Nesta quinta-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou um pronunciamento especial pelo Dia do Trabalho nas rádios e TVs para anunciar um novo programa do governo federal voltado para endividados, o chamado Desenrola.
Segundo Lula, a proposta permitirá renegociações do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) com juros de até 1,99% e descontos de 30% a 90%. O trabalhador poderá utilizar 20% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
E as bets?
“Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet. Por isso, quem aderir ao Novo Desenrola Brasil ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line. Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos”, informou o presidente.
Ou seja, se você quer aderir ao Desenrola e também aposta em bets, não poderá apostar pelo período de um ano. Lula afirmou que não foi em seu governo que as bets entraram no Brasil, “mas é nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando”.
Presidente brasileiro bradou contra as bets – Imagem: casa.da.photo/Shutterstock
O presidente falou, ainda, do projeto que quer acabar com a escala 6×1 de trabalho;
Para Lula, não faz sentido, em pleno século XXI, com a evolução da tecnologia, que milhões de brasileiros trabalhem seis dias por semana e descansem apenas um;
Ele também citou a crise do petróleo gerada pela guerra entre Estados Unidos e Irã;
Ressaltou ainda as medidas tomadas em prol dos trabalhadores, como a alíquota zero do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil;
Para encerrar, comentou sobre a liberação antecipada do 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a licença-paternidade, a conta de luz zerada para quem consome até 80 kW e o programa Gás do Povo.
A Justiça Federal de São Paulo decidiu suspender a multa diária de R$ 250 mil aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ao WhatsApp. A decisão favorável à empresa foi proferida na quarta-feira (29), e os advogados da companhia comunicaram a autarquia sobre a sentença no dia seguinte, quinta-feira (30).
Whatsapp vence (temporariamente) Cade na Justiça
A penalidade havia sido imposta no âmbito de um inquérito conduzido pelo Cade, que investiga suposto descumprimento de medida preventiva relacionada ao funcionamento da plataforma;
A determinação do órgão exigia que a Meta, controladora do WhatsApp, mantivesse o acesso gratuito de inteligências artificiais (IA) de terceiros ao serviço de mensagens — algo que, atualmente, é cobrado;
Além disso, o Cade também questiona a política de preços adotada pela empresa para a utilização da API do WhatsApp Business, ferramenta voltada a empresas que utilizam o aplicativo para comunicação com clientes.
Em nota, um porta-voz da Meta afirmou que considera que o Cade extrapolou suas atribuições ao exigir a gratuidade do acesso à plataforma. “Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA”, declarou a companhia (leia a nota completa abaixo).
Meta, dona do WhatsApp, se mostrou satisfeita com a decisão – Imagem: jackpress/Shutterstock
A empresa sustenta que sua estrutura de custos possui justificativa comercial e afirma que a cobrança de US$ 0,0625 (R$ 0,31) por mensagem está respaldada pela legislação vigente, além de ser equivalente a tarifas praticadas por outras empresas tanto no Brasil quanto no exterior.
A origem do caso remonta a setembro de 2025, quando as startups Luzia e Zapia apresentaram denúncias ao Cade sobre mudanças nos termos de uso do WhatsApp Business. Em março deste ano, o tribunal do órgão antitruste rejeitou um recurso da Meta e determinou o retorno às condições anteriores à alteração desses termos.
Com a decisão da Justiça Federal, a multa diária fica suspensa enquanto o caso segue em discussão, em segredo de Justiça. Contudo, o Olhar Digital obteve acesso à solicitação dos advogados da Meta. Leia aqui.
A seguir, leia a nota completa enviada por um porta-voz da Meta:
“Estamos satisfeitos que a Justiça brasileira tenha reconhecido nossas preocupações em relação à decisão do CADE. Ao exigir acesso gratuito a um serviço pago, acreditamos que a autoridade antitruste vai além de suas atribuições. Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA.”
O sorteio do concurso7014 da Quina aconteceu na noite de quinta-feira (30), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 4,5 milhões.
Os números sorteados da Quina 7014 foram: 11 – 16 – 23 – 42 – 74.
Resultado da Quina 7014
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Quina de hoje acumulou?
A Quina de hoje não acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 6 milhões.
Teve ganhador na Quina hoje?
Uma aposta de Osasco (SP) acertou as cinco dezenas e vai levar para casa R$ 4.565.710,48. 74 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 5.499,90. 4.202 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 92,24. 88.420 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 4,38.
Qual é o último resultado da Quina?
O resultado da Quina 7013 desta quarta-feira (29) é: 12 – 36 – 37 – 53 – 80.
Quando é o próximo sorteio da Quina?
O próximo sorteio é o 7015 e ele acontece no sábado, 2 de maio de 2026.
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Quina 7013 (29/04/2026): 12 – 36 – 37 – 53 – 80
Quina 7012 (28/04/2026): 44 – 53 – 54 – 57 – 75
Quina 7011 (27/04/2026): 09 – 24 – 31 – 45 – 55
Quina 7010 (25/04/2026): 05 – 31 – 32 – 35 – 47
Quina 7009 (24/04/2026): 03 – 20 – 23 – 26 – 42
Quina 7008 (23/04/2026): 14 – 23 – 47 – 55 – 78
Quina 7007 (22/04/2026): 08 – 22 – 29 – 63 – 69
Quina 7006 (20/04/2026): 33 – 41 – 48 – 55 – 68
Quina 7005 (18/04/2026): 14 – 17 – 32 – 44 – 68
Quina 7004 (17/04/2026): 23 – 35 – 52 – 56 – 76
Como resgatar o prêmio da Quina
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Lotofácil de hoje acumulou?
A Lotofácil de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Lotofácil é de R$ 5 milhões.
Teve ganhador na Lotofácil hoje?
Nenhuma aposta acertou as 15 dezenas. 182 apostas acertaram 14 números e ganharam R$ 2.357,91. 7.132 apostas acertaram 13 dezenas e levarão R$ 35,00. 84.004 apostas obtiveram 12 acertos e receberão R$ 14,00. Por fim, 513.738 apostas tiveram 11 dezenas sorteadas e foram premiadas com R$ 7,00.
Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?
No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?
A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.
Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?
Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 4,50.
O Google anunciou uma mudança significativa em uma das ferramentas de segurança mais utilizadas da internet, o reCAPTCHA, conhecido popularmente pelo teste “eu não sou um robô”. A reformulação marca uma resposta direta ao avanço dos agentes de inteligência artificial (IA), que já conseguem simular comportamentos humanos com facilidade.
A alteração foi apresentada durante o evento Google Cloud Next, junto com o lançamento do Gemini Enterprise Agent Platform, conjunto de serviços voltado para empresas que desejam adotar modelos baseados em agentes de IA, descritas como “empresas agênticas”.
Novo sistema será dotado de QR Codes sempre que necessário – Imagem: Divulgação/Google
Teste de robô do Google vai mudar
O reCAPTCHA, criado originalmente para impedir acessos automatizados, passa agora a se chamar Google Cloud Fraud Defense;
A nova proposta amplia o escopo da ferramenta, que deixa de focar apenas na distinção entre humanos e bots tradicionais para incluir também agentes de IA, considerados a nova fronteira tecnológica;
Esses agentes são capazes de executar tarefas de forma autônoma em nome dos usuários, como acessar sites, comparar preços, realizar reservas e efetuar pagamentos;
Ao mesmo tempo, esse tipo de tecnologia pode ser explorado para acessos indevidos a serviços, colocando em risco o funcionamento de plataformas digitais.
Segundo o Google, a nova solução busca preparar a internet para esse cenário, descrito como “web agêntica”. Para isso, a ferramenta passa a monitorar a atividade desses agentes nos sites, identificando, classificando e analisando o tráfego gerado por eles. Além disso, será possível conectar identidades humanas às dos agentes, com o objetivo de avaliar riscos associados aos acessos.
O sistema também utilizará sinais de risco, tipos de automação e a identidade dos agentes para bloquear entradas consideradas suspeitas. Em casos em que um agente tente se passar por uma pessoa, será exigida uma comprovação de identidade humana por meio do escaneamento de um QR Code com o celular.
Apesar das mudanças, o Google afirma que o reCaptcha continuará existindo. No entanto, com a expansão dos agentes de IA, a empresa indica que métodos, como o uso de QR Codes, podem substituir gradualmente a tradicional verificação baseada na frase “eu não sou um robô”.
Big tech quer preparar a internet para a era da “web agêntica” – Imagem: ZikG/Shutterstock
De acordo com a empresa, a atualização estabelece uma nova camada de proteção diante de um cenário em que o tráfego inválido gerado por bots tende a evoluir para fraudes massivas de identidade conduzidas por agentes de IA.
Ainda que a mudança seja praticamente invisível para a maioria dos usuários, o novo sistema atuará em diferentes etapas da navegação, desde o cadastro e login em sites até processos de pagamento. O objetivo é acompanhar toda a jornada desses agentes, que se tornam cada vez mais autônomos ao circular por plataformas digitais.
Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Lotofácil de hoje acumulou?
A Lotofácil de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Lotofácil é de R$ 5 milhões.
Teve ganhador na Lotofácil hoje?
Nenhuma aposta acertou as 15 dezenas. 218 apostas acertaram 14 números e ganharam R$ 2.245,17. 7.877 apostas acertaram 13 dezenas e levarão R$ 35,00. 96.714 apostas obtiveram 12 acertos e receberão R$ 14,00. Por fim, 529.950 apostas tiveram 11 dezenas sorteadas e foram premiadas com R$ 7,00.
Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?
No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?
A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.
Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?
Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 4,50.
O sorteio do concurso7011 da Quina aconteceu na noite de segunda-feira (27), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 2 milhões.
Os números sorteados da Quina 7011 foram: 09 – 24 – 31 – 45 – 55.
Resultado da Quina 7011
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Quina de hoje acumulou?
A Quina de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 3 milhões.
Teve ganhador na Quina hoje?
Nenhuma aposta acertou as cinco dezenas. 49 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 6.308,18. 2.971 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 99,08. 70.743 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 4,16.
Qual é o último resultado da Quina?
O resultado da Quina 7010 deste sábado (25) é: 05 – 31 – 32 – 35 – 47.
Quando é o próximo sorteio da Quina?
O próximo sorteio é o 7012 e ele acontece na terça-feira, 28 de abril de 2026.
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Quina 7010 (25/04/2026): 05 – 31 – 32 – 35 – 47
Quina 7009 (24/04/2026): 03 – 20 – 23 – 26 – 42
Quina 7008 (23/04/2026): 14 – 23 – 47 – 55 – 78
Quina 7007 (22/04/2026): 08 – 22 – 29 – 63 – 69
Quina 7006 (20/04/2026): 33 – 41 – 48 – 55 – 68
Quina 7005 (18/04/2026): 14 – 17 – 32 – 44 – 68
Quina 7004 (17/04/2026): 23 – 35 – 52 – 56 – 76
Quina 7003 (16/04/2026): 04 – 14 – 18 – 54 – 75
Quina 7002 (15/04/2026): 04 – 15 – 34 – 49 – 55
Quina 7001 (14/04/2026): 25 – 39 – 49 – 50 – 53
Como resgatar o prêmio da Quina
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 25 de abril de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas do Brasileirão e dos campeonatos nacionais europeus.
Confira, a seguir, os jogos deste sábado (25) (horário de Brasília):
Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (25/04/26)
Brasileirão 2026
Remo x Cruzeiro — 18h30 — Premiere
Botafogo x Internacional — 18h30 — Prime Video
Bahia x Santos — 18h30 — Premiere
São Paulo x Mirassol — 21h — sportv e Premiere
Brasileirão Série B 2026
Sport x Novorizontino — 20h30 — Disney+
Juventude x Londrina — 21h — ESPN e Disney+
Brasileirão Feminino 2026
Flamengo x Vitória — 16h — TV Brasil
Internacional x Juventude — 19h — TV Brasil e UOL
Premier League 2025/26
Fulham x Aston Villa — 8h30 — ESPN e Disney+
West Ham x Everton — 11h — ESPN 4 e Disney+
Wolverhampton x Tottenham — 11h — Disney+
Liverpool x Crystal Palace — 11h — Xsports e Disney+
Arsenal x Newcastle — 13h30 — Disney+
Copa da Inglaterra 2025/26
Manchester City x Southampton — 13h15 — ESPN 4 e Disney+
LALIGA 2025/26
Alavés x Mallorca — 9h — Disney+
Getafe x Barcelona — 11h15 — Disney+
Valencia x Girona — 13h30 — Disney+
Atlético de Madrid x Athletic Bilbao — 16h — Xsports e Disney+
Bundesliga 2025/26
Mainz x Bayern de Munique — 10h30 — sportv, CazéTV e OneFootball
Colônia x Bayer Leverkusen — 10h30 — Canal GOAT e OneFootball
Heidenheim x St. Pauli — 10h30 — OneFootball
Augsburg x Eintracht Frankfurt — 10h30 — OneFootball
Wolfsburg x Borussia Mönchengladbach — 10h30 — OneFootball
Hamburgo x Hoffenheim — 13h30 — Canal GOAT e OneFootball
Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular
Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.
O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
O sorteio do concurso7009 da Quina aconteceu na noite de sexta-feira (24), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 614,5 mil.
Os números sorteados da Quina 7009 foram: 03 – 20 – 23 – 26 – 42.
Resultado da Quina 7009
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Quina de hoje acumulou?
O resultado será divulgado em instantes e, tão logo isso ocorra, atualizaremos esta reportagem.
Teve ganhador na Quina hoje?
Os ganhadores serão divulgados em instantes e, tão logo isso ocorra, atualizaremos esta reportagem.
Qual é o último resultado da Quina?
O resultado da Quina 7008 desta quinta-feira (23) é: 14 – 23 – 47 – 55 – 78.
Quando é o próximo sorteio da Quina?
O próximo sorteio é o 7010 e ele acontece no sábado, 25 de abril de 2026.
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Quina 7008 (23/04/2026): 14 – 23 – 47 – 55 – 78
Quina 7007 (22/04/2026): 08 – 22 – 29 – 63 – 69
Quina 7006 (20/04/2026): 33 – 41 – 48 – 55 – 68
Quina 7005 (18/04/2026): 14 – 17 – 32 – 44 – 68
Quina 7004 (17/04/2026): 23 – 35 – 52 – 56 – 76
Quina 7003 (16/04/2026): 04 – 14 – 18 – 54 – 75
Quina 7002 (15/04/2026): 04 – 15 – 34 – 49 – 55
Quina 7001 (14/04/2026): 25 – 39 – 49 – 50 – 53
Quina 7000 (13/04/2026): 20 – 30 – 53 – 56 – 64
Quina 6999 (11/04/2026): 02 – 03 – 24 – 29 – 77
Como resgatar o prêmio da Quina
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
As ações da Nvidia fecharam em alta recorde nesta sexta-feira (24) pela primeira vez desde outubro, empurrando o valor de mercado da empresa para além dos US$ 5 trilhões (R$ 25 trilhões) mais uma vez, em meio ao movimento dos investidores em direção ao setor de chips de inteligência artificial (IA) antes dos resultados das grandes empresas de tecnologia na próxima semana.
