelho de selfie também está faltando na unidade utilizada nos ensaios.

Na caixa do aparelho estará um carregador de 45 W, já utilizado por outros modelos da fabricante, além do cabo USB, capinha, ferramenta para abrir a bandeja de chips e manuais. A fabricação do aparelho será pela própria Realme na China e pela Digitron em Manaus.

Certificado de homologação do Realme 16
Certificado de homologação do Realme 16 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria modelo BLPD07 será importada da China, onde é fabricada pela Dongguan NVT Technology. Ela tem capacidade de 6.550 mAh, divergindo da capacidade do modelo vendido no Vietnã, com 7.000 mAh. O componente é o mesmo utilizado no Realme 15T vendido por aqui.

Ainda não há previsão de quando o modelo será vendido no Brasil nem por quanto. Para fins de referência, o Realme 15 é vendido por R$ 2.699 e o Realme 15T, por 2.399 no varejo.

Realme 16 promete ser duro na queda com proteções IP66/68/69 e 69K (imagem: divulgação/Realme)

Celular que copia iPhone Air deve chegar ao Brasil

Certificado de homologação do Realme 16 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola prepara nova geração de fone de ouvido Bluetooth

9 de Fevereiro de 2026, 10:10
Moto Buds 2 Plus vazou na internet (imagem: reprodução/Evan Blass)
Resumo
  • O Moto Buds 2 Plus da Motorola foi homologado pela Anatel em 5 de fevereiro e sucederá os Moto Buds Plus como fone de ouvido topo de linha.
  • O design do estojo é mais compacto, abrindo pelo lado menor, e o modelo terá som com assinatura da Bose, cancelamento de ruído ativo e rastreamento de posição da cabeça.
  • O estojo tem bateria de 510 mAh e cada fone 60 mAh; a fabricação é feita pela Tiinlab na China.

A Motorola prepara mais um fone de ouvido Bluetooth: são os Moto Buds 2 Plus, com código de modelo XT2641-1, que foram homologados pela Anatel em 5 de fevereiro. Eles devem suceder os Moto Buds Plus, lançados em 2024, como o fone de ouvido Bluetooth topo de linha da fabricante americana. E, assim como o antecessor, ele terá som com a assinatura da Bose.

O design do estojo abandona a abertura pelo lado maior, conforme ocorria com o antecessor, e passa a abrir pelo lado menor, oferecendo um formato mais compacto. O Tecnoblog teve acesso aos documentos da homologação.

Moto Buds 2 Plus durante a certificação, sem as ponteiras de silicone (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O novo modelo de fones da Motorola deve ser oferecido em duas cores: preto e branco, conforme revelado por Evan Blass, tradicional leaker. Já o interior do estojo deve vir em cores da Pantone: o modelo preto usa a cor Trekking Green.

O modelo deve oferecer recursos avançados, como cancelamento de ruído ativo (ANC) e rastreamento de posição da cabeça, já oferecidos no Moto Buds Plus. A documentação não faz menção a existência de recarga sem fio, presente no modelo atual, abrindo a possibilidade de que o recurso tenha sido removido na nova versão.

Moto Buds 2 Plus branco com interior azul (imagem: reprodução/Evan Blass)

O estojo tem bateria de 510 mAh (1,93 Wh) e cada fone terá 60 mAh. Eles serão fabricados na China pela empresa especializada em fones de ouvido Tiinlab. Ela também atende a Xiaomi e a Oppo.

Ainda não sabemos a data de lançamento nem o preço do Moto Buds 2 Plus. Pode ser que a fabricante deixe para mostrá-lo na feira de telecomunicações de Barcelona, a MWC, que acontece de 2 a 5 de março. A título de referência, os Moto Buds Plus foram lançados em abril de 2024 por R$ 999, mas podem ser encontrados hoje por R$ 449 no site da Motorola e outros varejistas.

Motorola prepara nova geração de fone de ouvido Bluetooth

Moto Buds 2 Plus preto com interior verde (imagem: reprodução/Evan Blass)

Moto Buds 2 Plus branco com interior azul (imagem: reprodução/Evan Blass)

Passageiro causa polêmica ao ligar antena da Starlink em voo da Azul

6 de Fevereiro de 2026, 11:50
Passageiro usa Starlink mini e powerbank proibido em voo da Azul (imagem: reprodução/internet e Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • Um passageiro da Azul usou uma antena Starlink Mini e um powerbank de 60.000 mAh durante um voo, causando preocupações de segurança.
  • A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) permite dispositivos eletrônicos a bordo desde que não interfiram nos sistemas da aeronave.
  • A Azul está investigando o caso e destaca que cumpre todas as normas de segurança, mas não divulgou detalhes do voo.

O uso de internet a bordo de aviões está cada vez mais comum, até mesmo em voos domésticos: Gol, Azul e LATAM oferecem essa conectividade há alguns anos em boa parte de suas frotas. Em vez de usar o Wi-Fi a bordo, um passageiro da Azul se sentiu à vontade para levar a própria internet de casa: ele embarcou com uma antena Starlink Mini e um poderoso powerbank capaz de alimentá-la.

O caso foi filmado pelo próprio passageiro (“sou bom de gambiarra”, segundo ele mesmo), ganhou as redes, e reacendeu a discussão sobre a segurança dentro da aeronave.

Uma antena residencial numa aeronave

O uso da Starlink Mini já é questionável, por obstruir uma das janelas e ser um objeto que pode ser arremessado e causar ferimentos em caso de acidente.

A advogada Ana Luisa Derenusson, que é especialista em aviação e sócia do escritório DDSA, classifica a situação como um “arranjo improvisado”. Ela lembra que, pelas regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), este tipo de uso “só é aceitável quando a companhia aérea determinar que não há risco de interferir nos sistemas da aeronave”.

O Tecnoblog procurou a Azul para entender a circunstâncias do embarque e uso deste dispositivo, mas a empresa se limitou a dizer que apura o caso, sem fornecer mais esclarecimentos. Também disse que cumpre todas as normas de segurança. A Azul mantém sob sigilo o número do voo, data e trajeto realizado.

Duas capturas do vídeo do passageiro que utilizou Starlink em um voo da Azul (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Cabe lembrar que a constelação de satélites da SpaceX até é utilizada por algumas empresas aéreas para conectividade no avião, mas, independentemente do fornecedor, envolve equipamentos e antenas especificamente projetados para este ambiente.

A Azul oferece Wi-Fi em alguns de seus itinerários, tendo a Viasat como fornecedora da conectividade. Porém, nem todas as aeronaves estão equipadas com a tecnologia e nem sempre a ela funciona. Na descrição do vídeo, o passageiro reclama de que o trajeto deveria ter internet, mas ela não estava ativa.

Powerbank acima do limite permitido

Mas o que mais chama a atenção é o powerbank: além do design genérico, que sugere ser um modelo sem certificação da Anatel, ele tem bateria de 60.000 mAh e opera a supostos 222 Wh, muito superior ao permitido nos aviões. Este tipo de dispositivo não poderia embarcar sob hipótese nenhuma.

Segundo a advogada Ana Luisa, o setor costuma adotar “tolerência praticamente zero” em situações assim porque os kits improvisados de baterias e alimentação elevam os riscos de aquecimento e de incêndio na aeronave.

E não se trata de mero perigo hipotético: no início de janeiro, um carregador portátil pegou fogo num voo da sul-coreana T’way. Já em 29/01, o voo LATAM 3581, que partiu de São Paulo (CGH) para Brasília (BSB) precisou fazer um pouso de emergência em Ribeirão Preto após o powerbank de um dos passageiros também entrar em combustão.

Os casos de incêndios de baterias portáteis durante voos estão ficando tão comuns que o grupo Lufthansa impôs novas regras e passou a impedir seu uso a bordo. Os passageiros devem mantê-los visíveis durante o todo trajeto.

E o controle no aeroporto?

Antena Starlink Mini vista lateralmente (imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)
Antena Starlink Mini vista de lado (imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

Alguns leitores questionaram como um passageiro passou pelo raio X e entrou num aeroporto com uma antena para internet via satélite. A Anac explicou ao Tecnoblog que, a priori, este equipamento não consta da lista de itens proibidos de serem transportados na cabine.

De acordo com a agência, os agentes de inspeção nos aeroportos possuem autonomia para restringir um item, desde que possa ser enquadrado numa das categorias já existentes e represente um risco “para a saúde, segurança ou propriedade quando transportado por via aérea”.

A Anac ainda esclareceu que as companhias aéreas podem autorizar a utilização a bordo de qualquer dispositivo eletrônico portátil, desde que não impacte nos sistemas de comunicação ou navegação do avião. “Compete à tripulação avaliar o caso e adotar ações de acordo com a situação”. A decisão final fica a cargo do comandante, que pode determinar o desembarque do passageiro e acionar a Polícia Federal.

Passageiro causa polêmica ao ligar antena da Starlink em voo da Azul

Passageiro usa Starlink mini e powerbank proibido em voo da Azul (imagem: reprodução/internet e Everton Favretto/Tecnoblog)

Duas capturas do vídeo do passageiro que utilizou Starlink em um voo da Azul (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Galaxy Buds 4 já podem ser vendidos no Brasil

4 de Fevereiro de 2026, 10:59
Render vazado revela design dos novos Galaxy Buds 4
Render vazado revela design dos novos Galaxy Buds 4 (imagem: reprodução/Android Headlines)
Resumo
  • O Galaxy Buds 4 foi homologado pela Anatel em 30 de janeiro, permitindo sua venda no Brasil.
  • O modelo possui cancelamento ativo de ruído, mas não tem ponteiras de silicone e adota um design arredondado com acabamento em aço escovado.
  • O lançamento dos Galaxy Buds 4 e Galaxy Buds 4 Pro está previsto para o fim do mês, junto com a linha Galaxy S26.

Depois dos celulares da linha Galaxy S26, agora a linha de fones de ouvido Galaxy Buds 4 também está completa: o modelo SM-R540 foi homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações no dia 30 de janeiro, atendendo ao pedido da própria Samsung, segundo documentos obtidos pelo Tecnoblog. O modelo Pro já estava homologado desde o fim do ano passado, conforme noticiamos em primeira mão.

Ao contrário do irmão maior, os Galaxy Buds 4 não terão ponteiras de silicone que isolam o ruído ambiente de maneira passiva. Mesmo assim, devem contar com cancelamento ativo de ruídos (ANC), como seus antecessores Buds 2 e Buds 3. O produto abandona o design Blade, com a haste angular contendo LEDs, e agora adota um desenho mais arredondado e com um detalhe de acabamento em aço escovado (ou plástico imitando este efeito), segundo o site especializado Android Headlines.

Certificado de homologação dos Galaxy Buds 4
Certificado de homologação dos Galaxy Buds 4 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Render vazado revela design dos novos Galaxy Buds 4
O Galaxy Buds 4 terão design mais convencional (imagem: reprodução/Android Headlines)

A case também sofreu um redesign, e agora abre pelo lado maior, similar ao Buds 2 e modelos de outras fabricantes. Já a tampa transparente, que estava presente no Buds 3, deve continuar na nova geração. Ela permite ver se os fones estão no estojo sem a necessidade de abri-lo.

Os fones poderão ser fabricados pela Samsung em quatro fábricas: duas no Vietnã, uma na Coréia e uma no Brasil, em Manaus.

Render vazado revela design dos novos Galaxy Buds 4
Galaxy Buds 4 não terão as ponteiras de silicone do irmão Pro (imagem: reprodução/Android Headlines)

Quando será o lançamento?

Os Galaxy Buds 4 e os Galaxy Buds 4 Pro devem ser lançados no fim deste mês, juntamente com a linha do Galaxy S26. Não há informação oficial sobre valores, mas para comparação, os Galaxy Buds 3 foram chegaram ao Brasil por R$ 1.699 em 2024 e podem ser encontrados hoje no varejo na faixa dos R$ 800 ou até menos em ofertas.

Galaxy Buds 4 já podem ser vendidos no Brasil

Render vazado revela design dos novos Galaxy Buds 4 (imagem: Android Headlines)

Certificado de homologação dos Galaxy Buds 4 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Render vazado revela design dos novos Galaxy Buds 4 (imagem: Android Headlines)

Render vazado revela design dos novos Galaxy Buds 4 (imagem: Android Headlines)

Anatel homologa o último Galaxy S26 que faltava

2 de Fevereiro de 2026, 10:10
Mão segurando o Galaxy S25, mostrando a traseira com as câmeras
Galaxy S25 (do ano passado) deve ganhar sucessor em breve (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Galaxy S26 base foi homologado pela Anatel em 29/01 e será comercializado no Brasil, junto com os modelos Plus e Ultra.
  • O modelo possui bateria de 4.175 mAh (provavelmente 4.300 típicos) e conectividade avançada, mas não tem UWB.
  • O evento Samsung Unpacked deve ocorrer em 25/02, segundo Evan Blass, mas o preço do Galaxy S26 ainda é incerto.

Toda a linha Galaxy S26 está habilitada para ser comercializada no Brasil: o Tecnoblog encontrou os documentos de homologação do modelo base na Agência Nacional de Telecomunicações. O aparelho de código SM-S942B/DS foi aprovado pela Anatel em 29/01 a pedido da Samsung Eletrônica da Amazônia.

