Carteiras sugeridas para agosto
Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 11h35 - 13/08
ETF Strategy – BTG Pactual
O BTG Pactual manteve a estratégia da carteira ETF Strategy inalterada para agosto. Apesar da melhora dos indicadores de atividade e inflação no Brasil, o banco avalia que os riscos relacionados à possível retomada do aperto monetário pelo Fed, aos impactos do El Niño e às incertezas fiscais ainda justificam uma postura defensiva. Assim, a alocação segue privilegiando títulos indexados à inflação de longo prazo, com posições neutras em renda variável, prefixados e pós-fixados.
BTG mantém alocação tática e reforça posição em inflação de longo prazo
A estratégia continua com sobrealocação em títulos públicos indexados ao IPCA de duration longa, diante dos prêmios ainda elevados, enquanto mantém exposição neutra em ações, renda fixa pós-fixada, prefixados e duration curta de inflação. Segundo o banco, o custo de aguardar novos dados econômicos antes de promover mudanças na carteira permanece baixo.
Carteira permanece sem alterações e mantém foco em diversificação
A carteira recomendada segue distribuída entre ETFs de renda fixa local, ações brasileiras e internacionais e crédito global. Entre as principais posições estão PACG11 (20%), SPXB11 (20%), DEBB11 (15%), LLFT11 (10%), PACC11 (10%), IBOB11 (10%) e HGBR11 (7,5%). O BTG destaca que a combinação busca equilibrar proteção e potencial de retorno em um ambiente ainda marcado por elevada incerteza macroeconômica.
10SIM – BTG Pactual
O BTG Pactual manteve uma visão construtiva para a bolsa brasileira em agosto, mas ajustou a carteira 10SIM para um cenário eleitoral ainda incerto. Segundo o banco, boa parte do risco fiscal já está refletida nos preços dos ativos, enquanto o real segue menos sensível ao cenário. Diante disso, a estratégia foi aumentar a exposição a ativos que podem se beneficiar tanto de uma melhora quanto de uma deterioração do ambiente macro, reforçando posições ligadas ao câmbio, petróleo e serviços básicos.
Gerdau [#GGBR4] e Copasa [#CSMG3] entram; Ambev [#ABEV3] e Allos [#ALOS3] deixam a carteira
O BTG incluiu Gerdau [#GGBR4], elevando a exposição ao dólar e ao mercado norte-americano, onde espera manutenção de margens elevadas e demanda resiliente por aço. A Copasa [#CSMG3] também passa a integrar o portfólio após a privatização, com expectativa de ganhos operacionais sob a gestão da Equatorial e potencial para dividendos mais robustos. Para abrir espaço, Ambev [#ABEV3] e Allos [#ALOS3] foram retiradas da carteira.
Petrobras [#PETR4] ganha mais espaço; carteira reforça exposição a petróleo, câmbio e infraestrutura
O BTG elevou o peso de Petrobras [#PETR4] de 10% para 15%, destacando o forte momento operacional, a capacidade de capturar margens maiores no refino e um dividend yield estimado em cerca de 10% com o petróleo a US$ 70. A carteira passa a ter 35% de exposição a serviços básicos e infraestrutura (Axia, Eneva, Copasa e Motiva), 20% a empresas dolarizadas (Embraer e Gerdau), além de manter posições em Itaú [#ITUB4], Cury [#CURY3] e Totvs [#TOTS3], buscando um portfólio mais equilibrado para diferentes cenários macroeconômicos.
Carteira Recomendada FIIs – BTG Pactual
Confira a carteira completa
O BTG Pactual promoveu um ajuste pontual em sua carteira recomendada de fundos imobiliários para agosto, reduzindo a exposição ao segmento de recebíveis e ampliando a participação em galpões logísticos. O banco destaca que a expectativa de cortes na Selic pode beneficiar os FIIs, mas avalia que a pressão sobre os juros longos e os riscos fiscais ainda exigem seletividade na alocação.
