Visualização normal

Received before yesterdayTimesBrasil

Quem são as maiores empresas de beleza do mundo? Confira o top 10

13 de Agosto de 2026, 22:30

O mercado global de beleza movimentou US$ 258,99 bilhões ( cerca de R$1,3 trilhão) em 2025, considerando as 100 maiores fabricantes do setor. O valor representa alta de 2,7% em relação ao ano anterior, segundo o ranking anual Beauty Inc Top 100, elaborado pela WWD.

Apesar do avanço, o mercado enfrentou um período de crescimento moderado. Os cuidados com a pele perderam força para muitas companhias, enquanto o mercado de massa apresentou dificuldades e a expansão das fragrâncias desacelerou.

Nesse cenário, a L’Oréal manteve a liderança entre as maiores empresas de beleza do mundo, com US$ 49,72 bilhões (R$ 258 bilhões) em vendas, alta de 1,3% na comparação com 2024.

Leia também: Beleza S.A. – Parfums de Marly acelera expansão e prepara loja própria no Brasil, diz Luiza Souza

L’Oréal lidera mercado de beleza mundial

A companhia francesa aparece com ampla vantagem na primeira posição. A L’Oréal respondeu por 19,2% das vendas das 100 maiores empresas de beleza, aumentando sua participação em 0,5 ponto percentual.

A empresa registrou crescimento de 4% nas vendas comparáveis em 2025, acima da expansão estimada de 3,5% do mercado global. Ainda assim, enfrentou dificuldades nos cuidados com a pele e no varejo de viagens na Ásia. No segundo semestre, porém, a companhia ganhou ritmo, especialmente no quarto trimestre, impulsionada por inovações e novos produtos.

Confira as maiores empresas de beleza

O ranking reúne empresas dos segmentos de cosméticos, perfumes, maquiagem, cuidados com a pele e cabelos:

  1. L’Oréal: US$ 49,72 bilhões (R$ 258 bilhões)
  2. Unilever: US$ 26,98 bilhões (R$ 140 bilhões
  3. Procter & Gamble: US$ 15,4 bilhões ( R$ 80 bilhões)
  4. The Estée Lauder Cos.: US$ 14,7 bilhões (R$ 76 bilhões)
  5. LVMH: US$ 9,22 bilhões (R$ 48 bilhões)
  6. Chanel: US$ 9,18 bilhões (R$ 47,78 bilhões)
  7. Beiersdorf: US$ 8,89 bilhões (R$ 46 bilhões)
  8. Shiseido: US$ 6,48 bilhões (R$ 33,7 bilhões)
  9. Coty: US$ 5,81 bilhões (R$ 30,24 bilhões)
  10. Puig: US$ 5,27 bilhões (R$ 27 bilhões)

Os valores de Unilever, Procter & Gamble, Estée Lauder, LVMH, Beiersdorf e Puig são estimativas apresentadas pela WWD.

Leia também: Beleza S/A: Turismo de alto padrão transforma férias em experiências de bem-estar

Unilever e P&G completam o pódio

A Unilever, segunda colocada, registrou US$ 26,98 bilhões (R$ 140,4 bilhões) em vendas de beleza estimadas, apesar da queda de 2,9%. A empresa passou por mudanças estratégicas e pretende aumentar a participação de beleza, bem-estar e cuidados pessoais no negócio.

Na terceira posição, a Procter & Gamble alcançou US$ 15,4 bilhões (R$ 80 bilhões) estimados, com crescimento de 3%. A Herbal Essences teve avanço de dois dígitos em cuidados capilares, enquanto os cuidados pessoais também apresentaram crescimento.

A Estée Lauder, quarta colocada, teve vendas estimadas em US$ 14,7 bilhões (R$ 76 bilhões), queda de 3%. O ano também marcou mudanças na liderança da companhia.

Chanel cresce e Puig se destaca

A LVMH registrou US$ 9,22 bilhões (R$ 48 bilhões) e queda de 3%, embora sua divisão de perfumes e cosméticos tenha mantido vendas estáveis em termos orgânicos. Já a Chanel cresceu 3,1%, para US$ 9,18 bilhões (R$ 47,78 bilhões), impulsionada principalmente pelo segmento de fragrâncias e pela demanda na China, Coreia do Sul e Estados Unidos.

A Beiersdorf ficou praticamente estável, com US$ 8,89 bilhões (R$ 46 bilhões). A empresa enfrentou dificuldades nos cuidados com a pele e apostou em novos produtos da Nivea. A Shiseido teve queda de 2,1%, para US$ 6,48 bilhões (R$ 33,7 bilhões), enquanto a Coty recuou 4,6%, para US$ 5,81 bilhões (R$ 30,24 bilhões), em meio a mudanças na liderança.

A Puig, décima colocada, teve o maior crescimento entre as dez primeiras: 5,5%. A companhia alcançou US$ 5,27 bilhões (R$ 27 bilhões), com destaque para a expansão da maquiagem, especialmente da Charlotte Tilbury.

Leia também: Beleza S.A – Harry Kane transforma wellness em negócio e amplia investimentos em alimentação saudável

Mercado de beleza mostra crescimento moderado

No conjunto das 100 maiores empresas, 74% aumentaram as vendas, enquanto 29% registraram crescimento de dois dígitos. Por outro lado, 11 das 20 maiores companhias tiveram queda.

As dez maiores empresas concentraram US$ 151,65 bilhões (R$ 789,32 bilhões), equivalente a 58,6% das vendas do Top 100. Assim, o ranking mostra a força das grandes companhias no setor de beleza, com a L’Oréal mantendo uma liderança bastante distante das demais concorrentes.

Entenda por que uma pequena ilha voltou a colocar China e Japão em alerta
Por Joyce Canelle
Sony celebra 10 anos da linha 1000X com lançamento de novo fone premium
Por André Amadeus
Ferrari Luce esgota produção de 2026 mesmo após críticas ao design
Por Joyce Canelle
O que o ranking das empresas mais inovadoras da Europa diz sobre o futuro da economia?
Por André Amadeus
Mega-Sena ou +Milionária? Veja quais loterias têm os maiores prêmios e como apostar
Por Nathalia Gimenes
Barbie 2 pode sair Warner Bros. corre contra o tempo para fechar acordo com a Mattel
Por Nathalia Gimenes
Copa Sul-Americana: times classificados e premiação.
Por André Amadeus
Vendas do Mounjaro disparam; especialista alerta para riscos e efeitos colaterais
Por Joyce Canelle
Por que um fóssil de Tiranossauro rex vale R$ 254 milhões?
Por André Amadeus
Dá para apostar pelo celular? Veja todas as formas de jogar na Quina de São João
Por Nathalia Gimenes

O post Quem são as maiores empresas de beleza do mundo? Confira o top 10 apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

Operação Arena: de carros de luxo a obras de arte, veja os itens apreendidos na casa de Nelson Wilians

13 de Agosto de 2026, 21:04

A Operação Arena, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (13), chegou à residência do advogado Nelson Wilians, em São Paulo. Durante o cumprimento do mandado, carros de luxo e obras de arte foram registrados no imóvel. Entre eles estão uma Ferrari amarela e veículos da Rolls-Royce.

Os itens fazem parte do cenário encontrado pelos agentes durante a busca. A operação, no entanto, tem como objetivo principal investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas relacionado ao mercado de apostas esportivas e jogos de azar.

A Justiça Federal da Paraíba autorizou 17 mandados de busca e apreensão e determinou o sequestro de até R$ 1,1 bilhão em bens e valores ligados aos investigados.