Ele formará conjunto com os modelos Plus e Ultra, já certificados pela agência, em um arranjo de três versões que se repete desde o Galaxy S20. E algo que também repete os antecessores é a ausência de UWB no menor modelo da família: o Galaxy S26 não possui o recurso, presente apenas nos irmãos Plus e Ultra.

Certificado de homologação do Galaxy S26
Certificado de homologação do Galaxy S26 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Características confirmadas do S26

O restante da conectividade avançada permanece: o modelo está equipado com 5G, Wi-Fi 7 de três bandas, Bluetooth, NFC e carregamento sem fio compatível com carregamento reverso (que a Samsung chama de Wireless Power Sharing), provavelmente baseado na nova versão do protocolo Qi2.

O Galaxy S26 virá com bateria de 4.175 mAh nominais (provavelmente 4.300 típicos), maior que a do antecessor Galaxy S25 (4.000 mAh típicos). Este upgrade não alcançou os irmãos maiores, que permanecem com a mesma capacidade de carga de seus antecessores. Para recarga, o carregador de 25 W (EP-TA800) virá na caixa, assim como no restante da linha.

Algo que também permanece idêntico ao restante dos modelos é a produção do aparelho: ele será fabricado na Coréia do Sul, no Vietnã e nas três fábricas brasileiras da Samsung, em Manaus e Campinas.

Galaxy SmartTag 2 suporta UWB, com localização mais precisa, mas o S26 base não (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Quando será o Unpacked?

Os rumores apontam que a Samsung deverá fazer o lançamento do modelo ainda neste mês. O especialista em vazamentos Evan Blass publicou os convites do Samsung Unpacked com a data de 25 de fevereiro. O preço também permanece uma incógnita, já que a falta de RAM e memórias Flash elevou o custo dos componentes.

Por outro lado, a cotação do dólar reduziu no período, o que pode amenizar uma eventual alta dos valores no mercado brasileiro. Para referência, o Galaxy S25 base foi lançado por R$ 6.999 e pode ser encontrado no varejo hoje na faixa dos R$ 4.000.

Carregador Samsung
Carregador Samsung EP-TA800 (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Anatel homologa o último Galaxy S26 que faltava

Galaxy S25 tem câmera tripla com sensor de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Galaxy S26 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Galaxy SmartTag 2 (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador Samsung EP-TA800 (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Você ainda tem? Brasil fecha 2025 com 20 milhões de telefones fixos

30 de Janeiro de 2026, 17:41
Foto via Pixabay
Brasil tem 20 milhões de linhas fixas (imagem: reprodução/Pixabay)
Resumo
  • O Brasil encerrou 2025 com 20 milhões de telefones fixos, uma queda de 3 milhões em relação a 2024. A Claro lidera com 30,5% das linhas.
  • O país possui 53,9 milhões de acessos de banda larga fixa, 79% via fibra óptica. A Starlink lidera acessos via satélite.
  • Vivo, Claro e TIM dominam 94,1% do mercado de telefonia móvel. O 4G representa 66,1% dos acessos móveis.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concluiu o panorama do setor, com os resultados para 2025. A documentação permite saber como estão os segmentos de telefonia fixa (sim, ela ainda existe), banda larga e telefonia móvel.

O tradicional telefone fixo continua em queda, com 20 milhões de acessos no país, segundo os dados da Anatel. Houve uma queda de 3 milhões de linhas na comparação com 2024. Com isso, o resultado fica perto do registrado em 1998, quando o setor de telefonia foi privatizado.

A Claro lidera este segmento, com 30,5% das linhas, seguida pela Vivo (25%) e a Oi (19,1%). O restante fica pulverizado entre várias companhias.

A maioria dos telefones fixos continua nas mãos de pessoas físicas, que são 52,1% dos assinantes.

Banda larga fixa

Cabo de fibra óptica
Cabo de fibra óptica para rede de internet (ilustração: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Brasil encerrou 2025 com 53,9 milhões de acessos de banda larga fixa. Destes, 79% utilizam tecnologia de fibra óptica. Do restante, 14,9% são via cabo coaxial (a grande maioria da Claro); acessos via rádio somam 3,3%; satélite soma outros 1,5%, com a Starlink na liderança desta categoria; e 1,3% de cabos metálicos, concentrados na Vivo, Oi, Claro e provedores pequenos.

Apesar da promessa do 5G, o 4G ainda dominou o mercado, com 66,1% dos acessos, contra 21,5% da internet móvel de quinta geração. O 2G e o 3G combinados representam 12,3%, principalmente por causa dos aparelhos M2M, sigla para Machine-to-Machine, que permite a comunicação direta entre dispositivos.

Operadoras pequenas, fatia pequena

A Vivo, Claro e TIM continuam dominando o mercado de telefonia móvel: juntas elas somam 94,1% do total de linhas. O restante está dividido entre a Algar (que opera no Triângulo Mineiro e áreas próximas de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás, além de ter acordos de roaming e MVNO para o restante do país), com 1,9%; Arqia (1,3%); e Surf Telecom (1,1%).

As entrantes Brisanet (com licença nas regiões Nordeste e Centro-Oeste) e Unifique (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e futuramente Paraná) possuem 0,3% (852.265 linhas) e 0,1% (247.752) cada. A Ligga/Sercomtel soma 24 mil acessos.

Você ainda tem? Brasil fecha 2025 com 20 milhões de telefones fixos

(Imagem: Pixabay)

Cabo de fibra óptica para rede de internet (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Novo powerbank confirma que Galaxy S26 terá Qi2

28 de Janeiro de 2026, 11:52
Carregador portátil magnético EB-P2500 suporta o padrão Qi2
Carregador portátil magnético EB-U2500 suporta o padrão Qi2 (imagem: reprodução/WinFuture)
Resumo
  • O Galaxy S26 adotará o protocolo Qi2 para recarga sem fio com carregadores magnéticos.
  • O powerbank EB-U2500 da Samsung, com capacidade de 5.000 mAh, oferece recarga Qi2 de 15 W e USB-C de até 25 W.
  • O EB-U2500 possui um kickstand e será vendido por 59,90 euros, cerca de 372 reais.

A linha Galaxy S26 vai finalmente adotar o protocolo Qi2 para recarga sem fio com carregadores magnéticos: além do carregador magnético cabeado que revelamos em dezembro, agora a Samsung homologou um powerbank magnético compatível com Qi2. O produto de modelo EB-U2500 é mais um acessório que deve ser lançado em conjunto com a linha Galaxy S26, em fevereiro. Os documentos foram enviados à Anatel e visualizados pelo Tecnoblog.

Além da recarga por Qi2 de 15 W, o aparelho é capaz de recarregar um dispositivo conectado em sua porta USB-C via USB-PD de até 25 W, similar aos powerbanks já vendidos pela Samsung hoje (de 25 a 45 W). No entanto, ao contrário dos powerbanks atuais, o modelo tem capacidade de apenas 5.000 mAh típicos (4.855 mAh nominais).

Certificado Anatel do powerbank EB-U2500
Certificado Anatel do powerbank EB-U2500 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A Samsung já “molhou os pés” no Qi2: a linha do Galaxy S25 é considerada Qi2 Ready, permitindo o uso de carregadores magnéticos compatíveis com Qi2 mediante o uso de uma capa magnética que contém os ímãs. Mas, na linha S26, a Samsung deve finalmente adotar o Qi2 por completo, com direito a ímãs no aparelho.

O powerbank será similar à bateria MagSafe da Apple, permitindo o uso do celular enquanto ele recarrega, mas sem a necessidade de fios. De fato, a tecnologia Qi2 é derivada diretamente do padrão MagSafe, que cedeu a tecnologia ao WPC (Wireless Power Consortium), responsável pelo Qi. A Apple adotou a tecnologia em 2020, no lançamento do iPhone 12.

Bateria MagSafe fica presa na traseira do iPhone (Imagem: Divulgação/Apple)
Bateria MagSafe fica presa na traseira do iPhone com ímãs (imagem: divulgação)

No mundo Android, o primeiro modelo a oferecer Qi2 foi o HMD Skyline, de 2024. A linha Pixel 10, lançada pelo Google no ano passado, também oferece suporte ao padrão.

O EB-U2500 tem um diferencial em relação à bateria da Apple: ele traz um kickstand (pé retrátil) na traseira, que possibilita o uso do smartphone na horizontal sobre uma mesa ou outra superfície plana. Chega de apoiar o celular no copo para ver vídeos no almoço!

O design do EB-U2500 também apresenta um recorte curioso na parte superior, provavelmente necessário para acomodar o módulo com as câmeras do Galaxy S26. Este produto será fabricado no Vietnã, algo que já acontece com os outros powerbanks da Samsung.

Carregador portátil magnético EB-P2500 suporta o padrão Qi2
EB-U2500 tem pé retrátil e LEDs que indicam a carga na traseira (imagem: reprodução/WinFuture)

O site WinFuture, que revelou imagens e detalhes do acessório, afirma que ele custará 59,90 euros, quase 372 reais em conversão direta. Considerando que o modelo atual de powerbank com carregamento sem fio da Samsung (o EB-U2510) é vendido com preço sugerido de 349 reais na loja oficial da Samsung, parece plausível que ele terá preço similar de lançamento.

Novo powerbank confirma que Galaxy S26 terá Qi2

Certificado Anatel do powerbank EB-U2500 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Jovi terá primeiro carregador de 100 W no Brasil

27 de Janeiro de 2026, 12:58
Imagem mostra um carregador de celular branco sobre uma mesa azul, sendo medido por uma régua de cor preta
Carregador de 100 W da Jovi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • Jovi homologou um carregador de 100 W na Anatel, indicando o lançamento do X300 Ultra no Brasil em 2026.
  • O X300 FE, com bateria de 6.500 mAh e carregamento de 90 W, também pode ser lançado no Brasil.
  • A Jovi e outras fabricantes chinesas têm investido em baterias de silício-carbono e carregamento rápido.

A Jovi continua preparando o terreno para vender mais modelos no Brasil em 2026: a empresa homologou na Anatel o carregador V10091L0A1-BR no dia 21/01, com capacidade de 100 W e saída USB-C.

E ele é grandinho: as fotos da certificação mostram que, incluindo os pinos da tomada, ele possui cerca de 10 cm de profundidade e quase 6 cm de largura. Ainda assim, é relativamente compacto, comparado com outros carregadores nesta faixa de potência.

Certificado Anatel do carregador de 100 W da Jovi
Certificado de homologação do carregador de 100 W (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A certificação desse carregador indica que a Jovi deve lançar o X300 Ultra, ainda não anunciado oficialmente, em nosso país. Vazamentos e certificações informam que ele será um modelo topo de linha, com bateria de 7.000 mAh, SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5 e duas câmeras traseiras de 200 megapixels.

O modelo deve ter um irmão menor, o X300 FE, que também pode ser lançado no Brasil. O aparelho está certificado no Bluetooth SIG com o nome Jovi X300 FE. Esse modelo deve vir com bateria de 6.500 mAh e carregamento de 90 W. A Jovi possui um carregador de 90 W já homologado, que utiliza nos modelos já à venda, com porta USB-A.

A fabricante também certificou na Anatel uma bateria, modelo BB57X, mas a documentação ainda não está disponível para averiguar os detalhes.

Imagem mostra um carregador de celular branco sobre uma mesa azul, sendo medido por uma régua de cor preta
Carregador de 100 W da Jovi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Baterias maiores e carregamento mais rápido

As fabricantes chinesas têm investido em baterias de silício-carbono e carregamento rápido para se diferenciar no segmento de smartphones.

Como noticiamos aqui no Tecnoblog, a própria Jovi/Vivo já certificou outros modelos com baterias grandes, e suas concorrentes também, como a Oppo, a Honor (que também oferece lá fora um modelo com 10.080 mAh) e até a sul-coreana Samsung.

Mão segurando celular
Motorola Edge 50 Ultra foi lançado em 2024 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Vale lembrar que carregamento tão rápido assim não é inédito no Brasil: o Motorola Edge 50 Ultra vem com carregador de 120 W na caixa, mas sua bateria é bem menor, de apenas 4.500 mAh. Ele utiliza composição mais tradicional, sem ânodos de silício-carbono.

Em vários lançamentos, porém, a fabricante de Chicago tem utilizado a nova tecnologia para permitir mais capacidade em seus aparelhos sem aumentar a espessura, como no Edge 60 Pro, Signature e no Edge 70.

Jovi terá primeiro carregador de 100 W no Brasil

Carregador de 100 W da Jovi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado Anatel do carregador de 100 W da Jovi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola Edge 50 Ultra (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S26 Plus passa pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil

27 de Janeiro de 2026, 09:04
Galaxy S25 Plus (imagem: divulgação)
Galaxy S25 Plus vai ganhar sucessor em breve (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Galaxy S26 Plus foi homologado pela Anatel, com bateria de 4.755 mAh, conectividade 5G, Bluetooth, Wi-Fi 7, UWB e carregamento sem fio reverso.
  • O modelo será fabricado na Coreia do Sul, Vietnã e Brasil, com carregador de 25 W incluído.
  • O lançamento da linha Galaxy S26 é esperado para fevereiro, durante o evento Unpacked da Samsung.

