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Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

14 de Maio de 2026, 11:01
Apple Vision Pro na sede da Apple nos Estados Unidos (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Apple Vision Pro chamou atenção no lançamento, mas teve vendas fracas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Apple Vision Pro não deve ter uma nova versão nos próximos dois anos, segundo a agência Bloomberg.
  • A empresa, no entanto, não encerrará o projeto e a equipe do Vision Pro será realocada para desenvolver óculos de realidade aumentada.
  • Os óculos de realidade aumentada da Apple devem trazer funções como gravação de vídeos e inteligência artificial.

O Apple Vision Pro, headset de realidade virtual da Maçã, não terá uma nova versão pelos próximos dois anos, pelo menos. É o que afirma o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, não se trata de uma desistência completa do produto, mas o foco será conseguir desenvolver alternativas mais leves e baratas no futuro.

Vale lembrar que a empresa cancelou a produção de uma versão Air do headset em 2025. No momento, a Apple tem um projeto que se assemelha mais aos óculos de realidade aumentada Meta Ray-Ban Display Glasses, principal opção do segmento hoje.

Ainda de acordo com Gurman, a equipe responsável pelo Vision Pro foi realocada para o desenvolvimento desses óculos inteligentes, assim como para atividades voltadas à integração da Apple Intelligence em seus acessórios.

Mudança de foco expõe dificuldades

A Apple lançou o seu Vision Pro em 2023, mas o preço sugerido chamou atenção: US$ 3.499, algo próximo a R$ 17,5 mil na cotação atual. O Tecnoblog testou o produto logo após seu anúncio e o design foi um dos grandes destaques, apesar do tamanho.

Sem nenhuma previsão de lançamento no Brasil, o Apple Vision Pro teve dificuldades nesses quase três anos à venda: segundo divulgado pelo The Guardian, logo no início de 2026 houve um corte na produção do headset pelo insucesso nas vendas.

Apesar de trazer uma proposta que supera o principal concorrente no mercado atualmente, o Meta Quest, o Vision Pro vendeu apenas 45 mil unidades nos últimos meses de 2025.

Experimentei o Meta Quest 3S na sede da empresa nos EUA (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Meta Quest 3 é o principal concorrente do Apple Vision Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O segmento em si também apresentou uma queda significativa de 14% em relação a 2024, indicando uma desaceleração do mercado. Em contrapartida, a Meta conseguiu impulsionar o sucesso do seu Meta Glasses, com cerca de 7 milhões de unidades vendidas em 2025.

Bem mais leves e intuitivos, os óculos de realidade aumentada (ou óculos com IA) permitem gravar vídeos, ouvir músicas sem a necessidade de fones de ouvido e trazem recursos de inteligência artificial embarcada para atividades do dia a dia.

A proposta é bem mais simples, assim como o investimento: é possível encontrar versões do Meta Ray-Ban a partir de R$ 1.628 no e-commerce nacional, valor bem menos salgado que os R$ 17,5 mil convertidos do Vision Pro ou até os R$ 2.549 cobrados no Meta Quest 3s, versão de entrada do headset da empresa de Mark Zuckerberg.

Apple deve apostar em óculos de realidade aumentada

De acordo com Gurman, o segmento que faz sucesso com a concorrente Meta será a nova aposta da Apple em relação a wearables, inclusive com a transferência do time responsável pelo projeto cancelado do Vision Air para o desenvolvimento desses novos óculos de realidade aumentada.

Até o momento, os rumores apontam para uma primeira versão com uso integrado ao iPhone, tal qual os AirPods, com funções semelhantes às encontradas nos Meta Glasses. Entre elas, vale citar gravação de vídeos, fotos, ligações, identificação de objetos, entre outras interações de realidade aumentada com IA, assim como a função Find My, que integra todos os produtos da Maçã.

Em termos de design, há informações sobre testes feitos com impressão 3D, além de opções em diferentes cores. O desenvolvimento do novo óculos seria acompanhado ainda por outros wearables, como um pingente com Apple Intelligence e AirPods com câmera integrada.

Além da opção integrada ao iPhone, uma outra versão também estaria nos planos, com tela própria e maior independência de hardware, mas previsto apenas para 2028.

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

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Segundo Mark Gurman, empresa pausou planos para uma nova geração do headset e agora prioriza óculos inteligentes mais leves, baratos e focados em IA.

Apple Vision Pro na sede da Apple nos Estados Unidos (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Experimentei o Meta Quest 3S na sede da empresa nos EUA (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 18 Pro pode manter preço da geração atual mesmo com a crise de chips

14 de Maio de 2026, 09:30
Imagem mostra iPhones expostos em uma mesa de madeira dentro de uma loja da Apple. Cada aparelho está preso a um suporte de metal com base circular branca, usada para carregamento MagSafe. O iPhone em destaque é alaranjado e está em primeiro plano, com outros modelos alinhados ao fundo sob iluminação de teto difusa.
iPhone 18 Pro pode manter o preço do atual iPhone 17 Pro (imagem: reprodução/Consomac)
Resumo
  • O iPhone 18 Pro pode manter o preço do iPhone 17 Pro, segundo o analista de mercado Jeff Pu.
  • Ele afirma que, mesmo com a crise dos chips de RAM que afeta fabricantes de celulares Android, a Apple deve conseguir segurar os preços.
  • A estratégia pode garantir preços mais agressivos graças à produção em larga escala e à redução de custos em componentes como telas e câmeras.

O iPhone 18 Pro pode manter a mesma faixa de preço do atual iPhone 17 Pro, interrompendo a sequência agressiva de aumentos vista nos últimos lançamentos da Apple. É o que sugere o analista de mercado Jeff Pu, que aponta a atual crise no mercado de memória RAM como um problema para a próxima geração de celulares Android — mas não necessariamente para os modelos da Maçã.

De acordo com o insider, a empresa deve superar a concorrência com uma “estratégia agressiva de preços”, sobretudo no iPhone 18 Pro. Atualmente, o iPhone 17 Pro é comercializado no Brasil por R$ 11.499 na opção de 256 GB. A expectativa é que a próxima geração tenha um valor aproximado.

Conforme divulgado pelo site MacRumors, isso aconteceria devido à produção em larga escala de modelos específicos por parte da Apple, além da diminuição de custos em outros componentes, como tela e câmeras. No entanto, como o próprio Tim Cook declarou, a Maçã não vai passar imune da crise e deve sofrer com o aumento nos preços de memórias.

Racks no datacenter SP01 (imagem: divulgação/Odata)
Expansão de data centers de inteligência artificial é a principal causa da escassez (imagem: divulgação)

Crise de chips afeta fabricantes pelo mundo

A indústria de hardware tem sofrido com a baixa oferta de componentes relacionados à fabricação das memórias RAM, que vêm sendo utilizadas principalmente na expansão dos servidores de inteligência artificial. O setor também sofre impactos da escassez de hélio — insumo essencial na produção de chips —, agravada pelos conflitos no Oriente Médio.

Assim, além de celulares, data centers, computadores e até videogames estão sendo impactados — o prazo para a chegada do PlayStation 6 sofreu atrasos e houve cortes na produção de memory cards da Sony.

Expectativas para o iPhone 18 Pro

Além do preço próximo ao do iPhone 17 Pro, é esperado que o modelo traga uma Dynamic Island menor e uma nova traseira.

Os rumores também sugerem que o modelo vai estrear uma nova tela OLED da Samsung — que fornece displays para a Apple há anos —, com tecnologia para permitir o Face ID sob a tela.

iPhone 18 Pro pode manter preço da geração atual mesmo com a crise de chips

iPhones ficam suspensos em bases com MagSafe nas lojas da Apple (imagem: reprodução/Consomac)

Cloudflare tem datacenters em mais dde 100 países (imagem: divulgação/Odata)

iOS 27 deve ganhar “modo Siri” na câmera do iPhone

30 de Abril de 2026, 12:40
Traseira iPhone 17 Pro Max
Integração com a Siri vai permitir que o iPhone leia rótulos, ingressos e contatos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O iOS 27 terá um novo “modo Siri” integrado ao aplicativo de Câmera
  • A ferramenta transformará o celular em um leitor inteligente, permitindo que o usuário escaneie tabelas nutricionais, cartões de visita e panfletos.
  • O lançamento do iOS 27 está previsto para setembro deste ano e também deve trazer um aplicativo Fotos redesenhado com ferramentas de IA e uma interface de chatbot reformulada.

O iOS 27 deve trazer um novo “modo Siri” integrado ao aplicativo de Câmera, transformando o celular em uma espécie de leitor inteligente do mundo real. A novidade estaria prevista para a Worldwide Developers Conference (WWDC) no dia 8 de junho.

As informações foram reveladas nesta quarta-feira (29/04) pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. De acordo com a reportagem, a fabricante identificou que a atual execução da Inteligência Visual sofre com graves problemas de descoberta. Hoje, o recurso exige que o usuário pressione e segure o botão de Controle da Câmera — atalho físico introduzido na linha iPhone 16 —, um gesto que grande parte do público desconhece ou simplesmente não utiliza.

Para solucionar essa barreira, a Apple deve colocar a IA em evidência na própria interface do sistema. Ao abrir o aplicativo Câmera no iOS 27, o usuário encontraria a opção “Siri” posicionada no menu inferior, exatamente ao lado dos modos tradicionais de Foto, Vídeo, Retrato e Panorama.

Ao selecionar essa aba, o botão branco padrão do obturador seria substituído por um ícone luminoso inspirado na Apple Intelligence, indicando visualmente que a lente do aparelho está pronta para analisar o ambiente, e não apenas para registrar uma fotografia na galeria.

O que o novo Modo Siri poderá fazer?

iPhone 13 Mini (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Novidade visa reduzir a dependência de plataformas de terceiros, como o ChatGPT (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Entre as novidades, o Modo Siri permitiria escanear tabelas nutricionais de embalagens para registrar calorias e macronutrientes no aplicativo Saúde, além de ler cartões de visita e panfletos para salvar novos contatos na agenda. A ferramenta também funcionaria como uma ponte para o aplicativo Wallet, conseguindo digitalizar ingressos físicos e cartões de fidelidade, eliminando a necessidade de digitação manual.

A principal mudança com a chegada desse modo seria a expansão das capacidades de processamento local do iPhone, reduzindo a dependência do sistema em relação a serviços de terceiros. Conforme análise inicial da Macworld, o ecossistema dependeria muito menos de plataformas como o ChatGPT para entregar respostas rápidas e extrair informações visuais úteis para o usuário.

Apesar desse movimento em prol do ecossistema próprio, as funções legadas de Inteligência Visual continuariam disponíveis. A câmera do iOS 27 ainda conseguiria identificar rapidamente raças de cães, espécies de plantas e adicionar eventos ao Calendário a partir da leitura de pôsteres.

Se o usuário desejar, os atalhos para enviar uma imagem ao ChatGPT ou realizar uma busca reversa no Google permaneceriam acessíveis, mas a ação de pressionar e segurar passaria a invocar essa nova interface da Siri dentro do app.

Preparando o terreno para novos vestíveis

A reformulação seria apenas a ponta do iceberg de uma estratégia mais ampla. A Bloomberg aponta que o aperfeiçoamento da Inteligência Visual é um requisito essencial para o lançamento dos próximos wearables (dispositivos vestíveis) da marca.

A Apple estaria trabalhando no desenvolvimento de novos AirPods equipados com sensores visuais, óculos inteligentes e até um suposto dispositivo de IA em formato de pingente. Todos esses produtos dependeriam diretamente de uma Siri capaz de “enxergar” e analisar o ambiente ao redor do usuário em tempo real.

Além desse novo modo de câmera, o iOS 27 deve trazer um pacote robusto de atualizações. Espera-se um aplicativo Fotos totalmente redesenhado, contando com ferramentas generativas de IA para ampliar, reenquadrar e aprimorar imagens de forma automática.

O sistema também entregaria uma interface de chatbot reformulada e um aplicativo próprio e independente para a assistente de voz. O lançamento público da versão final do sistema está previsto para setembro deste ano.

iOS 27 deve ganhar “modo Siri” na câmera do iPhone

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 13 Mini (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Apple pode abandonar o MagSafe em futuros iPhones

29 de Abril de 2026, 16:38
Carteira fixada no iPhone 12 Pro Via MagSafe (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Carteira fixada no iPhone 12 Pro via MagSafe (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple avalia remover o MagSafe dos próximos iPhones.
  • Segundo rumores, a empresa trabalha em um projeto interno para redesenhar o smartphone, deixando-o mais fino e sem espaço para a tecnologia.
  • O MagSafe estreou no iPhone 12, em 2020, junto com uma postura agressiva de expansão da tecnologia no ecossistema Apple.

A Apple pode abrir mão de um de seus recursos mais populares. Fontes ligadas à cadeia de suprimentos afirmam que a empresa avalia remover o MagSafe dos próximos iPhones para viabilizar designs mais finos e reduzir custos de produção.

A notícia foi divulgada pelo leaker Instant Digital na rede social chinesa Weibo. Segundo o informante, que possui um histórico de vazamentos precisos sobre a marca, o clima nos corredores da Apple mudou nos últimos anos em torno da conexão magnética.

Quando a tecnologia MagSafe estreou no iPhone 12, em 2020, a empresa adotou uma postura de expansão agressiva. Isso promoveu rapidamente um ecossistema sólido, com fabricantes terceirizados lançando dezenas de carteiras, capas de proteção, suportes e carregadores otimizados para o padrão. Hoje, no entanto, a confiança inicial teria dado lugar à incerteza.

Por que a Apple estuda tirar o MagSafe?

Segundo o portal especializado MacRumors, a possível exclusão do MagSafe seria justificada por uma barreira física e financeira. Os componentes magnéticos ocupam um espaço valioso no interior da carcaça e encarecem a linha de montagem.

De acordo com as fontes, a Apple já trabalha em um projeto interno apelidado de “Glasswing”, cujo objetivo é redesenhar o smartphone para que ele seja estruturado como uma “única folha de vidro”, exigindo a miniaturização de todos os componentes internos.

Além da questão estética, o formato do aguardado iPhone dobrável representaria outro obstáculo para a tecnologia. Modelos de demonstração preliminares do dispositivo não apresentam espaço visível capaz de abrigar o anel magnético necessário para o MagSafe.

Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (Imagem: Divulgação/Apple)
Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (imagem: divulgação)

Especula-se que o celular dobrável terá apenas 4,5 mm de espessura quando aberto, tornando fisicamente inviável a acomodação do hardware de carregamento magnético. Caso essa limitação se confirme, o aparelho — que tem preço inicial estimado em US$ 2 mil (cerca de R$ 10 mil, em conversão direta) — será o primeiro topo de linha a chegar ao mercado sem o recurso desde o iPhone 12 Pro.

Paralelamente aos modelos premium, relatos indicam que a Apple também considera simplificar a estrutura interna do futuro iPhone 18 base para baratear o custo final de montagem, tornando a remoção do componente magnético uma opção econômica para a fabricante.

Apple ajudou a consolidar o padrão Qi2

A dificuldade em expandir o MagSafe já teria afetado outras frentes da empresa. Inicialmente, havia planos de levar os ímãs para a linha de tablets. Contudo, mesmo com os rumores, o iPad segue sem qualquer suporte à tecnologia. No ano passado, a Apple também lançou o iPhone 16e sem a matriz de ímãs, tornando-o o primeiro smartphone novo em anos a omitir a função.

A medida forçou os usuários a recorrerem a capas de terceiros para continuar usando seus acessórios. A decisão foi alvo de críticas da imprensa especializada e dos donos do aparelho, que classificaram a experiência como inferior. Pressionada, a Apple recuou e reintegrou o suporte no iPhone 17e, lançado no início deste ano.

Vale lembrar que a empresa contribuiu com as especificações do sistema MagSafe para a criação do Qi2, o padrão aberto de carregamento sem fio amplamente adotado pela indústria. Abandonar a tecnologia magnética logo após ajudar a consolidá-la como o formato universal representaria uma mudança drástica.

Apple pode abandonar o MagSafe em futuros iPhones

Carteira fixada no iPhone 12 Pro Via MagSafe (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (Imagem: Divulgação/Apple)

OpenAI pode lançar um smartphone com foco em IA

27 de Abril de 2026, 12:28
Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
OpenAI avalia lançamento de smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • OpenAI pode lançar um smartphone com IA em 2028.
  • O dispositivo seria centrado no uso de agentes de IA para operar de forma contínua e contextual, com capacidade de tomar decisões autônomas.
  • Segundo o rumor, a OpenAI pretende trabalhar com a MediaTek e a Qualcomm no fornecimento de chips.

A OpenAI, empresa por trás do ChatGPT, estaria desenvolvendo um smartphone próprio voltado para o uso de inteligência artificial. O dispositivo teria produção em larga escala prevista para 2028.

De acordo com o analista de cadeia de suprimentos Ming-Chi Kuo, conhecido por acompanhar a indústria de hardware, a OpenAI deve definir as especificações finais e a lista completa de fornecedores entre o fim deste ano e o primeiro trimestre de 2027.

Segundo Kuo, o projeto marcaria uma mudança na postura pública da empresa, que até então não indicava planos de entrar no mercado de telefonia. Ele afirma, ainda, que a empresa pretende trabalhar com a MediaTek e a Qualcomm no fornecimento de chips, enquanto a montagem ficaria a cargo da Luxshare Precision Industry, parceira tradicional da Apple na fabricação dos aparelhos.

Dispositivo pensado para agentes de IA

Arte com o logotipo do ChatGPT da OpenAI em um fundo de cor verde. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Aparelho deve ter suporte nativo a agentes de IA como diferencial (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A proposta do smartphone seria de um dispositivo centrado no uso de “agentes de IA”, capazes de operar de forma contínua e contextual. Na avaliação de Kuo, o smartphone é o formato ideal para esse tipo de aplicação por reunir dados em tempo real sobre o usuário, como localização, comunicações e outros contextos de uso.

Lembrando que agentes de IA são sistemas capazes de executar tarefas para o usuário de forma autônoma diretamente nos dispositivos.

A ideia seria que a inteligência artificial assumisse o controle e fosse capaz de tomar decisões de forma autônoma. O primeiro projeto da OpenAI nesse mercado foi o Operator, no início de 2025, capaz de realizar compras em navegadores web, por exemplo. Posteriormente, a companhia revelou o Codex, voltado à programação.

A imagem mostra uma captura de tela de um celular exibindo uma conversa com o ChatGPT 4o. A pergunta do usuário é: "Qual a melhor máquina de café expresso abaixo de 0 que chega perto do sabor do café na Itália?". O ChatGPT responde com duas opções de máquinas de café expresso com seus respectivos preços e breves descrições. O nome "ChatGPT 4o" aparece no topo da conversa.
Compras no ChatGPT (imagem: reprodução/X)

Com os agentes de IA no smartphone, a OpenAI diminuiria a dependência da abertura de apps isoladamente, baseando a experiência em uma interface capaz de executar tarefas de forma mais integrada.

Para viabilizar esse tipo de funcionamento, a OpenAI avalia controlar tanto o hardware quanto o sistema operacional. O modelo de negócios poderia incluir assinaturas e a criação de um novo ecossistema de desenvolvedores voltado a esses agentes.

O Google já se adiantou com o lançamento de capacidades agênticas para o Gemini no Android, e a tecnologia deve ser um dos grandes focos da big tech para o sistema operacional nos próximos anos.

Mudança em direção ao hardware

A aposta em um smartphone representa uma mudança na estratégia da OpenAI quanto ao desenvolvimento de hardware. Segundo o portal MacRumors, relatos anteriores indicavam que a empresa estudava formatos alternativos, como alto-falantes inteligentes, óculos, lâmpadas e fones de ouvido.

Esses projetos foram desenvolvidos em parceria com Jony Ive, ex-chefe de design da Apple. A OpenAI chegou a adquirir a startup do designer, a io Products, por US$ 6,5 bilhões.

Apesar do foco no telefone, a primeira iniciativa de hardware da empresa pode ser um dispositivo mais simples, como um alto-falante inteligente. O anúncio é esperado para o segundo semestre deste ano, com lançamento previsto para o início de 2027.

OpenAI pode lançar um smartphone com foco em IA

ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ChatGPT (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Compras no ChatGPT (imagem: reprodução/X)

iPhone 18 Pro pode trazer mini Dynamic Island e nova traseira

10 de Abril de 2026, 12:38
Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando a parte frontal e a lateral esquerda, enquadrando metade do aparelho, com mesa em madeira como fundo
Apple estaria testando protótipo com Ilha Dinâmica 35% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple estaria 2 variantes de tela para o iPhone 18 Pro.
  • Segundo o leaker Digital Chat Station, uma variante mantém a Dynamic Island atual e outra reduz o recorte, deixando-a em formato “mini”.
  • O rumor também sugere que a fabricante estuda novos materiais para a traseira do aparelho.

O design do futuro iPhone 18 Pro ainda não está finalizado, mas os bastidores da indústria começam a dar pistas sobre os próximos passos da Apple. Segundo o conhecido leaker Digital Chat Station, a fabricante estuda reduzir as dimensões da Dynamic Island e realizar ajustes sutis no acabamento da parte traseira do aparelho.

De acordo com a publicação, feita na rede social chinesa Weibo nessa quinta-feira (09/04), o objetivo seria corrigir escolhas de design introduzidas no iPhone 17 Pro que acabaram dividindo as opiniões do público.

O que mudaria na Dynamic Island?

O rumor gira em torno da dimensão do recorte superior da tela. Segundo o informante, a cadeia de suprimentos da empresa estaria conduzindo um cenário de testes com duas opções de hardware antes de autorizar o início da produção em massa.

A primeira alternativa manteria o molde de tela já existente, reaproveitando a mesma estrutura frontal adotada nos iPhones lançados no ano passado. Caso essa vertente seja a escolhida, a decisão resultaria em alterações nulas para o consumidor final.

Em contrapartida, a segunda opção introduziria o que o vazamento descreve como uma “Mini Ilha Dinâmica”. Essa versão reduzida do recorte seria viabilizada alterando a posição de alguns componentes do sistema Face ID. Na prática, os sensores de recepção infravermelha, responsáveis por ler a biometria facial em 3D, seriam posicionados por baixo da tela.

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Sucessor do iPhone 17 Pro também pode trocar acabamento na traseira (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Traseira com novos materiais

Os rumores também fornecem indicativos sobre a parte traseira do celular. Respondendo a perguntas de seguidores no Weibo, a fonte detalhou que o bloco retangular, responsável por abrigar o conjunto de lentes da câmera, deverá permanecer idêntico ao adotado nos modelos de 2025. Contudo, a carcaça principal do telefone apresentaria pequenos ajustes nos materiais de construção para entregar um visual mais coeso e elegante.

Vale lembrar que o iPhone 17 Pro introduziu um design bicolor, caracterizado por uma quebra entre o chassi de alumínio e o recorte principal de vidro. Para a geração deste ano, a Apple adotaria a estética de dois tons, implementando uma transição mais suave e discreta entre o metal e o vidro traseiro. Adicionalmente, as opções de cores para o catálogo do iPhone 18 Pro também seriam reformuladas.

Considerando o histórico recente da Apple, a estratégia relatada pelos informantes acompanha o padrão de lançamentos da empresa. Como a geração de 2025 já apresentou inovações maiores, seria improvável que a fabricante promovesse grandes novidades em apenas um ano.

De qualquer forma, como o modelo ainda está nos estágios de engenharia e produção de protótipos, todas as informações circulam como rumor.

iPhone 18 Pro pode trazer mini Dynamic Island e nova traseira

A tela Super Retina XDR OLED abriga a Dynamic Island e tem taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

8 de Abril de 2026, 18:40
Ilustração de um iPhone dobrável
iPhone dobrável se mantém em 2026 (imagem: reprodução/9to5mac)
Resumo
  • A Apple deve lançar o iPhone dobrável em setembro de 2026, junto da linha iPhone 18 Pro.
  • O aparelho deve custar mais de US$ 2.000 e superar o preço de todos os iPhones e da maioria dos iPads.
  • A Apple teria resolvido problemas de durabilidade e vinco na tela. O aparelho deve ter interface híbrida, foco em mídia e formato próximo de um tablet.

A Apple deve entrar no mercado de celulares dobráveis em setembro de 2026, e já na faixa mais alta de preço. O primeiro iPhone com tela flexível deve custar mais de US$ 2.000 (cerca de R$ 10 mil em conversão direta) e chegar junto à linha iPhone 18 Pro.

Caso a informação se confirme, o iPhone Fold (ou iPhone Ultra, segundo rumores) chegaria mais caro que todos os iPhones e a maioria dos iPads. Para o Brasil, ainda que a Apple já seja conhecida por praticar preços elevados, isso pode significar um valor muito maior do que a maioria dos dobráveis mais populares. Um Mac Studio, que custa aproximadamente US$ 1.999, sai na loja oficial da Apple no Brasil por R$ 25 mil.

Ao menos a previsão de lançamento, que contraria relatos recentes de atraso, é positiva. Um relatório do Nikkei Asia publicado na terça-feira (07/04) apontava dificuldades na fase de testes que poderiam resultar em um adiamento dos dispositivos. No entanto, fontes ouvidas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, indicam que o cronograma segue mantido.

Mesmo com possível estoque inicial reduzido nas primeiras semanas, a Apple estaria trabalhando para lançar o dobrável simultaneamente ou pouco depois dos modelos convencionais, segundo a agência.

Fim do vinco

A Apple chegaria mais tarde ao mercado de dobráveis — já dominado pela Samsung e fabricantes chinesas —, mas apostaria em refinamento técnico para se diferenciar.

Segundo fontes ligadas ao projeto, a empresa acredita ter avançado sobre dois dos principais problemas do segmento: a durabilidade da tela e o vinco central. Com o lançamento em setembro, a empresa deverá provar que a tecnologia no display é superior à vista no Oppo Find N6, anunciado no mês passado com esse mesmo diferencial, e, possivelmente, a da próxima geração do Galaxy Z Fold.

Quando aberto, o aparelho deve se aproximar da experiência de um tablet. Imagens vazadas recentemente indicam um dispositivo mais quadrado e menor do que os dobráveis mais famosos.

Foto de dummies em cor rosa de iphones em uma mesa.
Suposto protótipo do iPhone dobrável ao centro (imagem: Sonny Dickson/Bluesky)

A estratégia deve incluir também:

  • Interface híbrida: o iOS serria adaptado para que os aplicativos se comportem de forma semelhante ao sistema do iPad com a tela expandida.
  • Foco em mídia: o display teria orientação mais ampla em modo paisagem, favorecendo vídeos e jogos em relação aos dobráveis mais estreitos disponíveis hoje.

Estratégia de três anos

Segundo a agência, o dobrável é tratado como o segundo passo de um plano de três anos para reposicionar a linha iPhone.

