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Spotify passa por instabilidade nesta terça-feira (12)

12 de Maio de 2026, 14:34
Imagem mostra um celular exibindo a tela do Spotify com os conteúdos baixados na Biblioteca
Spotify passa por uma instabilidade nesta terça (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify está passando por uma instabilidade na terça-feira (12).
  • Usuários relatam dificuldades para acessar o aplicativo, carregar playlists e reproduzir músicas.
  • A plataforma confirmou que está ciente do problema e investiga a causa da falha, sem previsão de normalização dos serviços.

Se você teve problemas para acessar o Spotify, saiba que não foi caso isolado: o aplicativo passou por uma instabilidade na tarde desta terça-feira (12/05). Usuários relataram dificuldades para acessar o app, carregar playlists e reproduzir músicas.

A plataforma comunicou que resolveu o problema por volta das 18hs. No Downdetector, site que monitora a queda de outros sites e serviços, os relatos de erro começaram a subir por volta das 13h44.

A instabilidade aconteceu justamente no dia em que o Spotify liberou uma retrospectiva especial em comemoração aos seus 20 anos. Nas redes sociais, muitos usuários compartilharam os resultados, mas outros não conseguiam acessar a campanha.

o spotify todo bugado 💔💔 só queria ouvir música da facul até casa

— soso 🍋 met louis (@chicagohrrys) May 12, 2026

Spotify fora do ar por causa do treco de 20 anos q odio

— raf ✿ ₊˚ ☽ (@AllTooSwiftly13) May 12, 2026

Como acessar a retrospectiva especial?

Basta abrir o app Spotify e pesquisar “Spotify 20” ou acessar spotify.com/20 pelo celular. Além de criar uma playlist com as 120 músicas mais ouvidas, a retrospectiva deve exibir:

  • Seu primeiro dia no Spotify;
  • Número total de músicas únicas que você ouviu;
  • A primeira música que você ouviu no app;
  • Seu artista mais ouvido de todos os tempos.

Spotify passa por instabilidade nesta terça-feira (12)

Saiba o passo a passo para fazer download de playlists no Spotify Premium (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Spotify anuncia selo de verificação para artistas contra músicos de IA

30 de Abril de 2026, 19:16
Artistas humanos vão ganhar verificação no Spotify. Plataforma quer combater boom de conteúdos enganosos feitos por IA (Imagem: Fath/Unsplash)
Resumo
  • O Spotify implementou um selo de verificação para artistas reais, como parte de suas medidas para combater conteúdos criados por inteligência artificial (IA).
  • O selo de verificação será concedido apenas a artistas humanos que atendam a certos critérios, como engajamento e ouvintes recorrentes, além de movimentações na conta que comprovem sua identidade.
  • A medida visa reduzir a confusão entre artistas reais e aqueles criados por IA, que têm feito sucesso em plataformas de música.

O Spotify anunciou uma nova medida para combater artistas criados do zero com inteligência artificial: um selo de verificação para seus músicos e bandas reais. A ideia é frear o aumento de conteúdos de baixa qualidade publicados na plataforma feitos inteiramente por IA.

Agora, apenas artistas humanos terão selos de verificação, mas serão necessários outros critérios para garantir essa identidade. Entre eles, estão engajamento e ouvintes recorrentes, além de movimentações na conta, como datas de shows, identificações que comprovem que se trata de um ser humano, entre outros exemplos.

Vale lembrar que a empresa já havia falado sobre o assunto em 2025, quando anunciou o reforço das medidas para identificação de conteúdos feitos por IA. Segundo o comunicado, o problema das IAs envolve o uso de deepfakes na voz, monetização via spam e melhorias na identificação do que é feito com IA ou não. A nova verificação chega como um reforço para essas medidas, que seguem em vigor.

Foto de uma pessoa utilizando um notebook, usando um fone branco, com uma ilustração de um app de música na tela do aparelho
Artistas gerados por IA passam imperceptíveis para o público (imagem: rawpixel/freepik)

Artistas de IA confundem usuários e muitas vezes fazem sucesso

O problema de artistas criados inteiramente por IA não é exclusivo do Spotify: a Deezer publicou um levantamento em 2025 em que 97% dos usuários não souberam responder quais músicas eram feitas por inteligência artificial ou não, e mais da metade das pessoas se mostraram incomodadas por isso. Além disso, 44% dos novos conteúdos que chegam à plataforma diariamente são criados por IA. A Deezer, inclusive, avisa ao usuário quando um conteúdo é feito por IA.

No Spotify, apesar das poucas informações sobre o quantitativo de músicas feitas por IA, também há meios de identificar se um conteúdo é gerado ou não por IA, graças às atualizações anunciadas ainda em 2025. Ainda assim, nem todo artista tem essa página devidamente atualizada, algo que será exigido agora com o novo selo de verificação.

Alguns casos têm sido apontados como exemplos de artistas feitos inteiramente por IA que fizeram sucesso entre os ouvintes do Spotify e chegaram a boas posições nos charts de mais streams. Segundo o site alemão Deutsche Welle, a banda country Breaking Rust teve a música mais ouvida em novembro de 2025 na lista da Billboard para o estilo, enquanto o grupo Velvet Sundown alcançou 1 milhão de ouvintes mensais antes de revelar sua produção como IA.

Captura de tela do aplicativo Deezer em um smartphone. A tela exibe a página de um álbum com uma capa de arte futurista. Sobreposta, uma caixa de notificação preta com o título "Conteúdo gerado por IA" e o texto "Algumas faixas deste álbum podem ter sido criadas utilizando inteligência artificial." Ao fundo, um grafismo roxo abstrato.
Deezer aponta 44% dos novos conteúdos da plataforma como IA (imagem: divulgação/Deezer)

Medidas contra uso de IA de forma enganosa são tendência

Algumas formas de mitigar a confusão entre o que é real ou criado inteiramente com IA têm aparecido no mercado de tecnologia nos últimos meses.

Além da novidade anunciada pelo Spotify, Tinder e Zoom fecharam um acordo recente com a World, empresa cofundada por Sam Altman, da OpenAI, que faz reconhecimento de Íris em usuários. O objetivo aqui é impedir golpes online, principalmente em trocas de relacionamento.

Outra medida que chamou atenção recentemente envolveu a cantora Taylor Swift, que entrou com pedidos de registro de marca para sua voz e imagem.

O movimento tem como ideia evitar que suas características sejam usadas comercialmente por meio de inteligências artificiais, que podem trazer características de artistas reais em suas criações. A preocupação está alinhada com a medida tomada pelo Spotify, que também cita o uso de sons registrados sem autorização como um dos problemas da presença desenfreada de conteúdos feitos por IA na plataforma.

Spotify anuncia selo de verificação para artistas contra músicos de IA

YT Saver possui ferramenta de download de música direto no Spotify (imagem: rawpixel/freepik)

Como usar o timer do Spotify pelo celular ou PC

30 de Abril de 2026, 16:32
Recurso de timer do Spotify disponível para Android, iPhone, Windows e Mac (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O usuário pode configurar um timer no Spotify para fazer o player de músicas parar de tocar sozinho. A ferramenta está disponível para usuários do aplicativo para Android e iPhone, além dos apps para PCs (Windows e Mac).

Enquanto estiver reproduzindo uma música, basta acessar o fila de reprodução de uma playlist e selecionar o ícone de relógio. Você pode definir um tempo entre 5 minutos e 1 hora, ou fazer o Spotify parar de tocar quando a faixa terminar.

A seguir, veja como encontrar o timer do Spotify no celular ou PC e para que serve a ferramenta.

Como usar o timer do Spotify pelo celular

1. Toque na música em reprodução para exibir as opções do player

Enquanto ouve uma música no Spotify, toque na faixa de reprodução para exibir as opções do player de áudio.

Acesse o menu da música em reprodução para exibir mais opções (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Abra a fila de reprodução do Spotify

Caso esteja ouvindo música, toque no ícone da fila de reprodução para exibir o timer do Spotify. Em podcasts, o ícone de relógio será exibido ao lado no botão de play e pause.

Toque no menu de três traços para exibir a fila de músicas em reprodução (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Vá no ícone de relógio para colocar o timer em uma música do Spotify

Toque no ícone de relógio para exibir as opções de temporizador do Spotify.

Toque no relógio para definir um timer no spotify (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Escolha entre as opções definidas para fazer o Spotify parar de tocar

Você pode interromper a reprodução de músicas no Spotify após os seguintes períodos:

  • 5 minutos;
  • 10 minutos;
  • 15 minutos;
  • 30 minutos;
  • 45 minutos;
  • 1 hora;
  • Ou quando a faixa terminar.
Escolha uma das opções de timer exibidas na tela para fazer o Spotify parar de tocar (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como usar o timer do Spotify pelo PC

O timer do Spotify só está disponível no PC pelo aplicativo para Desktop no Windows, ou no app para macOS. Ou seja, a versão Web do reprodutor de músicas não oferece o recurso de temporizador.

1. Clique no menu de três pontos durante a reprodução de uma música

Escolha a música que deseja ouvir e clique no botão de três pontos localizado acima da capa do álbum para abrir as opções da playlist.

Clique no menu de três pontos na música em reprodução no Spotify Desktop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Vá ao timer e selecione uma das opções exibidas pelo Spotify

Desça o ponteiro do mouse até “Timer” e escolha entre as opções exibidas para programar o Spotify para desligar.

Vá com o mouse no timer e selecione uma das opções para colocar temporizador no Spotify Desktop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Para que serve o timer do Spotify?

O timer do Spotify serve para interromper a reprodução de músicas ou podcasts automaticamente, sem a necessidade de intervenção do usuário. O recurso possibilita colocar uma playlist para tocar e definir o tempo de reprodução, além da opção de encerrar a reprodução de podcasts assim que o determinado episódio se encerrar.

A ferramenta também é utilizada por usuários que desejam economizar dados móveis no Spotify, ou que utilizam o streaming antes de dormir. Dessa forma, é possível interromper a reprodução após o tempo definido pelo usuário.

Por que o timer do Spotify não aparece?

O timer do Spotify não aparece para os usuários que utilizam a versão Web do player de música, ou em smart TVs, que permitem configurar um timer de forma nativa.

O recurso de temporizador do Spotify só está disponível para celular (Android e iPhone), além da opção no aplicativo para PCs com Windows e macOS.