O último membro que faltava da futura linha Galaxy S26 está homologado: o Galaxy S26 Plus recebeu sua certificação da Anatel na última quinta-feira (22/01). O modelo de código SM-S947B/DS repete a mesma bateria de 4.755 mAh vista no Galaxy S25 Plus, de 2025.

Como já era de se esperar, o documento visualizado pelo Tecnoblog comprova a permanência de conectividade 5G, Bluetooth, Wi-Fi 7 de três bandas, UWB e capacidade de carregamento sem fio reverso.

Certificado Anatel do Galaxy S26 Plus
Certificado Anatel do Galaxy S26 Plus (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Certificado Anatel da bateria do Galaxy S26 Plus
Certificado Anatel da bateria do Galaxy S26 Plus (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O futuro S26 Plus será fabricado nas unidades da Samsung na Coreia do Sul, Vietnã e no Brasil (em Manaus ou Campinas). Ele virá com carregador de 25 W na caixa (modelo EP-TA800).

A Samsung ainda não divulgou oficialmente quando será o próximo evento Unpacked, no qual a linha S26 será apresentada. Tradicionalmente, a empresa faria o anúncio em janeiro, mas parece que, neste ano, o evento ficou para fevereiro, segundo rumores que circulam na indústria.

Carregador Samsung
Carregador Samsung EP-TA800 (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Galaxy S26 Plus passa pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil

Galaxy S25 Plus (imagem: divulgação)

Certificado Anatel do Galaxy S26 Plus (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado Anatel da bateria do Galaxy S26 Plus (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador Samsung EP-TA800 (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature

19 de Janeiro de 2026, 10:25
Imagem promocional mostra duas versões do Motorola Signature lado a lado, nas cores verde-oliva e azul-escuro, ambas com acabamento texturizado que simula tecido e módulo quadrado de câmeras. À esquerda, uma pessoa coloca o celular no bolso da calça; à direita, outra segura o aparelho dentro do paletó, destacando o design fino e sofisticado.
Acabamento é um dos destaques do Signature (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Moto G77 e o Motorola Signature foram homologados pela Anatel e estão prontos para venda no Brasil.
  • O Moto G77 possui internet 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth, NFC, bateria de 5.100 mAh e carregador de 33 W.
  • O Motorola Signature oferece design fino, SoC de alta performance, bateria de 5.200 mAh e carregador de 90 W.

A Motorola prepara o lançamento de dois novos smartphones no Brasil: o Moto G77 e o Motorola Signature. Os dois produtos passaram pela homologação da Anatel, etapa fundamental para o início das vendas no país, segundo documentos visualizados pelo Tecnoblog. As datas de lançamento e os preços são mantidos em segredo.

O começo de 2026 está movimentado para a Motorola. Além destes dois modelos, a fabricante também já está apta a comercializar os já homologados Moto G17, Razr 70 e Edge 70.

Moto G77

Smartphone Motorola Moto G75 cinza com duas mãos o segurando
Moto G75 tem câmera com sensor Sony (Imagem: Divulgação / Motorola)

O Moto G77 deve suceder o Moto G75, que concorre com aparelhos como o Galaxy A36 (Samsung) na concorrida faixa de aparelhos intermediários.

O modelo foi aprovado pela Anatel no dia 15 de janeiro com dois códigos de modelo: XT2621-1 e XT2621-3, que, segundo o leaker Evan Blass/evleaks, correspondem ao mencionado Moto G77.

Certificado de homologação do Motorola XT2621
Certificado de homologação do Motorola XT2621 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Moto G77 vem com internet 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC, como aponta o certificado, e terá na caixa o carregador MC-337L de 33 W. A bateria tem o código de modelo SP52, com capacidade nominal de 5.100 mAh (provavelmente com capacidade típica de algo em torno de 5.200 mAh).

A conectividade Wi-Fi chama a atenção por ser, na minha visão, um pesado downgrade em relação ao Moto G75, que é compatível com Wi-Fi 6E (portanto, 802.11ax em três bandas: 2,4, 5 e 6 GHz). Este retrocesso abre a possibilidade da Motorola reposicionar os produtos da linha Moto G.

O smartphone será fabricado na China (Wuhan) pela Motorola ou no Brasil (Jaguariúna ou Manaus) pela indústria Flex.

Motorola Signature

Mulher segura um smartphone Motorola Signature com a câmera traseira voltada para frente, como se estivesse tirando uma selfie. O aparelho tem acabamento escuro, textura que simula tecido e módulo quadrado com quatro câmeras. Ao fundo, há uma estrutura de madeira e vidro, com céu azul ao entardecer.
Signature inclui até clube de benefícios (imagem: divulgação)

O Motorola Signature, anunciado no início de janeiro, oferece SoC de alta performance, design fino com apenas 7 mm de espessura, sete anos de atualizações e até mesmo um ano de serviço de concierge, algo geralmente visto em aparelhos luxuosos e de boutiques, como os smartphones da Vertu e o Xperia Pureness.

O Signature foi homologado pela Anatel no dia 15 e tem o código de modelo XT2603-2.

Certificado de homologação do Motorola Signature
Certificado de homologação do Motorola Signature (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O modelo será fabricado na China (Wuhan) ou no Brasil (Jaguariúna). A bateria de silício-carbono de 5.200 mAh (típicos) recarrega com o carregador MC-907 de 90 W, que virá na caixa do aparelho.

Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature

Moto G75 tem câmera com sensor Sony (Imagem: Divulgação / Motorola)

Certificado de homologação do Motorola XT2621 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Signature inclui até clube de benefícios (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Motorola Signature (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Moto G17 vem aí: celular foi homologado para venda no Brasil

16 de Janeiro de 2026, 07:08
Dois smartphones Moto G15 vistos pela traseira, nas cores verde e grafite
Moto G15 terá um sucessor em breve (imagem: divulgação)
Resumo
  • Moto G17 foi homologado pela Anatel, com bateria de 5.200 mAh e conectividade 4G, Wi-Fi 5, NFC e Bluetooth.
  • O aparelho será fabricado no Brasil e na China e terá um carregador de 20 W incluído.
  • O celular substituirá o Moto G15 e competirá com smartphones de entrada, como o Galaxy A17 da Samsung.

Nem só de smartphones dobráveis vive a Motorola: o Moto G17, membro de entrada da linha Moto G, foi homologado pela Anatel. A certificação, emitida na terça-feira (13/01), permite a venda do aparelho no país.

Ele poderá ser fabricado nas unidades da Flex (antiga Flextronics) em Jaguariúna (SP) e Manaus ou na fábrica da Motorola em Wuhan (China).

Sabemos de qual celular a homologação se trata graças ao leaker Evan Blass, que divulgou um documento com os diversos modelos a serem lançados pela empresa de Chicago em 2026.

O código XT2623-1 consta na lista como o Moto G17 (com codinome lemu26). E já vem tarde: o Moto G15 foi lançado no final de 2024, mais de um ano atrás.

Certificado de homologação do Moto G17
Certificado de homologação do Moto G17 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Sua bateria é o modelo RL52, com capacidade de 5.200 mAh nominais. Ela foi certificada ainda em 2024 e é a mesma utilizada nos celulares Moto G05 e G06 e no antecessor direto, o Moto G15.

O dispositivo possui conectividade 4G, Wi-Fi 5 (2,4 e 5 GHz, portanto), além de NFC e Bluetooth. Na caixa virá um carregador de 20 W, modelo MC-207L.

Carregador MC-207 da Motorola sobre uma mesa de madeira
Carregador MC-207 da Motorola (foto: André Fogaça/Tecnoblog)

Preço e disponibilidade

O Moto G15 de 256 GB é vendido por R$ 999 no site oficial, e há uma versão de 128 GB custando em torno dos R$ 750 à vista.

Nesta faixa de preço, os smartphones tendem a ter especificações modestas, pouca memória RAM (algo que deve ser intensificar em 2026) e as melhorias entre as gerações tendem a ser incrementais.

O modelo deve concorrer com outros aparelhos de entrada, como o Galaxy A17 da Samsung, que oferece versão 5G e é encontrado hoje por R$ 1.130, na média.

Por enquanto, não há data oficial de lançamento do Moto G17 no Brasil.

Moto G17 vem aí: celular foi homologado para venda no Brasil

Certificado de homologação do Moto G17 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador do Motorola Moto G30 (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Motorola prepara chegada do dobrável Razr 70 ao Brasil

15 de Janeiro de 2026, 11:15
Dois smartphones dobráveis Razr 60 lado a lado, abertos no formato tenda, apoiados sobre uma mesa. Um é cinza, outro é azul.
Motorola Razr 60 vai ganhar sucessor em breve (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • Motorola Razr 70 foi homologado pela Anatel com o código de modelo XT2657-1.
  • O Razr 70 terá duas baterias, que podem somar 4.800 mAh, e conectividade Wi-Fi 6E, mas sem Wi-Fi 7 ou UWB.
  • O sucessor do atual Razr 60 será fabricado em Wuhan (China) ou Jaguariúna (SP), e incluirá um carregador de 68 W.

Smartphones dobráveis continuam em voga na Motorola. A fabricante prepara o caminho para o Motorola Razr 70, que foi aprovado pela Anatel. Com isso, o sucessor do Razr 60 está cada vez mais próximo do mercado brasileiro.

Segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog, o aparelho, com código de modelo XT2657-1, foi homologado pela agência no dia 7 de janeiro, por solicitação da Motorola Mobility.

O conhecido leaker Evan Blass/evleaks revelou que o código corresponde ao Razr 70, que servirá como sucessor do atual Razr 60, modelo de menor custo na linha.

Certificado de homologação do Motorola Razr 70
Certificado de homologação do Motorola Razr 70 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

As características que constam da certificação corroboram a informação: o modelo utilizará duas baterias e terá conectividade Wi-Fi 6E, mas sem possuir o novo padrão Wi-Fi 7 nem conectividade UWB, que já estão presentes no Razr 60 Ultra.

O Razr 70 virá com o carregador MC-687N de 68 W na caixa e será fabricado pela Motorola em Wuhan ou pela Flex (antiga Flextronics), em Jaguariúna (SP), como de praxe em aparelhos da Motorola.

Traseira texturizada do Motorola Razr 60, na cor azul escuro.
Motorola Razr 60 chegou ao Brasil em abril de 2025 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Os códigos de modelo das novas baterias (SM12 e SM36) sugerem que os componentes serão maiores que os utilizados hoje no Razr 60 (que somam 4.500 mAh, com códigos de modelo RA12 e RA33), indicando a possibilidade de que o Razr 70 venha com baterias que somam 4.800 mAh.

Quando chega?

Ainda não temos previsão de quando o lançamento ocorrerá. Mesmo com essa aprovação, o aparelho não pode ser vendido, pois suas baterias não foram homologadas pela Anatel.

Além disso, seu irmão maior, o Ultra, e suas respectivas baterias também precisam ser homologados pela agência. Mas, para comparação, o lançamento da linha atual ocorreu em abril do ano passado no Brasil.

Motorola prepara chegada do dobrável Razr 70 ao Brasil

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Motorola Razr 70 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Honor pode lançar celular com superbateria no Brasil

15 de Janeiro de 2026, 06:53
Honor Magic8 Lite/X9d caindo sobre pedregulhos, com montanhas ao fundo
Honor Magic8 Lite/X9d promete resistência com certificações IP68/IP69K e resistência a quedas até 2,5 metros(imagem: divulgação)
Resumo
  • O Honor Magic8 Lite possui bateria de 8.300 mAh e tela AMOLED de 6,79 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz.
  • Ele é equipado com SoC Snapdragon 6 Gen 4, até 512 GB de memória interna, e câmera principal de 108 megapixels.
  • O aparelho tem conectividade Wi-Fi 6, USB-C, NFC, e roda Android 15 com Magic OS 9.0.

Não é só a Jovi e a Oppo que querem lançar celulares com baterias enormes no Brasil: a também chinesa Honor homologou uma bateria com enormes 8.300 mAh. O certificado visualizado pelo Tecnoblog foi emitido em 7 de janeiro pela Agência Nacional de Telecomunicações a pedido da DL Eletrônicos, que representa a marca no país.

O componente é fabricado pela Sunwoda ou pela Desay, ambas situadas na província de Guangdong, na China. Ela será utilizada no smartphone de modelo MTN-NX3, que será vendido como Honor Magic8 Lite ou Honor X9d, segundo a certificação do modelo no Bluetooth SIG.

Bateria Honor HB5668A0EIW de 8.300 mAh
Bateria Honor HB5668A0EIW de 8.300 mAh (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Não está claro qual dos nomes será utilizado no país, já que o aparelho ainda não está homologado e ambas as linhas Magic e X da Honor são vendidas oficialmente no país, mas parece mais provável que venha com o nome Magic8 Lite, já que os modelos da linha X vendidos aqui tendem a ser mais básicos.

O modelo também é vendido na China como Honor X70, com opções de memória interna até 512 GB e câmera frontal inferior. Nesta opção o modelo também conta com carregamento sem fio de 80W.

