Windows 10 ganha mais um ano de suporte estendido (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Microsoft estendeu programa Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) para Windows 10 até outubro de 2027, uma ampliação de um ano;
programa ESU oferece atualizações de segurança para o Windows 10, que deixou de ter suporte em 14 de outubro de 2025;
consumidores já inscritos no ESU receberão atualizações de segurança até outubro de 2027, sem necessidade de ação adicional.
A Microsoft deixou de oferecer suporte ao Windows 10 em 14 de outubro de 2025. Porém, consumidores que se inscreveram no programa Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) continuarão recebendo updates de segurança até outubro de 2026. Ou melhor, até outubro de 2027: sem fazer alarde, a Microsoft adicionou um ano de duração ao programa.
O suporte que era oferecido até outubro de 2025 permitia que o Windows 10 recebesse tanto atualizações funcionais (como novos aplicativos) quanto de segurança. Sem updates, o sistema operacional corre o risco de ficar vulnerável a ataques ou malwares com o passar do tempo.
Diante dessas circunstâncias, a recomendação da Microsoft é a de migrar para o Windows 11, que segue sendo suportado. Porém, esse processo pode ser oneroso ou complexo, tanto para organizações quanto para usuários domésticos.
É por isso que o ESU é oferecido. Trata-se de um programa que oferece atualizações de segurança para softwares que tiveram seu ciclo de suporte encerrado. A intenção da Microsoft, com a iniciativa, é dar mais tempo para que a migração seja feita.
Para usuários domésticos, as atualizações via ESU estavam limitadas a um ano de duração (para organizações, o limite padrão é de três anos). Bom, agora são dois anos. A Microsoft atualizou esta página de ajuda para adicionar essa informação:
O suporte para o Windows 10 terminou. Você pode se inscrever no ESU a qualquer momento até o término do programa em 12 de outubro de 2027. Se você já estiver inscrito, sua cobertura continuará automaticamente até essa data — nenhuma ação é necessária.
Caixa do assistente de ESU para Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Por que a Microsoft ampliou o suporte estendido ao Windows 10?
Não está claro. Mas uma possibilidade é a de que a atual escassez de chips de memória RAM e armazenamento tenha pesado para a decisão da Microsoft.
Esse cenário tem feito os preços de componentes e computadores aumentarem consideravelmente. Como, em muitos casos, a migração para o Windows 11 requer a compra de um PC novo, há quem esteja adiando a aquisição de uma máquina justamente por causa dos preços aumentados. Talvez a ampliação do ESU vise atender consumidores nessa situação.
Se você tem um computador com esse sistema e quer aproveitar o suporte estendido, veja como se inscrever no ESU do Windows 10. Para quem já está inscrito, o suporte até outubro de 2027 foi aplicado automaticamente, como a Microsoft deixou claro.
Mas vale reforçar: o ESU oferece apenas atualizações de segurança.
O drama do Windows 11: o que deu errado para a Microsoft prometer salvá-lo? (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Em 20 de março de 2026, Pavan Davuluri, chefe da divisão Windows, publicou uma declaração intitulada “Nosso compromisso com a qualidade do Windows”, em tradução livre. Na postagem, a Microsoft promete melhorar vários aspectos do Windows 11 em prol da experiência do usuário. Mas, afinal, o que há de errado com esse sistema operacional para ele ser tão criticado?
A causa não envolve só questões técnicas. As expectativas dos usuários também entram nessa conta. Este ponto, aliás, é a origem do conflito. Como você verá a seguir, há um evidente descompasso entre como a Microsoft espera que as pessoas lidem com Windows 11 e como, de fato, elas usam o sistema.
O Windows 10 tem “culpa”
O Windows 11 foi lançado oficialmente em 5 de outubro de 2021. À época, muita gente aderiu à novidade por ser algo… novo. A Área de Trabalho reformulada, que centraliza a Barra de Tarefas por padrão e fez o Menu Iniciar parecer mais versátil (sem ser), bem como o padrão visual mais moderno, atraíram curiosos e entusiastas.
Também era possível fazer upgrade gratuito para a nova versão a partir do Windows 10, desde que o PC atendesse aos requisitos de hardware. Isso também contribuiu para o Windows 11 conquistar adeptos na fase inicial.
Mas não chegou a haver uma “onda migratória”. Depois que o ar de novidade se dissipou, muita gente simplesmente não sentiu necessidade de mudar para o Windows 11. Não foi, necessariamente, por resistência ao novo, mas devido à percepção de que esse “novo” não era vantajoso ou, pior, causaria um decréscimo de experiência.
É como ter uma poltrona confortável para ver futebol na TV. Ela reclina, é macia, tem resistência e conta até com suporte para bebida. Um dia, alguém te oferece uma poltrona mais moderna, com massageador. Você troca. A massagem é boa. Mas aí você percebe que a nova poltrona não é tão confortável quanto a anterior. E você não quer saber de massagem enquanto assiste ao jogo.
