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O que é phishing? Conheça os tipos de phishing e saiba como se proteger

26 de Junho de 2026, 16:46
Ilustração de phishing
Entenda o que é phishing, considerado um dos principais tipos de ataques cibernéticos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O phishing é um ataque cibernético baseado em engenharia social, que utiliza comunicações falsas para imitar instituições confiáveis e roubar dados sensíveis. O objetivo é manipular a vítima para fornecer voluntariamente senhas, números de cartões e informações pessoais.

Essa tática geralmente recorre a um tom de urgência em e-mails, mensagens ou ligações telefônicas, pressionando o usuário a agir rapidamente sem verificar a procedência. Entre as variantes mais comuns, destacam-se o spear phishing, focado em alvos específicos, e o smishing, realizado via SMS em dispositivos móveis.

Para se proteger, o cuidado fundamental é nunca clicar em links suspeitos e sempre validar a identidade do remetente nos canais oficiais. Desconfie de alertas de bloqueio de conta ou promessas de prêmios que solicitem dados sensíveis, tratando qualquer contato inesperado com ceticismo.

A seguir, entenda detalhadamente o que é phishing, como o golpe funciona e suas variações. Também saiba como se proteger e o que fazer se for vítima desse ataque cibernético.

O que é phising?

O phishing é um golpe cibernético que utiliza mensagens falsas, como e-mails e SMS, ou sites clonados para imitar instituições confiáveis e enganar o usuário. Essa tática de engenharia social manipula a vítima para roubar dados sensíveis, como senhas e cartões, ou infectar o dispositivo com malware.

O que significa phishing?

Criado nos anos 1990, o termo phishing é um trocadilho com a palavra fishing (pescar), pois os cibercriminosos lançam “iscas” digitais esperando que as vítimas sejam “fisgadas” pelo golpe. A grafia com “ph” homenageia o phreaking, cultura pioneira de invasão de sistemas de telefonia.

A tática se popularizou na mesma década em ataques contra usuários da AOL, utilizando scripts e ferramentas automatizadas para roubar credenciais de acesso. Era o início da engenharia social em massa, focada em manipular o comportamento humano para obter dados.

Notificação simulada de tributação dos Correios pedindo pagamento de tributos para “liberar a entrega”
Os ataques de phising costumam reproduzir a identidade visual de organizações confiáveis para chamar a atenção das vítimas (imagem: Reprodução)

Como funciona o phishing?

O ataque de phishing funciona por meio de mensagens falsas enviadas por e-mail, SMS ou redes sociais que imitam canais oficiais confiáveis. Utilizando fortes gatilhos de urgência, como supostas contas bloqueadas, os criminosos pressionam a vítima a agir rápido e sem pensar.

Essa tática é um exemplo de engenharia social, técnica que explora o comportamento humano em vez de falhas em softwares. O golpe tem sucesso justamente porque manipula a psicologia do usuário em situações cotidianas.

Na prática, a vítima é induzida a clicar em links maliciosos que levam a páginas clonadas ou a baixar anexos perigosos. Essas armadilhas permitem capturar dados diretamente ou instalar malwares no computador ou no celular.

Assim que a pessoa digita senhas ou dados de cartões nos formulários falsos, o criminoso rouba tudo em tempo real. Com essas credenciais, os golpistas invadem contas bancárias para roubar dinheiro ou entram em perfis de redes sociais para fazer novas vítimas.

Esquema do funcionamento do e-mail phishing, com etapas do atacante, link e roubo de credenciais na página falsa
Esquema de funcionamento de um e-mail phishing (imagem: Reprodução/Cloudfire)

Quais são os principais tipos de phishing?

As categorias de phishing variam conforme o meio utilizado para atingir as vítimas, como e-mail, SMS, ligações telefônicas e QR code. Também há ataques que focam especificamente no perfil do usuário que deve ser “fisgado” pelo cibercriminoso.

Phishing de e-mail (e-mail phishing)

O phishing de e-mail utiliza mensagens falsas em nome de fontes confiáveis para induzir o usuário a entregar dados ou baixar anexos perigosos. Com alertas urgentes de contas bloqueadas ou falsas faturas, os golpistas manipulam a vítima para que ela acesse páginas clonadas e digite senhas e credenciais.

Vishing

O vishing é a versão por voz do phishing, na qual criminosos utilizam chamadas telefônicas para simular falsas urgências em nome de bancos ou autoridades. Aqui, o objetivo é manipular a vítima para que ela informe senhas, PINs ou códigos de verificação voluntariamente.

Whaling

O whaling é um ataque direcionado a grandes figuras corporativas, como CEOs e diretores financeiros, para desviar dinheiro ou roubar dados estratégicos. Os criminosos utilizam engenharia social sob medida, criando mensagens personalizadas que imitam parceiros de negócios ou autoridades para exigir transferências urgentes.

Tela de login falsa de “amazon Login”, mostrando ação de phishing que direciona a vítima para sites clonados
Muitos ataques de phishing direcionam a vítima para sites clonados (imagem: reprodução/ESET)

Spear phishing

O spear phishing é um ataque direcionado a uma pessoa ou grupo específico, utilizando dados customizados para fazer com que a mensagem pareça legítima. Por exemplo, os golpistas podem se passar por chefes ou colegas de trabalho para roubar credenciais de acesso e obter informações confidenciais de uma empresa.

Smishing

O smishing é o phishing via SMS, no qual criminosos enviam mensagens de texto falsas simulando alertas urgentes de bancos ou entregas pendentes. A tática força o usuário a clicar em links maliciosos que levam a sites clonados ou instalar malwares para roubar dados e credenciais de acesso.

Quishing

O quishing usa QR codes falsos para direcionar as vítimas a páginas clonadas ou downloads perigosos. Espalhados tanto por e-mails quanto em cartazes ou adesivos falsos em locais públicos, esses códigos burlam filtros de segurança tradicionais para roubar senhas, dados financeiros ou instalar malwares.

SMS com mensagens alarmistas e links suspeitos incentivando o clique, exemplo de possível phishing
SMS com links e mensagens alarmistas tem grandes chances de serem ações de phishing (imagem: Lupa Charleux/Tecnoblog)

Quais são exemplos de phishing?

Os principais exemplos de e-mail phishing envolvem alertas falsos de bancos, avisos de faturas atrasadas ou notificações de segurança sobre contas suspensas. Os criminosos imitam a identidade visual de instituições reais e inserem links para páginas clonadas ou anexos infectados com malwares.

Outras iscas frequentes exploram a curiosidade e o medo, como falsos comunicados de reembolso pendentes, prêmios inesperados ou alertas de suportes técnicos. Para enganar o usuário, os golpistas usam domínios mascarados ou muito parecidos com o original, induzindo o clique rápido em arquivos maliciosos.

Toda a dinâmica visual e textual usa gatilhos de urgência para pressionar a vítima a fornecer senhas e códigos de autenticação sem pensar. A recomendação de segurança é desconfiar de prazos fatais e checar qualquer informação diretamente nos canais oficiais das empresas.

Mensagem falsa de “segurança” do Mercado Pago com alerta urgente pedindo clique para proteger a conta
Em geral, os ataques de phishing adotam um tom de urgência na mensagem, forçando a vítima clicar em links para entender a falsa situação (imagem: Reprodução)

Como se proteger contra phishing?

Existem algumas práticas que ajudam a criar barreiras de defesa para blindar os dados contra phishing. As principais são:

  • Analise os links antes de abrir: para identificar phishing, posicione o cursor sobre o link ou copie o endereço URL e cole em um bloco de notas, procurando por erros de ortografia, extensões suspeitas ou domínios estranhos que denunciam páginas clonadas;
  • Fique atento ao tom das mensagens: erros gramaticais gritantes, promessas de prêmios exageradas ou ameaças imediatas de bloqueio de contas são os principais sinais de phishing em e-mails e mensagens de texto;
  • Ative a autenticação de dois fatores (2FA): configure a autenticação de dois fatores (2FA) em todas as contas. Essa camada extra de proteção que impede o acesso de invasores mesmo que eles consigam roubar a senha;
  • Valide alertas por canais oficiais: caso receba uma cobrança de um banco ou pedido de dinheiro urgente de um colega, ignore os contatos fornecidos na mensagem. Procure e ligue diretamente para os canais de atendimento oficiais;
  • Mantenha sistemas e softwares atualizados: ative atualizações automáticas de segurança do sistema operacional e do antivírus para corrigir vulnerabilidades. Além disso, mantenha uma rotina de backup para salvar cópias de arquivos importantes.

O que fazer se fui vítima de phishing?

Se você caiu em um golpe de phishing, é fundamental agir com rapidez para conter os danos. Algumas medidas imediatas de cibersegurança devem ser adotadas como contenção e proteção jurídica:

  • Troque suas senhas imediatamente: substitua as credenciais das contas expostas imediatamente por combinações fortes e habilite a autenticação de dois fatores (2FA), criando uma barreira extra que bloqueia novos acessos dos invasores;
  • Comunique as instituições financeiras: avise o seu banco ou operadora de cartão sobre o ocorrido para bloquear movimentações, monitorar extratos e contestar transações financeiras suspeitas feitas em seu nome;
  • Registre um boletim de ocorrência: formalize a denúncia em uma delegacia virtual para obter o boletim de ocorrência. Esse documento é essencial para resguardar seus direitos caso os criminosos usem seus dados de forma indevida;
  • Faça uma varredura no dispositivo: após o boletim de ocorrência, execute um antivírus atualizado para eliminar malwares ocultos, como vírus espiões, e limpe o histórico do navegador e o cache do sistema para remover rastros digitais deixados pelo golpe;
  • Reforce as ferramentas de defesa do dispositivo: adote um gerenciador de senhas para evitar repetições e configure alertas de segurança no celular, impedindo que o sistema aceite conexões ou certificados digitais inválidos no futuro.
Formas de se proteger contra ataques de phishing
Golpes de phishing vêm se aperfeiçoando, mas há como se proteger dessas ameaças (Imagem: Mohamed_hassan/Pixabay)

Phishing é um tipo de malware? 

Não, phishing é uma tática de manipulação psicológica usada para enganar o usuário e roubar dados, servindo como a porta de entrada para crimes cibernéticos. Ele funciona como uma “isca” digital que convence a própria vítima a entregar informações confidenciais voluntariamente.

O malware é um termo técnico abrangente para qualquer software malicioso instalado em um dispositivo, como um programa espião ou um vírus. Eles são projetados para infectar e danificar aparelhos e sistemas de computadores, visando prejudicar as vítimas.

Phishing é um tipo de vírus?

Não, phishing é uma armadilha de engenharia social que usa comunicações falsas para enganar o usuário, funcionando como uma “isca” digital para golpes cibernéticos. O objetivo é manipular o comportamento humano para roubar dados sensíveis ou abrir as portas do sistema para invasões.

Por outro lado, o vírus é um tipo específico de malware que infecta arquivos legítimos para danificar computadores e celulares. Em geral, é um arquivo autoexecutável que se replica ativamente para atingir outros programas disponíveis na mesma máquina.

Qual é a diferença entre phishing e pharming?

O phishing é um ataque de engenharia social baseado em “iscas” ativas, como e-mails ou SMS falsos, que dependem da ação da própria vítima para capturar dados. O golpe funciona manipulando a psicologia do usuário para que ele clique em um link suspeito e entregue seus dados voluntariamente.

O pharming é um ataque invisível que corrompe as rotas de navegação da internet modificando o sistema de DNS, serviço que traduz nomes de sites em números de IP. Essa técnica sequestra o tráfego automatizadamente, redirecionando o usuário para uma página falsa mesmo que ele digite a URL corretamente no navegador.

O que é phishing? Conheça os tipos de phishing e saiba como se proteger

Entenda o que é phishing, considerado um dos principais tipos de ataques cibernéticos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Reprodução)

Esquema de funcionamento de um e-mail phishing (imagem: Reprodução/Cloudfire)

SMS com links e mensagens alarmistas tem grandes chances de serem ações de phishing (imagem: Lupa Charleux/Tecnoblog)

(imagem: Reprodução)

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

25 de Junho de 2026, 18:08
Tela de iPhone com “iCloud Mail” e mensagem de boas-vindas, indicando acesso ao Mail do iCloud no celular
Conheça as diferentes formas de ver as mensagens do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Existem diferentes meios de acessar o Mail do iCloud para centralizar as comunicações e checar as mensagens em diferentes dispositivos. No iPhone, iPad e computadores Mac, é necessário ativar uma configuração nos “Ajustes” do dispositivo para que o serviço de e-mail seja integrado automaticamente ao app nativo Mail.

Para os usuários de Android ou PC com Windows, o caminho ideal é acessar o site oficial do serviço via navegador. Em todos os cenários, o usuário pode responder e-mails, gerenciar pastas ou escrever novas mensagens de forma rápida e segura.

A seguir, veja o passo a passo para acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC.

Índice

Como acessar o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad

1. Acesse os “Ajustes” do dispositivo Apple

Abra o aplicativo “Ajustes” para acessar as configurações do iPhone ou iPad. Essa etapa inicial é essencial para preparar o dispositivo para acessar o iCloud Mail.

Abrindo os Ajustes do iPhone, com a app “Ajustes” selecionada no menu
Abrindo os “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Toque no seu perfil da Conta Apple

Toque no seu nome no topo da tela para abrir as opções de configurações e gerenciamento do ID Apple.

Abrindo o menu da Conta Apple em “Ajustes” no iPhone, tocando no nome do perfil (Luiz Paulo Charleaux)
Abrindo o menu da Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione a opção “iCloud”

Toque em “iCloud” para abrir o menu com detalhes sobre os serviços e aplicativos relacionados ao armazenamento na nuvem da Apple.

Selecionando o menu iCloud nas configurações da Conta Apple no iPhone, com a opção iCloud destacada
Selecionando o menu “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Abra as configurações do “Mail”

Na seção “Salvos no iCloud”, toque em “Mail” para iniciar a configuração do e-mail do iCloud.

Abrir a opção “Mail” nas configurações do iCloud no iPhone/iPad
Abrindo a opção “Mail” do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a opção “Usar neste dispositivo”

Ative a chave ao lado da opção “Usar neste iPhone” ou “Usar neste iPad”, dependendo do aparelho. Ao executar essa ação, o iCloud Mail será automaticamente configurado com o app “Mail” do dispositivo.

Ativando o uso do Mail do iCloud no iPhone, com o botão “Usar neste iPhone” ligado
Ativando o uso do Mail do iCloud no dispositivo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Acesse o app “Mail”

Por fim, abra o aplicativo “Mail” para ver o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad imediatamente.

Acessando o app Mail para ver a caixa de entrada do iCloud no iPhone e no iPad
Acessando o app “Mail” para ver a caixa de entrada (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar o e-mail do iCloud no Mac 

1. Acesse os “Ajustes do Sistema” do Mac

Clique no ícone de maçã, no canto superior esquerdo da tela do Mac, e selecione “Ajustes do Sistema”. Esse painel gerencia todos os recursos internos do computador e é o ponto de partida para as configurações de acesso ao e-mail do iCloud.

Abrindo os “Ajustes do Sistema” no Mac para preparar a configuração do iCloud Mail
Abrindo os “Ajustes do Sistema” do Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Clique no seu nome do ID Apple

Clique no seu nome exibido no topo da barra lateral esquerda na janela de “Ajustes” para abrir mais configurações do Mac.

Abrindo as configurações do ID Apple no Mac, com a seção Aparência selecionada
Acessando o menu do ID Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o menu “iCloud”

Clique na opção “iCloud” para acessar as configurações do serviço de armazenamento na nuvem da Apple.

Abrindo a opção “iCloud” nas configurações do dispositivo Apple
Acessando a opção “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Selecione a opção “Mail do iCloud”

Navegue pela lista de serviços integrados e clique em “Mail do iCloud” para abrir um menu de configurações da ferramenta.

Selecionando “Mail do iCloud” nas configurações do iCloud no Mac
Selecionando o “Mail do iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a ferramenta de e-mail

Na janela pop-up, clique no botão “Ativar” ao lado da opção “Mail do iCloud” para habilitar o recurso e, em seguida, clique em “OK” para confirmar. Essa mudança permite entrar no e-mail do iCloud diretamente pelo app “Mail” do Mac.

Ativando a configuração automática do Mail do iCloud no Mac, com o botão “OK”
Ativando a configuração automática do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Abra o app “Mail” no Mac

Localize o aplicativo “Mail” no Dock ou no Launchpad e clique nele para abrir a caixa de entrada do iCloud Mail no seu computador Mac.

Abrindo o app Mail do Mac para acessar a caixa de entrada do iCloud Mail
Abrindo o app “Mail” no Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar o e-mail do iCloud via navegador 

1. Entre no site oficial do Mail do iCloud

Use o navegador do celular Android ou do computador Windows para acessar: icloud.com/mail. Esta é a página oficial para quem precisa acessar o e-mail iCloud pelo PC ou outros sistemas.

Tela do iPhone mostrando a página do Mail do iCloud no navegador (icloud.com/pt-br/mail) com o botão “Iniciar sessão”
Acessando o site oficial do Mail do iCloud pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Inicie a sessão da Conta Apple

Toque em “Iniciar sessão” e, em seguida, faça login na Conta Apple vinculada ao seu e-mail do iCloud que você deseja acessar para avançar. Caso a verificação em duas etapas esteja ativada, confirme o código enviado aos seus aparelhos autorizados.

Tela do iPhone mostrando o login no site do Mail do iCloud com a Conta Apple, opção “Iniciar sessão”
Fazendo login na Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Ajuste as opções de privacidade do e-mail

Caso você seja assinante do iCloud+, escolha as formas de proteção de privacidade. Após ajustar os parâmetros, toque em “Continuar” para entrar no e-mail do iCloud pelo Android ou computador.

Definindo as opções de privacidade do Mail no iCloud.com, com a escolha “Proteger atividade do Mail” e botão Continuar
Definindo as configurações de privacidade do Mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Navegue pela caixa de entrada do e-mail do iCloud

Por fim, acesse a caixa de entrada do e-mail do iCloud e cheque suas mensagens pelo navegador do PC ou smartphone Android.

Navegando pela caixa de entrada do e-mail do iCloud no celular (icloud.com/mail)
Navegando pela caixa de entrada do e-mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo acessar o e-mail do iCloud?

Existem alguns motivos que podem impedir o acesso ao e-mail do iCloud. Os mais comuns são:

  • Conta não ativada: antes de sincronizar o serviço nos dispositivos Apple, o primeiro passo obrigatório é criar um e-mail no iCloud por meio das configurações do ID Apple;
  • Bloqueio preventivo de segurança: errar a senha sucessivas vezes ou acessar a conta de locais incomuns faz a Apple aplicar uma retenção de segurança, suspendendo o acesso temporariamente;
  • Falha na autenticação de dois fatores (2FA): o sistema impede o login se o usuário não estiver com um dispositivo confiável por perto para receber ou gerar o código de verificação obrigatório;
  • Instabilidade de rede ou servidores: o serviço de e-mail do iCloud pode estar fora do ar devido a manutenções internas ou a própria conexão Wi-Fi e dados móveis está instável;
  • Incompatibilidade de sistema ou dados corrompidos: sistemas operacionais desatualizados geram falhas no aplicativo, enquanto arquivos temporários corrompidos (cache) impedem a atualização da caixa de entrada.

O que fazer se não lembro a senha do iCloud Mail? 

O caminho mais seguro para recuperar a senha do iCloud é utilizar um dispositivo confiável da Apple, como o iPhone ou o iPad. Basta acessar “Ajustes”, tocar no seu nome na parte superior da tela e selecionar “Iniciar Sessão e Segurança” para redefinir o código.

Caso esteja sem o aparelho por perto, acesse o site oficial iforgot.apple.com em qualquer navegador para iniciar o resgate. Outra opção é baixar o aplicativo “Suporte da Apple” em um dispositivo emprestado e utilizar o recurso dedicado a ajudar terceiros.

Se a Apple não validar a identidade de imediato, a saída é acionar o protocolo de recuperação de conta. Esse processo exige uso de um número de telefone confiável e pode demandar alguns dias de espera enquanto a empresa analisa os dados.

Também posso configurar o iCloud Mail em outros apps de cliente de e-mail?

Sim, o ecossistema da Apple permite integrar o iCloud Mail a outros aplicativos de e-mail de forma simples. Em plataformas como o Outlook para Windows ou em aplicativos do iOS e macOS, o processo é facilitado por fluxos de login automatizados.

Para apps que exigem configuração manual, é preciso inserir as credenciais dos servidores IMAP e SMTP da Apple. Essa ponte de comunicação deve ser feita utilizando os servidores imap.mail.me.com (porta 993) e smtp.mail.me.com (porta 587), ambos protegidos com criptografia SSL ou TLS.

O segredo dessa integração está na segurança: o usuário precisará gerar uma senha específica de aplicativo. Essa combinação temporária substitui a senha padrão, protegendo a conta principal de acessos não autorizados de terceiros.

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

Conheça as diferentes formas de ver as mensagens do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo os "Ajustes" do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o menu da Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando o menu "iCloud" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a opção "Mail" do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando o uso do Mail do iCloud no dispositivo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o app "Mail" para ver a caixa de entrada (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo os "Ajustes do Sistema" do Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu do ID Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a opção "iCloud" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando o "Mail do iCloud" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando a configuração automática do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o app "Mail" no Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o site oficial do Mail do iCloud pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Fazendo login na Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Definindo as configurações de privacidade do Mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Navegando pela caixa de entrada do e-mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que é Projeto Stargate? Conheça a iniciativa de IA da OpenAI

25 de Junho de 2026, 09:42
The Stargate Project
Entenda como o Projeto Stargate colabora com a evolução da IA (imagem: Divulgação/OpenAI)

O Projeto Stargate é uma iniciativa focada na expansão da infraestrutura de supercomputação nos EUA. O objetivo é criar uma rede massiva de data centers para fornecer o poder de processamento bruto para o treinamento de modelos avançados de inteligência artificial.

O empreendimento opera como um consórcio empresarial, onde a OpenAI lidera a gestão operacional, enquanto o SoftBank assume a responsabilidade financeira. A infraestrutura física conta com o conhecimento da Oracle e o fornecimento de hardware pela NVIDIA.

A seguir, conheça com mais detalhes o Projeto Stargate e como ele pode contribuir para o desenvolvimento da Inteligência Artificial Geral (AGI). Também descubra onde serão construídos os conjuntos de data centers.

O que é o Projeto Stargate?

O Projeto Stargate é uma iniciativa liderada pela OpenAI com foco na expansão de data centers de alta capacidade nos Estados Unidos. O objetivo da superestrutura é ampliar o processamento de dados necessário para treinar modelos avançados de inteligência artificial, garantindo a liderança estratégica e a segurança tecnológica global.

Qual é a finalidade do Projeto Stargate?

O Projeto Stargate foca em expandir a infraestrutura de supercomputação nos EUA para dar suporte aos modelos de inteligência artificial da OpenAI. A mega-infraestrutura visa acelerar o desenvolvimento da Inteligência Artificial Geral (AGI), tecnologia capaz de igualar o intelecto humano.

Além do salto técnico, a iniciativa pretende gerar empregos e garantir a liderança norte-americana no setor tecnológico. O projeto também tem um forte apelo geopolítico, transformando o imenso poder de processamento de dados em um ativo estratégico de segurança nacional.

Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
A OpenAI, dona do ChatGPT, lidera a gestão operacional do Projeto Stargate (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Projeto Stargate pode criar a Inteligência Artificial Geral?

O Stargate não criará uma Inteligência Artificial Geral (AGI), mas fornecerá a infraestrutura de supercomputação necessária para isso. O papel desse megaprojeto de data centers é garantir a potência física para a OpenAI desenvolver novos modelos avançados.

Como a AGI é um tipo de IA projetada para replicar a cognição humana, o sistema atua como plataforma facilitadora. No entanto, o sucesso dessa evolução dependerá de futuros avanços em algoritmos e pesquisas específicas, e não apenas do poder bruto de processamento.

Como funciona o Projeto Stargate?

O Projeto Stargate opera como um consórcio empresarial que une capital e hardware para construir uma infraestrutura massiva de data centers nos EUA. A multinacional japonesa SoftBank lidera o braço financeiro da iniciativa, enquanto a OpenAI assume a gestão operacional de todo o ecossistema.

A parte técnica é construída a partir do hardware de ponta da NVIDIA e da estrutura de software da Oracle para criar um supersistema de computação. Para dar ainda mais fôlego à computação em nuvem, a OpenAI manterá a parceria com a plataforma Microsoft Azure.

Na prática, a operação começa com a construção de grandes complexos tecnológicos no estado do Texas, com servidores potentes, redes de alta velocidade e sistemas avançados de refrigeração. Essa estrutura física é coordenada por camadas de softwares específicos para gerenciar todo o fluxo de dados.

Esse ecossistema robusto serve como a espinha dorsal necessária para realizar o treinamento de modelos pesados em escala massiva. O Stargate não é um produto, mas a base que viabilizará o avanço da inteligência artificial.

Corredor de data center do Projeto Stargate, com racks e infraestrutura da NVIDIA e da Oracle para IA
A NVIDIA e a Oracle são as principais empresas que contribuem com os softwares e hardware do Projeto Stargate (imagem: Divulgação/Oracle)

Quem financia o Projeto Stargate?

O financiamento do Stargate é estruturado como uma empresa conjunta (joint venture) liderada pela SoftBank e pela OpenAI, que detêm as maiores fatias do negócio. O grupo japonês assume a liderança financeira e a presidência do projeto, sendo o principal responsável por levantar os recursos.

A composição do capital também conta com aportes estratégicos da Oracle e do fundo de investimentos MGX, sediado nos Emirados Árabes. Enquanto esses parceiros injetam bilhões em dinheiro e infraestrutura de nuvem, a OpenAI direciona os investimentos do ponto de vista operacional.

Qual é o valor total do investimento no Projeto Stargate?

O Projeto Stargate prevê um investimento histórico de US$ 500 bilhões em quatro anos para expandir a infraestrutura de inteligência artificial nos EUA. Desse montante global, cerca de US$ 100 bilhões estão sendo aplicados imediatamente na construção dos primeiros complexos de data centers.

Complexo do Projeto Stargate em Abilene, Texas, com amplo data center e infraestrutura de servidores e GPUs
O amplo data center em Abilene, no Texas, será o principal polo do Projeto Stargate (imagem: Reprodução/OpenAI)

Onde serão construídos os data centers do Projeto Stargate?

O Projeto Stargate concentra suas operações iniciais nos Estados Unidos, com a cidade de Abilene, no Texas, abrigando o complexo principal. Essa unidade já funciona como o ponto de partida do consórcio para o processamento massivo de dados.

Para expandir a rede de data centers, novas bases serão erguidas nos condados texanos de Shackelford e Milam, além de Doña Ana, no Novo México. O plano de infraestrutura descentralizada inclui ainda instalações estratégicas na região de Lordstown, em Ohio, e no estado de Wisconsin.

O Projeto Stargate utilizará GPUs NVIDIA?

O Stargate será construído majoritariamente com tecnologia NVIDIA, utilizando arquiteturas avançadas de processadores gráficos como os chips Blackwell e GB200. Apenas o data center pioneiro de Abilene projeta o uso de 64 mil unidades de GPUs, com planos de expansão para mais de 400 mil componentes.

Por outro lado, não há confirmação pública sobre o uso de hardware da concorrente AMD no núcleo da mega-infraestrutura computacional. Até o momento, o consórcio prioriza os sistemas integrados baseados na tecnologia da NVIDIA para equipar os data centers.

Qual é a diferença entre o Projeto Stargate de IA e o Projeto Stargate da CIA?

O Projeto Stargate de IA é uma iniciativa tecnológica da OpenAI para construir data centers massivos nos EUA. Essa mega-infraestrutura visa fornecer o poder bruto de processamento para treinar modelos avançados de inteligência artificial.

O Projeto Stargate da CIA foi um programa secreto do governo norte-americano criado durante o período da Guerra Fria (1947-1991). Desclassificado em 1995, a investigação focava em fenômenos paranormais, como a espionagem psíquica e a visão remota, para coletar dados de inteligência militar contra os soviéticos.

O que é Projeto Stargate? Conheça a iniciativa de IA da OpenAI

Entenda como o Projeto Stargate colabora com a evolução da IA (imagem: Divulgação/OpenAI)

ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A NVIDIA e a Oracle são as principais empresas que contribuem com os softwares e hardware do Projeto Stargate (imagem: Divulgação/Oracle)

O amplo data center em Abilene, no Texas, será o principal campus do Projeto Stargate (imagem: Reprodução/OpenAI)

Como saber se o cabo do iPhone é original? Veja 5 dicas para descobrir

24 de Junho de 2026, 14:38
Cabos de iPhone (Lightning e USB) em feixe, para ilustrar detalhes de autenticidade e diferenças entre original e falso
Saiba os detalhes que ajudam a identificar a autenticidade do cabo do iPhone (imagem: Mika Baumesiter/Unsplash)

Identificar as diferenças entre cabo de iPhone original e falso exige atenção a detalhes, como a qualidade do acabamento da embalagem e a presença do selo MFi (Made for iPhone). Verificar as inscrições a laser e a anatomia dos conectores também ajuda a constatar a autenticidade.

Atualmente, as falsificações estão mais sofisticadas ao reproduzir caixas e logotipos com fidelidade, dificultando a distinção visual. No entanto, os produtos paralelos têm falhas técnicas sutis, como defeitos na fundição, pinos desalinhados ou variações de cor que não condizem com o padrão premium.

A seguir, veja 5 formas de saber as diferenças entre cabo de iPhone original e falso.

1. Observe o lacre da caixa

Examinar o lacre de papel na parte traseira da caixa do cabo de iPhone vendido avulso é o primeiro passo para checar a procedência do acessório. O selo deve estar perfeitamente alinhado e sem indícios de violação, exibindo impressões nítidas dos logotipos e o selo holográfico MFi (Made for iPhone).

Contudo, como a pirataria replica embalagens com facilidade, esse lacre externo não representa uma garantia absoluta de autenticidade. Então, é necessário explorar outros detalhes do acessório para confirmar a originalidade.

Caixa de cabo de carregamento USB-C da Apple (USB-C 60W, 1 m), usada para ilustrar detalhes de autenticidade como lacres e selos MFi
Certos detalhes na caixa do cabo de iPhone vendido avulso podem entregar se ele é falsificado (imagem: Reprodução/Mobile Pro)

2. Veja se há selos MFi na embalagem

O selo MFi (Made for iPhone) indica que o cabo passou pelo programa oficial de licenciamento e certificação da Apple. Presente em produtos de marcas parceiras credenciadas, ele atesta que o acessório cumpre as exigências técnicas e as normas de compatibilidade.

Assim como ocorre com os lacres, os selos não são garantia absoluta de autenticidade, pois os falsificadores clonam a identidade visual no mercado paralelo. Por isso, o consumidor deve encarar o selo como um segundo filtro, sem dispensar outras verificações de segurança.

Comparação de selos MFi “Made for iPhone/iPad/iPod” em diferentes modelos (novo e antigo)
Os diferentes modelos de selo MFi disponíveis em produtos (imagem: Reprodução/Apple)

3. Verifique as gravações no cabo

Os cabos originais do iPhone trazem no revestimento isolante a inscrição padrão “Designed by Apple in California” gravada a laser. Essa informação é seguida pelo local de montagem, como “Assembled In China”, “Assembled in Vietnam” ou “Indústria Brasileira”.

O texto inclui obrigatoriamente um número de série alfanumérico de 12 dígitos, que funciona como uma assinatura digital do produto. Em geral, os cabos piratas apresentam erros ortográficos ou omitem esse código, além de utilizarem tintas mais escuras na impressão.

Diagrama com exemplos de gravações a laser em cabos originais: “Designed by Apple in California”, “Indústria Brasileira/Assembled in China/Vietnam” e número de série de 12 dígitos
As inscrições padrões encontradas nos cabos originais do iPhone (imagem: Reprodução/Apple)

4. Analise o plugue Lightning 

A “anatomia” do conector Lightning é um dos principais pontos para apurar a autenticidade do cabo do iPhone. O plugue original é construído em uma peça única e sólida, apresentando contatos arredondados, lisos e com acabamento refinado em tom dourado ou prateado.

Além disso, a base emborrachada de alívio de tensão (boot) mantém dimensões milimetricamente simétricas em toda a extensão. Outro detalhe de engenharia da Apple é a placa frontal de inserção (faceplate), que deve ser obrigatoriamente cinza ou metálica.

No mercado paralelo, as falsificações entregam falhas de fundição, exibindo pinos quadrados, encaixes ásperos e placas frontais brancas ou pretas. Notar esses detalhes visuais e táteis no plugue é um forte indício de que o acessório não é original.

Comparação de plugues Lightning: cabo Apple original à esquerda e cabo falsificado à direita, com cortes ampliados dos contatos
As diferenças dos plugues Lightning originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)

5. Cheque o plugue USB-A

A engenharia dos plugues USB-A também apresenta pistas sobre a autenticidade do cabo do iPhone. O conector original apresenta travas de segurança metálicas (interlocks) em formato trapezoidal, espaçadas uniformemente em relação à borda da carcaça externa.

Ao olhar a parte interna do plugue, os contatos de metal exibem um banho dourado de alta condutividade. Já a superfície do bloco isolante plástico (insulator) precisa ser totalmente plana e lisa.

Os cabos falsificados trazem travas em ângulos retos de 90º graus e superfícies visivelmente ásperas ou granulares. A presença de rebarbas ou sulcos de retenção na peça são outros detalhes que denunciam que o acessório não passou pelos testes da Apple.

Diferenças entre plugues USB-A originais e falsificados: travas e contatos metálicos comparados
As diferenças dos plugues USB-A originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)

Quais são os riscos de usar um cabo de iPhone falsificado?

Utilizar acessórios paralelos traz perigos reais à integridade do iPhone e à segurança física do usuário. Estes são os principais riscos:

  • Pane elétrica e superaquecimento: a ausência de reguladores de tensão faz o cabo esquentar perigosamente durante a recarga, danificando os componentes sensíveis da placa lógica e a porta de entrada de energia do dispositivo;
  • Degradação da bateria: a transmissão instável de corrente e flutuações de voltagem estressam as células de íons de lítio do iPhone, reduzindo drasticamente a vida útil e capacidade de retenção de carga;
  • Incêndios e choques: o uso de isolamento plástico inferior e fiação interna subdimensionada cria um cenário propício para curtos-circuitos, estalos elétricos, severas descargas eletrostáticas e até princípios de incêndio;
  • Bloqueio e incompatibilidade: devido às atualizações frequentes do iOS, o cabo falsificado pode simplesmente parar de funcionar intermitentemente ou exibir o temido alerta de “acessório não suportado”;
  • Falhas de sincronização: a engenharia simplificada dos fios impede a correta transferência de dados via USB, fazendo com que computadores deixem de reconhecer e parear com o ecossistema do iPhone;
  • Ruptura física do conector: a fragilidade estrutural da solda faz com que a ponta metálica quebre com facilidade, podendo ficar presa e obstruir definitivamente a entrada de energia do aparelho.

Onde posso encontrar cabos de iPhone originais?

O meio mais seguro para adquirir cabos e acessórios originais é diretamente nas lojas físicas e no site da Apple ou em revendedores autorizados pela marca. Grandes varejistas com canais oficiais de distribuição homologada também garantem a procedência do produto contra falsificações.

Por outro lado, o consumidor deve evitar ofertas com preços muito abaixo da média em marketplaces e sites de procedência duvidosa. Caso opte por marcas parceiras, a dica é exigir o selo MFi de certificação para garantir total compatibilidade e segurança de hardware.

Também consigo saber se o carregador do iPhone é original?

Sim, dá para saber se o carregador do iPhone é original observando alguns detalhes na construção do acessório. Por exemplo, eles trazem marcações gravadas a laser perfeitamente alinhadas e, no Brasil, o selo de homologação da Anatel.

Além disso, a embalagem original traz manuais impressos com alta qualidade e um número de série que deve bater com o código do produto. No mercado paralelo, as fontes borradas, erros ortográficos nas especificações de voltagem e pinos tortos denunciam a falsificação do hardware.

Como saber se o cabo do iPhone é original? Veja 5 dicas para descobrir

Certos detalhes na caixa do cabo de iPhone vendido avulso podem entregar se ele é falsificado (imagem: Reprodução/Mobile Pro)

As diferenças dos plugues Lightning originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)(imagem: Reprodução/Apple)

As diferenças dos plugues USB-A originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)

Galaxy A36 (256 GB) tem promoção com grande queda de preço no Mercado Livre

24 de Junho de 2026, 12:12
R$ 2.999,0057% OFF

Prós
  • Tela de 6,7″ com 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP com OIS
  • Suporte ao Galaxy AI
  • 6 anos garantidos de atualizações Android
Contras
  • Sem suporte para expansão de memória via cartão microSD
  • Não oferece carregamento sem fio
  • Acabamento de plástico é frágil contra quedas
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy A36 (256 GB) está disponível por R$ 1.304,10 no Pix com o cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O smartphone intermediário da Samsung com Galaxy AI e tela AMOLED, lançado por R$ 2.999, fica 57% mais barato e atinge o menor preço já visto pela equipe de Achados do TB.

Galaxy A36 tem tela de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e bateria de 5.000 mAh

Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy A36 tem uma ampla tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy A36 é equipado com o chip Snapdragon 6 Gen 3 e 8 GB de RAM, entregando alto desempenho em tarefas básicas e suporte ao Galaxy AI. Os 256 GB de armazenamento interno garantem um espaço equilibrado para aplicativos, mídias e outros arquivos do dia a dia.

O telefone adota uma tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, reproduzindo imagens bem detalhadas e fluidas. O painel ainda atua com brilho máximo de 1.900 nits, facilitando a visualização mesmo sob o sol.

Para fotos e vídeos, o Galaxy A36 conta com uma câmera tripla traseira liderada por um sensor principal de 50 MP que filma em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP também faz registros em 4K, além de clicar selfies detalhadas com o Modo Retrato.

Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy A36 tem uma câmera tripla traseira com sensor de 50 MP capaz de filmar em 4K (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone intermediário da Samsung tem bateria de 5.000 mAh, entregando uma autonomia de até 29 horas de reprodução de vídeo. Ele suporta carregamento rápido de até 45 W, indo de 0 a 100% em cerca de 65 minutos na tomada.

Facilitando o dia a dia, o dispositivo oferece conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Na parte de software, ele sai da caixa com o Android 15 e deve receber ao menos seis atualizações do sistema operacional.

Fechando o pacote, o Galaxy A36 (R$ 1.304,10 no Pix com o cupom OFERTAPARAVC) tem estrutura de plástico e acabamento traseiro em vidro Gorilla Glass Victus+. Outro destaque é a certificação IP67 de resistência à poeira e à água, protegendo o aparelho de mergulhos acidentais de até 1 metro em água doce por até 30 minutos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy A36 (256 GB) tem promoção com grande queda de preço no Mercado Livre

Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone Air está com maior desconto que vimos desde o Mês do Consumidor

24 de Junho de 2026, 11:24
R$ 10.499,0039% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip A19 Pro
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom Exclusivo Amazon Prime
OFF300 E R$ 100 OFF NA PáGINA R$ 6.439,10  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone Air (256 GB) está disponível para clientes Amazon Prime por R$ 6.439,10 no Pix aplicando os cupons OFF300 e de R$ 100 OFF que aparecem na página do produto. O smartphone mais fino da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 10.499, recebe um desconto de 39% nesta oferta “Achou, Correu!” na Amazon.

iPhone Air tem tela de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e suporte ao Apple Intelligence

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air tem tela OLED de 6,5 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone Air adota a tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas, reproduzindo imagens fluidas com taxa de atualização de 120 Hz. O painel com design Dynamic Island ainda oferece brilho máximo de 3.000 nits e os recursos ProMotion e HDR.

Fugindo um pouco do padrão da marca, a câmera traseira do dispositivo tem um único sensor de 48 MP capaz de filmar vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 18 MP também capta imagens em 4K e realiza selfies detalhadas com o Modo Retrato.

Focado em alto desempenho e no Apple Intelligence, o iPhone Air é equipado com o chipset Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM. O dispositivo traz 256 GB de armazenamento interno, exigindo o uso do iCloud para os usuários que desejam mais espaço para fotos, vídeos e outros arquivos.

Imagem mostra um iPhone Air branco sendo segurado em uma mão. O modelo está virado com a parte traseira para a câmera.
iPhone Air conta com uma única câmera traseira de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Extremamente fino, o smartphone da Apple tem apenas 5,64 mm de espessura, uma estrutura reforçada em titânio e acabamento traseiro e tela protegidos com Ceramic Shield. O modelo também conta com a certificação IP68 de resistência à poeira e à água, podendo ficar submerso por até 6 metros pelo tempo limite de 30 minutos.

O telefone traz uma bateria de 3.149 mAh que, segundo a marca, entrega autonomia para até 27 horas de reprodução de vídeo. Para tentar compensar, o modelo suporta carregamento rápido de 20 W que vai de 0 a 50% em 30 minutos.

Fechando o pacote, o iPhone Air (R$ 6.439,10 no Pix aplicando os cupons OFF300 e de R$ 100 OFF para clientes Amazon Prime) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ademais, ele sai da caixa com o iOS 26 e receberá pelo menos 5 grandes atualizações do sistema.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone Air está com maior desconto que vimos desde o Mês do Consumidor

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como saber se o carregador do iPhone é original? Confira 6 dicas de análise

23 de Junho de 2026, 15:17
Carregador de tomada do iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Conheça os principais detalhes que ajudam a identificar um carregador original de iPhone (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Identificar as diferenças entre um carregador de iPhone original e falso é essencial para preservar a saúde da bateria e evitar danos ao dispositivo. Embora não exista uma solução única, a autenticidade pode ser confirmada por meio de uma inspeção detalhada tanto na embalagem quanto na construção do produto.

Sempre verifique a presença do selo da Anatel e a qualidade do acabamento plástico, que deve ser impecável e livre de rebarbas. Além disso, observe se as marcações a laser no acessório são nítidas e se o número de série corresponde exatamente ao que está impresso na caixa do produto.

A seguir, conheça 6 formas de identificar a autenticidade do carregador do iPhone.

1. Verifique o lacre da embalagem

O primeiro passo para identificar o carregador original da Apple é examinar o lacre pull-tab, aquela fita de papel destacável na traseira da embalagem. Esse selo de fábrica precisa estar perfeitamente alinhado e sem vestígios de cola, garantindo a integridade do circuito de distribuição.

Contudo, como o mercado paralelo já comercializa falsificações idênticas desses lacres plásticos e de papel, a inspeção visual externa não confirma totalmente a originalidade. Por isso, é necessário se atentar a outros detalhes do acessório.

2. Analise os manuais da caixa

Os carregadores do iPhone costumam ter três manuais que ajudam a atestar a autenticidade do acessório. Ao abrir a caixa, o usuário deve encontrar o Manual de Guia Prático impresso em papel fosco de alta gramatura, com fontes nítidas e sem erros gramaticais.

No Brasil, o documento da Anatel com o selo de homologação é obrigatório e deve detalhar as especificações elétricas do acessório. Esse encarte técnico comprova que o circuito interno passou pelos testes de segurança e conformidade do país.

O kit é finalizado com o certificado de garantia global, trazendo os termos regulatórios padronizados internacionalmente pela Apple. A ausência de qualquer um desses três folhetos ou falhas na impressão são sinais claros de um produto falsificado.

imagem de uma mão segurando a caixa de um carregador de iphone
A caixa e os folhetos internos do carregador do iPhone já dão pistas de que o acessório é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

3. Confirme se há cabos no pacote

Os carregadores originais da Apple vendidos avulsos não incluem o cabo de energia e dados na embalagem. A fabricante adotou essa política de sustentabilidade Eco-friendly assumindo que o usuário já possui o cabo USB-C que acompanha a caixa do iPhone.

A única exceção fica por conta de acessórios de marcas parceiras homologadas pelo programa MFi (Made for iPhone). Essas empresas terceiras costumam comercializar kits completos, trazendo o adaptador de tomada e o cabo de carregamento rápido no mesmo combo.

imagem de um carregador da apple com um cabo
Os carregadores originais da Apple não acompanham o cabo de energia (imagem: Homemade Media/Unsplash)

4. Observe as gravações no carregador 

Ao examinar a fonte do iPhone, a nitidez das marcações gravadas a laser é o principal indicativo da autenticidade. O texto com as especificações de tensão e corrente elétrica deve ter alinhamento perfeito, sem borrões ou erros ortográficos comuns em peças falsificadas.

Essas informações regulatórias e o código de modelo ficam dispostos de forma sutil e precisa na superfície de policarbonato do acessório. Uma gravação grosseira, com fontes desalinhadas ou em alto-relevo rústico na carcaça plástica, serve como um imediato sinal de alerta.

imagem de um carregador da apple de 20w com as informações técnicas gravadas a laser
Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

5. Veja se a fonte tem o selo da Anatel

No mercado brasileiro, o selo da Anatel colado diretamente na carcaça do carregador do iPhone é obrigatório e atesta que o circuito elétrico cumpre as normas de segurança. Essa marcação traz o logotipo oficial da agência reguladora e um número de homologação exclusivo de 12 dígitos.

Contudo, como os falsificadores costumam replicar essa identidade visual, a mera presença física da estampa não garante a procedência. O método infalível é checar essa numeração no Sistema de Consulta de Produtos da agência para validar a certificação de conformidade.

Baterias de sódio podem ser a solução para recargas rápidas de verdade (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Todos os carregadores originais do iPhone trazem o selo da Anatel, permitindo checar as informações no Sistema de Consulta de Produtos (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

6. Compare os números de série

Uma das táticas eficientes para flagrar uma falsificação é cruzar o código alfanumérico de identificação gravado em cada componente. Embora não exista uma ferramenta oficial para consultar o número de série do carregador Apple, a correspondência exata desses dígitos é um forte indicativo de autenticidade.

O consumidor deve comparar a sequência impressa no adaptador com o código de barras da embalagem e a nota fiscal emitida. Qualquer divergência nos caracteres ou no espaçamento das fontes revela uma falha na cadeia de suprimentos ou adulteração no lote.

Como os falsificadores costumam replicar sequências válidas em massa, esse batimento de dados não deve ser o único teste. A validação definitiva exige combinar essa checagem física na construção do produto e os materiais enviados na caixa.

imagem de um carregador da apple de 20w
Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Quais são os riscos de usar um carregador de iPhone falso? 

Estes são alguns riscos que o usuário corre ao utilizar um carregador de iPhone falso:

  • Incêndio por superaquecimento: fontes paralelas costumam falhar em testes básicos de isolamento térmico e elétrico, acumulando calor excessivo nos componentes internos até o ponto de ignição física;
  • Choque elétrico por falha de isolamento: a ausência de blindagem interna adequada e a montagem rústica do circuito integrado expõem o consumidor a descargas elétricas de alta tensão potencialmente letais;
  • Danos severos à bateria e aos circuitos: o fornecimento instável de corrente e a flutuação de tensão estressam as células de íons de lítio, reduzindo drasticamente a saúde da bateria do smartphone;
  • Carregamento lento por ineficiência energética: componentes de baixa qualidade não mantêm o fluxo de energia linear, resultando em um processo de recarga demorado que superaquece o chassi do aparelho;
  • Explosões causadas por falha estrutural: em cenários de picos na rede elétrica, o colapso dos capacitores internos de baixa qualidade pode provocar o rompimento da carcaça plástica e queimaduras graves;
  • Ausência completa de certificações de segurança: esses produtos ignoram os rigorosos protocolos de controle de qualidade e os testes laboratoriais exigidos por órgãos reguladores internacionais para proteção do consumidor.

Onde posso encontrar um carregador de iPhone original?

A melhor estratégia para ter um carregador e outros acessórios originais para diferentes tipos de iPhone é adquirir diretamente em canais oficiais da Apple. Comprar nas lojas físicas ou no site da marca elimina o risco de investir em componentes falsificados que danificam a bateria do dispositivo.

O consumidor deve evitar ofertas suspeitas em marketplaces e dar preferência para revendedores autorizados que emitem nota fiscal e garantia de fábrica. Essa procedência certificada é a única segurança real para os circuitos integrados de gerenciamento de energia e chips de proteção do smartphone.

Só a Apple vende carregadores de iPhone originais?

Não, o mercado oferece carregadores autorizados pela Apple, desenvolvidos por fabricantes parceiras. Para garantir a segurança e compatibilidade com o ecossistema, o consumidor precisa procurar pelo selo MFi (Made for iPhone) estampado na embalagem do produto.

Essa chancela técnica internacional atesta que o acessório foi homologado nos laboratórios da Maçã. Isso significa que o componente passou por rigorosos testes de qualidade, protegendo o smartphone contra sobretensões e oscilações na rede.

Também consigo saber se o cabo do iPhone é original?

Sim, analisar o acabamento das conexões e as inscrições no revestimento é essencial para saber se o cabo do iPhone é original. Os fios genuínos trazem a frase “Designed by Apple in California” seguida por um número de série de 12 dígitos impresso a laser de forma nítida.

No aspecto físico, os conectores moldados por injeção precisam apresentar superfícies metálicas polidas e contatos elétricos arredondados. Cabos falsificados exibem rebarbas plásticas na junção e pinos desalinhados, comprometendo a condução da corrente e do barramento de dados do smartphone.

Como saber se o carregador do iPhone é original? Confira 6 dicas de análise

Carregador de tomada do iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Baterias de sódio podem ser a solução para recargas rápidas de verdade (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Como transferir fotos do Google Fotos para o iCloud

22 de Junho de 2026, 17:32
Ícones do Google Fotos e do iCloud com uma seta indicando a migração de fotos entre as nuvens
Veja o passo a passo para migrar as mídias do Google Fotos para o iCloud (imagem: Reprodução)

A transferência de imagens do Google Fotos para o iCloud é feita pelo Google Takeout, permitindo a migração direta entre os servidores na nuvem. Basta acessar a plataforma, configurar a exportação dos dados e autorizar o envio para as mídias serem movidas de forma automatizada e segura.

Durante o processo, as mídias mantêm os metadados de data e localização e são organizadas em um álbum específico. Vale dizer que as imagens originais permanecem na plataforma de origem, exigindo a remoção manual caso o objetivo seja liberar espaço na nuvem.

Como alternativa para a transferência, é possível baixar toda a biblioteca do Google Fotos para um computador e fazer o upload manual no iCloud. Outra opção, caso as fotos estejam sincronizadas localmente no aparelho, é enviá-las manualmente para a nuvem da Apple.

A seguir, veja o passo a passo para transferir fotos do Google Fotos para o iCloud.

1. Acesse o Google Takeout

Use o navegador do celular ou computador para acessar o Google Takeout e, se necessário, faça login na Conta Google. Essa é a plataforma oficial do Google que centraliza as opções de portabilidade e permite mover os arquivos armazenados diretamente para outras nuvens.

Tela do Google Takeout no celular mostrando a seleção do Google Fotos e o botão Continuar
Acessando o Google Takeout (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Inicie o processo de migração de mídias

Verifique as informações do Google Fotos sobre os álbuns e mídias da galeria que serão incluídos no pacote de envio. Em seguida, toque em “Continuar” para iniciar a configuração do processo de migração.

Tela do Google Takeout iniciando a configuração para migrar o Google Fotos para o iCloud
Iniciando a configuração da migração entre as nuvens do Google e Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Faça login na Conta Google

Insira as credenciais de login da Conta Google onde estão salvas as imagens que você deseja enviar para o iCloud.

Tela do Google Takeout para fazer login na Conta Google de origem e inserir a senha antes de continuar
Fazendo login na Conta Google de origem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Autorize o acesso do Google Takeout à Conta Google

Leia os termos de privacidade do Google Takeout e toque em “Continuar” para autorizar o acesso da plataforma aos arquivos do Google Fotos. Essa permissão temporária permite que o sistema organize o lote de imagens para a migração.

Autorizando o acesso do Google Takeout ao Google Fotos na conta do Google, no celular, tocando em “Continuar”
Autorizando o acesso do Google Takeout ao armazenamento na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Selecione o iCloud como destino da transferência

Ao retornar ao Google Takeout, vá até a seção “Mover para:” e escolha a opção “Apple – Fotos do iCloud” como o serviço que receberá as mídias do Google Fotos.

Selecionando o iCloud como destino para o envio dos arquivos no Google Takeout
Selecionando o iCloud como destino para o envio dos arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Confirme a migração do Google Fotos para o iCloud

Após selecionar o serviço, toque em “Continuar” para avançar no processo de transferência de arquivos.

Tela do Google Takeout com o iCloud selecionado em “Mover para” e o botão “Continuar” destacado
Confirmando o destino da migração dos arquivos do Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Inicie a sessão na conta Apple

Faça login na conta Apple que receberá os conteúdos do Google Fotos. Certifique-se de que o perfil possui espaço de armazenamento disponível na nuvem para acolher o lote de arquivos.

Tela do iPhone mostrando “Inicie sessão na sua Conta Apple” com campo para e-mail ou número de telefone para compartilhar com o Google Takeout
Iniciando a sessão na Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Autorize o acesso do Google Takeout à conta Apple

Na próxima tela, leia as informações e toque em “Permitir” para autorizar o acesso do Google Takeout à conta Apple e, por consequência, ao iCloud.

Tela do Google Takeout solicitando permissão para acessar o iCloud (botão “Permitir”)
Autorizando o acesso do Google Takeout ao iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Confirme a transferência entre o Google Fotos e o iCloud

Ao voltar ao Google Takeout, leia as informações sobre a cópia dos dados e o processo de transferência. Por fim, toque em “Concordar e continuar” para iniciar a migração entre as nuvens.

Um e-mail do Google confirmará o início da transferência das fotos e vídeos do Google Fotos para o iCloud. Quando a transferência for finalizada, a marca enviará outra mensagem informando a conclusão do processo.

Etapas no Google Takeout: tocar em “Concordar e continuar” para iniciar a migração do Google Fotos ao iCloud
Iniciando a migração das mídias do Google Fotos para o iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Existem outras formas de mandar fotos do Google Fotos para o iCloud?

Sim, uma alternativa prática é sincronizar localmente a galeria do Google Fotos no dispositivo. Em seguida, o usuário poderá acessar o iCloud via app ou navegador e fazer upload dos arquivos para a plataforma da Apple.

Já os usuários de PC e Mac podem baixar toda a biblioteca do Google Fotos para o armazenamento local via Google Takeout. Em seguida, basta salvar fotos no iCloud fazendo upload manual por meio do navegador ou do aplicativo para desktop.

O que acontece ao transferir fotos do Google Fotos para o iCloud?

Estas são algumas ações que ocorrem durante a migração do Google Fotos para o iCloud:

  • Migração direta entre nuvens: o envio ocorre direto entre os servidores das empresas, sem consumir os dados de internet do usuário ou o armazenamento local do dispositivo;
  • Permanência dos arquivos originais: as imagens originais não são apagadas automaticamente. Se o objetivo é liberar espaço no Google Fotos, será necessário deletá-las manualmente após o processo;
  • Preservação de metadados: informações cruciais embutidas nos arquivos, como localização, data, hora, nome e formato original, são mantidas para garantir a organização cronológica no destino;
  • Organização automatizada no destino: os itens chegam direto ao aplicativo Fotos do ecossistema Apple, organizados em um álbum específico batizado como “Importado do Google” para facilitar a localização;
  • Tratamento de formatos e resoluções: as mídias são transferidas na qualidade máxima fornecida pelo Google, mas extensões incompatíveis com a Apple podem ser convertidas ou movidas para o iCloud Drive;
  • Prazo de conclusão: dependendo do tamanho do acervo no Google Fotos, o processo pode levar de algumas horas a vários dias. O usuário receberá um e-mail de confirmação assim que a transferência for concluída.

Por que não consigo passar fotos do Google Fotos para o iCloud?

Existem alguns pontos que podem impedir a transferência de arquivos do Google Fotos para o iCloud. Os principais são:

  • Falta de armazenamento na Apple: o ecossistema da Maçã rejeitará novos arquivos se o limite de armazenamento for atingido, sendo necessário expandir o plano ou liberar espaço no iCloud;
  • Falha de autorização entre contas: a transferência direta (server-to-server) exige login e permissão explícita da Conta Google para enviar os dados ao Apple ID. Sem essa autorização, o processo não é iniciado;
  • Barreiras de segurança ativadas: recursos de privacidade estrita, como a Proteção Avançada de Dados da Apple, podem bloquear a importação dos arquivos;
  • Formatos ou tamanhos incompatíveis: arquivos excessivamente pesados ou extensões de imagem não suportadas pelo sistema iOS podem travar o envio de itens específicos e interromper a migração;
  • Instabilidade temporária nos servidores: sobrecargas nos sistemas das empresas ou oscilações de rede geram falhas de tempo limite (timeout), interrompendo o processo e exigindo uma nova tentativa.

Consigo cancelar a transferência de fotos e vídeos do iCloud para o Google Fotos?

Sim, é possível cancelar o processo acessando o menu “Gerenciar exportações” do Google Takeout. Por lá, o usuário consegue ver o andamento da transferência e interromper a migração dos dados para o iCloud.

Vale dizer que a interrupção não apaga os arquivos já enviados do Google Fotos, pois o sistema trabalha com cópias espelhadas de servidores. Se a pessoa decidir transferir o restante da biblioteca mais tarde, será necessário reativar a função do iCloud e abrir uma nova solicitação de transferência.

Também posso migrar fotos do iCloud para o Google Fotos?

Sim, a Apple oferece uma ferramenta oficial em seu portal de privacidade que permite transferir fotos do iCloud para o Google Fotos. O usuário pode selecionar as mídias e realizar o envio direto de uma cópia dos arquivos automatizadamente para os servidores do Google.

Essa migração ocorre sem a necessidade de downloads e mantém a biblioteca original do iCloud intacta. Dependendo das configurações da conta, os conteúdos adicionados após o início do processo podem até continuar sendo sincronizados automaticamente no destino.

Como transferir fotos do Google Fotos para o iCloud

Veja o passo a passo para migrar as mídias do Google Fotos para o iCloud (imagem: Reprodução)

Acessando o Google Takeout (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Iniciando a configuração da migração entre as nuvens do Google e Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Fazendo login na Conta Google de origem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Autorizando o acesso do Google Takeout ao armazenamento na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando o iCloud como destino para o envio dos arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Confirmando o destino da migração dos arquivos do Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Iniciando a sessão na Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Autorizando o acesso do Google Takeout ao iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Iniciando a migração das mídias do Google Fotos para o iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que é NotebookLM? Conheça a ferramenta de IA do Google

22 de Junho de 2026, 10:34
Ilustração sobre o NotebookLM como aliado na otimização de trabalhos (imagem: Reprodução/Google)
Saiba como o NotebookLM pode ser um importante aliado para a otimização de trabalhos (imagem: Reprodução/Google)

O NotebookLM é um assistente de pesquisa desenvolvido pelo Google que utiliza inteligência artificial avançada para analisar e resumir documentos. A ferramenta transforma arquivos pessoais complexos em uma base de conhecimento organizada, facilitando a extração de insights de grandes volumes de informações.

O principal diferencial da plataforma é a “ancoragem” de dados: todas as respostas geradas pela IA são acompanhadas de citações diretas das fontes originais. Esse mecanismo confere uma precisão técnica superior, garantindo que o usuário possa validar cada ponto levantado com total transparência e confiabilidade.

A seguir, conheça mais sobre o NotebookLM, seu funcionamento e aplicações comuns. Também saiba os pontos fortes e fracos do assistente virtual.

O que é o NotebookLM? 

O NotebookLM é um assistente virtual de notas e pesquisa do Google Labs que utiliza inteligência artificial, especificamente o modelo Gemini 1.5 Pro, para interagir com documentos. A ferramenta otimiza o fluxo de trabalho ao analisar, resumir e gerar insights automáticos diretamente a partir das fontes enviadas pelo usuário.

Como funciona o NotebookLM

O NotebookLM opera por meio da tecnologia de Geração Aumentada por Recuperação (RAG), conectando o modelo Gemini diretamente aos arquivos enviados pelo usuário. O sistema realiza o processamento multimodal, analisando integradamente conteúdos em texto, vídeos do YouTube e áudios.

A inteligência artificial fica “ancorada” exclusivamente nesse repositório pessoal, sem buscar respostas externas na internet ou inventar dados. Quando o usuário faz uma pergunta, a ferramenta cruza as fontes salvas para gerar respostas precisas e sempre acompanhadas de citações diretas.

O assistente expande a produtividade ao transformar essas interações em notas, suportando uma base de conhecimento de até 25 milhões de palavras. Além disso, recursos avançados geram automaticamente guias de estudo, cronogramas e resumos em áudio no formato podcast.

Todo esse ecossistema funciona sob rígidos critérios de privacidade, garantindo que os dados inseridos nunca sejam utilizados para treinar os modelos públicos do Google. O resultado é um assistente sob medida focado apenas no universo de informações fornecido pelo usuário.

Esquema do funcionamento do NotebookLM: adicione fontes, obtenha respostas baseadas nelas e consulte citações
Esquema de funcionamento do NotebookLM do Google (imagem: YouTube/Online Training For Everyone)

Para que serve o NotebookLM?

O NotebookLM serve como um assistente virtual de pesquisa que transforma documentos em uma base de conhecimento interativa. Confira as principais utilidades da ferramenta:

  • Estudo e materiais didáticos: facilita a compreensão de temas complexos e gera automaticamente questionários, cronogramas e guias personalizados baseados em PDFs ou gravações;
  • Análise profissional e citações: permite que pesquisadores e equipes de negócios façam varreduras em artigos ou relatórios, exibindo respostas com fontes exatas para evitar erros de informação;
  • Brainstorming e novos formatos: conecta ideias soltas em painéis digitais e converte textos em materiais dinâmicos, como resumos estruturados e podcasts gerados por IA;
  • Otimização de rotinas educativas: agiliza o planejamento de aulas ao transformar pilhas de arquivos acadêmicos em esboços de apresentações e roteiros didáticos de apoio;
  • Suporte técnico e integração: ajuda novos funcionários a localizarem dados em manuais extensos e abastece equipes com respostas rápidas sobre especificações complexas de produtos.

O NotebookLM é gratuito?

Sim, o NotebookLM é gratuito para qualquer usuário com uma conta Google ativa, oferecendo acesso total às principais funções de IA. Essa versão padrão permite criar até 100 cadernos de notas e realizar pesquisas diárias avançadas sem custo.

Para demandas corporativas e profissionais, a plataforma disponibiliza planos pagos com limites ampliados e recursos de colaboração em equipe. Essas assinaturas premium expandem a capacidade de armazenamento e ativam o suporte para até 600 fontes por projeto.

Tela de configuração do NotebookLM para “Customize Audio Overview”, oferecendo opções de idioma e duração para resumos em áudio e vídeo
NotebookLM oferece uma ampla variedade de ferramentas, incluindo resumos em áudio e vídeo (imagem: reprodução/Google)

Quais são as vantagens do NotebookLM?

Estes são os pontos fortes do NotebookLM:

  • Processamento multimodal: aceita e cruza múltiplos formatos como PDFs, vídeos do YouTube e áudios, graças à capacidade do modelo Gemini de processar até 25 milhões de palavras por projeto;
  • IA ancorada com citações: se baseia exclusivamente nos arquivos enviados para gerar as respostas com maior precisão, exibindo o trecho exato da fonte para validação e evitando informações falsas;
  • Resumos interativos em áudio: transforma relatórios e textos densos em podcasts dinâmicos gerados por IA, facilitando o consumo de dados complexos de forma leve;
  • Gerador de estudos e guia interativos: cria instantaneamente materiais didáticos como flashcards, questionários e painéis de notas, explicando conceitos passo a passo como um mentor personalizado;
  • Foco em privacidade e economia: reúne recursos avançados de análise de dados sem custos, assegurando contratualmente que as informações enviadas nunca serão utilizadas para treinar os modelos públicos do Google.

Quais são as desvantagens do NotebookLM?

Estes são os pontos fracos do uso do NotebookLM:

  • Risco de ilusão do aprendizado: os resumos e áudios gerados automaticamente podem criar uma falsa sensação de domínio do conteúdo, simplificando nuances conceituais e interpretações mais profundas dos textos originais;
  • Flutuações de contexto e falhas: ao lidar com grandes volumes de dados, a IA pode sofrer com “cegueira contextual”, deixando de cruzar informações cruciais ou falhando em localizar trechos específicos entre múltiplos arquivos;
  • Limitações nos resumos em áudio: os podcasts gerados pela IA ainda apresentam falhas de sotaque, dinâmicas repetitivas em discussões longas e, eventualmente, focam em pontos triviais em vez dos dados relevantes;
  • Silos isolados e barreiras de formatos: os cadernos de notas não se comunicam entre si e a ferramenta impõe restrições para alguns formatos do cotidiano corporativo, como planilhas complexas, imagens e códigos de programação.
NotebookLM ajuda a criar resumos interativos com processamento multimodal, mas pode ter “cegueira contextual” e ignorar tópicos
NotebookLM auxilia na criação de resumos interativos por meio do processamento multimodal, mas ainda pode apresentar “cegueira contextual” e ignorar tópicos importantes (imagem: reprodução/Google)

Qual é a diferença entre o NotebookLM e o Gemini? 

O NotebookLM é um assistente focado em pesquisa e notas que funciona ancoradamente, analisando exclusivamente os documentos e links enviados pelo usuário. Seu objetivo é cruzar dados restritos e gerar resumos e áudios com citações diretas, sem recorrer ao conhecimento externo.

O Gemini é um modelo de inteligência artificial de uso geral do Google, treinado com uma base ampla de dados públicos da internet. Ele atua de forma aberta e multifuncional na web e no celular, sendo ideal para criar conteúdos do zero, programar e buscar informações.

Qual é a diferença entre o NotebookLM e o ChatGPT?

O NotebookLM é o assistente de notas do Google projetado para funcionar de forma ancorada, analisando estritamente os arquivos e links que o usuário envia. Ele atua como um bibliotecário virtual que gera resumos e áudios baseados apenas no material compartilhado, exibindo citações diretas para evitar alucinações.

O ChatGPT é o chatbot multifuncional da OpenAI, treinado com uma gigantesca base de dados públicos da internet e alimentado por inteligência artificial generativa. Ele opera de forma aberta e generalista, sendo ideal para solucionar problemas amplos, programar códigos e criar textos criativos.

O que é NotebookLM? Conheça a ferramenta de IA do Google

Saiba como o NotebookLM pode ser um importante aliado para a otimização de trabalhos (imagem: Reprodução/Google)

Esquema de funcionamento do NotebookLM do Google (imagem: YouTube/Online Training For Everyone)

NotebookLM agora "lê" livros em EPUB para gerar resumos e afins (imagem: reprodução/Google)

O que é CGNAT? Entenda a tecnologia e por que afeta sua internet

19 de Junho de 2026, 14:36
Diagrama mostrando o CGNAT: endereços WAN/ISP e a tradução de IPv4 para múltiplas redes residenciais
Saiba como o CGNAT é utilizado para compensar a escassez de endereços IPs públicos (imagem: Reprodução/Proxidize)

O CGNAT é uma tecnologia adotada por provedores de internet para compartilhar um único endereço público (IPv4) entre diversos assinantes. Essa solução foi criada para contornar a escassez global de endereços, permitindo a expansão das redes enquanto ocorre a transição gradual para o padrão IPv6.

O funcionamento ocorre na infraestrutura da operadora, que traduz os endereços privados de uma residência para um IP público compartilhado antes de roteá-los à rede. O processo é transparente para navegação comum, possibilitando que múltiplos usuários usem o mesmo recurso de endereçamento sem conflitos.

Entre as vantagens, a tecnologia viabiliza a expansão rápida da conectividade com custos reduzidos, mantendo a internet acessível a milhões de pessoas. No entanto, a grande desvantagem é o bloqueio de redirecionamento de portas, o que frequentemente causa instabilidades em jogos online e redes VPN.

A seguir, saiba mais sobre o conceito do CGNAT, para que serve e como saber se você está navegando utilizando esta tecnologia.

O que é CGNAT? 

O CGNAT é uma técnica de provedores de internet que compartilha um único IP público (IPv4) entre vários assinantes para contornar a falta de endereços. Essa espécie de “ramal de rede” economiza conexões, mas pode bloquear o redirecionamento de portas e afetar jogos online, câmeras de segurança e VPNs.

O que significa “CGNAT”?

O termo CGNAT une o conceito de Carrier-Grade, que define a infraestrutura de grande porte dos provedores de internet, à tecnologia NAT (Network Address Translation), que remapeia IPs. Essa fusão conceitual surgiu para diferenciar o robusto sistema de operadoras do roteamento simples em equipamentos domésticos.

A expressão ganhou força nos anos 2000 com a chegada das redes móveis e a iminente escassez global de endereços IPv4. O padrão nasceu como uma solução de engenharia emergencial para estender a vida útil da antiga internet antes da transição para o IPv6.

imagem da sala de servidores
A técnica do CGNAT é aplicada a partir da infraestrutura dos provedores de internet (imagem: Kevin Ache/Unsplash)

Para que serve o CGNAT?

O CGNAT atua como uma sobrevida para a internet antiga, compartilhando um único IP público (IPv4) entre vários assinantes diante da escassez global de endereços. Essa manobra reduz custos operacionais das operadoras e viabiliza a expansão das redes enquanto o mercado migra gradualmente para o padrão IPv6.

Na prática, a tecnologia acelera a ativação de novos clientes sem depender de novos blocos de IP, funcionando também como uma blindagem inicial. Ao esconder os dispositivos atrás de um endereço coletivo, o sistema cria uma barreira extra que dificulta ataques cibernéticos diretos contra os usuários.

Como funciona o CGNAT?

O funcionamento do CGNAT se baseia em uma dupla tradução que adiciona uma camada extra de remapeamento diretamente na infraestrutura do provedor de internet (ISP). Primeiro, o roteador doméstico recebe os dados dos dispositivos locais e os converte em um endereço IP privado intermediário.

Na segunda etapa, esse fluxo chega ao gateway da operadora, que converte esse endereço temporário em um IP público IPv4. Para que milhares de clientes naveguem ao mesmo tempo, a tecnologia utiliza o PAT (Tradução de Portas), distribuindo portas TCP/UDP exclusivas para cada conexão.

Para garantir que as respostas da internet voltem ao usuário correto, o sistema adota o mecanismo de State Tracking (Rastreamento de Estado). Essa ferramenta mantém uma tabela de tradução dinâmica que monitora ativamente a entrada e saída de dados de milhões de assinantes.

Essa engenharia complexa opera em escala massiva para driblar as limitações físicas do protocolo IPv4. Enquanto o mercado faz a transição definitiva para o IPv6, os provedores conseguem reaproveitar os mesmos endereços sem interromper a navegação geral da web.

Esquema com 3 etapas do CGNAT traduzindo IPs privados (RFC1918) para um IPv4 público compartilhado no roteador do provedor
Esquema de funcionamento do CGNAT (imagem: Reprodução/RapidSpeed)

Qual é o limite de clientes por endereço IP no CGNAT?

O teto de clientes por endereço IP público no CGNAT não depende do hardware da operadora, mas da matemática das portas lógicas disponíveis. Como cada IP possui um limite fixo de 65.535 portas, esse ecossistema precisa ser fatiado milimetricamente para os usuários navegarem simultaneamente.

Especialistas de rede apontam que o equilíbrio ideal é de 128 assinantes compartilhando o mesmo IP, reservando cerca de 500 portas para cada residência. Em cenários de tráfego intenso, os provedores reduzem essa média para 32 clientes por endereço, evitando quedas e lentidões nas conexões.

Tem como saber se estou em CGNAT?

É possível saber se a conexão está sob CGNAT ao cruzar duas informações básicas da rede. Primeiro, você deve acessar a página de administração do roteador doméstico e localizar o endereço de IP cadastrado na aba WAN ou Internet.

Em seguida, entre em um site verificador público, como o whatsmyip.org, e compare o código exibido na tela com o do aparelho. Se o número do roteador for diferente daquele apontado pelo site, você está navegando por meio do IP compartilhado.

Outro sinal definitivo é se o identificador interno do roteador começar com os dígitos entre 100.64 e 100.127. Essa faixa numérica específica foi reservada globalmente pela engenharia de redes para servir como a assinatura exclusiva da tecnologia CGNAT.

Tela do WhatsMyIP mostrando “Your IP Address is” e opções como Hostname & User Agent para identificar CGNAT
Plataformas como WhatsMyIP podem ajudar a identificar se a conexão está sob CGNAT (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do CGNAT?

Estes são os pontos fortes da tecnologia CGNAT:

  • Sobrevida ao IPv4: permite que múltiplos assinantes compartilhem o mesmo endereço público, estendendo a vida útil desse protocolo escasso enquanto a migração para o IPv6 avança;
  • Economia e eficiência: evita a compra inflacionada de novos blocos de IP, otimizando a infraestrutura atual das operadoras para suportar milhões de conexões sem encarecer o serviço;
  • Expansão simplificada: facilita a entrada rápida de novos clientes e dispositivos na rede do provedor, agilizando o gerenciamento interno de tráfego em larga escala;
  • Barreira de segurança: cria uma camada de proteção nativa ao esconder os IPs residenciais atrás de um endereço coletivo, dificultando ataques cibernéticos diretos aos equipamentos;
  • Rastreamento legal: gera relatórios detalhados de tráfego (logs) que ajudam a diagnosticar gargalos e servem como exigência legal para identificar cibercriminosos quando necessário.

Quais são as desvantagens do CGNAT?

Estes são pontos fracos do CGNAT:

  • Bloqueio de conexões diretas: impede o redirecionamento de portas, inviabilizando o acesso remoto a câmeras de segurança, servidores domésticos, dispositivos de armazenamento (NAS) e à hospedagem de jogos;
  • Gargalos em P2P e streaming: prejudica o tráfego ponto a ponto, como torrents, e pode fazer com que plataformas de vídeo bloqueiem o acesso ao confundirem o IP coletivo com uma VPN;
  • Instabilidade em jogos e VoIP: causa quedas de sessão, picos de latência e variações de IP, afetando diretamente a qualidade de chamadas de vídeo e o desempenho em partidas online;
  • Risco de punição coletiva: se um único usuário cometer crimes virtuais ou disparar spam, o IP compartilhado pode ser banido de sites e jogos, punindo dezenas de vizinhos de rede inocentes;
  • Efeito cascata em ataques DDoS: ataques de negação de serviço direcionados ao endereço comum podem sobrecarregar o gateway do provedor, derrubando a internet de vários clientes de uma só vez.
Ilustração de uma VPN compatível (VPS Gateway) conectando dispositivos e ajudando a contornar problemas do CGNAT
Em alguns casos, uma VPN compatível pode solucionar os problemas gerados pelo CGNAT (imagem: Reprodução/Oslks)

CGNAT atrapalha os jogos online? 

O CGNAT não impede a jogabilidade, mas costuma afetar negativamente partidas multiplayer online. O sistema altera o NAT para o Tipo 3 (Estrito/Fechado), dificultando o bate-papo por voz e bloqueando o redirecionamento de portas nos consoles.

Títulos modernos com servidores centralizados rodam sem problemas, já que a comunicação não depende de uma rota direta. O gargalo surge em jogos baseados em conexões P2P ou quando o jogador tenta hospedar seu próprio servidor de jogo.

Para escapar desse isolamento, existem saídas práticas que restabelecem a estabilidade das partidas. As alternativas envolvem ativar o protocolo IPv6 na rede, utilizar uma VPN compatível ou solicitar IP público dinâmico diretamente com o provedor de internet.

É possível desativar o CGNAT?

Não é possível desativar o CGNAT mudando as configurações do roteador doméstico, já que esse controle pertence exclusivamente à infraestrutura do provedor. A saída é entrar em contato com o suporte técnico da operadora e solicitar a migração para um IP público dinâmico.

Caso a empresa aceite o pedido, o que varia segundo as políticas da operadora, o aparelho sairá da faixa restrita de IPs privados compartilhados e liberará recursos bloqueados. Para consolidar a mudança e validar o novo mapeamento de portas, basta reiniciar o modem após a confirmação do suporte.

Qual é a diferença entre CGNAT e NAT?

O NAT (Network Address Translation) é a tecnologia clássica que opera em residências ou empresas. Ela permite que o roteador doméstico gerencie vários IPs privados internos e os converta em um único IP público, conectando todos os dispositivos à internet.

O CGNAT (Carrier-Grade NAT) eleva essa mesma tecnologia à escala industrial, funcionando diretamente na infraestrutura do provedor de internet. Ele cria uma camada extra de tradução para fazer com que milhares de assinantes diferentes compartilhem um grupo ainda menor de IPs públicos.

O que é CGNAT? Entenda a tecnologia e por que afeta sua internet

Saiba como o CGNAT é utilizado para compensar a escassez de endereços IPs públicos (imagem: Reprodução/Proxidize)

(imagem: Kevin Ache/Unsplash)

Esquema de funcionamento do CGNAT (imagem: Reprodução/RapidSpeed)

Plataformas como WhatsMyIP podem ajudar a identificar se a conexão está sob CGNAT (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Em alguns casos, uma VPN compatível pode solucionar os problemas gerados pelo CGNAT (imagem: Reprodução/Oslks)

Como recuperar fotos e vídeos do iCloud

18 de Junho de 2026, 15:28
Tela do iPhone mostrando o app Fotos com “Apagar Tudo” e “Recuperar Tudo” para restaurar mídias da lixeira do iCloud
Saiba o passo a passo para retornar as mídias deletadas para a fototeca do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Recuperar fotos do iCloud é um processo simples de restaurar os arquivos deletados que estão na “lixeira” do armazenamento na nuvem da Apple. No iPhone ou iPad, basta abrir o app “Fotos”, navegar até “Coleções” e selecionar a pasta “Apagados” para visualizar e resgatar as mídias.

Nos computadores Mac ou PC, o procedimento ocorre acessando o portal iCloud.com. Por lá, a pessoa precisa abrir o menu “Fotos”, clicar na pasta “Apagados recentemente” e selecionar os arquivos que deseja retornar para a biblioteca principal do iCloud.

Para a restauração funcionar, é essencial que a sincronização automática das fotos esteja ativa nas configurações dos dispositivos vinculados à conta Apple. Vale dizer que o sistema retém os arquivos deletados por um período máximo de 30 dias antes da exclusão definitiva dos servidores.

A seguir, veja o passo a passo para recuperar fotos e vídeos do iCloud no iPhone, iPad, Mac e PC.

Como recuperar fotos e vídeos do iCloud pelo iPhone ou iPad

1. Acesse o app “Fotos”

Acesse o aplicativo “Fotos” no iPhone ou iPad. Por meio dele, é possível gerenciar as mídias salvas tanto no dispositivo quanto armazenadas na nuvem do iCloud.

Importante: a sincronização de fotos do iCloud deve estar ativada nos ajustes do iOS. Se essa função estiver desabilitada, não é possível gerenciar os arquivos na nuvem.

Abrindo o app Fotos no iPhone para acessar a fototeca e restaurar mídias do iCloud
Abrindo o aplicativo Fotos no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Toque em “Coleções”

Na Fototeca do dispositivo, toque em “Coleções” para ver os álbuns e outras opções.

Acessando a guia “Coleções” no app Fotos do iPhone para restaurar mídias do iCloud
Acessando a guia “Coleções” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o menu “Apagados”

Desça a tela de “Coleções” até encontrar a seção “Mais itens”. Então, toque em “Apagadas” para acessar a pasta com mídias excluídas recentemente e restaurar fotos do iCloud.

Tela do app Fotos no iPhone com “Coleções” aberta e “Apagados” destacado
Entrando na pasta “Apagados” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Selecione as fotos que serão restauradas do iCloud

Toque no botão “Selecionar”, no canto superior direito da tela, para ativar o modo para marcar os vídeos ou fotos do iCloud que serão restaurados. Assim, é possível escolher várias mídias para serem recuperadas simultaneamente.

Tela do iPhone na pasta “Apagados”, com a seta apontando para selecionar fotos e vídeos em “Selecionar”
Selecionando as fotos e vídeos na pasta “Apagados” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Restaure as fotos e vídeos excluídos

Após selecionar os itens, toque no ícone de três pontos, no canto superior direito. Ao abrir um submenu, toque em “Recuperar” para devolver as mídias para a Fototeca do dispositivo e sincronizar com o iCloud.

Restaurando mídias da pasta “Apagados” do iPhone para a biblioteca do iCloud (botão “Recuperar”)
Restaurando as mídias para a biblioteca do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como recuperar fotos e vídeos do iCloud pelo Mac ou PC

Dica

Este método também pode ser realizado utilizando o iPhone ou iPad.

1. Acesse iCloud.com via navegador

Use o navegador do computador Mac ou PC para acessar iCloud.com. Em seguida, inicie a sessão na conta Apple que você deseja gerenciar os arquivos excluídos do iCloud.

Importante: para acessar as fotos e vídeos dos dispositivos vinculados à conta Apple, o recurso de sincronização do iCloud deve estar ativado nos ajustes dos aparelhos. Caso contrário, não será possível resgatar as mídias excluídas.

Tela do iCloud.com com o botão “Iniciar sessão” para fazer login na conta Apple
Fazendo login no iCloud.com (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra o menu “Fotos”

Após o login, clique no menu “Fotos” no painel de controle da conta para acessar as mídias armazenadas na nuvem via iCloud.

Acessando o menu “Fotos” no iCloud.com
Acessando o menu “Fotos” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Clique em “Apagados recentemente”

No canto esquerdo da tela, clique em “Apagados recentemente” para as fotos e vídeos que estão na lixeira do iCloud.

Abrindo a pasta “Apagados recentemente” no iCloud Fotos, com miniaturas de 16 fotos à espera de recuperação
Abrindo a pasta “Apagados recentemente” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Selecione as fotos e vídeos que serão restaurados

Clique em cima das fotos e vídeos que você deseja recuperar no iCloud.

Tela do iCloud Fotos em “Apagados recentemente” com mídias selecionadas para recuperação (2 itens)
Selecionando as mídias que serão recuperadas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Restaure os itens excluídos do iCloud

Após selecionar os arquivos, clique em “Recuperar” no canto direito da tela para retornar as mídias para a Fototeca do iCloud. Automaticamente, esses itens serão sincronizados com todos os dispositivos vinculados à conta Apple.

Clicando em “Recuperar” para devolver as mídias para a Fototeca do iCloud
Clicando em “Recuperar” para devolver as mídias para Fototeca do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que acontece ao recuperar fotos e vídeos do iCloud?

Estas são as ações que ocorrem ao recuperar fotos e vídeos do iCloud:

  • Retorno imediato à fototeca: os arquivos saem da pasta “Apagados” e voltam direto para os álbuns e datas originais na biblioteca principal, exatamente onde estavam antes da exclusão;
  • Sincronização em tempo real: as mídias ressurgem automaticamente em todos os aparelhos conectados à mesma conta Apple, como iPhone, iPad ou Mac, devido ao ecossistema integrado do iCloud;
  • Consumo de espaço em nuvem: ao saírem da área “Apagados”, os arquivos voltam a ocupar espaço real no plano de armazenamento do iCloud, reduzindo o total de GB disponíveis.

Qual é o prazo para recuperar fotos e vídeos apagados do iCloud? 

O iCloud oferece um prazo fixo de até 30 dias para resgatar arquivos na pasta “Apagados recentemente”. Caso a pessoa não faça a restauração dentro dessa janela de segurança, o sistema realiza a exclusão permanente dos dados dos servidores da nuvem.

Posso recuperar fotos apagadas permanentemente do iCloud? 

Sim, é possível recuperar fotos excluídas se o usuário tiver um backup do iCloud feito antes da exclusão. Aqui, o truque é formatar o iPhone e depois selecionar a opção de restaurar backup iCloud durante a configuração inicial.

Outra possibilidade é se a pessoa tiver desativado a sincronização com a nuvem em um dispositivo e apagado o conteúdo somente pelo iCloud. Então, o armazenamento local pode ser utilizado como uma cópia de segurança para restaurar os arquivos perdidos.

Consigo recuperar fotos do iCloud em outro iPhone? 

Sim, dá para resgatar mídias em outro iPhone ao fazer login com ID Apple no novo aparelho. Em seguida, é necessário ativar a sincronização da biblioteca nas configurações do iOS para espelhar as mídias via internet.

Outra opção é baixar os arquivos específicos acessando o iCloud.com via navegador em qualquer dispositivo. Em ambos os casos, a única condição é que as fotos estejam salvas nos servidores da nuvem e não tenham sido apagadas permanentemente.

Como recuperar fotos e vídeos do iCloud

Saiba o passo a passo para retornar as mídias deletadas para a fototeca do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o aplicativo Fotos no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a guia "Coleções" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Entrando na pasta "Apagados" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando as fotos e vídeos na pasta "Apagados" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Restaurando as mídias para a biblioteca do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Fazendo login no iCloud.com (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu "Fotos" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a pasta "Apagados recentemente" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando as mídias que serão recuperadas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Clicando em "Recuperar" para devolver as mídias para Fototeca do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como atualizar o Android? Saiba fazer o update no Samsung, Motorola e Xiaomi

17 de Junho de 2026, 18:46
Tela do celular com “Atualização de software”, exibindo “Baixar e instalar” e “Download automático: Nunca”
Saiba como manter o software do celular Android sempre atualizado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

É possível atualizar o celular para a última versão do Android a partir das configurações do aparelho. Embora os caminhos variem em smartphones Samsung, Motorola ou Xiaomi, todos eles consultam os servidores oficiais para obter os pacotes de atualização.

O procedimento é essencial para garantir melhorias de desempenho, correções de falhas e reforçar a segurança do sistema operacional. Lembrando que é fundamental ter bateria suficiente e armazenamento livre para concluir a instalação com sucesso.

A seguir, veja o passo a passo de como atualizar o celular Samsung, Motorola ou Xiaomi para a última versão do Android.

Índice

Como atualizar o Android de um celular Samsung

1. Abra as configurações do celular Samsung

Deslize o dedo na tela de cima para baixo e toque no ícone de engrenagem, no canto superior direito, para entrar nas configurações do dispositivo.