Características do Honor Magic8 Lite/X9d

Honor Magic8 Lite/X9d tem tela de 6,79 polegadas (imagem: divulgação)

Conheça os destaques da ficha técnica do Honor Magic8 Lite/X9d:

  • Tela AMOLED de 6,79 polegadas, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico de 6.000 nits
  • SoC Snapdragon 6 Gen 4 (4 cores ARM Cortex-A720, 4 cores A520), GPU Adreno 610
  • RAM de 8 ou 12 GB (apenas no X9d) e 256 ou 512 GB de memória interna (sem expansão)
  • Câmera principal de 108 megapixels, secundária ultra-wide de 5 megapixels
  • Câmera frontal de 16 megapixels
  • Wi-Fi 6 dual-band, USB-C com OTG e NFC
  • Bateria de 8.300 mAh (ou 7.500 mAh na Europa) com recarga de 66 Watts
  • Quatro opções de cores: Marrom Avermelhado, Preto, Dourado e Verde
  • Android 15 com Magic OS 9.0

Ainda não há previsão de lançamento no país, até porque o aparelho em si ainda não está homologado.

Honor pode lançar celular com superbateria no Brasil

Honor Magic8 Lite/X9d na cor Forest Green (imagem: divulgação)

Oppo A6 Pro 5G deve chegar ao Brasil com bateria grandona

14 de Janeiro de 2026, 11:07
Oppo A6 Pro 5G em meio a pedregulhos com uma motocicleta ao fundo
Oppo A6 Pro 5G é duro na queda (imagem: divulgação)
Resumo
  • Oppo A6 Pro 5G foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • Ele possui bateria de 7.000 mAh, recarga de 80 Watts e tela AMOLED de 120 Hz.
  • Ainda não há data para o início das vendas no país.

Revelamos ontem (13/01) que a Jovi prepara um novo celular para o Brasil com bateria de 7.000 mAh. Mas ela não está sozinha na batalha dos smartphones com baterias grandes de silício-carbono: a Oppo, conterrânea chinesa, homologou na Anatel o Oppo A6 Pro 5G.

O modelo também terá uma bateria de 7.000 mAh. A homologação foi emitida na quarta-feira passada (07/01), segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

O que esperar do Oppo A6 Pro 5G?

Certificado de homologação do Oppo A6 Pro
Certificado de homologação do Oppo A6 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Oppo A6 Pro é um smartphone básico, equipado com SoC Dimensity 6300 da MediaTek (utilizado em aparelhos como o novo Galaxy A07 5G).

O smartphone conta com 6, 8 ou 12 GB de memória RAM; e 128 ou 256 GB de memória interna. Ele traz apenas duas câmeras traseiras: a principal, de 50 megapixels, e a secundária, de apenas 2 MP, com sensor monocromático apenas para detecção de profundidade.

A tela é AMOLED, com taxa de atualização de 120 Hz e revestida com o vidro Dragontrail DT-Star D+ da empresa japonesa AGC, concorrente da Corning (que fabrica os vidros Gorilla Glass).

O principal diferencial fica mesmo na bateria, de 7.000 mAh, capaz de recarga de 80 Watts (com o carregador VCB8OABH, o mesmo do Reno 14), que permite carregar completamente o aparelho em 1 hora.

Bateria BLPC67 do Oppo A6 Pro 5G
Bateria BLPC67 do Oppo A6 Pro 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Em alguns países, o modelo é vendido com bateria menor, de 6.500 mAh, mas o Brasil será agraciado com o componente maior, com código BLPC67, fabricado na China pela CosMX.

O smartphone é oferecido em quatro cores: Coral Pink (rosa claro), Rosewood Red (rosa escuro), Stellar Blue (azul escuro) e Lunar Titanium (prata/titânio). A unidade fotografada para a homologação é na cor Coral Pink.

Oppo A6 Pro 5G fotografado para a homologação
Oppo A6 Pro 5G fotografado para homologação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Fabricação e disponibilidade

O aparelho poderá ser fabricado pela Oppo em Dongguang, na província chinesa de Guangdong, e pela Multilaser, em Extrema, Minas Gerais. Com isso, terá os benefícios fiscais de aparelhos montados no Brasil.

Ele será vendido com os acessórios tradicionais na caixa (cabo, carregador e ferramenta para abrir a gaveta de chip), além de uma capinha.

Oppo A6 Pro 5G nas cores Coral Pink e Lunar Titanium
Oppo A6 Pro 5G nas cores Coral Pink e Lunar Titanium (imagem: divulgação)

Ainda não há previsão de quando o Oppo A6 Pro 5G será vendido no país, mas a homologação já permite a venda no mercado nacional.

Ele deve enfrentar forte concorrência de modelos como o Galaxy A07 5G e Galaxy A17 5G, o vindouro modelo da Jovi com bateria de 7.200 mAh e o Moto G35 e seu eventual sucessor.

Oppo A6 Pro 5G deve chegar ao Brasil com bateria grandona

Certificado de homologação do Oppo A6 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh

13 de Janeiro de 2026, 11:05
Arte mostra três celulares Vivo Mobile, com o logo Jovi acima, de forma centralizada.
Jovi é o nome comercial da Vivo Communication Technology no Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Jovi homologou uma bateria de 7.000 mAh para o modelo J2507, fabricado pela Sunwoda na China e montado no Polo Industrial de Manaus.
  • O Vivo X300 Ultra, possivelmente equipado com essa bateria, terá duas câmeras de 200 MP e uma ultrawide de 50 MP, além do SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5.
  • A homologação foi realizada pela Agência Nacional de Telecomunicações em 02/01, permitindo a venda no mercado brasileiro.

O ano de 2026 deve ser dedicado aos smartphones com baterias grandes na fabricante chinesa Jovi. A filial brasileira da Vivo Communication obteve a homologação de mais uma bateria, desta vez com 7.000 mAh-hora. O Tecnoblog visualizou a documentação do componente, que foi registrado sob o código de modelo BB50X.

O documento foi emitido pela Agência Nacional de Telecomunicações em 02/01 e, na prática, permite a venda do novo produto no mercado doméstico. O componente será fabricado na China pela empresa especializada Sunwoda.

O restante da documentação revela que o smartphone na qual ela será utilizada tem o código de modelo J2507 e que ele será fabricado no Polo Industrial de Manaus.

Bateria BB50X da Jovi
Bateria BB50X da Jovi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Certificado de homologação da bateria BB50X
Certificado de homologação da bateria BB50X (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que é J2507?

Assim como na homologação anterior, há um mistério em relação a qual aparelho receberá a bateria. O código V2507 corresponde ao Vivo Y19s, produto lançado em 2024 e vendido no país como Jovi Y19s. Portanto, podemos descartar facilmente essa possibilidade.

A capacidade da bateria, de 7.000 mAh, se alinha com o Vivo X300 Ultra, que deve ser lançado ainda neste semestre não apenas na China, segundo rumores e vazamentos. Ele deverá trazer duas câmeras de 200 MP: a principal e a teleobjetiva periscópica, além de uma ultrawide de 50 megapixels, e deve vir equipado com o poderoso SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5 da Qualcomm.

Imagem promocional mostra um chip eletrônico em destaque, com design metálico e fundo em tons de vermelho. No centro, aparece um quadrado vermelho com os textos “Snapdragon”, “8 Elite” e “Gen 5”, além do logotipo dourado em forma de chama da Qualcomm.
Snapdragon 8 fez sua estreia em 2021 e chega à quinta geração (imagem: divulgação)

Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh

Parte da montagem do celular Jovi V5 Lite 5G será feita no Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Bateria BB50X da Jovi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado de homologação da bateria BB50X (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Snapdragon 8 fez sua estreia em 2021 e chega à quinta geração (imagem: divulgação)

Poco M8 e Redmi Note 15 passam pela Anatel

12 de Janeiro de 2026, 09:09
Poco M8 possui pintura em dois tons
Poco M8 possui pintura em dois tons (imagem: divulgação/Xiaomi)
Resumo
  • A Anatel homologou os smartphones Poco M8 5G e Redmi Note 15 5G, permitindo sua venda oficial no Brasil.
  • Ambos os modelos usam o Snapdragon 6 Gen 3 e bateria de 5.520 mAh com ânodos de silício-carbono.
  • As principais diferenças são as câmeras: Poco M8 com 50 MP e 2 MP; Redmi Note 15 com 200 MP e 8 MP.

Ano novo, celulares novos: a DL Eletrônicos recebeu a homologação de dois novos smartphones da Xiaomi. São eles: o Poco M8 5G e o Redmi Note 15 5G, com códigos de modelo 25118PC98G e 25098RA98G, respectivamente. A homologação foi emitida pela Anatel na última quarta-feira (07/01).

Por serem aparelhos muito parecidos, a certificação foi emitida em conjunto. Eles utilizam a bateria BN6D, de 5.520 mAh típicos com ânodos de silício-carbono, também já homologada pela Anatel.

Certificado de homologação do Poco M8 e Redmi Note 15
Certificado de homologação do Poco M8 e Redmi Note 15 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Bateria BN6D da Xiaomi
Bateria BN6D da Xiaomi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Os dois smartphones utilizam o mesmo SoC: o Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm, fabricado em litografia de 4 nm.

A principal divergência entre os dois modelos está nas câmeras: o Poco M8 vem com uma câmera principal de 50 MP, acompanhadade uma segunda câmera de apenas 2 MP para detecção de profundidade. Já o Redmi Note 15 tem câmera principal de 200 MP e ultrawide de 8 MP.

A outra diferença está no design. No Poco M8 (no começo da matéria), a Xiaomi aposta na pintura em dois tons, com um ar mais agressivo. Enquanto isso, o Redmi Note 15 (abaixo) tem coloração mais sóbria, com exceção do modelo na cor Mist Purple, que mescla violeta com branco.

Redmi Note 15 usa cores mais sóbrias
Redmi Note 15 usa cores mais sóbrias (imagem: divulgação/Xiaomi)

Ainda não há previsão de lançamento dos novos celulares Android no Brasil, mas, considerando que a linha Redmi Note 14 foi lançada no fim de janeiro do ano passado, o lançamento não deve tardar.

Poco M8 e Redmi Note 15 passam pela Anatel

Certificado de homologação do Poco M8 e Redmi Note 15 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Redmi Note 15 usa cores mais sóbrias (imagem: divulgação/Xiaomi)

Galaxy Buds 4 Pro vem aí: Samsung homologa fones para venda no Brasil

9 de Janeiro de 2026, 11:09
Estojo branco com fones de ouvido dentro. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog" é visível.
Galaxy Buds 3 Pro terão sucessor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Galaxy Buds 4 Pro foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • Segundo vazamentos, o design do Galaxy Buds 4 Pro terá hastes arredondadas e um detalhe metálico na lateral.
  • O modelo deve ser vendido em preto, branco e damasco e chegar ao mercado junto com a linha S26, provavelmente em fevereiro.

Os Galaxy Buds 3 Pro devem ganhar um sucessor em breve. A Samsung homologou o novo Galaxy Buds 4 Pro na Anatel, segundo a documentação vista em primeira mão pelo Tecnoblog.

O produto, modelo SM-R640, foi homologado pela agência em 29 de dezembro. O código segue a lógica tradicional da fabricante sul-coreana, já que a versão atual é reconhecida pelo código SM-R630.

Certificado de homologação dos Galaxy Buds 4 Pro
Certificado de homologação dos Galaxy Buds 4 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O novo modelo deve manter o design com hastes adotado a partir da terceira geração da linha. Contudo, tudo indica que haverá um novo detalhe metálico na lateral e menos ângulos. O design do produto parece ter passado por ajustes para ficar mais discreto.

A base da haste, antes marcada por um formato mais triangular, agora aparece arredondada, segundo revelou o site Android Authority. O estojo também deve retornar ao design com a tampa no lado maior.

Imagem mostra uma ilustração dos novos Galaxy Buds 4 Pro
Galaxy Buds 4 Pro deve mudar o estilo do estojo (imagem: reprodução/Android Authority)

O Galaxy Buds 4 Pro poderá ser vendido em três cores: preto, branco e damasco (apricot, em inglês), como também apontado pelo site.

O antecessor, Galaxy Buds 3 Pro, foi lançado pela Samsung no meio de 2024. Há um ano e meio, o produto chegou custando R$ 2.199, mas pode ser encontrado no varejo na faixa de R$ 1.500 e até menos de R$ 1.000, quando em oferta.

Renders de fones de ouvido Bluetooth da Samsung em três cores diferentes
Fones terão três cores diferentes (imagem: reprodução/Android Authority)

Quando os Galaxy Buds 4 Pro serão lançados?

Ainda não há previsão de lançamento, mas uma possibilidade é que sejam lançados em conjunto com a nova linha de smartphones da Samsung, provavelmente em fevereiro. Como revelamos aqui no Tecnoblog, o Galaxy S26 Ultra foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.

Um segundo modelo de fones, mais barato e com menos recursos (e sem o sufixo Pro), também deve ser lançado em conjunto, mas ainda não foi homologado pela Anatel.

