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Chega de confusão nos ícones do Google

27 de Abril de 2026, 06:52
Maioria dos apps do Google adota ícones coloridos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google planeja modificar os ícones dos aplicativos do Google Workspace, como Drive, Gmail e Fotos, para simplificar a identificação.
  • Os novos ícones terão cores sólidas e detalhes de iluminação, como o Google Meet que será amarelo, o Google Chat verde e o Google Calendar azul.
  • Os ícones dos apps de Documentos, Planilhas e Apresentações ganharão um novo design com detalhes de iluminação e bordas arredondadas.

Já te aconteceu de abrir a pasta “Google” no seu celular e tocar no ícone errado? A família de aplicativos ganhou uma coloração gradiente que confunde muitos usuários. Para resolver a situação, o Google planeja fazer uma modificação completa nos ícones de apps como Drive, Gmail e Fotos.

De acordo com o site especializado 9to5 Google, a ideia do Google é simplificar os ícones, de modo que os consumidores encontrem os apps com mais facilidade. Por exemplo, o Google Drive deve perder os detalhes em vermelho. Por sua vez, o app do Gmail deve ficar mais vermelho do que nunca, apesar de ainda estampar outras cores.

Novos ícones vazam na web (imagem: reprodução/9to5 Google)

Quais são as mudanças visuais nos aplicativos?

Os ícones vazados pelo 9to5 Google indicam um redirecionamento em especial para o Google Meet, que fica completamente amarelo, o Google Chat, que adota o verde, e o Google Calendar, que ganha um ícone completamente azul.

Os ícones para os apps de Documentos, Planilhas e Apresentações — parte do Google Workspace — continuam predominantemente nas cores azul, verde e amarelo, respectivamente. No entanto, ganham um novo design, mais moderno, com detalhes de iluminação e bordas mais arredondadas.

Quando os novos ícones serão lançados?

Não sabemos quando os novos ícones vão entrar em ação ou se serão exatamente estes revelados em primeira mão pela imprensa internacional. De toda forma, fica a pergunta: você gostou do que viu? Conte para a gente nos comentários do Tecnoblog.

Chega de confusão nos ícones do Google

Maioria dos apps do Google adota ícones coloridos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Novos ícones vazam na web (imagem: reprodução/9to5 Google)

LibreOffice vai ter versão online, mas não do jeito esperado

2 de Março de 2026, 13:56
Calc no LibreOffice 26.2 para Windows
Calc no LibreOffice 26.2 para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • LibreOffice Online será retomado, mas não será hospedado pela The Document Foundation; organizações interessadas deverão hospedar versão online em seus próprios servidores;
  • Collabora Online oferece versão online do LibreOffice desde 2015. Ela é mantida por uma organização que emprega boa parte dos desenvolvedores do LibreOffice;
  • Mais detalhes sobre o projeto LibreOffice Online serão divulgados em breve.

O LibreOffice é uma das suítes de escritório mais conhecidas depois do Microsoft 365/Office. Tamanha popularidade fez os mantenedores do projeto receberem numerosos pedidos para a criação de uma versão online do pacote. Esse projeto vai finalmente ser tirado do papel, mas não da forma esperada.

Na verdade, trata-se de uma retomada. O LibreOffice Online é um projeto que existe pelo menos desde 2015, mas que foi oficialmente suspenso em 2022. É esse projeto que será retomado:

Planejamos reabrir o repositório do LibreOffice Online na The Document Foundation (TDF) para contribuições, mas forneceremos avisos sobre o estado do repositório até que a equipe da TDF concorde que ele é seguro e utilizável.

Mike Saunders, colaborador da The Document Foundation

Mas há um porém: responsável pelo LibreOffice, a TDF tratou de avisar que a versão online do pacote não será hospedada pela própria organização ou disponibilizada diretamente a partir da web.

Em vez disso, o LibreOffice Online será desenvolvido para ser hospedado nos servidores das organizações interessadas pelo projeto. Nesse sentido, uma universidade poderá oferecer uma implementação própria do LibreOffice para seus alunos e professores, com acesso a partir do navegador, só para dar um exemplo.

A TDF promete liberar mais informações sobre o LibreOffice Online em breve.

Já existe uma versão online do LibreOffice: o Collabora

O site The Register chamou a atenção para um detalhe que quase passou despercebido: apesar de o LibreOffice Online ter sido “congelado”, existe uma versão nas nuvens da suíte que atende pelo nome Collabora Online.

Esse projeto foi criado em 2015 e é mantido até hoje. De acordo com o Register, a Collabora é uma organização baseada no Reino Unido que é responsável por boa parte dos desenvolvedores remunerados que trabalham em tempo integral no código-fonte do LibreOffice.

Collabora Online
O Collabora Online (imagem: reprodução/Collabora)

Essa intimidade com o projeto permite à Collabora oferecer versões online dos softwares da LibreOffice a organizações, por meio de planos pagos. Existe também uma versão gratuita que pode ser usada por usuários domésticos ou testada por desenvolvedores: trata-se do Collabora Online Development Edition (CODE).

Note, porém, que as versões do Collabora Online também devem ser instaladas em servidores próprios ou em uma nuvem privada para serem acessadas, não funcionando diretamente como um Software as a Service (SaaS) similar ao Google Docs, por exemplo.

Neste ponto encontramos o que pode ser a principal diferença em relação ao LibreOffice Online em si: há rumores de que, quando o projeto foi suspenso, em 2022, a principal motivação para isso foi um possível conflito com o Collabora Online; nesta retomada, a TDF apenas fornecerá o software, cabendo aos interessados hospedá-lo e mantê-lo.

Enquanto isso, a Collabora continuará oferecendo um pacote mais completo de serviços atrelados ao LibreOffice, o que inclui diferentes níveis de suporte técnico.

LibreOffice vai ter versão online, mas não do jeito esperado

Calc no LibreOffice 26.2 para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Outlook tem novo bug e Microsoft sugere gambiarra para consertar

24 de Fevereiro de 2026, 11:10
Ilustração apresenta o logotipo do Microsoft Outlook. Na parte superior direita, o logo do "Tecnoblog" é visível.
Versão clássica do cliente de email vem tendo problemas em 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Outlook clássico tem um bug onde o cursor do mouse desaparece, mas ainda é possível interagir com o programa.
  • A Microsoft sugere soluções temporárias, como selecionar emails ou usar o PowerPoint para tentar fazer o cursor reaparecer.
  • A Microsoft enfrenta outros problemas, incluindo bugs no Windows 11 e serviços de armazenamento em nuvem.

O Outlook clássico está com um problema: para alguns usuários, o cursor do mouse desaparece ao entrar na interface do cliente de email. Mesmo assim, ainda é possível interagir com o programa.

Esse é mais um bug a assombrar a Microsoft em 2026. Durante o mês de janeiro, o Outlook começou a travar e não abrir novamente, obrigando o usuário a matar o processo ou reiniciar o computador. A falha estava em outro lugar — na sincronização com o OneDrive, mais especificamente.

O que acontece com o Outlook?

Em uma página de suporte atualizada em 19 de fevereiro, a Microsoft descreve o problema.

Ao usar o Outlook clássico, o ponteiro ou cursor do mouse pode desaparecer ao movê-lo sobre a interface. Embora o ponteiro não esteja visível, a cor do email na lista de mensagens muda conforme você passa o cursor sobre ele. Esse problema também foi relatado, embora em menor grau, no OneNote e em outros aplicativos do Microsoft 365.

A empresa diz que a equipe responsável pelo programa está investigando a questão e que o tópico será atualizado quando houver mais informações.

Como resolver o bug do Outlook?

PowerPoint com Copilot gera apresentações a partir de pedidos do usuário ou documentos
Por algum motivo, o PowerPoint ajuda a solucionar o problema (imagem: divulgação)

Enquanto uma correção oficial não chega, a Microsoft sugere três jeitinhos para conseguir navegar pelos emails — e o item 2 da lista é uma gambiarra bastante esquisita.

  1. Selecionar um email quando a cor da mensagem na lista mudar. O cursor pode reaparecer.
  2. Abrir o PowerPoint, clicar em uma janela editável, clicar de volta no Outlook. O cursor pode reaparecer.
  3. Reiniciar o computador.

Microsoft está tendo problemas

Além dos dois bugs já citados envolvendo o Outlook, a Microsoft atravessa uma má fase que também afeta outros produtos.

Com informações do Neowin

Outlook tem novo bug e Microsoft sugere gambiarra para consertar

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

PowerPoint com Copilot gera apresentações a partir de pedidos do usuário ou documentos (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Nova guerra dos navegadores: Chrome ganha Split View e edição de PDF

19 de Fevereiro de 2026, 18:15
Google acelera atualizações para não perder espaço (imagem: reprodução/Google)
Resumo

O Google anunciou nesta quinta-feira (19) três novos recursos de produtividade para o Chrome: o modo de visualização dividida (Split View), ferramentas de anotação em documentos PDF e a função “Salvar no Google Drive”.

As atualizações chegam em um momento de transformação no mercado. Com o avanço de startups de IA que propõem navegadores agentes, a gigante de Mountain View quer evitar que o usuário precise alternar entre abas ou baixar arquivos para realizar tarefas simples.