Como usar o timer do Spotify pelo celular ou PC

Como desativar os vídeos em músicas no Spotify

28 de Abril de 2026, 17:48
imagem de um celular com aplicativo Spotify aberto no menu "Conteúdo e tela"
Veja o passo a passo para desabilitar a reprodução automática de clipes no Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Spotify permite ocultar videoclipes no app de streaming de música para celulares Android e iPhone. A funcionalidade é recomendada para quem deseja reduzir o consumo de dados e de bateria do dispositivo.

Para desabilitar a reprodução automática de clipes, o usuário deve acessar o menu “Conteúdo e tela” nas configurações do aplicativo. Em seguida, basta desligar a chave “Videoclipes” para que o app priorize apenas a reprodução de áudio.

A seguir, veja o passo a passo completo para desativar os vídeos do Spotify no smartphone.

1. Acesse as configurações do Spotify

Abra o aplicativo do Spotify no seu celular Android ou iPhone e toque no ícone com a sua foto ou inicial do nome no canto superior esquerdo da tela. Em seguida, selecione a opção “Configurações e privacidade”.

Acessando o menu "Configurações e privacidade" do Spotify
Acessando o menu “Configurações e privacidade” do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra o menu “Conteúdo e tela”

Em “Configurações”, selecione “Conteúdo e tela” para ver mais opções de ajustes do aplicativo de música.

Abrindo a página "Conteúdo e tela"
Abrindo a página “Conteúdo e tela” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Desative a chave “Videoclipes”

Na seção “Vídeos e Canvas”, toque na chave ao lado da opção “Videoclipes” para desabilitar a exibição de todos os videoclipes e apresentações ao vivo no Spotify.

Desativando a reprodução de videoclipes no aplicativo do Spotify
Desativando a reprodução de videoclipes no aplicativo do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que acontece ao desativar os vídeos no Spotify?

Ao desabilitar a exibição de vídeos no Spotify, o app oculta clipes e apresentações ao vivo. A experiência passa a ser focada exclusivamente no streaming de áudio, eliminando a opção de reproduzir os conteúdos audiovisuais atrelados às faixas disponíveis na plataforma.

Essa configuração não restringe os podcasts adicionados no Spotify, que mantêm a opção de assistir aos episódios em vídeo ou somente o áudio. É necessário desativar a opção “Outros vídeos”, também nas configurações de “Conteúdo e tela”, para que todos os podcasts sejam executados apenas em áudio.

Por que não consigo desativar os vídeos no Spotify?

Há alguns pontos que podem impedir que os vídeos sejam desativados no Spotify:

  • Disponibilidade por região e plano: a funcionalidade está sendo liberada em fases, priorizando mercados específicos e usuários que gerenciam um Plano Família antes de chegar às demais contas Premium e gratuitas;
  • Versão do app: aplicativos desatualizados podem não ter a opção para desativar vídeos, exigindo que o usuário baixe a versão mais recente na App Store ou na Play Store;
  • Conflitos no cache de dados: os arquivos temporários corrompidos podem travar a interface do usuário, impedindo que novas opções de configuração apareçam ou funcionem corretamente;
  • Configuração de “Canvas” ativa: a função Canvas é diferente dos videoclipes e possui uma chave própria nas configurações de “Conteúdo e tela” que deve ser desativada manualmente. 

Desativar os vídeos do Spotify economiza a bateria do celular?

Sim, desabilitar os vídeos e o canvas no Spotify reduz o consumo de energia do dispositivo ao exigir menos da GPU (processador gráfico). Essa mudança técnica alivia o hardware, prolongando a autonomia da bateria ao evitar a carga de trabalho desnecessária em segundo plano.

A ação diminui o consumo de internet e ajuda a economizar dados no Spotify, além de evitar o aquecimento do celular durante longas sessões de uso. Ao priorizar apenas o fluxo de áudio, o sistema otimiza a atividade de rede e garante uma operação muito mais eficiente.

Qual é a diferença entre desativar os vídeos e desativar o Canvas do Spotify?

Desativar os vídeos do Spotify é a opção que oculta conteúdos audiovisuais de longa duração, como clipes oficiais e apresentações ao vivo, priorizando a execução apenas do áudio. É o ajuste ideal para quem deseja focar na música sem as distrações ou evitar carregamento pesado de arquivos de vídeo tradicionais.

Desativar o canvas do Spotify é o recurso que interrompe a exibição de vídeos verticais em loop de curta duração que substituem a arte do álbum na tela de reprodução. Eles funcionam como uma camada estética de baixo consumo de dados, projetada para dar dinamismo e movimento à faixa musical.

Como desativar os vídeos em músicas no Spotify

Veja o passo a passo para desabilitar a reprodução automática de clipes no Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu "Configurações e privacidade" do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a página "Conteúdo e tela" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Desativando a reprodução de videoclipes no aplicativo do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Spotify agora também é um app fitness (ou quase isso)

27 de Abril de 2026, 15:20
Spotify agora tem área Fitness
Spotify agora tem área Fitness (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify lançou uma área Fitness com treinos guiados para assinantes dos planos Premium;
  • nova seção oferece mais de 1.400 aulas de exercícios como ioga, força, pilates e corrida, além de meditação, sem necessidade de equipamentos especiais;
  • conteúdo está disponível em áudio e vídeo e pode ser acessado sem custo adicional no valor da assinatura.

Se você está em busca de um aplicativo que te oriente a praticar exercícios por conta própria, o Spotify pode te ajudar. Agora, o serviço de streaming conta com a seção Fitness, que traz treinos guiados para uma série de exercícios físicos, como ioga, pilates, força e corrida ao ar livre.

A novidade é efeito principalmente de uma parceria entre o Spotify e a Peloton, empresa americana especializada tanto em equipamentos quanto em aulas online sobre diversos tipos de atividade física.

De acordo com o Spotify, mais de 1.400 aulas estão disponíveis nesta fase inicial, sendo que todas podem ser realizadas sem necessidade de uso de equipamentos especiais. Além de exercícios físicos, também há aulas de meditação.

Muitos dos exercício são oferecidos apenas na forma de áudio. Mas também há conteúdo fitness na forma de vídeo, onde um instrutor ou uma instrutora aparece para orientar os movimentos.

É preciso pagar pelo Spotify Fitness?

Não. Quer dizer, mais ou menos: a área Fitness é um recurso oferecido apenas a quem tem um plano Premium, mas sem custo adicional no valor da assinatura.

Para acessar a novidade, basta abrir o aplicativo do Spotify no celular, tablet, desktop ou TV e buscar por “fitness”. Outra opção de acesso consiste em ir à área Buscar e procurar pela seção Fitness ali.

Pode-se iniciar uma aula em um dispositivo (como o celular) e continuar de onde parou por meio de outro equipamento (como a TV). Além disso, as aulas podem ser baixadas para acesso offline.

A novidade está disponível para usuários do Spotify no Brasil, mas há uma ressalva importante aqui: todo o conteúdo está em inglês, não havendo, por enquanto, dublagem ou legendas em português.

Há quase duas décadas, o Spotify é a trilha sonora dos treinos ao redor do mundo. Agora, damos um passo além para nos tornar um verdadeiro companheiro de bem-estar no dia a dia.

Ao trazer milhares de creators e parceiros como a Peloton para dentro do nosso ecossistema de áudio e vídeo, estamos investindo em um futuro em que o Spotify não é só onde você passa o tempo — mas onde você ganha ritmo, melhora seu bem-estar e aproveita melhor cada dia.

Roman Wasenmüller, VP e global head de podcasts do Spotify

Área Fitness no aplicativo do Spotify
Área Fitness no aplicativo do Spotify (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Preços do Spotify Premium no Brasil

Vale relembrar que, atualmente, o Spotify Premium é oferecido com os seguintes preços no mercado brasileiro:

  • Spotify Premium Individual: R$ 23,90 mensais
  • Spotify Premium Universitário: R$ 12,90 mensais
  • Spotify Premium Duo: R$ 31,90 mensais (até duas pessoas)
  • Spotify Premium Família: R$ 40,90 mensais (até seis pessoas)

Spotify agora também é um app fitness (ou quase isso)

Spotify agora tem área Fitness (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Área Fitness no aplicativo do Spotify (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Spotify agora permite desativar todos os vídeos do app

9 de Abril de 2026, 12:08
Spotify agora permite desativar todos os vídeos do app
Spotify agora permite desativar todos os vídeos do app (imagem: reprodução/Spotify)
Resumo
  • Spotify anunciou controles para desativar vídeos e visuais em loop do Canvas em seu app;
  • novidades valem para contas Premium Família, Individual, Duo, Universitário e gratuita;
  • liberação começou em 09/04, em escala global, e pode levar o mês todo para chegar a todas as contas.

Já faz algum tempo que o Spotify suporta reprodução de vídeos, mas os controles sobre esse tipo de conteúdo são limitados. Melhor dizendo, eram: a plataforma anunciou opções que permitem a usuários dos planos gratuito e Premium desativarem a exibição de vídeos e de visuais em loop do Canvas.

Os novos controles começam com o plano Premium Família. Agora, o administrador (ou titular) de uma conta do tipo pode ativar ou desativar a reprodução de vídeos para qualquer membro que participe da assinatura. Até então, esse tipo de controle era possível somente sobre contas para menores de 13 anos.

Os planos Premium Individual, Duo e Universitário também foram beneficiados, bem como a opção gratuita do serviço. Em todos esses tipos de conta, agora é possível ativar e desativar a reprodução de vídeos e os visuais em loop do Canvas, a qualquer momento.

Vale relembrar que os vídeos servem para mostrar clipes musicais e episódios de podcasts que são filmados, por exemplo. Já o tal visual em loop do Canvas consiste em um vídeo vertical que dura entre 3 e 8 segundos que é exibido continuamente durante a reprodução de uma música, geralmente, no lugar da capa do respectivo álbum.

Para desativar os dois formatos, basta abrir o aplicativo do Spotify e ir em Configurações e privacidade / Conteúdo e tela. Ali, você pode desativar somente a exibição de Canvas (opção que já estava disponível), a reprodução de vídeos musicais ou todos os formatos de vídeo.

A desativação pode ser interessante para poupar dados de um plano móvel de celular ou para reduzir o consumo de bateria pelo dispositivo, por exemplo.

Desativando vídeos e Canvas no aplicativo do Spotify
Desativando vídeos e Canvas no aplicativo do Spotify (imagem: reprodução/Spotify)

Quando as opções que desativam vídeos chegam ao Spotify?

