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Computador de bolso com Linux tem acessórios modulares e tela touch

5 de Fevereiro de 2026, 15:22
Dois computadores de bolso Mecha Comet, um preto e um branco, posicionados verticalmente ao fundo. À frente deles, três módulos coloridos estão alinhados: um teclado cinza-escuro, um controle de jogos amarelo com botões pretos e uma placa de expansão vermelha com pinos de conexão. O cenário possui uma parede de tijolos ao fundo. A composição exemplifica a natureza modular do produto, exibindo as diferentes opções de cores e acessórios de controle.
Mecha Comet tem três acessórios que se encaixam na parte de baixo do aparelho (foto: divulgação)
Resumo
  • O Mecha Comet é um computador de bolso com Linux, tela touch AMOLED de 3,92 polegadas, e acessórios modulares como teclado e joypad.
  • O projeto é aberto, permitindo modificações nos componentes, e está disponível no Kickstarter a partir de US$ 159.
  • O hardware inclui até 8 GB de RAM, até 128 GB de armazenamento, portas USB-C e HDMI, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4, e câmera de 8 MP.

Um novo projeto de hardware combina Linux, formato de smartphone, tela sensível ao toque e acessórios modulares. O Mecha Comet está disponível na plataforma de financiamento coletivo Kickstarter, com preços a partir de US$ 159 (aproximadamente R$ 830, em conversão direta).

O aparelho vem sendo desenvolvido desde 2021 pela startup Mecha Systems, que conta com 15 funcionários e está sediada no estado americano do Missouri.

Como é o Mecha Comet?

O Comet lembra um smartphone na altura e na largura, mas tem mais espessura (14 mm) e é mais pesado (225 g). A tela usa tecnologia AMOLED e tem formato quase quadrado, com 3,92 polegadas na diagonal. Ela é sensível ao toque, permitindo navegação.

O display fica na metade de cima do aparelho. Na metade de baixo, está uma das partes mais interessantes do Comet: um espaço para acoplar acessórios.

Inicialmente, há três possibilidades: teclado, joypad e placa com conector GPIO de 40 pinos. O projeto tem código aberto, então, teoricamente, outras pessoas poderão criar seus próprios módulos.

Uma mão segura o computador de bolso Mecha Comet em frente a uma parede cinza. O aparelho é preto e possui uma tela sensível ao toque com interface escura e detalhes laranjas. Abaixo do visor, há um módulo de teclado físico QWERTY preto com botões de navegação. Na lateral esquerda, são visíveis botões de comando. A pessoa veste um casaco de cor terracota. A imagem destaca a portabilidade do dispositivo e seu formato vertical.
Tela AMOLED tem 3,92 polegadas (foto: divulgação)

Na parte de software, o Comet usa Linux 6.12 e sua própria distro, chamada Mechanix, baseada no Fedora 43. A interface é adaptada para a tela touch e lembra um pouco um smartphone, com tela de bloqueio, ícones grandes e teclado virtual.

Em hardware, ele vem com 2, 4 ou 8 GB de RAM; 64 ou 128 GB de armazenamento flash; CPU com quatro núcleos Cortex-A53 ou seis núcleos Cortex-A55; duas portas USB-C, uma porta HDMI e saída para fones de ouvido; bateria de 4.100 mAh; suporte a Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.4; câmera de 8 megapixels.

O que dá para fazer com o Mecha Comet?

Eu tive um breve contato com uma versão anterior do Mecha Comet durante a CES 2025. Naquela época, o sistema ainda tinha uma interface bem mais rudimentar, com acesso apenas ao navegador Chromium e a um terminal Linux. Os acessórios eram só mockups, sem funcionamento real.

Dispositivo retangular preto sobre mesa escura. A tela exibe um painel de sistema com o horário "17:27" e widgets de desempenho. Na metade inferior, está encaixado um teclado físico modular na cor azul-claro com teclas cinzas. O design é compacto, assemelhando-se a um smartphone espesso com acessórios acoplados.
Mecha Comet apresentado na CES 2025 foi refinado em revisões posteriores (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Um ano e três revisões depois, o time da Mecha mostra que o Comet já conta com um tocador de música, um bloco de notas e até um joguinho simples de corrida.