Galaxy Buds 4 Pro vem aí: Samsung homologa fones para venda no Brasil

Galaxy Buds 3 Pro (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Certificado de homologação dos Galaxy Buds 4 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Galaxy Buds 4 Pro deve vir em três cores diferentes (imagem: reprodução/Android Authority)

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

26 de Dezembro de 2025, 10:40
Poco F8 Pro tem 8 milímetros de espessura (imagem: divulgação)
Resumo
  • A bateria do Xiaomi Poco F8 Pro, de 6.210 mAh, foi homologada pela Anatel.
  • O smartphone possui SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite, 12 GB de RAM, até 512 GB de armazenamento e Android 16 com HyperOS 3.
  • A fabricante chinesa aguarda homologação do smartphone, que, por enquanto, não tem data de chegada ao Brasil.

A Xiaomi prepara a vinda do Poco F8 Pro para o mercado brasileiro. A bateria do modelo, de código BM6M, já está homologada pela Anatel, indicando que a certificação do restante do aparelho não deve tardar a ocorrer.

O certificado, emitido no dia 19 de dezembro, foi solicitado pela DL Eletrônicos, que representa oficialmente a fabricante chinesa no Brasil. A documentação aponta que a bateria será utilizada no modelo 2510DPC44G, que corresponde ao Poco F8 Pro e que ainda não recebeu certificação da agência.

Bateria do Poco F8 Pro
Bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Certificado da bateria do Poco F8 Pro
Certificado da bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria é fabricada pela Sunwoda, empresa chinesa especializada em baterias de íons de lítio, e aceita recarga de até 100 Watts, que a Xiaomi afirma ser capaz de recarregar de 0 até 100% em menos de 40 minutos.

O Poco F8 Pro foi lançado no final de novembro, em conjunto com seu “irmão maior”, o Poco F8 Ultra, oferecendo uma opção de menor custo para a linha Poco F8.

Close-up de mãos segurando o Poco F8 Ultra na horizontal, focando na textura azul que imita jeans e no detalhe prateado da câmera.
Poco F8 Ultra oferece traseira que imita jeans (imagem: divulgação/Poco)

Especificações do Poco F8 Pro

O Poco F8 Pro vem equipado com:

  • Tela AMOLED de 6,59 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e revestimento em vidro Gorilla Glass 7i da Corning
  • Bordas em alumínio e traseira em vidro em três opções de cores (nada de imitação de jeans aqui)
  • SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite
  • Memória RAM de 12 GB, memória interna de 256 ou 512 GB
  • Sistema operacional Android 16 com HyperOS 3
  • Alto-falantes estéreo ajustados pela Bose
  • Três câmeras traseiras: principal de 50 megapixels com OIS e PDAF multi-direcional, teleobjetiva de 50 megapixels, PDAF multidirecional e 2,5x de zoom e ultrawide de 8 megapixels e ângulo de visão de 120 graus
  • Câmera frontal de 20 megapixels com foco fixo
  • Wi-Fi 7 dual-band, Bluetooth 5.4 com vários codecs de alta definição, GPS dual-band e NFC
  • Bateria de 6.210 mAh com recarga de até 100 Watts

Não há previsão de quando o modelo será vendido no Brasil, o que também depende da homologação do aparelho em si ser emitida pela Anatel. O Poco F8 Ultra também não está homologado.

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Poco F8 Pro (imagem: divulgação)

Bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado da bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

(imagem: divulgação/Poco)

Samsung prepara chegada do Galaxy A07 5G, com bateria graúda

24 de Dezembro de 2025, 11:37
(imagem: divulgação)
Galaxy A06 5G deve ganhar sucessor em breve, com bateria maior (imagem: divulgação/Samsung)
Resumo
  • O Galaxy A07 5G foi homologado pela Anatel. Ele possui bateria de 6.000 mAh, maior que a do Galaxy A06 5G.
  • O modelo mantém o SoC Dimensity 6300 da MediaTek com GPU Mali-G57 e 4 GB de RAM.
  • O carregador incluído é o EP-TA200 de 15 W com porta USB-A.

A Samsung realizou a homologação do Galaxy A07 5G no mercado brasileiro. O smartphone básico mantém a conectividade 5G na linha A e deve substituir o atual Galaxy A06 5G. Ele se destaca pela bateria de 6.000 mAh.

Seguindo a estrutura de numeração da Samsung, o modelo SM-A076M/DS é a variante 5G do Galaxy A07, que foi homologado pela Anatel na última sexta-feira (19). O que não segue a lógica é a bateria: ela tem o código LC-196 e está homologada pela Anatel desde o fim de outubro.

Ela terá capacidade nominal de 6.000 mAh, tamanho inédito em telefones da Samsung desde o lançamento do Galaxy M15 e M35. Ainda assim, a especificação fica abaixo de modelos de fabricantes chinesas, que adotaram a nova tecnologia de ânodos de silício-carbono para aumentar a densidade energética.

Certificado de homologação do Galaxy A07 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Bateria LC-196 do Galaxy A07 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Para recarregar, o modelo virá com o carregador EP-TA200 de 15 W (e porta USB-A) na caixa.

Quais as especificações do Galaxy A07 5G?

O Galaxy A07 5G deve manter a maioria das características de seu antecessor, especialmente o SoC, que deve continuar sendo o Dimensity 6300 da MediaTek, com dois núcleos ARM Cortex-A76 e seis núcleos Cortex-A55, acompanhados de uma GPU Mali-G57 de dois núcleos, também desenvolvida pela ARM. O surgimento do modelo no Geekbench praticamente confirma as especificações.

E, infelizmente, também deve manter a pior característica do Galaxy A06: o modelo de 128 GB deve continuar com 4 GB de RAM. A escassez de RAM no mercado, causada pelas empresas de inteligência artificial, não ajuda.

Mão segurando carregador de celular sobre fundo abstrato
Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

O lançamento ainda não tem data para acontecer, mas não deverá tardar, pois o produto também já foi certificado em outros países e páginas de suporte para o modelo já aparecem no site da Samsung em alguns países.

Parece que nem só de celulares topo de linha vive a Samsung.

Samsung prepara chegada do Galaxy A07 5G, com bateria graúda

Certificado de homologação do Galaxy A07 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

Galaxy S26 Ultra vem aí: Samsung homologa smartphone no Brasil

24 de Dezembro de 2025, 09:42
Unidades "dummy" do Galaxy S26 Ultra
Unidades “dummy” do Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Ice Universe)
Resumo
  • O Galaxy S26 Ultra foi homologado pela Anatel com o código SM-S948B/DS. Ele possui bateria de 5.000 mAh.
  • O aparelho suporta conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, UWB e carregamento sem fio.
  • O modelo será equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 5 e pode ser fabricado em cinco fábricas da Samsung.

O Galaxy S26 Ultra acaba de passar pela homologação da Anatel. Dezembro é o mês em que a Samsung certifica os smartphones da linha Galaxy S: aconteceu com S23, S24, S25 e agora ocorre com a próxima geração. O Tecnoblog visualizou os primeiros documentos que comprovam a chegada do Galaxy S26 Ultra por aqui. Confira os detalhes a seguir, em primeira mão.

O aparelho certificado pela Agência Nacional de Telecomunicações tem código de modelo SM-S948B/DS, que já entrega que ele suportará dois chips de operadora, algo que tem sido padrão da linha desde o Galaxy S8. A certificação foi emitida na última sexta-feira (19/12).

O celular da Samsung vem equipado com a bateria EB-BS948ABY, de 5.000 mAh nominais, exatamente a mesma capacidade do antecessor, o S25 Ultra, também já homologada pela Anatel.

Certificado de homologação do Galaxy S26 Ultra
Certificado de homologação do Galaxy S26 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Certificado de homologação da bateria do Galaxy S26 Ultra
Certificado de homologação da bateria do Galaxy S26 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O componente, desenvolvido pela Samsung SDI, poderá ser produzido em três fábricas da empresa na Coréia do Sul, Vietnã ou China, além das unidades da Inventus Power, UCB e Salcomp em Manaus.

Para recarregar a bateria, o modelo virá com o carregador de 25 W (modelo EP-TA800), também o mesmo incluso na caixa do antecessor, apesar de vazamentos e outras certificações apontarem que o futuro telefone será compatível com carga de 60 W. O carregador também está homologado, conforme revelado pelo Tecnoblog.

Carregador Samsung
Carregador Samsung EP-TA800 (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Como esperado de um smartphone topo de linha, o S26 Ultra possui conectividade 5G, Wi-Fi 7 (802.11be) em três bandas, Bluetooth e UWB, além de ser capaz de carregamento sem fio (provavelmente adotando o padrão Qi2), inclusive com carregamento reverso.

A fabricação do Galaxy S26 Ultra poderá acontecer em cinco fábricas diferentes da Samsung: duas no Vietnã, uma na Coréia do Sul e duas no Brasil (Campinas e Manaus).

Captura de tela do certificado de conformidade do Galaxy S26 Ultra
Fábricas do Galaxy S26 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Segundo a certificação na FCC, a agência reguladora de telecomunicações nos Estados Unidos, o produto virá com o SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5 (Qualcomm), e não o Exynos 2600 da Samsung LSI, que potencialmente equipará o restante da linha.

Quando será o lançamento do Galaxy S26?

Render vazado do Galaxy S26 Ultra revela design
Render vazado do Galaxy S26 Ultra revela design (imagem: reprodução/Ice Universe)

Tipicamente, a Samsung tem lançado seus modelos da linha S no mês de janeiro: a linha S25 foi lançada no fim de janeiro e a linha S24 também foi anunciada em janeiro (de 2024). No entanto, nos bastidores comenta-se que, desta vez, a gigante sul-coreana deve fazer o Unpacked em fevereiro.

De qualquer forma, antes de poder lançar a nova geração no país, a companhia ainda precisa homologar seus demais integrantes. Até o momento, apenas o S26 Ultra e a bateria do suposto S26 Pro estão certificados. Falta homologar o modelo base e sua bateria, além do Galaxy S26 Pro, que deve tomar o lugar do Plus.

Galaxy S26 Ultra vem aí: Samsung homologa smartphone no Brasil

Unidades "dummy" do Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Ice Universe)

Certificado de homologação do Galaxy S26 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado de homologação da bateria do Galaxy S26 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador Samsung EP-TA800 (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Fábricas do Galaxy S26 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Render vazado do Galaxy S26 Ultra revela design (imagem: reprodução/Ice Universe)

Jovi prepara outro celular misterioso no Brasil, desta vez com 7.200 mAh

18 de Dezembro de 2025, 17:21
Arte mostra três celulares Vivo Mobile, com o logo Jovi acima, de forma centralizada.
Jovi aposta no mercado brasileiro (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Jovi homologou uma bateria de 7.200 mAh na Anatel, fabricada pela Dongguan NVT Technology na China.
  • A bateria será usada no modelo J2506, montado em Manaus, com ânodos de silício-carbono.
  • O J2506 pode ser uma versão brasileira do Vivo Y400 5G, com SoC Snapdragon 4 Gen 2 e tela AMOLED 1080p.

A companhia chinesa Jovi continua se movimentando no mercado de smartphones brasileiro. A empresa homologou na Agência Nacional de Telecomunicações uma bateria que se destaca por ter 7.200 mAh. Este é o primeiro gesto para preparar a chegada do smartphone modelo J2506 por aqui.

O componente será fabricado pela Dongguan NVT Technology em duas unidades na China. Além dos 7.200 mAh típicos, ele possui 7.060 mAh nominais. Apesar disso, o aparelho no qual a bateria será incluída deve ser montado em Manaus, como indica o manual do aparelho incluso na certificação. O material foi visualizado em primeira mão pelo Tecnoblog.

Bateria BB45X de 7.200 mAh típicos
Bateria BB45X de 7.200 mAh típicos (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Certificado de homologação da bateria BB45X da Jovi
Certificado de homologação da bateria BB45X da Jovi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Graças as outras imagens constantes da homologação, sabemos que a bateria tem aproximadamente 10 cm de comprimento e 7 cm de largura, mais ou menos do tamanho típico de uma bateria de celular. Dada a grande capacidade, parece se tratar de uma bateria com ânodos de silício-carbono. A Jovi já utiliza baterias com esta tecnologia nos modelos V50 e V50 Lite.

O que é J2506?

Permanece o mistério de qual aparelho é o J2506. Assim como da outra vez, o número de modelo parece ser exclusivo para o Brasil, já que normalmente a fabricante usa códigos de modelo iniciados na letra V.

O V2506 corresponde ao Vivo Y400 5G, vendido na Índia com bateria de polímero de lítio tradicional de 6.000 mAh. Uma possibilidade é que o modelo seja uma versão brasileira do modelo indiano, com bateria de ânodos de silício-carbono.

Este produto tem SoC Snapdragon 4 Gen 2, memória RAM 8 GB e tela AMOLED 1080p. As especificações são de um produto básico, com o principal diferencial sendo a bateria, maior que a de seus principais concorrentes (como o Galaxy A17 5G).

Vivo Y400 5G na cor Glam White
Vivo Y400 5G na cor Glam White (imagem: divulgação)

A matriz Vivo Communication vende outros aparelhos com baterias de silício-carbono, mas nenhum deles é comercializado com 7.200 mAh. Alguns deles chegam perto disso: o iQOO Neo11 tem 7.500 mAh, enquanto Y4 5G e Y300 Pro+ usam baterias de 7.300 mAh.