Certamente você percebeu que, aqui, a poltrona antiga é o Windows 10. Essa versão do sistema pode não ser tão requintada quanto o Windows 11, mas é confortável porque funciona a contento. E funciona porque o Windows 10 cumpriu uma missão nobre: resolver os problemas de seus antecessores.
O polêmico Windows 8 sem Menu Iniciar (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Lançado em 2012, o Windows 8 foi, digamos, trágico. A interface Metro dessa versão tentava sobrepor uma experiência de tela sensível a toques ao desktop convencional. Por conta disso, o Menu Iniciar perdeu espaço, aplicativos abriam em tela cheia desnecessariamente e, muitas vezes, era até difícil usar a clássica combinação de mouse com teclado.
Em 2013, a Microsoft tentou amenizar a situação com o Windows 8.1, que trazia o Menu Iniciar de volta (em uma versão ainda baseada em blocos ou “Tiles”, mas trazia) e restaurava o acesso direto à Área de Trabalho. Mas o sistema operacional continuava sendo confuso.
A salvação só veio em 2015, quando o Windows 10 chegou. Ainda que essa versão não fosse perfeita, ela tornou o Menu Iniciar e a Barra de Tarefas mais amigáveis, foi mais competente em separar as experiências de desktop e de tela sensível a toques, e implementou um padrão visual sóbrio, mas ainda moderno.
Mas, talvez, o maior trunfo do Windows 10 foi ser estável. A Microsoft conseguiu lapidar bem o sistema para que ele trabalhasse até com hardware mais simples — os requisitos mínimos desse sistema eram praticamente os mesmos exigidos no Windows 7 —, ainda que esse atributo só tenha sido conquistado com o passar do tempo.
Windows 10: “tá tudo bem agora” (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O Windows 10 acabou sendo bem aceito, de modo geral. Mas a Microsoft não estava satisfeita. A companhia tinha planos maiores para essa versão, mas ela ainda estava presa a um modelo de operação clássico, que parecia engessado frente ao trabalho que a Apple fazia (e ainda faz) com relação ao macOS ou até que o Google fez com o ChromeOS.
Como, para todos os efeitos, o Windows 10 ainda era um remédio para os problemas de seus antecessores, ele não comportaria mudanças drásticas. Se era para pensar grande, um novo sistema deveria ser lançado. O Windows 11 apareceu em 2021 para abrir essa porta. Só que a Microsoft tocou o projeto sem dar a devida atenção às expectativas dos usuários.
Afinal, quais são os pecados do Windows 11?
O Windows 11 foi lançado em outubro de 2021, mas usuários reclamavam de algumas mudanças já nas versões prévias do sistema operacional. Uma delas foi a exigência do TPM 2.0. Embora este seja um importante recurso de segurança, muita gente viu o requisito como uma forma de a Microsoft forçar a compra de PCs novos, pois o componente não existe em máquinas antigas (em geral, fabricadas antes de 2017).
Para aqueles que conseguiram migrar para o Windows 11 ou, de fato, compraram um computador novo, alguns conflitos de experiência surgiram de imediato, reforçando algumas das queixas antecipadas durante o período de prévias.
A Barra de Tarefas do Windows 10, à esquerda, é mais prática que no Windows 11, à direita (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Dou um exemplo de algo que incomodou a mim. Por causa do meu trabalho, vivo fazendo capturas de tela. No Windows 10, basta pressionar a tecla Print Screen e colar o resultado em um editor de imagem. No Windows 11, o mesmo botão abre a Ferramenta de Captura, que tem vários recursos úteis, mas me é muito menos ágil com esse trabalho.
Questão de costume ou reconfiguração? Talvez. Seja como for, essa é uma fricção particular. Mas é diferente com a Barra de Tarefas. Não demorou para os usuários perceberem que ela ficou limitada, não permitindo ser movida para outros pontos da Área de Trabalho, tendo um relógio que não exibe segundos e um calendário que, basicamente, só exibe datas, sem permitir agendamentos.
E aí veio o Menu Iniciar. Ele exibe ícones mais dispersos entre si, parece ser um pouco mais lento em relação ao Windows 10, e tem recomendações de aplicativos ou arquivos muitas vezes desnecessários, sem contar que ele é menos personalizável. É verdade que a Microsoft acabou atenuando a bagunça do Menu Iniciar do Windows 11. Mesmo assim, ainda prefiro a versão do Windows 10.
O melhorado, mas ainda criticado Menu Iniciar do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Ao falar de “mais lento” no parágrafo acima, lembrei de outro problema: no início, o Windows 11 parecia ser mais instável na comparação com o Windows 10. Isso ficou mais perceptível para quem migrou de um para o outro no mesmo computador. Hoje, a situação é bem melhor. Mas, às vezes, ainda me parece que falta algum ajuste fino durante a execução de jogos, por exemplo.