Acessando as configurações do celular Samsung
Acessando as configurações do celular Samsung (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse o menu de “Atualização de software”

Role a página do menu “Config.” e toque em “Atualização de software” para avançar.

Tocar em “Atualização de software” nas Configurações do celular Samsung para iniciar a busca de atualizações
Entrando no menu “Atualização de software” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Acesse “Baixar e instalar”

Toque em “Baixar e instalar” ou “Procurar atualizações” e aguarde a verificação dos servidores para encontrar a versão mais recente da One UI, interface customizada do Android para dispositivos Samsung.

Tocando na opção “Baixar e instalar” na tela de atualização de software do Android
Tocando na opção “Baixar e instalar” atualização do Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Instale a nova versão do Android

Se houver uma nova atualização Samsung disponível, toque em “Baixar” e siga as instruções na tela para concluir o processo de instalação. Caso o dispositivo já esteja na versão mais recente, o próprio software exibirá um aviso de sucesso.

Verificando atualizações e baixando a versão mais recente do One UI no Android (tela “Atualização de software”)
Verificando as atualizações e baixando a versão mais recente do software (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como atualizar o Android de um celular Motorola 

1. Acesse as configurações do celular Motorola

Deslize o dedo de cima para baixo na tela do aparelho para abrir o menu de atalhos rápidos do Android. Em seguida, toque no ícone de engrenagem, no canto inferior direito da tela, para abrir as configurações e descobrir como atualizar o celular Motorola.

Toque na engrenagem para abrir as configurações do celular Motorola e acessar “Atualizações do sistema”
Acessando as configurações do celular Motorola (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra o menu “Atualizações do sistema”

Navegue pelo menu “Configurar” até encontrar a opção “Atualizações do sistema”. Toque nela para acessar o menu que gerencia os arquivos do software e verifica se há novidades do Android.

Abrindo o menu “Atualizações do sistema” nas configurações do celular Motorola (tela “Configurar”)
Abrindo o menu “Atualizações do sistema” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Toque em “Verificação de atualizações”

Toque na opção “Verificação de atualizações” para o dispositivo acessar os servidores e consultar se há atualização de software Motorola disponível.

Tocando em “Verificação de atualizações” nas configurações de atualização de software do Motorola
Tocando em “Verificação de atualizações” do Motorola (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Baixe e instale a nova versão do Android

Se houver um pacote novo disponível, confirme o download dos arquivos e siga as instruções automáticas exibidas na tela. Caso o sistema já esteja totalmente em dia, uma mensagem informará que o dispositivo está utilizando a versão mais recente.

Tela exibindo “Tudo certo!” e informando que o Android está atualizado na seção “Atualização de Software”
Verificando se há atualizações do Android disponíveis ou se o software já está atualizado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como atualizar o Android de um celular Xiaomi 

1. Entre nas configurações do celular Xiaomi

Abra a gaveta de aplicativos do aparelho deslizando o dedo de baixo para cima na tela inicial e toque no app “Configurações”.

Abrindo o app Configurações no Xiaomi
Abrindo o app “Configurações” no Xiaomi (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Acesse a opção “Sobre o telefone”

Toque na opção “Sobre o telefone” para acessar os detalhes gerais do dispositivo, incluindo as informações do ecossistema atual do HyperOS, interface do Android para dispositivos Xiaomi.

Toque em “Sobre o telefone” nas Configurações do celular para acessar as informações do dispositivo
Acessando a opção “Sobre o telefone” (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Toque no logotipo do HyperOS

Toque em cima do botão que exibe o nome HyperOS e o número da versão atual da interface para avançar.

Tela do Xiaomi com o menu HyperOS exibindo “Versão do Android” e outras informações do sistema
Abrindo o menu “HyperOS” do Xiaomi (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Baixe o pacote de software mais recente

Toque no ícone de três pontos, no canto superior direito, para abrir um novo menu de opções. Então, selecione “Baixar pacote mais recente” para atualizar o Android no dispositivo Xiaomi diretamente dos servidores.

Iniciando o download do pacote mais recente do software no Xiaomi HyperOS
Iniciando o download do pacote mais recente do software (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Para que serve a atualização de software do celular?

Manter o Android atualizado é como fazer um “check-up” digital no dispositivo, garantindo que ele funcione com eficiência e estabilidade. Estes são os principais motivos para realizar a atualização:

  • Reforço na segurança: adiciona correções contra vulnerabilidades, protegendo dados confidenciais contra malwares e brechas de segurança antes que invasores explorem o sistema;
  • Melhoria de desempenho: ganho de agilidade e fluidez, reduzindo o tempo de carregamento de aplicativos e tornando a navegação pela interface mais veloz;
  • Correção de bugs e falhas: elimina travamentos repentinos, encerramentos inesperados de aplicativos e falhas de armazenamento, devolvendo a estabilidade ao hardware;
  • Novas funções e visual: desbloqueia recursos inéditos diretamente na interface, como ferramentas de inteligência artificial, novos emojis e atalhos que facilitam a rotina;
  • Economia de bateria: otimiza o consumo de energia dos componentes, resultando em uma autonomia de carga muito mais eficiente ao longo do dia;
  • Compatibilidade do sistema: garante que o firmware funcione perfeitamente com os novos aplicativos da loja, evitando erros de incompatibilidade.

Tem como saber qual é a versão do meu Android? 

Sim, é possível descobrir a versão do Android pelo aplicativo de Configurações do smartphone. Basta encontrar a opção “Sobre o telefone” ou semelhante e tocar nela para acessar os dados gerais do dispositivo.

Dentro deste menu, pode ser necessário ir em “Informações do software” para ver o número exato da versão do Android. Essa seção técnica também revela detalhes importantes, como o número de compilação da interface e o nível do patch de segurança do hardware.

Vou perder meus dados se atualizar o Android? 

Não, as atualizações do Android são projetadas para preservar intactos todos os arquivos, fotos, aplicativos e contatos do usuário. Os pacotes de instalação modificam apenas os códigos de infraestrutura do firmware, sem interferir no armazenamento de dados.

A perda de arquivos só acontece em casos raríssimos, como interrupções bruscas de energia que corrompem o processo. Por segurança, o ideal é fazer um backup preventivo na nuvem antes de rodar a atualização para evitar imprevistos caso o sistema trave.

Por que não consigo atualizar o Android?

Existem alguns fatores que impedem a atualização do Android. Os mais comuns são:

  • Falta de armazenamento: o pacote de arquivos exige de 2 GB a 4 GB livres, sendo importante liberar espaço na memória do Android para que o download e a descompactação aconteçam;
  • Instabilidade na conexão de rede: oscilações no Wi-Fi ou uso de redes móveis podem corromper os arquivos, sem contar que o Modo Avião bloqueia o contato com os servidores;
  • Nível de bateria: o sistema interrompe o processo se a carga estiver abaixo de 50% e o dispositivo fora da tomada, uma segurança para evitar que o aparelho desligue no meio do upgrade;
  • Arquivos de cache corrompidos: o acúmulo de dados temporários inválidos no gerenciador de atualizações pode travar o download, exigindo uma limpeza desses dados ou o reinício do aparelho;
  • Conflitos em segundo plano: aplicativos rodando escondidos ou falhas temporárias no firmware podem paralisar a instalação, exigindo verificação manual nas configurações;
  • Fim do suporte oficial: aparelhos antigos deixam de receber atualizações oficiais dos fabricantes após alguns anos, o que significa que o hardware atingiu o limite do ciclo de vida útil.

Por que a atualização do Android não termina?

O congelamento da atualização geralmente ocorre devido a travas de segurança do sistema, acionadas quando algo interrompe o processo. Oscilações na rede Wi-Fi ou falhas na descompactação dos arquivos fazem o smartphone paralisar a instalação preventivamente para evitar danos ao firmware.

Além disso, o processo é pausado se a bateria cair abaixo de 50% ou se houver conflitos com aplicativos em segundo plano. Arquivos corrompidos e até o relógio desconfigurado fazem o hardware interpretar a falha como risco, interrompendo o upgrade por segurança.

É possível reverter uma atualização do Android?

Oficialmente, o processo de fazer downgrade do Android nativamente só é liberado para celulares da linha Google Pixel. Para os donos desses aparelhos, o retorno à versão anterior do software é feito pela própria plataforma oficial de testes da marca.

Já para outras fabricantes, reverter a atualização exige ferramentas complexas de terceiros para forçar a instalação de um firmware antigo. Por ser um procedimento técnico arriscado que apaga todos os dados e pode travar o aparelho, ele não é recomendado por especialistas.

Como atualizar o Android? Saiba fazer o update no Samsung, Motorola e Xiaomi

Saiba como manter o software do celular Android sempre atualizado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando as configurações do celular Samsung (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Entrando no menu "Atualização de software" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Tocando na opção "Baixar e instalar" atualização do Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Verificando as atualizações e baixando a versão mais recente do software (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando as configurações do celular Motorola (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o menu "Atualizações do sistema" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Tocando em "Verificação de atualizações" do Motorola (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Verificando se há atualizações do Android disponíveis ou se o software já está atualizado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o app "Configurações" no Xiaomi (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando a opção "Sobre o telefone" (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Abrindo o menu "HyperOS" do Xiaomi (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Iniciando o download do pacote mais recente do software (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos

17 de Junho de 2026, 10:44
Ilustração que representa a transferência de mídias do iCloud para o Google Fotos com uma ferramenta da própria Apple
É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Transferir mídias do iCloud para o Google Fotos é um processo de envio automatizado feito por meio do portal de privacidade da Apple. A ferramenta permite que o usuário solicite uma cópia da sua biblioteca, garantindo que todo o backup seja migrado com segurança para o serviço de destino.

O procedimento leva de 3 a 7 dias para ser concluído, gerando uma duplicata de todas as fotos e vídeos selecionados. Vale dizer que a exclusão manual dos conteúdos originais no iCloud ainda será necessária posteriormente, caso a intenção seja liberar espaço de armazenamento na conta Apple.

Como método alternativo, o usuário pode baixar os arquivos manualmente do iCloud para um computador e realizar o upload para o serviço do Google Fotos. No entanto, o método oficial automatizado é mais indicado para a transferência de amplas bibliotecas de mídia.

A seguir, veja o passo a passo para transferir fotos do iCloud para o Google Fotos.

1. Acesse o portal de privacidade da Apple

Use o navegador do celular ou computador para acessar o site oficial de dados e privacidade da Apple: privacy.apple.com. Então, faça login na sua Conta Apple para iniciar o uso da ferramenta nativa de migração de arquivos.

Tela do portal de Dados e Privacidade da Apple no iPhone, com opção de iniciar sessão na Conta Apple
Iniciando uma sessão na página de Dados e Privacidade da Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Solicite a transferência de uma cópia de dados

Navegue pela página até encontrar a seção “Transferir uma cópia dos seus dados”. Depois, toque em “Solicitar transferência” para iniciar a migração entre as plataformas.

Tocando em "Solicitar a transferência de uma cópia dos seus dados" na página de Dados e Privacidade da Apple
Tocando em “Solicitar a transferência de uma cópia dos seus dados” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Escolha o conteúdo que será exportado

Na área “Escolha o que você quer exportar”, selecione a opção “Fotos e vídeos do iCloud”. Em seguida, toque em “Próximo” para continuar o processo para transferir fotos do iCloud para o Google Fotos.

Selecionado a opção “Fotos e vídeos do iCloud” para exportar para o Google Fotos
Selecionado a opção “Fotos e vídeos do iCloud” para a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Defina o serviço de destino dos arquivos

Desça a página de privacidade, toque em “Selecionar destino” e escolha a opção do “Google Fotos” como o local para o envio do lote de mídias.

Mostrando a opção Google Fotos como destino na transferência de cópia de dados do iCloud
Escolhendo o Google Fotos como destino para cópia dos arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Marque as mídias que deseja transferir

Marque as caixas correspondentes aos formatos de mídia que você moverá do iCloud para o Google Fotos. Então, toque em “Continuar” para seguir com a organização do lote de transferência.

Marcando formatos de mídia para transferir do iCloud para o Google Fotos (Fotos e vídeos do iCloud)
Marcando quais formatos de mídias serão transferidos do iCloud para o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Revise os detalhes da exportação das mídias

Verifique os formatos de mídia que serão enviados do iCloud para o Google Fotos. Se estiver tudo certo, toque em “Continuar”.

Tela do portal de privacidade da Apple mostrando a exportação para Google Fotos e a opção “Continuar”
Revisando os detalhes da exportação de arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Conecte a Conta Google

Insira o e-mail e a senha da conta Google para qual você realizará a transferência das fotos ou vídeos do iCloud. Essa autenticação garante que o ecossistema receptor reconheça o usuário legítimo dos dados.

Fazendo login na conta Google que receberá a transferência iCloud para o Google Fotos
Fazendo login na conta Google que receberá a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Autorize a transferência dos arquivos para o Google Fotos

Após o login, marque a opção “Adicione à biblioteca do Google Fotos” para conceder a permissão para o sistema receber os novos arquivos. Em seguida, toque em “Continuar” para seguir com a migração.

Telas do login no Google para autorizar a integração do Apple Data and Privacy com o Google Fotos
Autorizando a interação entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Confirme a transferência entre o iCloud e o Google Fotos

Revise as informações da transferência, como o e-mail da conta Google de destino e o espaço de armazenamento necessário para receber o lote de arquivos. Se estiver tudo certo, toque em “Confirmar transferência” e aguarde a mensagem de confirmação.

Por fim, a Apple enviará um e-mail informando o prazo de conclusão da migração das fotos do iCloud para o Google Fotos. A marca também notifica o usuário quando o processo estiver completo.

Tela do portal de privacidade da Apple confirmando a transferência de fotos do iCloud para o Google Fotos (198 fotos)
Confirmando a transferência dos arquivos entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Existem outras maneiras de migrar fotos do iCloud para o Google Fotos

Além da ferramenta oficial da Apple, existem outras formas práticas para salvar fotos na nuvem no celular ou PC. Uma delas é utilizar o aplicativo do Google Drive diretamente no iPhone para realizar o backup manual e sincronizar os arquivos de mídia.

A outra opção é baixar fotos do iCloud no PC via navegador e, em seguida, fazer upload manual direto na plataforma do Google Fotos. Esse método oferece total controle ao usuário, permitindo selecionar e transferir pastas ou mídias específicas de um servidor para o outro.

O que acontece ao transferir fotos do iCloud para o Google Fotos?

A migração entre as nuvens da Apple e Google envolve regras automatizadas de processamento e armazenamento. Os principais pontos são:

  • Cópia de segurança intacta: o procedimento gera apenas uma duplicata dos arquivos no destino e não serve para liberar espaço no iCloud automaticamente, sendo necessário uma exclusão manual na conta Apple após o envio;
  • Janela de processamento e aviso: o ecossistema leva entre 3 a 7 dias para concluir a migração devido às checagens de segurança da ID Apple, que envia uma notificação por e-mail ao finalizar upload;
  • Conversão de formatos padrão: as mídias são transferidas em extensões universais (.jpg, .png e .mp4), mas imagens em formato RAW ou extensões proprietárias da Apple podem sofrer incompatibilidade e ficar de fora do lote;
  • Edições definitivas e perda de Live Photos: as modificações visuais feitas nas imagens tornam-se permanentes após a migração, enquanto as Live Photos perdem os metadados de movimento e se transformam em imagens estáticas;
  • Restrições de álbuns e organizações: álbuns inteligentes e compartilhados não são transferidos, os vídeos saem das pastas originais e recebem o prefixo “Cópia de” nos servidores do Google;
  • Duplicatas e limite de armazenamento: o sistema do Google elimina imagens idênticas para otimizar o espaço, mas o usuário deve respeitar o teto de 20 mil mídias por álbum e o limite do plano de armazenamento da conta Google.

Por que não consigo passar as fotos do iCloud para o Google Fotos?

Há alguns pontos que podem interferir na migração de fotos do iCloud para o Google Fotos. O motivo mais comum é a falta de autenticação de dois fatores ativa (2FA) na conta Apple ou o recurso iCloud Photos estar desabilitado.

Outro obstáculo frequente é o gargalo no armazenamento, já que o Google Fotos precisa de espaço suficiente para receber o lote de mídias. Caso novos arquivos entrem na fila após o início do processo, o sistema pode falhar por falta de limite.

Por fim, a incompatibilidade de formatos, como arquivos pesados em RAW ou mídias proprietárias da Apple, costuma causar rejeições nos servidores. Nesses casos, o ecossistema do Google barra a conversão automática, interrompendo a transferência de partes da biblioteca.

Posso cancelar a transferência de fotos do iCloud para o Google Fotos?

Sim, é possível interromper a migração diretamente pela página de Dados e Privacidade da Apple durante o prazo de transferência, que leva de 3 a 7 dias. Basta acessar a plataforma, verificar o status do envio dos arquivos e selecionar a opção para encerrar o procedimento.

Caso o cancelamento seja feito no meio do caminho, os dados já processados pelos servidores continuarão salvos no Google Fotos. A interrupção impede apenas o envio do restante do lote, exigindo a exclusão manual do conteúdo parcial se você desistir do processo.

Também posso migrar as fotos do Google Fotos para o iCloud?

Sim, é viável transferir fotos do Google Fotos para o iCloud utilizando ferramentas oficiais ou manuais. O caminho mais simples é o Google Takeout, que envia os arquivos em segundo plano diretamente para os servidores da Apple após a autenticação.

Para quem prefere uma curadoria detalhada, o método tradicional de download e upload via navegador confere total controle ao usuário. Enquanto o ecossistema automatizado agiliza o envio de amplas bibliotecas, o processo manual se destaca na seleção de mídias específicas de uma nuvem para a outra.

Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos

É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Iniciando uma sessão na página de Dados e Privacidade da Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Tocando em "Solicitar a transferência de uma cópia dos seus dados" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionado a opção "Fotos e vídeos do iCloud" para a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Escolhendo o Google Fotos como destino para cópia dos arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Marcando quais formatos de mídias serão transferidos do iCloud para o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Revisando os detalhes da exportação de arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Fazendo login na conta Google que receberá a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Autorizando a interação entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Confirmando a transferência dos arquivos entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como liberar espaço no iCloud? Veja 7 dicas para poupar armazenamento

16 de Junho de 2026, 11:40
Tela do iPhone mostrando o gerenciamento do armazenamento do iCloud, com “Fotos”, “Drive”, “Mensagens”, “Notas” e “Mail”
Saiba como otimizar o espaço no iCloud e garantir mais GB livres de espaço na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Liberar espaço no iCloud é um meio de remover dados desnecessários salvos nos servidores da Apple, recuperando capacidade para novos arquivos. Essa manutenção é essencial para evitar interrupção na sincronização do iPhone ou Mac, garantindo que os backups continuem ocorrendo com segurança.

Uma estratégia eficaz é gerenciar as mídias, deletando fotos e vídeos pesados que ocupam a maior parte da cota disponível. Também é recomendado excluir backups de dispositivos antigos ou desativar a sincronização automática de apps que não precisam de armazenamento na nuvem.

Outra opção é transferir arquivos importantes para uma pasta local no PC antes de removê-los do servidor, mantendo uma cópia física. É importante lembrar que é necessário esvaziar a pasta “Apagados Recentemente” após a limpeza para, de fato, liberar espaço na conta.

A seguir, conheça 7 práticas que ajudam a liberar espaço no iCloud.

1. Apague fotos e vídeos 

É possível apagar fotos e vídeos do iCloud de forma simples e rápida via navegador no iCloud.com ou pelo app Fotos do iPhone. Por conta do recurso de sincronização automática da Apple, qualquer imagem deletada some instantaneamente de todos os dispositivos conectados.

Ao fazer isso, os arquivos vão para a pasta “Apagados Recentemente”, onde continuam ocupando a cota de armazenamento por 30 dias. Para liberar espaço imediatamente, você deve abrir esse álbum e limpar o lixo permanentemente do servidor na nuvem.

Como as mídias são as grandes vilãs do armazenamento na nuvem, essa faxina reduz drasticamente o volume de dados. Cada arquivo removido recupera de 2 MB a 100 MB de memória, otimizando o espaço total disponível na hora.

Captura de tela do site iCloud mostra como excluir uma foto
O site iCloud.com permite acessar a Fototeca para excluir fotos e vídeos armazenados na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Baixe mídias do iCloud no PC 

Você pode baixar fotos e vídeos do iCloud para o computador utilizando o site iCloud.com, o sistema nativo do Mac ou o aplicativo para Windows. Esse processo cria uma cópia de segurança no HD, permitindo escolher arquivos em formatos de alta compatibilidade.

Contudo, fazer o download isolado não libera espaço na nuvem automaticamente, já que os originais continuam ocupando a cota de armazenamento. Após salvar os conteúdos em uma pasta local, você pode deletar as mídias salvas no serviço e esvaziar a pasta de itens apagados para recuperar essa memória.

A estratégia de transferir arquivos para o armazenamento físico reduz drasticamente o volume de dados consumidos pelo perfil da Apple. Além de garantir total controle sobre os registros, evita custos extras com assinaturas de planos de dados mais caros.

Tela do iCloud com 999 itens selecionados para baixar no armazenamento local (até 1.000 fotos)
É possível baixar até 1.000 fotos no iCloud para o armazenamento local (imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Migre fotos do iCloud para o Google Fotos 

A Apple oferece uma ferramenta nativa para mover fotos do iCloud para o Google Fotos diretamente entre os servidores das empresas. Feita por meio da página oficial da Maçã, a migração leva de três a sete dias e preserva a organização original dos álbuns diretamente na conta de destino.

Vale destacar que a transferência apenas duplica as mídias, sem liberar espaço de armazenamento na Apple automaticamente. Para recuperar a cota após a transferência completa, é necessário apagar manualmente os arquivos originais do iCloud e, depois, esvaziar a pasta de itens apagados.

Essa estratégia limpa os dados mais pesados dos servidores da Apple, transferindo o consumo de memória para o serviço do Google. O processo é ideal para quem deseja centralizar ou dividir os arquivos em uma plataforma diferente, equilibrando o uso de armazenamento na nuvem.

Ferramenta da Apple para transferir mídias do iCloud para o Google Fotos
É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Reprodução/9to5Mac)

4. Verifique outros itens salvos no iCloud

Ao acessar os ajustes do iPhone e tocar na barra de gerenciamento do iCloud, você visualiza o gráfico com tudo o que consome a memória na nuvem. Esse painel detalha o espaço ocupado por backups de aparelhos antigos, e-mails com anexos pesados e dados de aplicativos.

A exclusão desses arquivos secundários reduz o volume total de dados salvos nos servidores e otimiza a cota digital. Ao desativar o backup de apps dispensáveis e limpar o histórico de conversas de e-mails e mensageiros, você recupera espaço instantaneamente

Embora as mídias dominem o armazenamento, essa faxina em documentos e backups esquecidos alivia significativamente o limite da conta Apple. Para garantir a liberação imediata dessa memória oculta, lembre-se de sempre esvaziar a lixeira do iCloud.

Tela do iPhone mostrando o iCloud+ com a barra de “Armazenamento” e categorias que consomem espaço (Fotos, Drive, Senhas etc.)
O iCloud permite verificar quais tipos de arquivos ocupam mais espaço de armazenamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Gerencie as sincronizações com o iCloud

Para gerenciar as sincronizações com o iCloud, basta acessar os ajustes do iPhone e selecionar quais aplicativos podem enviar dados para a nuvem. Ao desativar o pareamento de apps pesados, como Mensagens e Fotos, os dados passam a ser armazenados apenas localmente no aparelho.

Essa estratégia de segmentação reduz o volume da conta digital ao impedir que conteúdos pesados sobrecarreguem o servidor remoto. Além de otimizar o espaço disponível imediatamente, você passa a ter um controle muito mais rígido sobre a privacidade digital.

Vale lembrar que apenas desligar a sincronização não apaga o que já foi salvo nos servidores da Apple. Para recuperar a memória ocupada, você precisa deletar manualmente os arquivos na nuvem e, depois, esvaziar a pasta de itens apagados.

Selecionar quais apps e arquivos serão sincronizados na nuvem ajuda a evitar dados desnecessários no iCloud
Selecionar quais arquivos serão sincronizados na nuvem ajuda a evitar dados desnecessários no iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Exclua ou diminua o backup na nuvem

Uma forma eficiente de reduzir o consumo na nuvem é acessar o ajuste do iPhone e entrar na área de gerenciamento de armazenamento. Para apagar um backup do iCloud de aparelhos antigos, basta selecionar o dispositivo desejado e confirmar a exclusão definitiva.

Outra opção para economizar espaço é diminuir o tamanho da cópia de segurança desmarcando apps pesados, como WhatsApp e Mensagens. Essa triagem impede que mídias redundantes sejam enviadas desnecessariamente para os servidores da Apple durante a rotina automática.

Essa faxina remove pacotes de dados obsoletos que costumam ocupar de 5 GB a 50 GB da conta digital de forma invisível. Ao eliminar esses arquivos pesados do servidor, a cota é liberada na hora, mantendo salvos apenas os dados essenciais.

Tela do iPhone em “Gerenciar armazenamento” mostrando backups no iCloud de um aparelho antigo para liberar espaço na nuvem
Apagar backups de aparelhos antigos da Apple ajuda a liberar armazenamento na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Apague o backup do WhatsApp no iCloud

Para excluir o backup do WhatsApp e recuperar espaço, acesse os ajustes do iPhone, toque no gerenciamento do iCloud e selecione o mensageiro da Meta. Depois, basta escolher a opção de apagar os dados salvos na nuvem e confirmar a remoção definitiva do pacote.

Essa ação elimina apenas a cópia de segurança remota nos servidores da Apple, mantendo o histórico de conversas e mídias intacto localmente no aparelho. Para evitar que o app volte a lotar a conta, lembre-se de desativar a chave de sincronização automática.

Como o acúmulo de arquivos do WhatsApp costuma ocupar de 1 GB a 10 GB de dados, a limpeza gera um alívio imediato no iCloud. Ao deletar esse conteúdo pesado do servidor, você recupera GB na hora para utilizar com documentos mais essenciais.

Telas do iPhone mostrando como apagar dados do WhatsApp no iCloud para ganhar espaço
Excluir o backup do WhatsApp no iCloud pode oferecer um amplo ganho de espaço (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que o iCloud fica cheio?

O iCloud lota rapidamente porque os servidores da Apple armazenam em massa fotos, vídeos e backups de todos os dispositivos do usuário. Como a empresa disponibiliza apenas uma franquia gratuita de 5 GB, esse limite é facilmente superado pela sincronização contínua.

Além disso, muitos usuários confundem o serviço com uma expansão da memória física do iPhone, quando ele é um espelho independente. Esse acúmulo de arquivos pesados e históricos de mensagens satura o plano básico, exigindo limpezas constantes ou a assinatura de mais espaço.

O que acontece se eu não liberar espaço no iCloud?

Quando a conta Apple atinge o limite máximo do iCloud, o ecossistema dos dispositivos pode enfrentar algumas consequências técnicas. As principais são:

  • Bloqueio de mídias e e-mails: o aplicativo Fotos suspende o upload de novas imagens e impede o acesso aos arquivos em múltiplos dispositivos, enquanto o iCloud Mail deixa de enviar ou receber mensagens nos servidores;
  • Fim das cópias de segurança: os backups automatizados do iPhone são interrompidos, deixando dados e arquivos desprotegidos contra perdas, furtos ou falhas de hardware;
  • Falha na sincronização nativa: apps como Notas, Lembretes e Contatos param de compartilhar atualizações entre as telas, gerando inconsistências no histórico dos aparelhos;
  • Interrupção no WhatsApp: o mensageiro perde a capacidade de salvar novos históricos de conversas na nuvem, impedindo a recuperação do chat se a pessoa trocar de dispositivo;
  • Paralisação do iCloud Drive: o envio de novos documentos e o compartilhamento de pastas ficam congelados na rede, impedindo o trabalho em arquivos colaborativos;
  • Risco de exclusão definitiva: caso a conta permaneça acima do teto estipulado, a Apple pode congelar o perfil e, após notificações, eliminar o excesso de dados armazenados.

Consigo ver o que está ocupando armazenamento no iCloud?

Sim, você pode monitorar o consumo do iCloud por meio de um gráfico intuitivo disponível nos ajustes do iPhone, no Mac ou no app para Windows. Esse painel exibe uma visão completa do armazenamento, listando no topo da tela os aplicativos e recursos que mais consomem espaço.

Ao navegar por essa lista, o usuário visualiza a divisão exata por categorias, como fotos, backups e mensagens. Clicar em cada um desses tópicos permite examinar os arquivos em detalhes, facilitando a identificação dos grandes vilões do espaço digital.

Posso comprar mais armazenamento no iCloud?

Sim, você pode expandir o espaço em nuvem migrando para o iCloud+, uma assinatura premium da Apple. O processo para comprar armazenamento no iPhone é feito direto nos ajustes, elevando a cota para fotos e backups e liberando recursos extras de segurança.

Essa expansão digital oferece planos que vão de 50 GB até 12 TB, com a vantagem de poder compartilhar o espaço com a família. Além do iPhone, a contratação pode ser feita pelo Mac, app para Windows ou navegador, e o upgrade do perfil com novo limite de memória é atualizado na hora.

Tem como aumentar o armazenamento do iCloud de graça?

Não existe um método para expandir o armazenamento do iCloud além dos 5 GB gratuitos padrão da Apple. A empresa adota uma política rígida, exigindo a assinatura do plano pago iCloud+ caso o usuário precise de mais espaço nos servidores remotos.

A única alternativa sem custos para contornar esse teto é realizar uma faxina digital rigorosa para otimizar a franquia existente. Isso inclui desativar o backup de apps secundários, deletar arquivos duplicados e esvaziar permanentemente a lixeira do sistema.

Como liberar espaço no iCloud? Veja 7 dicas para poupar armazenamento

Saiba como otimizar o espaço no iCloud e garantir mais GB livres de espaço na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Clicando na opção de lixeira do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Opção que permite baixar até 1.000 fotos no iCloud (imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O iCloud permite verificar quais tipos de arquivos ocupam mais espaço de armazenamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionar quais arquivos serão sincronizados na nuvem ajuda a evitar dados desnecessários no iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Apagar backups de aparelhos antigos da Apple ajuda a liberar armazenamento na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Excluir o backup do WhatsApp no iCloud pode oferecer um amplo ganho de espaço (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como ativar ou desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone

15 de Junho de 2026, 14:01
Tela de iPhone mostrando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” ativada, com configuração de exigência de adiamento de segurança
Saiba o passo a passo para proteger seu iPhone contra roubos (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A Proteção de Dispositivo Roubado é uma camada extra de segurança que impede acessos críticos ao iPhone, mesmo se o criminoso souber a senha do aparelho. O recurso exige autenticação biométrica via Face ID ou Touch ID para modificar configurações sensíveis, blindando os dados da vítima.

Para gerenciar a função, basta acessar os “Ajustes”, entrar em “Face ID e Código” e selecionar a opção “Proteção de Dispositivo Roubado”. Ao desativar o recurso, o sistema inicia um “Adiamento de segurança”, exigindo uma hora de espera para a alteração ser efetivada no dispositivo.

A seguir, veja o passo a passo para configurar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone.

Como ativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone

1. Acesse os “Ajustes” do iPhone

Abra o aplicativo “Ajustes” do iPhone para acessar as configurações do dispositivo e iniciar o processo de segurança.

Abrindo o app Ajustes no iPhone
Abrindo o app “Ajustes” no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Entre em “Face ID e Código”

Desça a tela de “Ajustes”, selecione o menu “Face ID e Código” ou “Touch ID e Código” e insira a senha numérica atual para ver as opções de proteção do dispositivo. 

Entrando no menu “Face ID e Código” para ver as configurações de segurança no iPhone
Entrando no menu “Face ID e Código” para ver as configurações de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o menu “Proteção de Dispositivo Roubado”

Encontre a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” e toque nela para abrir a tela para configurar o bloqueio de segurança do iPhone.

Selecionando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” no menu “Face ID e Código” do iPhone
Selecionando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Ative a “Proteção de Dispositivo Roubado”

Toque na chave ao lado da opção “Proteção de Dispositivo Roubado” e inicie a configuração para proteger o iPhone do roubo.

Importante: o recurso “Buscar” precisa estar habilitado para acionar a proteção contra roubo do iPhone.

Ativando a função “Proteção de Dispositivo Roubado” no iPhone, com o seletor ligado na tela “Proteção de Dispositivo Roubado”
Ativando a função “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Marque a opção “Sempre”

Selecione a opção “Sempre” para ativar o bloqueio de segurança do iPhone em qualquer localização geográfica. Com isso, o dispositivo sempre exigirá o uso do Face ID para o desbloqueio e acesso a configurações críticas da conta Apple ou sistema.

Marcando a opção “Sempre” na tela de Proteção de Dispositivo Roubado para iniciar o adiamento de segurança
Marcando a opção “Sempre” para o adiamento de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone 

1. Abra os “Ajustes” do iPhone

Acesse os “Ajustes” do iPhone para ver as opções do dispositivo.

Abrindo o app “Ajustes” do iPhone para acessar as configurações do dispositivo
Abrindo o “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse o “Face ID e Código”

Entre no menu “Face ID e Código” e digite a senha numérica do dispositivo para retornar às opções de proteção do iPhone.

Tocando em "Face ID e Código" para ver mais configurações
Tocando em “Face ID e Código” para ver mais configurações (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Toque em “Proteção de Dispositivo Roubado”

Toque na opção “Proteção de Dispositivo Roubado” para revisar as configurações de bloqueio de segurança do iPhone.

Acessando o menu “Proteção de Dispositivo Roubado” em “Face ID e Código” no iPhone
Acessando o menu “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Desative a chave de “Proteção de Dispositivo Roubado”

Toque na chave da opção “Proteção de Dispositivo Roubado” para desativar a ferramenta anti-ladrão do iPhone.

Tela do iPhone em “Proteção de Dispositivo Roubado”, mostrando a desativação do recurso
Desativando o recurso “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Inicie o “Adiamento de segurança”

Ao desativar a função, toque em “Iniciar Adiamento de Segurança” e em seguida “OK”. Então, aguarde uma hora e volte para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado.

Iniciando o “Adiamento de Segurança” para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone
Iniciando o “Adiamento de Segurança” para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Para que serve a Proteção de Dispositivo Roubado da Apple?

A Proteção de Dispositivo Roubado é uma camada extra de segurança que impede criminosos de assumirem o controle da conta Apple, mesmo que eles saibam a senha. O recurso blinda o sistema ao exigir obrigatoriamente o Face ID ou Touch ID para acessar funções críticas caso a pessoa tenha o celular roubado.

A ferramenta entra em ação em qualquer localização, ativando um atraso de segurança de uma hora para operações sensíveis, como alterar a senha do ID Apple. Esse intervalo de tempo é crucial para a vítima reagir, rastrear o aparelho pelo aplicativo Buscar e bloquear o acesso a cartões e senhas salvas nas chaves do aparelho.

O que acontece quando roubam um iPhone com a proteção ativada? 

O recurso de proteção do celular da Apple ativa travas e barreiras que impedem o controle do iPhone, mesmo se o criminoso tiver a senha numérica.

  • Bloqueio biométrico obrigatório: o sistema exige exclusivamente o Face ID ou Touch ID para acessar senhas, cartões salvos e funções críticas, anulando o uso do código numérico;
  • Barreira contra acessos remotos: o recurso impede que criminosos alterem as configurações de segurança da conta da Apple pelo navegador web, blindando o ecossistema da vítima;
  • Atraso de segurança inteligente: a proteção do celular ativa uma espera de uma hora para autorizar modificações sensíveis, como a troca da senha do ID Apple ou o cadastro de uma nova biometria;
  • Tempo hábil para reação: esse intervalo forçado de 60 minutos neutraliza a ação rápida dos bandidos, dando tempo para a vítima bloquear o dispositivo pelo aplicativo Buscar ou via iCloud.

Quais modelos de iPhone têm Proteção de Dispositivo Roubado? 

A Proteção de Dispositivo Roubado está disponível para todos os iPhones compatíveis com o iOS 17.3 ou versões superiores do sistema. O recurso abrange desde as linhas iPhone 11 até os modelos mais atuais, incluindo também as versões SE de 2ª e 3ª geração.

Para ativar a camada extra de defesa, basta manter o software do aparelho atualizado nas configurações básicas. Para atualizar o iOS, basta abrir o “Ajustes”, selecionar a opção “Geral” e acessar o menu “Atualização de software”.

Como ativar ou desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone

Saiba o passo a passo para proteger seu iPhone contra roubos (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Abrindo o app "Ajustes" no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Entrando no menu "Face ID e Código" para ver as configurações de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a opção "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando a função "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Marcando a opção "Sempre" para o adiamento de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o "Ajustes" do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Tocando em "Face ID e Código" para ver mais configurações (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Desativando o recurso "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Iniciando o "Adiamento de Segurança" para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Galaxy S25 FE recebe 46% OFF no Mercado Livre com cupom

15 de Junho de 2026, 11:44

Oferta encerrada 🙁
10% OFF NA PáGINA R$ 2.416,10  Mercado Livre
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O Galaxy S25 FE (128 GB) entrou em oferta por R$ 2.416,10 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF na página do produto no Mercado Livre. O smartphone intermediário da Samsung com tela AMOLED e Galaxy AI, lançado por R$ 4.499, fica 46% mais barato nesta promoção.

Galaxy S25 FE tem tela Full HD+, câmera que filma em 8K e suporte do Android até 2032

Galaxy S25 FE segurado por uma mão com a tela pra cima e mostrando a home page do Tecnoblog.
Galaxy S25 FE traz tela AMOLED de 120 Hz com brilho máximo de 1.900 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy S25 FE se destaca pela ampla tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. O painel ainda atua com o recurso HDR10+, aprimorando as imagens, e brilho máximo de 1.900 nits.

O telefone é equipado com uma câmera tripla traseira liderada por um sensor principal de 50 MP, podendo gravar vídeos em até 8K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Enquanto isso, a câmera frontal de 12 MP pode ser utilizada para selfies detalhadas e vídeos em 4K.

Ideal para tarefas básicas e com suporte ao Galaxy AI, o Galaxy S25 FE utiliza o chip Samsung Exynos 2400 e 8 GB de RAM. Contudo, o modelo em oferta tem apenas 128 GB de armazenamento para mídias, apps e outros arquivos, além de não trazer entrada para cartão microSD para estender a memória.

Uma mão segura um smartphone Galaxy S25 FE cinza e preto. O aparelho é exibido de perfil, mostrando o acabamento metálico e o módulo de câmera com três lentes circulares alinhadas verticalmente no canto superior. O flash está localizado ao lado das lentes. O fundo é desfocado, mostrando pessoas e um piso azul. No canto inferior direito, o logotipo "tecnoblog" está em branco.
Samsung Galaxy S25 FE tem câmera tripla traseira com sensor principal de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O celular intermediário da Samsung tem conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Já na parte de software, ele vem de fábrica com o Android 15 e, segundo a marca, receberá atualizações do sistema operacional até 2032.

No quesito energia, o telefone adota uma bateria de 4.900 mAh com autonomia de até 28 horas de reprodução de vídeo. O carregamento rápido de 25 W permite que o dispositivo vá de 0 a 65% em somente 30 minutos na tomada.

Com um charme premium, o Galaxy S25 FE (R$ 2.416,10 no Pix com o cupom de 10% OFF) possui estrutura de alumínio e traseira de vidro com Gorilla Glass Victus+. Ele ainda conta com certificação IP68 de resistência à água, protegendo o aparelho em mergulhos acidentais de até 1,5 metro por até 30 minutos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S25 FE recebe 46% OFF no Mercado Livre com cupom

Samsung Galaxy S25 FE (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Samsung Galaxy S25 FE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é True Tone? Entenda a tecnologia usada nas telas de aparelhos da Apple

12 de Junho de 2026, 16:17
Mão segurando o iPhone 17e
Descubra como funciona os sensores que ajustam a temperatura de cor e brilho das telas dos dispositivos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O True Tone é uma tecnologia exclusiva da Apple que ajusta instantaneamente a temperatura de cor e o brilho da tela conforme o ambiente. Disponível em modelos recentes de iPhone e iPad, o recurso torna a experiência visual mais natural e reduz o esforço ocular.

O sistema funciona com sensores que analisam a iluminação ao redor, enviando dados para o processador calibrar o balanço de branco do display. Esse ajuste dinâmico alterna entre tons quentes ou frios de forma imperceptível, mantendo a fidelidade visual diante das variações de luz.

O recurso é recomendado para atividades do dia a dia, como leitura e navegação, priorizando o conforto em longos períodos de uso. Por outro lado, ele deve ser desativado durante tarefas profissionais que exigem precisão absoluta, como edição de fotos, vídeos e design gráfico.

A seguir, saiba mais sobre a tecnologia True Tune, seu funcionamento detalhado e quais dispositivos da Apple contam com essa função.

O que é True Tone?

True Tone é uma tecnologia da Apple que utiliza sensores de luminosidade para ajustar automaticamente a temperatura de cor e o brilho com base na luz do ambiente. Simulando o reflexo de uma folha de papel, o recurso deixa as imagens mais naturais e reduz o cansaço visual do usuário.

O que significa True Tone?

O termo “True Tone” foi criado pela Apple em 2016 para batizar a tecnologia de tela com a capacidade de exibir cores autênticas. A palavra “True” se refere à fidelidade e ao aspecto natural das imagens, enquanto o “Tone” remete ao tom de cor e ao balanço de branco.

A inspiração veio do comportamento das páginas impressas, que refletem a iluminação do ambiente sem distorcer as tonalidades. Durante o anúncio da tecnologia, a marca destacou que os sensores imitam essa dinâmica ao rastrear a temperatura de cor ao redor.

Duas telas comparando o ajuste do True Tone: tons mais frios à esquerda e mais quentes à direita conforme a iluminação
O True Tone ajusta os tons da tela de acordo com a iluminação ao redor (imagem: Reprodução/Apple)

Para que serve o True Tone?

O True Tone torna a leitura em telas mais confortável ao adaptar o brilho e a temperatura de cor da tela à luz ambiente. Ao suavizar o display de forma dinâmica, o recurso reduz o cansaço dos olhos causado pelo excesso de luz azul.

Essa tecnologia equilibra tons quentes e frios para simular o comportamento de uma folha de papel sob diferentes iluminações. O resultado é uma experiência visual mais natural para o usuário durante longas sessões de leitura e consumo de mídia.

Como funciona o True Tone

O funcionamento do True Tone no iPhone acontece em tempo real por meio de sensores de luz ambiente de quatro canais embutidos no aparelho. Esse conjunto analisa instantaneamente a iluminação ao redor, medindo tanto a intensidade do brilho quanto a temperatura de cor.

Os dados coletados são enviados ao processador, que recalcula e ajusta o balanço de branco do display a cada 30 milissegundos. Esse processamento dinâmico calibra a tela de forma imperceptível para o usuário, acompanhando qualquer mudança de luz.

Na prática, sob lâmpadas quentes de uma sala, a tela reduz a luz azul e assume tons mais amarelados. Já em ambientes abertos com luz do dia, o sistema adota tons mais frios para manter a fidelidade cromática.

Essa engenharia faz com que a tela Retina Display se comporte exatamente como uma folha de papel impresso sob qualquer iluminação. O resultado é uma visualização sempre natural que elimina o estresse visual causado por contrastes agressivos de luz.

Imagem mostra um iPhone 15 Pro Max sendo segurado em uma mão, exibindo um artigo do "Tecnoblog" sobre o lançamento do iPhone 15 e 15 Pro com USB-C. A tela do celular mostra a manchete "Apple lança iPhone 15 e 15 Pro com USB-C e dá adeus ao conector Lightning". Ao fundo, desfocado, observa-se uma multidão de pessoas em um ambiente interno com iluminação clara e paredes brancas. Outros smartphones são visíveis nas mãos de algumas pessoas na multidão.
O iPhone conta com sensores de luz ambiente que analisam a iluminação em volta para ajustar o balanço de branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Preciso ativar o True Tone?

Não é preciso ativar o True Tone, pois o recurso vem habilitado por padrão de fábrica nos dispositivos da Apple. O usuário é apresentado à tecnologia na configuração inicial do aparelho, sem a necessidade de qualquer ação manual imediata.

Caso a pessoa prefira o comportamento padrão do display, a função pode ser desativada ou reativada a qualquer momento. No iPhone ou iPad, basta acessar os ajustes do sistema, tocar na opção “Tela e Brilho” e alternar a chave seletora.

O True Tone gasta muita energia?

O True Tone não exige muita energia, apresentando um impacto na bateria de apenas 2% a 3% do consumo total do aparelho. Desativar o recurso gera um ganho de autonomia tão pequeno que chega a ser imperceptível na rotina diária de uso.

Esse gasto mínimo ocorre porque os sensores de luz e o algoritmo de ajuste são extremamente otimizados. Além disso, a tecnologia economiza energia em locais escuros ao reduzir o brilho da tela, compensando o processamento do balanço de branco.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O True Tone é recurso que vem ativado de fábrica, gastando pouca energia no seu funcionamento (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quais dispositivos são compatíveis com o True Tone?

O True Tone está presente na maior parte das telas modernas da Apple. Veja a lista de aparelhos compatíveis com a tecnologia:

  • iPhones: linhas iPhone 8 e posteriores (incluindo modelos Pro e Pro Max), além do iPhone SE (a partir da 2ª geração);
  • iPads: modelos padrão (9ª geração em diante), iPad mini (5ª geração em diante), iPad Air (3ª geração em diante) e todas as versões do iPad Pro;
  • Macs: notebooks MacBook Pro e MacBook Air lançados a partir de 2018, além dos computadores all-in-one iMac a partir do modelo de 2020;
  • Monitores: telas profissionais e dedicadas da marca, incluindo os modelos Apple Studio Display e Apple Pro Display XDR.

Existe True Tone para Android?

Não, o True Tone é uma tecnologia proprietária da Apple e exclusiva dos aparelhos da Maçã. Apesar disso, o ecossistema Android traz recursos semelhantes de marcas concorrentes que operam sob o mesmo princípio de adaptação ao ambiente.

Assim, os smartphones utilizam funções nativas como o Adaptive Tone do Google Pixel e o Adaptive Color Tone do Samsung Galaxy. Essas ferramentas usam os sensores para equilibrar o balanço de branco e ajustar os tons da tela de forma automática à iluminação ao redor.

iPad Mini em quatro cores: azul, roxo, estelar e cinza espacial
iPad Mini e outros modelos de tablets da Apple também contam com o recurso True Tone (imagem: divulgação/Apple)

Em quais casos o True Tone é indicado?

O True Tone é ideal para o uso cotidiano, priorizando o conforto visual em diferentes cenários de iluminação. Estas são algumas situações em que o recurso se torna um aliado:

  • Leitura e maratona de vídeos: reduz o cansaço visual ao suavizar o contraste da tela e as cores naturalmente durante o consumo prolongado de e-books, artigos ou vídeos;
  • Transição entre ambientes: ideal para quem se desloca constantemente, adaptando o display instantaneamente ao sair de um local fechado com lâmpadas quentes para um ambiente aberto sob a luz do dia;
  • Uso sob a luz solar: eleva a legibilidade ao ar livre, ajustando o balanço de branco para tons mais frios para combater reflexos e garantir nitidez da tela mesmo em locais abertos;
  • Escritórios com luz fluorescente: evita que o display exiba uma aparência excessivamente azulada ou opaca sob as lâmpadas frias de ambientes corporativos, mantendo uma neutralidade agradável;
  • Navegação noturna: minimiza a fadiga em locais escuros ao adotar tons mais quentes, diminuindo a emissão de luz azul que costuma prejudicar a qualidade do sono do usuário;
  • Redes sociais e uso casual: garante cores consistentes e realistas para usuários não profissionais durante a rolagem do feed, tornando a navegação diária muito mais confortável e fluida.

Quando devo evitar usar o True Tone?

O True Tone deve ser desativado em atividades que exigem precisão absoluta de cores. Alguns exemplos são:

  • Edição de fotos e vídeos: a alteração automática na temperatura de cor distorce as tonalidades originais da imagem, prejudicando a exatidão necessária para o tratamento profissional de arquivos;
  • Design gráfico e identidade visual: criar logotipos e materiais de marcas exige fidelidade cromática absoluta, algo que é afetado pelas compensações e calibrações dinâmicas que o recurso aplica na tela;
  • Desenvolvimento de interfaces (UI/UX): programadores e designers precisam visualizar aplicativos e sites exatamente como foram codificados, sem filtros de tela que mascarem a real aparência do software;
  • Trabalhos de color grading: a etapa de finalização de cores no cinema e no audiovisual exige um monitor de referência estático, totalmente livre de correções automáticas de iluminação;
  • Jogos de alta dinâmica (HDR): games de alto contraste dependem das cores vibrantes originais planejadas pelos desenvolvedores, que podem parecer lavadas ou opacas com o recurso ativado;
  • Análise de imagens médicas: profissionais de saúde que avaliam exames digitais, como tomografias e raios-X, necessitam da imagem bruta e sem filtros para evitar qualquer erro de diagnóstico.
Pessoa usando um MacBook em um ambiente de edição profissional, trabalhando em cores e imagens na tela
Os MacBooks e monitores da Apple também possuem o recurso True Tone, no entanto, é recomendado que ele seja desativado em trabalhos de edição profissional (imagem: Reprodução/Apple)

Qual é a diferença entre True Tone e Night Shift?

O True Tone é uma tecnologia dinâmica que utiliza sensores para ajustar, em tempo real, o balanço de branco e o brilho da tela à iluminação ao redor. O objetivo é fazer a tela parecer uma folha de papel, mantendo as cores naturais em qualquer ambiente.

O Night Shift é um recurso programável que aplica um filtro estático para mudar os tons da tela para cores mais quentes e amareladas ao anoitecer. Ativado por horário ou no pôr do sol, ele visa reduzir a luz azul para melhorar a qualidade do sono.

O que é True Tone? Entenda a tecnologia usada nas telas de aparelhos da Apple

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O True Tone ajusta os tons da tela de acordo com a iluminação ao redor (imagem: Reprodução/Apple)

Tela iPhone 15 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPad Mini é vendido em quatro cores: azul, roxo, estelar e cinza espacial (imagem: divulgação/Apple)

Galaxy Tab S11 5G (256 GB) atinge menor preço do ano com 25% OFF na Amazon

12 de Junho de 2026, 15:47

Prós
  • Tela AMOLED Dinâmica 2x de 11″
  • Conectividade 5G
  • Bateria de 8.400 mAh
  • DeX com Modo Estendido
  • Inclui nova e capa-teclado
Contras
  • Carregador na caixa não é de 45 W
  • Sem conectividade a NFC
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S11 5G (256 GB) está disponível por R$ 5.631,12 no Pix usando o cupom GOLACO300 na Amazon. O tablet premium da Samsung com Galaxy AI e tela AMOLED, lançado por R$ 7.499, ficou 25% mais barato nesta oferta.

Galaxy Tab S11 5G tem tela de 120 Hz, suporte a redes móveis e ampla bateria

Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy Tab S11 5G tem ampla tela AMOLED de 11 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Com uma ampla área de trabalho, o Galaxy Tab S11 5G tem tela AMOLED Dinâmico 2X de 11 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz. O painel com resolução 2560×1600 pixels, brilho máximo de 1.600 nits e recurso HDR10+ promete reproduzir com grande nível de detalhes.

Seguindo o padrão da linha, o tablet inclui a nova versão da caneta S Pen com recursos do Galaxy AI na caixa. Além de ajudar a realizar anotações ou desenhos manuais, o acessório permite acionar a IA para agilizar pesquisas ou solucionar problemas matemáticos em tela.

Outro atrativo do Galaxy Tab S11 5G é o suporte a redes móveis via chip SIM ou eSIM, ideal para quem precisar estar sempre conectado sem depender de rede Wi-Fi. Além disso, o modelo também conta com conexões Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.4.

Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy Tab S11 inclui a nova S Pen e capa com teclado na caixa (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Focado em alto desempenho e IA, o tablet premium da Samsung é equipado com o chipset MediaTek Dimensity 9400 combinado com 12 GB de RAM. Ele também tem 256 GB de armazenamento interno, mas a memória pode ser expandida para até 2 TB utilizando cartão MicroSD.

Para otimizar a produtividade, o recurso Samsung Dex oferece uma experiência de desktop ao conectar o aparelho a um monitor. O modelo ainda conta com uma câmera frontal de 12 MP, ideal para realizar videochamadas ou gravar vídeos em 4K.

Facilitando o transporte em bolsas e mochilas, o Galaxy Tab S11 5G (R$ 5.631,12 no Pix com o cupom GOLACO300) tem um design premium com corpo em Armor Alumínio e 5,5 mm de espessura. Já a bateria de 8.400 mAh garante autonomia de até 18 horas de reprodução de vídeo.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S11 5G (256 GB) atinge menor preço do ano com 25% OFF na Amazon

Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é um mainframe? Veja exemplos de uso de um computador de grande porte

11 de Junho de 2026, 18:07
ilustração sobre mainframe
Entenda a importância do Mainframe para o funcionamento de diversas tecnologias do nosso dia a dia (imagem: Reprodução/In Com)

Um mainframe é um computador de alto desempenho capaz de processar volumes massivos de dados e transações de forma contínua e segura. Essas máquinas atuam como o núcleo operacional de grandes organizações, garantindo que sistemas vitais operem sem interrupções.

Sua arquitetura robusta se destaca pela alta disponibilidade e por um subsistema de entrada e saída potente, agilizando a transferência de informações. Além disso, a virtualização avançada permite que uma única máquina física execute múltiplos sistemas operacionais isolados simultaneamente.

Entre suas vantagens, o mainframe oferece ampla tolerância a falhas, utilizando componentes que mantêm a operação estável sob pane. Já a segurança nativa centralizada protege ecossistemas complexos de dados, garantindo uma vida útil excepcional que pode durar décadas.

A seguir, entenda melhor o conceito de mainframe, suas aplicações e funcionamento detalhado. Também conheça os pontos fortes e fracos desta tecnologia.

O que é um mainframe?

Um mainframe é um computador de altíssimo desempenho, projetado para processar volumes massivos de dados e transações continuamente com máxima segurança. Essencial para bancos e governos, essa máquina foca na total disponibilidade do sistema, operando cargas de trabalho críticas onde qualquer segundo de interrupção seria fatal.

Para que serve um mainframe?

Um mainframe serve como o núcleo operacional de grandes organizações, processando bilhões de transações com máxima segurança e estabilidade. Sua engenharia é feita para garantir que sistemas vitais nunca saiam do ar, oferecendo resiliência total contra falhas de hardware.

Na prática, ele sustenta os bastidores de bancos, seguradoras e companhias aéreas ao gerenciar bancos de dados massivos e cruzar informações simultâneas em tempo real. É a máquina definitiva para rodar aplicações de missão crítica, como folhas de pagamentos complexas e censos governamentais.

Mainframes em sala de servidores, ocupando grande espaço e exigindo refrigeração especial
Mainframes costumam ocupar uma grande espaço físico e exige refrigeração especial (imagem: Reprodução/IDC)

Como funciona um mainframe?

Um mainframe opera um ecossistema hiperconectado, desenhado para mover volumes massivos de dados simultaneamente. Sua arquitetura prioriza a vazão de informações (throughput), utilizando canais de altíssima velocidade para evitar qualquer gargalo no sistema.

Isso ocorre por meio de uma divisão de trabalho: enquanto os processadores centrais cuidam das regras de negócio, chips auxiliares assumem as tarefas secundárias. Esse subsistema de entrada e saída (I/O) alivia a CPU principal, garantindo eficiência máxima mesmo sob estresse.

A mágica desse pilar da tecnologia da informação acontece via virtualização, que divide a máquina em múltiplos sistemas operacionais isolados. Essa engenharia permite rodar milhares de cargas de trabalho diferentes ao mesmo tempo, com total segurança e sem interferência mútua.

Para fechar, o mainframe atua com redundância extrema de hardware, trazendo peças reservas integradas que assumem o controle instantaneamente em caso de pane. Se um componente falhar, outro entra em ação de forma invisível, garantindo o funcionamento contínuo.

O funcionamento de um mainframe pode ser dividido em quatro etapas: processadores, E/S, virtualização e redundância/confiabilidade
O funcionamento de um mainframe pode ser dividido em quatro etapas (imagem: Nano Banana)

Quais são as características de um mainframe?

Os mainframes combinam poder bruto e resiliência incomparável para sustentar ecossistemas corporativos. Suas características fundamentais são:

  • Alta disponibilidade e vazão: são desenhados para processar fluxos massivos de dados sem interrupções, operando continuamente com um tempo de atividade (uptime) que beira a perfeição;
  • Subsistema de I/O superpotentes: possuem uma capacidade extrema de entrada e saída (I/O), agilizando a transferência de dados entre discos e redes sem sobrecarregar o processador principal;
  • Virtualização avançada: uma única máquina física consegue rodar múltiplos sistemas operacionais isolados simultaneamente, otimizando o uso de hardware com total segurança e gerenciamento remoto;
  • Escala monumental e alto investimento: são equipamentos de grande porte físico e custo elevado, cujo valor se justifica pela robustez necessária para centralizar operações de multinacionais;
  • Foco em missões críticas: sua estrutura é dedicada exclusivamente a tarefas vitais de altíssima complexidade, como o processamento de transações bancárias globais e grandes censos governamentais.

Quais são os exemplos de uso de um mainframe?

Os mainframes são os motores invisíveis que sustentam os serviços mais essenciais do nosso cotidiano. Alguns deles são:

  • Operações bancárias e cartões: processam instantaneamente saques, transferências e compras com cartão de crédito, gerenciando com segurança bilhões de contas correntes simultâneas;
  • Recursos humanos: gerenciam bancos de dados massivos de multinacionais, rodando grandes folhas de pagamentos de colaboradores e prestadores de serviços;
  • Sistemas de ERP e logística: coordenam o planejamento de recursos empresariais (ERP) e o controle de estoques de indústrias, garantindo a eficiência de cadeias globais de suprimentos;
  • Mercado de seguros e saúde: centralizam o controle de milhões de apólices ativas e realizam o cruzamento de dados para a análise e liberação de sinistros complexos sem margem para erros;
  • Reservas e passagens aéreas: sustentam as plataformas mundiais de aviação, cruzando dados de assentos, rotas e conexões em tempo real sem permitir que o sistema caia;
  • Registros e dados governamentais: atuam como o cérebro do setor público, processando com segurança censos demográficos, cadastros nacionais de eleitores e a arrecadação de impostos;
  • Análise de dados e IA corporativas: processam volumes massivos de informações em tempo real, aplicando algoritmos de inteligência artificial direto no fluxo de transações.
Os mainframes são utilizados para processo massivo de transações em bancos (imagem: Reprodução/ACM)

Quais são as vantagens de um mainframe?

Estes são os pontos fortes de um mainframe:

  • Tolerância a falhas e alta disponibilidade: possuem componentes redundantes que assumem a operação instantaneamente em caso de pane, reduzindo o tempo de inatividade (downtime) a praticamente zero;
  • Segurança nativa e controle centralizado: oferecem blindagem máxima de dados para cumprir normas de conformidade rigorosas, unificando a gestão de grandes volumes de informações em um único ecossistema seguro;
  • Vazão massiva de dados (throughput): contam com canais de entrada e saída (I/O) ultraeficientes que movem oceanos de informações simultaneamente, evitando gargalos ao processar bilhões de transações;
  • Virtualização avançada e escalabilidade: conseguem rodar múltiplos sistemas operacionais isolados na mesma máquina, ampliando o poder de processamento sob demanda sem a necessidade de alterar a infraestrutura física;
  • Compatibilidade retroativa e longevidade: garantem o retorno do investimento por décadas ao rodar sistemas modernos e programas antigos (legados) lado a lado, sem exigir o descarte de códigos históricos.

Quais são as desvantagens de um mainframe?

Estes são os pontos fracos de um mainframe:

  • Custos elevados e infraestrutura exigente: o investimento inicial em hardware e licenças é altíssimo, somado a despesas permanentes com salas climatizadas, refrigeração especial e alto consumo de energia;
  • Escassez de mão de obra qualificada: encontrar profissionais que dominem essas plataformas é um desafio crítico no mercado de TI, inflacionando os salários e exigindo treinamentos caros de nicho;
  • Fidelização forçada (Vendor lock-in): o mercado global é concentrado nas mãos de pouquíssimas fabricantes, prendendo as empresas a ecossistemas fechados e a contratos de manutenção altamente rígidos;
  • Menor agilidade para inovações rápidas: por serem focados em estabilidade extrema, eles são menos flexíveis e demoram mais para se adaptar ao desenvolvimento rápido e ferramentas modernas;
  • Modernização complexa e sistemas legados: atualizar a estrutura é um processo lento e arriscado, pois muitas organizações ficam presas a códigos antigos (legados) difíceis de migrar para a nuvem.
Técnico observa servidores de mainframe em um data center, mostrando a importância de mão de obra qualificada
Os mainframes são uma peça importante para grandes organizações, mas exigem uma mão de obra qualificada (imagem: Reprodução/IBM)

Qual é a diferença entre mainframe e supercomputador?

O mainframe é uma máquina corporativa projetada para equilibrar confiabilidade e alta vazão de dados, permitindo que milhares de usuários executem transações simultâneas. O foco está em processar volumes massivos de operações comerciais diárias com segurança e sem interrupções.

O supercomputador é uma máquina de poder bruto focada em velocidade de cálculo puro para resolver equações matemáticas e problemas científicos altamente complexos. Em vez de gerenciar múltiplos usuários, ele canaliza toda a capacidade para rodar uma única tarefa de alta complexidade o mais rápido possível.

Qual é a diferença entre mainframe e servidor?

O mainframe é um grande computador corporativo especializado em processar volumes massivos de transações simultâneas com máxima segurança e confiabilidade. Sua arquitetura oferece uma vazão de dados e uma tolerância a falhas incomparáveis, sustentando operações de missão crítica que não podem parar.

O servidor é uma máquina modular e de uso mais geral que fornece dados, aplicativos ou serviços para computadores conectados em rede. Funcionando de maneira distribuída, eles são altamente flexíveis e fáceis de escalar, sendo ideais para demandas cotidianas de conectividade de qualquer empresa.

O que é um mainframe? Veja exemplos de uso de um computador de grande porte

Entenda a importância do Mainframe para o funcionamento de diversas tecnologias do nosso dia a dia (imagem: Reprodução/In Com)

Mainframes costuma ocupar uma grande espaço físico e exige refrigeração especial (imagem: Reprodução/IDC)

O funcionamento de um mainframe pode ser dividido em quatro etapas (imagem: Nano Banana)

Os mainframes são utilizados para processo massivo de transações em bancos (imagem: Reprodução/ACM)

Os mainframes são uma peça importante para grandes organizações, mas exigem uma mão de obra qualificada (imagem: Reprodução/IBM)

Motorola Signature (512 GB) fica 45% mais barato com cupom no Mercado Livre

11 de Junho de 2026, 15:21

Oferta encerrada 🙁
R$ 3.000 OFF NA PáGINA R$ 4.922,18  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Signature (512 GB) está disponível por R$ 4.922,42 no Pix utilizando o cupom de R$ 3.000 OFF na página do produto no Mercado Livre. Lançado em março por R$ 8.999, o smartphone ultra-premium da Motorola com câmera de 50 MP e tela AMOLED fica próximo da metade do preço nesta oferta “Achou, correu!”.

Motorola Signature tem chip premium, tela de 165 Hz e câmeras de 50 MP que filmam em 8K

Focado em alto desempenho, o Motorola Signature usa o chipset premium Snapdragon 8 Gen 5 combinado com até 24 GB de RAM via RAM Boost. Já os 512 GB de armazenamento interno garantem bastante espaço para salvar fotos, vídeos, documentos, aplicativos e outros arquivos.

O telefone traz uma ampla tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas com resolução Super HD 1.5K e uma incrível taxa de atualização de 165 Hz. O painel com brilho máximo de 6.200 nits ainda conta com os recursos Dolby Vision e HDR10+, aprimorando a qualidade da imagem.

O Motorola Signature adota uma câmera tripla traseira com todos os sensores de 50 MP, podendo gravar vídeos em até 8K e capturar fotos com zoom híbrido de 100x. A câmera frontal também possui 50 MP, garantindo selfies detalhadas com o recurso de Foco Automático.

Motorola Signature mostrando a home do Tecnoblog
Motorola Signature tem uma ampla tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas com taxa de atualização de 165 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O smartphone ultra-premium da Motorola conta com uma bateria de silício-carbono de 5.200 mAh, entregando até 39 horas de uso moderado. Outro destaque é o carregamento rápido de até 90 W, que permite atingir até 50% em somente 15 minutos na tomada.

Na parte de software, o telefone vem de fábrica com o Android 16 e deve receber ao menos 7 grandes atualizações do sistema operacional. O modelo ainda oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra WideBand (UWB) e NFC para ações por aproximação.

Fechando o pacote, o Motorola Signature (R$ 4.922,42 no Pix com o cupom de R$ 3.000 OFF) tem estrutura de alumínio e acabamento traseiro em silicone imitando sarja ou linho. O aparelho é bem reforçado com a certificação IP68/IP69 de resistência à poeira e água, enquanto a certificação militar MIL-STD-810H oferece proteção de quedas e condições extremas.

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Motorola Signature (512 GB) fica 45% mais barato com cupom no Mercado Livre

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Motorola Signature com tela AMOLED, câmeras de 50 MP e ampla bateria fica próximo da metade do preço com cupom e pagamento via Pix

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Nano Banana: o que é e como funciona a IA de imagens do Google

11 de Junho de 2026, 10:21
Ilustração mostra o logo do Google ao centro, uma letra G gradiente em tons vermelho, amarelo, verde e azul, e um fundo amarelo com bananas. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Nano Banana é um modelo de IA que facilita a edição de imagens (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Nano Banana é o modelo de inteligência artificial generativa do Google, voltado para a criação e edição avançada de imagens. Integrada ao ecossistema do Gemini, essa ferramenta permite realizar ajustes complexos em arquivos por meio de comandos de texto intuitivos.

O funcionamento se baseia no processamento de pedidos em linguagem natural, sem exigir o uso de softwares de edições manuais. Para isso, algoritmos realizam a compreensão e raciocínio da solicitação, traduzindo as instruções cheias de detalhes em uma imagem.

Como vantagens, destacam-se a agilidade da edição conversacional e o redimensionamento inteligente, que otimiza fluxos criativos. Em contrapartida, as desvantagens incluem possíveis gargalos em edições de alta complexidade e restrições de uso impostas na versão gratuita.

A seguir, saiba mais sobre o Nano Banana, o funcionamento do modelo de IA e os pontos fortes e fracos. Também entenda a diferença da ferramenta em relação ao Midjourney e DALL-E.

O que é Nano Banana?

O Nano Banana, apelido viral do Gemini 2.5 Flash Image, é um modelo de inteligência artificial do Google focado na geração e edição avançada de imagens. A ferramenta automatiza ajustes complexos, como alteração de planos de fundos e estilos, oferecendo uma versão Pro para otimizar fluxos de trabalho profissionais.

De onde vem o nome Nano Banana? 

O nome “Nano Banana” surgiu como um codinome divertido sugerido por Naina Raisinghani, gerente de produtos de inteligência artificial do Google. A escolha une de forma descontraída os apelidos da executiva, “Naina Banana” e “Nano”, sendo rapidamente adotado pela equipe de desenvolvimento da big tech.

Infográfico mostrando o ciclo da água, com legendas em etapas como evaporação, condensação, precipitação e escoamento
Usuários podem usar o Nano Banana para criar infográficos completos a partir de anotações (imagem: Reprodução/Google)

Para que serve o Nano Banana?

O Nano Banana permite gerar e editar imagens de forma ágil por meio de comandos de texto, otimizando a criação visual conversacional. Ele automatiza desde a remoção de objetos e troca de fundos até a transformação de anotações em diagramas estruturados.

A ferramenta combina fotos, ajusta a iluminação de retratos com facilidade e garante a consistência de personagens em diferentes edições. Esse recurso mantém elementos visuais idênticos e reconhecíveis em múltiplos cenários, sendo ideal para manter a identidade visual de projetos profissionais.

Como funciona o Nano Banana 

O Nano Banana opera integrado ao ecossistema do Gemini, onde o usuário insere comandos de texto ou faz upload de uma imagem para iniciar a criação visual. A partir dessas instruções em linguagem natural, ele processa as modificações diretamente no chat, dispensando ferramentas manuais de edição.

Essa IA generativa utiliza algoritmos avançados de compreensão e raciocínio para interpretar pedidos complexos cheios de nuances. O sistema analisa solicitações detalhadas e executa refinamentos contínuos na mesma conversa, mantendo o contexto histórico de cada alteração.

Na prática, o Nano Banana 2 e o Nano Banana Pro examinam a imagem enviada ou gerada e preservam detalhes cruciais do original enquanto renderizam as alterações solicitadas. Esse equilíbrio permite ajustar a iluminação ou substituir objetos secundários, sem descaracterizar o elemento principal da cena.

O diferencial técnico do modelo está na capacidade de garantir a consistência de personagens e objetos ao longo de edições sucessivas. Com isso, o usuário pode transformar planos de fundo e aplicar novos estilos estéticos, mantendo a identidade visual perfeitamente reconhecível.

Tela do aplicativo Gemini no celular mostrando acesso ao Nano Banana para criação e edição de imagens
O Nano Banana pode ser acessado pelo aplicativo do Gemini para celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Nano Banana é gratuito?

Sim, o Nano Banana pode ser utilizado gratuitamente no aplicativo Gemini para criação e edição ágil de imagens. Contudo, essa modalidade de acesso livre possui um teto restrito para o volume de requisições diárias de processamento.

Para atender fluxos de trabalho corporativos e pesados, o Google disponibiliza planos de assinatura que desbloqueiam o Nano Banana Pro. A versão premium eleva a capacidade computacional da ferramenta, garantindo maior velocidade e prioridade na renderização de arquivos complexos.

Tela do Nano Banana Pro, modelo do Gemini para edição de imagens com maior poder computacional (versão paga)
O Nano Banana Pro, disponível na assinatura paga do Gemini, libera maior poder computacional para a edição das imagens (imagem: Reprodução/Google)

Quais são as vantagens do Nano Banana? 

Estes são os pontos fortes da ferramenta Nano Banana:

  • Edição por comandos e refinamento contínuo: modifica imagens de alta qualidade utilizando linguagem natural diretamente no chat, permitindo ajustar o mesmo arquivo em formato de conversa sem reiniciar do zero;
  • Controle de cena e transferência de estilo: garante domínio sobre iluminação, foco e enquadramento da câmera, além de aplicar a identidade estética e a paleta visual de uma foto de referência em outra;
  • Redimensionamento inteligente e expansão de tela: altera a proporção do arquivo para diferentes mídias e redes sociais via preenchimento generativo, expandindo as bordas do cenário sem cortar nenhum detalhe importante;
  • Renderização de texto e tipografia precisa: apresenta evolução no processamento de caracteres e elementos gráficos, permitindo integrar palavras nítidas e sem distorções para a criação de logotipos ou peças publicitárias;
  • Consistência de personagens e objetos: mantém elementos centrais e pessoas com características físicas idênticas ao longo de múltiplas edições, preservando a identidade visual do projeto em diferentes cenários.

Quais são as desvantagens do Nano Banana? 

Estes são os pontos fracos do Nana Banana:

  • Gargalos de processamento em edições complexas: renderizações avançadas que exigem múltiplas camadas de alteração podem apresentar lentidão, demandando alto poder computacional e tempo de espera do usuário;
  • Limites restritivos de uso gratuito: o teto de requisições diárias nas contas gratuitas costuma interromper o fluxo de trabalho de usuários intensivos, forçando a migração para planos pagos;
  • Flutuação de qualidade e retrabalho: em alguns casos, o nível de realismo pode oscilar entre as gerações na mesma conversa, exigindo etapas extras de refinamento ou o uso da versão Pro para obter resultados satisfatórios;
  • Inconsistência tipográfica e de branding: o modelo de linguagem visual pode falhar ao tentar reproduzir identidades de marcas com fidelidade absoluta ou ao inserir textos padronizados e sem erros geométricos;
  • Riscos de segurança e desinformação: a capacidade hiper-realista da IA generativa acende alertas sobre deepfakes e o uso indevido da ferramenta para criar conteúdos falsos ou violar direitos de privacidade.
Tela do Nano Banana 2 mostrando recursos de edição de imagem por comandos de texto (Reprodução/Google)
O Nano Banana 2 oferece diversos recursos para edição de imagem por meio de comandos de texto, mas pode apresentar gargalos em projetos complexos (imagem: Reprodução/Google)

Qual é a diferença entre Nano Banana e Google Gemini? 

O Nano Banana é o motor especializado em geração e edição avançada de imagem que opera integradamente no ecossistema Gemini. A ferramenta atua exclusivamente na tradução de comandos textuais em modificações visuais, controlando elementos gráficos como iluminação, estilo e cenários.

O Google Gemini é uma plataforma integrada de inteligência artificial multimodal que funciona como um assistente completo para o usuário. O ecossistema amplo processa e gera textos, resolve códigos de programação e gerencia tarefas complexas por meio de diversos modelos de linguagem.

Qual é a diferença entre Nano Banana e Midjourney? 

O Nano Banana é o modelo de IA do Google integrado ao Gemini que se destaca pela edição conversacional e refinamento contínuo de imagens. O sistema prioriza a precisão ao interpretar comandos textuais, modificando arquivos existentes enquanto mantém a consistência de personagens e objetos centrais.

O Midjouney opera como uma plataforma independente focada em renderizar ilustrações e conceitos artísticos altamente estéticos e ultrarrealistas do zero. Essa ferramenta é a escolha ideal para profissionais que buscam impacto visual sofisticado e composições conceituais ricas em texturas e iluminação.

Qual é a diferença entre Nano Banana e DALL-E?

O Nano Banana é o motor de IA generativa do Google focado em edição conversacional e refinamento de arquivos visuais. Integrado ao ecossistema Gemini, o modelo se destaca por interpretar nuances textuais para modificar imagens existentes e manter a consistência de personagens.

O DALL-E é o sistema de conversão de texto em imagem da OpenAI, projetado essencialmente para interpretar descrições escritas e transformá-las em ilustrações do zero. A ferramenta foca na criação de conceitos visuais inéditos, traduzindo ideias abstratas em gráficos com alta fidelidade ao comando inicial.

Nano Banana: o que é e como funciona a IA de imagens do Google

Nano Banana já ultrapassou 5 bilhões de imagens criadas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Nano Banana pode ser acessado pelo aplicativo do Gemini para celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Nano Banana Pro, disponível na assinatura paga do Gemini, libera maior poder computacional para a edição das imagens (imagem: Reprodução/Google)

O Nano Banana 2 oferece diversos recursos para edição de imagem por meio de comandos de texto (imagem: Reprodução/Google)

Como melhorar a velocidade da internet para assistir aos jogos da Copa do Mundo

10 de Junho de 2026, 11:33
imagem de uma tv reproduzindo o logo da copa do mundo 2026
Conheça as dicas para ter mais estabilidade na conexão quando estiver vendo os jogos da Copa do Mundo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Há diferentes meios de melhorar a velocidade da internet e garantir uma transmissão ao vivo de qualidade durante os jogos do Brasil na Copa do Mundo. Conectar a smart TV via cabo Ethernet elimina interferências, enquanto usar a rede 5 GHz do roteador assegura maior largura de banda para vídeos em alta resolução.

Além disso, é possível otimizar a rede ao desconectar dispositivos ociosos e ajustar o DNS para acelerar o carregamento dos conteúdos. Vale dizer que o uso de IPTV pirata costuma resultar em instabilidades frequentes, sendo um risco desnecessário para quem busca uma experiência fluida e confiável.

A seguir, conheça seis dicas para assistir aos jogos da Copa do Mundo sem perder nenhum lance.

1. Use o cabo Ethernet na smart TV 

Conectar a smart TV diretamente ao roteador por meio de um cabo Ethernet elimina as barreiras físicas e a interferência de ondas eletromagnéticas que afetam o sinal Wi-Fi. Essa ligação direta estabiliza a entrega da banda contratada, anulando a perda de pacotes e a latência que causam os travamentos.

Na prática, a vantagem não é o aumento da velocidade bruta, mas a consistência no envio contínuo desses dados. O resultado é uma transmissão fluida e sem oscilações, dando um fim ao temido buffering em conteúdos via streaming, como os jogos da Copa.

Cabo Ethernet de internet (Imagem: Mario Alberto Magallanes Trejo / FreeImages)
Uso de cabo Ethernet pode melhorar streaming em geral, incluindo os jogos da Copa do Mundo (imagem: Mario Alberto Magallanes Trejo/FreeImages)

2. Conecte a TV na rede Wi-Fi de 5 GHz 

Usar uma rede Wi-Fi na frequência de 5 GHz garante taxas de transferências mais altas para a smart TV, sendo ideal para a alta demanda do streaming em 4K. Essa banda sofre menos interferência de vizinhos que a antiga e congestionada rede de 2,4 GHz.

Essa largura de canal mais limpa reduz drasticamente o buffering, tornando o carregamento de aplicativos e a reprodução de vídeos imediata. O ganho de desempenho é nítido, entregando a velocidade máxima contratada diretamente para a tela da smart TV.

O único contraponto técnico do 5 GHz é o menor alcance de sinal e a dificuldade em ultrapassar barreiras físicas. Se houver muitas paredes no caminho, a estabilidade despenca e a rede 2,4 GHz pode ser uma opção mais confiável.

ilustração sobre diferenças de frequências de Wi-Fi
A frequência de 5 GHz oferece maiores taxas de transferência, melhorando o streaming de conteúdo em alta definição (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

3. Melhore o sinal do Wi-Fi 

Para melhorar o sinal do Wi-Fi, a primeira regra é posicionar o roteador em um local central, alto e livre de barreiras físicas. Obstáculos como espelhos, paredes espessas e micro-ondas bloqueiam as ondas de rádio, degradando severamente a transmissão dos dados.

Caso o alcance continue baixo, instalar um repetidor ou utilizar um segundo roteador ajuda a expandir a cobertura para os cômodos distantes. Embora essa alternativa elimine as zonas mortas, ela pode reduzir a velocidade devido à divisão da banda.

Então, migrar para a tecnologia Mesh é a escolha ideal para ter máxima eficiência e criar uma rede única e inteligente pela casa. Esse sistema alterna a conexão entre os módulos de forma automática, rápida e sem interrupções.

D-Link Covr 1103 (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)
Roteadores mesh podem ser uma solução para ampliar o raio de alcance do sinal Wi-Fi (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

4. Desconecte outros dispositivos da rede Wi-Fi 

Desconectar aparelhos ociosos da rede Wi-Fi libera mais largura de banda para a smart TV transmitir os jogos sem interrupções. Como todos os dispositivos compartilham a mesma capacidade do roteador, reduzir o tráfego de segundo plano alivia o congestionamento do canal.

Essa limpeza diminui a disputa pelo link de internet, otimizando o fluxo de dados direcionado exclusivamente para o streaming de vídeo. Na prática, o tempo de resposta da rede cai, fazendo com que os aplicativos da smart TV carreguem os conteúdos de forma muito mais veloz.

O benefício é nítido se outros eletrônicos estiverem realizando downloads pesados ou atualizações em segundo plano. Vale destacar que a otimização não ultrapassa o limite do plano contratado, mas garante que a smart TV utilize o teto máximo dessa velocidade.

Usando celular. Foto: terimakasih0/Pixabay
Muitos dispositivos ociosos conectados a mesma rede podem deixar fluxo de dados mais lento (imagem: terimakasih0/Pixabay)

5. Troque o DNS da sua smart TV 

Trocar o DNS da smart TV acelera o tempo de resposta para traduzir os endereços dos aplicativos, localizando os servidores de streaming mais rápido. Servidores otimizados evitam o atraso no carregamento de vídeos, entregam mais estabilidade e reduzem pequenos engasgos por buffering na transmissão.

Para mudar, acesse as configurações de rede da TV, altere o IP para “Manual” e insira opções confiáveis como o 1.1.1.1 (Cloudflare) ou 8.8.8.8 (Google). Embora o caminho exato varie por marca, a função costuma ficar oculta nas configurações avançadas de rede.

imagem de uma smart TV na área de configuração avançadas de rede
Definir manualmente os servidores DNS ajudam a acelerar o carregamento de conteúdos na smart TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Evite o IPTV pirata 

Os aparelhos de IPTV piratas dependem de servidores clandestinos, sobrecarregados pelo excesso de acessos simultâneos durante os jogos da Copa. Essa infraestrutura precária sofre com constantes quedas de links e atrasos na retransmissão de fontes não autorizadas.

Enquanto a transmissão oficial via cabo ou streaming segue intacta, as caixinhas ilegais enfrentam congelamentos de imagem e buffering. Além disso, as constantes ações de bloqueio realizadas por órgãos reguladores tornam o sinal pirata instável e imprevisível na hora dos jogos.

TV Box para IPTV
Aparelhos de IPTV piratas podem apresentar instabilidades ao transmitir os jogos da Copa devido aos servidores ilegais sobrecarregados (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Deixar a internet mais rápida evita o delay nas transmissões ao vivo?

Melhorar a velocidade da internet evita travamentos e quedas de resolução, mas é incapaz de eliminar o atraso das transmissões ao vivo. Esse delay em relação ao tempo real ocorre devido ao intervalo em que os servidores das plataformas levam para codificar e processar o sinal de vídeo.

Uma banda larga robusta garante apenas que o fluxo de dados chegue sem interrupções e com latência de rede reduzida. No entanto, o atraso de segundos nas lives continua existindo por conta do circuito de distribuição dos servidores e dos protocolos de segurança das redes.

Por que a velocidade da minha internet não melhora? 

A estagnação da velocidade da internet geralmente ocorre porque a demanda de dados da casa já atingiu o teto máximo do plano contratado com a operadora. Quando o consumo de banda larga supera o limite contratual, a rede simplesmente não tem margem para lidar com o fluxo de dados exigido para as transmissões ao vivo.

Outra causa comum é um problema técnico por parte do provedor que pode estar entregando menos megabits devido a falhas na região. Nesses cenários, a única solução eficaz é acionar o suporte da empresa para exigir a estabilização do sinal.

Tem como saber se estou recebendo a velocidade de internet contratada?

Sim, a forma mais precisa de checar a entrega da internet é conectar um computador diretamente ao roteador via cabo e acessar plataformas como o Speedtest ou FAST.com. Fazer a medição pelo Wi-Fi ou com outros aparelhos ativos na rede pode mascarar o resultado real devido às interferências no sinal sem fio.

O ideal é repetir os testes em horários diferentes para monitorar possíveis oscilações no tráfego da rede do provedor. Se as taxas de upload e download ficarem consistentemente muito abaixo do contratado, a pessoa terá dados concretos para cobrar o suporte técnico da operadora.

Como melhorar a velocidade da internet para assistir aos jogos da Copa do Mundo

Conheça as dicas para ter mais estabilidade na conexão quando estiver vendo os jogos da Copa do Mundo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Cabo Ethernet de internet (Imagem: Mario Alberto Magallanes Trejo / FreeImages)

(imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Definir manualmente as fontes de DNS ajudam a acelerar o carregamento de conteúdos na smart TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

TV Box para IPTV (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Galaxy S25 (256 GB) baixa ainda mais com 54% OFF com cupom em promoção

10 de Junho de 2026, 11:02
R$ 7.499,0054% OFF

Prós
  • Desempenho topo de linha
  • Câmera principal de 50 MP
  • Tela AMOLED de até 2.600 nits
  • Atualizações até o Android 22
Contras
  • Bateria limitada a 4.000 mAh
  • Carregamento com fio de 25 W
PIX Cupom
10% OFF NA PáGINA R$ 3.444,12  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S25 (256 GB) entrou em oferta por R$ 3.444,12 no Pix utilizando o cupom de 10% OFF na página do produto no Mercado Livre. Lançado originalmente por R$ 7.499, o celular topo de linha da Samsung com câmera de 50 MP e tela OLED fica 54% mais barato.

Galaxy S25 tem Galaxy AI, tela Full HD+ e câmera principal que filma em 8K

Mão segurando Galaxy S25 com tela ligada mostrando perfil do Tecnoblog no TikTok
Galaxy S25 possui tela de 6,2 polegas com resolução Full HD+ (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy S25 é equipado com chip premium Snapdragon 8 Elite e 12 GB de RAM, entregando alto desempenho e suporte ao Galaxy AI. Os 256 GB de armazenamento interno permitem que o usuário salve fotos, vídeos, aplicativos e outros arquivos sem grandes preocupações.

O telefone compacto tem tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,2 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, reproduzindo imagens detalhadas e fluidas. O painel ainda atua com o recurso HDR10+ e brilho máximo de 2.100 nits.

Na parte traseira, o Galaxy S25 possui uma câmera tripla liderada pelo sensor principal de 50 MP para registros de vídeo em até 8K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP promete selfies detalhadas no Modo Retrato, além de filmar em 4K.

Mão segurando o Galaxy S25, mostrando a traseira com as câmeras
Galaxy S25 tem câmera tripla com sensor de 50 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone topo de linha da Samsung conta com uma bateria de 4.000 mAh que, segundo a marca, possui autonomia de até 29 horas de reprodução de vídeo. Ele traz suporte para carregamento rápido de 25 W, indo de 0 a 50% em apenas 30 minutos na tomada.

Pesando apenas 162 gramas, o aparelho tem estrutura de alumínio e acabamento traseiro em vidro reforçado Gorilla Glass Victus. Já a certificação IP68 de resistência à poeira e à água protege o aparelho de mergulhos acidentais de até 3 metros por 30 minutos.

Na parte de software, o Galaxy S25 (R$ 3.444,12 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF na página) sai da caixa com o Android 15 e receberá 7 grandes atualizações do sistema. Ademais, o telefone tem conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação.