No ano passado, a Apple já havia promovido mudanças com o iPhone Air. Neste aniversário de 20 anos, a empresa prepara uma reformulação mais ampla, seguindo o que fez há 10 anos com o lançamento do iPhone X.

A expectativa é elevar o preço médio de venda e impulsionar a receita. Em paralelo, a empresa deve reorganizar o calendário de lançamentos, com o iPhone 18e e uma nova versão do iPhone Air em 2027.

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

(imagem: reprodução/9to5mac)

(imagem: Sonny Dickson/Bluesky)

Exynos 2800: Samsung pode manter litografia de 2 nm até 2028

26 de Março de 2026, 12:38
Samsung deve otimizar design do chip para evitar superaquecimento (imagem: reprodução/Samsung)
Resumo
  • Samsung deve manter a litografia de 2 nm até 2028 com o chip Exynos 2800, segundo rumores.
  • A fabricante estaria trabalhando para redesenhar a arquitetura interna do chip, buscando mais performance sem reduzir o tamanho dos componentes.
  • O chip deve equipar a linha Galaxy S28 e focar em otimização e eficiência térmica em vez de avançar para 1,4 nm.

Um vazamento pode ter revelado o cronograma da Samsung para o Exynos 2800, chip que deve atuar como o cérebro da futura linha Galaxy S28. Segundo informações do portal ZDNet Korea, a empresa quer concluir o projeto do chip até o final deste ano. Ele já seria, inclusive, conhecido internamente pelo codinome “Vanguard”.

Previsto para 2028, o novo SoC pode marcar uma mudança na filosofia da gigante sul-coreana. Diferente do apontado por rumores anteriores, a Samsung não deve saltar para o processo de 1,4 nanômetro (nm) em 2027.

Em vez disso, a estratégia seria apostar no refinamento da litografia de 2 nanômetros para garantir que os chips cheguem ao mercado com rendimento estável e, principalmente, sem os fantasmas do superaquecimento que assombraram gerações passadas.

Por que manter os 2 nanômetros?

Conforme menciona o SamMobile, a Samsung reconheceu internamente que a tentativa de reduzir o nó de fabricação anualmente tornou-se inviável do ponto de vista econômico e de engenharia. A complexidade física para posicionar bilhões de transistores em espaços cada vez menores exige um tempo de maturação que o ciclo anual de lançamentos não permite.

Para compensar a permanência nos 2 nanômetros, os engenheiros da divisão System LSI estariam focados em uma técnica chamada DTCO (Co-otimização de Tecnologia e Design). Na prática, isso significa que, em vez de apenas diminuir o tamanho dos componentes, a Samsung está redesenhando a arquitetura interna do chip para extrair mais performance.

Ao finalizar o design do Exynos 2800 com antecedência, a empresa ganharia uma janela generosa para testes de estresse e ajustes finos antes da produção em massa esperada para 2027.

O que muda no processo de fabricação?

Imagem digital com fundo preto destaca um processador quadrado e cinza-escuro posicionado verticalmente sobre um smartphone deitado. No chip, lê-se "SAMSUNG Exynos 2600" em branco, abaixo de um ícone azul formado por quadrados conectados. O smartphone reflete uma luz azulada e está sobre uma superfície que simula circuitos eletrônicos integrados em relevo.
Exynos 2600 marcou a estreia dos 2 nanômetros na Samsung (imagem: divulgação)

Embora o Exynos 2600 (do Galaxy S26) e o futuro Exynos 2700 também sejam baseados em 2 nanômetros, o Exynos 2800 do Galaxy S28 deve utilizar a terceira geração dessa tecnologia, batizada de SF2P+.

Essa versão introduz a tecnologia Optic Shrink, que reduz as dimensões dos circuitos sem os riscos de instabilidade de um novo processo de fabricação. O resultado esperado é um processador mais frio e com eficiência energética superior.

Além dos avanços na fabricação, o “Vanguard” traz promessas ousadas para desempenho bruto. Rumores indicam que ele pode ser o primeiro chip da Samsung com núcleos de CPU totalmente customizados e, possivelmente, uma arquitetura de GPU proprietária.

Exynos 2800: Samsung pode manter litografia de 2 nm até 2028

One UI 9 aparece em firmware de testes do Galaxy S26 Ultra

16 de Março de 2026, 15:04
S26 Ultra é o maior dos modelos da linha Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • One UI 9 da Samsung surgiu em um vazamento, apresentando mudanças pontuais.
  • Segundo o SamMobile, as mudanças incluem controles deslizantes de brilho e volume mais largos e uma seção própria para “Controle Parental” no menu de configurações.
  • Firmware de testes ainda lista o Android 16, mas a versão final será baseada no Android 17, o que indica que se trata de uma compilação embrionária.

A Samsung mal lançou a linha Galaxy S26 e já tem uma versão preliminar da One UI 9 circulando na internet. O firmware de testes, instalado em um Galaxy S26 Ultra e descoberto em servidores internos da empresa, revela as primeiras mudanças que a fabricante prepara para a sua próxima interface.

Como a One UI 8.5 já entregou uma reformulação visual maior, a versão 9 parece focar em ajustes pontuais e, até o momento, tem mudanças bastante discretas. A maior delas, segundo o portal SamMobile, está no painel rápido: os controles deslizantes de brilho e volume aparecem visivelmente mais largos.

No menu de configurações, o “Controle Parental” — que antes ficava dentro da aba de Bem-Estar Digital — ganhou seção própria na tela principal.

Capturas de tela da interface One UI 9
Primeira build de testes da One UI 9 apresenta mudanças pontuais de design (imagem: reprodução/SamMobile)

Ainda de acordo com o site, o firmware continua listando o Android 16, de codinome interno Cinnamon Bun, nas informações de software. Isso indica uma compilação bastante embrionária, já que a versão final da interface será baseada no Android 17.

O que mais se sabe sobre a One UI 9?

Uma tela de smartphone centralizada exibe a interface "One UI" da Samsung, com widgets de clima e calendário e diversos ícones de aplicativos. Ao redor do celular, flutuam outros ícones de apps borrados. As palavras "One" e "UI" aparecem em destaque. O fundo é azul gradiente e no canto inferior direito, o logo "tecnoblog".
One UI é a interface usada em aparelhos Samsung (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Imagens compartilhadas anteriormente já mostravam que a Samsung está refinando as barras de navegação inferiores, adotando um formato de “pílula” mais compacto e arredondado na nova versão da One UI.

A novidade mais relevante, porém, pode ser voltada para dobráveis. O Android Authority encontrou linhas de código que indicam um recurso de “Detecção de Material Estranho”. Nele, caso o celular não feche completamente por conta de algum detrito na dobradiça — uma pedra pequena, por exemplo —, o sistema dispara um alerta orientando o usuário a abrir o aparelho e limpar a tela antes que ocorra algum dano.

Como a função não parece depender de sensores inéditos, a expectativa é que ela chegue também a dobráveis mais antigos por atualização de software.

Quem tem um Galaxy não precisa aguardar nada no curto prazo. A previsão da mídia especializada é que a One UI 9 seja lançada oficialmente no segundo semestre, chegando pré-instalada nos próximos dobráveis da marca. Por enquanto, a prioridade da Samsung é expandir a versão 8.5 para o restante do seu portfólio.

One UI 9 aparece em firmware de testes do Galaxy S26 Ultra

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Primeiros detalhes da próxima interface da Samsung revelam mudanças pontuais de design.

S26 Ultra é o maior dos modelos da linha Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/SamMobile)

One UI é a interface usada em aparelhos Samsung (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone dobrável pode ter interface de iPad e reviver Touch ID

12 de Março de 2026, 11:18
iPad Mini 6 (2021) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Rumor indica que primeiro dobrável da Apple focará em multitarefa (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple pode lançar seu iPhone dobrável até o fim de 2026, com uma interface semelhante à do iPad e Touch ID integrado ao botão lateral.
  • O design incluiria uma tela interna widescreen semelhante ao iPad mini e uma externa compacta, segundo os rumores.
  • A durabilidade dos painéis flexíveis seria um dos focos para competir no setor, com tecnologia para reduzir vincos e reforçar a dobradiça.

Já parece quase certo que a Apple trabalha em um iPhone dobrável. Agora, novas informações do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, indicam que o primeiro modelo pode chegar até o fim de 2026, com uma interface mais próxima da usada no iPad para facilitar o multitarefa e competir nesse segmento.

A chegada do iPhone Fold aconteceria sete anos após a sul-coreana Samsung apresentar a primeira geração da linha Galaxy Fold. Para compensar a entrada tardia na categoria, a Apple teria concentrado seus esforços na otimização do software para telas maiores e correção de falhas estruturais.

Como seria a interface do iPhone dobrável?

Os rumores indicam um novo smartphone da Apple com uma tela interna de tamanho próximo ao de um iPad mini antigo, adotando um formato widescreen quando aberto.

Esse design se distanciaria das proporções mais estreitas adotadas no recente Galaxy Z Fold 7, aproximando-se mais do visual e usabilidade do Google Pixel Fold original. A tela externa possuiria dimensões equivalentes às de um iPhone de tamanho compacto.

Apesar da semelhança visual com os tablets da companhia, o aparelho executaria a versão padrão do iOS, e não o sistema iPadOS. Na prática, o dispositivo não suportaria, por exemplo, o sistema de múltiplas janelas simultâneas presente no recente iPadOS 26.

Por outro lado, a Apple estaria reformulando seus principais programas nativos do iOS para incluir barras laterais na borda esquerda da tela, aproveitando o espaço do painel expandido. O sistema também permitiria a exibição de dois aplicativos lado a lado. Segundo Gurman, os desenvolvedores ganhariam ferramentas para adaptar aplicativos de iPhone à nova interface no modo paisagem.

iPhone Fold pode ter tela de proporções semelhantes às de um iPad mini (imagem: divulgação/Apple)

Touch ID de volta

Uma das alterações mais significativas de hardware seria a remoção do Face ID. O painel frontal do iPhone dobrável seria fino demais — a espessura lembraria dois “iPhone Air” unidos — para acomodar o complexo conjunto de sensores exigidos para o reconhecimento facial.

A solução da Apple, segundo Gurman, seria integrar o Touch ID ao botão lateral de energia. Esta mudança marcaria o primeiro lançamento de um iPhone com biometria digital desde o iPhone SE de terceira geração, lançado em 2022.

A tela externa também exibiria novidades. O clássico entalhe em formato de pílula daria lugar a um pequeno recorte circular para a câmera frontal, o conhecido “furo na tela”. Mesmo com essa alteração física, o software manteria a interface Dynamic Island ativa para a visualização de alertas do sistema e atividades em segundo plano.

Vale notar que esse mesmo design com furo na tela deve chegar a uma versão com tela touch do MacBook Pro ainda este ano.

Para o display interno principal, a empresa teria testado tecnologias de câmeras ocultas sob a tela. No entanto, a ideia teria sido descartada devido à baixa qualidade fotográfica. A traseira do smartphone, por sua vez, acomodaria duas câmeras, oferecendo um sensor a menos que as lentes triplas da linha Pro.

Durabilidade e preço alto

A durabilidade dos painéis flexíveis teria sido um dos principais empecilhos do projeto. A fabricante teria avaliado que os vincos na área de dobra são a maior deficiência dos dobráveis atuais.

Para contornar o problema, a Apple teria optado por uma tecnologia inédita que reduz a marca central de forma considerável. O esforço da engenharia também envolveria reforçar o mecanismo de dobradiça para aumentar o limite de aberturas e fechamentos antes de apresentar falhas.

Mesmo com um conjunto de câmeras mais modesto, o preço de lançamento do aparelho poderia ficar na casa dos US$ 2.000 (cerca de R$ 10,4 mil em conversão direta, sem impostos). Ou seja, se o produto realmente chegar ao mercado, não deve ser barato.

iPhone dobrável pode ter interface de iPad e reviver Touch ID

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Rumores indicam que a Apple prepara um iPhone dobrável com tela interna nos moldes do iPad mini. Modelo pode trazer leitor de digital de volta.

iPad Mini 6 (2021) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

iPad dobrável de 18 polegadas pode chegar em 2029

3 de Março de 2026, 13:11
iPad rodando iPadOS 26, com várias janelas de diferentes tamanhos na tela
iPad dobrável continua em desenvolvimento nos bastidores da Apple, aponta rumor (imagem: reprodução/Apple)

A Apple estaria desenvolvendo um iPad dobrável de 18 polegadas, com previsão de lançamento para 2029. Segundo informações apuradas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, o projeto busca entregar uma tela de Mac, mas mantendo a portabilidade de um tablet. O cronograma de desenvolvimento, no entanto, teria sofrido atrasos por obstáculos técnicos associados ao peso do aparelho e à tecnologia do display.

Notícias do ano passado indicavam que a empresa havia pausado a iniciativa. Contudo, os novos rumores apontam que o projeto segue vivo, embora a meta original de lançamento tenha passado de 2028 para o final da década.

Como deve ser o iPad dobrável?

Quando fechado, o equipamento seria parecido com um MacBook, com exterior em alumínio e nenhuma tela externa. Ao ser desdobrado, ele atingiria proporções próximas às de um MacBook Air de 13 polegadas, só que operando pela tela sensível ao toque e sem um teclado físico integrado.

A ausência de teclas físicas tem gerado debates internos sobre a praticidade da digitação, um fator considerado crítico para a produtividade. Além disso, os protótipos atuais pesariam cerca de 1,6 kg. Isso tornaria o dispositivo bem mais pesado que os modelos atuais da linha iPad Pro, contrariando a premissa de ultraportabilidade dos tablets.

Apesar de Gurman afirmar que o dobrável é projetado como um “iPad puro” e não um dispositivo híbrido, as linhas entre os ecossistemas da Apple estão cada vez mais próximas. Rumores recentes apontam que o MacBook Pro de 2026 pode ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID. Com os Macs ganhando recursos de toque e os iPads ganhando telas de 18 polegadas, a estratégia da empresa parece ser unificar a experiência do usuário.

Fabricação e preço salgado

A tela OLED dobrável estaria sendo fabricada pela Samsung, com a Apple concentrando esforços de engenharia para minimizar o temido vinco central do display. A companhia deve utilizar o aprendizado da produção do aguardado iPhone dobrável — previsto para o final deste ano — para aperfeiçoar o tablet.

O custo de um painel flexível nessas proporções, no entanto, impactaria o bolso do consumidor. Estimativas apontam que ele poderia custar até três vezes mais que o atual iPad Pro de 13 polegadas, comercializado por US$ 1.299. Sendo assim, o valor final poderia alcançar US$ 3.900 (cerca de R$ 20.500 em conversão direta e sem impostos).

iPad dobrável de 18 polegadas pode chegar em 2029

Redimensionar janelas ficou mais fácil no iPadOS 26 (imagem: reprodução)

Galaxy S26: o que esperar dos próximos celulares da Samsung

23 de Fevereiro de 2026, 15:46
Galaxy S26 vem aí (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Galaxy S26 Ultra poderá contar com o Genius Display, que restringiria o ângulo de visão e suporte a carregamento de até 60 W. Modelos Galaxy S26 e S26 Plus devem contar com opções de armazenamento de 256 GB e 512 GB.
  • O Galaxy S26 Ultra provavelmente usará o Snapdragon 8 Elite Gen 5, enquanto Galaxy S26 e S26 Plus devem trazer o Exynos 2600.
  • A linha Galaxy S26 integrará o assistente da Perplexity e deve manter bandejas físicas de chip SIM no Brasil e na Europa. Preços podem aumentar devido à crise de chips de memória.

Na próxima quarta-feira (25/02), a Samsung subirá ao palco do Galaxy Unpacked, nos Estados Unidos — com cobertura in loco do Tecnoblog. Saberemos, então, quais rumores estavam corretos ou equivocados sobre os três aparelhos da linha: Galaxy S26, Galaxy S26 Plus (que pode adotar o nome Pro) e o poderoso Galaxy S26 Ultra.

Mas você se lembra de tudo o que comentamos sobre os dispositivos nesses últimos meses? As promessas para a nova família incluem avanços no carregamento, conectividade via satélite, privacidade da tela e, claro, inteligência artificial.

Display privativo e design

Tecnologia restringe o ângulo de visão da tela (imagem: reprodução/Sahil Karoul)

A grande atração da nova geração estaria no painel do Galaxy S26 Ultra. A tecnologia, antecipada há semanas, apareceu recentemente em um vazamento de uma possível unidade comprada em Dubai. Chamada “Genius Display”, a função utiliza pixels dinâmicos integrados ao hardware do painel OLED para restringir o ângulo de visão.

Com ela ativada, apenas quem estivesse olhando diretamente para o aparelho conseguiria enxergar o conteúdo, dispensando o uso de películas de privacidade de terceiros e evitando a queda de qualidade da imagem.

Smartphone traz de volta módulo de câmera ao redor das lentes (imagem: reprodução/Sahil Karoul)

No quesito design, a versão Ultra pode contar com pelo menos seis opções de cores e voltar a abrigar as câmeras em uma ilha elevada, abandonando o visual de lentes “soltas” na traseira. Outra leve mudança está nas bordas: imagens vazadas e renderizações mostram elas um pouco mais curvas que no Galaxy S25 Ultra.

Ainda no modelo premium, a clássica S Pen continuaria presente e sem suporte a Bluetooth, mas pode ganhar um mecanismo físico de segurança que projeta a caneta para fora caso o usuário tente inseri-la de forma invertida, evitando danos internos.

Processadores e armazenamento

Imagem de estúdio, em fundo branco, mostrando um smartphone em cor branca. Há uma marca d'água de vazamento (leak) no centro: "@ONLEAKS x @ANDROIDHEADLINE".
Galaxy S26 Plus em renderização não oficial (imagem: reprodução)

Por dentro, o Galaxy S26 Ultra deve ser equipado globalmente com o Snapdragon 8 Elite Gen 5, da Qualcomm. Segundo o portal Android Authority, as outras duas versões receberiam o chip proprietário Exynos 2600 na maior parte do mundo.

De acordo com o site SammyGuru, o chip da Samsung traz uma arquitetura deca-core com um layout de três clusters, operando apenas núcleos de alto desempenho. O conjunto é liderado por um núcleo primário C1 Ultra rodando a 3,8 GHz. Na parte gráfica, inclui a nova GPU Xclipse 960, baseada em tecnologia da AMD.

No quesito memória, a nova geração deve abandonar a opção de 128 GB, e as opções ficam da seguinte forma:

  • Galaxy S26 e S26 Plus: opções de 256 GB e 512 GB.
  • Galaxy S26 Ultra: mantendo a base de 256 GB, com opções de 512 GB e 1 TB.

Outra grande novidade pode ser o controle térmico. Os aparelhos com o Exynos 2600 devem trazer a tecnologia Heat Pass Block (HPB) para uma dissipação de calor mais eficiente.

Conectividade espacial

É também no campo da conectividade que a linha S26 promete. Impulsionados pelo novo modem Exynos 5410, os aparelhos seriam capazes de se conectar a redes não terrestres (NTN) e satélites de baixa órbita.

Diferente das soluções de emergência da concorrência, a Samsung teria implementado o modo LTE DTC (Direct to Cell), permitindo a realização de chamadas de voz e vídeo convencionais em áreas completamente sem cobertura de celular, como oceanos e desertos.

Completando o pacote de conexões, certificações indicam suporte nativo a 5G, Wi-Fi 7 e NFC. Na contramão do mercado estadunidense, a fabricante deve manter as bandejas físicas de chip SIM para os usuários do Brasil e da Europa, então nada de smartphone exclusivamente eSIM por aqui.

Bateria e avanços em carregamento

Samsung aposta em maior velocidade de carregamento (imagem: reprodução)

Após anos tomando menos riscos, a Samsung estaria pronta para atualizar as velocidades de carregamento na linha. Vazamentos indicam que o Galaxy S26 base abandonará os antigos 25 W e passará a suportar recarga de 45 W, igualando-se ao modelo superior.

Já o Galaxy S26 Ultra pode inaugurar um novo protocolo. O Super Fast Charging 3.0 deve permitir o suporte a carregadores de até 60 W. As capacidades das baterias, já homologadas pela Anatel no Brasil, devem ficar em 4.175 mAh (nominais) para o modelo base e 5.000 mAh para o Ultra.

Outro ponto de intensa especulação envolve o carregamento magnético. Rumores indicam que deve, sim, haver o suporte aos 25 W de carregamento sem fio pela tecnologia Qi2. Entretanto, os ímãs não devem ser embutidos no aparelho: para usufruir da fixação magnética, o usuário ainda precisaria recorrer a capas específicas.

Integração à Perplexity

Imagem com fundo branco e um balão de fala preto centralizado. Dentro do balão, está o texto "Hey, Plex!" escrito em letras brancas com fonte sem serifa.
“Hey, Plex” será uma forma de ativar o agente (imagem: divulgação)

Além da aguardada integração com o Gemini e de uma Bixby totalmente renovada (capaz de operar como um agente conversacional de linguagem natural), a linha Galaxy S26 virá com suporte nativo ao assistente da Perplexity.

Seguindo uma negociação entre Samsung e Perplexity revelada em meados de 2025, a intenção é que os usuários possam invocar a IA através do comando “Hey, Plex” ou segurando o botão lateral.

O agente funcionará integrado a aplicativos nativos do sistema — como Notas, Relógio e Galeria —, com a promessa de executar fluxos de trabalho complexos e em múltiplos passos sem que o usuário precise saltar de um aplicativo para outro.

Disponibilidade e preços

No Brasil, todos os modelos da linha já passaram pelo crivo da Anatel, estando tecnicamente e burocraticamente prontos para o início das vendas nacionais.

Os preços, que devem ser revelados durante o evento na quarta-feira, aparentemente seguirão a tendência de aumento por aqui, especialmente com a crise no mercado de chips de memória.

Galaxy S26: o que esperar dos próximos celulares da Samsung

Galaxy S26 vem aí (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy S26 Plus (imagem: reprodução)

Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores

20 de Fevereiro de 2026, 19:07
Imagem do Apple MacBook Air M4
Novo MacBook de entrada deve manter design de alumínio, similar ao Air (imagem: Divulgação/Apple)
Resumo
  • O macOS 26.3 revelou três novos produtos da Apple: um MacBook de baixo custo (codinome J700) e duas variantes do Studio Display 2 (codinomes J427 e J527).
  • O MacBook J700 utilizará o chip A18 Pro, similar ao do iPhone 16 Pro, e deve custar entre US$ 599 e US$ 799 nos EUA, com preço estimado no Brasil entre R$ 6.499 e R$ 8.999.
  • O Studio Display 2 incluirá tecnologias como ProMotion e HDR, com taxa de atualização de 120 Hz e um chip A19 para suportar recursos avançados.

Faltando duas semanas para o evento especial de 4 de março, a própria Apple acabou deixando escapar detalhes sobre o que está por vir. A versão final do macOS 26.3, liberada para o público no dia 11 de fevereiro, trouxe no código-fonte referências diretas a três novos produtos.

Conforme revelado pela Macworld, a descoberta aconteceu por extensões de kernel (kexts) que identificam os dispositivos pelos codinomes J700, J427 e J527. Os registros confirmam rumores de que a empresa planeja uma investida agressiva no setor de entrada com um MacBook inédito, além de uma atualização aguardada para a linha de monitores Studio Display.

O que sabemos sobre o MacBook de entrada?

O dispositivo identificado pelo codinome J700 deve ser um MacBook focado em custo-benefício, inaugurando uma categoria abaixo do MacBook Air. O modelo também pode representar uma quebra de paradigma: será o primeiro computador da marca a utilizar um chip da linha “A”, geralmente reservada aos iPhones, em vez da linha “M”.

O processador escolhido seria o A18 Pro, o mesmo do iPhone 16 Pro. Embora possa parecer um “downgrade” para quem está acostumado com os chips M2 ou M3, testes de benchmark indicam que o A18 Pro tem desempenho superior ao do chip M1. Para o público-alvo deste laptop — estudantes e usuários domésticos que priorizam navegação, edição de textos e consumo de mídia —, o poder de fogo é mais do que suficiente.

Mark Gurman, da Bloomberg, antecipou que o design não deve sofrer cortes drásticos. O laptop deve manter o chassi em alumínio e uma tela de aproximadamente 13 polegadas, sem perder o aspecto premium da Apple.

Qual deve ser o preço no Brasil?

Nos Estados Unidos, as projeções variam entre US$ 599 e US$ 799. Fazendo a conversão direta para a cotação atual, teríamos valores entre R$ 3.264 e R$ 4.354. No entanto, o histórico da Apple no Brasil exige incluir na conta custos de importação, impostos e margem de lucro.

Atualmente, o MacBook Air M2 é vendido nos EUA por US$ 999 e chegou ao Brasil oficialmente por R$ 10.999. Seguindo essa proporção de aproximadamente 11 para 1, podemos estimar os seguintes valores para o mercado nacional:

  • Versão de US$ 599: entre R$ 6.499 e R$ 6.999
  • Versão de US$ 799: entre R$ 8.499 e R$ 8.999.

Se o valor inicial for confirmado, este se tornaria o Mac mais acessível do catálogo brasileiro em anos, competindo diretamente com notebooks Windows de alto desempenho.

Studio Display 2 deve trazer ProMotion e HDR

Apple Studio Display (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Studio Display finalmente deve ganhar sucessores com de 120 Hz e suporte a HDR (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Além do novo laptop, o macOS 26.3 detalhou os drivers para os modelos J427 e J527, variantes da segunda geração do Studio Display. O monitor atual da Apple já completa quatro anos de mercado e carece de tecnologias que se tornaram fundamentais, como o ProMotion.

O novo monitor deve vir com taxa de atualização de 120 Hz, garantindo mais fluidez em animações e edição de vídeo. Outra adição esperada é o suporte ao HDR (High Dynamic Range), melhorando o contraste e o brilho máximo do painel.

Para dar conta desses recursos e de funções inteligentes como o Áudio Espacial, o periférico deve ser equipado com um chip A19. A presença de dois codinomes diferentes levanta a possibilidade de a Apple lançar uma versão com tela maior ou, quem sabe, uma opção com acabamento de vidro nanotexture como padrão em um dos modelos.

Onde estão os chips M5?

Um detalhe que chama a atenção no vazamento é a ausência de menções aos chips M5. Rumores indicavam novos MacBook Pro e uma atualização do Mac Studio em desenvolvimento com o novo chip. É provável que a Apple reserve as novidades para o segundo semestre de 2026.

Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores

(imagem: Divulgação/Apple)

Apple Studio Display (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Samsung pode trazer câmera com abertura variável de volta aos celulares

11 de Fevereiro de 2026, 12:28
Imagem mostra três celulares Samsung Galaxy S10 Plus sobre uma mesa de madeira
Galaxy S10 Plus pertence à última família da Samsung com câmeras de abertura variável (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung pode reintroduzir câmeras com abertura variável em smartphones topo de linha.
  • A tecnologia foi usada pela última vez pela fabricante no Galaxy S10, de 2019.
  • Segundo o portal ET News, a empresa já solicitou novos módulos e amostras para testes, visando competir com futuros iPhones.