Podemos ainda listar probleminhas (ou problemões) como:
condicionar a instalação do Windows 11 a uma conta Microsoft;
as várias tentativas da Microsoft de empurrar o Edge para o usuário (hoje, menos, felizmente);
liberação de recursos que demora para chegar a todos os usuários, gerando fragmentação funcional (o Windows 11 de um PC parece nunca ser igual ao de outro);
problemas recorrentes em atualizações do sistema (isso aconteceu com outras versões, mas escalou com o Windows 11 nos últimos meses);
para fechar, a Microsoft exagerou na tentativa de integrar o Copilot ao Windows 11, tanto que ficou parecendo que aprimoramentos importantes ficaram em segundo plano (só faltou ter Copilot na tela azul que agora é preta).
IA no Paint para Windows 11; é legal, mas precisava? (imagem: divulgação/Microsoft)
O Windows 11 tem salvação?
Se a Microsoft quiser, sim. Até porque o Windows 11 já tem quase cinco anos de mercado e, nesse meio tempo, passou por aprimoramentos. Eu acho que a companhia tem feito um trabalho muito bom com o Windows Subsystem for Linux (WSL), por exemplo.
Consideremos também que, na publicação de Pavan Davuluri e em anúncios posteriores, a Microsoft prometeu mudanças, ainda para 2026, que vão levar o Windows 11 a um nível de amadurecimento notável se as promessas forem cumpridas. Entre elas, estão:
no desempenho, um Windows 11 mais responsivo, consistente e confiável, o que envolve menor latência em menus e mais cuidados com drivers, por exemplo;
mais controle sobre os widgets (quase sempre irritantes ou irrelevantes), menos notificações ou distrações em geral.
Barra de Tarefas vai voltar a ser móvel no Windows 11 — mas ainda não é (imagem: reprodução/Microsoft)
Quem acompanha as novidades do Windows 11 por meio do programa de testes Windows Insider nota o esforço da Microsoft para cumprir as promessas. Então, “não deixai toda a esperança, vós que entrais”.
O que ainda alimenta alguma desconfiança é que a Microsoft demorou para admitir os problemas do Windows 11. Parece que o choque de realidade só veio depois que o MacBook Neo fez algum barulho (e ele não é tão impressionante) e, antes disso, com incômodos como o causado pelo SteamOS (quem disse que precisamos do Windows para jogar?).
Não precisava ter chegado a tal ponto. A essa altura, a imagem do Windows 11 seria muito mais positiva se a Microsoft tivesse prestado atenção às demandas dos usuários. E olha que a empresa tem um ótimo canal para isso: o já mencionado Windows Insider, com os seus engajados participantes.
Barra de Tarefas móvel no Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)Resumo
Windows 11 permitirá reposicionar a Barra de Tarefas, atendendo a pedidos frequentes dos usuários;
Microsoft planeja ainda otimizar o Explorador de Arquivos e dar mais controle sobre atualizações via Windows Update;
empresa também reduzirá pontos de entrada do Copilot em aplicativos como Ferramenta de Captura e Bloco de Notas.
Ao contrário do Windows 10 (e de versões anteriores do sistema), o Windows 11 não permite mover a Barra de Tarefas para as laterais ou para o topo da tela. Mas isso vai mudar: em clima de “antes tarde do que mais tarde”, a Microsoft revelou que a Barra de Tarefas poderá ser reposicionada no Windows 11 em breve.
O motivo da decisão? O número de queixas ou solicitações que a Microsoft recebeu sobre essa limitação:
Reposicionar a Barra de Tarefas é um dos pedidos mais frequentes que recebemos de vocês. Estamos introduzindo a possibilidade de reposicioná-la na parte superior ou nas laterais da tela, facilitando a personalização do seu espaço de trabalho.
Pavan Davuluri, chefe de Windows na Microsoft
Curiosamente, a decisão chega na mesma semana em que o PowerToys 0.98 foi lançado trazendo uma opção de barra adicional na Área de Trabalho (gratuito, o PowerToys é o “canivete suíço” do Windows, vale destacar).
Mas esta não é a única novidade que a Microsoft reserva para o Windows 11. Entre as demais está o plano de melhorar o desempenho e a praticidade do sistema operacional, o que será feito por meio da otimização do Explorador de Arquivos, só para exemplificar.
A companhia também fala em permitir que o usuário tenha mais controle sobre as atualizações disponibilizadas via Windows Update. Será possível definir um período de pausa no recebimento das atualizações, por exemplo, o que pode ser útil para prevenir bugs causados por elas (o que tem sido frequente).