As ações subiram 4,3% para fechar a US$ 208,27 (R$ 1.043,08). A Nvidia acumula alta de mais de 14 vezes desde o final de 2022, impulsionada pela crescente demanda por serviços e modelos de IA. As unidades de processamento gráfico (GPUs, na sigla em inglês) da Nvidia são utilizadas por Google, Microsoft, Meta e Amazon, bem como pelos desenvolvedores de modelos de IA OpenAI e Anthropic.
O movimento de sexta foi provocado pelos resultados melhores que o esperado da Intel, divulgados na quinta-feira (23). A fabricante de chips havia sido amplamente deixada de fora do mercado de IA até recentemente. As ações da Intel dispararam 24%, seu melhor desempenho desde 1987.
A AMD, que compete com Nvidia e Intel, saltou 14%, enquanto a fabricante de chips para dispositivos móveis Qualcomm subiu 11%. Os investidores vinham se afastando das ações de tecnologia de grande capitalização conforme os preços do petróleo disparavam devido à guerra no Irã e às interrupções da cadeia de suprimentos que se seguiram.
Resultados das concorrentes animaram os investidores da Nvidia – Imagem: alexgo.photography/Shutterstock
Amplos segmentos da tecnologia voltaram a favor recentemente, com a demanda por infraestrutura de IA não mostrando sinais de desaceleração. O Nasdaq agora sobe 15% em abril, caminhando para seu melhor mês desde abril de 2020.
A Nvidia enfrenta crescente competição em IA. A Alphabet, grande cliente da Nvidia, anunciou novos chips que tentarão competir com as ofertas da Nvidia quando ficarem disponíveis para clientes em nuvem ainda este ano.
O avanço acelerado da inteligência artificial (IA) está redefinindo não apenas a tecnologia, mas também a lógica financeira das empresas do setor. Em um cenário marcado por investimentos massivos, gastar grandes quantias passou a ser parte essencial da estratégia para crescer — ainda que isso signifique operar no vermelho por anos.
De acordo com documentos financeiros obtidos pelo The Wall Street Journal, as empresas OpenAI e Anthropic projetam gastar juntas quase US$ 65 bilhões (R$ 335,4 bilhões) em 2026 apenas com custos de treinamento e operação de seus modelos de IA. O valor supera a receita gerada por ambas no mesmo período.
A tendência é de forte crescimento. Esses custos combinados devem chegar a US$ 127 bilhões (R$ 655,5 bilhões) no próximo ano e atingir quase US$ 250 bilhões (R$ 1,2 trilhão) até 2029, segundo projeções apresentadas pelas próprias companhias a investidores privados.
No caso da OpenAI, a expectativa é que os gastos com treinamento e inferência — processo pelo qual os modelos respondem às consultas dos usuários — continuem superando a receita até 2029. Já a Anthropic prevê ultrapassar esse ponto já no próximo ano. Ainda assim, outros custos devem manter a empresa controladora do chatbot Claude no prejuízo antes dos impostos também até o fim da década.
Apesar das projeções, o cenário pode mudar. Há a possibilidade de crescimento de receitas em ritmo mais acelerado do que o estimado atualmente. Ainda assim, o histórico recente do setor aponta para uma escalada contínua dos custos.
OpenAI e Anthropic investem pesado, mesmo que isso signifique prejuízo no começo – Imagem: izzuanroslan/Shutterstock
Concorrência com gigantes pressiona modelo
Além dos altos gastos, OpenAI e Anthropic enfrentam concorrência direta de gigantes da tecnologia que também investem pesadamente em IA, mas contam com negócios principais altamente lucrativos para financiar essas iniciativas;
Empresas, como Alphabet (dona do Google) e Meta, devem gerar juntas cerca de US$ 334 bilhões (R$ 1,7 trilhão) em fluxo de caixa operacional neste ano, segundo estimativas da FactSet — uma vantagem significativa frente às startups focadas exclusivamente em IA;
Nesse contexto, surge a dúvida sobre o apetite dos investidores. Tanto OpenAI quanto Anthropic estariam planejando realizar ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) ainda em 2026, mesmo diante de prejuízos elevados;
Casos anteriores mostram que isso não é inédito. A Amazon, por exemplo, operou com prejuízo por anos após seu IPO em 1997, segundo dados da S&P Global Market Intelligence, e acabou se tornando um investimento bem-sucedido no longo prazo;
Ainda assim, há diferenças importantes. Na época de sua abertura de capital, a Amazon valia cerca de US$ 430 milhões (R$ 2,2 bilhões) — menos de 0,01% do valor do índice S&P 500. Já OpenAI e Anthropic somam hoje mais de US$ 1,2 trilhão (R$ 6,1 trilhões) em valor de mercado, de acordo com a PitchBook, o equivalente a mais de 2% do índice;
Esse contraste indica que a capacidade de controlar custos será um fator decisivo para atrair e manter investidores.
Para ampliar receitas, a Anthropic aposta no mercado corporativo. A empresa planeja investir US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) em uma nova joint venture com grandes companhias de private equity, voltada à venda de ferramentas de IA para empresas de seus portfólios.
A iniciativa também deve atuar como braço de consultoria, orientando clientes sobre como integrar as soluções da startup em suas operações — uma estratégia para acelerar a adoção da tecnologia no ambiente empresarial.
Outro movimento relevante envolve infraestrutura. A Broadcom firmou contrato para fornecer à Anthropic, a partir de 2027, capacidade computacional equivalente a 3,5 gigawatts, utilizando chips TPU desenvolvidos pelo Google.
IA se expande — e enfrenta resistência
Enquanto empresas investem pesado, o impacto da IA já se espalha por diferentes setores. Um exemplo é o sucesso dos óculos inteligentes Ray-Ban, da Meta, que venderam 7,2 milhões de unidades no ano passado, segundo a IDC. A Meta vê o produto como uma porta de entrada para suas soluções de IA, enquanto sua parceira EssilorLuxottica também colhe benefícios comerciais.
Por outro lado, o avanço da infraestrutura necessária para sustentar a IA começa a enfrentar resistência. No Estado do Maine (EUA), uma proposta legislativa pode transformar a região na primeira a impor uma moratória à construção de novos data centers. Movimentos semelhantes já surgem em mais de dez estados estadunidenses, além de dezenas de municípios.
A reação indica que, além dos desafios financeiros, o crescimento da IA também levanta questões sociais e regulatórias — ampliando a complexidade de um setor que já lida com custos cada vez mais elevados.
A Intel anunciou, nesta terça-feira (7), que participará do projeto Terafab, complexo de fabricação de chips de inteligência artificial (IA) idealizado por Elon Musk em parceria com a SpaceX e a Tesla. A iniciativa tem como objetivo desenvolver processadores capazes de sustentar as ambições do bilionário em áreas, como robótica e infraestrutura de data centers.
Após o anúncio, as ações da Intel subiram mais de 2%, segundo a Reuters. A empresa também divulgou uma imagem em que seu CEO, Lip-Bu Tan, aparece apertando as mãos de Musk, informando que recebeu o empresário em seu campus no último fim de semana.
A entrada da Intel no projeto ocorre meses depois de Musk apresentar planos para que a Tesla construa uma gigantesca fábrica de chips de IA, voltada a acelerar o desenvolvimento de tecnologias autônomas. Na ocasião, ele já havia sugerido a possibilidade de colaboração com a fabricante de semicondutores.
Segundo a Intel, suas capacidades industriais devem acelerar o objetivo do Terafab de produzir um terawatt por ano em capacidade computacional, com foco em avanços futuros em IA e robótica.
Em publicação no X, Lip-Bu Tan afirmou: “Elon tem um histórico comprovado de reinventar indústrias inteiras. Isso é exatamente o que é necessário na fabricação de semicondutores hoje. O Terafab representa uma mudança significativa na forma como lógica de silício, memória e empacotamento serão construídos no futuro.”
Elon has a proven track record of reimagining entire industries. This is exactly what is needed in semiconductor manufacturing today. Terafab represents a step change in how silicon logic, memory and packaging will get built in the future. Intel is proud to be a partner and work… https://t.co/PmzsTLNmad
No mês passado, Musk afirmou que sua empresa de foguetes, a SpaceX — que recentemente se fundiu com a empresa de redes sociais e inteligência artificial xAI —, junto com a Tesla, pretende construir duas fábricas avançadas de chips em um grande complexo em Austin, Texas (EUA).
Uma dessas unidades será voltada para veículos e robôs humanoides, enquanto a outra será projetada para data centers de IA no espaço.
Paralelamente, a SpaceX entrou com pedido confidencial para realizar uma oferta pública inicial (IPO) nos Estados Unidos, o que pode resultar em uma das maiores aberturas de capital da história. A expectativa é de que o lançamento no mercado ocorra ainda este ano.
Para a Intel, que vinha ficando atrás de concorrentes na corrida pela IA, a parceria tende a reforçar a confiança dos investidores à medida que seus esforços de reestruturação avançam;
A empresa vem registrando melhora financeira, impulsionada pelo aumento da demanda por seus processadores;
“A Intel precisa mostrar que pode atender os maiores clientes em seus projetos mais importantes, e isso parece ser o caso com a parceria com a Tesla”, afirmou o analista Gil Luria, da D.A. Davidson, à Reuters, classificando o movimento como um “passo importante” na reestruturação da companhia;
Sob a liderança de Lip-Bu Tan há mais de um ano, a Intel vem adotando medidas agressivas para recuperar sua saúde financeira, incluindo cortes de empregos e venda de ativos;
A empresa também recebeu bilhões de dólares em investimentos da Nvidia e do governo dos Estados Unidos, que atualmente é seu maior acionista.
Um dos pilares da estratégia de recuperação é o negócio de fabricação de chips sob contrato, conhecido como Intel Foundry, que ainda registra prejuízos significativos. Em 2025, a divisão teve um prejuízo operacional de US$ 10,3 bilhões (R$ 53,3 bilhões), enquanto sua receita cresceu apenas 3%.
Apesar disso, a Intel tem apostado na tecnologia de fabricação 18A. No mês passado, a companhia indicou que essa tecnologia poderá ser oferecida a clientes externos, após ter sido utilizada majoritariamente para fins internos no ano anterior.
Uma juíza federal dos Estados Unidos determinou o bloqueio temporário de uma medida do Pentágono que classificava a empresa de inteligência artificial (IA) Anthropic como um “risco à cadeia de suprimentos para a segurança nacional”.
A decisão foi proferida pela juíza distrital Rita Lin, que apontou indícios de que a medida teria caráter punitivo. Segundo ela, “o registro sustenta uma inferência de que a Anthropic está sendo punida por criticar a posição de contratação do governo na imprensa”.
Na avaliação da magistrada, a ação do governo pode configurar retaliação ilegal com base na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. “Punir a Anthropic por trazer escrutínio público à posição de contratação do governo é um caso clássico de retaliação ilegal da Primeira Emenda”, escreveu.
A decisão judicial ocorre após audiências realizadas no início desta semana e estabelece que a ordem de bloqueio temporário entre em vigor dentro de sete dias.
Deliberação começou na terça-feira (24) (Imagem: RixAiArt/Shutterstock)
Anthropic vs Pentágono: linha do tempo
11 de julho de 2024: a Anthropic firmou uma parceria com a Palantir para integrar o Claude à plataforma de IA Palantir AIP. O objetivo era permitir que agências de inteligência e defesa dos EUA usassem a IA para analisar grandes volumes de dados complexos de forma segura.
14 de julho de 2025: o Pentágono concedeu à Anthropic um contrato de prototipagem no valor de US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão). O objetivo era desenvolver capacidades de IA de fronteira para a segurança nacional. Outras empresas, como OpenAI e xAI, também receberam contratos de valores similares na mesma época.
Janeiro de 2026: o Secretário de Defesa, Pete Hegseth, emitiu um memorando exigindo que todos os contratos de IA do Departamento de Defesa incluíssem uma cláusula de “qualquer uso lícito” em até 180 dias. A medida entrou em conflito direto com as políticas de segurança da Anthropic, que proíbem o uso do Claude para vigilância doméstica em massa ou armas totalmente autônomas.
24 de fevereiro de 2026: Hegseth reuniu-se com o CEO da Anthropic, Dario Amodei, exigindo formalmente a assinatura de um documento que garantisse ao exército acesso total e irrestrito aos modelos Claude, sem as “travas” de segurança da empresa.
27 de fevereiro de 2026:fim do prazo estipulado pelo Pentágono. A Anthropic recusou-se oficialmente a remover as salvaguardas. Em resposta, o presidente Donald Trump ordenou que todas as agências federais interrompessem o uso dos produtos da Anthropic. No mesmo dia, Hegseth declarou a empresa um “risco à cadeia de suprimentos”, proibindo qualquer contratante militar de fazer negócios com ela.
28 de fevereiro de 2026: a OpenAI, através de Sam Altman, aproveitou o vácuo deixado pela Anthropic e anunciou um novo acordo para implantar seus modelos na rede classificada do Departamento de Defesa, comprometendo-se com os termos de “uso lícito” exigidos pelo governo. Enquanto os Estados Unidos baniam a Anthropic, o Pentágono iniciava a Operação Epic Fury, uma ofensiva aérea contra o Irã, usando as ferramentas de IA da empresa.
24 de março de 2026:Anthropic e governo foram aos tribunais pela primeira vez. Houve uma audiência em um tribunal federal da Califórnia, que deliberou sobre a validade da medida tomada pelo Pentágono.
O sorteio do concurso6986 da Quina aconteceu na noite de quinta-feira (26), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 7,2 milhões.
Os números sorteados da Quina 6986 foram: 18 – 26 – 44 – 51 – 73.
Resultado da Quina 6986
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Quina de hoje acumulou?
A Quina acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 8,5 milhões.
Teve ganhador na Quina hoje?
Nenhuma aposta acertou as cinco dezenas. 31 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 12.555,90. 3.260 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 113,71. 81.028 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 4,57.
Qual é o último resultado da Quina?
O resultado da Quina 6985 desta quarta-feira (25) é: 04 – 09 – 39 – 43 – 73.
Quando é o próximo sorteio da Quina?
O próximo sorteio é o 6987 e ele acontece na sexta-feira, 27 de março de 2026.
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Quina 6985 (25/03/2026): 04 – 09 – 39 – 43 – 73
Quina 6984 (24/03/2026): 04 – 15 – 19 – 21 – 58
Quina 6983 (23/03/2026): 24 – 38 – 46 – 77 – 79
Quina 6982 (21/03/2026): 21 – 25 – 26 – 42 – 46
Quina 6981 (20/03/2026): 07 – 29 – 39 – 59 – 78
Quina 6980 (19/03/2026): 07 – 08 – 66 – 76 – 80
Quina 6979 (18/03/2026): 20 – 23 – 27 – 32 – 42
Quina 6978 (17/03/2026): 09 – 10 – 26 – 44 – 72
Quina 6977 (16/03/2026): 06 – 18 – 43 – 56 – 63
Quina 6976 (14/03/2026): 04 – 24 – 25 – 62 – 78
Como resgatar o prêmio da Quina
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Lotofácil de hoje acumulou?
A Lotofácil não acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Lotofácil é de R$ 2 milhões.
Teve ganhador na Lotofácil hoje?