Leia também: Quem é Nelson Wilians, advogado alvo da Operação Arena da Polícia Federal

Ferrari e Rolls-Royce aparecem na residência

Entre os bens de luxo registrados durante a operação estão uma Ferrari amarela e veículos da Rolls-Royce. Os carros aparecem no material relacionado à ação realizada na residência de Nelson Wilians, um dos alvos da investigação.

Além dos automóveis, obras de arte também estavam no imóvel. Os registros mostram parte do patrimônio encontrado pelos agentes durante o cumprimento do mandado em São Paulo.

Operação Arena: de Ferrari a Rolls-Royce, veja os itens de luxo apreendidos na casa de Nelson Wilians

Os veículos e as peças de arte, portanto, fazem parte dos bens que aparecem no contexto da operação. Já as medidas de apreensão e sequestro determinadas pela Justiça abrangem os patrimônios relacionados à investigação, conforme a análise das autoridades.

Operação Arena: de Ferrari a Rolls-Royce, veja os itens de luxo apreendidos na casa de Nelson Wilians

O que a Polícia Federal apreendeu

A Operação Arena cumpriu 17 mandados de busca e apreensão em endereços de cinco estados: Paraíba, Sergipe, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. As medidas foram autorizadas pela Justiça Federal da Paraíba.

Além das buscas, a decisão judicial determinou o sequestro de até R$ 1,1 bilhão em bens e valores. Além disso, a medida tem como objetivo preservar recursos e patrimônios que possam estar relacionados aos fatos investigados.

Durante a operação, a Polícia Federal e a Receita Federal também atuaram na coleta de documentos e outros elementos que podem ajudar a reconstruir a movimentação financeira do grupo investigado.

Leia também: Operação Arena: entenda investigação que mira esquema de apostas e lavagem de dinheiro

Operação Arena investiga dinheiro de apostas esportivas

A investigação mira um grupo empresarial ligado à exploração de apostas esportivas e jogos de azar. De acordo com a investigação, os envolvidos teriam utilizado uma estrutura formada por empresas no Brasil e no exterior para movimentar recursos e dificultar a identificação de sua origem e destino..

A apuração também envolve possíveis crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Além disso, os investigadores apontam que parte das operações financeiras teria passado por diferentes empresas e estruturas antes de chegar aos beneficiários finais.

Além disso, a PF investiga operações envolvendo instituições de pagamento, câmbio e ativos digitais. A Receita Federal participa da apuração para verificar possíveis irregularidades tributárias e financeiras.

Nelson Wilians está entre os alvos da Operação Arena

A residência de Nelson Wilians foi um dos endereços visitados pela Polícia Federal durante a Operação Arena. Nesse sentido, o advogado aparece entre os alvos das medidas autorizadas pela Justiça.

A investigação também analisa a relação profissional de Wilians com empresas do setor de apostas. Entre elas está a PixBet, para a qual o escritório Nelson Wilians Advogados presta serviços jurídicos.

A defesa sustenta que a relação é exclusivamente profissional e afirma que a atuação do escritório não representa participação nas atividades empresariais ou financeiras dos clientes.

Bens fazem parte da apuração

A presença de carros de luxo e obras de arte na residência ganhou destaque entre os elementos registrados durante a operação. A Ferrari amarela e os veículos da Rolls-Royce estão entre os bens que aparecem no material relacionado à busca.

Leia também: Movimentação bilionária, stablecoins e contas no exterior: o fluxo que levou a PF até Nelson Wilians

Ao mesmo tempo, a investigação da PF vai além do patrimônio localizado no endereço. Os agentes procuram entender o caminho percorrido pelos recursos e identificar possíveis conexões entre empresas, contas e operações financeiras no Brasil e no exterior.

Com o avanço da análise dos materiais recolhidos e das movimentações financeiras, a Operação Arena deverá esclarecer a origem dos recursos e a eventual participação de cada investigado. Até o momento, o caso segue em apuração e não representa condenação dos envolvidos.

Entenda por que uma pequena ilha voltou a colocar China e Japão em alerta
Por Joyce Canelle
Sony celebra 10 anos da linha 1000X com lançamento de novo fone premium
Por André Amadeus
Ferrari Luce esgota produção de 2026 mesmo após críticas ao design
Por Joyce Canelle
O que o ranking das empresas mais inovadoras da Europa diz sobre o futuro da economia?
Por André Amadeus
Mega-Sena ou +Milionária? Veja quais loterias têm os maiores prêmios e como apostar
Por Nathalia Gimenes
Barbie 2 pode sair Warner Bros. corre contra o tempo para fechar acordo com a Mattel
Por Nathalia Gimenes
Copa Sul-Americana: times classificados e premiação.
Por André Amadeus
Vendas do Mounjaro disparam; especialista alerta para riscos e efeitos colaterais
Por Joyce Canelle
Por que um fóssil de Tiranossauro rex vale R$ 254 milhões?
Por André Amadeus
Dá para apostar pelo celular? Veja todas as formas de jogar na Quina de São João
Por Nathalia Gimenes

O post Operação Arena: de carros de luxo a obras de arte, veja os itens apreendidos na casa de Nelson Wilians apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

Volkswagen prepara corte de até 50% na linha de modelos; entenda o plano

11 de Julho de 2026, 10:30

A Volkswagen apresentou um plano para transformar sua operação global e reduzir significativamente sua linha de modelos nos próximos anos. A montadora alemã pretende diminuir em até 50% o portfólio de veículos e reduzir a complexidade da oferta em até 75%.

A medida faz parte do chamado Plano Futuro, apresentado pela Diretoria Executiva da empresa ao Conselho de Supervisão. Segundo a Volkswagen, o objetivo é tornar o grupo mais eficiente, resiliente e competitivo diante das mudanças no mercado automotivo.

Além da redução da variedade de modelos, a companhia também pretende ajustar sua capacidade produtiva. A meta é alcançar uma produção anual de aproximadamente 9 milhões de veículos, abaixo da capacidade de cerca de 12 milhões planejada antes da pandemia de Covid-19.

Leia também: Volkswagen vai cortar modelos e reduzir capacidade, mas evita falar em demissões

Volkswagen quer concentrar produção nos segmentos mais estratégicos

De acordo com a empresa, a redução da linha de modelos permitirá direcionar recursos para veículos e tecnologias com maior potencial de retorno.

Atualmente, a Volkswagen possui uma das maiores ofertas de produtos de sua história. No entanto, a companhia afirma que a simplificação do portfólio ajudará a reduzir custos e melhorar a eficiência no desenvolvimento de novos veículos.

Além disso, a montadora pretende harmonizar plataformas tecnológicas, arquiteturas eletrônicas e sistemas de software. A estratégia busca eliminar estruturas paralelas e ampliar as sinergias entre as marcas do grupo.

Plano ocorre em meio à pressão sobre a indústria automotiva

A decisão acontece em um momento de transformação no setor automotivo global. Nos últimos meses, fabricantes enfrentaram aumento de custos, novas exigências regulatórias e uma disputa mais intensa no mercado de veículos elétricos.

A Volkswagen também enfrenta maior concorrência de empresas chinesas, principalmente no segmento de carros elétricos, além dos impactos relacionados às tarifas comerciais.

Leia também: Volkswagen registra receita de 75,7 bilhões de euros, apesar de tombo no lucro operacional

Segundo a montadora, os desafios externos foram parcialmente compensados por programas de desempenho realizados nos últimos anos.