HGLG11 entra; KNIP11 tem posição reduzida
A principal mudança da carteira foi a redução da participação de KNIP11 em 3 pontos percentuais e a inclusão de HGLG11 com peso equivalente. Segundo o BTG, o ajuste busca otimizar a relação entre risco e retorno do portfólio, preservando uma visão positiva para o KNIP11, que segue entre as principais posições da carteira, ao mesmo tempo em que aproveita o desconto superior a 10% de HGLG11 em relação ao valor patrimonial e o potencial de distribuição extraordinária de rendimentos após a venda recente de um ativo.
Carteira amplia exposição a galpões e mantém foco em renda
Com a mudança, a carteira passa a contar com 17 fundos, dividend yield anualizado estimado em 12,4% e desconto médio próximo de 9% sobre o valor patrimonial. A exposição ao segmento de galpões logísticos aumentou de 22% para 25%, enquanto a participação em fundos de recebíveis foi reduzida de 50% para 47%, mantendo a estratégia voltada para geração de renda e diversificação entre diferentes segmentos do mercado imobiliário.
Carteira Dividendos – BTG Pactual
O BTG Pactual promoveu duas alterações em sua Carteira Recomendada de Dividendos para agosto, reforçando o perfil defensivo do portfólio. O banco incluiu Compass (PASS3) e Engie (EGIE3), substituindo Caixa Seguridade (CXSE3) e Ambev (ABEV3). Segundo a casa, a estratégia continua focada em empresas com geração consistente de caixa, previsibilidade de resultados e potencial de distribuição de dividendos.
Compass [#PASS3] e Engie [#EGIE3] entram; Caixa Seguridade [#CXSE3] e Ambev [#ABEV3] deixam a carteira
A Compass passa a integrar a carteira por reunir ativos regulados de distribuição de gás, receitas indexadas à inflação e potencial de crescimento por meio da plataforma de infraestrutura da Edge. Já a Engie foi adicionada após a correção recente das ações, com o BTG destacando sua qualidade operacional, previsibilidade de fluxo de caixa e valuation atrativo. Para abrir espaço, saem Caixa Seguridade e Ambev.
Itaú, Petrobras e Vale seguem entre as principais apostas para dividendos
O BTG manteve posições em Itaú [#ITUB4], Petrobras [#PETR4], Vale [#VALE3], Bradesco [#BBDC4], Allos [#ALOS3], Copel [#CPLE6], TIM [#TIMS3], Cury [#CURY3], Copasa [#CSMG3] e Axia Energia [#AXIA3]. O banco continua destacando a combinação de geração robusta de caixa, valuations atrativos e potencial de dividendos elevados como os principais pilares da carteira.
Carteira Dividendos – Safra
A Safra realizou três mudanças em sua carteira de dividendos para agosto. Saíram Caixa Seguridade (CXSE3), Telefônica Brasil (VIVT3) e Bradesco (BBDC4), enquanto entraram Aura Minerals (AURA33), Taesa (TAEE11) e Porto Seguro (PSSA3).
As alterações refletem a busca por empresas com maior potencial de geração de caixa e distribuição de dividendos. A Aura foi incluída pelo potencial de crescimento da produção e geração de caixa, a Taesa pela expectativa de retomada dos dividendos após o ciclo de investimentos e a Porto Seguro pela consistência operacional, rentabilidade elevada e valuation atrativo.
A carteira manteve 10 ações com peso igual de 10% cada e dividend yield estimado de 8,4%. Em julho, o portfólio avançou 0,45%, abaixo do IDIV (+3,00%) e do Ibovespa (+3,47%). Desde janeiro de 2020, a carteira acumula 89,6% de retorno, ligeiramente acima dos 88,3% do IDIV.
Carteira Top 10 ações – Safra
A Safra realizou apenas uma alteração em sua Carteira Top 10 para agosto: retirou Bradesco (BBDC4) e incluiu Weg (WEGE3). A mudança reduz a exposição ao setor bancário, diante de um cenário mais desafiador para o crédito, e aumenta a participação em uma empresa que apresentou resultados acima das expectativas no 2T26.
A entrada da Weg reflete a expectativa de revisões positivas nas projeções, impulsionadas pela expansão da capacidade produtiva, novas fábricas e crescimento da demanda, especialmente em transmissão, distribuição de energia e data centers.
Em julho, a carteira avançou 0,47%, abaixo do Ibovespa (+3,47%). Desde sua criação, em janeiro de 2012, acumula 371,2% de retorno, ante 204,9% do Ibovespa, mantendo histórico consistente de superação do índice de referência.