Os novos controles do Spotify começaram a ser liberados nesta quinta-feira (09/04), em escala global. Mas, como de hábito, a liberação ocorre de modo gradativo. A previsão é a de que todos os usuários recebam a atualização até o fim deste mês.

Mas é preciso considerar um detalhe: mesmo com a desativação, anúncios em vídeo ainda poderão ser reproduzidos, inclusive com um visual semelhante ao de Canvas quando uma publicidade sonora for tocada.

Esta não é a única novidade recente do serviço: no mês passado, o Spotify introduziu o SongDNA, recurso que apresenta detalhes de “bastidores” sobre a música que está sendo reproduzida.

Spotify agora permite desativar todos os vídeos do app

Spotify agora permite desativar todos os vídeos do app (imagem: reprodução/Spotify)

Desativando vídeos e Canvas no aplicativo do Spotify (imagem: reprodução/Spotify)

Spotify lança SongDNA, recurso que mostra bastidores das músicas

24 de Março de 2026, 12:30
Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Recurso do Spotify destaca relações entre músicas, artistas e processos criativos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify lançou o SongDNA, recurso que exibe conexões entre músicas, artistas e processos criativos.
  • O SongDNA está em fase beta, mas já começou a ser disponibilizado para assinantes Premium em iOS e Android.
  • Novidade oferece informações sobre compositores, produtores e referências, além de permitir explorar outros projetos dos profissionais envolvidos.

O Spotify anunciou, nesta terça-feira (24/03), o SongDNA, uma nova funcionalidade que mostra as conexões entre músicas, artistas e processos criativos.

O recurso aparece diretamente na tela de reprodução e permite que usuários explorem informações detalhadas sobre cada faixa. A novidade ainda está em fase beta, mas já começou a ser liberada para assinantes Premium em dispositivos iOS e Android.

Segundo a empresa, a novidade deve chegar gradualmente a mais usuários até abril.

Como funciona o SongDNA?

A ferramenta surge como um cartão interativo ao rolar a tela da música que está sendo tocada. Basta tocar para visualizar os detalhes disponíveis nas faixas compatíveis.

O usuário tem acesso a dados sobre compositores, produtores e colaboradores envolvidos na criação da música, além de referências como samples, interpolações e versões derivadas.

De acordo com o Spotify, “ao tocar no cartão do SongDNA, você pode explorar os compositores, produtores e colaboradores por trás de uma música, além de ver samples e interpolações que moldaram seu som e navegar pelos covers que ela inspirou”.

A funcionalidade também permite navegar entre conexões criativas. Ao clicar em um dos nomes listados, é possível descobrir outros projetos em que aquele profissional atuou, criando uma rede de exploração musical baseada em relações entre diferentes obras, épocas e estilos.

Imagem mostra três telas de celular com o app do Spotify aberto, exibindo a função SongDNA
SongDNA permite explorar colaboradores, influências e conexões (imagem: divulgação)

A chefe de parcerias com compositores e editoras do Spotify, Jacqueline Ankner, afirmou que o SongDNA foi “projetado para tornar mais transparente a linhagem criativa de uma música, permitindo que fãs explorem as pessoas e influências por trás da música que amam”.

Segundo ela, ao reunir colaboradores, samples e versões em um só lugar, a ferramenta facilita a descoberta e reconhece o papel de profissionais envolvidos na criação.

Além de beneficiar ouvintes, o SongDNA também pode ampliar a visibilidade de profissionais que atuam nos bastidores da música, como produtores, engenheiros e compositores. De acordo com a empresa, as informações exibidas combinam dados fornecidos por artistas e equipes com contribuições da comunidade.

A novidade complementa outras funções já existentes na plataforma. Há uma semana, o Spotify disponibilizou um recurso para melhorar a qualidade do áudio no PC.

Spotify lança SongDNA, recurso que mostra bastidores das músicas

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

SongDNA permite explorar colaboradores, influências e conexões por trás de cada música (imagem: divulgação/Spotify)

Spotify lança recurso para melhorar qualidade de áudio no PC

18 de Março de 2026, 10:09
Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Modo Exclusivo é restrito ao app do Spotify para Windows (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify lançou o “Modo Exclusivo” para melhorar a qualidade de áudio no Windows.
  • O recurso permite controle total do áudio pelo aplicativo, evitando interferências e garantindo a qualidade “Bit-perfect playback”.
  • A função não suporta vídeos, podcasts e prévias, e limita o áudio a um único aplicativo por vez.

O Spotify disponibilizou o recurso “Modo Exclusivo”, voltado para usuários que buscam maior fidelidade sonora no computador. Ele é restrito ao Windows e exige uma assinatura Premium.

A novidade permite que o aplicativo tenha controle total sobre o processamento de áudio do sistema, reduzindo interferências comuns do computador. A empresa afirma que “seu computador pode alterar o áudio antes que ele chegue ao seu DAC, por meio de reamostragem, misturando outros sons do sistema e alterando o volume.” Com o recurso ativado, isso é evitado, garantindo uma reprodução mais fiel.

Melhor qualidade de som

Na prática, o Modo Exclusivo faz com que o Spotify ignore o mixer de áudio do sistema operacional, entregando o som diretamente ao dispositivo de saída. Isso possibilita o chamado “Bit-perfect playback”, que preserva as características originais da faixa reproduzida.

Esse tipo de reprodução é especialmente relevante para quem utiliza DACs (conversores digital-analógicos) ou interfaces de áudio dedicadas. Nesses casos, o ganho de qualidade pode ser mais perceptível, principalmente quando combinado com a opção de áudio sem perdas já disponível na plataforma.

Por outro lado, o recurso traz algumas limitações. Enquanto estiver ativo, outros aplicativos não poderão reproduzir som no mesmo dispositivo selecionado. Além disso, funções do próprio Spotify, como transições automáticas entre músicas e crossfade, deixam de funcionar.

O Modo Exclusivo não se aplica a todos os conteúdos. Vídeos, podcasts e prévias podem continuar utilizando o áudio padrão do sistema, exigindo que o usuário desative a função em alguns casos.

Como ativar o recurso?

Configuração do Modo Exclusivo no app para Windows permite ativar o controle direto do áudio.
Configuração do Modo Exclusivo no app para Windows (imagem: divulgação)

Para utilizar o Modo Exclusivo, é necessário acessar as configurações de reprodução no app do Spotify no Windows e selecionar manualmente o dispositivo de saída desejado. A opção só aparece quando há compatibilidade com o hardware utilizado.

Fones Bluetooth, alto-falantes integrados e dispositivos virtuais, por exemplo, não são suportados. A recomendação é usar equipamentos com DAC dedicado ou saídas de áudio compatíveis.

Outro detalhe é que, com o recurso ativado, o controle de volume passa a depender do próprio Spotify ou do dispositivo externo conectado, já que o controle geral do sistema deixa de interferir.

O lançamento atende a uma demanda antiga de usuários, que pediam uma alternativa semelhante ao que já existe em serviços concorrentes. A empresa informou ainda que pretende levar o Modo Exclusivo para o macOS “em uma versão futura”.

Spotify lança recurso para melhorar qualidade de áudio no PC

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em primeira mão: Spotify deixará de vender gift cards no Brasil

12 de Março de 2026, 12:38
Um homem sorridente com fones de ouvido pretos está olhando para um smartphone em suas mãos, com o dedo indicador da outra mão levantado. Ele veste uma camiseta branca e calças cinzas claras. Ao seu redor, há três logos verdes e brancos do Spotify flutuando sobre um fundo verde brilhante. Na parte inferior direita, está o logotipo do "tecnoblog".
Spotify deixará de vender gift cards no Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify deve descontinuar a venda de gift cards digitais a partir de 30 de março de 2026.
  • O streaming oferece alternativas de pagamento, como planos anuais e semestrais, e métodos como Pix para quem não possui cartão de crédito.
  • Cartões físicos devem permanecer à venda enquanto durarem os estoques nas lojas.

Atualmente, o plano Premium Individual do Spotify custa R$ 23,90 por mês no Brasil. Mas existe uma forma de reduzir um pouco o valor dessa mensalidade: comprando cartões pré-pagos (gift cards). O problema é que, em breve, eles deixarão de ser comercializados pela plataforma de streaming.

Nas lojas Casas Bahia e Nuuvem, consultadas pelo Tecnoblog nesta quinta-feira (12/03), os cartões eram vendidos com os seguintes preços (pode haver variações em outras lojas):

  • Spotify Premium Individual de um mês: R$ 21,90
  • Spotify Premium Individual de três meses: R$ 61,90
  • Spotify Premium Individual de seis meses: R$ 118

O cartão pré-pago de seis meses é o mais vantajoso, pois equivale a R$ 19,66 mensais. Foi exatamente esse cartão que eu comprei no início da semana.

Mas eis que, na página do Spotify em que o código do gift card deve ser inserido, me deparei com um aviso de que os cartões pré-pagos do serviço serão descontinuados.

Os detalhes do aviso informam que os cartões digitais estarão disponíveis para compra até 30 de março de 2026, enquanto os cartões físicos estarão à venda enquanto durarem os estoques das lojas.

Contudo, quem tiver um cartão ainda não resgatado, seja ele digital ou físico, poderá usá-lo após a data em questão. Normalmente, esses cartões valem por 12 meses após a compra, embora o aviso fale que não há prazo de validade.

Aviso de descontinuação de gift cards no Spotify
Aviso de descontinuação de gift cards no Spotify (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Existe alguma forma de continuar pagando menos pelo Spotify Premium?

Uma opção consiste em fazer pagamento anual do Spotify Premium Individual. Nela, o preço por um ano é de R$ 239, o que corresponde a R$ 19,92 por mês.

O Spotify também oferece pacotes semestrais e trimestrais, mas nenhum é vantajoso frente à mensalidade padrão de R$ 23,90, veja:

  • opção de seis meses: R$ 143, equivalente a R$ 23,84 por mês
  • opção de três meses: R$ 72, equivalente a R$ 24 por mês (fica até mais caro)

Também existe a opção de pagamento anual no Spotify Premium Duo, que custa R$ 31,90 por mês e aceita dois usuários, e no Spotify Premium Família, para até seis pessoas por R$ 40,90 mensais. Mas, novamente, há pouca ou nenhuma vantagem nessas opções:

  • Duo por um ano: R$ 379, equivalente a R$ 31,59 por mês
  • Família por um ano: R$ 490, equivalente a R$ 40,84 por mês

Para que usava os gift cards por não ter acesso a cartões de crédito, a alternativa está em recorrer a outras modalidades de pagamento, como o Pix.

