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Novo Galaxy Z Fold em formato passaporte surge em vazamento

28 de Abril de 2026, 06:19
Peças mostram estrutura dos novos Galaxy Z Fold 8, Z Fold 8 Wide (meio) e Z Flip 8 (imagem: reprodução/X/Sonny Dickson)
Resumo
  • Os novos Galaxy Z Fold podem ter versão com estrutura de “passaporte”, e possível design aparece em vazament.
  • O novo modelo terá dimensões de 129 x 82,2 x 9,8 mm quando fechado e largura de 161,4 mm com a tela expandida, com proporção 4:3.
  • O Galaxy Z Fold 8 Wide terá capacidade de recarga a 45 Watts e carregamento por indução, seguindo o padrão Qi2, e pode ser uma nova aposta da Samsung após o descontinuamento do Galaxy Z Trifold.

A Samsung deve lançar uma nova opção de Galaxy Z Fold na próxima geração de celulares dobráveis, e seu design pode já ter sido revelado. O rumor, que já circulava na Internet há algum tempo, ganhou força após o vazamento de uma imagem que compara as três diferentes estruturas dos Z Fold 8, Z Flip 8 e a novidade, o suposto Z Fold 8 Wide.

A foto foi divulgada pelo jornalista Sonny Dickson, que costuma divulgar vazamentos da indústria. As peças não chegam a ser protótipos, já que mostram apenas como devem ser as carcaças, mas dão indícios das novidades.

Primeiro, o tamanho, de comprimento menor em relação ao Fold 8, mas com largura maior para um display em proporção 4:3, além da presença de duas câmeras traseiras. Segundo o próprio leaker, a expectativa é de seguir o tamanho do também aguardado iPhone Fold.

Vale lembrar que o modelo Wide já havia sido confirmado pela certificação que passou na China no mercado chinês. A recarga seria de 45 Watts, conforme levantado pelo site SammyGuru.

Galaxy Z TriFold não funcionou e acabou descontinuado, mas proposta de tela maior pode se manter com novo Z Fold Wide (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Formato passaporte é nova aposta após TriFold

Com a novidade do Z Fold 8 Wide, a Samsung pode ter uma nova chance após a vida curta do Galaxy Z Trifold, lançado em dezembro, testado pela mídia especializada em janeiro e encerrado em março. Apesar da proposta inovadora, o dispositivo com duas dobras apresentou falhas em testes e foi danificado facilmente ao ter contato com areia.

Mantendo a proposta de aumentar o visor na linha dobrável, o novo modelo terá uma tela maior quando aberto, com proporção 4:3. Já fechado, o celular terá uma estrutura semelhante a uma carteira ou passaporte, menor que o Z Fold 8.

Novo Z Fold 8 Wide é menor, mas mais largo. Isso permite um display em 4:3 quando aberto (imagem: reprodução/X/Sonny Dickson)

O site SamMobile aponta dimensões de 129 x 82,2 x 9,8 mm quando fechado, chegando à largura de 161,4 mm e, espessura de 4,3 mm com a tela expandida. As informações foram divulgadas pelo perfil Ice Universe.

Novas imagens revelam carga por indução e duas câmeras

As fotos revelam outros detalhes. Na parte traseira, estão presentes o jogo de câmeras, com três lentes no Z Fold 8 e duas no Z Fold 8 Wide, além de anéis característicos de carregamento por indução. Segundo o The Verge, seria o Qi2, uma novidade para a Samsung, mas já presente em outros dobráveis do mercado, como o Pixel 10 Pro Fold, do Google, e o Pura X Max, da Huawei.

A princípio, apesar da certificação para venda na China, ainda não há certeza de quando (e se) o aguardado Z Fold 8 Wide chegará ao mercado. Ainda assim, os rumores apontam para um lançamento em agosto.

Também tem os óculos inteligentes

Galaxy Glasses devem seguir exemplo de design do Ray-Ban Meta Glasses, com câmeras “escondidas” nas laterais das lentes (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Outro vazamento envolvendo um produto Samsung chamou atenção da mídia especializada. O estreante Galaxy Glasses pode chegar com uma proposta bem mais próxima à vista nos Ray-Ban Meta, com visual simples e câmeras pouco aparentes.

O modelo deve ser anunciado durante o Google I/O, marcado para maio, e já tem até uma faixa de preço estimada: entre US$ 379 e US$ 499 (R$ 1.895 e R$ 2.495, na cotação atual). Segundo o Android Headlines, o acessório terá chip Snapdragon AR1, câmeras Sony IMX681 de megapixels e bateria de 155 mAh. Uma versão mais moderna estaria nos planos para 2027, com display integrado à lente.