A verdade é que o aparelho tem pouca finalidade prática. A ideia, ao comprar um, é explorar o que dá para fazer com ele, construir módulos próprios, modificar componentes e desenvolver programas para a plataforma.

A campanha no Kickstarter já levantou mais de US$ 880 mil (R$ 4,6 milhões), bem acima da meta de US$ 50 mil (R$ 263 mil). A recompensa mais barata já está esgotada: era um Mecha Comet de 2 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, vendido a US$ 159. Se tudo sair como a Mecha Systems espera, logo veremos novos módulos e acessórios para o Comet criados pela própria comunidade.

Computador de bolso com Linux tem acessórios modulares e tela touch

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Mecha Comet tem formato de celular, saída HDMI e espaço para encaixar teclado e joypad. Projeto é aberto e compradores podem modificar componentes.

Tela AMOLED tem 3,92 polegadas (foto: divulgação)

Acessório para iPhone traz lente teleobjetiva e controle profissional

2 de Fevereiro de 2026, 11:47
Pessoa segura com as duas mãos um dispositivo eletrônico retangular que assemelha-se a um smartphone acoplado a uma lente fotográfica externa prateada. O corpo do aparelho possui acabamento em material preto texturizado na parte central, com bordas metálicas em prata. No topo, há o nome "retrova" escrito em letra cursiva preta e um pequeno ícone circular vermelho. Uma lente telescópica longa está encaixada em uma das três aberturas circulares frontais. O fundo está desfocado.
Kit inclui lente, case e botões (imagem: divulgação)
Resumo
  • O RetroVa Vintage Imaging Kit da PGYTech inclui uma lente teleobjetiva com zoom óptico de 2,35x para iPhone.
  • O kit possui um grip com controles manuais para ajuste de parâmetros fotográficos, compatível apenas com o app oficial da PGYTech.
  • A PGYTech iniciou uma campanha no Kickstarter para o produto, mas sem envio para a América do Sul.

A fabricante chinesa PGYTech iniciou uma campanha no Kickstarter para venda do RetroVa Vintage Imaging Kit. O preço sugerido para o conjunto completo é de US$ 230 (ou aproximadamente R$ 1.210, em conversão direta).

O produto é composto por uma lente teleobjetiva com zoom óptico de 2,35x para o iPhone, além de um case com grip, bateria, entrada para cartão de memória e controles manuais.

Como é a lente extensora para iPhone?

Lentes extensoras para smartphones já existem há muito tempo, e há modelos bem simples e baratinhos, que se encaixam no aparelho como um prendedor. O acessório da PGYTech, por outro lado, é bem mais completo e refinado.

A principal peça é a lente extensora, que se encaixa na câmera periscópica do smartphone. No caso do iPhone 16 Pro e Pro Max, é possível transformar a câmera de 120 mm em uma de 282 mm, podendo chegar a 1410 mm quando combinada ao zoom digital. Já no caso do iPhone 17 Pro e Pro Max, esses números são de 235 mm a 2350 mm, respectivamente. O produto não é compatível com outros modelos.

O que mais vem no kit?

Close-up de um acessório fotográfico prateado para smartphone, com acabamento em couro preto na base. O dispositivo apresenta diversos controles físicos destacados por linhas pontilhadas laranjas conectadas a textos explicativos. No topo, há o "Shutter Button" para foco e disparo. Ao lado, o "Multi-Function Button" circular com ícone vermelho. Abaixo, um "Zoom Lever" metálico e um "Control Dial" com textura recartilhada para ajustes de ISO e exposição. O topo exibe a marca "PGYTECH" invertida.
Grip dá acesso a controles avançados (imagem: divulgação)

O RetroVa Vintage Imaging Kit também conta com uma manopla acoplável do tipo grip, com botões de pressionar e girar. Com eles, dá para ajustar velocidade do obturador, ISO, exposição e balanço de branco, entre outros parâmetros.

Também há a opção de apertar levemente para ajustar o foco, com o clique sendo feito apenas ao afundar totalmente o botão.

O grip só funciona com o app oficial da PGYTech, o que torna o uso mais limitado. Por outro lado, o aplicativo traz recursos interessantes, como filtros para simular diferentes tipos de filmes analógicos.