Gift card digital do Spotify Premium
Gift card digital do Spotify Premium (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que diz o Spotify?

Procurado pelo Tecnoblog, o Spotify confirmou a decisão de descontinuar os cartões pré-pagos:

Estamos descontinuando gradualmente os cartões‑presente físicos como parte da evolução da nossa estratégia, alinhando-a à forma como os assinantes utilizam o Spotify hoje.

Todos os cartões já existentes continuam válidos dentro de seus respectivos prazos de resgate, e os usuários seguem contando com diversas opções de planos e métodos de pagamento.

Apesar de a nota falar apenas em “cartões‑presente físicos”, as versões digitais também serão descontinuadas, conforme o aviso no site da plataforma.

Em primeira mão: Spotify deixará de vender gift cards no Brasil

Spotify (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Aviso de descontinuação de gift cards no Spotify (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Gift card digital do Spotify Premium (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Spotify: nossos melhores devs não programam desde dezembro graças à IA

13 de Fevereiro de 2026, 10:58
Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Spotify: nossos melhores devs não programam desde dezembro graças à IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify usa IA no desenvolvimento de software com sistema Honk, baseado no Claude Code, economizando esforços de programadores;
  • Honk permite, entre outras funções, implementação remota de código em tempo real;
  • Spotify desenvolveu mais de 50 recursos com auxílio do Honk somente em 2025.

O Spotify está entre as numerosas empresas que estão utilizando inteligência artificial no desenvolvimento de software. Até o momento, os resultados parecem ser convincentes: a companhia declarou recentemente que seus melhores desenvolvedores “não escreveram uma única linha de código desde dezembro. Eles apenas geram código [via IA] e o supervisionam”.

A declaração foi feita por Gustav Söderström, co-CEO do Spotify, durante uma teleconferência que tratou dos resultados financeiros da companhia referentes ao último trimestre de 2025.

Tamanho feito, se é que podemos usar esse termo, foi alcançado com o uso do Honk, sistema próprio do Spotify para desenvolvimento que tem como base o Claude Code, assistente de programação da Anthropic.

O Honk usa inteligência artificial generativa para produzir linhas de código, a exemplo de outras ferramentas do tipo. O que o torna particularmente interessante para o Spotify são recursos como o de implementação remota de código em tempo real, como explica Söderström:

Como exemplo concreto, um engenheiro do Spotify, durante sua ida ao trabalho pela manhã, pode usar o Slack em seu celular para pedir ao Claude que corrija um bug ou adicione um novo recurso ao aplicativo para iOS.

E, uma vez que o Claude termine esse trabalho, o engenheiro recebe uma nova versão do app, enviada diretamente a ele no Slack em seu celular, para que ele possa integrá-la à produção, tudo isso antes de chegar ao escritório.

Gustav Söderström, co-CEO do Spotify

Gustav Söderström, co-CEO do Spotify
Gustav Söderström, co-CEO do Spotify (imagem: YouTube/Slush)

Será que o executivo do Spotify fala a verdade sobre a IA?

É difícil dizer sem estar nos bastidores da companhia, até porque a afirmação em questão foi dada por um desenvolvedor ao co-CEO e, portanto, pode não refletir o trabalho de toda a equipe. O que me parece mais provável é que Söderström tenha tentado justificar o uso do Honk e, nesse sentido, usado uma frase exagerada que não raramente surge quando estamos empolgados com algo.

Seja como for, o Spotify atribuiu ao Honk a criação de mais de 50 recursos para a sua plataforma somente em 2025, incluindo funções relacionadas a playlists e audiobooks.

Vem mais por aí. O executivo comentou ainda que o Spotify está construindo uma base de dados sobre preferências musicais que não pode ser replicada por nenhum modelo de linguagem de larga escala. Esse projeto está sendo desenvolvido porque nem sempre existe uma única resposta factual para determinada pergunta.

Söderström deu um exemplo: se uma pessoa quer saber a melhor música para fazer exercícios físicos, a resposta pode variar de acordo com uma série de fatores, como localização geográfica. O Spotify dá a entender que a nova base de dados ajudará a plataforma a oferecer resultados condizentes com as nuances que cercam cada usuário, portanto.

Veremos.

Spotify: nossos melhores devs não programam desde dezembro graças à IA

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Gustav Söderström, co-CEO do Spotify (imagem: YouTube/Slush)

Amazon, Google e Spotify no topo: veja ranking dos serviços mais populares

30 de Dezembro de 2025, 14:25
Ilustração mostra o logotipo da Amazon e várias caixas ao redor. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Amazon Prime custa R$ 19,90 por mês (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Amazon Prime lidera o ranking de serviços digitais mais populares no Brasil em 2025.
  • O Google e o Spotify também estão entre os serviços mais populares.
  • O ranking inclui serviços de música, filmes, armazenamento na nuvem e games.

O ano de 2025 vai chegando ao fim e provavelmente você gastou mais com serviços digitais – aquelas assinaturas mensais que nos permitem acessar coisas via internet. De todos eles, o mais popular neste período foi o Amazon Prime, de acordo com um levantamento exclusivo da plataforma de controle de gastos Oinc a pedido do Tecnoblog. O Google e o Spotify também estão bem na fita.

O ranking de serviços mais populares tem de tudo: música, filme, armazenamento na nuvem, games, etc. Talvez o principal recado seja de que realmente nos acostumamos com a conveniência e facilidade de fazer as coisas pelo computador ou smartphone – o que tem um custo crescente.

Além de identificar os serviços em si, o pessoal da Oinc também fez um mapeamento de quais são os planos ou modalidades mais populares, de modo a matar a minha (e sua!) curiosidade quanto aos desembolsos mensais com as facilidades do universo digital. Confira abaixo.

Imagem com fundo azul escuro que mostra um mapa do Brasil em traços finos e destaca os cinco serviços digitais mais populares em formato de ranking. No canto esquerdo está o título em letras grandes: "SERVIÇOS DIGITAIS MAIS POPULARES". Abaixo, no canto inferior esquerdo, há a logomarca do Tecnoblog. No topo da imagem, aparece “Fonte: Oinc”. O ranking é apresentado da seguinte forma: em 1º lugar, Amazon Prime, com destaque "plano de R$ 19,90/mês"; em 2º, Google One, com destaque "plano de 100 GB"; em 3º, Spotify, com destaque "plano Individual custa R$ 23,90"; em 4º, Netflix, com destaque "plano Premium tem imagens em 4K"; em 5º, PlayStation Plus, com destaque "plano Essential oferece partidas online".
Serviços digitais mais populares, segundo levantamento exclusivo (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Caso fôssemos completar o top 9, também veríamos produtos digitais do Mercado Livre, Globo, YouTube e Disney.

Quais deles já são figurinha carimbada na fatura do seu cartão de crédito? Conte pra gente nos comentários.

Amazon, Google e Spotify no topo: veja ranking dos serviços mais populares

Amazon faz promoções durante Semana do Consumidor (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Serviços digitais mais populares, segundo levantamento exclusivo (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

300 TB de dados do Spotify são copiados por site de arquivamento

22 de Dezembro de 2025, 11:59
Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Anna’s Archive apresentou extração massiva de dados do Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Anna’s Archive extraiu 300 TB de dados do Spotify, incluindo metadados de 256 milhões de faixas e áudio de 86 milhões de músicas.
  • O Spotify confirmou a violação de segurança, mas não a escala do vazamento, afirmando que táticas ilícitas foram usadas para contornar o DRM.
  • O site de arquivamento distribui o material via redes peer-to-peer, justificando a ação como preservação de arquivo.

A plataforma de arquivamento digital Anna’s Archive, conhecida por fornecer links para um vasto acervo de livros e artigos acadêmicos, anunciou a liberação de um pacote de dados massivo extraído do Spotify.

Segundo a publicação no blog oficial da organização, foram copiados cerca de 300 terabytes de informações da plataforma de streaming, incluindo metadados detalhados de 256 milhões de faixas e os arquivos de áudio de 86 milhões de músicas.

Os organizadores do projeto denominam a ação como um esforço de “preservação de arquivo” e reconhecem que a raspagem de dados nessa escala viola os termos de serviço e leis de direitos autorais. No entanto, argumentam que a medida é necessária para proteger a história da música digital contra o desaparecimento de plataformas ou fim de contratos de licenciamento.

Em nota enviada ao portal Android Authority, o Spotify declarou que uma investigação interna identificou o uso de “táticas ilícitas” por terceiros para contornar a gestão de direitos digitais (DRM) e acessar o conteúdo. A companhia não confirmou a escala do vazamento alegada pelo grupo.

O que o grupo extraiu?

De acordo com o Anna’s Archive, a operação conseguiu capturar o equivalente a 99,6% de todo o conteúdo efetivamente reproduzido na plataforma até julho de 2025.

  • Metadados: Informações técnicas, créditos, títulos e IDs de 256 milhões de faixas.
  • Áudio: Os arquivos de som de 86 milhões de músicas.
  • Imagens: Capas de álbuns e artes associadas ao conteúdo.
  • Letras: Arquivos de texto sincronizados com as músicas.
Gráfico de barras intitulado "Archived Tracks by Estimated Total Stream Count". O eixo horizontal mostra o "Popularity Score (0-100)" e o eixo vertical o "Total Stream Count" atingindo mais de 250 bilhões. A grande maioria das barras é verde, representando faixas "Archived" (arquivadas), com uma pequena porção de faixas amarelas ("ISRC Copy Archived") e vermelhas ("Not Archived") concentradas no escore de popularidade zero.
Músicas arquivadas representam 37% do acervo do Spotify (imagem: reprodução/Anna’s blog)

O material começou a ser distribuído através de redes peer-to-peer (torrent), organizado por popularidade. Para viabilizar o armazenamento e a distribuição de um volume tão expressivo de dados, os responsáveis pelo projeto aplicaram diferentes níveis de qualidade aos arquivos.

Na divisão, músicas populares foram mantidas no formato original de 160 kb/s (padrão de streaming do Spotify), enquanto faixas com poucas reproduções passaram por um processo de recodificação para reduzir o tamanho final do arquivo.

O que diz o Spotify?

Logotipo do Spotify com notas de dinheiro voando ao redor
Spotify não confirma escopo da raspagem de dados (ilustração: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Apesar do grupo afirmar que teve acesso a esse enorme volume de dados, o Spotify menciona que apenas “alguns” arquivos de áudio foram acessados através da brecha de DRM, sem confirmar os números na casa dos milhões apresentados pelos hackers.