Novo Galaxy Z Fold em formato passaporte surge em vazamento

Galaxy Z TriFold (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Óculos smart da Meta vão te ajudar a fazer dieta

6 de Abril de 2026, 14:37
Óculos inteligentes da Meta ganham funcionalidade de rastreamento de nutrição (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Meta anunciou rastreamento de nutrição para os óculos Ray-Ban Meta e Oakley Meta.
  • O recurso usa foto ou voz para identificar alimentos e registrar dados no app Meta AI.
  • O sistema registra alimentos, responde perguntas sobre dieta e usa histórico alimentar e metas de saúde para gerar sugestões.
  • A Meta confirmou registro automático de alimentos em atualização futura.

A Meta anunciou uma atualização para Meta Ray-Ban e demais óculos inteligentes com um novo recurso de rastreamento de nutrição que deve facilitar quem usa o smartphone, por exemplo, para registrar refeições e quantidade de macronutrientes. Agora, esse registro é feito usando apenas a câmera ou comandos de voz.

A funcionalidade estará disponível inicialmente nos Estados Unidos para usuários maiores de 18 anos. A novidade chega primeiro aos modelos Ray-Ban Meta e Oakley Meta, enquanto a versão com display deve receber o suporte no decorrer deste verão no hemisfério norte. Não há previsão de lançamento no Brasil.

A última geração dos dispositivos, incluindo os modelos Wayfarer, Skyler, Headliner, HSTN e Vanguard, chegaram por aqui em 2025. Nas lojas oficiais da Ray-Ban e da Oakley, os óculos aparecem em valores entre R$ 3.499 e R$ 4.599.

Como funciona o rastreamento de nutrição?

O sistema utiliza IA para extrair detalhes nutricionais de fotos ou descrições feitas pelo usuário. Então, ele envia essas informações automaticamente para um log de alimentos dentro do app Meta AI. Com o tempo, a ferramenta cruzará esses dados para oferecer dicas e ajudar em escolhas mais saudáveis.

Além do registro, o usuário pode interagir com a IA para tirar dúvidas em tempo real. É possível perguntar, por exemplo, “o que devo comer para aumentar minha energia?”, e receber uma resposta baseada no histórico de alimentação e nos objetivos de saúde definidos no perfil.

A empresa também revelou planos para o futuro: com as próximas atualizações de software, os óculos serão capazes de identificar e registrar os alimentos de forma totalmente automática, sem que o usuário precise dar um comando específico.

Novas armações e funções de produtividade

captura de um vídeo. close no rosto de uma mulher negra utilizando um óculos inteligente ray-ban meta preto
Linha Ray-Ban Meta ganha novas armações para óculos de grau (imagem: reprodução/Ray-Ban)

No anúncio, a Meta também revelou a expansão da linha de hardware com novas opções focadas em que precisa de correção visual. Foram apresentados dois novos estilos de armação, Blayzer Optics e Scriber Optics, desenhados para suportar quase todos os tipos de lentes de grau com foco em conforto para o uso diário.

Além disso, os vestíveis receberam:

  • Resumos de mensagens do WhatsApp e a função de “recordar” detalhes de conversas via comando de voz, no programa de acesso antecipado.
  • Os modelos com display ganharam a possibilidade de ver Reels do Instagram, atalhos para o Spotify e novos jogos como o clássico 2048. Também foram adicionados widgets de clima, calendário e ações na tela inicial.
  • O recurso de tradução ao vivo será expandido para 20 idiomas, e a navegação para pedestres será liberada para todas as cidades dos EUA em maio.

Os novos modelos de grau já estão disponíveis em pré-venda no Brasil por R$ 3.899 no site da Ray-Ban.

Óculos smart da Meta vão te ajudar a fazer dieta

Ray-Ban Meta Gen 2 Wayfarer (imagem: divulgação)

Meta quer usar reconhecimento facial em óculos inteligentes

13 de Fevereiro de 2026, 13:24
Fotografia em close-up de um homem de pele clara e cabelos curtos usando óculos inteligentes com armação grossa e translúcida marrom.  Ele veste uma blusa verde e um cordão vermelho com o logotipo "Meta". O fundo apresenta uma parede azul e um espelho que reflete o ambiente. No canto inferior direito, está escrita a palavra "tecnoblog".
Meta quer identificar conhecidos e desconhecidos em tempo real (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta planeja lançar ainda este ano um sistema de reconhecimento facial para óculos inteligentes.
  • Segundo o New York Times, o sistema pretende identificar pessoas em tempo real, acessando informações biográficas.
  • A plataforma enfrenta críticas sobre privacidade, mas aposta no ambiente político dos EUA para minimizar a resistência ao novo recurso.