Uma aposta de São Paulo (SP) acertou as 15 dezenas e vai levar para casa R$ 1.058.039,24. 388 apostas acertaram 14 números e ganharam R$ 816,81. 12.535 apostas acertaram 13 dezenas e levarão R$ 35,00. 133.146 apostas obtiveram 12 acertos e receberão R$ 14,00. Por fim, 552.653 apostas tiveram 11 dezenas sorteadas e foram premiadas com R$ 7,00.
Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?
No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?
A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.
Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?
Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 4,50.
Nesta quarta-feira (25), a primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, caminhou brevemente com um robô humanoide antes de participar de um evento na Casa Branca.
A robô, chamada de Figure 03 e fabricada pela Figure AI, foi apresentada em um encontro educacional sobre inteligência artificial (IA), segundo uma publicação de Donald Trump nas redes sociais. Assista:
Primeira-dama dos EUA com humanoide
“Obrigada, primeira-dama Melania Trump, por me convidar à Casa Branca. É uma honra estar na reunião inaugural da Coalizão Global ‘Fostering the Future Together’ [Cultivando o Futuro Juntos]”, falou a robô aos presentes no evento;
Além disso, a robô humanoide disse: “Eu sou a Figure 03, um humanoide construído nos Estados Unidos da América. Sou grata por fazer parte deste movimento histórico para capacitar crianças com tecnologia e educação”;
Para fechar, o humanoide deu boas-vindas aos presentes em dez idiomas, incluindo inglês, espanhol e português.
Humanoide pode fazer diversas tarefas, segundo fabricante (Imagem: Figure)
Segundo a Figure AI, a Figure 03 “cuida de tarefas domésticas, como lavar roupa, limpar e lavar louça, tudo de forma autônoma”.
Novo robô humanoide pode desarmar bombas e identificar alvos em guerras
Uma empresa de tecnologia Foundation Future Industries, dos Estados Unidos, está desenvolvendo um robô humanoide com foco em aplicações militares. O projeto, chamado Phantom-01, foi criado para lidar com logística, navegação e até identificação de alvos de forma autônoma.
O modelo tem 1,80 metro de altura e 80 quilos. Ele foi projetado para transportar cargas de até 40 quilos e se deslocar a velocidades de até 6,1 km/h. Segundo a empresa, o equipamento já está sendo testado em atividades não letais, como movimentação de materiais e execução de tarefas industriais.
Após muita ansiedade e expectativa, a HBO liberou o primeiro trailer oficial do seriado de Harry Potter, que irá recontar a história original dos livros de J.K. Rowling em formato de série de TV.
A seguir, assista ao trailer:
O que o trailer de Harry Potter traz
No trailer, recordamos Hogwarts e os primeiros momentos do personagem antes de saber que era um bruxo, além de haver algumas cenas após ele descobrir;
A primeira temporada irá recontar a história do primeiro livro da saga, Harry Potter e a Pedra Filosofal;
Além disso, a HBO confirmou que a primeira temporada chega no Natal deste ano, mas ainda não há data oficial para sair na HBO Max;
A primeira temporada leva o mesmo nome do primeiro livro.
Primeira temporada vai reviver o livro um da saga, Harry Potter e a Pedra Filosofal (Imagem: Reprodução/YouTube/HBO Max)
Serão oito episódios na primeira temporada. As gravações foram iniciadas no último verão estadunidense e a obra não irá contar a história apenas sob o ponto de vista de Harry, mas, também, de outros personagens.
No elenco, estão Dominic McLaughlin como Harry Potter (papel de de Daniel Radcliffe nos cinemas), Arabella Stanton como Hermione Granger (interpretada por Emma Watson nos filmes) e Alastair Stout como Ron Weasley (vivido por Rupert Grint nos longas).
Entre as novidades de elenco, estão John Lithgow, que será Alvo Dumbledore, e haverá cenas com Nicolas Flamel (o que não acontece no primeiro filme da saga).
A série reconta as aulas de História com o professor Bins, vivido por Richard Durden, e a introdução de Lúcio Malfoy, intepretado por Johnny Flynn.
A Embraer realizou, nesta quarta-feira (25), uma demonstração de voo de um protótipo de carro voador, conhecido como aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical (eVTOL), durante o evento de apresentação do caça F-39E Gripen, no aeródromo da empresa em Gavião Peixoto (SP).
A cerimônia marcou a divulgação do primeiro caça supersônico produzido no Brasil e reuniu autoridades e representantes do setor aeronáutico.
Durante a programação, a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer voltada à mobilidade aérea urbana, apresentou o protótipo de engenharia de seu eVTOL.
O voo de demonstração foi realizado com sucesso e marcou um novo avanço na campanha de testes do modelo, que segue em desenvolvimento e ainda depende de certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para entrar em operação.
Financiamentos de eVTOLs cresce
Segundo o BNDES, o projeto dos eVTOLs já acumula mais de 2,9 mil pedidos de reserva em 13 países, com potencial de gerar US$ 14,5 bilhões (R$ 75,9 bilhões) em receita;
Desde 2023, o banco aprovou R$ 1,2 bilhão para apoiar o desenvolvimento da tecnologia em diferentes fases;
Em paralelo, a Eve também recebeu mais de R$ 1,4 bilhão em financiamentos desde 2022, além de apoio da Finep, que aprovou até R$ 90 milhões em subvenção econômica;
O protótipo da Eve já soma 35 voos realizados desde o primeiro teste, em dezembro de 2025, acumulando quase uma hora e meia de tempo de voo;
A aeronave atingiu cerca de 43 metros de altura e demonstrou comportamento consistente, inclusive em manobras com entradas simultâneas em três eixos, segundo informações da Eve;
Os resultados preliminares indicam ganhos de eficiência, com desempenho de propulsão e de bateria acima das hipóteses iniciais, enquanto os níveis de ruído ficaram dentro das projeções e significativamente abaixo dos helicópteros.
Até o momento, os testes foram conduzidos em baixas velocidades, de até aproximadamente 28 km/h, permitindo validar leis de controle, eficiência aerodinâmica dos rotores, comportamento térmico e o modelo de propulsão. A empresa planeja expandir o envelope de voo, com testes em velocidades mais elevadas, podendo atingir até cerca de 56 km/h nos próximos dias.
“Estamos avançando com disciplina e consistência em nossa campanha de testes, reduzindo riscos e consolidando as bases para futuros voos para a certificação. Os resultados obtidos nesses primeiros meses de campanha pós-primeiro voo, em dezembro de 2025, reforçam nossa confiança na arquitetura da aeronave e na capacidade de entregar uma solução segura, eficiente e escalável para o mercado de mobilidade aérea urbana”, afirmou Johann Bordais, CEO da Eve.
Além dos testes em voo, a empresa concluiu atividades em solo, como a calibração de sensores responsáveis pela medição das cargas aerodinâmicas. Essas etapas fazem parte do processo de ampliação do envelope de voo e preparação para futuras fases de certificação, que dependem da aprovação das autoridades regulatórias.
“A Embraer tem mais de cinco décadas de expertise comprovada no desenvolvimento e certificação de aeronaves e ver esse conhecimento aplicado ao programa da Eve reforça o nosso compromisso com a inovação e com o futuro da aviação sustentável. Acreditamos no grande potencial do mercado global de mobilidade aérea urbana e vemos a Eve posicionada para ser uma das líderes dessa indústria”, afirmou Francisco Gomes Neto, presidente e CEO da Embraer.
Produção do carro voador da Embraer
Os eVTOLs estão sendo produzidos em Taubaté (SP), em planta com capacidade para fabricar até 480 unidades por ano. O modelo tem capacidade para cinco pessoas — quatro passageiros e um piloto — e autonomia de até 100 quilômetros, o que permite realizar trajetos urbanos curtos, como conexões entre cidades e centros comerciais.
A expectativa da Eve é iniciar as entregas e as operações comerciais em 2027. A empresa projeta que a frota global de eVTOLs pode chegar a 30 mil unidades até 2045, transportando mais de três bilhões de passageiros no período. A estimativa é que a operação e a venda dessas aeronaves gerem receita de US$ 280 bilhões (R$ 1,4 trilhão) até 2045.
A Volkswagen anunciou um recall que afeta quase 100 milveículos elétricos em todo o mundo. O problema está nos módulos de bateria, que podem apresentar falhas capazes de reduzir a autonomia dos carros e, em situações mais extremas, causar incêndio.
A informação foi divulgada pela autoridade alemã de veículos motorizados (KBA, na sigla em alemão), que confirmou que cerca de 28 mil dos carros afetados estão na Alemanha. O recall foi anunciado após avisos emitidos no início deste mês sobre os riscos identificados nos sistemas de bateria de alta tensão.
Modelos Volkswagen afetados pelo recall
A convocação atinge principalmente a linha ID da Volkswagen, com cerca de 75 mil veículos chamados para revisão. Outros quase 20 mil carros do modelo Cupra Born também estão incluídos no recall;
Todos os veículos afetados foram produzidos entre fevereiro de 2022 e agosto de 2024;
Os módulos de bateria de alta tensão que estão fora das especificações técnicas representam o núcleo do problema;
Segundo a documentação oficial, esses componentes defeituosos podem comprometer o desempenho do veículo de duas formas distintas: reduzindo a capacidade de autonomia das baterias ou, em casos mais graves, criando situações de risco de incêndio.
Linha ID está entre os convocados (Imagem: Divulgação/Volkswagen)
Para resolver o problema identificado, a Volkswagen informou que adotará uma abordagem em duas etapas. Primeiro, será feita uma atualização de software nos veículos afetados. Em seguida, técnicos especializados farão uma inspeção completa das baterias para avaliar o estado dos módulos individuais.
Quando necessário, módulos específicos serão substituídos por componentes novos que atendam às especificações corretas. A montadora não divulgou prazo estimado para conclusão de todos os reparos nem informações sobre custos envolvidos no processo.
Situação no mercado brasileiro
A presença da linha ID no Brasil ainda é limitada, o que gera dúvidas sobre quantos veículos nacionais podem estar incluídos na convocação mundial. Até o momento, não há confirmação oficial sobre o impacto do recall em modelos vendidos no mercado brasileiro.
O Olhar Digital entrou em contato com a Volkswagen para confirmar se os veículos brasileiros também estão no recall e aguarda retorno.
Um marinheiro francês expôs, involuntariamente, a localização de um porta-aviões da França ao manter ativado o aplicativo de exercícios Strava durante uma corrida a bordo da embarcação. As informações foram divulgadas pelo jornal Le Monde nesta quinta-feira (19).
Segundo a publicação, no dia 13 de março, às 10h35, o militar percorreu pouco mais de sete quilômetros em cerca de 35 minutos enquanto utilizava um relógio conectado ao aplicativo. Ao compartilhar os dados da atividade física, ele também tornou pública a localização quase exata do porta-aviões Charles de Gaulle, que operava no Mar Mediterrâneo, a noroeste do Chipre e a aproximadamente 100 quilômetros da costa da Turquia.
Embora a presença do grupo aeronaval francês na região já fosse conhecida, a divulgação de sua posição precisa é considerada uma falha grave em um contexto de guerra, no qual a localização de forças militares é um dado estratégico essencial. No início do mês, em 3 de março, o presidente Emmanuel Macron havia anunciado o envio da força poucos dias após o início do conflito no Oriente Médio.
App entregou “de bandeja” a localização do porta-aviões (Imagem: Reprodução/Strava)
Episódio piora tensões
O episódio ocorre em meio a tensões crescentes na região;
A França registrou recentemente sua primeira baixa confirmada no conflito, apesar de não participar diretamente dos combates;
O suboficial Arnaud Frion morreu após um ataque de grupos pró-Irã na região de Erbil, no Iraque. Além disso, bases francesas já foram alvo de mísseis iranianos;
De acordo com o Le Monde, os dados públicos do perfil do marinheiro permitem reconstituir parte dos deslocamentos do porta-aviões e de sua escolta nas últimas semanas;
Em fevereiro, registros indicam atividades em alto-mar próximo à costa francesa. Dias depois, o militar aparece em terra, em Copenhague (Dinamarca), durante uma escala.
Leia mais:
Já em 13 de março, os dados o situam nas proximidades de Chipre — informação posteriormente confirmada por imagens de satélite. Em um dos registros, captado pouco mais de uma hora após a corrida, é possível identificar o formato característico do navio, que possui 262 metros de comprimento.
O trajeto registrado pelo relógio mostra voltas em alto-mar, possivelmente realizadas a bordo de uma embarcação em movimento. O percurso aparece a cerca de seis quilômetros do ponto onde o porta-aviões foi fotografado. Essa diferença pode ser explicada tanto pelo deslocamento do navio quanto pela possibilidade de o militar estar em uma embarcação da escolta.
Em ambos os cenários, segundo o jornal, o compartilhamento público das atividades físicas foi suficiente para permitir a identificação da localização do grupo naval em tempo quase real.
Um júri na Califórnia (EUA) concluiu que Elon Musk enganou investidores do Twitter (atual X) durante o período que antecedeu a aquisição da empresa por US$ 44 bilhões (R$ 233,7 bilhões). O veredicto foi emitido nesta sexta-feira (20) e estabelece que os danos totais podem chegar a até US$ 2,6 bilhões (R$ 13,8 bilhões), segundo advogados dos autores da ação.
O processo coletivo, intitulado Pampena v. Musk, foi protocolado em outubro de 2022, após Musk concluir a compra da rede social por US$ 54,20 (R$ 287,99) por ação. Posteriormente, ele renomeou a empresa para X e a integrou à sua companhia de inteligência artificial, a xAI, antes de também vinculá-la à SpaceX.
O que os advogados que acusam Musk dizem
Segundo os advogados dos investidores, o comportamento de Musk prejudicou acionistas comuns;
“Este é um grande exemplo do que você não pode fazer com o investidor médio — pessoas que têm planos de aposentadoria, filhos, fundos de pensão, professores, bombeiros, enfermeiros”, afirmou Joseph Cotchett, representante dos investidores, em entrevista à CNBC no tribunal de São Francisco (EUA). “Era disso que tratava este caso. Não era sobre Musk. Era sobre toda a operação”;
Em comunicado enviado por e-mail, advogados de Musk do escritório Quinn Emanuel afirmaram: “Vemos o veredicto de hoje, em que o júri decidiu tanto a favor quanto contra os autores e não encontrou um esquema de fraude, como um obstáculo no caminho. E esperamos a reabilitação na apelação”;
A controvérsia teve início após a proposta de compra do Twitter feita por Musk em abril de 2022. Pouco depois, o empresário passou a demonstrar dúvidas sobre o negócio, questionando publicamente o nível de contas falsas, bots e spam na plataforma;
Em maio daquele ano, ele escreveu no Twitter que a aquisição estava “temporariamente suspensa” até que o então CEO da empresa comprovasse que as contas inautênticas representavam cerca de 5% do total, conforme divulgado em relatórios enviados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês).
As publicações e declarações adicionais de Musk provocaram uma queda de quase 10% nas ações do Twitter em uma única sessão. Após quatro dias de deliberação, o júri concluiu por unanimidade que os tuítes publicados em 13 e 17 de maio eram materialmente falsos ou enganosos.
Executivo teria forçado queda no valor das ações do Twitter deliberadamente (Imagem: photosince/Shutterstock)
Ex-acionistas da empresa, incluindo investidores de varejo e operadores de opções, argumentaram que as declarações faziam parte de uma estratégia para pressionar o conselho do Twitter a aceitar uma venda por um valor inferior à oferta inicial. Segundo eles, Musk também estaria motivado pela queda nas ações da Tesla, o que o obrigaria a vender mais papéis da empresa para financiar a aquisição.