A empresa não detalhou se o incidente resultou no comprometimento de dados pessoais de usuários ou quais medidas jurídicas serão tomadas contra os operadores do site.

A extração é a primeira do Anna’s Archive que vai além de textos e documentos. Vale lembrar que o site surgiu após as tentativas das autoridades de derrubar a Z-Library.

Na publicação do grupo, a justificativa é de que, embora hits globais estejam seguros em múltiplos lugares, músicas menos conhecidas correm risco real de desaparecimento se dependerem exclusivamente da custódia de empresas privadas.

300 TB de dados do Spotify são copiados por site de arquivamento

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: divulgação/Anna's blog)

O Spotify finalmente conseguiu ter um ano completo de lucro (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Spotify e iFood ficam fora do ar nesta segunda (15)

15 de Dezembro de 2025, 11:54
Apps de Spotify e iFood nas telas de erro, sem carregar corretamente
Pane afeta Spotify e iFood (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O serviço de streaming Spotify e a plataforma de delivery iFood passaram por problemas e ficaram indisponíveis nesta segunda-feira (15/12). Nos dois casos, as queixas de usuários começaram pouco depois das 11h, segundo os gráficos da plataforma DownDetector, que monitora falhas em serviços da web. Por volta das 12h, ambos começaram a ser reestabelecidos.

Print do site DownDetector mostrando Spotify e iFood lado a lado. Ambos têm gráficos de linha em vermelho, planos em grande parte, com uma subida íngreme na direita.
Falhas aconteceram quase ao mesmo tempo (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

A falha do Spotify foi global — usuários do Brasil e do exterior reclamaram nas redes sociais que o streaming ficou inacessível pelos apps e pelo navegador.

Nope not just you its down. I just checked down detector and it looks like everyone is unable to get on

— Heather Sledge (@heatherstl90) December 15, 2025

spotify ha muerto? llevadme con el

— Ow Yisws (@OYisws) December 15, 2025

Clientes do iFood também recorreram às redes sociais para compartilhar sua frustração, dizendo que o app parou de funcionar bem na hora do almoço.

Gente é o iFood que caiu e me deixou sem almoço… EAI @iFood TÔ COM FOME 😭😭

— dudsss (@dudsssw) December 15, 2025

Ainda não se sabe se há relação entre os incidentes, mas como eles começaram praticamente na mesma hora, existe a possibilidade de ser uma falha na infraestrutura usada pelas empresas.

O Tecnoblog entrou em contato com a assessoria de imprensa das duas companhias. O Spotify nos disse às 12h59 que a situação foi resolvida. Já o iFood declarou às 13h01 que o “problema pontual e de curta duração” foi solucionado.

Spotify e iFood ficam fora do ar nesta segunda (15)

Pane afeta Spotify e iFood (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Falhas aconteceram quase ao mesmo tempo (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Nubank passa a mostrar Netflix e outras assinaturas recorrentes

9 de Dezembro de 2025, 09:00
Arte mostra uma mão segurando um cartão roxo com o logotipo do Nubank ao centro, em cor branca. O fundo da imagem é roxo. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Clientes do Nubank gastam média de R$ 92 por mês com assinaturas recorrentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Nubank lançou o Gerenciador de Assinaturas, que centraliza cobranças recorrentes como streaming e academias.
  • Cerca de 21 milhões de clientes têm assinaturas ativas, com gasto médio mensal de R$ 92 e ticket médio de R$ 38.
  • A ferramenta permite visualizar pagamentos, histórico e previsão de cobranças, mas não cancela serviços diretamente.

O Nubank lançou nesta terça-feira (9) o Gerenciador de Assinaturas, ferramenta que centraliza em um único lugar todas as cobranças recorrentes dos clientes, como serviços de streaming, academias e aplicativos.

A funcionalidade está sendo liberada de forma gradual para a base de clientes do Nubank no Brasil. Para acessar, é necessário entrar na seção de cartão de crédito e buscar pela área Minhas Assinaturas. Nela, é possível ver valores e nomes como Globoplay, Netflix, Vivo, Smart Fit e Spotify.

Cerca de 21 milhões de clientes têm alguma assinatura ativa, segundo dados internos coletados de outubro de 2024 a outubro de 2025. O gasto médio mensal é de R$ 92 por pessoa, com ticket médio de R$ 38 por transação. Os serviços como streaming, telecomunicações, bem-estar, academias, planos de saúde, ensino a distância e gaming lideram o ranking das diferentes categorias.

Gerenciador de Assinaturas do Nubank (imagem: Tecnoblog)

No período analisado, os clientes gastaram aproximadamente R$ 24 bilhões em assinaturas recorrentes utilizando cartão de crédito, débito e Pix, os meios de pagamento mais utilizados. Mais de 627 milhões de transações foram registradas nos últimos 12 meses.

A ferramenta permite visualizar no celular todos os pagamentos e assinaturas ativas e recorrentes no cartão de crédito, o valor de cada uma, histórico recente de pagamentos e previsão das próximas cobranças. É possível acessar o cartão cadastrado em cada assinatura (virtual, adicional ou físico), caso o cliente precise bloquear, trocar ou reutilizar.

O sistema oferece recursos de personalização, como opção de esconder assinaturas, editar frequência e submeter feedbacks para maior precisão dos gastos.

Apesar do nome, o Gerenciador de Assinaturas não permite cancelar serviços diretamente pelo aplicativo. A ferramenta funciona como uma planilha dos compromissos financeiros, para auxiliar no planejamento e evitar surpresas na fatura. Segundo Emilia Lopes, diretora-geral do Nubank, a funcionalidade traz transparência a uma área que muitos clientes consideram um “ponto cego” em suas finanças, de modo a eliminar a necessidade de planilhas ou aplicativos de terceiros.

Nubank passa a mostrar Netflix e outras assinaturas recorrentes

Cartão do Nubank (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Retrospectiva do Spotify ganha inédito cálculo de idade musical

3 de Dezembro de 2025, 10:00
Retrospectiva Spotify 2025 calcula idade musical do usuário (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Spotify lançou a Retrospectiva 2025 com a nova função “idade musical” e inteligência artificial generativa.
  • A edição de 2025 inclui o ranking de fãs, Clubes e Festinha da Retrospectiva, além de recursos anteriores.
  • Bad Bunny foi o artista mais ouvido globalmente, enquanto Henrique & Juliano lideraram no Brasil.

O Spotify lançou nesta quarta-feira (3) a desejada Retrospectiva 2025, uma tela personalizada que mostra os hábitos de escuta dos usuários ao longo do ano. A principal novidade é a função de “idade musical”, que compara os gostos do usuário com pessoas da mesma faixa etária analisando o ano de lançamento das músicas mais ouvidas. Nós tivemos acesso antecipado à ferramenta e, por algum motivo que me falta, eu fui classificado com idade musical de 20 anos.

Outra diferença em relação a anos anteriores está na inteligência artificial generativa e no LLM, que foi utilizado para produzir alguns dos textos que são apresentados durante a retrospectiva. O Spotify leva em consideração o consumo dos usuários desde janeiro até “algumas semanas” antes da divulgação do Wrapped.

Dados do Wrapped 2025

A nova edição inclui o ranking de fãs, que mostra a posição do ouvinte entre os fãs do artista preferido com base nos minutos de reprodução. Também mantém recursos como Top Gêneros, Quiz da Top Música e Corrida do Top Artista, que mostra como os cinco artistas favoritos mudaram mês a mês.

Wrapped tem a tradicional tela de artistas mais ouvidos em 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Entre as novidades, o recurso de Clubes coloca os usuários em um de seis grupos que representam estilos únicos de ouvir música. Já a Festinha da Retrospectiva é uma função interativa que transforma dados de escuta em jogo ao vivo com amigos. Assim como em outros anos, mensagens personalizadas de podcasters favoritos também podem aparecer no app.

Todo o material é formatado em vídeo vertical e pode ser compartilhado em redes como Instagram, TikTok ou status do WhatsApp.

Não custa lembrar: nós estamos na temporada de retrospectivas. Com o lançamento de hoje, o Spotify se junta a Deezer, Apple Music, Amazon Music, YouTube Music e até mesmo o iFood, apenas para citar alguns serviços digitais. A escala, no entanto, é completamente outra: o Spotify possui 700 milhões de ouvintes e, segundo dados internos, 80% esperam pelo acesso ao Wrapped.

Como acessar?

A funcionalidade está disponível no app do Spotify para Android e iPhone (iOS), entre outros sistemas. A empresa nos explicou que é preciso estar com a versão mais recente instalada. Essa funcionalidade pode ser acessada pelo feed de Retrospectiva na tela inicial. Neste ano, usuários podem controlar a velocidade das páginas e revisitar momentos específicos sem precisar voltar ao início.

O Spotify Brasil decidiu promover sua maior e mais longa live para celebrar o lançamento da Retrospectiva 2025. A transmissão multicanal acontece no TikTok, Instagram e YouTube a partir das 13h de hoje. O line-up inclui Camila Fremder, Gregorio Duvivier, João Vicente, Paulinho O Loko, Lela Brandão e J. Eskine. A programação traz quadros especiais, jogos, reacts, performances e versão ao vivo da “Resenha do Arrocha”, com conversas sobre Retrospectivas, desafios musicais e versões exclusivas de podcasts.