Jovi prepara outro celular misterioso no Brasil, desta vez com 7.200 mAh

Parte da montagem do celular Jovi V5 Lite 5G será feita no Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Bateria BB45X de 7.200 mAh típicos (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado de homologação da bateria BB45X da Jovi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Vivo Y400 5G na cor Glam White (imagem: divulgação)

Carregador Samsung no estilo MagSafe é aprovado na Anatel

18 de Dezembro de 2025, 13:09
Conceito de carregador magnético produzido pela Samsung (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O carregador sem fio Samsung EP-P2900, homologado pela Anatel, suporta 25 W com padrão Qi2.
  • O design do EP-P2900 é redondo e magnético, similar ao MagSafe da Apple.
  • O carregador será produzido no Vietnã e deve ser lançado com a linha Galaxy S26 em 2026.

A Samsung continua preparando o lançamento da linha Galaxy S26 no Brasil: desta vez, um novo carregador sem fio foi homologado pela Anatel. O dispositivo, com código de modelo EP-P2900, deve suportar carregamento sem fio de 25 W utilizando o padrão Qi2, segundo o site WinFuture, que revelou a existência do modelo.

Durante os ensaios, o carregador de parede utilizado para alimentar o EP-P2900 foi o EP-T4511, na versão USB-C de 45 W, já utilizado pela Samsung e incluso em alguns notebooks da empresa.

Certificado de homologação do carregador EP-P2900
Certificado de homologação do carregador EP-P2900 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A documentação não deixa explícito se o acessório virá na caixa do produto, o que abre a possibilidade de não vir na caixa do smartphone, algo que já acontece com os atuais carregadores sem fio da Samsung.

O modelo deve ter um design redondo, similar ao MagSafe da Apple (que deu origem ao padrão Qi2) e conter ímãs para se prender à traseira do aparelho. Este modelo também está certificado no FCC, com o nome de Magnet Wireless Charger, que entrega a existência dos ímãs.

O carregador será produzido no Vietnã, em fábricas da própria Samsung e da empresa Haem Vina.

EP-P2900 deve ter formato circular, similar ao MagSafe do iPhone (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregamento mais rápido no S26

A homologação de novos carregadores, mais rápidos que os utilizados desde a linha Galaxy S10, lançada em 2019, parece indicar que a fabricante coreana finalmente deverá adotar carregamento mais veloz, um pedido antigo de clientes fiéis.

Outros fabricantes, especialmente os chineses, têm adotado velocidades de carregamento cada vez mais altas e também a nova tecnologia de baterias com ânodos de silício-carbono, que permite componentes com maior densidade energética.

Close-up da parte traseira de um smartphone Motorola Edge na cor Verde Sálvia/Cinzento, com acabamento texturizado e o logo da Motorola ao centro. O módulo de câmera quadrado exibe quatro lentes com anéis de destaque em tom Cobre/Laranja. O telefone está sobre uma superfície bege rústica, com um pedaço de tecido verde-acinzentado e um objeto dourado em segundo plano, e um cabo de carregamento conectado à parte inferior.
Motorola Edge 70 tem bateria com ânodos de silício-carbono e carregamento de até 68 Watts (imagem: divulgação/Motorola)

Não há previsão nem preços para o novo carregador, mas ele provavelmente será lançado juntamente da linha Galaxy S26, prevista para os primeiros meses de 2026.

Carregador Samsung no estilo MagSafe é aprovado na Anatel

Certificado de homologação do carregador EP-P2900 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

EP-P2900 deve ter formato circular, similar ao MagSafe do iPhone (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola garante até quatro anos de atualização do Android (imagem: divulgação/Motorola)

Amazon Leo: rival da Starlink dá novo passo para lançar provedor no Brasil

17 de Dezembro de 2025, 10:34
Amazon Leo GGMA (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Conectores do Amazon Leo GGMA (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Parece déja vu: antes de um novo serviço ser lançado, equipamentos necessários para a prestação dele precisam ser homologados pela Anatel. Aconteceu com a Starlink e agora acontece com o Amazon Leo (antigo Kuiper): a agência aprovou o GGMA (Ground Gateway Modem Assembly), utilizado nas estações terrenas do vindouro provedor via satélite da Amazon, segundo documentos visualizados pelo Tecnoblog em primeira mão.

O equipamento GGMA não é o hardware que será utilizado pelos clientes finais do serviço, mas sim o que conectará os satélites, em órbita baixa, à internet.

Certificado de homologação do GGMA do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Certificado de homologação do GGMA do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Você não iria querer ele em casa mesmo: são 22 conectores diferentes, incluindo dois conectores para fibras ópticas de 100 Gigabits, além do peso de 11,3 Kg e das três ventoinhas para refrigeração.

O GGMA é responsável pelo processamento e controle dos transmissores utilizados nas estações terrenas do Amazon Leo, conectado aos LNBs e outros equipamentos que farão a transmissão e recepção dos sinais de internet.

Foguete decolando
Lançamento de foguete com satélite do antigo projeto Kuiper (foto: divulgação)

Lançamento deve ficar para 2026

O lançamento comercial do Amazon Leo deve ficar para 2026, graças uma parceria com a Sky, com cobertura inicialmente na região Sul do Brasil. A empresa já possui licenças de SCM (Serviço de Comunicação Multimídia) e de uso de satélites estrangeiros, necessárias para prestação do serviço no país.

Ainda não foram divulgadas datas exatas nem valores para o serviço, que deve rivalizar com a popular Starlink, do empresário Elon Musk.

Licença exploração do Amazon Leo (antigo Kuiper) (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Licença de exploração do Amazon Leo (antigo Kuiper) (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Amazon Leo: rival da Starlink dá novo passo para lançar provedor no Brasil

Certificado de homologação do GGMA do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Lançamento de foguete com satélite do Projeto Kuiper (foto: divulgação)

Licença exploração do Amazon Leo (antigo Kuiper) (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Celular com bateria digna de powerbank pode ser lançado no Brasil

15 de Dezembro de 2025, 09:27
Cubot KingKong ES 3 (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Cubot KingKong ES 3 possui bateria de 10.200 mAh e resistência militar com certificações IP68, IP69K e MIL-STD-810H.
  • O aparelho tem SoC Unisoc T615, 6 GB de RAM, 256 GB de armazenamento expansível, câmeras traseiras de 48 MP, 2 MP e 0,3 MP, e câmera frontal de 16 MP.
  • O modelo roda Android 15, suporta Wi-Fi 5, Bluetooth 5.0, NFC, e possui carregador de 33 W.

Celulares com baterias enormes não são exatamente uma novidade, mas infelizmente eles não costumam vir para o Brasil. Não mais: um smartphone com capacidade de 10.200 mAh acaba de passar pela homologação da Anatel, conforme documentos visualizados pelo Tecnoblog.

O telefone KingKong ES 3, da marca chinesa Cubot, praticamente repete a mesma capacidade de um powerbank tradicional.

Captura de tela do certificado de homologação do Cubot KingKong ES 3
Certificado de homologação do Cubot KingKong ES 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O modelo faz parte da linha KingKong, que oferece celulares robustos, e o ES 3 não deixa a edesejar: ele possui certificações IP68, IP69K e MIL-STD-810H, prometendo resistência a jatos de água, poeira e quedas.

Por dentro, o aparelho é mais modesto, utilizando o SoC T615 da Unisoc, que oferece apenas dois núcleos Cortex-A75 e seis núcleos Cortex-A55, combinados a GPU Mali-G57 da ARM. São 6 GB de RAM e 256 GB de memória interna, que pode ser expandida com cartão microSD.

Na traseira, três câmeras: uma principal de 48 megapixels com foco automático por detecção de fase, uma para fotos em macro de 2 megapixels com autofoco, e um sensor de profundidade, com resolução de meros 0,3 megapixel. Na frente, a câmera para selfies tem 16 megapixels e foco fixo.

O modelo roda o sistema operacional Android 15, além de ser capaz de Wi-Fi 5 (2,4 e 5 GHz, portanto), Bluetooth 5.0 e NFC. Sua conectividade com redes móveis está limitada até o 4G, nada de 5G aqui. Para carregar a enorme bateria, um carregador de 33 W virá na caixa do aparelho.

Powerbank Samsung EB-P3400 (Foto: Lucas Lima/Tecnoblog)
Este powerbank Samsung tem capacidade similar ao Cubot KingKong ES 3 (Foto: Lucas Lima/Tecnoblog)

Tudo isso torna o KingKong ES 3 pesadinho e grandinho: são 352 gramas e espessura de 15,3 milímetros.

Não há previsão de quando o modelo estará disponível no Brasil, e a bateria do modelo ainda precisa ser homologada, o que ainda impede a venda do aparelho no país.

Celular com bateria digna de powerbank pode ser lançado no Brasil

Cubot KingKong ES 3 (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Cubot KingKong ES 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Powerbank Samsung EB-P3400 (Foto: Lucas Lima/Tecnoblog)

Galaxy S26: Samsung homologa primeira bateria no Brasil

11 de Dezembro de 2025, 09:48
Samsung homologa a bateria EB-BS942ABY (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Resumo
  • A Samsung iniciou a homologação da bateria do Galaxy S26 na Anatel, com capacidade nominal de 4.175 mAh.
  • A bateria modelo EB-BS942ABY é destinada ao Galaxy S26 Pro e pode ser fabricada na Coreia do Sul, Vietnã, China e Manaus.
  • O lançamento do Galaxy S26 pode ocorrer em fevereiro, com a certificação completa prevista para dezembro.

A Samsung iniciou os processos para vender a futura linha Galaxy S26 no Brasil. É o que revela a homologação da bateria modelo EB-BS942ABY, desenvolvida pela Samsung SDI e certificada no país a pedido da Samsung Eletrônica da Amazônia. A homologação foi emitida pela Agência Nacional de Telecomunicações nesta terça-feira (9) e nós já pudemos visualizar o documento.

O componente possui capacidade nominal de 4.175 mAh, ou seja, maior que a bateria do Galaxy S25 e menor que do Galaxy S25 Plus. Acredita-se que ela terá 4.300 mAh típicos. Vazamentos recentes indicam que esta peça iria para o suposto Galaxy S26 Pro, que deve ser o smartphone mais barato da nova geração.

Como de costume, a bateria poderá ser fabricada em várias partes do mundo, incluindo Coréia do Sul, Vietnã e China, além de três fábricas em Manaus.

O que será a versão Pro?

Imagem mostra a palavra "SAMSUNG" sendo exibida no centro, em letras brancas e maiúsculas. O fundo, em tom azul escuro, mostra elementos desfocados que sugerem um ambiente de escritório. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Evento Unpacked pode ficar para fevereiro de 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O código de modelo da bateria aparenta entregar que o componente será mesmo para um novo membro da linha S26, já que as baterias da Samsung tipicamente seguem uma numeração similar ao do modelo em que vem instaladas: o Galaxy S25 “base” tem código de modelo SM-S931 e usa a bateria EB-BS931ABY. A bateria recém-homologada indica a existência de um modelo SM-S942 – o tal do Galaxy S26 Pro, conforme os rumores.

A certificação da bateria é apenas um dos passos necessários para a venda no Brasil, já que o aparelho em si também precisa de certificação, assim como os outros membros da família S26 e suas respectivas baterias. A linha S da Samsung costuma ter seus lançamentos no início do ano, e as certificações no Brasil costumam vir em dezembro, à tempo do lançamento.

Ainda não se sabe quando a Samsung vai apresentar o Galaxy S26. Nos últimos anos, o evento Unpacked tem sido realizado em janeiro nos Estados Unidos. Há indícios, porém, de que a gigante sul-coreana tem planos de mexer no calendário e empurrar o anúncio global para fevereiro.

Galaxy S26: Samsung homologa primeira bateria no Brasil

Samsung (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O curioso modem que fica pendurado no teto já pode ser usado no Brasil

9 de Dezembro de 2025, 14:43
Imagem mostra um modem da ZTE de cor branca, que pode ser preso ao teto. O fundo da imagem também é branco
ZTE ZXEN G1660G já pode ser comercializado no país (imagem: divulgação/ZTE)
Resumo
  • A ZTE, fabricante chinesa de equipamentos de rede, homologou na Anatel o modem ZXEN G1660G, que pode ser fixado em teto, parede ou postes.
  • O produto suporta Wi-Fi 6 nas faixas de 2,4 e 5 GHz, possui duas portas Ethernet de 1 gigabit por segundo e conector SC/UPC para fibra GPON.
  • Alimentação via conector de 12 V é mencionada pela fabricante, mas Power over Ethernet e Power over Fiber não são confirmados nos documentos.

Access points instalados no teto não são novidade, mas um modelo com ONT de fibra que pode ir no teto, sim. Pelo menos é o que afirma a ZTE, fabricante chinesa de equipamentos de rede que teve seu ZXEN G1660G homologado pela Anatel em 1º de dezembro.

A documentação da agência obtida pelo Tecnoblog indica que o modem suporta Wi-Fi 6 nas faixas de 2,4 e 5 GHz e possui duas portas Ethernet capazes de 1 gigabit por segundo, além do conector SC/UPC para a fibra óptica GPON. Esse conector o torna especial, capaz de integrar uma rede FTTR conectado a outros equipamentos da marca.