A Samsung parece disposta a reviver uma tecnologia que ela mesma popularizou e abandonou anos atrás. A empresa estaria se movimentando para reintroduzir câmeras com abertura variável física nos smartphones topo de linha, em uma tentativa de elevar a qualidade dos sensores diante da concorrência.

Segundo o portal sul-coreano ET News, a empresa já solicitou a parceiros de fornecimento o desenvolvimento dos módulos e o envio de amostras para testes.

Embora a implementação final ainda não tenha sido confirmada, fontes da indústria afirmam que existe uma “forte vontade” da marca em readotar o recurso, visto agora como “necessário para aumentar a competitividade da câmera”.

A empresa foi pioneira ao introduzir a tecnologia na linha Galaxy S9, em 2018, mantendo-a até a família Galaxy S10, do ano seguinte. O mecanismo permitia que a lente alternasse fisicamente entre duas aberturas, ajustando a entrada de luz para melhorar fotos noturnas ou evitar a superexposição em ambientes muito claros.

No entanto, a fabricante removeu a função a partir de 2020, alegando questões de custo e o aumento na espessura dos aparelhos. Agora, a expectativa é que o avanço da tecnologia permita reintroduzir o componente com espessura reduzida. A especulação é de que a novidade possa estrear no Galaxy S27 Ultra, previsto para o ano que vem.

Concorrência se adiantou

Close-up da parte traseira de um smartphone Huawei Pura 80 Ultra, destacando o módulo de câmeras com três lentes grandes em anéis dourados e acabamento metálico texturizado. Ao lado, há o flash e a inscrição “XMAGE”. O design aparece sobre superfície preta com linhas diagonais em relevo.
Huawei Pura 80 Ultra adotou a câmera com abertura variável (imagem: divulgação)

Apesar de ter sido a pioneira na adoção da tecnologia lá atrás, a Samsung parece voltar atrás por causa da movimentação de concorrentes, como a Huawei e a Apple. Rumores da cadeia de suprimentos sugerem que a gigante de Cupertino planeja adotar a abertura variável na linha iPhone 18 Pro.

O analista Ming-Chi Kuo afirma que a Maçã já discute componentes com fornecedores desde outubro de 2025. A Apple pode utilizar componentes da LG Innotech e da Foxconn, com os mecanismos que movem a lente sendo disponibilizados pela Luxshare ICT e Sunny Optical.

Atualmente, os modelos Pro do iPhone utilizam uma abertura fixa (geralmente f/1.78), dependendo inteiramente de software para ajustes de profundidade de campo e exposição. A transição para uma abertura mecânica permitiria um controle óptico natural, reduzindo a dependência de correções digitais e oferecendo um efeito bokeh (desfoque de fundo) mais autêntico.

Quem quer ver a tecnologia em um smartphone mais atual pode recorrer à chinesa Huawei, que trouxe a câmera com abertura variável no Pura 80 Ultra. O smartphone ainda tem a câmera considerada mais poderosa do mercado, segundo analistas do DxOMark, e chegou ao Brasil no ano passado por R$ 12.499.

Samsung pode trazer câmera com abertura variável de volta aos celulares

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Fabricante estaria desenvolvendo novos módulos para competir com futuros iPhones. Recurso foi usado pela última vez no Galaxy S10, de 2019.

(imagem: Paulo Higa)

Huawei Pura 80 Ultra tem câmera com três sensores e quatro lentes (imagem: divulgação)

Apple estaria criando AirPods Pro com sensores que veem ao redor

10 de Fevereiro de 2026, 08:42
Módulo de câmera infravermelha seria similar ao utilizado no Face ID (imagem: divulgação/Apple)
Resumo
  • A Apple planeja lançar AirPods Pro com câmeras infravermelhas em 2026 para comandos por gestos e integração com o Vision Pro.
  • Os novos sensores permitirão controlar funções como volume e cancelamento de ruído sem tocar nos fones.
  • A produção dos componentes começará no início de 2026, com possível lançamento em setembro.

A Apple pode introduzir uma das maiores atualizações para a sua linha de fones de ouvido no segundo semestre de 2026. Segundo informações de analistas e vazamentos recentes, a próxima versão dos AirPods Pro virá equipada com módulos de câmera infravermelha. O objetivo seria enxergar o ambiente ao redor do usuário, habilitando novos comandos por gestos e aprofundando a integração com o headset Vision Pro.

A informação ganhou força nesta segunda-feira (9), após publicações do colecionador de protótipos Kosutami e do analista Ming-Chi Kuo no X. Os relatos indicam que, embora os AirPods Pro 3 tenham sido lançados em setembro de 2025, a Apple estaria trabalhando em uma revisão de hardware para este ano – uma estratégia parecida com o ciclo dos AirPods Pro 2, que receberam o conector USB-C e resistência a poeira cerca de um ano após o lançamento, sem alterar o nome comercial.

Por que a Apple quer colocar câmeras nos AirPods Pro?

Com as novas câmeras, clientes poderiam ajustar funções apenas movimentando as mãos (imagem: divulgação/Apple)

De acordo com Ming-Chi Kuo, o hardware não seria uma câmera convencional voltada para fotografia, mas sim um sensor infravermelho similar ao utilizado no Face ID. A ideia seria detectar “mudanças ambientais”, permitindo que os fones traduzam movimentos físicos em comandos.

O usuário poderia controlar o volume, alternar entre modos de cancelamento de ruído ou atender chamadas apenas movimentando as mãos à frente do rosto, eliminando a necessidade de tocar nas hastes dos fones ou pegar o iPhone.

Além da conveniência, a funcionalidade mudaria a experiência de áudio espacial: os AirPods mapeariam a posição da cabeça e o ambiente com mais precisão, ajustando o som de forma dinâmica para garantir mais imersão em conteúdos de realidade aumentada (AR) e virtual (VR).

Outro ponto destacado pelos vazamentos seria o ganho em segurança. Os sensores infravermelhos poderiam, em tese, alertar o usuário sobre obstáculos físicos ou veículos se aproximando.

A produção em massa dos componentes de câmera infravermelha estaria prevista para começar no início de 2026. Se o cronograma histórico for seguido, o anúncio oficial deve ocorrer durante o evento de lançamento do iPhone, em setembro.

Lançamentos e preços

Mesmo com novos sensores, a Apple pode manter o mesmo preço do modelo atual (imagem: divulgação/Apple)

Tradicionalmente, a Apple atualiza a linha Pro de fones de ouvido em ciclos de três anos. Contudo, o lançamento previsto para 2026 interromperia o padrão. Essa pressa estaria ligada à competição agressiva de marcas como Sony, Bose e Sennheiser, que têm investido pesado em sensores de percepção ambiental.

Ainda há divergências sobre valores. Enquanto Kosutami afirma que o modelo atualizado custaria os mesmos US$ 249 de agora (R$ 1.290, em conversão direta), o vazador Instant Digital sugere que a Apple estaria criando uma variante premium, que coexistiria com o AirPods Pro, criando uma nova faixa de preço no catálogo.

No Brasil, o AirPods Pro 3 é comercializado atualmente por R$ 2.999 na loja oficial ou cerca de R$ 2.599 em revendedores autorizados.

Apple estaria criando AirPods Pro com sensores que veem ao redor

Airpods Pro 3 (imagem: divulgação)

ChatGPT pode receber atualização nesta semana, diz site

9 de Fevereiro de 2026, 12:40
Imagem mostra o CEO da OpenAI, Sam Altman, à esquerda, e o logo do ChatGPT à direita. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog"
Sam Altman é CEO e cofundador da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O ChatGPT retomou crescimento mensal superior a 10% e a OpenAI planeja atualizar seus modelos de IA até 13/02.
  • O Codex, ferramenta para programadores, cresceu 50% após o lançamento do GPT-5.3-Codex e um app para macOS.
  • A OpenAI enfrenta concorrência da Anthropic e desentendimentos com a Nvidia, após um acordo de US$ 100 bilhões.

A OpenAI estaria preparando uma atualização nos modelos de inteligência artificial do ChatGPT para lançá-la até sexta-feira (13/02), de acordo com uma reportagem da CNBC. O chatbot também teria retomado um ritmo forte de crescimento.

As informações estariam em uma mensagem enviada pelo CEO Sam Altman no Slack da companhia e obtida pela publicação.

O que Sam Altman falou?

No comunicado interno, Altman teria dito que o ChatGPT voltou a apresentar um crescimento mensal superior a 10%. O executivo ainda afirmou, segundo a reportagem, que um “modelo atualizado do Chat” chegaria nesta semana, mas não deu detalhes sobre possíveis melhorias.

Altman também falou sobre o Codex, de acordo com a CNBC. A ferramenta destinada a programadores teve um crescimento de 50% em relação à semana anterior, após o lançamento do modelo GPT-5.3-Codex e de um app independente para o macOS.

OpenAI está pressionada por concorrentes

A empresa liderada por Altman foi uma das responsáveis por popularizar a inteligência artificial generativa com o lançamento do ChatGPT em 2022. Agora, pouco mais de três anos depois, ela enfrenta concorrentes mais maduros.

A desafiante que está nos holofotes dessa vez é a Anthropic, que parece ter caído nas graças dos desenvolvedores com a ferramenta de gerar códigos Claude Code.

Close-up da tela de um smartphone exibindo o logo e o nome do aplicativo ChatGPT, com um teclado de computador desfocado ao fundo.
ChatGPT tem concorrentes mais avançados do que há três anos (foto: Focal Foto/Reprodução)

A disputa entre as duas envolveu uma provocação recente. Neste domingo (08/02), a criadora do Claude veiculou propagandas no intervalo do Super Bowl — o espaço publicitário mais caro da TV americana — tirando sarro dos futuros anúncios do ChatGPT.

Altman e outros executivos responderam à concorrente nas redes sociais. O CEO chamou os vídeos de desonestos, alegando que o ChatGPT nunca teve anúncios da maneira que a Anthropic retratou.

Além disso, a OpenAI estaria passando por desentendimentos com a Nvidia, com quem fechou um acordo em que receberia US$ 100 bilhões de investimentos. A empresa ainda teria decretado “código vermelho” para acelerar o desenvolvimento de seus produtos após o Google ganhar terreno no mercado de IA.

Com informações da CNBC

ChatGPT pode receber atualização nesta semana, diz site

ChatGPT e Sam Altman, CEO da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple teria abandonado planos de lançar coach de saúde com IA

6 de Fevereiro de 2026, 17:16
Logotipo da Apple
Apple queria um assistente para analisar dados de saúde e recomendar mudanças de estilo de vida (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple abandonou o projeto de coach virtual de saúde com IA devido à incapacidade de competir com rivais como o Oura Ring.
  • Eddy Cue, novo chefe da área de saúde da Apple, decidiu lançar funcionalidades do coach separadamente.
  • O projeto, chamado internamente de Mulberry, incluiria recomendações de estilo de vida e registro de refeições.

A Apple pode ter abandonado seus planos de criar um coach virtual de saúde com inteligência artificial. A mudança de rota teria sido feita nas últimas semanas, e a empresa agora se prepara lançar de forma separada as várias funcionalidades que tinham sido desenvolvidas para esse serviço.

As informações são do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, que tem bom conhecimento dos bastidores da Apple. De acordo com o repórter, uma reorganização interna na empresa selou o destino do coach virtual.

Por que a Apple desistiu do coach virtual?

Eddy Cue, chefe de serviços da Apple, assumiu a divisão de saúde da empresa. Na opinião do novo líder, não seria possível acompanhar o ritmo de produtos concorrentes, como o anel inteligente Oura Ring.

Por isso, o executivo optou por deixar de lado o coach virtual e focar nas funcionalidades dele, que serão lançadas gradualmente ao longo dos próximos meses e anos.

Apple Watch e um iPhone utilizando o app Saúde para configurar as notificações de hipertensão
Modelos recentes de Apple Watch podem detectar indícios de hipertensão (imagem: reprodução/Apple)

Não é uma abordagem muito diferente do que a empresa vem fazendo com recursos como detecção de apneia do sono no Apple Watch e testes de audição com AirPods. Um chatbot de IA com capacidade para responder a perguntas sobre saúde pode estar entre as novidades.

Como seria o assistente de saúde da Apple?

O assistente de saúde da Apple não chegou a ser anunciado oficialmente. Segundo fontes, o projeto seria chamado internamente de Mulberry. No noticiário, ele ganhou o apelido de Health+.

O coach poderia recomendar mudanças de estilo de vida com base nos dados de saúde do usuário. Além disso, ele teria recursos como registrar refeições e corrigir exercícios físicos usando a câmera do iPhone.

A Apple teria, inclusive, montado um estúdio e gravado vídeos para o serviço. Entre os tipos de conteúdo, estariam guias de treino e explicações sobre condições médicas.

Com informações da Bloomberg, Engadget e CNET

Apple teria abandonado planos de lançar coach de saúde com IA

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/Apple)

Galaxy S26 deve ficar sem imãs no estilo MagSafe

5 de Fevereiro de 2026, 11:29
Unidades "dummy" do Galaxy S26 Ultra
Unidades “dummy” do Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Ice Universe)
Resumo
  • Galaxy S26 não deve trazer ímãs no estilo MagSafe, exigindo capas para suporte magnético.
  • O dispositivo deve suportar carregamento sem fio de até 25 W, mas sem ímãs internos para alinhamento perfeito.
  • Anatel confirmou a certificação da linha S26 no Brasil, incluindo 5G, Wi-Fi 7 e NFC.

A Samsung não deve incluir ímãs internos compatíveis com o padrão Qi2 na linha Galaxy S26, mantendo a necessidade de acessórios externos para fixação magnética. A informação foi revelada pelo informante Ice Universe nesta quinta-feira (05/02), indicando que o modelo Ultra seguiria sem o recurso de alinhamento magnético nativo.

Caso o rumor se confirme, o dispositivo continuaria em desvantagem frente ao iPhone – que utiliza a tecnologia desde 2020 – e ao Pixel 10, que adotou o sistema no ano passado.

Embora vazamentos iniciais sugerissem que a nova geração da Samsung traria finalmente o anel magnético integrado ao chassi, evidências recentes apontam para uma mudança de planos. Para usufruir de carregadores e acessórios similares ao MagSafe da Apple, o proprietário precisaria de capas específicas que emulem a atração magnética.

O Galaxy S26 Ultra será compatível com o padrão Qi2?

Segundo as informações técnicas, o dispositivo suportaria velocidade de carregamento sem fio de até 25 W, o limite máximo do padrão Qi 2.2. No entanto, ele não possuiria os ímãs embutidos na parte interna da carcaça. O padrão Qi2 exige esse anel de ímãs para garantir que as bobinas de indução fiquem perfeitamente alinhadas.

Sem essa peça física, embora a tecnologia de transferência de energia esteja presente, o benefício da fixação automática não seria nativo. Essa ausência criaria uma situação contraditória: o hardware interno poderia atingir altas velocidades de recarga, mas a falta do alinhamento perfeito poderia gerar mais aquecimento e menos eficiência energética.

Anatel confirma modelos no Brasil

Certificado de homologação do Galaxy S26
Certificado de homologação do Galaxy S26 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Enquanto os detalhes de hardware geram discussões, a chegada dos aparelhos ao mercado brasileiro já está formalmente garantida. Documentos da Anatel mostram que a linha completa já passou pelo processo de certificação obrigatório para comercialização no país.

Os certificados confirmam a presença de tecnologias como 5G, Wi-Fi 7 e NFC, além das frequências de operação compatíveis com as redes nacionais e o novo processador Snapdragon 8 Elite Gen 5. Contudo, os documentos não detalham a composição do sistema de carregamento, mantendo o mistério sobre a presença ou ausência dos ímãs até o anúncio oficial da fabricante.

A linha S26 deve ser revelada oficialmente no próximo Unpacked, previsto para o dia 25 de fevereiro de 2026. A Samsung ainda não divulgou oficialmente o evento.

Galaxy S26 deve ficar sem imãs no estilo MagSafe

Unidades "dummy" do Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Ice Universe)

Certificado de homologação do Galaxy S26 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

iPhone Flip: Apple pode ter outro celular dobrável em formato quadrado

2 de Fevereiro de 2026, 12:52
Simulação de como seria o iPhone dobrável, que deve chegar ao mercado nos próximos anos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
iPhone assumiria formato quadrado para facilitar transporte no bolso (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple pode lançar dois modelos de celulares dobráveis: um em formato de livro e outro em formato quadrado.
  • Modelo quadrado seria compacto e fácil de transportar, enquanto o modelo maior focaria em produtividade com tela de 7,7 polegadas.
  • O lançamento do modelo maior pode ocorrer em 2026 ou 2027, enquanto a versão menor aparenta estar em fase de testes.

A Apple pode lançar mais de uma opção de celulares dobráveis. Novos rumores indicam que, além de um iPhone que dobra em formato de livro, um outro modelo do tipo “concha” pode estar a caminho, focado em ocupar o menor espaço possível.

As informações foram reveladas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, que indica que o modelo chegaria ao mercado após o dobrável “maior” do tipo livro. A iniciativa seria parte de uma estratégia de longo prazo para diversificar o portfólio de iPhones e testar a receptividade do público a diferentes formatos e tamanhos de tela.

Como seria o iPhone Flip?

Ilustração mostra o conceito de um iPhone dobrando ao meio. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Simulação de como seria o iPhone dobrável (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo Gurman, a empresa estaria trabalhando em um aparelho que, quando fechado, assumiria um formato quadrado. Esse design permitiria que o smartphone fosse transportado com mais facilidade em bolsos pequenos, por exemplo.

Enquanto o possível primeiro dobrável da Apple — até então, previsto para o final de 2026 — focaria em produtividade e multitarefa com uma tela interna de cerca de 7,7 polegadas, o modelo “concha” seria voltado para conveniência no uso cotidiano.

A aposta da gigante de Cupertino seria que o sucesso do primeiro dispositivo de tela flexível geraria uma demanda por variações de ergonomia. Essa lógica repetiria a receita da linha tradicional de iPhones, que mudou ao longo dos anos para incluir variantes como o Mini, o Plus e o Pro Max.

O dispositivo também colocaria a Apple em concorrência direta com modelos já consolidados no segmento, como o Samsung Galaxy Z Flip e a linha Razr, da Motorola. Vale recordar que, em 2024, os rumores já indicavam que a Maçã testava protótipos similares, mas teria pausado o desenvolvimento para priorizar o iPhone Fold.

renderização do iPhone dobrável com tela de 7,58"
iPhone dobrável em formato de livro pode chegar primeiro (imagem: reprodução/Digital Chat Station)

Dobrável “maior” pode ser lançado este ano

Apesar do aparente interesse no formato flip, tudo indica que o dispositivo está em fase de testes. Até então, não há garantias de que este modelo específico chegará à produção em massa no curto prazo.

O foco imediato da companhia parece ser o dobrável maior em formato livro, cujo lançamento estaria previsto para o final de 2026 e o início de 2027, possivelmente equipado com o futuro chip A20.

A Apple mantém o sigilo oficial absoluto sobre o projeto. No entanto, dados da cadeia de suprimentos sugerem que este ano deve marcar a estreia definitiva da marca no segmento de dobráveis, utilizando painéis OLED de nova geração fornecidos pela Samsung.

iPhone Flip: Apple pode ter outro celular dobrável em formato quadrado

Simulação de como seria o iPhone dobrável, que deve chegar ao mercado nos próximos anos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Simulação de como seria o iPhone dobrável, que deve chegar ao mercado nos próximos anos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy S26 base pode chegar com mais armazenamento

26 de Janeiro de 2026, 13:24
Mão segurando Galaxy S25 com tela ligada mostrando perfil do Tecnoblog no TikTok
Galaxy S25 tinha armazenamento inicial de 128 GB (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Galaxy S26 base pode chegar com no mínimo 256 GB de armazenamento, eliminando a versão de 128 GB.
  • A Samsung também pode unificar a paleta de cores e aumentar a capacidade de carregamento do Galaxy S26 para 45 W.
  • Se confirmado os rumores, a fabricante sul-coreana eliminaria ainda mais a distância entre o modelo básico e versões mais caras.

A Samsung parece estar pronta para reduzir ainda mais as grandes diferenças entre o modelo básico e versões mais caras na linha premium. Segundo um novo rumor, o futuro Galaxy S26 deve eliminar a versão de 128 GB e chegar ao mercado com 256 GB de armazenamento interno como padrão.

O vazamento, que partiu de uma loja finlandesa, surge a poucas semanas do evento Unpacked de 2026, no qual a Samsung deve apresentar oficialmente a nova geração da linha S. Até o momento, a fabricante não comentou os rumores.

Quais serão as opções de memória?

O rumor detalha a configuração completa da família para 2026. Tanto o Galaxy S26 quanto o S26 Plus podem chegar com opções entre 256 GB e 512 GB de armazenamento. Já o topo de linha, Galaxy S26 Ultra, manteria o trio de opções: 256 GB, 512 GB e 1 TB.

Caso se confirme, a mudança reduziria uma das grandes diferenças entre o modelo base e os irmãos mais caros, especialmente em um momento em que muitos usuários passaram a considerar a opção de 128 GB insuficiente.

Como nota o portal SammyGuru, o movimento também colocaria a Samsung em pé de igualdade com a Apple, que recentemente abandonou os 128 GB em seus modelos base.

Além do espaço interno, a Samsung pode unificar a paleta de cores. A lista sugere que os três aparelhos estarão disponíveis nos mesmos tons: preto, branco, azul-céu (sky blue) e violeta cobalto. Nesse caso, cai por terra outro rumor que circula desde outubro, de que haveria uma versão laranja do Galaxy S26 Ultra.

S26 e S26+ mais parecidos

Imagem de estúdio, em fundo branco, mostrando um smartphone em cor branca. Há uma marca d'água de vazamento (leak) no centro: "@ONLEAKS x @ANDROIDHEADLINE".
Renderização do Galaxy S26 Plus (imagem: reprodução)

O aumento de armazenamento não é o único indício de que a Samsung está “nivelando por cima” o seu modelo de entrada. Rumores recentes apontam que o Galaxy S26 também passará a suportar carregamento de 45 W, abandonando o antigo padrão de 25 W.

Com isso, ele empataria com o Galaxy S26 Plus nesse quesito, deixando para o modelo Ultra a exclusividade de velocidade máxima, que pode saltar para 60 W (o carregador do dispositivo já foi homologado pela Anatel para a venda no Brasil).

A expectativa é que a nova linha seja apresentada oficialmente no próximo evento Galaxy Unpacked, previsto para acontecer em 25 de fevereiro de 2026, em São Francisco, nos EUA.

Galaxy S26 base pode chegar com mais armazenamento

Galaxy S25 possui tela de 6,2 polegas com resolução Full HD+ / (imagem: Thássius Veloso - Tecnoblog)

Galaxy S26 Plus (imagem: reprodução)

Apple deve apresentar a Siri turbinada com Gemini em fevereiro

26 de Janeiro de 2026, 10:57
ilustração sobre a assistente virtual Siri
Nova assistente poderá resumir documentos e cruzar dados entre aplicativos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple planeja lançar uma Siri reformulada com o Gemini em fevereiro de 2026, com uma reformulação completa prevista para o final de 2026.
  • A nova Siri, sob o codinome “Campos”, terá diálogos contínuos e interações profundas com aplicativos da Apple, utilizando cerca de 1,2 trilhão de parâmetros.
  • A parceria com o Google foi consolidada em novembro de 2025, após negociações com a Anthropic e a OpenAI falharem.

A Apple planeja realizar, na segunda quinzena de fevereiro de 2026, a primeira demonstração oficial da Siri reformulada com inteligência artificial do Google. A ideia é apresentar os resultados da parceria firmada entre as duas gigantes de tecnologia, o que deve marcar a transição da assistente para um modelo de chatbot.

O anúncio, se confirmado, ocorre após atrasos internos no desenvolvimento e visa recuperar o terreno perdido para concorrentes como a OpenAI, dona do ChatGPT, no setor de IA generativa.

O que muda com a nova Siri?

A grande mudança será a capacidade da assistente de manter diálogos contínuos e contextuais, de forma mais próxima à experiência oferecida pelo ChatGPT e pelo próprio Gemini. O novo sistema – desenvolvido sob o codinome “Campos” – permitirá que a Siri interaja de forma profunda com aplicativos nativos do ecossistema da Apple, como Mail, Música, Fotos e até o ambiente de desenvolvimento Xcode.

A Apple denomina a tecnologia como Apple Foundation Models na versão 10. Ela opera com cerca de 1,2 trilhão de parâmetros e será inicialmente hospedada nos servidores de computação em nuvem privada da empresa, o PCC. Com o lançamento do iOS 27 e macOS 27, a arquitetura passará a utilizar a versão 11, com maior capacidade de processamento e execução direta na infraestrutura de nuvem do Google.

Entre as novas funcionalidades previstas estão:

  • Análise de documentos: capacidade de resumir arquivos enviados pelo usuário
  • Edição de mídia: realizar comandos complexos em imagens por comando de voz (como recortes e ajustes de cor)
  • Gestão de dados: localizar e cruzar informações com maior precisão

Na prática, um usuário poderá solicitar que a Siri localize um email de meses atrás e escreva uma resposta baseada em informações da agenda pessoal, por exemplo, cruzando dados de diferentes fontes sem a necessidade de intervenção manual entre os apps.

Um iPhone sendo segurado por uma mão exibe a tela de configurações da Apple Intelligence e Siri, com um design escuro. O texto informa que se trata de um sistema de inteligência pessoal integrado ao iPhone e à Siri, ainda em fase beta. O botão de ativação está ligado. A interface está em português, e no canto superior direito, há ícones de Wi-Fi e bateria indicando 70% de carga. O fundo da imagem tem uma superfície de madeira desfocada.
Siri utilizará tecnologia do Gemini para processar tarefas complexas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quando será o lançamento?

Segundo informações apuradas por Mark Gurman, da Bloomberg, a nova Siri será liberada em fases. A primeira etapa acompanhará o iOS 26.4, com lançamento esperado entre março e abril. Nesta versão, a assistente começará a utilizar o processamento do Gemini para lidar com tarefas complexas. A interface visual completa e a arquitetura definitiva devem ser reservadas no segundo semestre de 2026.

A decisão de adotar o Gemini reflete uma mudança na gestão de software da companhia. O projeto, agora liderado por Craig Federighi, chefe de engenharia de software, ganhou prioridade após a diretoria expressar insatisfação com o progresso dos modelos internos.