As novidades detalhadas no blog oficial do Google focam em integrar o Chrome mais profundamente ao ecossistema do Google Workspace, respondendo ao crescimento de alternativas como o Arc e o Atlas, da OpenAI.

Multitarefa e edição de documentos na mesma aba

O recurso de Split View (visualização dividida) permite que o usuário coloque duas páginas lado a lado em uma única guia. De acordo com Alex Tsu, gerente de produto do Chrome, a funcionalidade foi desenhada para facilitar a comparação de dados, a redação de textos com base em referências externas ou até o acompanhamento de vídeos enquanto se faz anotações.

Para ativar o modo, basta arrastar uma aba para a extremidade esquerda ou direita da janela ou clicar com o botão direito em um link e selecionar a opção “Abrir link na visualização dividida”.

Chrome permite colocar duas abas lado a lado (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

O Chrome também reforçou seu visualizador de PDF. Agora, o browser conta com um editor nativo que permite destacar trechos de texto e adicionar notas. Na prática, isso elimina a necessidade de baixar o arquivo para abri-lo em softwares de terceiros apenas para preencher um formulário ou assinatura digital.

Para fechar o trio de novas funções, o Google introduziu a opção “Salvar no Google Drive”. A ferramenta permite que documentos e PDFs sejam enviados diretamente para a nuvem. Ao selecionar essa opção, o Chrome organiza os arquivos em uma pasta chamada “Salvo do Chrome” no Drive do usuário. A medida visa acabar com o acúmulo de arquivos na pasta de downloads local e facilitar o acesso aos documentos em outros dispositivos.

Por que o Google está acelerando o desenvolvimento do Chrome?

O lançamento dessas funcionalidades é uma resposta ao novo cenário da “guerra de navegadores”. Embora o Chrome ainda detenha a maior fatia global — posição monitorada pelo Statcounter —, o surgimento de navegadores baseados em IA pode mudar as expectativas dos usuários.

Desde meados de 2025, o mercado de navegadores passou a focar em “agentes”. Em junho de 2025, a The Browser Company lançou o Dia, um navegador “AI-first”. Em seguida, a Perplexity apresentou o Comet, e em outubro, a OpenAI lançou o Atlas, seu próprio navegador alimentado pelo ChatGPT. Esses concorrentes introduziram conceitos como abas verticais e assistentes que executam tarefas complexas de forma autônoma.

Para evitar a migração de sua base de usuários, o Google iniciou uma corrida de desenvolvimento. No mês passado, a empresa já havia expandido as capacidades do Gemini. A empresa também confirmou que o suporte para abas verticais está a caminho. Atualmente, a função já pode ser testada por usuários entusiastas através de flags experimentais no código do navegador.

Nova guerra dos navegadores: Chrome ganha Split View e edição de PDF

LibreOffice critica Microsoft por complicar formatos do Office

9 de Fevereiro de 2026, 16:56
Representação gráfica dos novos logos do pacote Office
Ícones dos aplicativos do Office/Microsoft 365 (imagem: divulgação/Microsoft)
Resumo
  • The Document Foundation critica Microsoft por dificultar implementação do OOXML, que possui especificações complexas e documentação extensa;
  • Entidade também afirma que OOXML depende de elementos proprietários e componentes específicos do Windows, dificultando implementações alternativas;
  • Segundo a The Document Foundation, o OOXML não pode ser considerado, de fato, um padrão.

Desenvolver um pacote de produtividade não é tarefa fácil, pois vários softwares complexos fazem parte do projeto. Mas os desenvolvedores do LibreOffice têm um desafio adicional: oferecer suporte aos formatos do Office. Não por acaso, a The Document Foundation voltou a criticar a Microsoft por dificultar esse trabalho.

The Document Foundation é o nome da organização responsável pelo LibreOffice. Aliás, a versão 26.2 do LibreOffice foi lançada na semana passada, trazendo, entre várias novidades, suporte melhorado a formatos do Office.

Soa repetitivo, pois toda nova versão do pacote traz anúncios relacionados ao Office. Mas não poderia ser diferente: os desenvolvedores do projeto se esforçam para fazer arquivos do Office serem tratados corretamente no LibreOffice, mas não recebem nenhum apoio da Microsoft para isso.

Na verdade, a The Document Foundation não espera um apoio direto, mas que a Microsoft torne o OOXML (Office Open XML) uma especificação realmente aberta e que segue boas práticas de desenvolvimento. Isso permitiria uma compatibilidade real com suítes de terceiros.

O que há de errado no OOXML?

O OOXML é mantido pela Microsoft como um padrão de formatos de arquivos que é implementado principalmente nos softwares do Office. É de lá que surgem formatos como DOCX (Word), XLSX (Excel) e PPTX (PowerPoint).

Apesar de ser descrito como um padrão aberto (observe a palavra “Open” no nome completo), o OOXML nem sempre é visto como tal, pois tem uma série de limitações. As mais importantes foram citadas na crítica publicada recentemente pela The Document Foundation.

No texto, a organização afirma que o OOXML tem especificações muito complexas, com a sua documentação envolvendo cerca de 7.000 páginas, o que dificulta a sua implementação por terceiros.

Além disso, o texto aponta que os aplicativos do Microsoft Office não implementam os formatos seguindo a versão padronizada da documentação (ISO/IEC 29500 Strict), mas uma variação “Transicional” que adiciona suporte a formatos legados, trazendo o efeito de dificultar o trabalho com arquivos resultantes em suítes alternativas.

Também há críticas sobre o OOXML ter dependência de elementos proprietários ou não documentados de versões antigas do Office (dos quais somente a Microsoft compreende), bem como de componentes específicos do Windows, que dificultam ou até impossibilitam implementações multiplataforma.

Calc no LibreOffice 26.2 para Windows
Calc no LibreOffice 26.2 para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Diante desses e de outros pontos observados no texto, a The Document Foundation não considera o OOXML, de fato, um formato padronizado:

Infelizmente, continuo lendo sobre defensores do software de código aberto que alegremente usam os formatos proprietários da Microsoft, DOCX, XLSX e PPTX, para seus documentos e, assim, preferem softwares proprietários como o OnlyOffice ao LibreOffice. Outros escrevem coisas absurdas como: “OOXML é um formato padrão e temos que aceitá-lo”.

Gostaria, portanto, de aproveitar a oportunidade para esclarecer, de uma vez por todas, por que OOXML nunca foi, não é e nunca será um formato padrão, a menos que a Microsoft decida redesenhar completamente os aplicativos do Office.

Italo Vignoli, da The Document Foundation e LibreOffice

Vale lembrar que não é a primeira vez que a The Document Foundation faz críticas diretas à companhia. Em julho de 2025, a entidade acusou a Microsoft de aplicar táticas questionáveis para “prender” usuários no Office.

Apesar das críticas, não há nada sugerindo que a Microsoft irá promover mudanças no OOXML.

LibreOffice critica Microsoft por complicar formatos do Office

(imagem: divulgação/Microsoft)

Calc no LibreOffice 26.2 para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

LibreOffice 26.2: rival do MS Office chega com mais desempenho e recursos

4 de Fevereiro de 2026, 08:00
Capa com os dizeres "LibreOffice 26.2"
LibreOffice 26.2 já está disponível (imagem: divulgação/The Document Foundation)
Resumo
  • LibreOffice 26.2 chega com melhorias na compatibilidade do Writer com arquivos DOCX, da Microsoft;

  • Ferramenta de planilhas Calc e o editor de apresentações Impress receberam otimizações de desempenho, bem como pequenos novos recursos;

  • Pacote de escritório continua gratuito e aberto, e está disponível para os principais sistemas operacionais.

O pacote de escritório mais popular do universo do código aberto acaba de ser atualizado: o LibreOffice 26.2 chega aumentando a compatibilidade do Writer com o formato DOCX, melhorando a navegação entre planilhas no Calc, ampliando a capacidade de reprodução de mídia no Impress, e mais.

Florian Effenberger, da The Document Foundation (entidade responsável pelo projeto), afirma que “esta versão tem como foco a velocidade, a confiabilidade e dar às pessoas o controle sobre seus documentos”. O executivo vai além:

O LibreOffice 26.2 mostra o que acontece quando o software é desenvolvido em torno dos usuários, e não de modelos de negócio, e como o software de código aberto pode oferecer um pacote de produtividade moderno e refinado sem comprometer a liberdade do usuário.

Florian Effenberger, diretor executivo da The Document Foundation

Vamos às principais novidades, então.

O que há de novo no editor de textos Writer?

Falar em avanços de compatibilidade com o DOCX e outros formatos do Microsoft Office soa repetitivo, afinal, toda nova versão do LibreOffice tem essa proposta.

Mas não poderia ser diferente: os desenvolvedores da The Document Foundation se esforçam continuamente para fazer arquivos do Office serem tratados corretamente no LibreOffice, mas não recebem nenhum apoio da Microsoft para isso.

É um trabalho que avança aos poucos, portanto, mas que dá resultados. Nesse sentido, o editor de textos Writer melhora, no LibreOffice 26.2, a interoperabilidade com tabelas flutuantes, de modo que elas possam até ser divididas sem ficarem quebradas quando o documento é salvo no formato DOCX.