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Galaxy S25 (256 GB) baixa ainda mais com 54% OFF com cupom em promoção

Galaxy S25 possui tela de 6,2 polegas com resolução Full HD+ / (imagem: Thássius Veloso - Tecnoblog)

Galaxy S25 tem câmera tripla com sensor de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp pelo celular ou PC

9 de Junho de 2026, 15:05
Como recuperar mensagens do WhatsApp
Entenda como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Existem diferentes meios de recuperar mensagens apagadas do WhatsApp, como ler o histórico de notificações do Android. Outra solução é a extensão WA Web Plus no navegador Google Chrome, que dispensa a existência de uma cópia prévia, mas possui limitações de compatibilidade.

Já a restauração baseada em um backup oficial salvo na nuvem costuma ser o método mais eficaz e seguro, embora seja um processo mais trabalhoso. Essa técnica é o único caminho viável para donos de iPhone reverem conteúdos excluídos, exigindo a reinstalação do app para forçar a sincronização dos dados.

A seguir, conheça quatro meios práticos de recuperar mensagens apagadas do WhatsApp.

1. Acesse o histórico de notificações do smartphone 

Quem tem smartphones Samsung ou Motorola pode ler mensagens excluídas do WhatsApp acessando o histórico nativo do Android. Esse recurso atua como um registro do sistema operacional, mas infelizmente não está disponível para usuários de iPhone (iOS).

O processo é simples: abra as configurações do celular, toque em “Notificações” e selecione “Configurações avançadas”. Lá dentro, basta ativar o recurso “Histórico de notificações”, que funciona como um armazenamento temporário e seguro de todos os alertas recebidos.

Depois, veja a lista cronológica de dados e textos recebidos nas últimas 24 horas para localizar o ícone do WhatsApp. Vale dizer que a leitura do conteúdo apagado só é possível se essa função do Android já estiver habilitada no momento do envio.

Capturas de tela do sistema operacional Android em celular Samsung mostram como acessar a opção "Histórico de Notificações"
Acessando “Histórico de notificações” para ver mensagens do WhatsApp no celular Samsung (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Use a extensão WA Web Plus do Google Chrome

A extensão WA Web Plus, disponível para o Google Chrome, oferece uma solução prática e rápida para recuperar mensagens apagadas do WhatsApp. A ferramenta funciona como um plugin que adiciona novos recursos diretamente à interface do mensageiro no navegador.

Após instalar a extensão, abra o WhatsApp Web e clique no ícone de “+” verde ao lado da barra de endereços para abrir as configurações. Na aba privacidade, ative a opção “Restaurar mensagens de texto apagadas” para ativar o monitoramento de cache das conversas.

A partir daí, o script intercepta as atualizações e exibe o texto original riscado ao lado do aviso de exclusão. Embora eficiente, vale dizer que o recurso pode apresentar instabilidades e não processar todas as mensagens deletadas.

Captura de tela do navegador Google Chrome mostra um exemplo de uma mensagem restaurada com a extensão WA Web Plus no WhatsApp Web
A extensão WA Web Plus permite verificar os conteúdos que foram deletados no WhatsApp Web (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Restaure o backup de conversas do WhatsApp 

Atenção!

Esta ação exclui todas as mensagens e conversas recentes que ocorreram após o último backup automático. Por isso, é recomendado ter cautela ao utilizar esta técnica para não perder dados importantes.

Outro meio de restaurar mensagens apagadas do WhatsApp é forçar a leitura do backup salvo na nuvem. A estratégia serve tanto no Android, que utiliza o Google Drive, quanto no iPhone, que armazena os dados no iCloud.

O primeiro passo é checar nas configurações de conversas se o último backup automático aconteceu antes da exclusão do texto. Se a data for favorável, desinstale o aplicativo para limpar os dados locais e baixe-o novamente na Play Store ou na App Store.

Durante a nova validação do número, o sistema identificará a cópia de segurança salva nos servidores e sugerirá a sincronização de dados. Basta tocar em “Restaurar” para que o histórico e as mídias antigas sejam baixadas, trazendo as mensagens apagadas de volta.

imagem da tela de restauração de backup do whatsapp
Reinstalar o WhatsApp e forçar a restauração do backup pode ajudar a recuperar as mensagens antigas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Questione o autor da mensagem apagada 

Se os métodos anteriores não funcionarem, a alternativa mais simples e direta é questionar o próprio autor sobre a mensagem deletada no WhatsApp. Essa abordagem dispensa o uso de ferramentas digitais, dependendo somente da transparência do contato.

Embora pareça óbvia, a tática é a única infalível contra falhas de sincronização ou falta de backups salvos. No fim, a engenharia social mais eficaz para “decifrar” a mensagem apagada ainda é uma boa conversa.

imagem do whatsapp com uma perguntando à outra pessoa o conteúdo da mensagem excluída
Perguntar diretamente à pessoa sobre a mensagem excluída pode ser uma solução simples e prática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo recuperar mensagens apagadas do WhatsApp? 

Existem alguns pontos que podem impedir a recuperação das mensagens apagadas do WhatsApp. Por exemplo:

  • Histórico de notificações inativo: a ferramenta nativa do Android só registra os alertas se estiver ligada antes do recebimento do texto. Caso o recurso de armazenamento temporário esteja desligado, o sistema simplesmente descarta os pacotes de dados;
  • Instabilidade em ferramentas externas: o WA Web Plus depende da leitura do cache do navegador em tempo real para interceptar a mensagem. Se houver oscilação na rede ou atualizações repentinas no código do WhatsApp, o processamento falha;
  • Janela de sincronização inválida: o ato de fazer backup do WhatsApp precisa ocorrer no intervalo entre o recebimento da mensagem e a exclusão pelo contato. Se a cópia for gerada após o cancelamento, o arquivo salvo registrará apenas o status de deletado;
  • Criptografia de ponta a ponta ativa: por questões de privacidade, o WhatsApp blinda o trânsito de informações com chaves de segurança exclusivas. Uma vez que o conteúdo é apagado da memória local do aparelho, os servidores da empresa perdem o acesso definitivo ao texto.

Posso restaurar uma mensagem apagada no WhatsApp pelo iPhone? 

Sim, usuários de iPhone podem recuperar a mensagem apagada no WhatsApp caso o backup automático no iCloud tenha sido feito após o envio e antes da exclusão. Para resgatar o conteúdo, basta desinstalar o app e reinstalá-lo para forçar a sincronização dos dados da nuvem.

Diferente do Android, o iOS não possui um histórico nativo de notificações para registrar os alertas recebidos no aparelho. Por isso, manter a cópia de segurança ativa nos servidores da Apple é a única garantia para reaver o histórico com o conteúdo excluído.

Consigo usar apps de terceiros para ver mensagens apagadas do WhatsApp? 

Sim, aplicativos de terceiros prometem recuperar mensagens apagadas por outra pessoa no WhatsApp ao interceptar o fluxo de notificações do Android. Para que essa leitura em tempo real funcione, o programa paralelo precisa estar instalado quando o texto é recebido.

O problema dessa varredura de dados é a segurança, já que as ferramentas exigem acesso total aos alertas e à tela do celular. Essa permissão invasiva expõe senhas e códigos bancários na memória temporária do app, além de ser um método inviável nas restrições do iPhone.

Embora salvem textos e mídias, esses aplicativos violam as diretrizes de privacidade do WhatsApp. Diante do risco de vazamento de informações para servidores desconhecidos, a recomendação é utilizar ferramentas nativas do sistema Android ou backups oficiais.

Qual é a diferença entre recuperar mensagens apagadas e conversas apagadas do WhatsApp? 

Recuperar mensagens apagadas do WhatsApp consiste em resgatar textos individuais ou mídias isoladas deletadas de um bate-papo. O foco desse processo é capturar pacotes de dados temporários no cache ou registros de notificações do sistema operacional, devolvendo o conteúdo específico à conversa.

Recuperar conversas apagadas do WhatsApp envolve trazer de volta todo o histórico de interações e a linha do tempo completa com um contato específico. Esse método exige a desinstalação do aplicativo para forçar o download e a sincronização do backup principal na nuvem.

Também posso recuperar conversas apagadas do WhatsApp? 

Sim, é possível resgatar chats inteiros e mídias deletadas ao restaurar o backup do WhatsApp armazenado nos servidores da nuvem. O sucesso do processo depende somente da cópia de segurança ter sido gerada em uma data antes da exclusão do bate-papo.

Caso o arquivo salvo seja mais recente e sem a conversa deletada, os dados desaparecerão permanentemente do backup. Para evitar essa perda de sincronização, a dica é configurar a rotina de salvamento automático para o modo diário.

Como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp pelo celular ou PC

Como recuperar mensagens do WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Samsung)

(Imagem: Reprodução/WhatsApp)

Reinstalar o WhatsApp e forçar a restauração do backup pode ajudar a recuperar as mensagens antigas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Perguntar diretamente à pessoa sobre a mensagem excluída pode ser uma solução simples e prática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Galaxy S25 FE (256 GB) fica 44% mais barato com cupom no Mercado Livre

9 de Junho de 2026, 14:46

Oferta encerrada 🙁
10% OFF NA PáGINA R$ 3.075,30  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S25 FE (256 GB) está disponível por R$ 3.075,30 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF na página do produto no Mercado Livre. Lançado por R$ 5.499, o smartphone da Samsung com tela AMOLED e câmera de 50 MP recebe um desconto de 44% nesta oferta.

Galaxy S25 FE tem tela de 120 Hz, Galaxy AI e câmera traseira que filma em 8K

Uma mão segura um smartphone Galaxy S25 FE preto e prata, exibindo a parte de trás do aparelho. O telefone tem três câmeras alinhadas verticalmente no canto superior esquerdo e o logotipo "SAMSUNG" na parte inferior. A mão tem uma pulseira de relógio laranja. O fundo é desfocado, mostrando pessoas e um piso azul. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog" é visível.
Galaxy S25 FE tem câmera tripla de 50 MP capaz de gravar em até 8K (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy S25 FE é equipado com o chipset Exynos 2400 e 8 GB de RAM, garantindo alto desempenho para tarefas básicas e suporte ao Galaxy AI. Os 256 GB de armazenamento interno trazem um espaço equilibrado para aplicativos, mídias e outros arquivos do dia a dia.

O telefone tem a tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas com resolução Full HD+, entregando uma ampla área de trabalho. O painel com taxa de atualização de 120 Hz entrega imagens fluidas em vídeos e jogos.

Para fotos e vídeos, o Galaxy S25 FE traz uma câmera tripla traseira com sensor principal de 50 MP capaz de filmar vídeos em até 8K. Já a câmera frontal de 12 MP faz selfies bem detalhadas e permite vídeochamadas com imagens em 4K.

Galaxy S25 FE segurado por uma mão com a tela pra cima e mostrando a home page do Tecnoblog.
Galaxy S25 FE tem tela AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Samsung tem uma bateria de 4.900 mAh que oferece autonomia de até 28 horas de reprodução de vídeo, segundo a marca. O carregamento rápido de 25 W do aparelho vai de 0 a 65% em somente 30 minutos na tomada.

Visando uma longa vida útil, o dispositivo sai da caixa com o Android 15 e receberá atualizações do sistema operacional até 2032. Para mais, ele tem conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação.

O Galaxy S25 FE (R$ 3.075,30 no Pix utilizando o cupom de 10% OFF na página) tem estrutura de alumínio e traseira de vidro reforçado com Gorilla Glass Victus+. O modelo tem certificação IP68 de resistência à poeira e à água, podendo ficar submerso por até 1,5 metros em água doce pelo tempo limite de 30 minutos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S25 FE (256 GB) fica 44% mais barato com cupom no Mercado Livre

Samsung Galaxy S25 FE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Samsung Galaxy S25 FE (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Pro (256 GB) fica 35% mais barato em oferta na Amazon

8 de Junho de 2026, 15:44
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) entrou em oferta por R$ 2.585,09 no Pix na Amazon. Lançado por R$ 3.999, o celular premium da Motorola com ampla bateria e câmera frontal de 50 MP recebe desconto de 35% nesta promoção.

Edge 60 Pro tem painel de 120 Hz, câmeras que gravam em 4K e opção de recarga completa em 6 minutos

Traseira roxa do Edge 60 Pro, com destaque na câmera tripla, organizada em um quadrado
Motorola Edge 60 Pro traz uma trio de câmeras traseira com o sensor principal de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Edge 60 Pro tem uma ampla tela pOLED de 6,7 polegadas com resolução Super HD 1.5K e taxa de atualização de 120 Hz, entregando imagens fluidas e detalhadas. Outros destaques do painel são o brilho máximo de 4.500 nits e suporte ao recurso HDR10+.

Capaz de filmar em 4K, o telefone traz uma câmera tripla traseira com sensor principal de 50 MP com zoom híbrido de até 50x. Já a poderosa câmera frontal de 50 MP captura selfies cheias de detalhes e vídeos em 4K.

A ampla bateria de 6.000 mAh é outro atrativo do Edge 60 Pro, entregando autonomia de até 45 horas de uso moderado. Fornecendo energia rápida, o carregamento rápido de até 90 W vai de 0 a 100% em apenas 6 minutos na tomada.

Tela do Edge 60 Pro com configurações do botão dedicado da Moto AI
Motorola Edge 60 Pro incluir opção para o uso do Moto AI, além de trabalhar com até 24 GB de RAM via RAM Boost (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Voltado para alto desempenho e com o Moto AI, o smartphone premium da Motorola vem com o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme e trabalha com até 24 GB de RAM com o recurso RAM Boost. O armazenamento interno de 256 GB garante um espaço equilibrado para fotos, vídeos, aplicativos e outros arquivos.

Na parte de software, o dispositivo vem de fábrica com o Android 15 e deve receber somente duas grandes atualizações do sistema operacional. Em relação às conexões, o telefone oferece 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação.

Por fim, o Motorola Edge 60 Pro (R$ 2.585,09 no Pix) conta com certificado IP68/IP69 de resistência à poeira e água, sobrevivendo a mergulhos acidentais de até 1,5 metro por 30 minutos. Além disso, o certificado MIL-STD-810 protege o aparelho contra umidade e temperaturas extremas.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 Pro (256 GB) fica 35% mais barato em oferta na Amazon

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O que é backup? Saiba como funciona a cópia de segurança dos seus dados

8 de Junho de 2026, 14:55
ilustração de backup
Entenda a importância do backup no dia a dia de usuários comuns e grandes empresas (imagem: Growtika/Unsplash)

O backup é uma cópia de segurança criada para proteger arquivos digitais contra falhas de hardware, erros humanos, roubos ou ataques virtuais. Ele atua como um “estepe” para as informações, garantindo que imprevistos técnicos não resultem na perda definitiva de documentos ou sistemas.

O recurso opera copiando e transferindo os dados de uma fonte principal para um local isolado de armazenamento, seja físico ou na nuvem. Muitos sistemas modernos salvam diferentes versões de um mesmo arquivo, permitindo resgatar edições antigas e limpas caso o documento atual seja corrompido.

Especialistas recomendam adotar a regra de backup 3-2-1 para garantir maior proteção dos dados. A estratégia consiste em manter três cópias das informações, armazenadas em dois tipos diferentes de mídia e com pelo menos uma cópia guardada na nuvem.

A seguir, entenda mais sobre o conceito de backup, para que ele serve no dia a dia e o funcionamento detalhado. Também saiba os riscos de não realizar cópias de segurança dos arquivos digitais.

O que é backup? 

O backup é uma cópia de segurança de dados, essencial para recuperar arquivos caso os originais sejam perdidos, apagados ou danificados. Essa estratégia protege desde fotos pessoais até sistemas inteiros contra falhas de hardware, erros humanos ou ataques de malware.

O que significa a palavra “backup”?

O termo inglês “backup” surgiu da expressão “back up”, que significa dar suporte ou servir como uma reserva. Foi apenas na década de 1950, com os primeiros computadores, que a palavra migrou para a tecnologia e batizou o ato de criar arquivos duplicados de proteção.

Em português, o termo é traduzido como “cópia de segurança”, uma espécie de estepe digital para as informações de um indivíduo ou empresa. Essa estratégia é essencial para evitar a perda definitiva de dados digitais.

imagem de um notebook ao lado de HDs externos e cartões de memória
HDs externos e cartões de memória podem ser usados para salvar backups em um armazenamento físico (imagem: Reprodução/Samsung)

Para que serve o backup? 

O backup serve como uma rede de proteção para salvar arquivos digitais contra falhas de hardware, exclusões acidentais e ataques virtuais. Ele garante que o usuário consiga recuperar fotos, documentos ou sistemas inteiros rapidamente após um incidente grave.

No mundo corporativo, o recurso é o pilar da continuidade de negócios porque evita a perda de dados financeiros e operacionais. Na prática, essa cópia estratégica minimiza o tempo de inatividade e permite retomar o trabalho rapidamente sem prejuízos.

Como funciona o sistema de um backup

O sistema de backup funciona copiando as informações de uma fonte principal para um local de armazenamento isolado, garantindo a restauração se o original sumir. O mecanismo pode seguir cronogramas automatizados para criar vários pontos de recuperação atualizados em tempo real.

O processo começa com uma cópia completa de tudo e, depois, economiza espaço salvando apenas as novas alterações. Isso ocorre via backup incremental, que salva apenas as modificações diárias, ou diferencial, focado nas mudanças desde a última cópia total.

A tecnologia utiliza ferramentas como compressão e deduplicação para reduzir o tamanho dos arquivos, além de criptografia para proteger o tráfego dos dados. Tudo é enviado para discos locais ou para a nuvem, estrutura física mantida dentro de um data center seguro.

Para garantir a resiliência contra panes e ataques de ransomware, o sistema adota rotinas que guardam várias versões antigas. O objetivo é espalhar cópias em lugares diferentes para que uma falha única não destrua todo o patrimônio digital.

infógráfico sobre o funcionamento de um backup
Como funciona o ciclo de backup e recuperação de arquivos (imagem: Reprodução/Kraft Business Systems)

O que significa a regra de backup 3-2-1? 

A regra de backup 3-2-1 é uma estratégia de segurança que mantém três cópias dos dados, armazenadas em dois tipos diferentes de mídias e com uma dessas cópias guardada fora do ambiente local, como na nuvem. Na prática, a pessoa pode ter os arquivos no computador, uma réplica em um HD externo e outra remota.

Essa diversificação blinda as informações contra perdas totais causadas por falhas de hardware, furtos, incêndios ou ataques de ransomware. Ao espalhar os arquivos, o método garante que um único desastre não destruirá o patrimônio digital.

Quais são as vantagens do backup?

Estes são os pontos positivos do backup:

  • Prevenção contra perdas de dados: evita o desaparecimento definitivo de arquivos vitais causados por exclusões acidentais, falhas graves de hardware ou ataques de vírus;
  • Recuperação rápida de desastres: agiliza a restauração do sistema após um incidente grave, reduzindo drasticamente o tempo de inatividade de usuários e empresas;
  • Reforço na segurança da informação: eleva a proteção cibernética ao armazenar cópias criptografadas e isoladas geograficamente, blindando o ecossistema digital contra invasões e sequestros de dados;
  • Continuidade dos negócios: garante que operações comerciais não parem após uma pane geral, permitindo a retomada imediata das atividades sem prejuízos financeiros;
  • Histórico de versões: mantém múltiplos pontos de restauração salvos no tempo, possibilitando resgatar com facilidade versões antigas e limpas de um mesmo documento.
imagem de um hd externo da Sandisk
HDs externos facilitam recuperar backups com maior velocidade (imagem: Reprodução/Sandisk)

Fazer backup protege de ramsonware? 

Sim, o backup protege contra o prejuízo do ransomware, permitindo restaurar cópias limpas sem a necessidade de pagar resgate aos criminosos. Contudo, ele sozinho não evita a invasão e exige cuidados, já que os próprios arquivos de segurança podem ser alvo do ataque.

Para garantir a restauração, o sistema precisa usar armazenamento offline, isolamento de rede ou cópias imutáveis, que não podem ser apagadas. Sem essa blindagem contra acessos comuns, o backup deixa de ser uma garantia e pode ser criptografado com os computadores infectados.

Quais são os riscos de não fazer backup? 

Estes são os principais problemas que o usuário pode enfrentar ao não realizar backup com regularidade:

  • Perda definitiva de dados: deixa o usuário vulnerável ao desaparecimento total de arquivos essenciais caso eles sejam deletados por erro humano, corrompidos ou criptografados por vírus;
  • Inatividade prolongada: paralisa o fluxo de trabalho de profissionais e empresas por longos períodos, exigindo um amplo esforço para tentar reconstruir arquivos ou reconfigurar sistemas do zero;
  • Vulnerabilidade a ransomware: elimina qualquer chance de recuperação limpa após um ataque cibernético de sequestro de dados, deixando o pagamento do resgate como única e arriscada opção;
  • Prejuízos financeiros imediatos: provoca rombos no orçamento devido a prazos perdidos, multas operacionais, contratos cancelados e custos elevados com serviços emergenciais de TI;
  • Danos graves à reputação: prejudica a credibilidade do profissional ou da empresa perante clientes e parceiros de negócios, que passam a enxergar a operação como amadora, instável e pouco confiável;
  • Desgaste psicológico: submete a equipe a altos níveis de estresse, já que informações apagadas sem cópias de segurança são frequentemente impossíveis de recuperar.
Ícone do Google Drive
Ferramentas como o Google Drive podem ser usadas para backup de dados na nuvem (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre backup local e backup em nuvem? 

O backup local guarda as cópias de segurança em dispositivos físicos sob o controle direto do usuário, como HDs externos ou servidores locais, garantindo alta velocidade de transferência. Apesar da rapidez no acesso e do controle da privacidade, essa modalidade deixa os dados vulneráveis a roubos ou falhas físicas no próprio local.

O backup em nuvem envia os dados para servidores remotos via internet, oferecendo proteção robusta contra desastres e maior flexibilidade de espaço. O acesso aos arquivos pode ser feito de qualquer lugar, embora a velocidade de recuperação dependa diretamente da qualidade da conexão.

Qual é a diferença entre backup e sincronização de dados? 

O backup de dados consiste na criação de uma cópia isolada e estática de arquivos, congelada no tempo para garantir a restauração caso o original seja perdido ou corrompido. Esse mecanismo é focado na segurança de longo prazo, funcionando como uma rede de proteção que não muda até que uma nova cópia seja agendada.

A sincronização de dados espelha e atualiza os arquivos instantaneamente entre múltiplos dispositivos, replicando em tempo real qualquer modificação ou exclusão feita pelo usuário. Esse sistema é voltado para a conveniência do trabalho diário, mas não serve como proteção, pois se a pessoa apagar ou infectar um arquivo, ele desaparece de todos os lados.

O que é backup? Saiba como funciona a cópia de segurança dos seus dados

Entenda a importância do backup no dia a dia de usuários comuns e grandes empresas (imagem: Growtika/Unsplash)

HDs externos e cartões de memória podem ser usados para salvar backups em um armazenamento físico (imagem: Reprodução/Samsung)

(imagem: Reprodução/Kraft Business Systems)

HDs externos facilitam recuperar backups com maior velocidade (imagem: Reprodução/Sandisk)

Google Drive (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 15 recebe 47% OFF com cupom em oferta na Amazon

8 de Junho de 2026, 11:09
R$ 7.299,0047% OFF

Prós
  • Entrada USB-C para carregamento
  • Suporte ao Dynamic Island
  • Câmera principal de 48 MP
  • Painel Super Retina XDR OLED
  • Certificação IP68 contra água e poeira
Contras
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem lente teleobjetiva
  • Sem suporte ao Apple Intelligence
PIX Cupom
R$ 250 OFF NA PáGINA R$ 3.844,00  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 15 (128 GB) está disponível por R$ 3.844 no Pix aplicando o cupom de R$ 250 OFF na página do produto na Amazon. O smartphone da Apple com painel OLED e câmera de 48 MP, lançado originalmente por R$ 7.299, fica 47% mais barato nesta oferta.

iPhone 15 tem tela OLED e câmeras que filmam em 4K, mas bateria limitada

Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
iPhone 15 tem tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com o design Dynamic Island (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 15 utiliza o chip Apple 16 Bionic e 6 GB de RAM, garantindo alto desempenho para tarefas básicas do cotidiano. Ele conta com apenas 128 GB de armazenamento interno, exigindo o uso do iCloud para guardar fotos, vídeos e outros arquivos na nuvem.

Na parte frontal, o dispositivo traz tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com proteção Ceramic Shield. O painel, que promete imagens detalhadas e com cores vivas, ainda possui os recursos HDR10, ProMotion e brilho máximo de 2.000 nits.

Para fotos e vídeos, o iPhone 15 tem uma câmera dupla traseira liderada por um sensor de 48 MP capaz de filmar em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 12 MP faz selfies detalhadas, além de captar vídeos em 4K.

iPhone 15 tem duas câmeras
iPhone 15 tem câmera dupla traseira com sensor de 48 MP que filma em 4K (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Apple é equipado com uma bateria de somente 3.349 mAh, entregando uma autonomia de até 20 horas de reprodução de vídeo. Para compensar essa desvantagem, o carregamento rápido de até 25W vai de 0 a 50% em cerca de 30 minutos.

Para o dia a dia, o telefone oferece conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, suporte para eSIM e NFC para ações por aproximação. Na parte de software, ele sai da caixa com o iOS 17 e deve receber ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.

Por fim, o iPhone 15 (R$ 3.844 no Pix utilizando o cupom de R$ 250 OFF) apresenta um design premium com estrutura de alumínio e acabamento traseiro em vidro. O certificado IP68 de resistência à poeira e água permite que o aparelho fique submerso por até 3 metros em água doce pelo tempo limite de 30 minutos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 15 recebe 47% OFF com cupom em oferta na Amazon

Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Câmera iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

O que é um supercomputador? Entenda a diferença para o computador quântico

4 de Junho de 2026, 16:03
imagem de um supercomputador
Saiba como funciona um supercomputador e sua importância para a tecnologia moderna (imagem: Gorodenkoff/Getty Images)

Um supercomputador é uma máquina projetada para realizar bilhões de cálculos complexos por segundo, sendo vital para pesquisas científicas e previsões climáticas. Sua arquitetura usa a computação paralela, dividindo um grande problema em pequenas frações processadas simultaneamente.

A tecnologia opera por meio de agrupamentos de milhares de nós, que são computadores individuais de alto desempenho conectados por redes ultrarrápidas. Esse sistema trabalha em harmonia, permitindo o processamento de volumes massivos de dados com eficiência máxima.

Um supercomputador se diferencia de um PC quântico, que abandona a física clássica para processar informações por meio de superposição. Enquanto o gigante tradicional vence pela força bruta de múltiplos processadores, o modelo quântico resolve problemas específicos calculando múltiplas possibilidades ao mesmo tempo.

A seguir, entenda o conceito de supercomputador, como ele funciona detalhadamente e suas principais características. Também descubra as aplicações da tecnologia no dia a dia, seus pontos fortes e fracos.

O que é um supercomputador?

Um supercomputador é uma máquina que processa dados em altíssima velocidade, interligando milhares de processadores que trabalham em paralelo como um único sistema. Essa estrutura massiva ocupa salas inteiras de servidores e é ideal para cálculos complexos e simulações científicas avançadas.

Como funciona um supercomputador?

Um supercomputador utiliza a computação paralela para dividir um grande problema em milhares de frações e processá-las simultaneamente. Essa estratégia de divisão de trabalho reduz para poucas horas cálculos complexos que levariam anos para serem concluídos em um PC comum.

Para que isso aconteça, milhares de computadores individuais chamados nós (nodes), equipados com processadores e memória, são empilhados em grandes gabinetes. Essas estruturas formam os clusters, imensos agrupamentos conectados por redes de altíssima velocidade que operam como um único sistema.

Muitas dessas máquinas adotam uma arquitetura híbrida, combinando as CPUs com a força das placas de vídeo (GPUs). Como os componentes gráficos são excelentes em cálculos massivos simultâneos, esses chamados GPU nodes aceleram drasticamente o processamento de dados.

Para que essa engrenagem funcione, os programas passam por uma modificação chamada paralelização de código. É esse ajuste que ensina os programas a distribuir as tarefas de forma inteligente e simultânea entre dezenas de milhares de núcleos de processadores.

Infográfico com a arquitetura de um supercomputador
A arquitetura de um supercomputador (imagem: Reprodução/EPCCED)

Quais são as características de um supercomputador?

Estas são as principais características de um supercomputador:

  • Poder de processamento extremo: medida em FLOPS (operações de ponto flutuante por segundo), a velocidade dessas máquinas alcança a casa de quatrilhões de cálculos por segundo para processar volumes massivos de dados;
  • Arquitetura paralela e distribuída: milhares de processadores trabalham juntos, dividindo as tarefas em sistemas de memória compartilhada, onde a carga de trabalho é distribuída de forma inteligente e eficiente entre os nós;
  • Aceleração por hardware especializado: além de ter uma memória RAM massiva, o sistema incorpora chips de alto desempenho, como GPUs, focados em acelerar algoritmos de IA e simulações complexas;
  • Redes internas de alta velocidade: tecnologias de conexão interna ultravelozes e de baixa latência garantem que todos os componentes independentes conversem em tempo real, operando como um único sistema unificado;
  • Infraestrutura e dimensões: devido à enorme quantidade de componentes e à necessidade de sistemas potentes de refrigeração líquida, essas máquinas ocupam salas inteiras com centenas de gabinetes da dimensão de geladeiras;
  • Custo elevado e alta escalabilidade: com foco em missões científicas, meteorológicas ou de segurança, esses sistemas exigem investimentos bilionários, mas oferecem a flexibilidade de expandir a capacidade física conforme a demanda cresce.
Supercomputador El Capitan (imagem: divulgação/LLNL)
Supercomputador El Capitan, localizado no Lawrence Livermore National Laboratory na Califórnia (EUA), é considerado a máquina mais poderosa do mundo com 1,742 petaFLOPS (imagem: divulgação/LLNL)

Quais são os usos de um supercomputador?

Estas são algumas das aplicações que se beneficiam do poder de um supercomputador:

  • Pesquisa científica e espacial: resolvem equações matemáticas ultracomplexas para desvendar a mecânica quântica e a cosmologia, simulando desde o comportamento de partículas invisíveis até as origens do Big Bang;
  • Previsão climática e meteorológica: processam volumes massivos de dados ambientais em tempo real para modelar os impactos das mudanças climáticas globais e antecipar tempestades, furacões e eventos severos com alta precisão;
  • Saúde humana e epidemiologia: aceleram o mapeamento genômico para novos remédios, simulam redes neurais para compreender o cérebro e criam modelos matemáticos que rastreiam a velocidade de propagação de vírus e epidemias;
  • Treinamento de inteligência artificial: alimentam e processam amplos conjuntos de dados em alta velocidade para treinar os Grandes Modelos de Linguagem (LLMs), sustentando as tecnologias mais avançadas e exigentes do mercado de IA;
  • Engenharia e exploração de recursos: otimizam o desenho aerodinâmico de veículos por meio de simulação virtual, além de cruzar dados de análises sísmicas complexas para ajudar mineradoras e petroleiras a localizar recursos no subsolo;
  • Segurança digital e criptografia: testam a robustez de sistemas de segurança cibernética ao decodificar códigos complexos e simular ataques em massa, garantindo a proteção de dados governamentais e de grandes corporações;
  • Desenvolvimento de energia limpa: apoiam a engenharia de matrizes energéticas sustentáveis por meio de modelos de alta fidelidade, simulando o comportamento do plasma para viabilizar projetos ambiciosos como a fusão nuclear limpa.
Supercomputador Pégaso (imagem: divulgação/Petrobras)
Um supercomputador, como o Pégaso da Petrobras, pode ser utilizado para auxiliar petroleiras a localizar recursos baseado em informações prévias (imagem: divulgação/Petrobras)

Quais são as vantagens de um supercomputador?

Estes são os pontos fortes de um supercomputador:

  • Alta velocidade de processamento: realiza quatrilhões de cálculos por segundo com precisão absoluta, entregando em poucos minutos respostas que computadores convencionais levariam meses ou anos para processar;
  • Processamento paralelo massivo: executa milhões de operações simultaneamente para solucionar problemas altamente complexos de forma integrada, superando o limite físico de processamento em lote das máquinas comuns;
  • Análise de dados em escala de petabytes: armazena, gerencia e cruza volumes gigantescos de informações em tempo real, oferecendo uma capacidade de memória milhares de vezes superior aos terabytes de um PC comercial;
  • Simulações e testes virtuais seguros: modela ambientes extremos, de reações moleculares a choque de galáxias, permitindo que cientistas façam testes de alto risco ou custo sem causar nenhum perigo ao mundo real;
  • Eficiência de custos por compartilhamento: otimiza orçamentos de pesquisa ao permitir que múltiplos laboratórios e empresas aluguem frações do sistema em nuvem, pagando apenas pela potência exata exigida por seus projetos.

Quais são as desvantagens de um supercomputador?

Estes são os principais desafios enfrentados ao adotar um supercomputador:

  • Custos elevados de aquisição e uso: a montagem de um supercomputador exige milhões de dólares e a manutenção afeta o orçamento, chegando a custar mais de US$ 1 mil por hora no modelo de aluguel de recursos;
  • Consumo elétrico e impacto ambiental: demandam volumes massivos de eletricidade, consumindo o equivalente a 5 mil residências, gerando contas anuais milionárias e preocupações com a pegada ecológica dos data centers;
  • Superaquecimento e desgaste de componentes: o funcionamento simultâneo de milhares de processadores gera calor extremo, exigindo sistemas de refrigeração líquida e acelerando o desgaste de peças que precisam de troca constante;
  • Riscos de confiabilidade e interrupções: por reunir milhões de componentes interconectados, a chance de uma falha física pontual é alta, podendo corromper e interromper cálculos complexos que já rodam há vários dias;
  • Espaço gigante e mão de obra especializada: a estrutura física exige áreas imensas e blindadas, operadas exclusivamente por engenheiros altamente treinados, já que técnicos comuns de tecnologia da informação não têm qualificação para lidar com essa complexidade.
Supercomputador Pégaso (imagem: divulgação/Petrobras)
Um supercomputador entrega alta velocidade de processamento, mas exige um custo elevado de aquisição (imagem: divulgação/Petrobras)

Quanto custa um supercomputador? 

Um supercomputador exige investimentos massivos que variam de centenas de milhões a bilhões de dólares. Impulsionados pela atual corrida da inteligência artificial, os custos da tecnologia para essas supermáquinas chegam a quase dobrar a cada ano.

No topo desse mercado bilionário está o Colossus, sistema de inteligência artificial da xAI avaliado em mais de US$ 7 bilhões apenas em componentes. Já no Brasil, a Petrobrás investiu cerca de R$ 435 milhões no Harpia, máquina com poder de processamento equivalente a 10 milhões de celulares.

Além do investimento inicial em infraestrutura, manter esses clusters ligados custa caro e os gastos com energia elétrica facilmente superam US$ 10 milhões anuais. Para quem não pode arcar com a compra, a alternativa viável tem sido alugar essa potência por serviços de nuvem, mas que chega a custar mais de US$ 1 mil por hora de uso.

imagem do supercomputador Harpia, da petrobras
A Petrobras investiu R$ 435 milhões na construção do supercomputador Harpia, que entrou em operação em outubro de 2025 (imagem: Fausto Eduardo Pereira/Petrobras)

Qual é a diferença entre supercomputador e computador quântico? 

O supercomputador é uma máquina tradicional de altíssimo desempenho que processa dados por meio de bits binários (0 ou 1). Ele funciona conectando milhares de processadores em paralelo para resolver cálculos massivos, como previsões climáticas e processamento de dados complexos.

O computador quântico utiliza princípios da mecânica quântica, adotando bits quânticos chamados qubits, que representam 0 e 1 simultaneamente. Essa flexibilidade, baseada em conceitos como superposição e entrelaçamento, permite resolver problemas complexos de forma exponencialmente mais rápida.

Qual é a diferença entre supercomputador e mainframe? 

O supercomputador é uma máquina de alto desempenho focada em realizar cálculos matemáticos complexos e simulações científicas em altíssima velocidade. Ele une milhares de processadores em paralelo para resolver problemas massivos de pesquisa, como modelagem molecular e previsões do tempo.

O mainframe é um servidor robusto projetado para garantir a confiabilidade máxima de grandes empresas ao suportar milhares de usuários simultâneos. Em vez de focar em cálculos de laboratório, a plataforma prioriza a segurança no processamento de milhões de transações financeiras e no gerenciamento de bancos de dados.

O que é um supercomputador? Entenda a diferença para o computador quântico

Supercomputador El Capitan (imagem: divulgação/LLNL)

Supercomputador Pégaso (imagem: divulgação/Petrobras)

Supercomputador Pégaso (imagem: divulgação/Petrobras)

Supercomputador Harpia (imagem: Fausto Eduardo Pereira/Petrobras)

Como compartilhar o iCloud com membros da família

3 de Junho de 2026, 17:34
Imagem de um iphone mostrando a página "convidar família" do iCloud
Veja o passo a passo para dividir o plano do iCloud com mais pessoas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O compartilhamento familiar do iCloud permite que um organizador divida uma única assinatura do iCloud+ com até cinco pessoas. O sistema cria um armazenamento unificado, garantindo acesso a recursos premium sem expor os arquivos pessoais de cada convidado.

Para configurar, basta acessar o menu “Família” nos “Ajustes” do iPhone, selecionar “Assinaturas” e escolher o iCloud+ para gerenciar o plano. Em seguida, a pessoa envia o link para os convidados e, assim que eles aceitarem, o armazenamento será automaticamente compartilhado.

A seguir, veja o passo a passo para ativar o compartilhamento familiar do iCloud.

1. Abra o “Ajustes” do iPhone

Acesse o aplicativo “Ajustes” do iPhone para ver as configurações e os recursos do dispositivo.

Acessando o "Ajustes" do iPhone
Acessando o “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Entre no menu do seu ID Apple

Toque no seu nome, no topo da tela de “Ajustes”, para ver os dados pessoais, informações de pagamento e detalhes sobre o iCloud.

Abrindo o menu de informações da conta Apple
Abrindo o menu de informações da conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione a opção “Família”

Toque na opção “Família” ou “Compartilhamento familiar” para iniciar a criação do grupo que dividirá os recursos de armazenamento do iCloud. Leia as informações da ferramenta e, em seguida, toque em “Continuar” para avançar.

Iniciando a configuração do compartilhamento familiar do iCloud
Iniciando a configuração do compartilhamento familiar do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Retorne aos “Ajustes” do iPhone e toque em “Família”

Volte ao menu inicial do “Ajustes” e toque na opção “Família” que aparece no topo da tela de configurações do iPhone.

Acessando o menu "Família"
Acessando o menu “Família” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Acesse o menu de “Assinaturas” em Família

No menu “Família”, toque em “Assinaturas” para a próxima etapa de configuração do compartilhamento familiar do iCloud.

Selecionando a opção "Assinaturas"
Selecionando a opção “Assinaturas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Escolha o serviço “iCloud+”

Toque na opção do “iCloud+” para visualizar os detalhes do plano contratado na conta. Então, você poderá usá-lo para compartilhar o armazenamento iCloud com os membros do grupo.

Adicionando o "iCloud+" ao compartilhamento familiar
Adicionando o “iCloud+” ao compartilhamento familiar (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Convide os membros da família para o iCloud

Toque no botão “Convidar família”, na parte inferior da tela, e escolha a melhor forma para enviar o link de acesso. Assim que os membros aceitarem, o compartilhamento familiar no iCloud estará ativo e o espaço será dividido automaticamente.

Convidando os membros para o compartilhamento familiar do iCloud
Convidando os membros para o compartilhamento familiar do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como funciona o compartilhamento familiar do iCloud?

O compartilhamento familiar do iCloud atua como uma assinatura única gerenciada por um organizador, permitindo que até 6 pessoas dividam o plano de armazenamento. Esse ecossistema inclui acesso a recursos premium de privacidade sem taxas adicionais.

A divisão de espaço opera em um modelo de fundo unificado (pool de dados), onde os membros consomem a capacidade total contratada privadamente. O sistema elimina cobranças individuais e otimiza custos, garantindo que os arquivos de cada participante permaneçam confidenciais.

Posso compartilhar o iCloud com quantas pessoas? 

O compartilhamento familiar do iCloud permite que um organizador divida a assinatura com até cinco pessoas, totalizando seis usuários integrados ao mesmo ecossistema. Esse limite unificado expande o acesso não apenas ao armazenamento em nuvem, mas também aos serviços agregados do ecossistema Apple.

É possível compartilhar o iCloud com quem não é da minha família?

Sim, o iCloud permite incluir amigos ou terceiros que possuam uma ID Apple, sem a necessidade de comprovação de parentesco. Contudo, o sistema os integrará tecnicamente como membros de uma família, compartilhando obrigatoriamente os recursos do plano.

Ao compartilhar o iCloud, minhas fotos ficam visíveis para todos? 

Não, os arquivos não ficam visíveis para os outros membros do grupo ao dividir o plano do iCloud. O sistema funciona como um cofre compartilhado, onde cada usuário tem seu próprio espaço criptografado e totalmente trancado por sua ID Apple.

As fotos só serão expostas caso a pessoa crie intencionalmente uma Biblioteca de Fotos Compartilhada ou envie arquivos diretamente para os membros. Sem essa ação manual, o ecossistema protege a privacidade de dados de forma nativa e automática.

Posso compartilhar o iCloud com quem tem Android?

É possível dividir o iCloud com usuários de Android com algumas restrições. A pessoa pode fazer parte do grupo caso possua uma conta Apple, mas não pode utilizar o armazenamento na nuvem porque o serviço não está disponível para o sistema do Google.

Nesses casos, o compartilhamento familiar funciona apenas para serviços de mídia específicos portados para o Android, como o Apple Music e Apple TV. O gerenciamento e a configuração inicial do ecossistema familiar continuam exigindo obrigatoriamente um dispositivo iOS para atuar como organizador.

Como compartilhar o iCloud com membros da família

Veja o passo a passo para dividir o plano do iCloud com mais pessoas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o "Ajustes" do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o menu de informações da conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Iniciando a configuração do compartilhamento familiar do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu "Família" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a opção "Assinaturas" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Adicionando o "iCloud+" ao compartilhamento familiar (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Convidando os membros para o compartilhamento familiar do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que é iCloud? Saiba tudo sobre o serviço de armazenamento em nuvem da Apple

2 de Junho de 2026, 18:12
imagem de um celular com o logo do iCloud
Conheça mais detalhes sobre a plataforma de armazenamento na nuvem da Maçã (imagem: sdx15/Shutterstock)

O iCloud é o serviço de armazenamento em nuvem desenvolvido pela Apple para centralizar, fazer backups e sincronizar dados entre todos os dispositivos da marca. Ele atua integradamente ao ecossistema, permitindo o acesso seguro a fotos, documentos e senhas a partir de qualquer iPhone, iPad ou Mac.

A plataforma opera guardando os arquivos automaticamente em servidores remotos por meio de conexões de internet, sem a necessidade de cabos. Todo o processo ocorre em segundo plano com criptografia de ponta a ponta, garantindo que apenas o usuário tenha acesso às informações guardadas.

A versão básica do iCloud é gratuita e oferece 5 GB de armazenamento para mídias e backups. Já o iCloud+ é a assinatura premium que expande essa capacidade para até 12 TB, adicionando recursos avançados de privacidade e compartilhamento familiar.

A seguir, conheça mais detalhes sobre o iCloud, para que serve o serviço na nuvem da Apple e como utilizá-lo em diferentes dispositivos. Também saiba os limites de armazenamento e como expandir a memória digital.

O que é iCloud? 

O iCloud é o serviço de nuvem da Apple que centraliza e sincroniza automaticamente arquivos, fotos e senhas entre todos os dispositivos. Integrado ao ecossistema da marca, ele garante acesso seguro aos dados de qualquer lugar, seja por aparelhos conectados ou pelo navegador.

O que significa iCloud?

O nome iCloud segue a tradicional identidade visual da Apple, onde o famoso prefixo “i” faz referência direta à internet. Ele também representa os conceitos de individualidade e inovação que guiam a marca.

Já o termo “cloud” faz referência à computação em nuvem, tecnologia que armazena dados em servidores remotos. Isso significa que os arquivos ficam guardados na rede mundial, acessíveis de qualquer lugar e dispositivos.

ilustração do icloud
O iCloud facilita o acesso a diferentes arquivos em qualquer dispositivos da Apple (imagem: Reprodução/Apple)

Para que serve o iCloud? 

O iCloud é utilizado para armazenar, sincronizar e proteger seus dados na nuvem automaticamente em todos os dispositivos Apple. Estas são as principais funcionalidades:

  • Centralização e colaboração: unifica a biblioteca de fotos e vídeos em alta resolução e permite o compartilhamento de pastas e arquivos com outros usuários de forma simples e rápida;
  • Comunicação integrada: centraliza as mensagens no iCloud Mail e mantém notas, lembretes e históricos do navegador sempre idênticos em todas as telas do usuário;
  • Salvamento preventivo: realiza o backup do iPhone e iPad automaticamente via Wi-Fi, garantindo que configurações e dados de aplicativos sejam recuperados em um novo aparelho;
  • Segurança e localização: guarda senhas e cartões em um cofre digital criptografado e permite rastrear ou bloquear geograficamente dispositivos perdidos por meio do recurso Buscar;
  • Produtividade em tempo real: permite que diversas pessoas editem documentos, planilhas e apresentações simultaneamente por meio do portal web e dos apps de escritório do iWork;
  • Privacidade e família: bloqueia rastreadores da web e oculta o e-mail nas versões pagas, além de permitir dividir o espaço de armazenamento com até cinco familiares.
Uma mão segura um iPhone exibindo a tela de recuperação de backup
O iCloud é uma importante ferramenta para fazer backup do iPhone ou outro dispositivo da Apple (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como funciona o iCloud 

O iCloud opera como uma plataforma de computação em nuvem, armazenando os dados dos usuários em servidores remotos da Apple. O processo começa com o upload automático de arquivos e fotos assim que a pessoa faz login em um dispositivo da Maçã.

A partir daí, as notificações automáticas em segundo plano sincronizam todas as alterações sem a necessidade de cabos. Desse modo, qualquer informação atualizada sofre replicação imediata para outros dispositivos vinculados à mesma conta Apple ID.

Nos bastidores, o sistema garante total privacidade ao proteger os dados com criptografia em trânsito e em repouso. A segurança é reforçada pela criptografia de ponta a ponta, que gera chaves de proteção exclusivas nos próprios aparelhos.

Para reforçar a segurança do ecossistema, o iCloud utiliza a autenticação de dois fatores e chaves guardadas em módulos de hardware físicos. Até desenvolvedores terceiros podem integrar seus aplicativos nessa estrutura utilizando APIs exclusivas.

infográfico do funcionamento do iCloud
O iCloud permite sincronizar os arquivos de diferentes dispositivos da Apple (imagem: Reprodução)

Preciso ativar o iCloud? 

Não é obrigatório ativar o iCloud para utilizar um aparelho da Apple, mas é altamente recomendável para não perder dados. O processo geralmente ocorre na configuração inicial do aparelho, sendo necessário criar uma conta no iCloud vinculada à Conta Apple.

Caso o recurso tenha sido pulado na configuração ou esteja desativado, basta acessar o menu de “Ajustes” e fazer o login manual a qualquer momento. Essa ativação rápida pode ser feita em múltiplos dispositivos para colocá-los em sincronia imediatamente.

O usuário mantém o controle total sobre o que vai para a nuvem, já que o sistema não obriga a sincronização de tudo. É possível personalizar cada dispositivo separadamente, escolhendo apenas os recursos e arquivos que deseja salvar na nuvem.

Ilustração da sincronização das fotos com o iCloud
Os usuários ativar o iCloud para poupar espaço de armazenamento no aparelho (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O iCloud é gratuito? 

Sim, o iCloud oferece uma versão básica totalmente gratuita que disponibiliza 5 GB de armazenamento em nuvem. Esse espaço inicial sem custo é liberado automaticamente assim que o usuário configura seu Apple ID em qualquer dispositivo da marca.

Contudo, para quem precisa de mais espaço para fotos e backups, a alternativa é assinar o plano pago iCloud+. Esse upgrade expande o limite para até 12 TB, conforme o plano selecionado, e adiciona recursos extras de privacidade e segurança.

Como usar o iCloud 

Para começar a usar o iCloud no iPhone, basta acessar o app “Ajustes”, tocar no nome do usuário no topo da tela e selecionar a opção “iCloud”. Neste menu, a pessoa escolhe quais apps e recursos, como fotos e contatos, serão sincronizados automaticamente.

No Mac, o caminho é bem parecido: clique no menu Apple, acesse “Ajustes do Sistema” e clique no nome do usuário na barra lateral. Em seguida, basta abrir o painel do iCloud para gerenciar o que deseja salvar na nuvem.

Em ambas as plataformas, o usuário consegue visualizar os arquivos salvos, gerenciar o espaço disponível ou fazer upgrade de plano. Todo o controle de downloads e exclusões de dados é feito centralizadamente e intuitivamente.

Também é possível entrar no iCloud pelo PC por meio do aplicativo oficial para Windows ou diretamente no site icloud.com pelo navegador. Essa versatilidade garante acesso rápido aos arquivos e fotos, mesmo quando a pessoa estiver longe dos dispositivos da Maçã.

Selecionando o menu "iCloud"
O iCloud pode ser acessado pelo menu “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Qual é o limite de armazenamento do iCloud? 

O plano gratuito do iCloud disponibiliza apenas 5 GB de armazenamento para mídias, documentos, senhas e backups de segurança. Como essa cota básica costuma esgotar rapidamente, a Apple oferece assinaturas pagas para quem precisa de mais espaço na nuvem.

Os planos do iCloud+ expandem essa capacidade, oferecendo opções que vão de 50 GB até o limite máximo de 12 TB. Além do espaço extra, os pacotes a partir de 200 GB permitem o compartilhamento familiar com até cinco pessoas.

Consigo aumentar o armazenamento do iCloud? 

Sim, é possível expandir o limite migrando para o iCloud+, o serviço premium que oferece mais GB em nuvem. Para quem não quer gastar, a alternativa imediata é apagar arquivos antigos e gerenciar os backups para liberar espaço no iCloud.

Caso a limpeza não seja suficiente, o usuário pode comprar armazenamento no iCloud diretamente pelo menu do serviço em um dispositivo a qualquer momento. Esse upgrade resolve o problema de falta de memória e ainda traz ferramentas extras e compartilhamento familiar em alguns planos.

imagem de um iPhone exibindo a mensagem "fazer o upgrade para o icloud+"
É possível expandir a memória em nuvem assinando o iCloud+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre iCloud e iCloud+? 

O iCloud é a versão gratuita da nuvem da Apple que oferece 5 GB para salvar fotos, arquivos e senhas de forma automática. Ele funciona como uma central básica para sincronizar dados e manter os aparelhos da marca em sintonia.

O iCloud+ é a assinatura premium que permite expandir esse armazenamento digital em planos que vão de 50 GB até 12 TB. Além de mais espaço, esse upgrade adiciona recursos avançados de privacidade, como navegação oculta na web e e-mails temporários.

Qual é a diferença entre iCloud e iCloud Drive? 

O iCloud é a plataforma de nuvem completa da Apple que gerencia e sincroniza todo o ecossistema em segundo plano, como contatos, senhas e backups. Ele funciona como uma infraestrutura invisível que mantém o sistema operacional e seus aplicativos integrados.

O iCloud Drive é um recurso específico localizado dentro dessa nuvem, operando de forma parecida com um disco rígido virtual. É o espaço dedicado para criar pastas, organizar arquivos manualmente e compartilhá-los entre diferentes aparelhos.

O que é iCloud? Saiba tudo sobre o serviço de armazenamento em nuvem da Apple

(imagem: Reprodução/Apple)

Saiba como recuperar um backup no iPhone usando o iCloud ou ferramentas no PC (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Usuário pode salvar fotos no iCloud para poupar espaço de armazenamento no aparelho (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Selecionando o menu "iCloud" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

(imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que é um cluster? Entenda o sistema que integra dois ou mais computadores em rede

1 de Junho de 2026, 18:00
imagem da sala de servidores
Saiba como os clusters são uma tecnologia essencial para a computação moderna (imagem: Kevin Ache/Unsplash)

Um cluster é uma arquitetura de computação que conecta vários computadores independentes para atuarem como se fossem uma única máquina poderosa. Essa estrutura permite dividir tarefas complexas entre os equipamentos, multiplicando o poder de processamento e garantindo que os sistemas fiquem sempre online.

O funcionamento se baseia na união dessas máquinas, chamadas de nós, por meio de redes de alta velocidade sob o comando de um gerenciador. Esse sistema distribui a carga de trabalho de forma inteligente e, caso um dos computadores falhe, outro assume a tarefa imediatamente sem interromper o serviço.

Existem tipos de clusters adaptados para cada necessidade, como os de alta performance para cálculos intensos e os de alta disponibilidade para segurança. Outros modelos comuns incluem os de balanceamento de carga e os de containers para gestão automatizada em nuvem.

A seguir, conheça o conceito de cluster, como funciona a tecnologia detalhadamente e os usos práticos no cotidiano. Também saiba os pontos fortes e fracos dessa arquitetura.

O que é cluster em computação? 

Um cluster é uma rede de computadores independentes que trabalham juntos em uma rede local, funcionando como uma única máquina. Isso permite dividir tarefas complexas em processamento paralelo, garantindo alta disponibilidade, balanceamento de carga de trabalho e alto desempenho para processar grandes volumes de dados.

Qual é o significado de cluster?

O termo “cluster” deriva da palavra inglesa que significa “grupo” ou “aglomerado”, refletindo o conceito de várias máquinas que trabalham unidas como um único sistema. Essa arquitetura começou a ganhar forma nos anos 1960 com computadores de grande porte (mainframes) da IBM e da Burroughs.

O formato se popularizou em 1994 com o Beowulf cluster, um projeto que conectou PCs comuns via rede Ethernet. Desde então, o conceito de computadores independentes trabalhando em sintonia virou o padrão da indústria para supercomputação acessível.

Cluster Superman (Imagem: Patrick Finnegan/Wikimedia Commons)
Um cluster “aglomera” vários computadores para atuarem como uma máquina única (imagem: Patrick Finnegan/Wikimedia Commons)

Para que serve um cluster em computação? 

Um cluster otimiza o processamento e armazenamento, garantindo que sistemas fiquem sempre no ar graças à alta disponibilidade, que assume o trabalho caso um nó falhe. Ele também utiliza o balanceamento de carga para distribuir as tarefas de forma inteligente, evitando gargalos e lentidão no serviço.

Além disso, essa tecnologia viabiliza a computação de alto desempenho, entregando a potência de supercomputadores por uma fração do custo dos antigos mainframes. É a base por trás da escalabilidade de grandes bancos de dados, servidores de jogos e da computação em nuvem.

Como funciona a computação em cluster? 

A computação em cluster atua conectando várias máquinas independentes, chamadas de nós, por meio de uma rede local de alta velocidade. Sob o comando de um software de gerenciamento e de um distribuidor de carga (load balancer), o grupo passa a agir como um único supercomputador.

O sistema divide o trabalho em partes menores e ativa o processamento paralelo para resolver problemas complexos. Dessa forma, as tarefas são executadas simultaneamente e de maneira simétrica, entregando ao usuário um resultado rápido e unificado de forma totalmente invisível.

Essa arquitetura se destaca pela escalabilidade horizontal na tecnologia da informação, que expande a capacidade do sistema apenas adicionando computadores comuns ao grupo. Além disso, se um nó falhar, o mecanismo de alta disponibilidade redistribui o trabalho entre as outras máquinas sem interromper o serviço.

Essa dinâmica é ideal para tarefas pesadas, como simulações meteorológicas e renderizações em 3D, que exigem processamento massivo de dados. Com essa estratégia, o cluster tem um desempenho superior ao de máquinas potentes, somando apenas computadores comuns e acessíveis.

Infográfico sobre o funcionamento de um cluster
Como funciona um cluster (imagem: Reprodução/Geeks for Geeks)

Quais são os principais tipos de cluster em computação? 

Os clusters são classificados de acordo com a sua especialidade para solucionar diferentes problemas. Os principais tipos são:

  • Alta performance (HPC): focado em poder bruto, ele quebra cálculos complexos em várias partes paralelas para analisar dados massivos simultaneamente, acelerando pesquisas e simulações;
  • Alta disponibilidade (HA): funciona como uma rede de segurança contra falhas, mantendo servidores redundantes prontos para assumir o serviço imediatamente se a máquina principal parar de funcionar;
  • Balanceamento de carga: atua como um “agente de trânsito digital” que recebe as requisições dos usuários e as distribui entre os nós, evitando gargalos e garantindo que o sistema não fique lento;
  • Armazenamento de dados: especializados em guardar informações de forma segura e escalável, dividindo arquivos e bancos de dados entre vários discos integrados na rede para evitar a perda de arquivos;
  • Containers (Kubernetes): o modelo moderno para a nuvem, feito para gerenciar, implantar e esticar aplicativos empacotados (conteinerizados) de maneira automatizada e ágil conforme a demanda do público;
  • Servidores web e bancos de dados: combina múltiplas máquinas específicas para aguentar sites com tráfego massivo e garantir que as consultas de dados de serviço nunca fiquem fora do ar;
  • Computação em grade (Grid): uma estrutura que vai além do cluster tradicional ao interconectar sistemas inteiros espalhados por diferentes localizações geográficas para trabalharem em um objetivo comum.
Uma mulher preta segura um notebook na frente de vários servidores
Existem modelos de cluster focaodos em armazenamento de dados e balaceamento de carga entre os dispositivos (imagem: Christina @ wocintechchat.com/Unsplash)

Quais são os usos práticos da computação em cluster? 

A computação em cluster está presente nos bastidores de serviços utilizados diariamente e de ferramentas de ciência. Esses são alguns dos principais usos práticos da tecnologia:

  • Pesquisa científica e simulações: resolve cálculos complexos em áreas como física de partículas e química computacional, executando em minutos tarefas que levariam anos em um computador comum;
  • Previsão do tempo e clima: agências meteorológicas cruzam dados de satélites em tempo real para prever desastres naturais com alta precisão e antecipar alertas de segurança;
  • Genômica e saúde: analisa sequências complexas de DNA em tempo recorde, ajudando cientistas a entender o mapeamento do código genético humano e acelerar a descoberta de novas vacinas;
  • Sites e bancos de dados: sustenta plataformas digitais gigantescas, distribuindo os acessos para garantir que portais de e-commerce e redes sociais com tráfego massivo não caiam ou fiquem lentos;
  • Serviços em nuvem: funciona como o motor invisível da internet moderna, gerenciando e distribuindo aplicativos automatizadamente por meio de ferramentas como o Kubernetes;
  • Setor de energia: acelera a busca por petróleo, gás e fontes renováveis, processando dados geológicos complexos para mapear o potencial do solo com altíssima eficiência;
  • Mercado financeiro: garante a segurança de transações ao rodar análises de risco complexas e algoritmos de alta velocidade para operações na bolsa de valores;
  • Cinema e entretenimento: dá vida a efeitos especiais de Hollywood, utilizando fazendas de renderização (render farms) para processar gráficos em 3D de alta resolução;
  • Computação de alto fluxo (HTC): executa simultaneamente uma quantidade massiva de tarefas independentes, sendo ideal em cenários que exigem o processamento contínuo de dados gigantescos;
  • Monitoramento e segurança: ajuda governos e empresas a gerenciar o tráfego de grandes rodovias em tempo real e a otimizar a distribuição de serviços de utilidade pública;
  • Sistemas de controle industrial: monitora linhas de produção automatizada e infraestruturas críticas que exigem alta disponibilidade e não podem parar nunca.
Cluster Lenovo no datacenter da DreamWorks (imagem: divulgação/DreamWorks Animation)
Cluster Lenovo no datacenter da empresa de animação DreamWorks (imagem: divulgação/DreamWorks Animation)

Quais são as vantagens de um cluster em computação? 

Estes são os pontos positivos da tecnologia de cluster:

  • Escalabilidade horizontal: permite adicionar novos computadores (nós) para aumentar o poder de processamento e armazenamento conforme a demanda cresce, sem trocar as máquinas atuais;
  • Alto desempenho: entrega velocidade e capacidade de processamento surpreendentes por meio do trabalho paralelo, superando com folga o desempenho de computadores de grande porte (mainframes);
  • Alta disponibilidade: garante total tolerância a falhas ao eliminar o risco de um único ponto de quebra. Se uma máquina falhar, as outras assumem o serviço sem interrupções;
  • Excelente custo-benefício: sai muito mais barato do que investir em supercomputadores caros, já que permite juntar hardwares comuns de baixo custo para somar forças;
  • Balanceamento de carga: distribui as tarefas de forma igualitária entre todos os nós da rede, otimizando o uso dos recursos e evitando gargalos de lentidão;
  • Infraestrutura distribuída e flexível: organiza os recursos de forma inteligente e integrada, permitindo gerenciar o sistema com facilidade e ajustar sua capacidade de armazenamento e processamento a qualquer momento.

Quais são as desvantagens de um cluster em computação? 

Estes são os pontos fracos de um cluster em computação:

  • Custo inicial elevado: exige investimentos pesados em infraestrutura de rede veloz e servidores, tornando a implementação inicial mais cara do que adotar um servidor isolado comum;
  • Complexidade de configuração: montar e calibrar toda a arquitetura de rede e os softwares de sincronização é uma tarefa complexa, adicionando camadas técnicas que dificultam o desenho do sistema;
  • Manutenção e monitoramento difíceis: como envolve muitos componentes interconectados, descobrir a origem de falhas específicas e manter todos os nós atualizados exige ferramentas robustas e esforço redobrado da equipe;
  • Segurança mais complexa: proteger um ecossistema com múltiplos computadores interconectados aumenta a superfície de ataque, exigindo mais barreiras de defesa e gerenciamento mais rígido de acessos;
  • Vulnerabilidade a dados corrompidos: embora o sistema seja resiliente a falhas físicas de hardware, ele ainda pode replicar erros de software ou corrupção de arquivos por todo o banco de dados;
  • Gargalos em escala massiva: quando o ecossistema cresce para milhares de nós, surgem barreiras físicas complexas ligadas à topologia de rede, além de custos extras com energia e refrigeração.
Imagem de servidores em um data center
Clusters oferecem escabilidade horizontal e alto desempenho, mas têm configurações e segurança complexas (imagem: Unsplash/Taylor Vick)

Qual é a diferença entre cluster e servidor? 

Um cluster é um grupo de múltiplos computadores conectados que unem forças para funcionar como um único sistema integrado. Essa cooperação permite executar tarefas complexas de forma dividida e simultânea, garantindo vantagens como alta disponibilidade e balanceamento de carga.

Servidor é uma máquina individual configurada para fornecer recursos, dados e programas para outros computadores da rede. Funcionando de maneira isolada e independente, ele lida com todo o trabalho sozinho, sem contar com a redundância automática de outras máquinas caso sofra uma pane.

Qual é a diferença entre cluster e computação em nuvem? 

Um cluster é um grupo de computadores físicos interconectados em uma rede local que une forças para agir como uma única máquina de alto desempenho. Essa arquitetura centralizada foca em somar o poder de processamento de máquinas próximas para resolver tarefas pesadas e garantir alta disponibilidade local.

Computação em nuvem é um modelo que entrega recursos de tecnologia sob demanda e forma virtualizada por meio da internet. Em vez de gerenciar hardwares locais, o usuário acessa uma infraestrutura global de servidores, pagando apenas pelo poder de computação que consumir.

O que é um cluster? Entenda o sistema que integra dois ou mais computadores em rede

(Imagem: Christina @ wocintechchat.com/Unsplash)

Os servidores de um data center são organizados em racks ou gabinetes (imagem: Unsplash/Taylor Vick)

Motorola Edge 60 Fusion (256 GB) recebe 45% de desconto na Amazon

1 de Junho de 2026, 11:55

Prós
  • Câmera principal Sony Litia 700C de 50 MP
  • Bateria de 5.200 mAh com bastante autonomia
  • Primeiro smartphone com Moto AI desde o lançamento
  • Certificações IP68 e IP69
Contras
  • Apenas três anos de atualizações
PIX Cupom
10% OFF NA PáGINA R$ 1.646,48  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 60 Fusion (256 GB) entrou em oferta por R$ 1.646,48 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF na página do produto na Amazon. O smartphone custo-benefício com tela POLED e ampla bateria, lançado por R$ 2.999, fica 45% mais barato nesta promoção.

Edge 60 Fusion tem 16 GB de RAM, tela Super HD e câmera frontal de 32 MP

Traseira rosa do Edge 60 Fusion
Motorola Edge 60 Fusion tem uma câmera dupla traseira com sensor principal de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Edge 60 Fusion é equipado com o chip MediaTek Dimensity 7400, além de contar com até 16 GB de RAM por meio do recurso RAM Boost. Os 256 GB de armazenamento interno oferecem um espaço equilibrado para mídias, aplicativos e outros arquivos.

O telefone tem uma tela POLED de 6,7 polegadas com resolução Super HD e taxa de atualização de 120 Hz para imagens fluidas e detalhadas. Outro destaque do painel é o brilho máximo de 4.500 nits, um dos mais brilhantes do mercado.

Com suporte ao Moto AI, o Edge 60 Fusion traz uma câmera dupla traseira liderada pelo sensor Sony LYTIA de 50 MP capaz de gravar vídeos em até 4K. A câmera frontal de 32 MP também registra imagens em 4K e selfies detalhadas.

Pessoa segurando um smartphone Motorola Edge 60 Fusion enquanto assiste a um filme romântico.
Tela de 6,7 polegadas tem fidelidade de cores certificada pela Pantone (imagem: divulgação)

Um dos destaques do celular custo-benefício da Motorola é a bateria de 5.200 mAh, garantindo até 40 horas de uso moderado. Ele ainda tem suporte a carregamento ultrarrápido de 68 W, indo de 0 a 100% em somente 8 minutos na tomada.

Para o dia a dia, o dispositivo conta com conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Ele vem de fábrica com o Android 15, mas deve receber no máximo 3 grandes atualizações de software.

Por fim, o Motorola Edge 60 Fusion (R$ 1.646,48 no Pix usando o cupom de 10% OFF) tem estrutura de plástico com acabamento traseiro em Vegan Leather. Já a certificação IP68/IP69 de resistência à água protege o aparelho de mergulhos acidentais de até 3 metros em água doce.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 Fusion (256 GB) recebe 45% de desconto na Amazon

Motorola Edge 60 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Como colocar senha nos aplicativos do celular Motorola 

29 de Maio de 2026, 17:20
imagem do celular Motorola com o app Moto Secure
Saiba o passo a passo para proteger os apps com senha usando o Moto Secure (imagem: Lupa Charleaux)

Os donos de celulares Motorola podem utilizar a ferramenta nativa Moto Secure para proteger os aplicativos com senha. Ao abrir o recurso, basta selecionar a opção “Pasta Segura”, definir um PIN de acesso e adicionar os apps desejados ao ambiente criptografado.

O acesso aos aplicativos protegidos é feito pelo próprio Moto Secure, selecionando novamente o ícone de Pasta Segura após a configuração. O sistema exigirá a credencial de segurança para liberar a visualização e utilizar os softwares “camuflados”.

A seguir, veja o passo a passo para bloquear aplicativos no celular Motorola utilizando senha.

Como colocar senha em aplicativos no celular Motorola

1. Acesse o app Moto Secure

Abra o aplicativo Moto Secure no seu celular Motorola ao tocar no ícone na tela inicial ou na bandeja de apps, deslizando o dedo na tela de baixo para cima.

Também dá para acessar a opção por meio do “Configurar”, depois selecionar “Segurança e privacidade” e tocar em “Mais segurança e privacidade”.

Acessando o app Moto Secure
Acessando o app Moto Secure (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Toque em “Pasta Segura”

No app Moto Secure, toque na opção “Pasta Segura” para iniciar a configuração. Essa ferramenta permite bloquear aplicativos no celular Motorola por meio de senha.

Selecionando a opção "Pasta Segura"
Selecionando a opção “Pasta Segura” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Escolha o tipo de bloqueio dos apps

Veja as instruções da Pasta Segura e selecione o método de bloqueio que será utilizado (Padrão, PIN, Senha). Crie uma combinação de acesso exclusiva e, se desejar, ative a biometria logo em seguida.

Vendo as instruções para cadastrar o tipo de bloqueio da Pasta Segura
Vendo as instruções para cadastrar o tipo de bloqueio da Pasta Segura (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Abra o menu “Adicionar apps” no Moto Secure

Toque no ícone de “+”, no canto inferior direito da tela, para abrir um submenu de opções. Na sequência, toque em “Adicionar apps” para acessar a lista de softwares disponíveis.

Abrindo a opção "Adicionar apps"
Abrindo a opção “Adicionar apps” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Selecione os apps que deseja proteger com senha

Na tela “Adicionar apps”, navegue pela lista e marque todos os aplicativos que você deseja proteger com senha na Pasta Segura. Para concluir, toque no ícone de check (✓) no canto inferior direito.

Dica: os aplicativos devem ter sido instalados previamente no celular via Play Store fora da Pasta Segura. Assim, eles ficam disponíveis para serem adicionados ao ambiente criptografado.

Escolhendo os apps da Pasta Segura
Escolhendo os apps da Pasta Segura (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Confirme a adição do app

Ao voltar à Pasta Segura, toque em “Entendi” para fechar o assistente e concluir a adição dos seus apps no ambiente protegido.

Importante: a Pasta Segura é um ambiente isolado que exige um novo login nos aplicativos duplicados. As credenciais e dados salvos na versão externa não são copiados automaticamente.

Finalizando a adição dos apps da Pasta Segura
Finalizando a adição dos apps da Pasta Segura (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar apps protegidos com senha no celular Motorola

1. Abra o Moto Secure

Acesse o Moto Secure no seu celular Motorola para ver mais opções.

Abrindo o app Moto Secure
Abrindo o app Moto Secure (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse a Pasta Segura utilizando a senha cadastrada

Toque em “Pasta Segura” e, em seguida, insira a senha cadastrada para ver os apps protegidos com senha.

Selecionando a "Pasta Segura" para ver os apps protegidos com senha
Selecionando a “Pasta Segura” para ver os apps protegidos com senha (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo bloquear apps com senha no Motorola?

Estes são alguns motivos que podem impedir o uso do Moto Secure em celulares da Motorola:

  • Incompatibilidade do sistema: o Moto Secure com o recurso Pasta Segura exige o Android 13 ou superior. Em celulares da Motorola com sistema operacional desatualizado, as ferramentas avançadas de proteção ficam indisponíveis;
  • Falta do aplicativo nativo: a função de proteger aplicativos com senha depende do Moto Secure. Se o aparelho for compatível, é preciso baixar o app na Play Store para ativar a proteção;
  • Lógica de duplicar apps: diferente de outros sistemas, o Moto Secure não bloqueia o app original na tela inicial. Ele cria uma cópia protegida dentro de um ambiente seguro, exigindo que o usuário apague o ícone antigo manualmente;
  • Versão do Moto Secure desatualizada: falhas de softwares e recursos ausentes costumam ser resolvidos com atualizações. Certifique-se de que o aplicativo da Motorola está rodando na versão mais recente disponível na Play Store.

Posso usar serviços de terceiros para colocar senha em apps no Motorola?

Sim, você pode utilizar aplicativos de terceiros disponíveis na Play Store, como o AppLock, para adicionar senha ou bloqueio biométrico em apps no Motorola. Contudo, as ferramentas gratuitas costumam exibir anúncios excessivos ou coletar dados de navegação, oferecendo riscos de privacidade que não existem no Moto Secure.

Além disso, as opções externas apresentam vulnerabilidades, como falhas na cobertura de apps nativos e a facilidade de serem burlados caso o aplicativo protetor seja desinstalado. Por isso, a recomendação é priorizar a Pasta Segura da própria Motorola para uma proteção mais robusta.

Consigo tirar a senha de apps no celular Motorola? 

Sim, você pode desativar a Pasta Segura nas configurações da própria ferramenta no Moto Secure. Abra o ambiente protegido, toque no ícone de três riscos, no canto superior esquerdo da tela, selecione “Mais Configurações” e “Excluir Pasta Segura”.

Então, informe a senha de acesso da pasta e toque em “Excluir” para que todos os apps protegidos sejam deletados do dispositivo. Se desejar, faça um backup da Pasta Segura para ter uma cópia das informações na área “Documentos”.

Como colocar senha nos aplicativos do celular Motorola 

Saiba o passo a passo para proteger os apps com senha usando o Moto Secure (imagem: Lupa Charleaux)

Acessando o app Moto Secure (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a opção "Pasta Segura" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Vendo as instruções para cadastrar o tipo de bloqueio da Pasta Segura (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a opção "Adicionar apps" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Escolhendo os apps da Pasta Segura (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Finalizando a adição dos apps da Pasta Segura (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o app Moto Secure (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a "Pasta Segura" para ver os apps protegidos com senha (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que é VLAN? Saiba como funciona uma rede virtual dentro de uma LAN

29 de Maio de 2026, 10:45
ilustração sobre VLAN
Entenda como a LAN virtual pode proteger dados e otimizar o desempenho de uma rede mais ampla (imagem: Reprodução/Synchronet)

A Virtual Local Area Network, ou VLAN, é uma tecnologia que segmenta uma única rede física em múltiplas sub-redes virtuais. Essa abordagem agrupa dispositivos independentemente da localização, criando ambientes digitais mais organizados e escaláveis.

Na prática, a LAN Virtual atua isolando o tráfego de dados por meio de switches gerenciáveis que filtram e direcionam os pacotes de informação. Isso impede que dispositivos em diferentes setores, como Wi-Fi de visitas e a rede administrativa, troquem pacotes sem autorização prévia.

Entre os principais tipos de VLAN, destacam-se as baseadas em portas físicas, etiquetas e as estruturadas por endereços MAC. Cada modalidade atende a uma estratégia de segurança diferente, garantindo que cada fluxo de dados trafegue estritamente pelos caminhos predefinidos pelo administrador.

A seguir, entenda o conceito de VLAN e como elas protegem os dados contra acessos indevidos. Também conheça os benefícios e as limitações da tecnologia.

O que é VLAN?

VLAN, ou LAN virtual, é uma tecnologia que segmenta logicamente uma rede física em sub-redes isoladas, agrupando dispositivos independentemente da localização deles. Isso otimiza o tráfego corporativo e reforça a segurança ao separar ambientes específicos, como redes administrativas e o Wi-Fi de visitas.

O que significa VLAN?

O termo VLAN, sigla para Virtual Local Area Network (Rede Local Virtual), surgiu com a evolução dos switches de rede na década de 1990. Ele começou a ser usado por engenheiros que precisavam segmentar o tráfego de dados para criar sub-redes independentes na mesma estrutura física.

Para que serve a VLAN? 

A VLAN segmenta redes logicamente para melhorar a segurança e o gerenciamento ao isolar fluxos de dados sensíveis. Na prática, ela cria “departamentos virtuais” que mantêm setores estratégicos ou o Wi-Fi de visitas totalmente separados da rede principal.

Além da proteção, a tecnologia otimiza o desempenho ao conter o tráfego de broadcast, evitando o congestionamento de banda. Isso permite agrupar dispositivos por funções e requisitos técnicos, independentemente da localização física deles na empresa.

imagem de cabos ligados a um Switch
Os switches são uma parte essencial para a infraestrutura de uma VLAN (imagem: Albert Stoynov/Unsplash)

Como funciona a VLAN

A VLAN funciona dividindo um único switch físico em múltiplos canais virtuais isolados dentro da mesma rede de computadores. O sistema direciona o tráfego configurando portas específicas do aparelho, garantindo que os dispositivos conectados conversem apenas no próprio grupo.

O segredo desse mecanismo está no “tagging”, um processo de etiquetagem de dados baseado na norma IEEE 802.1Q. Essa tecnologia adiciona uma identificação oculta aos pacotes de dados, permitindo que os switches saibam exatamente o destino de cada informação.

Essa divisão inteligente contém o tráfego de broadcasts, fazendo com que as mensagens de transmissão geral fiquem restritas à sua própria rede. Além de poupar banda, essa barreira digital impede o acesso não autorizado entre diferentes grupos virtuais da empresa.

Para conectar switches diferentes mantendo o isolamento, utilizam-se conexões de “trunk”, que transportam múltiplas VLANs por um único cabo. Já a comunicação controlada entre redes virtuais distintas exige o roteamento inter-VLAN, feito por um roteador ou switch de Camada 3.

infográfico do funcionamento de uma LAN virtual
A LAN virtual segmenta os dispositivos e o tráfego em uma única infraestrutura (imagem: Reprodução/TechTarget)

Quais são os tipos de VLAN? 

Existem diferentes categorias de VLAN projetadas para organizar o tráfego de dados com eficiência e segurança. Algumas delas são:

  • VLAN padrão (Default): é a configuração de fábrica do switch à qual todas as portas pertencem inicialmente, sendo uma estrutura rígida que não pode ser renomeada ou excluída;
  • VLAN baseada em porta (estática): configuração tradicional em que cada saída física do switch é vinculada manualmente a uma rede virtual especificada pelo administrador do sistema;
  • VLAN baseada em protocolo: técnica avançada que direciona os fluxos de dados para sua respectiva rede virtual analisando informações de nível de rede (Camada 3), como o protocolo IP;
  • VLAN dinâmica: sistema automatizado que distribui os dispositivos nas redes virtuais com base no endereço físico da placa de rede (MAC) ou diretrizes de autenticação;
  • VLAN de dados: destinada exclusivamente ao tráfego gerado pelas atividades dos usuários, como troca de e-mails, navegação na web e transferências de arquivos comuns;
  • VLAN de voz: desenvolvida especificamente para telefonia IP (VoIP), ela recebe prioridade máxima de transmissão (QoS) para garantir conversas nítidas, estáveis e sem atrasos no sistema;
  • VLAN de gerenciamento: canal exclusivo para acesso administrativo da equipe de TI, garantindo que os técnicos consigam monitorar e configurar o switch mesmo sob tráfego pesado;
  • VLAN nativa: responsável por identificar e acolher o tráfego de dados que viaja sem nenhuma etiqueta de identificação através dos links de conexões compartilhadas (trunk);
  • VLAN tagged: utiliza marcadores com números de identificação nos cabeçalhos dos pacotes de dados, permitindo que múltiplos fluxos virtuais compartilhem organizadamente a mesma estrutura física;
  • VLAN privada (PVLAN): recurso de isolamento extremo que impede que aparelhos conectados na mesma rede virtual conversem entre si, cenário muito comum em redes de hotéis;
  • VLAN de trunk: conexão especial que atua como uma estrada expressa, transportando os dados etiquetados de múltiplas redes virtuais simultaneamente entre diferentes switches.
imagem de cabos ligados a um Switch
A VLAN baseada em porta é a mais comum no mercado (imagem: Scott Rodgerson/Unsplash)

Quais são os benefícios da VLAN? 

O modelo de rede VLAN oferece uma série de vantagens estratégicas para a infraestrutura digital de uma residência ou empresa. Por exemplo:

  • Segurança reforçada e isolamento: ao segmentar o tráfego de dados, a tecnologia protege informações confidenciais criando barreiras digitais que impedem o acesso não autorizado entre departamentos distintos;
  • Controle de políticas de acesso: essa divisão lógica facilita a aplicação de regras rígidas de segurança e controles de privacidade totalmente personalizados para as necessidades de cada setor;
  • Menos congestionamento na rede: ao reduzir os domínios de broadcast, o sistema evita que mensagens de transmissão em massa sobrecarreguem os aparelhos, acelerando o fluxo de dados;
  • Fluxo de tráfego otimizado: o recurso permite priorizar aplicações em tempo real que não toleram atrasos, como chamadas de voz por internet (VoIP) e videoconferências estratégicas;
  • Uso eficiente da banda larga: a distribuição inteligente e direcionada do tráfego melhora o desempenho geral do sistema, aproveitando ao máximo o limite da infraestrutura já instalada;
  • Redução de gastos com hardware: ao reaproveitar o mesmo switch físico para criar várias redes isoladas, elimina-se a necessidade de comprar novos equipamentos para cada setor da empresa.

Quais são as limitações da VLAN? 

Apesar dos benefícios, a implementação de uma rede VLAN impõe desafios técnicos e operacionais. Por exemplo:

  • Configuração complexa: exige um planejamento inicial minucioso da topologia para evitar falhas de comunicação, brechas de segurança e quedas de desempenho causadas por erros humanos na instalação;
  • Aumento da complexidade geral: o gerenciamento diário exige um monitoramento constante de regras de firewalls, portas de switches e tabelas de roteamento, elevando a carga de trabalho da equipe de TI;
  • Riscos de VLAN Hopping: se a infraestrutura não receber travas de segurança rigorosas, invasores podem burlar as etiquetas de identificação para saltar ilegalmente de uma rede virtual para outra;
  • Risco de latência e gargalos: um desenho de tráfego mal projetado ou o excesso de divisões virtuais podem sobrecarregar o roteamento inter-VLAN, gerando atrasos na transmissão dos dados;
  • Custo elevado em larga escala: o orçamento para grandes estruturas pode subir rapidamente devido à necessidade de adquirir equipamentos corporativos avançados capazes de interligar as redes com eficiência.
imagem de cabos ligados a um Switch
Embora melhore a segurança e otimize o desempenho, uma VLAN exige um gerenciamento complexo (imagem: Jonathan/Unsplash)

Qual é a diferença entre VLAN e LAN?

A VLAN (Rede Local Virtual) é uma segmentação lógica criada artificialmente dentro de uma estrutura física para agrupar aparelhos por critérios funcionais, ignorando a localização real deles. Ela melhora a rede comum ao dividi-la em múltiplos domínios virtuais, garantindo que os dados trafeguem apenas entre os destinatários autorizados.

A LAN (Rede Local) é uma infraestrutura física que conecta computadores, impressoras e roteadores em uma casa ou escritório para compartilharem arquivos e acesso à internet. Nela, todos os dispositivos dividem o mesmo espaço digital, funcionando como uma única linha de transmissão aberta para todo o grupo.

O que é VLAN? Saiba como funciona uma rede virtual dentro de uma LAN

Entenda como a LAN virtual pode proteger dados e otimizar o desempenho de uma rede mais ampla (imagem: Reprodução/Synchronet)

(imagem: Albert Stoynov/Unsplash)

(imagem: Reprodução/TechTarget)

(imagem: Jonathan/Unsplash(

Nintendo Switch Lite atinge 38% OFF na melhor promoção dos últimos meses

28 de Maio de 2026, 15:49
R$ 1.899,0038% OFF

Prós
  • Roda jogos no modo portátil
  • Tela com recurso touchscreen
  • Design leve de 277 g
Contras
  • Sem controles desacopláveis
  • Não tem suporte para jogar na TV
PIX Cupom
100 OFF NA PáGINA R$ 1.186,55  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Nintendo Switch Lite está disponível por R$ 1.186,55 no Pix utilizando o cupom de R$ 100 OFF na página do console no Mercado Livre. O videogame portátil com tela LCD, lançado por R$ 1.899, fica 38% mais barato nesta oferta que é um achado.

Switch Lite tem tela com resolução HD, 32 GB de armazenamento e até 7 horas de autonomia

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Nintendo Switch Lite tem tela de 5,5 polegadas com resolução HD (Imagem: Melissa Cruz Cossetti/Tecnoblog)

O Nintendo Switch Lite tem uma tela LCD de 5,5 polegadas, que reproduz imagens nítidas com cores vibrantes com resolução HD. O dispositivo compacto traz o controle integrado, além de ser compatível com todos os jogos do Switch padrão.

Internamente, o console de videogame é equipado com o chip customizado Nvidia Tegra e 4 GB de RAM. Apesar dos 32 GB de espaço interno para jogos e dados, é possível expandir a memória para até 2 TB por meio de cartões microSDXC.

Entregando diversão em qualquer lugar, o Nintendo Switch Lite oferece autonomia de 3 a 7 horas, dependendo do jogo. Ou seja, um ótimo companheiro para viagens de curta ou média duração.

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Além de fácil de transportar, o Switch Lite tem autonomia de até 7 horas (imagem: Melissa Cruz Cossetti/Tecnoblog)

Oferecendo conexão Wi-Fi, os donos do console podem acessar a Nintendo eShop para baixar demos ou adquirir versões digitais e expansões de jogos. Já os assinantes do Nintendo Switch Online conseguem participar de partidas online com jogadores de várias partes do mundo.

Diferente do Switch padrão, o dispositivo não inclui um dock para ser conectado a uma TV e curtir os jogos em uma tela maior. Com isso, todos os games são reproduzidos somente no modo portátil.

Fechando o pacote, o Nintendo Switch Lite (R$ 1.186,55 no Pix com o cupom de R$ 100 OFF na página) tem Bluetooth 4.1 para conectar fones de ouvido e ampliar a imersão durante a jogatina. Outra opção é utilizar a entrada P2 (3,5 mm) para fones de ouvido com fio.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Nintendo Switch Lite atinge 38% OFF na melhor promoção dos últimos meses

Nintendo Switch Lite (Imagem: Melissa Cruz Cossetti/Tecnoblog)

Nintendo Switch Lite (Imagem: Melissa Cruz Cossetti/Tecnoblog)

Face ID não funciona? Veja 5 formas de resolver o problema no iPhone

28 de Maio de 2026, 12:17
imagem do um iphone com a tela Face ID
Saiba como corrigir eventuais problemas com o Face ID e usar o recurso de biometria do iPhone (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Face ID pode parar de funcionar no iPhone devido a fatores simples, como sujeira na câmera TrueDepth, películas desalinhadas ou até a necessidade de atualizações de software. Em outros casos, os registros de biometria corrompidos impedem o reconhecimento facial.

Para corrigir o Face ID com problema, o usuário pode reiniciar o dispositivo para eliminar bugs em segundo plano, limpar a área do sensor ou redefinir a biometria nos ajustes do sistema. Caso essas etapas não funcionem, pode existir um dano físico interno, sendo necessário buscar uma assistência técnica autorizada.

A seguir, veja algumas ações básicas que você pode fazer quando o Face ID não está funcionando corretamente.