A parceria com o Google foi consolidada em novembro de 2025, após negociações com a Anthropic e a OpenAI não avançarem devido a divergências financeiras e conflitos estratégicos. Para a Apple, o uso do Gemini é visto como uma solução de curto prazo para entregar funcionalidades competitivas enquanto a empresa amadurece sua própria infraestrutura de inteligência artificial.

Apple deve apresentar a Siri turbinada com Gemini em fevereiro

Saiba como funciona a Siri, assistente virtual disponível em dispositivos da Apple (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple Intelligence chega ao Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S26 Ultra pode chegar em seis opções de cores

21 de Janeiro de 2026, 11:14
Imagem mostra dois smartphones vistos de ângulos diferentes, ambos dentro de capinhas pretas. As capinhas têm bordas reforçadas e uma grande abertura para o conjunto de câmeras, que se destaca em uma moldura metálica elevada. No topo da imagem, lê-se “Drop Protection” e “Full coverage”. Há também a marca d’água “@tarunvats33” sobreposta na parte inferior central.
S26 Ultra também pode manter a gaveta para chip físico (imagem: reprodução/Tarun Vats)
Resumo
  • Galaxy S26 Ultra terá seis opções de cores, segundo rumor: preto, branco, prata, azul celeste, violeta cobalto e ouro rosa.
  • Outro vazamento também indica que o aparelho manterá a bandeja física de chip, ao menos em algumas regiões.
  • Samsung deve anunciar oficialmente o Galaxy S26 Ultra no próximo evento Galaxy Unpacked.

Um novo vazamento pode ter revelado mais detalhes sobre o design do próximo smartphone premium da Samsung, o Galaxy S26 Ultra. Segundo o leaker Evan Bless, o aparelho — já homologado no Brasil — deve chegar ao mercado com seis opções de cores.

Blass é conhecido por vazamentos precisos e afirma que o S26 Ultra estará disponível nas cores preto, branco, prata, azul celeste, violeta cobalto e ouro rosa. Se a lista se confirmar, a Samsung repetirá a base da paleta do Galaxy S25 Ultra (preto, branco, prata e azul).

As novidades estéticas seriam as cores violeta cobalto e ouro rosa. Historicamente, a Samsung utiliza tons mais diferentes como “cores exclusivas” para vendas diretas em sua loja online.

Outro vazamento pode ter confirmado as cores

Imagem mostra gavetas para chip físico em cores diferentes. Na imagem, vemos nas cores preto, azul, prata e roxo. O fundo da foto é branco.
Bandejas de chip vazadas confirmam as cores do Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Ice Universe)

Outro vazamento, dessa vez do leaker Ice Universe, revela imagens do que seriam as bandejas de cartão SIM do aparelho. Elas confirmam as cores listadas, além de indicarem que o Galaxy S26 Ultra resistirá à tendência de remoção da gaveta física de chip.

Essa decisão distanciaria a Samsung do caminho “eSIM-only” (apenas chip virtual) adotado pela Apple nos Estados Unidos desde o iPhone 14. Contudo, segundo o Android Central, existe a possibilidade da Samsung oferecer modelos sem bandeja em regiões específicas, como na América do Norte, mantendo o slot físico para mercados como Brasil e Europa.

Mais sobriedade?

Visualmente, o tom violeta se destaca como a aposta mais distinta da vez, reforçando que a marca está evitando tonalidades muito vibrantes ou experimentais, como o Laranja Cósmico da Apple.

Até o momento, a Samsung não comentou oficialmente sobre as especificações do aparelho. A confirmação deve ocorrer no próximo evento Galaxy Unpacked, tradicionalmente realizado no início do ano.

Além do modelo Ultra, a gigante sul-coreana revelará também o Galaxy S26 padrão e o S26 Plus, completando a nova família de topos de linha para este ano. A Samsung já começou a homologar os novos celulares para venda no Brasil.

Galaxy S26 Ultra pode chegar em seis opções de cores

Módulo elevado é novidade da linha Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Tarun Vats)

Sucessor do Galaxy A56 deve ficar mais fino e leve

20 de Janeiro de 2026, 14:59
Imagem mostra mão segurando Samsung Galaxy A56 na cor, com a parte de traz à mostra. Traseira cinza exibe módulo preto com câmera tripla.
Visual deve seguir as linhas do atual Galaxy A56 (foto: Ana Marques/Tecnoblog)
Resumo
  • O Galaxy A57 será mais fino e leve que o A56, com 6,9 mm de espessura e 182g.
  • O aparelho terá o chipset Exynos 1680, GPU Xclipse 550, opções de 8 GB ou 12 GB de RAM e armazenamento de 128 GB ou 256 GB.
  • O conjunto de câmeras e a bateria de 5.000 mAh são os mesmos do modelo anterior, com suporte a recarga de 45 W.

Um registro no banco de dados do TENAA (órgão chinês equivalente à Anatel) revelou, nesta semana, as prováveis especificações do Galaxy A57, próximo smartphone da Samsung. Identificado pelo modelo SM-A5760, o dispositivo deve chegar ao mercado antes da linha Galaxy S26. Ou seja, seria questão de semanas até seu lançamento.

O principal destaque deve ser a reformulação de sua estrutura física, tornando-o mais fino e leve que o antecessor.

O que esperar do Galaxy A57?

A documentação indica que a Samsung focou em portabilidade. O Galaxy A57 aparece listado com dimensões de 161,5 x 76,8 x 6,9 mm. Se confirmado, o aparelho será notavelmente mais fino que o Galaxy A56, que tem 7,4 mm de espessura. Além do perfil reduzido, o peso também cairia de 198g (na geração atual) para 182g. Essa mudança sugere o uso de novos materiais na carcaça ou uma reorganização interna dos componentes para otimizar o espaço.

Sob o capô, o aparelho intermediário deve estrear o chipset Exynos 1680. A ficha técnica descreve uma CPU de oito núcleos dividida em três grupos: alta performance a 2,9 GHz, intermediários a 2,6 GHz e eficiência a 1,95 GHz. A parte gráfica ficaria a cargo da GPU Xclipse 550, baseada na arquitetura RDNA da AMD, prometendo maior eficiência energética.

O A57 teria opções de 8 GB ou 12 GB de RAM e armazenamento de 128 GB ou 256 GB. A versão exata do Android e da interface One UI não foram especificadas no registro.

Imagem mostra mão segurando celular Samsung Galaxy A56 em primeiro plano, com fundo desfocado e caixa do aparelho ao fundo
Sucessor do A56 pode vir com corpo mais fino e leve (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Câmeras e bateria

Se o design muda, o restante das especificações parece seguir a lógica do “time que está ganhando não se mexe”. O documento da TENAA lista o mesmo conjunto fotográfico do modelo anterior: sensor principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e macro de 5 MP. Para selfies, a câmera frontal permaneceria com 12 MP.

A autonomia deve ser mantida com uma bateria de capacidade nominal de 4.905 mAh (ou 5.000 mAh típicos), com suporte a recarga de 45 W. A ficha técnica se encerra com uma tela de 6,6 polegadas (1080 x 2340 pixels), leitor de digitais sob o display e conectividade 5G.

Sucessor do Galaxy A56 deve ficar mais fino e leve

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O Galaxy A57 manteria o mesmo conjunto de câmeras e bateria. Lançamento deve ocorrer antes da linha S26.

Câmeras do Samsung Galaxy A56 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Tela inicial do Samsung Galaxy A56 com One UI 7 e Android 15 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

iPhone 18 Pro pode estrear nova tela OLED da Samsung

20 de Janeiro de 2026, 13:51
Imagem mostra um iPhone 15 Pro Max sendo segurado em uma mão, exibindo um artigo do "Tecnoblog" sobre o lançamento do iPhone 15 e 15 Pro com USB-C. A tela do celular mostra a manchete "Apple lança iPhone 15 e 15 Pro com USB-C e dá adeus ao conector Lightning". Ao fundo, desfocado, observa-se uma multidão de pessoas em um ambiente interno com iluminação clara e paredes brancas. Outros smartphones são visíveis nas mãos de algumas pessoas na multidão.
iPhone 18 Pro pode estrear painel do tipo LTPO+ (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung Display desenvolve painéis LTPO+ para o iPhone 18 Pro e um possível iPhone dobrável da Apple, segundo rumor.
  • Tecnologia pode permitir o Face ID sob a tela, melhorar a eficiência energética e reduzir o tamanho da Ilha Dinâmica.
  • Avanço técnico pode viabilizar a estreia da Apple no mercado de celulares dobráveis.

A Samsung pode estar desenvolvendo uma tecnologia de tela OLED mais avançada para os futuros lançamentos da Apple, incluindo o iPhone 18 Pro e o inédito iPhone dobrável. Segundo o portal sul-coreano ETNews, a Samsung Display prepara painéis do tipo LTPO+ para os modelos previstos para este ano.

A atualização permitiria que a Apple movesse os sensores do Face ID para baixo do visor, utilizando uma tecnologia chamada UDIR (Under-Display IR). Na prática, isso facilitaria que componentes de biometria fossem escondidos, excluindo grandes recortes físicos.

Samsung fornece displays para a Apple há anos, mas esse avanço técnico seria o diferencial para a dona do iPhone finalmente entrar no mercado de dobráveis, já com uma tela sem vincos visíveis.

O que pode mudar?

renderização do iPhone dobrável com tela de 7,58"
iPhone dobrável pode usar painéis OLED da Samsung (imagem: reprodução/Digital Chat Station)

O uso da tecnologia LTPO+ traria ganhos em eficiência energética. Essa mudança permitiria que a Apple também diminuísse a Ilha Dinâmica nos modelos Pro, mantendo a taxa de atualização variável de 1 a 120 Hz, mas com um consumo de bateria menor.

Para o suposto iPhone dobrável, a Samsung Display seria a fornecedora exclusiva inicial. Em setembro de 2025, reportamos aqui no Tecnoblog essa possibilidade, e ela parece cada vez mais real: segundo fontes da indústria sul-coreana, a empresa trabalha em um painel OLED capaz de se dobrar horizontalmente com um vinco praticamente imperceptível.

Além da fabricante sul-coreana, a LG Display também estaria no páreo para fornecer componentes, enquanto a chinesa BOE parece ter sido deixada de lado para esta geração. A exclusão seria pela alta complexidade do LTPO+, tecnologia que a BOE ainda enfrenta dificuldades para produzir em massa com os níveis de qualidade exigidos pela Apple.

Atualmente, a Samsung utiliza painéis LTPO nas linhas Galaxy S e Galaxy Z. Mas a nova versão LTPO+, no entanto, seria uma estreia voltada a atender aos requisitos da Apple. A expectativa é que, após o início da produção, a Samsung adote o LTPO+ em seus próprios celulares.

Rumor sobre câmera no canto foi erro de tradução

Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando a parte frontal e a lateral esquerda, enquadrando metade do aparelho, com mesa em madeira como fundo
Câmera frontal dos iPhones deve permanecer no centro da tela (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Um outro rumor que circulou nos últimos dias dizia que os próximos iPhones teriam uma câmera frontal deslocada para o canto superior esquerdo da tela. Aparentemente, foi um erro de tradução.

A versão ganhou repercussão com o leaker Jon Prosser, que foi processado pela Apple no ano passado por vazar segredos do iOS 26. No entanto, outro leaker, o conhecido Instant Digital, afirma que a informação não procede e pode ter sido um erro de tradução de uma publicação sua.

No Weibo, rede social chinesa, ele esclarece que a Apple pode inserir um leitor infravermelho sob a tela, no canto superior esquerdo, mas, até então, a câmera frontal deve permanecer centralizada.

iPhone 18 Pro pode estrear nova tela OLED da Samsung

Tela iPhone 15 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela Super Retina XDR OLED abriga a Dynamic Island e tem taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Xbox Cloud Gaming pode ganhar plano gratuito, porém com anúncios

19 de Janeiro de 2026, 15:34
Imagem mostra um monitor exibido a tela do Game Pass no aplicativo Xbox
Atualmente, acesso ao Cloud Gaming exige assinatura Ultimate (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Resumo
  • A Microsoft estaria planejando lançar um plano gratuito com anúncios no Xbox Cloud Gaming, permitindo streaming de jogos já adquiridos sem assinatura do Game Pass.
  • A versão gratuita incluiria anúncios antes das sessões e terá restrições, como limite de duração e uso mensal.
  • O objetivo seria expandir o alcance do Xbox, atraindo usuários que não pagam assinatura, e criar um novo fluxo de receita.

A Microsoft está mais perto de lançar um plano gratuito com anúncios no Xbox Cloud Gaming, serviço de jogos que funciona na nuvem. Indícios recentes apontam que a empresa deve permitir que jogadores acessem os títulos que já possuem digitalmente, sem precisar de uma assinatura do Xbox Game Pass Ultimate.

Ainda não anunciada oficialmente, a novidade visaria expandir o alcance do ecossistema Xbox para um público que hoje não consome o serviço por assinatura, removendo a barreira de entrada do pagamento mensal.

Como deve funcionar o Xbox Cloud Gaming gratuito?

Atualmente, o modelo de negócios do Xbox Cloud Gaming é atrelado exclusivamente ao Game Pass Ultimate: o usuário paga a mensalidade e ganha o direito de transmitir um catálogo rotativo. A nova proposta inverte essa lógica. O foco deixa de ser o “aluguel” da biblioteca da Microsoft e passa a ser o uso da infraestrutura de nuvem para rodar os jogos que o consumidor já adquiriu na loja digital da empresa.

A descoberta ganhou força após a apuração do jornalista Tom Warren. Segundo ele, usuários notaram avisos sobre uma nova categoria de acesso financiada por publicidade. As mensagens alertavam que a experiência estaria sujeita a “sessões limitadas”, sugerindo que o recurso pode ter vazado antes da hora ou que o lançamento é iminente.

Com anúncios, serviço de nuvem pode chegar a mais dispositivos (imagem: divulgação/Xbox)

Anúncios e restrições

Diferentemente do modelo atual, a versão gratuita deve operar sob regras mais rígidas. A principal mudança seria a ausência de acesso à biblioteca completa do Game Pass. Em vez disso, ela seria habilitada apenas para jogos comprados pelo usuário, além de títulos selecionados do programa Free Play Days e clássicos retro.

A mecânica de monetização funcionaria assim: em troca do acesso sem custo, o jogador precisaria assistir a propagandas. Fontes indicam que os anúncios devem ser exibidos antes do início da sessão. A proposta seria democratizar o acesso, permitindo que qualquer pessoa com uma conta Microsoft e um jogo compatível jogue via streaming, desde que aceite as limitações.

Vazamentos indicam sessões limitadas a uma hora (imagem: reprodução/Microsoft)

Conforme dados preliminares, a expectativa é que o usuário precise assistir a cerca de dois minutos de publicidade antes de ser liberado. Além disso, as sessões teriam um teto de duração contínua, possivelmente de uma hora. Para evitar o congestionamento dos servidores por usuários não pagantes, estuda-se também um limite mensal de utilização, estipulado em cerca de cinco horas.

Essas travas configuram o serviço mais como uma ferramenta de uso casual do que uma substituição para a assinatura Ultimate. A estratégia da Microsoft seria aumentar a base de consumidores ativos e criar um novo fluxo de receita.

Vale lembrar que rumores sobre esse plano circulam nos bastidores desde o final de 2025. Até o momento, a Microsoft não comentou sobre datas de lançamento ou confirmou se os tempos de uso serão mantidos na versão final do produto.

Xbox Cloud Gaming pode ganhar plano gratuito, porém com anúncios

Conheça as opções de planos do Xbox Game Pass para PC e consoles (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Xbox Cloud Gaming chega às TVs LG e Fire TV Stick (imagem: divulgação/Xbox)

Samsung deixa escapar detalhes da linha S26

19 de Janeiro de 2026, 11:26
Três celulares lado a lado, com a traseira aparecendo
Samsung prepara lançamento do sucessor da linha Galaxy S25 (imagem: divulgação)
Resumo
  • Samsung deve em breve o Galaxy S26, Galaxy S26 Plus e Galaxy S26 Ultra, conforme documento da filial colombiana.
  • O arquivo revela uma promoção com o Banco Davivienda, que ocorrerá de 10 de janeiro a 31 de março de 2026, sem menção ao S26 Edge ou S26 Pro.
  • O documento também menciona o Galaxy Z Fold 7 5G e Galaxy Z Flip7 5G.

A Samsung pode ter revelado os detalhes da linha Galaxy S26. Ao que tudo indica, três dispositivos chegarão ao mercado neste começo de ano: Galaxy S26, Galaxy S26 Plus e Galaxy S26 Ultra. As informações estão disponíveis em um arquivo PDF da filial colombiana da fabricante.

Divulgado de forma aparentemente acidental, o documento lista os produtos que participarão de uma promoção com o Banco Davivienda entre 10 de janeiro e 31 de março de 2026.

A princípio, o arquivo confirma a nomenclatura da linha e desmente rumores anteriores sobre um possível modelo S26 Edge (ao menos por enquanto) e S26 Pro. A empresa deve manter o padrão tradicional de lançamento com três versões para a linha principal de smartphones.

Três modelos confirmados

Imagem mostra uma tabela oficial da Samsung listando produtos Galaxy S26 Ultra, Galaxy S26, Galaxy S26+, Galaxy Z Fold7 5G e outros modelos com suas respectivas opções de parcelamento em 6, 12, 18 ou 24 vezes
Documento lista Galaxy S26, S26 Plus e S26 Ultra (imagem: reprodução/Samsung Colômbia)

O arquivo confirma que a Samsung planeja lançar três versões do Galaxy S26 no próximo mês. Os modelos Galaxy S26, Galaxy S26 Plus e Galaxy S26 Ultra aparecem listados com opções de parcelamento em até 24 vezes sem juros.

Além dos smartphones da linha principal, o documento menciona o Galaxy Z Fold 7 5G e o Galaxy Z Flip 7 5G.

Sem Galaxy S26 Edge e Pro?

Como lembra o SamMobile, havia rumores de que a Samsung substituiria o modelo Plus por uma versão S26 Edge. No entanto, o documento vazado sugere que o lançamento seguirá o padrão tradicional de três modelos.

A fabricante sul-coreana ainda pode lançar a versão Edge posteriormente. No ano passado, a Samsung exibiu um teaser do Galaxy S25 Edge durante o evento Unpacked. O público teve o primeiro contato com o aparelho na feira MWC, em Barcelona, mas o anúncio oficial só ocorreu em maio. No Brasil, o Galaxy S25 Edge estreou com preço sugerido de R$ 8.799.

Uma mão segura um smartphone Samsung Galaxy S25 Edge de cor prateada, com a parte traseira voltada para cima. O celular possui duas câmeras circulares pretas alinhadas verticalmente no canto superior esquerdo. O nome "SAMSUNG" é visível na parte inferior da traseira. O fundo está desfocado em tons de roxo e azul, com o pé de uma pessoa aparecendo à esquerda. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Galaxy S25 Edge chegou ao Brasil em maio de 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Já sobre o possível Galaxy S26 Pro, vale lembrar que, em dezembro, revelamos aqui no Tecnoblog a homologação, feita pela Samsung, de uma bateria com capacidade nominal de 4.175 mAh.

A certificação da Anatel indica um modelo SM-S942, que seria a possível versão Pro, segundo os rumores. No momento, resta aguardar.

Samsung deixa escapar detalhes da linha S26

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Documento da filial colombiana da Samsung confirma Galaxy S26, S26 Plus e S26 Ultra.

Samsung Galaxy S25 Edge (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17e pode aposentar o notch e adotar Dynamic Island

16 de Janeiro de 2026, 16:32
Ilustração mostra dois iPhones com as telas uma sobre a outra. O fundo imagem é azul. Na parte inferior direita, está o logo do Tecnoblog.
iPhone 17e pode utilizar design do iPhone 15 como base (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O iPhone 17e pode chegar com Dynamic Island, usando o iPhone 15 como base, e usar o chip A19, mantendo o preço em US$ 599.
  • Segundo rumores, o aparelho terá uma câmera traseira de 48 MP, câmera frontal de 12 MP e suporte a MagSafe, mas sem o chip Wi-Fi N1.
  • Já o futuro iPhone 18 pode ter opções com câmeras sob a tela.

A próxima geração do provável iPhone 17e, modelo “de entrada” da Apple, pode marcar o fim definitivo do notch tradicional nos smartphones da empresa. Segundo o leaker Digital Chat Station, o aparelho adotará a Dynamic Island, que substituiu o entalhe no topo da tela dos iPhones a partir do iPhone 14 Pro, em 2022.

De acordo com o vazamento, a Ilha Dinâmica será parte da base que deve ser herdada do iPhone 15, com bordas mais arredondadas, enquanto o atual iPhone 16e ainda utiliza o corpo do iPhone 14. Os primeiros rumores sobre a troca de design começaram a circular em agosto do ano passado.

Apesar da modernização, a Apple pode continuar tratando a taxa de atualização como um recurso para quem está disposto a gastar mais: o painel OLED LTPS de 6,1 polegadas deve permanecer limitado a uma taxa de atualização de 60 Hz, mantendo a tecnologia ProMotion (120 Hz) exclusiva aos modelos mais caros.

A19, câmeras e MagSafe

O vazamento detalha que o iPhone 17e será equipado com o chip A19, o mesmo da linha principal, fabricado na litografia de 3 nanômetros de terceira geração (N3P) da TSMC. O componente promete ser entre 5% e 10% mais rápido que o A18, embora se especule que a Apple possa usar uma versão com clock reduzido para diferenciar o modelo de entrada.

Outras especificações técnicas apontadas no relatório incluem:

  • Câmeras: um sensor traseiro único de 48 megapixels e uma câmera frontal de 12 megapixels.
  • Conectividade: possível inclusão de um anel magnético para suporte a carregadores MagSafe (recurso ausente no iPhone 16e).

Para manter o preço estimado em US$ 599, o aparelho deve abrir mão do chip Wi-Fi proprietário da Apple (N1), utilizando modems mais antigos da série C1. O lançamento do iPhone 17e deve ser confirmado no primeiro semestre de 2026.

Rumores sobre o iPhone 18

O mesmo vazamento que detalhou o 17e trouxe previsões para a linha iPhone 18, esperada para o futuro. Segundo o Digital Chat Station, a Apple planeja manter os tamanhos de tela inalterados, mas com uma distinção visual importante entre as categorias:

  • iPhone 18 e iPhone Air 2: manteriam a Dynamic Island visível na tela.
  • iPhone 18 Pro e Pro Max: podem estrear uma nova tecnologia de câmera sob a tela.

iPhone 17e pode aposentar o notch e adotar Dynamic Island

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Vazamento sugere que modelo mais acessível da Apple herdará design do iPhone 15 e chip A19, mantendo o preço competitivo. Tela pode permanecer com os mesmos 60 Hz.

iPhone 15 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy S26 base pode ter suporte a carregamento rápido aprimorado

14 de Janeiro de 2026, 12:52
Mão segurando Galaxy S25 virado com as câmeras para cima
Galaxy S25 suporta carregamento rápido de 25 W (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Galaxy S26 base pode ter suporte para carregamento de 45 W, igualando-se ao S26 Plus.
  • Se o vazamento for real, o modelo Ultra seria o único a alcançar 60 W.
  • Anatel já homologou o carregador de 45 W no Brasil e a linha Galaxy S26 está em processo de certificação para venda.

A Samsung pode, finalmente, atualizar a velocidade de carregamento do modelo de entrada da linha S neste ano. Segundo o leaker Ahmed Qwaider, o Galaxy S26 padrão receberá suporte para recarga de 45 W, abandonando o padrão de 25 W que acompanha a versão básica da família.

Se a informação se confirmar, a fabricante sul-coreana eliminará a disparidade entre o modelo de entrada e a versão intermediária, o Galaxy S26 Plus, que deve manter os mesmos 45 W.

A estratégia deixaria a exclusividade de velocidade máxima apenas para o modelo Ultra, que, segundo rumores de mercado, pode saltar para 60 W no próximo lançamento. No Brasil, o carregador compatível com essa capacidade já foi homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Apesar da tradição de a Samsung anunciar os modelos da linha S durante o mês de janeiro, neste ano o evento Unpacked deve acontecer em fevereiro.

Melhora no tempo de recarga

De acordo com o portal SamMobile, a nova especificação de carregamento, combinada com uma suposta bateria de 4.300 mAh (um aumento em relação aos 4.000 mAh do Galaxy S25), permitiria uma recuperação de energia significativamente mais ágil.

A estimativa é que o Galaxy S26 consiga atingir 70% de carga em apenas 30 minutos na tomada. Para efeito de comparação, o modelo atual (S25), limitado a 25 W, alcança cerca de 55% no mesmo intervalo de tempo.

Além da bateria, o futuro Galaxy S26 não tem detalhes confirmados. Por dentro, tudo indica que a empresa utilizará o Exynos 2600 e o Snapdragon 8 Elite Gen 5. Em questão de design, a versão Ultra deve trazer o módulo de câmera elevado de volta, e também deve investir na famosa cor laranja do iPhone 17 Pro.

Certificação da linha S26 já começou no Brasil

Unidades "dummy" do Galaxy S26 Ultra
Unidades “dummy” do possível Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Ice Universe)

Enquanto os detalhes técnicos começam a aparecer, a linha Galaxy S26 já começou a receber as certificações necessárias para venda no Brasil. O Galaxy S26 Ultra foi homologado pela Anatel no final de dezembro.

Documentos visualizados com exclusividade pelo Tecnoblog confirmam que o aparelho (código SM-S948B/DS) virá equipado com a bateria modelo EB-BS948ABY. A peça possui capacidade nominal de 5.000 mAh, mantendo a especificação do antecessor, o Galaxy S25 Ultra.

A movimentação regulatória no país também pode ter revelado pistas sobre a bateria de 4.300 mAh citada no vazamento do modelo base. A Anatel certificou recentemente uma bateria de modelo EB-BS942ABY, com capacidade nominal de 4.175 mAh (o que costuma corresponder a 4.300 mAh típicos em marketing).

Embora o vazamento internacional associe essa capacidade ao Galaxy S26 padrão, rumores anteriores ligavam esse componente a um suposto inédito Galaxy S26 Pro.

Galaxy S26 base pode ter suporte a carregamento rápido aprimorado

Galaxy S25 (imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Unidades "dummy" do Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Ice Universe)

Galaxy S26: nova função pode aposentar película de privacidade

2 de Janeiro de 2026, 14:51
Imagem mostra dois smartphones vistos de ângulos diferentes, ambos dentro de capinhas pretas. As capinhas têm bordas reforçadas e uma grande abertura para o conjunto de câmeras, que se destaca em uma moldura metálica elevada. No topo da imagem, lê-se “Drop Protection” e “Full coverage”. Há também a marca d’água “@tarunvats33” sobreposta na parte inferior central.
Tecnologia de pixels dinâmicos controlada por IA pode estrear este ano (imagem: reprodução/Tarun Vats)
Resumo
  • O Galaxy S26 Ultra pode apresentar um novo recurso Genius Display, que utiliza inteligência artificial para proteger dados sensíveis da tela.
  • A tecnologia empregaria painéis OLED Flex Magic Pixel para ajustar o campo de visão, tornando a tela ilegível para observadores laterais.
  • Segundo o SamMobile, o recurso seria ativado manualmente ou automaticamente, substituindo as famosas películas de privacidade.