Writer no LibreOffice 26.2 para Windows
Writer no LibreOffice 26.2 para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Outros avanços do Writer incluem:

  • preservação da formatação original durante a revisão dos documentos, tanto em arquivos DOCX quanto em ODT (formato aberto para textos que é padrão no LibreOffice);
  • capacidade de inserir legendas automaticamente em imagens coladas (se essa função estiver ativada);
  • melhorias na importação ou exportação de documentos em Markdown, inclusive com uso de templates, ainda que essa função permaneça em desenvolvimento;
  • alinhamento de parágrafo que se ajusta automaticamente à direção do texto, recurso útil em documentos que misturam idiomas ocidentais e orientais, por exemplo.

E na ferramenta de planilhas Calc?

No Calc, agora é possível navegar mais rapidamente por planilhas que têm muitas colunas ocultas. Para completar, o desempenho da ferramenta melhorou na edição de planilhas que incluem muitas formas ou desenhos.

Ainda no aspecto do desempenho, as funções que removem dados duplicados e rejeitam alterações rastreadas foram otimizadas para lidar com grandes volumes de dados em menos tempo.

Além disso, o Calc agora suporta o padrão BIFF12 para recebimento de dados da área de transferência, o que elimina o limite de importação de grandes volumes de dados oriundos do Excel.

Calc no LibreOffice 26.2 para Windows
Calc no LibreOffice 26.2 para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quais outras novidades se destacam no LibreOffice 26.2?

Há várias outras novidades. Entre elas, vale destacar:

  • Impress (ferramenta de apresentações) com interface mais responsiva, bem como com suporte aos codecs mais conhecidos para reprodução de áudio e vídeo (inclui suporte à plataforma Microsoft Media Foundation);
  • renderização otimizada de gráficos 3D;
  • exportação mais rápida de conteúdo em formato EPUB (para livros digitais);
  • agora é possível fazer captura de tela de caixas de diálogo diretamente para a área de transferência, o que é útil para tutoriais ou documentações, por exemplo;
  • várias interfaces das ferramentas do LibreOffice 26.2 foram migradas para mecanismos gráficos do próprio sistema operacional, melhorando aspectos como desempenho e harmonia visual;
  • suporte experimental a um novo modo de criptografia para ODF (OpenDocument Format) baseado em senhas.
Impress no LibreOffice 26.2 para Windows
Impress no LibreOffice 26.2 para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como baixar e onde usar o LibreOffice 26.2?

O LibreOffice 26.2 pode ser baixado a partir do site oficial. Há versões para Windows, Linux e macOS. Esta última, porém, agora requer o macOS 11 ou superior.

Vale destacar que o pacote é gratuito, tem código-fonte aberto e está disponível em cerca de 120 idiomas, incluindo o português do Brasil e o de Portugal.

LibreOffice 26.2: rival do MS Office chega com mais desempenho e recursos

LibreOffice 26.2 já está disponível (imagem: divulgação/The Document Foundation)

Writer no LibreOffice 26.2 para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Calc no LibreOffice 26.2 para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Impress no LibreOffice 26.2 para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Word passa a permitir colar links direto no texto selecionado

9 de Janeiro de 2026, 14:42
Microsoft Word
Mudança da Microsoft tem como objetivo dar fluidez à ação repetida diariamente por milhões de usuários (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Word agora permite colar links diretamente no texto selecionado, eliminando a necessidade de atalhos ou menus adicionais.
  • A mudança está disponível no Word para web, Windows (versão 2511 ou superior) e macOS (versão 16.104 ou mais recente).
  • A liberação do recurso está ocorrendo de forma gradual, visando facilitar a inserção de hyperlinks e melhorar o fluxo de trabalho.

Criar links dentro de documentos do Word sempre exigiu alguns passos extras. Até agora, era preciso abrir um menu específico ou recorrer ao atalho Ctrl+K para transformar um trecho de texto em hyperlink — um processo parecido com o do Google Docs e do Gmail, mas que já soava antiquado perto de outros editores modernos.

Isso começou a mudar. A Microsoft passou a liberar um recurso para adicionar links simplesmente colando a URL sobre o texto já selecionado. A lógica é a mesma adotada por plataformas como WordPress, Notion e diversos sistemas de gerenciamento de conteúdo, reduzindo fricção em uma tarefa cotidiana para quem escreve, revisa ou edita documentos.

Como funciona o novo jeito de inserir links?

A alteração é simples, mas impacta diretamente o fluxo de trabalho. Basta copiar o endereço desejado no navegador, selecionar a palavra ou frase no documento e colar o link. O Word reconhece automaticamente a ação e transforma o trecho selecionado em um hyperlink ativo, sem abrir janelas ou menus adicionais.

Segundo a Microsoft, o objetivo foi tornar mais fluida uma ação repetida diariamente por milhões de usuários. Jenny Ye, gerente de produto da equipe do Word, explicou num comunicado: “Acreditamos que tarefas que você realiza diariamente no Word, como inserir hiperlinks, devem ser fáceis e intuitivas. Por isso, simplificamos todo o processo. Agora, basta selecionar uma palavra ou frase e colar o link diretamente sobre ela, e o hiperlink será adicionado automaticamente”.

A executiva ainda destacou que a mudança ajuda a manter o foco no texto, e não na formatação. “Seja para compartilhar recursos com sua equipe ou citar artigos em um relatório, esse recurso ajuda você a manter o foco, reduzindo cliques e permitindo que você se concentre no texto em vez da formatação”, afirmou.

Mudança da Microsoft facilita a adição de hiperlinks aos documentos
Mudança da Microsoft facilita a adição de hiperlinks aos documentos (imagem: divulgação/Microsoft)

Menos cliques fazem diferença no dia a dia?

Embora pequena, a alteração atinge um ponto sensível para quem escreve com frequência. A necessidade de interromper o raciocínio para acionar atalhos ou menus sempre foi vista como um atrito desnecessário, especialmente quando outros editores já resolveram o problema há anos.

A novidade também reforça uma tendência mais ampla: tornar editores tradicionais mais próximos das ferramentas usadas na web. Ao adotar um comportamento já comum em plataformas online, o Word reduz a curva de adaptação entre ambientes e torna a experiência mais consistente para quem alterna entre diferentes softwares.

O recurso já está disponível para todos os usuários do Word na web. No Windows, ele exige a versão 2511 ou superior, enquanto no macOS é necessário ter a versão 16.104 ou mais recente instalada. A Microsoft informou que a liberação está sendo feita de forma gradual.

Com informações da Microsoft e do The Verge

Word passa a permitir colar links direto no texto selecionado

Mudança da Microsoft facilita a adição de hiperlinks aos documentos (Imagem: divulgação/Microsoft)

Sway: Microsoft abandona opção ao PowerPoint que pouca gente conhece

8 de Janeiro de 2026, 15:22
Microsoft Sway com aviso de descontinuação
Microsoft Sway com aviso de descontinuação (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft descontinuará Sway para Windows em 1º de junho de 2026, mantendo apenas versão web;
  • Decisão visa simplificar experiência do Sway e incentivar o uso da versão online, explica Microsoft;
  • A versão online do Sway é gratuita, mas requer uma conta Microsoft.

A Microsoft começou o ano com um aviso desagradável para os usuários do Sway: visto como um complemento ou uma alternativa ao PowerPoint, o aplicativo terá a sua versão para Windows 11 e Windows 10 descontinuada. Somente a versão web será mantida — sabe-se lá até quando.

Não está claro o que motivou a companhia a tomar essa decisão. Mas é de se presumir que a baixa popularidade do Sway tenha pesado para isso, o que é uma pena: a ferramenta tem recursos interessantes, razão pela qual é merecedora de mais destaque.

O Sway surgiu em 2014, inicialmente em fase beta, com a proposta de permitir a criação de apresentações dinâmicas para web, parecendo ser, à época, uma mistura de PowerPoint com blog.

No ano seguinte, quase que de modo simultâneo ao lançamento do Windows 10, a Microsoft tornou o Sway uma ferramenta integrada ao Office. Por meio dela, o usuário pode criar, além de apresentações dinâmicas, relatórios, comunicados e outros documentos combinados com recursos de mídia.

O Sway recebeu melhorias com o avanço dos anos e, apesar de oferecer bons recursos e usabilidade satisfatória, nunca ganhou popularidade.

Apresentação no Sway para Windows 10
Apresentação no Sway para Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quando o Sway será descontinuado pela Microsoft?

No Message Center do Microsoft 365, a companhia informa que o Sway para Windows será descontinuado em 1º de junho de 2026, dando a seguinte explicação (em tradução livre):

Para simplificar e modernizar a experiência do Sway, a Microsoft está descontinuando o aplicativo Sway para desktop no Windows (cliente Win32) a partir de 1º de junho de 2026.

Essa mudança está alinhada aos nossos esforços para simplificar o gerenciamento de aplicativos e incentivar o uso da versão baseada na web, que oferece os mesmos recursos com acessibilidade e suporte aprimorados.