Além disso, a empresa afirma que essas medidas ajudaram a fortalecer sua estrutura. Agora, como parte desse processo de transformação, a Volkswagen inicia uma nova etapa de reorganização com foco no negócio automotivo.

Cortes de empregos ainda não foram confirmados pela Volkswagen

Apesar do anúncio do novo plano, a Volkswagen não confirmou demissões em massa. Nas últimas semanas, surgiram relatos de que a empresa avaliava medidas mais duras, incluindo possíveis cortes de até 100 mil empregos e o fechamento de unidades na Alemanha. As informações, divulgadas pela imprensa, geraram resistência entre trabalhadores e sindicatos.

O conselho de trabalhadores da Volkswagen e o sindicato industrial alemão IG Metall afirmaram que pretendem lutar contra possíveis cortes e encerramentos de fábricas. Um protesto chegou a ser realizado em frente à unidade da Volkswagen em Zwickau, na Alemanha.

A montadora já havia iniciado discussões sobre redução de custos e aumento da eficiência, mas ainda não apresentou oficialmente um plano final com demissões ou fechamento de fábricas.

Leia também: Volkswagen aguarda parecer do Conselho de Administração sobre plano de corte de custos

Volkswagen busca fortalecer negócio principal

Outro ponto do Plano Futuro envolve a revisão do portfólio de participações e investimentos da empresa. A Volkswagen informou que pretende concentrar recursos em negócios ligados diretamente ao setor automotivo.

A venda de uma participação majoritária na Everllence, anunciada no fim de junho, faz parte dessa estratégia e deve gerar uma entrada de caixa de aproximadamente 7,4 bilhões de euros. Com as mudanças, a montadora busca construir uma estrutura mais enxuta e preparada para competir em um mercado global cada vez mais disputado.

“O Grupo Volkswagen está entrando na próxima fase de transformação por seus próprios meios. Estamos tornando a empresa mais rápida, mais resiliente e mais competitiva”, afirmou Oliver Blume, CEO da Volkswagen.

Qual o próximo sorteio especial da Caixa após a Quina de São João?
Por Nathalia Gimenes
Como a política dos EUA pode estar mudando o equilíbrio da I.A global?
Por Joyce Canelle
Vazamento expõe rede de fornecedores e testes do futuro iPhone 18 Pro da Apple; veja
Por Nathalia Gimenes
Supergirl pode dar prejuízo de milhões de dólares à DC Studios; entenda
Por Joyce Canelle
Quem são os novos milionários brasileiros e o que os diferencia das gerações anteriores?
Por André Amadeus
Copa do Mundo 2026 coloca autoridades de saúde em alerta; saiba os principais riscos
Por Joyce Canelle
Top 10 melhores empresas do setor financeiro para o futuro veja a lista
Por Nathalia Gimenes
Taylor Swift transforma carreira em império bilionário e se torna a mais rica da história
Por André Amadeus
Conheça o país que está atraindo gigantes da I.A dos EUA e da China ao mesmo tempo
Por Joyce Canelle
A I.A está encarecendo sua vida por 4 motivos invisíveis; descubra
Por Nathalia Gimenes

O post Volkswagen prepara corte de até 50% na linha de modelos; entenda o plano apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

Quais são os maiores desafios para implementar I.A nas empresas?

11 de Julho de 2026, 10:00

A adoção da inteligência artificial (I.A) pelas empresas brasileiras avança, mas ainda enfrenta desafios para transformar a tecnologia em resultados concretos.

Um estudo global realizado pelo SAS Institute em parceria com a International Data Corporation (IDC) mostra que apenas 8% das companhias do Brasil conseguem equilibrar a confiança na I.A com estruturas adequadas de governança, transparência e gestão de riscos.

Leia também: Estudo do SAS mostra que só 8% das empresas do Brasil confiam na I.A. para governança

O índice brasileiro fica abaixo da média global, de 9%, e revela um dos principais obstáculos para a implementação da tecnologia: muitas organizações apostam na inteligência artificial, mas ainda não possuem processos preparados para garantir um uso seguro e eficiente.

A pesquisa, baseada em 2.375 entrevistas realizadas em diferentes regiões do mundo, aponta para o chamado “dilema da confiança”. O cenário acontece quando a expectativa das empresas em relação à I.A não acompanha os investimentos necessários em controles, qualidade de dados e estratégias de gerenciamento de riscos.

Falta de governança é um dos principais desafios da I.A nas empresas

No Brasil, 48% das empresas aparecem no grupo classificado pelo estudo como “retardatárias”. Essas organizações apresentam baixa confiança na inteligência artificial e também pouca estrutura de governança para acompanhar o avanço da tecnologia.

Além disso, 26% das companhias demonstram excesso de confiança, ou seja, acreditam mais no potencial da I.A do que sua estrutura atual consegue sustentar. Enquanto isso, 19% utilizam menos recursos de inteligência artificial do que poderiam, mesmo tendo condições para ampliar o uso.

Dessa forma, apenas 8% das empresas brasileiras atingem o equilíbrio considerado ideal pelo levantamento, combinando confiança, preparação interna e mecanismos de controle.

Leia também: Startup chinesa fundada por ex-executivo da Apple vira unicórnio

Confiança muda conforme o tipo de I.A

Outro ponto destacado pelo estudo é que a percepção das empresas sobre a I.A varia conforme a tecnologia utilizada. Na inteligência artificial tradicional, 29% das companhias brasileiras afirmam ter algum nível de confiança, enquanto 22% relatam confiança total.

Já na IA generativa, que ganhou espaço com ferramentas capazes de criar textos, imagens e análises, 25% demonstram alguma confiança e 32% afirmam confiar totalmente. No caso da I.A agêntica, tecnologia capaz de executar ações de forma mais autônoma, 37% dizem ter alguma confiança e apenas 17% afirmam confiar totalmente.

Apesar disso, o Brasil apresenta um Índice de Confiabilidade da I.A de 3,35 pontos, em uma escala de 0 a 5. O resultado supera países como Alemanha e China. Entretanto, quando o assunto é impacto nos negócios, o desempenho brasileiro fica atrás.

O Índice de Impacto da I.A no país chegou a 2,84 pontos, abaixo de mercados como Irlanda e Austrália, que conseguem unir maior confiança na tecnologia com resultados empresariais mais consistentes.

Leia tmabém: Ações da Kuaishou disparam após a Tencent participar de uma rodada de financiamento de US$ 2,8 bilhões para a subsidiária Kling AI

Estrutura de dados limita avanço da inteligência artificial

Além da governança, a preparação dos dados aparece como outro desafio para a implementação da I.A. Segundo o levantamento, a infraestrutura de dados das empresas brasileiras ainda é fragmentada.

Cerca de 35% das organizações operam em estágios considerados “ad hoc” ou fragmentados, enquanto a média global é de 16%. Na prática, essa falta de organização dificulta a criação de sistemas mais eficientes e reduz a capacidade das empresas de transformar investimentos de inteligência artificial em ganhos reais.

O impacto também aparece no retorno financeiro. Para cada dólar investido em I.A, as empresas brasileiras registram um retorno médio de US$ 1,52. O valor fica abaixo da média mundial, de US$ 1,61, e da média das Américas e América Latina, de US$ 1,63.

Empresas aumentam investimentos, mas precisam melhorar preparação

Mesmo diante dos desafios, o cenário indica que as empresas continuam apostando na expansão da inteligência artificial. A América Latina aparece como a região com maior expectativa de crescimento nos investimentos em I.A entre os mercados analisados.