1. Redefina o Face ID 

Redefinir o Face ID corrige falhas de reconhecimento facial porque apaga o mapeamento antigo, que pode estar desatualizado ou corrompido. Isso força o sensor TrueDepth a escanear o rosto novamente, adaptando a mudanças recentes no seu visual.

O processo reconstrói a biometria do zero e elimina erros acumulados no sistema operacional. Para fazer isso, acesse os “Ajustes” do iPhone, selecione “Face ID e Código” e digite a senha do aparelho.

Por fim, toque em “Redefinir Face ID” para limpar os registros antigos e vá em “Configurar Face ID”. Então, basta posicionar seu rosto no enquadramento da câmera e movê-lo lentamente em círculos.

Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos
Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Reinicie o seu dispositivo

Reiniciar o iPhone resolve problemas no Face ID ao limpar pequenos bugs e conflitos temporários do software que travam a autenticação. Esse processo simples é ideal quando aplicativos em segundo plano geram instabilidade no sistema.

Ao reiniciar, o dispositivo limpa a memória RAM e força o recarregamento do sensor TrueDepth do zero. Isso elimina os erros acumulados e faz com que o reconhecimento facial volte a operar corretamente.

Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID
Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Limpe a tela do seu iPhone

O acúmulo de sujeira e marcas de dedo na parte superior da tela pode obstruir os sensores do Face ID, impedindo o escaneamento facial. Isso ocorre porque a oleosidade ou poeira impedem que o iluminador e o projetor de pontos façam o mapeamento infravermelho do rosto.

A solução é higienizar o celular limpando a região da TrueDepth camera com um pano de microfibra macio e, se possível, levemente úmido com álcool isopropílico. Esse cuidado simples desobstrui os componentes ópticos e restabelece o uso da biometria no dispositivo.

Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Remova a película do seu iPhone

As falhas no reconhecimento facial muitas vezes acontecem porque películas grossas, trincadas ou desalinhadas cobrem o sensor TrueDepth. Modelos paralelos ou com filtro de privacidade costumam bloquear a luz necessária para a leitura da biometria.

O acessório danificado ou de tamanho errado obstrui fisicamente o projetor de pontos e a câmera infravermelha, impedindo o mapeamento do rosto. Nesses casos, o sistema do iPhone perde a precisão técnica e falha na autenticação.

Remover a proteção serve como um teste rápido de diagnóstico para isolar o problema e liberar a área óptica do aparelho. Se o desbloqueio voltar a funcionar imediatamente, basta substituir a película por um modelo totalmente compatível.

Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID
Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Verifique se há atualizações pendentes

Manter o sistema do iPhone desatualizado pode gerar bugs em segundo plano que afetam o funcionamento do Face ID. Erros crônicos no código do software costumam travar o reconhecimento facial e impedir o desbloqueio.

A própria Apple recomenda atualizar o iOS no iPhone para aplicar patches de correção que eliminam essas instabilidades conhecidas. Versões recentes do sistema operacional restauram a estabilidade dos drivers e garantem a comunicação perfeita com o hardware.

Para completar o processo, o ideal é reiniciar o smartphone logo após o término da instalação dos novos arquivos. Esse procedimento simples força uma inicialização limpa e normaliza o desbloqueio via Face ID.

Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID
Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que o Face ID não voltou a funcionar? 

Se você tentou os procedimentos básicos e o Face ID ainda não voltou a funcionar, o problema pode estar relacionado a barreiras físicas ou danos internos. As principais causas são:

  • Falha física no hardware: avisos permanentes de erro indicam que os componentes internos foram danificados por quedas ou impactos, exigindo reparo especializado em uma assistência técnica autorizada;
  • Bloqueio por capas ou acessórios: uma capa nova ou mal encaixada pode cobrir acidentalmente a parte superior do smartphone, obstruindo a visão dos sensores e impedindo o reconhecimento facial;
  • Interferência da película protetora: modelos trincados, desalinhados ou com filtro de privacidade bloqueiam a câmera TrueDepth, interrompendo o feixe infravermelho e impossibilitando a leitura da biometria;
  • Troca de tela recente: a substituição do display pode danificar ou desativar o sistema de segurança por falta de emparelhamento com o processador, sendo recomendado realizar o serviço em locais certificados.

O que significa “Face ID off” no iPhone?

A mensagem “Face ID off” indica que o sistema de reconhecimento facial do iPhone foi completamente desativado nas configurações do aparelho. Com o recurso desligado, o sensor TrueDepth deixa de escanear o rosto e os dados biométricos salvos ficam inativos.

A partir desse momento, o iOS passa a exigir obrigatoriamente a senha numérica para liberar o dispositivo e acessar todas as tarefas. Até que uma nova biometria seja cadastrada, todas as validações de segurança dependerão da digitação manual.

A troca da tela pode afetar o Face ID? 

Sim, a substituição da tela pode afetar o Face ID porque o sensor TrueDepth é extremamente sensível e pode sofrer danos físicos durante a desmontagem. Além disso, os componentes ópticos frontais são emparelhados de fábrica ao processador do iPhone por criptografia.

Se a troca do display quebrar esses filamentos ou for feita sem a transferência do chip original, a biometria é bloqueada por segurança. Para evitar dores de cabeça, o reparo deve ser realizado em assistências autorizadas ou especializadas com certificação da Apple.

Derrubar o celular pode danificar o Face ID? 

Sim, o impacto de uma queda pode quebrar o Face ID, trincando os componentes sensíveis da câmera TrueDepth. A pancada forte costuma rachar os prismas de vidro ou desalinhar o projetor de pontos, uma peça frágil que sai de posição facilmente.

Esse tipo de dano físico rompe as conexões elétricas internas e costuma disparar o aviso “Face ID off” no aparelho. Como o problema afeta o hardware e não o software, a biometria deixa de funcionar, exigindo um reparo técnico em laboratório.

A película de privacidade pode afetar o Face ID no iPhone? 

Sim, a película de privacidade pode atrapalhar o Face ID ao reduzir os feixes de luz que atravessam o vidro frontal. Esse bloqueio angular, projetado para escurecer a tela lateralmente, interfere diretamente na capacidade dos sensores TrueDepth de lerem os traços faciais.

O acessório diminui a precisão do mapeamento infravermelho e costuma fazer a biometria falhar constantemente. Para evitar o problema, o ideal é escolher modelos de alta qualidade ou que possuam um recorte físico vazado exatamente na área da câmera frontal.

Face ID não funciona? Veja 5 formas de resolver o problema no iPhone

Saiba como corrigir eventuais problemas com o Face ID e usar o recurso de biometria do iPhone (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

iPhone 16e tem redução de 44% no preço com cupom exclusivo no app Amazon

25 de Maio de 2026, 11:33

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18
  • Câmera de 48 MP com vídeos em 4K
  • Tela Super Retina XDR
  • Resistente a água e poeira
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom Somente no APP
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16e (128 GB) entrou em oferta por R$ 3.260,54 no Pix com o cupom APP200 somente no app da Amazon. O smartphone da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 5.799, fica 44% mais barato nessa promoção.

iPhone 16e tem Apple Intelligence, tela com resolução 2K e câmera que filma em 4K

Imagem mostra um iPhone 16e branco sendo segurado em uma mão. Ele está com a tela desbloqueada, exibindo os aplicativos.
iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e utiliza o processador Apple A18 combinado com 8 GB de RAM, garantindo alto desempenho em tarefas do dia a dia e do Apple Intelligence. No entanto, o modelo conta com apenas 128 GB de armazenamento interno, exigindo o uso do iCloud para expandir a memória via nuvem.

O dispositivo traz uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com resolução 2K, incluindo o antigo notch inspirado no iPhone 14. Apesar do visual “retro” e taxa de atualização de 60 Hz, o painel tem brilho máximo de 1.200 nits e os recursos True Tone e HDR para imagens detalhadas.

Para fotos e vídeos, o iPhone 16e tem uma câmera traseira com o único sensor Fusion de 48 MP para registros em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP promete selfies detalhadas com Foco Automático e Modo Retrato, além de captar vídeos em 4K.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
iPhone 16e traz uma única câmera traseira de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Apple mantém as características premium da marca, como a estrutura de alumínio, acabamento traseiro em vidro e tela com proteção Ceramic Shield. Com resistência à água reforçada, a certificação IP68 protege o aparelho contra mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.

Em relação ao tanque de energia, o telefone é equipado com uma bateria de 4.005 mAh com autonomia de até 26 horas de reprodução de vídeo. Já o carregamento rápido de 20 W vai de 0 a 50% em apenas 30 minutos na tomada, segundo a marca.

Fechando o pacote, o iPhone 16e (R$ 3.260,54 no Pix com o cupom APP200 somente no app) tem conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. O telefone vem de fábrica com o iOS 18 e receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e tem redução de 44% no preço com cupom exclusivo no app Amazon

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16e é o iPhone mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é token em IA? Entenda a unidade de medida da inteligência artificial

25 de Maio de 2026, 10:27
ilustração sobre token de IA
Saiba como os tokens são elementos essenciais para o funcionamento das IA (imagem: Reprodução/Nvidia)

Os tokens em inteligência artificial representam a unidade de texto básica que o sistema utiliza para processar e compreender os comandos humanos. Cada token pode ser uma palavra completa, parte dela ou um sinal de pontuação, funcionando como blocos fundamentais para a interpretação da máquina.

Esse processo de fragmentação, conhecido como tokenização, converte a linguagem natural humana em dados estruturados que um modelo consegue processar eficientemente. Sem essa etapa de conversão, as redes neurais seriam incapazes de interpretar contextos e gerar respostas lógicas nas interações.

É importante diferenciar tokens de créditos de IA, já que os primeiros medem o volume técnico de dados consumidos no processamento. Por outro lado, os créditos operam como uma moeda comercial simplificada adotada pelas empresas para cobrar pelo uso do serviço, facilitando o controle financeiro do usuário.

A seguir, entenda melhor o conceito de token em IA, para que serve e seu funcionamento detalhado.

O que é token em inteligência artificial?

Um token em inteligência artificial é uma unidade básica de texto, como uma palavra, um fragmento dela, um caractere ou até um sinal de pontuação. Ele serve como um “bloco de construção” para os modelos de linguagem lerem, processarem e gerarem conteúdos fluidamente.

O que significa “tokenizar”?

O termo “tokenizar” significa fatiar um texto bruto em pequenas unidades, os tokens, convertendo palavras ou símbolos em vetores numéricos. Na prática, essa fragmentação transforma a linguagem humana em dados isolados que uma máquina consegue processar.

Essa etapa é o pilar do Processamento de Linguagem Natural (PLN), já que os modelos avançados de IA não leem textos como humanos. Sem converter caracteres em blocos lógicos estruturados, a tecnologia seria incapaz de interpretar contextos ou responder aos comandos dos usuários.

Imagem mostrando como é realizada a tokenização
A tokenização funciona com a fragmentação das palavras (imagem: Reprodução/Copilot4Devops)

Para que serve o token em IA?

Na inteligência artificial, os tokens permitem traduzir a nossa linguagem natural em dados estruturados que as máquinas entendem. Em vez de lerem letras soltas, os modelos utilizam esses blocos para mapear regras gramaticais e prever contextos mais complexos.

Eles também ditam a capacidade de memória do sistema, já que as ferramentas de IA possuem uma “janela de contexto” limitada por comando. Como o processamento ocorre passo a passo, essa contagem define diretamente o esforço computacional e a velocidade de cada resposta.

Por fim, os tokens funcionam como uma métrica de consumo desse mercado, servindo de base para a cobrança dos serviços. As empresas precificam suas ferramentas pelo volume de dados de entrada e saída, transformando essa unidade técnica em um valor econômico.

Infográfico mostrando a quantidade de tokens e palavras usados em comandos e respostas de IA
Exemplo da quantidade de tokens e palavras utilizados em comandos (entrada) e respostas (saída) de IA (imagem: Reprodução/Copilot4Devops)

Como funcionam os tokens em IA? 

Os tokens atuam como pontes que transformam a linguagem humana em cálculos matemáticos internos de IA. Quando o usuário envia um comando, um algoritmo tokenizador fatia o texto em blocos informativos mapeados por códigos numéricos exclusivos.

Esses números servem para o modelo analisar o contexto das frases e calcular a probabilidade estatística de qual será o próximo bloco. Essa lógica sequencial é essencial para a IA agêntica, que precisa interpretar dados de forma autônoma para tomar decisões.

Na etapa final do processamento, um destokenizador entra em ação para converter a sequência numérica gerada de volta em um texto legível. Durante esse trajeto, o sistema contabiliza o volume exato de dados consumidos, servindo de métrica para a cobrança do serviço.

Essa dinâmica garante que o modelo lide eficientemente com diferentes idiomas e pontuações sem se perder em caracteres isolados. Contudo, os tokens também impõem uma janela de contexto limitada, que define o teto máximo de documentos lidos por vez.

infográfico sobre o funcionamento dos tokens de IA
Como funcionam os tokens em IA (imagem: Reprodução)

O token é uma moeda da inteligência artificial? 

Depende. O token ganhou a fama de ser a verdadeira “moeda” de IA generativa, embora não seja dinheiro real. Tecnicamente, ele é apenas o bloco de construção básico que os modelos utilizam para processar informações e criar respostas.

No entanto, o termo faz sentido economicamente porque as plataformas cobram o uso com base na quantidade de tokens enviados e recebidos. Dessa forma, eles medem tanto o poder computacional exigido pelo sistema quanto o valor exato da fatura a ser paga.

Quanto é 1 token de IA? 

Não existe um preço fixo para um único token de IA, pois o custo varia conforme o modelo de linguagem e sua função de entrada ou saída. Na prática, um token individual equivale a uma fração minúscula de centavo, variando em média entre US$ 0,00000015 e US$ 0,000025.

O mercado costuma tabelar esses preços por pacotes de um milhão de tokens, cobrando taxas mais altas para o uso em respostas geradas. Para saber os valores exatos de modelos como GPT-5, Claude ou Gemini, basta consultar as páginas de precificação atualizadas das empresas.

ilustração sobre token de IA
Os tokens em IA também atuam como moedas simbólicas, ajudando a calcular o consumo de dados dos usuários (imagem: Reprodução/CCN)

Qual é a diferença entre token em IA e créditos de IA? 

Os tokens de IA são as pequenas unidades de processamento que dividem textos em pedaços menores, como palavras ou caracteres, para os modelos computarem o contexto. Eles servem como uma métrica de consumo, medindo o volume exato de dados que o sistema lê e gera nos bastidores.

Os créditos de IA funcionam como uma moeda comercial simplificada, que os usuários compram para pagar por tarefas e ferramentas na plataforma. Eles traduzem o consumo técnico e complexo dos tokens em um saldo financeiro abstrato e amigável para o controle de custos e orçamentos.

Qual é a diferença entre tokens e parâmetros em IA? 

Os tokens de IA são os fragmentos de texto que os grandes modelos de linguagem (LLMs) leem e geram ativamente a cada interação com o usuário. Eles possibilitam medir o volume dinâmico de dados processados em um comando específico.

Os parâmetros de IA são configurações e conexões numéricas internas que funcionam como o cérebro permanente da rede neural. Esse indicador é fixo para cada versão do modelo, definindo a capacidade de raciocínio e a inteligência geral do sistema.

O que é token em IA? Entenda a unidade de medida da inteligência artificial

Saiba como os tokens são elementos essenciais para o funcionamento das IA (imagem: Reprodução/Nvidia)

Como funcionam os tokens em IA (imagem: Reprodução)

Quem foi Alan Turing? Conheça as contribuições do cientista na computação

22 de Maio de 2026, 14:09
ilustração sobre Alan Turing
Saiba como Alan Turing se tornou uma importante figura para a tecnologia moderna (imagem: Reprodução/Telefonica)

Alan Turing foi um matemático britânico, reconhecido como o pai da ciência da computação por estabelecer as bases teóricas da informática moderna. Seus estudos ajudaram a moldar o mundo tecnológico atual, consolidando-se como uma das figuras mais influentes da história da ciência.

O cientista desenvolveu a famosa Máquina de Turing, um modelo lógico essencial que definiu o funcionamento e a estrutura que gerou os computadores modernos. Além dessa arquitetura matemática, ele foi um dos criadores dos fundamentos conceituais da inteligência artificial.

Seu legado segue vivo por meio do Teste de Turing, método criado para avaliar a capacidade das máquinas de imitarem o comportamento inteligente humano. Essa premissa de “jogo da imitação” continua sendo uma das principais referências para desenvolvedores de sistemas complexos e chatbots.

A seguir, conheça mais sobre a biografia de Alan Turing e suas principais contribuições para a tecnologia moderna. Também descubra como o matemático foi importante para o fim do conflito da Segunda Guerra Mundial.

Quem foi Alan Turing?

Alan Turing foi um matemático britânico e pioneiro da computação, desenvolvendo as bases teóricas da inteligência artificial e da informática moderna. Além de ter sido especialista na quebra códigos secretos (criptoanalista), ele foi precursor nos estudos de lógica digital que ajudaram a moldar o mundo tecnológico atual.

Qual é a formação de Alan Turing? 

Turing iniciou seus estudos na tradicional escola britânica Sherborne e consolidou sua trajetória na Universidade de Cambridge. Lá, ele se graduou com honrarias em matemática em 1934 e, no ano seguinte, tornou-se pesquisador sênior da instituição por seus estudos avançados em probabilidade.

Entre 1936 e 1938, o matemático foi estudante visitante na Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, onde concluiu seu doutorado. Foi nesse período que ele desenvolveu os conceitos de “números computáveis”, criando a lógica teórica que deu origem à ciência da computação.

Foto de Alan Turing
Alan Turing é mais um dos genius que se formaram na Universidade de Cambridge, na Inglaterra (imagem: Reprodução/The Alan Turing Institute)

Onde Alan Turing trabalhou? 

Turing trabalhou em diversas instituições do Reino Unido e dos Estados Unidos, atuando nas áreas de matemática, criptografia e desenvolvimento de computadores. Ele iniciou sua carreira como pesquisador no King’s College, em Cambridge, onde idealizou o conceito fundamental da computação com a Máquina de Turing.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o matemático comandou a equipe de criptoanálise em Bletchley Park, na Inglaterra, quebrando os códigos navais da máquina alemã Enigma. Ele também colaborou com a inteligência dos Estados Unidos e o Bell Labs em sistemas de criptografia de voz.

Após o conflito global, Turing projetou o primeiro computador de grande escala ACE no Laboratório Nacional de Física (NPL), em Londres. Mais tarde, na Universidade de Manchester, ele trabalhou no Ferranti Mark 1, ajudando a programar um dos primeiros computadores comerciais existentes.

Imagem de uma modelo da Máquina de Turing
Máquina de Turing, reconstruída por Mike Davey, em exibição na Universidade de Harvard (imagem: Rocky Acosta/Wikimedia)

Qual é a biografia de Alan Turing?

Alan Turing nasceu no dia 23 de junho de 1912, em Londres, e demonstrou desde cedo um amplo talento para matemática e ciências. Após se formar na Universidade de Cambridge em 1934, idealizou o conceito de Máquina de Turing, o modelo matemático teórico que definiu o funcionamento de todos os computadores modernos.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o cientista liderou a decodificação da criptografia alemã Enigma, que protegia as comunicações nazistas. Seus métodos automatizados de análise de dados encurtaram o conflito global e pouparam milhões de vidas.

No pós-guerra, ele projetou computadores pioneiros e criou o Teste de Turing em 1950, uma técnica que avalia se uma inteligência artificial consegue simular o pensamento humano. Essas contribuições transformaram o matemático em uma das principais personalidades da tecnologia de todos os tempos.

Vítima da homofobia institucional da época, Turing sofreu castração química após um processo judicial e faleceu tragicamente por envenenamento em 7 de junho de 1954. Décadas depois, o matemático recebeu o perdão real e hoje estampa a nota de 50 libras no Reino Unido.

Quais foram as contribuições de Alan Turing? 

Estas foram as principais contribuições de Alan Turing que transformaram a história da tecnologia:

  • Invenção do computador programável: criou a Máquina de Turing em 1936, um modelo matemático teórico que definiu o conceito de algoritmo. Sua versão universal provou que um único aparelho rodaria qualquer tarefa, pavimentando o caminho para os PCs modernos;
  • Criptografia automatizada na guerra: liderou a decodificação da cifra alemã Enigma durante a Segunda Guerra Mundial. Para isso, projetou a “Bombe”, uma máquina que testava combinações secretas em alta velocidade, antecipando o processamento de dados atual;
  • Arquitetura física de sistemas: desenvolveu o projeto do ACE, um dos primeiros esboços detalhados de um computador digital com programas armazenados na memória. Na Universidade de Manchester, refinou o design do Mark 1, antecipando a estrutura física dos processadores atuais;
  • Bases da inteligência artificial: publicou em 1950 o artigo que propôs o Teste de Turing para avaliar a capacidade cognitiva de máquinas. Esse conceito de comportamento interativo estabeleceu os alicerces teóricos para o desenvolvimento de sistemas inteligentes e chatbots;
  • Pioneirismo em biologia matemática: formulou as equações da morfogênese, estudando como padrões naturais, como listras e manchas, se desenvolvem em organismos vivos. Seus modelos químicos matemáticos anteciparam em décadas as simulações biológicas complexas feitas hoje por supercomputadores.
Imagem do computador ACE, projetado por Alan Turing
O computador ACE foi um dos projetos comandados por Alan Turing no Laboratório Nacional de Física, em Londres (imagem: Jimmy Sime/Central Press/Hulton Archive)

Como Alan Turing decifrou o código Enigma? 

Turing explorou uma falha crucial no sistema alemão para quebrar o complexo código Enigma: uma letra nunca era traduzida por ela mesma. Usando termos repetidos nas mensagens como pistas lógicas, ele conseguia eliminar milhões de combinações incorretas instantaneamente.

Ao lado de Gordon Welchman e sua equipe, o matemático automatizou esse processo criando a “Bombe”, uma máquina eletromecânica de alta velocidade. Esse dispositivo testava as configurações de rotores criptográficos muito mais rápido que qualquer humano, reduzindo o trabalho de decifração para poucas horas.

Para os códigos navais mais difíceis, Turing desenvolveu o “Banburismus”, uma técnica de análise estatística baseada em folhas perfuradas. Mais tarde, ele criou o “Turingery”, um método de dedução lógica que ajudou a quebrar até a avançada cifra estratégica alemã Lorenz.

imagem da máquina Bombe criada por Alan Turing
Modelo da máquina Bombe, em exibição no museu de Bletchley Park (imagem: Reprodução/Quantum Zeitgeist)

Qual é o legado deixado por Alan Turing na computação? 

O legado de Alan Turing está espalhado em diversas áreas da computação moderna. A Máquina de Turing, que definiu o conceito de algoritmo em 1936, sustenta a atual teoria da complexidade computacional, sendo utilizada para estruturar a segurança digital e a criptografia.

A arquitetura dos processadores atuais foi moldada a partir de computadores pioneiros como o ACE e Manchester Mark 1, projetos liderados pelo matemático no fim da década de 1940. Ao separar os comandos lógicos da estrutura física da máquina, ele criou a divisão entre software e hardware.

Na inteligência artificial, o Teste de Turing de 1950 ainda serve como base para avaliar a autonomia de chatbots e sistemas complexos. O cientista também consagrou o termo “Turing completude”, o padrão-ouro que define se um sistema consegue resolver qualquer problema computável.

O que é e como funciona o Teste de Turing? 

O Teste de Turing, ou “o jogo da imitação”, foi criado em 1950 para avaliar se uma máquina consegue se passar por um humano. Em vez de debater a filosofia do pensamento, o método foca na capacidade prática de persuasão do sistema em uma conversa por texto.

A dinâmica coloca um juiz humano conversando por texto com dois participantes ocultos: uma pessoa real e uma inteligência artificial. Se, após a conversa, o avaliador não conseguir distinguir com certeza quem é a máquina, o computador é considerado aprovado no teste de comportamento.

Esse teste prático impulsionou o desenvolvimento da inteligência artificial, servindo de base para os chatbots modernos. Embora críticos apontem que a técnica mede apenas o mimetismo de linguagem e não a consciência real, ela revolucionou a história da computação.

Quem foi Alan Turing? Conheça as contribuições do cientista na computação

Saiba como Alan Turing se tornou uma importante figura para a tecnologia moderna (imagem: Reprodução/Telefonica)

(Imagem: Reprodução/The Alan Turing Institute)

Máquina de Turing, reconstruída por Mike Davey, em exibição na Universidade de Harvard (imagem: Rocky Acosta/Wikimedia)

O computador ACE foi um dos projetos comandados por Alan Turing no Laboratório Nacional de Física, em Londres (imagem: Jimmy Sime/Central Press/Hulton Archive)

Quem foi Charles Babbage? Conheça as contribuições do “pai do computador”

21 de Maio de 2026, 15:12
ilustração sobre charles babbage
Descubra a história do matemático britânico que criou os principais conceitos técnicos usados nos PCs atuais (imagem: Reprodução)

Charles Babbage foi um matemático e engenheiro do século XIX, reconhecido por idealizar os conceitos estruturais que moldaram os computadores modernos. Ele se tornou uma personalidade da tecnologia ao projetar dispositivos mecânicos complexos muito à frente do seu tempo.

Sua grande obra-prima teórica, a Máquina Analítica, introduziu de forma pioneira componentes equivalentes à memória e à unidade de processamento dos PCs atuais. Essa estrutura serviu como alicerce conceitual para o desenvolvimento das máquinas digitais que utilizamos hoje.

A seguir, conheça mais sobre a biografia de Charles Babbage, suas principais contribuições para a tecnologia e como ele se tornou o “pai do computador”.

Quem foi Charles Babbage?

Charles Babbage foi um matemático e engenheiro inglês do século XIX, conhecido por projetar a Máquina Diferencial e a Máquina Analítica. Esses dispositivos mecânicos pioneiros anteciparam a arquitetura dos computadores modernos ao introduzir conceitos como memória e processamento de dados.

Qual é a formação de Charles Babbage?

Babbage teve uma sólida base em matemática, moldada inicialmente por tutores particulares em casa devido à saúde frágil na infância. Em 1810, ingressou na Universidade de Cambridge, graduando-se pela faculdade de Peterhouse em 1814 e concluindo o mestrado em 1817.

Essa bagagem científica fez com que ele se tornasse membro da British Royal Society em 1816, antes mesmo de consolidar sua carreira acadêmica. Anos mais tarde, entre 1828 e 1839, ele assumiu a Cátedra Lucasiana de Matemática em Cambridge, posto histórico que já havia sido ocupado por Isaac Newton.

Charles Babbage / quem inventou o computador
O matemático Charles Babbage se formou pela Universidade de Cambridge, onde assumiu a Cátedra Lucasiana de Matemática (imagem: Reprodução)

Qual é a história de Charles Babbage? 

Charles Babbage nasceu em 26 de dezembro de 1791, em Londres, filho do banqueiro Benjamin Babbage e de Elizabeth Teape. Ele superou problemas de saúde na infância e formou-se em matemática pela Universidade de Cambridge em 1814, mesmo ano em que se casou com Georgiana Whitmore.

Seu primeiro grande projeto foi a Máquina Diferencial, uma calculadora mecânica projetada para eliminar erros humanos em tabelas numéricas. Mais tarde, ele idealizou a Máquina Analítica, conceito pioneiro de computador programável que já separava o processamento (“moinho”) do armazenamento de dados (“depósito”).

Multifacetado, o matemático se tornou uma personalidade da tecnologia ao criar gravadores de dados ferroviários e desvendar códigos criptográficos. Ele equilibrou sua genialidade técnica com intensas disputas políticas e financeiras para tentar financiar inventos que estavam muito além de sua época.

Babbage faleceu no dia 18 de outubro de 1871, aos 79 anos, em sua residência em Londres. Mesmo com idade avançada, trabalhou até os últimos dias no refinamento de projetos mecânicos que, anos mais tarde, provaram que seus conceitos técnicos estavam corretos.

Wikimedia / modelo de parte da máquina analítica / quem inventou o computador
Modelo de parte da máquina analítica, em exposição no Museu da Ciência, em Londres (imagem: Reprodução/Wikimedia)

Quais foram as contribuições de Charles Babbage? 

As contribuições de Charles Babbage foram muito além da pioneira invenção do computador, impactando a ciência, os transportes e até a indústria britânica. Estes são seus principais marcos:

  • Calculadora mecânica automática: criou a Máquina Diferencial para calcular e imprimir tabelas matemáticas automatizadamente, eliminando falhas humanas de cálculo e digitação;
  • Conceito de computador programável: projetou a Máquina Analítica, o primeiro conceito de computador programável que trazia os equivalentes mecânicos para processamento de dados, memória e comandos por cartões perfurados;
  • Pioneirismo em lógica de software: introduziu a computação programável ao provar que a máquina física (hardware) poderia executar sequências de instruções pré-definidas por códigos externos;
  • Estatística e ciências exatas: ajudou a fundar importantes sociedades científicas britânicas e elaborou tabelas de cálculos de risco e expectativa de vida altamente confiáveis para o setor de seguros;
  • Engenharia de transportes: inventou o limpa-trilhos para locomotivas e desenvolveu um gravador de dados ferroviários para monitorar as condições das linhas de trem e evitar acidentes;
  • Inovações diversas: idealizou os primeiros conceitos do oftalmoscópio para exames de visão, além de criar velocímetros, sismógrafos e até uma máquina automatizada para jogar jogo da velha.

Por que Charles Babbage é conhecido como o pai do computador? 

Babbage ganhou o título de “pai do computador” porque seus projetos serviram como um rascunho conceitual das máquinas de hoje. Ainda do século XIX, ele criou a Máquina Diferencial, uma calculadora automática para eliminar erros humanos em tabelas matemáticas.

A Máquina Analítica foi seu maior salto por apresentar o conceito de computador programável, separando a unidade de processamento (“engenho”) da memória (“depósito”). O sistema inovador utilizava cartões perfurados para receber instruções, antecipando o funcionamento dos softwares modernos.

O projeto também trazia a capacidade de tomar decisões lógicas simples por meio de desvios condicionais, unindo entrada, processamento e saída de dados. Por consolidar essa arquitetura essencial muito antes da eletricidade, Babbage é consagrado como o grande visionário da tecnologia.

imagem da Máquina Diferencial de Charles Babbage
A Máquina Diferencial também foi uma importante invenção de Charles Babbage (imagem: Reprodução)

Quais prêmios Charles Babbage conquistou?

Babbage conquistou honrarias científicas de enorme prestígio em sua época, equivalentes aos grandes prêmios da atualidade. Em 1816, foi eleito membro da British Royal Society e, em 1824, faturou a Medalha de Ouro da Royal Astronomical Society por automatizar cálculos matemáticos e astronômicos.

O inventor também recebeu um diploma honorário de Peterhouse, faculdade da Universidade de Cambridge, em reconhecimento ao seu pioneirismo nas ciências exatas. Esses títulos do século XIX consolidaram o matemático como uma das mentes mais brilhantes e respeitadas da Europa.

Hoje, seu legado dá nome a premiações contemporâneas, como o Prêmio Charles Babbage da IEEE Computer Society para computação paralela. Além disso, diversos institutos de tecnologia homenageiam o visionário, imortalizando seu impacto no desenvolvimento do computador.

Qual é a relação entre Charles Babbage e Ada Lovelace? 

A parceria entre Charles Babbage e Ada Lovelace, iniciada em 1833, marcou a primeira grande colaboração entre um engenheiro de hardware e uma “programadora” de softwares. Impressionada com os protótipos mecânicos do inventor, a jovem matemática passou anos debatendo lógica e algoritmos com o cientista.

Ao traduzir um artigo sobre a Máquina Analítica, Ada adicionou notas com um método para calcular sequências numéricas complexas, criando o primeiro programa de computador. Enquanto Babbage focava na mecânica física do aparelho, Ada previu que a máquina processaria não apenas números, mas dados em geral.

Quem foi Charles Babbage? Conheça as contribuições do “pai do computador”

Descubra a história do matemático britânico que criou os principais conceitos técnicos usados nos PCs atuais (imagem: Reprodução)

(imagem: Reprodução)

Quem foi Ada Lovelace? Conheça a biografia da primeira programadora da história

20 de Maio de 2026, 17:09
ilustração sobre Ada Lovelace
Saiba mais do legado da Ada Lovelace e sua importância na invenção do computador (imagem: Reprodução/Telefonica)

A matemática Ada Lovelace é reconhecida por desenvolver o primeiro algoritmo a ser processado por um computador. Com uma visão pioneira, ela percebeu que as máquinas poderiam manipular não apenas números, mas qualquer tipo de dado.

Esse trabalho foi desenvolvido para a Máquina Analítica de Charles Babbage, um projeto mecânico que antecipou a lógica dos PCs modernos. Essa genialidade técnica consolidou Ada como uma personalidade da tecnologia fundamental para o desenvolvimento da computação e da era digital.

A seguir, saiba mais sobre a história de Ada Lovelace e suas principais contribuições. Também conheça os prêmios criados em homenagem a ela.

Quem foi Ada Lovelace? 

Considerada a primeira programadora da história, Ada Lovelace foi a matemática britânica do século XIX responsável por criar o primeiro algoritmo da Máquina Analítica de Charles Babbage. Ela antecipou que os computadores processariam não apenas números, mas qualquer tipo de dado, moldando a base da sociedade digital moderna.

Qual é a formação de Ada Lovelace?

Ada não frequentou escolas ou universidades formais, recebendo educação privada liderada por tutores particulares. Sua mãe incentivou fortemente o foco em matemática e ciências, contrariando o destino tradicional das mulheres da alta sociedade do século XIX.

Como uma dedicada autodidata, ela refinou seus estudos em lógica avançada sob a mentoria do matemático Augustus De Morgan. Essa base científica incomum foi essencial para ela decifrar o funcionamento das máquinas complexas de Charles Babbage.

Pintura de Ada Lovelace na infância
Na infância e adolescência, Ada Lovelace recebeu educação privada com tutores renomados (imagem: Somerville College/Wikimedia Commons)

Qual é a história de Ada Lovelace?

Ada Lovelace nasceu em Londres no dia 10 de dezembro de 1815, como Augusta Ada Byron. Filha única do poeta Lord Byron com a esposa Anne Isabella Milbank, ela tornou-se a Condessa de Lovelace após seu casamento com o cientista William King em 1838.

Afastada das artes por sua mãe, Ada recebeu uma educação privada focada em ciências exatas com tutores renomados. Essa base sólida permitiu que, em 1843, ela escrevesse notas sobre a Máquina Analítica, o projeto de computador mecânico de Charles Babbage.

Ali, Ada desenvolveu o primeiro algoritmo da história, provando que o sistema poderia fazer muito mais do que simples cálculos matemáticos. Com essa visão pioneira que antecipou a computação moderna, ela consolidou seu legado definitivo como a primeira programadora da história.

Essa trajetória brilhante e inovadora transformou a jovem matemática em uma importante personalidade da tecnologia. Infelizmente, sua carreira foi interrompida precocemente em 27 de novembro de 1852, quando faleceu aos 36 anos devido a um câncer uterino em Londres.

Ilustração de Ada Lovelace
Apesar do seu falecimento precoce aos 36 anos, Ada Lovelace teve um imenso impacto na história da tecnologia (imagem: Science Museum Group/Wikimedia Commons)

Quais foram as contribuições de Ada Lovelace? 

Estas foram as principais contribuições de Ada Lovelace para a tecnologia:

  • Primeiro algoritmo da história: desenvolveu o código pioneiro feito sob medida para rodar em um sistema mecânico, provando que a lógica humana poderia ser traduzida em uma sequência automatizada de instruções de software;
  • Visão do computador moderno: previu o conceito de máquina de uso geral ao argumentar que a tecnologia processaria não apenas números, mas também símbolos, letras e músicas, preparando o terreno conceitual para a invenção do computador;
  • Legado eterno nos códigos: sua genialidade inspirou, décadas mais tarde, o Departamento de Defesa dos EUA a batizar uma infraestrutura de códigos de alta segurança em sua homenagem: a linguagem de programação Ada.

Qual algoritmo Ada Lovelace escreveu? 

Ada Lovelace escreveu o primeiro algoritmo de computador da história em 1843: um método lógico passo a passo para calcular os Números de Bernoulli. Essa sequência de instruções foi projetada especificamente para rodar na Máquina Analítica, o projeto de computador mecânico de Charles Babbage.

Essa programação inovadora foi detalhada em seus comentários de tradução de projeto, mais especificamente na famosa “Nota G”. Foi por meio desse documento que ela provou como uma série de cartões perfurados, que levavam dados ao sistema, faria a máquina gerar os resultados matemáticos automaticamente.

Quais prêmios Ada Lovelace conquistou? 

Como viveu no século XIX, Ada não recebeu prêmios oficiais em vida, mas sua contribuição para a computação foi celebrada postumamente. O reconhecimento histórico transformou seu nome no maior símbolo global de condecorações para mulheres na ciência e na engenharia.

Entre as principais honrarias modernas criadas em sua memória destacam-se o Ada Lovelace Award, criado pela Association for Women in Computing (AWC), e a Medalha Lovelace da British Computer Society (BCS). Ambas as premiações consagram o pioneirismo feminino e a excelência técnica na engenharia de softwares e na ciência da computação.

Quem foi Ada Lovelace? Conheça a biografia da primeira programadora da história

Saiba mais do legado da Ada Lovelace e sua importância na invenção do computador (imagem: Reprodução/Telefonica)

(Imagem: Science Museum Group via Wikimedia Commons)

O que é marketplace? Confira as principais plataformas do segmento

20 de Maio de 2026, 11:38
Marketplace é seguro? (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Saiba como funciona o modelo de “shopping center online”, que conecta diversos lojistas aos consumidores via internet (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O marketplace funciona como um shopping center virtual, onde diferentes lojistas parceiros anunciam os produtos em uma única vitrine digital. Esse modelo conecta compradores a múltiplos vendedores, centralizando a busca por itens e simplificando o processo de pagamento em uma estrutura unificada.

A mecânica de operação é simples: a plataforma lida com a atração de tráfego de clientes e o processamento das transações. Em contrapartida, os vendedores independentes ficam responsáveis pela gestão dos próprios estoques e pelo envio das mercadorias aos consumidores.

Gigantes globais como Amazon e AliExpress dominam o segmento, definindo os padrões de velocidade de entrega e variedade de catálogo. No cenário brasileiro, o Mercado Livre e a Magazine Luiza dominam a preferência do público, oferecendo redes logísticas robustas e seguras.

A seguir, entenda o conceito de marketplace, como ele funciona na prática e as principais plataformas do mundo e do Brasil. Também conheça as tecnologias envolvidas por trás dessa categoria de e-commerce.

O que é marketplace?

Marketplace é uma plataforma digital que atua como um shopping virtual, conectando múltiplos lojistas a compradores em um único espaço digital e facilitando a busca de produtos. Enquanto o operador do site atrai os clientes e gerencia os pagamentos, os vendedores parceiros cuidam do estoque e das entregas.

O que significa marketplace? 

O termo “marketplace” surgiu no século XIII, unindo as palavras inglesas “market” (mercado) e “place” (lugar). Na época medieval, a expressão indicava as praças públicas onde produtores locais se reuniam para realizar vendas.

Na era digital, esse conceito foi adaptado para nomear plataformas de e-commerce que reúnem múltiplos lojistas parceiros. Esse ecossistema centraliza o tráfego de clientes e o processamento de pagamentos, funcionando como um shopping center na internet.

imagem de uma mão feminina mexendo em um aplicativo de marketplace
O marketplace reúne diversas lojas em uma única plataforma digital (imagem: Reprodução/Unsplash)

Quais são as principais plataformas de marketplace? 

Estas são as principais plataformas de marketplace espalhadas pelo mundo:

  • Amazon Marketplace: a gigante americana lidera o setor com uma logística integrada robusta, permitindo que lojistas parceiros utilizem sua estrutura de entregas rápidas para alcançar uma audiência global massiva;
  • Mercado Livre: principal força do varejo digital na América Latina, a plataforma argentina construiu um ecossistema completo que une ferramentas de pagamento digital seguro a uma rede de distribuição própria de alta performance;
  • AliExpress: o braço global do grupo chinês Alibaba funciona como uma ponte direta entre fabricantes asiáticos e consumidores do mundo todo, oferecendo preço competitivos e um sistema de remessa internacional automatizada;
  • eBay: pioneira do setor, a companhia americana destaca-se por um modelo de negócio flexível que combina leilões online e vendas diretas, sendo o destino ideal para itens colecionáveis, produtos usados e mercados de nicho;
  • Temu: fenômeno recente do varejo, a plataforma chinesa utiliza um modelo de negócio focado na cadeia de suprimentos direta, conectando fábricas parceiras aos compradores para garantir preços agressivos e forte engajamento;
  • Walmart marketplace: a gigante americana do varejo físico expandiu sua operação digital integrando lojistas selecionados ao seu site, permitindo que marcas parceiras aproveitem sua credibilidade e malha de distribuição;
  • Flipkart: líder no mercado indiano, a empresa desenvolveu uma infraestrutura tecnológica altamente adaptada ao comércio local, atraindo desde grandes marcas até pequenos comerciantes em categorias como eletrônicos e moda;
  • Etsy: focada em um nicho específico, a plataforma americana centraliza o comércio de produtos artesanais e itens vintage, oferecendo ferramentas personalizadas para digitalização de artesãos e pequenos produtores independentes.
Ilustração mostra o logotipo da Amazon e várias caixas ao redor. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Amazon é um dos marketplaces mundiais, oferecendo a opção de centro distribuição compartilhada para os lojistas parceiros (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os maiores marketplaces no Brasil? 

Com base no levantamento do Instituto Retail Think Tank (IRTT), publicado em agosto de 2025, estes são os marketplaces mais utilizados no Brasil, classificados pelo volume bruto de vendas (GMV):

  1. Mercado Livre (R$ 138,9 bilhões): líder absoluto do mercado nacional, a empresa argentina apoia desde grandes marcas até pequenos negócios, que aproveitam sua malha logística para agilizar as entregas nacionais;
  2. Magazine Luiza (R$ 46,1 bilhões): segunda colocada do ranking, a gigante brasileira se destaca pela estratégia multicanal (omnichannel), que conecta suas lojas físicas ao ecossistema de parceiros virtuais;
  3. Shopee (R$ 40 bilhões): a plataforma asiática conquistou o consumidor brasileiro com forte apelo popular, combinando campanhas agressivas de cupons de desconto e taxas atraentes para vendedores locais;
  4. Amazon (R$ 39 bilhões): a gigante global de tecnologia mantém expansão acelerada no mercado nacional, impulsionada por investimentos pesados em novos centros de distribuição e o programa de frete rápido;
  5. Grupo Casas Bahia (R$ 16,6 bilhões): tradicional varejista focada em eletrodomésticos, a marca usa seu ambiente digital para expandir o portfólio de produtos oferecidos por lojistas parceiros;
  6. Shein (R$ 15 bilhões): principal força internacional do varejo de moda no país, a empresa opera com um modelo ágil de cadeia de suprimentos voltado ao consumo de massa;
  7. Grupo Carrefour Brasil (R$ 11,7 bilhões): líder do setor de alimentos, a companhia expandiu seu escopo digital permitindo que parceiros vendam desde itens de mercearia até eletrodomésticos na sua interface;
  8. RD Saúde (R$ 7,1 bilhões): controladora da RaiaDrogasil, a maior rede de drogarias do país transformou seus canais digitais em um shopping focado em saúde, bem-estar e produtos de cuidado pessoal;
  9. GFG LatAm – Dafiti (R$ 4,4 bilhões): destaca-se como um dos principais portais de moda especializada da região, focado em parcerias e curadoria de marcas de vestuário e calçados;
  10. Americanas (R$ 3,1 bilhões): pioneira no modelo de shopping virtual brasileiro, a marca segue conectando milhares de vendedores enquanto reestrutura sua eficiência operacional no mercado digital.
Marca do Mercado Livre cercada por moedas douradas
Apesar da presença da Amazon, o Mercado Livre é a principal plataforma de marketplace do Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como funciona um marketplace 

O marketplace opera como um intermediário digital, reunindo compradores e diversos lojistas em uma única plataforma. O sistema gerencia a hospedagem de anúncios, atrai o tráfego de usuários e processa as transações financeiras com segurança.

No fluxo básico, o vendedor cria uma conta, cadastra o catálogo de produtos e define os preços dos itens. Então, o cliente navega pela interface da plataforma, compara opções disponíveis e finaliza a compra pelo sistema centralizado do site.

A logística de entrega e o envio do item ficam sob responsabilidade direta de cada lojista parceiro ou do marketplace por meio do programa de centro de distribuição compartilhado (fulfillment). Após a confirmação do recebimento, a plataforma cobra uma taxa ou comissão sobre a venda realizada.

Esse modelo reduz o atrito comercial, garantindo uma audiência pronta aos lojistas e maior variedade aos consumidores. A segurança do ambiente é mantida por recursos de criptografia, sistemas de avaliação mútua e ferramentas para a resolução de disputas.

infográfico sobre o funcionamento do marketplace
Ciclo de funcionamento de um marketplace (imagem: Reprodução/Solomono)

Quais tecnologias são aplicadas em um marketplace? 

Estas são as principais tecnologias que fazem os marketplaces funcionarem com alta eficiência no dia a dia:

  • Inteligência Artificial e Machine Learning: a IA personaliza as recomendações de produtos nas páginas da web e automatiza o atendimento ao cliente. Ela também gerencia os preços em tempo real e detecta fraudes;
  • Big Data e computação em nuvem: essa combinação analisa o comportamento dos usuários para identificar tendências de consumo e otimizar processos. A infraestrutura em nuvem garante que o site aguente picos de acessos;
  • APIs e integração de softwares: conectam diferentes softwares de gestão (ERPs) e de relacionamento (CRMs) aos sistemas logísticos das transportadoras. Essa integração automatiza a troca de informações entre os lojistas e a plataforma;
  • Gateways de pagamento e divisão de valores: soluções financeiras integradas simplificam o encerramento da compra ao realizar o pagamento automaticamente. Isso agiliza o repasse de valores para os múltiplos vendedores parceiros;
  • Segurança digital e blockchain: protocolos de criptografia protegem os dados dos usuários contra invasões e fraudes de identidade. O uso de blockchain eleva o nível de transparência financeira e o rastreamento das mercadorias.

Quais são os tipos de marketplace?

Os marketplaces são divididos com base no perfil do público e na variedade de produtos oferecidos. Estes são os principais tipos disponíveis no mercado:

  • B2C (Empresa para consumidor): modelo tradicional no qual marcas e lojistas vendem mercadorias diretamente para o cliente final. O formato é amplamente utilizado por gigantes do varejo para centralizar a distribuição de bens de consumo populares;
  • B2B (Empresa para empresa): plataformas voltadas exclusivamente ao comércio entre corporações, com foco em transações de atacado, insumos e matérias-primas. Os sistemas contam com ferramentas específicas para negociações de grande volume;
  • Horizontal: plataformas generalistas que oferecem uma enorme variedade de categorias de produtos em um único lugar. O Facebook Marketplace é um exemplo, permitindo o comércio livre de itens diversos, de móveis a eletrônicos;
  • Vertical: portais especializados que concentram sua operação em uma única categoria de produtos ou setor de mercado. O foco desse nicho garante uma experiência de compra aprofundada e curadoria sob medida.
Ilustração de marketplace
Muitas lojas físicas modificaram seus modelos de negócios para marketplace (imagem: AS Photography/Pexels)

Comprar em marketplace é seguro?

Sim, comprar em um marketplace costuma ser seguro, pois as grandes plataformas utilizam criptografia e sistemas robustos de proteção ao pagamento. Contudo, os principais riscos vêm de anúncios enganosos e lojistas mal-intencionados.

Além de saber se o site é seguro ao observar o selo de segurança no navegador, é importante verificar a reputação do vendedor para evitar dores de cabeça. Também desconfie de preços muito abaixo do mercado e nunca faça pagamentos por fora da plataforma.

Esse ecossistema digital reduz prejuízos ao oferecer políticas claras de reembolso e a possibilidade de estorno no cartão. Manter toda a transação no ambiente protegido garante o suporte do site caso ocorra qualquer problema com a entrega e pós-venda.

Qual é a diferença entre marketplace e e-commerce?

O e-commerce é um canal de vendas digital próprio, onde uma única empresa comercializa produtos diretamente ao consumidor final. Nesse formato exclusivo, a marca assume o controle total da jornada do cliente, gerenciando o estoque e todo o fluxo logístico de entrega.

O marketplace opera como um modelo de negócio multifacetado, funcionando como um shopping virtual que hospeda múltiplos lojistas terceiros. Essa plataforma compartilhada centraliza o tráfego de usuários e o ecossistema de pagamentos, conectando diversos parceiros aos compradores.

Um marketplace também pode ser um e-commerce?

Sim, um marketplace é um modelo de e-commerce, já que sua função é viabilizar a compra e venda de produtos online. A diferença técnica é que ele hospeda múltiplos lojistas parceiros em vez de vender apenas uma marca própria.

Em termos práticos, é possível dizer que todo marketplace faz parte do ecossistema do comércio eletrônico. No entanto, o inverso não se aplica: uma loja virtual tradicional, que vende estoque próprio, não é considerada um marketplace.

O que é marketplace? Confira as principais plataformas do segmento

Marketplace é seguro? (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O marketplace reúne diversas lojas em uma única plataforma digital (imagem: Reprodução/Unsplash)

Amazon faz promoções durante Semana do Consumidor (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mercado Livre reduz preço do Meli+ (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ciclo de funcionamento de um marketplace (imagem: Reprodução/Solomono)

Muitas lojas físicas modificaram seus modelos de negócios para marketplace (Imagem: AS Photography/Pexels)

Galaxy S26 Plus (512 GB) em até 12x fica 46% mais barato na Amazon

20 de Maio de 2026, 11:12

Oferta encerrada 🙁
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S26 Plus (512 GB) entrou em oferta por R$ 5.849 em até 12x sem juros de R$ 487,49 na Amazon. Lançado em fevereiro deste ano por R$ 10.799, o smartphone premium da Samsung com tela AMOLED e câmera de 50 MP tem o melhor parcelamento já visto pela equipe de Achados do TB.

Galaxy S26 Plus tem tela Quad HD+, câmera que filma em 8K e amplo armazenamento interno

Tela do Galaxy S26
Galaxy S26 Plus tem tela AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy S26 Plus é equipado com chipset Exynos 2600 combinado com 12 GB de RAM, entregando alto desempenho para tarefas do dia a dia e suporte ao Galaxy AI. Já os 512 GB de armazenamento interno garante espaço de sobra para aplicativos, mídias e outros arquivos.

O telefone traz uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas com resolução Quad HD+, entregando imagens detalhadas e fluidas. O painel com taxa de atualização de 120 Hz ainda conta com o recurso HDR10+, além de atingir brilho máximo de 2.600 nits.

Para fotos e vídeos, o Galaxy S26 Plus tem uma câmera tripla traseira liderada por um sensor de 50 MP que filma em 8K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP registra selfies detalhadas como Modo Retrato e grava vídeos em 4K.

Samsung Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy S26 Plus tem câmera tripla traseira de 50 MP, que permite gravar vídeos em até 8K (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone premium da Samsung utiliza uma bateria de 4.900 mAh com autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo, segundo a marca. Com carregamento rápido de até 45 W, o telefone ainda pode ir de 0 a 70% em somente 30 minutos.

Na parte de conexões, o dispositivo tem 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Prometendo longa vida útil de software, ele sai da caixa com o Android 16 e receberá ao menos 7 grandes atualizações do sistema operacional.

Por fim, o Galaxy S26 Plus (em até 12x sem juros de R$ 487,49) traz estrutura em alumínio e acabamento em vidro reforçado Gorilla Glass Victus 2. Com certificação IP68 de resistência à água, ele pode ficar imerso em até 1,5 metro pelo tempo limite de 30 minutos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S26 Plus (512 GB) em até 12x fica 46% mais barato na Amazon

Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Samsung Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 (512 GB) volta a cair para menor preço histórico com 28% OFF na Amazon

15 de Maio de 2026, 15:02
R$ 9.499,0028% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17 (512 GB) entrou em oferta por R$ 6.849,10 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon. O smartphone da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 9.499, ficou 28% mais barato nesta promoção.

iPhone 17 tem tela de 120 Hz, câmera que filma em 4K e amplo espaço interno

Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando a parte frontal e a lateral esquerda, enquadrando metade do aparelho, com mesa em madeira como fundo
A tela Super Retina XDR OLED abriga a Dynamic Island e tem taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 17 traz tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com design Dynamic Island e taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz. Com brilho máximo de 3.000 nits, o painel ainda conta com os recursos ProMotion e HDR para o aprimoramento da imagem.

O telefone tem uma câmera dupla traseira de 48 MP para registrar vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem e Zoom híbrido de 2x. Já a câmera frontal de 18 MP promete selfies detalhadas com Modo Retrato e Foco Automático, além de também filmar em 4K.

Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 17 adota o chip Apple A19 combinado com 8 GB de RAM para um desempenho elevado em tarefas do dia a dia. Os 512 GB de armazenamento interno garantem espaço de sobra para fotos, vídeos, aplicativos e outros arquivos.

Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando as câmeras, com mesa em madeira como fundo
O iPhone 17 tem duas câmeras na traseira de 48 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Apple é equipado com uma bateria de 3.692 mAh com autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo, segundo a marca. O carregamento rápido de até 50 W garante que o dispositivo vá de 0 a 50% em apenas 20 minutos na tomada.

Além de suporte para eSIM, o telefone oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ele vem de fábrica com o iOS 26, mas receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema.

Seguindo o design premium da marca, o iPhone 17 (R$ 6.849,10 no Pix com o cupom 300SMART) tem estrutura de alumínio, acabamento traseiro em vidro e tela com proteção Ceramic Shield. Para mais, o certificado IP68 de resistência à água assegura proteção contra mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 (512 GB) volta a cair para menor preço histórico com 28% OFF na Amazon

A tela Super Retina XDR OLED abriga a Dynamic Island e tem taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 17 tem duas câmeras na traseira (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é n8n? Conheça a plataforma de automação com IA

15 de Maio de 2026, 12:30
ilustração sobre o n8n
Saiba como funciona a ferramenta de automação low-code (imagem: Divulgação/n8n)

O n8n é uma ferramenta de automação que utiliza um sistema visual baseado em nós para conectar aplicativos e bancos de dados. Diferente de soluções no-code limitadas, ele permite construir fluxos lógicos complexos com uma ampla flexibilidade técnica.

O diferencial da plataforma é o suporte nativo ao self-hosting, permitindo que o usuário instale o software em seu próprio servidor. Esse modelo atrai desde entusiastas de produtividade até desenvolvedores que buscam controle total sobre privacidade e segurança das informações processadas.

O serviço oferece a versão Self-Hosted Community, gratuita para uso individual e configurações locais. Para quem prefere a conveniência da nuvem, a empresa disponibiliza os planos pagos Starter e Pro, que contam com suporte e hospedagem gerenciada.

A seguir, conheça mais sobre o n8n, para que serve e seu funcionamento detalhado. Também descubra os pontos fortes e fracos da ferramenta de automação.

O que é n8n? 

O n8n é uma plataforma de automação low-code que usa um sistema de nós para conectar aplicativos, APIs e bancos de dados em fluxos integrados. Ela oferece a liberdade do código aberto e do self-hosting (servidor próprio do usuário), permitindo que desenvolvedores criem lógicas personalizadas e escaláveis com total controle sobre os dados.

O que significa n8n?

O nome n8n é um numerônimo para “nodemation”, termo que une node (nó) e automation (automação), pronunciado em inglês como “n-eight-n”. Essa abreviação estratégica facilita o uso em interfaces de linha de comando, trocando um nome extenso por um comando ágil e funcional para o desenvolvedor.

Exemplo do fluxo de processos do n8n
O n8n permite que mesmo usuários com pouco conhecimento criem um fluxo de trabalho automatizado integrando diferentes ferramentas (imagem: Divulgação/n8n)

Para que serve o n8n?

O n8n possibilita conectar sistemas distintos e garantir a automação de tarefas repetitivas, sincronizando dados entre APIs e bancos de dados em tempo real. Ele elimina processos manuais ao disparar ações automáticas e processar arquivos, otimizando o fluxo de trabalho de ponta a ponta.

Além disso, a plataforma permite criar agentes de IA e automações complexas que exigem lógica customizada ou transformações de dados específicas. Por suportar o self-hosting, ele assegura controle total sobre a infraestrutura e a privacidade, sendo ideal para gerenciar operações críticas.

Como funciona o n8n? 

O n8n opera por meio de um editor visual de nós, onde cada etapa realiza uma função específica dentro de uma sequência automatizada. Tudo começa com um trigger, um gatilho como o recebimento de um novo e-mail, que inicia o fluxo de dados entre as ferramentas.

Durante o trajeto, a plataforma aplica filtros e regras de negócio para processar as informações e realizar chamadas para serviços externos. O sistema suporta ramificações e loops, permitindo que o fluxo tome decisões lógicas e execute tarefas complexas ordenadamente.

A plataforma integra inteligência artificial nativamente, possibilitando o uso de modelos de linguagem para analisar e organizar dados não estruturados. Essa orquestração simplifica a criação de soluções robustas sem a necessidade de escrever código pesado para cada nova conexão.

Para desenvolvedores, o n8n permite a inserção de scripts em JavaScript ou Python e ser hospedado em um servidor próprio via self-hosting. Assim, a plataforma atua como um “maestro tecnológico” que centraliza, transforma e distribui dados com total segurança e autonomia.

Exemplo do fluxo de processos do n8n
n8n permite criar um fluxo de processo baseado em nós em poucos cliques e com suporte a IAs (imagem: Divulgação/n8n)

O n8n é gratuito? 

O n8n oferece uma versão gratuita por meio da modalidade Self-Hosted Community, que disponibiliza os recursos essenciais de automação para instalação em infraestrutura própria. Nessa opção, o usuário tem acesso ilimitado às funções básicas, ficando responsável apenas pelos custos e manutenção de seu servidor.

Já os planos em nuvem, como Starter, Pro e Business, são pagos e focados em quem busca praticidade, suporte dedicado e ferramentas de colaboração. Essas edições comerciais incluem recursos avançados de segurança e gestão, diferenciando o uso doméstico ou de teste das necessidades de escala corporativa.

Quais integrações o n8n possui?

O n8n conta com uma biblioteca de mais de 400 integrações nativas e permite a criação de conexões customizadas via APIs. Estes são os principais destaques da rede de ferramentas:

  • Ecossistema Google e produtividade: conecta ferramentas como Planilhas, Drive e Gmail ao Slack ou Discord para centralizar a comunicação. Essa integração facilita o compartilhamento de arquivos e o envio de alerta em tempo real para equipes;
  • Inteligência artificial e linguagem: possui nós dedicados para OpenAI (ChatGPT), Anthropic (Claude AI) e Gemini, permitindo criar fluxos com processamento de texto e visão. É possível automatizar respostas complexas e análise de sentimentos diretamente na estrutura de dados;
  • Banco de dados e gestão: sincroniza informações no Airtable, Notion e ClickUp, mantendo projetos sempre atualizados sem esforço manual. A plataforma simplifica a manipulação de grandes volumes de registros e a organização de tarefas prioritárias;
  • Protocolos universais e customização: utiliza webhooks e requisições HTTP para integrar qualquer software que possua uma API disponível. Para necessidades específicas, o usuário pode inserir scripts personalizados para tratar dados;
  • Marketing e gatilhos externos: integra-se a plataformas como Mailchimp e Typeform para gerenciar campanhas e capturar leads automaticamente. O sistema permite que processos sejam iniciados por horários agendados ou por interações diretas do público.
Ilustração das integrações do n8n
Além de ferramentas de IA, o n8n oferece integração com diferentes plataformas de produtividade (imagem: Divulgação/n8n)

O que é possível fazer com o n8n?

O n8n atua como um centro de operações digitais, conectando aplicativos, APIs e bancos de dados para transformar informações automaticamente. Essas são as principais possibilidades práticas que a ferramenta oferece:

  • Orquestração de fluxos inteligentes: cria sequências com ramificações, filtros e loops que organizam dados entre cada etapa de forma lógica. Permite que o fluxo tome decisões complexas, garantindo que as informações cheguem ao destino prontas para uso;
  • Integração com IA generativa: desenvolve automações capazes de resumir documentos, analisar sentimentos ou responder clientes em tempo real. Essa união traz a IA generativa para o núcleo operacional, automatizando tarefas que antes exigiam interpretação humana;
  • Autonomia técnica e scripts: permite a inserção de scripts em JavaScript ou Python para resolver desafios específicos de lógica ou tratamento de dados. Aliado ao self-hosting, o usuário mantém o controle total sobre o código e a privacidade das informações processadas;
  • Monitoramento e dashboards internos: oferece ferramentas de depuração para testar, monitorar e repetir execuções, facilitando a identificação rápida de falhas. É ideal para construir sistemas de apoio ao backend que precisam de alta confiabilidade e manutenção ágil.
Exemplo do fluxo de processos do n8n
O n8n permite criar diversos fluxos de trabalho com ferramentas e configurações personalizadas pelo usuário (imagem: Divulgação/n8n)

Quais são as vantagens do n8n? 

Estes são os pontos fortes do n8n:

  • Design visual e intuitivo: o editor baseado em nós facilita o desenho e a visualização de automações complexas, tornando o processo acessível sem perder profundidade técnica. A interface permite que a equipe compreenda todo o caminho do dado em uma única tela e facilita o diagnóstico de falhas;
  • Flexibilidade híbrida: atende tanto usuários no-code quanto desenvolvedores ao permitir a inserção de lógica customizada quando necessário. Essa versatilidade garante que o projeto nunca fique limitado aos recursos nativos da plataforma;
  • Soberania e segurança de dados: o suporte ao self-hosting assegura que o usuário mantenha o controle total sobre a infraestrutura e informações sensíveis. Hospedar a ferramenta em servidores próprios é um diferencial para conformidade com regulamentações rígidas;
  • Ecossistema aberto e econômico: a edição comunitária reduz custos operacionais ao oferecer centenas de integrações prontas sem taxas por execução. É uma alternativa poderosa para empresas que precisam escalar processos sem estourar o orçamento;
  • Automação inteligente com IA: é otimizada para criação de agentes de IA e fluxos que reduzem erros humanos em tarefas repetitivas. Ele permite conectar modelos de linguagem avançados diretamente ao núcleo das operações de um projeto;
  • Controle logístico avançado: suporta gatilhos, condições e transformações de dados em um único fluxo. É a escolha ideal para cenários que exigem maior poder de processamento e precisão do que ferramentas de automação simples.

Quais são as desvantagens do n8n? 

Estes são os pontos fracos da plataforma n8n?

  • Complexidade visual e organização: conforme os fluxos crescem, a interface de nós pode se tornar poluída e confusa, dificultando a depuração (debug). A manutenção de processos extensos exige um rigoroso esforço de documentação para evitar confusões;
  • Desempenho com grandes volumes: não é a escolha ideal para o processamento de arquivos gigantes ou tarefas que exijam alto poder computacional. O sistema pode apresentar instabilidade ou lentidão em cargas de trabalho extremamente pesadas;
  • Barreiras de DevOps e testes: recursos de controle de versão e integração contínua (CI/CD) são menos intuitivos do que no desenvolvimento de software. Isso pode engessar o trabalho de equipes de engenharia que dependem de fluxos de testes automatizados e implantação padronizada;
  • Custo operacional do self-hosting: ao optar pela versão gratuita em servidor próprio, a equipe assume a responsabilidade total por atualizações, segurança e backups. Essa economia inicial pode ser compensada pelo gasto com horas técnicas para manter a infraestrutura sempre operacional;
  • Fragilidade de conexões externas: as automações dependem da estabilidade de terceiros e podem “quebrar” se os aplicativos conectados alterarem as regras de API sem aviso. Isso exige revisões constantes para garantir que o fluxo de dados não seja interrompido;
  • Limite de escalabilidade sistêmica: o sistema não substitui um backend robusto em aplicações que demandam lógica extremamente pesada ou milhões de requisições simultâneas. Ele funciona melhor como um integrador do que como uma estrutura central de um software de alto desempenho.

Qual é a diferença entre n8n e Zapier? 

O n8n é uma plataforma de automação de código aberto voltada para times técnicos, permitindo o self-hosting para total controle dos dados. O editor visual de nós suporta fluxos de complexidade ilimitada, integrando APIs, IA e scripts personalizados sem custos de execução.

O Zapier é um serviço com foco na simplicidade do público no-code, conectando milhares de aplicativos por meio de interfaces intuitivas e rápidas chamadas “Zaps”. Embora facilite o uso para leigos, a ferramenta impõe limites a lógicas muito avançadas e adota um modelo de cobrança baseado no volume de tarefas executadas.

O que é n8n? Conheça a plataforma de automação com IA

Saiba como funciona a ferramenta de automação low-code (imagem: Divulgação/n8n)

Mesmo usuários com pouco conhecimento conseguem criar um fluxo de trabalho integrando diferentes ferramentas de automação (imagem: Divulgação/n8n)

n8n permite criar um fluxo de processo baseado em nós em poucos cliques e com suporte a IAs (imagem: Divulgação/n8n)

Além de ferramentas de IA, o n8n oferece integração com diferentes plataformas de produtividade (imagem: Divulgação/n8n)

O n8n permite criar diversos fluxos de trabalho com ferramentas e configurações personalizadas pelo usuário (imagem: Divulgação/n8n)

O que é Oracle? Conheça os serviços e a história da gigante de tecnologia 

13 de Maio de 2026, 18:13
Imagem da fachada da sede da Oracle
Saiba como a Oracle se tornou uma das principais empresas do setor tecnológico (imagem: Reprodução/Shutterstock)

A Oracle é uma das principais forças da tecnologia, pioneira no desenvolvimento de bancos de dados relacionais que sustentam corporações e governos. Criada em 1977, o nome da marca nasceu de um projeto confidencial desenvolvido pelos fundadores para a CIA, que se tornaria sinônimo de infraestrutura crítica.

Atualmente, a empresa foca sua expansão na Oracle Cloud Infrastructure (OCI), posicionando-se como uma peça-chave no setor de cloud computing. A plataforma oferece alto desempenho para processamento de dados e IA, permitindo que organizações migrem sistemas complexos para a nuvem com segurança.

Sob a liderança estratégica do cofundador Larry Ellison, a companhia atingiu um valor de mercado de US$ 537 bilhões em maio de 2026. O executivo, que permanece como a figura central e maior acionista, conduz a marca em uma disputa acirrada contra outras big techs.

A seguir, conheça mais sobre a história da Oracle e as suas áreas de atuação no mercado tecnológico. Também saiba quais empresas de tecnologia são suas principais rivais.

O que é Oracle?

A Oracle Corporation é uma multinacional especializada em organizar dados empresariais por meio de bancos de dados relacionais e sistemas de gestão empresarial (ERP). Hoje, a marca lidera a transição para a computação em nuvem, integrando inteligência artificial em softwares de gestão (SaaS) para simplificar processos corporativos complexos.

Qual é a origem do nome Oracle?

A empresa herdou o nome de um projeto sigiloso para a CIA, um banco de dados relacional desenvolvido pelos fundadores, apelidado de “Oracle”. A ideia era que o sistema funcionasse como um “oráculo” moderno, capaz de fornecer respostas rápidas a consultas complexas de informações.

Após o sucesso tecnológico do protótipo, a RSI adotou oficialmente o nome do produto como sua marca em 1982. Essa mudança estratégica unificou a identidade da empresa ao seu software mais inovador, facilitando o reconhecimento global da Oracle no mercado.

Logotipo da Oracle em um palco
O nome Oracle surgiu após os fundadores criarem um projeto para a CIA no início dos anos 1980 (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Qual era o antigo nome da Oracle? 

A Oracle foi fundada em 1977 sob o nome de Software Development Laboratories (SDL). Pouco depois, em 1979, a empresa passou a se chamar Relational Software Inc. (RSI), refletindo o foco inicial no desenvolvimento de bancos de dados relacional.

A companhia assumiu o nome pelo qual é conhecida atualmente somente em 1982.

Em quais áreas a Oracle atua? 

A Oracle opera em diversas frentes da tecnologia empresarial, conectando o gerenciamento de informações à inovação digital. Estas são as principais áreas de atuação da companhia:

  • Banco de dados e gestão de dados: pioneira no setor, desenvolve bancos de dados relacionais e versões autônomas (Oracle Database, Autonomous Database) para organizar e proteger volumes massivos de informações corporativas;
  • Cloud computing e infraestrutura: por meio do Oracle Cloud Infrastructure (OCI), oferece serviços de nuvem para que empresas acessem sistemas complexos em servidores remotos, garantindo alto desempenho e escalabilidade;
  • Sistemas de gestão (SaaS): fornece pacotes completos de softwares na nuvem para finanças, RH e logística, ajudando grandes organizações a automatizar seus processos internos complexos de forma ágil e integrada;
  • Inteligência artificial e análise: integra recursos de IA e aprendizado de máquina em todas as plataformas para gerar diagnósticos precisos e automatizar tarefas repetitivas, transformando dados brutos em decisões estratégicas;
  • Hardware e sistemas de engenharia: além do software, projeta servidores e sistemas de armazenamento de alto desempenho otimizados especificamente para rodar aplicações da própria marca com máxima eficiência.
ilustração sobre a Oracle
A Oracle atua em várias frentes de tecnologia (imagem: Reprodução/Hostgator)

Qual é a história da Oracle? 

A trajetória da Oracle começou em 1977, quando Larry Ellison, Bob Miner e Ed Oates fundaram a SDL para criar sistemas de dados. Eles lançaram o primeiro banco de dados comercial baseado em SQL, uma linguagem que se tornou padrão para organizar informações digitais.

Em 1982, a empresa adotou o nome de seu software de maior sucesso, o Oracle, e abriu capital na bolsa de valores pouco tempo depois. Nas décadas seguintes, a marca expandiu seu império ao adquirir gigantes como a Sun Microsystems, assumindo o controle da tecnologia Java.

A partir de 2010, o foco migrou para a Oracle Cloud Infrastructure (OCI), uma plataforma de nuvem que hospeda sistemas corporativos remotamente. Essa mudança estratégica permitiu que grandes empresas abandonassem servidores físicos locais em favor de uma infraestrutura digital escalável.

Recentemente, a marca inovou com o banco de dados autônomo, que utiliza inteligência artificial para realizar automanutenção e garantir segurança cibernética. Com isso, a Oracle consolida sua transição de uma startup de software para uma líder global em automação e dados.

Onde fica a sede da Oracle?

A sede global da Oracle está situada em um moderno campus tecnológico em Austin, no Texas, desde dezembro de 2020. A mudança da antiga base em Redwood Shores, na Califórnia, para a capital texana visou oferecer maior flexibilidade de trabalho e reduzir custos operacionais estratégicos.

No Brasil, a marca concentra suas operações no Oracle Innovation Center, um centro de inovação localizado na cidade de São Paulo. Além da capital paulista, a empresa tem escritórios em cidades como Rio de Janeiro e Brasília para atender o mercado nacional.

ilustração da Oracle Cloud Infrastructure
Oracle OCI é um dos principais produtos da empresa na atualidade (imagem: Reprodução/Oracle)

Qual é o valor de mercado da Oracle? 

A Oracle atingiu US$ 537,33 bilhões de valor de mercado em meados de maio de 2026, conforme dados da Companies Market Cap. A companhia está entre as 30 empresas mais valiosas do mundo, refletindo o otimismo dos investidores com a expansão da infraestrutura de nuvem e a forte demanda por soluções de IA.

A Oracle está listada na bolsa de valores? 

Sim, a Oracle é uma empresa de capital aberto com ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Os investidores podem encontrar os papéis por meio do código de negociação, ou ticker, ORCL.

A companhia estreou no mercado financeiro pela NASDAQ em 1986, migrando sua listagem principal para a NYSE em 2013 em busca de maior visibilidade institucional. Essa presença pública permite que qualquer investidor compre ações da empresa, acompanhando seu desempenho corporativo global.

Quem é o dono da Oracle? 

Não existe um único dono da Oracle, pois ela é uma empresa de capital aberto que pertence coletivamente a acionistas globais. No entanto, o cofundador e CFO Larry Ellison é o maior acionista individual, detendo cerca de 40% das ações ordinárias da companhia.

O restante do controle acionário está dividido entre grandes investidores institucionais, como fundos de pensão e gestoras de ativos. Essa estrutura garante que a Oracle opere sob governança corporativa, equilibrando a visão de Ellison com os interesses do mercado financeiro.

Imagem de Larry Ellison, fundador da Oracle
Larry Ellison, cofundador da Oracle e principal acionista da empresa de tecnologia (imagem: Reprodução/Oracle)

Quem são os concorrentes da Oracle? 

A Oracle enfrenta uma disputa contra diversas empresas de tecnologia em diferentes frentes, desde o armazenamento de dados até a nuvem. O cenário é dominado por big techs que oferecem soluções integradas para o setor corporativo global:

  • Microsoft: principal rival em softwares de gestão e bancos de dados com SQL Server, além de competir diretamente em serviços de nuvem por meio da plataforma Azure;
  • Amazon: por meio da Amazon Web Services (AWS), é a líder em infraestrutura de nuvem, oferecendo bases de dados gerenciadas que desafiam diretamente o modelo tradicional de licenciamento;
  • Google: atua fortemente na análise de grandes volumes de informações e serviços de nuvem inteligente, utilizando ferramentas como o BigQuery para atrair clientes corporativos que buscam alto desempenho;
  • IBM: foca em soluções de nuvem híbrida e consultoria tecnológica, mantendo a disputa histórica no segmento de infraestrutura de hardware e sistema de integração;
  • SAP e Salesforce: enquanto a SAP briga pela liderança em sistemas de planejamento (ERP), a Salesforce domina o setor de gestão de relacionamento com clientes (CRM) totalmente na nuvem;
  • Snowflake e MongoDB: representam a nova geração de plataformas de dados modernas, focadas em agilidade e escalabilidade para empresas que buscam alternativas aos sistemas legados.

O que é Oracle? Conheça os serviços e a história da gigante de tecnologia 

Logotipo da Oracle (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

A Oracle atua em várias frentes de tecnologia (imagem: Reprodução/Hostgator)

Larry Ellison, cofundador da Oracle e principal acionista da empresa de tecnologia (imagem: Reprodução/Oracle)

iPhone 16e (256 GB) atinge 40% OFF com cupom em oferta na Amazon

13 de Maio de 2026, 11:54
R$ 6.599,0040% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18
  • Câmera de 48 MP com vídeos em 4K
  • Tela Super Retina XDR OLED
  • Resistente a água e poeira
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16e (256 GB) está disponível por R$ 3.949 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon. Lançado originalmente por R$ 6.599, o smartphone da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP recebe um desconto de 40% nesta oferta.

iPhone 16e tem tela OLED, câmera que filma em 4K e suporte ao Apple Intelligence

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
iPhone 16e possui uma única câmera traseira com sensor de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Inspirado no iPhone 14, o iPhone 16e tem uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com notch “retro” em vez do moderno Dynamic Island. Apesar da taxa de atualização de 60 Hz, o painel com resolução 2K oferece brilho máximo de 1.200 nits e os recursos True Tone e HDR.

O telefone conta com uma câmera traseira com o único sensor Fusion de 48 MP, mas que registra vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera traseira de 12 MP também filma em 4K e possui os recursos de Foco Automático e Modo Retrato.

Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 16e é equipado com o chip Apple A18 combinado com 8 GB de RAM. O modelo traz 256 GB de espaço interno para mídias, aplicativos e outros arquivos, além do usuário poder utilizar o iCloud para expandir a memória via nuvem.

Imagem mostra um iPhone 16e branco sendo segurado em uma mão. Ele está com a tela desbloqueada, exibindo os aplicativos.
iPhone 16e reaproveita design do iPhone 14 com a tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone acessível da Apple adota uma bateria de 4.005 mAh que, segundo a marca, entrega uma autonomia de até 26 horas de reprodução. O carregamento rápido de 20 W do dispositivo promete ir de 0 a 50% em apenas 30 minutos na tomada.

Em relação ao software, o aparelho sai da caixa com o iOS 18 e terá pelo menos cinco grandes atualizações do sistema operacional. Para o dia a dia, o telefone tem conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação.

Seguindo o estilo premium da Maçã, o iPhone 16e (R$ 3.949 no Pix com o cupom 300SMART) possui estrutura de alumínio, acabamento traseiro em vidro e tela com proteção Ceramic Shield. Enquanto isso, a certificação IP68 de resistência à água garante que ele sobreviva a mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e (256 GB) atinge 40% OFF com cupom em oferta na Amazon

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16e reaproveita design do iPhone 14 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Qual a origem da Motorola? Conheça a história da criadora do primeiro celular

12 de Maio de 2026, 17:22
Motorola (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Motorola acompanha a evolução da comunicação móvel desde 1930 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Motorola é uma das empresas pioneiras das telecomunicações, ganhando destaque ao popularizar os rádios automotivos na década de 1930. Desde então, a marca mudou a forma como o mundo se conecta, estando presente até na transmissão da primeira caminhada lunar em 1969.

O ápice da inovação veio em 1983 com o DynaTAC 8000X, o primeiro celular comercial da história, que abriu as portas para a mobilidade moderna. Anos depois, a empresa revolucionou o design com o icônico Razr V3, um símbolo de status que hoje renasceu na era das telas dobráveis.

Atualmente, a divisão Motorola Mobility pertence à Lenovo, focando em smartphones que equilibram custo-benefício e tecnologias de ponta. Enquanto isso, a Motorola Solutions segue independente, fornecendo infraestrutura crítica e sistemas de segurança para empresas

A seguir, saiba mais detalhes sobre a história da Motorola, quem são os líderes das divisões e os principais produtos. Também descubra quem são os maiores rivais da marca.

O que é a Motorola? 

A Motorola é uma empresa pioneira das telecomunicações, que popularizou os rádios automotivos e criou o primeiro celular comercial, consolidando-se na história da mobilidade. Hoje, a marca foca em smartphones Android com hardware otimizado e inteligência artificial, equilibrando alto desempenho técnico e acessibilidade para o consumidor.

O que significa o nome “Motorola”? 

O nome Motorola surgiu em 1930 para batizar os rádios automotivos da marca, unindo o termo “motor” ao sufixo “-ola”, comum em equipamentos de áudio da época. A expressão simbolizava o conceito de “som em movimento”, conectando a experiência de áudio à mobilidade veicular.

O sucesso do produto foi tão grande que, em 1947, a empresa Galvin Electric adotou oficialmente o nome Motorola Inc. para efetivar sua expansão. Essa mudança estratégica unificou a identidade da companhia, que já planejava liderar o futuro das telecomunicações.

imagem dos celulares Motorola Razr
A linha Motorola Razr fez um imenso sucesso no começo dos anos 2000 (imagem: Tyler Lizenby/CNET)

Qual a origem da Motorola?

A história da Motorola começou em 1928, em Chicago, quando os irmãos Galvin fundaram a Galvin Electric, empresa focada em eliminadores de bateria. O sucesso inicial veio com os rádios automotivos e comunicadores militares portáteis, estabelecendo as bases da conectividade móvel.

Já como Motorola Inc., a empresa evoluiu para o setor aeroespacial e telecomunicações, sendo essencial na transmissão da voz humana da Lua durante a missão Apollo 11 em 1969. Foi nesse ambiente que o engenheiro Martin Cooper se destacou como quem criou o celular, apresentando o primeiro protótipo funcional em 1973.

O lançamento comercial do DynaTAC 8000X em 1983 revolucionou o mundo ao introduzir a rede celular e a comunicação sem fio. Nas décadas seguintes, a marca dominou o mercado com designs icônicos, como o famoso telefone dobrável da linha Razr.

Em 2011, a empresa se dividiu em duas: a Motorola Solutions, focada em redes corporativas, e a Motorola Mobility, para produção de smartphones. Isso resultou na aquisição da divisão móvel pelo Google, buscando a otimização do hardware e software com uma interface Android mais limpa e focada na experiência do usuário.

Posteriormente, em 2014, a Lenovo adquiriu a divisão de smartphones, mantendo o legado de inovação técnica com a popular linha Moto G. Hoje, a Motorola equilibra tradição e modernidade, focando em aparelhos dobráveis e inteligência artificial para o consumidor final.

imagem do enegenheiro Martin Cooper e o celular Motorola Dynatac 8000X
O engenheiro Martin Cooper com o celular Motorola DynaTAC 8000X (imagem: Rico Shen/Wikimedia Commons)

A Motorola é de qual país? 

A Motorola tem raízes nos Estados Unidos, onde foi fundada na cidade de Chicago em 1928. Até hoje, a Motorola Solutions, focada em infraestrutura e redes de comunicação, opera como uma empresa americana independente.

A divisão de smartphones, a Motorola Mobility, pertence à chinesa Lenovo desde 2014. No entanto, a marca mantém sua sede criativa e centro de design na cidade de origem, mesmo com controle estrangeiro.

Quem é o dono da Motorola? 

A propriedade da Motorola é dividida em duas entidades distintas após a separação estratégica em 2011. A Motorola Solutions, voltada para infraestrutura de rede, permanece uma empresa independente cotada na bolsa de valores dos EUA e liderada pelo CEO Greg Brown.

Já a divisão de celulares, a Motorola Mobility, foi adquirida pela Lenovo em 2014, após uma breve passagem pelo Google. Esta unidade opera como uma subsidiária, com o executivo brasileiro Sergio Buniac atuando como presidente global da divisão.

Sergio Buniac
Sergio Buniac é presidente global da Motorola Mobility desde 2018 (imagem: Divulgação/Motorola)

Onde fica a sede da Motorola? 

A sede da Motorola Solutions, focada em infraestrutura e redes críticas, está localizada no centro de Chicago, Illinois. O endereço na West Monroe Street preserva as raízes históricas da empresa como uma potência tecnológica americana.

A Motorola Mobility, divisão de smartphones, opera no edifício Merchandise Mart Plaza, também em Chicago. O complexo funciona como um polo de pesquisa e design de hardware, no qual a marca desenvolve novos dispositivos sob a gestão da Lenovo.

A Motorola tem fábrica no Brasil? 

Sim, a Motorola mantém desde 1996 uma operação centrada no Campus Industrial e Tecnológico em Jaguariúna, interior de São Paulo. O maior polo produtor fora da China, a unidade é responsável pela montagem de dispositivos e garante a agilidade logística para o mercado nacional.

Além da produção de hardware, o complexo atua em parceria com unidades em Manaus para otimizar a distribuição em solo brasileiro. Essa infraestrutura integra testes de qualidade e desenvolvimento técnico, consolidando o Brasil como um pilar estratégico em solo latino-americano.

Motorola Signature mostrando a home do Tecnoblog
O Motorola Signature representa os modelos topo de linha desenvolvido pela marca (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Quais são os principais produtos da Motorola? 

A Motorola diversifica seu portfólio entre tecnologia de consumo e soluções de infraestrutura, equilibrando inovação móvel com sistemas de comunicação crítica. Estes são seus principais produtos:

  • Série Moto G: smartphones intermediários, referência em custo-benefício, que oferecem baterias de longa duração e hardware equilibrado para o uso cotidiano;
  • Séries Edge e Signature: dispositivos premium que trazem telas com alta taxa de atualização, processamento veloz e câmeras avançadas de nível profissional;
  • Série Razr: smartphones dobráveis que unem design nostálgico a especificações modernas, focando em portabilidade e inovação visual;
  • Série Moto E: aparelhos de entrada com interface simplificada, ideais para quem busca funções básicas e durabilidade a preços acessíveis;
  • Acessórios: incluem fones de ouvido Bluetooth, carregadores ultrarrápidos e dispositivos de rastreamento inteligente para o usuário moderno;
  • Rádios de missão crítica: equipamentos de comunicação bidirecional, essenciais para logística industrial e coordenação de forças de segurança pública e privada;
  • Soluções em redes: infraestrutura de software e hardware para conexões 5G privadas e sistemas avançados de monitoramento por vídeo.

Quais são os principais concorrentes da Motorola? 

A Motorola disputa espaço com grandes empresas de tecnologia em duas frentes, incomodando a Apple e a Samsung no mercado de consumo, enquanto domina o setor corporativo. Confira os principais rivais da marca:

  • Samsung: principal adversária no ecossistema Android, compete em todas as faixas de preço com a linha Galaxy e trava uma disputa direta no segmento de dobráveis contra os modelos Razr;
  • Apple: referência no mercado premium com o iPhone, a marca norte-americana serve como alvo para os modelos mais sofisticados das linhas Motorola Edge e Signature;
  • Xiaomi: a fabricante chinesa pressiona agressivamente os segmentos de entrada e intermediário com hardware potente e estratégias de preços competitivos;
  • Realme e Oppo: marcas asiáticas em rápida expansão que desafiam a fatia de mercado da Motorola em mercados emergentes com tecnologias de carregamento ultraveloz;
  • Nokia e Ericsson: no braço de soluções corporativas, são as principais concorrentes em infraestrutura de redes 5G e equipamentos de telecomunicações de larga escala;
  • Zebra e Honeywell: rivais diretas na área de dispositivos de coleta de dados e rádio comunicação de missão crítica para indústrias e segurança.

Qual a origem da Motorola? Conheça a história da criadora do primeiro celular

Motorola (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A linha Motorola Razr fez um imenso sucesso no começo dos anos 2000 (imagem: Tyler Lizenby/CNET)

engenheiro Martin Cooper e o celular Motorola Dynatac 8000X (imagem: Rico Shen/Wikimedia Commons)

(imagem: Divulgação/Motorola)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Quem é Eduardo Saverin? Conheça o brasileiro cofundador do Facebook

12 de Maio de 2026, 10:23
Foto do empreendedor brasileiro Eduardo Saverin
Saverin teve um importante papel na fundação do Facebook e atua como investidor em startups de setores estratégicos (imagem: Bryan Van Der Beek/The Forbes Collection)

O brasileiro Eduardo Saverin cravou seu nome na história da tecnologia como cofundador do Facebook durante seus anos em Harvard. Em 2004, ele foi o arquiteto financeiro essencial para que a rede social de Mark Zuckerberg ganhasse fôlego e escala global nos primeiros meses.