Os autores da ação afirmaram ainda que venderam suas ações por valores abaixo de US$ 54,20 em resposta às declarações públicas de Musk e entrevistas à imprensa. A estimativa de danos potenciais leva em conta análises de especialistas sobre o impacto das mudanças de posição do empresário no preço das ações durante o período abrangido pelo processo.
De acordo com os advogados dos investidores, o processo de administração das reivindicações deve ser estruturado em cerca de 90 dias. Em seguida, o governo levará mais alguns meses para processar os pedidos e permitir que os investidores comecem a recuperar parte de suas perdas.
A defesa de Musk sustentou que as declarações do empresário se baseavam em preocupações legítimas sobre bots, spam e contas falsas na plataforma, e que não configuravam fraude de valores mobiliários nem uma tentativa deliberada de derrubar o preço das ações.
O júri concluiu que, embora Musk tenha feito declarações falsas e enganosas que prejudicaram alguns acionistas, não houve um esquema específico de fraude contra investidores.
Apesar de representar uma reprimenda significativa ao empresário, o impacto financeiro do veredicto tende a ser limitado diante de sua fortuna, estimada atualmente em cerca de US$ 650 bilhões (R$ 3,4 trilhões), segundo a Bloomberg.
Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 20 de março de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas do Brasileirão Feminino e dos campeonatos nacionais europeus.
Confira, a seguir, os jogos desta sexta-feira (20) (horário de Brasília):
Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (20/03/26)
Brasileirão Feminino 2026
Flamengo x Cruzeiro — 21h — sportv
Premier League 2025/26
Bournemouth x Manchester United — 17h — ESPN e Disney+
LALIGA 2025/26
Villarreal x Real Sociedad — 17h — Xsports e Disney+
Bundesliga 2025/26
RB Leipzig x Hoffenheim — 16h30 — sportv e OneFootball
Campeonato Italiano 2025/26
Cagliari x Napoli — 14h30 — ESPN 3 e Disney+
Genoa x Udinese — 16h45 — Disney+
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Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular
Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.
O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
Seu objetivo é o de atualizar a proteção de menores no país e deixá-la preparada para a era da internet atual, cada vez mais utilizada por bons e maus atores. A lei determina que empresas do setor de tecnologia criem mecanismos de certificação de idade e sistemas de supervisão parental.
Como pena, as companhias que não acatarem as medidas do ECA Digital poderão sofrer sanções que podem chegar a R$ 50 milhões por infração. A proposta, que agora é lei, ganhou força no debate político após uma denúncia feita pelo youtuber Felca, que revelou redes de exploração infantil e adultização de crianças nas plataformas digitais.
“Vários países começaram a adotar algumas medidas. Chegou ao ponto da Austrália proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos, começou a exigir que pelo menos 13 anos fosse a idade mínima para se entrar em redes sociais em boa parte dos países, mas sentiu-se que isso não era suficiente. Por quê? Porque, infelizmente, não há uma verificação sólida e efetiva da idade das crianças”, pontuou Cláudia Costin, especialista em educação e ex-diretora global de educação do Banco Mundial, ao Olhar Digital.
“Então, muitas crianças entrando em redes sociais, muitos até ataques a escolas planejados na Dark Web por adolescentes, por vezes, então há riscos muito grandes para essas crianças. Então, pelo menos a partir do dia 17 [hoje], começa a viger o ECA digital e eu acho que isso é um avanço. Não vai ser perfeito, mas é um grande avanço“, prosseguiu.
Quais são os principais pontos do ECA Digital?
Agora, entre as medidas que apps, jogos eletrônicos, redes sociais e serviços digitais precisarão aplicar, estão:
Verificação de idade confiável;
Ferramentas de supervisão familiar;
Resposta ágil a conteúdos ilícitos;
Regras específicas para o tratamento de dados e publicidade dirigida a menores.
As empresas passam a ter mais responsabilidades, devendo garantir mais segurança para o acesso de crianças e adolescentes.
“O que o ECA Digital basicamente fez foi ampliar as responsabilidades daquelas empresas que posicionam produtos e serviços digitais no mercado para que estes sejam mais seguros quando são acessados por crianças e adolescentes”, explicou, ao Olhar Digital, Ricardo Lins Horta, Secretário Nacional Interino de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Diferentemente de outros países, como a Austrália, o ECA Digital não força o banimento de certa faixa etária, mas estabelece o seguinte: Nas redes sociais, o conjunto de leis dá destaque à supervisão parental. Isso significa que contas de adolescentes com menos de 16 anos precisarão ser vinculadas às de adultos responsáveis.
As redes precisarão, além de fornecer a supervisão parental, utilizar outros métodos de verificação de idade, como a estimativa etária, que algumas plataformas já utilizam. Caberá à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinar quais serão os métodos utilizados na verificação de idade de jovens e adolescentes.
Já as lojas de aplicativos e sistemas operacionais precisarão disponibilizar o sinal de idade (informação sobre a idade do usuário) para os apps. Nos casos de sites de pornografia, marketplaces e aplicativos de entrega que vendem bebidas alcoólicas ou cigarros, será necessária a verificação de idade.
Contudo, essa verificação ainda não está disponível, sendo aplicada escalonadamente, segundo Horta. Isso deve levar alguns meses.
“Outros países que aprovaram leis de segurança online levaram um período maior e ainda estão implementando. A gente sempre soube que seis meses era um prazo ambicioso, mas, ao encurtar, o governo Lula estava mandando o recado para todo o ecossistema: vamos nos adaptar rápido para proteger esse público“, explicou.
Enquanto as tecnologias permitidas para aferição da idade não são detalhadas, orienta-se tratar os dados pessoais dos usuários com o mínimo necessário para haver a confirmação da idade desses usuários.
Isso se assemelha ao que vemos em locais físicos, como quando você vai a uma festa para maiores de idade, por exemplo, e seguranças conferem seu RG na entrada para determinar se você pode ou não participar. A ideia é igual, com a diferença de que as empresas e serviços com restrições para menores são os “seguranças” que irão “pedir seu RG digital“.
“A gente está pensando, obviamente, em redes sociais, mas, ao mesmo tempo, o ECA Digital tem um efeito ou impacto sistêmico, porque várias das questões que a própria legislação brasileira sempre proibiu ou sempre definiu que não deveriam acontecer com crianças e adolescentes passam a valer também para a internet de forma muito clara. Então, para ficar no exemplo, o ECA de 1990 já dizia que você não poderia ofertar ou vender álcool ou revistas pornográficas para crianças e adolescentes. O que se observava é que, na internet, você não tinha nenhuma forma de controle ou checagem disso”, disse o secretário.
“Vale lembrar que a aferição de idade não se confunde com verificação de identidade. Para acessar um ambiente proibido para crianças e adolescentes, eu não preciso identificar a pessoa. A pessoa pode manter a privacidade dela, acessar aquele ambiente e, ao mesmo tempo, provar que é adulta. A gente já tem várias tecnologias que permitem fazer isso sem você rastrear o que as pessoas fazem na internet: você pode usar, por exemplo, uma credencial etária, uma credencial de idade, que manda só uma única informação para a aplicação — ‘este usuário tem mais de dezoito anos’, por exemplo. E aí você, de fato, separa crianças e adolescentes de um lado, adultos de outro, e consegue proteger esse público, evitando que ele acesse ambientes que não são adequados para a sua idade”, prosseguiu.
A ANPD informou que o regulamento específico para aferição de idade deve ficar pronto até o fim deste ano e, a partir do ano que vem, este será um de seus temas prioritários.
Agora, a conversa que a gente tem que estimular e que a gente quer que ocorra é que as famílias tenham consciência de que o mundo digital é muita coisa. Eu posso, na internet, ter vários usos muito interessantes, educativos, eu posso ter jogos eletrônicos que ajudam a desenvolver habilidades, eu posso fazer trabalhos escolares na internet, eu posso conectar com amigos, tudo bem. Mas a gente precisa que tenha uma consciência de que a autonomia da criança e do adolescente é progressiva. Se eu dou um celular para a criança, para que ela possa comunicar com o pai ou a mãe, que são separados e vivem em lares distintos, por exemplo, é muito ruim que junto com essa funcionalidade protetiva venha junto todo o risco associado da internet em ambientes que são projetados para adultos.
O ECA Digital vem para acabar com isso. Se eu começo a exigir controles etários, se eu tenho mecanismos de supervisão parental ativa melhores, os pais e as mães podem fazer no ambiente digital aquilo que sempre fizeram no ambiente físico. No ambiente offline, pais e mães, avós, tios, tias sempre tiveram que decidir: a partir de qual idade meu filho pode sair sozinho na rua? A partir de qual idade pode dormir fora de casa? A partir de qual idade pode viajar com o amiguinho? São escolhas que as famílias sempre tiveram que fazer. No fundo, antes do ECA digital, o que estava acontecendo é que o ambiente digital estava desempoderando as famílias, porque elas não tinham sequer a oportunidade de exercer esse poder familiar. Agora a gente vai ter mecanismos e ferramentas para que os pais e as mães consigam separar o joio do trigo, separar onde as crianças podem estar, que são ambientes desenhados para serem seguros, de outros onde elas não deveriam estar porque não foram projetadas para serem seguras para esse público.
Ricardo Lins Horta, Secretário Nacional Interino de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em entrevista ao Olhar Digital
“Na prática, o que a lei define como ‘verificação eficaz‘ é um mecanismo que atenda cumulativamente a três requisitos: confiabilidade (capacidade real de distinguir menores de adultos), auditabilidade (possibilidade de verificação e prestação de contas sobre o funcionamento do sistema) e segurança técnica (proteção dos dados coletados no processo, com uso restrito à finalidade de verificação de idade conforme o art. 13)”, explicou Rafael Soares Magalhães, advogado especializado em crimes cibernéticos e compliance digital, mestre em direito, diretor do núcleo de consultas públicas e legislação da OAB/MG, membro da comissão de direito digital e diretor de assuntos legislativos da comissão de defesa e da cidadania dos interesses coletivos da sociedade da OAB/MG.
“A abordagem que vem prevalecendo no debate regulatório é a de proporcionalidade ao risco: quanto maior o risco oferecido pelo serviço (pornografia, apostas, venda de armas e bebidas, redes sociais), mais rigoroso deve ser o mecanismo de verificação. A regulamentação específica, que será expedida por decreto do Poder Executivo (art. 12), deverá definir os requisitos mínimos concretos. Até lá, as empresas devem buscar soluções que superem a mera autodeclaração e que sejam compatíveis com os princípios da LGPD, especialmente minimização de dados e finalidade”, disse.
Costin, por sua vez, concorda com a medida tomada pela Austrália, além de destacar o quão maléfico é o vício para menores. “Preferia dizer que não [a medida da Austrália foi uma boa decisão], mas eu acho acertada. No começo se dizia, não, mas a discórdia é uma rede social que é voltada a adolescentes, mas boa parte dos problemas de bullying, de agressões, vieram da discórdia. Por quê? Porque sem supervisão parental ou de responsáveis é muito complicado, é viciante, que é um outro ponto, que nós adultos sabemos quantos colegas nossos estão viciados no que a gente chama de scrolling, de não conseguem sair dos celulares, não conseguem se concentrar em jantares familiares ou até em conversas com amigos. Então, imagine a criança ou o adolescente que tem o córtex pré-frontal, que é essa parte do cérebro que lida com autorregulação, com autodisciplina, maduro, ele só fica maduro plenamente a partir dos 25 anos. Então, vício virou uma coisa muito complicada“, explanou.
“E também tentar seduzir crianças e adolescentes para comprar coisas que eles não desejam por meio de identificação de gostos, de características, que os algoritmos vão lidando com isso e jogando publicidade, é muito mais grave do que para adultos, porque em adultos, pelo menos alguns de nós selecionam o que de fato quer comprar ou não. Então, tudo isso para dizer que não acho que nós estamos atrasados. Eu acho que nós temos que agir rápido como os demais países”, disse.
Lei visa dar mais proteção aos menores de idade (Imagem: antoniodiaz/Shutterstock)
O que já está valendo?
Nesta terça-feira (17), já passam a valer pontos, como:
Prevenção e mitigação de riscos previstos no art. 6º (exploração sexual, violência, conteúdos nocivos à saúde etc.);
Obrigação de configuração padrão no modelo mais protetivo de privacidade e proteção de dados;
Vedação à autodeclaração como mecanismo único de verificação de idade para conteúdos impróprios ou proibidos a menores de 18 anos;
Proibição de caixas de recompensa (loot boxes) em jogos eletrônicos direcionados ou de acesso provável por crianças e adolescentes;
Proibição de monetização e impulsionamento de conteúdos que retratem crianças e adolescentes de forma erotizada ou sexualmente sugestiva;
Vinculação obrigatória de contas de menores de 16 anos à conta de um responsável legal no âmbito de redes sociais;
Obrigação de retirada de conteúdo violador de direitos de crianças e adolescentes mediante comunicação da vítima, de seus representantes, do Ministério Público ou de entidades representativas, independentemente de ordem judicial;
Obrigação de manter representante legal no País com poderes para receber citações e notificações.
Grandes empresas e setores “sensíveis”
Enquanto alguns pontos do ECA Digital serão escalonadamente liberados, espera-se que empresas grandes que já tinham a observação governamental desde o ano passado, como Meta, Roblox e Discord, apliquem as regras de controle parental o quanto antes.
Contudo, alguns setores, como o da pornografia, pode ter que esperar mais. Isso é o que diz a distribuidora de conteúdo adulto Aylo, que aguarda orientações complementares dos órgãos reguladores, ajustando assim os planos de conformidade técnica tão logo as diretrizes sobre coleta de dados de idade forem divulgadas.
A gente tem um objetivo comum. O objetivo de todos os agentes que aprovaram no Congresso o ECA Digital, das entidades da sociedade civil, do Ministério Público, enfim, que apoiaram o ECA Digital, mas também das próprias empresas: oferecerem produtos mais seguros.
Ricardo Lins Horta, Secretário Nacional Interino de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em entrevista ao Olhar Digital
Redes sociais concentram o maior número de obrigações específicas, como vinculação de contas de menores de 16 anos a responsável legal (art. 24), proibição de perfilamento para publicidade (art. 26), regras específicas de tratamento de dados de menores (art. 25), verificação contínua de idade com métodos complementares (art. 24), suspensão de contas com indícios de operação por menor em desconformidade (art. 24) e relatórios semestrais de transparência para provedores com mais de um milhão de usuários menores (art. 31).
Jogos eletrônicos têm obrigações próprias: vedação às loot boxes (art. 20), integralidade das salvaguardas da Lei nº 14.852/2024 (Marco Legal dos Jogos Eletrônicos) para jogos com funcionalidades de interação (art. 21) e limitação padrão de funcionalidades de interação com exigência de consentimento dos pais (art. 21).
Plataformas de streaming e serviços com controle editorial recebem tratamento diferenciado favorável. O art. 39 dispensa provedores de serviços com controle editorial e de conteúdos protegidos por direitos autorais previamente licenciados das obrigações mais pesadas, desde que observem a classificação indicativa, ofereçam transparência na classificação etária, disponibilizem mecanismos de mediação parental e mantenham canais de denúncia.