Nos próximos 12 meses, 20% das empresas latino-americanas esperam aumentar seus orçamentos para a tecnologia em mais de 20%, quase o dobro da média global.

No entanto, o avanço dos investimentos exige uma preparação maior. Sem uma base estruturada de dados, regras claras de uso e mecanismos de acompanhamento, a adoção da I.A pode não alcançar todo o potencial esperado pelas organizações.

Para Jim Goodnight, CEO e cofundador do SAS, a tecnologia precisa estar associada à capacidade de tomar decisões confiáveis. Segundo ele, esse princípio acompanha a empresa desde sua criação e se tornou ainda mais relevante com a expansão da inteligência artificial.

Leia também: Tencent testa assistente de I.A no aplicativo mais popular da China em tentativa de alcançar rivais

SAS completa 50 anos com foco em dados e I.A

O estudo também marca um momento importante para o SAS, que completa 50 anos em julho de 2026. Fundada em 1976 como um projeto de pesquisa na North Carolina State University, a companhia se consolidou como uma das principais fornecedoras globais de softwares para análise de dados e inteligência artificial.

Atualmente, a empresa afirma atender clientes em mais de 150 países e manter investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento. Ao longo de cinco décadas, a companhia passou a acompanhar a evolução do mercado de dados, que agora enfrenta o desafio de equilibrar inovação, segurança e confiança no uso da I.A.

Qual o próximo sorteio especial da Caixa após a Quina de São João?
Como a política dos EUA pode estar mudando o equilíbrio da I.A global?
Vazamento expõe rede de fornecedores e testes do futuro iPhone 18 Pro da Apple; veja
Supergirl pode dar prejuízo de milhões de dólares à DC Studios; entenda
Quem são os novos milionários brasileiros e o que os diferencia das gerações anteriores?

O post Quais são os maiores desafios para implementar I.A nas empresas? apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

BTS, Madonna e Justin Bieber: veja quem são as atrações da final da Copa do Mundo 2026

11 de Julho de 2026, 09:30

A final da Copa do Mundo de 2026 terá uma novidade além da disputa pelo título mundial. Pela primeira vez, a decisão do torneio contará com um show musical durante o intervalo da partida, em um formato inspirado no tradicional espetáculo do Super Bowl, evento esportivo dos Estados Unidos conhecido pelas grandes apresentações.

A partida está marcada para o próximo domingo, 19, e colocará frente a frente duas seleções que ainda serão definidas. Enquanto os times disputarão a taça mais importante do futebol mundial, o público acompanhará apresentações de alguns dos maiores nomes da música, como BTS, Madonna e Justin Bieber.

Além das performances musicais, também segundo o Estadão, a celebração contará com a participação dos Muppets. Além disso, o evento será realizado em apoio ao Fifa Global Citizen Education Fund, iniciativa voltada para ampliar o acesso à educação e criar novas oportunidades para crianças.

Leia também: Copa do Mundo: qual o valor de mercado de Espanha e Bélgica?

Copa do Mundo terá show de intervalo pela primeira vez

Até então, a Copa do Mundo não havia utilizado o intervalo da final para uma apresentação musical nos moldes adotados por grandes eventos esportivos. Dessa forma, a Fifa decidiu incluir o formato na edição de 2026, criando um momento dedicado ao entretenimento durante a partida decisiva.

A proposta, portanto, segue uma referência do Super Bowl, que tradicionalmente reúne grandes artistas durante o intervalo da final da liga de futebol americano dos Estados Unidos. Dessa forma, a Copa do Mundo também terá uma atração semelhante em sua principal partida, ampliando a programação do evento além da disputa esportiva.

Quem são os artistas confirmados

O show do intervalo da final reunirá artistas de diferentes estilos e nacionalidades. Entre os nomes confirmados estão:

  • Justin Bieber
  • BTS
  • Madonna
  • Shakira
  • Coldplay
  • Burna Boy
  • Gustavo Dudamel
  • PS22 Chorus

A apresentação terá curadoria de Chris Martin, vocalista do Coldplay, e contará com artistas reconhecidos mundialmente.

Leia também: Copa do Mundo: veja a previsão da I.A. para as quartas de final

BTS, Madonna e Justin Bieber são destaques da programação

Entre os nomes anunciados, BTS, Madonna e Justin Bieber estão entre as atrações que mais chamaram atenção do público.

O BTS se tornou um dos maiores grupos da música internacional nos últimos anos, levando o K-pop para diferentes países e conquistando milhões de fãs ao redor do mundo.

Madonna, por outro lado, chega ao evento como uma das maiores referências da música pop. Com uma carreira de décadas, a cantora acumulou sucessos e apresentações marcantes ao longo da trajetória artística.

Já Justin Bieber representa uma das principais estrelas do pop atual. O cantor canadense ganhou fama ainda jovem e construiu uma carreira com sucessos que alcançaram as principais paradas musicais internacionais.

Leia também: França elimina o Marrocos e avança à semifinal da Copa do Mundo

Final da Copa do Mundo ganha novo formato de encerramento

Com a inclusão do show de intervalo, a final da Copa do Mundo de 2026 terá uma programação que vai além da partida pelo título. A Fifa aposta em uma combinação entre futebol e música para marcar o encerramento do torneio.

Assim, a decisão que definirá o novo campeão da Copa do Mundo também será palco de uma apresentação com alguns dos artistas mais conhecidos do planeta.

Qual o próximo sorteio especial da Caixa após a Quina de São João?
Por Nathalia Gimenes
Como a política dos EUA pode estar mudando o equilíbrio da I.A global?
Por Joyce Canelle
Vazamento expõe rede de fornecedores e testes do futuro iPhone 18 Pro da Apple; veja
Por Nathalia Gimenes
Supergirl pode dar prejuízo de milhões de dólares à DC Studios; entenda
Por Joyce Canelle
Quem são os novos milionários brasileiros e o que os diferencia das gerações anteriores?
Por André Amadeus
Copa do Mundo 2026 coloca autoridades de saúde em alerta; saiba os principais riscos
Por Joyce Canelle
Top 10 melhores empresas do setor financeiro para o futuro veja a lista
Por Nathalia Gimenes
Taylor Swift transforma carreira em império bilionário e se torna a mais rica da história
Por André Amadeus
Conheça o país que está atraindo gigantes da I.A dos EUA e da China ao mesmo tempo
Por Joyce Canelle
A I.A está encarecendo sua vida por 4 motivos invisíveis; descubra
Por Nathalia Gimenes

O post BTS, Madonna e Justin Bieber: veja quem são as atrações da final da Copa do Mundo 2026 apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

Como Garrincha escapou de uma suspensão e mudou a história da Copa de 1962; veja

11 de Julho de 2026, 07:30

A presença de Garrincha na final da Copa do Mundo de 1962 esteve ameaçada até poucas horas antes da decisão. Expulso na semifinal contra o Chile, o atacante brasileiro precisou aguardar o julgamento da Comissão Organizadora da Fifa para saber se poderia enfrentar a Tchecoslováquia.

Ao fim da análise, a entidade optou por aplicar apenas uma advertência, decisão que garantiu a participação do camisa 7 na conquista do bicampeonato mundial, segundo o Estadão.

O episódio voltou a ganhar destaque após a Fifa anular a suspensão do atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos, expulso pelo árbitro brasileiro Raphael Claus. Apesar da distância de mais de seis décadas entre os casos, ambos mostram como a Fifa pode revisar decisões disciplinares por meio de suas instâncias responsáveis.

Leia também: Com virada épica, Argentina elimina Egito da Copa e mantém sonho do bicampeonato

O que aconteceu na expulsão de Garrincha?