Longe das operações da Meta Platforms desde 2005, ele comanda sua própria firma de capital de risco: a B Capital Group. Por meio dessa gestora, ele impulsiona startups globais, consolidando-se como um dos maiores investidores do ecossistema de inovação mundial.

A seguir, saiba mais sobre a história de Saverin, como ele se tornou o brasileiro mais rico do mundo e sua participação no Facebook. Também descubra em quanto é avaliada a fortuna do empreendedor.

Quem é Eduardo Saverin?

Eduardo Saverin é um bilionário brasileiro que atuou como cofundador e primeiro diretor financeiro (CFO) na história do Facebook. Ele lidera a B Capital Group, um fundo de capital de risco (venture capital) focado em expandir startups no mercado global de tecnologia.

Qual é a formação de Eduardo Saverin?

Saverin formou-se em economia com honras magna cum laude (alto desempenho acadêmico) pela Universidade de Harvard em 2006, onde presidiu a associação de investimentos. Durante a graduação, utilizou modelos matemáticos de previsão climática para operar no mercado de commodities com contratos futuros de petróleo.

Essa base analítica de alto nível na Ivy League, grupo das universidades mais exclusivas dos EUA, foi o alicerce para sua atuação estratégica. Embora existam especulações sobre cursos de MBA, seu diploma de bacharelado permanece como sua principal e mais relevante credencial acadêmica.

Foto do empreendedor brasileiro Eduardo Saverin
Eduardo Saverin é formado em economia na Universidade de Harvard (imagem: REUTERS/Edgar Su/FILE PHOTO)

Onde Eduardo Saverin mora? 

Saverin reside em Singapura desde 2009, onde mantém propriedades de alto luxo e utiliza a cidade-estado como seu “centro de operações” estratégico. O país tornou-se a base principal do empreendedor para gerir a B Capital Group e coordenar investimentos em tecnologia por todo o continente asiático.

Quais são as empresas de Eduardo Saverin?

Saverin lidera a B Capital Group, firma de venture capital que gere mais de US$ 6 bilhões em ativos. A gestora foca em impulsionar startups de setores estratégicos, como saúde, logística e fintechs (empresas de tecnologia financeira).

Além da participação na Meta Platforms (Facebook), o empresário investe na aceleradora Antler, focada em negócios early-stage (estágio inicial). Seu portfólio diversificado inclui aportes em soluções Saas (Software por assinatura), consolidando sua influência no ecossistema global de tecnologia.

Foto do empreendedor brasileiro Eduardo Saverin e o empreendedor Raj Ganguly
Saverin cofundou a B Capital Group ao lado do empreendedor norte-americano Raj Ganguly (imagem: Reprodução/Forbes)

Eduardo Saverin ainda é dono do Facebook? 

Saverin não é o dono majoritário da Meta Platforms, empresa dona do Facebook, mas permanece como um acionista relevante e cofundador oficial. Estima-se que ele detém cerca de 2% das ações da companhia, participação garantida após acordos judiciais.

Apesar da fatia expressiva, sua posição consiste em ações de Classe A, que oferecem poder de voto reduzido nas decisões corporativas. O empreendedor não exerce funções de gestão na gigante das redes sociais desde 2005, concentrando seus esforços no mercado global de investimentos.

Por que Eduardo Saverin processou o Facebook? 

Eduardo Saverin acionou a Justiça em 2005 após alegar que Mark Zuckerberg orquestrou uma reestruturação para diluir sua participação societária. Nessa manobra, novas ações foram emitidas, reduzindo drasticamente a fatia do brasileiro de 30% para menos de 10%.

O conflito escalou por divergências sobre a monetização do Facebook e acusações de que o sócio teria invalidado acordos de compras de papéis da empresa. Saverin também questionou a legitimidade de manobras contábeis e o uso de fundos da empresa para despesas pessoais.

A disputa foi encerrada em 2009 com um acordo extrajudicial que restituiu a Saverin o título oficial de cofundador da plataforma. Além do reconhecimento histórico, ele garantiu uma participação bilionária em ações, encerrando o imbróglio jurídico que marcou os primeiros anos da companhia.

Eduardo Saverin, cofundador do Facebook
Eduardo Saverin batalhou na justiça para reaver o título de cofundador do Facebook (imagem: Divulgação/B Capital Group)

Qual é a fortuna de Eduardo Saverin?

A fortuna de Saverin é estimada em cerca de US$ 33,3 bilhões, segundo a Forbes em maio de 2026, consolidando sua posição como o brasileiro mais rico do mundo. Esse patrimônio provém majoritariamente de suas ações da Meta Platforms, impulsionadas pela valorização ligada ao setor de inteligência artificial.

O bilionário também diversifica seu capital por meio da própria firma de investimentos em tecnologia, a B Capital Group. No ranking global de personalidades de tecnologia, Saverin figura entre os 60 indivíduos mais ricos do planeta, superando outros grandes nomes do cenário.

Quem é Eduardo Saverin? Conheça o brasileiro cofundador do Facebook

FILE PHOTO: Facebook co-founder Eduardo Saverin speaks at the Tech in Asia conference in Singapore April 12, 2016. (imagem: REUTERS/Edgar Su/FILE PHOTO)

Eduardo Saverin batalhou na justiça para reaver o título de cofundador do Facebook (Imagem: Divulgação/B Capital Group)

Qual a origem da Samsung? Conheça a história da empresa de eletrônicos

11 de Maio de 2026, 15:37
Imagem mostra a palavra "SAMSUNG" sendo exibida no centro, em letras brancas e maiúsculas. O fundo, em tom azul escuro, mostra elementos desfocados que sugerem um ambiente de escritório. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Descubra como a Samsung saiu de uma simples exportadora de alimentos para ser uma das gigantes da tecnologia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Samsung consolidou-se como uma das principais potências tecnológicas globais, sediada na Coreia do Sul. Líder absoluta na fabricação de semicondutores, a gigante fornece componentes vitais que alimentam desde data centers até smartphones de última geração.

Fundada em 1938 por Lee Byung-chul, a empresa começou modestamente como uma exportadora de alimentos. Seu nome “três estrelas” simboliza a visão de um negócio eterno e grandioso, que revolucionaria o mundo a partir dos anos 1970.

Atualmente, o portfólio da marca é liderado pela linha Galaxy, que une smartphones, tablets, wearables e notebooks em um ecossistema integrado. A companhia também dita tendências em TVs de última geração e eletrodomésticos inteligentes controlados via Internet das Coisas (IoT).

A seguir, saiba mais sobre a Samsung, sua história detalhada e quem comanda a gigante sul-coreana. Também descubra as empresas de tecnologia que rivalizam com a marca.

O que é a Samsung? 

A Samsung é uma multinacional sul-coreana que lidera a inovação em eletrônicos, sendo referência em telas de alta definição e dispositivos móveis como a linha Galaxy. A marca também domina a fundição de semicondutores e chips de memória, fornecendo componentes essenciais para a infraestrutura digital mundial.

O que significa “Samsung”? 

O nome “Samsung” une os termos coreanos “Sam” (três) e “Sung” (estrelas), uma escolha do fundador Lee Byung-chul para projetar grandeza. Na tradição coreana, o número três representa algo vasto e poderoso, refletindo a ambição de expansão da companhia.

A simbologia das estrelas remete a algo eterno e brilhante, projetado para manter sua relevância e autoridade no competitivo mercado global. Essa identidade visual e semântica reforça a imagem de uma corporação resiliente, cujo brilho tecnológico foi desenhado para ser perpétuo.

Fotografia em close-up de uma bandeja preta contendo dezenas de pequenos chips semicondutores quadrados dispostos em fileiras organizadas. Cada componente possui uma superfície brilhante com tons de dourado e cobre. Ao lado da bandeja, sobre uma superfície bege, está estampada a palavra "SAMSUNG" em letras maiúsculas pretas e fonte robusta. O foco da imagem está nos chips em primeiro plano, enquanto o nome da marca ao fundo apresenta um leve desfoque, criando profundidade de campo.
Samsung tem uma importante atuação na fabricação de semicondutores e chips de memória que alimentam diversos dispositivos eletrônicos (imagem: divulgação/Samsung)

Qual a origem da Samsung? 

A empresa começou em 1938, quando o criador da Samsung, Lee Byung-chul, fundou uma pequena exportadora de alimentos em Taegu, na Coreia do Sul. Inicialmente, a operação era focada em produtos simples, como peixes secos, macarrão e farinha, longe dos complexos circuitos inteligentes atuais.

A história da Samsung no campo da tecnologia de consumo teve início em 1969, com a criação da divisão de eletrônicos e a fabricação de TVs em preto e branco. Durante as décadas de 1970 e 1980, a empresa acelerou sua expansão ao investir pesadamente em semicondutores e eletrodomésticos de massa.

Nos anos 1990, uma reforma estratégica priorizou o design e a qualidade técnica, transformando a marca em uma potência global de componentes. Esse movimento garantiu a liderança na produção de memória DRAM e painéis digitais, peças fundamentais para o funcionamento da internet e de computadores.

Hoje, a gigante sul-coreana dita tendências no ecossistema mobile com a linha Galaxy e inovações em telas dobráveis de última geração. Sua trajetória é um exemplo raro de reinvenção, evoluindo de uma pequena exportadora para o posto de referência em hardware e mobilidade.

Imagem de Lee Byung-Chul, fundador da Samsung
Lee Byung-chul, fundador da Samsung (imagem: Reprodução/Quartr)

A Samsung é de qual país? 

A Samsung é originária da Coreia do Sul, país onde se consolidou como o maior “chaebol”, termo que define os gigantescos conglomerados industriais controlados por famílias. A sede da Samsung fica em Samsung Town, um complexo urbano situado no distrito de Seocho, em Seul.

Além do centro administrativo, a companhia opera a “Digital City” em Suwon, seu principal polo de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Esse ecossistema tecnológico integrado é o núcleo operacional de onde partem as inovações em hardware e semicondutores para o mercado global de eletrônicos.

Quem é o dono da Samsung? 

Não existe um único dono da Samsung, pois o controle do conglomerado é exercido pela família Lee por meio de participações cruzadas. Lee Jae-yong, neto do fundador, preside o grupo e define as estratégias de longo prazo em parceria com grandes acionistas institucionais.

No plano executivo, a operação é gerida por líderes de divisão, com destaque para Jun Young-hyun, atual CEO e head da divisão de Soluções de Dispositivos. A estrutura de governança divide o poder entre co-CEOs responsáveis por dispositivos móveis e infraestrutura digital, garantindo agilidade no mercado global

Imagem de Lee Jae-Yong, presidente executivo da Samsung
Lee Jae-Yong, presidente executivo da Samsung e neto do fundador Lee Byung-chul (imagem: Reprodução/Associated Press)

Qual o valor de mercado da Samsung? 

A Samsung atingiu um marco histórico em maio de 2026 ao superar o valor de mercado de US$ 1,2 trilhão, consolidando-se no seleto grupo das empresas trilionárias. Este salto foi impulsionado pela alta nas ações, que mais que dobraram de valor no último ano devido à crescente demanda por tecnologias de inteligência artificial.

Como a maior fabricante global de semicondutores, a sul-coreana tornou-se peça central na infraestrutura digital ao fornecer chips de memória de alto desempenho. Essa valorização recorde reflete o papel estratégico da companhia como pilar essencial para o processamento de dados e a expansão da IA em escala mundial.

Quais são os principais produtos e serviços da Samsung? 

A Samsung oferece um ecossistema diversificado que vai desde o hardware doméstico até componentes de infraestrutura digital global. Os principais produtos e serviços são:

  • Dispositivos móveis: a marca lidera com os celulares Galaxy, abrangendo desde modelos premium dobráveis e a linha S até as populares séries A e M de gama média, unindo hardware robusto ao sistema Android;
  • Computação e tablets: as linhas de tablets da Samsung, como o Galaxy Tab, oferecem versatilidade para criação, enquanto os notebooks da Samsung apostam em design ultrafino e integração total com dispositivos móveis;
  • Wearables e áudio: relógios inteligentes Galaxy Watch e fones Galaxy Buds monitoram a saúde do usuário e oferecem cancelamento de ruído ativo para uma experiência sonora imersiva;
  • Entretenimento e telas: a empresa lidera o setor de TVs com as tecnologias QLED e OLED, oferecendo acesso gratuito a canais via streaming por meio do serviço do Samsung TV Plus;
  • Casa conectada: o ecossistema se estende a eletrodomésticos inteligentes, como geladeiras e máquinas de lavar, controladas pela plataforma SmartThings via Internet das Coisas (IoT);
  • Infraestrutura e chips: a empresa fabrica semicondutores, chips de memória e processadores Exynos, fornecendo componentes essenciais para marcas de tecnologia em todo o mundo.
Mão segurando Galaxy S26 Ultra na cor branca
Os smartphones da linha Galaxy S são destaques no segmento ultra-premium (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Quais são os principais concorrentes da Samsung? 

A Samsung enfrenta a concorrência de outras empresas de tecnologia em diversos setores, disputando a preferência do consumidor com gigantes que dominam desde o mercado de luxo até o segmento de custo-benefício:

  • Apple: é a maior rival no segmento de dispositivos premium, travando batalhas diretas entre iPhone e Galaxy S pela liderança em inovação, câmeras e fidelidade ao ecossistema;
  • Xiaomi: conhecida pelo custo-benefício, a marca chinesa desafia a Samsung também pelo segmento topo de linha com dispositivos potentes e uma estratégia agressiva de expansão global;
  • Motorola: disputa a preferência do consumidor, especialmente em modelos intermediários e dobráveis, focando em uma experiência de Android mais limpa e bateria de longa duração;
  • Lenovo: domina o setor corporativo de notebooks e tablets, desafiando a portabilidade e a produtividade da linha Galaxy Book com foco em resistência e desempenho para trabalho;
  • LG: apesar de ter deixado o mercado de celulares, continua sendo a principal oponente no setor de TVs e telas, competindo pela melhor fidelidade de imagem em painéis OLED e NanoCell;
  • Sony: rivaliza em nichos de entretenimento de alta fidelidade e é a principal fornecedora de sensores de imagem, componente que define a qualidade das câmeras profissionais;
  • Intel e TSMC: no setor de semicondutores, a Intel compete na arquitetura de processadores, enquanto a TSMC lidera a fabricação terceirizada de chips de última geração.

Qual a origem da Samsung? Conheça a história da empresa de eletrônicos

Samsung (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Lee Byung-Chul, fundador da Samsung (imagem: Reprodução/Quartr)

Galaxy S26 Ultra é o smartphone ultra-premium da Samsung em 2026

O que é ataque zero-day? Conheça uma das principais ameaças de cibersegurança

30 de Abril de 2026, 16:46
Ilustração sobre crime cibernético
Entenda como os invasores exploram vulnerabilidades desconhecidas pelos desenvolvedores para promover ataques (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O ataque zero-day ocorre quando criminosos exploram vulnerabilidades de softwares e hardwares totalmente desconhecidas pelos desenvolvedores. O termo “dia zero” reforça que não houve tempo para criar correções, deixando sistemas e dados completamente expostos.

O processo começa quando um invasor identifica uma falha oculta e desenvolve um exploit para invadir o sistema. Essa brecha é utilizada para roubo de dados e espionagem até que o fabricante publique um patch de segurança.

Na cibersegurança, a proteção contra ataques zero-day envolve manter softwares atualizados e utilizar ferramentas que identifiquem comportamentos suspeitos em tempo real. Programas de bug bounty também auxiliam na descoberta precoce dessas ameaças críticas por especialistas.

A seguir, conheça o conceito de ataque zero-day, qual o objetivo dos invasores e como ele ocorre detalhadamente. Também saiba o motivo pelo qual essas vulnerabilidades inéditas são tão críticas.

O que é ataque zero-day?

O ataque zero-day é um crime cibernético que explora vulnerabilidades desconhecidas em softwares ou hardwares antes mesmo que os desenvolvedores criem uma correção. Como a falha é inédita, as empresas possuem “zero dias” para reagir, deixando sistemas e dados temporariamente expostos a invasões.

O que significa zero-day?

O termo “zero-day” surgiu nos anos 1990 em comunidades de pirataria para rotular softwares distribuídos no exato dia do lançamento oficial. Na segurança digital, a expressão evoluiu para descrever vulnerabilidades exploradas por invasores antes de que qualquer correção técnica seja desenvolvida.

Traduzido literalmente como “dia zero”, o conceito enfatiza que os fabricantes tiveram “zero dias” de aviso para mitigar o risco ou criar defesas. Essa terminologia ressalta a vulnerabilidade crítica de sistemas que ainda não receberam um patch oficial contra ataques imprevistos.

Ilustração de exploit
Os invasores aproveitam vulnerabilidades inéditas para criar exploits para invadir sistemas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é o objetivo de um ataque zero-day? 

Um ataque zero-day visa burlar defesas ao explorar vulnerabilidades inéditas antes que qualquer correção técnica ou patch oficial seja disponibilizado. Ao agir sobre falhas desconhecidas, os invasores garantem uma alta taxa de sucesso contra softwares de segurança que ainda não possuem “vacina” para a ameaça.

Os criminosos aproveitam essa janela de oportunidade para roubar dados sensíveis, instalar ransomwares ou estabelecer backdoors para controle a longo prazo. Essas táticas permitem desde a espionagem industrial até a sabotagem de infraestruturas digitais críticas, operando de forma invisível antes que qualquer defesa seja implementada.

Como funciona um ataque zero-day 

O ciclo de um ataque zero-day começa quando um desenvolvedor publica um site ou aplicativo contendo, sem querer, uma vulnerabilidade oculta no código. Esse erro é descoberto por um invasor, que o mantém em sigilo para garantir que a brecha permaneça útil por um longo período.

O criminoso projeta um código de exploração personalizado (exploit), testando-o para garantir que ele possa invadir o sistema com sucesso. Essa arma digital é disparada contra alvos específicos por meio de vulnerabilidades de rede ou campanhas de phishing direcionadas.

Nesta fase crítica, a falha zero-day é explorada livremente enquanto a empresa responsável ainda desconhece a existência do problema. Sem um patch de correção disponível, os sistemas ficam expostos e as defesas tradicionais tornam-se ineficazes para barrar o acesso não autorizado.

O processo termina apenas quando os desenvolvedores detectam a intrusão e criam uma atualização oficial de segurança. Após a divulgação pública e a instalação pelos usuários, o status de “dia zero” é encerrado e a ameaça passa a ser conhecida.

Infográfico mostrando o ciclo de um ataque zero-day
O ciclo de um ataque zero-day (imagem: Reprodução/Indusface)

Quais são exemplos de ataque zero-day?

Existem diversos crimes cibernéticos que utilizaram ataques de “dia zero”, causando prejuízos globais bilionários. Estes são alguns dos casos mais emblemáticos que moldaram a segurança digital moderna:

  • Stuxnet (2010): este worm usou quatro falhas inéditas no Windows para sabotar fisicamente centrífugas nucleares no Irã. Foi um marco histórico ao provar que linhas de código podem causar danos materiais reais a infraestruturas industriais;
  • EternalBlue (2017): ferramenta vazada da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA) que explorou uma brecha no protocolo de rede do Windows para propagar o ransomware WannaCry. O ataque paralisou hospitais e corporações globais, expondo a fragilidade de sistemas desatualizados;
  • Log4Shell (2021): uma vulnerabilidade crítica na biblioteca de registro Java (Log4j) que permitia a execução remota de códigos em milhões de servidores. Sua onipresença transformou a aplicação de patches em um desafio logístico sem precedentes;
  • Ataque à Kaseya (2021): invasores exploraram o software de gestão da empresa para realizar um ataque de cadeia de suprimentos em larga escala. Com uma única brecha, o grupo conseguiu sequestrar dados de mais de mil clientes simultaneamente;
  • MOVEit Transfer (2023): o grupo CLOP aproveitou uma falha de injeção SQL para roubar dados sensíveis de centenas de organizações que utilizavam o serviço de arquivos. O caso reforçou o perigo latente em ferramentas corporativas de transferência de dados;
  • Spyware Pegasus: esta ferramenta de vigilância usa ataques do tipo “zero-click” para infectar smartphones sem que a vítima precise interagir com qualquer link. Ao explorar falhas ocultas em apps de mensagens, ela garante acesso total aos dados e sensores do aparelho.
Ilustração sobre Ransomware
Alguns ataques de zero-day são usados para espalhar ransomwares, sequestrando dados importantes de usuários e empresas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Por que as vulnerabilidades zero-day são críticas?

As vulnerabilidades zero-day são consideradas críticas por serem falhas ocultas e sem correção oficial, deixando sistemas totalmente indefesos. Como o erro é desconhecido pelo fabricante, não existem assinaturas de segurança ou atualizações prévias capazes de bloquear a ação dos invasores.

Essas brechas são valiosas no mercado clandestino por burlarem ferramentas tradicionais, como antivírus e firewalls, que focam apenas em ameaças já catalogadas. Quando afetam softwares populares, o risco torna-se sistêmico, podendo comprometer milhões de usuários e infraestruturas críticas simultaneamente.

A gravidade é amplificada pela impossibilidade de preparação antecipada, gerando uma corrida das equipes de TI para desenvolver uma solução. Assim que um patch de segurança é lançado, a atualização imediata torna-se o único caminho para fechar essa perigosa janela de exposição.

Existe prevenção contra explorações e ataques zero-day? 

Embora seja impossível prever uma vulnerabilidade inédita, a cibersegurança moderna utiliza camadas de defesa para mitigar o impacto de um exploit. Estas são as estratégias essenciais para proteger sistemas contra ameaças de “dia zero”:

  • Arquitetura Zero Trust e microsegmentação: esta estratégia exige a verificação constante de identidade e divide a rede em setores isolados. Isso impede que um invasor se mova lateralmente pelo sistema caso rompa a barreira inicial;
  • Análise comportamental e RASP: ferramentas de monitoramento identificam atividades suspeitas em tempo real, bloqueando ações que fujam do padrão. Enquanto o Runtime Application Self-Protection (RASP) protege o código internamente, permitindo que o app barre entradas maliciosas sozinho;
  • Gestão de patches e monitoramento de CVE: manter softwares atualizados elimina brechas já catalogadas no registro Common Vulnerabilities and Exposures (CVE). Essa higiene digital garante que falhas conhecidas não sejam usadas como porta de entrada; 
  • Programa de bug bounty: empresas premiam pesquisadores éticos que encontram e reportam falhas em troca de recompensas financeiras. O bug bounty é uma ferramenta vital para descobrir erros e corrigi-los antes que criminosos os explorem;
  • Higiene digital e 2FA: a ativação da autenticação de dois fatores (2FA) e o uso de contas sem privilégio de administrador dificultam a vida do invasor. Essas medidas, somadas à cautela com links suspeitos, criam uma barreira extra contra o acesso não autorizado.

O que é ataque zero-day? Conheça uma das principais ameaças de cibersegurança

Entenda o que é Crime Cibernético e como proteger seus dispositivos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Exploits só acontecem devido a vulnerabilidades encontradas em sistemas (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Saiba o que é e como se proteger de um ataque de ransomware (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Conheça os sensores do seu celular e saiba para que são usados

30 de Abril de 2026, 10:22
ilustração de um celular fragmentado em partes para exibir os componentes
Saiba quais são os principais sensores encontrados em smartphones (imagem: Grafvision/Shutterstock)

Os sensores de smartphones funcionam como os sentidos do aparelho, captando estímulos físicos como luz, movimento e pressão do ambiente. Eles convertem esses dados em comandos digitais, permitindo que o software interaja de forma inteligente com o mundo real.

Esses componentes automatizam o brilho da tela, garantem o foco da câmera e viabilizam a segurança por biometria. Sem eles, por exemplo, o GPS perderia a precisão e funções de realidade aumentada não conseguiriam mapear o ambiente ao redor do usuário.

Nem todo celular traz um “pacote completo” de sensores, pois fabricantes reservam componentes avançados, como o barômetro, para modelos premium. Essa escolha estratégica visa equilibrar o custo de produção com o posicionamento de mercado de cada dispositivo.

A seguir, conheça os principais sensores encontrados em smartphones e as funcionalidades oferecidas por eles no dia a dia.

1. Acelerômetro

O acelerômetro é um sensor microeletromecânico (MEMS) que detecta variações de velocidade e orientação em três eixos espaciais. Ele monitora forças físicas e a gravidade para identificar se o aparelho está inclinado, em movimento ou em repouso.

Essa tecnologia automatiza funções como a rotação da tela, a contagem de passos e o controle por gestos em jogos. O chip converte vibrações e impactos em dados precisos, sendo essencial para detectar quedas e acionar sistemas de segurança.

Fisicamente, esse componente minúsculo é soldado à placa-mãe e posicionado próximo ao processador para agilizar a troca de informações. Ele opera de forma contínua sob o chassi do smartphone, consumindo o mínimo de energia.

imagem mostra onde o acelerômetro fica localizado no celular
Os acelerômetros costumam ser soldados no centro da placa-mãe dos celulares (imagem: Reprodução/EDN)

2. Giroscópio

O giroscópio é um sensor MEMS que mede a velocidade angular, captando com alta precisão como o aparelho rotaciona em seus próprios eixos. Ele atua em conjunto com o acelerômetro para mapear movimentos complexos de inclinação e rotação no espaço 3D.

Sua função é essencial para a estabilização óptica de vídeos, a navegação em realidade aumentada (RA) e a precisão em jogos de simulação. Ao cruzar dados com outros sensores, ele garante que a interface responda de forma fluida e imediata aos gestos do usuário.

Internamente, o chip de silício fica soldado à placa-mãe e estrategicamente próximo ao processador para reduzir o tempo de resposta. Localizado sob a carcaça, ele atua ininterruptamente para interpretar cada mudança de direção feita com o smartphone.

Imagem de um celular com giroscópio.
O sensor giroscópio é essencial para a estabilização de vídeos, além de garantir uma resposta fluida da interface (imagem: Reprodução/Tomorrow Desk)

3. Barômetro

O barômetro é um chip MEMS que mede a pressão atmosférica ao detectar a força do ar sobre uma membrana microscópica interna. Esse sinal elétrico permite que o smartphone identifique mudanças sutis de altitude e variações climáticas com alta precisão técnica.

Sua utilidade abrange desde o rastreio de elevação em trilhas até a identificação de andares dentro de edifícios para serviços de localização. Ao monitorar tendências de pressão, o sensor também ajuda apps de clima a prever tempestades locais com rapidez.

Esse componente fica soldado à placa-mãe, integrado ao cluster de sensores de movimento no topo ou no meio do aparelho. Ele opera de forma oculta, correlacionando dados ambientais para otimizar o GPS e o monitoramento de atividades sem exigir intervenções do usuário.

infográfico com um comparativo do tamanho de sensor barômetro com um smartphone
Os sensores barômetros são componentes extremamente minusculos soldados à placa mãe (imagem: Reprodução/Eletronics Lab)

4. Sensor de proximidade

O sensor de proximidade é um componente que detecta objetos próximos, como o rosto do usuário, sem necessidade de qualquer contato físico. Ele emite luz infravermelha ou utiliza campos capacitivos para medir o retorno de sinais e identificar obstáculos imediatos.

Sua função é, por exemplo, desligar a tela durante chamadas para evitar que o rosto acione comandos acidentais e economizar energia. Essa tecnologia também permite funções inteligentes, como silenciar alarmes ou atender ligações por meio de gestos simples.

Instalado no topo do celular, ele fica embutido na moldura superior, no “notch” ou posicionado ao lado da câmera de selfie. Em modelos modernos, o sensor pode estar oculto sob a tela, operando de forma invisível sempre que o aparelho é aproximado do ouvido.

Sensor de proximidade
O sensor de proximidade permite realizar diferentes interações somente por gesto (imagem: Divulgação/Samsung)

5. Time of Flight (ToF)

O Time of Flight (ToF) é uma tecnologia que calcula a distância de objetos ao medir o tempo que um feixe de luz infravermelha leva para refletir neles. Esse sensor cria um mapa de profundidade preciso, transformando a velocidade da luz em dados tridimensionais em tempo real.

No smartphone, ele é fundamental para o desbloqueio facial seguro e para o posicionamento realista de elementos em realidade aumentada. Além disso, garante o foco automático ultrarrápido e o efeito bokeh em fotos, separando o primeiro plano do fundo com nitidez.

Geralmente, o ToF fica integrado aos conjuntos de câmeras, aparecendo como um pequeno círculo ou lente adicional na parte frontal ou traseira. Protegido sob o vidro do chassi, ele opera de forma invisível para alimentar o processador com informações espaciais detalhadas.

Samsung Galaxy S20 Ultra com sensor ToF
O sensor ToF, iluminado pelo reflexo, costuma ficar oculto no conjunto de câmeras (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

6. LiDAR

O LiDAR é uma tecnologia de detecção que usa pulsos de laser infravermelho para medir distâncias e mapear ambientes em três dimensões. Ele dispara feixes de luz que refletem nos objetos, permitindo que o processador reconstrua a geometria do espaço com precisão milimétrica.

Sua principal utilidade é aprimorar o foco automático em fotos noturnas e garantir efeitos de profundidade realistas no modo retrato. Além disso, o sensor é essencial para aplicativos de medição de ambientes e experiências imersivas em realidade aumentada.

Fisicamente, o LiDAR fica integrado ao módulo de câmeras traseiras, aparecendo como um pequeno círculo preto próximo às lentes. Ele opera de forma contínua e silenciosa, fornecendo dados espaciais de alta resolução para otimizar tanto o sistema quanto apps de fotografia e design.

LiDAR no iPhone 14 Pro (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O sensor LiDAR é encontrado junto ao módulo de câmeras traseira (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

7. Sensor de impressão digital

O sensor de impressão digital é um módulo biométrico que mapeia as minúcias únicas da ponta do dedo para validar a identidade. Ele converte esse desenho em um modelo digital criptografado, comparando-o com os dados armazenados para autorizar o acesso.

Sua função vai muito além de desbloquear o aparelho, servindo para validar pagamentos e acessar aplicativos bancários sem digitar senhas. Em alguns dispositivos, o toque também permite alternar entre perfis de usuários ou confirmar compras em lojas virtuais.

A localização varia entre o botão de energia lateral, a traseira do aparelho ou sob a própria tela. O componente fica estrategicamente posicionado para o reconhecimento ocorrer naturalmente e ergonomicamente assim que o usuário segura o celular.

imagem de um celular com sensor de impressão digital
Os sensores de impressão digital são bastante usados para a proteção dos smartphones (imagem: Lukenn Sabellano/Unsplash)

8. Infravermelho

O infravermelho é uma radiação eletromagnética invisível que usa pulsos de luz para transmitir dados ou detectar a proximidade de objetos. No smartphone, esse sinal atua como um feixe de comunicação sem fio de curto alcance para interações contextuais e controle de periféricos.

Sua utilidade é transformar o celular em um controle remoto universal para TVs, projetores e ares-condicionados. Além disso, ele auxilia funções de segurança e economia de bateria, identificando quando o dispositivo está junto ao rosto do usuário.

O componente geralmente fica na borda superior do chassi, aparecendo como um pequeno ponto escuro ou oculto sob o acabamento. Embora seja imperceptível a olho nu, ele trabalha integrado ao conjunto frontal ou superior para garantir a emissão do sinal.

Sensor infravermelho no Huawei Nova 5T (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Em alguns aparelhos, o sensor infravermelho fica visível na parte superior (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

9. Sensor de luz ambiente

O sensor de luz ambiente é um pequeno fotodetector que mede a intensidade da luminosidade ao redor do usuário, traduzindo essa radiação em valores de lux. Ele funciona como os “olhos” do smartphone, informando ao sistema se o ambiente está na penumbra ou sob luz solar direta.

Este componente permite o ajuste automático do brilho da tela, garantindo conforto visual e prolongando a autonomia da bateria. Em modelos avançados, ele também adapta a temperatura das cores para reduzir a fadiga ocular conforme a iluminação local.

Localizado no topo do aparelho, o sensor de luminosidade fica embutido próximo ao alto-falante de chamadas ou integrado ao conjunto de câmera frontal. Em aparelhos modernos, ele pode ser escondido sob o próprio display, captando a luz externa de forma invisível por meio dos pixels.

Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Muitos smartphones usam o sensor de luminosidade para o ajuste automático do brilho da tela (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

10. Magnetômetro

O magnetômetro é um sensor compacto que funciona como uma bússola digital, medindo a intensidade e a direção dos campos magnéticos em três eixos espaciais. Ele detecta o campo geomagnético da Terra, permitindo que o smartphone identifique com precisão para onde o norte aponta.

Ele é vital para aplicativos de mapas e navegação, garantindo que a direção exibida na tela acompanhe cada movimento do usuário em tempo real. O chip também auxilia o acelerômetro e o giroscópio na estabilização da orientação espacial, essencial para experiências de realidade aumentada.

Soldado à placa-mãe, o componente costuma ficar na metade superior do aparelho e afastado de interferências metálicas internas. Embora seja fisicamente inacessível, sua operação constante calibra o ícone de direção toda vez que um serviço de localização é ativado.

Ilustração de bússola digital para representar um magnetômetro
O magnetômetro atua como uma bússola digital, oferecendo maior precisão para mapas e apps de navegação (imagem: Tima Miroshnichenko/Pexels)

11. Termômetro

O termômetro consiste em pequenos sensores que monitoram o calor gerado pelos componentes internos do smartphone. Eles funcionam como um sistema de segurança térmica, medindo a temperatura da bateria e do processador em tempo real.

Sua função é evitar o superaquecimento, permitindo que o software reduza o desempenho ou interrompa o carregamento para proteger o hardware. Em smartphones específicos, sensores infravermelhos externos possibilitam a medição de temperatura de objetos ou da pele.

Esses componentes ficam distribuídos pela placa-mãe, estrategicamente posicionados próximos a pontos críticos de calor, como o chip de energia. Já o sensor de medição externa, quando presente, fica visível como um pequeno círculo adicional no módulo de câmeras traseiro.

Uma mão segurando o iPhone 17 Pro com a tela ligada na página inicial
Os termometros internos notificam o usuário em caso de superaquecimento do smartphone (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

12. Frequência cardíaca

O sensor de frequência cardíaca é um módulo óptico que usa fotopletismografia (PPG) para medir batimentos através do fluxo sanguíneo. Ele dispara luzes LED na pele e detecta variações de brilho para calcular o ritmo cardíaco em batimentos por minuto (BPM).

Presente em modelos mais antigos de celulares, ele se tornou um item comum em relógios inteligentes que monitoram desde atividades físicas e queima calórica até o disparo de alertas sobre arritmias. Os dados coletados permitem calcular zonas de intensidade e o nível de recuperação do corpo após exercícios intensos.

O sensor fica posicionado na parte traseira do hardware, em contato direto com o pulso, usando LEDs e fotodiodos protegidos por vidro ou cerâmica. Para garantir a precisão, esse arranjo deve ficar bem próximo da pele, permitindo que o sistema capture cada pulsação de forma contínua.

Parte traseira do relógio, com sensor ótico
Smartwatches costumam ter sensores para frequência cardíaca integrado ao hardware (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Todos os celulares têm os mesmos sensores?

Nem todos os smartphones possuem os mesmos sensores, embora a maioria dos modelos modernos compartilhem um “kit básico” como acelerômetro, proximidade e bússola digital. Essa suíte padrão garante funções essenciais de navegação, orientação e economia de energia mesmo em celulares de entrada.

A diferença surge em dispositivos top de linha, que incorporam tecnologias avançadas como LiDAR, barômetros ou sensores ToF. Assim, o conjunto final de hardware é definido diretamente pela marca, o preço e a categoria do smartphone escolhido.

Como saber quais são os sensores do meu celular?

Para descobrir os sensores do smartphone, você pode instalar aplicativos de verificação técnica, como o CPU-Z, que detalha o funcionamento de cada componente integrado. Outra opção é digitar códigos de teste no discador para acessar menus de diagnósticos, permitindo verificar os sensores do dispositivo.

Consultar a ficha técnica oficial no site do fabricante ou nas páginas de produtos do Tecnoblog também é um caminho para checar rapidamente as especificações. Basta buscar pelo modelo exato e verificar as informações na seção “Sensores” para saber os componentes presentes no aparelho.

Os sensores encontrados em celulares são exclusivos de smartphones? 

Os sensores dos celulares não são exclusivos, pois tecnologias como acelerômetros e giroscópios já equipam drones, videogames e sistemas automotivos há décadas. A grande inovação dos smartphones foi miniaturizar e integrar diversos componentes em um único dispositivo portátil.

O destaque é a fusão inteligente desses dados com o sistema operacional para oferecer funções como biometria e realidade aumentada. Enquanto outros eletrônicos de consumo usam os sensores para tarefas isoladas, o celular os conecta à internet e a aplicativos para oferecer uma experiência multifuncional.

Qual é a importância dos sensores para os smartphones?

Os sensores são fundamentais para tornar os smartphones verdadeiramente “inteligentes”, permitindo que o sistema interprete o ambiente e as ações do usuário. Sem essa fusão de dados, o dispositivo seria apenas uma tela estática, incapaz de reagir a estímulos do mundo físico.

Eles humanizam a experiência ao automatizar funções como o brilho adaptativo via sensor de luminosidade e a rotação da interface com acelerômetro e giroscópio. Além disso, garantem precisão em mapas ao usar o magnetômetro para orientar a direção exata.

A segurança do hardware também depende desses componentes, como os termômetros internos que monitoram o calor para evitar danos por superaquecimento. No fim, os sensores atuam como uma ponte essencial que traduz variáveis físicas em funcionalidades práticas e fluidas do software.

Conheça os sensores do seu celular e saiba para que são usados

Saiba quais são os principais sensores encontrados em smartphones (imagem: Grafvision/Shutterstock)

Os sensores barômetros são componentes extremamente minusculos (imagem: Reprodução/Eletronics Lab)

LiDAR no iPhone 14 Pro (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Sujeira ou eventuais glitches podem impedir o uso do sensor de impressão digital em celulares e notebooks (imagem: Lukenn Sabellano/Unsplash)

Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

(Imagem:
Tima Miroshnichenko/Pexels)

Smartwatch tem sensores para frequência cardíaca, pressão arterial, temperatura e saturação do oxigênio (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Dia das Mães 2026: Galaxy S25 (256 GB) entra em promoção com 52% OFF na Amazon

29 de Abril de 2026, 16:45
R$ 7.499,0052% OFF

Prós
  • Desempenho topo de linha
  • Câmera principal de 50 MP grava em 8K
  • Tela AMOLED Dinâmico com brilho de até 2.600 nits
  • Atualizações garantidas até o Android 22
Contras
  • Bateria limitada a 4.000 mAh de capacidade
  • Carregamento com fio de 25 W
  • Sem suporte a microSD
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S25 (256 GB) está disponível por R$ 3.599 no Pix com cupom SMART300 na página do produto na Amazon. Lançado por R$ 7.499, o smartphone top de linha da Samsung com câmera de 50 MP e tela AMOLED recebe desconto de 52% e se torna um ótimo presente de Dia das Mães.

Galaxy S25 tem Galaxy AI, tela de 120 Hz e câmera capaz de filmar em 8K

Mão segurando o Galaxy S25, mostrando a traseira com as câmeras
Galaxy S25 tem câmera tripla com sensor de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy S25 utiliza o chipset premium Qualcomm Snapdragon 8 Elite e 12 GB de RAM, entregando alto desempenho em tarefas do dia a dia e recursos do Galaxy AI. Já os 256 GB de armazenamento interno garantem um espaço equilibrado para mídias, aplicativos e demais arquivos.

O telefone tem uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,2 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. O painel promete imagens detalhadas e fluidas com brilho máximo de 2.100 nits e suporte ao recurso HDR10+.

Para fotos e vídeos, o Galaxy S25 traz uma câmera tripla traseira com sensor principal de 50 MP, Estabilização Óptica de Imagem (OIS) e suporte para registros em até 8K. A câmera frontal de 12 MP capta selfies detalhadas com Foco Automático e vídeo em 4K.

Mão segurando o Galaxy S25, mostrando a tela do celular
Tela AMOLED do Galaxy S25 chega a até 2.600 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone premium da Samsung é equipado com uma bateria de 4.000 mAh, oferecendo autonomia para até 29 horas de reprodução de vídeo. Ele também possui carregamento rápido de 25 W que vai de 0 a 50% em somente 30 minutos na tomada, segundo a marca.

Pesando 162 gramas, o aparelho traz estrutura de alumínio e acabamento traseiro em vidro reforçado Gorilla Glass Victus 2. Ademais, o dispositivo tem certificação IP68 de resistência à poeira e à água, sobrevivendo a mergulhos acidentais de até 3 metros pelo tempo de 30 minutos.

Fechando o pacote, o Galaxy S25 (R$ 3.599 no Pix com cupom SMART300 na página do produto) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Na parte de software, ele sai da caixa com o Android 15 e receberá mais 7 atualizações do sistema operacional.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Dia das Mães 2026: Galaxy S25 (256 GB) entra em promoção com 52% OFF na Amazon

Galaxy S25 tem câmera tripla com sensor de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Tela AMOLED do Galaxy S25 chega a até 2.600 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Buds 3 Pro tem 42% OFF em até 10x de R$ 127 antes do Dia das Mães 2026

29 de Abril de 2026, 15:46
R$ 2.19942% OFF

Prós
  • Intérprete em tempo real
  • Áudio espacial e ANC aprimorados
  • Novo design promete maior conforto
  • Certificação IP57
Contras
  • Experiência completa limitada ao ecossistema Galaxy
Parcelado
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Buds 3 Pro entrou em oferta por R$ 1.286 em até 10x sem juros de R$ 126,80 na Amazon. Lançado originalmente por R$ 2.199, o fone de ouvido premium da Samsung com cancelamento de ruído e Galaxy AI fica 46% mais barato nesta promoção.

Galaxy Buds 3 Pro entrega áudio em alta definição, cancelamento de ruído e recursos de IA

Estojo branco com fones de ouvido dentro
Galaxy Buds 3 Pro oferece recurso de IA, como cancelamento de ruído adaptativo (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy Buds 3 Pro conta com alto-falantes bidirecionais e amplificador duplo, entregando uma experiência com alta definição e mínima distorção. Além disso, o Seamless CODEC de 24 bits reproduz o áudio com agudos mais nítidos e graves vibrantes.

O acessório com Galaxy AI tem recursos adaptativos de equalização (Adaptive EQ) e cancelamento de ruído ativo (Adaptive ANC). Isso significa que ele utiliza um algoritmo para analisar o som ao redor do usuário e otimizar automaticamente os modos de escuta.

Para quem viaja para o exterior, o Galaxy Buds 3 Pro oferece os modos Escuta e Conversação baseados em IA. Com auxílio de um smartphone Galaxy, o próprio fone de ouvido realiza tradução em tempo real para o idioma escolhido pelo usuário.

Fones de ouvido brancos na palma da mão
Galaxy Buds 3 Pro trazm o visual Light Blades com pontas de silicone para maior isolamento (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Com design ergonômico e leve (5,4 g cada bud), o fone da Samsung foi feito para o uso confortável durante longas sessões de uso. Ele ainda tem pontas de silicone para maior isolamento sonoro e oferece controle por toque para ajustar o volume ou pular uma música.

O acessório garante até 6 horas de reprodução com o cancelamento de ruído ativo ligado, podendo atingir até 7 horas se o recurso ANC for desligado. Já a caixa de transporte e recarga traz um “banco de energia” de até 30 horas de uso.

Por fim, o Galaxy Buds 3 Pro (R$ 1.286 em até 10x sem juros) tem Bluetooth 5.4 e recurso Auto Switch, que detecta e transfere as atividades entre dispositivos. Ademais, o fone de ouvido tem certificação IP57 de resistência à poeira e à água, podendo ficar submerso por até 1 metro por 30 minutos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Buds 3 Pro tem 42% OFF em até 10x de R$ 127 antes do Dia das Mães 2026

Galaxy Buds 3 Pro (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Buds 3 Pro (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como desativar os vídeos em músicas no Spotify

28 de Abril de 2026, 17:48
imagem de um celular com aplicativo Spotify aberto no menu "Conteúdo e tela"
Veja o passo a passo para desabilitar a reprodução automática de clipes no Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Spotify permite ocultar videoclipes no app de streaming de música para celulares Android e iPhone. A funcionalidade é recomendada para quem deseja reduzir o consumo de dados e de bateria do dispositivo.

Para desabilitar a reprodução automática de clipes, o usuário deve acessar o menu “Conteúdo e tela” nas configurações do aplicativo. Em seguida, basta desligar a chave “Videoclipes” para que o app priorize apenas a reprodução de áudio.

A seguir, veja o passo a passo completo para desativar os vídeos do Spotify no smartphone.

1. Acesse as configurações do Spotify

Abra o aplicativo do Spotify no seu celular Android ou iPhone e toque no ícone com a sua foto ou inicial do nome no canto superior esquerdo da tela. Em seguida, selecione a opção “Configurações e privacidade”.

Acessando o menu "Configurações e privacidade" do Spotify
Acessando o menu “Configurações e privacidade” do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra o menu “Conteúdo e tela”

Em “Configurações”, selecione “Conteúdo e tela” para ver mais opções de ajustes do aplicativo de música.

Abrindo a página "Conteúdo e tela"
Abrindo a página “Conteúdo e tela” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Desative a chave “Videoclipes”

Na seção “Vídeos e Canvas”, toque na chave ao lado da opção “Videoclipes” para desabilitar a exibição de todos os videoclipes e apresentações ao vivo no Spotify.

Desativando a reprodução de videoclipes no aplicativo do Spotify
Desativando a reprodução de videoclipes no aplicativo do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que acontece ao desativar os vídeos no Spotify?

Ao desabilitar a exibição de vídeos no Spotify, o app oculta clipes e apresentações ao vivo. A experiência passa a ser focada exclusivamente no streaming de áudio, eliminando a opção de reproduzir os conteúdos audiovisuais atrelados às faixas disponíveis na plataforma.

Essa configuração não restringe os podcasts adicionados no Spotify, que mantêm a opção de assistir aos episódios em vídeo ou somente o áudio. É necessário desativar a opção “Outros vídeos”, também nas configurações de “Conteúdo e tela”, para que todos os podcasts sejam executados apenas em áudio.

Por que não consigo desativar os vídeos no Spotify?

Há alguns pontos que podem impedir que os vídeos sejam desativados no Spotify:

  • Disponibilidade por região e plano: a funcionalidade está sendo liberada em fases, priorizando mercados específicos e usuários que gerenciam um Plano Família antes de chegar às demais contas Premium e gratuitas;
  • Versão do app: aplicativos desatualizados podem não ter a opção para desativar vídeos, exigindo que o usuário baixe a versão mais recente na App Store ou na Play Store;
  • Conflitos no cache de dados: os arquivos temporários corrompidos podem travar a interface do usuário, impedindo que novas opções de configuração apareçam ou funcionem corretamente;
  • Configuração de “Canvas” ativa: a função Canvas é diferente dos videoclipes e possui uma chave própria nas configurações de “Conteúdo e tela” que deve ser desativada manualmente. 

Desativar os vídeos do Spotify economiza a bateria do celular?

Sim, desabilitar os vídeos e o canvas no Spotify reduz o consumo de energia do dispositivo ao exigir menos da GPU (processador gráfico). Essa mudança técnica alivia o hardware, prolongando a autonomia da bateria ao evitar a carga de trabalho desnecessária em segundo plano.

A ação diminui o consumo de internet e ajuda a economizar dados no Spotify, além de evitar o aquecimento do celular durante longas sessões de uso. Ao priorizar apenas o fluxo de áudio, o sistema otimiza a atividade de rede e garante uma operação muito mais eficiente.

Qual é a diferença entre desativar os vídeos e desativar o Canvas do Spotify?

Desativar os vídeos do Spotify é a opção que oculta conteúdos audiovisuais de longa duração, como clipes oficiais e apresentações ao vivo, priorizando a execução apenas do áudio. É o ajuste ideal para quem deseja focar na música sem as distrações ou evitar carregamento pesado de arquivos de vídeo tradicionais.

Desativar o canvas do Spotify é o recurso que interrompe a exibição de vídeos verticais em loop de curta duração que substituem a arte do álbum na tela de reprodução. Eles funcionam como uma camada estética de baixo consumo de dados, projetada para dar dinamismo e movimento à faixa musical.

Como desativar os vídeos em músicas no Spotify

Veja o passo a passo para desabilitar a reprodução automática de clipes no Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu "Configurações e privacidade" do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a página "Conteúdo e tela" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Desativando a reprodução de videoclipes no aplicativo do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que é chip? Conheça os tipos e o funcionamento dos microchips

28 de Abril de 2026, 15:11
Escassez de chips deve durar até 2022
Entenda como os chips se tornaram um importante componente para a evolução da tecnologia (imagem: Brian Kostiuk/Unsplash)

O chip é uma minúscula placa de silício semicondutor que atua como o “cérebro” eletrônico de dispositivos modernos. Sua função é processar dados e armazenar informações fundamentais por meio de circuitos integrados de altíssima precisão técnica.

Este componente funciona com bilhões de transistores que controlam a passagem de energia, convertendo impulsos físicos em linguagem binária. Eles são a base para executar cálculos complexos e as tarefas essenciais que operam o sistema.

Existem diversos tipos de microchips, desde memórias até os avançados SoCs que integram múltiplos recursos em celulares. Além destes, destacam-se os processadores lógicos e chips de conectividade.

A seguir, saiba mais sobre os chips, os usos mais comuns e o funcionamento detalhado. Também descubra como esses componentes são essenciais para a indústria tecnológica.

O que é chip?

Microchip, ou chip, é uma minúscula placa de silício semicondutor que abriga bilhões de componentes microscópicos, como transistores, gravados em sua superfície. Ele funciona como o “cérebro” eletrônico de dispositivos, processando dados e armazenando informações em circuitos integrados de alta precisão.

O que significa chip?

O termo “chip” deriva do inglês antigo cipp, que descrevia pequenos fragmentos de madeira ou pedra esculpidos por impacto. Em 1962, a indústria eletrônica tomou a palavra emprestada para batizar as finas lâminas de material semicondutor extraídas de blocos maiores.

Na prática, a analogia reflete o processo de fabricação: circuitos integrados são gravados e depois recortados de um disco de silício chamado wafer. Assim, cada unidade tornou-se um “chip”, pedaço minúsculo esculpido e essencial para sustentar a tecnologia digital.

Ilustração de chips
Os chips são “esculpidos” em um disco de silício chamado wafer (imagem: Maxence Pira/Unsplash)

Quais são os usos comuns do termo “chip”?

De forma geral, o termo “chip” se refere a circuitos integrados que processam dados como o “cérebro” de computadores (CPU) e de smartphones (SoC). Eles são a base de qualquer eletrônico moderno, coordenando desde tarefas simples até gráficos complexos.

O conceito se estende à conectividade e segurança, aparecendo no dia a dia como cartão SIM de celulares e o chip do cartão bancário. Essas peças gerenciam redes móveis e garantem a criptografia de transações financeiras de forma segura.

O termo também abrange aceleradores de inteligência artificial e componentes especializados (ASIC), que otimizam funções específicas. A evolução segue para os chips quânticos, que prometem revolucionar o processamento de alta complexidade.

Chip físico Nucel (foto: Caio Hansen/Tecnoblog)
O termo chip também foi adotado para se referir aos cartões SIM usados em smartphones (imagem: Caio Hansen/Tecnoblog)

Para que serve o chip?

Essencialmente, o chip de computador atua como o cérebro eletrônico que processa dados e armazena instruções vitais em dispositivos modernos. Ele coordena desde cálculos complexos em processadores (CPUs) até o gerenciamento de sensores biométricos e funções gráficas avançadas.

Essa tecnologia pode integrar sistemas inteiros em uma única peça, como os SoCs, garantindo agilidade e segurança digital por meio de criptografia. De smartphones a veículos autônomos, esses semicondutores são os responsáveis por transformar impulsos elétricos em ações inteligentes automatizadas.

Quais são os principais tipos de chip?

Os chips são classificados em várias categorias, de acordo com a função e capacidade de processamento de sinais:

  • Processador de lógica (CPU e GPU): atuam como o “cérebro” digital, processando instruções complexas e cálculos matemáticos em alta velocidade. Enquanto a CPU foca em tarefas gerais, a GPU acelera gráficos e inteligência artificial;
  • Chips de memória (RAM e Flash): são armazéns de dados, onde a RAM guarda informações temporárias para acesso rápido e a Flash retém arquivos permanentemente. Sem eles, o dispositivo não teria “memória de curto ou longo prazo”;
  • System-on-a-Chip (SoC): representa a integração máxima, reunindo processador, gráficos e controladores em uma única peça de silício. É o que permite que smartphones sejam finos, potentes e energeticamente eficientes;
  • Chips de comunicação e conectividade: responsáveis por gerenciar Wi-Fi, Bluetooth e redes móveis, traduzindo ondas de rádio em dados digitais. Eles garantem que o aparelho se conecte ao mundo de forma estável;
  • Chip SIM (Módulo de Identificação): pequeno componente de segurança que armazena chaves de autenticação para conectar o usuário a redes de telefonia. É o elo que permite a comunicação e o acesso a serviços de voz e dados;
  • Chips analógicos e sensores: funcionam como os “sentidos” do hardware, convertendo luz, som e pressão em sinais que o computador entende. São essenciais em telas touch, microfones e sistemas de automação industrial;
  • Circuitos integrados de aplicação específica (ASICs): são chips customizados para uma única tarefa específica, como minerar criptomoedas ou processar protocolos de rede. Oferecem o máximo de desempenho com o menor consumo de energia possível.
Qualcomm Snapdragon 8 Gen 2, um chip Arm de 64 bits (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Os SoCs, como Qualcomm Snapdragon, são usados em smartphones (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Como funciona um chip

O chip, ou circuito integrado, processa dados por meio de bilhões de transistores que funcionam como interruptores microscópicos. Esses componentes controlam a passagem de eletricidade, traduzindo impulsos físicos na linguagem binária de 0 e 1 utilizada pelo sistema.

Esses interruptores formam as portas lógicas, estruturas fundamentais que executam operações matemáticas e tomam decisões no hardware. Um sinal de clock dita o ritmo dessa orquestra, sincronizando bilhões de ações por segundo com precisão absoluta.

A arquitetura interna utiliza camadas de silício e interconexões para transportar dados entre núcleos de processamento e a memória cache. É esse design que permite à CPU realizar cálculos complexos e renderizar vídeos ao rotear sinais por unidades lógicas.

Em resumo, o chip organiza o movimento de elétrons em trilhas compactas para transformar energia em inteligência digital processável. Essa evolução permite que dispositivos compactos entreguem uma potência de cálculo que antes exigiria salas inteiras de servidores.

Chip Core Alder Lake-HX (imagem ilustrativa: divulgação/Intel)
Os bilhões de transistores de um chip atuam como interruptores, controlando a passagem de energia e formando as portas lógicas (imagem: divulgação/Intel)

Do que os chips são feitos?

Os chips nascem do silício purificado, um material extraído da areia que serve como a base essencial dos semicondutores. Esse elemento é fatiado em discos chamados wafers, que recebem banhos químicos e dopagem com fósforo ou boro para controlar a eletricidade.

A estrutura ganha vida com camadas de isolantes, como o óxido de háfnio, e quilômetros de fiação microscópica em cobre ou alumínio. Por meio da fotolitografia, bilhões de transistores são esculpidos, criando vias complexas que permitem o processamento de dados em alta velocidade.

Wafer da TSMC — cada "bloco" se transforma em um chip (imagem: divulgação/TSMC)
Wafer da TSMC, cujo cada “bloco” se transforma em um chip (imagem: divulgação/TSMC)

Qual é a importância dos chips para o setor tecnológico?

Os chips são o motor fundamental da tecnologia, viabilizando conectividade e inteligência em sistemas modernos. Sem esses semicondutores, o avanço de redes 5G e da infraestrutura digital estaria estagnado, limitando a evolução tecnológica global.

Essa indústria movimenta trilhões de dólares e é o pilar para a fabricação de eletrônicos de consumo, smartphones e veículos elétricos. Governos investem pesado para proteger as cadeias de suprimento, garantindo que a produção industrial não sofra interrupções críticas.

Componentes como GPUs e SoCs são essenciais para a implementação da inteligência artificial moderna. Eles traduzem dados complexos em soluções práticas, impulsionando avanços na robótica, na medicina de precisão e até na computação quântica.

Atualmente, os chips possuem uma relevância geopolítica comparável ao petróleo, pois sua escassez pode paralisar economias inteiras. Dominar essa tecnologia e garantir o fornecimento estável tornou-se uma questão de segurança e soberania para as nações digitais.

Qual é a diferença entre chip de computador e chip de celular?

O chip de computador é o motor lógico do sistema, integrando bilhões de transistores em silício para processar dados brutos e executar softwares pesados. Ele gerencia cálculos complexos e funções multitarefa, funcionando como o “cérebro” que transforma comandos em ações de alta velocidade.

O chip de celular, ou chip SIM, atua como um cartão de identificação seguro que armazena chaves de criptografia e dados de autenticação para conectar o aparelho à rede móvel. Atualmente, essa tecnologia evoluiu para o eSIM, um componente digital soldado diretamente ao hardware que elimina a necessidade de um cartão físico.

O que é chip? Conheça os tipos e o funcionamento dos microchips

Escassez de chips deve durar até 2022 (Imagem: Brian Kostiuk/Unsplash)

Sem semicondutores, não há chips (Imagem: Maxence Pira/Unsplash)

Chip físico Nucel (foto: Caio Hansen/Tecnoblog)

Qualcomm Snapdragon 8 Gen 2, um chip Arm de 64 bits (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Chip Core Alder Lake-HX (imagem ilustrativa: divulgação/Intel)

O que é resposta háptica? Conheça a tecnologia que simula o toque em dispositivos

27 de Abril de 2026, 17:23
imagem de um celular com o teclado virtual ativo
Entenda como a tecnologia de resposta háptica usa vibrações e resistências táteis para simular o toque físico (imagem: Reprodução/iDownload Blog)

A resposta háptica promove a interação digital ao simular sensações físicas e texturas por meio de vibrações precisas. Por exemplo, ela transforma superfícies de vidro em botões clicáveis, elevando a imersão sensorial muito além de um simples alerta.

O hardware funciona com pequenos atuadores que convertem sinais elétricos em pulsos táteis imediatos e coordenados pelo processador. Essa sincronia garante que o usuário sinta uma reação tátil instantânea exatamente quando toca na tela.

Essa tecnologia está presente em vários dispositivos, confirmando comandos em celulares e aumentando o realismo de impactos e tensões em controles de videogame. Na realidade virtual (VR), ela é o pilar que permite sentir a resistência e peso de objetos digitais.

A seguir, saiba mais sobre a resposta háptica, as aplicações mais comuns e como é o funcionamento detalhado. Também descubra os pontos fortes e fracos da tecnologia.

O que é resposta háptica?

A resposta háptica é a tecnologia que usa vibrações e resistências táteis para simular o toque físico, transformando interações digitais em sensações reais. Indo além de um simples tremor, ela oferece desde cliques sutis ao digitar no smartphone até a tensão de gatilhos adaptáveis em controles de videogames.

Qual é a origem do termo “háptico”?

O termo “háptico” deriva do grego haptikos, cujo significado remete à capacidade de tocar ou tatear. A expressão foi cunhada pelo psicólogo alemão Max Dessoir no século XIX para distinguir a percepção sensorial do tato das outras funções fisiológicas.

Na tecnologia, o termo háptico se refere a sistemas de feedback que utilizam atuadores e vibrações para simular sensações físicas. Esses mecanismos permitem que interfaces digitais traduzam impulsos eletrônicos em respostas táteis, recriando a textura e o peso de objetos virtuais.

imagem de uma pessoa mexendo em um smartphone
A resposta háptica faz com o celular vibre a cada toque em botões de um app ou do teclado virtual (imagem: Igor Rodrigues/Unsplash)

Quais são as aplicações da resposta háptica em eletrônicos?

A tecnologia de resposta háptica traduz comandos digitais em sensações táteis, como vibrações ou resistência, tornando o uso de eletrônicos de consumo mais intuitivo e realista. Estas são algumas das aplicações encontradas no dia a dia:

  • Smartphones e tablets: oferece cliques virtuais e confirmações táteis em telas de vidro, simulando o “clique” de botões físicos durante a digitação;
  • Console de videogame (controles): utiliza recursos como force feedback e rumble para transmitir impactos, texturas de terrenos ou resistência de um gatilho ao disparar;
  • Dispositivos vestíveis (weareables): emite pulsos sutis em smartwatches e smartbands para alertar sobre notificações ou métricas de saúde de forma silenciosa e privada;
  • Interfaces automotivas: usa alertas vibratórios no volante para avisos de segurança, como a saída involuntária de faixa ou proximidade de objetos;
  • Realidade virtual e aumentada (VR/AR): emprega trajes e headsets que mimetizam o peso e o toque de objetos virtuais, aprofundando a imersão sensorial do usuário;
  • Dispositivos médicos: apresenta pistas táteis cruciais para cirurgiões em procedimentos robóticos remotos, garantindo precisão milimétrica em cortes e suturas;
  • Scanners e ferramentas industriais: confirma o sucesso de uma leitura de código de barras ou erros operacionais por meio de vibrações diretas no punho.
imagem do controle DualSense do PlayStation 5
O controle DualSense do PlayStation 5 oferece recurso de resposta háptica para maior imersão nos jogos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como funciona a resposta háptica?

A tecnologia háptica utiliza pequenos atuadores para transformar comandos digitais em sensações físicas, como vibrações precisas ou resistência tátil. Essa inovação cria um “toque” intuitivo em superfícies lisas, permitindo que o usuário sinta cliques e texturas em telas imediatamente.

No coração do sistema, componentes como motores de massa rotativa (ERM) ou atuadores ressonantes lineares (LRA) geram os movimentos. Enquanto o ERM produz vibrações mais genéricas, o LRA oferece pulsos nítidos ao mover uma massa linearmente em milissegundos.

O processo começa quando o processador detecta o toque via sensores e o software seleciona uma forma de onda específica. Essa inteligência coordena a intensidade e o padrão da resposta, enviando a instrução exata para o atuador executar o movimento físico.

Essa engenharia confirma os toques no teclado virtual em smartphones, enquanto simula impactos realistas durante as partidas em controles de videogames. Ao estimular os nervos com frequências de ressonância, a tecnologia garante que uma interação virtual ganhe o peso de um objeto real.

infográfico mostrando como a resposta háptica funciona em um smartphone
Ciclo de funcionamento da resposta háptica em um smartphone (imagem: Reprodução/Electricalfunda Blog)

Quais são as vantagens da resposta háptica em eletrônicos?

Estes são os pontos fortes da tecnologia de resposta háptica:

  • Precisão e desempenho: oferece uma confirmação tátil imediata para digitação e gestos, minimizando erros ao validar o comando do usuário em milissegundos;
  • Imersão e realismo: em jogos e realidade virtual (VR), a tecnologia simula textura e tensões, transformando o ambiente digital em uma experiência sensorial palpável;
  • Acessibilidade aprimorada: atua como um guia tátil essencial para usuários com deficiência visual, convertendo elementos gráficos e menus em sinais físicos intuitivos;
  • Interatividade discreta: permite receber notificações e alertas sem a necessidade de áudio ou tela, otimizando o foco e a segurança em multitarefas;
  • Simulações profissionais: viabiliza treinamentos complexos, como cirurgias remotas, onde o “peso” e a resistência dos tecidos são reproduzidos fielmente.

Quais são as desvantagens da resposta háptica em eletrônicos?

Estes são os pontos fracos do uso da resposta háptica em dispositivos:

  • Consumo elevado de energia: os atuadores exigem muita energia, reduzindo drasticamente a autonomia de smartphones e controles de videogames sem fio;
  • Aumento no custo final: a implementação de componentes mecânicos de precisão encarece a montagem do hardware, elevando o preço de venda para o consumidor;
  • Latência e quebra de imersão: qualquer atraso entre o comando e a resposta física gera um “delay” perceptível, tornando a experiência de navegação artificial ou desconfortável;
  • Complexidade de integração técnica: sincronizar o software com o hardware exige um desenvolvimento técnico complexo para a vibração parecer natural e não apenas um tremor genérico;
  • Sobrecarga sensorial: quando o feedback é excessivo ou mal calibrado, ele causa fadiga no usuário, transformando o que deveria ser um auxílio em uma distração irritante.
imagem de um celular com desenhos que remetem a vibração em volta
A resposta háptica pode oferecer maior desempenho e imersão ao usar um dispositivo, mas eleva o consumo de energia (imagem: Reprodução/How To Geek)

Resposta háptica gasta mais bateria?

Sim, a resposta háptica consome energia extra do smartphone porque os atuadores exigem eletricidade para gerar vibrações físicas. Embora o impacto médio seja sutil, o uso constante desses motores táteis em notificações e digitação contribui para o desgaste gradual de carga.

Para poupar bateria, é recomendado desativar o retorno tátil do teclado e priorizar aparelhos com motores LRA, que são mais eficientes. Ajustar a intensidade das vibrações nas configurações também é uma solução prática para equilibrar a experiência sensorial e a autonomia do dispositivo.

Qual é a diferença entre resposta háptica e vibração?

A resposta háptica utiliza atuadores de ressonância linear (LRA) para criar sensações táteis precisas, simulando texturas, cliques físicos ou o peso de um botão virtual. É uma tecnologia de feedback contextual que oferece diferentes níveis de resistência e pressão para aumentar a imersão sensorial.

A vibração baseia-se em motores de massa rotativa (ERM) que giram um peso desalinhado para gerar oscilação mecânica contínua e uniforme. Trata-se de um alerta rudimentar, focado essencialmente em captar a atenção do usuário para notificações, sem variações sutis de intensidade.

O que é resposta háptica? Conheça a tecnologia que simula o toque em dispositivos

Entenda como a tecnologia de resposta háptica é utilizada em (imagem: Reprodução/iDownload Blog)

A resposta háptica faz com o celular vibre a cada toque em botões de um app ou do teclado virtual (imagem: Igor Rodrigues/Unsplash)

(imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

(imagem: Reprodução/How To Geek)

Galaxy Fit 3 tem um dos menores preços recentes com cupom no Magazine Luiza

24 de Abril de 2026, 12:09
R$ 599,0066% OFF

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O Galaxy Fit 3 está disponível por R$ 202 no Pix com o cupom COPA30 no Magazine Luiza. A smartband da Samsung com tela AMOLED e bateria de até 2 semanas, lançada por R$ 599, recebe um desconto de 66% e se torna uma ótima opção de presente para o Dia das Mães.

Galaxy Fit 3 tem tela AMOLED, sensores de saúde e bateria de até 13 dias

Smartband no pulso
Samsung Galaxy Fit 3 tem tela AMOLED e 1,6 polegada (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Leve e compacto, o Galaxy Fit 3 tem uma tela AMOLED retangular de 1,6 polegada (40 mm) e corpo de alumínio que pesa somente 36,8 g. Então, o usuário pode personalizar a smartband escolhendo entre os mais de 100 watchfaces (mostradores) disponíveis.

Voltado para todos os perfis de esportistas, o acessório consegue rastrear mais de 100 atividades físicas. A lista de exercícios que podem ser monitorados inclui caminhada, esteira, corrida, ciclismo, elíptico e natação.

Na parte de saúde, o Galaxy Fit 3 tem sensores avançados que medem frequência cardíaca, níveis de estresse, oxigênio no sangue e qualidade do sono. As informações de atividades e saúde são registradas no aplicativo Samsung Health, criando um histórico sobre o condicionamento físico do usuário.

Smartband no pulso
Galaxy Fit 3 detecta mais de 100 modalidades esportivas (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A smartband da Samsung conta com uma bateria que, segundo a marca, oferece até 13 dias de uso moderado com o modo Always On Display desativado. Ademais, o carregamento por indução atinge 65% em apenas 30 minutos na tomada.

O dispositivo tem certificado IP68 de resistência à poeira e à água, suportando gotas de chuva ou poeira no dia a dia. Ideal para treinos de natação e outros esportes aquáticos, ele resiste a mergulhos de até 50 metros em água doce.

O Galaxy Fit 3 (R$ 202 no Pix com cupom COPA30) oferece conexão Bluetooth 5.3, garantindo ampla integração com os celulares Samsung Galaxy. Assim, o usuário pode responder a mensagens e controlar players de mídia diretamente pelo pulso.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Fit 3 tem um dos menores preços recentes com cupom no Magazine Luiza

Samsung Galaxy Fit 3 tem tela AMOLED e 1,6 polegada (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Fit 3 detecta 101 modalidades esportivas (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é um barômetro? Saiba a função do sensor em dispositivos eletrônicos

24 de Abril de 2026, 11:23
Imagem de um celular com um aplicativo de barômetro
Entenda a importância do barômetro em smartphones e smartwatches premium (imagem: Reprodução/How To Geek)

O barômetro é um sensor que mede a pressão atmosférica ao detectar o “peso” da massa de ar sobre um diafragma interno. O nome remete à medição dessa pressão (milibares), convertendo variações físicas em sinais digitais essenciais para o sistema operacional.

Em celulares e smartwatches premium, o componente é usado para calcular a altitude e identificar movimentos verticais. Essa tecnologia permite saber, por exemplo, quantos lances de escada a pessoa subiu durante um treino ou uma trilha.

Além do posicionamento, o sensor fornece dados para prever mudanças climáticas locais com base em variações na pressão. Ele também calibra outros componentes internos, garantindo que as informações de navegação e saúde sejam sempre exatas.

A seguir, saiba mais sobre o que é o barômetro em eletrônicos, como ele funciona e os diferentes tipos utilizados em dispositivos. Também descubra como identificar se um celular ou smartwatch possui o sensor.

O que é um barômetro?

Barômetro é um sensor utilizado para medir a pressão atmosférica por meio de deformações de um minúsculo diafragma interno. Esse componente converte variações físicas em sinais elétricos, permitindo que smartphones e vestíveis monitorem mudanças climáticas e altitudes com alta precisão.

Para que serve o barômetro nos eletrônicos?

O barômetro converte a pressão atmosférica em sinais digitais para calcular a altitude e detectar movimentos verticais com precisão. Em smartphones e vestíveis, ele registra mudanças sutis de andar ou elevação em trilhas, refinando o monitoramento de atividades físicas.

Além do posicionamento, o componente fornece dados para previsões meteorológicas locais e calibra outros sensores internos via compensação de pressão. Isso garante que dispositivos médicos e redes de Internet das Coisas (IoT) operem com máxima exatidão técnica.

infográfico com um comparativo do tamanho de sensor barômetro com um smartphone
Os sensores barômetros são componentes extremamente minusculos (imagem: Reprodução/Eletronics Lab)

Como funciona um barômetro?

O barômetro moderno usa sensores de sistemas microeletromecânicos (MEMS) para converter a pressão atmosférica em sinais digitais com alta precisão. O funcionamento baseia-se em um diafragma microscópico de silício que se flexiona conforme o “peso” do ar sobre o componente.

Essa deformação física altera a resistência elétrica em sistemas piezoresistivos ou a capacitância em modelos capacitivos. Um circuito integrado (ASIC) processa essa variação, compensa oscilações de temperatura e transforma os dados analógicos em bits.

Em alguns modelos, a informação filtrada é enviada via interfaces I²C ou SPI para o processador principal calcular a altitude ou prever o clima. Essa tecnologia miniaturizada é essencial para funções de navegação por GPS e monitoramento de atividades em tempo real.

Dessa forma, o componente garante que dispositivos portáteis entreguem dados ambientais complexos de maneira instantânea e eficiente. A engenharia por trás desses sensores permite que tarefas sofisticadas de calibração ocorram de forma invisível para o usuário.

Infográfico do funcionamento do barômetro em dispositivos eletrônicos
Funcionamento de um barômetro digital (imagem: Reprodução/PC Basic)

Quais são os tipos de barômetro?

Os barômetros usados em dispositivos eletrônicos adotam sensores de pressão MEMS divididos em diferentes categorias, com base em como detectam a pressão:

  • Piezoresistivos: utilizam um diafragma de silício que altera a condução elétrica ao ser deformado, sendo o padrão da indústria pelo equilíbrio entre baixo custo e alta sensibilidade;
  • Capacitivos: medem a variação de energia entre uma membrana móvel e uma base fixa, destacando-se pelo baixíssimo consumo de bateria e mínima interferência de ruído;
  • Digitais integrados: são chips compactos que processam o sinal inteiramente e entregam dados prontos via protocolos I²C ou SPI, sendo o “coração” de smartphones e vestíveis;
  • Módulos industriais: unidades robustas com calibração avançada e proteção ambiental, projetadas para entregar precisão máxima em estações meteorológicas e aviação.
Uma mão segura um smartphone Samsung de cor prateada contra um fundo azul. O aparelho possui um design premium com cantos retos e uma configuração de câmera traseira composta por quatro lentes dispostas verticalmente no canto superior esquerdo. O logo da Samsung está gravado na parte inferior traseira do dispositivo.
Smartphones topo de linha, como Galaxy S25 Ultra, costuma adotar barômetros digitais integrados (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre barômetro e acelerômetro?

Barômetro é o sensor responsável por medir a pressão atmosférica, convertendo o “peso” da massa de ar em sinais digitais precisos. Ele identifica mudanças climáticas e variações de altitude, auxiliando na localização vertical dentro de edifícios.

Acelerômetro monitora as forças de aceleração e a inércia em três eixos, detectando qualquer alteração de velocidade ou orientação do hardware. Ele permite funções como o contador de passos (pedômetro) e o ajuste automático da tela conforme a pessoa gira o celular.

Qual é a diferença entre barômetro e giroscópio?

Barômetro é o sensor que mede a pressão atmosférica para calcular a altitude do dispositivo e detectar variações meteorológicas. É essencial para identificar deslocamentos verticais, como subir escadas, convertendo a massa de ar em dados digitais precisos.

Giroscópio é responsável por medir a velocidade angular, identificando a rapidez com que o aparelho rotaciona em torno dos próprios eixos. Ele garante a precisão em movimentos circulares e na orientação espacial, sendo essencial para a estabilidade de drones e navegação.

Apple Watch Ultra 2 no pulso de um homem
Smartwatches premium, como o Apple Watch Ultra, incluem o barômetro como um dos sensores essenciais (imagem: Divulgação/Apple)

Todos os dispositivos eletrônicos têm barômetro?

Nem todo eletrônico conta com um barômetro, componente restrito a aparelhos que exigem precisão em altitude e pressão atmosférica. É um recurso padrão em smartphones e smartwatches premium, auxiliando no monitoramento de trilhas e previsão do tempo.

Por outro lado, modelos básicos abrem mão dessa tecnologia para reduzir custos de produção e complexidade técnica. Por exemplo, celulares de entrada ou pulseiras inteligentes focam em funções essenciais, onde dados de pressão do ar são irrelevantes.

Tem como saber se o celular tem barômetro?

É possível descobrir se o smartphone possui barômetro acessando os menus de diagnósticos nativos do sistema ou utilizando aplicativos de verificação técnica, como o CPU-Z. Essas ferramentas fazem uma varredura no hardware e listam todos os sensores integrados ao dispositivo.

Outro caminho prático é consultar a ficha técnica do fabricante no site oficial ou nas páginas de produtos do Tecnoblog. Após buscar pelo modelo específico, basta localizar a seção “Sensores” para confirmar se o componente está presente no aparelho.

O que é um barômetro? Saiba a função do sensor em dispositivos eletrônicos

Saiba a importância do barômetro em smartphones e smartwatches premium (imagem: Reprodução/How To Geek)

Os sensores barômetros são componentes extremamente minusculos (imagem: Reprodução/Eletronics Lab)

Galaxy S25 Ultra é o principal lançamento da Samsung no primeiro semestre (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(Imagem: Divulgação/Apple)

Galaxy Tab S10 FE Plus cai para 44% em oferta no Magalu

23 de Abril de 2026, 17:52

Prós
  • Tela grande de 13,1″ com taxa de 90 Hz
  • Suporta carregamento de 45 W
  • Certificação IP68
  • Capa e caneta S Pen inclusas
Contras
  • Tecnologia LCD inferior ao AMOLED
  • Sem suporte a NFC
  • Peso de 668 g
PIX
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O Galaxy Tab S10 FE Plus está disponível por R$ 2.991,12 no Pix no Magalu. O tablet intermediário da Samsung com tela de 13 polegadas e caneta S Pen, lançado por R$ 5.299, recebe um desconto de 44% nesta oferta.

Galaxy Tab S10 FE Plus tem tela de 90 Hz, suporte ao Galaxy AI e nova S Pen com IA

Galaxy Tab S10 FE Plus
Tela de 13 polegadas do Galaxy Tab S10 FE Plus tem taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 800 nits (imagem: Divulgação/Samsung)

O Galaxy Tab S10 FE Plus tem uma ampla tela LCD de 13,1 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz. O display com resolução Wide QHD (2880 x 1800) ainda oferece brilho máximo de até 800 nits, sendo ideal para leitura e entretenimento.

O tablet é equipado com chip Samsung Exynos 1580 e 8 GB de RAM, entregando alto desempenho para produtividade leve, estudos e tarefas com o Galaxy AI. Já os 128 GB de armazenamento interno podem ser expandidos por meio de cartões microSD de até 2 TB.

Um dos atrativos do Galaxy Tab S10 FE Plus é a caneta S Pen com IA, agilizando ainda mais o uso do dispositivo no dia a dia. É possível usar o Circule para Pesquisar ou a Ajuda Inteligente do Google para fazer buscas rápidas ou obter explicações sobre o conteúdo destacado.

Galaxy Tab S10 FE Plus inclui caneta S Pen que permite circular objetos na tela
Galaxy Tab S10 FE Plus traz a nova caneta S Pen com recursos de IA (imagem: Divulgação/Samsung)

O tablet intermediário conta com o Samsung Dex, recurso para conectar o tablet a um monitor e transformá-lo em um “desktop”. Além disso, ele possui uma câmera frontal de 12 MP para videochamadas em 4K e uma câmera traseira de 13 MP para fotos simples e escaneamento de documentos.

Com apenas 6 mm de espessura, o dispositivo tem corpo feito em Armor Alumínio e certificado IP68 de resistência à água. Para mais, o modelo tem uma bateria de 10.090 mAh com autonomia para até 21 horas de reprodução de vídeo.

O Galaxy Tab S10 FE Plus (R$ 2.991,12 no Pix) ainda traz conexões Wi-Fi 6 para acessar redes de internet rápidas e Bluetooth 5.3. Ele sai da caixa com o Android 16, mas receberá atualizações do sistema operacional até 2032.

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Galaxy Tab S10 FE Plus cai para 44% em oferta no Magalu

Galaxy Tab S10 FE Plus (imagem: Divulgação)

iPhone 17 Pro (256 GB) despenca 33% com cupom no Mercado Livre

23 de Abril de 2026, 16:51
R$ 12.999,0033% OFF

Oferta encerrada 🙁
Avise-me por e-mail
R$ 250 OFF NA PáGINA R$ 8.729,32  Mercado Livre
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O iPhone 17 Pro (256 GB) entrou em oferta por R$ 8.729,32 no Pix aplicando o cupom de R$ 250 OFF na página do produto no Mercado Livre. Lançado em setembro de 2025 por R$ 12.999, o smartphone premium da Apple com câmera de 48 MP e tela OLED recebe um desconto de 33% nesta promoção.

iPhone 17 Pro tem display de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e chipset de alto desempenho

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro traz tela OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 17 Pro tem uma tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com moderno design Dynamic Island, promovendo notificações interativas. O display com taxa de atualização de 120 Hz promete imagens fluidas e detalhadas com os recursos True Tone, ProMotion e HDR.

O telefone traz uma câmera tripla traseira com sensores de 48 MP capazes de filmar em 4K com zoom óptico de 4x e Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 18 MP registra selfies detalhadas com o Modo Retrato, além de captar vídeos em 4K.

Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 17 Pro é alimentado pelo chip Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM. Os 256 GB de armazenamento interno podem ser limitados para alguns usuários, exigindo o uso do iCloud para expandir a memória do aparelho.

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro tem câmera tripla traseira com todos os sensores de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Apple conta com uma bateria de 3.998 mAh que, segundo a fabricante, garante uma autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo. O modelo tem carregamento rápido de até 40 W, capaz de ir de 0 a 50% em 20 minutos na tomada.

Na parte de software, o telefone vem de fábrica com o iOS 26 e terá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional. Além do suporte para eSIM, ele oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação.

Trazendo o design premium da Maçã, o iPhone 17 (R$ 8.729,32 no Pix utilizando o cupom de R$ 250 OFF na página) tem estrutura de alumínio e acabamento traseiro com Ceramic Shield. Para mais, o dispositivo tem certificação IP68 de resistência à poeira e à água, podendo sobreviver a mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 Pro (256 GB) despenca 33% com cupom no Mercado Livre

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é giroscópio no celular? Saiba para que serve o sensor em smartphones

23 de Abril de 2026, 14:32
Imagem de um celular com giroscópio.
Entenda a importância do sensor giroscópio no uso diário do celular (imagem: Reprodução/Tomorrow Desk)

O giroscópio é um sensor que define a orientação espacial de celulares e outros dispositivos, permitindo que o sistema identifique rotações nos três eixos. Graças a ele, a interface do aparelho acompanha o movimento do usuário com maior precisão em tempo real.

O componente usa o princípio físico do momento angular para detectar mudanças de direção. Em eletrônicos modernos, microestruturas vibratórias convertem o movimento físico em sinais digitais interpretados pelo software.

A tecnologia é essencial para estabilização em câmeras de smartphones e para o equilíbrio e a navegação precisa em voos de drones. Além disso, o sensor viabiliza experiências imersivas em jogos de realidade aumentada e oferece maior precisão no GPS.

A seguir, descubra mais sobre os giroscópios, como funcionam detalhadamente e os diferentes tipos de sensores. Também saiba como identificar se seu smartphone possui este importante componente.

O que é giroscópio?

O giroscópio é um sensor que mede a inclinação e a rotação espacial de um dispositivo, utilizando o princípio do momento angular para detectar mudanças de direção com precisão. Ele garante estabilidade e fluidez em tecnologias que vão desde estabilização de câmeras em smartphones até sistemas de navegação em drones e aeronaves.

Para que serve o giroscópio?

O giroscópio monitora a rotação e a orientação espacial, permitindo que dispositivos identifiquem inclinações com precisão. Por meio da tecnologia de sistemas micromecânicos (MEMS), ele converte mudanças físicas em dados, tornando a interação com softwares mais fluida.

Integrado a sistemas de navegação inercial, esse sensor estabiliza desde câmeras fotográficas até drones e veículos autônomos. Em um smartwatch, por exemplo, ele é essencial para a interface acompanhar o movimento do pulso instantaneamente, garantindo respostas rápidas em apps de saúde ou navegação.

imagem de um sensor giroscópio para smartphone
Sensores giroscópio possum tamanho extramamente compactos em smartphones (imagem: Reprodução)

Como funciona o giroscópio?

O giroscópio usa o princípio físico do momento angular para manter a orientação estável, resistindo a mudanças de direção por meio de uma massa em rotação. Esse mecanismo permite detectar movimentos precisos, gerando o fenômeno de precessão quando forças externas tentam alterar o eixo original.

Versões mecânicas utilizam rotores montados em suspensões cardan para preservar a posição espacial, independentemente da inclinação da base onde estão fixados. Assim, enquanto o suporte gira, o eixo central permanece fixo, permitindo que sensores meçam a diferença angular para guiar a navegação em aviões e navios.

Em eletrônicos, como celulares, o giroscópio do tipo MEMS usa microestruturas que vibram e sofrem o chamado efeito Coriolis durante qualquer rotação. Essa força desloca as vibrações perpendicularmente, transformando o movimento físico em sinais elétricos que o sistema traduz como a velocidade angular do aparelho.

Já os modelos ópticos utilizam feixes de laser em trajetórias opostas em fibras ópticas, explorando o efeito Sagnac para medir deslocamentos. Quando o dispositivo gira, ocorre uma variação na fase da luz, garantindo resultados de altíssima precisão para sistemas complexos sem a necessidade de peças móveis.

Infográfico de um giroscópio mens.
Interior de um sensor giroscópio do tipo MEMS, bastante utilizado em smartphones (imagem: Reprodução/Scholary Community Encyclopedia)

Quais são os tipos de giroscópio?

Os giroscópios são divididos em diferentes categorias, com base em seus princípios de funcionamento e construção. Os principais são:

  • Mecânico: o modelo clássico que usa um rotor giratório montado em suportes chamados gimbals. É o padrão em instrumentos de navegação aérea tradicional e em brinquedos educativos;
  • MEMS (Vibratório): miniaturas que usam microestruturas vibratórias e o efeito Coriolis para detectar movimento. São sensores minúsculos encontrados em quase todos os smartphones e drones atuais;
  • Óptico: baseia-se no efeito Sagnac por meio de lasers ou fibras ópticas para medir a rotação. Oferece altíssima precisão para aviação comercial moderna e missões espaciais;
  • A gás (Gas-bearing): utiliza gás pressurizado para suspender o rotor, eliminando quase todo o atrito mecânico. É a tecnologia por trás da estabilidade de telescópios como o Hubble;
  • Ressonador hemisférico (HRG): também chamado de giroscópio de estado sólido, usa a vibração de uma “taça” de quartzo. É extremamente confiável para satélites e exploração em deep space;
  • Dinamicamente sintonizado (DTG): um sensor mecânico de alta precisão com pivôs ajustados para girar livremente. Muito utilizado em sistemas de navegação de aeronaves de alto desempenho.
imagem do jogo pokemon go
O jogo Pokémon Go traz recursos de realidade aumentada, utilizando as informações captadas pelo giroscópio do celular (imagem: Pokémon Company/Reprodução)

Qual é a diferença entre giroscópio e acelerômetro?

O giroscópio é um sensor focado em rotação que usa o efeito Coriolis para medir a velocidade angular e variações de orientação em tempo real. Ele garante precisão em inclinações complexas, sendo essencial para estabilizar vídeos na câmera do celular e manter o equilíbrio de voo em drones.