Lojas de aplicativos e sistemas operacionais têm papel de “guardiões da porta de entrada“: devem aferir idade ou faixa etária dos usuários, permitir configuração de supervisão parental e fornecer sinal de idade via API segura aos provedores de aplicativos (art. 12).
Por último, buscadores e marketplaces estão sujeitos às obrigações gerais proporcionalmente ao seu grau de interferência sobre os conteúdos, o que será definido com mais precisão pela regulamentação (art. 39).
Loot boxes: compras com dinheiro de verdade estão contadas
Você (ou seu filho ou filha) já deve ter se deparado com as chamadas loot boxes, mecanismo que realiza estímulos psicológicos para fazer com que usuários, independentemente de serem crianças, adolescentes ou adultos, gastem dinheiro de verdade dentro do jogo eletrônico no qual está “mergulhado”.
Pois, com o ECA Digital, haverá restrições severas a essas caixas de recompensa, com sua proibição total, pois funcionam como uma espécie de jogo de azar digital. Também está proibida a monetização de conteúdos nos quais menores apareçam em contextos sexualizados.
Todos esses pormenores serão verificados pela ANPD, que virou uma agência reguladora. Agora, ela tem autonomia para elaborar normas e punir empresas e serviços que estejam em desacordo com o ECA Digital.
O secretário do Ministério da Justiça disse que o governo está otimista quando se fala da implementação e aceitação das novas leis. “A gente está vendo várias das grandes empresas que já estavam adotando soluções em outros países trazendo para o Brasil rapidamente soluções que tinham desenvolvido lá fora, porque entenderam que a lei é para valer.”
O ECA Digital amplia a lógica de responsabilidade das plataformas ao estabelecer deveres preventivos, e não apenas reativos. Isso significa que provedores não devem agir exclusivamente após denúncias, mas também implementar mecanismos razoáveis de mitigação de riscos, moderação adequada e ferramentas de proteção voltadas a crianças e adolescentes.
A norma dialoga com o debate constitucional em torno do Marco Civil da Internet e com a evolução da jurisprudência do STF, que vem reconhecendo a necessidade de atuação mais diligente das plataformas em situações de risco evidente a direitos fundamentais. Assim, permanece a proteção à liberdade de expressão, mas reforça-se o dever de cuidado ativo quando estiverem em jogo direitos infantojuvenis.
Daniella Avelar, advogada e presidente da comissão educação digital da OAB-MG, em entrevista ao Olhar Digital
Integração com a LGPD
Segundo Magalhães, o ECA Digital dialoga com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) em vários pontos. “O ECA Digital e a LGPD não se excluem, mas se complementam, com prevalência da norma mais protetiva quando se trata de dados de crianças e adolescentes. A própria lei faz referências expressas à LGPD em diversos dispositivos, vinculando seus deveres aos princípios de proteção de dados já vigentes. Em vários pontos, porém, o ECA Digital vai além”, afirmou.
“O fator institucional de integração é a designação da ANPD como autoridade administrativa de ambas as leis, o que concentra na mesma agência a fiscalização de proteção de dados e de proteção digital de crianças, evitando conflitos de competência. Na prática, porém, uma mesma conduta pode configurar infração autônoma a cada uma das leis, devendo ser observado o princípio da vedação à dupla punição pelo mesmo fato”, prosseguiu.
O ECA Digital e a LGPD possuem natureza complementar. Enquanto a LGPD estabelece o regime geral de proteção de dados pessoais, o ECA Digital cria obrigações específicas voltadas à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
Na prática, as medidas exigidas pelo ECA Digital, como verificação de idade e mecanismos de segurança, devem ser implementadas em conformidade com os princípios da LGPD, especialmente finalidade, necessidade, transparência e segurança.
Isso significa que a proteção do menor não autoriza coleta excessiva de dados, exigindo soluções tecnicamente eficazes e juridicamente proporcionais.
Daniella Avelar, advogada e presidente da comissão educação digital da OAB-MG, em entrevista ao Olhar Digital
Vai dar certo?
Com todas essas medidas, podemos nos perguntar: o ECA Digital vai dar certo? Ou precisaremos de medidas mais restritivas, como na Austrália?
“Eu acho que nós vamos ter que monitorar o que está acontecendo. Toda legislação, ela começa a atuar a partir da identificação de um fenômeno novo e que merece ser regulado. Nós não temos clareza da extensão dos danos que isso pode trazer, então, eventualmente, nós vamos ter que ir aperfeiçoando durante a implementação”, enfatizou a especialista em educação e ex-diretora global de educação do Banco Mundial.
“Agora, o ECA Digital estabeleceu, também junto com as diretrizes ou referenciais que o próprio Ministério da Educação criou, uma autoridade ligada à proteção de dados. E essa autoridade de proteção de dados vai também ter um papel muito importante, porque nós precisamos evitar que, ao fazer reconhecimento facial, por exemplo, das crianças para checagem de idade, que isso não seja usado para outros fins. Então, a proteção de dados das crianças e adolescentes vai ser muito importante.”
“Como fazer isso melhor? Talvez nós não tenhamos clareza ainda. Então, provavelmente, depois de um ano ou um ano e meio de implementação do ECA Digital, nós vamos ter que revisitar e ver se tudo está funcionando, se a implementação está funcionando bem. E especialmente lembrando que o poder das grandes plataformas, das big techs, é muito grande. Então, há lobbies para que a legislação não traga custos adicionais para eles. E nós, cidadãos, temos que proteger as nossas crianças, mesmo que contrariem interesses imediatos das grandes plataformas“, finalizou.
Em dezembro, a Austrália colocou em prática uma lei histórica que impede que adolescentes menores de 16 anos acessem redes sociais. Em janeiro, apontava-se pelo menos 4,7 milhões de contas de jovens derrubadas.
Mas novos dados apontam que um quinto dos adolescentes australianos com menos de 16 anos ainda está usando redes sociais. Isso leva a preocupações com a eficácia dos sistemas utilizados pelas plataformas para impedir esse acesso.
A quantidade de jovens de 13 a 15 anos que usam TikTok e Snapchat, por exemplo, chegou a cair antes da entrada em vigor da lei. Mas, ainda, mais de 20% usam os apps. Os dados foram levantados pela Qustodio, fornecedora de software de controle parental, cujo acesso foi obtido pela Reuters.
Adolescentes australianos ainda têm acesso às redes sociais
A proibição indica que Meta, Google, TikTok, Snap, entre outras companhias do setor, devem bloquear o acesso de menores de 16 anos;
Caso não o façam, poderão ter que pagar multa de até US$ 35 milhões (R$ 186,2 milhões);
Um porta-voz do Comissário de Segurança Online (eSafety Comissioner), órgão regulador da internet na Austrália, disse que eles estão cientes dos relatos de adolescentes com menos de 16 anos que ainda acessam as redes sociais;
Ele também informou que está “em contato ativo com as plataformas e seus provedores de verificação de idade… enquanto continuava monitorando quaisquer falhas sistêmicas que possam configurar uma violação da lei”;
O porta-voz também declarou que o eSafety Comissioner vem “usando ativamente uma série de informações para avaliar a conformidade”.
Proibição indica que Meta, Google, TikTok, Snap, entre outras companhias do setor, devem bloquear o acesso de menores de 16 anos (Imagem: Tada Images/Shutterstock)
Por sua vez, um porta-voz da ministra das Comunicações australiana, Anika Wells, informou que o governo deixa claro que “aumentar a idade mínima para acesso às redes sociais é uma mudança cultural que levará tempo”.
A Reuters tentou contato com a Snap, empresa que fornece o Snapchat, mas não obteve retorno positivo, enquanto um porta-voz do TikTok não quis comentar o tema.
Dados da fornecedora de software, a Qustodio, indicam que o número de adolescentes australianos entre 13 e 15 anos que utilizam o Snapchat caiu 13,8%, para 20,3%, de novembro a fevereiro. Já a quantidade de usuários do TikTok desceu para 21,2%; foi uma queda de 5,7%.
Já o índice de usuários do YouTube nessa faixa etária caiu 1%, para 36,9%, apesar de os dados não especificarem se os jovens estavam conectados às suas contas. Apesar da proibição, ainda é possível que qualquer pessoa, de qualquer idade, use o YouTube sem estar logado em sua própria conta.
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A Netflix confirmou, nesta quinta-feira (12), que uma sequência de “KPop Demon Hunters” está em desenvolvimento. Este anúncio surge a partir da colaboração entre a plataforma de streaming e os codiretores Maggie Kang e Chris Appelhans.
A continuidade da animação marca o primeiro projeto do contrato de múltiplos anos, exclusivo para escrita e direção, assinado pelos cineastas. A narrativa de “KPop Demon Hunters” é focada em um trio de K-idols, que, além de serem estrelas pop, também são caçadores de demônios.
O sucesso de “KPop Demon Hunters” na Netflix
O filme original, animado pela Sony Pictures Animation, narra a história do trio feminino de K-Pop chamado Huntrix, composto por Rumi, Mira e Zoey;
Elas dividem a rotina de superestrelas com a vida secreta de caçadoras de demônios;
O sucesso da trilha sonora contribuiu para a popularidade do filme. A canção “Golden“, interpretada pelas vocalistas EJAE, Audrey Nuna e Rei Ami, alcançou a primeira posição na Billboard Hot 100;
Essa conquista evidenciou o impacto global da música presente no filme e reforçou o poder de alcance do K-Pop, que já vinha conquistando públicos ao redor do mundo;
A performance da canção impulsionou o projeto a outros patamares, não se restringindo apenas ao ambiente do streaming.
No que diz respeito à crítica, a produção também obteve reconhecimento. O filme recebeu prêmios importantes, como melhor animação e melhor canção na 31ª edição do Critics Choice Awards. Além disso, foi agraciado com os prêmios de melhor animação e melhor canção original na 83ª edição do Globo de Ouro.
O reconhecimento estendeu-se às indicações ao Oscar, concorrendo nas categorias de melhor filme de animação e melhor canção original. O destaque mais significativo foi o Grammy de melhor canção escrita para mídia visual concedido à faixa “Golden”, tornando-a a primeira canção de K-Pop a receber um Grammy.
Em janeiro de 2026, a Netflix anunciou que o filme estabeleceu novos recordes de audiência na plataforma. Em um período de seis meses, “KPop Demon Hunters” acumulou 482 milhões de visualizações, somando-se a 32 milhões de visualizações para os clipes musicais. A trilha sonora do filme continua a ser um fenômeno global, mantendo-se nas paradas e sendo reproduzida em diversas partes do mundo.
A diretora Maggie Kang expressou seu orgulho como cineasta coreana, destacando a importância de se ver a audiência demandando mais da história e dos personagens coreanos. Ela mencionou que o universo construído é rico em detalhes e que há muito mais a ser revelado, sugerindo que a sequência é apenas o começo de novas possibilidades.
O codiretor Chris Appelhans, em entrevista à Reuters em janeiro, ressaltou a necessidade de uma direção criativa clara para a sequência desde o início. Ele destacou que é fundamental saber para onde se está indo criativamente, caso contrário, o risco de se perder no processo é alto.
Appelhans enfatizou a importância de criar algo que seja significativo e que se conecte com o público, acreditando que, se bem feito, o projeto será bem-sucedido.
A confirmação da sequência de “KPop Demon Hunters” sinaliza um movimento estratégico da Netflix em investir em conteúdos que dialogam diretamente com as tendências globais e com o público jovem-adulto.
O sucesso estrondoso do primeiro filme, tanto em números de visualização quanto em reconhecimento de premiações, estabelece um precedente para a qualidade e o impacto que a próxima produção pode alcançar.
A manutenção da direção criativa com Maggie Kang e Chris Appelhans, sob um acordo de exclusividade, garante uma continuidade na visão artística que se conectou com milhões de espectadores. A expectativa é que a nova etapa da jornada das Huntrix continue a explorar o universo do K-Pop e a caça a demônios, entregando mais ação, música e profundidade aos personagens. Os fãs da dupla de cineastas e do K-Pop aguardam os próximos capítulos dessa aclamada saga animada.
O conflito no Irã, que já dura quase duas semanas, tem influência e impacto em todos os setores, como os de energia e data centers.
A reação dos iranianos ameaçou o transporte e preços de petróleo e gás, já que o país tenta impedir que os navios passem pelo Estreito de Ormuz, um dos lugares-chave para transporte das substâncias;
Israel também atacou depósitos de combustível iranianos, que miram a infraestrutura de petróleo e gás dos demais países do Golfo;
Para entender o real impacto do conflito, especialmente o controle do Estreito de Ormuz, no setor de petróleo e gás e nos planos das gigantes de tecnologia para construir data centers de inteligência artificial (IA) consumidores de alta demanda energética, a jornalista Justine Calma, do The Verge, conversou com Reed Blakemore, diretor de pesquisa e programas do Centro de Energia Global do Atlantic Council;
A seguir, veja os principais pontos da conversa e o que o especialista pensa sobre a questão.
Conflito no Irã: como vai afetar o setor energético e o de data centers?
Justine Calma:Qual é a sua perspectiva atual sobre como o conflito provavelmente afetará os preços do petróleo e da gasolina?
Reed Blakemore: A questão fundamental neste momento, em termos das implicações energéticas do conflito, é como o mercado está reagindo à incerteza em torno da passagem segura pelo Estreito de Ormuz. No início do conflito, quando vimos os prêmios de seguro desses navios subindo, estávamos falando principalmente sobre isso no contexto de: “Ei, ficou muito mais caro para um navio atravessar o Golfo e, portanto, eles estão evitando navegar.”
Passamos dessa preocupação para a questão real da segurança ao atravessar o estreito; portanto, não se trata mais tanto de um problema de custo de seguro, mas sim de uma questão de segurança.
Praticamente não temos tráfego passando pelo Estreito de Ormuz. Muitos países estão começando a interromper a produção. Portanto, já existe um efeito cascata surgindo, simplesmente porque o mercado e, basicamente, os petroleiros, estão fundamentalmente preocupados com a possibilidade de não conseguirem ou não atravessarem o estreito com segurança.
Outro fator que, acredito, influenciou fortemente o mercado nos últimos dias foi a percepção da duração do conflito. E podemos observar os comentários do presidente [dos EUA, Donald Trump] nas últimas 72 horas e a reação do mercado como uma importante evidência nesse sentido. Com a chegada do fim de semana, em que a campanha eleitoral claramente se intensificou, a incerteza sobre a abertura ou não do Estreito de Ormuz atingiu níveis alarmantes.
A reação dos mercados asiáticos na abertura do domingo [8], com o preço do barril ultrapassando os US$ 100 [R$ 520,47] e chegando perto de US$ 120 [R$ 624,56], reflete a incerteza do mercado quanto ao fim do conflito. A correção observada ontem foi uma resposta à declaração do presidente, que afirmou que o fim do conflito está próximo.
Os Estados Unidos são um grande produtor de petróleo. Acredito que a estratégia de domínio energético americano desempenhou um papel significativo na proteção dos consumidores americanos contra as consequências iniciais da decisão de entrar em guerra com o Irã.
