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Homem é preso após atirar no irmão e no cunhado no bairro Cristal, em Porto Alegre

26 de Março de 2026, 13:57

Um homem de 33 anos foi preso na manhã desta quinta-feira (26) após balear o irmão e o cunhado no bairro Cristal, na Zona Sul de Porto Alegre. O caso aconteceu por volta das 4h30 na avenida Jacuí, durante uma ocorrência de violência doméstica.

De acordo com a Polícia Civil, o homem agredia a companheira quando o irmão dele e o companheiro do irmão, que moram no mesmo terreno, tentaram socorrê-la. Os dois foram atingidos por disparos. As quatro pessoas moram no mesmo pátio, em casas diferentes.

Conforme a apuração inicial, o homem fugiu de carro depois dos tiros, levando a arma. Ele foi localizado ainda pela manhã em ação da PRF (Polícia Rodoviária Federal).

Os dois homens baleados, de 29 e 35 anos, foram encaminhados ao Hospital de Pronto Socorro. Eles passaram por cirurgia e seguem internados. O quadro de saúde é considerado grave.

A mulher, de 43 anos, também recebeu atendimento médico e depois foi levada para registrar ocorrência na DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher). Um menino de 12 anos, filho do casal, estava na residência no momento dos fatos, mas não ficou ferido.

Embriaguez e motivação banal

Segundo testemunhas, o homem chegou em casa com sinais de embriaguez e a discussão começou pouco antes dos disparos. A polícia também apura o relato de que ele reclamava de não ter conseguido renovar o registro de CAC (caçador, atirador e colecionador).

A dupla tentativa de homicídio será investigada pela 6ª Delegacia de Homicídios. A agressão contra a mulher ficará com a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher.

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Casal é condenado por homicídio da filha recém-nascida, no município de Sério

26 de Março de 2026, 10:45
Foto: Polícia Civil/Divulgação

Um casal foi condenado, na madrugada desta quarta-feira (25), pela morte da filha recém-nascida no município de Sério, no Vale do Taquari. A decisão ocorre após denúncia do MP-RS (Ministério Público do Rio Grande do Sul). O Tribunal do Júri iniciou na terça-feira (24), no Fórum de Lajeado.

A mãe foi sentenciada a 32 anos e 1 mês de prisão e o pai a 28 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão. Ambos irão cumprir a pena, inicialmente, em regime fechado.

Além do homicídio qualificado por motivo torpe, fútil, emprego de meio cruel e contra menor de 14 anos, sendo os réus ascendentes da vítima, eles também foram condenados por ocultação de cadáver. Ainda conforme o MP-RS, a Justiça reconheceu a atenuante da menoridade aos réus por terem 19 anos de idade na época dos fatos e devido à confissão espontânea da ocultação de cadáver pelo pai da criança.

O caso

Os réus foram presos preventivamente em janeiro do ano passado. O homicídio ocorreu entre a noite de 12 de setembro de 2024 e a madrugada do dia 13, no interior da residência dos réus.

Após o crime, ocorrido logo depois do nascimento da criança, o corpo foi ocultado inicialmente na casa e, posteriormente, levado a uma área de mata próxima a um lixão, entre os dias 13 e 14 de setembro. Houve ainda tentativa de incineração do corpo.

Para os promotores, o casal pretendia eliminar a vida da criança desde o início da gestação, mas, como não conseguiram realizar aborto clandestino, ocultaram a gravidez e acabaram matando a filha logo depois do parto.

Perícia

Conforme o MP, laudos periciais confirmaram que a criança nasceu com vida, mas foi morta por esgorjamento (lesão na medicina legal caracterizada por um corte profundo) com emprego de uma faca de cozinha, apreendida no banheiro da residência do casal.

Além disso, a perícia confirmou que a mãe não estava sob a influência de estado puerperal (período que se inicia após o parto, no qual o organismo da mulher passa por intensas mudanças físicas, hormonais e emocionais até retornar às condições anteriores à gestação) quando cometeu o crime, afastando a caracterização de infanticídio.