O acelerômetro monitora a aceleração linear e forças gravitacionais em três eixos, detectando movimentos diretos como vibrações, quedas e balanços. É o sensor responsável por quantificar a velocidade e permitir funções como contador de passos, além de orientar a tela conforme a gravidade.

Qual é a diferença entre giroscópio e barômetro?

O giroscópio monitora a velocidade angular e detecta mudanças na rotação do aparelho, utilizando o efeito Coriolis em sistemas MEMS para identificar inclinações precisas. É ele quem garante a imersão em jogos de realidade aumentada e permite que o GPS saiba exatamente para onde o celular está apontado.

O barômetro mede a pressão atmosférica para calcular variações de altitude e prever mudanças climáticas por meio de sensores sensíveis ao ar. Em dispositivos vestíveis, ele é essencial para identificar quantos lances de escada a pessoa subiu ou alertar sobre mudanças no tempo.

DJI Mini 3 Pro RC N1
Diversos drones também se beneficiam de giroscópio tipo MENS, auxilando na navegação (imagem: Divulgação/DJI)

Todo celular tem giroscópio?

Nem todo smartphone possui giroscópio, pois as marcas costumam remover esse sensor de modelos de entrada para reduzir custos de produção. Sem essa peça, o dispositivo perde a precisão em ferramentas de realidade aumentada e em jogos que exigem comandos por inclinação física.

Atualmente, sensores MEMS são padrão em aparelhos topo de linha para garantir estabilidade de imagem e navegação fluida com GPS. Contudo, aparelhos de entrada ainda dependem apenas do acelerômetro, deixando o giroscópio como um diferencial técnico de versões intermediárias e premium.

Tem como saber se o celular tem giroscópio?

Existem diferentes meios de descobrir se o smartphone possui giroscópio, como testes online ou códigos de diagnósticos específicos de cada marca. Também há aplicativos de verificação técnica, como o CPU-Z, que listam todos os sensores integrados do dispositivo.

Outra opção é consultar a ficha técnica oficial no site da fabricante ou as páginas de produtos do Tecnoblog. Ao pesquisar pelo modelo, basta verificar a seção “Sensores” para confirmar a presença desse componente.

O que é giroscópio no celular? Saiba para que serve o sensor em smartphones

Interior de um sensor giroscópio padrão MEMS, bastante utilizado em smartphones (imagem: Reprodução/Scholary Community Encyclopedia)

Pokémon Go é um exemplo de aplicativo com recursos de realidade aumentada (imagem: Pokémon Company/Reprodução)

O que é acelerômetro? Conheça o sensor de aceleração e inclinação de celulares

22 de Abril de 2026, 18:08
iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O acelerômetro ajuda a rotacionar a tela dos smartphones automaticamente, além de ter outras utilidades (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O acelerômetro é um sensor que identifica inclinações e gestos ao converter forças físicas em sinais digitais. Ele é fundamental em celulares para funções como a rotação automática da tela e o monitoramento de atividades físicas.

Por meio da tecnologia MEMS, o componente monitora deslocamentos nos eixos x, y e z usando uma massa microscópica suspensa. Para maior precisão espacial, o sistema atua em conjunto com o giroscópio para isolar o movimento real do hardware.

Além de smartphones, o acelerômetro está presente em smartwatches, controles de videogames, notebooks e carros. Geralmente, eles ficam soldados na placa-mãe dos aparelhos para garantir respostas instantâneas a qualquer vibração física detectada.

A seguir, conheça mais sobre o sensor acelerômetro, seu funcionamento detalhado e quais dispositivos ele costuma equipar. Também saiba a diferença do componente com o giroscópio.

O que é acelerômetro?

O acelerômetro é um sensor eletromecânico que capta mudanças na aceleração linear, permitindo que dispositivos identifiquem inclinações, gestos e até quedas bruscas. Ele converte as forças físicas em sinais digitais, viabilizando recursos essenciais, como a rotação automática de telas em celulares e tablets.

Para que serve o acelerômetro?

O acelerômetro monitora a aceleração linear e a inclinação do aparelho nos eixos x, y e z. Ao detectar forças inerciais e a gravidade, ele informa ao sistema a orientação espacial exata do hardware em tempo real.

Na prática, esse componente gerencia a rotação automática da interface de celulares e viabiliza o pedômetro para contagem de passos em aplicativos de saúde. Ele também permite comandos por movimentos em jogos e atua com o giroscópio para garantir estabilidade em ferramentas de realidade aumentada.

O que são acelerômetros
Exemplo de um sensor acelerômetro (imagem: Reprodução)

Como funciona um acelerômetro

O sensor acelerômetro opera geralmente por meio da tecnologia MEMS, um chip de silício que abriga uma massa de prova suspensa por molas microscópicas. Quando o celular se move, a inércia desloca essa peça, alterando a carga elétrica entre placas capacitivas para medir a força aplicada.

O sistema monitora três eixos espaciais (x, y, z), permitindo que o processador identifique inclinações e deslocamentos em um ambiente 3D. Para maior precisão, o software utiliza a fusão de sensores com o giroscópio, filtrando a gravidade para isolar apenas o movimento real.

Esses componentes têm alta sensibilidade e conseguem registrar amostras milhares de vezes por segundo para detectar desde passos até quedas. Essa velocidade permite que o smartphone reaja instantaneamente, convertendo vibrações físicas em comandos digitais úteis para o sistema operacional.

A calibração constante garante que o dispositivo identifique a orientação espacial correta, ajustando a interface entre os modos vertical e horizontal. Além de girar a tela, essa tecnologia é essencial para estabilizar fotos, contar calorias em exercícios e acionar recursos de segurança.

infográfico mostrando como funciona o acelerometro
A parte interior de um sensor acelerômetro MEMS (imagem: Reprodução/YoungWonks)

Quais são os tipos de acelerômetro?

Os acelerômetros são categorizados por mecanismos de detecção, números de eixos e design. Os mais comuns são:

  • Monoxiais (Single-axis): focados em medir a aceleração em uma única direção (eixo x), sendo ideais para monitorar vibrações lineares e constantes em maquinário industrial;
  • Multiaxiais (Dual/Tri-axial): capturam movimentos em dois ou três eixos perpendiculares, permitindo o rastreamento em 3D para drones e dispositivos de realidade virtual;
  • MEMS capacitivos: microchips que detectam mudanças na carga elétrica (capacitância) quando uma massa interna se move. São sensores compactos e econômicos, responsáveis por girar a tela do smartphone;
  • MEMS piezoresistivos: utilizam materiais que alteram a resistência elétrica ao serem deformados, tornando-os ultra-resistentes para testes de colisão e cenários de impactos severos;
  • Piezoelétricos: geram picos de voltagem ao comprimir cristais internos durante a aceleração, sendo a escolha padrão para captar vibrações acústicas e dinâmicas de alta frequência;
  • IEPE (Integrated Electronic Piezoelectric): evolução do modelo piezoelétrico com amplificação interna de sinal, reduzindo ruídos e facilitando a conexão direta em sistemas de aquisição de dados;
  • Servo (Force-balanced): operam por meio de um circuito magnético que anula o movimento da massa interna para garantir estabilidade e precisão absoluta em sistemas de navegação inercial.
Foto mostra tela do celular Samsung Galaxy A56 com contrastes intensos e preto profundo
Os acelerômetros MEMS capacitivos são os mais comuns em smartphones (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Quais dispositivos usam acelerômetro?

Estas são as categorias de dispositivos que utilizam o sensor acelerômetro:

  • Smartphones e tablets: os sensores ajustam a orientação da tela via rotação automática e transformam o aparelho em um volante em jogos de corrida, além de atuarem como contadores de passos integrados;
  • Smartwatches e smartbands: monitoram o gasto calórico ao converter oscilações do pulso em passos e identificam padrões de movimento para analisar a qualidade do sono do usuário;
  • Controles de videogame: detectam gestos e inclinações em tempo real usando os sensores, replicando as ações físicas do jogador no ambiente virtual;
  • Notebooks e HDs externos: acionam o sistema de proteção ativa ao detectar quedas livres, estacionando a cabeça de leitura do disco rígido para evitar perda de dados;
  • Equipamentos industriais: monitoram a vibração e o desgaste de motores pesados, garantindo que ferramentas de precisão mantenham o alinhamento e a inclinação correta em obras;
  • Veículos e aeronaves: disparam airbags instantaneamente em caso de desaceleração brusca (colisão) e auxiliam a navegação inercial quando o sinal de GPS fica indisponível.
Galaxy Tab A11 Plus com tela acesa exibindo ícones de aplicativos sobre mesa de madeira
Os acelerômetros também são usados em tablets (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Onde fica o acelerômetro do celular?

O sensor acelerômetro é soldado diretamente na placa-mãe do celular, operando via sistemas eletromecânicos. Sua localização estratégica, geralmente centralizada ou próxima às bordas, permite captar movimentos com máxima precisão e agilidade.

O componente costuma ser posicionado próximo ao processador principal no iPhone, enquanto frequentemente reside perto da câmera em modelos Android. A proximidade com o giroscópio é essencial para o sistema processar inclinações e rotações da tela instantaneamente.

imagem mostra onde o acelerômetro fica localizado no celular
Os acelerômetros costumam ser soldados no centro da placa-mãe dos celulares (imagem: Reprodução/EDN)

Qual é a diferença entre acelerômetro e giroscópio?

O acelerômetro é um sensor de smartphone com a função de medir a aceleração linear em três eixos, detectando variações de velocidade e a força gravitacional para identificar inclinações. Ele é o responsável por funções básicas, como contar passos ou ajustar a orientação da tela quando a pessoa vira o aparelho.

O giroscópio monitora a velocidade angular, rastreando a taxa de rotação em torno dos eixos para determinar mudanças precisas de orientação. Esse sensor oferece uma camada extra de precisão, permitindo que o sistema entenda exatamente a posição do celular no espaço 3D.

O que é acelerômetro? Conheça o sensor de aceleração e inclinação de celulares

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Tela Super AMOLED do Samsung Galaxy A56 exibe contrastes intensos e preto profundo (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Galaxy Tab A11 Plus: campeão em custo-benefício? (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Galaxy S26 (512 GB) recebe 40% de desconto com cupom de R$ 2.500 no Magalu

22 de Abril de 2026, 16:45
R$ 7.499,0040% OFF

Prós
  • Tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,3″ com taxa de 120 Hz
  • Sistema de câmeras com principal de 50 MP e gravações em 8K
  • Android 16 com One UI e promessa de 7 anos de atualizações
  • Certificação IP68
Contras
  • Brasil não recebeu versão com processador Snapdragon
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S26 (512 GB) entrou em oferta por R$ 4.499,10 no Pix com o cupom CUPOMALO2500 no Magazine Luiza. O smartphone premium da Samsung com tela AMOLED e câmera de 50 MP, lançado em fevereiro deste ano por R$ 7.499, fica 40% mais barato nesta promoção.

Galaxy S26 tem amplo armazenamento, câmera que filma em 8K e tela de 120 Hz

Tela do Galaxy S26
Galaxy S26 tem tela AMOLED de 6,3 com resolução Quad HD+ (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy S26 usa o chip Samsung Exynos 2600 combinado com 12 GB de RAM, oferecendo alto desempenho e suporte para o Galaxy AI. O modelo conta com 512 GB de armazenamento interno, ideal para quem precisa de um amplo espaço para mídias, apps e outros arquivos.

O telefone traz uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,3 polegadas com resolução Quad HD+. Apesar de compacto, o painel promete imagens detalhadas e fluidas com taxa de atualização de 120 Hz, recurso HDR10+ e brilho máximo de 2.600 nits.

Para fotos e vídeos, o Galaxy S26 possui uma câmera tripla traseira com sensor principal de 50 MP para registros em 8K com zoom óptico de 3x e Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 12 MP capta selfies detalhadas e vídeos em 4K.

Samsung Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy S26 traz uma câmera tripla traseira com sensor principal de 50 MP que filma em até 8K (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Samsung tem uma bateria de 4.300 mAh, oferecendo uma autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo. Ele ainda possui carregamento rápido de 25 W que, segundo a fabricante, vai de 0 a 55% em somente 30 minutos.

Compacto e pesando 167 g, o dispositivo possui estrutura em Armor Aluminum e acabamento traseiro em vidro reforçado Gorilla Glass Victus 2. O telefone traz certificado IP68 de resistência à poeira e à água, sobrevivendo a mergulhos acidentais de até 1,5 metro pelo tempo limite de 30 minutos.

O Galaxy S26 (R$ 4.499,10 no Pix com o cupom CUPOMALO2500) sai da caixa com o Android 16, mas receberá ao menos 7 atualizações do sistema operacional. Ademais, o modelo tem conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S26 (512 GB) recebe 40% de desconto com cupom de R$ 2.500 no Magalu

Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Samsung Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S25 Plus (512 GB) tem melhor preço do ano com 54% OFF no Magalu

22 de Abril de 2026, 15:51

Prós
  • Chip Snapdragon 8 Elite e 12 GB de RAM
  • Tela AMOLED de 6,7 polegadas com resolução Quad HD
  • Câmera principal de 50 MP com gravação em 8K
  • Atualizações garantidas até o Android 22
Contras
  • Carregador de 25 W na caixa
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S25 Plus (512 GB) está disponível por R$ 4.399,12 no Pix no Magazine Luiza. Lançado em fevereiro de 2025 por R$ 9.499, o smartphone premium da Samsung com display OLED e câmera de 50 MP recebe um desconto de 54% nesta oferta “Achou, Correu”.

Galaxy S25 Plus tem tela de 6,7 polegadas, câmera que filma em 8K e amplo armazenamento

Mão segurando o Galaxy S25, mostrando a tela do celular
Tela AMOLED do Galaxy S25 Plus chega a até 2.600 nits (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy S25 Plus tem uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas com brilho máximo de 2.600 nits. Entregando imagens detalhadas e fluidas, o painel tem resolução Quad HD+, taxa de atualização de 120 Hz e suporte ao recurso HDR10+.

Para fotos e vídeos, o telefone conta com uma câmera tripla traseira com o sensor principal de 50 MP capaz de gravar vídeos em até 8K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP promete selfies com alto nível de detalhe e grava vídeos em 4K.

Focado em alto desempenho e no Galaxy AI, o Galaxy S25 Plus adota o chip Snapdragon 8 Elite combinado com 12 GB de RAM. Já os 512 GB de armazenamento interno garantem espaço de sobra para mídias, aplicativos e outros arquivos do dia a dia.

Mão segurando o Galaxy S25, mostrando a traseira com as câmeras
Galaxy S25 Plus tem câmera tripla liderada por um sensor de 50 MP capaz de filmar em 8K (imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

O smartphone premium da Samsung é equipado com uma bateria de 4.900 mAh que, segundo a marca, tem autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo. O modelo tem carregamento rápido de até 45 W, indo de 0 a 65% em somente 30 minutos na tomada.

Além do design moderno, o dispositivo de 190 g tem estrutura de alumínio e acabamento traseiro em vidro reforçado Gorilla Glass Victus 2. O telefone tem certificação IP68 de resistência à água, podendo ficar submerso por até 1,5 metro em água doce.

Fechando o pacote, o Galaxy S25 Plus (R$ 4.399,12 no Pix) conta com conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ele vem de fábrica com o Android 15, mas receberá atualizações do sistema operacional até 2032.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S25 Plus (512 GB) tem melhor preço do ano com 54% OFF no Magalu

Tela AMOLED do Galaxy S25 chega a até 2.600 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S25 (imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

O que é Google Play? Conheça as funcionalidades da loja de apps do Google

22 de Abril de 2026, 10:28
Fundo com as cores do Google nas laterais, branco no centro e um smartphone exibindo o logo da Play Store
Google Play funciona a “central de distribuição” de apps para dispositivos Android (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)

O Google Play funciona como o principal hub de mídias e aplicativos para dispositivos com o sistema operacional Android. Desenvolvida pelo Google, a plataforma centraliza downloads seguros de ferramentas, jogos e conteúdos essenciais para o dia a dia do usuário.

Vinculada à conta Google, a pessoa sincroniza automaticamente a biblioteca de apps, livros e filmes entre smartphones, tablets e outros aparelhos. Essa integração facilita a gestão de softwares e permite que as preferências acompanhem os usuários em qualquer tela.

O acesso ao Google Play é totalmente gratuito, embora o catálogo ofereça tanto softwares grátis quanto opções pagas e assinaturas premium. As transações financeiras são protegidas por criptografia, garantindo que as compras e investimentos digitais ocorram com máxima segurança.

A seguir, conheça detalhadamente o que é o Google Play, seu funcionamento e recursos disponíveis. Também saiba as diferenças da plataforma com o Google Play Services e a App Store.

O que é Google Play?

O Google Play é o centro oficial de distribuição do Android, reunindo aplicativos, jogos e mídias digitais vinculadas diretamente a uma conta Google. A plataforma simplifica o ecossistema mobile, garantindo downloads seguros e a sincronização automática de conteúdos entre diversos dispositivos.

Para que serve o Google Play?

O Google Play atua como a vitrine digital do ecossistema Android, centralizando o download e a atualização de apps, jogos e conteúdos multimídia com segurança. A plataforma automatiza o gerenciamento de software, garantindo que as ferramentas e o entretenimento estejam sempre otimizados e protegidos contra vulnerabilidades.

Google Play Store (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
O Google Play simplifica o download e o gerenciamento de apps nos aparelhos com sistema Android (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Como funciona o Google Play

O Google Play funciona integrado a uma conta Google, sincronizando downloads e licenças automaticamente via nuvem em diferentes dispositivos. A interface facilita a instalação de pacotes de dados e protege transações financeiras com camadas robustas de criptografia. 

A loja possui um catálogo híbrido onde softwares gratuitos dividem espaço com mídias pagas e ferramentas de compra única. Rótulos informativos ajudam a identificar o que é premium, permitindo que o usuário controle o orçamento digital com clareza.

Aplicativos complexos geralmente exigem pagamento antecipado para liberar o download e o acesso total aos recursos. Já o modelo freemium monetiza por meio de anúncios ou assinaturas recorrentes, garantindo a manutenção contínua do serviço.

O formato de compras in-app varia de acordo com o aplicativo. Alguns softwares oferecem formas de pagamento próprias, enquanto outros utilizam o Google Play para a intermediação financeira por meio de métodos salvos, como cartões ou saldo vinculados à conta Google.

ilustração sobre o Google Play
O Google Play centraliza o catálogo de softwares do sistema operacional Android (imagem: Reprodução/Google)

O que eu posso fazer no Google Play?

O Google Play vai além de uma vitrine de aplicativos, sendo o ecossistema central para quem busca produtividade e diversão em dispositivos Android. Essas são algumas funcionalidades disponíveis na plataforma:

  • Download e gestão multiplataforma: permite instalar aplicativos em smartphones, tablets, smart TVs e smartwatches, garantindo que os softwares essenciais funcionem de forma síncrona em múltiplos dispositivos compatíveis;
  • Gestão de biblioteca e atualizações de apps: centraliza a manutenção do sistema para otimizar a segurança e o desempenho, facilitando a reinstalação de programas vinculados à conta Google;
  • Catálogo de jogos e entretenimento: possibilita encontrar diversos jogos mobiles, oferecendo desde títulos casuais até experiências complexas que rodam offline ou em disputas competitivas com jogadores de todo o mundo;
  • Consumo de mídia e sincronização de progresso: disponibiliza um acervo vasto de filmes e livros digitais para compra ou aluguel, permitindo transições fluidas entre dispositivos sem perder o ponto da leitura;
  • Administração de assinaturas e pagamentos: organiza todos os serviços recorrentes e métodos de pagamento em um só painel, garantindo controle total sobre gastos com streaming e ferramentas profissionais;
  • Segurança familiar e filtros de conteúdo: oferece recursos de controle parental para gerenciar o que as crianças acessam, permitindo estabelecer limites de tempo de uso e aprovar transações financeiras remotamente.
Imagem mostra a tela de cancelar assinatura da Google Play Store
O Google Play possibilta gerenciar assinaturas pelo celular e PC (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Google Play é pago para usar?

O acesso ao Google Play é gratuito e não exige taxas de adesão, funcionando como um ecossistema digital para o download de diversos softwares e mídias. A cobrança ocorre apenas na compra de aplicativos premium ou na aquisição direta de produtos como livros e filmes.

Muitas ferramentas adotam o modelo freemium, liberando o uso básico, mas cobrando por compras in-app ou assinaturas para remover anúncios. Há ainda o Google Play Pass, serviço opcional que libera um vasto catálogo de aplicativos mediante um valor fixo.

É possível baixar o Google Play no iPhone?

Não dá para instalar o Google Play no iPhone, já que o iOS da Apple é um ecossistema fechado que restringe lojas externas. Os aplicativos do Android utilizam a extensão APK, um formato de arquivo que o hardware e o sistema da Maçã simplesmente não conseguem processar nativamente.

Essa barreira técnica existe porque as APIs de ambos os sistemas falam “línguas” diferentes. Mesmo com modificações arriscadas no sistema, o iPhone rejeita esses apps por falta de bibliotecas de código compatíveis, mantendo ambas as plataformas em ecossistemas totalmente isolados.

ilustração sobre o Google Play
O Google Play é uma plataforma de apps exclusiva dos dispositivos Android (imagem: Reprodução/Google)

Por que o Google Play não funciona?

Existem diversos fatores que podem impedir o funcionamento do Google Play. Os principais motivos são:

  • Conexão instável ou limitada: a loja exige conexão constante via Wi-Fi ou dados móveis para validar licenças e processar o download de pacotes pesados;
  • Acúmulo de cache e dados: arquivos temporários podem sofrer erros de leitura no armazenamento, travando a interface e impedindo que novas buscas sejam processadas corretamente;
  • Serviços Google desatualizados: o Google Play Services atua como a infraestrutura invisível do sistema. Se estiver defasado, a autenticação e a integração entre apps falham;
  • Versão obsoleta da Play Store: sem patches de segurança e estabilidade, o próprio aplicativo da loja pode apresentar telas em branco ou recusar o carregamento de imagens e ícones;
  • Armazenamento interno insuficiente: a falta de espaço físico impede a descompressão de novos arquivos, mantendo os downloads em um estado de “pendente” que não se resolve sozinho;
  • Erro na sincronização de data e hora: o sistema usa o relógio para validar certificados de segurança. Um horário errado faz com que os servidores do Google rejeitem a conexão;
  • Conflitos de autenticação na conta: problemas com login ou métodos de pagamento inválidos podem gerar alertas de segurança que restringem o acesso à biblioteca de compras;
  • Incompatibilidade de firmware ou hardware: versões muito antigas do Android dificultam a tentativa de instalar o Google Play no celular de forma estável, já que o suporte oficial é removido;
  • Indisponibilidade dos serviços Google: em casos raros, o problema pode ser uma queda global nos servidores ou restrições geográficas que bloqueiam conteúdos específicos no Brasil.
Fundo com as cores do Google nas laterais, branco no centro e um smartphone exibindo o logo da Play Store
Google Play necessita estar constantemente conectado a internet para funcionar corretamente (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)

Tem como desativar o Google Play no celular?

Embora não seja possível desinstalar o Google Play sem permissões de acesso total ao sistema, o usuário pode desativá-lo nas configurações de aplicativos. Essa ação oculta o ícone do menu e interrompe o download de novos conteúdos, funcionando como uma suspensão do serviço.

No entanto, é preciso cautela, pois desativar o Google Play Services pode instabilizar o Android e comprometer funções essenciais, como a geolocalização. Outros softwares instalados também podem apresentar falhas em notificações e na sincronização de dados após essa restrição.

Qual é a diferença entre Google Play e Google Play Services?

O Google Play é a vitrine digital de conteúdo, acessada pelo app Play Store para o usuário baixar e gerenciar aplicativos, jogos e mídias manualmente. Ele funciona como um ambiente de interação direta, onde o usuário controla a conta e as instalações no dispositivo.

O Google Play Services é a camada invisível que conecta hardware e softwares, garantindo que recursos como geolocalização e autenticação funcionem sem interrupções. Ele opera em segundo plano como uma estrutura crítica de APIs, mantendo a segurança e a integração do sistema.

Qual é a diferença entre Google Play e App Store?

O Google Play é o “marketplace” oficial do ecossistema Android, atuando como uma vitrine integrada à conta Google para sincronizar aplicativos e mídias. A arquitetura prioriza a flexibilidade, permitindo uma distribuição em massa que se adapta a diversos fabricantes de hardware e diferentes especificações técnicas.

A App Store é a plataforma exclusiva da Apple para os sistemas da marca, sendo a única porta de entrada oficial para softwares em iPhones, iPads e Macs. O destaque da loja é o manual review, um rigoroso processo de curadoria humana que valida critérios de privacidade e design antes de qualquer lançamento.

O que é Google Play? Conheça as funcionalidades da loja de apps do Google

Google Play Store (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Reprodução/Google)

Saiba como cancelar assinaturas na Google Play Store pelo celular e PC (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

(imagem: Reprodução/Google)

Google Play Store (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)

O que são supercondutores? Entenda o papel desses materiais na computação quântica

21 de Abril de 2026, 11:32
imagem de um chip quântico projetado com supercondutores
Saiba como os supercondutores são essenciais para criar chips quânticos (imagem: Reprodução/Caltech)

Supercondutores são materiais que transmitem eletricidade com resistência zero, permitindo um fluxo energético perfeito. Pela física quântica, os elétrons se unem em pares para atravessar o material sem qualquer perda de calor.

A tecnologia é famosa pelo Efeito Meissner, que expulsa campos magnéticos e permite que objetos flutuem sobre o material. Essa propriedade é fundamental para isolar sistemas sensíveis de interferências externas e garantir a estabilidade absoluta.

Na computação quântica, esses materiais são a base para a criação dos qubits, as unidades de processamento ultrarrápidas. Essa arquitetura permite que os chips processem informações em velocidades exponencialmente superiores aos sistemas binários tradicionais.

A seguir, entenda o que são os supercondutores, como eles funcionam detalhadamente e a divisão entre as categorias puros e híbridos. Também saiba quais são as aplicações desses materiais além da computação quântica.

O que são supercondutores?

Supercondutores são materiais que conduzem eletricidade com zero resistência e repelem campos magnéticos, eliminando o desperdício de calor sob temperaturas críticas. Essa fluidez energética é um dos pilares da computação quântica, permitindo processamento de dados em velocidades antes impossíveis.

Para que servem os supercondutores?

Os supercondutores são essenciais para a computação quântica por permitirem que eletricidade flua sem resistência, criando os chamados qubits. Essa ausência de atrito elétrico possibilita que os processadores manipulem dados com precisão e velocidades antes inimagináveis.

Além de eliminar o desperdício de energia, esses materiais são vitais para evitar a decoerência, a perda de informação quântica. Ao estabilizar o sistema, eles pavimentam o caminho para máquinas mais robustas e capazes de realizar cálculos complexos sem erros.

imagem de um chip quântico projetado com supercondutores em um computador quânticos
Chip com supercondutores em um computador quântico (imagem: Martin Wolff/Sci Tech Daily)

Como funcionam os supercondutores

Os supercondutores operam quando elétrons formam pares de Cooper abaixo de uma temperatura crítica, fluindo sem qualquer resistência elétrica. Esse fenômeno da física quântica permite que a eletricidade atravesse o material sem perder energia, garantindo uma eficiência energética absoluta.

Nesse estado, os elétrons movem-se como uma única onda que ignora obstáculos atômicos, facilitando o transporte de dados. Essa fluidez é o que impulsiona a computação quântica, permitindo que processadores manipulem informações de forma extremamente veloz e estável.

O material também manifesta o Efeito Meissner, expulsando campos magnéticos externos e permitindo que o objeto flutue sobre ímãs. Isso ocorre porque o supercondutor cria uma barreira interna, agindo como um escudo que impede a penetração das linhas de força magnética.

Entretanto, essa harmonia é frágil e se rompe caso o sistema sofra aquecimento excessivo ou interferências externas intensas. Se a energia térmica separar esses pares de elétrons, a ordem quântica desaparece e a resistência elétrica convencional retorna imediatamente.

infográfico sobre o funcionamento dos supercondutores e o efeito meissner
Como funciona os supercondutores e o Efeito Meissner (imagem: Reprodução/Elex Explorer)

Quais são os tipos de supercondutores?

Os supercondutores são divididos em duas categorias:

  • Tipo I (Puros): geralmente metais elementares que expulsam o magnetismo totalmente, mas perdem a supercondutividade abruptamente sob campos magnéticos moderados. São chamados de “supercondutores moles” por operarem em temperaturas próximas ao zero absoluto, restringindo o uso a laboratórios;
  • Tipo II (Híbridos): compostos por ligas ou cerâmicas complexas que toleram campos magnéticos intensos e temperaturas menos extremas. Eles possuem um estado “misto” onde o magnetismo penetra em pequenos filamentos chamados “vórtices”, sendo a base de tecnologias como trens Maglev.

Quais são exemplos de aplicações de supercondutores?

Indo além da computação quântica, os supercondutores possibilitam tecnologias eficientes e de alto desempenho em áreas como medicina, transporte, ciência e energia. Estes são alguns exemplos:

  • Computação quântica: esses materiais são fundamentais para criar e controlar qubits, a unidade básica de informação que processa dados em velocidades impossíveis para chips convencionais;
  • Medicina de alta precisão (MRI): ímãs supercondutores geram campos magnéticos estáveis e intensos, garantindo que máquinas de ressonância magnética produzam imagens detalhadas do corpo humano;
  • Transporte por levitação (Maglev): ao eliminar o atrito por meio da repulsão magnética, permitem que trens flutuem sobre os trilhos e alcancem velocidades altíssimas com baixo consumo de energia;
  • Aceleradores de partículas: no CERN, eletroímãs supereficientes guiam partículas em velocidades próximas à da luz, possibilitando descobertas fundamentais sobre a origem do universo;
  • Redes de energia inteligentes: cabos feitos com esses materiais transmitem eletricidade sem perdas por calor, otimizando a distribuição urbana e sistemas de armazenamento ultrarrápido;
  • Sensores de alta sensibilidade (SQUIDs): capazes de detectar campos magnéticos ínfimos, esses dispositivos são essenciais no mapeamento da atividade cerebral e em explorações geofísicas;
  • Energia de fusão (ITER): bobinas potentes confinam o plasma em reatores experimentais, técnica essencial para tentar replicar a energia limpa das estrelas de forma sustentável.
imagem de um chip quântico projetado com supercondutores
Além de ser essencial para chips quânticos, os supercondutores estão presentes em máquinas de ressonância em em redes de energia inteligente (imagem: Oskar Painter/Caltech)

Qual é a relação dos supercondutores com computação quântica?

Supercondutores são fundamentais para a computação quântica, pois permitem que a eletricidade flua sem resistência, criando estados de superposição e enlaçamento. Essa base física sustenta o chip quântico, permitindo que ele processe informações de forma exponencialmente superior aos sistemas binários tradicionais.

Por meio das “Junções Josephson”, componentes que agem como átomos artificiais, o computador quântico manipula dados utilizando micro-ondas em frio extremo. Esse resfriamento, próximo ao zero absoluto, é essencial para manter a “coerência”, protegendo os cálculos sensíveis contra interferências do ambiente externo.

A integração dessa arquitetura com a indústria de semicondutores acelera a viabilidade comercial da tecnologia em larga escala. Curiosamente, a expectativa é que esses sistemas ajudem a descobrir novos materiais supercondutores que funcionem em temperaturas ambientes, revolucionando a própria eletrônica.

Qual é a diferença entre supercondutores e semicondutores?

Supercondutores são materiais que, em temperaturas baixíssimas, eliminam toda a resistência elétrica e expulsam campos magnéticos pelo Efeito Meissner. Nesse estado, os elétrons criam os chamados pares de Cooper, permitindo que a energia flua sem qualquer perda de calor.

Semicondutores possuem condutividade intermediária, funcionando como “interruptores” de elétrons controlados via calor ou dopagem (adição de impurezas). Essa capacidade de alternar entre isolante e condutor é o que viabiliza a criação de transistores e chips de computador.

O que são supercondutores? Entenda o papel desses materiais na computação quântica

Chip com supercondutores em um computador quântico (imagem: Martin Wolff/Sci Tech Daily)

(imagem: Oskar Painter/Caltech)

Criptografia quântica: saiba como funciona e quais são as aplicações da tecnologia

17 de Abril de 2026, 15:42
Ilustração sobre criptografia quântica
Saiba como a criptografia quântica poderá fortalecer a segurança digital (imagem: Reprodução/Shutterstock)

A criptografia quântica, ou criptografia baseada em física, utiliza leis como a superposição para criar chaves de segurança impossíveis de clonar. Diferente dos métodos matemáticos atuais, qualquer tentativa de espionagem altera os dados e denuncia o invasor.

O sistema funciona através do envio de fótons que, se interceptados, colapsam e alertam imediatamente os usuários sobre a falha. Essa comunicação quântica via lasers permite distribuir chaves secretas de forma totalmente inviolável por redes de fibra óptica.

Para a sociedade, a tecnologia significa blindar transferências bancárias, prontuários médicos e comunicações militares contra hackers. Ela protege informações sensíveis a longo prazo, sendo imune até ao poder de processamento de futuros supercomputadores.

A seguir, entenda o conceito de criptografia quântica, como a tecnologia funciona detalhadamente e os tipos de aplicações mais comuns. Também conheça os pontos fortes e fracos desta nova forma de proteção digital.

O que é criptografia quântica?

A criptografia quântica aplica leis da física para criar chaves de segurança que denunciam instantaneamente qualquer tentativa de interceptação. Diferente dos métodos clássicos, ele se baseia no teorema da não-clonagem, garantindo que a espionagem altere o estado físico da informação e alerte os usuários.

Como funciona a criptografia quântica?

A criptografia quântica opera usando as leis da física, como a polarização de fótons, para criar chaves que detectam qualquer tentativa de espionagem. Enquanto a computação quântica ameaça os sistemas atuais, a natureza dessas partículas impede cópias sem que o sinal original seja corrompido.

No envio de dados, o emissor dispara partículas de luz em estados aleatórios que o receptor mede usando filtros específicos. Após compararem as bases de medição, o sistema descarta as inconsistências e estabelece uma chave secreta compartilhada via rede.

Baseado no teorema da não-clonagem, qualquer interceptação de terceiros altera o estado do fóton, gerando erros que revelam imediatamente a presença do invasor. Se a integridade for confirmada, o processo de destilação purifica as informações e finaliza uma chave de segurança.

A estratégia de criptografia pós-quântica foca em novos algoritmos matemáticos, mas o canal quântico usa lasers para distribuir chaves de forma inviolável. Essa técnica garante que o fluxo de dados permaneça seguro contra ataques sofisticados, protegendo a infraestrutura da comunicação moderna.

Infográfico sobre criptografia quântica
O sistema de criptografia quântica consegue identificar quando a informação foi interceptada por terceiros (imagem: Reprodução/Radio IP)

Quais são os tipos de criptografia quântica?

A criptografia quântica engloba diversas abordagens que utilizam mecânica quântica para comunicação segura, principalmente por meio da distribuição de chaves e outros protocolos:

  • Distribuição de chave quântica (QKD): é o modelo mais avançado, que utiliza o comportamento dos fótons para criar chaves de criptografia que revelam imediatamente qualquer tentativa de espionagem ou interceptação;
  • Criptografia baseada em posição: utiliza a localização geográfica exata como credencial de segurança, exigindo que o receptor responda a desafios quânticos em um tempo preciso para provar onde está;
  • Criptografia independente de dispositivo: garante proteção total sem que o usuário precise confiar no fabricante do hardware, validando a segurança por meio de testes físicos de entrelaçamento entre partículas;
  • Assinaturas digitais quânticas: substituem as assinaturas eletrônicas comuns por estados quânticos únicos, impossibilitando falsificar a identidade do remetente ou alterar a autenticidade de um documento oficial;
  • Autenticação de mensagens quântica: foca na integridade total da informação, usando códigos de correção de erro quânticos para detectar e descartar qualquer dado que tenha sofrido a mínima tentativa de alteração;
  • Protocolo de três estágios de Kak: permite a transmissão direta de dados em superposição quântica entre dois pontos, eliminando a necessidade de chaves complexas e reduzindo etapas de processamento clássico.
Ilustração de criptografia
A criptografia quântica pode ser usada para gerar chaves, assinaturas digitais e autenticação de mensagens (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as aplicações da criptografia quântica?

A criptografia quântica eleva os padrões de comunicação e de cibersegurança com aplicações que abrangem diferentes setores. Alguns deles são:

  • Comunicações governamentais e militares: protege segredos de Estado e canais militares via satélite, usando o protocolo QKD para detectar qualquer tentativa de espionagem;
  • Blindagem do sistema financeiro: bancos aplicam redes quânticas para proteger transferências de grandes ativos e dados bancários contra a interceptação de hackers e futuros computadores quânticos;
  • Proteção de dados na saúde: garante a privacidade de prontuários e pesquisas genéticas em teleconsultas, assegurando que informações sensíveis do paciente jamais sejam acessadas por terceiros;
  • Segurança de infraestrutura crítica: monitora redes elétricas e sistemas de abastecimento de água, impedindo que hackers assumam o controle de serviços essenciais à sociedade;
  • Comunicação direta segura (QSDC): viabiliza o envio de mensagens em chats sem chaves prévias, onde qualquer tentativa de leitura indesejada destrói a própria informação enviada;
  • Autenticação em nuvem e Internet das Coisas (IoT): utiliza assinaturas quânticas para validar dados em dispositivos inteligentes, garantindo que o conteúdo não foi alterado durante o percurso.

A criptografia quântica é segura contra hackers?

Depende. A criptografia quântica usa a Distribuição de Chave Quântica para gerar códigos invioláveis, onde qualquer espionagem altera os fótons e denuncia o invasor. Essa segurança é blindada pelo teorema da não-clonagem, que impede a cópia de dados e neutraliza a força bruta de futuros supercomputadores.

Contudo, o risco migra do software para o hardware: imperfeições físicas nos detectores podem abrir brechas para ataques de canal lateral. Assim, embora a matemática seja perfeita, a proteção real depende de uma engenharia rigorosa que vede falhas de infraestrutura contra hackers.

Ilustração de um computador quântico
O nível de segurança da criptografia quântica irá depender da infraestrutura física do computador quântico contra hackers (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as vantagens da criptografia quântica?

Estes são os pontos fortes da criptografia quântica:

  • Segurança incondicional: diferente da criptografia tradicional, utiliza o teorema da não-clonagem, garantindo que uma chave de segurança jamais seja copiada sem destruir a informação original;
  • Detecção de espionagem: qualquer tentativa de interceptação altera o estado dos fótons, criando erros imediatos que denunciam o espião e invalidam a chave comprometida na hora;
  • Imunidade a computadores quânticos: enquanto o padrão RSA atual será vulnerável a supercomputadores, esta tecnologia é matematicamente imune ao poder de processamento até das máquinas quânticas;
  • Validade de longo prazo: por gerar chaves por meio de aleatoriedade quântica pura, a segurança não diminui com o tempo, impedindo que dados roubados hoje sejam descriptografados no futuro;
  • Compatibilidade com infraestrutura: a tecnologia se integra às redes de fibra óptica já existentes, permitindo que governos e empresas atualizem a segurança sem trocar a infraestrutura física;
  • Eficiência para setores críticos: com sistemas cada vez mais automatizados, setores bancários e militares já operam essa rede para proteger segredos de Estado com alta velocidade e baixo erro humano.

Quais são as desvantagens da criptografia quântica?

Estes são os pontos fracos da tecnologia de criptografia quântica:

  • Custos de implementação elevados: exige hardware ultraespecífico, como detectores de fótons e lasers de alta precisão, tornando o investimento proibitivo para a maioria das empresas;
  • Limitação crítica de distância: os sinais sofrem com a atenuação em fibras ópticas comuns, o que limita transmissões seguras a pouco mais de 100 km sem que a informação se perca no trajeto;
  • Complexidade e necessidade de especialistas: operar essa infraestrutura exige especialistas em física e mecânica quântica, criando uma barreira de entrada imensa por falta de mão de obra qualificada;
  • Vulnerabilidades de canal lateral (Side-channel): embora a teoria seja perfeita, o hardware físico pode apresentar brechas térmicas ou eletromagnéticas que hackers utilizam para burlar o sistema sem “quebrar” a física;
  • Incompatibilidade e nós de confiança: a tecnologia não integra bem com a infraestrutura de internet atual, exigindo pontos intermediários para repetir o sinal que, se comprometidos, invalidam toda a segurança quântica;
  • Fragilidade ambiental extrema: o estado quântico é instável. Qualquer variação mínima de temperatura ou vibração externa pode causar decoerência, colapsando os dados e interrompendo a comunicação.
Ilustração sobre criptografia quântica
A criptografia quântica oferece ampla proteção contra os dados, mas ainda é uma tecnologia que exige um amplo investimento e mão de obra especializada na implantação (imagem: Reprodução/MIT Technology Review)

Qual é a diferença entre criptografia quântica e criptografia tradicional?

A criptografia tradicional é o padrão atual baseado em algoritmos matemáticos complexos que protegem os dados via cálculos que computadores comuns levariam milênios para decifrar. Sua segurança reside na dificuldade computacional de fatorar números primos gigantescos, criando uma barreira lógica quase impossível de ser quebrada hoje.

A criptografia quântica usa leis da mecânica quântica e protocolos, como o QKD, para criar chaves de segurança por meio de partículas de luz (fótons). Qualquer tentativa de espionagem altera o estado quântico da chave, revelando a intrusão instantaneamente graças ao princípio da incerteza.

Criptografia quântica: saiba como funciona e quais são as aplicações da tecnologia

A criptografia é uma técnica de segurança usada para codificar e decifrar dados (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Conheça os detalhes de um computador quântico (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Reprodução/MIT Technology Review)

O que é qubit? Saiba como funcionam os bits quânticos

16 de Abril de 2026, 17:08
ilustração sobre qubit
Entenda como os bits quânticos podem revolucionar a computação (imagem: Reprodução/1QBit Blog)

O qubit, ou bit quântico, é a unidade fundamental que define a computação quântica, superando a lógica binária tradicional. Diferente do bit comum, ele utiliza as leis da física subatômica para processar informações em escalas massivas.

Seu poder vem da superposição, que permite ao qubit assumir vários estados simultaneamente e testar diversas soluções em massa. Esse processo é potencializado pelo entrelaçamento, que conecta partículas para uma troca de dados instantânea e processamento paralelo.

Essa tecnologia é essencial para acelerar a descoberta de novos fármacos e otimizar sistemas logísticos globais complexos. Além disso, ela redefine os limites da Inteligência Artificial e desafia os padrões atuais de segurança e criptografia digital.

A seguir, conheça o conceito de qubits, como eles funcionam detalhadamente e os diferentes tipos existentes. Também saiba em quais áreas a tecnologia pode ser aplicada.

O que é qubit?

O qubit é a unidade básica da computação quântica que, diferente do bit clássico limitado a 0 ou 1, usa a superposição para processar múltiplos estados simultaneamente. Por meio do entrelaçamento, as unidades agem de forma conectada, resolvendo cálculos complexos com uma eficiência impossível para o hardware tradicional.

O que significa qubit?

O termo “qubit” foi cunhado pelo físico Benjamin Schumacher em 1995, durante uma conversa com o também físico William Wootters. A expressão é uma abreviação de quantum bit (bit quântico, em português), unindo a lógica do dígito binário tradicional às propriedades da mecânica quântica.

Schumacher oficializou o conceito no artigo “Quantum Coding”, publicado ainda em 1995 sob a influência de seu mentor John Wheeler. O nome facilitou a compreensão da unidade básica de processamento, tornando-se o pilar central da computação quântica atual.

Um chip posicionado verticalmente sobre uma superfície refletiva. O chip é fino e translúcido, com circuitos intricados visíveis. A imagem tem um fundo branco e iluminação suave, destacando os detalhes do componente tecnológico.
Os qubits ajudam os computadores quânticos a realizerem cálculos complexos em frações de segundo (imagem: divulgação/Amazon)

Para que serve o qubit?

O qubit aproveita fenômenos como superposição e entrelaçamento para processar informações em múltiplos estados simultâneos. Essa lógica permite que computadores quânticos resolvam cálculos de otimização e química molecular em uma velocidade inalcançável para os sistemas binários tradicionais.

Sua aplicação é essencial no desenvolvimento de novos fármacos e na segurança digital, onde modelos baseados na Esfera de Bloch superam limites atuais. Ao simplificar a simulação de moléculas complexas, os qubits transformam problemas matemáticos antes impossíveis em soluções práticas e instantâneas para a indústria.

Como funciona o qubit

O qubit utiliza superposição quântica para representar múltiplos estados simultaneamente, diferente do bit comum, limitado apenas a 0 ou 1. Essa característica permite que máquinas processem volumes massivos de dados paralelamente, saltando etapas da computação tradicional.

O sistema ganha potência com o entrelaçamento quântico, fenômeno que conecta partículas para trabalharem em sincronia instantânea, mesmo distantes. Controlados por lasers ou micro-ondas, esses qubits formam uma rede ultraveloz capaz de resolver equações altamente complexas.

Na prática, o computador quântico usa interferências para anular respostas incorretas e amplificar a solução exata de forma estratégica. É como se a máquina explorasse todos os caminhos de um labirinto ao mesmo tempo, ignorando os becos sem saída.

Ao final, o estado quântico colapsa e entrega um resultado legível, convertido em bits comuns para o usuário. Essa tecnologia é a aposta para revolucionar a medicina e a segurança digital com cálculos até então impossíveis.

Infográfico comparando um bit e um qubit
Os qubits expandem as formas de processar volumes massivos de dados (imagem: Reprodução/Devopedia)

Quais são os tipos de bit quânticos?

Os qubits são implementados em diversos sistemas físicos para codificar e manipular informações quânticas. Cada tipo aproveita diferentes propriedades quânticas com compensações em termos de escalabilidade, tempo de coerência e precisão de controle.

  • Supercondutores: circuitos resfriados ao zero absoluto onde a eletricidade flui sem resistência. É a aposta da IBM e Google por serem escaláveis, embora sensíveis a ruídos externos;
  • Íons aprisionados: átomos com carga elétrica suspensos no vácuo por campos eletromagnéticos. Eles retêm a informação por muito tempo e são ultraprecisos, mas o controle de grandes grupos de átomos é um desafio de engenharia;
  • Fotônicos: utilizam partículas de luz (fótons) para processar dados por meio de fibras ópticas e espelhos. Podem operar em temperatura ambiente, mas “prender” a luz para realizar cálculos ainda é uma tarefa complexa;
  • Pontos quânticos: elétrons isolados em semicondutores aproveitando a infraestrutura atual dos chips de silício. São promissores para a produção em massa, apesar de serem altamente sensíveis a interferências elétricas;
  • Topológicos: uma aposta teórica da Microsoft que armazena dados em “tranças” geométricas de partículas chamadas anyons. Teoricamente, são imunes a erros de hardware, mas sua existência física ainda é difícil de comprovar e manipular;
  • Átomos neutros: átomos manipulados por feixes de lasers (pinças ópticas) para criar redes organizadas em 2D ou 3D. Oferecem um excelente equilíbrio entre estabilidade da informação e facilidade para escalar o sistema;
  • Centros NV (Diamante): defeitos na estrutura do diamante que permitem controlar o “spin” (rotação) de elétrons em temperatura ambiente. São favoritos para criar sensores ultraprecisos, embora menos potentes para computação pura;
  • Spin em silício: baseiam-se na rotação de elétrons ou núcleos atômicos em cristais de silício purificado. Garantem vida longa aos dados e alta compatibilidade com a indústria de semicondutores atual;
  • Ressonância magnética nuclear (NMR): utilizam o núcleo de átomos em moléculas orgânicas manipuladas por ondas de rádio. Foram pioneiros nos primeiros testes quânticos, mas hoje são considerados limitados para sistemas de grande escala.
Chip vermelho na palma de uma mão
Microsoft afirma ser possível colocar 1 milhão de qubits topológicos na palma da mão (imagem: divulgação/Divulgação)

O que dá para fazer com qubits?

Os qubits aproveitam as leis da física subatômica para processar volumes massivos de dados simultaneamente. Na prática, essa tecnologia abre portas para avanços importantes:

  • Simulação de materiais e fármacos: permite modelar reações químicas e interações moleculares em nível atômico, acelerando a descoberta de remédios e materiais sem a necessidade de testes em laboratório;
  • Otimização de sistemas complexos: resolve equações de logística e finanças que envolvem bilhões de variáveis em segundos, encontrando as melhores rotas de transporte ou o equilíbrio exato de riscos em carteiras de investimento;
  • Segurança e criptografia quântica: consegue decifrar chaves de segurança atuais com o algoritmo de Shor, mas também viabiliza redes de comunicações ultraprotegidas utilizando a Distribuição de Chaves Quânticas (QKD), impossíveis de hackear;
  • Aceleração de buscas em Big Data: utiliza o algoritmo de Grover para vasculhar bancos de dados gigantescos de forma quase instantânea, transformando o reconhecimento de padrões e a análise de informações desestruturadas em tempo real;
  • Machine Learning: turbina o treinamento de Inteligências Artificiais, permitindo que redes neurais aprendam tarefas complexas, como tradução simultânea e diagnósticos médicos por imagem, com uma precisão e velocidade sem precedentes.
Ilustração sobre machine learning mostra a imagem de um cérebro e um chip computacional
O machine learning será uma das áreas da tecnologia que irá se beneficiar dos qubits (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre qubit e bit?

O bit é a unidade básica da computação clássica, funcionando como um interruptor que assume apenas dois estados: ligado (1) ou desligado (0). Ele processa dados de maneira sequencial por meio de transistores, utilizando pulsos de voltagem elétrica para realizar cálculos lógicos simples.

O qubit é uma versão quântica que usa a sobreposição para representar 0, 1 ou uma combinação de ambos ao mesmo tempo. Partículas como o spin do elétron permitem o entrelaçamento, criando uma rede interconectada capaz de resolver problemas complexos em frações de segundo.

Dá para substituir bits por qubits?

Os qubits não substituem os bits em PCs, pois exigem resfriamento extremo e lógica de superposição. Enquanto o bit é binário e previsível, o qubit processa múltiplas possibilidades simultaneamente, sendo uma “ferramenta de precisão” para cálculos científicos e não para executar softwares ou sistemas operacionais.

O futuro aponta para sistemas híbridos, onde a CPU processa o dia a dia e o chip quântico resolve gargalos complexos. Devido à instabilidade física e à taxa de erros dessas partículas, a transição para máquinas totalmente autônomas ainda levará décadas de maturação técnica.

O que é qubit? Saiba como funcionam os bits quânticos

Ocelot tem 14 qubits, sendo 5 cat qubits (imagem: divulgação)

(imagem: Reprodução/Devopedia)

Aprendizado de Máquina permite que IA atuem de forma semelhante à inteligência humana (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Pro (256 GB) fica 35% mais barato na Amazon

16 de Abril de 2026, 15:21

Prós
  • Memória RAM expansível até 24 GB
  • Tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho de 4.500 nits
  • Câmeras com resolução de 50 megapixels
  • Bateria de 6.000 mAh com carregamento de 90 W
  • Certificação IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H
Contras
  • Recebe atualizações apenas por mais dois anos
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) entrou em promoção por R$ 2.694 no Pix na Amazon. O smartphone premium da Motorola, lançado por R$ 3.999, com tela pOLED e bateria com ampla autonomia tem desconto de 33% nesta oferta.

Edge 60 Pro tem 24 GB de RAM, tela de 120 Hz e bateria de até 45 horas

Edge 60 Pro visto de frente, com tela pOLED de 6,7 polegadas e bordas curvas
Motorola Edge 60 Pro traz tela pOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Edge 60 Pro usa o chipset de alto desempenho MediaTek Dimensity 8350 Extreme e até 24 GB de RAM por meio do recurso RAM Boost. Já os 256 GB de armazenamento interno oferecem um espaço equilibrado para mídias, apps e outros arquivos do dia a dia.

O telefone conta com tela pOLED de 6,7 polegadas, entregando uma ampla área de trabalho com resolução Super HD 1.5K e taxa de atualização de 120 Hz. Reproduzindo imagens fluidas e detalhadas, o painel ainda tem brilho máximo de 4.500 nits e suporte ao recurso HDR10+.

Para fotos e vídeos, o Edge 60 Pro possui uma câmera tripla traseira com sensor principal Sony Lytia 700C de 50 MP com zoom híbrido de até 50x e suporte para registros em 4K. Fugindo dos padrões, a câmera frontal de 50 MP promete selfies detalhadas e vídeos em 4K.

Tela do Edge 60 Pro com configurações do botão dedicado da Moto AI
Motorola Edge 60 Pro inclui recursos específicos de IA, incluindo um botão dedicado para a funcionalidade (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O smartphone da Motorola adota uma bateria de incríveis 6.000 mAh que, segundo a marca, garante até 45 horas de uso. Além disso, o carregamento rápido de 90 W do telefone vai de 0 a 100% em apenas 6 minutos na tomada.

Extremamente reforçado, o telefone tem certificado de resistência IP68/IP69 que o protege contra: poeira, areia, jatos d’água e imersão em água doce por até 1,5 metro de profundidade pelo tempo limite de 30 minutos. Enquanto isso, o certificado militar MIL-STD-810H garante proteção contra umidade e temperaturas extremas.

Fechando o pacote, o Motorola Edge 60 Pro (R$ 2.694 no Pix) tem conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC. O telefone sai da caixa com o Android 15, mas a marca promete somente duas grandes atualizações do sistema operacional.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 Pro (256 GB) fica 35% mais barato na Amazon

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O que é carregamento por indução? Entenda a tecnologia de carregamento sem fio

10 de Abril de 2026, 18:09
Celular com carregamento por indução
Celular com carregamento por indução (Imagem: Daniel Korpai/Unsplash)

O carregamento por indução facilita a rotina ao transferir energia via campos eletromagnéticos, eliminando a dependência de cabos físicos e conectores. Essa tecnologia é regida pelo padrão Qi, a norma global que garante interoperabilidade entre diferentes marcas de carregadores e smartphones.

O processo de carregamento ocorre quando a base gera um campo magnético que a bobina do celular converte em eletricidade através da Lei de Faraday. Esse método foi otimizado pelo MagSafe da Apple, usando ímãs de alinhamento para o smartphone carregar por indução com máxima eficiência energética e redução do desperdício de calor.

É possível checar a compatibilidade do aparelho ao verificar os selos Qi ou MagSafe na caixa ou nas especificações técnicas do fabricante. Modelos topo de linha das principais marcas costumam trazer o recurso, que pode ser confirmado nas configurações de bateria do sistema.

A seguir, saiba o que é o carregamento por indução, como funciona a tecnologia e os smartphones que costumam ter esse recurso. Também conheça os pontos fortes e fracos do carregamento sem fio.

O que é carregamento por indução?

O carregamento por indução usa campos eletromagnéticos para transferir energia entre bobinas de cobre no carregador e no aparelho, eliminando cabos físicos. Popularizada pelo padrão Qi, essa tecnologia alimenta desde smartphones e smartwatches até frotas de ônibus e carros elétricos.

Quais são os tipos de carregamento por indução?

Existem quatro tipos principais de carregamento por aproximação para smartphones:

  • Padrão Qi (Indução eletromagnética): é o sistema universal que exige contato direto entre o celular com carregamento por indução e a base. Ele usa o acoplamento magnético fechado, onde as bobinas precisam estar bem alinhadas para a energia fluir;
  • Indução ressonante (Distância curta): permite que o carregamento ocorra mesmo com alguns centímetros de separação. Ao sintonizar as bobinas na mesma frequência de ressonância, ela consegue alimentar vários dispositivos simultaneamente;
  • Indução magnética proprietária (MagSafe/Qi2): criado pela Apple e agora um padrão global, usa um anel de ímãs para um alinhamento automático. Isso evita o desperdício de calor e garante a potência máxima durante todo o processo;
  • Carregamento reverso (Wireless PowerShare): transforma o smartphone em uma base de carregamento sem fio portátil. Ao inverter o papel da bobina interna, o celular “doa” energia para acessórios menores, como fones de ouvido e smartwatches.
imagem de um iphone em uma base de carregamento sem fio
Existem diferentes padrões de carregamento sem fio (imagem: Nubelson Fernandes/Unsplash)

Como funciona o carregamento por indução?

O carregamento sem fio utiliza o princípio da indução eletromagnética para transferir energia entre duas bobinas de cobre posicionadas bem próximas. A base conectada à tomada gera um campo magnético oscilante que atravessa a carcaça do aparelho, eliminando a necessidade de conectores físicos.

Nesse processo, a bobina do smartphone captura o fluxo magnético e o converte em eletricidade, fenômeno físico conhecido como Lei de Faraday. A eficiência depende do alinhamento preciso entre os componentes, motivo pelo qual tecnologias como MagSafe utilizam ímãs para otimizar o acoplamento.

Para garantir a integridade do celular, um circuito retificador transforma a corrente alternada captada em corrente contínua, compatível com a bateria. Sistemas modernos de gerenciamento térmico monitoram a temperatura, reduzindo a potência caso o calor excessivo prejudique a vida útil das células de íons de lítio.

O padrão global Qi domina o setor, operando em frequências que permitem a comunicação inteligente entre o carregador por indução e o dispositivo móvel. Embora apresente uma leve perda energética em comparação ao cabo, a conveniência e a proteção contra o desgaste das portas USB impulsionam sua popularidade.

Por dentro de um carregador sem fio (Imagem: Reprodução/Belkin)
Por dentro de um carregador sem fio (Imagem: Reprodução/Belkin)

O carregamento por indução funciona com capinha?

Sim, o carregamento wireless atravessa a maioria das capas de silicone, TPU ou couro, desde que a espessura não ultrapasse os 5 mm. Essa margem garante que o campo magnético conecte as bobinas sem perda significativa de eficiência energética ou lentidão.

Contudo, acessórios com placas de metal, anéis de suporte ou materiais muito robustos bloqueiam o sinal e podem causar superaquecimento. Para evitar falhas, use proteções com certificação Qi e MagSafe, que asseguram o alinhamento magnético ideal e uma recarga estável.

Carregamento por indução esquenta o celular?

Sim, o carregamento wireless esquenta o smartphone devido à dissipação de energia entre as bobinas, processo chamado de perda por acoplamento eletromagnético. Esse calor residual é comum, mas o uso de capas grossas ou o desalinhamento na base agrava o desgaste das baterias a longo prazo.

Para proteger o hardware, evite utilizar aplicativos pesados durante a recarga e use acessórios certificados que otimizam a gestão térmica. Se o aparelho emitir alerta de temperatura, interrompa o ciclo imediatamente para preservar a integridade dos componentes e a vida útil do sistema.

imagem de uma iphone com uma capa apropriada para o magsafe
Capa de smartphones mais finas permitem o carregamento sem fio e ainda evitam possíveis superaquecimentos (imagem: Lee Peterson/Unsplash)

Carregamento por indução estraga a bateria do celular?

O carregamento por aproximação não estraga o aparelho, mas a baixa eficiência energética gera calor excessivo, o maior inimigo das células de íon de lítio. Esse estresse térmico pode acelerar o desgaste químico, afetando a saúde da bateria mais rapidamente que o cabo tradicional.

Para garantir a longevidade, remova capas que retêm calor e evite o uso intenso enquanto o dispositivo estiver na base magnética. Manter os ciclos de carga longe dos extremos (0% ou 100%) é mais vital para a vida útil do que o método de recarga escolhido.

Carregamento por indução é mais lento do que o carregamento comum?

Sim, o carregamento sem fio é tecnicamente mais lento devido à indução eletromagnética, que dissipa energia como calor em vez de convertê-la totalmente em carga. Essa perda energética reduz a eficiência da transmissão, exigindo mais tempo para a bateria atingir a capacidade total se comparada ao uso de cabos.

Enquanto bases sem fio operam geralmente entre 5 W e 15 W, o carregamento rápido via cabo já alcança patamares acima de 100 W. Mesmo com avanços na tecnologia de indução, o contato direto do padrão USB Power Delivery (USB-PD) permanece como a solução mais veloz e eficaz do mercado.

imagem de uma base de carregamento sem fio
Os carregadores por indução tendem a ser mais lentos do que os carregadores via USB (imagem: Nathan Waters/Unsplash)

Quais celulares têm carregamento por indução?

Estes são alguns exemplos de linhas de celulares com carregamento por indução:

  • Apple (iPhone): todos os modelos desde o iPhone 8 e o iPhone X possuem a tecnologia Qi, evoluindo a partir do iPhone 12 para o MagSafe, que utiliza anéis magnéticos para garantir o alinhamento e otimizar a transferência de energia;
  • Samsung (Galaxy): é padrão na linha Galaxy S desde o S6 e em todos os dobráveis das linhas Z Fold e Z Flip, contando ainda com a função de carregamento reverso Wireless PowerShare para carregar fones e relógios direto na parte traseira do celular;
  • Motorola (Edge): a marca retornou com força ao segmento premium, inserindo a bobina de indução nos modelos da família Edge, equilibrando design fino e conveniência;
  • Xiaomi: o recurso é exclusividade das linhas numeradas, como o Xiaomi 14, e da linha Mi. As versões Pro e Ultra suportam velocidades mais altas e competem em potência com muitos carregadores de parede;
  • Google (Pixel): adotado como padrão desde o Pixel 3, a marca expandiu o suporte para os modelos intermediários Pixel a mais recentes, tornando a tecnologia mais acessível no ecossistema do Android puro;
  • OnePlus: foca essa conveniência em modelos de elite, como as variantes Pro e os modelos numéricos mais novos, entregando tecnologias proprietárias que entregam até 50 W de potência, permitindo cargas completas em tempo recorde;
  • Huawei e Honor: ambas focam o recurso nas linhas premium, como a série Mate e P da Huawei ou a linha Magic da Honor, deixando as versões “Lite” restritas apenas ao carregamento via cabo;
  • Oppo e Vivo: as marcas chinesas reservam o carregamento sem fio para os topos de linha, como a linha Find X e X series, onde a inovação em hardware justifica o custo extra do componente.
imagem de um galaxy s26 ultra ao lado de um iphone 17 pro max
Os topos de linha Galaxy S26 Ultra e iPhone 17 Pro Max oferecem opção de carregamento sem fio (imagem: Reprodução/Sahil Karoul)

Tem como saber se meu celular carrega por indução?

Sim, é possível saber se o smartphone tem opção de carregamento wireless ao procurar o selo Qi ou MagSafe na caixa ou manual. Outra opção é checar as configurações de bateria do sistema Android em busca do termo “Wireless Charging” ou “Carregamento sem fio”.

Também dá para consultar as especificações técnicas no site oficial da fabricante ou na seção Produtos do Tecnoblog. Basta verificar a área “Bateria” para confirmar se o modelo suporta a transferência de eletricidade via campo eletromagnético.

Por que o carregamento por indução do iPhone não funciona?

Estes são alguns motivos que podem impedir o carregamento sem fio do iPhone:

  • Desalinhamento das bobinas: o iPhone e a base precisam estar com os centros perfeitamente alinhados. Se estiverem tortos, o campo magnético não se completa;
  • Capas e acessórios metálicos: capinhas muito grossas, anéis de suporte ou cartões magnéticos bloqueiam o sinal. Metais entre o aparelho e a base impedem a passagem de energia e podem superaquecer;
  • Acúmulo de sujeira: poeira, gordura ou fiapos no vidro traseiro e na base criam uma barreira física. Limpar as superfícies garante que o acoplamento magnético ocorra sem interferências externas;
  • Danos no hardware interno: quedas que trincam o vidro traseiro podem romper a bobina de cobre interna. Se a estrutura física estiver comprometida, o circuito elétrico simplesmente não fecha;
  • Acessórios sem certificação Qi: o iOS é rigoroso com segurança e pode bloquear bases de procedência duvidosa. Sempre adquira produtos com o selo Qi, que garante a compatibilidade padrão do mercado;
  • Gestão térmica (calor): se o iPhone esquentar demais por causa do sol ou aplicativos pesados, o sistema pausa a recarga via indução. É uma proteção do software para evitar o desgaste precoce da bateria;
  • Bugs de sistema: pequenos erros no código do iOS podem desativar o reconhecimento do carregador por indução. Na maioria das vezes, um reinício forçado ou uma atualização de sistema resolvem o problema;
  • Fonte de energia: o problema pode estar na tomada ou no cabo que alimenta a base. Se o adaptador de parede for fraco, a base não terá força suficiente para gerar o campo de indução.
imagem de um iphone com uma bateria externa magsafe
O iOS pode não autorizar o carregamento por aproximação em acessórios não oficiais da Apple (imagem: Kamil Switalski/Unsplash)

Quais são as vantagens do carregamento por indução?

Estes são os pontos fortes da tecnologia de carregamento por indução:

  • Conveniência no uso diário: basta posicionar o aparelho sobre a base para iniciar a carga via campo magnético, eliminando o esforço de acertar o encaixe do cabo em ambientes escuros ou com pressa;
  • Integridade física do hardware: evita o desgaste mecânico da porta USB e do cabo, prolongando drasticamente a vida útil dos componentes físicos do smartphone;
  • Resistência e segurança elétrica: sem conectores metálicos expostos à umidade, o risco de curtos-circuitos cai drasticamente, facilitando o design de aparelhos totalmente vedados com certificação IP68 de resistência à poeira e à água;
  • Minimalismos e organização: uma única estação de carga centraliza a energia para celulares, relógios e fones de ouvido, limpando o visual da mesa e acabando com o emaranhado de fios espalhados;
  • Redução de resíduos eletrônicos: com menos cabos rompidos e conectores danificados indo para o lixo, a tecnologia promove um ciclo de vida mais longo para os acessórios e para o próprio aparelho.

Quais são as desvantagens do carregamento por indução?

Estes são os pontos fracos do carregamento sem fio:

  • Velocidade reduzida: mesmo com avanços, o padrão de carregamento Qi é geralmente mais lento que o cabo, já que a entrega de Watts é limitada pela resistência do ar;
  • Baixa eficiência energética: a indução é menos eficiente, pois parte da eletricidade se perde no campo magnético, exigindo mais consumo da tomada para completar a bateria;
  • Estresse térmico: o calor gerado na base pode degradar os componentes internos e prejudicar a saúde da bateria, reduzindo a vida útil do smartphone em comparação ao carregamento com fio;
  • Exigência de alinhamento: o alinhamento das bobinas de cobre deve ser exato, qualquer deslocamento leve interrompe o fluxo magnético e deixa o usuário sem bateria;
  • Uso limitado durante a carga: diferente do cabo, que permite certa mobilidade enquanto carrega, o aparelho precisa ficar estático na base de carregamento sem fio, dificultando tarefas como jogar ou digitar.
imagem de uma base de carregamento sem fio com dois celulares e dois fones de ouvido
Os carregadores wireless oferecem maior conveniência aos usuários, mas podem causar estresse térmico nos dispositivos (imagem: Radoslav Bali/Unsplash)

Qual é a diferença entre carregamento por indução e carregamento por cabo?

O carregamento wireless transfere energia sem fios por meio de um campo eletromagnético gerado entre bobinas de cobre no carregador e no aparelho. Essa corrente induzida permite recarregar a bateria por proximidade física, priorizando a conveniência, apesar de ser um processo mais lento.

O carregamento por cabo utiliza conectores físicos para conduzir a corrente elétrica de forma direta e altamente eficiente da fonte ao dispositivo. Embora exija o encaixe mecânico, essa conexão entrega velocidades superiores e minimiza o desperdício de energia.

Qual é a diferença entre carregamento por indução e carregamento reverso?

O carregamento wireless usa campos magnéticos gerados entre bobinas internas para transferir energia da base para o dispositivo sem cabos. O processo de indução eletromagnética converte o magnetismo em corrente elétrica para abastecer a bateria por simples contato físico.

O carregamento reverso transforma o próprio smartphone em um “power bank”, capaz de alimentar a bateria de outros acessórios ou celulares. O fluxo funciona via cabo ou por bobinas traseiras padrão Qi, cedendo carga da própria bateria para outros dispositivos.

O que é carregamento por indução? Entenda a tecnologia de carregamento sem fio

Celular com carregamento por indução (Imagem: Daniel Korpai/Unsplash)

(imagem: Nubelson Fernandes/Unsplash)

Por dentro de um carregador sem fio (Imagem: Reprodução/Belkin)

(imagem: Lee Peterson/Unsplash)

(imagem: Nathan Waters/Unsplash)

(imagem: Reprodução/Sahil Karoul)

(imagem: Kamil Switalski/Unsplash)

(imagem: Radoslav Bali/Unsplash)

iPhone 17 (256 GB) recebe desconto de 25% na melhor oferta recente

10 de Abril de 2026, 16:46
R$ 7.999,0025% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmera frontal com 18 MP e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
PIX
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O iPhone 17 (256 GB) está disponível por R$ 6.029,10 no Pix no Mercado Livre. O smartphone da Apple com tela OLED e Apple Intelligence, lançado por R$ 7.999, teve uma redução de 25% no preço nesta oferta.

iPhone 17 tem Apple Intelligence, tela de 120 Hz e câmera que filma em 4K

Com o design moderno Dynamic Island, o iPhone 17 tem uma tela compacta Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz. Reproduzindo imagens detalhadas e fluidas, o painel ainda conta com os recursos ProMotion e HDR.

Na parte de câmeras, o telefone tem um conjunto traseiro liderado pelo sensor de 48 MP para vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 18 MP promete selfies com alto nível de detalhes no Modo Retrato, além de registrar vídeos em 4K.

O iPhone 17 vem equipado com o chip Apple A19 combinado com 8 GB de RAM, garantindo alto desempenho para tarefas básicas e os recursos do Apple Intelligence. O telefone traz 256 GB de armazenamento interno, o que pode ser bastante limitado e exigir o uso do iCloud para expandir a memória.

Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, com mesa em madeira como fundo
O iPhone 17 tem uma câmera dupla traseira com sensor de 48 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Apple adota uma bateria de 3.692 mAh com autonomia para até 30 horas de reprodução de vídeo. Eventualmente exigindo mais de uma recarga diária para usuários ativos, o carregamento rápido de até 50 W recupera metade do tanque de energia em apenas 20 minutos na tomada.

Além do suporte para eSIM, o telefone conta com conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC. Em relação ao software, o aparelho vem de fábrica com o iOS 26 e receberá ao menos 5 grandes atualizações do sistema operacional da Apple.

Mantendo as características premium da marca, o iPhone 17 (R$ 6.029,10 no Pix) tem estrutura de alumínio e acabamento traseiro em vidro. Ademais, o certificado IP68 de resistência à água protege o aparelho de mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 (256 GB) recebe desconto de 25% na melhor oferta recente

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iPhone 17 de 256 GB com Apple Intelligence, tela OLED e câmera de 48 MP fica mais barato com pagamento via Pix no Mercado Livre

O iPhone 17 pesa 177 gramas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S26 Plus (512 GB) sai com 50% de desconto em promoção com cupom

10 de Abril de 2026, 15:54

Prós
  • Tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7″ com taxa de 120 Hz
  • Sistema de câmeras com principal de 50 MP e gravações em 8K
  • Android 16 com One UI 8.5 e promessa de 7 anos de atualizações
  • Certificação IP68
Contras
  • Brasil não recebeu versão com processador Snapdragon
  • Sem avanços notórios em câmeras e tela comparado ao S25 Plus
PIX Cupom
30% OFF DA PáGINA R$ 5.677,62  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S26 Plus (512 GB) está disponível por R$ 5.677,62 no Pix com cupom de 30% OFF na página do produto no Mercado Livre. O smartphone premium da Samsung com display AMOLED e câmera de 50 MP, lançado em fevereiro deste ano por R$ 10.799, fica perto da metade do preço de lançamento nesta oferta.

Galaxy S26 Plus traz Galaxy AI, tela AMOLED e câmera tripla que filma em 8K

O Galaxy S26 Plus adota o chipset Exynos 2600 combinado com 12 GB de RAM, ideal para alta produtividade e tarefas do Galaxy AI. O telefone tem 512 GB de armazenamento interno, espaço de sobra para fotos, vídeos, aplicativos e demais arquivos.

O dispositivo conta com uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas com resolução Quad HD+. Reproduzindo imagens detalhadas e fluidas, o painel traz taxa de atualização de 120 Hz, brilho máximo de 2.600 nits e recurso HDR10+.

Na parte de câmeras, o Galaxy S26 Plus tem um conjunto triplo traseiro liderado por sensor de 50 MP que filma em 8K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 12 MP realiza registros de vídeo em 4K e selfies com Modo Retrato e HDR10+.

Galaxy S26 Ultra, S26 Plus e S26 vistos de costas. Os aparelhos estão sobre suportes transparentes. O S26 Ultra é o maior deles e tem cor dourada. O S26 Plus é o intermediário, um pouco menor que o Ultra, e está na cor cinza. O S26 é o menor dos três e está na cor preta.
Galaxy S26 Plus (na foto, entre o S26 Ultra e o S26) possui câmera de 50 MP e certificação IP68 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone premium da Samsung utiliza uma bateria de 4.900 mAh, entregando autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo. O modelo tem carregamento rápido de até 45 W que, segundo a marca, vai de 0 a 70% em somente 30 minutos.

Pesando 190 g, o dispositivo tem estrutura de Armor Aluminum e acabamento traseiro com vidro reforçado Gorilla Glass Victus 2. Ele também traz certificado IP68 de resistência à água e poeira, podendo ficar submerso por até 1,5 metro pelo tempo limite de 30 minutos.

Fechando o pacote de benefícios, o Galaxy S26 Plus (R$ 5.677,62 no Pix com cupom de 30% OFF na página) tem conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC. O modelo sai da caixa com o Android 16 e receberá ao menos 7 grandes atualizações do sistema.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S26 Plus (512 GB) sai com 50% de desconto em promoção com cupom

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Galaxy S26 Plus de 512 GB com tela AMOLED, Galaxy AI e câmera de 50 MP recebe desconto ao combinar cupom e pagamento via Pix no Mercado Livre

S26 Ultra é o maior dos modelos da linha Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S26 Ultra (512 GB) fica 51% mais barato com cupom no Mercado Livre

10 de Abril de 2026, 15:09

Prós
  • Tecnologia de privacidade protege contra “espiadinhas” ne tela
  • Câmera quadrupla com sensor principal de 200 MP e superestabilização em vídeos
  • Galaxy AI com Now Nudge e edição de imagens via prompt
  • Processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 For Galaxy 39% superior à do antecessor
Contras
  • Bateria de 5.000 mAh pode ser limitada
PIX Cupom
30% OFF NA PáGINA R$ 6.886,86  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S26 Ultra (512 GB) entrou em oferta por R$ 6.886,86 no Pix com cupom de 30% OFF na página do produto no Mercado Livre. O smartphone topo de linha da Samsung com tela AMOLED e câmera de 200 MP, lançado em fevereiro deste ano por R$ 13.999, sai por menos da metade nesta promoção.

Galaxy S26 Ultra tem de recurso Tela de privacidade, Galaxy AI e câmera que filma em 8K

O Galaxy S26 Ultra utiliza o chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 combinado com 12 GB de RAM, entregando alto desempenho e suporte às ferramentas do Galaxy AI. Já os 512 GB de armazenamento interno garantem espaço de sobra para mídias, aplicativos e outros arquivos.

O telefone traz um display AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas com o recurso Tela de Privacidade, evitando olhares de outras pessoas em locais públicos. Além de reproduzir imagens detalhadas com resolução QHD+, o painel tem taxa de atualização de 120 Hz e recurso HDR10+.

Outro destaque do Galaxy S26 Ultra é a câmera quádrupla traseira liderada pelo sensor de 200 MP que grava em até 8K com zoom digital de até 100x. A câmera frontal adota um sensor de 12 MP com Foco Automático e suporte para vídeos em 4K.

Smartphone cinza posicionado horizontalmente sobre um tecido tramado cinza. A tela exibe um aplicativo de notas com fundo branco e a frase manuscrita em azul "Olá Tecnoblog!", acompanhada de um desenho de coração. Abaixo do aparelho, há uma caneta stylus (S Pen) na cor branca com ponta fina e um detalhe metálico no topo. A interface da tela mostra ícones de ferramentas de edição e botões virtuais de navegação. No canto inferior direito da imagem, consta a marca d'água "tecnoblog".
S Pen permanece no Galaxy S26 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone premium da Samsung possui uma bateria de 5.000 mAh, garantindo até 31 horas de reprodução de vídeo. Com suporte para carregamento rápido de 60 W, o telefone vai de 0 a 75% em somente 30 minutos na tomada.

O dispositivo tem estrutura em Armor Aluminum, acabamento traseiro em vidro Gorilla Glass Victus 2 e, apesar do tamanho amplo, pesa 214 g. O modelo tem certificação IP68 de resistência à poeira e à água, sobrevivendo a mergulhos acidentais de até 1,5 metro pelo tempo limite de 30 minutos.

Na parte de conexões, o Galaxy S26 Ultra (R$ 6.886,86 no Pix com cupom de 30% OFF na página) ainda conta com 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para pagamentos por aproximação. O telefone vem de fábrica com o Android 16 e a marca promete ao menos 7 grandes atualizações do sistema.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S26 Ultra (512 GB) fica 51% mais barato com cupom no Mercado Livre

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Galaxy S26 Ultra de 512 GB com tela AMOLED, chipset premium e Galaxy AI sai por menos da metade do preço após dois meses de lançamento com cupom e pagamento via Pix no Meli

S Pen permanece no Galaxy S26 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é um servidor? Saiba como funciona e os tipos mais comuns na web

9 de Abril de 2026, 15:18
imagem da sala de servidores
Entenda os diferentes tipos de servidores e a imporância deles para a infraestrutura da internet (imagem: Taylor Vick/Unsplash)

Um servidor é um computador de alto desempenho, focado em guardar dados e hospedar serviços essenciais para outros dispositivos em rede. Ele atua como um “provedor de utilidades”, processando diversas solicitações para garantir que a conexão com a informação seja rápida.

Operando como um assistente 24 horas, o sistema monitora portas lógicas e fragmenta arquivos em pacotes para responder aos usuários. Esse ciclo veloz sustenta a robusta infraestrutura global dos servidores de internet, garantindo estabilidade e segurança digital.

Existem tipos de servidores com funções diferentes: um servidor web hospeda sites via HTTP, enquanto o DNS traduz domínios em IPs para facilitar a vida do usuário na rede. Já o Proxy atua como intermediário estratégico, filtrando acessos e protegendo a identidade digital de forma inteligente.

A seguir, entenda detalhadamente o que é um servidor, como ele funciona e as diferentes categorias. Também saiba como diferenciar um servidor físico de um virtual.

O que é um servidor?

Um servidor é um sistema ou máquina de alto desempenho projetado para armazenar dados e hospedar serviços essenciais para outros dispositivos em uma rede. Ele funciona como uma central de comando, processando diversas solicitações simultâneas para garantir que a conexão entre cliente e informação seja rápida e eficiente.

Para que serve um servidor?

Um servidor atua como o grande “provedor de utilidades”, centralizando o armazenamento de dados e o processamento de serviços para dispositivos. Ele hospeda desde sites e bancos de dados até e-mails, permitindo que diversos usuários acessem e compartilhem recursos valiosos de maneira simultânea.

Operando sem interrupções em infraestruturas físicas ou virtuais (nuvem), essa máquina gerencia requisições de APIs e protege informações por meio de firewalls. Seja viabilizando softwares SaaS ou realizando backups, o servidor é o “motor invisível” que entrega cada comando solicitado pelo usuário.

imagem da sala de servidores
Os servidores podem ter diferentes utilidades, mas são essenciais para manter a internet ativa (imagem: Imgix/Unsplash)

Como funciona um servidor?

Um servidor funciona como um assistente digital que trabalha 24 horas, processando solicitações de clientes, como navegadores ou aplicativos. Ele monitora constantemente portas lógicas específicas, filtrando conexões para identificar e validar cada pedido de acesso recebido pela rede.

Quando o usuário acessar um site, o dispositivo envia uma requisição ao endereço IP do servidor, disparando o processamento imediato dos dados. Nesse estágio, o hardware executa instruções de software e consulta bancos de dados para localizar o conteúdo exato solicitado.

Após localizar a informação, o sistema fragmenta os arquivos em pacotes de dados e envia a resposta de volta pelo mesmo caminho digital. Esse ciclo de comunicação ocorre em milissegundos, garantindo que o fluxo de dados entre a infraestrutura e a tela do usuário seja fluido.

Robustas por natureza, essas máquinas operam com múltiplos núcleos de CPU e protocolos de criptografia para gerenciar milhares de acessos simultâneos. Por meio de sistemas de redundância, o servidor mantém a estabilidade e a segurança, sustentando toda a infraestrutura da internet moderna.

infográfico do funcionamento de um servidor
O funcionamento de um servidor pode ser dividido em 5 etapas principais (imagem: Reprodução/Bluehost)

Quais são os componentes de um servidor?

Estes são os principais componentes de um servidor:

  • Processador (CPU): considerado o “cérebro” da operação, ele processa as requisições e executa as instruções que ditam o ritmo de trabalho do ecossistema;
  • Placa-mãe: funciona como o “sistema nervoso central”, integrando todos os componentes por meio de barramentos e slots que permitem a troca constante de dados;
  • Memória RAM: atua como o espaço de trabalho imediato, mantendo dados ativos e o sistema operacional acessíveis para uma resposta ultrarrápida às tarefas;
  • Armazenamento em HD ou SSD: é o arquivo definitivo do servidor, onde informações ficam salvas em discos rígidos (HD) ou unidades flash (SSD);
  • Placa de rede (NIC): o componente essencial que garante a conectividade, permitindo que o servidor se comunique com a rede externa via cabos de alto desempenho;
  • Fonte de alimentação (PSU): converte a energia elétrica para o hardware e conta geralmente com módulos redundantes para evitar desligamentos em caso de falhas;
  • Sistema de resfriamento: utiliza dissipadores e ventoinhas de alto fluxo para controlar o calor intenso e impedir que as altas temperaturas degradem os componentes;
  • Chassis e rack: a estrutura metálica que protege as peças internas e os suportes que organizam o empilhamento desses equipamentos em data centers;
  • Placas de expansão: módulos adicionais, como GPUs, inseridos para otimizar o desempenho em tarefas pesadas como Inteligência Artificial e renderização;
  • Sistema operacional (OS): o software de gestão, como Linux ou Windows Server, que orquestra o hardware e cria o ambiente para a execução de serviços;
  • Serviços e aplicações: são as camadas finais, como bancos de dados ou servidores web, que processam as demandas enviadas por usuários e outros dispositivos.
imagem com as partes de um servidor
CPU, Placa-mãe, memória RAM, armazenamento, conexão de rede e fonte de alimentação são os principais componentes de um servidor (imagem: Reprodução/Kirbtech)

Quais são os tipos mais comuns de servidores?

Existem diversos tipos de servidores essenciais para a infraestrutura da internet, como os servidores web, de bancos de dados, DNS e Proxy. A lista inclui ainda modelos especializados em comunicação e conectividade, como servidores IMAP, SMTP, DHCP e FTP.

1. Servidor web

Um servidor web é o software e o hardware que processam pedidos via HTTP, entregando conteúdos como páginas HTML e mídias diretamente no navegador. Ele funciona como um armazém digital que hospeda sites, gerenciando o tráfego de dados para cada clique resultar no carregamento correto dos arquivos.

Além do armazenamento, essas máquinas executam scripts em PHP ou Node.js para criar conteúdos dinâmicos e personalizados em tempo real. O sistema também gerencia camadas de segurança e o caching, técnica que memoriza dados frequentes para tornar a navegação mais veloz.

No cenário atual, o Apache e o Nginx lideram pela estabilidade e eficiência no gerenciamento de múltiplos acessos simultâneos. Soluções como o Microsoft IIS e o LiteSpeed também se destacam, oferecendo integração com Windows ou foco total em aplicações de alto desempenho.

imagem da sala de servidores
Servidores web atuam como armazéns para hospedar sites da internet (imagem: Kevin Ache/Unsplash)

2. Servidor de banco de dados

Um servidor de banco de dados é uma máquina potente, física ou virtual, dedicada a centralizar, proteger e gerenciar informações via softwares especializados. Ele utiliza a arquitetura cliente-servidor para processar requisições simultâneas, garantindo que diferentes usuários acessem dados de forma rápida e organizada.

Esses computadores são o motor de sistemas de e-commerce e aplicativos bancários, sustentando operações essenciais e o armazenamento seguro de registros. Em larga escala, esses servidores formam a espinha dorsal de grandes data centers, onde realizam transações críticas e backups automáticos.

No mercado, destacam-se os modelos relacionais (SQL), como MySQL e PostgreSQL, e as opções flexíveis (NoSQL), como o MongoDB, para grandes volumes de dados. Todos eles atuam como a base de confiança para qualquer interface digital entregar informações precisas em tempo real.

Uma mulher preta segura um notebook na frente de vários servidores
O servidores de banco de dados são essenciais para a construção de data centers (Imagem: wocintechchat.com/Unsplash)

3. Servidor DNS

O servidor DNS (Domain Name System) é um computador ou serviço que traduz nomes de domínio legíveis por humanos em endereços IP legíveis por máquinas. Sem esse sistema, os usuários precisariam decorar sequências numéricas complexas para acessar qualquer site, serviço de computação em nuvem ou até uma impressora local.

Além de localizar domínios, esses servidores usam o caching para agilizar o carregamento de páginas já visitadas anteriormente. Eles organizam o tráfego de dados global, garantindo que e-mails e pacotes de informação cheguem com precisão ao destino correto.

Muitos usuários trocam o serviço padrão pelo Google (8.8.8.8) ou o Cloudflare (1.1.1.1), visando otimizar a conexão, velocidade e privacidade. Já no setor corporativo, ferramentas como o AWS Route 53 gerenciam domínios complexos, mantendo serviços vitais sempre visíveis e acessíveis.

ilustração de um servidor DNS
Os servidores DNS atuam como tradutores de endereços IPs (imagem: Reprodução/Kinsta)

4. Servidor Proxy

Um Proxy atua como um intermediário estratégico entre o dispositivo e a internet, filtrando e encaminhando todas as solicitações de dados de forma inteligente. Em vez de acessar sites diretamente, o usuário consulta esse servidor, que processa o pedido e oculta a identidade digital da fonte.