Os aumentos de preços que vimos até agora teriam sido muito mais responsivos à volatilidade do mercado. Isso deu ao governo um pouco de tempo em relação a quanto tempo levará até que os preços da gasolina comecem a subir de fato no mercado interno. Mas, à medida que esse conflito persistir e a volatilidade do mercado continuar, infelizmente, começaremos a ver uma pressão de alta nos preços da gasolina ao longo do tempo.
A dominância energética dos EUA tem um limite para proteger os consumidores americanos de um mercado de petróleo globalizado. Como os Estados Unidos são um grande produtor nacional de petróleo, têm a capacidade de exercer alguma pressão para baixo sobre os preços da gasolina em seu próprio território.
Mas, como participa de um mercado global por meio de suas exportações de petróleo, está exposta à volatilidade do mercado global de petróleo.
Barris de petróleo não podem ser transportados pelo Estreito de Ormuz (Imagem: PhonlamaiPhoto/iStock)
Calma:Podemos esperar que os preços da eletricidade também subam? Por quê?
Blakemore: Para os Estados Unidos, a situação do gás é um pouco melhor, mas não está imune ao mercado global. O gás natural é comercializado principalmente em âmbito regional dentro dos Estados Unidos.
Os EUA são um grande produtor de gás natural para consumo interno, o que os protege ainda mais. Isso torna a situação dos Estados Unidos muito diferente da sensibilidade ao preço do gás que observamos na Europa, no Japão ou em outras partes do Leste Asiático.
O problema é semelhante ao do petróleo, pois os Estados Unidos são um grande exportador de GNL [gás]. À medida que os preços do gás natural aumentam em outros lugares, os exportadores de GNL serão incentivados a exportar mais gás, pois é aí que reside a oportunidade de arbitragem, o que criará pressão de alta nos preços internos dos Estados Unidos.
Calma:Que riscos isso representa para as empresas de tecnologia e para esse esforço de construção de mais centros de dados de IA e infraestrutura energética relacionada?
Blakemore: Nos Estados Unidos, a maior parte da construção de data centers já começou a ser alimentada por gás natural. Não veremos os preços da eletricidade atingirem um ponto crítico nos Estados Unidos no curto prazo por causa desse conflito. O horizonte temporal que estamos considerando em relação ao gás e, portanto, aos preços da eletricidade, provavelmente é de meses, e não de semanas, como seria de se esperar com o petróleo.
No entanto, quanto mais esse conflito se prolongar e quanto mais apertada for a oferta no mercado global de gás, isso acabará por se espalhar pelos Estados Unidos e criar uma pressão ascendente sobre os preços do gás, o que, por sua vez, afetará os preços da eletricidade e, consequentemente, trará à tona a questão dos data centers.
Acho que o ponto singular é que isso não afeta necessariamente a capacidade dos data centers de comprar energia. Os custos de eletricidade representam uma proporção relativamente marginal do custo de construção e operação de um data center.
O que isso faz é apenas agravar ainda mais os desafios de acessibilidade energética que atualmente estão deteriorando a aceitação social dos data centers no país. Portanto, o impacto nos preços da eletricidade provavelmente não prejudicará diretamente a expansão dos data centers. Os desafios indiretos de acessibilidade que isso criará irão consolidar ainda mais o descontentamento popular com a expansão dos data centers, porque os data centers estão simplesmente encarecendo muito as contas de luz dos consumidores.
O Googleanunciou, nesta quarta-feira (11), a conclusão da aquisição da Wiz, plataforma de segurança em nuvem e inteligência artificial (IA) sediada em Nova York (EUA). Com a operação finalizada, a empresa passará a integrar a divisão Google Cloud, mantendo sua marca e a finalidade de proteger clientes em diferentes ambientes de computação em nuvem.
Segundo o Google, a compra representa um investimento para reforçar a segurança em nuvem e permitir que organizações desenvolvam soluções com rapidez e segurança em qualquer plataforma de nuvem ou de IA.
Wiz agora é do Google
A empresa destacou que, na atual era da IA, empresas e governos estão migrando dados e sistemas críticos para a nuvem e adotando práticas de desenvolvimento de software mais ágeis e contínuas;
Nesse cenário, organizações passam a operar em ambientes multicloud e a utilizar cada vez mais recursos de IA. Ao mesmo tempo, de acordo com a companhia, atacantes também estão explorando a IA para realizar ações com maior velocidade e sofisticação;
Ainda conforme a big tech, a Wiz oferece plataforma de segurança considerada de fácil utilização, com forte especialização em ambientes de nuvem e em código. O sistema se conecta às principais plataformas de nuvem e ajuda empresas a prevenir e responder a incidentes de cibersegurança;
De acordo com o Google, essas capacidades complementam o Google Cloud em infraestrutura de nuvem e seu conhecimento em inteligência artificial, incluindo ferramentas de inteligência de ameaças e operações de segurança baseadas em IA.
Com a integração das duas empresas, a expectativa é criar uma plataforma unificada de segurança capaz de acelerar a detecção, prevenção e resposta a ameaças.
Aquisição da Wiz foi anunciada em março do ano passado (Imagem: Poetra.RH/Shutterstock)
A proposta também inclui identificar ameaças emergentes criadas com modelos de IA, proteger sistemas de inteligência artificial contra ataques e utilizar modelos de IA para auxiliar profissionais de segurança na busca por riscos de forma mais eficiente.
A plataforma conjunta deverá oferecer um conjunto consistente de ferramentas, processos e políticas de segurança em todos os principais ambientes de nuvem e em diferentes camadas da infraestrutura tecnológica — do código à nuvem e ao ambiente de execução.
Segundo o Google, a combinação das tecnologias também deve ampliar a adoção de soluções de segurança multicloud, aumentando a capacidade das empresas de utilizar múltiplas plataformas de nuvem e estimulando a inovação em computação em nuvem e aplicações de inteligência artificial.
A empresa afirma que organizações e órgãos governamentais poderão melhorar significativamente a forma como a segurança é projetada, operada e automatizada, ampliando a escala das equipes de cibersegurança e reduzindo custos relacionados à implementação e gestão de controles de proteção.
A companhia também destacou que a nova plataforma pode ajudar pequenas empresas, que muitas vezes não dispõem de recursos ou conhecimento especializado para se proteger, a enfrentar ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas e destrutivas.
Disponibilidade
Os produtos da Wiz continuarão funcionando e disponíveis em diversas plataformas de nuvem, incluindo Amazon Web Services (AWS), Google Cloud Platform, Microsoft Azure e Oracle Cloud. As soluções também serão oferecidas por meio de diferentes parceiros de segurança.
Além disso, o Google informou que seguirá oferecendo aos clientes uma variedade de opções por meio das soluções de parceiros disponíveis no marketplace do Google Cloud.
O Google faz como a OpenAI e está aproveitando o litígio entre Pentágono e Anthropic para reforçar seu relacionamento com o governo dos Estados Unidos.
Um dia após a startup de Dario Amodei processar o Pentágono, a gigante das buscas está expandindo o papel de seus modelos de inteligência artificial (IA) no âmbito militar.
Nesta terça-feira (10), o Google informou que vai lançar recurso que permitirá a civis e militares criar agentes de IA personalizados para trabalhos não classificados no GenAI.mil, portal de IA corporativa do Pentágono.
Agora, os funcionários do Departamento de Defesa podem usar ferramenta sem ou com pouco código, de nome Agent Designer, para criar assistentes digitais para tarefas administrativas repetitivas.
GenAI.mil poderá gerar agentes de IA para civis e militares (Imagem: Algi Febri Sugita/Shutterstock)
Google e as novas ferramentas para funcionários do Departamento de Defesa
O Google disse que os agentes podem auxiliar em tarefas, como redação de atas de reuniões, criação de listas de ações e divisão de grandes projetos em planos detalhados por etapas;
A princípio, funcionarão em redes não classificadas. Contudo, segundo a Bloomberg, há informações de que as negociações para expansão para ambientes classificados e ultrassecretos;
Ao portal, Emil Michael, chefe de tecnologia do Departamento de Defesa, disse que está “confiante” de que o Google será “um ótimo parceiro em todas as redes“;
Ele também falou que o Pentágono está “seguindo em frente” ante à disputa com a Anthropic e que isso não será resolvido nos tribunais.
Concorrência
Com o litígio com a Anthropic, surgiram outras concorrentes no caminho: OpenAI e xAI. Ambas foram adicionadas às redes restritas, enquanto o Google expandiu sua colaboração. Mas, até pouco tempo, a Anthropic era a única fornecedora de IA na nuvem do Pentágono.
A tensão entre as empresas de IA sobre a validade do uso da tecnologia para fins militares só cresce. Jeff Dean, chefe de IA do Google, assinou, junto a dezenas de outros funcionários de OpenAI e da gigante das buscas, um parecer jurídico que apoia a Anthropic contra o Pentágono.
Dean, anteriormente, já expressou simpatias por preocupações envolvendo IA militar e vigilância, quando funcionários circularam cartas solicitando limites claros sobre como a empresa atua com os militares.
No mundo moderno, empresas e órgãos governamentais estão implementando cada vez mais tecnologias de segurança para mitigar golpes e crimes. Uma delas é a biometria facial, que capta vídeo e imagem do usuário para fins de comparação com a base de dados. Isso também é visto nos dispositivos modernos.
Por vezes, ela falha por inúmeras razões, como pouca iluminação, uso de chapéus e óculos, fundo colorido, etc. Normalmente, se tentamos novamente, a tecnologia funciona. Mas e para as pessoas com deficiência visual, como funciona? Quais auxílios elas têm para realizar a biometria facial?
Dificuldade de pessoas com múltiplas deficiências
Na verdade, não são só as pessoas com deficiência visual que têm desafios ao lidar com a biometria facial. Aqueles que têm mobilidade reduzida, por exemplo, possuem dificuldade para se posicionar em frente à câmera do celular.
Pessoas cegas sofrem com os seguintes problemas (entre outros):
Deficiência visual (cegueira total ou parcial);
Nistagmo (movimento involuntário dos olhos);
Paralisia ocular.
Por exemplo: quem tem nistagmo sofre para ter a biometria validada, visto que os olhos se movem involuntariamente e impedem o sistema de validar a biometria da pessoa. Isso porque o algoritmo da tecnologia depende de uma imagem estática e clara da face do usuário.
Demais problemas, como mobilidade ocular reduzida (dado por doenças, como glaucoma, degeneração macular e paralisia dos olhos), prejudicam na hora de realizar o alinhamento correto da face.
O processo de reconhecimento biométrico, desafiador para muitos, é ainda pior quando a única forma disponível é a facial. Pessoas com deficiência visual que tentam abrir contas em bancos digitais, por exemplo, sofrem para conseguir (como veremos mais abaixo).
O presidente da Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB), Beto Pereira, diz que a entidade vem cobrando providências para melhorias no sistema.
“Infelizmente, mesmo com a nossa demanda, com as nossas reclamações, nós não temos visto medidas eficazes. Até mesmo com a implantação de toque em um local da tela para ver se o seu rosto está à direita, está à esquerda, é ineficaz, é lento, é impreciso e não resolve a questão“, relata.
“A questão não é só você fazer o reconhecimento facial, é você olhar de forma direta para a câmera e isso […], dificilmente consegue fazer. Tem uma diferença, muitas vezes, entre um globo ocular e o outro, em relação ao tamanho, à coloração e até ponto de fixação visual. E isso dificulta muito o processo“, salienta.
Já Ana Varotto, coordenadora de Recursos Humanos (RH) da Fundação Dorina Nowill para Cegos, diz que a entidade vê avanços, mas que pode haver mais. “Temos observado avanços importantes, mas ainda existe espaço para maior sensibilização. A inclusão precisa estar prevista desde a concepção dos sistemas, garantindo que tecnologias amplamente utilizadas contemplem diferentes perfis de usuários”, comenta.
Ela reforça quais são as principais dificuldades com os sistemas biométricos. “Os principais desafios envolvem a falta de acessibilidade nas interfaces, ausência de orientações claras em áudio, dependência de terceiros para validação e, em alguns casos, dificuldade de reconhecimento facial quando a pessoa não consegue se posicionar adequadamente diante da câmera.”
A fundação também defende a melhoria do sistema. “Defendemos que soluções de identificação digital sejam desenvolvidas com base no conceito de desenho universal, prevendo múltiplas alternativas de autenticação e recursos acessíveis desde a fase de planejamento”, afirma.
E prossegue: “A inclusão de feedback sonoro em tempo real, orientações claras sobre posicionamento, contraste adequado nas telas e a oferta de métodos alternativos de validação são medidas que ampliam significativamente a autonomia e a segurança do usuário.”
A entidade, cujo papel é “atuar como ponte entre tecnologia e inclusão“, pede mais atenção ao seu público. “A transformação digital é irreversível e traz muitos benefícios, mas é fundamental que a inovação caminhe junto com a acessibilidade. Tecnologia só é verdadeiramente eficiente quando pode ser utilizada por todas as pessoas, com autonomia e segurança“, indica Varotto.
“Defendemos e orientamos que a participação ativa das pessoas com deficiência visual no processo de construção de soluções acessíveis é indispensável para que elas sejam, de fato, efetivas. Os próprios usuários são os melhores validadores e devem estar no centro das decisões que impactam suas vidas”, conclui.
Um exemplo do desafio diário de pessoas com deficiência e a tecnologia é Marcos Lima, que possui o canal Histórias de Cego no YouTube. Lá, ele documenta sua vida e debate outros temas relacionados à condição.
No vídeo abaixo, ele explica como pessoas com deficiência visual utilizam sistemas de biometria facial. No caso, o Face ID, da Apple, amplamente utilizado em seus dispositivos iPhone e iPad, por exemplo.
Lima, porém, alega não sentir tantas dificuldades em seu dia a dia. “Eu achei que fosse ser mais difícil. Eu demorei um pouquinho pra me acostumar quando começou com o iPhone. Eu preferia quando eu tinha a opção de ser [a] digital. Mas, foi. Acho que rolou. De uma forma ou de outra, eu me acostumei. Então eu uso bastante. Acho que é seguro“, diz.
Outro exemplo que ele traz é a biometria facial usada em seu condomínio. “Também achei que fosse ser mais complicado. E acaba que tá rolando. Não é ruim, não. Você aprende para onde olhar e tudo mais”, afirma.
Só que ele não pensa o mesmo quando precisa acessar apps de banco. “Agora, o problema que eu acho é banco. E o próprio YouTube tem isso, que você tem que olhar para uma caixinha certinha. E aí é muito ruim para o cego. Até o FGC [Fundo Garantidor de Crédito] […] pede isso, e é uma chatice, porque o cego fica… não tem como fazer. E mesmo alguém ajudando, alguma pessoa que enxergue, é muito difícil olhar para aqueles quadradinhos específicos”, ressalta. “Eu já deixei de fazer conta em banco por causa disso, já deixei de fazer coisas importantes por causa disso”, desabafa.
Estudos mostram e leis ratificam
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1,3 bilhão de pessoas convivem com algum tipo de deficiência (16% da população mundial).
No Brasil, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Censo de 2022, cerca de 7,3% da população brasileira (mais de 14,4 milhões de pessoas) possui algum tipo de deficiência.
Outro levantamento, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) de 2022, apontou que há cerca de 6,5 milhões de brasileiros com dificuldade para enxergar, mesmo usando óculos ou lentes de contato.