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Mulher de 63 anos é presa em SC por morte da enteada em Igrejinha

23 de Março de 2026, 19:13
Crédito: Polícia Civil de Santa Catarina / Divulgação

Uma mulher de 63 anos foi presa em Santa Catarina por suspeita de matar a enteada na tarde de sábado (21), em Igrejinha, no Vale do Paranhana. A prisão ocorreu em Itajaí, no litoral catarinense, após ação conjunta das polícias civis do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A mulher estava foragida desde o crime.

De acordo com a investigação, a presa é natural de Santa Catarina e mantinha vínculos familiares em São Miguel do Oeste e Itajaí. Conforme a polícia, ela se apresentou na delegacia após contato feito por meio do advogado.

A mulher deve passar por audiência de custódia e, depois, ser encaminhada ao Complexo Penitenciário do Vale do Itajaí. A transferência para o sistema prisional gaúcho deve ocorrer na sequência.

Relembre o crime

Conforme o boletim de ocorrência, policiais militares foram até o endereço após denúncia de disparo de arma de fogo. Quando chegaram ao local, acompanhados pelos Bombeiros Voluntários, encontraram Maria Helena de Souza, de 50 anos, caída no chão, já sem vida.

De acordo com a Polícia Civil, após um desentendimento entre as duas, Lurdes teria ido até um dos quartos da casa, pegado uma espingarda calibre 12 e atirado contra a enteada.

Depois do disparo, ela fugiu pelos fundos da residência em direção a um matagal. Buscas foram feitas na área, mas a localização só ocorreu depois, já em Santa Catarina.

A arma apreendida no caso foi recolhida pela Polícia Civil. A cena do crime foi isolada para o trabalho da perícia. O caso é investigado pela Delegacia de Polícia de Igrejinha.

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Polícia faz buscas a mulher que matou enteada a tiro em Igrejinha

22 de Março de 2026, 17:58

Uma mulher de 50 anos foi morta a tiro na tarde de sábado (21) em Igrejinha, no Vale do Paranhana. A autora apontada pela Polícia Civil, de 63 anos, é procurada.

O crime aconteceu em uma residência na localidade de Rochedo, em área rural do município. A vítima foi identificada como Maria Helena de Souza. A mulher procurada é Lurdes de Fátima de Lima Maurina.

De acordo com o boletim de ocorrência, policiais militares foram até o endereço após receberem relato de disparo no local. Quando chegaram, acompanhados pelos Bombeiros Voluntários, encontraram Maria Helena caída no chão, já sem vida.

Conforme a Polícia Civil, após um desentendimento entre as duas, Lurdes teria ido até um dos quartos da casa, pegado uma espingarda calibre 12 e atirado contra a enteada.

Após o disparo, a mulher fugiu pelos fundos da residência em direção a um matagal. Buscas foram feitas nas áreas próximas, mas ela não havia sido localizada até a publicação da ocorrência.

A arma apreendida no caso foi recolhida pela Polícia Civil.

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Ré acusada de matar mulher grávida em Porto Alegre vai a júri

10 de Março de 2026, 11:46
Paula Janaína Ferreira Mello (foto) tinha 25 anos à época do crime - Foto: Arquivo Pessoal

Uma mulher denunciada pelo MP-RS (Ministério Público do Rio Grande do Sul) pela morte de Paula Janaína Ferreira Mello, grávida à época do crime, ocorrido em Porto Alegre, irá a Júri. A sessão do Júri ainda não tem data marcada.

Conforme a decisão, a ré será julgada por homicídio qualificado, com as circunstâncias de motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e para assegurar a execução de outro crime, além da agravante por se tratar de vítima grávida. Também responderá pelos crimes conexos de aborto sem o consentimento da gestante, ocultação de cadáver e parto suposto — dar parto alheio como próprio.

O fato ocorreu em outubro de 2024, em Porto Alegre. De acordo com a pronúncia, a acusada teria atraído a vítima, que estava grávida de nove meses, ao seu apartamento, no Bairro Mario Quintana, sob a promessa de doações para o bebê.

No local, a matou com golpes na cabeça e, logo depois teria extraído o feto (natimorto) do ventre da vítima e simulado um parto. O corpo de Paula Janaína foi escondido debaixo da cama.

Em seguida, a acusada foi a um hospital da Capital simulando ter tido um parto domiciliar, versão descartada pelos exames médicos, o que levou à comunicação imediata à Polícia. A ré acabou presa em flagrante e segue presa preventivamente.

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