Carteira Top 10 BDRs – Safra
A Safra promoveu duas alterações em sua Carteira Top 10 BDRs para agosto: retirou Microsoft (MSFT34) e Charles Schwab (SCHW34), realizando lucros após a forte valorização das ações, e incluiu Alphabet (GOGL34) e Goldman Sachs (GSGI34). Além disso, elevou a participação em TSMC (TSMC34) e NextEra (NEXT34) e reduziu o peso de JP Morgan (JPMC34).
A entrada da Alphabet reflete a avaliação de que a recente correção abriu um ponto de entrada mais atrativo, sustentado pelo potencial de crescimento em inteligência artificial e computação em nuvem. Já o retorno do Goldman Sachs ocorre após uma queda das ações, mesmo com resultados sólidos, em meio à expectativa de retomada das atividades de investment banking, mercado de capitais e gestão de recursos.
Em julho, a carteira avançou 2,55%, superando o S&P 500 (-1,25%). Desde sua criação, em junho de 2015, acumula 764,7% de retorno, ante 524,8% do S&P 500, mantendo um histórico consistente de desempenho superior ao índice de referência.
Carteira BDR – Itaú
O Itaú realizou duas alterações em sua Carteira BDR para agosto: retirou Goldman Sachs e Micron e incluiu Visa (VISA34) e Exxon Mobil (EXXO34). A estratégia busca ampliar a exposição a empresas com bom momento gráfico e potencial de valorização, mantendo ainda Coca-Cola, Eli Lilly e TSMC na composição.
A entrada da Visa reflete a expectativa de continuidade da tendência de alta e potencial de valorização de 12,9%, enquanto a Exxon Mobil foi incluída diante do cenário favorável para o setor de energia e de sua configuração técnica positiva.
Em 2026, a Carteira BDR acumula alta de 5,72%, acima do BDRX (+1,43%). Desde seu lançamento, em maio de 2021, registra valorização de 102,08%, praticamente em linha com o BDRX (+103,16%).
Top ações – XP
Na atualização do mês, a XP promoveu uma ampla revisão na Carteira Top Ações. A casa aumentou a exposição a [#ROXO34], de 5,0% para 7,5%, projetando uma recuperação nos resultados do 2T26, e elevou [#GGBR4] de 5,0% para 10%, diante da expectativa de continuidade do forte momento operacional na América do Norte.
Além disso, a participação de [#EMBJ3] foi ampliada de 5,0% para 10%, sustentada por uma carteira de pedidos robusta. A exposição a [#PETR4] também dobrou, de 5,0% para 10%, para reforçar o peso do setor de óleo e gás, enquanto [#SBSP3] passou de 5,0% para 7,5%, com a expectativa de que a Sabesp seja uma das principais beneficiadas por uma retomada do fluxo de investidores estrangeiros.
Por outro lado, a [#B3SA3] foi retirada da carteira diante de um cenário mais desafiador para o mercado de capitais, pressionado pela perspectiva de juros elevados por mais tempo. A [#RENT3] também deixou o portfólio em um movimento tático, embora a XP mantenha visão positiva para a companhia. Já [#IGTI11] teve sua participação reduzida de 10% para 7,5%, como parte da estratégia de diminuir a exposição da carteira a empresas ligadas à economia doméstica.
Carteira Top Dividendos Plus - XP
Na atualização do mês, a XP incluiu [#TEND3] e [#ENGI11] na Carteira Top Dividendos Plus. A casa destaca o dividend yield atrativo e a melhora nas expectativas dos analistas para ambas as companhias, com base nos dados da LSEG.
Por outro lado, [#PLPL3] e [#POMO4] foram retiradas do portfólio em função da redução do dividend yield esperado e da piora nas expectativas dos analistas, também segundo dados da LSEG.
Além disso, a XP reduziu a participação de [#ITSA4] e [#PETR4] de 15% para 10%, em um movimento voltado ao reequilíbrio da estratégia da carteira.
Carteira Top Ações Globais - XP
Na atualização do mês, a XP aumentou a exposição às ações da [#MU] e [#UBER], ambas de 0% para 2,5%, reforçando o posicionamento da Carteira Top Ações Globais.