A Meta planeja adotar, ainda em 2026, um sistema de reconhecimento facial em seus óculos inteligentes produzidos em parceria com a EssilorLuxottica (dona da Ray-Ban e Oakley). O projeto, identificado internamente como “Name Tag”, pode permitir reconhecer pessoas em tempo real e acessar informações biográficas usando o Meta AI, assistente de inteligência artificial da empresa.

A informação é do jornal The New York Times, que obteve um documento interno sobre o projeto. De acordo com o arquivo, a Meta pretende aproveitar o atual “ambiente político dinâmico” dos Estados Unidos para lançar a tecnologia. A cúpula da empresa acredita que a atenção de críticos e grupos de defesa dos direitos civis estará voltada para outras pautas, o que reduziria a resistência ao novo recurso de monitoramento.

A segunda geração do Ray-Ban Meta é vendida no Brasil desde setembro do ano passado, por R$ 3.299.

Como funcionará o reconhecimento facial da Meta?

Mark Zuckerberg aparece de perfil no lado esquerdo de um palco iluminado, vestindo uma camiseta preta e calças cáqui, gesticulando enquanto fala. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Mark Zuckerberg apresenta o Ray-Ban Meta de segunda geração (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Fontes ligadas ao projeto revelam que a Meta explora atualmente dois níveis de identificação. O primeiro foca em reconhecer pessoas que já possuem conexão com o usuário nas plataformas da empresa, como amigos no Facebook ou seguidores em comum no Instagram. O segundo nível, considerado mais sensível, permitiria identificar desconhecidos, caso possuam perfis públicos nas redes sociais da companhia.

O objetivo seria transformar o Meta AI em um consultor social. Ao olhar para alguém em um evento, o usuário receberia dados básicos de forma discreta. Segundo o New York Times, essa é a novidade que Zuckerberg quer tornar um diferencial de mercado. Vale lembrar que a OpenAI já trabalha no desenvolvimento de hardwares próprios.

Além do Name Tag, o laboratório de hardware da Meta, o Reality Labs, trabalha no projeto “super sensor”. Esse dispositivo manteria câmeras e sensores operando o dia todo para registrar o cotidiano do usuário.

O sistema poderia, por exemplo, emitir lembretes de tarefas assim que o usuário fizesse contato visual com um colega de trabalho, cruzando a imagem facial com uma lista de pendências.

Projeto é antigo

Documentos internos indicam que a Meta considerou incluir a função já na primeira geração dos Ray-Ban Meta, em 2021, mas recuou devido a limitações técnicas e ao clima político desfavorável, conforme relatado pelo BuzzFeed News. O cenário mudou em janeiro de 2025, quando a Meta relaxou seus processos de revisão de riscos de privacidade.

Vale lembrar que a big tech possui um histórico financeiro pesado nesse setor: a empresa pagou uma multa recorde de US$ 5 bilhões (cerca de R$ 26 bilhões) à Federal Trade Commission (FTC), agência independente do governo dos EUA focada na proteção do consumidor, por violações de privacidade.

Outros US$ 2 bilhões (R$ 10 bilhões) foram pagos para resolver processos nos estados de Illinois e Texas, onde foi acusada de coletar dados faciais sem permissão.

A estratégia agora, no entanto, marca uma guinada da empresa de Mark Zuckerberg no mercado de vestíveis e ocorre em um momento de fortalecimento. Segundo dados recentes divulgados pela EssilorLuxottica, a parceria com a Meta já resultou na venda de mais de sete milhões de óculos inteligentes apenas em 2024, consolidando o acessório como um sucesso comercial.

Acessibilidade x Vigilância

Imagem mostra capturas de tela de vários vídeos do TikTok gravados com smart glasses
Óculos inteligentes viram ferramenta de provocações (imagem: reprodução)

Para tentar melhorar a percepção do público, a Meta tem focado na utilidade social da ferramenta para pessoas com deficiência visual. A empresa colabora com organizações como a Be My Eyes para integrar a IA de reconhecimento aos óculos, que classifica a ferramenta como “poderosa e transformadora” para garantir autonomia a usuários PCDs.