Apesar de o destaque ser a possibilidade de prendê-lo ao teto, ele também pode ser instalado numa parede, poste ou mastro, além de caixas de passagem de fiação. Na prática, o produto é um modem com Wi-Fi feito para ser preso ao teto como um access point.

Captura de tela de parte do certificado de homologação do ZTE ZXEN G1660G na Anatel
Certificado de homologação do ZTE ZXEN G1660G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Imagem mostra um modem da ZTE de cor branca, que pode ser preso ao teto, sobre uma superfície verde e quadriculada. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog" é visível
Modem ZTE ZXEN G1660G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Em seu site, a fabricante afirma que o modelo, além de aceitar alimentação pelo conector barril capaz de 12 V, também é capaz de alimentação via Power over Ethernet e até mesmo Power over Fiber.

Porém, os documentos constantes da certificação na agência não indicam nada além da alimentação via 12 V, utilizando o adaptador de energia incluso.

O foco da ZTE para esse produto parece estar no mercado de pequenas e médias empresas, já que utilizam o termo “FTTR-B SME” em uma apresentação sobre o modem.

Imagem promocional da ZTE mostra cenários de uso do modem ZTE ZXEN G1660G
Cenários de uso do ZTE ZXEN G1660G (imagem: divulgação/ZTE)

Quando chega?

Não há previsão de quando o modelo estará disponível no país, mas a ZTE é uma grande fornecedora de equipamentos de fibra óptica para diversos provedores brasileiros. Com a homologação, o produto já pode ser comercializado no Brasil.

O curioso modem que fica pendurado no teto já pode ser usado no Brasil

Certificado de homologação do ZTE ZXEN G1660G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Modem ZTE ZXEN G1660G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Cenários de uso do ZTE ZXEN G1660G (imagem: divulgação/ZTE)

Motorola já pode vender o ultrafino Edge 70 no Brasil

26 de Novembro de 2025, 11:42
Diagrama de desmonte explosivo de um smartphone Motorola, mostrando suas camadas em uma vista lateral. De cima para baixo, são mostrados: a tela, a moldura lateral (na cor verde) com botões, os componentes internos (placa e circuito) e, por fim, a tampa traseira (também verde), destacando o módulo de câmera com anéis em tom Cobre.
Motorola Edge 70 tem 5,99 milímetros de espessura (imagem: divulgação/Motorola)
Resumo
  • O Motorola Edge 70, com espessura de 5,99 mm, foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O smartphone ultrafino possui bateria de 4.800 mAh com ânodos de silício-carbono e é equipado com SoC Snapdragon 7 Gen 4.
  • Por enquanto, não há data de lançamento ou preço definidos, mas o aparelho é vendido na Europa por 799 euros (cerca de R$ 5 mil).

O smartphone ultrafino da Motorola já pode ser vendido no Brasil: o Motorola Edge 70 foi homologado pela Anatel nessa segunda-feira (24/11) e com isso tem a venda autorizada no mercado nacional. O destaque do aparelho, lançado no início deste mês no exterior, é a espessura de apenas 5,99 mm em seu ponto mais fino.

A bateria do modelo fininho também chama a atenção: com 4.800 mAh, ela utiliza ânodos de silício-carbono, o que aumenta a densidade energética em relação às baterias de polímero de lítio, tradicionalmente utilizadas em smartphones.

Certificado de homologação do Edge 70
Certificado de homologação do Motorola Edge 70 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Assim como a maioria dos smartphones da fabricante, o modelo poderá ser fabricado na China, em Wuhan, e pela fábrica da Flex (antiga Flextronics) em Jaguariúna, no interior do estado de São Paulo, local onde a produção dos aparelhos da empresa vendidos no Brasil é geralmente feita.

O documento de homologação obtido pelo Tecnoblog também entrega que o modelo virá com o carregador MC-687N de 68 W na caixa, ao contrário do que ocorre em outros mercados.

O celular utiliza o SoC Snapdragon 7 Gen 4 da Qualcomm, acompanhado de 12 GB de memória RAM e duas opções de memória interna: 256 GB ou 512 GB de armazenamento.

O Edge 70 também conta com Wi-Fi 7 tri-band, permitindo o uso de canais de 320 MHz na faixa de 6 GHz, além de Bluetooth 5.4 e NFC.

A bateria é um dos destaques do aparelho. Com número de modelo SE48, ela poderá ser fabricada pela Zhuhai CosMX ou pela ATL/Amperex, ambas empresas chinesas.

O Motorola Edge 70 possui duas câmeras traseiras de 50 MP: a principal, com abertura de f/1,8 e estabilização óptica (OIS), e uma ultra-wide com ângulo de visão de 120 graus, também capaz de macro, já que possui auto-foco, além de um terceiro sensor utilizado como detector de luz. A câmera frontal também tem 50 MP, abertura de f/2,0 e foco fixo.

O celular mantém a parceria da fabricante com a Pantone e será oferecido em três cores: Gadget Gray (cinza), Lily Pad (verde acinzentado) e Bronze Green (verde).

Ângulo superior de três smartphones Motorola Edge alinhados diagonalmente sobre um fundo em tom Laranja Queimado. As cores dos telefones são, da frente para trás: Verde Sálvia/Cinzento com anéis de câmera laranja-cobre; Cinza Escuro com anéis azuis; e Verde Floresta Escuro com anéis amarelo-esverdeados, cada um com o logo da Pantone na parte inferior traseira.
Motorola Edge 70 tem câmera principal de 50 MP (imagem: divulgação/Motorola)

Qual o preço e disponibilidade?

Por enquanto, não há preço ou uma data exata de quando o Motorola Edge 70 será lançado no Brasil. A homologação, porém, indica que a chegada do aparelho não deve demorar.

Lá fora, o smartphone é vendido por 799 euros (cerca de R$ 5 mil, em conversão direta) na versão com 512 GB de armazenamento.

Motorola já pode vender o ultrafino Edge 70 no Brasil

💾

Smartphone fininho foi homologado pela Anatel e agora pode ser comercializado no país. Motorola Edge 70 traz bateria de 4.800 mAh e chip Snapdragon 7 Gen 4.

Certificado de homologação do Edge 70 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola Edge 70 (imagem: divulgação/Motorola)

Novo PC portátil da Lenovo já pode ser vendido no Brasil

13 de Novembro de 2025, 10:38
Legion Go 2 foi anunciado pela Lenovo em setembro (imagem: divulgação)
Resumo
  • Legion Go 2 da Lenovo foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O PC portátil possui duas versões: uma com CPU Ryzen Z2 e outra com Ryzen Z2 Extreme.
  • Especificações incluem tela OLED de 8,8 polegadas, RAM de até 32 GB, SSD de até 2 TB e bateria de 74 Wh.

Não é só a Asus que quer capturar o público gamer brasileiro: a Lenovo homologou dois modelos do seu novo PC portátil, o Legion Go 2. A principal diferença entre eles está na CPU: o modelo 8ASP2 é o topo de linha com Ryzen Z2 Extreme, enquanto o 8AHP2 utiliza o chip Ryzen Z2. 

Com a certificação, emitida na última terça-feira (11/11), o console já pode ser vendido no Brasil. Ele também deverá receber a nova interface Xbox Experience for Handheld (Experiência Xbox para Portátil), que estreou na linha ROG Xbox Ally, já homologada por aqui.

Certificado de homologação do Lenovo Legion Go 2 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Demais especificações técnicas

Lenovo Legion Go 2 em sua foto de certificação, sem os controles destacáveis
Dispositivo sem os controles destacáveis (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
  • Memória RAM de 16 GB ou 32 GB
  • LPDDR5x-8000 no modelo com Z2 Extreme, LPDDR5x-7500 no modelo Z2
  • Os chips instalados são LPDDR5x-8533, mas rodam em clocks menores
  • Tela OLED multi-touch de 8,8 polegadas de 1.920 x 1.200 pixels, taxa de atualização variável de até 144 Hz com proteção de vidro Gorilla Glass 3
  • SSD NVMe de 512 GB, 1 TB ou 2 TB (a última opção apenas no modelo com Z2 Extreme)
  • Leitor de cartão microSD
  • Bateria de 74 Wh com carregador de 65 W
  • Duas portas USB-C, capazes de USB 4 40 Gb/s e DisplayPort, além de portas USB-C para recarga nos controles removíveis
  • Saída para fones de ouvido P2
  • Peso de aproximadamente 920 gramas
  • Windows 11 Home

Disponibilidade e preço no Brasil

Ainda não temos informações de quando o modelo chegará ao Brasil, mas a homologação é um bom indicativo de que a Lenovo quer lançar o dispositivo por aqui. E preparem-se, porque não deve ser barato. 

Nos EUA, o Legion Go 2 custa incríveis US$ 1.099 (aproximadamente R$ 5.560, em conversão direta), na versão com 16 GB de RAM e 1 TB de SSD. A versão topo de linha, com Ryzen Z2 Extreme, 32 GB de RAM e SSD de 2 TB, custa US$ 1.479 (R$ 7.830).

Apenas para comparação, o Legion Go S está disponível no Brasil por pouco menos de R$ 6.200, mas é vendido nos EUA por US$ 499.

Com informações do The Verge

Novo PC portátil da Lenovo já pode ser vendido no Brasil

💾

Legion Go 2 foi homologado pela Anatel e pode ser comercializado no país. Segunda geração do console traz CPU AMD Ryzen Z2 e tela de 8,8 polegadas.

Lenovo Legion Go 2 (imagem: divulgação/Lenovo)

Certificado de homologação do Lenovo Legion Go 2 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Asus já pode vender o ROG Xbox Ally no Brasil

7 de Novembro de 2025, 11:45
Foto superior do console de videogame portátil ROG Xbox Ally na cor branca. O dispositivo tem tela preta desligada que reflete uma janela. Nas laterais, há controles analógicos pretos, D-pad, botões de ação coloridos e fendas de ventilação. O logo "ROG" é visível na borda inferior da tela. O logo do "Tecnoblog" aparece no canto inferior direito.
ROG Xbox Ally está pronto para ser vendido no Brasil (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • Anatel homologou o ROG Xbox Ally, permitindo sua venda no Brasil.
  • O ROG Xbox Ally tem especificações inferiores ao ROG Xbox Ally X, já homologado, e é comercializado na cor branca.
  • Por enquanto, não há informações sobre o preço para o mercado nacional, mas o dispositivo custa US$ 600 nos Estados Unidos.

Após a homologação do ROG Xbox Ally X, revelada em primeira mão pelo Tecnoblog, a aguardada certificação do segundo modelo chegou. A Anatel homologou na última segunda-feira (03/11) a versão padrão do console portátil, o ROG Xbox Ally (código RC73YA), considerado o “irmão menor” da nova geração.

Com a certificação, o console já pode ser vendido no Brasil. Assim como o seu irmão, ele possui a nova interface Xbox Experience for Handheld (ou Experiência Xbox para Portátil, em tradução livre) e tela de 7 polegadas LCD de tecnologia IPS, com taxa de atualização variável de até 120 Hz. 

Imagem mostra o certificado de homologação na Anatel do ROG Xbox Ally. Na parte inferior direita, a marca d'água do "Tecnoblog"
Certificado de homologação do ROG Xbox Ally (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que o diferencia da versão X é a cor branca e suas especificações internas, mais inferiores. São essas especificações que justificam o preço menor. 

Ainda assim, é algo a se considerar: ele custa US$ 600 nos EUA, cerca de R$ 3.215 em conversão direta. Como também não será fabricado no Brasil, seu preço deve aumentar, já que não usufrui de benefícios fiscais.

A Asus confirmou o lançamento do console no país, mas ainda não revelou quando ele chega nem o preço oficial em reais.

Foto em close-up da traseira do console portátil ROG Xbox Ally de cor branca. A parte central possui orifícios de ventilação dispostos em um padrão diagonal e um gráfico de arco-íris (holográfico) na lateral direita. Há pegadas ergonômicas texturizadas e um adesivo de informação da Anatel. O logo do "Tecnoblog" aparece no canto inferior direito.
ROG Xbox Ally é comercializado na cor branca (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Especificações do ROG Xbox Ally

  • Tela de 7 polegadas de tecnologia IPS e taxa de atualização variável de até 120 Hz
  • Bateria de 60 Wh e carregador de 65 W
  • Processador AMD Ryzen Z2 A com a respectiva GPU Radeon
  • 16 GB de memória RAM
  • SSD NVMe M.2 2230 de 512 GB
  • Duas portas USB-C e leitor de cartão microSD
  • Entrada de áudio P2
  • Pesa 670 gramas

Relembre o lançamento do ROG Ally X no Brasil

Asus já pode vender o ROG Xbox Ally no Brasil

💾

Versão padrão passou pelo processo de homologação na Anatel. Console portátil mantém design similar, mas traz hardware mais simples.