Smartphone posicionado horizontalmente exibindo uma interface de câmera avançada. Na tela, vê-se parte de uma roda-gigante moderna contra um céu claro. À direita, um menu vertical mostra ícones de rolos de filme com os nomes "Kodak 200", "Gold 200", "PRO Neg. Std" e "ETERNA". Uma barra deslizante indica "Manual" e "1/125". No centro, botões circulares exibem distâncias focais como "100", "50", "35", "24" e "13". Uma mão segura o aparelho pela extremidade direita, apoiando o polegar próximo a um botão físico de disparo prateado. No canto esquerdo da tela, lê-se "HEIF".
App tem filtros e mais recursos (imagem: divulgação)

Essa parte do kit vem ainda com slot para cartão de memória microSD e porta USB 3.1, com até 312 MB/s de transferência. Além disso, conta com uma bateria de 300 mAh, que permite seu uso como controle remoto para a câmera.

Empresa oferece produtos para marcas chinesas

A PGYTech é uma empresa especializada em fotografia, com produtos para smartphones, câmeras e drones. Ela faz acessórios semelhantes para o X200 Ultra, da Vivo Mobile (que usa o nome Jovi no Brasil), e o Find X9 Pro, da Oppo. No caso desses dois modelos, os kits são oficiais e vêm com as marcas das próprias fabricantes dos celulares.

Voltando ao iPhone, o produto está em fase de financiamento coletivo no Kickstarter. É possível comprar o conjunto completo por US$ 230 (R$ 1.210) ou sem a lente extensora por US$ 90 (R$ 475). Nos dois casos, a companhia oferece um desconto de 20% para os apoiadores. Infelizmente, nenhum país da América do Sul está na lista das regiões para onde a PGYTech envia mercadorias.

Com informações do Verge

Acessório para iPhone traz lente teleobjetiva e controle profissional

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Kit acopla lente com 2,35x de zoom óptico à câmera periscópica do iPhone. Fabricante tem experiência com marcas chinesas.

Kit inclui lente, case e botões (imagem: divulgação)

App tem filtros e mais recursos (imagem: divulgação)

Projeto verão: este sensor bloqueia redes sociais até que você faça exercícios

28 de Janeiro de 2026, 15:32
Sensor Pavl-off preto circular sobre tapete de yoga verde entre dois halteres laranjas de 8 libras
Dispositivo Pavl-off detecta movimento e libera apps após treino (imagem: reprodução/Kickstarter)
Resumo
  • O Pavl-off bloqueia redes sociais até que o usuário complete exercícios físicos. Funciona apenas com iOS e não cobra mensalidade.
  • O dispositivo se conecta ao iPhone via Bluetooth, detecta movimento e libera aplicativos quando a meta de exercício é atingida. A bateria dura um mês e recarrega via USB-C.
  • O sensor utiliza módulo ESP32 com certificações FCC, CE e IC. A campanha no Kickstarter arrecadou US$ 1.400, superando a meta inicial de US$ 100.

Um novo sensor de movimentos vem dando o que falar no Kickstarter por basicamente obrigar o usuário a fazer exercícios antes de liberar o uso das redes sociais. Chamado de Pavl-off, ele foi criado pelo engenheiro Bar Smith, utiliza ímãs para se prender aos halteres e se conecta ao iPhone via Bluetooth.

O projeto já arrecadou US$ 1.400 (cerca de R$ 7.290) com 29 apoiadores, superando a modesta meta inicial de US$ 100 (R$ 520). A campanha termina em 13 de fevereiro, com entrega estimada para abril de 2026. Cada unidade custa US$ 35 (R$ 182) e pode ser enviada para qualquer país.

Como o dispositivo funciona?

Após instalar o aplicativo na App Store, o usuário escolhe quais redes sociais quer bloquear e define por quanto tempo precisa se exercitar. O sensor detecta o movimento durante o treino e destrava os apps quando a meta é cumprida. À meia-noite, os aplicativos são bloqueados novamente até que o exercício do dia seguinte seja realizado.

O dispositivo não tem botões e se conecta automaticamente ao iPhone quando o usuário começa a se movimentar. A bateria recarregável dura aproximadamente um mês e usa cabo USB-C para recarregar. Smith desenvolveu o produto inicialmente para uso próprio.