Essa ferramenta reforça a segurança mediante filtering e garante o anonimato ao mascarar o endereço IP original para o mundo externo. Além disso, o uso de caching acelera a navegação, enquanto o reverse-proxy otimiza o desempenho ao equilibrar o tráfego em grandes plataformas.

Na prática, softwares como Nginx e HAProxy são essenciais para gerenciar conexões e balancear cargas em infraestruturas de TI modernas. Já o Squid ou serviços de residential-proxy permitem contornar bloqueios geográficos e monitorar o fluxo de rede com precisão.

ilustração de um servidor proxy
Os servidores Proxy podem ocultar a real identidade digital dos usuários (imagem: Reprodução/Adspower)

5. Servidor IMAP

O servidor IMAP (Internet Message Access Protocol) funciona como um espelho digital, permitindo que usuários gerenciem e-mails diretamente no servidor sem removê-los da nuvem. Ele sincroniza em tempo real ações como leitura, exclusão e organização de pastas, garantindo que uma ação em um aparelho reflita instantaneamente nos demais.

Sua função é a omnipresença de dados, ideal para quem alterna entre celular e PC ou para equipes que compartilham a mesma conta corporativa. Diferente do protocolo POP3, que “sequestra” a mensagem em um único aparelho, o IMAP mantém o arquivo original em nuvem para acesso simultâneo e seguro.

Gigantes como Gmail e Outlook utilizam esse protocolo para oferecer mobilidade e backup automático aos usuários. Na prática, se uma pessoa sinaliza um e-mail como importante no smartphone, essa alteração aparecerá instantaneamente no tablet ou PC, otimizando o fluxo de trabalho.

ilustração de um servidor IMAP
Os servidores IMAP garantem que as ações realizadas nas plataformas de e-mail reflita em todos os aparelhos conectados a conta (imagem: Reprodução/Mailtrap)

6. Servidor SMTP

O SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) atua como um “carteiro digital”, sendo o protocolo padrão para processar e rotear o envio de e-mails entre servidores. Enquanto o IMAP cuida da recepção, o servidor SMPT usa portas de comunicação para garantir que a mensagem saia do dispositivo e chegue ao destino.

Sua função é essencial para o SMPT Relay, que permite a comunicação entre diferentes domínios, e para disparar alertas automatizados, como confirmações de compra. O servidor também realiza a autenticação do remetente, aplicando filtros de segurança que evitam que o conteúdo legítimo seja classificado como spam.

No dia a dia, os usuários configuram endereços como smtp.gmail em seus apps, enquanto empresas usam o SendGrid para envios em larga escala. Já grandes organizações que buscam controle total utilizam o Microsoft Exchange ou servidores Linux para gerenciar toda a sua infraestrutura de saída de dados.

ilustração de um servidor SMTP
Os servidores SMPT são responsáveis por processar e rotear o envido de e-mails (imagem: Reprodução/Mailtrap)

7. Servidor DHCP

O servidor DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) é o distribuidor automático de endereços IP, conectando smartphones e PCs à rede sem intervenção manual. Ele elimina a necessidade de configurar protocolos de rede individualmente, evitando erros de digitação e facilitando o acesso imediato à internet.

O sistema gerencia um “aluguel” temporário de identificações digitais, o que permite que diversos aparelhos compartilhem o mesmo sinal Wi-Fi organizadamente. Essa automação configura portas de saída (gateways) e máscaras de sub-rede instantaneamente, prevenindo conflitos de conexão em ambientes domésticos ou corporativos.

Roteadores residenciais são os exemplos mais comuns dessa tecnologia, mas empresas usam soluções mais robustas como o Windows Server ou sistemas Cisco. Em projetos menores, ferramentas como Dnsmasq transformam dispositivos simples em centrais de controle, garantindo fluidez e estabilidade para toda a infraestrutura local.

ilustração de um servidor DHCP
Os servidores DHCP são os distribuidores automaticos de endereços IPs (imagem: Reprodução/Lotusict)

8. Servidor FTP

Um servidor FTP (File Transfer Protocol) funciona como um armazém digital que facilita a troca de arquivos entre PCs conectados a uma rede. Ele gerencia o tráfego separando instruções de acesso (canal de controle) da transferência real dos documentos (canal de dados), otimizando a conexão.

A ferramenta é o padrão para hospedagem de sites e realizar backups volumosos, sendo essencial para quem lida com grandes bibliotecas de mídia. Para evitar interceptações, o mercado adota protocolos criptografados como SFTP ou FTPS, que protegem as credenciais e o conteúdo.

Existem soluções populares como o FileZilla Server para pequenos projetos e o vsftpd para ambientes Linux. Grandes corporações usam plataformas robustas, como o Titan FTP ou Files.com, que oferecem controles rigorosos de acesso e automação de fluxos de trabalho.

ilustração sobre FTP
Os servidores FTP são essenciais para grandes bibliotecas de mídia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre servidor físico e servidor virtual?

O servidor físico é um hardware dedicado, onde processador e memória RAM trabalham exclusivamente para um único sistema sem intermediários digitais. É a escolha de alto desempenho para quem exige potência bruta e controle total sobre cada componente físico da máquina.

O servidor virtual é um ambiente digital criado por um hypervisor, software que fatia os recursos de um único hardware para sustentar múltiplos sistemas independentes. A técnica maximiza a eficiência do equipamento, permitindo criar ou excluir máquinas em minutos para otimizar custos e espaço.

Qual é a diferença entre servidor e computador comum?

O servidor é uma máquina de alto desempenho projetada para operar ininterruptamente, servindo dados e aplicações para diversos usuários simultâneos. O hardware usa componentes com redundância e tolerância a falhas, garantindo que o sistema não pare mesmo se uma peça falhar.

O computador comum (PC) é uma estação de trabalho pessoal focada na interatividade e no desempenho de tarefas imediatas para um único usuário. Priorizando o custo-benefício, ele atende demandas diárias como navegação e edição de documentos, sem a robustez necessária para cargas de trabalho ininterruptas.

Todo computador pode ser um servidor?

Sim, qualquer computador pode atuar como um servidor ao executar softwares específicos e permanecer conectado a uma rede para responder a solicitações. Dispositivos comuns como notebooks ou um Raspberry Pi podem assumir esse papel, hospedando arquivos ou jogos de forma eficiente e acessível.

Contudo, o hardware doméstico costuma falhar em missões críticas por não possuir memórias ECC (correção de erros) ou fontes redundantes. Enquanto um PC antigo serve para um laboratório doméstico, operações profissionais exigem servidores dedicados e otimizados para funcionar ininterruptamente em centros de dados.

O que é um servidor? Saiba como funciona e os tipos mais comuns na web

(imagem: Taylor Vick/Unsplash)

(imagem: Imgix/Unsplash)

(imagem: Reprodução/Kirbtech)

(imagem: Kevin Ache/Unsplash)

(Imagem: Christina @ wocintechchat.com/Unsplash)

(imagem: Reprodução/Adspower)

(imagem: Reprodução/Mailtrap)

(imagem: Reprodução/Mailtrap)

(imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Motorola Edge 70 (256 GB) atinge 26% OFF com cupom no Magalu

8 de Abril de 2026, 15:39

Prós
  • Design fino com espessura de apenas 5,99 mm
  • Conjunto fotográfico com todos os sensores de 50 MP
  • Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz e 4.500 nits
  • Promessa de autonomia extensa de 38 horas
Contras
  • Sem lente teleobjetiva
  • Atualizações de sistema somente até o Android 20
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 70 (256 GB) está em oferta por R$ 3.329,10 no Pix com o cupom LOJAEDGE300 no Magazine Luiza. O smartphone topo de linha com câmeras de 50 MP e tela AMOLED, lançado por R$ 4.499, fica 26% mais barato nesta promoção.

Motorola Edge 70 tem chip de alto desempenho, tela AMOLED e câmeras que filmam em 4K

Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Motorola Edge 70 tem tela AMOLED de 6,7 polegadas com brilho máximo de 4.500 nits (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Voltado para alta performance, o Motorola Edge 70 é equipado com chip Snapdragon 7 Gen 4 combinado com até 24 GB de RAM com o recurso RAM Boost. O modelo oferece 256 GB de armazenamento interno, espaço equilibrado para salvar mídias, aplicativos e outros aplicativos do dia a dia.

O telefone traz uma ampla tela AMOLED de 6,7 polegadas com resolução 1,5K Super HD com taxa de atualização de 120 Hz, reproduzindo imagens nítidas e fluidas. O painel ainda tem brilho máximo de 4.500 nits, recurso HDR10+ e calibração de cor com certificado Pantone Validated.

O Motorola Edge 70 apresenta uma câmera dupla traseira com dois sensores de 50 MP capaz de registrar vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal também utiliza um sensor de 50 MP para selfies com HDR e vídeos em 4K.

Motorola Edge 70 sendo visto lateralmente e segurado por uma mão com um relógio no pulso
O Motorola Edge 70 também se destaca pelo design fino e leve (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O smartphone premium da Motorola possui uma bateria de silício-carbono de 4.800 mAh que, segundo a marca, oferece até 38 horas de autonomia. No entanto, o destaque fica para o carregamento TurboPower de 68 W que atinge 100% em apenas 15 minutos na tomada.

Com design fino e leve (163 g), o dispositivo tem estrutura em alumínio aeroespacial e acabamento traseiro em silicone. A certificação IP68/IP69 de resistência à água e poeira garante que ele sobreviva a mergulhos acidentais de até 1,5 metro por 30 minutos.

Por fim, o Motorola Edge 70 (R$ 3.329,10 no Pix com o cupom LOJAEDGE300) oferece conexões 5G, Bluetooth 5.4, Wi-Fi 6E e NFC para ações por aproximação. O telefone sai da caixa com o Android 16, mas a marca garante quatro grandes atualizações do sistema operacional.

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Motorola Edge 70 (256 GB) atinge 26% OFF com cupom no Magalu

Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog

Galaxy Z Flip 7 (256 GB) cai mais para 30% OFF com novo cupom no Magalu

8 de Abril de 2026, 14:48

Prós
  • As duas telas possuem taxa de atualização de 120 Hz
  • Display externo ficou maior e ocupa toda a superfície
  • 12 GB de RAM e memória UFS 4.0
  • Bateria melhor que do Galaxy Z Flip 6
  • Atualizações de sistema até 2032
Contras
  • Sem entrada para cartão microSD
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Deixou de receber chip Snapdragon
PIX Cupom
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O Galaxy Z Flip 7 (256 GB) entrou em oferta por R$ 5.729,40 no Pix com o cupom LU300 no Magazine Luiza. Lançado em julho de 2025 por R$ 8.199, o dobrável da Samsung com telas AMOLED e câmera principal de 50 MP está com 30% de desconto nesta oferta.

Galaxy Z Flip tem tela principal AMOLED, câmeras que filmam em 4K e Galaxy AI

O Galaxy Z Flip 7 adota uma tela interna AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, oferecendo uma área de trabalho ampla e fluida. Já o painel externo Super AMOLED de 4,1 polegadas permite checar notificações e controlar players de música sem precisar abrir o aparelho.

O telefone traz uma câmera dupla traseira com sensor principal de 50 MP, permitindo fazer selfies e vídeos em 4K mesmo quando o aparelho estiver fechado. A câmera frontal de 10 MP na tela principal também captura vídeos em 4K.

Com suporte ao Galaxy AI, o Galaxy Z Flip 7 usa o chip Samsung Exynos 2500 e 12 GB de RAM para alto desempenho em tarefas básicas. Ele possui 256 GB de espaço interno, o que pode ser ligeiramente limitado para quem costuma guardar diversas mídias, apps e arquivos.

Mão segurando smartphone, visto de ângulo, com o Tecnoblog aberto no navegador
Tela principal do Galaxy Z Flip 7 tem 6,9 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O dobrável da Samsung traz a dobradiça exclusiva em Armor FlexHinge, estrutura em Armor Alumínio e traseira com acabamento em vidro Gorilla Glass Victus 2. Um dos pontos negativos é o certificado IP48 de resistência à poeira e à água, permitindo que o aparelho fique submerso por até 1,5 metro em água doce.

O modelo conta com uma bateria de 4.300 mAh que, segundo a marca, oferece uma autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo. Embora seja um tanque menor, o carregamento rápido de 25 W permite ir de 0 a 50% em somente 30 minutos na tomada.

O Galaxy Z Flip 7 (R$ 5.729,40 no Pix com o cupom LU300) ainda tem conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. O smartphone vem de fábrica com o Android 15 e receberá grandes atualizações do sistema operacional até 2032.

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Galaxy Z Flip 7 (256 GB) cai mais para 30% OFF com novo cupom no Magalu

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Galaxy Z Flip 7 de 256 GB com telas AMOLED, câmera de 50 MP e Galaxy AI recebe desconto com pagamento via Pix e cupom no Magalu

Tela principal do Galaxy Z Flip 7 tem 6,9 polegadas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos

8 de Abril de 2026, 10:13
imagem de dois smartphones xiaomi realizando o carregamento reverso
Entenda como funciona a tecnologia que transforma o smartphone em um “power bank” (imagem: Reprodução/Xiaomi)

O carregamento reverso é a tecnologia que transforma o smartphone em um carregador portátil improvisado para emergências. Com esse recurso, o usuário consegue carregar um celular com outro utilizando cabos USB-C ou apenas o contato por indução.

O sistema inverte o fluxo tradicional para transferir carga da bateria principal para acessórios ou outros aparelhos próximos. Tudo acontece via protocolo USB-OTG ou gerando um campo magnético que alimenta fones de ouvido e smartwatches.

A Samsung lidera o mercado Android com o Wireless Power Share nas linhas Galaxy S e nos dobráveis Z Fold e Z Flip. Enquanto isso, a Apple introduziu o compartilhamento cabeado no iPhone 15, garantindo fôlego extra para outros gadgets.

A seguir, conheça a tecnologia de carregamento reverso, como ela funciona detalhadamente e quais dispositivos podem transferir energia para outros aparelhos. Também saiba os pontos fortes e fracos de usar este método de carregamento no dia a dia.

O que é carregamento reverso?

O carregamento reverso é uma tecnologia que transforma o dispositivo em um “power bank” sem fio ou via cabo, permitindo compartilhar a bateria do celular com outros smartphones. Embora útil em emergências, o recurso possui baixa potência e drena rapidamente a bateria do aparelho principal, servindo apenas como “carga paliativa”.

Como funciona o carregamento reverso?

O carregamento reverso inverte o fluxo tradicional: o dispositivo atua como uma fonte de energia em vez de receber. O smartphone usa o hardware interno para alimentar periféricos ou outros celulares, seja por meio de conexões físicas ou campos magnéticos.

No modo com fio, o protocolo USB-OTG comanda o controlador de energia para inverter a polaridade da porta USB. Assim, o celular deixa de consumir eletricidade e fornece uma corrente contínua estável para o cabo conectado.

O sistema de gerenciamento de energia monitora constantemente a temperatura e a voltagem para evitar o desgaste excessivo da célula principal. Por segurança, a potência é reduzida, tornando essa tecnologia ideal para carregar acessórios menores ou emergências rápidas.

No formato sem fio, a bobina de indução padrão Qi inverte a função original para gerar um campo eletromagnético ativo sobre a parte traseira. Esse método converte energia química em ondas de rádio, resultando em maior dissipação de calor e menor rendimento energético.

infográfico explicando o carregamento reverso sem fio
Como ocorre o carregamento reverso por indução (imagem: Reprodução/Cosmo Magazine)

Carregamento reverso consome muita bateria?

Sim, o carregamento reverso consome energia de forma considerável. Isso ocorre devido à baixa eficiência térmica, o que faz perder muito mais energia na forma de calor durante a transferência do que o dispositivo receptor realmente recebe.

Embora a conexão via cabo OTG seja mais estável que o método por indução, o uso frequente acelera os ciclos de desgaste do hardware principal. Por isso, ele deve ser uma solução somente em casos de emergência.

Quais são os tipos de carregamento reverso?

Existem duas formas principais de carregamento reverso:

  • Carregamento com fio (via USB-C ou OTG): utiliza um cabo físico para enviar energia diretamente da porta USB do dispositivo para outro aparelho. É a forma mais estável e rápida de transferir carga entre baterias;
  • Carregamento sem fio (Wireless Power Sharing): usa as bobinas de indução internas do aparelho para criar um campo eletromagnético que carrega dispositivos compatíveis apenas por contato físico, mas lentamente e dissipando mais calor.
Um homem sorridente utiliza um smartphone OPPO azul para carregar simultaneamente um estojo de fones de ouvido e uma luminária de mesa via cabos USB, demonstrando a função de carregamento reverso.
O carregamento reverso via cabo é o mais recomendado devido à estabilidade e velocidade da transferência de energia (imagem: divulgação/OPPO)

Quais dispositivos suportam carregamento reverso?

Estas são algumas categorias de dispositivos que podem atuar como “estações de energia” portáteis com a tecnologia de carregamento reverso:

  • Smartphones (Android e iPhone): modelos premium como as linhas Samsung Galaxy S e o iPhone 15 ou superiores podem fornecer energia via cabo USB-C ou indução magnética para carregar fones e relógios;
  • Tablets de alto desempenho: iPads com porta USB-C e tablets da linha Galaxy Tab S utilizam as baterias generosas para carregar acessórios periféricos rapidamente por meio de cabos;
  • Notebooks com USB Power Delivery: devido à tecnologia USB-C PD, alguns notebooks modernos conseguem inverter o fluxo de energia para alimentar celulares e tablets, mesmo quando desconectados da tomada;
  • Acessórios e capas com padrão Qi: capas com bateria integrada ou módulos magnéticos podem receber e repassar carga, transformando o conjunto “celular+acessório” em um hub de carregamento para outros dispositivos menores.

Quais celulares da Samsung suportam carregamento reverso?

Estas são as linhas de smartphones da Samsung que contam com Wireless Power Share, recurso que transforma o dispositivo em um carregador portátil:

  • Linha Galaxy S (S10 em diante): presente em todos os modelos premium desde 2019, o recurso usa o padrão universal Qi para transferir energia para outro dispositivo ou acessórios;
  • Linha Galaxy Z Fold (todos os modelos): desde a primeira geração, o dobrável mais robusto da marca permite carregar outros gadgets apenas encostando-os na parte traseira;
  • Linha Galaxy Z Flip (Todos os modelos): o dobrável compacto oferece a recarga reversa por indução em todas as versões lançadas até hoje;
  • Linha Galaxy Note (Note 10 e Note 20): os últimos integrantes da linha com S Pen também contam com a tecnologia, garantindo energia compartilhada para fones e relógios.
imagem de celulares Samsung realizando carregamento reverso em outro celular, smartwatch e fone de ouvido
Desde o Galaxy S10, a Samsung permite que os smartphones premium sejam usados para carregamenro reverso sem fio (imagem: Reprodução/Samsung)

O iPhone carrega outro celular por indução?

O hardware do iPhone não foi desenvolvido para o carregamento reverso por indução. Suas bobinas internas são configuradas apenas para receber energia via padrão Qi ou MagSafe, sendo incapazes de transmitir carga sem fio para outros celulares.

No entanto, a linha iPhone 15 e modelos superiores permitem o compartilhamento de carga via porta USB-C. Utilizando o protocolo Power Delivery, o aparelho consegue alimentar acessórios ou outros smartphones de forma cabeada.

Dá para saber se meu celular suporta carregamento reverso?

Sim, uma forma rápida de saber se o celular tem tecnologia de carregamento reverso é acessando o menu de configurações de Bateria ou Conexões no sistema operacional. Procure por funções como Wireless Power Share ou Compartilhamento de Bateria, que habilitam o aparelho a transferir energia para outros acessórios.

Se a opção não estiver visível, consulte as especificações técnicas oficiais no site da marca ou na área Produtos do Tecnoblog. Se o modelo listar suporte para carregamento reverso com ou sem fio, ele está apto para transferir carga para outros dispositivos.

imagem de dois iphone realizando carregamenro reverso via cabo
A Apple apenas perminte o carregamento reverso cabeado no iPhone (imagem: Reprodução/Vegger)

Quais são as vantagens do carregamento reverso?

Estes são os pontos fortes da tecnologia de carregamento reverso:

  • Opção de emergência: atua como um “power bank” para uma carga rápida em outro celular ou acessórios quando não há tomadas por perto;
  • Ecossistema universal (Padrão Qi): a conveniência é democrática, permitindo transferir energia para aparelhos de diferentes marcas, desde que ambos suportem o padrão de indução sem fio;
  • Otimização de acessórios vestíveis: é a solução ideal para manter smartwatches e fones de ouvido carregados durante o trajeto para o trabalho ou em uma viagem, eliminando a necessidade de levar cabos específicos para cada gadget;
  • Redução da “ansiedade de bateria”: pode proporcionar paz de espírito ao usuário, transformando o celular principal em uma estação de carga centralizada que atende a todo o kit pessoal;
  • Sustentabilidade e menos e-lixo: ao transformar o smartphone em carregador, reduz-se a demanda por novos periféricos e baterias externas, combatendo o acúmulo de lixo eletrônico a longo prazo.

Quais são as desvantagens do carregamento reverso?

Estes são os pontos fracos do carregamento reverso:

  • Dreno acelerado no dispositivo hospedeiro: o aparelho principal consome sua própria carga rapidamente para alimentar o outro dispositivo, o que pode deixar o usuário na mão caso não monitore a porcentagem de energia restante:
  • Velocidade de carregamento limitada: a potência entregue é drasticamente menor que a de um carregador de parede, servindo apenas para “sobrevida” de acessórios ou carga de emergência em outros celulares;
  • Baixa eficiência e desperdício térmico: grande parte da energia compartilhada se dissipa como calor durante a transferência por indução, consumindo muito mais carga do hospedeiro do que o dispositivo receptor efetivamente armazena;
  • Exigência de alinhamento preciso: pequenos deslocamentos entre os aparelhos podem interromper o fluxo de energia por indução ou aumentar ainda mais a perda de eficiência por aquecimento;
  • Desgaste precoce das células de lítio: o calor gerado e os ciclos extras de carga e descarga aceleram o desgaste químico da bateria, reduzindo a vida útil do smartphone a longo prazo.
imagem de um tablet e um smartphone xiaomi realizando o carregamento reverso
O carregamento reverso deve ser uma opção de emergência, pois ele possui velocidade de carregamento limitada e drena mais energia do aparelho principal (imagem: Reprodução/Xiaomi)

Qual é a diferença entre carregamento reverso com fio e sem fio?

O carregamento reverso com fio é a função que usa o padrão USB para transformar o celular em um power bank, transmitindo energia diretamente via cabo para outros dispositivos. Por utilizar condutores metálicos, ele oferece alta eficiência energética, estabilidade constante e velocidades de recarga superiores.

O carregamento reverso sem fio transforma o smartphone em uma base de carregamento por indução, gerando um campo eletromagnético entre as bobinas internas para enviar energia. Embora ofereça a conveniência de eliminar fios, a tecnologia é mais lenta e exige um alinhamento preciso, resultando em maior dissipação de calor.

Qual é a diferença entre carregamento reverso e carregamento por indução?

O carregamento reverso é o método que inverte o fluxo de energia, transformando o smartphone em um carregador portátil para alimentar outros aparelhos e acessórios. Ele pode funcionar via cabo ou sem fio, usando a própria bateria do celular como fonte de carga.

O carregamento por indução é o processo de transferir energia de uma base conectada à tomada para o dispositivo via campos eletromagnéticos. O sistema utiliza bobinas de cobre para converter corrente alternada em contínua, abastecendo a bateria por contato.

O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos

Além de bateria robusta e carregamento rápido, OPPO A6 Pro possui carregamento reverso (imagem: divulgação/OPPO)

O que é carregador GaN? Entenda o dispositivo de carregamento rápido

7 de Abril de 2026, 14:03
ilustração de um carregador com o chip GaN
Conheça a tecnologia de nitreto de gálio e como ela revolucionou a forma de carregar dispositivos (imagem: Reprodução/Innergie)

O carregador GaN utiliza o moderno semicondutor nitreto de gálio para garantir uma condução de energia muito mais veloz. Essa tecnologia substitui o silício tradicional, permitindo criar acessórios ultracompactos que não abrem mão da segurança térmica.

Seu diferencial é o carregamento rápido otimizado, que converte energia em frequências altíssimas com perdas mínimas. Como os componentes internos diminuem sem sacrificar o desempenho, o usuário tem uma fonte de alta potência que cabe no bolso.

Com ampla versatilidade, ele carrega desde fones de ouvido até notebooks robustos via USB-C, ajustando a voltagem para cada aparelho conectado. Isso garante que a saúde da bateria seja preservada, entregando apenas a carga necessária para cada tipo de hardware.

A seguir, entenda melhor o conceito do carregador GaN, seu funcionamento detalhado e os dispositivos compatíveis com a tecnologia. Também veja os pontos fortes e fracos deste modelo de acessório para recarregar baterias.

O que é um carregador GaN?

O carregador GaN é um acessório que usa o semicondutor nitreto de gálio, garantindo uma condução de energia muito mais veloz e eficiente. Essa tecnologia permite criar dispositivos ultracompactos e potentes, capazes de carregar múltiplos aparelhos rapidamente sem comprometer a segurança ou a portabilidade.

O que significa GaN?

O nitreto de gálio (GaN) é um semicondutor de alta eficiência que substitui o silício, permitindo a condução de energia com menor geração de calor. Isso viabiliza carregadores compactos e potentes, capazes de operar em frequências elevadas com perdas mínimas de desempenho.

Imagem mostra um carregador branco da Xiaomi. Ao fundo, o texto em azul "67 W".
O nitreto de gálio (GaN) oferece maior eficiência e menor geração de calor (imagem: Divulgação/Xiaomi)

Como funciona um carregador GaN?

O carregador GaN usa o nitreto de gálio para conduzir elétrons com eficiência térmica e velocidade superiores. Isso garante um carregamento rápido otimizado, convertendo energia por meio de transistores que operam em frequências altíssimas sem desperdícios.

Como esses componentes trabalham rápido, itens internos como transformadores diminuem de tamanho sem sacrificar a potência do carregador. O resultado é um acessório compacto que entrega alto desempenho ocupando apenas uma fração do espaço de fontes convencionais.

Outra vantagem é a dissipação de calor reduzida, permitindo que a energia flua quase integralmente para a bateria do aparelho. Assim, é possível atingir níveis de Potência (W), entre 30 e 100 W, sem a necessidade de dissipadores pesados ou carcaças que superaquecem.

Equipados com o padrão USB Power Delivery (PD), esses carregadores negociam a voltagem ideal para cada dispositivo conectado de forma inteligente. Em modelos com múltiplas portas, o sistema gerencia a carga dinamicamente, mantendo a estabilidade total enquanto a pessoa carrega o celular e o notebook juntos.

imagem de um carregador GaN plugado em uma tomada
O GaN permite que os adaptadores de tomada para recarga sejam menores e mais eficientes (imagem: Reprodução/Native Union)

Quais dispositivos os carregadores GaN podem carregar?

Os carregadores GaN revolucionaram o mercado ao oferecer alta densidade de potência em tamanhos reduzidos. Estes são alguns dispositivos que permitem usar a tecnologia para recarregar as baterias:

  • Smartphones: funcionam em qualquer dispositivo moderno com porta USB-C ou a clássica USB-A, utilizando cabos adequados para fornecer cargas rápidas e seguras;
  • Tablets de alto desempenho: suportam alta demanda de energia para carregar aparelhos com bateria de grande capacidade em pouco tempo, sem comprometer a integridade do componente;
  • Notebooks e ultrabooks: substituem as pesadas fontes tradicionais em laptops que aceitam carregamento via USB-C, desde que o carregador ofereça a potência mínima exigida;
  • Consoles portáteis e handhelds: alimentam videogames compactos que usam protocolo USB Power Delivery (USB-PD), permitindo jogar e carregar simultaneamente com estabilidade energética;
  • Acessórios de baixo consumo: gerenciam de forma inteligente a saída de energia para dispositivos sensíveis, como fones de ouvido sem fio e smartwatches, ajustando a saída de energia para proteger os componentes mais frágeis durante a carga;
  • Câmeras e equipamentos de vídeo: alimentam corpos de câmeras mirrorless e monitores externos que utilizam o padrão USB-PD para operação em estúdio ou campo;
  • Power banks e hubs de energia: aceleram a reposição de carga em baterias externas de alta capacidade, reduzindo drasticamente o tempo de espera conectado à tomada.
Imagem mostra um carregador branco da Xiaomi carregando um smartphone e um notebook.
Carregadores Gan podem ser usados na recarga de notebooks e smartphones (imagem: Divulgação/Xiaomi)

Quais são as vantagens de um carregador GaN?

Estes são os pontos positivos de um carregador GaN:

  • Design compacto: a tecnologia permite componentes menores e mais próximos, resultando em carcaças até 50% menores que os modelos tradicionais;
  • Velocidade de carregamento superior: tem capacidade de conduzir voltagens mais altas com rapidez, atendendo aos protocolos de carregamento rápido mais exigentes;
  • Eficiência energética e sustentabilidade: o material reduz a perda de energia por calor, garantindo que a maior parte da eletricidade consumida da tomada chegue, de fato, à bateria;
  • Gerenciamento térmico: por operar com menor aquecimento residual, o carregador garante segurança total contra superaquecimento, mesmo fornecendo altas potências por longos períodos;
  • Hub de carregamento versátil: a alta densidade de potência permite múltiplas portas USB em um corpo compacto, conseguindo alimentar notebooks, tablets e celulares simultaneamente sem esforço;
  • Durabilidade e preservação do hardware: o menor estresse térmico prolonga a vida útil do carregador e protege a saúde da bateria dos seus dispositivos contra oscilações de temperatura.

Quais são as desvantagens de um carregador GaN?

Estes são os pontos fracos de um carregador GaN:

  • Custo elevado: o processo de fabricação do material GaN é mais caro que o do silício convencional, o que se traduz em um preço final significativamente maior para o consumidor;
  • Incompatibilidade com dispositivos antigos: aparelhos antigos sem suporte ao USB-PD não extraem o potencial do acessório, tornando o investimento subutilizado em hardware datado;
  • Gerenciamento térmico em altas potências: embora o GaN desperdice menos energia, o tamanho reduzido concentra o calor gerado, exigindo projetos de dissipação eficientes para evitar altas temperaturas;
  • Mercado de entrada pouco confiável: a popularização da tecnologia atraiu fabricantes genéricos que utilizam componentes de baixa qualidade, comprometendo a estabilidade da tensão e a durabilidade;
  • Densidade interna e riscos físicos: o design ultracompacto deixa pouco espaço entre os circuitos internos, o que pode facilitar falhas elétricas ou curtos-circuitos em caso de quedas severas.
Carregador GaN da Razer (Imagem: Divulgação/Razer)
Diversos modelos de carregadores GaN oferecem multiplas entradas USB, mas são acessórios mais caros do que os modelos de silício (imagem: Divulgação/Razer)

Carregador GaN esquenta?

Sim, o carregador GaN esquenta, mas opera na “elite” da eficiência energética. Ele converte eletricidade com perdas mínimas devido ao nitreto de gálio, resultando em um acessório que fica apenas morno, mesmo sendo muito menor que os antigos carregadores de silício.

O alerta ocorre se o calor impedir o toque ou houver deformações no plástico, sinais claros de componentes internos de baixa qualidade. Para evitar sustos, invista em marcas certificadas com proteção térmica e jamais “sufoque” o adaptador sob almofadas ou cobertores durante o uso.

Carregador GaN é seguro?

Sim, os carregadores GaN são seguros, pois o nitreto de gálio dissipa menos calor e opera com uma eficiência energética superior ao silício convencional. Essa tecnologia permite que componentes mais próximos em carcaças compactas, mantendo sistemas inteligentes que monitoram a temperatura e a voltagem em tempo real.

O verdadeiro risco surge com falsificações de baixo custo, que sacrificam o isolamento térmico e a filtragem de ruído elétrico para reduzir o preço. Para garantir a integridade da bateria, priorize modelos certificados e evite obstruir a ventilação do acessório durante o uso intenso.

Carregador GaN estraga a bateria?

Não, o carregador GaN não é um vilão da saúde da bateria do celular porque ele é mais eficiente e esquenta menos que os modelos de silício. Além disso, protocolos inteligentes como USB-PD atuam como um “filtro” para o smartphone, absorvendo apenas a potência exata necessária sem sobrecarregar as células de íons de lítio.

O perigo está no uso de acessórios falsificados sem certificação da Anatel ou no hábito de abafar o aparelho durante o carregamento. Por isso, prefira marcas consolidadas e cabos robustos, garantindo que o alto desempenho da tecnologia nunca se transforme em dor de cabeça térmica.

Carregador GaN da Nubia (Imagem: Divulgação/Nubia)
Carregador GaN da Nubia (Imagem: Divulgação/Nubia)

Qual é a diferença entre carregador GaN e um carregador normal?

O carregador GaN usa transistores de nitreto de gálio para converter energia, permitindo que os componentes trabalhem em frequência e voltagens mais altas com pouca perda de calor. Isso resulta em um acessório mais compacto, leve e eficiente, que entrega muita carga sem “fritar” a tomada.

O carregador normal adota semicondutores de silício que, por serem menos eficientes em altas frequências, exigem dissipadores de calor e transformadores robustos para não superaquecer. Por isso, eles acabam sendo maiores, mais pesados e desperdiçam mais energia em forma de calor durante o uso.

Qual é a diferença entre carregador GaN e um carregador PD?

O carregador GaN é um acessório que troca o silício tradicional pelo nitreto de gálio, permitindo componentes que esquentam menos e conduzem energia com muito mais eficiência. Isso resulta em carregadores potentes que são muito menores e menos “esquentadinhos” durante o uso.

O carregador PD (Power Delivery) é, na verdade, um protocolo de software via conexão USB-C que controla a voltagem exata que o dispositivo precisa receber de forma inteligente. É o “cérebro” que permite carregar desde um fone de ouvido até um notebook potente usando o mesmo acessório, com total segurança.

O que é carregador GaN? Entenda o dispositivo de carregamento rápido

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Carregador GaN da Razer (Imagem: Divulgação/Razer)

Carregador GaN da Nubia (Imagem: Divulgação/Nubia)

Huawei Watch GT 6 fica 54% mais barato em até 10x sem juros no Mercado Livre

7 de Abril de 2026, 11:58

Prós
  • Tela AMOLED de 3.000 nits com alta legibilidade externa
  • Promete autonomia de até 21 dias
  • Conjunto completo de sensores de saúde e esportes
  • Certificação IP69 e resistência a 5 ATM
  • Compatibilidade com sistema iOS e Android
Contras
  • Não possui conectividade LTE
  • Sem sensor ECG
  • Corpo não é de titânio como a versão Pro
  • NFC não foi habilitado no Brasil
Cupom Parcelado
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Huawei Watch GT 6 entrou em oferta por R$ 1.139 em 10x sem juros com o cupom AQUITEMCUPOM no Mercado Livre. Lançado originalmente por R$ 2.499, o smartwatch com tela AMOLED e ampla bateria recebe um desconto de 54% nesta promoção.

Huawei Watch GT 6 tem corpo de aço inoxidável, GPS integrado e bateria de até 21 dias

Huawei Watch GT 6 (imagem: Divulgação)
Huawei Watch GT 6 tem corpo de aço inoxidável e tela AMOLED de 1,47 polegadas (imagem: Divulgação)

O Huawei Watch GT 6 se destaca pela tela AMOLED de 1,47 polegadas, entregando um brilho de 3.000 nits que facilita a visualização do painel mesmo sob o sol. Com corpo de 46 mm em aço inoxidável, o modelo possui botões físicos e uma coroa giratória para a navegação entre menus.

O smartwatch apresenta recursos para monitoramento de atividades ao ar livre, como ciclismo, corrida e trilhas. Então, o GPS integrado é uma importante ferramenta para mapear rotas ou atuar como um mapa offline.

Prometendo ampla autonomia, o Huawei Watch GT 6 entrega até 21 dias de uso moderado com a função de detecção automática de exercícios. Já para o uso normal com GPS e outras funcionalidades mais pesadas, o tempo de uso cai para 7 dias.

Ciclista olhando para o Huawei Watch GT 6 Pro
Huawei Watch GT 6 é recomendado para atividades ao ar livre (imagem: Divulgação)

O smartwatch da Huawei traz certificação IP69 de resistência à poeira e água, além de suportar a pressão estática em mergulhos de até 50 metros pelo tempo limite de 10 minutos. O que exige uma atenção para os usuários que pretendem utilizar o dispositivo em atividades aquáticas.

Na parte de saúde, o acessório tem sensores para monitoramento de frequência cardíaca, saturação de oxigênio, qualidade do sono e outros dados. Essas informações são sincronizadas com o app Huawei Health e influenciam o recurso Active Rings, que cria metas personalizadas para uma rotina mais saudável.

Fechando o pacote, o Huawei Watch GT 6 (R$ 1.139 em 10x sem juros com o cupom AQUITEMCUPOM) oferece conexões Bluetooth 6.0. Ele pode ser pareado com celulares Android ou iPhone (iOS), permitindo atender chamadas, controlar mídias e a câmera sem precisar abrir o dispositivo.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Huawei Watch GT 6 fica 54% mais barato em até 10x sem juros no Mercado Livre

Huawei Watch GT 6 (imagem: Divulgação)

Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: Divulgação)

O que é Zigbee? Conheça o protocolo de comunicação para dispositivos IoT

6 de Abril de 2026, 15:44
ilustração sobre Zigbee
Entena como funciona o protocolo de comunicação que conecta os itens de uma casa inteligente (imagem: Reprodução/Innexia)

O Zigbee é um protocolo de comunicação sem fio focado em baixo consumo, sendo ideal para a Internet das Coisas (IoT). Ele conecta os dispositivos inteligentes em uma rede de malha (mesh), garantindo que a automação seja escalável, rápida e eficiente.

A tecnologia se inspira na comunicação das abelhas de uma colmeia, onde os dispositivos “conversam” entre si para definir o caminho mais curto para o envio de dados. Essa inteligência local permite que sensores e lâmpadas funcionem normalmente, mesmo se o Wi-Fi cair.

O protocolo Zigbee está presente em hubs, lâmpadas, fechaduras e até sensores que operam por anos com uma única bateria. Além disso, é possível transformar aparelhos comuns em “inteligentes” usando apenas uma tomada ou interruptor que suporte a tecnologia.

A seguir, entenda o conceito do Zigbee, suas funções em uma casa inteligente e o funcionamento detalhado do protocolo de comunicação. Também saiba os pontos fortes e fracos da tecnologia voltada para IoT.

O que é Zigbee?

Zigbee é um protocolo de comunicação sem fio de baixo consumo e curto alcance, ideal para conectar dispositivos de IoT via rede de malha (mesh), garantindo alta escalabilidade. Sua robustez e eficiência energética o tornam o padrão global para automação residencial e industrial, unindo baixo custo operacional a uma conectividade confiável.

Qual é a origem do nome Zigbee?

O termo “Zigbee” inspira-se na “dança do maneio” das abelhas, que usam movimentos em zigue-zague para compartilhar informações vitais com a colmeia. O prefixo “zig” remete a esse padrão, enquanto “bee” simboliza a cooperação eficiente entre múltiplos nós em uma rede sem fio.

Essa analogia descreve a comunicação em malha do protocolo, que hoje é mantido pela Connectivity Standard Alliance (CSA). O nome reflete a capacidade de dispositivos de baixo consumo operarem de forma organizada, autônoma e escalável, assim como uma colmeia funcional.

Lâmpada Philips Hue GU10 com Bluetooth e Zigbee chega ao Brasil (Imagem: Divulgação/Signify)
A tecnologia Zigbee costuma ser usada para automação de iluminação residencial (imagem: Divulgação/Signify)

Para que serve o Zigbee?

A tecnologia Zigbee foi projetada para conectar dispositivos de automação residencial e industrial com baixo consumo de energia. Ela estabelece uma rede estável que permite o controle integrado de sensores, lâmpadas inteligentes e sistemas de climatização.

Além do uso doméstico, o protocolo assegura a transmissão eficiente de dados em monitoramentos hospitalares e infraestrutura de cidades inteligentes. Sua estrutura em malha garante alta confiabilidade e alcance ampliado para dispositivos que operam com baterias de longa duração.

Como funciona o Zigbee

O protocolo Zigbee trabalha em uma rede mesh de baixo consumo, permitindo que dispositivos “conversem” entre si por meio de saltos curtos e eficientes. Ele funciona como uma teia inteligente onde cada nó (dispositivo) ajuda a levar a mensagem ao destino final com economia total de energia.

A tecnologia atua em camadas: enquanto a base cuida do rádio e da transmissão bruta, o protocolo organiza quais dispositivos entram e como os dados circulam. Essa estrutura garante que lâmpadas e sensores se descubram e se conectem de forma automática e segura.

No coração da rede está o coordenador, mas o papel do roteador Zigbee é vital para ampliar o sinal e encaminhar o tráfego dos aparelhos menores. Esses roteadores mantêm a rede viva e estável, criando rotas dinâmicas para que a informação nunca se perca pelo caminho.

Operando em 2,4 GHz, o sistema usa criptografia AES-128 para manter tudo protegido contra invasores enquanto economiza bateria. É a solução perfeita para casas inteligentes, onde os dispositivos “dormem” a maior parte do tempo e acordam apenas para realizar as tarefas.

infográfico do funcionamento do zigbee
Funcionamento de uma rede Zigbee (imagem: Reprodução/Edalab)

Zigbee funciona sem internet?

Sim, a tecnologia Zigbee funciona totalmente sem internet, pois cria uma rede mesh independente via rádio (IEEE 802.15.4). Isso garante que interruptores e sensores executem automações programadas e comandos diretos mesmo se o roteador Wi-Fi estiver offline.

Entretanto, a falta de internet bloqueia o acesso remoto via aplicativos fora de casa e a integração com assistentes de voz em nuvem. Embora o controle local permaneça intacto, serviços de atualização de firmware e notificações externas ficam temporariamente suspensos.

Quais dispositivos utilizam o protocolo Zigbee?

A rede Zigbee é um pilar fundamental na Internet das Coisas (IoT), permitindo que diversos aparelhos se comuniquem eficientemente. Conheça os principais dispositivos que utilizam essa tecnologia:

  • Hubs Zigbee e controladores centrais: atuam como o cérebro da rede, gerenciando o tráfego de dados e conectando dispositivos locais à nuvem ou aplicativos de controle;
  • Iluminação inteligente: lâmpadas LED e fitas de luz utilizam a rede mesh para estender o sinal por toda a casa e permitir ajustes de brilho ou cor;
  • Interruptores e tomadas Zigbee: permitem automatizar aparelhos convencionais e medir o consumo elétrico, funcionando como repetidores de sinal para fortalecer a malha da rede;
  • Sensores de segurança e ambiente: sensores de movimento, temperatura e abertura de janelas oferecem respostas rápidas e durabilidade de bateria por vários anos;
  • Fechaduras e controles de acesso: usam a criptografia do protocolo para garantir entradas seguras e monitoramento em tempo real sem depender de Wi-Fi estável;
  • Dispositivos de climatização: termostatos que monitoram a temperatura e regulam o ar-condicionado de forma autônoma, garantindo conforto térmico e eficiência energética;
  • Assistentes de voz integrados: alguns alto-falantes inteligentes já possuem rádio Zigbee embutido, eliminando a necessidade de uma central de comando dedicada à parte;
  • Medidores industriais e de utilidades: equipamentos que monitoram o consumo de água ou energia e o status de máquinas em ambientes de larga escala e difícil acesso;
  • Dispositivos de saúde e vestíveis: monitores de sinais vitais que transmitem dados sensíveis com alta confiabilidade e baixa interferência.

Vale dizer que dispositivos “comuns” podem se tornar Zigbee ao serem ligados em interruptores e tomadas com a tecnologia. Dessa maneira, o usuário consegue controlar o aparelho com certa autonomia e incluí-lo no ecossistema de automação.

imagem da caixa de um produto com um selo "Zigbee Certified Product"
Os produtos compatíveis com o protocolo trazem o selo “Zigbee Cerfified Product” (imagem: Reprodução/How To Geek)

Quais são as vantagens do Zigbee?

O Zigbee é um protocolo essencial para uma casa conectada, oferecendo infraestrutura robusta para integrar diversos eletrodomésticos inteligentes. Estes são os pontos fortes da tecnologia:

  • Eficiência energética: otimizado para operar com baixíssimo consumo, permite que sensores e fechaduras funcionem por anos com apenas pilhas comuns ou baterias pequenas;
  • Topologia de Rede Mesh: cada dispositivo atua como um repetidor de sinal, criando rotas redundantes que ampliam o alcance e eliminam pontos cegos na comunicação;
  • Alta escalabilidade de nós: suporta até 65 mil dispositivos em uma única rede, sendo ideal tanto para residências quanto para grandes edifícios repletos de sensores;
  • Processamento local e autonomia: a comunicação ocorre via hub sem depender da nuvem, garantindo que automações funcionem mesmo se a conexão com a internet cair;
  • Segurança integrada robusta: utiliza criptografia AES-128 e chaves de segurança dinâmicas para prevenir interceptações e acessos não autorizados ao sistema;
  • Baixo custo de implementação: o hardware simplificado exige menos processamento que o Wi-Fi, resultando em dispositivos finais mais baratos e acessíveis ao consumidor;
  • Latência mínima e resposta instantânea: os dispositivos despertam e transmitem dados em milissegundos, proporcionando acionamentos imediatos de luzes e sensores de presença;
  • Interoperabilidade de mercados: por ser um padrão global maduro, permite que produtos de diferentes fabricantes trabalhem juntos harmoniosamente no mesmo ecossistema.

Quais são as desvantagens do Zigbee?

Estes são os pontos fracos do Zigbee:

  • Alcance físico reduzido: o sinal cobre distâncias curtas de até 100 metros e é facilmente bloqueado por paredes ou móveis. A estabilidade depende de repetidores e roteadores para formar uma malha eficaz;
  • Baixa taxa de transmissão de dados: limitado a 250 kpbs, o protocolo não suporta tráfego pesado como áudio ou vídeo. É estritamente funcional para comandos simples e leituras de sensores;
  • Congestionamento na banda de 2,4 GHz: ao compartilhar a frequência com Wi-Fi e Bluetooth, o sinal sofre interferências constantes. Em ambientes saturados, isso resulta em maior latência e perda de pacotes;
  • Dependência de um hub central (Gateway): os dispositivos não possuem IP próprio e exigem um coordenador para acesso à rede. Isso eleva o custo inicial e cria um ponto único de falha no sistema;
  • Fragmentação e falta de interoperabilidade: diferentes fabricantes usam perfis proprietários que impedem a comunicação entre marcas. Um dispositivo Zigbee de uma empresa pode não ser reconhecido pelo hub de outra;
  • Complexidade em redes de alta densidade: o excesso de nós em ambientes industriais gera colisões de pacotes e aumenta o tempo de resposta. O gerenciamento de rotas torna-se ineficiente conforme a rede cresce;
  • Vulnerabilidades na implementação de segurança: embora use criptografia AES-128, falhas em chaves de pareamento padrão podem expor a rede. A interceptação física durante o contato inicial continua sendo um risco crítico.
imagem de uma mão segurando uma tomada inteligente TP-Link Tapo P110
Tomadas inteligentes com suporte ao protocolo Zigbee podem transformar qualquer dispositivo em “smart” (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Existem alternativas ao protocolo Zigbee?

Sim, existem diferentes alternativas ao protocolo Zigbee para conectividade IoT e casas inteligentes. As principais são:

  • Z-Wave: opera em frequências sub-GHz para evitar interferências com o Wi-Fi e atravessar paredes com maior facilidade. É uma rede mesh fechada e altamente estável, ideal para automação residencial focada em segurança;
  • Thread: protocolo mesh baseado em IP que oferece baixa latência e alta segurança sem depender de um hub central. É o alicerce do padrão Matter, garantindo interoperabilidade nativa entre diferentes fabricantes;
  • Matter: é um padrão unificador que roda sobre Wi-Fi e Thread para simplificar a configuração. Seu objetivo principal é permitir que dispositivos de marcas distintas “falem” a mesma língua;
  • Wi-Fi HaLow: variante do Wi-Fi (802.11ah) projetada especificamente para IoT, operando em frequências baixas para longo alcance. Consome muito menos energia que o Wi-Fi comum, suportando milhares de sensores em uma única rede;
  • LPWAN (LoRaWAN, NB-IoT): focadas em comunicação de longa distância com consumo de bateria extremamente reduzido. São as soluções ideais para agricultura inteligente, cidades conectadas e monitoramento de ativos remotos.
Ilustração sobre Wi-Fi
O Wi-Fi é uma das tecnologias que “rivalizam” com o Zigbee na automação residencial (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre Zigbee e Wi-Fi?

Zigbee é um protocolo de comunicação de baixo consumo de energia, que funciona por meio de redes mesh. Ele conecta múltiplos dispositivos inteligentes de forma estável, permitindo que cada nó repita o sinal para o próximo, sendo ideal para redes de sensores e automação residencial.

Wi-Fi é uma tecnologia de rede local de alta largura de banda projetada para transmissão rápida de grandes volumes de dados e acesso à internet. Operando em topologia de estrela, ele centraliza a conexão no roteador, exigindo maior consumo energético dos aparelhos.

Qual é a diferença entre Zigbee e Z-Wave?

Zigbee é um protocolo aberto de 2,4 GHz que suporta redes extensas com até 65 mil dispositivos, ideal para automações densas e globais. Sua alta frequência permite maior largura de banda, embora seja mais suscetível a interferências de redes Wi-Fi e Bluetooth vizinhas.

Z-Wave é uma tecnologia proprietária que utiliza frequências sub-GHz, garantindo sinal estável e maior penetração em obstáculos físicos como paredes. Ela prioriza a interoperabilidade rigorosa e evita conflitos com o Wi-Fi, mas limita cada rede a um máximo de 232 nós.

Qual é a diferença entre Zigbee e Matter?

Zigbee é um protocolo de rede mesh de baixo consumo que opera na frequência de 2,4 GHz, sem depender de Wi-Fi. Ele exige um hub central para traduzir seus dados e conectar dispositivos simples, como lâmpadas e sensores, à internet.

Matter é um padrão de interoperabilidade baseado em IP que funciona como uma linguagem universal para unificar ecossistemas. Ele utiliza tecnologias existentes, como Wi-Fi e Thread, para permitir que dispositivos de diferentes marcas se comuniquem localmente.

O que é Zigbee? Conheça o protocolo de comunicação para dispositivos IoT

Lâmpada Philips Hue GU10 com Bluetooth e Zigbee chega ao Brasil (Imagem: Divulgação/Signify)

(imagem: Reprodução/How To Geek)

Tomada inteligente TP-Link Tapo P110 (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Saiba como proteger sua rede Wi-Fi em casa ou no trabalho (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Pro (256 GB) fica 35% mais barato no Mercado Livre

6 de Abril de 2026, 10:44

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O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) está disponível por R$ 3.236,15 no Pix no Mercado Livre. Lançado originalmente por R$ 4.999, o smartphone premium da Motorola com ampla bateria e tela pOLED recebe um desconto de 35% nesta oferta.

Motorola Edge 60 Pro tem tela pOLED, câmera com Moto AI e bateria de até 45 horas

Traseira roxa do Edge 60 Pro, com destaque na câmera tripla, organizada em um quadrado
Motorola Edge 60 Pro tem um conjunto de câmera traseira liderado por um sensor de 50 MP da Sony (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Edge 60 Pro tem uma ampla tela pOLED de 6,7 polegadas com resolução Super HD 1.5K e brilho máximo de 4.500 nits. O painel com taxa de atualização de 120 Hz e recurso HDR10+ ainda promete imagens fluidas e detalhadas em vídeos e jogos.

O telefone com Moto AI apresenta uma câmera tripla traseira com sensor principal Sony Lytia 700C de 50 MP e suporte para vídeos em 4K e fotos com zoom híbrido de até 50x. Já a câmera frontal de 50 MP também registra vídeos em 4K e selfies extremamente detalhadas.

Um dos principais atrativos do Edge 60 Pro é a bateria de 6.000 mAh com autonomia para até 45 horas de uso moderado. O aparelho ainda conta com carregamento rápido de até 90 W, podendo ir de 0 a 100% em somente 6 minutos.

Tela do Edge 60 Pro com recursos da Moto AI
Motorola Edge 60 Pro influi o MotoAI e um botão dedicado para a Inteligência Artificial (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O smartphone premium da Motorola adota o chipset de alto desempenho Mediatek Dimensity 8350 Extreme combinado com até 24 GB de RAM via RAM Boost. Então, os 256 GB de armazenamento interno garantem um espaço equilibrado para mídias, aplicativos e outros arquivos.

Na parte de software, o telefone está pronto para receber o Android 16 e deve receber apenas mais duas grandes atualizações do sistema operacional. O modelo traz conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação.

O Motorola Edge 60 Pro (R$ 3.236,15 no Pix) tem certificado de resistência IP68/IP69, garantindo uma ampla proteção contra poeira, areia, jatos d’água e imersão em água doce. Então, o certificado militar MIL-STD-810H reforça a proteção contra temperaturas extremas e umidade.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 Pro (256 GB) fica 35% mais barato no Mercado Livre

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O que é Matter? Entenda o protocolo de conexão para casas inteligentes (IoT)

27 de Março de 2026, 17:16
Logo do Matter (Imagem: Divulgação/Matter)
O protocolo Matter permite que dispositivos de diferentes marcas “conversem” entre si (imagem: Divulgação/Matter)

O Matter é um protocolo de conectividade que garante a interoperabilidade nativa entre dispositivos de diferentes ecossistemas. Lançado pela CSA, ele utiliza Wi-Fi ou o padrão Thread para oferecer conexões rápidas e seguras em uma rede doméstica.

Funcionando como uma camada de abstração baseada em IP, ele padroniza a comunicação entre marcas variadas localmente. Isso reduz a latência e aumenta a privacidade, eliminando a dependência excessiva da nuvem para o processamento de dados.

Na automação residencial, o Matter permite integrar lâmpadas, sensores e outros itens de diversos fabricantes de forma unificada em uma casa inteligente. Com o recurso multi-admin, o usuário pode gerenciar o mesmo aparelho pela Alexa ou pelo Google Home simultaneamente.

A seguir, conheça o protocolo Matter, como ele funciona detalhadamente e exemplos de uso no nosso dia a dia. Também descubra os pontos fortes e fracos da tecnologia de conectividade para Internet das Coisas (IoT).

O que é Matter?

Matter é um protocolo de comunicação baseado em IP que assegura a interoperabilidade nativa entre dispositivos de diferentes ecossistemas. Criado pela Connectivity Standards Alliance (CSA) em 2022, ele usa Wi-Fi e o padrão Thread para garantir conexões locais rápidas, seguras e independentes de nuvens ou hubs proprietários.

Para que serve o protocolo Matter?

O protocolo Matter padroniza a interoperabilidade entre dispositivos de diferentes fabricantes, permitindo que operem nativamente em ecossistemas. Ele usa tecnologia como Wi-Fi e Thread sobre IP para criar uma rede local robusta, dispensando múltiplos hubs proprietários para a automação básica.

Para o consumidor, o padrão simplifica a compra e configuração de acessórios, garantindo controle offline veloz e segurança reforçada por criptografia de ponta a ponta. Já os fabricantes se beneficiam de um desenvolvimento unificado e maior alcance de mercado, eliminando a necessidade de criar softwares específicos para cada assistente virtual.

Matter promete resolver o problema da casa conectada (Imagem: Divulgação/Matter)
Matter promete resolver o problema da casa conectada ao permitir que dispositivos de diferentes marcas operem nativamente (imagem: Divulgação/Matter)

Como funciona o protocolo Matter?

O Matter funciona como uma camada de abstração baseada no protocolo de internet IPv6, padronizando a comunicação entre dispositivos de diferentes fabricantes via Wi-Fi ou Thread. Ele elimina a dependência de nuvens proprietárias, permitindo o controle local com maior velocidade, privacidade e confiabilidade.

O processo usa Bluetooth LE para o pareamento inicial via QR Code ou NFC, estabelecendo uma sessão segura por meio do protocolo PASE. Uma vez autenticado, o acessório recebe credenciais operacionais e é integrado a um “fabric”, um domínio de rede lógica compartilhado entre os controladores.

A arquitetura de segurança usa criptografia CASE para proteger as mensagens trocadas entre os nós, enquanto o protocolo mDNS facilita a descoberta dinâmica na rede local. Esse modelo de comunicação direta reduz a latência e mantém as automações funcionais mesmo quando a internet está offline.

O suporte ao recurso “multi-admin” é um pilar central, permitindo que um único dispositivo seja gerenciado simultaneamente por diferentes ecossistemas, como Alexa e Google Home. Por fim, os administradores gerenciam as permissões de forma segura, mantendo a integridade e a privacidade de toda a rede doméstica.

infográfico das camadas que formam a estrutura do padrão Matter
O Matter atua na camada de aplicação em uma estrutura IoT, tendo o apoioo de outros protocolos para seu funcionamento (imagem: Reprodução/Qorvo)

Quais são os exemplos de uso do Matter?

O Matter se propõe a eliminar as barreiras de compatibilidade na Internet das Coisas (IoT). Ele garante que dispositivos de diferentes fabricantes “falem a mesma língua” de forma local, rápida e segura:

  • Iluminação e tomadas universais: permite gerenciar lâmpadas e tomadas de marcas distintas em um único aplicativo, facilitando o monitoramento e o controle da rede IoT;
  • Fechaduras e segurança residencial: possibilita a abertura de portas por comandos de voz, garantindo que sensores de presença e travas de marcas diferentes trabalhem em total sincronia;
  • Climatização inteligente: centraliza o ajuste de termostatos e ares-condicionados, automatizando a temperatura com base em dados de sensores de umidade e calor externos;
  • Cenas multi-dispositivos: integra câmeras, alarmes e luzes para executar ações conjuntas, criando um ecossistema de segurança fluido e de baixa latência;
  • Eletrodomésticos de grande porte: expande o controle para máquinas de lavar e geladeiras, permitindo diagnósticos de consumo e notificações de ciclo em qualquer assistente virtual;
  • Controle multi-admin: permite que um mesmo aparelho seja gerenciado simultaneamente por diferentes assistentes (Amazon Alexa, Google Home, Apple Home) em rotinas unificadas de IoT, sem que um exclua o outro;
  • Integração de dispositivos legados: usa gateways para conectar aparelhos antigos (Zigbee ou Z-Wave) ao padrão Matter, expandindo a casa inteligente sem a necessidade de trocar o hardware atual.
Ilustração sobre casa conectada
O Matter permite que o usuário controle diversos dispositivos por meio de uma única assistente ou diferentes hubs (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do Matter?

Estes são os pontos fortes do protocolo Matter:

  • Interoperabilidade universal: dispositivos de diferentes marcas funcionam juntos nativamente, eliminando barreiras entre ecossistemas fechados;
  • Configuração simplificada: padroniza o pareamento via QR Code ou NFC, permitindo adicionar novos produtos rapidamente sem a necessidade de baixar diversos apps proprietários;
  • Controle local e baixa latência: processa comandos diretamente pela rede doméstica, garantindo respostas instantâneas e operação contínua mesmo sem internet;
  • Segurança robusta: implementa criptografia de ponta a ponta e autenticação por certificados digitais, assegurando que apenas dispositivos verificados e íntegros acessem a rede;
  • Conectividade Multi-Admin: permite gerenciar o mesmo aparelho simultaneamente por múltiplos assistentes ou aplicativos, oferecendo liberdade de escolha para cada membro da família;
  • Escalabilidade e retrocompatibilidade: usa o protocolo de internet IPv6 para suportar centenas de dispositivos e integra tecnologias legados (Zigbee e Z-Wave) por meio de pontes de conexão.

Quais são as desvantagens do Matter?

Estes são os pontos fracos do protocolo Matter:

  • Catálogo de dispositivos reduzido: a disponibilidade de produtos nativos ainda é limitada e o custo de hardware é superior ao de tecnologias maduras como Zigbee e Z-Wave;
  • Suporte limitado a categorias: funções cruciais para segurança e automação pesada, como câmeras de monitoramento e eletrodomésticos, ainda não foram totalmente integradas ao padrão;
  • Inconsistência entre ecossistemas: o suporte multiplataforma é parcial, fazendo com que recursos avançados de um dispositivo funcionem em um hub, mas sumam em outro;
  • Complexidade de diagnóstico: erros de pareamento e quedas de conexões podem ser difíceis de resolver devido à falta de ferramentas de log e documentação acessível para o usuário final;
  • Riscos na cadeia de confiança: vulnerabilidades na proteção das chaves de atestação (DAC) podem permitir a clonagem de dispositivos, criando brechas de segurança na rede local;
  • Dependência de apps proprietários: o objetivo de ser “um só app para tudo controlar” ainda não foi amplamente estabelecido, pois configurações críticas e atualizações de firmware ainda exigem o software original de cada fabricante.
Ilustração sobre os equipamentos conectados a Internet das Coisas
O Matter garante uma interoperabilidade universal, mas ainda apresenta inconsistência entre ecossistemas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre Matter e Zigbee?

Matter é um padrão de conectividade baseado em IP que unifica a comunicação entre dispositivos de diferentes marcas via Wi-Fi ou Thread. Ele usa o protocolo IPv6 para permitir a comunicação direta entre aparelhos na rede local, dispensando o uso de hubs proprietários.

Zigbee é um protocolo de rede em malha (mesh) de baixo consumo, ideal para sensores e dispositivos alimentados por bateria que operam em frequências de rádio. Diferente do Matter, ele exige obrigatoriamente um hub proprietário para converter os dados e permitir o acesso à internet.

Qual é a diferença entre Matter e Thread?

O protocolo Matter é um padrão de conectividade que atua na camada de aplicação, eliminando a necessidade de hubs proprietários. Ele tem o papel de tradutor comum, garantindo que dispositivos de marcas diferentes sejam totalmente compatíveis e operem de forma local e segura.

O protocolo Thread é uma tecnologia de rede em malha (mesh) de baixa latência e consumo. Ele é responsável por criar uma infraestrutura de comunicação robusta e eficiente para dispositivos IoT sem necessidade de um hub central.

Qual é a diferença entre Matter e Z-Wave?

Matter é um protocolo de conectividade baseado em IP que unifica dispositivos de diferentes ecossistemas. Ele é conhecido por usar redes Wi-Fi ou Thread para estabelecer a comunicação entre os aparelhos, sem a necessidade de um hub centralizado.

Z-Wave é um protocolo de rede mesh de baixa potência que opera em frequências abaixo de 1 GHz. Geralmente usado para conectar dispositivos como sensores e fechaduras, exigindo um hub centralizado para as operações.

O que é Matter? Entenda o protocolo de conexão para casas inteligentes (IoT)

Logo do Matter (Imagem: Divulgação/Matter)

Matter promete resolver o problema da casa conectada (Imagem: Divulgação/Matter)

(imagem: Reprodução/Qorvo)

Descubra o que é e para que serve uma casa conectada (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Entenda o que é e como funciona a Internet das Coisas (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que é cryptojacking? Conheça o ataque que minera criptomoedas ilegalmente

27 de Março de 2026, 10:21
ilustração sobre cryptojacking
Entenda como os criminosos usam o poder de processamento dos computadores das vítimas para minerar criptomoedas (imagem: Reprodução/Surfshark)

O cryptojacking é um ataque que sequestra o poder de processamento de dispositivos para a mineração oculta de ativos digitais. Essa prática ilícita utiliza hardware alheio para gerar lucro com criptomoedas sem que a vítima perceba a invasão.

O malware se infiltra via links de phishing ou scripts em sites que executam códigos maliciosos silenciosamente em segundo plano. Então, o processo consome recursos do sistema para resolver cálculos complexos, causando lentidão extrema e superaquecimento do hardware.

Para se proteger do cryptojacking, use extensões que bloqueiam códigos invasivos e mantenha o sistema operacional sempre atualizado. Também adote um antivírus com análise comportamental ativa para identificar picos anormais de uso da CPU e GPU imediatamente.

A seguir, conheça o conceito de cryptojacking, como o ataque funciona detalhadamente e como identificar se o dispositivo está sendo usado para mineração ilícita. Também descubra como se proteger desse ataque.

O que é cryptojacking?

O cryptojacking é um ataque cibernético que sequestra o poder de processamento de dispositivos para minerar criptomoedas, usando links maliciosos ou scripts. Essa exploração oculta de hardware causa lentidão extrema, superaquecimento e desgaste de componentes, gerando lucro para o invasor e prejuízos para a vítima.

O que significa cryptojacking?

O termo “cryptojacking” surge da união das palavras “cryptocurrency” (criptomoeda, em português) e “hijacking” (sequestro). Ele define o uso furtivo e não autorizado do poder de processamento de terceiros para minerar ativos digitais.

A expressão ganhou força por volta de 2017, impulsionada pelo surgimento de scripts maliciosos em sites e navegadores. Essa prática permite que cibercriminosos explorem hardware alheio sem a necessidade de instalar softwares complexos.

imagem de um pequeno trator de brinquedo com moedas de bitcoin
O cryptojacking utiliza os recursos dos dispositivos infectados para resolver problemas matemáticos complexos em redes de blockchain (imagem: Kanchanara/Unsplash)

Qual é o objetivo do cryptojacking?

O objetivo do cryptojacking é lucrar por meio da mineração ilícita, utilizando o processamento de terceiros para extrair criptomoedas. Isso permite que criminosos evitem gastos com hardware e eletricidade, transferindo todos os custos operacionais para as vítimas.

Além da monetização, a técnica garante anonimato e escalabilidade, permitindo que milhares de máquinas trabalhem silenciosamente. Em ataques complexos, a mineração oculta também serve para esgotar recursos do sistema e mascarar outras ações ilícitas.

Como funciona o cryptojacking

O cryptojacking infiltra scripts maliciosos em dispositivos via phishing ou sites infectados para sequestrar secretamente o poder de processamento. O objetivo é usar o hardware das vítimas para validar transações em redes blockchain e minerar criptomoedas.

No ataque via navegador, códigos em JavaScript rodam apenas enquanto a aba está aberta, consumindo recursos de forma imediata. Já o malware de mineração instala softwares que permanecem ativos em segundo plano, mesmo após a reinicialização do sistema operacional.

O script malicioso resolve cálculos matemáticos complexos em segundo plano, consumindo energia e capacidade de processamento. Esse uso intensivo gera lentidão extrema e superaquecimento na máquina da vítima, enquanto os lucros são transferidos diretamente para a carteira do invasor.

Toda a operação é desenhada para ser invisível, permitindo que a exploração silenciosa maximize os ganhos financeiros do criminoso. Variantes avançadas possuem capacidade de autopropagação, agindo como um worm que se espalha por redes para infectar múltiplos dispositivos.

Infográfico sobre o funcionamento do Cryptojacking
O crytojacking funciona em quatro etapas diferentes (imagem: Reprodução/TechTarget)

Quais são os sinais de cryptojacking em um dispositivo?

Existem alguns comportamentos que ajudam a saber se o PC está minerando criptomoedas após um ataque de cryptojacking. Por exemplo:

  • Picos de processamento anormais: o Gerenciador de Tarefas exibe o uso de CPU ou GPU entre 70% e 100% mesmo sem programas pesados abertos. O valor pode cair subitamente ao abrir o monitor para evitar detecção;
  • Superaquecimento e ruído constante: o hardware permanece excessivamente quente e os coolers operam na velocidade máxima mesmo durante tarefas simples, como editar textos ou navegar em abas simples;
  • Lentidão e travamentos do sistema: ocorre uma queda drástica de desempenho com respostas lentas a comandos e congelamento de janelas, já que os recursos foram sequestrados para cálculos complexos;
  • Drenagem severa de energia: notebooks e smartphones perdem carga muito mais rápido que o habitual devido ao esforço ininterrupto do processador para validar transações;
  • Processos suspeitos em execução: surgem executáveis com nomes aleatórios ou disfarçados de serviços do sistema que consomem memória desproporcionalmente e sem uma origem legítima;
  • Anomalias de rede e segurança: o tráfego de saída apresenta picos constantes para servidores externos desconhecidos, muitas vezes acompanhados de alertas de “CoinMiner” emitidos pelo software de antivírus.
imagem de uma placa-mãe de computador com uma moeda de bitcoin
O uso intensivo da CPU e GPU vitima do cryptojacking pode gerar queda do desempenho do dispositivo (imagem: Michael Fortsch/Unsplash)

O que fazer se o dispositivo foi infectado por cryptojacker?

Ao notar que o dispositivo está sendo usado por um cryptojacker, é necessário agir rápido e realizar os seguintes passos:

  • Corte a conexão de rede: desligue o Wi-Fi, dados móveis ou remova o cabo de rede para interromper a comunicação do malware com a carteira do invasor e evitar o contágio de outros dispositivos;
  • Acesse o Modo de Segurança: reinicie o sistema apenas com os drivers essenciais, impedindo que a maioria dos scripts de mineração seja carregada automaticamente durante o boot;
  • Analise o Gerenciador de Tarefas: verifique picos de uso de CPU ou GPU fora do padrão. Essa é a forma mais eficaz de saber se o PC está minerando ao identificar processos desconhecidos com alto consumo;
  • Faça uma varredura: use um antivírus confiável para realizar um escaneamento completo e profundo, preferencialmente usando ferramentas que rodam antes da inicialização total do sistema para tentar remover o minerador;
  • Limpe a inicialização e temporários: remova programas suspeitos da aba “Inicializar” e apague o conteúdo das pastas temporárias, como %temp%, onde mineradores costumam esconder seus executáveis;
  • Atualize o ecossistema digital: instale todos os patches de segurança do sistema e de navegadores, além de alterar as senhas de contas importantes usando um dispositivo não infectado;
  • Restaure o sistema (se necessário): caso o malware persista após a limpeza manual, realize a formatação ou restauração de fábrica do dispositivo para garantir que nenhum rootkit de mineração permaneça oculto.

Tem como se proteger de cryptojacking?

Sim, você pode adotar algumas medidas de segurança cibernética para se proteger contra o cryptojacking. As principais são:

  • Instale extensões de bloqueio de scripts: use ferramentas confiáveis, como uBlock Origin ou NoCoin, para impedir automaticamente a execução de mineradores baseados em navegador;
  • Mantenha sistemas e navegadores atualizados: instale patches de segurança regularmente para corrigir vulnerabilidades que permitem a instalação silenciosa de malware de mineração;
  • Use antivírus com proteção comportamental: escolha softwares de segurança que detectem não apenas arquivos maliciosos, mas também atividades suspeitas de uso excessivo de CPU e GPU em tempo real;
  • Monitore o desempenho do hardware: fique atento a lentidões súbitas ou superaquecimento e use o Gerenciador de Tarefas para identificar processos que consomem recursos de forma anormal;
  • Restrinja o JavaScript no navegador: use extensões que bloqueiam a execução de código por padrão, permitindo-os apenas em sites confiáveis e conhecidos;
  • Bloqueie domínios de mineração no Firewall/DNS: configure filtros de rede para impedir a comunicação do seu dispositivo com endereços e “pools” conhecidos de criptomineração;
  • Evite pirataria e links não verificados: não baixe ou instale softwares “crackeados” e acesse sites que oferecem conteúdo ilegal gratuitamente, pois eles são fontes comuns de malware.
Celular com antivírus aberto
Antivírus com proteção comportamental podem alertar sobre o uso excessivo dos recursos do dispositivo (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre cryptojacking e mineração de criptomoedas?

Cryptojacking é o uso não autorizado e oculto de recursos computacionais de terceiros, via malwares ou scripts, para minerar criptomoedas em benefício de um invasor. É um crime cibernético que transfere os custos operacionais e o desgaste de hardware para a vítima sem o consentimento dela.

Mineração de criptomoedas é o processo de validação de dados em blockchain, onde pessoas usam hardware e energia próprios para garantir a segurança da rede. Em troca desse serviço legítimo e transparente, os mineradores recebem recompensas financeiras em moedas digitais.

Qual é a diferença entre cryptojacking e malware?

Cryptojacking é um tipo específico de malware que sequestra o poder de processamento de um dispositivo para minerar criptomoedas sem permissão do usuário. Ele opera silenciosamente em segundo plano, focando exclusivamente no roubo de recursos de hardware para gerar lucro financeiro aos atacantes.

Malware é o termo genérico para qualquer software malicioso criado para infiltrar, danificar ou obter acesso não autorizado a sistemas e redes de computadores. Ele engloba diversas categorias, como vírus e ransomware, que visam desde roubo de dados até a destruição total de arquivos.

O que é cryptojacking? Conheça o ataque que minera criptomoedas ilegalmente

(imagem: Kanchanara/Unsplash)

(imagem: Reprodução/TechTarget)

Descubra os melhores antivírus para seu smartphone Android (Imagem: Lucas Braga / Tecnoblog)

Galaxy Watch 8 LTE (44 mm) tem 42% OFF no pagamento por Pix na Amazon

26 de Março de 2026, 16:47

Prós
  • Tela Super AMOLED com brilho de 3.000 nits
  • Integração com Galaxy AI e Gemini
  • Sensores de saúde aprimorados com recomendações
  • Construção com Cristal de Safira
  • Certificação IP68
Contras
  • Autonomia reduzida com GPS ativo
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Watch 8 LTE (44 mm) entrou em oferta porR$ 2.032,05 pagando com Pix na Amazon. O smartwatch premium da Samsung com conexão 4G e tela AMOLED, lançado por R$ 3.449, fica 42% mais barato nesta oferta “Achou, correu!”.

Galaxy Watch 8 LTE tem tela AMOLED, internet 4G e bateria de até 40 horas

O Galaxy Watch 8 LTE tem uma tela Super AMOLED de 1,5 polegada com brilho máximo de 3.000 nits, permitindo uma visão completa mesmo sob o sol. Além do vidro resistente Cristal de Safira, o modelo conta com uma caixa de 44 mm em Armor Alumínio e certificação IP68 de resistência à água.

O modelo possui GPS integrado para mapear trajetos em práticas esportivas ao ar livre ou dar instruções em trilhas. Entretanto, o destaque fica para o suporte para conexões 4G LTE que permite usar a internet no relógio sem depender do pareamento com um celular ou rede Wi-Fi.

Em relação à autonomia, o Galaxy Watch 8 LTE garante até 30 horas de uso com recurso Always On Display ativo. O tempo pode se estender por até 40 horas se a pessoa optar por não manter a tela sempre acesa.

Galaxy Watch 8 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy Watch 8 traz um visual renovado, mas mantém o corpo em Armor Alumínio (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Seguindo o padrão, o smartwatch da Samsung traz sensores de saúde para monitorar frequência cardíaca, oxigenação do sangue, temperatura corporal e outros detalhes. Ele também consegue realizar eletrocardiograma e enviar alerta em casos de irregularidades.

O dispositivo ainda registra diferentes tipos de atividades físicas, como caminhada, corrida, ciclismo e natação. Todos os dados podem ser sincronizados com o Samsung Health, app que cria um histórico sobre a condição física do usuário e dá dicas para uma rotina mais saudável.

Rodando o sistema operacional Wear OS com Galaxy AI e Google Gemini, o Galaxy Watch 8 LTE (R$ 2.039 no Pix) usa o chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno. Ademais, ele tem conexões Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação.

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Galaxy Watch 8 LTE (44 mm) tem 42% OFF no pagamento por Pix na Amazon

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Galaxy Watch 8 LTE com tela AMOLED, sensores de saúde e GPS integrado tem amplo desconto com pagamento por Pix na Amazon

Galaxy Watch 8 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16 (256 GB) despenca 41% em promoção no Mercado Livre

26 de Março de 2026, 15:54
R$ 8.59941% OFF

Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho com Apple Intelligence
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 (256 GB) está disponível por R$ 5.039,10 no Pix no Mercado Livre. Lançado em setembro de 2024 por R$ 8.599, o smartphone da Apple com tela OLED e Apple Intelligence fica 41% mais barato nesta oferta.

iPhone 16 tem Apple Intelligence, tela OLED e câmera que filma em 4K

Tela do iPhone 16
iPhone 16 tem tela OLED de 6,1 polegadas e brilho mãximo de 2.000 nits (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16 usa o chip Apple A18 e 8 GB de RAM, entregando desempenho elevado para tarefas do dia a dia e suporte aos recursos do Apple Intelligence. Os 256 GB de espaço interno oferecem um espaço equilibrado para apps, mídias e outros arquivos, mas o armazenamento pode ser expandido com o iCloud.

O telefone traz uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com design Dynamic Island e proteção Ceramic Shield. Reproduzindo imagens detalhadas e cores vivas, o painel conta com os recursos HDR10, ProMotion, True Tone e brilho máximo de 2.000 nits.

Outro atrativo do iPhone 16 é a câmera dupla traseira com sensor principal de 48 MP capaz de gravar vídeos em até 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 12 MP também filma em 4K e promete selfies bem detalhadas.

iPhone 16 na mão
iPhone 16 tem estrutura reforçada em alumíio e certificação IP68 de resistência à água (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria de 3.561 mAh oferece até 22 horas de reprodução de vídeo, o que pode ser um dos pontos negativos deste smartphone da Apple. No entanto, o modelo tem opção de carregamento rápido de até 45 W, que vai de 0 a 50% em cerca de 30 minutos.

O dispositivo possui estrutura de alumínio resistente e acabamento traseiro em vidro, mantendo o aspecto premium tradicional da Maçã. Ademais, ele traz certificação IP68 de resistência à água e poeira, podendo ficar submerso por até 6 metros em água doce.

Fechando o pacote, o iPhone 16 (R$ 5.039,10 no Pix) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Ele sai da caixa com o iOS 18, mas receberá grandes atualizações do sistema operacional até 2029.

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iPhone 16 (256 GB) despenca 41% em promoção no Mercado Livre

iPhone 16 atinge brilho com pico de 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Novo botão permite controlar melhor a câmera do iPhone (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como higienizar seu celular e outros aparelhos eletrônicos corretamente

26 de Março de 2026, 10:57
imagem de um celular sendo higienizado
Saiba como limpar o celular corretamente, sem afetar os componentes (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Você pode limpar o celular corretamente usando panos de microfibra macios umedecidos com álcool isopropílico de 70% a 90%. Este método garante uma higienização profunda sem riscar superfícies ou causar danos químicos.

Com o aparelho desligado e sem capa, realize movimentos suaves na tela e na parte traseira com o pano de microfibra levemente umedecido e use cotonetes secos nas aberturas menores. Se possível, use jatos de ar comprimido ou sopradores de ar nas portas para remover a poeira.

Nunca aplique líquidos diretamente no dispositivo, nem use papel toalha, detergentes ou lenços umedecidos comuns durante a limpeza. Tais práticas corroem a proteção da tela e podem infiltrar umidade nas frestas, comprometendo o hardware.

A seguir, veja o passo a passo para realizar a higienização do celular de forma segura.

1. Tenha um pano de microfibra e álcool isopropílico

Use somente panos de microfibra macios e álcool isopropílico de 70% a 90% ou lenços específicos para lentes e telas. Esses materiais garantem uma limpeza profunda sem riscar superfícies sensíveis ou causar danos químicos aos componentes.

Importante: nunca aplique o álcool isopropílico diretamente no dispositivo. Sempre use o pano ou lenço umedecido.

Imagem de um pano de microfibra, álcool isoproprilico e um lenço de limpeza de telas
Um pano de microfibra e álcool isopropílico fazem parte do kit básico para a limpeza do dispositivo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Limpe a tela com cuidado

Com o celular desligado e sem capa, passe o pano ou lenço levemente umedecido com álcool isopropílico em movimentos suaves e em uma única direção sob a tela. Evite aplicar muita força durante o processo.

Importante: nunca use papel toalha, papel higiênico ou guardanapos para limpar a tela, pois suas fibras abrasivas podem gerar riscos permanentes e deixar resíduos no painel.

imagem de uma mão limpando a tela de um smartphone
Passe o pano ou lenço umedecido com álcool isopropílico na tela do dispositivo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Higienize a parte traseira e as laterais

Repita o processo de limpeza com pano ou lenço levemente umedecido na parte traseira e nas bordas laterais, garantindo a higienização das áreas de maior contato.

Importante: tenha cuidado redobrado ao passar o pano próximo aos botões físicos e entradas para evitar que a umidade penetre nas frestas.

imagem de um celular sendo higienizado
Use o lenço ou pano para higienizar a parte traseira e as laterais (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Use spray de ar comprimido para entradas

Se possível, use jatos curtos de ar comprimido ou um soprador manual para remover o acúmulo de poeira das portas USB e saídas de som do dispositivo.

Importante: nunca assopre as entradas com a boca para remover sujeiras, pois a umidade das gotículas de saliva pode oxidar os conectores e comprometer o carregamento.

imagem da aplicação de ar comprimido
Se possível, use um spray de ar comprimido para remover a poeira das entradas do aparelho (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Limpe as aberturas com cotonetes

Passe um cotonete seco e limpo nas aberturas menores para extrair detritos sólidos que o ar comprimido ou soprador não conseguiu remover. Sempre verifique se a ponta de algodão está firme para não soltar fiapos que podem deixar resíduos nos encaixes do dispositivo.

imagem de uma mão limpando o conector usb com cotonete
Reforce a limpeza das entradas com um cotonete seco e limpo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Higienize as lentes da câmera

Realize movimentos circulares e leves com um cotonete seco em cima da lente da câmera para remover marcas de dedos e gordura sem riscar o vidro. Não aplique força no movimento para evitar qualquer dano à lente.

Dica: se a sujeira persistir, umedeça levemente o algodão com álcool isopropílico e o coloque sobre a lente por cerca de 10 segundos antes de realizar o movimento de limpeza novamente.

imagem de uma mão limpando a lente da câmera de um celular com cotonete
Use o cotonete para fazer movimentos circulares para limpar as lentes da câmera (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Com que frequência devo higienizar o celular?

A frequência de higienização do celular varia conforme o perfil da pessoa. Usuários que usam transportes públicos ou frequentam ambientes hospitalares devem limpar o aparelho diariamente, especialmente ao chegar em casa, para eliminar qualquer sujeira.

Usuários com rotinas mais isoladas em escritórios ou residências podem realizar a limpeza uma vez por semana. Lembrando que a higienização correta, usando panos de microfibra e álcool isopropílico, não irá causar danos ao dispositivo.

Posso limpar a tela do celular com detergente?

Não, as substâncias químicas do detergente corroem o revestimento oleofóbico, camada responsável por repelir a gordura e proteger a tela contra marcas de dedo. Essa degradação compromete a sensibilidade do toque e o deslizamento, tornando o vidro mais vulnerável a manchas e riscos permanentes.

Qual o melhor produto para higienizar celular?

Fabricantes como Apple e Samsung apontam o álcool isopropílico 70% como a escolha ideal para higienizar o celular, pois evapora rapidamente sem danificar as camadas oleofóbicas. Essa é a solução mais segura para limpar a tela de um dispositivo eletrônico de forma eficaz contra germes.

Posso passar álcool 70% na tela do celular?

Não, a composição do álcool etílico 70% comum contém água e impurezas que removem a camada oleofóbica da tela. Isso torna o painel suscetível a manchas e riscos permanentes, além de afetar outros componentes eletrônicos do aparelho.

Para uma higienização segura, use álcool isopropílico acima de 70%, que possui baixa concentração de água e evapora rapidamente. Essa substância remove impurezas de forma eficaz sem deixar resíduos ou comprometer a integridade física do aparelho.

Pode usar lenço umedecido para limpar o celular?

Não se deve usar lenços umedecidos comuns, como os de bebê ou de limpeza doméstica, pois eles contêm hidratantes e substâncias químicas que danificam o revestimento oleofóbico da tela. A umidade excessiva desses produtos pode se infiltrar nas aberturas, enquanto resíduos abrasivos causam danos permanentes aos componentes internos e ao vidro.

Como higienizar seu celular e outros aparelhos eletrônicos corretamente

Saiba como limpar o celular corretamente, sem afetar os componentes (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Um pano de microfibra e álcool isopropílico fazem parte do kit básico para a limpeza do dispositivo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Passe o pano ou lenço umedecido com álcool isopropílico na tela do dispositivo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Se possível, use um spray de ar comprimido para remover a poeira das entradas do aparelho (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Reforce a limpeza das entradas com um cotonete seco e limpo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Use o cotonete para fazer movimentos circulares para limpar as lentes da câmera (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que é USB-IF? Conheça o papel e a história do consórcio que padronizou o USB

25 de Março de 2026, 15:06
USB
Entenda como o USB-IF é importante para a padronização da tecnologia USB no mercado (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A USB Implementers Forum (USB-IF) é a organização que define o padrão técnico mundial de conectividade. Por meio de certificações rigorosas, a entidade garante que a tecnologia USB ofereça interoperabilidade e segurança entre diversos dispositivos.

A história do fórum começou em 1995, quando líderes como Intel e Microsoft se uniram para simplificar a conexão de periféricos. Essa colaboração permitiu o lançamento comercial em 1996, substituindo portas obsoletas por um ecossistema único e harmonioso.

A importância da USB-IF para o mercado é essencial, pois elimina a fragmentação técnica e fortalece a confiança do consumidor. A organização assegura a experiência plug-and-play enquanto fomenta a inovação e o crescimento econômico do setor global de hardware.

A seguir, conheça mais sobre a USB-IF, sua história detalhada e as empresas que fazem parte do grupo. Também saiba os padrões e certificações definidos pela entidade.

O que é USB-IF?

A USB Implementers Forum (USB-IF) é uma organização sem fins lucrativos que gerencia o padrão USB, estabelecendo as especificações técnicas de velocidade e energia. Seu papel é garantir a interoperabilidade e conformidade global entre dispositivos por meio de rigorosos programas de certificação e licenciamento.

Qual é a função da USB-IF?

A USB-IF define e mantém os padrões técnicos do protocolo Universal Serial Bus (USB), estabelecendo as diretrizes para transferência de dados e o carregamento de energia. O fórum assegura a evolução do ecossistema e a interoperabilidade universal entre diversos periféricos, cabos e dispositivos.