Para acomodar as novas posições, a gestora reduziu a participação de [#AMZN], de 5,0% para 2,5%, e de [#XOM], de 7,5% para 2,5%.
Em julho, a carteira teve retorno de 1,9%, superando o iShares MSCI ACWI ETF (ACWI), que recuou 0,3% no período.
Carteira Top Dividendos Globais - XP
Na atualização do mês, a XP incluiu [#WFC], [#AVGO], [#PEP] e [#VZ] na Carteira Top Dividendos Globais. A participação de WFC passou de 0% para 5,0%, enquanto AVGO, PEP e VZ entraram com peso de 2,5% cada.
Para acomodar as mudanças, a gestora reduziu a exposição a [#MS], de 7,5% para 5,0%, [#GS], de 10,0% para 7,5%, e [#CEG], de 5,0% para 2,5%. Além disso, [#VOD] foi removida da carteira.
Em julho, a carteira avançou 4,6%, superando o iShares Select Dividend ETF (DVY), que registrou alta de 3,1% no período.
Carteira Fundamentalista de FIIs - XP
Na atualização do mês, a XP reduziu a exposição aos fundos [#LVBI11] e [#PVBI11], ambos em 0,75 ponto percentual, como parte de um ajuste para diminuir a participação em fundos de tijolo com menor carrego e menos gatilhos de valorização no curto prazo.
Em contrapartida, a gestora ampliou a alocação em [#XPLG11] em 1,5 ponto percentual, destacando a qualidade do portfólio, a menor volatilidade e o maior potencial de geração de retorno do fundo.
Em julho, a Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários recuou 0,42%, ante queda de 0,32% do IFIX. No período, o portfólio entregou dividend yield mensal de 1,01%, equivalente a 12,2% anualizados, e acumula valorização de 12,2% nos últimos 12 meses, desempenho equivalente a 110% do IFIX.
Carteira Top Dividendos - XP
Na atualização do mês, a XP reduziu a participação de [#CXSE3], de 7,5% para 5,0%, após a forte valorização recente das ações. A gestora segue positiva com a companhia, destacando a forte atividade comercial, a sinistralidade controlada e o benefício do ambiente de juros elevados, mas avalia que o valuation passou a oferecer menor margem de segurança.
Além disso, a exposição à [#CPLE3] foi reduzida de 15,0% para 10,0%, em um movimento de realização parcial de lucros após o bom desempenho do papel desde sua inclusão na carteira. A XP também vê um cenário de preços de energia mais pressionados no segundo semestre de 2026, diante dos possíveis impactos do El Niño sobre o regime de chuvas.
Por outro lado, a [#CSMG3] foi adicionada ao portfólio com peso de 7,5%. A casa destaca a visão construtiva para a execução da companhia sob a gestão da Equatorial, além do balanço enxuto e da ausência de restrições relevantes para distribuição de dividendos, fatores que devem sustentar dividend yields atrativos nos próximos anos.
Carteira Top Small Caps - XP
Na atualização do mês, a XP incluiu [#SLCE3] e [#TUPY3] na Carteira Top Small Caps, ambas com peso de 5%. A casa vê um cenário mais favorável para os preços de soja e algodão, impulsionando a tese da SLC Agrícola, enquanto destaca uma perspectiva mais positiva para a recuperação do mercado de veículos pesados nos Estados Unidos e avanços em governança como fatores favoráveis para a Tupy.
Além disso, a exposição à [#ALUP11] foi ampliada de 5,0% para 12,5%, refletindo uma visão mais construtiva para ativos defensivos e resilientes.
Por outro lado, a [#POMO4] foi retirada da carteira devido à maior preocupação com a dinâmica de resultados da companhia. A XP também reduziu a participação de [#TTEN3] de 10% para 5%, diante de um cenário mais desafiador no curto prazo, embora mantenha uma visão positiva para a tese de longo prazo. Já [#VIVA3] teve seu peso reduzido de 10% para 5%, como parte da estratégia de diminuir a exposição a ativos domésticos e cíclicos.
Carteira Dividendos Gráfica – XP
Na atualização de agosto, a Carteira Dividendos Gráfica realizou uma troca: [#AXIA3] foi retirada do portfólio e [#PRIO3] foi incluída.