Para quem não aguenta mais se deparar com o Copilot em todo canto do Windows 11, a Microsoft prometeu ser mais cuidadosa com isso: “estamos reduzindo os pontos de entrada desnecessários do Copilot, começando com aplicativos como Ferramenta de Captura, Fotos, Widgets e Bloco de Notas”, conta Davuluri.
Copilot vai ficar menos “enxerido” no Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)
Quando o Windows 11 receberá todas essas novidades?
Como de hábito, as mudanças no Windows 11 serão implementadas de modo gradual. Inicialmente, terão acesso às novidades os participantes do programa de testes Windows Insider, já nas próximas semanas.
Em linhas gerais, a expectativa é de que esse “novo” Windows 11 fique disponível massivamente até o fim de 2026. Tomara!
Zorin OS 18 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Zorin OS 18 atingiu 2 milhões de downloads em três meses após fim do suporte ao Windows 10, em 14 de outubro de 2025;
Mais de 75% dos downloads do Zorin OS 18 vieram de usuários do Windows;
Projeto Zorin OS 18 é baseado no Ubuntu 24.04.3, possui suporte de longo prazo até junho de 2029 e inclui o Wine 10.0 para compatibilidade com aplicativos do Windows.
O fim do suporte ao Windows 10 pela Microsoft encorajou muitos usuários e organizações a pelo menos testarem o Linux. Prova disso vem do Zorin OS 18: a distribuição levou apenas três meses para alcançar a marca de 2 milhões de downloads, feito notável para um projeto que, até então, parecia ser despretensioso.
A Microsoft encerrou o suporte ao Windows 10 em 14 de outubro de 2025. A solução mais óbvia para quem usava esse sistema consistia em migrar para o Windows 11. O problema é que os requisitos de hardware dessa versão a tornam incompatível com PCs antigos — tipicamente, aqueles fabricados ou montados antes de 2017.
Esse cenário era o “empurrãozinho” do qual muita gente precisava para experimentar o Linux. Coincidência ou não, o Zorin OS 18 foi lançado oficialmente na mesma data em que o Windows 10 perdeu suporte.
Logo na primeira semana após o lançamento, a distribuição superou a marca de 100.000 downloads. Em novembro, depois de um mês, esse número já havia subido para 1 milhão de downloads.
Agora, nesta segunda semana de 2026, os desenvolvedores do projeto celebraram outro feito: a marca de 2 de milhões de downloads do Zorin OS 18 desde o seu lançamento oficial.
Em postagem no X, os desenvolvedores afirmam que mais de três quartos (75%) desses downloads vieram de usuários do Windows.
Gerenciador de arquivos do Zorin OS 18 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Não há informação sobre a quantidade de downloads que correspondem a usuários do Windows 10. Nessa leva, pode haver usuários de Windows 11 que simplesmente tiverem interesse em testar a distribuição. Tampouco está claro qual é a proporção de downloads que resultaram em instalações efetivas do sistema operacional.
De todo modo, no melhor dos cenários, os números apresentados sugerem que o Zorin OS conquistou pelo menos 1,5 milhão de usuários de Windows. Para uma distribuição Linux até então não muito popular, trata-se de um avanço notável.
O que o Zorin OS 18 oferece?
O Zorin OS 18 é baseado na distribuição Ubuntu 24.04.3, foi lançado com kernel Linux 6.14 e oferece suporte de longo prazo (LTS), garantido até junho de 2029.
Um de seus diferenciais é a interface amigável, fruto de uma modificação bastante acentuada do ambiente de desktop Gnome. Até certo ponto, a interface lembra a dinâmica de uso do Windows 10. Há até uma espécie de Menu Iniciar alinhado à esquerda por ali.
Zorin OS 18 Core (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Outro recurso interessante é o suporte a aplicativos de Windows, efeito da incorporação do Wine 10.0 à distribuição. Isso também pode ter facilitado a migração do Windows 10 para o Zorin OS.
O Zorin OS 18 pode ser baixado a partir do site do projeto. Após o download, basta recorrer a uma ferramenta como o Rufus para criar um pendrive de instalação.
PowerToys 0.96 no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
PowerToys 0.96 melhora principalmente as funções Paleta de Comandos e Colar Avançado;
Função PowerRename agora extrai metadados de fotos; ZoomIt suporta GIFs; Mouse Sem Bordas permite rolagem horizontal;
PowerToys 0.96 está disponível no GitHub para Windows 10 e 11, gratuitamente.
Apelidado de “canivete suíço” por reunir vários utilitários para Windows, o PowerToys acaba de chegar à versão 0.96. Desta vez, não há recursos novos. Porém, a novidade melhora várias das funções já existentes, a exemplo da Paleta de Comandos e do modo Colar Avançado.
A Paleta de Comandos é um dos recursos mais interessantes do PowerToys, pois permite que você acesse rapidamente aplicativos, extensões, configurações e outros recursos digitando Windows + Alt + Espaço.