ROG Xbox Ally na homologação da Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado de homologação do ROG Xbox Ally (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

ROG Xbox Ally é comercializado na cor branca (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

ROG Xbox Ally X passa na Anatel e já pode ser vendido no Brasil

30 de Outubro de 2025, 12:59
Foto em close-up de um console de videogame portátil, o ROG Xbox Ally X, de cor preta. O dispositivo tem pegadas ergonômicas nas laterais e controles padrão: analógicos, D-pad, e botões. A tela grande está desligada e reflete o ambiente. O logo do Tecnoblog aparece no canto inferior direito.
Console portátil já pode ser vendido no mercado nacional (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
Resumo
  • O ROG Xbox Ally X, fruto da parceria entre a Asus e a Microsoft, foi homologado pela Anatel e pode ser vendido no Brasil.
  • O console possui tela IPS de 7 polegadas, processador AMD Ryzen AI Z2 Extreme, 24 GB de RAM, SSD NVMe de 1 TB e pesa 715 gramas.
  • O preço e a data oficial de chegada ao Brasil ainda não foram divulgados.

Os gamers brasileiros têm motivo para comemorar. O console portátil ROG Xbox Ally X foi homologado pela Anatel na última terça-feira (28/10) e já pode ser vendido no Brasil, segundo a documentação obtida pelo Tecnoblog.

O modelo registrado está na cor preta e é resultado de uma parceria entre Asus e Microsoft. Ele vem com nova interface sobre o Windows 11, denominada Xbox Experience for Handheld (ou Experiência Xbox para Portátil, em tradução livre).

Imagem mostra a certificação do ROG Xbox Ally X na Anatel. No canto inferior direito, a marca d'água do "tecnoblog".
Certificação do ROG Xbox Ally X na Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que não deve ser motivo para comemorar, contudo, é o preço: o modelo custa US$ 999 nos EUA. Como será importado, não terá benefícios fiscais no Brasil e deve custar mais que os quase R$ 5.400 da conversão direta.

Seu antecessor, o ROG Ally X, foi lançado por aqui por R$ 7.999. Alguns rumores chegaram a indicar que o aparelho desembarcaria no país custando R$ 11.500, enquanto o seu “irmão menor”, o ROG Xbox Ally (ainda não homologado), poderia chegar por R$ 8.100.

A Asus negou essas informações poucos dias depois, e esclareceu que o “anúncio feito por terceiros se refere à importação independente, sem as certificações requeridas nacionalmente e sem a garantia oficial da Asus Brasil”.

Mais detalhes das especificações

Imagem mostra o manual do console portátil ROG Xbox Ally X. O logo do "Tecnoblog" aparece no canto inferior direito.
Manual do ROG Xbox Ally X (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
  • Tela de 7 polegadas de tecnologia IPS e taxa de atualização variável de até 120 Hz
  • Bateria de 80 Wh (a mesma do antecessor) e carregador de 65 W
  • Processador AMD Ryzen AI Z2 Extreme com a respectiva GPU Radeon
  • 24 GB de memória RAM
  • SSD NVMe de 1 TB
  • Duas portas USB-C (uma delas Thunderbolt 4) e leitor de cartão microSD
  • Entrada de áudio P2
  • Pesa 715 gramas
Foto em close-up, vista lateral, de um console de videogame portátil de cor preta, mostrando a parte superior do dispositivo. Na parte central, há orifícios de ventilação, e nas laterais, as pegadas ergonômicas. A borda superior do console exibe, da esquerda para a direita: um botão de liga/desliga, um conector P2 para fone de ouvido, um slot para cartão, botões de volume, e portas USB-C. O logo do Tecnoblog aparece no canto inferior direito.
Conexões do ROG Xbox Ally X (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
Imagem mostra um carregador preto sobre uma mesa branca. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog"
Carregador do console tem 65 W (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Quando o ROG Xbox Ally X chega?

Imagem mostra a parte traseira de um console portátil ROG Xbox Ally X de cor preta, com a certificação da Anatel. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog".
Dispositivo foi certificado pela Anatel (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

O console ainda não tem data de lançamento no Brasil, mas a homologação indica que isso deve acontecer em breve. Apesar dos rumores, o preço oficial também não foi divulgado.

Anunciados em junho, os dois novos portáteis Xbox tiveram pré-venda no mercado internacional no último mês — e o Xbox Ally X, mesmo com o preço elevado, se esgotou em poucas horas.

Relembre o lançamento do ROG Ally X no Brasil

ROG Xbox Ally X passa na Anatel e já pode ser vendido no Brasil

💾

Console portátil é fruto da parceria entre Asus e Microsoft e está liberado para venda no mercado nacional. Preço oficial ainda não foi divulgado, mas deve ser alto.

Certificação do ROG Xbox Ally X na Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

(imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

(imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

(imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

(imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Jovi prepara novo celular misterioso para o Brasil

22 de Outubro de 2025, 12:18
Imagem mostra três celulares Vivo Mobile lado a lado. Os dois primeiros com a parte traseira à frente, e o terceiro com a tela à mostra. Ao fundo, está a bandeira do Brasil.
Jovi é a operação brasileira da chinesa Vivo Mobile (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Jovi, operação nacional da Vivo Mobile, homologou na Anatel um novo celular identificado como J2502.
  • O modelo usa a bateria BA93X, a mesma de 6.500 mAh vendida em outro modelo com carregador de 90 W, e suportará 5G, Wi-Fi dual-band e NFC.
  • O aparelho será fabricado no país e pode corresponder às linhas Vivo T4, T4x, T4 Pro, V60 ou V60 Lite, todos com características semelhantes.

Um novo modelo da fabricante chinesa Vivo (que opera por aqui como Jovi) deve desembarcar no Brasil em breve, conforme indica sua homologação na Anatel. O celular foi certificado com o código de modelo J2502 na última segunda-feira (20/10).

O aparelho possui 5G, Wi-Fi em 2,4 e 5 GHz, NFC e deve ser fabricado na GBR Componentes em Manaus (AM). A bateria do celular é a BA93X — a mesma de 6.500 mAh típicos do V50 Lite 5G, comercializado com o carregador de 90 W já utilizado em outros modelos da linha.

Jovi V2502 foi homologado pela Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Jovi T4 vem aí?

É justamente a bateria que aumenta o mistério em relação a este aparelho: o Vivo T4, que possui código de modelo V2502 e é vendido na Índia, tem características que se alinham com o modelo homologado pela Anatel, com exceção da bateria. O modelo indiano possui bateria de 7.300 mAh, significativamente maior.

O Vivo T4 possui tela AMOLED de 6,77 polegadas, taxa de atualização de 120 Hz, SoC Snapdragon 7s Gen 3 com 8 ou 12 GB de RAM e 128 ou 256 GB de memória interna. Também conta com duas câmeras traseiras, sendo a principal de 50 megapixels. Por lá, ele é vendido em duas opções de cores: cinza e verde.

Bateria BA93X da Jovi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Ainda assim, a bateria pode não ser um fator para excluir a vinda do T4 para o Brasil: o Jovi Y29s vendido por aqui possui bateria com 6.000 mAh, maior que a do modelo internacional.

Outro modelo cujas características se alinham com o certificado pela Anatel é o Vivo T4x, também vendido na Índia. Sua bateria tem a mesma capacidade de 6.500 mAh e ele possui 5G e Wi-Fi 6. Porém, é vendido sem NFC. A homologação pode indicar também para o T4 Pro (sem NFC) e o V60 e V60 Lite.

Jovi prepara novo celular misterioso para o Brasil

Vivo Mobile vai usar o nome Jovi para evitar problemas judiciais com a operadora (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Jovi V2502 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

TIM deve adotar modem com Wi-Fi 7 para fibra óptica

15 de Outubro de 2025, 10:47
Arte mostra uma mulher com um notebook no colo. No fundo, o logo do Tim Ultrafibra. Na parte inferior direita, a marca do "tecnoblog"
TIM UltraFibra deve incluir modem compatível com Wi-Fi 7 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • TIM deve oferecer um modem com Wi-Fi 7 para seus clientes de fibra óptica.
  • O dispositivo é fabricado pela Blu-Castle e já foi homologado pela Anatel.
  • O modelo suporta Wi-Fi 7 em 2,4 GHz e 5 GHz, com cinco portas Ethernet, incluindo uma de 2,5 Gb/s.

A TIM deve passar a oferecer um modem com a nova tecnologia Wi-Fi 7 para seus clientes de internet fixa por fibra óptica, o chamado TIM UltraFibra. O dispositivo fabricado pela empresa espanhola Blu-Castle foi homologado na Anatel, de acordo com documentos visualizados pelo Tecnoblog.

O Blu-Castle 7 é um ONT GPON que foi homologado em 9 de outubro. Como o nome indica, é compatível com o Wi-Fi 7 (802.11be), mas apenas nas faixas de 2,4 GHz e 5 GHz, sem fazer uso da nova faixa de 6 GHz. 

Imagem mostra um documento de homologação da Anatel
Modem foi homologado pela Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Ele também possui cinco portas Ethernet: quatro compatíveis com 1 Gb/s (Gigabit por segundo) e uma capaz de chegar a 2,5 Gb/s. O modelo possui saída RJ11 para um telefone fixo, porta USB-A 3.0, entrada de 12V para alimentação e o conector para a fibra óptica.

Imagem mostra a parte traseira de um modem. Ele possui cinco portas Ethernert e é de cor preta. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog"
Dispositivo tem cinco portas Ethernet (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O GPON (Gigabit Passive Optical Network) é a tecnologia de fibra óptica utilizada hoje, não apenas pela TIM, mas pela grande maioria das operadoras de internet fixa no mundo. Ela permite download de até 2,4 Gb/s e upload de 1,2 Gb/s. 

O fato deste modem continuar utilizando GPON indica que a TIM não deverá oferecer a tecnologia XGS-PON, ao menos por enquanto. A empresa vai na contramão das concorrentes Vivo e Claro, que recentemente anunciaram atualizações em suas redes e novos planos com maiores velocidades.

Imagem mostra um modem de cor preta da Blu-Castle sobre um fundo branco. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog"
Modem Blu-Castle é compatível com o Wi-Fi 7 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O XGS-PON, mais avançado, pode oferecer taxas de download e upload simétricos de até 10 Gb/s, utilizando novos comprimentos de onda e permitindo atualização das redes sem interferir nos clientes existentes no GPON. A tecnologia está em uso pela Vivo, Claro e diversos provedores regionais, como a Unifique, a Alares e a Pombonet.

Nós não sabemos quando a TIM passará a fornecer este novo aparelho para os seus quase 821 mil clientes. Em setembro, a prestadora revelou que ofereceria uma “degustação” de Wi-Fi 7 para os consumidores, sem dar mais detalhes.

TIM deve adotar modem com Wi-Fi 7 para fibra óptica

TIM Ultrafibra tem promoções em planos de 600 Mb/s e 1 Gb/s (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Modem Blu-Castle é compatível com o Wi-Fi 7 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Oakley homologa óculos inteligentes esportivos no Brasil

13 de Outubro de 2025, 10:12
Imagem mostra uma pessoa com um óculos smart Oakley Meta Vanguard. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog".
Meta confirma venda do Oakley Meta Vanguard no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Oakley Meta Vanguard foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O óculos smart possui câmera ultrawide, integração com Strava e Garmin, além de certificação IP67 contra poeira e água.
  • O modelo oferece até 9 horas de bateria e está em pré-venda no exterior por US$ 499, ainda sem previsão de preço no mercado nacional.

Como noticiamos anteriormente aqui no Tecnoblog, os óculos smart Oakley Meta Vanguard serão vendidos no Brasil em breve. A certificação para isso ocorreu na última quinta-feira (09/10): os dispositivos foram homologados pela Anatel e já podem ser vendidos por aqui.

Assim como outros óculos inteligentes da Meta, o modelo é fabricado pela EssilorLuxottica, empresa que detém diversas marcas de óculos e lentes, como Ray-Ban, Transitions e a própria Oakley.

Imagem mostra um documento de homologação da Anatel. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog".
Oakley Meta Vanguard foi homologado pela Anatel (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Ao contrário dos irmãos Oakley Meta HSTN e Ray-Ban Meta, a câmera do Vanguard é ultrawide e fica no centro do óculos, logo acima do nariz. Seus recursos são focados em práticas esportivas, com integração ao Strava e dispositivos da Garmin. 

O óculos possui certificação IP67 contra poeira e água e, assim como o HSTN, possui Bluetooth 5.3 e Wi-Fi 6E. O Oakley Meta Vanguard deve ser vendido em quatro opções de cores e lentes: Prizm Black, Prizm Road, Prizm 24k e Prizm Sapphire.

Imagem mostra um óculos smart Oakley Meta Vanguard segurado em uma mão. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog".
Oakley Meta Vanguard grava vídeo em 122º (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Imagem mostra um óculos Oakley Meta Vanguard sobre uma mesa branca. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog".
Wearable da Oakley já pode ser vendido no país (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Ele deve oferecer até 9 horas de bateria (que pode ser recarregada no estojo que acompanha o produto, oferecendo mais 36 horas de carga).

O modelo ainda não tem data de chegada e nem preço para o mercado nacional, mas está em pré-venda no exterior por US$ 499, um pouco mais caro que o Oakley Meta HSTN (que começa em US$ 399 e vai até US$ 479, se equipado com lentes Transitions). No Brasil, o Meta HSTN desembarcou por R$ 3.459.

Oakley homologa óculos inteligentes esportivos no Brasil

Meta confirma venda do Oakley Meta Vanguard no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Oakley Meta Vanguard foi homologado pela Anatel (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Oakley Meta Vanguard grava vídeo em 122º (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
❌