Rankings Globais

Bad Bunny liderou rankings de artistas e de álbuns em 2025 (imagem: divulgação/Spotify)
  • Artista mais ouvido: Bad Bunny (19,8 bilhões de streams; quarto título após 2020, 2021 e 2022)
  • Música mais ouvida: “Die With A Smile” – Lady Gaga & Bruno Mars
  • Álbum mais ouvido: “DeBÍ TiRAR MáS FOToS” – Bad Bunny
  • Podcast mais ouvido: The Joe Rogan Experience (sexto ano consecutivo no topo)

Top Artistas do Brasil

  1. Henrique & Juliano
  2. Grupo Menos É Mais
  3. MC Ryan SP
  4. Jorge & Mateus
  5. Mc IG
  6. Zé Neto & Cristiano
  7. Matheus & Kauan
  8. MC Tuto
  9. Natanzinho Lima
  10. Filipe Ret

Top Músicas do Brasil

  1. Diego & Victor Hugo – Tubarões – Ao Vivo
  2. Grupo Menos É Mais, Simone Mendes – P do Pecado – Ao Vivo
  3. Grupo Menos É Mais – Coração Partido (Corazón Partío) – Ao Vivo
  4. Danilo e Davi – Apaga Apaga Apaga – Ao Vivo
  5. Henrique & Juliano – Última Saudade – Ao Vivo
  6. Nilo, Mc Paiva ZS, DJ Di Marques, Tropa da W&S – Fui Mlk
  7. Dj Caio Vieira, MC Meno K, Mc Rodrigo do CN – FAMOSINHA
  8. Léo Foguete – Cópia Proibida
  9. Oruam, Zé Felipe, MC Tuto, Dj Lc da Roça, Mc Rodrigo do CN – Oh Garota Eu Quero Você Só Pra Mim
  10. Matheus & Kauan, Ana Castela – Ilusão De Ótica – Ao Vivo

Top Álbuns do Brasil

  1. Henrique & Juliano – Manifesto Musical 2
  2. Grupo Menos É Mais – Churrasquinho 3
  3. Henrique & Juliano – O Céu Explica Tudo
  4. Léo Foguete – Obrigado Deus
  5. Henrique & Juliano – To Be
  6. Matuê – 333
  7. Racionais MC’s – Nada Como um Dia Após o Outro Dia, Vol. 1 & 2
  8. Lady Gaga – MAYHEM
  9. Lauana Prado – Transcende
  10. Mc Negão Original – A Nata de Tudo – A Ovelha Negra

Top Podcasts do Brasil

  1. Café Com Deus Pai (Podcast oficial)
  2. Inteligência Ltda.
  3. Jota Jota Podcast
  4. Podpah
  5. Não Inviabilize
  6. Psicologia na Prática
  7. Café da Manhã – ALL LANGUAGES
  8. Flow Podcast
  9. Mano a Mano
  10. O Assunto

Retrospectiva do Spotify ganha inédito cálculo de idade musical

Spotify Wrapped 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Spotify Wrapped 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Bad Bunny liderou rankings de artistas e de álbuns em 2025 (imagem: divulgação/Spotify)

97% dos ouvintes não conseguem identificar música feita por IA

13 de Novembro de 2025, 06:17
Uma ilustração digital de um perfil de cabeça humana, formada por linhas e pontos luminosos azuis que simulam uma rede neural ou mapeamento digital. Ao lado direito, em letras brancas, a sigla "AI" (Inteligência Artificial). O fundo é escuro com leves pontos de luz. No canto inferior direito, o logo "tecnoblog".
IA dificulta distinguir músicas humanas de sintéticas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • 97% dos ouvintes não distinguem músicas feitas por IA das compostas por humanos.
  • Deezer implementou etiquetas para identificar músicas criadas por IA e excluiu essas faixas de playlists editoriais.
  • A proporção de faixas geradas por IA nas plataformas de streaming aumentou de 18% para 33% desde abril.

Uma pesquisa encomendada pela Deezer e conduzida pela Ipsos revelou que 97% das pessoas não conseguem distinguir músicas produzidas por inteligência artificial das compostas por artistas humanos. O estudo, que ouviu 9 mil participantes em oito países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e França, reforça as preocupações sobre o impacto da IA na criação e monetização da música.

Os dados indicam uma divisão de opiniões entre os ouvintes: enquanto 73% defendem que faixas feitas por IA sejam claramente identificadas nas plataformas, 45% gostariam de poder filtrá-las e 40% afirmam que evitariam esse tipo de conteúdo. Além disso, 71% disseram ter se surpreendido ao perceber que não conseguiram reconhecer a origem das canções.

O consumo de músicas geradas por IA

A pesquisa destaca o crescimento acelerado de conteúdos criados por inteligência artificial nas plataformas de streaming. Segundo a Deezer, atualmente são enviadas mais de 50 mil faixas geradas por IA por dia — cerca de um terço. Em abril, essa proporção era de apenas 18%.

Diante do avanço, a plataforma implementou medidas para aumentar a transparência: passou a incluir etiquetas que identificam músicas criadas por IA e retirou esse tipo de conteúdo das playlists editoriais e das recomendações automáticas. “Acreditamos firmemente que a criatividade é gerada por seres humanos e que eles devem ser protegidos”, declarou o CEO da Deezer, Alexis Lanternier, à agência Reuters.

Deezer
Deezer aponta dificuldade em diferenciar músicas feitas por IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como o setor musical reage à popularização das faixas sintéticas?

O crescimento das músicas criadas por IA tem provocado tensões no mercado. Lanternier afirmou que a criação de modelos de remuneração diferenciados para faixas sintéticas ainda é um desafio complexo, mas destacou que a Deezer já começou a excluir reproduções falsas do cálculo de royalties.

Casos recentes reforçam a preocupação da indústria. A banda virtual The Velvet Sundown, criada por IA, chegou a conquistar mais de 1 milhão de ouvintes mensais no Spotify antes de sua origem artificial ser descoberta. Já o Universal Music Group firmou um acordo judicial com a startup Udio e anunciou planos para lançar uma ferramenta de criação musical com IA em 2026.

97% dos ouvintes não conseguem identificar música feita por IA

Cloudflare declara guerra a bots de IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Deezer (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Spotify passa a mostrar músicas mais ouvidas na semana

6 de Novembro de 2025, 18:15
Mockup com capturas de tela do Spotify demonstrando página de estatísticas semanais
Estatísticas semanais chegam ao Spotify (imagem: divulgação/Spotify)
Resumo
  • Spotify lançou um recurso que mostra hábitos de consumo musical semanais.
  • A nova página de estatísticas exibe artistas e músicas mais ouvidos nas últimas quatro semanas, além de destaques especiais.
  • O recurso não substitui a retrospectiva anual Wrapped e pode ser compartilhado em apps externos, como o Instagram.
  • Por enquanto, a função não deve ser lançada no Brasil, Índia e Indonésia, regiões que já possuem a aba “Sua Máquina do Tempo”.

Se você costuma navegar pelo Instagram, provavelmente já viu alguém compartilhando alguns Stories com as músicas e artistas mais ouvidos na semana em sites de terceiros, como o Last.FM. Agora, o Spotify decidiu oficializar a prática com um novo recurso de hábitos semanais.

A plataforma anunciou nesta quinta-feira (06/11) uma nova função que mostra mais detalhes sobre os hábitos de consumo semanais do usuário. A empresa já começou a liberar a novidade para usuários dos planos gratuito e Premium em mais de 60 regiões. Por enquanto, Brasil, Indonésia e Índia devem ficar de fora.

Dados semanais detalhados

De certa maneira, o Brasil chegou primeiro: atualmente, a versão brasileira do app já possui a aba “Sua Máquina do Tempo”, que não foi lançada pelo Spotify na maioria dos mercados, incluindo os Estados Unidos.

Em resposta ao Tecnoblog, o Spotify confirmou que essa seção seguirá como a principal ferramenta de acompanhamento de estatísticas musicais no Brasil, já que o novo recurso não deve ser lançado no país por enquanto.

Nela, entretanto, os usuários só podem conferir detalhadamente os hábitos mensais de consumo de música. A aba já apresenta alguns destaques semanais, mas sem mais detalhes.

Captura de tela da aba de perfil do Spotify
Spotify disponibiliza aba “Sua Máquina do Tempo” no Brasil (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Segundo o comunicado oficial do Spotify, a nova página de estatísticas semanais lançada globalmente exibirá os artistas e músicas mais ouvidos das últimas quatro semanas. Além dos rankings, a ferramenta também trará um “destaque especial” do período.

Esse destaque pode ser um marco alcançado, uma nova descoberta musical ou um “momento de fã”. O app também usará a tela para sugerir playlists com base nos seus hábitos e faixas que você talvez queira ouvir em seguida.

A ideia é que o recurso complemente as ferramentas de descoberta existentes, como a daylist, o Radar de Novidades, as Descobertas da Semana e listas sugeridas em páginas de locais e próximos shows de artistas.

Como acessar as estatísticas semanais?

Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Caminho para “nova” aba de estatísticas é semelhante a do app brasileiro (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nas regiões que receberam o novo recurso, o caminho para encontrar a novidade é o mesmo dos dados mensais da aba Sua Máquina do Tempo:

  1. Toque no ícone do perfil (no canto esquerdo do app);
  2. Acesse a aba “Listening stats” (aqui, Sua Máquina do Tempo);
  3. Confira os principais artistas, músicas e insights da semana;
  4. Toque em “Compartilhar” para postar os cards.

O compartilhamento poderá ser feito em apps externos, como o Instagram e WhatsApp, ou diretamente com amigos no próprio Spotify, que já liberou uma nova função de mensagens no aplicativo.

Vale lembrar que, assim como a versão mensal, a novidade não substitui a retrospectiva anual do Spotify. O Wrapped continuará sendo o evento completo do fim do ano, com estatísticas como artistas, playlists, músicas e outras informações especiais instagramáveis.

Com informações do TechCrunch

Spotify passa a mostrar músicas mais ouvidas na semana

(imagem: divulgação/Spotify)

(imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Spotify agora permite seguir locais e ver próximos shows

20 de Outubro de 2025, 11:43
Imagem ilustrativa com pessoa usando fones de ouvido e segurando um celular. Ao fundo, logos do Spotify em diferentes tamanhos
Spotify permite salvar locais de shows para conferir próximos eventos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify agora permite seguir casas de show e espaços de eventos favoritos.
  • Usuários podem ver calendários, obter informações e comprar ingressos via parcerias como Live Nation e Ticketmaster.
  • O Feed de Eventos ao Vivo também foi atualizado e agora exibe diariamente recomendações personalizadas por música e localização.

O Spotify anunciou nesta segunda-feira (20/10) uma expansão para seu recurso de eventos, permitindo agora que os usuários sigam as casas de show e espaço favoritos diretamente pelo app. Os locais seguidos passam a aparecer na Biblioteca, junto às playlists e podcasts.

A novidade, disponível para todos os usuários (gratuitos e Premium), deve facilitar a descoberta de apresentações ao vivo e manter o público informado sobre a agenda de shows de cada local. Para isso, ao acessar a página de um local, é possível visualizar o calendário completo de eventos, obter informações sobre os shows programados e comprar ingressos.

Como funciona o novo recurso?

GIF demonstrando como funciona a ferramenta de locais
Spotify sugerirá locais próximos com shows de interesse do usuário (imagem: reprodução/Spotify)

Ao seguir um local, o usuário passa a ter um acesso rápido à programação. O Spotify afirma que mais de 20 mil locais ao redor do mundo já estão listados, desde grandes arenas até clubes independentes. A plataforma também permitirá filtrar os próximos shows por gênero musical, ajudando o usuário a encontrar eventos que combinem com o gosto do usuário.

