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Chega de confusão nos ícones do Google

27 de Abril de 2026, 06:52
Maioria dos apps do Google adota ícones coloridos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google planeja modificar os ícones dos aplicativos do Google Workspace, como Drive, Gmail e Fotos, para simplificar a identificação.
  • Os novos ícones terão cores sólidas e detalhes de iluminação, como o Google Meet que será amarelo, o Google Chat verde e o Google Calendar azul.
  • Os ícones dos apps de Documentos, Planilhas e Apresentações ganharão um novo design com detalhes de iluminação e bordas arredondadas.

Já te aconteceu de abrir a pasta “Google” no seu celular e tocar no ícone errado? A família de aplicativos ganhou uma coloração gradiente que confunde muitos usuários. Para resolver a situação, o Google planeja fazer uma modificação completa nos ícones de apps como Drive, Gmail e Fotos.

De acordo com o site especializado 9to5 Google, a ideia do Google é simplificar os ícones, de modo que os consumidores encontrem os apps com mais facilidade. Por exemplo, o Google Drive deve perder os detalhes em vermelho. Por sua vez, o app do Gmail deve ficar mais vermelho do que nunca, apesar de ainda estampar outras cores.

Novos ícones vazam na web (imagem: reprodução/9to5 Google)

Quais são as mudanças visuais nos aplicativos?

Os ícones vazados pelo 9to5 Google indicam um redirecionamento em especial para o Google Meet, que fica completamente amarelo, o Google Chat, que adota o verde, e o Google Calendar, que ganha um ícone completamente azul.

Os ícones para os apps de Documentos, Planilhas e Apresentações — parte do Google Workspace — continuam predominantemente nas cores azul, verde e amarelo, respectivamente. No entanto, ganham um novo design, mais moderno, com detalhes de iluminação e bordas mais arredondadas.

Quando os novos ícones serão lançados?

Não sabemos quando os novos ícones vão entrar em ação ou se serão exatamente estes revelados em primeira mão pela imprensa internacional. De toda forma, fica a pergunta: você gostou do que viu? Conte para a gente nos comentários do Tecnoblog.

Chega de confusão nos ícones do Google

Maioria dos apps do Google adota ícones coloridos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Novos ícones vazam na web (imagem: reprodução/9to5 Google)

Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA

22 de Janeiro de 2026, 10:15
Smartphone exibindo o logo do Snapchat em fundo amarelo
Snap conseguiu o acordo antes do início do julgamento em Los Angeles (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • A empresa Snap, dona do Snapchat, fechou acordo em processo nos EUA sobre vício em redes sociais.
  • O julgamento testa a tese de que redes sociais são produtos “defeituosos” e podem ser responsabilizadas por danos pessoais.
  • A Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações é central no debate sobre a responsabilidade das plataformas.
  • Meta, TikTok e YouTube seguem no caso.

A empresa controladora do Snapchat fechou um acordo em um processo que acusa grandes plataformas digitais de incentivarem o vício em redes sociais. O acerto foi anunciado poucos dias antes do início do julgamento em Los Angeles, que é considerado o primeiro do tipo a avançar para a fase de júri nos Estados Unidos.

Embora o Snapchat já não tenha a mesma relevância no Brasil, o caso chama atenção por envolver também Meta, TikTok e YouTube, que permanecem como rés no processo. Não se sabe quanto será pago pois os termos do acordo com a empresa Snap não foram divulgados. Ela não será mais processada nesta ação específica.

Em nota enviada à BBC após a audiência na Suprema Corte da Califórnia, a Snap afirmou que as partes ficaram “satisfeitas por terem conseguido resolver este assunto de maneira amigável”.

Por que é um processo histórico?

A ação foi movida por uma jovem identificada pelas iniciais K.G.M., hoje com 19 anos. Ela alega que se tornou dependente de aplicativos de redes sociais ainda na adolescência e que isso teve impactos diretos sobre sua saúde mental. Segundo a acusação, escolhas de design e funcionamento dos algoritmos teriam sido determinantes para o uso compulsivo.

Este é o primeiro de vários processos semelhantes que devem chegar a julgamento ao longo do ano nos Estados Unidos. A estratégia jurídica lembra a adotada décadas atrás contra a indústria do tabaco, com milhares de adolescentes, distritos escolares e procuradores estaduais acusando empresas de tecnologia de causar danos pessoais e sociais.

Os autores das ações afirmam que recursos como rolagem infinita, reprodução automática de vídeos e sistemas de recomendação foram projetados para manter usuários engajados por longos períodos, contribuindo para quadros de depressão, transtornos alimentares e automutilação.