No PowerToys 0.96, a Paleta de Comandos ficou visualmente mais condizente com o Windows 11, teve a sua página de configurações reorganizada, preserva o tamanho da janela quando o usuário a modifica, permite que recursos como “Executar comandos” apareçam mais rapidamente, adiciona filtros à pesquisa de arquivos, entre outros avanços.
Já a função Colar Avançado, que permite transformar o conteúdo da área de transferência em diversos formatos, agora pode funcionar em conjunto com modelos online de IA de vários provedores, como Azure OpenAI, OpenAI e Google Gemini.
Paleta de Comandos no PowerToys 0.96 (imagem: reprodução/Microsoft)
O que mais o PowerToys 0.96 melhora?
Entre os demais avanços do PowerToys 0.96 estão:
PowerRename: a função que permite renomear vários arquivos de uma vez agora extrai metadados de fotos para permitir a sua organização em categorias como modelo de câmera, lente, tempo de exposição, entre outros parâmetros;
ZoomIt: a função que aplica zoom em um ponto específico da tela agora funciona com arquivos GIF e melhora as screenshots (capturas de tela);
Mouse Sem Bordas: a função que permite usar o mouse e o teclado em outro computador na mesma rede local agora suporta rolagem de tela horizontal;
Modo Claro: introduzido no PowerToys 0.95, o Modo Claro (Light Switch) faz o Windows assumir o tema escuro automaticamente; nesta atualização, a funcionalidade permite que a ativação do modo “Nascer ao Pôr do Sol” seja baseada em latitude e longitude.
Colar Avançado no PowerToys 0.96 (imagem: reprodução/Microsoft)
Como baixar o PowerToys 0.96?
O PowerToys 0.96 pode ser baixado via GitHub. Ali, basta escolher a versão mais apropriada ao seu computador (x64 para chip Intel ou AMD; arm64 para Snapdragon X ou outro chip Arm).
Apesar do foco no Windows 11, o PowerToys 0.96 também funciona no Windows 10. A ferramenta é gratuita.
Essa versão não tem nenhuma funcionalidade nova, mas pode ser diferente na próxima atualização: há negociações, na Microsoft, para o PowerToys incorporar a ferramenta Windows Edge Light, que cria um efeito de “ring light” para chamadas de vídeo no sistema operacional.
Windows 10 recebe correção urgente para falha que impedia suporte estendido (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Microsoft libera atualização KB5071959 para corrigir falha no registro do ESU (programa de atualizações estendidas) para Windows 10;
Usuários domésticos devem instalar o update pelo Windows Update para continuar recebendo correções de segurança por mais um ano;
O ESU oferece apenas atualizações de segurança, sem incluir recursos funcionais ou ajustes de desempenho.
O suporte ao Windows 10 chegou ao fim em 14 de outubro de 2025, mas o sistema operacional ainda pode receber updates de segurança por mais algum tempo por meio do ESU, sigla em inglês para Atualizações de Segurança Estendidas. O problema é que alguns usuários não conseguiam se inscrever no programa. Demorou, mas a Microsoft corrigiu a falha que causava o problema.
A correção em questão faz parte do pacote KB5071959, que está sendo distribuído de modo emergencial para computadores afetados pelo bug que impedia o registro no ESU.
O cadastro no programa deve ser feito por meio de um assistente que aparece no Windows 10. Contudo, nas máquinas afetadas pelo problema, o usuário se depara com uma mensagem de erro quando tenta habilitar o ESU, conforme explica o Windows Latest.
Em outros casos, o assistente do ESU sequer aparece, o que também impede a ativação do suporte estendido no Windows 10, obviamente.
Sem a ativação, não é possível receber as atualizações de segurança. O ESU é válido por um ano para usuários domésticos, e por até três anos para organizações. Em todos os casos, o suporte estendido oferece apenas updates de segurança, não incluindo atualizações funcionais ou ajustes de desempenho.
Caixa do assistente de ESU para Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Correção para o ESU deve ser instalada o quanto antes
Se você não conseguiu ativar o ESU no Windows 10, seja por não ter conseguido acessar o assistente, seja por ter se deparado com uma mensagem de erro durante o procedimento, deve acessar o Windows Update o quanto antes para instalar o pacote KB5071959. Relembrando, a atualização deve aparecer automaticamente nas máquinas afetadas pelo problema.
A ativação é importante porque, recentemente, a Microsoft corrigiu uma vulnerabilidade zero-day no Windows 10 (pacote (KB5068781), mas essa correção não é liberada em PCs não cadastrados no ESU. Isso porque, como o ciclo de suporte ao Windows 10 terminou, o sistema operacional não recebe mais atualizações pelas vias convencionais.