Na mesma nota, a Microsoft avisa que a versão web do Sway continuará funcionando e a recomenda aos usuários da ferramenta que será encerrada, visto que os recursos de ambas são equivalentes.

A versão online do Sway é gratuita, mas requer uma conta Microsoft para ser usada. Assinantes do Microsoft 365 têm a vantagem de ter acesso a mais recursos de mídia por lá.

Sway: Microsoft abandona opção ao PowerPoint que pouca gente conhece

Microsoft Sway com aviso de descontinuação (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Apresentação no Sway para Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como colocar resposta automática no Outlook pelo celular ou PC

26 de Dezembro de 2025, 10:17
Imagem de um celular aberto na página "Repostas automáticas" do Outlook
Veja ao passo a passo para configurar respostas automáticas no Outlook pelo PC ou celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

A resposta automática do Outlook é o recurso ideal para comunicar a ausência de forma profissional, como durante o período de férias. Disponível nas versões Web, Desktop e Mobile, ela permite agendar o tempo exato do afastamento.

O caminho para escrever a mensagem vária em cada plataforma, mas está sempre relacionada à ferramenta “Respostas automáticas”. Nela, é possível definir o período de ausência e criar um texto padrão que será enviado aos remetentes que entrarem em contato.

A seguir, veja o passo a passo para configurar mensagens de férias no Outlook pelo PC e celular.

Índice

Como colocar aviso de férias no Outlook pelo PC

1. Acesse as configurações do Outlook

Abra o aplicativo Outlook no seu computador e toque no ícone de engrenagem no canto superior direito, para acessar as configurações do serviço de e-mail.

Importante: esse passo a passo também serve para versão web do Outlook (outlook.com).

Acessando as configurações do Outlook
Acessando as configurações do Outlook (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Selecione a guia “Conta”

Clique na guia “Conta”, no canto esquerdo da tela, para visualizar as opções relacionadas ao e-mail.

Selecionando a guia "Conta"
Selecionando a guia “Conta” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Clique em “Respostas automáticas” do Outlook

Clique em “Respostas automáticas” para abrir as opções para colocar mensagem de férias no Outlook.

Abrindo a opção "Respostas automáticas"
Abrindo a opção “Respostas automáticas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Ative o recurso de “Respostas automáticas”

Clique na chave ao lado da opção “Ativar respostas automáticas” para iniciar a configuração.

Ativando o recurso de respostas automáticas
Ativando o recurso de respostas automáticas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Marque a caixa “Enviar respostas apenas durante um período de tempo”

Selecione a caixa “Enviar respostas apenas durante um período de tempo” para ativar a funcionalidade com a data de início e término das férias.

Marcando a opção "Enviar respostas apenas durante um período de tempo"
Marcando a opção “Enviar respostas apenas durante um período de tempo” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Defina o período de férias no Outlook

Clique nas opções “Hora de início” e “Hora de término” para definir a data de início e retorno das férias.

Definindo a data de início e término das férias ou afastamento
Definindo a data de início e término das férias ou afastamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Escolha as opções de bloqueio e recusa automática de eventos e reuniões

Se for necessário, marque as opções para bloquear o calendário e recusar convites de reunião durante o período de férias.

Marcando as opções de bloquear ou recusar compromissos/convites
Marcando as opções de bloquear ou recusar compromissos/convites (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Escreva a mensagem automática de férias ou ausência

Use a caixa de texto no final da página para escrever o e-mail que será disparado automaticamente aos remetentes que entrarem em contato durante as férias.

Escrevendo a mensagem da resposta automática
Escrevendo a mensagem da resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Filtre os contatos que receberam o e-mail automático

Marque a caixa “Enviar respostas apenas para os contatos” para disparar o e-mail automático somente para remetentes conhecidos.

Filtrando o envio das respostas somente para contatos
Filtrando o envio das respostas somente para contatos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

10. Salve as configurações do aviso de férias no Outlook

Toque no botão “Salvar”, após concluir a configuração, para usar o recurso de respostas automáticas do Outlook.

Salvando a configuração de respostas automáticas no Outlook
Salvando a configuração de respostas automáticas no Outlook (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como colocar aviso de férias no Outlook Classic pelo PC

1. Acesse a guia “Arquivo” do Outlook Classic

Abra o aplicativo Outlook Classic no PC e, depois, clique na guia “Arquivo”, no canto superior esquerdo da tela.

Acessando a guia "Arquivo" do Outlook Classic
Acessando a guia “Arquivo” do Outlook Classic (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Clique em “Respostas automáticas”

No menu “Informações sobre Contas”, clique em “Respostas automáticas” para abrir a janela de configurações da ferramenta.

Abrindo a opção "Repostas Automáticas"
Abrindo a opção “Repostas Automáticas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Ative as respostas automáticas do Outlook

Marque a opção “Enviar respostas automáticas” para iniciar a configuração da ferramenta.

Ativando a opção "Enviar repostas automáticas"
Ativando a opção “Enviar repostas automáticas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Marque a opção “Enviar durante este intervalo”

Selecione a opção “Só enviar durante este intervalo de tempo” para usar a ferramente para o disparo das mensagens automáticas durante um período pré-definido.

Marcando a opção "Só enviar durante este intervalo de tempo"
Marcando a opção “Só enviar durante este intervalo de tempo” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Defina o período para o envio do aviso de férias

Preencha as opções “Hora de início” e “Hora de término” com as datas do início e término das férias.

Definindo as datas de início e término das férias
Definindo as datas de início e término das férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Escreva a mensagem que será enviada na resposta automática

Use a caixa de texto na parte inferior da tela para compor o e-mail que será enviado aos remetentes que entrarem em contato durante o período de férias.

Escrevendo a mensagem de resposta automática
Escrevendo a mensagem de resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Finalize a configuração do aviso de férias no Outlook

Após concluir a configuração, toque em “OK” para colocar a mensagem automática no Outlook.

Salvando a resposta automática no Outlook Classic
Salvando a resposta automática no Outlook Classic (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como colocar aviso de férias no Outlook pelo celular

1. Abra o menu do Outlook

Abra o aplicativo do Outlook no celular e toque no ícone de e-mail, no canto superior esquerdo, para abrir o menu do serviço de e-mail.

Importante: esse guia foi feito no Android, mas também serve para o iPhone.

Acessando o menu de e-mail do Outlook no celular
Acessando o menu de e-mail do Outlook no celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse as configurações do app

Toque no ícone de engrenagem, no canto inferior esquerdo, para acessar as configurações do Outlook no celular.

Abrindo as configurações do Outlook
Abrindo as configurações do Outlook (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Toque em “Respostas automáticas” do Outlook

Na seção “Configurações rápidas”, toque em “Respostas rápidas” para acessar a ferramenta.

Tocando na opção "Respostas automáticas"
Tocando na opção “Respostas automáticas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Ative a opção “Repostas automáticas”

Toque no ícone de chave, no canto superior direito, para ativar o recurso de “Respostas automáticas”.

Ativando o recurso de "Respostas automáticas"
Ativando o recurso de “Respostas automáticas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Marque a caixa “Responder durante um período de tempo”

Marque a caixa “Responder durante um período de tempo” para iniciar a configuração da resposta automática no Outlook.

Marcando a opção "Responder durante um período de tempo"
Marcando a opção “Responder durante um período de tempo” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Defina o período do aviso de férias ou afastamento

Toque na opção “Começa em” para abrir o calendário, marque a data do início das férias e toque em “OK”. Em seguida, toque em “Termina em” e faça o mesmo procedimento para informar a data do retorno das férias.

Selecionando as datas de início e término das Férias
Selecionando as datas de início e término das Férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Acesse a opção para escrever a resposta automática

Toque em “Responder a todos com” para abrir o menu especial para escrever o e-mail que será enviado automaticamente aos remetentes.

Abrindo o menu "Responder a todos com"
Abrindo o menu “Responder a todos com” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Escreva a mensagem para a resposta automática do Outlook

Use a caixa de texto para escrever a mensagem automática que será enviada para as pessoas que entrarem em contato durante o período de férias. Depois, toque no botão de Check (✓), no canto superior direito, para salvar o conteúdo.

Criando a mensagem da resposta automática
Criando a mensagem da resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Salve a configuração da resposta automática do Outlook

Toque no ícone de check (✓), no canto superior direito, para salvar a configuração e colocar o aviso de férias no Outlook.

Salvando a configuração da resposta automática do Outlook no celular
Salvando a configuração da resposta automática do Outlook no celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que a resposta automática do Outlook não funciona?

Existem alguns motivos que podem impedir o funcionamento da resposta automática do Outlook. Por exemplo:

  • Configurações não ativadas ou salvas: verifique se a opção “Enviar respostas automáticas” está marcada e que o intervalo das datas definido ainda não expirou;
  • Tipo de conta incompatível: o recurso nativo do Outlook exige contas Microsoft Exchange. Contas configuradas como IMAP ou POP3 geralmente não oferecem suporte a essa funcionalidade de servidor;
  • Armazenamento e sincronização: uma caixa de entrada cheia impede o recebimento e o disparo de e-mails automáticos. Tente configurar a ferramenta pelo Outlook Web para descartar falhas no aplicativo desktop ou mobile;
  • Software ou sistema desatualizado: mantenha o Outlook e o sistema operacional atualizados para corrigir bugs conhecidos que podem travar funcionalidades de automação;
  • Filtros de spam e lixo eletrônico: mensagens identificadas automaticamente como spam não ativam a resposta automática. Veja se os e-mails recebidos estão sendo enviados para a pasta Lixo Eletrônico.