A organização também gerencia programas de conformidade e testes rigorosos para validar se o hardware atende aos requisitos elétricos e mecânicos estabelecidos. Essa fiscalização autoriza o uso de logotipos oficiais, garantindo ao consumidor a segurança e a funcionalidade do produto.

Por meio de estratégias de marketing e suporte técnico, a USB-FI promove a adoção global de novas gerações da tecnologia para simplificar a conectividade. O objetivo é proteger as marcas registradas e assegurar uma experiência plug-and-play intuitiva para todos os usuários.

USB-C (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O USB-IF é responsável por editar as normas técnicas e padrões de conformidade para as conexões USB (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a história da USB-IF?

Fundada em 1995 por líderes como Intel e Microsoft, a USB-IF surgiu para padronizar a conectividade entre computadores e periféricos. O fórum sem fins lucrativos viabilizou o lançamento comercial da tecnologia em 1996, substituindo a confusão de portas antigas.

Nos anos seguintes, a adesão de gigantes como Apple e HP consolidou o ecossistema por meio de rigorosos programas de conformidade técnica. Essa união garantiu que dispositivos de diferentes marcas operassem harmoniosamente, eliminando barreiras de compatibilidade para o usuário.

A evolução técnica saltou do USB 2.0 em 2000 para a versatilidade do conector USB-C em 2014 e para o poder de transmissão do USB4 em 2019. Cada etapa focou em aumentar a largura de banda e a entrega de energia, mantendo a simplicidade no uso.

Atualmente, a USB-FI foca na gestão de marcas registradas e na certificação global para assegurar a experiência plug-and-play. A organização continua moldando o futuro digital ao unificar carregamento e transferência de dados em um único padrão universal.

Quais empresas fazem parte da USB-IF?

A USB-IF reúne mais de 1.000 membros globais, incluindo gigantes da tecnologia e fabricantes especializadas em componentes. O grupo é liderado por um conselho administrativo que inclui nomes como Apple, HP, Intel, Microsoft e Renesas.

Fundado originalmente por empresas como IBM e Compaq, o fórum hoje integra líderes como Broadcom, Texas Instruments e STMicroelectronics. Essas corporações colaboram para definir diretrizes de conformidade e garantir a interoperabilidade universal do padrão USB.

Uma conexão USB permite fluxo de dados e recarga elétrica (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
A USB-IF foi essencial para a evolução da tecnologia USB e sua adoção em diferentes dispositivos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quais são os padrões USB definidos pela USB-IF?

Estes são os padrões da tecnologia Universal Serial Bus (USB) definidos pela USB-FI:

  • USB 1.x (Original): lançado em janeiro de 1996, estabeleceu as bases da conectividade com velocidades de 1,5 a 12 Mbps, sendo ideal para periféricos básicos como teclados e mouses;
  • USB 2.0 (Hi-Speed): introduzido em abril de 2000, elevou a taxa de transferência para 480 Mbps e consolidou a retrocompatibilidade entre as versões de USB, tornando-se o padrão global por mais de uma década;
  • USB 3.2 (SuperSpeed): unifica as gerações de 5, 10 e 20 Gbps (Gen 1, Gen 2 e Gen 2×2), focando em transferências de alto desempenho para armazenamento externo e câmeras de alta resolução;
  • USB4 (Next-Gen): baseado no protocolo Thunderbolt, alcança até 80 Gbps na versão 2.0 e permite a transmissão simultânea de dados, vídeo (DisplayPort) e energia através do tipo USB-C;
  • USB Power Delivery (PD): protocolo de carregamento dinâmico que suporta até 240 W, permitindo que um único cabo alimente desde smartphones a notebooks de alto desempenho com segurança;
  • Conector tipo USB-C: interface física universal e reversível que substituiu os conectores A e B, tornando-se o padrão obrigatório para transmissão de dados, vídeo e energia em alta velocidade;
  • USB Audio Class: especificação que padroniza a transmissão de áudio digital via USB, permitindo que fones de ouvido e interfaces de som funcionem sem a necessidade de drivers específicos.
Conector USB-C fêmea
O Conector USB-C se tornou um padrão universal para transmissão de dados, vídeo e energia (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Quais são as certificações USB-IF?

As certificações da USB-IF garantem que os produtos atendam a rigorosos padrões de desempenho e segurança. Elas são separadas nas seguintes categorias:

  • Cabos e conectores: valida a integridade do sinal e a resistência física de plugues e receptáculos USB contra desgaste. Assegura que o cabeamento suporte altas tensões de energia e frequências de dados sem causar interferências;
  • Desempenho de dados (dispositivos e hosts): certifica periféricos, hubs e controladores em padrões como USB 2.0, USB 3.2 e USB4. O foco é garantir que a largura de banda prometida seja real e mantenha compatibilidade com versões anteriores;
  • Power Delivery (PD 3.1): regulamenta o protocolo de negociação de carga entre carregadores e dispositivos para evitar sobrecargas. Permite o fornecimento seguro de energia em níveis elevados, alcançando patamares de até 240 W (Extended Power Range);
  • Identidade visual e logos: padroniza a sinalização comercial nos produtos para o consumidor identificar claramente a velocidade e potência. Evita a confusão gerada por nomenclaturas técnicas complexas, priorizando o uso de termos como “Gbps” e “Watts”;
  • Compliance de vídeo (DisplayPort Alt Mode): verifica a capacidade de dispositivos transmitirem sinal de vídeo de alta definição simultaneamente ao tráfego de dados. Garante que a integração entre protocolos externos e a porta USB funcione de maneira fluida e sem atrasos.

As certificações da USB-IF são obrigatórias?

As certificações USB-IF são tecnicamente voluntárias, atuando como um selo de conformidade que valida a interoperabilidade e segurança dos dispositivos. Contudo, a aprovação laboratorial torna-se obrigatória para fabricantes que desejam usar legalmente os logotipos oficiais em seus produtos.

No Brasil, dispositivos devem atender às normas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que asseguram padrões de segurança elétrica compatíveis. Simultaneamente, a União Europeia impõe o uso do padrão USB-C, tornando as especificações técnicas do fórum mandatórias para entrada nesse mercado.

Embora não sejam uma exigência global, as certificações são essenciais para garantir o suporte de sistemas operacionais e o acesso a grandes varejistas. Sem esse aval, produtos enfrentam restrições de comercialização e riscos técnicos que podem comprometer a integridade do hardware e a confiança do consumidor.

Conectores USB-A, micro-USB, mini-USB, USB-B e USB-A (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Conectores USB-A, micro-USB, mini-USB, USB-B e USB-A (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como saber se um produto tem certificação USB-IF

É possível identificar a certificação USB-IF por meio do logo oficial “Certified USB” na embalagem ou no próprio conector do acessório. A presença do Test ID (TID), um código numérico de registro, é o principal indício de que o item foi testado.

A confirmação técnica também deve ser feita no site usb.org, acessando a área “Certified Product List”. Lá, o usuário pode pesquisar pelo nome do fabricante, modelo ou TID para validar se o item consta no banco de dados da organização.

Desconfie de produtos que usam apenas termos genéricos em anúncios, pois selos falsos são comuns no mercado informal. A validação digital é o único método seguro para garantir que o cabo ou carregador cumpre os padrões de segurança e desempenho.

Símbolos comerciais do USB (imagem original: reprodução/USB-IF)
Símbolos comerciais do USB (imagem: reprodução/USB-IF)

Qual é a importância da USB-IF para o mercado?

A USB-IF padroniza o ecossistema USB para garantir a interoperabilidade global, eliminando a fragmentação técnica e fortalecendo a confiança do consumidor. Assim como o Wi-Fi Alliance e o Bluetooth SIG, o grupo assegura que bilhões de dispositivos se conectem perfeitamente via rigorosos programas de certificação.

Ao ditar normas como USB4 e o tipo USB-C, a organização fomenta a inovação e o crescimento econômico nos setores de informática e eletrônicos. Seus logotipos de conformidade sinalizam confiabilidade, facilitando decisões de compras e consolidando o padrão como líder em transferência de dados e energia.

A entidade ainda oferece suporte técnico e diretrizes que protegem propriedade intelectual, evitando confusões no mercado e acelerando a adoção por diversos fabricantes. Esse ambiente de testes sustenta a dominância tecnológica sobre concorrentes, mantendo uma mensagem coesa para toda a cadeia de suprimentos global.

Qual é a diferença entre certificação USB-IF e MFi?

O USB-FI é uma organização sem fins lucrativos que define os padrões técnicos USB, garantindo que cabos e dispositivos de diferentes fabricantes funcionem corretamente entre si. A certificação foca na conformidade com protocolos de transferência de dados e entrega de energia, assegurando a interoperabilidade do hardware.

O selo MFi faz parte do programa de licenciamento “Made for iPhone/iPad” da Apple, exigindo chips de autenticação em acessórios de terceiros para garantir total compatibilidade. Essa certificação assegura que o produto atende aos critérios rigorosos de segurança e desempenho da marca, permitindo o uso oficial de seus logotipos.

O que é USB-IF? Conheça o papel e a história do consórcio que padronizou o USB

USB (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

USB-C (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Uma conexão USB permite fluxo de dados e recarga elétrica (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Conector USB-C fêmea (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Conectores USB-A, micro-USB, mini-USB, USB-B e USB-A (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

ROG Xbox Ally, console portátil da Asus, tem 29% OFF via Pix no Mercado Livre

25 de Março de 2026, 11:33

Prós
  • Processador AMD de alto desempenho
  • Compatibilidade com bibliotecas do Steam e Epic Games
  • Integração com o Xbox Game Pass
  • Tela LCD de 7 polegadas e taxa de 120 Hz
Contras
  • Windows 11 não é otimizado para telas pequenas
  • Bateria pode ter desempenho limitado em jogos AAA
PIX Cupom
10% ÚLTIMA CHANCE R$ 4.599,90  Mercado Livre
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O ROG Xbox Ally entrou em oferta por R$ 4.599,90 no Pix com cupom no Mercado Livre. O console portátil da Asus com tela LCD de 7 polegadas e processador AMD Ryzen Z2, lançado por R$ 6.499, recebe um desconto atrativo de 29% nesta promoção.

ROG Xbox Ally tem tela LCD de 120 Hz, GPU AMD Radeon e Windows 11

imagem de uma criança com o console portátil Asus ROG Xbox Ally
ROG Xbox Ally tem poder para rodar desde títulos leves até jogos AAA (imagem: Reprodução/Asus)

O ROG Xbox Ally adota uma tela LCD de 7 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080), reproduzindo jogos com amplo nível de detalhes. Garantindo maior fluidez nas imagens, o painel oferece taxa de atualização de 120 Hz e recurso AMD FreeSync Premium.

Atuando como “PC gamer portátil” com desempenho elevado, o dispositivo usa o processador AMD Ryzen Z2, GPU AMD Radeon e 16 GB de RAM (LPDDR5). Além disso, ele traz um armazenamento SSD de 512 GB para salvar jogos e outros arquivos.

Com a chancela da divisão de games da Microsoft, o ROG Xbox Ally se diferencia de outros portáteis por trazer o sistema operacional Windows 11. Isso dá ao jogador a liberdade para acessar as bibliotecas do Xbox Game Pass, Steam e outras plataformas de jogos.

imagem de um console Asus Rog Xbox Ally em cima de uma estante ao lado de um controle e em frente a uma tv
ROG Xbox Ally pode ser conectado à TVs e monitores com docks vendidos separadamente (imagem: Reprodução/Asus)

O console portátil da Asus tem um design ergonômico inspirado nos controles do videogame Xbox, incluindo botões analógicos com Hall Effect. Fácil de ser transportado, o aparelho tem aproximadamente 29 cm de largura, 5 cm de espessura e pesa cerca de 670 gramas.

Apesar da proposta “jogue em qualquer lugar”, o dispositivo pode ser conectado a docks vendidos separadamente e reproduzir jogos em monitores ou smart TVs. Além de uma entrada de áudio P2 (3.5 mm) e duas portas USB-C (DisplayPort e Power Delivery), o modelo tem conexões sem fio Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.2.

Na parte da autonomia, o ROG Xbox Ally (R$ 4.599,90 no Pix com cupom de 10% na página do produto) traz uma bateria de 60 Wh que garante de 3 a 3,5 horas de entretenimento com jogos pesados e até 9 horas em títulos leves. Ele ainda inclui um adaptador de 65 W na caixa para a recarga.

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ROG Xbox Ally, console portátil da Asus, tem 29% OFF via Pix no Mercado Livre

(imagem: Reprodução/Asus)

(imagem: Reprodução/Asus)

Nintendo Switch fica ainda mais barato e tem 42% OFF na melhor oferta recente

25 de Março de 2026, 10:13
R$ 2.999,0042% OFF

Prós
  • Bundle inclui . Wonder + 3 Meses da
  • Jogabilidade versátil com três maneiras diferentes de uso
  • Controles Joy-con permitem jogar a dois
  • Compatível com cartão MicroSD de até 2 TB
Contras
  • 32 GB de armazenamento não vão suportar muitos jogos
PIX Cupom
10% OFF NA PáGINA R$ 1.737,88  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Nintendo Switch está disponível por R$ 1.737,88 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF na página do produto no Mercado Livre. Lançado por R$ 2.999, o bundle do console da Nintendo com Super Mario Bros. Wonder recebe um desconto de 42% nesta oferta.

Nintendo Switch tem tela LCD, ampla bateria e jogo de aventura do Mario

Foto de uma mão segurando um Nintendo Switch
Nintendo Switch permite jogar diferentes títulos no modo portátil ou na TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Nintendo Switch traz uma tela LCD sensível ao toque de 6,2 polegadas, reproduzindo jogos com resolução HD e cores vivas no modo portátil. Para quem deseja aproveitar os games em telas maiores, o modelo acompanha uma dock para conectá-lo à TV via HDMI.

O console usa o processador customizado Nvidia Tegra X1 combinado com 4 GB de RAM, oferecendo um desempenho otimizado em diversos jogos. Apesar de ter apenas 32 GB de armazenamento interno, é possível expandir a memória para jogos e dados usando cartões microSDXC de até 2 TB.

Para o dia a dia, o Nintendo Switch oferece uma autonomia de até 9 horas de entretenimento. Contudo, o tempo de uso do aparelho varia de acordo com o jogo, sendo que games mais pesados podem consumir mais energia.

Nintendo Switch (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)
Nintendo Switch oferece ampla bateria de acordo com o jogo (imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

O bundle do Nintendo Switch inclui uma versão digital do jogo Super Mario Bros. Wonder. Nesta aventura supercolorida e divertida, o jogador tem o objetivo de explorar o Reino Flor usando vários personagens memoráveis do universo do Super Mario.

Outro destaque do videogame em oferta é o voucher de 3 meses de assinatura do Nintendo Switch Online. O serviço oferece acesso a uma extensa biblioteca de jogos de antigos consoles, como Super Nintendo e Game Boy, além de ser obrigatório para participar de partidas online em outros games.

Fechando o pacote, o Nintendo Switch (R$ 1.737,88 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF) traz dois controles joy-con para os usuários poderem se divertir com jogos multiplayer local. Já a base para os joy-con, inclusa na caixa do aparelho, é ideal para quem busca mais ergonomia em jogos single player.

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Nintendo Switch fica ainda mais barato e tem 42% OFF na melhor oferta recente

(Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Nintendo Switch (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

O que é JSON? Conheça o formato padrão para a troca de dados na web

24 de Março de 2026, 15:21
ilustração sobre JSON
Saiba como atua o padrão de texto para troca de dados na web (imagem: Reprodução/Crio.do)

O JSON é um formato de texto leve usado para a troca de dados entre sistemas e servidores. Criado pelo programador Douglas Crockford em 2001, o padrão surgiu como uma alternativa eficiente para aplicações web.

Sua estrutura organiza as informações em pares de chave-valor, facilitando a leitura humana e o processamento rápido por máquinas. Esse padrão usa chaves e colchetes para delimitar objetos e listas de forma simples.

Diferente do XML, que usa tags complexas e extensas, o JSON consome menos banda e recursos de processamento. Por ser independente de linguagem, tornou-se o padrão universal para APIs e bancos de dados modernos.

A seguir, conheça o conceito do padrão JSON, sua origem e funcionamento detalhado. Também saiba os pontos fortes e fracos do formato de intercâmbio de dados.

O que é JSON e para que serve?

O JSON é um formato de texto leve para troca de dados entre sistemas, estruturado em pares chave-valor. Sua sintaxe simples permite que humanos leiam as informações facilmente, enquanto máquinas as processam com alta eficiência e baixo consumo de recursos.

Ele serve prioritariamente para comunicação entre servidores e aplicações via APIs, permitindo que diferentes tecnologias troquem dados sem incompatibilidades. Além disso, é o padrão para arquivos de configuração e armazenamento flexível em bancos de dados NoSQL, garantindo portabilidade e organização.

O que significa “JSON”?

JSON é a sigla para JavaScript Object Notation (Notação de Objeto JavaScript, em português), termo criado em 2001 pela State Software. O nome foi escolhido para evitar conflitos com padrões existentes e baseia-se na sintaxe de objetos de linguagem JavaScript para facilitar a comunicação em aplicações web.

Como usar o GitHub / Christopher Gower / Unsplash
JSON é usado para troca de informações ente servidores e aplicações via APIs (imagem: Cristopher Gower/Unsplash)

Qual é a origem do JSON?

O JSON foi idealizado pelo programador estadunidense Douglas Crockford em 2001 na State Software, visando substituir a complexidade do XML por um formato mais leve. Ele surgiu da necessidade de uma comunicação ágil e eficiente para o tráfego de dados em aplicações web.

O formato baseou-se na sintaxe de objetos do JavaScript para viabilizar a troca de informações entre servidores e clientes via HTTP. A primeira transmissão ocorreu em abril de 2001 na Califórnia, servindo originalmente a um projeto de jogo de cartas virtual.

Embora cogitassem o nome JSML, a sigla JSON foi adotada para evitar disputas de marca e destacar sua independência da linguagem. Em 2002, o lançamento do site JSON.org consolidou sua especificação técnica e impulsionou seu uso global.

Como funciona o JSON?

O JSON estrutura dados como texto legível, facilitando o intercâmbio de informações entre sistemas. Ele usa objetos delimitados por chaves ({}) para pares chave-valor e colchetes ([]) para listas ordenadas de valores.

A sintaxe exige aspas duplas (“”) em chaves e strings, proibindo comentários ou vírgulas remanescentes ao final de coleções. Essa padronização rigorosa garante que os dados sejam interpretados corretamente por diferentes linguagens de programação.

Aplicações convertem objetos nativos em strings JSON para transmissão via APIs de forma leve e rápida. Esse fluxo otimiza a comunicação entre servidores e navegadores, permitindo atualizações dinâmicas de conteúdo sem recarregar a página.

imagem de um código JSON
Os códigos JSON trabalham com chaves, colchets e aspas duplas para organizar os dados (imagem: Reprodução/Rick Strahl)

Qual é o exemplo de um código JSON?

O JSON organiza dados em uma sintaxe de texto legível composta por pares de chave-valor e listas ordenadas para troca de informações. O exemplo abaixo ilustra o uso de objetos aninhados, matrizes e tipos como strings, números e booleanos de forma estruturada.

{

  "nome": "João Silva",

  "idade": 30,

  "ativo": true,

  "endereco": {

    "cidade": "São Paulo",

    "cep": "01001-000"

  },

  "interesses": ["tecnologia", "segurança digital"]

}

JSON é uma linguagem de programação?

O JSON não é uma linguagem de programação, mas um formato de intercâmbio de dados baseado em texto. Ele atua exclusivamente na estruturação e transporte de informações entre sistemas, sendo incapaz de executar algoritmos ou cálculos.

A principal diferença é que uma linguagem de programação é dotada de lógica condicional e processamento, recursos que o JSON não possui. Por ser apenas uma notação de objetos, ele serve como uma ponte de comunicação estática que depende de compiladores externos.

imagem de um notebook exibindo softwares com códigos JSON
O JSON é usado para estruturar e transportar informações entre sistemas, mas não atua como uma linguagem de programação (imagem: Arnold Francisca/Unsplash)

Quais são as vantagens do JSON?

Estes são os pontos fortes do formato JSON:

  • Leitura humana e simplicidade: a sintaxe de pares chave-valor é limpa e intuitiva, permitindo que desenvolvedores compreendam e editem dados rapidamente sem ferramentas auxiliares;
  • Baixo consumo de recursos: por ser um formato puramente textual e sem o excesso de tags do XML, ele reduz o uso de largura de banda e otimiza o armazenamento;
  • Alta velocidade de processamento: a estrutura simplificada permite que motores de busca e navegadores realizem a conversão (parsing) dos dados de forma quase instantânea;
  • Compatibilidade universal: funciona como um padrão agnóstico, sendo suportado nativamente por praticamente todas as linguagens de programação e APIs modernas;
  • Tipagem e estruturas complexas: suporta nativamente diversos tipos de dados (strings, números, booleanos) e permite a criação de hierarquias profundas por meio de arrays e objetos;
  • Integração direta com o código: os dados mapeiam-se perfeitamente para as estruturas de objetos das linguagens, facilitando a manipulação e o transporte de informações entre sistemas.

Quais são as desvantagens do JSON?

Estes são os pontos fracos do JSON:

  • Restrições de tipos de dados: suporta apenas tipos básicos, exigindo o uso de strings para datas ou dados binários, gerando inconsistências de conversão entre diferentes linguagens;
  • Ausência de comentários: a especificação proíbe anotações internas, dificultando a documentação de arquivos de configuração e a colaboração direta entre desenvolvedores no código;
  • Falhas de validação nativa: diferente do XML, não possui esquemas de validação integrados (como DTD), exigindo bibliotecas externas para garantir a integridade dos dados trafegados;
  • Ineficiência com dados binários: é ineficiente para arquivos grandes ou mídia, pois a codificação Base64 aumenta a dimensão dos dados em cerca de 33%, elevando o consumo de banda;
  • Riscos de segurança: o uso de funções parse inseguras em entradas não confiáveis pode permitir ataques de injeção de código ou vulnerabilidades de execução remota;
  • Escalabilidade organizacional: a falta de suporte a Namespaces ou gramáticas complexas dificulta a gestão de grandes volumes de metadados e a evolução de contratos em sistemas distribuídos.
imagem de um código JSON
O JSON se destaca pela simplicidade de leitura por humanos e máquinas, mas suporta apenas tipos básicos de dados (imagem: Ferenc Almasi/Unsplash)

Qual é a diferença entre JSON e TOON?

JSON é um formato leve de troca de dados baseado em texto, derivado do JavaScript, que usa pares de chave-valor e matrizes ordenadas para estruturação. É amplamente adotado em APIs e configurações devido à facilidade de leitura humana e ao suporte universal em diversas linguagens.

TOON é um formato projetado especificamente para modelos de linguagem (LLMs), visando a redução do consumo de tokens. Ele mantém a lógica estrutural do JSON, mas elimina redundâncias sintáticas para otimizar custos e velocidade em fluxos de Inteligência Artificial.

Qual é a diferença entre JSON e XML?

JSON é um padrão de intercâmbio de dados leve e textual, inspirado em objetos JavaScript, focado na simplicidade para leitura humana e processamento rápido por máquinas. Ele usa pares de chave-valor e colchetes para representar objetos, suportando tipos básicos como números e strings.

XML é uma linguagem de marcação baseada em tags personalizáveis para estruturar documentos hierárquicos complexos. Ele foca na representação detalhada dos dados e permite validações estritas por meio de esquemas, sendo amplamente usado em sistemas legados.

Qual é a diferença entre JSON e YAML?

JSON é um formato leve de troca de dados que usa chaves e colchetes para estruturar informações, priorizando a velocidade de processamento por máquinas. Sua sintaxe baseada em JavaScript garante compatibilidade universal, tornando-o padrão para comunicação em tempo real entre navegadores e APIs.

YAML é uma linguagem de serialização centrada na legibilidade, que usa a indentação de espaços para organizar dados de forma visual e limpa. Diferente do JSON, permite o uso de comentários e múltiplos documentos, sendo a escolha ideal para orquestração de servidores e arquivos de configuração.

O que é JSON? Conheça o formato padrão para a troca de dados na web

(imagem: Reprodução/Crio.do)

GitHub une gerenciamento de projetos e rede social (Imagem: Cristopher Gower / Unsplash)

(imagem: Reprodução/Rick Strahl)

(imagem: Arnold Francisca/Unsplash)

(imagem: Ferenc Almasi/Unsplash)

Galaxy Tab S10 FE sai com 41% de desconto em oferta por até 12x sem juros

24 de Março de 2026, 14:36

Prós
  • Tela grande de 10,9″ com taxa de 90 Hz
  • Suporta carregamento de 45 W
  • Certificação IP68
  • Capa e caneta S Pen inclusas
Contras
  • Tecnologia LCD inferior ao AMOLED
  • Sem suporte a NFC
  • Peso de 497 g
Cupom Parcelado
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S10 FE (128 GB) está disponível por R$ 2.479 em até 12x sem juros com o cupom NIVER5 na loja Magalu no AliExpress. Lançado originalmente por R$ 4.199, o tablet intermediário da Samsung com tela LCD e caneta S Pen fica 41% mais barato nesta oferta.

Galaxy Tab S10 FE tem tela Full HD, Galaxy AI e caneta S Pen com IA

Indicado para estudos e produtividade leve, o Galaxy Tab S10 FE tem uma tela LCD de 10,9 polegadas. O painel com resolução Full HD+, taxa de atualização de 90 Hz e brilho de até 800 nits reproduz vídeos fluidamente e promete leituras confortáveis.

O tablet com Galaxy AI é equipado com o chip Samsung Exynos 1580 e 8 GB de RAM, oferecendo um desempenho elevado para tarefas simples. Embora tenha apenas 128 GB de armazenamento interno, a memória pode ser expandida para até 2 TB com cartões microSD.

O Galaxy Tab S10 FE inclui a caneta S Pen com IA como parte do kit inicial do dispositivo. O acessório permite realizar anotações, desenhos e usar ferramentas como Circule para Pesquisar e Ajuda Inteligente do Google para facilitar o uso do aparelho no dia a dia.

Galaxy Tab S10 FE em um áquario. A tela mostra o texto "Resistente à água e à poeira; IP68"
Galaxy Tab S10 FE tem certificação IP68 de resistência à água e à poeira (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Outro atrativo é o Samsung Dex, recurso que permite conectar o tablet a um monitor e ter uma experiência semelhante a um desktop. O modelo conta com uma câmera frontal de 12 MP para videochamadas em 4K, além de uma câmera traseira de 13 MP para fotos básicas e escaneamento de documentos.

O dispositivo tem design fino com 6 mm de espessura e estrutura em Armor Alumínio com certificado de resistência à água IP68, facilitando o transporte em bolsas e mochilas. Já a bateria de 8.000 mAh garante autonomia de até 20 horas de reprodução de vídeo.

Fechando o pacote, o Galaxy Tab S10 FE (R$ 2.479 em até 12x com o cupom NIVER5) tem conexão Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3. Na parte de software, o dispositivo vem de fábrica com o Android 16 e receberá atualizações do sistema operacional até 2032.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S10 FE sai com 41% de desconto em oferta por até 12x sem juros

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Galaxy Tab S10 FE de 120 GB com caneta S Pen, Galaxy AI e ampla bateria tem pagamento parcelado com cupom na loja Magalu no AliExpress

Durabilidade é um dos destaques do produto (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O que é stalkerware? Saiba como funciona esse tipo de app espião

23 de Março de 2026, 18:25
imagem de um homem em um ambiente escuro com o smartphone na mão
Descubra como o software de espinagem podem gerar grande riscos para as vítimas (imagem: Dibya Prakash Sethy/Unsplash)

O stalkerware é um tipo de software espião instalado ocultamente para monitoramento total de mensagens, chamadas e localização em tempo real. Ele exige acesso físico ao dispositivo e permite que o invasor controle remotamente a câmera e o microfone da vítima.

Embora possa ser comercializado como um aplicativo de controle parental, o uso para vigilância não consentida é abusivo e fere a privacidade digital. A ferramenta opera em uma zona cinzenta, servindo frequentemente como instrumentos perigosos de perseguição e controle interpessoal.

Para se proteger, use senhas fortes no bloqueio de tela e revise regularmente as permissões de privacidade concedidas no sistema. Manter o software do dispositivo atualizado ajuda a identificar comportamentos suspeitos e o blinda contra diversas formas de invasões silenciosas.

A seguir, saiba o conceito de stalkerware, seu funcionamento detalhado e os riscos que o software pode causar. Também descubra as possíveis pistas do monitoramento do dispositivo e como agir caso esteja sendo vítima.

O que é stalkerware?

O stalkerware – ou spouseware – é um software espião instalado furtivamente em dispositivos para monitorar mensagens, chamadas e localização em tempo real, sem o consentimento da vítima. Geralmente usado em contexto de abuso, ele permite o controle remoto de câmeras e microfones, facilitando a vigilância invasiva e a perseguição digital.

O que significa stalkerware?

O termo “stalkerware” combina as palavras “stalker” (perseguidor, em inglês) e “software”. Ele descreve programas usados para monitorar alguém de forma furtiva e obsessiva, sem que a vítima saiba desta ação.

A expressão ganhou força por volta de 2018, quando o mercado de cibersegurança precisou distinguir apps de espionagem comercial de programas de uso legítimo. A diferenciação foi essencial para que empresas de antivírus passassem a classificar essas ferramentas como ameaças graves à privacidade e segurança pessoal.

Pessoa no celular (Imagem: Freestocks/Unsplash)
Stalkerware é usado para monitrar dispositivos sem o consentimento das vítimas (imagem: Freestocks/Unsplash)

Como funciona o stalkerware

O stalkerware é um software de vigilância instalado sem consentimento para monitorar dados privados e atividades em tempo real. Ele opera silenciosamente em segundo plano, muitas vezes disfarçado como utilitários do sistema ou aplicativos legítimos de controle parental.

A instalação geralmente exige acesso físico ao dispositivo para conceder permissões profundas e desativar alertas de segurança nativos. O perseguidor configura o app para ocultar ícones e usar nomes de processos genéricos, impedindo que a vítima note sua presença.

Uma vez ativado, o programa intercepta a localização do GPS, mensagens, chamadas e fotos, enviando-os para um servidor remoto controlado pelo invasor. Essa transmissão ocorre via internet, permitindo que o criminoso visualize todo o conteúdo do aparelho em tempo real.

Para evitar a remoção, o stalkerware explora privilégios de acessibilidade e root, dificultando a detecção por antivírus convencionais e bloqueando desinstalações simples. Isso cria um ciclo de espionagem persistente que compromete a integridade digital e a segurança física da vítima.

infografico do funcionamento do Stalkerware
Cada etapa do funcionamento de um stalkerware (imagem: Reprodução/ExpressVPN)

Quais são os riscos do stalkerware?

O stalkerware representa uma ameaça severa que pode transcender o ambiente digital. Estes são alguns riscos associados ao software de rastreamento:

  • Violação total de privacidade: o monitoramento constante de mensagens, chamadas e histórico de navegação elimina a autonomia da vítima, expondo a vida íntima sem qualquer consentimento;
  • Intensificação de violência doméstica: atua como uma ferramenta de controle coercitivo, permitindo que o perseguidor antecipe pedidos de ajuda e isole a vítima, agravando abusos físicos e psicológicos;
  • Rastreamento de localização em tempo real: o acesso ao GPS permite que o criminoso localize a vítima em locais teoricamente seguros, facilitando emboscadas e confrontos presenciais perigosos;
  • Vulnerabilidade de dados sensíveis: as informações coletadas são enviadas a servidores externos que, muitas vezes sem segurança adequada, podem sofrer vazamentos e expor arquivos pessoais a cibercriminosos;
  • Comprometimento da segurança do dispositivo: para funcionar, o software espião exige permissões críticas que desativam proteções nativas do aparelho, deixando-o suscetível a malwares, roubo de senhas e ataques externos;
  • Implicações jurídicas e forenses: embora a instalação oculta seja crime, essas ferramentas podem ser usadas para manipular provas ou intimidar a vítima em processos de custódia e separação.
É possível detectar um stalkerware (Imagem: Sora Shimazaki/Pexels)
Os riscos de um stalkerware vão além do ambiente digital, devido a possibilidade de rastrear a localização da vítima em tempo real (imagem: Sora Shimazaki/Pexels)

O uso de stalkerware é ilegal?

Sim, o uso de stalkerware é ilegal por violar direitos fundamentais à privacidade e ao sigilo das comunicações sem o consentimento da vítima. No Brasil, a prática é tipificada como crime de invasão de dispositivo e pode configurar o delito de perseguição (stalking), com penas agravadas.

Normas como o Marco Civil da Internet e a LGPD reforçam a ilegalidade ao vetar o monitoramento oculto e a coleta de dados sem base legal. O rastreamento de cônjuges ou outros adultos é estritamente proibido, mesmo sob pretexto de zelo, gerando responsabilidade civil e criminal.

Exceções limitadas aplicam-se apenas ao controle parental ou monitoramento corporativo em bens de empresa, caso haja transparência e ciência prévia. Fora desses contextos específicos e consentidos, qualquer espionagem digital é considerada uma invasão de privacidade passível de punição.

É possível detectar um app stalkerware?

Embora um stalkerware seja projetado para operar de forma oculta e silenciosa, alguns sinais de comportamento do dispositivo podem indicar um rastreamento ativo sem consentimento:

  • Vazamentos de dados contextuais: suspeite se terceiros demonstrarem conhecimento exato sobre sua localização em tempo real, conteúdos de chats privados ou fotos que não foram compartilhados;
  • Instalações e fontes desconhecidas: verifique se a opção “Instalar apps de fontes desconhecidas” está ativa no Android ou se existem perfis de configuração de “Gerenciamento de Dispositivo” não autorizados;
  • Drenagem atípica de recursos: monitore o aquecimento excessivo do aparelho, o descarregamento acelerado da bateria e picos súbitos no consumo de dados móveis sem uso aparente;
  • Nomes e ícones genéricos: examine a lista completa de aplicativos em busca de nomes camuflados como “System Service”, “Sync” ou “Battery Saver” que possuem permissões de acessibilidade;
  • Comportamento errático do sistema: fique atento a reinicializações inesperadas, tela acendendo sozinha, dificuldade para desligar o aparelho ou ruídos estranhos (estática) durante chamadas telefônicas;
  • Privilégios de acesso abusivos: identifique aplicativos que possuem controle total sobre o microfone, câmera, SMS e localização, especialmente aqueles que não justifiquem tais funções para operar;
  • Varredura com ferramentas especializadas: use antivírus atualizado e confiável, pois muitos já conseguem detectar assinaturas específicas de programas de espionagem e monitoramento;

Importante: antes de deletar qualquer ameaça, considere que o invasor pode ser notificado sobre a remoção. Então, procure orientação legal ou policial para registrar a prova do crime.

Imagem de um celular dobrável aberto exibindo a tela com data e hora, "Tue, Apr 3" e "11:35". Ao lado, há um ícone de bateria com nível baixo, representado por um cilindro parcialmente vermelho e um raio laranja sobre ele. O fundo é vermelho com um padrão sutil e o logo da Motorola em tons escuros. No canto inferior direito está a marca d’água "Tecnoblog".
Bateria sendo drenada rapidamente pode indicar que existem processos rodando em segundo plano (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que fazer ao encontrar um aplicativo stalkerware?

Caso você suspeite que esteja sendo vítima de monitoramento ou encontre um stalkerware, essas são as recomendações para se proteger física e digitalmente:

  • Priorize a segurança física imediata: avalie o risco de uma retaliação antes de agir e, se houver perigo, contate grupos de apoio ou autoridades usando um dispositivo que não esteja monitorado;
  • Use dispositivos externos para comunicação: realize buscas por ajuda e contatos com autoridades apenas por meio de celulares e computadores de terceiros que não estejam sob vigilância;
  • Corte a transmissão de dados em tempo real: ative o modo avião ou desligue o Wi-Fi e os dados móveis para interromper o envio imediato de sua localização e atividades ao perseguidor;
  • Retome o controle das suas contas digitais: altere todas as senhas, encerre sessões ativas em outros aparelhos e ative obrigatoriamente a autenticação de dois fatores (2FA) em apps críticos;
  • Preserve provas antes de qualquer limpeza: documente o nome do app e permissões ativas com fotos ou prints, pois essas evidências são cruciais para registros policiais e processos judiciais;
  • Restaure o sistema para as configurações de fábrica: a desinstalação manual pode ser insuficiente para eliminar o app espião. O reset total é o método mais seguro para eliminar rastros e permissões de administrador ocultas;
  • Busque suporte especializado e jurídico: registre um boletim de ocorrência e procure ONGs focadas em violência doméstica ou digital para receber acolhimento e orientações de segurança contínua.
Imagem de um celular com o Modo Avião ativado
Ativar o modo avião e desativar todas as conexões podem interrupção do envio de dados para o perseguidor (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Posso me proteger contra stalkerware?

Sim, existem algumas ações que ajudam a proteger o dispositivo de stalkerware e mitigar riscos. Por exemplo:

  • Implemente bloqueios de tela robustos: use biometria ou PINs longos e configure o bloqueio automático para o tempo mínimo (30 segundos), evitando que alguém instale o app em descuido seu;
  • Restrinja a instalação a lojas oficiais: baixe apps somente na Play Store do Android ou App Store do iPhone e mantenha desativada a opção “instalar de fontes desconhecidas”, bloqueando o carregamento de arquivos maliciosos;
  • Revise permissões e perfis de gerenciamento: verifique regularmente quais apps acessam a câmera, microfone e GPS, removendo imediatamente qualquer perfil de configuração (MDM) ou VPN desconhecida nas configurações do sistema;
  • Mantenha o sistema e os apps atualizados: instale patches de segurança assim que disponíveis, pois eles corrigem as vulnerabilidades técnicas que o stalkerware usa para burlar as proteções nativas do celular;
  • Use softwares de segurança confiáveis: mantenha um antivírus atualizado para realizar varreduras periódicas em busca de scripts espiões e monitorar comportamentos suspeitos em tempo real;
  • Monitore o desempenho do dispositivo: fique atento a sinais de superaquecimento súbito, drenagem rápida da bateria ou consumo excessivo de dados, que geralmente indicam processos de espionagem em segundo plano.
Uma mão segura um smartphone Jovi V50, exibindo a tela de bloqueio com o horário "07:15" e a data "Qui., 29 de mai.". Há um ícone de câmera no canto inferior direito e um recorte em "punch-hole" para a câmera frontal no centro superior da tela. No canto inferior direito, a marca d'água "tecnoblog" é visível.
Biometria e PINs reforçados para a tela de bloqueio podem impedir que pessoas acessem o dispositivo e instalem o software de rastreamento (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre stalkerware e spyware?

Stalkerware é um software de monitoramento instalado por alguém próximo à vítima para vigiar mensagens e localização em tempo real sem consentimento. Seu foco é o controle interpessoal e o abuso, exigindo geralmente acesso físico ao dispositivo para instalação.

Spyware é um software malicioso para coletar dados financeiros, senhas e históricos de navegação de desconhecidos, disseminado remotamente por criminosos. O objetivo é estritamente o lucro ilícito e o roubo de identidade, operando em larga escala para alimentar redes de fraude digital.

Qual é a diferença entre stalkerware e malware?

Stalkerware é um software de rastreamento instalado ocultamente por alguém para espionar a localização, comunicações e atividades da vítima sem consentimento. Seu objetivo é o controle interpessoal, o abuso e a vigilância direta em contextos de perseguição digital.

Malware é uma categoria abrangente para softwares maliciosos criados para se infiltrar, sequestrar e danificar sistemas, redes e dispositivos. Diferente do stalkerware, a distribuição costuma ser em larga escala por criminosos, visando alvos aleatórios ou vulnerabilidades em redes corporativas.

O que é stalkerware? Saiba como funciona esse tipo de app espião

(imagem: Reprodução/ExpressVPN)

É possível detectar um stalkerware (Imagem: Sora Shimazaki/Pexels)

Bateria é a principal reclamação contra a Motorola em maio (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Jovi V50 tem uma tela AMOLED de 6,77 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Watch 8 Classic (46 mm) volta a receber 50% OFF em oferta imbatível

23 de Março de 2026, 11:26

Prós
  • Integrado com Galaxy AI e Google Gemini
  • Design com bisel giratório e botão para acesso rápido a apps
  • Painel Super AMOLED com até 3.000 nits
  • Resistência a 5 ATM, certificação IP68 e MIL-STD-810H
  • Conectividade 4G LTE via e-SIM
Contras
  • Peso considerável de 63,5 g
  • Display pequeno de 1,34 polegadas
  • Não tem compatibilidade com iPhone
  • Autonomia pequena comparada a outros smartwatches
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Watch 8 Classic (46 mm) está disponível por R$ 2.231,10 no Pix no Mercado Livre. O smartwatch da Samsung com tela AMOLED e sensores avançados de saúde, lançado por R$ 4.499, recebe um desconto de 50% nesta oferta.

Galaxy Watch 8 Classic tem tela AMOLED, GPS integrado e bateria de até 40 horas

O Galaxy Watch 8 Classic tem uma tela Super AMOLED de 1,34 polegadas com brilho máximo de até 3.000 nits, facilitando a visão mesmo sob o sol. O modelo traz uma caixa de 46 mm feita em aço inoxidável com bisel, design almofadado, vidro resistente com Cristal de Safira e certificação IP68 de resistência à água e poeira.

O relógio inteligente conta com sensores de monitoramento de saúde, registrando dados de frequência cardíaca, pressão arterial, oxigenação do sangue e outras informações. Ele ainda pode realizar eletrocardiograma (ECG) e detectar sinais de ritmo cardíaco irregular.

Para os esportistas, o Galaxy Watch 8 Classic monitora diferentes atividades físicas, incluindo caminhada, corrida, ciclismo e natação. Além disso, ele traz um GPS integrado para mapear o trajeto em práticas ao ar livre ou mostrar instruções de rotas em trilhas.

imagem do relógio samsung galaxy watch 8 classic
Galaxy Watch 8 Classic traz o retorno do bisel (imagem: Divulgação/Samsung)

Todas as informações captadas pelo smartwatch da Samsung podem ser sincronizadas com o app Samsung Health. Além de organizar e analisar os dados, a plataforma oferece dicas e sugestões personalizadas para a pessoa construir rotinas mais saudáveis.

A bateria do acessório oferece uma autonomia de até 30 horas com o modo Always On Display. Entretanto, o tempo de uso pode se estender até 40 horas se o usuário optar por desabilitar o recurso de tela sempre ativa.

Por fim, o Galaxy Watch 8 Classic (R$ 2.231,10 no Pix) usa o chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno. Trazendo o sistema operacional Wear OS com Google Gemini e Galaxy AI, o relógio ainda oferece conexões Bluetooth 5.3, Wi-Fi, conexão 4G LTE e NFC para ações por aproximação.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Watch 8 Classic (46 mm) volta a receber 50% OFF em oferta imbatível

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Galaxy Watch 8 Classic com Galaxy AI, sensores avançados de saúde e tela AMOLED fica mais barato com pagamento via Pix no Mercado Livre

(imagem: Divulgação/Samsung)

O que é spyware? Veja os tipos e o funcionamento dos apps espiões

23 de Março de 2026, 10:40
imagem de um celular exibindo uma imagem de hacker na tela
Spywares são usados por hackers para monitorar as ações dos usuários em busca de dados pessoais e informações bancárias (imagem: Vladimir Fedotov/Unsplash)

O spyware é um malware silencioso projetado para infiltrar-se em dispositivos e monitorar atividades sem qualquer consentimento. O objetivo é o roubo de dados pessoais, senhas e informações bancárias para alimentar fraudes financeiras ou espionagem.

A infecção ocorre geralmente via links maliciosos em mensagens ou downloads de softwares que parecem legítimos, mas são perigosos. Uma vez instalado, ele opera em segundo plano, capturando cada ação da vítima e transmitindo os arquivos sensíveis para servidores remotos.

Existem diversas categorias de app espião, como os keyloggers, infostealers e cavalos de Troia. Versões mais avançadas podem até assumir o controle físico de microfones e câmeras, transformando o aparelho em um rastreador em tempo real.

A seguir, entenda o conceito de spyware, como funciona detalhadamente e os tipos mais comuns. Também saiba como identificar e o que fazer ao ser vítima de um app espião.

O que é spyware?

Spyware é um software malicioso projetado para infiltrar-se em dispositivos e monitorar atividades sem o consentimento do usuário, coletando credenciais e dados pessoais. Sua finalidade é o roubo de informações para fraude ou espionagem, operando silenciosamente enquanto compromete a privacidade e o desempenho.

Qual é o significado de spyware?

O termo “spyware” é resultado da união das palavras “spy” (espião, em inglês) e “software”, sendo usado pela primeira vez em uma publicação da Usenet em 1995. Originalmente, a palavra descrevia dispositivos de vigilância física antes de ser aplicada no contexto digital.

Em 2000, o termo foi popularizado por Gregor Freund e Steve Gibson para identificar softwares que rastreavam dados e usavam conexões sem consentimento. Essa evolução consolidou a definição moderna de malware voltado ao monitoramento oculto de usuários.

ilustração sobre o malware Trojan/Cavalo de Troia
Alguns malwares podem servir como cavalo de troia e conter spywares que rastream as ações do usuário (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os tipos de spyware?

O spyware abrange diversos softwares espiões que monitoram secretamente e roubam dados do usuário. Estas são as principais categorias:

  • Adwares: coletam dados de navegação para forçar a exibição de anúncios personalizados e invasivos no sistema. É frequentemente propagado como um componente oculto em softwares gratuitos ou piratas;
  • Keyloggers: monitoram e registram cada tecla pressionada fisicamente ou virtualmente no dispositivo infectado. São projetados especificamente para interceptar senhas, números de cartões e mensagens privadas;
  • Monitores de sistema: registram atividades detalhadas do usuário, incluindo capturas de tela, histórico de arquivos e conversas em tempo real. Permitem que o invasor reconstrua toda a rotina digital da vítima;
  • Infostealers: escaneiam o armazenamento do dispositivo em busca de bancos de dados de navegadores, cookies de sessão e carteiras de criptomoedas. O foco é a exportação imediata de credenciais e ativos digitais para servidores remotos;
  • Trojans (Cavalos de Troia): infiltram-se no sistema disfarçados de arquivos legítimos para abrir backdoors para outros ataques ou ameaças cibernéticas. Uma vez ativos, facilitam a instalação de outros spywares e o controle remoto do hardware;
  • Rootkits: operam no núcleo (kernel) do sistema operacional para ocultar a presença de processos maliciosos. Eles garantem que o aplicativo espião permaneça invisível tanto para o usuário quanto para antivírus convencionais;
  • Cookies de rastreamento (web trackers): identificadores que seguem a atividade do usuário entre diferentes domínios e plataformas na internet. São usados para construir perfis comportamentais profundos sem o consentimento explícito.
O teclado do XPS 13 tem retroiluminação em dois níveis (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Keyloggers são ameaças invisíveis que monitoram tudo que é digitado pelo usuário (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como funciona o spyware

O spyware pode infiltrar-se silenciosamente via anexos infectados, sites fraudulentos, softwares “gratuitos” ou redes Wi-Fi desprotegidas. Uma vez ativo, ele opera em segundo plano, garantindo privilégios de administrador para monitorar o sistema sem levantar suspeitas.

A ameaça cibernética captura dados sensíveis em tempo real, como senhas digitadas, históricos de navegação e capturas de tela contínuas. Essas informações são compactadas e transmitidas para servidores remotos, permitindo que criminosos explorem identidades e contas financeiras.

Para evitar a detecção, o aplicativo espião camufla-se como um processo legítimo do sistema operacional para dificultar a identificação por usuários leigos. Ele altera registros profundos para ser executado automaticamente a cada inicialização, resistindo a tentativas superficiais de desinstalação ou limpeza.

Além da espionagem, o spyware consome recursos de processamento, tornando o dispositivo lento e instável ao abrir brechas para outros ataques. Versões avançadas podem até assumir o controle físico de periféricos, transformando microfones e câmeras em ferramentas de vigilância ativa.

Infográfico sobre a atuação de um spyware
Como funciona um spyware (imagem: Reprodução/Keepnet)

É possível identificar um spyware?

Sim, dá para identificar um spyware por meio de uma combinação de ferramentas e análise comportamental do dispositivo. Estes são alguns métodos para verificar se o smartphone ou computador não está sendo vítima de crimes cibernéticos:

  • Desempenho fora do padrão: lentidão súbita, superaquecimento sem uso intenso e consumo excessivo de bateria ou dados costumam indicar processos ocultos em execução;
  • Comportamento de rede: picos de tráfego em horários de ociosidade e conexões com IPs desconhecidos sugerem que informações estão sendo enviadas a servidores externos;
  • Varreduras de segurança: antivírus modernos usam análise comportamental para identificar ameaças inéditas que ainda não possuem uma assinatura digital registrada em bancos de dados;
  • Auditoria de permissões: aplicativos que solicitam acesso desnecessário à câmera, microfone ou acessibilidade podem estar agindo como vetores de espionagem silenciosa;
  • Monitoramento de processos: ferramentas como Gerenciador de Tarefas revelam softwares que se camuflam com nomes de sistema para consumir CPU e memória;
  • Verificação de integridade: mudanças não autorizadas no DNS, na página inicial do navegador ou a presença de novos certificados de segurança indicam invasões de nível root.

O que fazer se eu localizar um spyware no meu dispositivo?

Ao identificar um app espião, é importante agir rápido e seguir os seguintes passos para proteger os dispositivos e os dados:

  • Isole o dispositivo: corte imediatamente conexões Wi-Fi e dados móveis para interromper o envio de informações em tempo real para os servidores do invasor;
  • Entre em Modo Seguro: reinicie o dispositivo em Modo Seguro para impedir que o app espião inicie automaticamente, facilitando a identificação e remoção de apps suspeitos;
  • Faça uma varredura profunda: use um antivírus confiável para escanear o armazenamento, movendo ameaças detectadas para quarentena e deletando arquivos maliciosos;
  • Redefina suas senhas: altere todas as credenciais de contas bancárias e e-mails usando um dispositivo seguro, ativando obrigatoriamente a autenticação de dois fatores (2FA);
  • Atualize o ecossistema: instale todos os patches pendentes do sistema operacional e de aplicativos para corrigir as vulnerabilidades que permitiram a invasão inicial;
  • Restaure o padrão de fábrica: use o reset total de fábrica somente como medida definitiva para eliminar ameaças cibernéticas persistentes que se escondem em pastas protegidas do sistema.
  • Formalize a ocorrência: registre um boletim de ocorrência online para se resguardar legalmente contra o uso indevido de sua identidade e dados roubados pelos criminosos.
Celular com antivírus aberto
Fazer varreduras com antivírus podem ajudar a encontrar ameaças que estão monitorando o dispositivo (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Como se proteger contra spywares

Estas são algumas práticas que auxiliam na proteção contra aplicativos espiões:

  • Instale antivírus e antispyware confiáveis: use soluções de segurança que ofereçam proteção em tempo real e varreduras automáticas para detectar ameaças antes que se instalem;
  • Mantenha o sistema e apps atualizados: verifique regularmente as atualizações do sistema operacional e aplicativos para corrigir vulnerabilidades que servem de porta de entrada para invasores;
  • Ative a autenticação de dois fatores (2FA): proteja suas contas com camadas extras de verificação, impedindo o acesso indevido mesmo que as senhas principais sejam interceptadas;
  • Gerencie permissões e extensões do navegador: remova extensões desnecessárias e ajuste as configurações de privacidade para bloquear rastreadores e a coleta de dados de navegação;
  • Habilite o bloqueio de janelas pop-ups: configure o navegador para impedir anúncios intrusivos que podem executar downloads automáticos sem a autorização;
  • Priorize fontes de download oficiais: baixe aplicativos apenas em lojas oficiais ou sites de desenvolvedores verificados, evitando anexos de e-mails desconhecidos e links encurtados.

Qual é a diferença entre spyware e malware?

Spyware é um tipo específico de malware projetado exclusivamente para monitorar e coletar dados sensíveis, como senhas e hábitos de navegação. Sua principal característica é a operação silenciosa, focada no roubo de informações para fins de espionagem ou fraude financeira.

Malware é um termo genérico para qualquer software malicioso desenvolvido para infiltrar, danificar ou explorar sistemas, redes e dispositivos sem permissão. Ele engloba diversas ameaças, como vírus e ransomware, que se espalham por vulnerabilidades para causar destruição direta ou sequestro de dados.

Qual é a diferença entre spyware e stalkerware?

Spyware é um software malicioso infiltrado para coletar dados sensíveis, como senhas e informações bancárias, visando o lucro financeiro ou espionagem. Ele opera de forma oculta, sendo disseminado por meio de links corrompidos ou downloads de arquivos infectados para atingir o maior número de vítimas.

Stalkerware é uma variante invasiva instalada intencionalmente por alguém com acesso físico ao dispositivo para monitorar mensagens, localização e chamadas de uma vítima específica. Diferente de outras ameaças, ele é frequentemente comercializado como “aplicativo de controle parental” para camuflar o assédio e o controle interpessoal.

O que é spyware? Veja os tipos e o funcionamento dos apps espiões

(imagem: Vladimir Fedotov/Unsplash)

Saiba como proteger seu dispositivo de um cavalo de Troia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O teclado do XPS 13 tem retroiluminação em dois níveis (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Descubra os melhores antivírus para seu smartphone Android (Imagem: Lucas Braga / Tecnoblog)

O que é pharming? Entenda o funcionamento desse tipo de ataque cibernético

20 de Março de 2026, 14:44
ilustração sobre Pharming
Saiba como os criminosos modificam o sistema DNS para realizar os ataques de pharming (imagem: Reprodução/CyberPilot)

O pharming é um ataque cibernético que redireciona o tráfego de sites legítimos para domínios fraudulentos sem exigir nenhuma interação. Diferente do phishing tradicional, ele manipula a infraestrutura da rede para enganar o navegador, tornando a ameaça silenciosa e perigosa.

Nesta técnica, o criminoso corrompe o servidor DNS ou o arquivo hosts local para desviar a navegação de forma imperceptível. Assim, o usuário acessa uma página falsa mesmo digitando o endereço oficial corretamente e fica exposto ao roubo de dados.

Um meio de se prevenir é sempre verificar se o site possui certificados de segurança HTTPS válidos. Manter softwares, antivírus e o firmware do roteador atualizados também é fundamental para bloquear alterações maliciosas nas configurações de rede.

A seguir, entenda o conceito de pharming, a origem do termo e como funciona detalhadamente o ataque cibernético. Também saiba o que fazer caso seja vítima desse golpe.

O que é pharming?

O pharming é um ataque cibernético que redireciona usuários de sites legítimos para versões fraudulentas, manipulando servidores DNS ou arquivos locais para roubar credenciais e dados. Essa técnica não depende de cliques em links suspeitos, agindo de forma invisível ao interceptar a conversão do endereço IP no navegador.

O que significa pharming?

O termo “pharming” surge da junção das palavras “phishing” e “farming”, sendo usado pelo pesquisador Scott Chasin em 2004 para definir o redirecionamento fraudulento de tráfego. Ele descreve a evolução da “pesca” individual para uma “colheita” massiva de dados por meio da manipulação do sistema DNS.

Enquanto o “phish” foca na isca, o “farming” remete ao cultivo de vítimas em larga escala, sendo levadas a sites falsos sem interação direta. A técnica dispensa o clique em links suspeitos, automatizando o roubo de credenciais de forma silenciosa e abrangente.

Imagem ilustrativa de DNS
O Pharming é um ataque manipula o sistema de nome de domínio (DNS) para direcionar as vítimas para páginas fraudulentas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como funciona o pharming

O pharming manipula o Domain Name System (DNS) ou arquivos locais para redirecionar o tráfego de sites legítimos para versões fraudulentas. O objetivo é capturar credenciais de acesso e dados financeiros de forma silenciosa e automatizada.

Existem dois tipos de pharming: o envenenamento de cache DNS, que compromete servidores e afeta múltiplos usuários simultaneamente, e a alteração de roteadores desprotegidos. Ambas as táticas exploram vulnerabilidades na infraestrutura de rede para desviar as requisições originais.

No nível local, malwares modificam o arquivo hosts do dispositivo, forçando o navegador a resolver endereços específicos para o IP do invasor. Essa técnica ignora as consultas a servidores externos, tornando o ataque persistente e difícil de detectar pelo usuário comum.

A página falsa reproduz fielmente a identidade visual da plataforma real, levando a vítima a inserir dados de forma voluntária. Todas as informações coletadas são enviadas ao servidor do criminoso, que as usa para fraudes bancárias ou venda de dados.

infográfico sobre o funcionamento do pharming
Esquema de funcionamento do Pharming (imagem: Reprodução/Callidu)

Quais são os riscos de um ataque pharming?

O pharming na internet é um dos tipos de crimes cibernéticos mais perigosos, pois atua silenciosamente e sem que a vítima perceba o roubo dos seus dados. Por isso, ele traz os seguintes riscos:

  • Comprometimento de credenciais: criminosos capturam logins e senhas em páginas clonadas para invadir contas bancárias, e-mails e perfis em redes sociais;
  • Perdas financeiras imediatas: o roubo de dados de cartões de crédito e códigos de segurança permite que os invasores realizem compras e transferências ilícitas;
  • Roubo de identidade: informações pessoais coletadas são usadas para abrir contas, contratar empréstimos ou aplicar novos golpes em nome da vítima;
  • Invasão de redes corporativas: o acesso a credenciais de funcionários expõe sistemas internos, bancos de dados sensíveis e comunicações confidenciais das empresas;
  • Ineficácia de defesas básicas: como o ataque ocorre no nível de rede (DNS), ele ignora cautelas tradicionais, como evitar cliques em links suspeitos de e-mails;
  • Exposição em larga escala: ao infectar servidores ou roteadores, o ataque pode atingir milhares de pessoas simultaneamente de forma prolongada e imperceptível.
Uma ilustração em tom roxo e vinho que representa um ataque de phishing. No centro, um notebook exibe em sua tela escura um formulário de login falso flutuando, com campos "USER NAME" e "PASSWORD", e um botão "LOGIN", todos com o ícone de uma pessoa roxa no topo. Este formulário está pendurado por um anzol, como em uma pescaria. Outros formulários semelhantes, desfocados, aparecem pendurados no lado esquerdo e direito, fora da tela do notebook. Ao fundo, números "0" e "1" que remetem a código binário são visíveis, e no canto inferior direito, a marca d'água "tecnoblog".
O Pharming pode sequestrar os dados da vítima sem que ela saiba (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que fazer se fui vítima de um golpe pharming?

Ao ser vítima de um pharming attack, é essencial agir rápido e seguir os seguintes passos para conter os danos e proteger os dados:

  • Troque as senhas imediatamente: mude as senhas de todas as contas expostas e habilite a autenticação de dois fatores (2FA) para criar uma camada extra de proteção;
  • Contate o banco e monitore extratos: informe sua instituição financeira sobre o incidente para bloquear cartões e contestar transações suspeitas identificadas no seu histórico;
  • Execute uma varredura completa de antivírus: use um software de segurança confiável e atualizado para detectar e eliminar malwares ou arquivos hosts modificados que realizam o redirecionamento;
  • Limpe o cache e restaure DNS: force a atualização dos endereços de rede e verifique se as configurações do seu roteador foram alteradas;
  • Registre um boletim de ocorrência: formalize a denúncia em uma delegacia virtual para documentar o crime e se resguardar juridicamente caso seus dados sejam usados por terceiros;
  • Reforce a prevenção tecnológica: adote gerenciadores de senhas e serviços de DNS seguros para evitar que o navegador aceite certificados digitais inválidos ou sites fraudulentos.
Celular com antivírus aberto
É recomendado fazer uma varredura no dispositivo usando um antivírus para detectar e eliminar malwares que possam ter afetado o DNS (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Como se proteger contra ataques de pharming

Algumas práticas podem auxiliar na proteção contra ataques de pharming. As principais são:

  • Valide o certificado HTTPS e a URL: verifique a presença do cadeado de segurança e se o domínio está escrito corretamente, sem substituições sutis de caracteres;
  • Atualize firmwares e softwares: mantenha sistemas operacionais, navegadores e o firmware do roteador em dia para corrigir brechas que permitem o sequestro de IPs;
  • Monitore alterações com antivírus: use ferramentas de segurança capazes de detectar malwares que tentam modificar silenciosamente os arquivos de configuração de rede;
  • Desconfie de links e encurtadores: evite clicar em URLs de mensagens não solicitadas, pois endereços reduzidos podem camuflar o destino para servidores maliciosos;
  • Priorize favoritos e apps oficiais: use links salvos previamente ou aplicativos verificados de bancos e e-mails, evitando erros de digitação que levam a páginas clonadas;
  • Configure DNS com suporte a DNSSEC: opte por provedores de DNS conhecidos que utilizam assinaturas digitais para garantir que a resposta da consulta de rede seja autêntica;
  • Blinde o acesso ao roteador: altere a senha padrão de administrador e desabilite o acesso remoto para impedir que invasores troquem os endereços dos servidores DNS locais;
  • Utilize VPN em redes públicas: use uma rede privada virtual para criptografar o tráfego e forçar o uso de uma infraestrutura de DNS segura em ambientes de Wi-Fi aberto.
imagem de um navegador mostrando a url tecnoblog.net
É importante sempre verificar a URL da página para evitar compartilhar dados em sites fraudulentos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre pharming e phishing?

Pharming é um ataque que manipula o sistema de DNS ou arquivos de host para redirecionar o tráfego de um site legítimo para um endereço IP fraudulento. Esta técnica atua de forma invisível no nível da infraestrutura, afetando o usuário mesmo que ele digite a URL correta no navegador.

Phishing é um ataque que usa engenharia social, como e-mails ou SMS falsos, para induzir a vítima a clicar em links ou baixar anexos maliciosos. É uma estratégia de isca ativa que depende totalmente da ação voluntária do usuário para capturar credenciais em páginas fraudulentas.

Qual é a diferença entre pharming e spoofing?

Pharming é um ataque técnico que manipula a infraestrutura da internet, como registros DNS ou arquivos locais, para redirecionar o tráfego de um site legítimo para uma página falsa. Esse processo ocorre de forma invisível, fazendo com que o usuário acesse o endereço falso mesmo digitando a URL correta no navegador.

Spoofing é a técnica de falsificar identidades, como e-mails ou interfaces de sites, para parecerem originados de uma fonte confiável e enganarem a vítima. No contexto digital, é o ato de mascarar a origem de uma comunicação para ganhar confiança, servindo como base para diversos outros tipos de golpes.

O que é pharming? Entenda o funcionamento desse tipo de ataque cibernético

Imagem ilustrativa de DNS (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Entenda o que é phishing, considerado um dos principais tipos de ataques cibernéticos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Descubra os melhores antivírus para seu smartphone Android (Imagem: Lucas Braga / Tecnoblog)

(imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

MIL-STD-810G e MIL-STD-810H: conheça a certificação militar em aparelhos eletrônicos

19 de Março de 2026, 17:28
imagem de um iphone com a tela qubrada
Entenda como a certificação militar garante que o dispositivo se torne mais resistente a condições ambientais extremas e severas (imagem: Rahul Himkar/Unsplash)

A certificação militar MIL-STD-810 garante que dispositivos eletrônicos operem com total confiabilidade sob condições ambientais extremas e severas. Criado pelo exército americano, o padrão avalia a durabilidade contra impactos, choques térmicos e pressões intensas em cenários de uso real.

A norma serve como selo de confiança para modelos de notebooks rugged e celulares militares projetados para sobreviver a ações que destruiriam aparelhos comuns. Ou seja, essenciais para equipamentos de profissionais de campo, aventureiros e setores industriais que exigem máxima resiliência técnica.

A diferença entre MIL-STD-810G e 810H está na precisão e no rigor dos testes laboratoriais aplicados. Enquanto a versão G é a base comercial, a H exige documentação mais detalhada sobre o estresse mecânico sobre o produto.

A seguir, entenda o que é a certificação MIL-STD-810, os testes de resistência realizados nos laboratórios e as categorias de produtos testados com o padrão. Também saiba os pontos fortes e fracos desta norma.

O que é a certificação militar MIL-STD-810?

O padrão MIL-STD-810 foi desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos EUA para atestar a durabilidade de equipamentos em condições ambientais extremas. Por meio de rigorosos testes laboratoriais, ela valida a integridade funcional contra impactos, vibrações e variações térmicas, assegurando confiabilidade em cenários operacionais críticos.

O que significam as siglas “MIL-STD-810”?

A sigla MIL-STD-810 é composta da seguinte forma:

  • MIL (Military): indica que a norma foi estabelecida pelo Departamento de Defesa dos EUA para garantir a viabilidade de equipamentos em operações de combate;
  • STD (Standard): refere-se à padronização de critérios técnicos, assegurando que diferentes fabricantes sigam os mesmos requisitos de qualidade e resistência;
  • 810 (Identificador): código numérico específico que designa a série de testes militares de resistência focados em considerações de engenharia ambiental e simulações de laboratório;
  • Sufixos (G/H): letras ao final do código indicam a versão da revisão do documento, sendo a “H” a atualização mais recente e rigorosa do protocolo.
Smarwatch exibe aplicativo
Apple Watch Ultra 2 é um dos dispositivos para o consumidor comum que traz a certificação militar (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é a certificação militar MIL-STD-810G?

A MIL-STD-810G é uma revisão técnica publicada em 2008 que padroniza testes de estresse ambiental para garantir a durabilidade de equipamentos militares e civis. O protocolo valida o desempenho sob condições extremas, como choques, vibrações térmicas e umidade, sendo geralmente referência em dispositivos comerciais.

O que é a certificação militar MIL-STD-810H?

A MIL-STD-810H é a oitava revisão do padrão militar para dispositivos, publicada em 2019, estabelecendo diretrizes rigorosas para testar a durabilidade de equipamentos sob condições ambientais extremas. Ela aprimora métodos de laboratórios para simular com precisão as tensões reais da vida útil do produto, garantindo maior clareza e confiabilidade.

Honor Magic8 Lite/X9d caindo sobre pedregulhos, com montanhas ao fundo
Dispositivos com certificação MIL-STD-810H passam por testes mais rigorosos de durabilidade (imagem: Divulgação/Honor)

Quais testes são feitos para ter a certificação MIL-STD-810?

Estes são os principais testes militares de resistência realizados nos produtos que visam obter a certificação MIL-STD-810:

  • Baixa pressão (altitude): avalia a integridade física e o funcionamento eletrônico em grandes altitudes, prevenindo falhas por descompressão e vazamento de gases;
  • Alta e baixa temperatura: testa a resistência operacional e o armazenamento do hardware sob calor extremo ou frio intenso, evitando deformações e falhas de componentes;
  • Choque térmico: analisa a capacidade estrutural de suportar variações bruscas e imediatas entre temperaturas opostas sem apresentar trincas ou fadiga;
  • Chuva e imersão: expõe o dispositivo a gotejamento, ventos fortes com água ou submersão para garantir a proteção e impedir curtos-circuitos internos;
  • Umidade e fungo: monitora o impacto de ciclos tropicais de condensação e a resistência biológica dos materiais contra a proliferação de fungos e mofo;
  • Névoa salina (corrosão): simula a exposição prolongada ao ar litorâneo e maresia para testar a proteção contra oxidação acelerada em superfícies e contatos;
  • Areia e poeira: avalia a vedação contra partículas finas e abrasivas que podem causar travamento de partes móveis, entupimentos e riscos em telas;
  • Vibração e ruído acústico: verifica a resistência a trepidações constantes de transporte (veículos/aeronaves) e a integridade sob ondas sonoras de alta pressão;
  • Choque mecânico e balístico: testa a sobrevivência do item a impactos súbitos, quedas acidentais e ondas de choque geradas por disparos ou explosões próximas;
  • Radiação solar: mede os efeitos da luz ultravioleta e do aquecimento direto pelo sol na degradação de polímeros e na eficiência térmica do sistema;
  • Atmosfera explosiva: certifica que o funcionamento do equipamento não gera faíscas capazes de causar ignição em ambientes com combustíveis ou gases.
ilustração sobre os tipos de tetes do padrão MIL-STD-810
Exemplos dos testes realizados nos dispositivos para receber o certificado MIL-STD-810 (imagem: Reprodução/ASUS)

Quais dispositivos eletrônicos têm certificação militar MIL-STD-810?

O padrão MIL-STD-810 garante que eletrônicos de consumo e industriais suportem condições ambientais extremas, como choques, umidade e variações térmicas. Essas são algumas categorias de dispositivos com a certificação:

  • Notebooks rugged: equipamentos com carcaças reforçadas e armazenamento em SSD para resistir a quedas, vibrações constantes e pressões atmosféricas variadas. Exemplo: linha ASUS TravelMate e Panasonic Toughbook;
  • Tablets e dispositivos de campo: telas de alta visibilidade e vedações herméticas que permitem a operação em canteiros de obras, zonas de mineração e logística pesada. Exemplo: linhas Samsung Tab Active;
  • Coletores de dados e PDAs: terminais portáteis com alta tolerância a ciclos de limpeza química e quedas repetitivas em pisos de concreto e armazéns industriais;
  • Smartphones ultra-resistentes: celulares com certificação avançada contra submersão e impactos diretos, voltados para esportes radicais e profissionais de infraestrutura crítica. Exemplo: linhas Motorola ThinkPhone e Oppo A6 Pro;
  • Smartwatches e vestíveis: relógios inteligentes projetados para monitoramento em altitudes elevadas, resistindo a choques térmicos e exposição prolongada ao sal e areia. Exemplo: séries Apple Watch Ultra e Samsung Galaxy Ultra;
  • Hardware de missão crítica: rádios, computadores e unidades de processamento que garantem a comunicação estável em campos de batalha e climas de frio ou calor extremo;
  • Infraestrutura de rede industrial: roteadores, switches e fontes de alimentação instalados em ambientes externos, embarcações ou plataformas de petróleo, onde a exposição à maresia e ao calor intenso é constante.
Oppo A6 Pro 5G caindo de uma motocicleta em pedregulhos
Oppo A6 Pro 5G é um exemplo de celular com a certificação MIL-STD-810H (imagem: Divulgação)

Quais são as vantagens de um aparelho com certificação militar?

Estes são os pontos fortes de um dispositivo com certificação MIL-STD-810:

  • Garantia de qualidade: oferece uma prova de que o hardware foi testado e atende aos requisitos técnicos exigidos;
  • Robustez estrutural: projetado para absorver impactos de quedas, choques e vibrações mecânicas que inutilizariam aparelhos convencionais;
  • Sobrevivência térmica e química: operação estável em temperaturas extremas (frio ou calor intenso) e resistência a agentes externos como umidade, poeira, areia e névoa salina (corrosão);
  • Baixa manutenção: o design frequentemente usa resfriamento passivo e gabinetes selados, impedindo a entrada de detritos e minimizando o desgaste interno;
  • Investimento de longo prazo: embora o custo inicial possa ser maior, a vida útil estendida e a baixa da taxa de substituição geram economia a longo prazo;
  • Confiabilidade em missões críticas: reduz drasticamente o risco de falhas em campo, garantindo que operações de segurança pública, defesa ou serviços essenciais não sejam interrompidas.

Quais são as desvantagens de um aparelho com certificação militar?

Estes são os pontos fracos de aparelhos com certificação MIL-STD-810:

  • Preço premium: o custo de materiais especiais e os processos de teste laboratoriais de resistência elevam o valor final do produto para o consumidor;
  • Peso e volume: a estrutura de absorção de impacto exige carcaças mais espessas, tornando o aparelho pesado e cansativo para uso prolongado;
  • Estética bruta: bordas largas e formatos robustos sacrificam o visual fino e moderno em favor da proteção física, além de ter menos opções de acessórios disponíveis;
  • Testes seletivos: o fabricante pode escolher validar alguns parâmetros de proteção, ignorando outros que possam ser mais importante;
  • Defasagem tecnológica: como o ciclo de design e certificação é longo, esses modelos costumam chegar ao mercado com processadores ou sensores de antigas gerações comparados aos dispositivos convencionais;
  • Superaquecimento e degradação da bateria: a vedação em alguns dispositivos dificulta a dissipação do calor interno, o que pode levar ao thermal throttling e acelerar o consumo de energia, reduzindo a vida útil da bateria.
imagem de um notebook rugged usado em combate
Embora sejam mais resistentes, os dispositivos com MIL-STD-810 podem trazer designs mais robustos (imagem: Reprodução/Roaming Tech)

Qual é a diferença entre MIL-STD-810G e MIL-STD-810H?

A certificação MIL-STD-810G, lançada em 2008, foca na adaptação do design de equipamentos ao ambiente, introduzindo testes de choque e vibração mais amplos. É a norma de robustez mais comum em dispositivos comerciais, servindo como base para certificar a resistência contra quedas e temperaturas elevadas.

A certificação MIL-STD-810H, publicada em 2019, aprimora procedimentos laboratoriais para simular de forma mais precisa o desgaste por estresse mecânico. Ela exige documentação técnica mais detalhada e atualiza os testes de exposição solar e choques térmicos para garantir maior durabilidade operacional.

Qual a diferença entre a certificação MIL-STD-810 e a certificação IP?

O MIL-STD-810 é uma norma militar de durabilidade que submete o hardware a condições ambientais extremas, como choques, vibrações severas, altitudes e variações de temperatura. É um protocolo de resistência estrutural e sobrevivência do equipamento em cenários de combate ou operações de campo.

A Certificação IP é um padrão internacional da IEC que classifica o grau de vedação contra a entrada de objetos sólidos (poeira) e líquidos (água). Foca exclusivamente na integridade interna em relação a agentes externos, usando uma escala numérica de dois dígitos para definir o nível de proteção.

ilustração sobre as certificações IP67, IP68 ou IPX7
As certificações IP67, IP68 ou IPX7 tem foco na protteção para a exposição à água e poeira (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A certificação MIL-STD-810 garante que um produto é indestrutível?

A certificação MIL-STD-810 não confere imunidade total a dados físicos ou desgastes, pois apenas atesta que o item superou testes laboratoriais específicos. O selo indica resistência a variáveis selecionadas pelo fabricante, sem anular a fragilidade sob condições extremas.

Como as marcas escolhem quais procedimentos aplicar, a proteção real é limitada aos cenários testados e não cobre necessariamente todo tipo de impacto. Trata-se de um referencial de robustez superior, mas exige cautela porque o hardware ainda permanece sujeito a falhas e quebras.

Dispositivos com certificação MIL-STD-810 são realmente usados por militares?

Sim, a norma MIL-STD-810 é o padrão para equipamentos militares, validando a resistência de rádios, drones e computadores em cenários de combate reais. Entretanto, para o consumidor comum, o selo é frequentemente usado como marketing, já que fabricantes podem escolher apenas alguns testes simples para exibir a certificação.

MIL-STD-810G e MIL-STD-810H: conheça a certificação militar em aparelhos eletrônicos

Smart Gym no Apple Watch Ultra 2 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Honor Magic8 Lite/X9d promete resistência com certificações IP68/IP69K e resistência a quedas até 2,5 metros(imagem: divulgação)

(imagem: Reprodução/ASUS)

Oppo A6 Pro 5G é duro na queda, com IP68, 69 e MIL-STD-810H (imagem: Divulgação)

As certificações IP67, IP68 ou IPX7 indicam o quanto o celular pode resistir ao ser exposto à água e poeira (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy S24 Ultra (256 GB) tem queda de 56% em promoção por até 12x sem juros

19 de Março de 2026, 10:29

Oferta encerrada 🙁
Avise-me por e-mail
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S24 Ultra (256 GB) está em oferta por R$ 4.409 em até 12x sem juros com o cupom NIVER2 na loja Magalu dentro do AliExpress. Lançado em fevereiro de 2024 por R$ 9.999, o smartphone premium da Samsung com tela AMOLED e câmera de 200 MP sai por menos da metade do preço nesta promoção.

Galaxy S24 Ultra tem chipset premium, tela AMOLED e câmera que filma em 8K

O Galaxy S24 Ultra adota o chipset premium Snapdragon 8 Gen 3 combinado com 12 GB de RAM para entregar alto desempenho e suporte aos recursos do Galaxy AI. Já os 256 GB de armazenamento interno fornecem um espaço equilibrado para salvar mídias, apps e outros arquivos.

O telefone traz uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,8 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, oferecendo uma ampla área de trabalho para ser usada com a caneta S Pen. O painel com resolução Quad HD ainda trabalha com o recurso HDR10+ para reproduzir imagens nítidas e fluídas em jogos e vídeos.

Outro destaque do Galaxy S24 Ultra é a câmera quádrupla traseira com sensor principal de 200 MP, zoom híbrido de 100x e capaz de registrar vídeos em 8K. Além disso, a câmera frontal de 12 MP grava vídeos em 4K e promete selfies com grande nível de detalhes.

Mão segurando smartphone, visto de trás
Galaxy S24 Ultra tem 4 câmeras, com zoom óptico de até 5x (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Pesando 232 gramas, o smartphone da Samsung tem corpo de titânio com acabamento traseiro em vidro. Contra eventuais acidentes, o modelo traz certificação IP68 de resistência à água e pode sobreviver a mergulhos de até 1,5 metro pelo tempo limite de 30 minutos.

O telefone conta com uma bateria de 5.000 mAh com autonomia para até 30 horas de reprodução de vídeo. Ele ainda oferece opção de carregamento rápido de 45 W, apesar de incluir um carregador de somente 25 W na caixa.

Fechando o pacote, o Galaxy S24 Ultra (R$ 4.409 em até 12x sem juros com o cupom NIVER2) tem conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. O dispositivo vem com o Android 14, mas terá suporte para as principais atualizações do sistema operacional até 2031.

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Galaxy S24 Ultra (256 GB) tem queda de 56% em promoção por até 12x sem juros

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Galaxy S24 Ultra com Galaxy AI, processador premium e câmera de 200 MP sai por menos da metade do preço com cupom e pagamento parcelado no AliEXpress

Galaxy S24 Ultra tem 4 câmeras, com zoom óptico de até 5x (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Bluetooth SIG: conheça o grupo que supervisiona o padrão Bluetooth

18 de Março de 2026, 16:38
Imagem mostra um padrão repetitivo de logos brancos do Bluetooth dispostos diagonalmente sobre um fundo roxo. Os logos são estilizados com formas geométricas angulares. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Saiba como o Bluetooth SIG atua na padronização da tecnologia de comunicação sem fio (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Bluetooth Special Interest Group (SIG) é a associação sem fins lucrativos que coordena a evolução técnica do padrão Bluetooth. A entidade gerencia o licenciamento da marca e estabelece as especificações que permitem a comunicação entre aparelhos.

O grupo é essencial para garantir a interoperabilidade entre bilhões de dispositivos de fabricantes distintos. Ao definir normas globais, o grupo sustenta o ecossistema da conectividade moderna, de smartphones a sensores de Internet das Coisas (IoT).

A certificação Bluetooth é obrigatória para qualquer produto que deseje usar legalmente o nome e o logotipo da tecnologia. Por meio de testes rigorosos, a associação assegura que o hardware respeite padrões globais de rádio e mantenha alta segurança.

A seguir, conheça mais sobre o Bluetooth SIG, sua história e empresas participantes. Também saiba como funciona o programa de certificação do grupo.

O que é Bluetooth SIG?

O Bluetooth Special Interest Group (SIG) é uma associação sem fins lucrativos que supervisiona a evolução técnica, o licenciamento de patentes e a padronização das normas Bluetooth. Ela garante a interoperabilidade entre dispositivos por meio de certificações rigorosas, além de gerenciar e proteger a marca.

Para que serve o Bluetooth SIG?

O Bluetooth SIG define e atualiza o Bluetooth Core Specification, estabelecendo padrões técnicos que permitem a comunicação padronizada e segura entre os aparelhos. A entidade também protege a marca, garantindo que o nome e logotipo sejam usados apenas em produtos que passem por testes rigorosos de conformidade.

Além de gerenciar o licenciamento do Bluetooth, a organização coordena grupos de empresas para inovar em novos recursos e expandir a interoperabilidade entre diferentes fabricantes. Esse processo de certificação de produto assegura que dispositivos de marcas distintas funcionem em harmonia, mantendo a integridade do ecossistema sem fio.

O que é Bluetooth Low Energy? (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Bluetooth SIG define os padrões que devem ser usados pelos os dispositivos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a história do Bluetooth SIG?

O Bluetooth SIG surgiu em 1998 por meio da parceria entre gigantes como Ericsson e Intel para unificar padrões de rádio. Essa união visava eliminar a dependência de cabos, criando uma linguagem universal de curto alcance para dispositivos móveis.

A associação teve um amplo crescimento e saiu de 5 membros fundadores para cerca de 400 empresas no primeiro ano, evidenciando o enorme interesse da indústria. O marco comercial ocorreu em 2000, quando o Ericsson T39 foi anunciado como o primeiro celular com a tecnologia.

A gestão do Bluetooth SIG evoluiu de uma “força-tarefa voluntária” para uma estrutura profissional e centralizada, estabelecendo a sede em Kirkland, Washington (EUA). Esse corpo técnico assegura até hoje a interoperabilidade rigorosa e a proteção da marca por meio de certificações obrigatórias.

Atualmente, com mais de 40 mil empresas associadas, o grupo lidera inovações em Internet das Coisas (IoT) e áudio de baixa energia (LE Audio). A inclusão de gigantes como Apple e Google no conselho garante que o Bluetooth permaneça como pilar da conectividade moderna.

imagem do celular Ericcson T39 com o fone de ouvido bluetooth
Ericsson T39 foi o primeiro celular com Bluetooth a ser lançado no mercado com a certificação do Bluetooth SIG (imagem: Reprodução/Vooner)

Quem criou o Bluetooth SIG?

O Bluetooth SIG foi fundado em maio de 1998 por cinco empresas promotoras: Ericsson, Intel, Nokia, Toshiba e IBM. No entanto, a base técnica surgiu em 1994 com Jaap Haartsen e Sven Mattisson, engenheiros da Ericsson que desenvolveram a tecnologia de conectividade de curto alcance.

Quem faz parte do Bluetooth SIG?

A organização Bluetooth SIG reúne mais de 40 mil empresas, divididas entre membros Adotantes, Associados e Promotores. Quem controla o Bluetooth SIG é o conselho de Promotores, que inclui gigantes como Apple, Google, Intel e Ericsson, liderando o desenvolvimento técnico e estratégico do padrão.

Enquanto Associados influenciam especificações em grupos de trabalho e acessam rascunhos antecipadamente, Adotantes focam na implementação e licenciamento da tecnologia. Essa estrutura hierárquica assegura a interoperabilidade e a evolução contínua do padrão de comunicação sem fio entre dispositivos de diferentes fabricantes.

Quanto custa se tornar membro do Bluetooth SIG?

A adesão ao Bluetooth SIG exige o registro como membro e o pagamento de taxas de licenciamento que variam entre US$ 8 mil e US$ 12 mil, dependendo do nível da empresa. Esse investimento garante a interoperabilidade do dispositivo e o direito legal de usar as marcas registradas da tecnologia no mercado.

O que é Bluetooth? (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Empresas fabricantes de diferentes setores da tecnologia são membros do Bluetooth SIG (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como funciona o programa de certificação do Bluetooth SIG?

O programa do Bluetooth SIG garante a conformidade técnica e concede o direito legal de uso da marca mundialmente. No Brasil, a certificação Bluetooth internacional é um pré-requisito essencial para o processo de homologação obrigatória feito pela Anatel.

O fluxo começa com a filiação da fabricante à organização e o registro do produto no portal oficial mediante o pagamento de taxas. Após o cadastro, laboratórios credenciados realizam testes rigorosos de radiofrequência e protocolos de comunicação para garantir a total interoperabilidade do hardware.

A submissão exige o envio de relatórios técnicos para auditoria e aprovação final dos especialistas do conselho SIG. Uma vez validado, o dispositivo recebe o QDID, identificador que atesta que o design respeita os padrões globais de rádio.

Produtos que usam módulos pré-certificados seguem um processo simplificado, muitas vezes concluído em apenas 24 horas. Já implementações personalizadas demandam testes completos, estendendo o cronograma de desenvolvimento para até 8 semanas.

Lista de dispositivos que recebem certificação do bluetooth sig
Acessórios de smarthome, chipsets, dispositivos de IoT, dispositivos móveis, sistemas automativos e de saúde devem ter o QDID do Bluetooth SIG (imagem: Reprodução/Bluetooth SIG)

Qual é a diferença entre Bluetooth SIG e Bluetooth LE?

Bluetooth SIG é uma organização que supervisiona o desenvolvimento das especificações técnicas, o licenciamento de marcas e a certificação de conformidade global. Ela funciona como um consórcio de empresas que assegura a interoperabilidade entre dispositivos de diferentes fabricantes por meio de normas rigorosas.

Bluetooth LE (Low Energy) é uma variante do protocolo de curto alcance projetado para operar com baixo consumo de energia em comunicações. Diferente do Bluetooth Classic, ele é otimizado para dispositivos de IoT e vestíveis que transmitem pequenos pacotes de dados intermitentemente.

Qual é a diferença entre Bluetooth SIG e Wi-Fi Alliance?

Bluetooth SIG é uma organização sem fins lucrativos que detém a marca e define as especificações técnicas do Bluetooth, gerenciando o licenciamento e os processos de qualificação. Diferente de outros órgãos, ele não apenas certifica, mas desenvolve diretamente o padrão para garantir a conexão entre dispositivos de diferentes marcas.

Wi-Fi Alliance é uma associação global que certifica a interoperabilidade de dispositivos baseados nos padrões IEEE 802.11, garantindo que operem corretamente entre si. Seu foco é a conformidade rigorosa e o fortalecimento da marca Wi-Fi no mercado, impulsionando a adoção de novas gerações como o Wi-Fi 7.

Bluetooth SIG: conheça o grupo que supervisiona o padrão Bluetooth

Bluetooth (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que é Bluetooth Low Energy? (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que é Bluetooth? (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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