Após fim do suporte, Windows 10 permanece em mais de 40% dos PCs (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Windows 10 permanece em 41,71% dos PCs com Windows após fim do suporte em 14 de outubro de 2025, mostra Statcounter;
Windows 11 lidera com 55,18% de participação no mercado, mas crescimento parece avançar em ritmo lento;
Suporte estendido ao Windows 10 pode ajudar a explicar resistência dessa versão.
14 de outubro de 2025 é a data que marcou o fim do suporte ao Windows 10 pela Microsoft. Apesar disso, o sistema operacional continua sendo utilizado em larga escala. Dados da Statcounter mostram que o mês passado terminou com a versão 10 estando presente em 41,71% dos PCs com Windows.
O fim do suporte ao Windows 10 significa que o sistema operacional não recebe mais atualizações regulares para correções de falhas, ajustes de desempenho ou acréscimo de funcionalidades. Além disso, a Microsoft deixou de oferecer atendimento padrão a usuários ou organizações que precisam de apoio para resolver problemas no sistema.
Apesar dessas desvantagens, a migração para o Windows 11, a versão mais atual da plataforma, é um processo demorado ou indesejado para um grande número de pessoas físicas e jurídicas.
Isso ajuda a explicar os números mais recentes da Statcounter, que mostram o Windows 10 como o segundo sistema operacional mais usado em PCs em outubro de 2025, em escala global (a lista só considera sistemas operacionais da Microsoft):
Posição
Versão
Participação
1
Windows 11
55,18%
2
Windows 10
41,71%
3
Windows 7
2,52%
4
Windows XP
0,22%
5
Windows 8
0,17%
6
Windows 8.1
0,16%
É importante levar em conta que os dados da Statcounter não são precisos. As estatísticas do serviço são baseadas na análise dos acessos aos sites que utilizam as ferramentas da empresa, podendo haver variações importantes entre um mês e outro.
Mesmo assim, esses dados têm alguma relevância, até porque a Microsoft não divulga abertamente as estatísticas de uso de seus sistemas operacionais.
Podemos observar, como exemplo, que a penetração do Windows 11 no mercado aumentou em outubro, mas em ritmo relativamente lento. Basta considerarmos que o Windows 11 estava presente em 49% dos PCs em agosto deste ano, ainda de acordo com os números da Statcounter.
Participação das diferentes versões do Windows em outubro de 2025 (imagem: reprodução/Statcounter)
Suporte estendido pode explicar resistência do Windows 10
Presumivelmente, outro fator que contribui para a permanência do Windows 10 em uma proporção tão grande de máquinas é o programa de suporte estendido oferecido pela Microsoft.
Por meio do ESU, sigla em inglês para Atualizações de Segurança Estendidas, usuários domésticos podem receber atualizações para o Windows 10 durante um ano. Já o ESU para organizações pode ser contratado por até três anos mediante o pagamento de uma taxa que aumenta de valor em cada renovação anual.
A Microsoft oferece o ESU com o objetivo de dar mais tempo para que consumidores e organizações planejem uma migração para o Windows 11. Contudo, o programa oferece apenas atualizações importantes de segurança, deixando updates funcionais de fora.
Alguns PCs com Windows 10 exibem falso erro sobre suporte estendido (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Windows 10 pode exibir um falso erro sobre suporte estendido em PCs com ESU ativado;
Problema afeta as versões 22H2 Pro, Education, Enterprise, Enterprise LTSC 2021 e IoT Enterprise LTSC 2021 do Windows 10;
Microsoft está desenvolvendo uma solução; PCs afetados continuam recebendo atualizações de segurança, apesar do aviso.
A Microsoft encerrou o suporte ao Windows 10 em 14 de outubro deste ano, mas muitos usuários e organizações contrataram o ESU, programa que fornece atualizações de segurança para o sistema operacional por mais algum tempo. Porém, alguns dos PCs beneficiados informam que não há suporte estendido ativado. Trata-se de um erro.
Uma das implicações do fim do suporte ao Windows 10 está justamente na ausência de atualizações de software. Com isso, o sistema operacional deixa de receber funcionalidades, ajustes de desempenho e correções para falhas.
Mas, por meio do ESU, sigla em inglês para Atualizações de Segurança Estendidas, usuários domésticos podem receber updates por mais um ano em sua instalação do Windows 10. Nas organizações, o ESU pode ser contratado por até três anos. Em todos os casos, apenas atualizações de segurança são fornecidas.
Contudo, algumas pessoas que ativaram o ESU notaram que, ao acessar o Windows Update, o Windows 10 informa que o sistema operacional chegou ao fim de seu ciclo de suporte e que o computador não está recebendo mais atualizações de segurança.
Falso erro sobre atualizações estendidas no Windows 10 (imagem: reprodução/The Register)
Esse aviso deveria aparecer somente em PCs que não têm o ESU ativado. Após queixas a respeito surgirem em redes sociais e plataformas como o Reddit, a Microsoft reconheceu o problema e tratou de avisar que o alerta aparece de modo indevido nos PCs com ESU habilitado.