Posso configurar resposta automática apenas para alguns contatos do Outlook?

Não, a ferramenta nativa de “Respostas automáticas” do Outlook permite filtrar somente o envio para pessoas presentes na lista de contatos. Essa função oferece um controle menos direto sobre quais remetentes receberão o aviso de ausência.

O recurso de “Regras e Alertas”, disponível na versão desktop, permite configurar respostas automáticas para contatos específicos na conta do Outlook. Esse método permite criar um modelo de mensagem e definir exceções ou critérios detalhados para quem deve recebê-la.

Tem como editar uma resposta automática no Outlook?

Sim, vá até as configurações do Outlook e acesse novamente a ferramenta de “Respostas automáticas”. Dessa forma, é possível reescrever o texto ou redefinir as datas agendadas para o período de férias.

É importante sempre verificar se o recurso se mantém ativo e salvar as alterações da funcionalidade do Outlook. No PC, basta clicar no botão “Salvar” ou “OK”, enquanto no celular é necessário tocar no ícone de check (✓).

Posso desativar as respostas automáticas no Outlook?

Sim, acesse as configurações do Outlook no PC ou celular e vá até a opção de “Respostas automáticas”. Em seguida, desative a opção de mensagens para interromper o envio de e-mails pré-programados e retomar o gerenciamento manual.

Como colocar resposta automática no Outlook pelo celular ou PC

Veja ao passo a passo para configurar respostas automáticas no Outlook pelo PC ou celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando as configurações do Outlook (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a guia "Conta" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a opção "Respostas automáticas" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando o recurso de respostas automáticas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Marcando a opção "Enviar respostas apenas durante um período de tempo" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Definindo a data de início e término das férias ou afastamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Marcando as opções de bloquear ou recusar compromissos/convites (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Escrevendo a mensagem da resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Filtrando o envio das respostas somente para contatos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Salvando a configuração de respostas automáticas no Outlook (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a guia "Arquivo" do Outlook Classic (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a opção "Repostas Automáticas" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando a opção "Enviar repostas automáticas" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Marcando a opção "Só enviar durante este intervalo de tempo" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Definindo as datas de início e término das férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Escrevendo a mensagem de resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Salvando a resposta automática no Outlook Classic (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu de e-mail do Outlook no celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo as configurações do Outlook (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Tocando na opção "Respostas automáticas" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando o recurso de "Respostas automáticas" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Marcando a opção "Responder durante um período de tempo" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando as datas de início e término das Férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o menu "Responder a todos com" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Criando a mensagem da resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Salvando a configuração da resposta automática do Outlook no celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como colocar resposta automática no Gmail pelo celular ou PC

23 de Dezembro de 2025, 15:06
Imagem de um celular na tela de configuração da resposta automática de férias do Gmail
Saiba como configurar uma resposta automática de férias no Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

A mensagem automática de férias do Gmail pode ser configurada nas configurações do serviço de e-mail do Google pelo celular ou PC. Ao ativar o recurso “Resposta automática de férias”, o usuário define o período em que estará ausente e qual mensagem será enviada aos remetentes que entrarem em contato.

A seguir, veja o passo a passo para colocar aviso de férias no Gmail pelo celular ou PC.

Índice

Como colocar resposta automática no Gmail pelo PC

1. Acesse as configurações rápidas do Gmail no PC

Abra o navegador e acesse gmail.com e, se necessário, faça login na sua conta do Google ou vinculada ao serviço de e-mail. Depois, clique no ícone de engrenagem no canto superior direito e, em seguida, na opção “Mostrar todas as configurações”.

Acessando as configurações do Gmail pelo navegador
Acessando as configurações do Gmail pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Marque a opção “Resposta automática de férias ativada”

Desça a tela até encontrar a opção “Resposta automática de férias”. Em seguida, marque a opção “Resposta automática de férias ativada” para iniciar a configuração.

Ativando a ferramenta "Resposta automática de férias"
Ativando a ferramenta “Resposta automática de férias” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Defina o período para o envio da resposta automática

Clique na caixa ao lado da opção “Primeiro dia” para escolher a data inicial de envio. Em seguida, marque a opção “Último dia” para definir a data final para o envio de mensagens automáticas.

Definindo o período de férias
Definindo o período de férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Escolha o título do e-mail de resposta automática

No campo “Assunto”, escreva o título do e-mail que os remetentes receberão quando entrarem em contato.

Escrevendo o título do e-mail com a resposta automática
Escrevendo o título do e-mail com a resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Escreva a mensagem da resposta automática

Use a caixa de texto na seção “Mensagem” para escrever o conteúdo da resposta automática durante o período de férias.

Escrevendo o conteúdo da resposta automática do Gmail
Escrevendo o conteúdo da resposta automática do Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Selecione os remetentes que receberão a mensagem automática

Marque a opção “Enviar respostas apenas às pessoas que estão nos meus Contatos” ou “Enviar uma resposta somente para as pessoas em [nome da empresa]” para aplicar um filtro dos remetentes que receberam a resposta automática.

Selecionando os remetentes que vão receber a resposta automática
Selecionando os remetentes que vão receber a resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Salve as alterações da resposta automática do Gmail

Após configurar a resposta automática do Gmail, clique em “Salvar alterações”.

Salvando as alterações da resposta automática no Gmail
Salvando as alterações da resposta automática no Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como colocar aviso de férias no Gmail pelo celular

1. Acesse o menu do app Gmail

Abra o aplicativo do Gmail no seu celular e toque no botão de três riscos no canto superior esquerdo da tela para abrir um menu de opções.

Importante: este guia foi feito no Android, mas serve para usuários do Gmail no iPhone.

Acessando o menu do Gmail pelo celular
Acessando o menu do Gmail pelo celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra as configurações do app

Desça o menu de opções até o final e toque em “Configurações” para avançar.

Abrindo as configurações do Gmail
Abrindo as configurações do Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione o e-mail que irá ativar a resposta automática do Gmail

No menu “Configurações”, toque em cima do e-mail que você deseja configurar a resposta automática no Gmail.

Selecionando o e-mail
Selecionando o e-mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Toque em “Resposta automática de férias”

Role a tela até encontrar a opção “Resposta automática de férias” e toque em cima dela para iniciar a configuração.

Acessando a opção "Respostas automática de férias"
Acessando a opção “Respostas automática de férias” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a opção de “Resposta automática de férias”

Toque na chave de seleção ao lado de “Resposta automática de férias”, no canto superior direito da tela, para ativar o recurso.

Ativando o recurso de "Resposta automática de férias"
Ativando o recurso de “Resposta automática de férias” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Defina a data para o envio do e-mail de mensagem de férias

Toque em cima da opção “Primeiro dia”, selecione a data de início do período de férias e toque em “OK” para confirmar. Em seguida, repita o processo ao tocar na opção “Último dia” para indicar o encerramento do período ausente.

Definindo as datas do período de férias
Definindo as datas do período de férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Dê um título para o e-mail de aviso de férias

Toque no campo “Assunto” e escreva o título para a mensagem de férias no e-mail.

Criando o título do e-mail de aviso de férias
Criando o título do e-mail de aviso de férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Escreva a mensagem do e-mail

Use o campo “Mensagem” para escrever o conteúdo do e-mail que será enviado para os remetentes que entrarem em contato durante o período de férias.

Escrevendo a mensagem automática para do e-mail que será enviado ao remetente
Escrevendo a mensagem automática para do e-mail que será enviado ao remetente (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Selecione quem receberá as mensagens automáticas

Marque a opção “Envie somente para meus contatos” ou “Enviar somente para [nome da empresa]” para aplicar um filtro dos remetentes que receberão a resposta automática.

Marcando os remetentes que receberão a mensagem automática em caso de contato
Marcando os remetentes que receberão a mensagem automática em caso de contato (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

10. Finalize a configuração da resposta automática do Gmail

Toque em “Concluído”, no canto superior direito, após configurar a resposta automática do Gmail para finalizar.

Finalizando a configuração da mensagem automática do Gmal no Celular
Finalizando a configuração da mensagem automática do Gmal no Celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como funcionam as mensagens automáticas do Gmail?

As mensagens automáticas do Gmail funcionam conforme o período configurado na conta do Google, iniciando às 00:00 da data inicial e encerrando às 23:59 do dia de término (retorno das férias). O sistema detecta o fuso horário local para garantir que o envio ocorra precisamente durante a ausência programada.

Em geral, cada remetente recebe o aviso apenas uma vez, a menos que envie um novo e-mail após quatro dias ou a pessoa que está ausente altere o conteúdo da mensagem. O filtro inteligente também impede disparos para e-mails classificados como spam ou mensagens de listas de transmissão.

Quantas respostas automáticas posso configurar no Gmail?