Limitações e certificações

O Pavl-off funciona apenas com iOS. Smith explica que bloquear aplicativos exige integração profunda com o sistema operacional, algo que ele conseguiu implementar somente na plataforma da Apple até agora. Não há menção a planos para uma versão de Android.

O sensor utiliza módulo ESP32 com certificações FCC, CE e IC. A bateria de 500 mAh segue os padrões UN38.3 e permite envio internacional sem taxas extras, pois se enquadra na categoria Section II (UN3481) de transporte.

Ao contrário do que outras marcas de bem-estar têm feito, não há qualquer mensalidade. A fabricação será feita por impressão 3D em pequenas quantidades ou moldagem por injeção se houver demanda maior.

Projeto verão: este sensor bloqueia redes sociais até que você faça exercícios

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Criado por um engenheiro de Seattle, o dispositivo Pavl-off utiliza ímãs e conexão Bluetooth para condicionar o uso do celular à prática de atividades físicas.

O sensor Pavl-off entre halteres de 8 lb em um tapete de exercícios. Dispositivo detecta movimento e libera apps após treino. (Imagem: Kickstarter/Reprodução)

Menos de 10 cm: conheça o menor mouse horizontal do mundo

16 de Janeiro de 2026, 14:33
Com apenas 75 mm, o NanoFlow i2 Air é promovido como solução ideal para trabalho híbrido (imagem: reprodução/Livaro Tech)

A Livaro Tech lançou no Kickstarter o NanoFlow i2 Air, apresentado como o menor mouse ergonômico horizontal do mundo. O projeto visa atender à demanda por portabilidade no trabalho híbrido e já superou sua meta inicial, arrecadando US$ 11.523 (cerca de R$ 62 mil).

O destaque do periférico são as dimensões de 31 x 39 x 75 mm e o peso de apenas 35 gramas. Menor que um estojo de AirPods, ele foi pensado para ser transportado no bolso e funcionar em qualquer superfície — inclusive tecidos —, eliminando a dependência de mesas tradicionais.

Design horizontal influencia na ergonomia

Ao contrário dos mouses convencionais, que exigem apoio total da palma da mão, a estrutura do NanoFlow i2 Air incentiva o controle do cursor apenas com as pontas dos dedos. Segundo a fabricante, essa abordagem mantém a mão elevada e ventilada, reduzindo o acúmulo de calor e a fadiga muscular causada por movimentos repetitivos e pressão no pulso.

Design elimina o apoio da palma da mão, priorizando o controle pela ponta dos dedos (imagem: reprodução/Livaro Tech)
Fabricante promete funcionamento em superfícies irregulares (imagem: reprodução/Livaro Tech)

Especificações e disponibilidade

O NanoFlow i2 Air suporta conexão simultânea via Bluetooth e 2,4 GHz, permitindo alternar rapidamente entre dois aparelhos, como um notebook e um tablet. A compatibilidade abrange Windows, Mac, iOS e Android (o Linux não foi citado oficialmente).

Para garantir autonomia, a bateria recarregável via USB-C promete 40 horas de uso contínuo com uma carga de apenas uma hora, contando com modo de espera automático para economizar energia. A Livaro Tech enfatiza que a bateria foi projetada para durar mais de 10 anos.

O modelo também aposta no silêncio: os switches dos botões emitem ruídos inferiores a 20 dB, ideais para bibliotecas e aviões.

Conexão simultânea via Bluetooth permite alternar entre PC e tablet com um clique (imagem: reprodução/Livaro Tech)

Assim como em qualquer projeto de financiamento coletivo, o apoio não garante a entrega do produto, embora a empresa afirme que os protótipos e a produção de teste já foram concluídos. A produção em massa deve começar no final de fevereiro de 2026.

A campanha no Kickstarter segue até 12 de fevereiro. O preço padrão é de US$ 85 (R$ 460), com envios previstos para março.

Com informações de Kickstarter/Livaro Tech.