Ainda de acordo com a companhia, o problema pode se manifestar após a instalação do pacote KB5066791, que foi lançado em 14 de outubro, justamente no último dia de suporte ao Windows 10.
A Microsoft também explica que o aviso indevido afeta as seguintes versões do sistema (mas é prudente não descartar a existência do problema em outras versões):
Windows 10 versão 22H2 nas variações Pro, Education e Enterprise
Windows 10 Enterprise LTSC 2021
Windows 10 IoT Enterprise LTSC 2021
As duas últimas versões têm suporte garantido até 2027 e 2032, respectivamente, e isso reforça que o alerta é indevido.
Suporte estendido para Windows 10 ativado (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Qual a solução para o problema no Windows 10?
A Microsoft ainda está desenvolvendo uma solução definitiva para o bug. Por ora, administradores de sistemas podem configurar uma política de grupo para lidar com a falha seguindo as instruções desta página de ajuda.
É importante deixar claro, porém, que o Windows 10 das máquinas afetadas continua recebendo atualizações de segurança, mesmo quando o aviso indevido aparece.
Mozilla promete manter Firefox atualizado no Windows 10 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Mozilla confirma que Firefox continuará com suporte completo no Windows 10;
Organização reforça que ainda não há data para encerrar o suporte do navegador no sistema operacional;
Apesar disso, Mozilla recomenda migração para o Windows 11 nos PCs compatíveis.
A Microsoft encerrou o suporte ao Windows 10 nesta semana. Mas ainda há milhões de computadores rodando esse sistema operacional, no mundo todo. É por isso que a Mozilla tratou de avisar: o Firefox continuará sendo atualizado no Windows 10, e por um longo tempo.
Não chega a surpreender. Até hoje o Firefox é compatível com os Windows 7 e 8, por exemplo, embora as atualizações do navegador para esses sistemas sejam focadas apenas em segurança.
No Windows 10, o Firefox continuará recebendo atualizações completas, isto é, que envolvem não só o aspecto da segurança, como também otimizações de desempenho e novos recursos.
Na prática, a Mozilla continuará fornecendo para o Windows 10 as mesmas versões do Firefox que são direcionadas ao Windows 11. Não podia ser diferente: a própria organização reconhece que, hoje, o Windows 10 é o sistema operacional que mais concentra usuários do navegador.
Quando o suporte ao Firefox no Windows 10 será encerrado? A Mozilla informa que ainda não há uma data certa para isso:
O Firefox no canal Release [versão padrão] continuará oferecendo suporte aos usuários do Windows 10, mesmo após a Microsoft encerrar as atualizações para o sistema operacional. A Mozilla não anunciou nenhuma data para o fim do suporte ao Windows 10, mas se houver uma, levará vários anos para isso.
Mozilla Firefox no Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Mozilla incentiva migração para o Windows 11
Na mesma página de ajuda em que comunica a manutenção do Firefox no Windows 10, a Mozilla recomenda a migração para o Windows 11, caso o seu computador seja compatível com essa versão.
A razão disso é que, com o fim do suporte pela Microsoft, o Windows 10 deixará de receber atualizações, e isso poderá tornar o sistema operacional vulnerável a problemas de segurança com o passar do tempo.
Para quem mantiver a versão antiga, a Mozilla recomenda a ativação do suporte estendido do Windows 10, que fornecerá atualizações de segurança para o sistema operacional durante um ano. Para organizações, o suporte estendido pode chegar a três anos.
Milhões de pessoas devem se recusar a abandonar o Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Suporte ao Windows 10 termina em 14 de outubro de 2025; pesquisa aponta que 26% dos usuários no Reino Unido continuarão usando o sistema após essa data;
39% dos usuários planejam migrar para o Windows 11 sem trocar de computador; 14% pretendem comprar um novo PC;
Microsoft oferecerá suporte estendido de segurança para o Windows 10 por meio do programa ESU, disponível por até três anos para organizações e um ano para consumidores.
A Microsoft encerrará o suporte ao Windows 10 em 14 de outubro de 2025. Isso significa que o sistema operacional não será mais atualizado. Apesar disso, uma pesquisa no Reino Unido sugere que milhões de usuários continuarão usando computadores com Windows 10 após o fim do suporte.
A pesquisa foi feita pela Which? por meio de entrevistas com mais de 2.000 pessoas no Reino Unido. 26% dos participantes revelaram que continuarão a usar o Windows 10 mesmo quando a Microsoft deixar de atualizar o sistema operacional.
Estima-se que, atualmente, 21 milhões de pessoas têm um notebook ou um desktop com Windows 10 no Reino Unido. Isso significa que mais de 5 milhões de britânicos manterão o sistema em uso, apesar dos riscos.