Para salvar um local, caso ele esteja entre os listados pela plataforma, basta clicar no endereço na página de um show em Eventos ao Vivo e ativar o botão “Seguir”. Após isso, estará disponível na biblioteca. A página de eventos agora também mostra uma seção de “Locais que você talvez curta”, considerando a sua localização.

Se houver interesse por um show, a plataforma disponibiliza o link do parceiro oficial de venda de ingressos para finalizar a compra. Como lembra o TechCrunch, o Spotify chegou a testar a venda própria de ingressos em 2022, mas o projeto não avançou. Atualmente, a empresa mantém parcerias com grandes bilheterias, como Live Nation e Ticketmaster.

Atualização nos Eventos ao Vivo

Imagem mostra três cards com endereços, que serão exibidos dentro do app do Spotify
Recurso está disponível para usuários dos planos Premium e gratuito (imagem: reprodução/Spotify)

Além da novidade sobre os locais, a plataforma aprimorou o feed de Eventos ao Vivo. Antes atualizado semanalmente, ele agora passa a ter atualizações diárias, com recomendações mais personalizadas com base nos artistas que o usuário ouve, gênero preferido e localização.

Segundo a empresa, isso garantirá que os usuários tenham acesso às informações mais recentes, desde pequenos shows no fim de semana até turnês globais recém-anunciadas.

A ideia é complementar a playlist “Shows perto de você”, lançada em março e que, segundo o Spotify, já foi usada por mais de 3 milhões de pessoas para descobrir eventos.

Spotify agora permite seguir locais e ver próximos shows

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/Spotify)

(imagem: reprodução/Spotify)

Spotify e gravadoras fecham parceria para uso “responsável” de IA na música

17 de Outubro de 2025, 12:04
Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Spotify e gravadoras fecham parceria para uso “responsável” de IA na música (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify firmou parceria com Sony Music, Universal Music Group, Warner Music Group, Merlin e Believe para uso “responsável” de IA na indústria da música;
  • Segundo a companhia, a iniciativa visa empoderar artistas e compositores, permitindo o uso de acervos musicais para treinar IA sem violar direitos autorais;
  • Iniciativa prevê que detentores de direitos recebam compensação sobre uso de suas obras na IA.

O Spotify anunciou um acordo com grandes gravadoras para desenvolvedor produtos com uso “responsável” da inteligência artificial na indústria da música. Isso significa que faixas criadas com auxílio da IA poderão se tornar mais comuns na plataforma de streaming? Talvez.

A parceria foi fechada com a Sony Music, a Universal Music Group e a Warner Music Group. A Merlin, que é especializada em direitos autorais no âmbito da música digital, e a Believe, que controla várias empresas do setor, também fazem parte do acordo.

Segundo o Spotify, o objetivo é empoderar artistas e compositores. A companhia dá a entender que a iniciativa visa desenvolver tecnologias baseadas em IA que façam uso justo do trabalho desses profissionais.

Nesse sentido, a parceria com as gravadoras deve permitir que o Spotify use acervos musicais para treinar modelos de IA sem que essa atividade viole leis de direitos autorais.

De modo complementar, os detentores das músicas usadas para esse fim poderão receber algum tipo de compensação financeira por isso, bem como serem creditados quando suas obras servirem de referência para faixas geradas total ou parcialmente por IA.

Outra premissa é a de que artistas ou detentores de direitos possam escolher como e se desejam que suas obras sejam usadas por ferramentas de inteligência artificial.

Aplicativo do Spotify no celular
Aplicativo do Spotify (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como serão os tais produtos de IA do Spotify?

O Spotify ainda não deu detalhes sobre isso. A companhia informou apenas que está montando um laboratório para pesquisas sobre IA generativa:

Começamos a construir um laboratório de pesquisa de IA generativa de última geração e a montar uma equipe de produtos focada no desenvolvimento de tecnologias que reflitam nossos princípios e criem experiências inovadoras para fãs e artistas.

Não vai ser surpresa se o acordo com as gravadoras for alvo de críticas, no entanto. Por um lado, a iniciativa pode resolver as queixas de artistas sobre o uso sem contrapartidas de músicas para treinamento de IA. Por outro, pode dar mais abertura a faixas geradas por IA de modo a reduzir o espaço de artistas humanos no streaming.

É indiscutível, no entanto, que a inteligência artificial deve fazer uso ético de dados para treinamento de modelos, inclusive no âmbito da música. Mesmo que não seja perfeito, a iniciativa do Spotify parece ser um passo relevante rumo a esse cenário.

Spotify e gravadoras fecham parceria para uso “responsável” de IA na música

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Aplicativo do Spotify (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Netflix fecha parceria com Spotify para exibir podcasts em vídeo

15 de Outubro de 2025, 08:14
Imagem ilustrativa com pessoa usando fones de ouvido e segurando um celular. Ao fundo, logos do Spotify em diferentes tamanhos
Spotify aposta em podcasts em vídeo para alcançar novos públicos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Spotify e a Netflix fecharam uma parceria para exibir podcasts em vídeo a partir de 2026 nos EUA, com expansão global prevista para depois.
  • A Netflix hospedará vídeos de podcasts populares do Spotify, como The Bill Simmons Podcast e Serial Killers, cobrindo temas como esportes, cultura pop e true crime.
  • O Spotify busca expandir seu conteúdo audiovisual e aumentar a receita publicitária, aproveitando o crescimento do consumo de vídeos na plataforma.

O Spotify firmou uma parceria inédita com a Netflix para ampliar a presença de seus podcasts em vídeo. A partir de 2026, assinantes da plataforma de streaming poderão assistir a uma seleção de programas do Spotify Studios e The Ringer, que abordarão temas como esportes, cultura pop, estilo de vida e true crime.

A medida faz parte da estratégia do Spotify de expandir seu conteúdo audiovisual e abrir novas oportunidades de distribuição e monetização.

Em um comunicado, Roman Wasenmüller, vice-presidente e chefe global de podcasts da empresa, afirmou o seguinte: “Esta parceria marca um novo capítulo para o podcasting. Juntos, com a Netflix, estamos expandindo a descoberta, ajudando criadores a alcançar novos públicos e dando aos fãs do mundo todo a chance de vivenciar as histórias que amam e descobrir novas favoritas que nunca imaginaram. Isso oferece mais escolha aos criadores e abre uma oportunidade completamente nova de distribuição.”

O que muda com o acordo entre Spotify e Netflix?

A Netflix passará a hospedar versões em vídeo de alguns dos podcasts mais populares do Spotify, como The Bill Simmons Podcast, The Rewatchables, Dissect e Serial Killers. A seleção inicial também incluirá títulos de sucesso em esportes, entretenimento, cultura e crimes reais.

De acordo com Lauren Smith, vice-presidente de licenciamento de conteúdo e estratégia de programação, “na Netflix, estamos sempre em busca de novas formas de entreter nossos assinantes, onde e como eles quiserem assistir. À medida que os podcasts em vídeo continuam crescendo em popularidade, nossa parceria com o Spotify nos permite trazer versões completas em vídeo desses programas de sucesso para o público da Netflix e do Spotify”.

O movimento reflete uma mudança importante no Spotify, que vem apostando em vídeos como um formato capaz de atrair especialmente o público da geração Z — e de gerar mais receita publicitária. Desde 2024, o consumo de vídeos na plataforma cresceu 20 vezes mais rápido que o de áudios. Já são mais de 430 mil podcasts em vídeo.

Arte mostra o logo da Netflix, uma letra "N" vermelha, ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Netflix passará a exibir podcasts em vídeo produzidos pelo Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vídeos ganham espaço como nova aposta do Spotify

Nos últimos anos, o Spotify investiu bilhões de dólares em podcasts, adquirindo estúdios como Parcast, The Ringer e Gimlet Media, além de fechar contratos exclusivos com grandes nomes, como Joe Rogan e Alex Cooper — acordos que já chegaram ao fim. Apesar do investimento, o retorno financeiro foi abaixo do esperado, o que levou a empresa a reformular sua estratégia em 2023, incluindo demissões e mudanças na liderança.

A parceria com a Netflix representa, portanto, uma nova fase para o ecossistema de podcasts da empresa, que agora aposta na integração entre formatos e plataformas para impulsionar o alcance e o engajamento. O lançamento dos podcasts em vídeo no catálogo da Netflix começará nos Estados Unidos, no início de 2026, com expansão gradual prevista para outros mercados.

Netflix fecha parceria com Spotify para exibir podcasts em vídeo

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Netflix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como baixar músicas do Spotify em MP3 para ouvir offline

10 de Outubro de 2025, 12:00
Foto de uma pessoa utilizando um notebook, usando um fone branco, com uma ilustração de um app de música na tela do aparelho
YT Saver possui ferramenta de download de música direto no Spotify (imagem: rawpixel/freepik)
Resumo
  • O YT Saver Spotify Converter permite baixar músicas do Spotify em MP3, preservando qualidade de áudio até 320 kbps e tags ID3.
  • O software oferece duas formas de download: colando o link do Spotify ou usando o navegador integrado para acessar e baixar diretamente.
  • Planos pagos do YT Saver incluem downloads ilimitados, suporte a mais de 20 formatos e compatibilidade com outros serviços de música.

Ter milhões de músicas à disposição a qualquer momento é uma das principais vantagens do Spotify, mas a experiência offline ainda conta com restrições importantes. Mesmo para assinantes do plano Premium, os downloads ficam limitados ao aplicativo, impedindo que o usuário transfira suas faixas favoritas para outro dispositivo.

Para contornar isso, existe a possibilidade de converter músicas do Spotify para um arquivo universal, como o MP3. É exatamente essa a proposta do YT Saver Spotify Converter, uma ferramenta para Windows e Mac projetada para baixar playlists, álbuns e faixas da plataforma.

Com o programa, você pode salvar uma música ou uma playlist inteira em formatos de áudio abertos e de alta qualidade. Veja como a seguir.

Por que converter músicas do Spotify para MP3?

Tela de download do YT Saver
Formatos universais permitem transferência do arquivo para outros dispositivos (imagem: reprodução/YT Saver)

O Spotify utiliza o formato OGG Vorbis no armazenamento das músicas, protegendo-as com uma tecnologia de gestão de direitos digitais (DRM). Essa proteção, na prática, garante que as músicas baixadas só possam ser executadas dentro do aplicativo oficial do Spotify, impedindo que os arquivos sejam copiados ou reproduzidos em outros programas.