O Gmail permite apenas uma configuração ativa de mensagem para o recurso de “Resposta Automática de Férias” em um período pré-determinado. Caso precise de múltiplas respostas distintas para diferentes remetentes ou assuntos, a sugestão é usar as ferramentas de Modelos (Templates) e Filtros do próprio serviço de e-mail.

É possível editar as respostas automáticas no Gmail?

Sim, acesse as configurações do Gmail e visite novamente a opção “Resposta automática de férias”. Lá, você pode reescrever o texto, alterar o assunto ou redefinir as datas em que estará ausente.

Após realizar as alterações, verifique se o botão de ativação da ferramenta está marcado corretamente. Então, desça até o final da página e clique em “Salvar alterações” no PC ou tocar no botão “Concluído” no canto superior direito do celular para concluir. 

Tem como desativar as respostas automáticas no Gmail?

Sim, acesse as configurações gerais do Gmail no computador ou celular e desative a opção “Resposta automática de férias”. Após a alteração, a ferramenta interrompe o envio imediato de e-mails pré-programados, permitindo que você retome o gerenciamento das mensagens recebidas.

Como colocar resposta automática no Gmail pelo celular ou PC

(imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando as configurações do Gmail pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando a ferramenta "Resposta automática de férias" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Definindo o período de férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Escrevendo o título do e-mail com a resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Escrevendo o conteúdo da resposta automática do Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando os remetentes que vão receber a resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Salvando as alterações da resposta automática no Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu do Gmail pelo celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo as configurações do Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando o e-mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a opção "Respostas automática de férias" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando o recurso de "Resposta automática de férias" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Definindo as datas do período de férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Criando o título do e-mail de aviso de férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Escrevendo a mensagem automática para do e-mail que será enviado ao remetente (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Marcando os remetentes que receberão a mensagem automática em caso de contato (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Finalizando a configuração da mensagem automática do Gmal no Celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Google Drive lança novo visualizador de PDFs

8 de Dezembro de 2025, 17:02
Ilustração mostra quatro logos do Google Drive formando uma espiral horizontal. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Google Drive recebe atualização no visualizador de PDF (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google Drive lançou um novo visualizador de PDFs com layout mais limpo e funções de IA.
  • A atualização melhora a reprodução de vídeos, permitindo busca em transcrições e localização de palavras-chave no player.
  • A nova interface estará disponível para contas pessoais do Google e para clientes do Google Workspace.

O Google Drive atualizou a interface de visualização de arquivos na web, aposentando o antigo layout frequentemente criticado por ser pouco prático. A novidade traz um design mais limpo e recursos focados em produtividade, facilitando a navegação em documentos extensos e o consumo de mídia pelo navegador.

Após a chegada de um resumo de conteúdo nas pastas usando inteligência artificial, a mudança agora resolve o problema em relação à leitura de PDFs, uma das queixas mais antigas dos usuários.

Com isso, o novo visualizador introduz uma barra lateral dinâmica que exibe o índice do documento (se houver) e miniaturas de visualização de cada página — elementos presentes há algum tempo até mesmo em leitores nativos de navegadores.

Captura de tela de um documento do Diário Oficial da União aberto na ferramenta de visualização de PDF do Google Drive
Novo leitor de PDFs do Google Drive (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Com isso, o Drive elimina a necessidade de passar muito tempo rolando em arquivos longos para encontrar trechos específicos, permitindo saltar diretamente para a seção desejada.

A reformulação também ajustou a barra de ferramentas e o menu de arquivos, tornando os botões mais intuitivos e o layout geral menos poluído. No lado direito, a ferramenta apresenta uma aba de resumo feito automaticamente com o Gemini.

De acordo com o Android Central, a nova interface também se integra aos resumos de áudio gerados pelo Gemini, lançado há um mês, e permite ouvir ou ler os overviews criados pela IA diretamente no painel lateral. A funcionalidade, no entanto, só funciona em documentos em inglês.

GIF de criação de um áudio baseado em um PDF
Ferramenta gera áudio com resumo feito por IA (imagem: reprodução/Google)

Busca Inteligente em vídeos

Além dos documentos de texto, a atualização trouxe melhorias para a reprodução de vídeos. A ferramenta agora conta com um recurso de busca em transcrições integrado ao player.

Ao digitar uma palavra-chave na barra de pesquisa do visualizador, o sistema localiza o termo na transcrição do vídeo e permite que o usuário pule exatamente para o ponto em que a palavra foi dita.

O recurso deve economizar tempo para quem utiliza o Drive para revisar gravações de reuniões ou aulas, evitando a necessidade de caçar trechos manualmente na barra de progresso.

Segundo o cronograma do Google, a novidade já está sendo distribuída para usuários no ciclo de Lançamento Rápido. Para domínios configurados no Lançamento Agendado, a atualização começará a aparecer a partir de quinta-feira (11/12). A mudança abrange tanto contas pessoais do Google quanto clientes do Google Workspace.

Google Drive lança novo visualizador de PDFs

Google Drive (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Novo leitor de PDFs do Google Drive (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/Google)

Ferramentas de produtividade: confira os principais softwares da categoria

1 de Dezembro de 2025, 15:30
um tablet com uma caneta stylus em uma mesa azul exibindo uma janela com aplicativos de produtividade
Saiba como os softwares de produtividade incluenciam sua rotina de trabalho, estudos ou até tarefas pessoais (imagem: Sanjeev Mohindra/Unsplash)

Ferramentas de produtividade são softwares projetados para otimizar a eficiência das tarefas, sendo essenciais para a organização pessoal e do trabalho. Elas podem ser importantes para a automação de processos, permitindo que as pessoas se concentrem em atividades de maior valor.

As categorias mais comuns de softwares de produtividade incluem gerenciamento de projetos, pacotes de escritórios, comunicação e gerenciamento de dados. Cada tipo auxilia em um aspecto específico da organização do trabalho ou estudos.

Entre as ferramentas de produtividade amplamente utilizadas em ambientes de trabalho estão Microsoft Office, Google Workspace, Notion, Slack e ChatGPT. Essas soluções são ideais para manter o foco e elevar o rendimento no trabalho.

A seguir, entenda o conceito de ferramentas de produtividade, os principais exemplos e as categorias mais comuns. Também saiba as vantagens e as limitações desses softwares.

 O que são ferramentas de produtividade?

Ferramentas de produtividade são softwares projetados para facilitar, otimizar e automatizar a execução de tarefas, o gerenciamento de projetos e a comunicação entre equipes. Elas transformam a forma como o trabalho é feito para ser mais rápido, organizado e colaborativo, permitindo que os usuários foquem em ações de maior valor.

Para que servem as ferramentas de produtividade?

As ferramentas de produtividade possibilitam otimizar e acelerar a conclusão de tarefas, aumentando a eficiência de indivíduos e equipes ao melhorar a gestão de tempo, a organização e a colaboração. Elas permitem que os usuários liberem recursos mentais e tempo para se dedicarem a atividades de maior valor ou que exigem maior análise.

Elas abrangem diversas funções essenciais, incluindo automação de tarefas, coordenação de projetos, comunicação imediata e compartilhamento de informações. Assim, qualquer software que simplifique, gerencie e acelere o fluxo de trabalho é classificado como uma ferramenta de produtividade.

imagem da tela de um computador exibindo o menu iniciar do Windows com os aplicativos do Pacote Office
As ferramentas de produtividade ajudam a otimizar tarefas, gerenciar projetos e na comunicação entre equipes (imagem: Ed Hardie/Unsplash)

Quais são os principais exemplos de ferramentas de produtividade?

Os softwares de produtividade apresentam soluções para gestão de tarefas e o fluxo de trabalho para grandes corporações e empreendedores individuais. Elas fornecem os meios para que indivíduos e equipes possam organizar, planejar, comunicar e executar as atividades de forma mais eficiente e com maior foco.

Alguns dos principais exemplos são:

Microsoft Office

Microsoft Office é um pacote de aplicativos de produtividade da Microsoft para tarefas corporativas e pessoais, como criação e edição de documentos, planilhas e apresentações. Ele faz parte do Microsoft 365, um serviço de assinatura em nuvem que integra ferramentas clássicas com serviços de colaboração e armazenamento.

  • Microsoft Word: usado para processamento de texto, permite criar, editar e formatar documentos escritos, como relatórios, cartas e teses, com recursos avançados de revisão e layout;
  • Microsoft Excel: planilha eletrônica para realizar cálculos complexos, análise de dados, criação de gráficos e gerenciamento de grandes volumes de informações em células organizadas;
  • Microsoft PowerPoint: usado para criar apresentações dinâmicas, permitindo desenvolver slides com texto, imagens, gráficos e multimídia para fins de ensino, negócios ou palestras;
  • Microsoft Outlook: cliente de e-mail e gerenciador de informações pessoais, que unifica e-mail, calendário, contatos e gerenciamento de tarefas em uma única interface;
  • Microsoft Teams: plataforma para comunicação e colaboração, oferecendo funções de bate-papo, chamadas de vídeo e voz, e espaços de trabalho compartilhados para projetos em equipe;
  • OneDrive: serviço de armazenamento em nuvem da Microsoft para salvar, sincronizar e compartilhar arquivos e documentos com segurança e acessibilidade em diferentes dispositivos.
Representação gráfica dos novos logos do pacote Office
O Microsoft Office, ou Microsoft 365, reúne os principais aplicativos de produtividade para computadores (imagem: divulgação/Microsoft)

Google Workspace

Google Workspace é um conjunto de aplicativos de produtividade, comunicação e colaboração baseados na nuvem. Ele oferece a empresas e indivíduos soluções profissionais de e-mail com domínio personalizado, armazenamento em nuvem e controles administrativos para gerenciar usuários e dados de forma centralizada.