Ainda de acordo com a Which?, 39% dos usuários do Windows 10 pretendem migrar para o Windows 11, mas sem mudar de computador. Outros 14% relataram a intenção de adquirir um PC novo. Enquanto isso, 11% ainda não decidiram o que fazer e 6% planejam migrar para outro sistema operacional, como uma distribuição Linux.
Embora tenha sido focada no Reino Unido, a pesquisa é um reflexo do que deve ocorrer em outros países. Isso porque migrar de sistema operacional não é uma tarefa simples.
Um complicador é o fato de computadores antigos (em geral, aqueles fabricados antes de 2017) não serem suportados pelo Windows 11, logo, o uso dessa versão exige troca de máquinas nessas circunstâncias.
Já em organizações, especialmente naquelas com um número muito grande de PCs, a troca de computadores ou de versão do Windows requer um planejamento cuidadoso para que sistemas não sejam prejudicados ou evitar o surgimento de brechas de segurança.
É possível obter suporte estendido para o Windows 10
Caixa do assistente de ESU para Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Para usuários domésticos ou organizações que precisam de mais tempo para migrar de sistema operacional, a Microsoft vai oferecer um período de suporte estendido para o Windows 10 que envolve apenas atualizações de segurança. Isso será feito por meio do programa ESU, sigla em inglês para Atualizações de Segurança Estendidas.
O ESU para organizações pode ser contratado por até três anos mediante o pagamento de uma taxa que aumenta de valor em cada renovação anual.
Já os consumidores podem contratar o ESU por apenas um ano pagando uma taxa de US$ 30 ou usando as opções gratuitas, que envolvem ativar a função Backup do Windows ou resgatar pontos do programa Microsoft Rewards.
Pressionada, Microsoft dará suporte estendido grátis ao Windows 10 na Europa (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Suporte estendido ao Windows 10 será gratuito na Europa e não exigirá conta Microsoft;
Decisão vem após Microsoft sofrer pressão de grupos europeus de defesa do consumidor;
Fora da Europa, será necessário pagar US$ 30 ou usar programas como o Microsoft Rewards (1.000 pontos) para continuar recebendo atualizações.
O Windows 10 deixará de ser suportado pela Microsoft em 14 de outubro de 2025. Consumidores ainda poderão obter atualizações de segurança por um ano após a data, mas se atenderem a determinados requisitos. Mas não na Europa: por lá, o suporte estendido será liberado a qualquer interessado de modo gratuito.
A decisão, um tanto surpreendente, foi tomada pela Microsoft após pressão de entidades como a Euroconsumers, organização que reúne grupos de defesa dos consumidores em vários países europeus.
A própria Euroconsumers divulgou uma carta em que explica que, após tratativas com a Microsoft, a companhia topou oferecer uma opção de fácil acesso ao suporte estendido do Windows 10 para usuários do Espaço Econômico Europeu. Essa opção não exigirá pagamento ou uma conta Microsoft, ao contrário do que acontecerá no restante do mundo.
Ao site Windows Central, a Microsoft deu a seguinte explicação sobre o assunto:
No Espaço Econômico Europeu, estamos atualizando o processo de inscrição [no ESU] para garantir que ele atenda às expectativas locais e ofereça uma experiência segura e simplificada.
O nosso objetivo é oferecer suporte aos clientes e dar opções durante a transição para o Windows 11, com acesso ininterrupto a atualizações críticas de segurança.
Como será o suporte estendido ao Windows 10 nos demais países?
O fim do suporte significa que o Windows 10 deixará de receber atualizações funcionais ou de segurança. Contudo, organizações e usuário domésticos poderão se inscrever no ESU, sigla em inglês para Atualizações de Segurança Estendidas.
Caixa do assistente de ESU para Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Por meio do programa ESU, consumidores poderão receber um ano de atualizações de segurança para o Windows 10 após o fim do suporte ao sistema operacional. Para isso, a Microsoft oferece uma das seguintes opções de ativação:
Taxa de US$ 30: valor correspondente a R$ 161 na cotação atual; permite a compra da extensão por meio da Microsoft Store;
Backup do Windows: é uma ferramenta da Microsoft que faz cópia de arquivos e configurações do PC usando o OneDrive ou um serviço nas nuvens compatível; seu uso dá direito ao ESU;
Microsoft Rewards: usuários do programa de recompensas da Microsoft podem se inscrever no ESU se tiverem 1.000 pontos por lá.
As duas últimas alternativas são gratuitas, mas requerem uma conta Microsoft, bem como estão vinculadas a serviços da própria companhia. Consumidores que não estiverem na Europa terão que recorrer a uma dessas opções se quiserem ter acesso às atualizações de segurança do Windows 10.
Saiba como ativar o suporte estendido ao Windows 10. Vale reforçar que as atualizações serão válidas somente por um ano e envolvem apenas updates de segurança. As atualizações não incluem novos recursos ou ajustes de desempenho.