Menos de 10 cm: conheça o menor mouse horizontal do mundo

TCL lança tablet Note A1, com tela que imita papel e foco em escrita

23 de Dezembro de 2025, 18:38
Dois tablets escuros vistos de cima, apoiados sobre uma superfície bege. Um deles está ligado e exibe uma tela branca com anotações manuscritas em inglês, incluindo o título “From knowledge to wisdom”, diagramas circulares e setas coloridas. Uma caneta stylus preta repousa sobre a tela. O outro tablet está desligado, mostrando a traseira com câmera e três pontos alinhados.
TCL Note A1: tela NxtPaper de 11,5 polegadas e suporte a canetas (imagem: divulgação)
Resumo
  • O TCL Note A1 possui tela NxtPaper de 11,5 polegadas com acabamento fosco e redução de luz azul para conforto visual.
  • O tablet suporta canetas stylus sem ghosting e oferece ferramentas de IA para anotações.
  • O design e os apps se assemelham ao Kindle Scribe, da Amazon.

A TCL anunciou, nesta terça-feira (23/12), o tablet Note A1. Com preço sugerido de US$ 419 (R$ 2,3 mil, em conversão direta), ele tem foco em escrita e anotações, o que deve posicioná-lo como um concorrente do Kindle Scribe Colorsoft, da Amazon.

Por enquanto, a TCL não revelou todas as especificações técnicas do modelo. O que já se sabe é que ele chegará inicialmente à plataforma de financiamento coletivo Kickstarter, famosa por unir inventores a entusiastas dispostos a financiar projetos.

Como é o TCL Note A1?

O principal diferencial do tablet é a tela NxtPaper de 11,5 polegadas. NxtPaper é uma tecnologia desenvolvida pela própria marca, que vem sendo empregada há anos em outros tablets e também em smartphones.

Basicamente, é uma tela LCD que conta com um acabamento fosco e configurações para reduzir a emissão de luz azul, bem como deixar as imagens com uma saturação menor.

O objetivo é entregar conforto visual similar a uma e-ink, como as usadas na linha Kindle, mas manter as possibilidades de uma tela tradicional, como exibição de cores (16,7 milhões, no caso desse aparelho) e taxa de atualização suficiente para reproduzir vídeos.

Em outras especificações, temos uma espessura de 5,5 mm e peso de aproximadamente 500 g. Ele oferece suporte a canetas stylus com zero ghosting durante a escrita, apesar de a TCL não dizer se o acessório virá na caixa ou será vendido separadamente.

Também merecem destaque o conjunto de oito microfones para gravar reuniões, a câmera traseira e um conector POGO para teclados e outros acessórios.

TCL destaca IA e sincronização

E o software? A TCL não deu muitos detalhes, então só nos resta especular. As imagens de divulgação mostram apenas ferramentas para escrever, desenhar e gravar reuniões. Nesse sentido, ele se parece muito com o Kindle Scribe.

Três tablets Kindle Scribe Colorsoft posicionados lado a lado sobre fundo neutro. As telas exibem conteúdo colorido: à esquerda, uma ilustração de paisagem com montanhas e balão, acompanhada do texto “Notes on creativity”; ao centro, um gráfico circular com percentuais e anotações manuscritas; à direita, um desenho urbano em preto e branco com o título “Finding inspiration” e parágrafos de texto. Duas canetas stylus repousam à frente dos aparelhos.
Kindle Scribe Colorsoft tem ferramentas de produtividade (imagem: divulgação)

Por outro lado, a folha de especificações técnicas diz que há suporte à instalação de APKs para ler livros, dando o próprio aplicativo do Kindle como exemplo. APKs são os pacotes de instalação do Android. Levando em consideração essas duas informações, meu palpite é que se trata de uma versão bastante customizada do sistema do Google.

Seja como for, a marca dá destaque às ferramentas de inteligência artificial do Note A1, como conversão de textos manuscritos, transcrição de áudio, reconhecimento de fórmulas, sumarização e assistente de escrita.

A TCL também ressalta a sincronização dos arquivos com OneDrive, Google Drive e Dropbox, além de uma ferramenta para espelhar a tela do tablet em monitores externos, o que deve ser útil durante apresentações.

Com informações do Android Authority e do Gizmochina

TCL lança tablet Note A1, com tela que imita papel e foco em escrita

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Aparelho será vendido inicialmente na plataforma de financiamento coletivo Kickstarter. Design e ferramentas colocam produto como concorrente do Kindle Scribe.

Kindle Scribe Colorsoft tem ferramentas de produtividade (imagem: divulgação)
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