A Samsung pode introduzir uma tecnologia de segurança inédita na linha Galaxy S26. Segundo o portal SamMobile, a análise da futura interface One UI 8.5 revelou um novo recurso identificado como Genius Display (ou Tela Privada).

A novidade da gigante sul-coreana utilizaria inteligência artificial integrada ao hardware da tela para impedir que terceiros vejam o conteúdo do visor, protegendo informações sensíveis do usuário em ambientes públicos.

O recurso é apontado como um diferencial exclusivo para o Galaxy S26 Ultra, mas as informações também sugerem que a funcionalidade poderia ser expandida para outros modelos da linha — até mesmo para a próxima geração de dispositivos dobráveis da marca.

Como a tecnologia funcionaria?

Imagem mostra o vazamento de uma função de privacidade da tela no Galaxy S26 Ultra
IA poderá restringir a visibilidade lateral da tela (imagem: reprodução/SamMobile)

De acordo com o vazamento, o recurso permitirá tornar ilegível o conteúdo da tela para quem observa o smartphone de um ângulo lateral.

Diferentemente de soluções baseadas apenas em software, o sistema operaria em conjunto com os novos painéis OLED “Flex Magic Pixel”. Essa tecnologia, demonstrada pela Samsung Display na Mobile World Congress (MWC) 2024, utiliza IA para controlar a emissão de luz de cada pixel individualmente, ajustando o campo de visão sob demanda.

Na prática, o sistema conseguiria restringir os ângulos de visão apenas quando necessário. O usuário poderia acionar a proteção manualmente pelo Painel Rápido ou configurar gatilhos automatizados através do aplicativo Modos e Rotinas.

Com isso, seria possível, por exemplo, permitir que o modo privacidade fosse ativado automaticamente ao abrir aplicativos bancários ou quando o GPS detectasse que o smartphone está em locais de grande circulação, como estações de metrô ou aeroportos.

Imagem mostra o vazamento de uma função de privacidade da tela no Galaxy S26 Ultra
Novo modo de segurança poderá ser acionado pelo Painel Rápido (imagem: reprodução/SamMobile)

Fim das películas de privacidade?

No Brasil, o uso de películas de privacidade é uma solução consolidada. Essa costuma ser a alternativa procurada para evitar a exposição de conversas e dados financeiros em transportes públicos.

Entretanto, esses acessórios físicos apresentam desvantagens: costumam comprometer o brilho máximo, alterar a fidelidade de cores e prejudicar a qualidade geral da imagem.

A proposta da Samsung seria eliminar a dependência de acessórios externos, preservando a capacidade total da tela OLED sempre que a função de privacidade estiver inativa.

Vale lembrar que o Galaxy S26 foi homologado pela Anatel no final de dezembro, conforme revelado aqui no Tecnoblog. Com isso, o aparelho está pronto para ser vendido no mercado nacional. O anúncio oficial pode acontecer ainda este mês.

Galaxy S26: nova função pode aposentar película de privacidade

Módulo elevado é novidade da linha Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Tarun Vats)

Samsung pode lançar dobráveis mais leves e baterias maiores em 2026

2 de Janeiro de 2026, 10:59
Dois smartphones dobráveis fechados, lado a lado sobre uma mesa, vistos pelo topo
Galaxy Z Fold 7 tem 8,9 mm de espessura quando fechado (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Galaxy Z Fold 8 pesaria 200 g, com bateria de 5.000 mAh. O Galaxy Z Flip 8 ficaria entre 150 g e 180 g.
  • O Galaxy S26 teria bateria de 4.300 mAh, com lançamento em fevereiro de 2026.
  • A Samsung considera manter os preços do Galaxy S26 no exterior, mas pode cortar benefícios de pré-venda.

A próxima geração de dobráveis da Samsung pode representar um avanço em construção. O Galaxy Z Flip 8 e o Z Fold 8 seriam os mais leves desde a estreia das duas linhas, e a marca sul-coreana teria conseguido alcançar isso mesmo com uma bateria maior em um dos modelos.

As informações são do jornal asiático Maeil Business. De acordo com a publicação, o Z Fold 8 teria 200 g, dando seguimento à considerável redução da geração atual — o Z Fold 7 tem 215 g, e o Z Fold 6, 239 g.

Já o Z Flip 8 teria 150 g, 38 g a menos que o Z Flip 7, que pesa 188 g. Esse modelo não teve tantas novidades de design em 2025 — tanto que o peso é praticamente igual ao do Z Flip 6: 187 g.

Uma redução tão grande, porém, parece pouco realista — e outros rumores apontam isso. Segundo o leaker Ice Universe, o Z Flip 8 teria 180 g, o que parece mais viável do que tirar 38 g de uma geração para a outra. Mesmo assim, há quem diga que o Flip deve passar pela mesma transformação do Fold, que ficou com uma espessura bem menor.

Baterias maiores a caminho

A reportagem também aponta que o Z Fold 8 viria com uma bateria de maior capacidade, passando de 4.400 mAh para 5.000 mAh. O jornal não menciona nenhuma mudança no componente usado no Z Flip 8.

Quem também pode ganhar uma bateria maior é um celular de forma tradicional: o Galaxy S26, que passaria de 4.000 mAh para 4.300 mAh. Ele deve chegar já em fevereiro de 2026, enquanto os dobráveis são esperados para o começo do ano.

Preços congelados no exterior

O Maeil Business afirma ainda que a Samsung teria tomado a decisão de não aumentar os preços dos smartphones da linha Galaxy S26, mesmo com os altos custos da memória RAM. Isso reforça rumores anteriores.

Para conseguir equilibrar as contas, por outro lado, a empresa poderia cortar benefícios de pré-venda, como brindes, vale-compras ou armazenamento extra.

Vale dizer que isso se aplica aos preços no exterior. Por aqui, o câmbio e outros custos podem impactar a definição da estratégia, e executivos da operação local já falam em aumentos de 20%, sem especificar produtos.

O Galaxy S25 chegou ao Brasil custando entre R$ 6.999 e R$ 14.999. Já o Galaxy Z Flip 7 FE, o Z Flip 7 e o Z Fold 7 tiveram preços de estreia começando em R$ 6.699, R$ 8.199 e R$ 14.599, respectivamente.

Com informações do TechRadar e do SamMobile

Samsung pode lançar dobráveis mais leves e baterias maiores em 2026

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Galaxy Z Fold 8 pode ter redução de peso e aumento de capacidade, enquanto Z Flip 8 passaria por transformações no design

Galaxy Z Fold 7 tem 8,9 mm de espessura quando fechado (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung

31 de Dezembro de 2025, 11:21
Ilustração mostra o conceito de um iPhone dobrando ao meio. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Apple estaria considerando estratégia de preço mais competitivo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple pode lançar o iPhone Fold por US$ 1.999 para competir com o Galaxy Z Fold da Samsung.
  • Com isso, a dona do iPhone aceitaria margens de lucro menores e teria disponibilidade limitada do dobrável no lançamento.
  • Outros rumores sugerem que o iPhone dobrável terá bateria entre 5.400 mAh e 5.800 mAh, com a própria Samsung Display fornecendo as telas.

Novos rumores indicam que a Apple estaria considerando uma estratégia de preços mais competitivos para o novo iPhone Fold. A primeira tentativa de smartphone dobrável da marca pode chegar na faixa dos US$ 1.999 (R$ 10.978, em conversão direta), contrariando previsões anteriores que situavam o dispositivo em um patamar de preço muito superior ao dos concorrentes.

Segundo o portal SamMobile, a decisão tentaria posicionar o aparelho como um rival direto da linha Galaxy Z Fold, da Samsung, dominante no segmento. Se confirmado, o preço colocaria o dobrável da Apple frente ao Galaxy Z Fold 7.

Menor margem de lucro e disponibilidade

Para viabilizar essa paridade de preços, a Apple aceitaria margens de lucro menores inicialmente e teria disponibilidade limitada no lançamento, previsto para o segundo semestre de 2026. A produção em escala total seria atingida apenas em 2027.

A possível redução no preço de etiqueta sinaliza que a Apple reconhece a maturidade dos concorrentes. A Samsung fabrica dobráveis desde 2019 e já estabeleceu uma base sólida de usuários.

Entrar no mercado com um dispositivo custando centenas de dólares a mais poderia dificultar a conversão de usuários que já estão no ecossistema de dobráveis Android ou convencer os donos de iPhone a migrarem para o novo formato.

Como deve ser o iPhone Fold?

Imagem mostra uma renderização do iPhone dobrável com tela de 7,58 polegadas
iPhone dobrável deve ser lançado no segundo semestre de 2026 (imagem: reprodução/Digital Chat Station)

Além do preço, mais detalhes técnicos do suposto iPhone Fold têm surgido nos últimos meses. Vazamentos anteriores apontam que a Apple pode ter mudado o foco do design, priorizando a autonomia em vez da espessura extrema.

Outras especulações indicam que a empresa estaria testando baterias com capacidade entre 5.400 mAh e 5.800 mAh. Se esses números se concretizarem no produto final, o dobrável da Apple teria uma vantagem energética considerável sobre os rivais atuais, que costumam ficar na casa dos 4.400 mAh.

A tela também é peça fundamental do quebra-cabeça. A Samsung Display é cotada como a fornecedora provável dos painéis OLED flexíveis. Executivos da divisão de telas da sul-coreana já confirmaram publicamente que preparam a produção em massa de componentes para um “cliente norte-americano”, o que reforça a tese de que o desenvolvimento do iPhone dobrável já saiu da fase de protótipos de bancada.

Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung

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Primeiro iPhone dobrável pode ser mais barato que o previsto. Estratégia da Apple envolveria margem de lucro menor e disponibilidade limitada.

Simulação de como seria o iPhone dobrável, que deve chegar ao mercado nos próximos anos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Samsung pode reciclar câmera antiga no Galaxy S27 Ultra

28 de Novembro de 2025, 11:10
Galaxy S25 Ultra sendo segurado em uma mão
Samsung deve seguir com mesmo sensor de câmeras nos próximos anos (foto: divulgação)
Resumo
  • Samsung pode manter sensores proprietários no Galaxy S27 Ultra, cancelando o uso do sensor LYT-901 de 1 polegada da Sony.
  • Assim, o Galaxy S27 Ultra continuaria com o sensor de 1/1.3 polegada, como no Galaxy S23 Ultra, possivelmente até as gerações S28 e S29.
  • Concorrentes chinesas, como Xiaomi e Oppo, devem adotar o sensor LYT-901 em 2026, pressionando a Samsung a competir com hardware inferior.

A Samsung teria cancelado planos de atualizar o sensor da câmera principal do futuro Galaxy S27 Ultra para um componente mais robusto. A companhia estaria considerando trazer um sensor óptico maior, de 1/1.2 polegada, fabricado pela Sony, mas teria decidido continuar com os sensores proprietários por custos de produção e margens de lucro.

Segundo o perfil Ice Universe, especializado em vazamentos, a Samsung planejava abandonar os sensores da linha ISOCELL. Com a mudança de rota, a tendência é que o Galaxy S27 Ultra mantenha a mesma base de hardware principal vista desde o Galaxy S23 Ultra, com formato de 1/1.3 polegada. A estagnação pode se estender até as gerações S28 e S29.

O que foi descartado?

Galaxy S25 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Samsung pretendia adotar novo sensor da Sony (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A fabricante sul-coreana optou por não licenciar o sensor LYT-901, parte da nova linha LYTIA, da Sony. O componente apresenta 200 MP em um formato físico de 1/1.12 polegada, significativamente maior que o padrão atual da linha Galaxy.

Suas especificações técnicas incluem pixels de 0,7 micrômetros, matriz Quad-Quad Bayer Coding (QQBC) e tecnologias de ponta, como Dual Conversion Gain (DCG-HDR) e AI remosaicing, projetadas para melhorar o alcance dinâmico e reduzir ruído em baixa luz.

Outras fabricantes de Android devem adotar o novo sensor da companhia japonesa a partir do ano que vem. Marcas como Xiaomi, Oppo, Vivo Mobile (Jovi no Brasil) e Honor já estariam se preparando para usar tanto ele quanto o recém-lançado OVB0D, da OmniVision.

Xiaomi 15 Ultra
Sensor de 1 polegada é um dos destaques do Xiaomi 15 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O OVB0D é um sensor de 1/1.1 polegada construído em processo de 22 nm, com suporte a tecnologias de Dual Conversion Gain e uma faixa dinâmica de 108 dB. A adoção massiva desses componentes por fabricantes chinesas deve elevar o “teto” da fotografia mobile, pressionando a Samsung a competir com hardware fisicamente inferior.

O ISOCELL HP5, lançado recentemente de forma silenciosa pela Samsung, é um deles. O sensor tem 1/1.56 polegada e pixels de 0,5 micrometros. Pixels menores captam menos luz, o que exige um processamento de software muito mais agressivo para compensar a falta de dados brutos de qualidade.

Usuários pedem saída de executivos

Se confirmada, a estratégia da empresa deve irritar ainda mais os fãs da Samsung, que já se movimentaram nesse ano exigindo a reestruturação na divisão de câmeras.

A principal queixa é que a Samsung, historicamente uma referência em fotografia móvel, está ficando atrás de concorrentes como Huawei, Oppo, Apple, Google e Xiaomi em rankings como o DxOMark. Os fãs reclamam da estagnação e da reutilização contínua de sensores como o ISOCELL HP2.

Além da queda no ranking técnico de câmeras — pelo qual costumava aparecer entre as primeiras posições —, a divisão mobile da Samsung também se vê perdendo espaço em vendas. Pela primeira vez em 14 anos, a sul-coreana deve perder a liderança para a Apple.

Samsung pode reciclar câmera antiga no Galaxy S27 Ultra

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Samsung teria cancelado a implementação do sensor LYT-901 de 1 polegada para preservar margens de lucro. Chinesas devem adotá-lo em 2026.

Galaxy S25 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Sensor de 1 polegada é um dos destaques do Xiaomi 15 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S26 pode estrear recarga de 60 W

27 de Novembro de 2025, 10:50
Lentes do Galaxy S25 Ultra
Galaxy S25 Ultra suporta até 45 W (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Novos rumores sugerem que o Galaxy S26 Ultra pode suportar recarga de até 60 W.
  • Um novo protocolo de recarga, chamado “Super Fast Charging 3.0”, foi encontrado nos códigos da One UI 8.5.
  • As informações corroboram vazamentos anteriores de que a Samsung planeja aumentar a velocidade de carregamento dos modelos topo de linha.

Novos detalhes nos códigos da One UI 8.5 corroboram rumores anteriores de que a Samsung planeja aumentar a velocidade de carregamento de seus topos de linha. Arquivos de firmware da interface mencionam um novo protocolo de recarga, denominado “Super Fast Charging 3.0”, fortalecendo as especulações de que a linha Galaxy S26, especificamente na versão Ultra, poderá suportar até 60 W.

Linhas de código ocultas no software da fabricante, encontradas pelo Android Authority, apontam para a evolução dos padrões utilizados pela marca sul-coreana atualmente. Entretanto, o valor numérico “60 W” não é explícito no texto do sistema.

O que o código mostra?

A investigação do firmware identificou uma hierarquia nos níveis de carregamento definidos pelo sistema. Atualmente, a Samsung utiliza internamente:

  • Nível 2: Super fast charging (carregamento rápido de 25 W)
  • Nível 3: Super fast charging 2.0 (carregamento rápido de 45 W)

A novidade é a introdução de uma nova linha de código: kg_power_fast_carging_level4, associada ao rótulo “Super fast charging 3.0”.

string name="kg_power_fast_charging_level4">Super fast charging 3.0: %d%%</string>
<string name="kg_power_fast_charging_level4_without_battery_level">Super fast charging 3.0</string>

Seguindo a progressão dos níveis anteriores, o site especializado sugere que o Nível 4 seja uma potência superior aos 45 W atuais. Fontes do setor e vazamentos prévios indicam que esse salto será para 60 W, mantendo a estratégia conservadora da empresa em relação à gestão de calor e vida útil da bateria.

Samsung avança lentamente

A Samsung introduziu o suporte a 45 W originalmente no Galaxy S20 Ultra, em 2020. Após um recuo para 25 W na geração S21, a empresa retomou o padrão de 45 W como teto para os modelos topo de linha (versões Plus e Ultra) desde o Galaxy S22 Ultra.

Diferente de fabricantes chinesas que atingem velocidades bastante superiores com tecnologias proprietárias, a Samsung adota o padrão universal USB Power Delivery (USB-PD). A implementação do “Super Fast Charging 3.0” na versão Ultra do Galaxy S26 marcaria a primeira grande atualização de velocidade de recarga da empresa em mais de quatro anos.

Outros possíveis detalhes do Galaxy S26

Imagem de estúdio, em fundo branco, mostrando um smartphone em cor laranja-cobre fosca. Há uma marca d'água de vazamento (leak) no centro: "@ONLEAKS x @ANDROIDHEADLINE".
Rumores indicam mudanças pontuais em design e hardware no Galaxy S26 (imagem: reprodução)

Além da maior velocidade de carregamento, vazamentos não indicam grandes avanços na próxima versão do flagship da marca — o que pode não ser bom diante da perda de mercado para a Apple em 2025.

A principal mudança deve ser no design, que deve voltar a alocar as câmeras em uma ilha elevada, o que não ocorre desde o Galaxy S22 na linha S. Outra novidade seria a inclusão de um modelo na cor laranja, repetindo o feito de sucesso do iPhone 17 Pro.

A fabricante sul-coreana também deve trazer o novo Snapdragon 8 Elite Gen 5, da Qualcomm, e possivelmente o Exynos 2600 em mercados selecionados. Rumores passados indicam ainda que a bateria deve seguir com os 4.900 mAh do Galaxy S25.

Galaxy S26 pode estrear recarga de 60 W

(Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S26 Plus (imagem: reprodução)

iOS 27 deve focar em qualidade e desempenho

24 de Novembro de 2025, 13:32
Imagem mostra um ícone do iOS ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog"
iOS27 deve ser anunciado na WWDC 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O iOS 27 deve priorizar estabilidade e desempenho, reduzindo novos recursos para corrigir bugs e otimizar o sistema.
  • Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, o sistema também deve preparar o caminho para futuros dispositivos, como os iPhones dobráveis.
  • A atualização pode incluir avanços em IA, como um assistente de saúde e um mecanismo de busca na web, além de melhorias no design Liquid Glass.

A Apple deve priorizar estabilidade e desempenho no iOS 27, segundo Mark Gurman, da Bloomberg. A atualização, prevista para 2026, reduziria temporariamente novos recursos para corrigir bugs e otimizar o sistema.

A estratégia seria comparável à do OS X Snow Leopard, de 2009, que buscou recuperar a confiança dos usuários após críticas recorrentes à qualidade do sistema. A futura grande atualização do iOS pode prepará-lo para futuros dispositivos, como os iPhones dobráveis.

A abordagem teria ganhado força após críticas sobre a qualidade do sistema da Apple nos últimos anos. Vários usuários relataram instabilidades em versões recentes do iOS e macOS, especialmente após a chegada do design Liquid Glass ano passado.

Segundo a Bloomberg, equipes internas já estão revisando códigos para eliminar bugs e reduzir “bloat” (softwares e sistemas desnecessários que acabam ocupando recursos da máquina).

Foco em desempenho após críticas

Imagem mostra uma apresentação da Apple com o logo da Siri ao centro, em um fundo de cor branca
Siri pode ficar mais “esperta” (imagem: reprodução/Apple)

Se confirmado o rumor, essa seria a primeira vez, desde o iOS 12, de 2018, que a Apple priorizaria a otimização do sistema sobre novas funcionalidades. O plano da empresa parece incluir uma revisão de sistemas operacionais como iOS, macOS e visionOS para melhorar a experiência geral, numa abordagem que lembra o Snow Leopard, que pavimentou o caminho para avanços futuros no ecossistema Mac.

Ainda assim, a empresa não deve abandonar totalmente as inovações. A Bloomberg destaca que o iOS 27 pode trazer avanços em inteligência artificial. Dentre as novidades esperadas estão um assistente de saúde baseado em IA, possivelmente vinculado a uma assinatura Apple Health+, e um mecanismo de busca na web alimentado por algoritmos próprios, semelhante ao assistente Perplexity.

Esses recursos seguiriam atualizações recentes, como a reformulação da Siri no iOS 26.4, que deve utilizar uma versão personalizada do Google Gemini. O modelo, adaptado para o Private Cloud Compute da Apple, processaria dados localmente, evitando envio a servidores externos.

Outras apostas do iOS 27

Além da estabilidade, o iOS 27 pode trazer ajustes para empresas, como ferramentas de gerenciamento de dispositivos e funcionalidades específicas para mercados de países emergentes, como modos de economia de dados.

Além disso, mais correções no visual do Liquid Glass também estariam nos planos. O anúncio oficial da nova versão de sistema deve ocorrer na WWDC 2026.

Com informações do 9to5Mac

iOS 27 deve focar em qualidade e desempenho

iOS 18 será anunciado na WWDC 2024 (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Siri deverá ficar mais "esperta" a partir de 2025 (imagem: reprodução/Apple)

Apple pode lançar capinha para iPhone com sensor touch

17 de Novembro de 2025, 16:26
Apple pode lançar cases com áreas sensíveis ao toque (imagem: reprodução)
Resumo
  • Apple pode lançar capinhas para iPhone Pro com sensores touch, substituindo botões físicos.
  • Patente sugere que as cases incluiriam áreas sensíveis ao toque, permitindo gestos e até biometria.
  • Outros rumores indicam que a Apple trabalha em um iPhone sem bordas, com tela curva e sem botões mecânicos.

A Apple pode estar desenvolvendo um novo tipo de capinha para os iPhones da linha Pro, capaz de funcionar como uma extensão da interface do aparelho. A informação vem de Instant Digital, um conhecido vazador do Weibo, rede social popular na China, que afirma que a empresa estuda lançar acessórios com sensores integrados, permitindo que partes da capa respondam a toques ou pressões.

Ainda não há detalhes técnicos, mas registros públicos indicam que a Apple já pesquisa soluções nesse caminho. Segundo o MacRumors, um pedido de patente registrado em 2024 descreve um acessório capaz de funcionar como superfície de entrada, indo além da função tradicional de proteção.

Como funcionariam as capas sensíveis ao toque?

Capa de silicone com MagSafe para iPhone 17
Capa de silicone com MagSafe para iPhone 17 (imagem: divulgação/Apple)

De acordo com a patente, a case incluiria áreas sensíveis ao toque, produzidas com sensores capacitivos ou de pressão. Esses pontos seriam capazes de substituir ações normalmente realizadas pelos botões físicos do iPhone. Assim, gestos como toques, pressões longas ou deslizes na própria capa poderiam ativar funções do sistema.

O documento também menciona métodos de comunicação entre a case e o iPhone, como identificação por NFC e transferência de sinais. Em alguns modelos descritos na patente, haveria até a possibilidade de integrar um leitor biométrico, permitindo, por exemplo, desbloquear o aparelho usando um Touch ID embutido na capa.

iPhone sem bordas?

A possibilidade de capas interativas surge em meio a rumores de que a Apple estaria trabalhando em um iPhone totalmente sem bordas, previsto para o aniversário de 20 anos do aparelho, em 2027. O modelo teria uma tela que se curva por todos os lados, deixando pouco ou nenhum espaço para botões mecânicos.

Para esse tipo de design, soluções alternativas seriam necessárias. Rumores sugerem que a empresa pode adotar camadas capacitivas no lugar dos botões tradicionais — alinhadas à ideia de uma capa que assuma parte desses comandos. Uma superfície maior e mais ergonômica ajudaria a evitar toques acidentais nas laterais, compensando a falta de botões físicos.

Apple pode lançar capinha para iPhone com sensor touch

Novas cases do iPhone 17 Pro (imagem: reprodução)

Capa de silicone com MagSafe para iPhone 17

iPhone dobrável pode superar Galaxy Z Fold 7 em bateria

17 de Novembro de 2025, 11:56
Simulação de como seria o iPhone dobrável, que deve chegar ao mercado nos próximos anos
iPhone Fold pode chegar ao mercado nos próximos anos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple está testando baterias entre 5.400 mAh e 5.800 mAh para o iPhone dobrável, segundo o leaker Yeux1122.
  • A capacidade superaria os 4.400 mAh do rival direto, o Galaxy Z Fold 7 da Samsung.
  • Outros rumores ainda sugerem que a Samsung Display pode fornecer telas OLED para o dobrável da Apple.

A Apple estaria testando baterias com capacidade entre 5.400 mAh e 5.800 mAh para o aguardado iPhone dobrável. Segundo o leaker Yeux1122, a empresa pode ter mudado a estratégia, passando a priorizar maior autonomia em vez de um design mais fino.

Se confirmado, o modelo teria bateria bem maior que os 4.400 mAh do Galaxy Z Fold 7, podendo até superar o futuro Z Fold 8. Os rumores foram publicados no blog Naver e indicam que a Apple opta pela especificação mais alta, mesmo que isso resulte em um dispositivo mais pesado que o dos rivais.

Vantagem sobre a concorrência

Esta abordagem representaria um foco intenso na autonomia, um dos pontos de maior crítica nos dobráveis atuais. De acordo com o rumor, mesmo no limite inferior de 5.400 mAh, a capacidade seria consideravelmente maior que a oferecida pela Samsung hoje — o Galaxy Z Fold 7 utiliza uma bateria de 4.400 mAh.

Como lembra o Android Authority, a Samsung não promove uma atualização na capacidade de bateria da linha Fold desde o modelo original, lançado em 2019, mantendo os 4.400 mAh ao longo de várias gerações. Uma bateria de 5.400 mAh no suposto iPhone Fold seria um aumento de aproximadamente 22,7% na capacidade bruta em relação ao rival direto.

O site também menciona que o Galaxy Z Fold 8, esperado para 2026, poderia finalmente receber uma bateria acima de 5.000 mAh. Contudo, ainda não há informações específicas sobre a capacidade exata.

Ainda assim, é importante lembrar: é comum que empresas como a Apple testem protótipos com diferentes configurações de hardware durante a fase de pesquisa e desenvolvimento. O fato de uma bateria de 5.800 mAh estar supostamente em teste não garante que ela será usada no produto final.