  • Gmail: serviço de e-mail profissional que permite comunicações seguras usando o domínio da empresa. Ele se entrega perfeitamente com outros aplicativos do Workspace, como Agenda e Meet;
  • Google Agenda: serviço de gerenciamento de tempo e agendamento que permite aos usuários organizar eventos, tarefas e compromissos pessoais e profissionais. Ele possibilita o compartilhamento de calendário com outras pessoas da equipe;
  • Google Meet: permite realizar videoconferências e reuniões virtuais seguras para equipes, parceiros e clientes. Oferece recursos como legendas em tempo real, gravação e capacidade de hospedar grandes audiências;
  • Google Drive: armazenamento centralizado na nuvem para guardar, sincronizar e acessar todos os arquivos de qualquer dispositivo. Facilita o compartilhamento seguro e o trabalho simultâneo em documentos;
  • Documentos Google: processador de texto online que permite criar, editar e colaborar em documentos de texto em tempo real com a equipe. É ideal para redação de relatórios, propostas e notas de forma colaborativa;
  • Planilhas Google: ferramenta de planilha baseada na web para análise de dados, criação de gráficos e gerenciamento de informações numéricas. Suporta recursos avançados de fórmulas e colaboração em tempo real;
  • Apresentações Google: editor de apresentações que permite criar slides dinâmicos diretamente no navegador. Facilita a colaboração na criação de apresentações remotas.
Google Workspace (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Google Workspace oferece uma série de produtos e soluções para produtividade (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Notion

Notion é um aplicativo “tudo-em-um” de espaço de trabalho para anotações, organização de conhecimento e gestão de projetos por meio de um sistema de blocos de conteúdo. Ele opera com páginas interconectadas e bancos de dados personalizáveis, possibilitando aos usuários criar desde listas simples de tarefas até painéis colaborativos complexos.

Ele é usado para gerenciar projetos, estruturar informações de equipes e construir ferramentas customizadas (CRMs ou calendários de conteúdo). Suas funções essenciais incluem colaboração em tempo real e o suporte de ferramentas de IA para otimizar a escrita e análise de dados.

Trello/Clickup

Trello e Clickup são ferramentas de organização e produtividade, mas eles se diferenciam em sua abordagem e profundidade de funcionalidades. O Trello é mais visualmente simples, enquanto o Clickup é mais robusto e completo, desenhado para projetos mais complexos.

Trello usa um sistema de gerenciamento de tarefas baseado no método Kanban, usando quadros, listas e cartões para organizar o fluxo de trabalho. É ideal para indivíduos ou pequenas equipes que buscam uma solução intuitiva e rápida para acompanhamento de tarefas e projetos mais diretos.

O Clickup é uma plataforma “tudo-em-um”, oferecendo um conjunto de recursos mais amplo, incluindo rastreamento de metas, controle de tempo e múltiplas visualizações. Foi projetado para equipes maiores e projetos complexos, centralizando todas as necessidades de produtividade e colaboração em um único lugar.

Qual é o melhor, Notion ou Trello? (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Notion e Trello são importantes plataformas de produtividade para organização de projetos (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Todoist

Todoist é um aplicativo de gestão de produtividade e tarefas pensado para ajudar indivíduos e equipes a organizar e acompanhar tudo, desde lista de compras até projetos de trabalho. Ele se destaca pela interface simples e intuitiva, além da disponibilidade multiplataforma, o que permite checar e agendar tarefas instantaneamente e de qualquer lugar.

A ferramenta facilita a organização de tarefas com recursos como subtarefas, níveis de prioridade, etiquetas, datas de vencimento e repetições. Além disso, ele oferece funções para colaboração em projetos de equipe, filtros customizáveis e diversas visualizações (lista, quadro, calendário) para melhor adaptabilidade.

Slack

Slack é uma plataforma de mensagens e colaboração empresarial, com objetivo de centralizar a comunicação da equipe em canais temáticos (públicos e privados) e substituir os e-mails. Ele permite que as equipes troquem mensagens instantâneas, compartilhem documentos e informações e organizem chats sobre projetos em um único local.

Suas principais funções incluem um histórico de mensagens pesquisável, bate-papos diretos e chamadas de áudio e vídeo. Isso centraliza as ferramentas e otimiza fluxos de trabalho, tornando a colaboração mais eficiente e automatizada.

Slack
Slack é um dos comunicadores mais usados dentro de empresas (imagem: Stephen Phillips/Unsplash)

Zoom

Zoom é um serviço de videoconferência que permite a conexão remota de usuários por meio de chamadas de vídeo e áudio, chats e compartilhamento de tela. É usado para conferências, aulas online e webinars, sendo acessível em diversos dispositivos, como navegadores, aplicativos móveis e desktop.

Embora exista uma versão básica gratuita, os planos pagos oferecem recursos extras, como suporte a reuniões mais longas e com mais participantes. Suas funções incluem gravações, fundos virtuais e compatibilidade entre plataformas (Windows, macOS, Android e iOS).

ChatGPT/Google Gemini

ChatGPT e Google Gemini são chatbots avançados movidos por inteligência artificial, embora possuam focos e capacidades distintas que os separam. Eles auxiliam em diversas tarefas, desde a criação de conteúdo até a organização de informações complexas.

O ChatGPT, da OpenAI, é um modelo que se destaca em tarefas conversacionais e criativas, como escrita e código, usando os modelos GPT 3.5, GPT 4 e GPT-4o. Ele oferece a capacidade de integrar-se a aplicativos e usar “GPTs” personalizados para funções específicas.

O Google Gemini é conhecido pela integração com o ecossistema Google e as capacidades multimodais, combinando texto, código e imagens. Ele usa modelos como Gemini Pro, Ultra, Flash e Nano e acessa informações em tempo real diretamente da internet.

Close-up da tela de um smartphone exibindo o logo e o nome do aplicativo ChatGPT, com um teclado de computador desfocado ao fundo.
Aplicativo do ChatGPT é um dos principais modelos de IA usado para produtividade (Imagem: Reprodução/Focal Foto)

Quais são as categorias de softwares para produtividade?

Os programas (softwares) de produtividade são projetados com uma ampla gama de ferramentas essenciais para o ambiente de trabalho moderno. As principais categorias são:

  • Pacotes de escritório (Office suites): conjuntos de aplicativos que incluem ferramentas básicas como editores de texto para criação de documentos, planilhas para cálculos e análise de dados e programas para elaborar apresentações de slides profissionais;
  • Organização pessoal e notas: aplicativos que servem como cadernos digitais ou listas de afazeres para capturar, organizar e pesquisar informações rapidamente, ajudando a gerenciar ideais, lembretes, compromissos e conhecimentos pessoais;
  • Gerenciamento de projetos e tarefas: ferramentas para planejar, organizar e acompanhar o progresso de projetos complexos, permitindo a distribuição de tarefas, definição de prazos e visualização do status do trabalho até a conclusão;
  • Comunicação e colaboração: plataformas que facilitam a interação instantânea por meio de mensagens e e-mails, além de permitir que múltiplos usuários editem documentos ou arquivos simultaneamente em tempo real;
  • Gerenciamento e análise de dados: aplicativos projetados para armazenar, organizar e recuperar grandes volumes de dados (sistemas de gerenciamento de banco de dados) e ferramentas de Business Intelligence para apoiar decisões estratégicas de negócios por meio de análise de informações;
  • Automação de fluxo de trabalho (Workflow automation): programas que automatizam sequências de tarefas e processos repetitivos, reduzindo erros manuais e liberando tempo dos usuários para se concentrarem em atividades mais complexas;
  • Gerenciamento de relacionamento com cliente (CRM): sistemas usados para registrar, organizar e gerenciar as interações de uma empresa com clientes atuais e potenciais, otimizando processos de vendas, marketing e serviços de atendimento.
Foto de tela do computador com aplicativo Notion aberto
Notion é um app que mistura recursos de gerenciamento de projetos, organização e notas (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Quais são as vantagens das ferramentas de produtividade?