Entretanto, o uso da tecnologia nas ruas levanta alertas de vigilância. Um dos argumentos é que o reconhecimento facial vestível representa uma “ameaça ao anonimato” da vida cotidiana.

O potencial de mau uso já foi visto fora dos laboratórios da Meta. Em 2024, estudantes de Harvard integraram os óculos Ray-Ban Meta ao motor de busca facial PimEyes para identificar estranhos no metrô de Boston em tempo real. O experimento viralizou e expôs a fragilidade da sinalização do produto — que utiliza apenas um pequeno LED branco para avisar que a câmera está gravando.

Em janeiro deste ano, conteúdos gravados sem consentimento com smart glasses também viralizaram no TikTok e Instagram, com milhões de visualizações.

Meta quer usar reconhecimento facial em óculos inteligentes

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Recurso pode ser capaz de identificar conhecidos e desconhecidos com apoio da Meta AI. Projeto envolve identificação em tempo real e sensores ativos o dia todo.

Óculos smart da Meta têm câmera de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg apresenta o Ray-Ban Meta de segunda geração (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Óculos inteligentes viram ferramenta de provocações (Imagem: Reprodução/Instagram)

Itaú começa a vender os óculos Ray-Ban Meta parcelados em 18x

6 de Outubro de 2025, 09:30
Ray-Ban Meta Gen 2 Wayfarer (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Itaú começou a vender o Ray-Ban Meta Gen 2, com parcelamento em até 18 vezes sem juros no Itaú Shop.
  • O produto tem bateria de oito horas, câmera 3K, microfones integrados e assistente Meta AI com suporte em português.
  • A segunda geração mantém o design e oferece tradução simultânea, carregamento rápido e preço a partir de R$ 3.299.

O banco Itaú entrou na disputa pelo consumidor que deseja óculos smart. Ele começa a vender hoje (6) o Ray-Ban Meta Gen 2, versão mais recente do produto que conquistou os influenciadores e criadores de conteúdo. O modelo chega ao Itaú Shop, plataforma de vendas do banco, com parcelamento em até 18 vezes sem juros no cartão. A informação foi revelada ao Tecnoblog com exclusividade.

Além do cartão de crédito, os consumidores terão opções de pagamento via Pix com cashback ou pontos somados ao cartão.

O equipamento possui bateria com duração de até oito horas de uso, câmera de 12 megapixels que grava em resolução 3K (60 quadros por segundo) e cinco microfones integrados. A segunda geração traz carregamento rápido que promete 50% da carga em 20 minutos e recursos de captura como hyperlapse e slow motion.

Eu pude experimentá-lo durante o evento Meta Connect, realizado pelo conglomerado de Mark Zuckerberg nos Estados Unidos. O design é essencialmente o mesmo de antes, o que se torna um alento para quem enfrenta dificuldades com o Meta Oakley HSTN, que aperta demais a minha nuca.

Ray-Ban Meta consegue identificar o que está diante do usuário (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Primeira geração do Ray-Ban Meta fez sucesso entre influenciadores (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Já o Ray-Ban Meta Gen 2 ficou confortável e ainda manteve todos os comandos da geração anterior. Dá para acionar o assistente de inteligência artificial Meta AI, que responde em português ao comando de voz “Hey Meta”. A sincronização se dá pelo app Meta AI, disponível para Android e iPhone.

A função permite que o usuário faça perguntas sobre o ambiente ao redor ou solicite informações durante atividades. Os óculos também incluem tradução simultânea para seis idiomas: português, inglês, francês, italiano, espanhol e alemão.

Os modelos disponíveis no Brasil são Wayfarer, Skyler e Headliner, com opções de lentes transparentes, solares, polarizadas e Transitions. O preço parte de R$ 3.299, valor similar ao praticado nas lojas da própria EssilorLuxottica, dona da marca Ray-Ban.

Mark Zuckerberg é CEO da Meta (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O diretor do Itaú Unibanco, Michele Vita, disse em nota que a entrada do Ray-Ban Meta Gen 2 no marketplace reforça a estratégia da instituição de oferecer lançamentos tecnológicos aos clientes.

Você pensa em pegar o dispositivo? Conte pra gente nos comentários.

Itaú começa a vender os óculos Ray-Ban Meta parcelados em 18x

Ray-Ban Meta consegue identificar o que está diante do usuário (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg é CEO da Meta (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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