Brasil e Chile disputaram a semifinal da Copa do Mundo de 1962 em um jogo marcado por forte disputa física. A seleção brasileira venceu por 4 a 2, mas a reta final da partida trouxe preocupação para a delegação.

Garrincha foi expulso após um lance envolvendo o chileno Rojas e passou a correr o risco de ficar fora da decisão. Naquele período, diferentemente do que ocorre atualmente, a expulsão não resultava automaticamente em suspensão. Cabia à Comissão Organizadora da Fifa analisar cada caso antes de decidir se aplicaria ou não uma punição ao atleta.

A possibilidade de perder o principal jogador da equipe preocupava o Brasil. Com Pelé lesionado desde a fase de grupos, Garrincha havia assumido o protagonismo da campanha e era um dos grandes destaques do Mundial.

O veredito da Fifa antes da grande decisão

Ao analisar o caso, a Comissão Organizadora decidiu aplicar somente uma advertência ao atacante brasileiro.

Segundo o então presidente da Fifa, Stanley Rous, a infração aconteceu durante uma disputa de bola entre Garrincha e Rojas. Com esse entendimento, a comissão concluiu que não havia motivos para impedir sua participação na final.

Na mesma sessão, o atacante chileno Landa recebeu suspensão de uma partida. Conforme registrado à época, ele foi punido por atingir o zagueiro Mauro com um chute quando a bola já estava distante da jogada, situação considerada mais grave pelos dirigentes.

A decisão foi recebida com alívio pelos integrantes da delegação brasileira, que aguardavam o julgamento com expectativa.

Leia também: Entenda a participação de Cristiano Ronaldo na LiveMode, dona da CazéTV

O que Garrincha disse sobre o lance?

Durante os esclarecimentos prestados à comissão, Garrincha reconheceu que perdeu a calma no fim da partida. Ao mesmo tempo, afirmou que passou todo o jogo sendo provocado por Rojas.

Segundo seu relato, o adversário distribuiu pontapés, cotoveladas e, em determinado momento, chegou a cuspir em seu rosto. O brasileiro afirmou que tentou manter a tranquilidade durante a partida, mas acabou reagindo após a sequência de provocações.

Essas declarações fizeram parte do processo analisado pela Comissão Organizadora, embora a justificativa oficial apresentada pela Fifa para a advertência tenha sido o fato de a infração ter ocorrido durante uma disputa de bola.

A atuação política também entrou em campo

O caso ultrapassou o ambiente esportivo e chegou ao campo diplomático. O então primeiro-ministro brasileiro, Tancredo Neves, manifestou apoio para que Garrincha pudesse disputar a decisão.

Paralelamente, o governo do Peru orientou sua representação diplomática em Santiago, no Chile, a solicitar à Fifa que analisasse o episódio dentro dos regulamentos, reforçando o pedido apresentado pelo governo brasileiro.

A mobilização ocorreu antes da decisão da Comissão Organizadora, que acabou liberando o atacante para a final.

Leia também: EUA são eliminados da Copa apesar de pressão de Trump sobre a Fifa

Garrincha esteve em campo no bicampeonato

Com a advertência aplicada pela Fifa, Garrincha foi liberado para enfrentar a Tchecoslováquia na decisão da Copa do Mundo de 1962.

O Brasil venceu por 3 a 1 e conquistou o bicampeonato mundial. Naquela campanha, o camisa 7 foi um dos principais nomes da seleção, especialmente após a lesão de Pelé ainda na fase de grupos.

Por isso, o julgamento que evitou a suspensão de Garrincha, se tornou um dos episódios mais lembrados dos bastidores das Copas do Mundo. A decisão permitiu que um dos maiores protagonistas daquele Mundial estivesse em campo na conquista de um dos títulos mais importantes da história da seleção brasileira.

Qual o próximo sorteio especial da Caixa após a Quina de São João?
Por Nathalia Gimenes
Como a política dos EUA pode estar mudando o equilíbrio da I.A global?
Por Joyce Canelle
Vazamento expõe rede de fornecedores e testes do futuro iPhone 18 Pro da Apple; veja
Por Nathalia Gimenes
Supergirl pode dar prejuízo de milhões de dólares à DC Studios; entenda
Por Joyce Canelle
Quem são os novos milionários brasileiros e o que os diferencia das gerações anteriores?
Por André Amadeus
Copa do Mundo 2026 coloca autoridades de saúde em alerta; saiba os principais riscos
Por Joyce Canelle
Top 10 melhores empresas do setor financeiro para o futuro veja a lista
Por Nathalia Gimenes
Taylor Swift transforma carreira em império bilionário e se torna a mais rica da história
Por André Amadeus
Conheça o país que está atraindo gigantes da I.A dos EUA e da China ao mesmo tempo
Por Joyce Canelle
A I.A está encarecendo sua vida por 4 motivos invisíveis; descubra
Por Nathalia Gimenes

O post Como Garrincha escapou de uma suspensão e mudou a história da Copa de 1962; veja apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

O que irá acontecer com o preço da gasolina quando o tráfego do Estreito de Ormuz reabrir?

17 de Junho de 2026, 09:02

A reabertura do Estreito de Ormuz reduz parte das preocupações do mercado global de energia, mas não deve provocar uma queda rápida nos preços dos combustíveis.

Embora os Estados Unidos e o Irã tenham aprovado um memorando para restabelecer totalmente a navegação na região, analistas avaliam que a maior interrupção no fornecimento de petróleo da história continuará impactando o mercado de energia por vários meses, de acordo com a Fortune.

Nos últimos três meses, o mercado global perdeu cerca de 2 bilhões de barris de petróleo. Durante esse período, países consumidores recorreram às reservas estratégicas, produtores reduziram a extração e milhares de navios-tanque precisaram mudar de rota.

Agora, mesmo com a reabertura da passagem marítima, o setor enfrenta o desafio de reorganizar toda a cadeia de abastecimento.

Leia também: Trump: Estreito de Ormuz estará totalmente aberto em até 60 dias

Retomada do tráfego será gradual no Estreito de Ormuz

Segundo a Capital Economics, o mercado deve recuperar aproximadamente 80% dos fluxos de energia até o fim do terceiro trimestre. No entanto, a volta à normalidade pode se estender até 2027.

Durante a crise, empresas deslocaram muitos petroleiros para outras regiões, e essas embarcações agora precisarão retornar ao Oriente Médio para restabelecer as operações. Além disso, persistem dúvidas sobre os custos dos seguros marítimos e sobre as condições de segurança no estreito.

Estoques baixos aumentam a demanda

Outro fator que pode limitar quedas nos preços é a necessidade de recompor estoques. Diversos países consumiram reservas estratégicas para compensar a redução da oferta e agora deverão voltar às compras.

A China será observada de perto pelos mercados. Antes do conflito com o Irã, o país acumulou grandes reservas de petróleo e, segundo analistas, ajudou a conter os preços durante a crise ao liberar parte desses estoques.

Leia também: Petróleo despenca após acordo entre EUA e Irã e reabertura do Estreito de Ormuz

Transporte ainda é o principal desafio no Estreito de Ormuz

Apesar da interrupção na produção em alguns momentos da crise, analistas da Oxford Economics afirmam que não houve danos significativos às principais instalações petrolíferas da região.

Dessa forma, o principal gargalo não está na capacidade de produzir petróleo, mas sim no transporte marítimo, nos seguros e na confiança operacional.