O artigo 3º da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) diz que a acessibilidade é direito fundamental, devendo ser garantida plenamente em todos os setores da sociedade — e isso também vale para os meios digitais.
Ela também exige que órgãos, entidades públicas e empresas privadas que prestam serviços essenciais adotem medidas para viabilizar o total acesso de pessoas com deficiência.
Quando falamos de tecnologias de reconhecimento biométrico, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD – Lei nº 13.709/2018), em seus artigos 7º e 8º, garante que os usuários devem ter seus dados pessoais tratados com segurança e transparência.
Também determina que as pessoas têm direito de consentir explicitamente com o uso de dados pessoais. O consentimento deve ser informado e deve ser de livre escolha entre os diferentes tipos de autenticação, o que inclui a biometria facial.
E no mundo?
Nos Estados Unidos e na União Europeia (UE), por exemplo, já há exemplos de legislações e decisões nesse sentido. A Seção 508 da Lei de Reabilitação dos EUA determina que agências governamentais implementem tecnologias acessíveis para quem tem deficiência, como dispositivos de autenticação biométrica.
Na UE, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês) aponta o quão importante é garantir que sistemas de dados pessoais (inclusive os de dados biométricos) respeitem a privacidade e a acessibilidade das pessoas.
Como está a acessibilidade digital no Brasil?
No Brasil, a acessibilidade no reconhecimento facial para pessoas com deficiência visual está presente em alguns serviços públicos e privados. O governo federal, por exemplo, permite, desde 2024, que usuários com deficiência visual acessem a verificação por biometria facial do aplicativo GOV.BR com auxílio de comandos de voz.
Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a funcionalidade permite o acesso a mais de 4,2 mil serviços digitais do governo federal.
Conforme nota do MGI enviada ao Olhar Digital, o sistema vem sendo implementado desde o início de 2023. Além do comando de voz, os usuários podem utilizar a câmera traseira do celular, ampliando a quantidade de pessoas com dificuldade que podem fazer a validação facial.
O ministério também informou que ampliou o número de tentativas e tempo para cada validação via face para pessoas com deficiência com limitações registradas na Carteira de Identidade Nacional (CIN).
Outra tecnologia implantada permite que o sistema verifique se o rosto mostrado na câmera é mesmo de uma pessoa, de modo que mitiga o uso de fotos, vídeos ou máscaras. Ainda, reforça que as pessoas necessitadas peçam ajuda a “uma pessoa de confiança”.
“A transformação digital só será plena quando todos os brasileiros tiverem acesso às facilidades do GOV.BR. Trabalhamos para desenvolver esta nova funcionalidade pensando na inclusão dessas pessoas, nas formas que elas podem exercer a cidadania digital”, disse, em 2024, o secretário de Governo Digital, Rogério Mascarenhas.
Mascarenhas ainda citou as 6,5 milhões de pessoas que possuem dificuldade para enxergar, segundo a PNAD de 2022. “Este número demonstra a importância do comando por voz no aplicativo GOV.BR, queremos incluir essas pessoas no governo digital”, frisou.
O GOV.BR também possui serviços voltados para esse público, como emissão do Certificado da Pessoa com Deficiência, Solicitação para Auxílio-Inclusão à Pessoa com Deficiência, Solicitação de Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência (BPC/LOAS), e Solicitação de participação no Programa Segundo Tempo Paradesporto para pessoas com deficiência (PST).
Acessibilidade digital caminha, mas, na opinião de especialistas, pode melhorar (Imagem: baona jnr/Shutterstock)
No setor privado, uma empresa que trabalha com sistemas de segurança digital, a idwall, trouxe a acessibilidade para a captura biométrica de seu sistema. No caso, trata-se de instruções por voz durante a verificação. A companhia existe desde 2016 e é um dos principais players no setor.
Esse recurso da ferramenta, trabalhado pela companhia desde 2023, orienta a pessoa com deficiência visual de forma sonora para realizar a captura da face, avisando sobre o enquadramento, posicionamento e distância da face do usuário. Segundo a empresa, o processo conta com feedbacks em áudio para que a tarefa seja concluída como deve.
No processo, a empresa fez testes de acessibilidade com pessoas com deficiência visual e utilizou os dados obtidos para desenvolver a ferramenta. Para utilizá-la, basta habilitar as ferramentas de acessibilidade nativas do sistemas operacionais móveis, como o TalkBack no Android e o VoiceOver no iOS.
Assim como o governo federal, a idwall também usa sistemas para garantir que seja uma pessoa real que está utilizando o sistema, incluindo o uso de inteligência artificial (IA) para verificação em tempo real.
Uma das empresas atendidas pela idwall (mais de 350) que adotou o sistema de auxílio é a Bradesco Saúde, em 2025. “A ampliação dessa funcionalidade para pessoas cegas e com baixa visão é um importante avanço de inclusão e acessibilidade, em linha com a nossa busca contínua por proporcionar a melhor experiência aos nossos beneficiários”, disse Sylvio Vilardi, diretor da Bradesco Saúde.
Fernando Corrêa, CEO da Security First e especialista em segurança cibernética e governança corporativa, afirma que o sistema utilizado pelo GOV.BR e pela idwall é eficaz.
“São referências em Orquestração de Identidade. O GOV.BR é muito robusto por conta da integração cross-database com o TSE [Tribunal Superior Eleitoral] e o Denatran, o que dá uma confiabilidade de fonte única (Source of Truth) absurda. Já a idwall utiliza IA de ponta para o Background Check e validação de documentos (OCR + face match). A eficácia é alta porque eles tratam a jornada do usuário como um fluxo contínuo de verificação e não apenas um ponto isolado”, explana.
Alternativas
Um abaixo-assinado apresenta algumas outras possíveis soluções para pessoas com deficiência, especialmente as visuais, de modo que possam verificar seus dados com segurança, sem ser por meio da biometria facial.
As alternativas são reconhecimento de voz (já utilizado em alguns sistemas, como vimos acima), impressões digitais e reconhecimento de íris. O documento também defende que a possibilidade de combinar sistemas (como impressão digital e voz, ou biometria facial e digitais) é capaz de dar mais segurança e flexibilidade ao usuário.
Segundo Corrêa, o sistema de voz é bastante usado. “O sistema orienta o posicionamento do sensor por comandos de voz em tempo real (avisando se precisa subir mais o celular ou virar para o lado), garantindo que o enquadramento para o ‘match’ biométrico seja preciso sem depender da visão do usuário”, explica.
Pereira, presidente da ONCB, traz ideias para melhorar a assistência na hora de coletar a biometria facial: “acho que tem vários caminhos para resolver essa questão, como confirmação em duas etapas, no caso de ser pessoa com deficiência. Por e-mail e celular, enfim.”
“Ou até da pessoa, ao invés de fazer uma foto, gravar um vídeo. Nesse vídeo, a pessoa pode falar uma senha, uma palavra-passe, que o aplicativo dê para ela falar na hora. Por exemplo, você tem 15 segundos para repetir em voz alta, mostrando seu rosto, essa palavra-chave. Aí fazer uma triangulação: palavra-chave, mais rosto, mais ambiente, mais voz, e liberar”, opina.
Proteção
E a proteção desses dados é igual à dos demais. Mas as pessoas com deficiência visual podem tomar outras medidas para se protegerem sem depender necessariamente de alguém para verificar suas informações.
Corrêa explica que, entre essas medidas, estão as chaves de segurança FIDO2, que se assemelham a um pen drive.
“Para o deficiente visual, o ideal é não confiar apenas na biometria como fator único. A adoção de chaves físicas FIDO2 (como as Yubikeys) é excelente, pois elimina o erro humano e o phishing. Outra camada essencial é a ativação de notificações push sonoras para cada tentativa de handshake ou acesso. Se o sistema acusar um login em um dispositivo não reconhecido, o usuário é alertado imediatamente pelo leitor de tela e pode revogar o acesso”, pontua.
“No entanto, precisamos ter em mente que nenhum sistema de proteção é 100% seguro e, mesmo que seguro hoje, não há garantia de que estarão seguros no futuro“, frisa.
Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 08 de março de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas dos campeonatos estaduais e dos campeonatos nacionais europeus.
Confira, a seguir, os jogos deste domingo (8) (horário de Brasília):
Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (08/03/26)
Paulistão 2026
Novorizontino x Palmeiras — 20h30 — Record, R7.com, Recordplay, TNT, HBO Max e CazéTV
Campeonato Carioca 2026
Fluminense x Flamengo — 18h — TV Globo, sportv e ge tv
Campeonato Mineiro 2026
Cruzeiro x Atlético/MG — 18h — TV Globo, sportv2, Premiere, ge tv e SportyNet
Campeonato Gaúcho 2026
Internacional x Grêmio — 18h — TV Globo, sportv4 e Premiere
Palmeiras x Universidad de Quito — 21h — Xsports, sportv3, Pluto TV, Canal GOAT e N Sports
Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui
Quais são os jogos que vão passar na Globo neste domingo (8)?
A seguir, o Olhar Digital traz os jogos que serão transmitidos pela Globo, em cada região do Brasil, neste domingo (8) (horário de Brasília):
Campeonato Carioca 2026
Fluminense x Flamengo — 18h — TV Globo para Rio de Janeiro, Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe, Tocantins, Distrito Federal e Juiz de Fora (MG)
Campeonato Mineiro 2026
Cruzeiro x Atlético/MG — 18h — TV Globo para Minas Gerais (exceto Juiz de Fora)
Campeonato Gaúcho 2026
Internacional x Grêmio — 18h — TV Globo para Rio Grande do Sul
Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular
Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.
O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 07 de março de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da seleção feminina, dos campeonatos estaduais e dos campeonatos nacionais europeus.
Confira, a seguir, os jogos deste sábado (7) (horário de Brasília):
Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (07/03/26)
Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular
Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
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A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã realizou ataques com drones contra centros de dados da Amazon no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (4) pela agência estatal iraniana Fars.
As ações teriam como objetivo investigar o papel dessas instalações no apoio a atividades militares e de inteligência consideradas adversárias por Teerã.
Como foi o ataque a drones contra o centro de dados da Amazon
De acordo com a mídia estatal iraniana, o ataque contra o data center localizado no Bahrein foi realizado após a inteligência do país concluir que as instalações da empresa estariam sendo utilizadas para apoiar operações militares e de inteligência dos Estados Unidos;
A agência Fars afirmou que a ofensiva foi lançada “para identificar o papel desses centros no apoio às atividades militares e de inteligência do inimigo”;
O Irã também sustenta que a instalação da Amazon no Bahrein é a maior da companhia na região e funciona como porta de entrada para os serviços avançados de computação em nuvem da empresa nos países do Golfo Pérsico e no Oriente Médio.
A Amazon Web Services (AWS), divisão de computação em nuvem da companhia de Jeff Bezos, informou, na segunda-feira (2), que suas instalações foram afetadas por ataques na região. Segundo a empresa, dois centros de dados nos Emirados Árabes Unidos foram atingidos diretamente por drones, enquanto no Bahrein um ataque nas proximidades causou danos à infraestrutura.
“Nos Emirados Árabes Unidos, duas de nossas instalações foram atingidas diretamente, enquanto, no Bahrein, um ataque de drone nas proximidades de uma de nossas instalações causou impactos físicos em nossa infraestrutura”, informou a AWS.
Página de status da AWS aponta problemas na região (Imagem: IB Photography/Shutterstock)
A empresa também relatou que os ataques provocaram danos estruturais, interrupções no fornecimento de energia e a necessidade de combater incêndios, resultando em mais danos provocados pela água.
“Essas descargas elétricas causaram danos estruturais, interromperam o fornecimento de energia à nossa infraestrutura e, em alguns casos, exigiram ações de combate a incêndios que resultaram em danos adicionais causados pela água”, afirmou a companhia.
Segundo o painel de monitoramento da AWS, todas as instalações afetadas permanecem fora do ar após os ataques. Alguns aplicativos populares hospedados na plataforma passaram a registrar “taxas de erro elevadas e disponibilidade degradada”.
Diante da situação, a empresa orientou clientes a adotarem medidas de contingência, incluindo a realização de backups de dados, a migração de cargas de trabalho para outras regiões e o redirecionamento do tráfego para fora do Bahrein e dos Emirados Árabes Unidos.
Guerra
De acordo com a Fars, os ataques fazem parte de operações recentes conduzidas pela Guarda Revolucionária Islâmica contra centros de dados da Amazon em Dubai e outros pontos estratégicos da região.
Os incidentes ocorreram após ataques conjuntos realizados por Estados Unidos e Israel contra o Irã durante o fim de semana. Em resposta, o governo iraniano lançou ações retaliatórias contra bases militares israelenses e estadunidenses ao longo da região do Golfo.
Até o momento de publicação desta matéria, a Amazon não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.
Empresas gigantes do setor de tecnologia e inteligência artificial (IA), as chamadas big techs, selaram compromisso com a Casa Branca para mitigar o impacto do consumo de energia de seus data centers sobre as contas de eletricidade dos cidadãos estadunidenses.
O acordo, denominado “Ratepayer Protection Pledge” (Compromisso de Proteção ao Consumidor), visa impedir o aumento dos custos de energia para os residentes à medida que a demanda por data centers, que consomem muita energia, cresce exponencialmente.
Entre as empresas que aderiram à iniciativa estão nomes de peso, como Amazon, Google, Meta, Microsoft, OpenAI, Oracle e xAI. A participação de algumas delas, notadamente Amazon, Google e Meta, coincidiu com a divulgação de comunicados de imprensa elogiando suas próprias políticas e esforços para reduzir os efeitos negativos da construção de data centers.
Demanda energética em centros de dados é uma preocupação mundial (Imagem: vectorfusionart/Shutterstock)
As cláusulas centrais deste compromisso federal estabelecem que as empresas de tecnologia se comprometem a “construir, trazer ou comprar os novos recursos de geração e eletricidade necessários para satisfazer suas novas demandas de energia, pagando o custo total desses recursos”;
Isso significa que as companhias devem garantir que a infraestrutura que usam para operar seus data centers não gere custos adicionais para os consumidores residenciais;
Além disso, a promessa estipula que essas empresas se responsabilizarão por quaisquer reformas ou melhorias na infraestrutura de energia que se fizerem necessárias devido às suas operações;
Elas também deverão operar sob estruturas de tarifa de energia distintas, nas quais os pagamentos serão efetuados independentemente do volume de eletricidade consumido por seus negócios.
Um relatório do Comitê Seleto sobre o Partido Comunista Chinês da Câmara dos Representantes dos EUA aponta que a Chinaopera ou possui acesso a várias instalações espaciais na América Latina com potencial militar. E o Brasil está na lista.
O documento cita a “Estação Terrestre de Tucano“, apresentada, da mesma forma que as demais citadas, como projeto civil e científico. Contudo, congressistas estadunidenses a veem com capacidade de uso duplo, ou seja, também podendo servir ao exército chinês.
Explicações
Com a exposição do relatório, o Ministério da Defesa foi convocado para dar explicações à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) sobre o que seria a Estação Terrestre de Tucano.