Samsung pode fornecer tela do dobrável da Apple

Este é somente um dos muitos rumores que cercam o possível dispositivo dobrável da Apple, ainda não confirmado oficialmente. Outros relatos indicam que o smartphone pode ter um formato mais compacto, parecido com o Oppo Find N, e não seguir o design alto e estreito da linha Z Fold.

Em setembro, a Samsung Display, divisão de telas da sul-coreana, confirmou que prepara a produção em massa de telas OLED para celulares dobráveis destinadas a “um cliente norte-americano”. Segundo o portal sul-coreano Chosun Biz, a declaração do presidente Lee Cheong indica que esse cliente pode ser a Apple.

O iPhone Fold pode ter uma configuração de câmera traseira dupla de 48 megapixels, com tela principal dobrável sem vinco aparente e uma câmera de selfie de 24 megapixels posicionada sob a tela, o que seria um avanço técnico para a linha de produtos da empresa.

iPhone dobrável pode superar Galaxy Z Fold 7 em bateria

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Rumores indicam que a Apple avalia baterias de até 5.800 mAh para a linha de aparelhos dobráveis. Capacidade seria 22,7% maior que a do rival da Samsung.

Simulação de como seria o iPhone dobrável, que deve chegar ao mercado nos próximos anos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tim Cook pode deixar comando da Apple em 2026

17 de Novembro de 2025, 10:06
Tim Cook, CEO da Apple, ao lado de MacBook Air 2022
Tim Cook na WWDC 2022 (imagem: divulgação/Apple)
Resumo
  • Tim Cook poderá deixar cargo de CEO da Apple em 2026; executivo assumiu posto em 2011;
  • John Ternus é o principal candidato interno para suceder Cook como CEO, mas a decisão ainda não foi tomada;
  • Novo CEO enfrentará desafios, como reduzir a dependência da China e avançar em inteligência artificial.

A era Tim Cook pode estar próxima do fim. São fortes os rumores de que o executivo deixará de ser CEO da Apple já em 2026. Cook assumiu o cargo no fim de 2011 para substituir Steve Jobs, que faleceu nesse mesmo ano.

O começo da administração Cook foi marcado por certa desconfiança, afinal, o executivo assumiu a desafiadora missão de substituir o nome que fez a Apple triunfar na indústria de tecnologia. No fim das contas, Tim Cook conseguiu manter a companhia no caminho do sucesso.

Mas o Financial Times reporta ter ouvido várias pessoas próximas à Apple que afirmam que os preparativos para a substituição do executivo se intensificaram. Não seria por questão de desempenho, porém: as mesmas fontes deram a entender que esse é um processo de transição planejado.

É possível, então, que Tim Cook esteja simplesmente preparando a sua aposentadoria. O executivo completou 65 anos no início de novembro.

Apple iPhone 11 Pro e Tim Cook
Tim Cook no anúncio do iPhone 11 (imagem: reprodução/Apple)

Quem irá substituir Tim Cook na Apple?

Ainda de acordo com o Financial Times, John Ternus, que atualmente ocupa o posto de vice-presidente sênior de engenharia de hardware, é o executivo mais cotado para assumir o cargo de CEO da Apple. Contudo, essa é uma decisão que ainda não foi tomada. O que é dado como certo é que o sucessor não será alguém que vem de fora da Apple.

Independentemente do nome escolhido, o novo CEO encontrará a Apple em situação financeira estável, mas, mesmo assim, terá que lidar com desafios importantes.

Um deles é tentar responder aos anseios do atual governo dos Estados Unidos, que quer que a Apple e outras companhias americanas dependam menos da China para a fabricação de seus produtos.

Outro desafio está em “tirar o atraso” da Apple no campo da inteligência artificial. Até o momento, grande parte dos recursos da Apple Intelligence não passaram da fase de promessa.

Tim Cook pode deixar comando da Apple em 2026

Tim Cook e MacBook Air (Imagem: Divulgação / Apple)

Galaxy Z Flip 8 pode seguir passos do Z Fold 7 e ganhar design mais fino

14 de Novembro de 2025, 11:57
Dois smartphones dobráveis parcialmente dobrados sobre uma mesa
Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 foram lançados na Samsung Unpacked 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Galaxy Z Flip 8 pode ter espessura e peso reduzidos em 10%, atingindo 6 mm aberto e 12 mm fechado, pesando 170 g.
  • A Samsung planeja aumentar as vendas de dobráveis em 10% em 2026, com meta de 6,7 milhões de unidades.
  • O sucesso do Galaxy Z Fold 7, com design mais fino e leve, impulsiona a estratégia de redução de espessura para novos modelos.

A Samsung pode reduzir a espessura e o peso do Galaxy Z Flip 8 em no mínimo 10%. Segundo fontes ouvidas pelo site sul-coreano The Bell, a empresa quer que os consumidores percebam que o aparelho está mais fino e leve, o que pode levar a um corte ainda mais ousado.

De acordo com a publicação, a mudança faz parte de uma estratégia da Samsung para aumentar as vendas dos aparelhos dobráveis, com metas 10% maiores que em 2025, totalizando 6,7 milhões de unidades.

Uma redução de 10% deixaria o Z Flip 8 com uma espessura de aproximadamente 6 mm quando aberto e 12 mm quando fechado, além de 170 g de peso.

Galaxy Z Fold 7 fininho fez sucesso

A boa aceitação ao formato do Galaxy Z Fold 7 indica que esse é um caminho interessante para vender mais. Seu lançamento contrastou com a apresentação de um Z Flip 7 muito parecido com seu antecessor.

O Z Fold 7 tem espessura 25% menor que o Z Fold 6, com apenas 8,9 mm quando dobrado e 4,2 mm quando aberto. Além disso, ele ficou 10% mais leve, com 215 g.

Enquanto isso, o Z Flip 7 ganhou tela externa mais ampla (e parecida com a linha Razr, da Motorola), uma das poucas mudanças visuais perceptíveis. A espessura até diminuiu, com 6% a menos quando aberto e 8% a menos quando fechado, mas foi pouco para causar o mesmo impacto do modelo Fold.

Espessura menor faz sentido nos dobráveis

Deixar um aparelho mais leve e fino não é garantia de sucesso quando se trata de smartphones tradicionais — as vendas fracas de iPhone Air e Galaxy S25 Edge mostram isso.

Nos dobráveis, porém, a situação é diferente: uma espessura menor reduz a sensação de estar segurando dois celulares empilhados. Usar o aparelho fechado fica mais confortável, assim como levá-lo no bolso da calça ou na bolsa.

Além da Samsung, outras marcas perceberam essa necessidade, como a Honor e a Oppo.

Com informações do The Bell, do GSMArena e do 9to5Google

Galaxy Z Flip 8 pode seguir passos do Z Fold 7 e ganhar design mais fino

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Sucesso após redução drástica na espessura indica caminho para Samsung, que pretende vender mais dobráveis em 2026

Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 foram lançados na Samsung Unpacked (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S26: Samsung quer evitar aumento de preço no ano que vem

14 de Novembro de 2025, 11:30
Mão segurando o Galaxy S25, mostrando a traseira com as câmeras
Empresa teria descartado bateria maior para o sucessor do S25 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung pode manter o preço do Galaxy S26 em US$ 799, abandonando o design mais fino para reduzir custos.
  • De acordo com os rumores, o modelo manterá a espessura de 7,2 mm e terá uma bateria de 4.300 mAh.
  • A estratégia seguiria os passos da Apple com o iPhone 17, que chegou ao mercado pelo mesmo valor do iPhone 16.

A Samsung pode alterar a estratégia da linha Galaxy S26 para manter o preço do modelo básico estável. A fabricante estaria abrindo mão do design mais fino para reduzir custos e segurar o valor de lançamento.

Segundo rumores, a divisão Mobile eXperience (MX) decidiu em outubro priorizar a manutenção do preço de US$ 799 (cerca de R$ 4.234) — o mesmo do Galaxy S25, alinhado ao do rival iPhone 17 no exterior.

De acordo com o site sul-coreano Newspim, o plano original previa reduzir a espessura do S26 para 6,9 mm e ampliar a bateria para 4.900 mAh. Com a mudança, o modelo manteria a espessura atual de 7,2 mm e receberia apenas uma leve melhoria na bateria, de 4.000 mAh para 4.300 mAh.

Por que a Samsung teria mudado de ideia?

A mudança estaria ligada ao aumento global no custo de componentes e à recente estratégia de preços da Apple. A concorrente optou por lançar o iPhone 17 por US$ 799, mantendo o valor do iPhone 16 — decisão que foi bem recebida no mercado. Nesse cenário, a Samsung teria avaliado que subir o valor do modelo básico seria arriscado.

Segundo a publicação, analistas interpretam essa suposta mudança como uma escolha “realista”. A estratégia permitiria à empresa defender sua participação de mercado no segmento intermediário-superior, alinhando seu preço de entrada ao do iPhone.

O que esperar do S26 Plus e Ultra?

Foto que exibe a traseira de três possíveis Galaxy S26, mostrando opções de cores. Da esquerda para a direita, os celulares são: prata, laranja-cobre fosco e dourado (champanhe). Todos os três aparelhos têm o mesmo design.
Samsung pode estrear nova cor laranja no modelo Ultra (imagem: reprodução/Reddit)

A nova abordagem não afetaria toda a linha S26 da mesma forma, já que a fabricante estaria adotando uma estratégia “dupla”. Enquanto o modelo básico focará na competitividade de preço, os modelos superiores, especialmente o Ultra, deverão concentrar as inovações tecnológicas e recursos premium.

O S26 Plus manteria a mesma espessura e capacidade de bateria do antecessor. Já o S26 Ultra ficaria 0,3 mm mais fino, com 7,9 mm, mas viria com a mesma bateria de 5.000 mAh.

A diferenciação pode ficar mais clara nos componentes internos. Rumores indicam que os modelos S26 e S26 Plus, em mercados como Coreia do Sul e Europa, serão equipados com o processador Exynos 2600 da própria Samsung. O S26 Ultra, por outro lado, receberia exclusivamente o chipset Snapdragon da Qualcomm.

Além do processador, o S26 Ultra pode estrear uma nova tecnologia de tela da Samsung Display, chamada “Flex Magic Pixel”. Esse recurso permitiria ao usuário ativar ou desativar um modo de proteção de privacidade diretamente nas configurações do dispositivo, funcionando como uma película de privacidade integrada ao próprio display.

Galaxy S26: Samsung quer evitar aumento de preço no ano que vem

Galaxy S25 tem câmera tripla com sensor de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Vazamento de suposto Galaxy S26 na cor laranja vibrante (imagem: reprodução/Reddit)

Ficha técnica do trifold da Samsung vaza antes do lançamento

13 de Novembro de 2025, 12:05
Traseira do Samsung TriFold deve seguir este formato (ilustração: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Traseira do Samsung TriFold deve seguir este formato (ilustração: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Galaxy Z TriFold deve ter câmera principal de 200 MP, tela interna de 10” e externa de 6,5”, segundo o leaker Evan Blass.
  • O vazamento também indica uma bateria de 5.437 mAh e chip Qualcomm, possivelmente o Snapdragon 8 Elite Gen 5.
  • Lançamento é esperado para dezembro, inicialmente na Coreia do Sul.

Parte da ficha técnica do trifold da Samsung pode ter sido revelada. O renomado leaker Evan Blass publicou, nesta quinta-feira (13/11), os detalhes do aparelho, que deve se chamar oficialmente Galaxy Z TriFold.

Segundo o vazamento, o aparelho terá uma câmera principal de 200 MP, bateria robusta e um design assimétrico. De acordo com Blass, os três painéis teriam espessuras diferentes entre si.

Especificações de ponta

Imagem mostra dois smartphones lado a lado, exibidos em uma redoma de vidro. O segundo é horizontalmente maior e se assemelha a um tablet deitado
Possíveis especificações do smartphone foram reveladas (imagem: reprodução/Chosun)

Corroborando vazamentos anteriores, Blass indica que a tela interna do dispositivo (quando totalmente aberto) deve ser de 10 polegadas, enquanto o display externo terá 6,5 polegadas. A câmera principal deve acompanhar a do irmão de duas telas, Fold 7, com um sensor de 200 MP.

Sob o capô, o Z TriFold deve vir equipado com um chipset da Qualcomm, presumivelmente o Snapdragon 8 Elite Gen 5 ou o 8 Elite (o mesmo encontrado no Galaxy Z Fold 7). Para alimentar a tela de 10 polegadas, a bateria teria capacidade nominal de 5.437 mAh.

O vazamento também menciona o brilho dos painéis, que seriam de 2.600 nits na tela externa e 1.600 nits na interna.

Design assimétrico

Imagem no ângulo superior mostrando a parte de cima do protótipo do Galaxy Z TriFold em exposição na Coreia do Sul
Trifold deve ter espessuras diferentes em cada parte da tela (imagem: reprodução/Omokgyo Eletronics Mall)

Enquanto os detalhes internos são comuns em aparelhos de alto custo, o design deve ser mais peculiar. Blass afirma que os três painéis individuais que compõem o Z TriFold terão espessuras diferentes: 3,9 mm, 4,0 mm e 4,2 mm.

Ainda não está claro como essa assimetria impactaria o uso do aparelho quando fechado ou a experiência de segurá-lo. Vale lembrar que, pelo protótipo visto anteriormente, o aparelho usa duas dobradiças que fecham para dentro (em “G”), diferente de rivais.

Lançamento limitado

Imagem mostra um smartphone dobrável exposto em uma redoma de vidro, com suas três telas abertas
Novo dobrável da Samsung deve se chamar oficialmente Galaxy Z TriFold (imagem: reprodução/Chosun)

As novas especificações, se confirmadas, reforçam que o aparelho pode não ser pensado para volume de vendas. Após apresentação dos modelos na Coreia do Sul, o jornal Chosun pontuou que a produção inicial deve ser restrita, e o objetivo seria, inicialmente, fazer uma “demonstração de poder tecnológico” da Samsung em meio a um mercado de dobráveis em desaceleração.

A expectativa é de um lançamento de nicho, com produção inicial de poucas unidades (entre 50 e 100 mil) e preço elevado, que deve ultrapassar os 3 milhões de won (cerca de R$ 11.254, em conversão direta). Segundo Blass, o Galaxy Z TriFold chegará em dezembro, inicialmente na Coreia do Sul.

Ficha técnica do trifold da Samsung vaza antes do lançamento

(imagem: reprodução/Chosun)

(imagem: reprodução/Omokgyo Eletronics Mall)

Samsung pode usar apenas chip Exynos no Galaxy S27

12 de Novembro de 2025, 10:41
Ilustração mostra um celular Samsung de cor salmão com o logotipo da Samsung em um fundo de cor azul. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog".
Decisão marcaria o retorno do processador próprio ao modelo topo de linha (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung pode usar chips Exynos em todos os modelos da linha Galaxy S27.
  • O rumor indica que a mudança pode depender do desempenho da geração S26, que contaria com o chip Exynos 2600.
  • As informações indicam que esse chip será fabricado em processo de 2 nm, com CPU de dez núcleos e GPU Xclipse 950.

A Samsung pode equipar os modelos da linha Galaxy S27 exclusivamente com processadores Exynos, de fabricação própria. A grande motivação para a mudança seria o avanço no desenvolvimento da tecnologia de 2 nanômetros (nm) da empresa.

O rumor surge antes mesmo do lançamento da família S26. Se confirmado, também marcaria o retorno completo do Exynos aos aparelhos Ultra da marca sul-coreana, algo que não acontece desde a linha Galaxy S22.

Exynos em toda a linha

Uma mão segura um smartphone Samsung de cor prateada contra um fundo azul. O aparelho possui um design premium com cantos retos e uma configuração de câmera traseira composta por quatro lentes dispostas verticalmente no canto superior esquerdo. O logo da Samsung está gravado na parte inferior traseira do dispositivo.
Gigante sul-coreana seguiria passos da Apple e do Google (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A especulação surgiu após um comentário do professor emérito da Faculdade de Semicondutores da Universidade Gachon, Kim Yong-seok, ao veículo sul-coreano ChosunBiz.

Segundo o acadêmico, a divisão de semicondutores da Samsung estaria fazendo progressos significativos no design e nas taxas de rendimento de seu processo de 2 nm. Esse avanço permitiria usar chips Exynos em todos os dispositivos da série S27, incluindo o Ultra.

Para isso acontecer, no entanto, a Samsung precisaria primeiro validar o desempenho do próximo chip Exynos 2600, esperado para a linha S26. Os rumores ainda divergem: alguns apontam que o processador equipará apenas os modelos S26 e S26 Plus, enquanto o S26 Ultra usaria o Snapdragon 8 Elite Gen 5.

Já a agência sul-coreana Yonhap sugere que a fabricante pode equipar toda a família S26 com o mesmo chip. O movimento alinharia a Samsung às concorrentes: Apple, Google e Huawei também utilizam processadores próprios em seus dispositivos topo de linha.

Imagem mostra um Samsung Galaxy S21 com chip Exynos 2100 sendo segurado em uma mão
Galaxy S21 com chip Exynos 2100 (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

Chip mais potente

Os rumores até aqui indicam que o novo Exynos 2600 pode ser construído no processo de 2 nm da Samsung, trazendo uma CPU de dez núcleos da série ARM C1 e uma GPU Xclipse 950, baseada na arquitetura RDNA da AMD.

As informações preliminares indicam que o chip demonstrou um salto de performance substancial, com a unidade de processamento neural (NPU) sendo potencialmente superior à do A19 Pro da Apple. O desempenho de GPU teria superado o do Snapdragon 8 Elite Gen 5 em alguns benchmarks.

Com informações do PhoneArena

Samsung pode usar apenas chip Exynos no Galaxy S27

Samsung pode levar tecnologia CoE às telas de OLED do S26 Ultra (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy S25 Ultra é o principal lançamento da Samsung no primeiro semestre (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Samsung Galaxy S21 com chip Exynos 2100 (Imagem: Lucas Braga / Tecnoblog)

Galaxy S26: novo módulo de câmera deve chegar à versão Plus

11 de Novembro de 2025, 11:03
Uma mão segura um smartphone Galaxy S25 FE cinza e preto. O aparelho é exibido de perfil, mostrando o acabamento metálico e o módulo de câmera com três lentes circulares alinhadas verticalmente no canto superior. O flash está localizado ao lado das lentes. O fundo é desfocado, mostrando pessoas e um piso azul. No canto inferior direito, o logotipo "tecnoblog" está em branco.
Vazamento sugere módulo de câmeras diferente ao da linha S25 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • As primeiras renderizações do Galaxy S26 Plus indicam novo módulo de câmeras em formato de ilha, com três lentes principais.
  • Os rumores sugerem o mesmo painel LTPO AMOLED 2X de 6,7 polegadas, Snapdragon 8 Elite Gen 5 ou Exynos 2600 e bateria de 4.900 mAh.
  • A série Galaxy S26 deve ser apresentada pela Samsung entre janeiro e fevereiro de 2026.

As primeiras imagens renderizadas do Galaxy S26 Plus foram divulgadas nessa segunda-feira (10/11) pelo informante OnLeaks. As fotos, ainda não oficiais, antecipam o visual do novo topo de linha da Samsung, previsto para o início de 2026.

A principal mudança estaria no módulo de câmeras traseiro, agora em uma ilha elevada em formato de pílula. O vazamento contrapõe os rumores de que a Samsung teria cancelado a linha Plus em favor de uma variante Edge mais fina.

Imagem de estúdio, em fundo branco, mostrando um smartphone em cor laranja-cobre fosca. Há uma marca d'água de vazamento (leak) no centro: "@ONLEAKS x @ANDROIDHEADLINE".
S26 Plus pode vir equipado com o chip Exynos 2600 (imagem: reprodução/OnLeaks)

De acordo com o site Android Headlines, que divulgou as imagens, o novo design abriga três lentes principais dispostas verticalmente. No S25 Plus, cada câmera se projeta individualmente da carcaça do aparelho.

No restante, o visual segue próximo ao antecessor: tela plana, bordas finas e um furo centralizado para a câmera frontal. As dimensões devem ficar em torno de 158,4 x 75,7 x 7,35 mm — a mesma espessura do modelo anterior, o que reforça a hipótese de que a versão Edge ultrafina, de 5,8 mm, pode ter ficado de lado.

Possível bateria de 4.900 mAh

As renderizações foram acompanhadas por uma lista de especificações baseadas em rumores. Espera-se que o S26 Plus mantenha o painel LTPO AMOLED 2X de 6,7 polegadas, com resolução QHD+ (3120 x 1440) e taxa de atualização adaptativa de 1-120 Hz.

Internamente, o aparelho deve vir equipado com o recém-anunciado Snapdragon 8 Elite Gen 5 da Qualcomm em algumas regiões, e o Exynos 2600 (ainda não oficial) para mercados selecionados.

É provável que o aparelho tenha opções de memória RAM de 12 GB ou 16 GB (LPDDR5X), com armazenamento interno de 256 GB ou 512 GB (UFS 4.0), sem expansão por microSD.

Imagem de estúdio, em fundo branco, mostrando um smartphone em cor cinza. Há uma marca d'água de vazamento (leak) no centro: "@ONLEAKS x @ANDROIDHEADLINE".
Rumores indicam especificações parecidas com as da geração atual (imagem: reprodução/OnLeaks)

Quanto à bateria, os rumores indicam que o S26 Plus deve manter os 4.900 mAh, mesma capacidade do irmão mais velho. Tudo indica que o carregamento com fio será de 45 W e o sem fio (Qi2) de 15 W, sem o adaptador de energia incluído na caixa.

Nas câmeras, os rumores não apontam, até o momento, para grandes melhorias. O hardware deve ser muito semelhante ao do S25 Plus, ou seja, câmera principal de 50 MP, ultra-angular de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP ou 12 MP.

Estratégia da linha S26 mudou?

Imagem de estúdio, em fundo branco, mostrando um smartphone em cor branca. Há uma marca d'água de vazamento (leak) no centro: "@ONLEAKS x @ANDROIDHEADLINE".
Aparelho deve manter bateria de 4.900 mAh (imagem: reprodução/OnLeaks)

A série Galaxy S26 tem sido alvo de informações conflitantes nos últimos meses. Primeiro, acreditava-se que a Samsung faria uma reestruturação, lançando os modelos S26 Pro, S26 Edge e S26 Ultra. Contudo, com as novas informações, a estratégia parece ter retornado ao formato tradicional (S26, S26 Plus e S26 Ultra).

A mudança de planos pode ter sido motivada pelas vendas do Galaxy S25 Edge, que teriam ficado abaixo das expectativas da empresa. No Brasil, o modelo desembarcou em maio deste ano, custando R$ 8.799.

Com as vendas abaixo, o modelo S26 padrão substituiria o “S26 Pro”, e o S26 Plus tomaria o lugar do suposto “S26 Edge”. Ainda assim, o portal holandês Galaxy Club noticiou no mês passado que outro dispositivo fino, com codinome “More Slim”, estaria em desenvolvimento. Não está claro se estamos falando de um quarto modelo ou se ele também já foi descartado pela Samsung.

Galaxy S26 Ultra também pode ter novo design

Informações sobre o modelo mais avançado da linha, o Galaxy S26 Ultra, também começaram a circular. O leaker Tarun Vats divulgou imagens de uma suposta capa protetora do aparelho, sugerindo um design semelhante ao do S26 Plus.

As imagens mostram que o S26 Ultra também deve adotar uma “ilha” de câmeras elevada para agrupar suas três lentes principais. Outros rumores apontam para uma tela de 6,9 polegadas, carregamento de 60 W, novo sensor de zoom teleobjetivo de 5x e uma nova opção de cor laranja.

A série Galaxy S26 deve ser apresentada oficialmente entre janeiro e fevereiro de 2026.

Galaxy S26: novo módulo de câmera deve chegar à versão Plus

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Renderizações revelam possível visual do Galaxy S26 Plus da Samsung, com novo módulo em formato de pílula e dimensões próximas às do S25 Plus.

Samsung Galaxy S25 FE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S26 Plus (imagem: reprodução)

Galaxy S26 Plus (imagem: reprodução)

Galaxy S26 Plus (imagem: reprodução)

Sucessor do iPhone Air não deve ser lançado antes de 2027

11 de Novembro de 2025, 10:51
Quatro modelos de iPhone Air lado a lado
iPhone Air não tem vendido bem (imagem: divulgação)
Resumo
  • iPhone Air 2 não deve ser lançado antes de 2027, segundo fontes do The Information;

  • Apple teria decidido adiar o lançamento para repensar o design e corrigir pontos fracos do modelo atual;

  • A produção do iPhone Air começou a ser suspensa por parceiras como Luxshare e Foxconn devido ao baixo desempenho nas vendas.

As vendas do iPhone Air não alcançaram o patamar esperado pela Apple. É por esse motivo que o sucessor do modelo, que pode receber o nome iPhone Air 2, não deverá ser lançado em 2026. Na melhor das hipóteses, o aparelho chegará em algum momento de 2027.

Pelo menos é o que relata o site The Information. O veículo afirma ter ouvido pessoas próximas à Apple que, sob condição de anonimato, revelaram que a companhia decidiu adiar o lançamento do sucessor do iPhone Air para trabalhar em um projeto capaz de tornar o modelo mais atraente para os consumidores.

Devido a essa necessidade de retrabalhado, por assim dizer, a Apple notificou engenheiros e fornecedores de que a segunda geração do iPhone Air está fora do próximo cronograma de lançamentos da linha iPhone.

Isso não quer dizer que o modelo foi cancelado, mas que a Apple está revisando o projeto para, aparentemente, atacar os aspectos que tornaram o atual iPhone Air um fracasso de vendas.

O problema é tão sério que o acúmulo de unidades do modelo nas prateleiras fez a Luxshare, parceira da Apple na fabricação do iPhone Air, suspender a produção do modelo no fim de outubro. A Foxconn também começou a desmontar suas linhas de produção do iPhone Air e deve encerrá-las totalmente até o fim do ano.

Apple tenta preencher lacuna deixada pelo iPhone Mini

O iPhone Air é a mais recente tentativa da Apple de preencher os espaços deixados pelo iPhone 12 Mini e pelo iPhone 13 Mini, que se destacavam por suas dimensões reduzidas, o que incluía uma tela de apenas 5,4 polegadas.

Os modelos Mini não fizeram o sucesso esperado, razão pela qual a Apple rumou para o outro extremo: passou a focar nos iPhones Plus, com tela aumentada. Porém, os modelos maiores também não alcançaram o volume de vendas pretendido pela empresa.

Renderização de um iPhone Air branco, mostrando a parte superior traseira com o plateau de câmeras com duas lentes
iPhone Air 2 pode ter duas câmeras na traseira (imagem: reprodução/9to5Mac)

Mas a companhia não desistiu de ter um iPhone diferente. O iPhone Air tem espessura de apenas 5,64 mm, e essa “finura” é a principal caraterística do modelo. Contudo, a traseira do modelo só tem uma câmera e a bateria conta com apenas 3.149 mAh. É provável que essas características tenham contribuído para o iPhone Air não vender bem.