Por isso, mesmo com o Estreito de Ormuz reaberto, a oferta de energia do Golfo deve continuar restrita por vários meses, limitando a possibilidade de quedas mais acentuadas nos preços dos combustíveis.

Nike tem uniformes mais caros da Copa do Mundo 2026 em comparação com outras marcas; veja os preços
Por Joyce Canelle
Qual o time esportivo mais valioso do mundo? Veja quem lidera o ranking
Por André Amadeus
Quais são as franquias mais valiosas do beisebol? Veja top 10
Por Joyce Canelle
Copa do Mundo 2026: quanto custam as principais bolas de futebol comemorativas?
Por André Amadeus
O que é um “town center” e por que esse modelo está ganhando espaço no Brasil?
Por André Amadeus
I.A na Copa: FIFA revela tecnologia que promete mudar arbitragem e análise de jogos; entenda
Por Joyce Canelle
Como a disputa entre EUA e China afeta a indústria automotiva global
Por Nathalia Gimenes
Hexa do Brasil? Veja as chances da Seleção na Copa do Mundo segundo inteligências artificiais.
Por André Amadeus
Oferta bilionária ligada à Universal Music enfrenta novo impasse envolvendo acionistas; entenda
Por Joyce Canelle
Quanto ganha um dos maiores atletas do mundo? Ranking de 2026 mostra fortuna bilionária de Cristiano Ronaldo
Por André Amadeus

O post O que irá acontecer com o preço da gasolina quando o tráfego do Estreito de Ormuz reabrir? apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

FIFA investe milhões para padronizar o comportamento da bola em três países

14 de Junho de 2026, 07:30

A FIFA está colocando em prática um dos projetos mais ambiciosos já vistos na preparação de uma Copa do Mundo.

Para o torneio de 2026, que acontecerá nos Estados Unidos, Canadá e México, a entidade investe cerca de US$ 3,8 bilhões em infraestrutura e, dentro desse pacote, conduz um experimento inédito para padronizar os gramados e reduzir variações no comportamento da bola em todos os estádios, segundo o The Wall Street Journal.

Na prática, a preocupação da FIFA não é controlar o jogo em si, mas garantir que a superfície de jogo ofereça condições o mais semelhantes possível entre as 16 arenas da competição.

Isso significa minimizar diferenças no quique, na velocidade e no atrito da bola, que podem variar de acordo com o tipo de gramado, o clima e até a estrutura dos estádios.

Leia também: FIFA aposta US$ 3,8 bilhões em experimento inédito com gramados naturais na Copa do Mundo; confira

Gramados sob padrão técnico na Copa de 2026

Para alcançar esse nível de uniformidade, a FIFA vem apostando em uma combinação de gramados naturais e sistemas híbridos de alta engenharia. A proposta é criar uma base de jogo consistente, mesmo em regiões com condições climáticas muito diferentes entre si.

Além disso, os estádios passam por adaptações importantes em seus sistemas de irrigação, drenagem e ventilação.

Em alguns casos, estruturas artificiais de iluminação são usadas para complementar a luz natural e manter o desenvolvimento adequado da grama, especialmente em arenas fechadas ou com menor incidência solar.

Essas soluções não têm caráter estético, mas funcional. O foco está em reduzir variações que possam interferir diretamente na dinâmica da partida, já que pequenas mudanças na superfície podem alterar o comportamento da bola e, consequentemente, o estilo de jogo.

O desafio de equilibrar três países-sede

O grande desafio do projeto está na diversidade geográfica dos países que vão sediar o torneio. Estados Unidos, Canadá e México apresentam diferenças significativas de clima, altitude e umidade, fatores que impactam diretamente a condição dos gramados.

Por isso, a FIFA estabeleceu parâmetros técnicos para tentar aproximar ao máximo a experiência de jogo em todos os estádios. A altura da grama, a composição do solo e o nível de umidade são alguns dos elementos que passam a ser controlados de forma mais rigorosa durante o processo de preparação.

O objetivo é simples: reduzir ao máximo a sensação de “campo diferente” de um estádio para outro, algo que pode influenciar diretamente o desempenho dos atletas.

Leia também: FIFA investe bilhões para garantir consistência técnica na Copa do Mundo 2026; confira novidades

Engenharia e padronização como novo foco da FIFA

Esse movimento reforça uma tendência crescente no futebol moderno: o uso da engenharia para garantir mais consistência nas condições de jogo. Em vez de eliminar completamente as diferenças naturais, a FIFA busca equilibrá-las dentro de um padrão técnico aceitável.

Assim, os gramados deixam de ser apenas uma superfície de jogo e passam a ser parte central do planejamento esportivo da Copa. O foco não está em mudar o futebol, mas em tornar o ambiente mais previsível dentro do possível.

Qual o time esportivo mais valioso do mundo? Veja quem lidera o ranking
Por André Amadeus
Quais são as franquias mais valiosas do beisebol? Veja top 10
Por Joyce Canelle
Copa do Mundo 2026: quanto custam as principais bolas de futebol comemorativas?
Por André Amadeus
O que é um “town center” e por que esse modelo está ganhando espaço no Brasil?
Por André Amadeus
I.A na Copa: FIFA revela tecnologia que promete mudar arbitragem e análise de jogos; entenda
Por Joyce Canelle
Como a disputa entre EUA e China afeta a indústria automotiva global
Por Nathalia Gimenes
Hexa do Brasil? Veja as chances da Seleção na Copa do Mundo segundo inteligências artificiais.
Por André Amadeus
Oferta bilionária ligada à Universal Music enfrenta novo impasse envolvendo acionistas; entenda
Por Joyce Canelle
Quanto ganha um dos maiores atletas do mundo? Ranking de 2026 mostra fortuna bilionária de Cristiano Ronaldo
Por André Amadeus
SpaceX pode abrir capital em 2026; saiba como brasileiros investiriam no IPO
Por André Amadeus

O post FIFA investe milhões para padronizar o comportamento da bola em três países apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

Quem realmente mede melhor sua saúde: relógio, anel ou sensor de assinatura?

14 de Junho de 2026, 07:00

Os dispositivos vestíveis evoluíram rapidamente e hoje disputam espaço central na rotina de quem busca monitorar saúde e desempenho.

Para entender qual deles entrega os dados mais confiáveis, uma jornalista testou simultaneamente quatro tecnologias: Apple Watch, Oura Ring, Fitbit Air e Whoop MG. O foco foi comparar precisão, especialmente no sono e na frequência cardíaca.

O experimento durou três semanas, com todos os dispositivos usados ao mesmo tempo. Para ampliar a precisão da análise, a experiência também incluiu uma noite em um laboratório de sono na Universidade de Stanford, referência em estudos clínicos do tema, de acordo com o The Wall Street Journal.

Leia também: A corrida da I.A está deixando celulares, notebooks e consoles mais caros?

Sono e saúde: onde os dispositivos acertam e erram

No sono, o Apple Watch apresentou os resultados mais próximos do exame clínico, com diferença mínima na duração total e melhor alinhamento nos estágios do sono.

O Fitbit Air veio logo depois, seguido pelo Oura Ring. O Whoop MG apresentou inconsistências iniciais na leitura, embora a empresa afirme que estudos clínicos validem seus algoritmos

Mesmo assim, todos os dispositivos enfrentaram o mesmo desafio: superestimar o sono profundo, um dos estágios mais difíceis de medir sem equipamentos hospitalares. Isso mostra que, apesar dos avanços em inteligência artificial, ainda existem limitações importantes na leitura do sono.

Na frequência cardíaca, os resultados foram mais equilibrados. Em treinos controlados, todos os dispositivos ficaram muito próximos de uma cinta peitoral.