Nesta terça-feira (3), o CREDN aprovou requerimento de informação destinado à Defesa, de autoria do presidente do Colegiado, Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL/SP);
Segundo o presidente, “o relatório do Comitê Seletivo do Congresso dos EUA sobre Competição Estratégica entre os EUA e o Partido Comunista Chinês analisa como a República Popular da China está expandindo sua infraestrutura espacial na América Latina, usando projetos civis e comerciais como fachada para fortalecer a Consciência de Domínio Espacial (CDE) do Exército de Libertação Popular”;
“Considerando as implicações sensíveis que o tema acarreta para a segurança do Estado e a integridade do território nacional, impõe-se o pleno esclarecimento dos fatos pelo Ministério da Defesa”, prosseguiu.
Estação Terrestre de Tucano e relatório dos EUA
No relatório, são apontadas 11 instalações ligadas à China no Brasil, Argentina, Venezuela, Bolívia, Chile e outros. Tucano foi estabelecida em acordo realizado em 2020 como um projeto entre a startup brasileira Ayla Nanossatélites e a chinesa Beijing Tianlian Space Technology.
Não se sabe a localização exata da estação, apenas que se encontra na região de Salvador (BA). No relatório estadunidense, é descrito o laboratório conjunto de radioastronomia em Serra do Urubu, concebido em 2025 após acordo entre Instituto de Pesquisa em Comunicação de Redes de Ciência e Tecnologia Elétrica da China (CESTNCRI) e universidades federais de Campina Grande (UFCG) e Paraíba (UFPB).
A Beijing Tianlian é vinculada à Academia Chinesa de Tecnologia Espacial e à China Aerospace Science and Technology Corporation, do governo. Ambas são chaves do programa espacial da China.
Além disso, a falta de informações concisas sobre o uso da estação preocupa os congressistas, que apontam risco de uso para fins militares. Na documentação oficial, o que a estação faz é apoiar satélites de observação da Terra e comunicações espaciais.
O relatório indica que a Beijing Tianlian fornece comunicações de voz e dados entre satélites e o planeta, inclusive para missões tripuladas e satélites desenvolvidos para reconhecimentos. A Alya declarou que a estação daria suporte à constelação de satélites comerciais Alya-1, que observa a Terra.
Os congressistas estadunidenses dão conta de que o acordo entre as empresas prevê troca e armazenamento de dados operacionais por meio de suas redes de antenas interligadas. Eles entendem que essa conexão aumentaria a cobertura de órbitas polares e equatoriais e, por consequência, a capacidade de rastreamento de satélites.
Os parlamentares entendem, ainda, que essa combinação é capaz de aprimorar a “consciência situacional espacial”, o que envolve monitoramento e rastreamento de objetos espaciais.
Dessa forma, diz o documento, seria possível contribuir para inteligência militar, orientação de mísseis e acompanhamento de ativos estrangeiros. Além disso, há uma citação a uma parceria entre Alya e o Departamento de Ciência e Tecnologia da Força Aérea Brasileira (FAB) como apoio à Tucano.
Assim sendo, o comitê entende que essa ligação é uma integração sensível entre a estação em si e estruturas de defesa do Brasil. Ele recomenda que o governo dos EUA reavalie sua cooperação espacial com países que detenham infraestrutura da China e limite a expansão dessas estruturas no hemisfério ocidental.
O relatório aponta ainda que bases, como Tucano, podem aumentar a capacidade chinesa de vigilância e possível interferência em sistemas espaciais de nações consideradas adversárias por Pequim.
Humberto Barbosa, coordenador do Laboratório de Processamento de Imagens de Satélite (Lapis) da Universidade Federal de Alagoas, diminuiu a importância do relatório. “Está muito claro hoje que, pelo nível de desenvolvimento tecnológico que esses dois países [Estados Unidos e China] alcançaram, não há qualquer necessidade de uma base fixa localizada em uma área extremamente fácil de ser rastreada e de fácil espionagem“, afirmou ao UOL.
“Não imagino um chinês colocando sua tecnologia, principalmente na área militar e com equipamentos sofisticados, em uma área tão vulnerável como o Brasil. Isso é uma piada, não dá nem para levar a sério e mostra o nível de um grupo muito específico nos Estados Unidos que ainda traz esse tipo de discussão”, prosseguiu.
Apesar da preocupação estadunidense, não há provas públicas de uso militar dessa base. Inclusive, o próprio texto admite que as instalações são apresentadas como civis e comerciais e que as suspeitas são originárias da análise de capacidades técnicas e vínculos institucionais com a área espacial da China, operada com políticas de integração civil-militar.
Mapa com indicação da localização das supostas bases militares chinesas (Imagem: Reprodução/The Select Committee on the Chinese Communist Party)
A Alya Space alegou, em nota, que atua junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e à União Internacional de Telecomunicações (UIT) e nega ter envolvimento com atividades militares ou de vigilância estratégica. Lembrou, ainda, que sua atuação é inteiramente civil e alinhada à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).
Leia a nota na íntegra:
A Alya Space é uma empresa brasileira do setor espacial, sediada em Salvador (BA) e fundada no final de 2019, dedicada ao desenvolvimento de soluções espaciais sustentáveis voltadas ao monitoramento ambiental, análise territorial e apoio à tomada de decisão estratégica por meio do uso responsável da tecnologia espacial.
A empresa está desenvolvendo uma constelação e possui as licenças de operação expedidas pela UIT (União das Nações para telecomunicações – Genebra) para o lançamento de 216 satélites em órbita baixa da Terra, destinada à geração de imagens de alta resolução e dados analíticos aplicados a áreas como agricultura sustentável, resiliência climática, energia e gestão ambiental.
Atualmente, suas atividades concentram-se em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e provas de conceito tecnológicas, etapa necessária à construção segura e estruturada de um projeto espacial de longo prazo, com operação comercial ativa prevista para 2027.
A conformidade regulatória é um dos pilares centrais da Alya Space. A empresa conduz seus processos em estrita observância às legislações brasileiras e internacionais aplicáveis, atuando junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para licenciamento de radiofrequências e coordenação internacional junto à União Internacional de Telecomunicações (UIT), onde obteve o status de operadora de satélites e autorização para uso orbital de sua constelação, seguindo rigorosamente as normas vigentes em todas as etapas do projeto.
Como parte de sua estratégia, a Alya Space participa de iniciativas internacionais voltadas ao uso sustentável do espaço e à cooperação tecnológica global, alinhando suas atividades à Agenda 2030 das Nações Unidas, especialmente ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 17, que promove parcerias internacionais para o desenvolvimento sustentável.As interpretações que associam a empresa a atividades secretas de vigilância estratégica ou aplicações militares não refletem sua atuação. A Alya Space opera sob princípios estritamente civis, comerciais e alinhados às legislações nacionais e internacionais aplicáveis.
A empresa permanece à disposição das autoridades, parceiros institucionais e da sociedade para quaisquer esclarecimentos adicionais, reiterando que todas as suas atividades são conduzidas dentro dos marcos legais vigentes e orientadas ao desenvolvimento sustentável da economia espacial e ao benefício coletivo da humanidade.
Alya Space, em nota
O Olhar Digital entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores (por conta de se tratar de um assunto que envolve atores estrangeiros), com o Ministério da Defesa (responsável pela FAB e chamado pela CREDN para dar explicações) e com o Ministério da Ciência, Tenologia e Inovações (que cuida do programa espacial brasileiro). Assim que obtivermos um retorno, atualizaremos esta reportagem.
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O sorteio do concurso6966 da Quina aconteceu na noite de quarta-feira (4), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 10,8 milhões.
Os números sorteados da Quina 6967 foram: 26 – 47 – 68 – 74 – 77.
Resultado da Quina 6967
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Qual é o último resultado da Quina?
O resultado da Quina 6966 desta terça-feira (3) é: 09 – 19 – 26 – 28 – 52.
Quando é o próximo sorteio da Quina?
O próximo sorteio é o 6968 e ele acontece na quinta-feira, 05 de março de 2026.
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Quina 6966 (03/03/2026): 09 – 19 – 26 – 28 – 52
Quina 6965 (02/03/2026): 07 – 12 – 26 – 68 – 74
Quina 6964 (28/02/2026): 03 – 09 – 30 – 56 – 58
Quina 6963 (27/02/2026): 06 – 19 – 29 – 62 – 74
Quina 6962 (26/02/2026): 15 – 25 – 37 – 79 – 80
Quina 6961 (25/02/2026): 15 – 45 – 55 – 62 – 65
Quina 6960 (24/02/2026): 07 – 08 – 14 – 39 – 52
Quina 6959 (23/02/2026): 07 – 12 – 27 – 49 – 54
Quina 6958 (21/02/2026): 09 – 14 – 24 – 55 – 68
Quina 6957 (20/02/2026): 11 – 14 – 18 – 67 – 74
Como resgatar o prêmio da Quina
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Veja como funciona:
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Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Nesta quarta-feira (4), a Keeta, app de delivery do grupo chinês Meituan e que desembarcou há pouco no Brasil, realizou cortes de funcionários no Rio de Janeiro (RJ) pouco depois de anunciar o adiamento de sua estreia na cidade carioca.
As demissões foram confirmadas pela empresa. Contudo, alega que são poucas em relação ao total. Ainda diz que os postos de trabalho serão mantidos, mas passarão a integrar a equipe do Estado de São Paulo. Na região paulista, a Keeta atua desde o fim de 2025.
Keeta culpa contratos de exclusividade
Na semana passada, ao anunciar o adiamento do lançamento no Rio, a companhia colocou a culpa em contratos de exclusividade existentes entre restaurantes e seus concorrentes, o iFood e o 99Food;
Isso, segundo a Keeta, inviabilizou a operação em solo carioca;
O CEO da empresa, Tony Qiu, disse, à Folha de S.Paulo, que reportaria a situação ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Em nota publicada nesta quarta-feira (4), ao confirmar as demissões, a Keeta voltou a bater na mesma tecla. “Cláusulas de exclusividade colocam em risco a livre concorrência no Brasil, não apenas no setor de delivery, mas também em diferentes indústrias, retirando a liberdade de escolha e restringindo oportunidades de geração de renda para os participantes do mercado, incluindo consumidores e parceiros comerciais”, apontou.
Por sua vez, o iFood questiona o posicionamento da concorrente. “Nos causa estranheza que os contratos de exclusividade estejam impactando uma determinada plataforma, sem atingir outros concorrentes que seguem investindo na cidade e expandindo suas operações”, pontuou, também em nota.
Keeta culpa concorrentes 99Food e iFood e seus contratos de exclusividade (Imagem: Divulgação/99Food/Keeta)
Contudo, a Keeta não adiou suas operações somente no Rio de Janeiro. A empresa optou por se manter em São Paulo antes de seguir para outras regiões para ajustar as questões regulatórias, incluindo “resolver questões estruturais que inibem a concorrência saudável no segmento de delivery brasileiro”.
Apesar das mudanças, a chinesa manteve o plano anunciado no ano passado, que envolve investir R$ 5,6 bilhões no Brasil ao longo de cinco anos.
Meituan em baixa
Na terça-feira (3), a Meituan, empresa que controla a Keeta, viu sua nota de crédito ser rebaixada de A- para BBB+ pela agência de classificação de risco S&P Global.
Uma das razões principais é a concorrência com o Alibaba na China, mas, também, o “pé no freio” no Brasil. “Acreditamos que ela limitará a escala e o ritmo de entrada no Brasil até que seu negócio de entrega de alimentos na China se estabilize”, explica.
Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 22 de fevereiro de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas do Brasileirão Feminino, dos campeonatos estaduais e dos campeonatos nacionais europeus.
Confira, a seguir, os jogos deste domingo (22) (horário de Brasília):
Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (22/02/26)
Quais são os jogos que vão passar na Globo neste domingo (22)?
A seguir, o Olhar Digital traz os jogos que serão transmitidos pela Globo, em cada região do Brasil, neste domingo (22) (horário de Brasília):
Campeonato Carioca 2026
Vasco x Fluminense — 18h — TV Globo para Rio de Janeiro, Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe, Tocantins, Distrito Federal e Juiz de Fora (MG)
Campeonato Mineiro 2026
Atlético/MG x América/MG — 18h — TV Globo para Minas Gerais (exceto Juiz de Fora)
Campeonato Gaúcho 2026
Juventude x Grêmio — 18h — TV Globo para Rio Grande do Sul
Campeonato Catarinense 2026
Chapecoense x Brusque — 18h — TV Globo para Santa Catarina
Campeonato Pernambucano 2026
Náutico x Santa Cruz — 18h — TV Globo para Pernambuco
Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular
Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.
O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
A Microsoft divulgou, nesta terça-feira (10), a décima edição de sua Pesquisa Global de Segurança Online, que analisa como pessoas de diferentes idades utilizam e veem a tecnologia online. A nova edição foi realizada com quase 15 mil adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, e adultos, distribuídos em 15 países (incluindo o Brasil).
Uma das principais descobertas foi que a exposição dos adolescentes ao risco aumentou novamente: com discurso de ódio (35%), golpes (29%) e cyberbullying (23%) entre os danos mais comumente sofridos.
Contudo, esses jovens demonstraram ser bastante resilientes: 72% conversaram com alguém após enfrentarem um risco e o comportamento de comunicação aumentou pelo segundo ano consecutivo.
Além disso, é destaque que 91% das pessoas entrevistadas pela Microsoft dizem se preocupar com os danos causados pela inteligência artificial (IA).
Quais dados a Microsoft colheu dos adolescentes no Brasil?
Confira os principais números colhidos no Brasil:
63% dos entrevistados vivenciaram pelo menos um risco online significativo no último ano;
As três principais categorias de risco vivenciadas no Brasil são discurso de ódio (36%), violência gráfica e sangrenta do mundo real (28%) e golpes e fraudes online (27%);
Adolescentes estão mais preocupados com cyberbullying (36%), enquanto a maioria das demais gerações se preocupa mais com fraudes e golpes online;
81% dos adolescentes que vivenciaram um risco conversaram com alguém ou o denunciaram;
90% dos adolescentes no Brasil tomaram ações defensivas, como bloquear a ameaça, fechar a conta, etc.
“Ano após ano, a pesquisa contou uma história sobre a evolução dos riscos de segurança online e o impacto real delas. Em 2026, o chamado à ação é mais urgente do que nunca – a menos que a indústria possa oferecer experiências seguras e adequadas a cada faixa etária, os jovens correm o risco de perder o acesso à tecnologia”, diz Courtney Gregoire, vice-presidente e diretora de Segurança Digital da Microsoft.
Foram ouvidos jovens de vários países (inclusive do Brasil) (Imagem: Arsenii Palivoda/Shutterstock)
A Microsoft também fez parceria com a Cyberlite para entender como adolescentes de 13 a 17 anos estão interagindo com companheiros de IA.
“Por meio de oficinas de co-design com estudantes na Índia e em Singapura, estamos capturando as próprias perspectivas dos jovens sobre os benefícios, riscos e dimensões emocionais do uso da IA — insights que irão informar diretamente recursos educacionais para adolescentes, pais e educadores”, prossegue Gregoire.
“As primeiras descobertas do primeiro workshop em dezembro de 2025 mostram que os jovens valorizam a IA como um espaço sem julgamentos, ao mesmo tempo em que reconhecem as desvantagens: riscos para privacidade, excesso de dependência e erosão do pensamento crítico são maiores para eles do que conselhos ruins”, afirma.
Para ter acesso à pesquisa completa, clique aqui. Já neste link, você vê os dados específicos do Brasil (em inglês).