A carteira é composta por 5 ativos, com peso de 20% cada, selecionados a partir das carteiras Top Dividendos e Top Dividendos Plus da XP. A estratégia busca retorno no médio prazo, utilizando exclusivamente análise técnica sobre os ativos selecionados.
Carteira Dividendos – Benndorf
Na atualização da Carteira Benndorf Dividendos, [#AXIA3] foi incluída na carteira, enquanto [#FIQE3] também aparece entre as movimentações de compra. A estratégia mantém um perfil mais conservador, com foco principalmente em empresas de alta capitalização e objetivo de superar o IDIV no longo prazo.
Entre os ajustes de posição, a casa realizou aumentos em [#DIVO11] e [#SEER3], enquanto [#CXSE3] teve sua exposição reduzida. Os ajustes são justificados pela realização de lucros, adequação ao valuation e, principalmente, pelo alinhamento ao cenário técnico.
Carteira Small Caps Valorização – Benndorf
Na atualização da Carteira Benndorf Small Caps Valorização, [#DIRR3] foi incluída entre as compras, enquanto [#PLPL3] também aparece entre os ativos classificados para compra.
Entre os ajustes de posição, a casa realizou aumento em [#SEER3] e redução em [#FIQE3]. A estratégia tem perfil mais arrojado, com foco principalmente em small caps e busca por assimetrias de mercado, visando superar o índice SMLL no longo prazo.
Carteira FIIs Renda – Benndorf
Na atualização de agosto da Carteira Benndorf FIIs – Renda, a casa aumentou a exposição a [#CDII11] em 2,0% e a [#BTCI11] em 2,5%, utilizando os recursos provenientes das reduções realizadas em outros fundos.
Por outro lado, as posições em [#RZAT11] e [#RZAK11] foram reduzidas em 2,5% e 2,0%, respectivamente. A decisão considera a precificação favorável desses fundos em relação aos pares e a expectativa de redução dos rendimentos nos próximos meses, o que pode elevar a volatilidade das cotas.
Segundo a casa, o aumento em [#BTCI11] reflete o perfil indexado ao IPCA, o risco moderado e a relevante reserva de resultados acumulados, características que favorecem a geração de renda e a estabilidade do portfólio.
Carteira FIIs Valorização – Benndorf
Na atualização de agosto, a Carteira Benndorf FIIs – Valorização zerou a exposição ao MANA11 e reduziu as posições em RECR11 e XPML11, após a boa precificação desses fundos em relação aos pares e a consequente redução do potencial de valorização no curto prazo. No caso do XPML11, a expectativa de queda nos rendimentos distribuídos também pode pressionar a cotação nos próximos meses.
Por outro lado, a exposição ao CDII11 foi elevada de 11,5% para 15,5%, buscando reduzir a volatilidade da carteira e aumentar a indexação ao CDI no curto prazo. A posição em HGLG11 também foi ampliada após a venda de um ativo logístico elevar a geração de caixa e os rendimentos do fundo. Além disso, o JSAF11 teve sua participação aumentada devido ao elevado desconto sobre o valor patrimonial, à qualidade da carteira e ao nível de caixa de aproximadamente 26% do patrimônio.
Carteira FI-Infra – Benndorf
Na atualização de agosto, a Carteira Benndorf FI-Infra reduziu as posições em IFRI11, BINC11 e BIDB11. No caso de IFRI11 e BINC11, a casa espera uma normalização dos rendimentos após o encerramento das ofertas, enquanto os dois fundos negociam com ágio sobre o valor patrimonial. Já no BIDB11, a redução reflete a avaliação de que o fundo está adequadamente precificado e possui baixa liquidez.
Por outro lado, a exposição ao CDII11 foi elevada, aproveitando o desconto sobre o valor patrimonial após a forte desvalorização no semestre e a expectativa de distribuição mensal próxima a R$ 1,00 por cota. Além disso, JURO11 e DIVS11 também tiveram suas posições ampliadas, diante dos descontos em relação ao valor patrimonial, que oferecem maior margem de segurança.
Obrigado por ler TradeNews! Se inscreva para não perder nenhum dos nossos conteúdos.