Não por acaso, fala-se que o iPhone Air 2 terá câmera dupla na traseira e até sistema de resfriamento por câmara de vapor, a exemplo do iPhone 17 Pro. Mas, por ora, tudo isso está no campo dos rumores.

Sucessor do iPhone Air não deve ser lançado antes de 2027

iPhone Air é vendido em preto, cinza, dourado e azul (imagem: divulgação)

(imagem: reprodução/9to5Mac)

iPhone comemorativo poderá ter câmera frontal escondida sob a tela

10 de Novembro de 2025, 13:06
Arte com o logotipo da Apple em diferentes gradientes de cores, incluindo tons de azul, roxo, rosa, laranja e amarelo, sobre um fundo preto. Os logos estão levemente inclinados, criando uma sensação de movimento. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Apple quer modelo de iPhone marcante em 2027 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O iPhone comemorativo de 20 anos, previsto para 2027, pode ter câmera frontal sob a tela e design sem moldura.
  • A Apple pode pular o iPhone 19, seguindo o exemplo do iPhone X em 2017.
  • Fornecedoras como LG Innotek trabalham em sistemas de lentes para melhorar a captação de luz em câmeras sob a tela.

O iPhone comemorativo de 20 anos, a ser lançado em 2027, pode contar com uma mudança importante no design: a câmera frontal ficaria escondida sob a tela, recurso presente em alguns smartphones Android, mas até agora inédito na marca da maçã.

As informações são da conta Digital Chat Station, que frequentemente publica rumores de bastidores sobre a Apple no Weibo (rede social análoga ao X/Twitter na China).

O iPhone de 20 anos deve contar com outras mudanças importantes no design. Notícias anteriores apontam para um design sem moldura — a tela teria bordas curvadas, cobrindo os quatro lados do aparelho. A Apple também deve repetir o que fez em 2017, quando pulou o iPhone 9 e foi direto para o iPhone X. Desta vez, a tendência é que não haja um iPhone 19.

Câmera sob a tela enfrenta problemas de qualidade

Já faz algum tempo que correm boatos de um iPhone com câmera selfie sob a tela. Em abril de 2024, o site sul-coreano The Elec informou que a LG Innotek, uma das fornecedoras da Apple, trabalha em uma peça do tipo.

O componente teria um sistema “freeform” de múltiplas lentes, com o objetivo de captar mais luz, um problema enfrentado em câmeras escondidas por trás do display.

Aliás, vale dizer que câmeras frontais sob a tela já existem há um bom tempo em smartphones Android — e algumas empresas até abandonaram essa ideia.

Um exemplo é a linha Galaxy Z Fold, da Samsung. Depois de anos escondendo lente e sensor sob o display interno, a marca sul-coreana voltou ao tradicional formato de “olhinho” no Galaxy Z Fold 7. Se foi um passo atrás em termos de design, a qualidade de imagem teve um salto impressionante, trocando um sensor de 4 megapixels para um de 10 megapixels.

Mão segurando smartphone dobrável aberto, exibindo o Google Gemini e a página do Tecnoblog
Galaxy Z Fold 7 voltou ao furo redondo para câmera frontal (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Outras marcas que deixaram essas tentativas de lado foram a Xiaomi e a Motorola — os últimos a contar com o recurso foram o Xiaomi Mix 4 e o Motorola Edge X30, ambos de 2021. Segundo uma busca na base de dados do GSMArena, apenas a ZTE continua apostando no formato.

No caso da Apple, o desafio é ainda mais complexo, já que a biometria dos iPhones é toda baseada no Face ID. A tecnologia é baseada em três módulos de infravermelho, que trabalham em conjunto para criar um modelo 3D do rosto do usuário — veremos se dá para colocar tudo isso debaixo da tela.

Com informações do MacRumors

iPhone comemorativo poderá ter câmera frontal escondida sob a tela

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tela dobrável do Z Fold 7 tem 8 polegadas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple quer MacBook econômico e com chip de iPhone para peitar Chromebook

4 de Novembro de 2025, 18:09
Apple MacBook Air 2022
MacBook Air é a versão mais barata dos notebooks da Apple hoje (foto: Felipe Ventura/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple planeja lançar um MacBook econômico, codinome J700, para competir com Chromebooks e PCs Windows de entrada. O lançamento pode ocorrer no primeiro semestre de 2026.
  • O J700 usaria um chip de iPhone em vez dos processadores da série M e terá um display LCD menor que 13,6 polegadas. O preço seria inferior a US$ 1.000.
  • A Apple busca expandir sua participação no mercado de PCs, atualmente em 9%, enfrentando concorrência de Lenovo, HP e Dell.

A Apple estaria desenvolvendo o primeiro laptop de baixo custo da marca para competir diretamente com os Chromebooks e PCs Windows de entrada no setor educacional e corporativo.

O jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, conversou com fontes familiarizadas com o assunto e revelou que o novo dispositivo tem o codinome J700. Ele já estaria em fase de testes ativos e em produção inicial com fornecedores na Ásia. O lançamento pode ocorrer no primeiro semestre de 2026.

O Mac foi a categoria de hardware que mais cresceu no último trimestre, com uma alta de 13%, atingindo US$ 8,73 bilhões, o que dá R$ 47,1 bilhões em conversão direta.

MacBook com chip de iPhone

Tela de apresentação da Apple mostrando o logotipo do chip A18
Chip de iPhone deve equipar MacBooks baratinhos (imagem: reprodução)

Para conseguir um preço final “bem abaixo de US$ 1.000”, a Apple estaria cortando custos em componentes-chave. De acordo com a publicação, o J700 não usará os processadores da série M (projetados para computadores), mas sim um chip de iPhone.

Seria a primeira vez que um chip de smartphone da Apple equiparia um Mac. Entretanto, testes internos teriam mostrado que o componente para dispositivos móveis (que não foi especificado) ainda consegue superar o desempenho do M1, lançado para laptops da marca poucos anos atrás.

Além do processador, o corte de custos também viria da tela. O J700 pode chegar com um painel LCD e menor display que qualquer Mac atual, com tamanho inferior às 13,6 polegadas do modelo Air.

O novo Mac se posicionaria em uma faixa de preço similar à do iPad de entrada com o teclado Magic Kaeyboard Folio, mas oferecendo a experiência completa do macOS. Atualmente, o Mac mais barato da Apple é o MacBook Air M4, de R$ 12.999, enquanto Chromebooks são vendidos por menos.

Mudança de estratégia?

Tim Cook, CEO da Apple
Estratégia seria abocanhar mercado dominado por Chromebooks e PCs Windows (imagem: divulgação/Apple)

O movimento pode representar uma mudança significativa de estratégia para a Apple, que historicamente foca em produtos premium com altas margens de lucro.

A Bloomberg aponta que a empresa enfrenta uma “ameaça crescente” dos Chromebooks e vê uma oportunidade de atrair usuários de Windows 10 que não migraram para a versão mais recente do sistema da Microsoft, o polêmico Windows 11.

Atualmente, a Apple ocupa o quarto lugar no mercado global de PCs, com cerca de 9% de participação no terceiro trimestre, segundo dados da consultoria IDC. A empresa fica atrás de Lenovo, HP e Dell, todas focadas em dispositivos Windows ou ChromeOS.

Apple quer MacBook econômico e com chip de iPhone para peitar Chromebook

MacBook Air de 2022 (Imagem: Felipe Ventura / Tecnoblog)

Chip A18 do iPhone 16e é compatível para Apple Intelligence (imagem: YouTube/Apple)

Tim Cook irá apresentar iPhone 15 (Imagem: Divulgação / Apple)

WhatsApp testa recurso de perfil que lembra o LinkedIn

28 de Outubro de 2025, 17:16
Ilustração mostra um celular com a tela de "Editar perfil" no WhatsApp para Android
WhatsApp pode ganhar opção para inserir foto de capa (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp testa um recurso de foto de capa para perfis, semelhante ao de outras redes sociais.
  • Segundo o site WABetaInfo, a função deve incluir ajustes de privacidade e seguir o modelo do WhatsApp Business.
  • A Meta tem focado em tornar o app mais social e personalizável, e informações anteriores sugerem mudanças visuais nesse sentido.

O WhatsApp pode disponibilizar uma opção para adicionar foto de capa aos perfis. A função, semelhante à existente em plataformas como Facebook, LinkedIn e X, permitiria que cada usuário escolhesse uma imagem para exibir no topo do seu perfil pessoal.

Segundo o site especializado WABetaInfo, o recurso está sendo testado na versão beta 2.25.32.2 do aplicativo para Android. A novidade ainda não tem data confirmada para chegar à versão estável do app, mas pode ser liberada em uma atualização futura.

Como seriam as capas de perfil?

Imagem mostra uma captura de tela do WhatsApp com a opção, ainda em teste, para adicionar foto de capa ao perfil
Recurso seria acessível no perfil do usuário (imagem: reprodução/WABetaInfo)

A ideia seria expandir um recurso que já existe no WhatsApp Business. Hoje, contas comerciais podem incluir uma imagem em formato de banner no topo do perfil, ajudando a reforçar a identidade visual da marca e causar uma boa primeira impressão.

Caso a novidade seja confirmada para perfis pessoais, os usuários comuns poderão fazer o mesmo. A foto de capa ficaria posicionada no topo da página do perfil e também apareceria nas configurações do aplicativo, sempre que o usuário acessasse essa área.

Além disso, o WhatsApp estaria desenvolvendo configurações de privacidade específicas para o recurso. O WABetaInfo menciona as opções “Todos”, “Meus contatos” e “Ninguém”, permitindo controlar quem pode ver a imagem. Mas, diferente do Status, ainda não haveria a opção “Meus contatos exceto”, que exclui pessoas específicas.

Por que o WhatsApp está testando fotos de capa?

A introdução dessa ferramenta reforçaria o movimento da Meta em tornar o WhatsApp um ambiente mais personalizável, aproximando o mensageiro de outras redes sociais. O app, que sempre se destacou pela simplicidade, tem testado recursos que dão mais liberdade ao usuário — como nomes de usuário personalizados.

Essa mudança também seria estratégica: com a chegada dos nomes de usuário, perfis mais visuais e identificáveis podem ajudar a tornar as contas mais reconhecíveis e, ao mesmo tempo, seguras.

Embora ainda não haja previsão para o lançamento global, o recurso deverá ser liberado primeiro para um grupo restrito de testadores. Caso os testes sejam bem-sucedidos, a função poderá chegar a todos os usuários nas próximas atualizações.

WhatsApp testa recurso de perfil que lembra o LinkedIn

Colocar ou trocar a foto de perfil é um processo simples que pode ser feito pelo celular, PC ou via web (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple pode estrear sensor de câmera próprio em iPhone comemorativo

27 de Outubro de 2025, 16:12
Mulher loira segurando um iPhone na altura do rosto, escondendo a face. Fundo dividido entre cor palha e branco, com o logo da Apple do lado direito
iPhones podem estrear tecnologia em 2027 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple pode lançar em 2027 um sensor LOFIC proprietário, com captura de luz e sombra próxima à visão humana.
  • Segundo o site YMCinema, a Apple já patentou a tecnologia, cujo documento mostra um sensor empilhado com duas camadas e redução de ruído por pixel.
  • O lançamento coincidiria com os 20 anos do iPhone, que ganharia um novo modelo comemorativo com design de tela curva nas quatro bordas.

A Apple pode introduzir nos iPhones de 2027 uma nova tecnologia de sensor de imagem própria, conhecida como LOFIC. A novidade chegaria em meio às comemorações do aniversário de 20 anos de lançamento do smartphone.

A sigla refere-se a Lateral Overflow Integration Capacitor, ou Capacitor de Integração de Overflow Lateral. Segundo o MacRumors, essa tecnologia permite que cada pixel individual em um sensor armazene quantidades variáveis de luz com base na intensidade do brilho da cena, captando imagens com um nível de alcance dinâmico muito superior, próximo à visão humana.

Se implementada, os sensores do iPhone poderiam alcançar até 20 pontos de faixa dinâmica. Para efeito de comparação, a maioria das câmeras de smartphones atuais opera entre 10 e 13 pontos. O alcance dinâmico do olho humano, por sua vez, é estimado entre 20 e 30 pontos. Um sensor com 20 pontos não só superaria os dispositivos atuais, mas também rivalizaria com câmeras de cinema profissionais.

Apple já registrou a patente

Foto em close-up de uma mão segurando a parte traseira de um iPhone na cor azul-escura fosca. O aparelho tem um módulo de câmera tripla proeminente, com três lentes circulares escuras dispostas em triângulo. A foto foi tirada em um evento e exibe o logo do Tecnoblog no canto inferior direito.
Componente visa capturar níveis de detalhe próximos à visão humana (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A base para o novo sensor já foi patenteada pela Apple, segundo o portal YMCinema. Em junho deste ano, o site revelou o documento, intitulado “Sensor de imagem com pixels empilhados com alta faixa dinâmica e baixo ruído”.

O design detalhado na patente consiste em um sensor empilhado de duas camadas. A camada superior, chamada de matriz do sensor, contém os componentes que capturam a luz. A camada inferior, a matriz lógica, é responsável pelo processamento, incluindo controle de exposição e redução de ruído.

Além do sistema LOFIC para gerenciar cenas de alto contraste, o design patenteado da empresa foca na redução de ruído. Cada pixel possuiria seu próprio circuito de memória integrado, projetado para medir e cancelar o ruído eletrônico relacionado ao calor em tempo real. Esse processo ocorreria diretamente no chip, antes mesmo que a imagem fosse enviada para processamento de software pelo dispositivo.

Desenho técnico em preto e branco que representa o Diagrama Esquemático de um sensor de imagem para iPhone
Documento da patente detalha possível sensor (imagem: reprodução/YMCinema)

E o iPhone comemorativo?

O lançamento do sensor proprietário em 2027 pode coincidir com o 20º aniversário de lançamento do iPhone, e a Apple pode aproveitar a data para apresentar um redesenho completo. Segundo o site sul-coreano ETNews, a empresa planeja adotar uma tela com curvatura em quatro bordas (“four-edge bending”), eliminando completamente as molduras visíveis.

O novo design exigiria superar desafios técnicos, como integrar câmera frontal, Face ID e alto-falantes sob a tela. De acordo com o The Information, o iPhone 18 Pro, previsto para 2026, já pode trazer o Face ID sob o display, deixando apenas um pequeno furo para a câmera.

Foto do palco de um evento, mostrando Steve Jobs, co-fundador da Apple, em pé à esquerda, vestindo uma camisa preta de gola alta e calças jeans, gesticulando para a plateia. Em um telão gigante ao fundo, a imagem principal é de uma mão segurando o primeiro modelo do iPhone em close-up.
Primeiro iPhone foi lançado em 2007 (imagem: reprodução/Getty Images)

Ainda assim, a Apple pode não ser a primeira a usar a tecnologia LOFIC. Segundo o leaker yeux1122, fabricantes chinesas como Honor, Xiaomi e Huawei planejam adotar o recurso em 2026, usando sensores da Sony. OPPO e Vivo (Jovi, no Brasil) também estariam desenvolvendo modelos com LOFIC para o próximo ano.

Contudo, a gigante de Cupertino pode ser a primeira a aplicá-la em um sensor próprio. A chegada da tecnologia ao iPhone em 2027 reforça os relatos de que a Apple trabalha nisso, reduzindo a dependência da Sony. De acordo com publicações no Weibo, o projeto já estaria em fase de testes em protótipos de hardware.

Apple pode estrear sensor de câmera próprio em iPhone comemorativo

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Câmera do iPhone 15 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple patente de sensor (imagem: reprodução/YMCinema)

iPhone 18 Pro pode estrear conexão 5G via satélite

24 de Outubro de 2025, 14:47
Imagem mostra um close-up na tela do iPhone 12, com foco na conexão 5G
Nova tecnologia superaria os atuais limites de conexão via satélite (imagem: James Yarema/Unsplash)
Resumo
  • O iPhone 18 Pro pode ter conexão 5G via satélite em 2026, eliminando a dependência de torres terrestres.
  • A Apple pode colaborar com a SpaceX para viabilizar a tecnologia com ajuda da Starlink, segundo o site The Information.
  • Outros rumores sugerem que o lançamento dos modelos premium aconteceria em 2026, enquanto os modelos de entrada chegariam em 2027.

A Apple pode trazer suporte completo à internet 5G via satélite no futuro iPhone 18 Pro. A função permitiria aos dispositivos acessar redes 5G sem depender de torres terrestres, garantindo internet mesmo em áreas sem cobertura de celular ou Wi-Fi.

Segundo o site The Information, os primeiros a receber a tecnologia seriam os modelos premium de 2026: além do iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e o possível iPhone dobrável. Atualmente, não há nenhum serviço que ofereça internet 5G via satélite diretamente para um smartphone.

Os serviços de satélite que operam nos iPhones a partir do 14 usam a rede da Globalstar, mas apenas para SOS de Emergência, app Buscar, mensagens limitadas e assistência em viagem.

De forma semelhante, o serviço “T-Satellite” da T-Mobile nos EUA, baseado na rede Starlink da SpaceX, restringe-se a mensagens de texto, sem acesso a dados de internet. O site sugere que, a longo prazo, os iPhones poderão atingir internet 5G via satélite diretamente.

Acordo entre Apple e SpaceX pode viabilizar o projeto

Os rumores sugerem que um acordo entre a Apple e a SpaceX, de Elon Musk, poderia “voltar a ser discutido”, apesar de um relacionamento historicamente difícil entre as duas empresas. Há poucos meses, o bilionário processou a big tech e a OpenAI por suposto favorecimento na App Store.

Contudo, o The Information destaca que a SpaceX já adicionou suporte ao mesmo espectro de rádio usado pela Apple em seus recursos de satélite atuais. Além disso, o site lembra que o presidente da Globalstar, Jay Monroe, teria discutido a venda da empresa, e seu último relatório trimestral alertou que a perda de um grande cliente, como a Apple, teria um “impacto adverso” nas finanças.

A intenção da Apple de oferecer suporte completo à internet 5G via satélite em 2026 também sugere uma expansão da capacidade de rede — algo que a Starlink, da SpaceX, poderia fornecer.

Foto em preto e branco de Elon Musk, ao lado da marca da Starlink. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog"
Apple pode usar Starlink para expandir capacidade de rede (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 18 base só em 2027?

Segundo o analista Ming-Chi Kuo, conhecido por vazar informações da Apple, a empresa teria planejado lançar a próxima geração de iPhones em duas fases. A primeira, em setembro de 2026, incluiria os modelos premium — iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e o suposto iPhone dobrável, além de uma possível segunda geração do iPhone Air.

Já a segunda fase, prevista para março de 2027, contemplaria os modelos de entrada, como o iPhone 18 padrão e um possível iPhone 18e. Se o rumor da internet 5G via satélite se confirmar, a funcionalidade seria inicialmente exclusiva das versões premium.

iPhone 18 Pro pode estrear conexão 5G via satélite

iPhone 12 conectado no 5G (imagem: James Yarema/Unsplash)

Elon Musk é o acionista controlador da Starlink (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Xbox: próxima geração pode ser híbrido de PC e console

22 de Outubro de 2025, 15:49
Imagem mostra múltiplos consoles Xbox Series S brancos e um Xbox Series X preto, juntamente com seus respectivos controles sem fio, dispostos sobre um fundo verde brilhante. O Xbox Series X preto está no centro, em destaque, com um controle preto ao lado. O logo da Xbox é visível em cada console e controle. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Próximo Xbox pode ser híbrido de console e PC (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Próximo Xbox pode ser híbrido de PC e console, rodando Windows e com foco em serviços de jogos.
  • O caminho foi sugerido pela presidente da divisão Xbox, Sarah Bond, durante uma entrevista.
  • A Microsoft já fechou parceria com a AMD para criar chips para um portfólio de dispositivos, incluindo um console.

O futuro do Xbox continua sendo um dos mais polêmicos (e misteriosos) da indústria, mas a Microsoft já está começando a iluminar esse caminho. Ontem (21/10), a presidente da divisão, Sarah Bond, sugeriu que a próxima geração do videogame pode abandonar a tradição e se aproximar de um híbrido entre console e PC.

A declaração foi dada por Bond em entrevista ao canal Mashable, na qual falou sobre o novo Xbox Ally X, console portátil que se esgotou poucas horas após a abertura da pré-venda. Ao ser questionada sobre os rumores de que o próximo Xbox seria mais parecido com um PC, a executiva sutilmente concordou.

“Posso dizer que você está certo, que o console da próxima geração será uma experiência muito premium, muito sofisticada e curada”, afirmou. “Você está começando a ver um pouco do nosso pensamento neste portátil [o Ally X], mas não quero entregar tudo”.

Estratégia atual indica novos rumos

Conforme observa o The Verge, a fala de Bond reforça a tese de que o próximo Xbox será “movido a Windows” e não ficará “preso a uma única loja”. A menção ao Ally X como um vislumbro do futuro pode ser uma evidência do foco em flexibilidade.

Essa aparente mudança de estratégia se conecta a várias movimentações recentes da Microsoft. Conforme noticiamos no Tecnoblog, a empresa lida com o desempenho fraco na venda de hardware e, ao mesmo tempo, crescimento do setor de serviços, impulsionado pelo Game Pass.

Em junho, a Microsoft fechou uma parceria de “vários anos” com a AMD. O acordo prevê a criação de chips para um “portfólio de dispositivos”, além de um console. A Microsoft também tem investido pesado para fortalecer o ecossistema no PC.

Em setembro, por exemplo, a empresa liberou uma atualização para o app Xbox no Windows que unifica bibliotecas de outras lojas, como Steam e Epic Games, centralizando a experiência do jogador. Contudo, reformulou o Game Pass e anunciou um reajuste agressivo, no qual praticamente dobrou o valor do plano Ultimate no Brasil.

Mudança de foco

Imagem em fundo preto com diversas capas de games disponíveis no GamePass e dispositivos Xbox no canto
Estratégia atual da Microsoft foca no Game Pass (imagem: divulgação/Xbox)

O Xbox já passou por pelo menos duas fases na última década. Em 2013, o Xbox One tentava transformar a plataforma em um hub de entretenimento doméstico completo. Isso incluía TV ao vivo e o finado Kinect. Sem grande sucesso, a empresa ajustou o rumo com o Series X/S, usando o Game Pass como centro da estratégia.

A partir dali, o serviço de assinatura, que cresceu 13% no quarto trimestre fiscal desse ano, passou a concentrar os grandes lançamentos da Microsoft e reforçou a ideia de que o Xbox deixou de ser um console para ser um ecossistema. Além dos videogames portáteis ROG Xbox Ally, a companhia já lançou o app para dispositivos móveis, TVs, óculos de realidade virtual e até mesmo carros.

Xbox: próxima geração pode ser híbrido de PC e console

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Presidente da divisão Xbox indica que próximo console será mais flexível. Novo Xbox pode usar Windows e ter foco nos serviços de jogos.

Xbox Series X + Series S (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: divulgação/Xbox)

Galaxy S26 pode usar apenas chips Exynos

20 de Outubro de 2025, 13:54
Uma mão segura um smartphone Samsung de cor prateada contra um fundo azul. O aparelho possui um design premium com cantos retos e uma configuração de câmera traseira composta por quatro lentes dispostas verticalmente no canto superior esquerdo. O logo da Samsung está gravado na parte inferior traseira do dispositivo.
Sucessor do Galaxy S25 Ultra pode abandonar chipset Snapdragon (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung pode adotar o chip Exynos 2600 em toda a linha Galaxy S26, substituindo o Snapdragon.
  • Segundo a agência sul-coreana Yonhap, o Exynos 2600 terá litografia de 2 nm, CPU de dez núcleos ARM C1 e GPU Xclipse 950, com desempenho superior.
  • Se confirmada, esta seria a quinta mudança recente nos chipsets da linha Galaxy.

A Samsung pode equipar toda a linha Galaxy S26 com seu novo processador Exynos 2600. Segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap, será a primeira vez em quatro anos que o chipset será usado nos modelos Ultra (o último foi o Galaxy S22 Ultra).

Contudo, seria a quinta mudança recente no chipset da linha da Galaxy. Atualmente, a família S25 usa o SoC Snapdragon da Qualcomm em todos os aparelhos. Se confirmada a informação divulgada hoje (20/10), a mudança unificaria o Exynos, linha de processadores própria, como chipset padrão da fabricante em todos os mercados.

O que esperar do Exynos 2600?

Exynos 2600 promete superar chips da Apple e Qualcomm em IA e desempenho gráfico (imagem: divulgação)

De acordo com a agência, o Exynos 2600 será construído no processo de fabricação de 2 nanômetros (nm) da Samsung Foundry. O chip contaria com uma CPU de dez núcleos da série ARM C1 e uma GPU Xclipse 950, que utiliza a arquitetura RDNA da AMD, dando continuidade à parceria técnica entre as duas empresas. A produção em massa do componente estaria programada para começar no próximo mês.

A reportagem afirma que o salto de performance é substancial, com base em relatos de testes internos da empresa. A unidade de processamento neural (NPU), componente crucial para tarefas de inteligência artificial, seria seis vezes superior à do chip A19 Pro da Apple.

Em comparação com o mesmo processador da concorrente, o Exynos 2600 teria demonstrado um desempenho 15% superior em CPU multi-core e até 75% maior em GPU em determinados benchmarks.

Quando comparado ao rival direto no ecossistema Android, o Snapdragon 8 Elite Gen 5 da Qualcomm, o chip da Samsung também teria apresentado um desempenho de NPU 30% maior e de GPU até 29% superior.

Histórico controverso

Samsung Galaxy S21 com chip Exynos 2100
Exynos é a família de processadores criada pela Samsung (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

Ainda assim, a trajetória dos processadores Exynos é marcada por algumas controvérsias. Como lembra o SamMobile, relatos indicaram superaquecimento e desempenho inferior do Exynos 2200 da linha Galaxy S22 em relação ao Snapdragon equivalente.

Em resposta, a Samsung equipou globalmente o Galaxy S23 com o Snapdragon 8 Gen 2. Na linha S24, a empresa voltou a usar o Exynos 2400 nos modelos base e Plus em regiões fora dos EUA e China, incluindo o Brasil, mantendo o Snapdragon apenas no S24 Ultra.

Depois, a Samsung alterou novamente a abordagem com a linha Galaxy S25 e optou por equipar todos os modelos da série globalmente — versões base, Plus e Ultra — com o processador Snapdragon 8 Elite, unificando sua linha principal com um único fornecedor de chip em 2025.