Porém, em atividades com mais movimento, o Apple Watch manteve maior consistência, enquanto Fitbit e Oura variaram mais. O Whoop teve melhor desempenho quando usado no braço, em posição mais estável.

Leia também: Claude Fable 5 marca nova era de I.A. com limites programados de segurança; entenda

Experiência de uso, assinaturas e o veredito final

Além da precisão, a forma como cada dispositivo apresenta os dados também influencia a experiência. O Apple aposta na simplicidade, o Fitbit em recomendações guiadas, o Whoop em análises profundas e o Oura em sinais de recuperação mais sutis.

Outro ponto importante é o modelo de negócio. Whoop e Oura exigem assinatura para liberar dados completos, enquanto Apple Watch e Fitbit oferecem uso mais amplo sem obrigatoriedade de pagamento recorrente.

Não há um único vencedor na forma de medir a saúde. O Apple Watch se destaca pela consistência geral, o Whoop pela profundidade, o Oura pela sensibilidade e o Fitbit pelo equilíbrio.

Qual o time esportivo mais valioso do mundo? Veja quem lidera o ranking
Por André Amadeus
Quais são as franquias mais valiosas do beisebol? Veja top 10
Por Joyce Canelle
Copa do Mundo 2026: quanto custam as principais bolas de futebol comemorativas?
Por André Amadeus
O que é um “town center” e por que esse modelo está ganhando espaço no Brasil?
Por André Amadeus
I.A na Copa: FIFA revela tecnologia que promete mudar arbitragem e análise de jogos; entenda
Por Joyce Canelle
Como a disputa entre EUA e China afeta a indústria automotiva global
Por Nathalia Gimenes
Hexa do Brasil? Veja as chances da Seleção na Copa do Mundo segundo inteligências artificiais.
Por André Amadeus
Oferta bilionária ligada à Universal Music enfrenta novo impasse envolvendo acionistas; entenda
Por Joyce Canelle
Quanto ganha um dos maiores atletas do mundo? Ranking de 2026 mostra fortuna bilionária de Cristiano Ronaldo
Por André Amadeus
SpaceX pode abrir capital em 2026; saiba como brasileiros investiriam no IPO
Por André Amadeus

O post Quem realmente mede melhor sua saúde: relógio, anel ou sensor de assinatura? apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

Cenário da série ‘Dinastia’ vai ao mercado de luxo por US$ 45 milhões em Pasadena

13 de Junho de 2026, 23:00

Uma das propriedades mais icônicas da televisão norte-americana acaba de entrar à venda no mercado imobiliário de alto padrão. Localizada em Pasadena, na Califórnia, a mansão Arden Villa, eternizada como cenário da série ‘Dinastia’, está sendo anunciada por US$ 45 milhões, segundo o The Wall Street Journal.

O valor posiciona o imóvel no topo do segmento de luxo da região. Além disso, abre a possibilidade de estabelecer um novo recorde de vendas na cidade.

Leia também: Knicks viram ativo financeiro de alta performance e impulsionam retorno de acionistas em Wall Street

Um patrimônio da cultura pop americana

Mais do que uma residência histórica, a propriedade carrega um forte peso cultural. Além disso, ao longo das décadas, ela serviu como palco de momentos marcantes da televisão nos anos 1980 e também apareceu no clássico “Sopa de Pato”, dos Irmãos Marx, de 1933.

Ao longo das décadas, o imóvel se consolidou como um cenário recorrente do entretenimento americano, atravessando diferentes gerações e produções.

Arquitetura clássica e estrutura de alto padrão

Com cerca de 1,2 hectares, a propriedade reúne duas residências independentes. Nesse sentido, a casa principal, construída por volta de 1915, possui aproximadamente 16 mil pés quadrados, com seis quartos, amplas áreas sociais e um cinema privativo.

Já, a casa de hóspedes, erguida por volta de 1948, soma cerca de 2.500 pés quadrados e quatro quartos adicionais.

Além disso, o conjunto ainda inclui duas piscinas, quadra de tênis, estufa e um espelho d’água que ficou eternizado em uma das cenas mais conhecidas de ‘Dinastia’.

Após uma reforma significativa, os proprietários passaram a utilizar a propriedade com frequência para eventos privados e hospedagens de luxo, recebendo até a banda Oasis em diferentes ocasiões.

Leia também: Entenda como Copa de 2026 pode inaugurar nova era tecnológica no esporte global

Venda milionária pode redefinir o mercado local

Os atuais proprietários são o cineasta Anthony Russo, codiretor de “Avengers: Endgame”, e sua esposa, Ann Russo. O casal adquiriu o imóvel em 2019 por cerca de US$ 15,58 milhões. Agora, opta pela venda em meio a uma mudança de ciclo pessoal.

A negociação, caso se aproxime do valor pedido, pode ultrapassar com folga o recorde atual de Pasadena, que gira em torno de US$ 19,85 milhões.

Ainda que o mercado imobiliário local tenha registrado leve acomodação nos preços médios recentes, propriedades desse porte seguem movimentando o segmento de ultra luxo. Isso é ainda mais evidente em locais associados a produções icônicas como ‘Dinastia‘.

Qual o time esportivo mais valioso do mundo? Veja quem lidera o ranking
Por André Amadeus
Quais são as franquias mais valiosas do beisebol? Veja top 10
Por Joyce Canelle
Copa do Mundo 2026: quanto custam as principais bolas de futebol comemorativas?
Por André Amadeus
O que é um “town center” e por que esse modelo está ganhando espaço no Brasil?
Por André Amadeus
I.A na Copa: FIFA revela tecnologia que promete mudar arbitragem e análise de jogos; entenda
Por Joyce Canelle
Como a disputa entre EUA e China afeta a indústria automotiva global
Por Nathalia Gimenes
Hexa do Brasil? Veja as chances da Seleção na Copa do Mundo segundo inteligências artificiais.
Por André Amadeus
Oferta bilionária ligada à Universal Music enfrenta novo impasse envolvendo acionistas; entenda
Por Joyce Canelle
Quanto ganha um dos maiores atletas do mundo? Ranking de 2026 mostra fortuna bilionária de Cristiano Ronaldo
Por André Amadeus
SpaceX pode abrir capital em 2026; saiba como brasileiros investiriam no IPO
Por André Amadeus

O post Cenário da série ‘Dinastia’ vai ao mercado de luxo por US$ 45 milhões em Pasadena apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

A Copa vai pesar no bolso? Veja onde o brasileiro pretende gastar mais

13 de Junho de 2026, 22:00

A Copa do Mundo de 2026 deve impactar diretamente o bolso dos brasileiros, principalmente dentro de casa.

Segundo um estudo encomendado pelo PayPal, 67% dos consumidores no país pretendem gastar com comida e petiscos durante o torneio. Além disso, 57% afirmam que devem recorrer a serviços de delivery ao longo dos jogos.

O comportamento reforça uma tendência já conhecida: o brasileiro transforma os jogos em um evento social doméstico. A pesquisa indica que 41% devem assistir às partidas em pequenos grupos em casa, enquanto 35% planejam acompanhar os jogos na casa de amigos ou familiares.

Mesmo sem sediar partidas, o Brasil lidera o engajamento entre os países pesquisados (Brasil, México e Canadá). O levantamento aponta que 27% dos brasileiros são fãs ávidos do evento, enquanto 24% demonstram desinteresse, o menor índice entre os três mercados.