O que ainda está em jogo?

Meta, TikTok e YouTube
Meta, TikTok e YouTube permanecem como rés no processo (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como não houve acordo com as outras rés, o julgamento seguirá contra Meta, TikTok e YouTube, com a seleção do júri prevista para a próxima segunda-feira (27 de janeiro. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, deve depor. Antes do acordo, o CEO da Snap, Evan Spiegel, também estava listado como testemunha.

Os casos são acompanhados de perto porque testam uma nova tese jurídica: a de que plataformas de redes sociais seriam produtos “defeituosos” e, portanto, passíveis de responsabilização por danos pessoais. As empresas, por sua vez, argumentam que não há comprovação científica de um elo direto entre uso de redes sociais e vício, além de sustentarem que as ações violam proteções legais ligadas à liberdade de expressão.

Outro ponto central do embate envolve a Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações, de 1996, historicamente usada pelas big techs para se proteger de responsabilidades legais. Os autores das ações afirmam que o problema não está no conteúdo publicado por terceiros, mas na forma como as plataformas são estruturadas para incentivar o uso excessivo.

Mesmo fora deste julgamento específico, a Snap segue como ré em outros processos semelhantes, que podem redefinir os limites de responsabilidade das empresas de tecnologia.

Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA

Snapchat (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Meta, TikTok e YouTube (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google Gemini agora pode acessar seu Gmail, Drive e Chat nas pesquisas

6 de Novembro de 2025, 17:33
Marca do Gemini em cores claras, num fundo azul. Na parte superior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
Assistente de pesquisa do Gemini agora pode usar Gmail e Drive como fontes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Deep Research do Gemini agora acessa Gmail, Google Drive, Google Docs e Google Chat para gerar relatórios de pesquisa.
  • A ferramenta combina dados pessoais com resultados da web para gerar análises mais completas.
  • Por enquanto, o recurso está disponível para PCs, mas deve ser liberado para smartphones e tablets em breve.

A ferramenta Deep Research do Gemini, voltada para geração de relatórios detalhados de pesquisas, agora pode acessar dados do Gmail, Google Chat e Google Drive (incluindo Docs, Planilhas, Slides e PDFs), além de resultados da web. O recurso, por enquanto, está disponível apenas para a versão desktop.

A atualização permite combinar dados pessoais com resultados da web para gerar análises mais completas e contextualizadas. Segundo o comunicado do Google, o recurso deve ser liberado para smartphones e tablets nos próximos dias.

Como funciona na prática?

Ao selecionar a opção de “Deep Research” no menu de ferramentas do Gemini, o usuário define quais fontes usar, incluindo as buscas na internet, e-mails, arquivos do Drive ou conversas do Chat. É possível selecionar quantas fontes quiser.

A IA então processa esses documentos internos e cruza essas informações com dados coletados em uma pesquisa ampla na internet. O resultado é um relatório detalhado que pode ser exportado para o Google Docs ou convertido em um podcast gerado por IA.

Captura de tela da interface do Google Gemini. No topo, lê-se "Olá,". No campo de busca, estão ativas as palavras-chave "Deep Research" e a versão "2.5 Flash". Abaixo do campo, há dois botões: "Fontes" (selecionado) e "Arquivos". Um menu suspenso aberto no lado esquerdo mostra as opções de fonte de pesquisa, com "Google Pesquisa" marcado, e as demais opções desmarcadas: "Gmail", "Drive" e "Chat". O logo do "Tecnoblog" está no canto inferior direito.
Recurso permite combinar fontes de pesquisa (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Foco em produtividade corporativa

A novidade mira especialmente profissionais que dependem de visão geral sobre dados e informações complexas. O Google cita casos práticos como exemplos:

“Agora você pode iniciar uma análise de mercado para um novo produto ao permitir que o Deep Research analise os documentos iniciais de brainstorming da sua equipe, as conversas por e-mail relacionadas e os planos de projeto. Ou você pode criar um relatório sobre um produto concorrente que cruza dados públicos da web com suas estratégias, planilhas de comparação e conversas da equipe.”

O Google tem expandido cada vez mais em seus serviços a presença e as funcionalidades da IA Gemini. Recentemente, a companhia anunciou o uso do modelo como copiloto no Google Maps, permitindo que motoristas relatem incidentes ou agendem compromissos por comando de voz.

Além disso, o Google tem feito testes internos para incluir o Nano Banana e o Deep Search diretamente na interface inicial do Chrome.

Google Gemini agora pode acessar seu Gmail, Drive e Chat nas pesquisas

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
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