Além do Exynos 2600, o Galaxy S26 Ultra pode trazer um novo design para as câmeras. Imagens compartilhadas pelo leaker Tarun Vats, conhecido por antecipar lançamentos da Samsung em sua conta no X, mostram as três lentes principais em uma ilha elevada na traseira do aparelho.

Galaxy S26 pode usar apenas chips Exynos

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Samsung pode abandonar de vez o chipset Snapdragon e usar chips de fabricação própria em toda a linha Galaxy S26.

Galaxy S25 Ultra é o principal lançamento da Samsung no primeiro semestre (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Samsung Galaxy S21 com chip Exynos 2100 (Imagem: Lucas Braga / Tecnoblog)

Funcionários da Apple estão preocupados com desempenho da nova Siri

20 de Outubro de 2025, 13:18
Apresentação da Siri na WWDC 2024
Siri deverá ficar mais “esperta” a partir de 2026 (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • A nova Siri da Apple está atrasada e deve ser lançada em março de 2026 com o iOS 26.4.
  • Problemas de desempenho estão levando à saída de engenheiros da divisão de IA da Apple.
  • A assistente não atingiu o padrão de qualidade esperado, segundo o executivo Craig Federighi.

Engenheiros de software da Apple estão preocupados com o desempenho da nova versão da Siri, segundo a Bloomberg. Ela deve estrear entre março e abril de 2026, com o lançamento do iOS 26.4, e trazer novas habilidades de inteligência artificial. As informações são do jornalista Mark Gurman, que acompanha os bastidores da fabricante do iPhone.

Gurman indica que os problemas com a IA estão levando à saída de nomes importantes dessa divisão da empresa. Por outro lado, isso não parece ser uma questão para os consumidores: números preliminares indicam que o iPhone 17 foi bem aceito entre o público, com bom desempenho comercial nos primeiros dias após o lançamento.

O que está acontecendo com a nova Siri?

Gurman não detalha quais são os problemas técnicos envolvendo a Siri. O site Macworld especula algumas possibilidades, como erros de compreensão ou dificuldades para processar o contexto dos comandos.

As informações sobre a preocupação dos usuários vêm logo depois de que a empresa ampliou o acesso à nova versão da assistente, ainda em desenvolvimento. Em setembro de 2025, surgiu a notícia de que a Apple criou um aplicativo separado para rodar a Siri, voltado apenas para testes internos, como forma de agilizar o processo.

Assistente não atingiu padrão de qualidade, diz executivo

A Siri repaginada foi anunciada na WWDC 2024, em junho daquele ano. A Apple prometeu que a assistente seria capaz de verificar o que está na tela, checar o contexto pessoal e controlar apps. Com isso, seria possível, por exemplo, pedir informações sobre o voo de uma pessoa e quais eram os planos para o almoço — a assistente seria capaz de acessar o Mail e o Mensagens para executar a tarefa.

O planejamento inicial era colocar essa Siri no iOS 18.4, lançado em março de 2025, mas a Apple desistiu de incluir esses recursos no update — o que rendeu até mesmo uma acusação por propaganda enganosa na Justiça dos Estados Unidos. Segundo o executivo Craig Federighi, houve um problema de qualidade: a assistente não se mostrou confiável o suficiente para os padrões da marca.

Com informações do MacRumors e do Macworld

Funcionários da Apple estão preocupados com desempenho da nova Siri

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Empresa prometeu assistente capaz de acessar apps e entender contextos, mas ferramenta está atrasada e só deve chegar em março de 2026

Siri deverá ficar mais "esperta" a partir de 2025 (imagem: reprodução/Apple)

Galaxy S26 Ultra pode ganhar novo design nas câmeras

16 de Outubro de 2025, 12:48
Imagem mostra dois smartphones vistos de ângulos diferentes, ambos dentro de capinhas pretas. As capinhas têm bordas reforçadas e uma grande abertura para o conjunto de câmeras, que se destaca em uma moldura metálica elevada. No topo da imagem, lê-se “Drop Protection” e “Full coverage”. Há também a marca d’água “@tarunvats33” sobreposta na parte inferior central.
Módulo elevado é novidade do Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Tarun Vats)
Resumo
  • O Galaxy S26 Ultra pode ter um novo design de câmeras com uma ilha elevada, semelhante à linha Galaxy A.
  • Rumores indicam tela AMOLED de 6,9 polegadas, chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 ou Exynos 2600 e carregamento de até 60 W.
  • A linha Galaxy S26 deve ser lançada entre janeiro e fevereiro de 2026.

Uma imagem de um case para o Galaxy S26 Ultra indica que o próximo smartphone topo de linha da Samsung pode receber um novo design no módulo de câmeras. As três lentes principais do aparelho ficariam em uma ilha, mais alta que o resto da traseira do celular.

As imagens foram compartilhadas pelo “vazador” Tarun Vats, que geralmente adianta informações de produtos da Samsung em sua conta do X. O case em questão não seria oficial da Samsung, então é possível que esse design seja diferente do produto final.

Como é o novo módulo de câmeras do Galaxy S26 Ultra?

Imagem mostra dois smartphones vistos de ângulos diferentes, ambos dentro de capinhas pretas. As capinhas têm bordas reforçadas e uma grande abertura para o conjunto de câmeras, que se destaca em uma moldura metálica elevada. No topo da imagem, lê-se “Drop Protection” e “Full coverage”. Há também a marca d’água “@tarunvats33” sobreposta na parte inferior central.
Modelo deve chegar nos primeiros meses de 2026 (imagem: reprodução/Tarun Vats)

Nas imagens, dá para ver que as três maiores lentes do Galaxy S26 Ultra ficariam alinhadas na vertical, em um módulo sobressaltado da mesma cor do smartphone, com bordas circulares. Ao lado dessa ilha, ficam mais duas lentes e o LED usado como flash e lanterna.

O módulo de câmeras mais alto já foi usado pela Samsung em aparelhos da linha Galaxy A, como o A56, o A36 e o A26. Neles, porém, essa parte da traseira é de cor diferente do resto do celular.

A organização das câmeras é praticamente idêntica à do Galaxy S25 Ultra. A diferença é que, no modelo atual, a ilha não existe, e apenas as lentes ficam mais elevadas em relação à traseira do celular.

O S25 Ultra conta com uma câmera principal de 200 megapixels, uma teleobjetiva de 10 megapixels com zoom óptico de 3x, uma periscópica de 50 megapixels com zoom óptico de 10x e, por fim, uma ultrawide de 50 megapixels. A quinta lente é, na verdade, um laser usado no foco automático.

Quais são os outros rumores sobre o Galaxy S26 Ultra?

Em vazamentos e renderizações anteriores, o Galaxy S26 Ultra apareceu com laterais planas e cantos arredondados. Os botões de ligar/bloquear a tela e controlar o volume estão na direita do aparelho.

Além disso, há algumas informações preliminares sobre possíveis especificações técnicas:

  • Tela AMOLED de 6,9 polegadas com aperfeiçoamentos no brilho e na precisão de cor
  • Tecnologia que imita uma película de privacidade quando ativada
  • Chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 ou Exynos 2600, dependendo da região
  • Câmera com algumas melhorias em relação ao modelo atual, incluindo uma teleobjetiva com zoom óptico de 5x
  • Carregamento de até 60 W
  • Cor laranja vibrante
  • Ímãs no padrão Qi2 de carregamento sem fio

A linha Galaxy S26 deve ser apresentada entre janeiro e fevereiro de 2026, como já se tornou tradição na Samsung.

Com informações do SamMobile e do Phandroid

Galaxy S26 Ultra pode ganhar novo design nas câmeras

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Imagem de case para o futuro aparelho revela ilha de câmeras elevada, com visual semelhante ao encontrado na linha Galaxy A

Módulo elevado é novidade da linha Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Tarun Vats)

iPhone 18 Pro pode ter câmera com abertura variável

16 de Outubro de 2025, 12:24
Foto de close-up em estúdio, em fundo preto, mostrando o canto superior traseiro de um iPhone 17 Pro na cor laranja-cobre fosca.
iPhone 17 Pro tem câmera com lente fixa (imagem: divulgação)
Resumo
  • O iPhone 18 Pro e Pro Max, previstos para 2026, podem trazer câmera com abertura variável, substituindo o mecanismo de lente fixa atual.
  • A abertura variável ajusta automaticamente a entrada de luz, melhorando fotos em diferentes condições de iluminação.
  • Samsung já testou a tecnologia no Galaxy S9, mas descontinuou, enquanto a Huawei recentemente anunciou o Pura 80 Ultra, que traz o recurso.

A Apple pode adotar um recurso de câmera que outras fabricantes de smartphones já exploraram: a abertura variável. Segundo o portal sul-coreano ETNews, a tecnologia deve estrear nos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, previstos para o segundo semestre de 2026.

O sistema substituiria a atual lente principal de abertura fixa (f/1.78) por um mecanismo capaz de ajustar a entrada de luz automaticamente, conforme o ambiente. Em locais escuros, a câmera abriria mais o diafragma para capturar imagens nítidas, enquanto em áreas bem iluminadas reduziria a abertura para evitar superexposição.

A tecnologia foi testada antes e não emplacou. O Galaxy S9, lançado em 2018, trouxe abertura variável e parecia ter feito sucesso à época. Desde então, a Samsung descontinuou o recurso por conta do custo elevado e espessura dos aparelhos, e escolheu aumentar o número de câmeras nos modelos seguintes.

O que mudaria?

Imagem mostra iPhones expostos em uma mesa de madeira dentro de uma loja da Apple. Cada aparelho está preso a um suporte de metal com base circular branca, usada para carregamento MagSafe. O iPhone em destaque é alaranjado e está em primeiro plano, com outros modelos alinhados ao fundo sob iluminação de teto difusa.
Câmera do iPhone 17 Pro tem abertura fixa de f/1.78 (imagem: reprodução/Consomac)

De forma simples, a abertura variável permite que a lente se adapte a diferentes condições de luz — algo comum em câmeras profissionais, mas raro em smartphones. A tecnologia oferece controle sobre o quanto do cenário aparece em foco (profundidade de campo), algo útil tanto para retratos quanto para paisagens.

Até agora, todos os modelos Pro do iPhone, do 14 ao 17, mantiveram a abertura fixa de f/1.78. Segundo o ETNews, se o rumor se confirmar, a Apple deverá usar componentes da LG Innotech e da Foxconn, enquanto Luxshare ICT e Sunny Optical seriam responsáveis pelos atuadores que movem a lente.

O analista Ming-Chi Kuo, conhecido por antecipar informações sobre a Apple, já havia citado o recurso em 2023, prevendo sua estreia justamente na linha iPhone 18. De acordo com o MacRumors, a empresa também pode apresentar o iPhone Air 2 e o primeiro iPhone dobrável no mesmo evento.

Tecnologia não é inédita, mas pode ganhar fôlego

Close-up da parte traseira de um smartphone Huawei Pura 80 Ultra, destacando o módulo de câmeras com três lentes grandes em anéis dourados e acabamento metálico texturizado. Ao lado, há o flash e a inscrição “XMAGE”. O design aparece sobre superfície preta com linhas diagonais em relevo.
Huawei Pura 80 Ultra tem câmera com três sensores e quatro lentes (imagem: divulgação)

A ideia de uma lente com abertura ajustável não é nova. Além da Samsung em 2018, a Huawei ressuscitou o conceito no Pura 80 Ultra. O celular chegou ao Brasil na última terça-feira (14/10) por R$ 12.999.

Ele tem uma lente de abertura variável entre f/1.6 e f/4.0 e é considerado o smartphone com a melhor câmera do planeta, segundo o ranking DxOMark. O Huawei Pura 80 Ultra usa o recurso para equilibrar luz e contraste em diferentes cenários e consegue oferecer efeitos de profundidade mais realistas.

Embora a mudança pareça pequena, a Apple pode adotar a abertura variável para melhorar fotos em ambientes mistos. Segundo o 9to5Mac, o recurso traria benefícios para quem deseja filmar a 24 fps sob luz intensa.

Na prática, não se espera que a Apple entregue um controle de profundidade comparável a câmeras DSLR, já que os sensores do iPhone continuam menores. Ainda assim, a nova lente deve representar um salto técnico relevante, com impacto direto na qualidade das imagens.

iPhone 18 Pro pode ter câmera com abertura variável

iPhone 17 Pro laranja (imagem: Divulgação/Apple)

iPhones ficam suspensos em bases com MagSafe nas lojas da Apple (imagem: reprodução/Consomac)

Huawei Pura 80 Ultra tem câmera com três sensores e quatro lentes (imagem: divulgação)

Samsung: One UI 8.5 pode reduzir internet para economizar bateria

14 de Outubro de 2025, 13:03
Imagem mostra um smartphone Samsung sendo segurado em uma mão, com as opções de bateria na tela. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog".
One UI 8.5 pode introduzir função que poupa bateria durante baixo uso (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)
Resumo
  • A One UI 8.5 pode ganhar uma nova função que ajustará o desempenho da rede via IA, analisando hábitos do usuário para economizar bateria.
  • O recurso usaria a Personal Data Intelligence, que processa dados localmente, sem envio para a nuvem.
  • Segundo rumores, a próxima atualização de interface da Samsung deve trazer mais soluções de IA para conectividade e rede.

Um novo recurso de economia de energia para celulares e tablets Galaxy pode chegar em breve. Dessa vez, o foco seria limitar, de forma inteligente, a performance da rede para poupar bateria. A novidade, chamada de “Network Battery Saver” (Economia de Bateria da Rede, em tradução livre), foi descoberta em linhas de código da futura interface One UI 8.5.

Segundo o site Android Authority, a função poderá reduzir o desempenho da rede quando o celular não estiver em uso. A ideia é que, assim como o carregamento inteligente, por exemplo, o aparelho diminua a velocidade de conexão para evitar o consumo desnecessário de bateria com atividades em segundo plano.

Economia de rede inteligente

Um smartphone com tela escura, sendo segurado em uma mão, exibe informações sobre a bateria. No topo, a hora "14:54" e ícones de notificação são visíveis. A palavra "Bateria" está centralizada na parte superior da tela. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Economia de rede funcionaria como funcionalidades de carregamento inteligente (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)

O diferencial do novo recurso seria o uso de inteligência artificial para decidir quando agir. O código indica que o “Network Battery Saver” dependerá de outra tecnologia da Samsung, a “Personal Data Intelligence”, sistema que já existe nos aparelhos Galaxy para analisar a atividade do usuário diretamente no dispositivo, aprendendo hábitos e rotinas.

Com base no aprendizado, a nova função de economia de energia poderá identificar padrões, como os horários em que o usuário costuma dormir ou os locais que frequenta (como a casa e o trabalho), para aplicar os limites de rede de forma automática e personalizada.

O sistema da Samsung processa esses dados localmente, sem enviá-los para a nuvem. Segundo a descrição encontrada, o usuário poderá gerenciar quais aplicativos e serviços têm permissão para usar o tratamento de dados pessoais.

One UI 8.5 com muita IA para rede

Há poucas semanas, mais vazamentos reforçaram o foco em inteligência artificial para os sistemas de rede dos aparelhos da marca. Recursos encontrados em versão de testes do sistema identificaram tecnologias para decidir com mais eficácia quando alternar entre dados móveis e Wi-Fi.

Além disso, a atualização no sistema operacional deve aprimorar a gestão de rede por IA, priorizando o tráfego de dados de apps que dependem de maior estabilidade, como jogos online e videochamadas.

A One UI 8.5 tem previsão de lançamento para o próximo ano, mas pode começar a liberar a versão beta já em novembro. Além dessas funcionalidades, ainda deve incluir outras novidades, como resumos de notificações por IA e mais funções de privacidade.

Samsung: One UI 8.5 pode reduzir internet para economizar bateria

(foto: Paulo Higa/Tecnoblog)

Porcentagem de bateria em celular Galaxy M31 (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)

Galaxy S26 pode copiar a cor marcante do iPhone 17

8 de Outubro de 2025, 11:49
Foto de close-up em estúdio, em fundo preto, mostrando o canto superior traseiro de um iPhone 17 Pro na cor laranja-cobre fosca.
Apple lançou o iPhone 17 Pro com uma nova cor laranja (imagem: divulgação/Apple)
Resumo
  • O Galaxy S26 Ultra pode ter uma versão em laranja vibrante, parecida com o iPhone 17 Pro, segundo um possível vazamento no Reddit.
  • A marca costuma lançar edições coloridas, mas o design final da nova linha pode ser diferente das imagens vazadas.
  • Outros rumores sugerem que a Samsung planeja adotar soluções inspiradas na Apple, como um sistema magnético tipo MagSafe.

O Galaxy S26 Ultra pode ser lançado em uma nova cor laranja vibrante. É o que mostra um possível vazamento no Reddit, que revela a parte traseira do aparelho da Samsung. A tonalidade chama a atenção por ser semelhante à do iPhone 17 Pro, lançado pela Apple há um mês.

A imagem mostra três mockups do que seriam os novos aparelhos da fabricante sul-coreana, nas cores prata, dourado e laranja. Contudo, o rumor é de um usuário do Reddit, sem histórico de vazamentos na indústria de tecnologia.

Foto que exibe a traseira de três possíveis Galaxy S26, mostrando opções de cores. Da esquerda para a direita, os celulares são: prata, laranja-cobre fosco e dourado (champanhe). Todos os três aparelhos têm o mesmo design.
Vazamento de suposto Galaxy S26 na cor laranja vibrante (imagem: reprodução/Reddit)

Na própria postagem, a reação foi negativa. Alguns apontaram a semelhança com o Laranja Cósmico da Apple, acusando a marca de imitar a sua principal rival. Um dos comentários diz que a cor “deve ser uma piada”.

A Samsung tem histórico de lançar versões em cores vibrantes e exclusivas, frequentemente vendidas apenas em sua loja online. A linha Galaxy S24, por exemplo, contou com uma versão Titânio Laranja no modelo Ultra e uma variação semelhante nos modelos base e Plus.

Foto de estúdio de fundo escuro, mostrando dois Galaxy S24 Ultra de perfil, lado a lado. O aparelho à esquerda, com a traseira na cor laranja-cobre fosca e bordas prateadas, exibe quatro lentes de câmera alinhadas verticalmente e um sensor menor, com as lentes ligeiramente saltadas.
Galaxy S24 Ultra na cor Titânio Laranja (imagem: divulgação/Samsung)

Mas, por enquanto, vale encarar o vazamento com cautela. As chamadas “dummy units” — versões de teste ou mockups — costumam aparecer meses antes do lançamento oficial e, em muitos casos, exibem apenas conceitos preliminares. As cores mostradas raramente refletem o visual final do produto.

Se comprovado, é possível que a Samsung esteja apenas testando internamente paletas de cores diferentes. Até o momento, a empresa não emitiu nenhum comunicado sobre o vazamento relacionado ao Galaxy S26 Ultra.

Samsung pode copiar outras soluções do iPhone

Rumores indicam que a Samsung pode adotar mais soluções inspiradas na Apple. Uma delas envolve reposicionar — e possivelmente aumentar — as antenas de comunicação por proximidade (NFC) no Galaxy S26, oferecendo uma experiência do Samsung Wallet mais próxima à do Apple Pay.

Também há rumores da adoção de um sistema magnético semelhante ao MagSafe na linha Galaxy S26. Vários modelos Galaxy já suportam o padrão Qi2 de recarga sem fio, mas o processo ainda não utiliza ímãs.

A inclusão dessa tecnologia nas próximas gerações facilitaria o alinhamento da recarga e permitiria o uso de acessórios magnéticos, como ocorre nos iPhones.

Com informações do Android Authority

Galaxy S26 pode copiar a cor marcante do iPhone 17

iPhone 17 Pro laranja (imagem: Divulgação/Apple)

Apple pausa projeto de Vision Pro mais barato e aposta em óculos com IA

2 de Outubro de 2025, 16:00
Apple Vision Pro na sede da Apple nos Estados Unidos (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Apple Vision Pro na sede da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple pausou o projeto do Vision Pro mais barato para focar em óculos com IA, concorrendo com o Ray-Ban Meta.
  • Dois modelos de óculos estão em desenvolvimento: um sem tela, conectado ao iPhone, previsto para 2027; outro com tela, planejado para 2028.
  • Ambos os modelos usarão IA e interação por voz, com recursos como monitoramento de saúde e câmeras.

A Apple pausou o desenvolvimento de uma versão mais barata e leve do headset Vision Pro. Os recursos que estavam sendo usados serão direcionados para trabalhar em óculos com inteligência artificial, que seriam concorrentes do Ray-Ban Meta.

As informações são do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo a publicação, a mudança de planos foi anunciada internamente há cerca de uma semana, de acordo com fontes que não podem revelar suas identidades.

Apple Vision Pro
Com preço nas alturas, Vision Pro não empolgou (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple prepara dois modelos de óculos

De acordo com a reportagem, a marca da maçã está trabalhando em dois modelos de óculos com IA. O primeiro deles, que recebeu o codinome N50, viria sem tela e funcionaria conectado ao iPhone. Ele pode ser anunciado em 2026 e chegar às lojas em 2027.

O outro modelo teria uma tela nas lentes. O planejamento inicial era lançá-lo em 2028, mas a empresa quer acelerar o cronograma de desenvolvimento, segundo as fontes ouvidas.

Em comum, os dois dependeriam de inteligência artificial e interação por voz para funcionar, áreas em que a Apple enfrentou dificuldades nos últimos anos — a Apple Intelligence demorou para ser lançada, e a Siri com capacidades expandidas nem mesmo chegou aos celulares.

Outras características seriam variedade de estilos, um novo chip, alto-falantes para áudio, recursos de monitoramento de saúde e câmeras para fotos e vídeos.

Meta é referência na área

Os dois modelos chegariam para concorrer com produtos da Meta, talvez os óculos smart mais famosos do mercado. O primeiro dispositivo da empresa de Mark Zuckerberg, o Ray-Ban Meta, chegou às lojas em 2021.

Em setembro de 2025, a companhia atualizou seu aparelho e expandiu a disponibilidade — o produto chegou oficialmente ao mercado brasileiro pela primeira vez, com preços sugeridos começando em R$ 3.299.

A principal novidade, porém, foi o Ray-Ban Meta Display, que conta com uma pequena tela translúcida. Ela pode ser usada para visualizar notificações, mensagens e mapas, por exemplo. Além do controle por voz, ele conta com uma pulseira que identifica impulsos cerebrais para mover os dedos e pode ser usada para comandar a interface.

Apple pausa projeto de Vision Pro mais barato e aposta em óculos com IA

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Produtos em estudo miram concorrência direta com os óculos da Meta, que ganharam versão com tela translúcida e chegaram ao Brasil em 2025

Apple Vision Pro na sede da Apple nos Estados Unidos (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple Vision Pro: headset VR e bateria (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Samsung: One UI 8.5 pode usar IA para otimizar conectividade

26 de Setembro de 2025, 17:27
Tela de intalação da One UI 8
One UI 8 chegou à linha Galaxy no Brasil nesta semana (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A One UI 8.5 da Samsung pode usar IA para otimizar a troca entre Wi-Fi e dados móveis.
  • Segundo rumores, a versão pode ter um recurso para alternar as conexões automaticamente e outro que aprende a rotina do usuário.
  • A atualização incluiria também o Modo de Prioridade de Dados em Tempo Real, que favorece jogos e videochamadas.

Vazamentos de uma suposta versão de testes da One UI 8.5 indicam que a Samsung deve implementar novos recursos de inteligência artificial para aprimorar até mesmo a conectividade dos celulares Galaxy. Entre as principais novidades, estão a introdução de duas funções para tornar mais estável a transição entre redes Wi-Fi e dados móveis.

Os recursos, revelados pelo portal SammyGuru a partir de uma versão de testes do sistema, focam em soluções de IA: Intelligent Link Assessment (Avaliação Inteligente de Link, em tradução livre) e Intelligent Network Switch (Troca de Rede Inteligente). A tecnologia pode aprender com os hábitos do usuário, como já ocorre com a gestão da bateria.

Os rumores sobre a nova atualização da interface começam poucos dias após o início da distribuição da One UI 8, baseada no Android 16, pela Samsung. Os primeiros smartphones começaram a receber a versão em 18 de setembro, seguindo um cronograma de atualizações que deve ir até o fim de outubro.

Como a IA deve melhorar a conexão?

Captura de tela com duas funcionalidades de IA ativadas nas configurações de um smartphone da Samsung
Opções com novas funcionalidades de IA aparecem em build de teste (imagem: reprodução/SammyGuru)

Segundo o SammyGuru, a ideia dos novos recursos seria tornar o gerenciamento de rede dos aparelhos mais proativo e menos dependente de uma simples análise de força do sinal. Sendo assim, novas funções podem funcionar da seguinte forma:

  • Avaliação Inteligente de Link: a IA aprenderá com os dados de conexão Wi-Fi para decidir de forma mais eficaz quando é o momento certo de alternar para os dados móveis. Com isso, pode evitar quedas bruscas de velocidade ou instabilidade.
  • Troca de Rede Inteligente: analisa o histórico de trocas de rede com base na rota de deslocamento do usuário. Por exemplo, se o usuário sempre perde o sinal do Wi-Fi ao sair de casa e entrar no elevador, o celular aprenderá esse padrão e poderá antecipar a troca para os dados móveis.

Se comprovadas, as melhorias devem proporcionar uma experiência de uso mais fluida, na qual o smartphone gerencia a conectividade de forma autônoma, sem que o usuário perceba as transições.

Mais controle para jogos e videochamadas

Captura de tela de configurações de conectividade de um smartphone da Samsung
Configurações de conectividade promoverá maior estabilidade em tempo real (imagem: reprodução/SammyGuru)

Além da gestão de rede por IA, a One UI 8.5 traria de volta uma função aprimorada para quem precisa de estabilidade em tempo real. Trata-se do Realtime Data Priority Mode (Modo de Prioridade de Dados em Tempo Real).

Essa função permitiria ao sistema priorizar o tráfego de dados de aplicativos como jogos online e videochamadas. Nota-se, entretanto, que um recurso similar já existe na One UI 8, sob o nome “Priorizar Dados em Tempo Real”.

Com essa opção ativada, tarefas em segundo plano, como atualizações de aplicativos ou downloads, teriam a prioridade reduzida. Isso garantiria que a maior parte da largura de banda fosse dedicada a aplicações sensíveis à latência, evitando lags e travamentos.

O rumor também aponta a remoção do recurso Wi-Fi Seguro, que criptografa o tráfego em redes públicas, mas reforça que pode ser uma mudança temporária, por se tratar de uma versão inicial. Ainda não há uma data oficial de lançamento para a One UI 8.5, mas a atualização é aguardada para os próximos meses.

Samsung: One UI 8.5 pode usar IA para otimizar conectividade

One UI 8 chega à linha Galaxy S25 no Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/SammyGuru)

(imagem: reprodução/SammyGuru)
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