Leia também: Sem sediar jogos, Brasil lidera engajamento na Copa do Mundo e movimenta economia do sofá

Comida, delivery e streaming puxam os gastos

O consumo ligado à alimentação aparece no topo da lista. Além dos 67% que pretendem gastar com comida e petiscos, pizza (49%) e churrasco (46%) são as principais escolhas para os dias de jogo.

Mas os gastos não param na mesa. Quase metade dos entrevistados (46%) afirma que pretende investir em tecnologia ou entretenimento para o lar, enquanto 42% devem contratar ou renovar assinaturas de streaming para acompanhar as partidas.

Ou seja, a Copa movimenta tanto o carrinho de compras quanto o ambiente digital dentro de casa.

Pagamentos digitais e parcelamento ganham força

A forma de pagar também entra na equação. Para 80% dos brasileiros, a segurança é o fator mais importante na hora da compra, seguida por proteção ao consumidor (72%) e checkout rápido (71%).

Entre usuários de carteiras digitais, 44% consideram essas soluções mais seguras do que o dinheiro em espécie, reforçando a migração para pagamentos digitais durante períodos de alto consumo.

A flexibilidade financeira também pesa. No Brasil, 82% dos entrevistados consideram importante ter opções de parcelamento para despesas ligadas ao evento. Entre quem pretende gastar acima de R$ 20 mil, 30% dizem que dependem de soluções como parcelamento ou pagamento posterior.

Leia também: Copa do Mundo começa com formato inédito, guerra e tensão migratória nos EUA; entenda

Dividir a conta virou parte da experiência na Copa

Outro destaque é o compartilhamento de gastos. Segundo o estudo, 34% dos brasileiros pretendem dividir despesas em tempo real com amigos por aplicativos digitais. Outros 26% preferem pagar separadamente, enquanto 25% planejam organizar vaquinhas antes das compras.

Na comparação com México e Canadá, o Brasil se destaca nesse comportamento, com diferença de 14 pontos percentuais.

Qual o time esportivo mais valioso do mundo? Veja quem lidera o ranking
Por André Amadeus
Quais são as franquias mais valiosas do beisebol? Veja top 10
Por Joyce Canelle
Copa do Mundo 2026: quanto custam as principais bolas de futebol comemorativas?
Por André Amadeus
O que é um “town center” e por que esse modelo está ganhando espaço no Brasil?
Por André Amadeus
I.A na Copa: FIFA revela tecnologia que promete mudar arbitragem e análise de jogos; entenda
Por Joyce Canelle
Como a disputa entre EUA e China afeta a indústria automotiva global
Por Nathalia Gimenes
Hexa do Brasil? Veja as chances da Seleção na Copa do Mundo segundo inteligências artificiais.
Por André Amadeus
Oferta bilionária ligada à Universal Music enfrenta novo impasse envolvendo acionistas; entenda
Por Joyce Canelle
Quanto ganha um dos maiores atletas do mundo? Ranking de 2026 mostra fortuna bilionária de Cristiano Ronaldo
Por André Amadeus
SpaceX pode abrir capital em 2026; saiba como brasileiros investiriam no IPO
Por André Amadeus

O post A Copa vai pesar no bolso? Veja onde o brasileiro pretende gastar mais apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

BTS pode adicionar bilhões à economia da Coreia do Sul; entenda

13 de Junho de 2026, 21:30

O impacto econômico do BTS pode ir muito além da música e adicionar bilhões à economia da Coreia do Sul nas próximas décadas.

Segundo projeções da NH Securities, os gastos associados ao grupo podem contribuir com até 0,35 ponto percentual do PIB anual do país até 2040, o que equivale a cerca de US$ 6,58 bilhões, com base no PIB de 2024.

A estimativa reforça como o K-pop se transformou em um ativo econômico relevante dentro da estratégia de soft power sul-coreana.

Leia também: BTS na Copa do Mundo: confirmação impulsiona ações da Hybe no mercado

Enquanto o grupo retoma apresentações em Busan, o fenômeno volta a ganhar força no debate econômico.

A cidade recebeu dezenas de milhares de fãs para os shows recentes, o que pressionou a rede hoteleira, elevou a demanda por hospedagem e levou autoridades locais a intervir para conter a especulação de preços e ampliar a capacidade de acomodação turística.

Do streaming ao turismo: a cadeia de consumo do BTS

O que explica esse impacto é uma cadeia de consumo que começa no ambiente digital e se expande para a economia real. Inicialmente, os fãs consomem músicas em streaming, álbuns e produtos oficiais.

Em seguida, esse engajamento evolui para setores como beleza, moda, gastronomia e, por fim, turismo, especialmente viagens à Coreia do Sul.

Esse movimento já tem nome no mercado financeiro sul-coreano: “Bangtan-nomics”, termo criado pela NH Securities, em referência ao nome coreano do grupo, Bangtan Sonyeondan.

O conceito segue a mesma lógica da chamada “Swiftnomics”, usada para descrever o impacto econômico das turnês de Taylor Swift em diferentes países.

Fandom jovem e potencial de longo prazo

Parte do otimismo em relação ao impacto econômico está no perfil do público. De acordo com a NH Securities, cerca de 84% do fandom global do BTS, conhecido como ARMY, tem entre 13 e 20 anos.

Isso significa que, com o passar do tempo, esse grupo tende a ampliar seu poder de consumo, o que pode fortalecer ainda mais o fluxo de gastos ligados ao artista.

Isso já aparece em estudos sobre turismo cultural. Pesquisas realizadas com fãs estrangeiros que assistiram aos shows do BTS em Seul indicam que a maioria planeja retornar ao país diversas vezes nos anos seguintes, com maior tempo de permanência e maior nível de gastos em comparação a turistas tradicionais.

Leia também: Madonna, Shakira e BTS podem atrasar final da Copa do Mundo; entenda

Impacto econômico real e limites da projeção

Apesar das projeções otimistas, especialistas alertam que esse tipo de impacto não é linear. Fatores externos, como tensões geopolíticas e mudanças no comportamento dos fãs, podem afetar diretamente a projeção de crescimento.

Ainda assim, estudos indicam que o impacto cultural do BTS já é mensurável. A onda Hallyu, que inclui música, cinema, televisão e beleza sul-coreana, tem ampliado a presença global do país e fortalecido o turismo como uma das principais portas de entrada desse efeito econômico.

Qual o time esportivo mais valioso do mundo? Veja quem lidera o ranking
Por André Amadeus
Quais são as franquias mais valiosas do beisebol? Veja top 10
Por Joyce Canelle
Copa do Mundo 2026: quanto custam as principais bolas de futebol comemorativas?
Por André Amadeus
O que é um “town center” e por que esse modelo está ganhando espaço no Brasil?
Por André Amadeus
I.A na Copa: FIFA revela tecnologia que promete mudar arbitragem e análise de jogos; entenda
Por Joyce Canelle
Como a disputa entre EUA e China afeta a indústria automotiva global
Por Nathalia Gimenes
Hexa do Brasil? Veja as chances da Seleção na Copa do Mundo segundo inteligências artificiais.
Por André Amadeus
Oferta bilionária ligada à Universal Music enfrenta novo impasse envolvendo acionistas; entenda
Por Joyce Canelle
Quanto ganha um dos maiores atletas do mundo? Ranking de 2026 mostra fortuna bilionária de Cristiano Ronaldo
Por André Amadeus
SpaceX pode abrir capital em 2026; saiba como brasileiros investiriam no IPO
Por André Amadeus

O post BTS pode adicionar bilhões à economia da Coreia do Sul; entenda apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

❌