Os aplicativos (apps) atuam como ferramentas de produtividade no trabalho, oferecendo inúmeros benefícios para indivíduos e equipes. Alguns deles são:

  • Aumentam a eficiência e velocidade: automatizam tarefas repetitivas e simplificam processos de trabalho complexos. Isso permite que os profissionais se concentrem em atividades de maior valor estratégico;
  • Melhoram a organização e gestão de tempo: permitem o rastreamento claro de tarefas e prazos, facilitando a priorização de atividades. Assim, o tempo é alocado de maneiras mais estratégica e eficaz, reduzindo a procrastinação;
  • Fomentam a colaboração e a comunicação: centralizam a comunicação da equipe e o compartilhamento de documentos de forma segura. Facilitam o trabalho à distância em projetos colaborativos em tempo real, independentemente da localização;
  • Aumentam a qualidade e a precisão: a automação e as validações embutidas nos sistemas minimizam o erro humano. Isso garante maior precisão na entrada e processamento de dados, elevando a qualidade final;
  • Oferecem flexibilidade e suporte ao trabalho remoto: são essenciais para a sustentação de modelos de trabalho remoto e híbrido. Permitem a gestão eficiente de projetos e equipes, independente da localização geográfica;
  • Centralizam o conhecimento: alguns aplicativos podem atuar como um repositório único para todos os documentos e informações da empresa. Isso agiliza o acesso ao conhecimento e facilita a integração de novos colaboradores.

Quais são as limitações das ferramentas de produtividade?

Embora ofereça diversos benefícios, as ferramentas para produtividade apresentam alguns pontos fracos. Por exemplo:

  • Dependência tecnológica e vulnerabilidade: problemas no software, falhas de rede ou indisponibilidade de servidores podem paralisar o trabalho, tornando a produtividade altamente vulnerável a interrupções técnicas;
  • Curva de aprendizagem elevada: muitas ferramentas, especialmente as mais robustas, exigem um tempo considerável para serem dominadas, o que pode consumir recursos e atrasar a produtividade inicialmente;
  • Excesso de recursos: é comum que ferramentas complexas apresentem muitas funcionalidades desnecessárias, resultando em tempo excessivo de configuração e baixo uso prático dos recursos avançados;
  • Imposição de fluxos de trabalhos rígidos: alguns aplicativos impõem uma estrutura operacional fixa, forçando o usuário a se adaptar a ela e impedindo a rápida adaptação a métodos de trabalho mais flexíveis ou novas prioridades;
  • Sobrecarga de notificações e distração: o fluxo constante, e muitas vezes, não essencial de alertas, lembretes e atualizações pode se tornar uma fonte persistente de interrupção, fragmentando a atenção e reduzindo o foco;
  • Riscos de segurança e privacidade: o armazenamento de dados sensíveis em plataformas baseadas em nuvem pode expor a organização a vulnerabilidades de segurança, além de levantar sérias questões sobre a conformidade e a privacidade das informações.

Qual é a diferença entre software e software de produtividade?

Software é um termo abrangente que se refere a todas as instruções e dados que fazem um computador funcionar, sendo a parte intangível de um sistema de computação. Ele inclui desde o sistema operacional que gerencia o hardware até programas, jogos e navegadores.

O software de produtividade é um tipo específico de aplicativo projetado para auxiliar os usuários a realizar tarefas de maneira mais eficiente. Exemplos comuns incluem pacotes de escritório, ferramentas de edição para criação de conteúdo e softwares de edição de imagens e vídeo.

Ferramentas de produtividade: confira os principais softwares da categoria

(imagem: Sanjeev Mohindra/Unsplash)

(imagem: Ed Hardie/Unsplash)

(imagem: divulgação/Microsoft)

Google Workspace (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Qual é o melhor, Notion ou Trello? (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

(Stephen Phillips/Unsplash)

Notion pode ser alternativa ao Evernote grátis (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Ficou mais fácil gerenciar tarefas no Google Agenda

18 de Novembro de 2025, 13:59
Tarefas no Google Agenda
Tarefas no Google Agenda (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Google Agenda agora permite bloquear horários para tarefas, rejeitando convites automaticamente durante esses períodos;
  • Atualização facilita uso do Google Agenda para gestão de tarefas;
  • Recurso começou a ser liberado globalmente em 6 de novembro para contas do Google Workspace.

Por padrão, o Google Agenda (Google Calendar) funciona como uma ferramenta para você marcar eventos, como reuniões online. Mas uma pequena atualização no serviço agora permite a você também bloquear horários para tarefas, o que pode te ajudar a executar os seus compromissos sem ser atrapalhado por outras atividades.

Não que já não fosse possível usar o Google Agenda para lidar com tarefas. Mas, com a recente atualização no serviço, você pode reservar um período de tempo para uma tarefa, bem como ativar uma opção de “não perturbe”, de modo que convites para eventos marcados para essa faixa de horário sejam automaticamente rejeitados e você não seja interrompido por eles.

Obviamente, também é possível adicionar um título e uma descrição para a tarefa. Pode-se ainda adicionar um prazo para ela ser executada, embora, no momento, essa opção permita definir apenas uma data, não um horário.

Na prática, a atualização faz a opção de tarefas funcionar com a mesma dinâmica do agendamento de eventos. Trata-se de algo realmente útil: até então, não era incomum usuários que lidam com muitos compromissos criarem reuniões com um único participante no Google Agenda justamente para bloquear horários para tarefas; agora, isso não será mais necessário.

Bloqueio de horário para tarefas no Google Agenda
Bloqueio de horário para tarefas no Google Agenda (animação: reprodução/Google)

Depois que a tarefa for finalizada, é possível acessá-la no Google Agenda e usar a opção “Marcar como concluída”, que risca o título e faz um símbolo de visto aparecer para indicar justamente o término da atividade.

Para criar uma tarefa, basta clicar ou tocar em um espaço vazio no Google Agenda, na data desejada, e escolher “Tarefa” em vez de “Evento” na janela que surgir.

Disponibilidade do novo recurso de tarefas no Google Agenda

O novo recurso começou a ser liberado em escala global em 6 de novembro, inicialmente para usuários com contas no Google Workspace. A liberação também já começou para quem tem uma conta pessoal no Google. Mas, em ambos os casos, pode levar algumas semanas para a novidade chegar a todas as contas.

Ficou mais fácil gerenciar tarefas no Google Agenda

Tarefas no Google Agenda (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Executivo da Meta indica IA e quer funcionários 5x mais eficientes

13 de Outubro de 2025, 13:11
Ilustração com a marca da Meta e o avatar de Mark Zuckerberg
Meta quer fazer da IA um hábito, segundo o executivo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O vice-presidente de metaverso da Meta, Vishal Shah, defende o uso da IA para aumentar a produtividade em até cinco vezes.
  • Segundo Shah, o objetivo é que a IA seja um hábito cotidiano, adotado amplamente entre os funcionários.
  • A empresa ainda enfrenta baixa adesão e altos custos no metaverso, enquanto investe no desenvolvimento de uma “superinteligência” artificial.

O vice-presidente de metaverso da Meta, Vishal Shah, enviou uma mensagem interna aos funcionários defendendo que o uso de inteligência artificial deve multiplicar a produtividade da equipe por cinco. A orientação faz parte de uma iniciativa chamada AI4P (AI for Productivity), voltada a incentivar o uso da tecnologia em todos os setores da companhia — não apenas na engenharia.

Na mensagem, obtida pelo site 404 Media, Shah reforça que a ideia não é buscar pequenas melhorias, mas uma mudança de mentalidade sobre o papel da IA no trabalho. Segundo ele, o objetivo é que a ferramenta se torne um hábito cotidiano, e não apenas uma curiosidade tecnológica.

“Trabalhar cinco vezes mais rápido

De acordo com o executivo, a proposta é que os profissionais da Meta usem a IA para eliminar barreiras e acelerar processos criativos e técnicos. Isso vale tanto para desenvolvedores quanto para designers, gerentes de produto e equipes interdisciplinares.

“Nosso objetivo é simples, mas audacioso: fazer da IA um hábito, não uma novidade”, escreveu Shah. “Isso significa priorizar o treinamento e a adoção para todos, de modo que o uso da IA se torne algo natural — assim como qualquer outra ferramenta da qual dependemos.”

Ele acrescentou que o conceito vai além da automação de tarefas repetitivas: “Quero ver gerentes de produto, designers e parceiros multifuncionais arregaçando as mangas, construindo protótipos, corrigindo bugs e expandindo os limites do que é possível”.

Shah explicou ainda que a ambição é reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento de ideias. “Imagine um mundo onde qualquer pessoa possa prototipar uma ideia rapidamente, e os ciclos de feedback sejam medidos em horas — não em semanas. Esse é o futuro que estamos construindo.”

Metaverso ainda é desafio para a Meta

Arte com a logomarca da Meta à esquerda e o rosto de Mark Zuckerberg à direita. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Meta quer IA para impulsionar produtividade e inovação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A mensagem chega em meio aos esforços da Meta para revitalizar seu ambicioso projeto de metaverso, lançado com grandes expectativas, mas que ainda enfrenta baixa adesão e custos elevados. A empresa já investiu dezenas de bilhões de dólares na iniciativa desde quando Mark Zuckerberg a renomeou para refletir sua aposta em realidade virtual e aumentada.

Paralelamente, a Meta também mantém um laboratório dedicado ao desenvolvimento de uma “superinteligência” artificial — embora parte dos pesquisadores contratados tenha desistido do projeto e retornado à OpenAI.

Com informações da 404 Media

Executivo da Meta indica IA e quer funcionários 5x mais eficientes

Meta e avatar de Mark Zuckerberg (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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