É por isso que mesmo o usuário da versão Premium do serviço não consegue reproduzir ou transferir o arquivo baixado.

O MP3, por outro lado, é um formato universal. Por não ter esse tipo de restrição, ele é compatível com praticamente qualquer dispositivo reprodutor de áudio do mercado. Ao converter uma faixa de OGG para MP3, o usuário quebra essa barreira e ganha a liberdade de usar os arquivos de música como e onde quiser.

É nesse cenário que o YT Saver Spotify Converter pode ser útil. Como ele, você pode baixar playlist do Spotify para MP3 diretamente no computador, mesmo sem uma assinatura Premium.

O software, disponível para Windows e Mac, preserva a qualidade do áudio em até 320 kbps e as tags ID3 dos arquivos, como nome do artista, capa do álbum e título da música, facilitando a organização da biblioteca de músicas.

Por ser um software dedicado com atualizações contínuas, o programa oferece um ambiente mais controlado e seguro em comparação com sites de conversão online, que frequentemente contêm publicidade e podem oferecer riscos de segurança.

Como baixar playlists do Spotify no PC ou Mac

O YT Saver funciona de uma forma muito simples e intuitiva, possuindo inclusive um navegador integrado que permite baixar músicas do Spotify sem sair do aplicativo. Veja o passo a passo:

  1. Faça o download diretamente no site oficial do YT Saver
  2. Execute o arquivo baixado
  3. Selecione o idioma, aceite o contrato de licença e escolha o local de instalação. Avance até a conclusão.

Com tudo pronto, o YT Saver oferece duas formas principais de baixar suas músicas.

Copiando e colando o link

1) Vá até o aplicativo ou site do Spotify e encontre a música, álbum ou playlist que deseja

Captura de tela do álbum Cowboy Carter, da Beyoncé, no Spotify
É possível fazer download de músicas por link copiado do Spotify (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

2) Clique em compartilhar e depois em Copiar link

Captura de tela do álbum cowboy carter da Beyoncé no Spotify
Opção de “copiar link” no aplicativo do Spotify para Windows (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

3) De volta ao YT Saver, clique no botão “Colar URL”

Tela inicial do YT Saver com destaque ao botão de adicionar URL
Tela inicial do YT Saver com opção de colar URL (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

4) O programa analisará o link automaticamente e iniciará o download de todo o conteúdo.

Lista de músicas que serão baixadas no YT Saver
Lista de músicas importadas do álbum do Spotify (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Navegador integrado ao programa

1) No menu lateral do YT Saver, acesse a aba “Music Premium”

Tela inicial do YT Saver com destaque à opção "Premium Music"
Opção “Premium Music” na aba lateral do aplicativo (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

2) Selecione a opção com o símbolo do Spotify.

Aba "Premium Music" aberta, em um espaço brando duas opções: Spotify e Apple Music. Um destaque em vermelho circula a opção Spotify
Conversor de músicas do Spotify no YT Saver (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

3) Uma janela com a interface do Spotify será aberta. Faça login com sua conta e use o serviço normalmente para encontrar o que deseja ouvir

Navegador interno do YT Saver
Navegador interno do YT Saver (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

4) Ao encontrar a faixa ou playlist, basta clicar no botão de “Download” que aparece na tela para iniciar o processo

Tela do Spotify aberta, com um álbum do Exaltasamba e uma seta vermelha apontando para a opção "download" no canto superior direito
Opção de download no navegador interno do YT Saver (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Onde ficam os downloads?

Independentemente do método escolhido, todas as músicas baixadas ficam organizadas na seção “Baixado” (Downloaded). Ali, os arquivos MP3 já estarão salvos em seu computador, com as tags de artista e álbum preservadas, e prontos para serem transferidos para qualquer outro dispositivo.

Para definir a qualidade de áudio, após abrir o Baixador Spotify, clique na engrenagem no topo da janela (ao lado das opções de minimizar, maximizar e fechar janela). Ali, é possível definir entre diversas opções de formato e a taxa de bits. Por padrão, o programa faz o download da música na melhor taxa de bits disponível.

Preferências de download no Baixador Spotify do YT Saver
Preferências de download no Baixador Spotify do YT Saver (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Conversão com qualidade e Hi-Fi

Uma preocupação comum ao converter arquivos de áudio é a possível perda de qualidade. O YT Saver garante que a música baixada terá a mesma fidelidade sonora da versão de alta resolução do Spotify.

Para audiófilos e usuários que querem a máxima fidelidade de áudio, o programa também permite a conversão para formatos sem perdas (lossless), como o FLAC.

Diferente do MP3, que comprime o áudio para economizar espaço, o FLAC mantém os dados originais da gravação, sendo ideal para quem usa equipamentos de som de alta qualidade. O software também suporta formatos como AAC, WAV, M4A e outros.

Planos do YT Saver

O YT Saver Spotify Converter surge como uma ferramenta para devolver ao usuário controle sobre as músicas, quebrando as barreiras do streaming e permitindo playlists e álbuns dos seus artistas favoritos salvos localmente — e com alta qualidade.

Para quem deseja experimentar, o YT Saver oferece uma versão de teste gratuita. Com ela, é possível baixar até três músicas e uma playlist completa em formatos de saída mais populares, como MP3.

Já os planos pagos liberam o potencial da ferramenta. As licenças, disponíveis no plano mensal por US$ 9,95 (cerca de R$ 53,22, em conversão direta) ou no vitalício (pagamento único) por US$ 39,95 (R$ 192,30), incluem:

  • Downloads ilimitados de músicas, playlistss, álbuns e artistas.
  • Suporte a mais de 20 formatos de saída de áudio e vídeo
  • Capacidade de baixar vídeos em resoluções de até 8K
  • Compatibilidade com outros serviços, como Amazon Music e Deezer
  • Suporte técnico contínuo

Para fazer o download da versão gratuita ou adquirir uma das licenças, basta acessar a página oficial do YT Saver.

Como baixar músicas do Spotify em MP3 para ouvir offline

YT Saver possui ferramenta de download de música direto no Spotify (imagem: rawpixel/freepik)

Formatos universais permitem transferência do arquivo para outros dispositivos (imagem: reprodução/YT Saver)

É possível fazer download de músicas por link copiado do Spotify (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Opção de “copiar link” no aplicativo do Spotify para Windows (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Tela inicial do YT Saver com opção de colar URL (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Lista de músicas importadas do álbum do Spotify (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Opção “Premium Music” na aba lateral do aplicativo (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Conversor de músicas do Spotify no YT Saver (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Navegador interno do YT Saver (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Opção de download no navegador interno do YT Saver (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Preferências de download no Baixador Spotify do YT Saver (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Spotify muda regras para uso de inteligência artificial em músicas

25 de Setembro de 2025, 14:50
Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Spotify divulgou mudanças nesta quinta-feira (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify reforçou as regras para o uso de inteligência artificial nas músicas hospedadas na plataforma.
  • Agora, haverá um sistema para filtrar spam musical e padrões para divulgar o uso de IA nos créditos das músicas.
  • A empresa adotará o padrão DDEX, que indica em quais etapas da música, incluindo produção e pós-produção, a IA foi utilizada.

O Spotify divulgou nesta quinta-feira (25/09) mudanças em suas políticas de uso de inteligência artificial na música. A empresa afirma que o objetivo é proteger artistas de fraudes e práticas enganosas, além de oferecer mais clareza ao público sobre como a tecnologia é aplicada nas faixas disponíveis na plataforma.

A decisão vem em um momento de crescimento expressivo de músicas criadas por IA, que têm gerado debates entre criadores, gravadoras e serviços de streaming. Segundo o Spotify, a prioridade é incentivar a criatividade sem abrir espaço para abusos.

Quais são as mudanças?

Entre as novidades, a empresa confirmou três eixos principais:

  1. Regras mais rígidas contra imitação vocal;
  2. Implementação de um novo sistema de filtragem de spam;
  3. Adoção de padrões de mercado para divulgar o uso de IA nos créditos musicais.

No caso da imitação vocal, a prática já era proibida, mas agora o Spotify deixou mais claro como vai lidar com denúncias envolvendo deepfakes de voz. Segundo a plataforma, qualquer clonagem vocal só será permitida se o artista original autorizar o uso. Com isso, a empresa espera reduzir casos de exploração da identidade de músicos sem consentimento.

Outro ponto é o combate ao spam musical. Nos últimos 12 meses, o Spotify afirma ter removido 75 milhões de faixas consideradas fraudulentas. Para reforçar esse processo, a empresa lançará um filtro que deve identificar padrões de comportamento abusivo, como uploads em massa, duplicações de músicas e manipulação de metadados. Essas faixas não serão recomendadas aos usuários. A aplicação desse sistema deve ser expandida ao longo dos próximos meses.

O Spotify também vai aumentar a transparência sobre o uso de IA nas músicas. A plataforma adotará o padrão da organização DDEX, que orienta gravadoras, distribuidoras e parceiros a informar em quais elementos da faixa a inteligência artificial foi aplicada — incluindo vocais, instrumentos ou pós-produção.

O que muda para artistas e ouvintes?

Imagem ilustrativa com pessoa usando fones de ouvido e segurando um celular. Ao fundo, logos do Spotify em diferentes tamanhos
Spotify promete mais transparência na plataforma (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Para os artistas, as mudanças significam maior proteção contra tentativas de fraude, como uploads de músicas em perfis alheios ou uso indevido de vozes clonadas. A empresa também promete agilizar processos de revisão quando houver denúncias de conteúdos fora do lugar, inclusive na fase de pré-lançamento.

Já para os ouvintes, a expectativa é de maior clareza sobre o que estão escutando. Sam Duboff, chefe global de marketing e políticas do Spotify, explicou que o uso da IA na música não deve ser tratado como um “tudo ou nada”.

“Sabemos que o uso da IA será cada vez mais um espectro, com artistas e produtores incorporando a tecnologia em diferentes etapas do processo criativo”, destacou. “Esse padrão da indústria permitirá descrições mais precisas e detalhadas, sem forçar uma classificação binária”.

Apesar da postura mais firme, o Spotify ressaltou que não pretende punir o uso legítimo de inteligência artificial. Pelo contrário: a empresa reforça que artistas são livres para adotar a tecnologia em seus processos criativos, caso façam isso de maneira responsável e transparente.

Com informações do Spotify, The Verge e TechCrunch

Spotify muda regras para uso de inteligência artificial em músicas

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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